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Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

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Necromancer Ignaltus
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Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Sex Jan 15, 2016 11:34 pm

Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho



"Na Casa de Meu Pai Há Fartura de Pão! João 6:35:
Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome;(...)"



ON
Necromancer Ignaltus
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Seg Fev 01, 2016 11:17 pm

A MISSIVA

Um mensageiro vestindo a farda da família Bargden para várias pessoas de renomado poder, em suas conhecidas residências, locais favoritos ou através de certos contatos, como o prefeito de uma vila beneficiada pelos seus préstimos, ou uma pessoa que tenha sido salva recentemente pela figura heroica, ou não. [ XD ]

Ainda há quem tenha sido contatado por outros meios, por serem reclusos e viverem secretamente, evitando frequentar qualquer local público, as missivas e os anéis acabam nas mãos de grupos poderosos, que vigiam as suas atividades, e, por interesse, a fazem chegar as suas mãos.

A mensagem consiste em um pedaço de pergaminho dobrado presa com cera e carimbada com o selo da família Bargden (uma cabeça de javali cercada por seis estrelas). O escrito dirige-se a pessoa por nome, ou título, ou ainda pela organização a qual representa, se for caso disso. A carta diz o seguinte.


Missiva escreveu:
Meu Prezado Aventureiro,

Contos de suas realizações tenham atingido a minha orelhas e provocou uma faísca de interesse dentro de mim. Isto se tornou o meu hábito de convidar pessoas de interesse para minha casa para o jantar, e enquanto eu normalmente estender esses convites apenas para a nobreza, eu acredito em seus atos serem merecedores de uma exceção. Se eu sou convencido de que sua reputação não seja infundada, eu possa ter informações de interesse para você, e talvez até mesmo uma oportunidade de negócio.

Sua presença é solicitada em minha mansão em Sun-Doun antes do início da próxima lua. As atividades incluem passear pela propriedade, jantar preparado pelo meu experiente cozinheiro hobbit, a caça, se te aprazer, em minha propriedade particular, recentemente adquirida. Após o fim das atividades e do repasto, beberemos licores da coleção do meu tio, apreciador de boas bebidas raras. E quanto a ele, devo dizer aqui, apesar de ser eu o anfitrião, meu tio pretende fazer uma importante revelação que atinge a ti.

Por favor, responder através deste servo que envio, por carta ou em pessoa.

Com a intenção graciosa,
Ford TaurusBargen

O QUE DESCOBRISTE SOBRE O LORDE BARGEN

O convite não deixa claros os motivos precisos. Ele lhes enviou a missiva, com um anel de ferro, na intenção de convidar-lhes à sua casa sob qualquer pretexto. Todavia, todos estão cientes do estado da ameaça de guerra que o reino de Iron-Maiden experimenta. Embora, seja leal ao seu tio, que sempre pregou a neutralidade nesses casos, deve valorizar o reino humano no qual possui suas terras, ou mesmo a própria vida, pois o perigo se avizinha. Não seria a toa que ele logo desse a convidar vários sujeitos de conhecido poder, mas que ainda pudessem ver na posição do herdeiro relativa vantagem a obter que ainda não possam alcançar.

Taurus Bargen é um jovem aristocrata carismático com uma talento menor para feitiçaria, que foi levantado em um colo de luxo sob o olhar atento de Lophfar, seu tio afastado que nunca ninguém ouviu falar até a morte do pai do rapaz, ajudando-o administrar suas propriedades e a criar relações de poder. Ele o segue voluntariamente.

De sua personalidade, não é nenhum segredo Taurus amar o conhecimento que pode garantir-lhe qualquer tipo de poder e ele também não despreza uma pessoa até descobrir se ela poderá ser-lhe útil, ou não. Além disso, como todo nobre senhor de terras, é arrogante, mas mesmo assim ele sabe ser diplomático, e demonstrando ser hábil em armas, além da sua proficiência em magia, para manter seus decretos de forma bastante eficaz.

Embora, tecnicamente, o rapaz esteja seguindo os apontamentos do tio Lophar, ele demonstra obedecer de bom grado do ancião, assim o seu tio nunca precisou exercer sua autoridade parental sobre o jovem. Não se pode dizer se o que ambos têm é uma real relação próxima a pai e filho ou o rapaz apenas nutra admiração pelo sujeito que ajudou a criá-lo.

Atualmente, o que se pode saber sob instruções de seu tio, Taurus comprou um pedaço de propriedade perto de Sun-Doun, local começou a crescer anos atrás, ao fim das Guerras Golênicas, quando uma base militar foi construída para defender o ponto estratégico, eu por causa da sua geografia permite a passagem facilitada de tropas em marcha de forma divisível em regimentos.

Outras informações que correm são que o herdeiro passou vários meses estabelecendo uma reputação entre os moradores como um nobre rico afeiçoado a cultura, da caça e da alta sociedade. Ele permaneceu um par de meses recluso tempo para passar antes de abordar as pessoas influentes próximas: o prefeito, mercadores e os oficiais do forte erguido no pós-guerra.


NA PROPRIEDADE

A Mansão do Senhor Bargden fica no topo de uma colina em uma levemente área arborizada cerca de uma milha por uma estrada de privada. Um largo, caminho bem conservado sobe a colina arborizada leva à casa. Pelo caminho, outras pessoas singulares surgem. Pelos seus ares e peculiaridades, elas causam-lhe apreensão e a possibilidade de tomar uma posição defensiva inicialmente. No entanto, logo fica claro que todos estão todos indo com o mesmo propósito de tratar do convite com Bargen. E, após apenas trocarem poucas palavras, o prédio donde se tratara o encontro se torna visível ao longe.

No topo da colina, cercada por árvores, ergue-se o prédio formado por um andar térreo e dois andares com uma grande chaminé no lado e uma entrada de porta dupla na frente. Um caminho leva à esquerda em torno da casa, presumivelmente para os estábulos. Nenhum guarda a vista. Ninguém se interpôs em vosso caminho.

Em uma área livre para a direita fica uma longa mesa ao ar livre. Os móveis estão por sobre uma área de pedras calçadas. A mesa de madeira com oito cadeiras (um pouco maiores do que os outros). Vários servidores estão ocupados definição pratos, copos e talheres em cada lugar. Quatro postes de madeira verticais circundam a mesa, cada segurando uma lanterna apagada cerca de três metros fora do chão. Um homem magro com cabelo grisalho está sobre as pedras da calçada do lado de fora da porta da frente do, dirigindo os servos como eles entram e saem da casa. O cheiro de alimentos alcança longe cada vez que as portas se abrem, vindo carros alegóricos com bandejas que refletem a luz solar na sua superfície polida a cada vez que a porta se abre. Nenhum sinal de armas.

Na grande mesa um homem jovem vestido como se fosse cavalgar, pois parecia improvável que fosse sair de repente já que a falta de brilho de sua pele morena não demonstrava nenhum sinal de suor. O cabelo desgrenhado dizia outra coisa. Talvez, ele tivesse sido interrompido com a sua chegada, mas o banquete a frente dizia novamente o contrário.

O cavalheiro se portava com polidez nos gestos, não parecia ter armas além de uma manopla de ornamentação no punho esquerdo. O rosto tinha uma barba finamente aparada. O seu porte parecia ser forte, mas os gestos não demonstravam a ruides do trabalho braça. O pano e o couro na roupa pareciam ter sido caríssimos. Ele dirigiu-se a vós:


Lorde Taurus Bargen

Taurus escreveu:Venham, venham, aproximem-se meus queridos convidados.Good aft' a todos vós.Vossa pontualidade me lisonjeia.Pedi que viessem antes do início da próxima lua, e assim vos fizeste.Vamos, sentem-se, vamos todos confraternizar e nos conhecer melhor.

E dito isso, criados puxaram os assentos para todos e outros se prestaram a cuidar de suas montarias e qualquer bagagem ou peças de roupa que precisassem ser limpas de imediato. Vasilhames foram postos para que se lavassem antes de sentar-se a mesa. A tabela estava definida para oito pessoas. Cada lugar conta com três pratos e uma diferente seleção estonteante de garfos e colheres.

Tão logo aceitaram sentar-se um grupo de artistas simples se aproximou e começou a tocar uma sinfonia simples e relaxante.

As lanternas nos postes deveriam ser mais do que suficiente para iluminar a área caso o encontro se torne tardio, ou a espera por outros convidados se demore antes da refeição principal.  A colina que desce para o sul e oferece uma bela vista da encosta e da terra nas proximidades.


gaijin386
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por gaijin386 em Ter Fev 02, 2016 1:46 am

"Por vezes mortos contam histórias."
Kash'Taael


Após o teste que determinou o fim de sua fase de aprendizado como acolita Kash'Taael foi levada para um grande salão onde haviam muitos outros sacerdotes e quando chegou o grande sacerdote Dahauss diz - Agora que temos todos posso revelar a grande missão que todos vocês terão pela frente. - Ele para e ajeita sob o nariz um óculos de leitura - Anthrarhax, a Deusa da Destruição encontra-se presa, desde o final das Guerras Golênicas com o fim do pérfido Shneider, porém seus seguidores tentam continuar sua heresia e liberta-la e pelos detalhes vem eliminando os selos então nossa missão torna-se eliminar esses lideres com a queda das cabeças o corpo não mais vive. Matem Kall-Su, Matem Abigail, Matem Ashes-Nei não importam os meios a destruição deste mundo virá pela entropia e não pela pérfida vontade destes hereges. - Dahauss designou áreas para investigar e por onde poderiam encontrar essas pessoas no fim todos já tinha ido exceto Kash'Taael que recebeu a instrução final.

- Agora isto chegou a nossas mãos e não sabemos como lidar. - Diz o sacerdote tirando a missiva de lorde Ford Taurus Bargen e entregando a Kash'Tael.  - O clero de Halaedyom não é muito bem aceito pela sociedade, pois a mesma não entende a morte e a teme e por associação a isto somos temidos e não tiro a razão, pois nossa visão também resultará no fim deste mundo, mas na hora certa. Por hora os outros sacerdotes estão designados a investigar os outros hereges, mas você tem uma missão siga a missiva compareça ao tal evento, aprenda o que puder e se for útil permanecer... fique e siga o que lhe for dito. - Em tom de despedida lhe deu suprimentos, recursos e despediu-se - A morte no fim uma certeza. - e Kash'Taael respondeu - Porém, apenas um novo principio. -  

A viagem até a propriedade do nobre havia sido longa e cansativa, porém não havia tempo para esmorecer. Kash'Taael seguiu o protocolo e aceitou a ajuda dos serviçais que esboçavam medo por lidar com ela, de fato isto a deixava contente consigo mesma aguardaria para ver o que o tal nobre tinha a dizer e se isto seria de ajuda. - Lorde Bargen, seu convite é inesperado e curioso, porém agradeço-lhe a hospitalidade. - Diz a elfa negra mostrando-se cortês embora seus pensamentos fossem outros.
Lyvio
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Lyvio em Qua Fev 03, 2016 9:36 pm

Ennibel ressurgiu com apenas uma coisa em mente: Vingança contra todos aqueles que foram culpados direta ou indiretamente sobre sua morte, imediatamente após retornar como sombra a ex-killorren seguiu seu rumo a procura de informações sobre o paradeiro de seus inimigos, mas ela sabia que sua aparência não podia ser revelada e o que ela deveria fazer era escutar boatos aqui e ali e seguir as postas até seus alvos e com a ameaça eminente o que se mais comentava era sobre o retorno da deusa da destruição.

Durante dias ela vagou, escondendo-se nas sombras de pessoas, lugares e animais durante o dia, mas a noite desfrutava de um pouco mais de liberdade para agir, mas ainda assim a luz das estrelas e luar, ou o bruxulear das tochas podia a denunciar e por este motivo ainda assim, quando via tal circunstância escondia-se nas sombras que encontrava, camuflando-se ao ambiente.

Durante dias ela foi ouvindo e seguindo pistas até que encontrou-se com um grupo de viajantes, os seguiu e lá ouviu conversas exatamente sobre o que queria. Ouviu sobre uma missiva de m lorde convidando tal aventureiro para uma visita em sua mansão em troca de informações. Mais quais?

Ennibel sabia que precisaria descobrir talvez quem sabe algo a interessasse e ajudasse a continuar as caçada e sua sede de vingança. Ela seguiu o aventureiro e finalmente chegou a mansão.

"A escuridão...bela e terrível, ainda assim antes eu a odiava e hoje ela se tornou minha melhor amiga e melhor companhia, é nela que me oculto e nela permanecerei..."
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por anderson em Sex Fev 05, 2016 12:40 am

Estava claro no casebre em que Ben vivia. O sol se erguia alto nas montanhas, mas o tempo era fresco. O mago vivia sozinho numa casa afastada no caminho da montanha. Sozinho não era bem uma definição verdadeira. Abenthy era um invocador. Toda a sorte de bestas eram convocadas de outros planos para estarem ao serviço do audaz sortílego. Vez ou outra ele testava a extensão de seu poder convocando um monstro mais poderoso. E esta já era a nona vez que usava esta magia em especial. Nunca dera problema.

Fez o círculo com a prata em pó e desenhou o diagrama para fortalecer o círculo de proteção contra o mal. Então começou o ritual de convocação. Desta vez ele trouxe dos abismos um demônio semelhante a um símio gigante. Era uma criatura chamada Bar-Lgura, seu nome verdadeiro não fora revelado. No fundo, as criaturas sabiam como funcionava a magia, mas Ben sempre explicava para eles que estavam presos àquela magia até que concordassem em realizar uma tarefa para ele, mas que ele não pretendia obriga-los. Antes, poderiam fazer um acordo que era interessante para ambos. Eles podiam cumprir uma tarefa e no final desta, algum tesouro encontrado seria dividido. Nunca falhava. Os demônios são criaturas ambiciosas adoram moedinhas e itens mágicos. E, depois, Ben tinha a manhã para tratar com essas criaturas em especial. Falava a tarefa de forma tão apaixonada e convincente que eles pensavam que era uma tarefa feita para eles dada por algum lorde demônio. Não conseguiam resistir ao seu charme.

Desta vez a tarefa era simples. – Você irá me proteger e servir da melhor maneira possível onde quer que eu precise ir. – Havia buracos. Mas não havia espaço para deslealdade e, caso o demônio não o fizesse direito sofreria as consequências do pacto. Quando terminava de falar com Igor, como resolveu chamar o demônio, um garotinho deixa cair uma coisa à porta e sai correndo. Era um molecote de uns dezesseis anos, talvez menos. Não havia motivo para pânico. E foi assim que Ben recebeu a missiva.

O demônio vinha bem a calhar para este propósito. No dia combinado se teletransportaram para o local através da habilidade de Igor. E então se sentaram à mesa. Não se incomodou de levar um demônio. Se o que a carta diz é verdade, não seria nenhuma surpresa que ele chegasse com tal criatura. Comeu com parcimônia, mas não poderia cobrar isso de Igor, que estava livre para comer o que quisesse. Nada falou. Queria saber porquê o convocaram ali. De certa forma entendia como ficavam suas invocações...
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Dthanatus em Sex Fev 05, 2016 3:48 pm

O vento era sempre violento sobre as nuvens, o próprio ar ameaçava sufocar, gélido como o toque da morte, ele e seu companheiro voavam rápido, mas sem a menor pressa, ja estavam lá a algum tempo, circulando sobre as nuvens, então mergulharam, o mais rápido possível.
Sobre o dorso de seu companheiro que não possuía um nome, não havia necessidade de tais tolices, o grifo era o que era, negro como a noite.
Algarion podia ver o chão se aproximando tão rápido que parecia estar em queda livre, pode ver a mesa do banquete, os pequenos pontos pretos crescendo como vermes numa carniça agora pareciam humano, o grifo bateu as asas e terminou o mergulho a pouco mais que três metros do chão, Algarion salto do dorso do animal que mantinha-se pairando, a força das asas do animal criavam um vento muito forte, arremessando sujeira e pó para todos os lados.
O grifo pousou e caminhou junto de seu companheiro, ambos com ferocidade no olhar.

Necromancer Ignaltus
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Fev 07, 2016 7:54 pm

Num fulgor, apareceu um homem jovem e moreno trajando vestes simples de mago com um demasiado pesado livro junto a si, o que apenas fazia com que o grande chapéu de capitão emplumado, a gargantilha de jade, uma tiara e um espalhafatoso anel que usava se mostrassem ainda mais: a tiara era fina como prata tecida, com uma perola reluzente ao centro, já o anel parecia feito de ouro branco, e um olhar mais atento mostrava uma cabeça de unicórnio, outra de dragão, além das figuras celestiais e infernais entrelaçadas num pequeno rodamoinho.

O homem de pertences impressionantes então sentou-se educadamente a mesa e comportou-se como um cavalheiro. Todavia, um monstro surgiu atrás dele: ela era uma mistura de morcego e babuíno, sem muitos pelos, a pele em brasa e o cheiro de algo que assou sobre carvão, e algo mais. Ela começou a comer a vontade acocorado a mesa, o que fez alguns súditos terem tonteiras.

Com a chegada dos cavaleiros, uma dama élfica de pele cor ébano, levando vários equipamentos úteis, o que só mostrava o quanto era precavida e a sua experiência. Então, ela se dirige ao lorde após as suas palavras iniciais de recepção e cortesia.

Ao seu lado, outra mulher de corpo robusto e másculo em roupas de viagem, com uma bolsa e equipamentos simples, nenhuma arma. Seus olhos eram profundos e a sua força podia fazer tremer uma pessoa com um mero olhar de rigor se ficasse com raiva. No entanto, olhos vividos e os  movimentos das curvas do corpo ainda demonstravam a sua feminilidade. Esta permaneceu em silêncio, mas observadora. Não dava para saber se havia vindo junto com a filha desgarrada dos Elfos Cinzentos ou se apenas haviam se encontrado casualmente e se dirigido na mesma direção.

A elfa negra diz:

Kash'Taael escreveu:- Lorde Bargen, seu convite é inesperado e curioso, porém agradeço-lhe a hospitalidade. - Diz a elfa negra.

Todos os convidados se apresentam e há tempo para que todos eles se estranhem. Uma elfa negra linda, mas de olhos sábios cujos propósitos da sua presença se denotavam pelos sinais clericais em suas vestes de exploradora, adornada por símbolos de sua ordem. Tais símbolos mostravam o pleiteio de sua religião dedicada em favor da passagem no fim da vida para os outros mundos fora da orla terrena e mais próximos de Deus.

Então, uma sombra paira sobre todos, descendo de forma abrupta e revelando-seu majestoso e poderoso grifo.

Nisso, uma ventania varre a recepção refinada. Se a chegada dos outros não havia criado confusão, está com certeza gerou a necessidade de uma rearrumação

Quando o animal fantástico paira a três metros do chão, dele salta um homem trajando uma armadura pesada e marrom a primeira vista.

O sujeito salta sem força ou graça, apenas num passo de encontro ao chão, onde parece espera cair macio. Todavia, ele não inclina os joelhos e o tronco como deveria fazê-lo para absorver o peso extra somado a força da gravidade da altura que escolheu para realizar a entrada. Somado tudo isso, as suas pernas cedem ele cai duramente com o som do peso do traje contra o chão.

Por sua vez, o grifo pousa com uma enorme graça.

Spoiler:
OFF: Algarion sofre -2pvs em contusões por todo o corpo.

Um instante se passa, o cavaleiro do céus geme e num grunhido ergue-se, apesar da queda seus olhos visíveis são o de um predador. A face era humana e a idade indicava um homem moreno jovem. A armadura pesada era marrom cor de terra, uma placa sobre o peito, ombros e coxa, com escamas sobre a barriga e sobre os membros. Os seus movimentos, desconfortáveis indicavam que não possui experiência no seu uso e de que estava com outra veste por baixo, provavelmente para evitar os rasgos na pele que o traje provocaria em qualquer um sem os calos necessários para utilizá-la. No pescoço, um medalhão caro. Tudo nele indicava alguém que adora o poder e quer demonstra-lo, mas que é impaciente demais. Uma combinação perigosa.

Ele caminhou até a mesa, o olhar ferino desafiando qualquer um a falar algo. Com certeza é poderoso, pois todos os convidados o são.

Quando a noite começa a recolher, o Lord ordena um dos servos para acender as lanternas em torno da mesa.

Lugares sobram a mesa e quando questionado sobre o fato. Lord Taurus sorri comedidamente e responde, estalando a língua com vontade uma única vez:

Taurus escreveu:- Meu tio, especialmente, ele que teve a ideia de convidá-los, e não eu, na verdade, apesar que as hospitalidades ainda valem.

- Outras pessoas especialmente talentosas como vocês também foram convidadas, mas como todos aqui, também possuem a sua parcela de compromissos e interesses pessoais. Eles podem chegar depois. Eu acho. Além disso, sempre há quem cancele o compromisso no último minuto.


O ambiente começa a escurecer, o céu fica cinza e o espetáculo do crepúsculo começa a cer. Sem necessitar de um aceno, os servos de Taurus acendem as luzes.

Durante o tempo que se passa, Taurus incentiva os convidados a falarem de seus feitos, de montaria, caça e duelos. Ele perece principalmente interessado dos seus corcéis, dado o grande estábulo que parece manter para si ali.

Momentos antes do anoitecer total, as portas duplas se abrem mais uma vez, um homem velho e esquálido: braços esqueléticos, uma face de pele murcha, cabelos grisalhos e quebradiços não cobriam toda a calvície, a camisa branca de linho enfeitada com babados uma fortuna e muito grande sobre o corpo fino, as pernas encobertas por um quente lençol de lã para a proteção do frio da noite.

Tudo nele indica fraqueza exceto pelo olhar. O olhar dele é vivo e penetrante.

Ele é empurrado numa cadeira de rodas por um dos servos: um individuo robusto em trajes de mordomo, cabelos escuros, pele lisa, um rosto bonito, olhos claros e sem sinais de anos injustos.

A cadeira, cujas rodas bem oleadas não produz som impertinentes sobre o caminho de pedra polida, ela é empurrada até que o tio de Taurus possa se juntar a um lugar à mesa junto a seu sobrinho.

Ele juntou-se a mesa e tomou uma sopa fina, um tipo de caldo vermelho, provavelmente de carne com suco de tomate. Não disse nada e nem se apresentou. Fazendo com que Taurus tivesse que comunicar a todos com um sorriso amarelo e sem graça devido a falta de modos do tio.

Taurus escreveu:- Bem, e esse é o meu tio: Lophfar.

O ancião continua tomando a sua sopa. O ar da noite está quente, mas o Lophar faz questão de manter o seu cobertor de lã. Enquanto todos que já terminaram de comer são forçados a esperar, Taurus faz questão que bebidas finas e caras sejam servidas a vontade de todos, assim como qualquer coisa do banquete que os convidados desejem.

Spoiler:
OFF: Fartar-se do banquete pode produzir efeitos variados sobre os personagens dos jogadores: energéticos, medicinais ou alcoólicos, à depender das suas escolhas.


Enquanto a escuridão reúne mais, Lophar faz gestos que indicavam que ele iria se rentirar, assim como um sinal para que todos o sigam para dentro juntando-se a ele na mesa. O grande mordomo obedece em silencio e atenção protetora.

Ninguém recebe respostas além do silêncio. Taurus sorri amarelo novamente e acena om a cabeç para que todos sigam com o seu velho tio.

Todos seguiram, mas, em certo momento, Kash'Taael pressentiu pelo seu sexto sentido de que estavam sendo vigilados e percebeu quando uma sombra se arrastava através da escuridão, não com seus olhos, pois a criatura estava além de vários sentidos, mas com o treinamento de os membros da sua ordem se dispunha.

Ninguém mais parecia ter nodado, nem o espectro sombrio de que ela o notou.

Ela pensou o que fazer com aquela informação enquanto todos eram conduzidos atrás do velho, seu mordomo e o Lorde Taurus.

A mansão é feita de pedra e carvalho, por dentro a madeira parecia ser bem envernizada com óleo pela criadagem. As paredes de pedra obviamente retocadas com argamassa de pedreiros da cidade com a preocupação de um mestre de obras experiente. Tal preocupação ao detalhe podia esconder a origem das pedras interiores da compra original, como se revelavam as informações obtidas antes de aceitar o convite do tal lorde, que agora se mostrava apenas seguindo os mandos o seu querido tio Lophar.

Taurus anda pela porta da frente no que parece ser uma vida sumptuosamente quarto. Uma grande lareira de pedra ocupa a maior parte deste parede leste da câmara. O fogo já queimou baixo
e agora é pouco mais do que carvão. Contra as paredes ficam oito cadeiras de madeira, e quatro grandes, decorativas urnas marcam os cantos da câmara. Dois conjuntos de portas duplas abrem para o quarto e um ena a parede norte, e outra ao sul.

Taurus casualmente assinala a sala de estar e de jantar sala além, em seguida, faz um grande gesto abrangendo o resto da casa. Ele diz, tendo um assento junto à lareira:

Taurus escreveu:Bem-vindo à minha humilde casa de meu pai. Vós façais confortáveis, por favor."

Eu lamento que eu não posso mostrar-lhe o resto da casa neste momento, mas, francamente, eu ter sido tão ocupado fazendo o trabalho junto a meu tio que eu Não tive tempo para desempacotar todos os meus livros de referência e outros pertences.

Pior ainda, alguns dos os troféus de caça meus ainda estão à espera a tempo, porque eu não tive como organizar a sua entrega, muito menos encontrar lugares para pendurar-los.

Lophar escreveu:- BASTA, TAURUS!

O tio o cortou rispidamente, de forma que era difícil entender como ele gostava tanto do velho, mas Taurus não perdeu a posse e apenas deixou que o homem idoso falasse o motivo de convidá-los ali. Ele diz numa voz cansada e asmática, puxante, mas que é usada com veemência e as vezes soa petulante:

Eu pedi que meu sobrinho os convocasse especificamente aqui para armar uma defesa, num ataque surpresa e inesperado contra as forças que neste momento o sacerdote das trevas, Abigail está reunindo para atacar o reino de Iron-Maiden.

Eles virão, uma horda de monstros sobrenaturais desprovidos de humanidade. Eu mandei reunir toda a informação com antecedência enquanto vos me cês perdiam tempo investiagndo os arredores daqui.

Abigail está atacando as fortificações e pontos de vigia menores, bando de andarilhos selvagens e qualquer um que ouse se opor e o motivo para isso é um só: ELE ESTÁ REUNINDO NÚMEROS. Ele caminha com uma horda de suas criaturas hediondas de ponto em ponto, erguendo seus monstros através da praga e da maldição de suas mordidas e assassínio. Cada um que morrer sobre suas prezas ergue-se para marchar. Não há muitos líderes em suas tropas, suas pragas morta-vivas precisam de pouca direção. Se deixadas sozinhas, sem um mestre, elas se espalhariam como uma praga incontrolável.

Abigail confia na sua inteligência e na sua magia das trevas, eu sei disso, eu o conheço, pois participei das Guerras Golênicas mais de uma década atrás. O estado em que me encontro não é fruto da idade, mas da magia dele. Ele me feriu, me drenou, esgotou-me a força da vida, mas ele não me dobrou. Ele não pode tocar a minha alma.

Por isso confio, eu confio, eu confio no seu espírito, na ambição de vós e no seu desejo de poder, além dos desígnios das fés as quais escolheram seguir. Esse senhoras e senhores será a sua maior arma, além do nosso ataque surpresa.

Sei que para alguns pode ser difícil, mas por isso fiz questão de chamar pessoas como vocês, duras e com algumas faltas nas costas, pois não podem avisar ninguém. Para a vitória devemos agir cautelosamente contra Abigail.

A sua recompensa, além de uma boa soma será a chance de participar numa busca.

Sei o que pensam, realizar uma proeza em troca de participar de outra. Mas está é do seu interesse, na verdade é do interesse de toda Metallion.

Ouçam, como eu disse, participei das guerras contra o feiticeiro que ambicionou conquistar o mundo inteiro, e cujos servos ainda marcham em guerra contra o nosso reinado.

Naquela época, todos ficamos em polvorosa com os feitos épicos do valente príncipe Lars Ulu de Metalicana. De como ele derrotou adversário por adversário das forças do maligno feiticeiro e chegou até , sendo agraciado com o poder do Lendário Dragão Guerreiro, e assim cumprindo um sinal da lenda profetizada tantos anos atrás. Só que ambos desapareceram no confronto derradeiro, ou assim se supunha.

Pois bem, caiu em minhas mãos de que a inteligência a serviço do povo eänico no outro continente tiveram provas de houveram outros sinais e de que Lars Ulu é na verdade o messias, o Adão de Deus, aquele profetizado nas antigas escrituras anteriores até ao Mundo Antigo, destruído pela Deusa da Destruição. Um destes, é o de que o ambicioso DARK SCHENEIDER ainda pode estar vivo!

Mas, esses sinais nada significarão, nenhuma importância terão se não pudermos deter o avanço de Abigail aqui. Após isso, meus associados estarão prontos para guiá-los atrás da lenda do príncipe Ulu e do possível paradeiro de Dark Schneider.

O que me dizem senhores?


As informações e o ancião não deixava abertura para que elas fossem arrancadas dele, uma vez que ele assegurava de que dependia de outros para o sucesso da busca. A mera confirmação de que o bruxo Dark Schneider estaria vivo tinha o poder de mudar os rumos da guerra em todo o continente. Enquanto que a confirmação do paradeiro de Lars Ulu, o suspeito de ser o novo messias, isto iria afetar as religiões de todo o mundo a respeito dos sinais que tanto esperavam e oravam.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por gaijin386 em Dom Fev 07, 2016 11:16 pm

A elfa negra viu os demais convidados chegarem e hipocritamente simulou tomar conhecimento deles (a famosa política de sorrir e acenar) ficou curiosa com o homem de robe com seu guarda costa peculiar e esboçou um levantar de sobrancelhas quando notou a presença escondida, mas nada disse e por fim quase sorriu ao ver o homem descer de um grifo de uma maneira não muito habilidosa.

Kash'Taael ouviu o que Lophfar, o decrépito homem dizia e a cada palavra dele a elfa negra tornava-se mais interessada, embora não estivesse acreditando em tudo que estava sendo contado ainda mais a parte de que o infame herege Dark Schneider pudesse estar vivo, mas o tempo aqui pode ser bem gasto.

A elfa negra se ajeitou em sua cadeira como se estivesse absorvendo toda a informação parecia que falaria algo, mas segurou a língua para esperar que Lophfar terminasse e o mesmo terminou e realmente foram informações indigestas e por fim ela falou. - A perspectiva de suas revelações são perturbadoras e muitos recusariam envolvimento numa empreitada como a que você está sugerindo, mas devo aceitar não só pelo que minha demanda de minha fé mas como é o certo a se fazer. Entretanto eu devo ressaltar que meus métodos não serão muito ortodoxos. - Diz enquanto pegou uma rosa de um enfeite da mesa e a segurou entre os dedos porém a mesma murcha sem causa aparente.

Em Off:
Foi apenas pra fazer show off não que possa ser feito de modo efetivo contra seres vivos ou em combate. Em termos de jogo eu canalizei minha aura de energia negativa (gastei um rebuke undead). Se for demais então dar uma editada nessa parte.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por anderson em Ter Fev 09, 2016 9:54 pm

Na verdade o velho já havia ganho Ben com o prêmio em dinheiro. Não era ambicioso, mas sabia dos custos de tudo que fazia. Ficou satisfeito com a criatura que havia invocado para a missão. Igor lhe seria muito útil.

O velho era espalhafatoso demais. Bastava ter falado lá fora mesmo e todos já saberiam do que se tratava, mas com tranquilidade balançou a cabeça em aprovação. Era o que precisava.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Lyvio em Qua Fev 10, 2016 2:34 am

A sombra observava cada um dos que ali estavam analisando sua aparência e habilidades que no momento estavam visíveis como a do jovem mago que invocou uma criatura estranha que estava devorou tudo que estava na mesa.

Ennibel adentrou a casa, julgando estar ocultada na escuridão das sombras do ambiente

A ex-killoren logo se posicionou estrategicamente para ouvir tudo que acontecesse; era ali que as informações que ela precisava estavam saindo e sairiam muito mais, restava a ela esperar e ouvir pacientemente absolutamente tudo que se discutisse naquele salão.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Dthanatus em Qua Fev 10, 2016 9:53 am

Algarion adentrou a mansão juntamente com seu companheiro, ambos o homem e o grifo demonstravam obvio desconforto em lugares fechados, ouviu as palavras do velho com os braços cruzados, uma das sobrancelhas erguidas.

De quanto estamos falando e qual é a sua estratégia velho!? Por menos que o dobro do nosso peso em ouro e sem uma estratégia solida, simplesmente será mais útil esperar pela guerra saquear as ruínas daqui e caçar eu mesmo pela lenda do dragão guerreiro, a corrupção da natureza me dará aquilo que preciso.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Qua Fev 10, 2016 4:58 pm

A representante dos adoradores da passagem da morte, Kash'Taael mostrava-se positiva, assim como a outra representante do culto mais bem visto, Dagila Gaius, e mesmo o invocador demoníaco charmoso Abenthy. A exceção era o druida corrompido, Algarion que desejava saber corretamente de onde lucraria mais, ou pelo menos porque deveria dar ouvidos aquele velho decrepito.

Lorde Taurus observava tudo em silêncio, erguendo uma sobrancelha a uma palavra mais afiada de alguém. Para quem o observa-se, ele pareceria muito passível ali para ser o real lorde, mas ele assistia a tudo como um aluno dedicado. Poderia ser isso, Taurus estava aprendendo com seu tio Lophar o que o pai não tivera tempo de lhe ensinar antes da morte. Ou não.

Lophar ouviu as palavras em resposta e os presentes puderam vislumbrar um sorriso leve de satisfação do ancião quando este recebeu a maioria positiva aos seus intentos. O idoso , tossiu um pouco para limpar a garganta, devido ao longo discurso anterior e se dirigiu aos presentes, e principalmente para responder as questões de Algarion.

Lophar escreveu:O seu peso em ouro é com ou sem essa armadura a qual não sabe usar, garoto?Estive nas Guerras Golênicas, apesar de na verdade não ser tão velho quanto aparento. Eu o chamei aqui por causa que o teu poder é estritamente necessário. A tua fama e a de todos vós os precede, mas agora os examinando é que posso ver e mediar cada um.

Tu, Algarion podes ter poder, mas não tem a confiança nem o temor de ninguém fora daquele charco que é o teu domínio, nunca encontrara nenhum dos meus contatos com os anões e pouca será permitida a sua entrada em seu reino a não que esteja disposto a pagar o que não tem para isso, o que eu duvido. E não pense nem por um único segundo que aquele lugar não será alvo da chamada ideia de utopia que o mago do gelo Kall-Su e a senhora dos raios Arshes-Nei estão pregando. Então, melhor aceitar o meu plano agora e obter algum ganho do que tentar se mover por ai. Do contrário, a ti só restará duas escolhas: descer do teu pedestal em que si colocaste e servir o mago do gelo, ou ser totalmente aniquilado sozinho.

Quanto ao pagamento, é claro que todos receberam uma boa recompensa monetária, se sobreviverem. Não só para satisfazer a sua libido, mas para cobrir os seus gastos pessoais por fora e ressarcir qualquer dolo durante a guerra. Além do que muitos aqui desejam bem mais do que um monte de tralhas pesadas. Não a maioria de vocês necessitam de informações e contatos e isso apenas a minha experiência e as pessoas com as quais compactuai durante os anos de guerra podem dar.

Apenas por enquanto, no tempo em que aguardamos as hordas se aproximarem desse importante ponto estratégico, serão hospedes do meu sobrinho e lorde aqui presente. O seu anel e autenticidade torna tudo isso oficial, embora tenhamos que manter sigilo até o momento oportuno.

Agora, quanto a estratégia, saibam que todos serão necessários e, se possível, ainda mais serão convocados. Abigail não alguém para se brincar, ele pode vós tirar mais do que estais disposto a dar. Por isso, só revelarei a estratégia quando o inimigo estiver próximo.

Todavia, eu posso vos adiantar algo: usaremos o sigilo e a fortaleza e a cidade de Un-Dun como distração, já é plano de Abigail.

O sacerdote das trevas quer aumentar ainda mais os seus números antes marchar sobre a capital de Airon-Maiden. Com toda certeza ele arrumara uma distração, ou tentara espalhar uma praga pela pequena cidade primeiro, o forte pode ficar sitiado por semanas ou meses. Isso é a estratégia mais lógica em tudo. Se os soldados escolherem não lutar, ou se isolar para mantiverem-se longe da moléstia que aquele clérigo louco resolva propagar por estas terras.

No fim, ele pode escolher apenas reunir a maior quantidade de cadáveres e rumar apara a capital. As hordas não podem atravessar as montanhas geladas, pois ficarão retidas e os acidentes diminuirão-lhes a marcha , embora eles seguiram mesmo se arrastando. A infantaria de esqueletos, mais organizada precisa do espaço geográfico amplo deste terreno que defenderemos para ganhar velocidade para alcançar a capital rapidamente antes que o rei mobile os seus samurais, que estão ocupados atuando como comandantes e generais em vários pontos estratégicos igualmente importantes.

Nós não sabemos quando algum dos outros membros da aliança dos servos de Dark Schenneider poderia mudar o seu rumo e vir ajudar o nosso primeiro inimigo.

Eu acredito que as tropas da fortaleza irão lutar Possivelmente, eles abrigaram a população em seus muros, mas eles não irão correr o risco de uma praga se alastrar.

Provavelmente será despachada uma unidade de escolta com a população quando os primeiros sinais dos mortos-vivos começarem a surgir. Isso pode fazer com que as tropas de Abigail resolvam persegui-los.
Como não se pode permitir que o número da horda aumente, eles irão embosca-los.

NESSE MOMENTO VÓS IRAIS ATACAR. Seguindo a minha estratégia, não só com uma distração, mais duas, os refugiados e as próprias tropas do forte, vos irais atrás dos alvos que eu escolher. Mas, vós só serais informados no momento certo quais serão.

O homem idoso cessou o seu longo discurso, de forma asmática pelo cansaço que se abateu sobre ele. O mordomo intimidador ao seu lado apresou-se em lhe dar um pouco de água fresca, ou qualquer coisa que fosse aquele líquido fino e marrom que o homem bebeu de uma garrafa numa mesa de estar ao lado. Antes, poderia se imaginar se alguma bebida, mas o aroma que liberou não era de algo, parecia mais com madeira.

Taurus olhou ao redor e falou a todos.

Taurus escreveu:Bem, eu acho que tudo já foi respondido e por agora já podemos dormir cedo. Amanhã podemos sair para caçar, ou montar. Esses terríveis inimigos ainda irão se demorar e podemos aproveitar um tempo antes desse pesadelo estourar nas minhas portas.

Bem, vamos todos dormir e nos vemos amanhã de manhã.

Taurus puxou uma corda fina e de aparência decorativa até ali. Um gongo soou de forma alta e nítida. Criados vieram levar os hospedes aos seus quartos. O lorde estava se recolhendo e não parecia que aceitaria prolongar mais a conversa. Provavelmente, deveria ser uma preocupação do desgaste de seu tio. Aquele foi o único momento em que parece demonstrar algum comando. O ancião nada disse quanto a isso, a sua testa já começando a suar.

Taurus saiu para os seus aposentos e qualquer questionamento ele mesmo respondeu de costas com um aceno, enquanto se afastava rapidamente, dizendo que amanhã no jantar falariam disso, ou durante a montaria, ou a caçada, ou qualquer outra atividade ilustre que ele havia a planejar.

O seu tio saiu também, ou melhor, ele foi conduzido, fraco demais para dizer qualquer coisa a mais.
________________________________________________________________________________


A criadagem conduziu todos a seus aposentos, todos amplos como uma pequena casa. Os servos seguiam as instruções do mordomo sênior de cavalos brancos e mais velho, o mesmo que viram na chegada conduzindo a refeição que os recepcionara, e a qual um grifo e um ser meio-macaco-morcego haviam alvoroçado.

Ali, em meio ao luxo, couça macia e lençóis perfumados, além de um banho quente preparado e uma esfregadora atenciosa todos poderiam relaxar por um momento, com chá quente para facilitar o sono e cacau para acompanhar.

Se assim decidissem.

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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por gaijin386 em Qui Fev 11, 2016 12:45 am

Kash'Taeel tinha mais a perguntar, mas suas intenções foram deixadas em segundo plano quando percebeu que nem seu anfitrião podiam responder e viu o homem decrépito ser levado dali. A viagem tinha sido cansativa e o descanso uma tentação, mas era uma casa estranha e havia pessoas estranhas.

A seguidora de Halaedyom não tinha planos de passar uma noite apenas dormindo, mas aceitou um banho restaurador para retirar os efeitos da viagem, mas a noite apenas começara...
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Lyvio em Qui Fev 11, 2016 2:43 am

Ao ouvir sobre as hordas de Mortos vivos Ennibel não se agradou, sua habilidades contra aquelas criaturas agora seriam inúteis, seu toque corrompe os vivos mais em nada contribui para destruir os mortos assim como ela, já estava na hora de montar outra estratégia. Ao que tudo indica Abigail parece ser um ser vivo comum especialista na arte da necromancia pois nada a mais foi revelado sobre ele, nenhuma informação sobre algo diferente.

Ennibel sabia que sendo Abigail mestre em necromancia podia muito bem destruí-la ou controlá-la o que não parece nada agradável.

"Preciso montar uma estratégia o quanto antes..."
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por anderson em Qui Fev 11, 2016 8:14 pm

No fundo o que interessava a Ben não foi falado nada. O mago estava começando a ficar sem paciência. Muita enrolação. O dia seguinte seria de alguma caça, cavalgada... Nada disso o interessava.

Foi para o quarto a contragosto e se aproveitou do chá, do banho e da esfregadeira. Pediu que Igor ficasse noutro quarto alerta. O Demônio possuía telepatia, deveria usá-la se fosse o caso. Conjurou as palavras da língua antiga e subiu a corda. Não é que não confiava na hospitalidade do anfitrião. Ele não confiava em ninguém.

Acordou cedo e fez seu estudo para escolha de magias. Então desceu a corda e se preparou para sair do quarto. O que será que viria neste dia...
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Dthanatus em Sab Fev 13, 2016 2:48 pm

Algarion sorriu, o velho não era tão esperto quanto pensava, e mais perigoso ainda, julgava Algarion menos esperto do que era, o druida sabia que seria fácil.
A conversa toda apenas deixava Algarion incomodado, quando finalmente o velho terminou a falação Algarion e o grifo foram ao quarto.

O druida ignorou a moça completamente, não lhe dirigiu nem mesmo um olhar, seu grifo apenas encarava a mulher, talvez tivesse intenção de devora-la, ou gostou do cheiro dela, para Algarion não fazia diferença, o druida decicidiu preparar o lugar. Começou as orações.

Algarion usa as seguintes magias:
* Detectar Magia pra verificar se o ambiente se encontra livre de qualquer forma de magia. (se encontrar qualquer magia vai destruir usar Dissipar Magia no Objeto +9 no teste de Dissipar, e depois vai destruir o objeto.
* Purificar Agua e Comida x3 no chá, cacau e agua de banho, pra retirar qualquer impureza, veneno e  sabão, depois ele dá o cacau pro grifo comer.
* Animate Water, e usa o Elemental da água pequeno pra tirar a armadura.
* Warp Wood x2, pra emperrar a porta e a janela pra que ninguém possa abri-la facilmente
* Greater Vigor x2 em si mesmo e no Grifo pra recuperar o dano que tomou e relaxar o grifo.
* Fire Trap x2 na porta e na janela, pra caso algum idiota tente entrar no quarto.
* Quench pra apagar todo fogo na área.

Depois de terminar todo essa rotina ele se ajeita em algum lugar no chão junto com o grifo, se a mulher ficou no quarto antes de ele trancar, ele não avisa sobre as armadilhas, e caso ela comece a falar ou reclamar ele assanha o grifo na direção dela embora não permite que o grifo ataque.

off escreveu: Pra cada magia conjurada ele ganha 1 ponto de taint, o que aumenta a taint dele, Algarion falha voluntariamente no teste pra evitar receber taint
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Fev 14, 2016 5:50 pm

@gaijin386 escreveu:A seguidora de Halaedyom não tinha planos de passar uma noite apenas dormindo, mas aceitou um banho restaurador para retirar os efeitos da viagem, mas a noite apenas começara...

Kaash'Taanel ficou em uma suíte com lareira de pedra, ao lado do quarto da outra clériga, Dagila. A mulher tinha aprencia forte e robusta, com pouca gordura e toda músculos, mas não carregava armas, ao menos que se julgasse os sinais de sua crença um tipo de arma.

Após um relaxante banho, a clériga não chegou a tomar o chá nem tocou no cacau.

A primonata de Halaeduom examinou o lugar, que era um aposento caro, sem dúvidas. Taurus deveria ser bem rico, mas isso pouco revelava do seu tio, ficando ao conhecimento apenas o que ele lhes derá na reunião particular após o jantar.

Ela não tinha planos para dormir, ainda. Contudo, ela também não havia resolvido o que faria.

Haviam ainda a presença sinistra que detectou na sua chegada e a preocupação da horda morta-viva que se preocupava em aumentar os seus números enquanto eles descansavam ali.

A cada morte o poder militar de Abigail aumentava.


____________________________________________________________________________________


@Lyvio escreveu:Ennibel sabia que sendo Abigail mestre em necromancia podia muito bem destruí-la ou controlá-la o que não parece nada agradável.

"Preciso montar uma estratégia o quanto antes..."

Com todos os seus receios pessoais pelo que estava a vir a frente, a chamada rainha das sombras tempo para explorar mais da casa do que os demais reunidos.

A noite começava, de fato. Os servos permaneciam para cuidar do lugar e atender a qualquer demanda de Taurus, do seu tio, ou dos recém chegados.

Enninbel tinha liberdade para explorar o lugar e encontrar um local para esconder-se, ou investigar os recém chegados dos quais sabia bem pouco ou quase nada. No entanto, se ela fosse descuidada a descobririam e, sendo uma morta-viva, provavelmente eles chegariam a conclusão de que se tratava de uma espiã de Abigail.

Contudo, se ela tivesse algum aliado... Aliás, em que parte da casa ela estava agora? Ela havia escolhido o lugar mais escuro possível, mas só agora notara que voltara até a sala onde havia acontecido a reunião, em que as lamparinas estavam apagadas.

Spoiler:
Parlor= salão de reunião

___________________________________________________________________________________

O infernalista recebeu a suíte que ficavam no final do corredor, com direito a um quarto extra ao lado, pois o druida se permitiu ficar longe de todos, no final do outro extremo do corredor. As mulheres acabaram vizinhas por sua própria escolha.

Após alguns mandos a Igor, o invocador infernal decidiu por dar-se um pouco de repouso. Ou assim presumiu.

O mago demoníaco obteve um descanso tranquilo, ninguém humano o incomodou, fora o diabo que o importunava de hora em hora  para saber se ele estava vivo, uma vez que ele estava noutro quarto a criatura infernal vinha bater na porta e fazer a mesma pergunta. "Está vivo? Está acordado?", a ponto de que o mago não sabia se aquilo ocorria por falha sua ou pela própria psique infernal do ser, que não podia evitar de cometer o mal.

Quando acordasse pela manhã, o mago teria de optar entre dormir até meio-dia para repousa-r adequadamente e poder recuperar os seus feitiços, ou ficaria com aqueles do dia anterior, menos o que havia usado para invocar o guarda-costas infernal.

Não era uma perda tão seria assim, mas ele só poderia contar com a sua própria opinião sobre isso.


___________________________________________________________________________________

Algarion levou o seu companheiro grifo consigo para o quarto, deixando os servos mais apreensivos. Uma vez lá, o espaço não era pouco e ambos permaneceram sozinhos, ninguém os seguiu, mas os servos deram-lhe o conselho de que se precisasse de qualquer coisa, puxa-se a corda ao lado da cama para ser atendido.

O druida corrompido ocupou a sua noite com medidas preventivas de segurança. Ele empregou várias magias para se precaver, mas acabou por constatar de que nada ali havia sido preparado com o intuito de provocar-lhe qualquer mal.

O grifo não quis qualquer cacau, ele assim como asas constatou que outras montarias haviam sido cuidadas o máximo possível pelos servos que os receberam na chegada, tendo inclusive dado ao majestoso animal carne de cavalo, que ele adorava. O fato apenas constatava o quanto sabiam deles.

Mas quem dava as ordens ali: Taurus ou Lophar? Ou ainda havia uma relação de respeito entre ambos em que o inexperiente lorde seria mais dedicado ao homem decrepito cujo da sabedoria ele bebia?


___________________________________________________________________________________


Todos os quartos eram idênticos com a ressalva pelas lareiras de pedra, que apenas os que ficavam do lado oeste dispunham.

A casa de banho com direito a água encanada ficava em frente ao quarto de Algarion e ao lado do quarto de Kaash'Taanel e das escadas que levavam ao andar superior, onde poderiam estar as dependências de Taurus e de Lophar, e ao térreo.

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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por gaijin386 em Dom Fev 14, 2016 8:34 pm

Como não precisaria descansar tanto quanto os outros Kash'Taeel decidiu investigar um pouco e começou indo onde havia visto livros, creio que a biblioteca fica no ponto chamado Study no mapa.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Necromancer Ignaltus em Dom Fev 14, 2016 11:34 pm

Kaash saiu de seu quarto e não demorou a encontrar um servo que estava de prontidão para atender as necessidades de qualquer um deles, apesar de terem sido avisados de que poderiam chamar a criadagem puxando a corda junto a cama.

Do seu quarto o druida corrompido pode ouvir a porta do quarto de uma das mulheres bater e as vozes conversando. Ele percebeu de que se tratava de Kaael falando com mais alguém, talvez um dos servos ele podia imaginar.

O servo acendeu uma lamparina e a guiou pela mansão. Ambos foram até o fim do corredor apenas para encontrar o babuíno demoníaco batendo na porta do seu invocador e falando algo em alguma linguagem estranha que lhes feria os ouvidos. Depois disso, o servo seguiu muito mais apresadamente.

Os dois desceram pelas grandes escadas que davam na sala onde haviam realizado a reunião de antes. Uma vez lá, Kaael pode sentir a presença sinistra novamente por perto.

Da escuridão, enquanto a luz da lamparina pintava o salão de sombras e fulgores, Enninbel pode reconhecer a elfa negra que caminha junto a um dos servos.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

Mensagem por Lyvio em Seg Fev 15, 2016 1:57 am

Ennibel esperou o servo de lamparina se afastar com a moça e então seguiu ambos pelas sombras. Ela ia cautelosamente na tentativa de não ser percebida, seguia pelas paredes: por hora subia até o teto seguindo pelas sombras, depois passava a seguir pelas sombras do chão, voltando as paredes e revezando sua posição, sempre mantendo uma boa distância dos dois de modo a ficar fora do alcance da lamparina.
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Re: Apócrifos de João: Novo Testamento - I Pergaminho

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