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Santa Mônica

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Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Maio 08, 2016 3:16 pm

Santa Mônica

Santa Mônica é uma cidade localizada no estado norte-americano da Califórnia, no condado de Los Angeles. É uma cidade costeira no oeste da região metropolitana da cidade de Los Angeles, situada na baía de Santa Mônica e banhada pelo Oceano Pacífico. Foi incorporada em 30 de novembro de 1886.

Por seu clima agradável, Santa Mônica havia se tornado destino turístico desde antes do século XX, mas foi a partir da década de 1980, com a revitalização de atrações turísticas, que a cidade consolidou-se como pólo turístico e de oportunidades de emprego.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Maio 08, 2016 4:02 pm

Diana

Chapter 1 - Rising of Faith
Round 1

Terça Feira - 28 de Agosto de 2015 - 14:38

Dois meses se passaram desde o terrível Eclipse. Como o restante do mundo, Diana, Akasha e principalmente Sean ficaram preocupados e de certa forma, assustados e Ravenna? Não havia dado as caras nesses dias o que deixava Diana aflita de certa forma. O Caos havia se instalado não só em Los Angeles como também no mundo inteiro. Cada dia que se passava uma nova notícia de alguma catástrofe envolvendo alguém com poderes, ou algum tipo de anomalia era repassada na televisão, no rádio e nos jornais.

O mundo nunca mais fora o mesmo desde aquele Eclipse. Vira e mexe, Diana e seus companheiros escutavam mais e mais notícias de políticos e homens da lei tentando acalmar a população que estava em colapso e protestos contra essas criaturas mutantes sempre eram vistos. A população mundial está assustada e quase sempre via-se nos noticiários declarações de familiares e amigos das vitimas dessas estranhas criaturas e seres. Medidas cautelares já estão sendo tomadas, equipes de contenção do governo sendo montadas com poder militar forte o suficiente para derrubar até mesmo essas criaturas que mostraram serem descontrolados ou mal intencionados em tirar proveito dessas capacidades sobre humanas para benefício próprio prejudicando as pessoas, mas mesmo essas equipes acabam perdendo muitos de seus soldados e nem sempre tem sucesso na missão.

Diana estava no carro com Sean, estavam indo para uma cena do crime e em pouco tempo já  chegaram lá. No colo de Diana havia um jornal com o títulos: "Super Vilões, eles existem, mas e os  Super Heróis?" Nenhuma pessoa com capacidades incríveis ainda tinha se mostrado ao mundo como esses "Super vilões" já tinham, poderiam eles estar com medo de se revelarem ao mundo? Uma coisa Diana tinha certeza, existiam os mocinhos por aí capazes de confrontar esses vilões, mas eles ainda não apareceram.

A anjo tinha saído do carro deixando o jornal no banco, ela já tinha lido as notícias daquela matéria, mais vítimas desses vilões, mais vitimas desses descontrolados, a polícia sozinha não foi capaz de contê-los e muitos feridos sobreviveram em choque. Diana sentia sua alma ferida com tanto medo e raiva no mundo. As pessoas perdendo a esperança, sentindo-se impotentes. Onde estariam aqueles que podiam enfrentar o mal? Diana talvez se questionasse se poderia ela mesma fazer isso, mas... Teria ela chance contra todos esses outros mal feitores sozinha mesmo sendo o que era?

Sean e Diana já passavam pela faixa da polícia que interrompia o acesso àquele prédio que era um conjunto de apartamentos. Estava um dia bem ensolarado e o detetive retirara seus óculos escuros. Havia mostrado seu distintivo pro policial e Diana seu crachá de Consultora. Logo, eles chegaram no apartamento pequeno e mal cheiroso onde havia um corpo de um homem gordo e feio com um furo grande no peito. O policial ao lado já cumprimentava Diana e Sean. Sean já dizia:

- Policial... O que temos aqui?

O policial, assentia para Sean e respondia olhando para o cadáver com um furo no peito no lugar do coração.

- Um homem de 56 anos... Foi encontrado a poucas horas pela vizinha...

Ele aponta para a janela iluminada pelo dia e fechada pelo vidro ao lado onde era bem possível pelo angulo o vizinho ter visto o corpo da vítima.

- Ela deu o telefonema e viemos checar. Interrogamos outros vizinhos mas ninguém sabe de nada, parecia que nem gostavam do cara.

Sean se agachava sobre a vítima e analisando o furo grande do peito dela questiona intrigado:

- O cara está sem o coração??

O policial responde olhando para ele e Diana:

- Parece que sim... O doido abriu o peito do cara, levou o coração e fugiu.

Sean já se levantava dizendo com um tom de impaciência:

- Malditos monstros...

Então o policial questiona:

- Como sabe que foi um dos mutantes, detetive?

E Sean responde:

- O que de ruím neste mundo não está sendo culpa dessas aberrações, policial?


O policial nada diz, parecia que seu silencio consentia com o que Sean dissera. Diana sabia que Sean não era nenhum pouco fã de nada que se mostrasse que não era humano, e não havia como culpa-lo visto que somente coisas ruins aconteceram desde o surgimento dessas criaturas e mutantes. Como Sean reagiria se soubesse dela, não sabia.

O detetive olhava para Diana e logo sai da cena do crime provavelmente para falar com as pessoas e policiais do lado de fora, ele era extremamente profissional com sua amada no trabalho e ela sabia o que devia fazer, andar por aí, ver se seus "dons" surtiam algum efeito na cena do crime, ou se conseguiria falar com alguns vizinhos mesmo que não fossem testemunhas e afins, as vezes seus dons persuasivos descobriam mais coisas que a policia conseguia arrancar dos possíveis envolvidos. A perícia estava no local, assim como os policiais, para esclarecimento de dúvidas, Diana teria suporte.
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Dom Maio 08, 2016 9:27 pm

Tudo estava diferente no mundo. Viviam momentos de novidades constantes e incertezas perturbadoras. Dois meses tinham se passado e certo como água e azeite não se misturavam, o mundo jamais voltaria a ser o mesmo. A anja continuava sua vida, procurando manter sua natureza oculta, mas se sentindo cada vez mais instigada a agir em nome do bem, embora soubesse que seu principal dever fosse cuidar de Carmem Diaz.

Ela observava em silêncio o belo rosto de Sean. Aquele homem que aprendera a amar, o primeiro por quem se apaixonara após ter “caído do céu”. Eles seguiam rumo a mais uma cena de crime e uma das características de Sean era ser extremamente profissional, tanto que era quase impossível que alguém pudesse reconhecê-los como um casal quando estavam juntos à trabalho. De repente o rosto de Sean se transforma no rosto de Ravenna, e Diana dá um suspiro, balançando negativamente a cabeça. Após o eclipse não tinham mais se visto, e Diana se preocupava com ela… ou melhor, Diana sentia imensas saudades daquela parte de seu passado que permanecia presente em seus pensamentos.

Para mudar os pensamentos volta sua atenção ao jornal que já havia lido diversas vezes. O mundo precisava urgentemente de heróis. Mas ela não podia salvar o mundo sozinha. Precisava encontrar outros com poderes dispostos a lutar para livrar o mundo do mal que parecia consumi-lo com uma selvagem fome. Fechou os olhos por alguns instantes, e direcionou um pensamento a Deus, pedindo que o Todo Poderoso não desamparasse seus filhos na terra no momento em que eles mais pareciam precisar de fé e de salvadores.

Por fim o carro para, e eles estavam prontos para seguirem ao local. O sol brilhava no céu naquela terça-feira de verão. Um belo dia para se aproveitar uma praia, umas ondas, e não para encontrar mais um corpo, mais uma vítima da maldade que corroía o mundo. Diana vestia uma calça social cinza clara e uma blusa de seda branca, sem manga. Nos pés uma sandália branca de salto baixo. Tinha os cabelos louros presos num rabo de cavalo alto, devido ao calor. Seus olhos de um azul bem claro, observavam o caminho que percorriam até chegarem ao apartamento. Diana cumprimenta o policial e logo adentrava a cena do crime. O local fedia e logo se deparam com a vítima, que possuía um enorme buraco em seu peito e aparentemente, teve seu coração removido pelo assassino. Sean já apostava sua ficha nos mutantes, era claro sua antipatia por toda essa “nova espécie” que havia surgido.

“E se ele imaginasse que eu sou um anjo?”

Pensava Diana ao vê-lo saindo para começar a interrogar quem pudesse. Apesar da equipe presente no local, Diana já estava habituada com aquilo, e sua primeira tarefa era buscar pelos sinais que mostrariam como aquilo tinha acontecido e com sorte, já encontrariam o assassino.

Ela cumprimenta o legista e pergunta para ele qual a hora aproximada do óbito, tendo como resposta às 19:30h. Ela dá uma última olhada na vítima e então se afasta um pouco, indo até um dos cantos do cômodo para não ser interrompida. A equipe já estava acostumada a sua presença e sabia que não deveria interrompe-la. Ela se concentra, procurando alcançar pelo menos as últimas 24 horas dos acontecimentos dentro daquele apartamento. Queria ver o assassinato e reunir todos os elementos para pegar logo aquele bárbaro assassino. Arrancar um coração com certeza indicava um criminoso muito mais perigoso do que alguém que atirava ou esfaqueava alguém. Devia ter algum motivo para aquele “modus operandi”. Poderia ser algum “mutante”, mas também poderia ser simplesmente um humano monstruoso, e a Anja tentaria fazer sua parte.



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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Maio 08, 2016 10:26 pm

Diana

A cena só não era mais mórbida porque haviam outras pessoas ali analisando a cena do crime, todos profissionais. O policial que antes estava conversando com Sean deixara Diana fazer o seu trabalho como Consultora paranormal e apenas ficara a observar, parecia que ele não pretendia sair da cena do crime.

A luz adentrava bem no local da morte iluminando bem mas ainda deixando um ar sombrio... Diana podia ver o pó dançante na luz que transparecia pela janela de vidro, a televisão estava desligada, a poltrona estofada posicionada próxima mas parecia ter sido levemente realocada de forma desajeitada e estava a lado do corpo, poderia indicar que a vítima estava de pé em frente à poltrona e a queda na hora da morte tivesse movido a mesma do lugar.

Diana logo então se concentrava e automaticamente começava a sentir seu corpo leve como se estivesse adentrando em água. Sentia sua visão embaçar mesmo no escuro e então, ela reabria os olhos e parecia estar vendo uma cena de dentro da água. Lá estava a vítima, assistindo televisão quieto, a sala estava escura com apenas a luz da televisão de um reality show exibido que preenchia o ambiente e ao lado na rua estava muito escuro mesmo com os postes de luzes iluminando fracamente as ruas.

A vítima estava sentada, até que o telefone tocava. A vítima olhava para o telefone e fez uma expressão de desgosto, se recusou a ir atender, parecia estar com muita preguiça para tal e deixou o telefone tocar e tocar, mesmo visivelmente incomodado ele não quis atender. O telefone havia parado e poucos segundos depois tornou a tocar novamente. Irritada, a vítima se levantou e atendeu o telefone, uma voz grave e rouca:

- Alô???


E seu interlocutor, parecia a voz de um jovem desesperado e cansado:

- George... George, eu preciso da sua ajuda!! Cara preciso da sua ajuda!!!

George, a vítima, respondia:

- Mas que merda você quer, Kevin???

Kevin, tornava a responder, aflito e cansado:

- Eu... Tem alguma coisa acontecendo cara... Você precisa me ajudar, por favor eu não tenho mais a quem recorrer!!!


George parecia bravo, mas logo seu semblante parecia amolecer e ele dizia tentando ser firme:

- Calma garoto, que diabos tá acontecendo?? Em que encrenca você se meteu???

Logo, Kevin respondia:

- Em... Em nada... Eu juro... Mas é que... Cara, eu to mal, eu to muito mal!!! Tô morrendo de fome, e eu to duro... não tenho onde comer nem onde dormir!

George solta um longo suspiro, parecia refletir um pouco, seus olhos eram um tanto tristes e ele por fim diz:

- Garoto, vem pra cá, aí você come, dorme e a gente conversa pela manhã, ok?

Kevin, com uma voz aliviada, mas ainda cansada responde:

- Sério George??? Sério mesmo???

E ele responde:

- Venha logo moleque, antes que eu mude de ideia!!

A ligação então é encerrada e George, parecia triste e tenso, ele volta a poltrona e para o seu reality show e logo a visão de Diana torna a se embassar com uma distorção aquosa pulando para outro acontecimento, e então ela via novamente George mudando de canal repedidamente até que escuta a porta bater. George se levanta e vai até a mesma, ele primeiro checa o olho mágico e depois destranca a porta e um jovem do mesmo tamanho de George adentra na casa e tremia feito uma batedeira, porém não dava para ver seu rosto, ele estava com jaqueta de moletom e vestindo capuz. George dizia:

- Senta aí garoto, vou pegar alguma coisa pra você comer.

O garoto kevin se sentava, mas ele não parecia nada bem... Ele retirava o capuz e sua pele era pálida como se ele fosse um morto, ele tremia e em sua face parecia que tinha visto um fantasma. Algum tempo se passa, Kevin parecia perturbado, várias vezes esfregava o rosto, mãos, braços, cabelos, um nível de nervosismo grande até que George voltava com um prato com sanduíche e entrega a kevin e então puxa uma cadeira para sentar ao lado do garoto que imediatamente já devorava o lanche por completo. George parecia ter algum tipo de afeto com Kevin, mas ainda não estava claro sobre o que exatamente era. O garoto, ainda perturbado dizia:

- Tem mais??

George responde:

- Calma garoto, você nem parece que mastigou a comida, e está branco como um fantasma, acho que é melhor te levar num médico.

Kevin parecia se assustar, e se levanta repentinamente:

- NÃO!! MEDICO NÃO!!!

George, assustado, mas firme diz:

- Hey garoto, vai com calma, qual é o teu problema???

Kevin, começava a soar, sua face parecia empalidecer mais, ele andava pra lá e pra cá e então dizia aflito e quase chorando:

- Eu... Eu acho que sou um Deles George, eu acho que sou um Deles!! Meu Deus... Meu Deus...

E George, tentando acalmar o rapaz dizia:

- Como assim Kevin, Deles quem???

E Kevin quase explodia:

- OS MONSTROS GEORGE!!! EU VIREI UM DOS MONSTROS!!!

Kevin parecia que ia surtar, ele começava a por as mãos na cabeça e George ainda tentava acalmá-lo.

- Calma garoto, calma!!!

Kevin entrava em desespero e continuava:

- Não, nada de calma George!!! Eu não consigo ter calma!!! Eu já matei três pessoas, três!!! É essa fome!! Eu não aguento mais... Eu estou com muita fome George!!!

George parecia espantado, mas mesmo assim ainda tentava acalmar Kevin, tentava fazer com que o garoto se recomposse para que pudessem conversar e então que Kevin começava a olhar para George com uma espécie de transe... George vendo que Kevin parara de se debater começava a perguntar o que estava acontecendo e que história era essa de matar pessoas, é então que Kevin olha para o rosto de George e sua boca começava a se abrir em uma proporção anormal, vários dentes se formaram em seus lábios fazendo uma boca cheia de dentes redonda e monstruosas. George arregalava os olhos e tentava chamar o nome de Kevin para que ele não o fizesse mal, e a cena a seguir era forte e triste... Kevin agarrava George pelos braços e antes que o mesmo pudesse gritar Kevin levava sua boca até o peito de George ao mesmo tempo que tapava sua boca para ele não gritar. George tinha uma expressão de choque e de dor enquanto seu peito era perfurado pela boca monstruosa de Kevin até que por fim kevin soltava George que caíra morto na posição em que haviam achado a cena do crime. Kevin então olhava para George, estava calmo, bem calmo, totalmente ao contrário de instantes atrás, e então uma risada antagonista surgia, com vozes duplas, como se duas pessoas tivessem rindo ao mesmo tempo, a voz de Kevin e a voz de outra coisa... Uma coisa Maligna, uma coisa que Diana sentia que já tinha lidado antes... Uma criatura demoníaca. Então, Kevin dizia:

- Obrigado pela refeição George... Ah sim... E o Kevin também agradece...

Ele então olha para sua própria barriga e dá uns tapinhas nela:

- Não é mesmo, Kevin? HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!

A risada era maldosa assim como o ar que agora rondava o ambiente, Kevin, ou melhor... A criatura demoníaca agora ia em direção à porta e abria a mesma sem tocar na maçaneta com as mongas longas do casaco de moletom e por fim, deixa o local do crime.
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Seg Maio 09, 2016 8:04 am

Os poderes de Diana logo começam a se manifestar. A sensação era de como mergulhar em águas límpidas e calmas, mas raramente as visões eram de fatos felizes, muito pelo contrário. Diante de seus olhos e mente, os últimos momentos da vida de George começam a se descortinar.

O pobre homem tentara auxiliar um jovem em desespero, provavelmente um amigo, e acabara assassinado por uma criatura demoníaca, que subjugara completamente seu hospedeiro: Kevin. George fora canibalizado pela hedionda criatura, mas em algum lugar daquele corpo Kevin ainda sobrevivia, pois ele demonstrara estar ciente do que já havia feito e horrorizado com tudo aquilo. Também ele era uma vítima do demônio.

A visão termina e a anjo retorna de seu mergulho no passado. Por alguns instantes ainda permanece onde estava, reavaliando tudo o que testemunhara através de seus dons divinos. Sean em parte tinha razão, mas aquilo era muito além do que humanos com poderes sobrenaturais ou mutações genéticas. Ela sabia o que aquilo era, em algum momento de seu passado já lidara com aquilo, e precisava encontrar a criatura antes de Sean sequer pensar em ir ao seu encontro. Era perigoso demais para ele, para qualquer humano. Somente ela poderia lidar com aquele demônio. Talvez precisasse fazer algo que detestava – mentir – apenas para poder proteger Sean e outros inocentes.

Precisava saber quem era Kevin e para onde ele tinha seguido. Pelo que ouvira três outras vítimas já existiam antes de George, mas era a primeira vez que ela seguia para uma cena do crime como aquela, sinal que talvez os corpos ainda não tivessem sido encontrados, e ela precisava impedir que o demônio fizesse sua quinta vítima.

Diana pensa em Ravenna. Talvez a demônio pudesse ter informações sobre este outro demônio, ou quem sabe, pudesse ajudar a rastrear esta ameaça. Se não conseguisse chegar rapidamente ao demônio por conta própria, iria procurar Ravenna.

Seguindo novamente ao legista, Diana questiona:

– Doutor, foram encontradas outras vítimas mortas desta mesma forma ou parecida?

Apesar de achar improvável, precisava confirmar. Além disso, precisava também ver as imagens das câmeras de segurança do prédio, ou quem sabe das ruas. Agora que sabia exatamente quem era o assassino, precisaria seguir seu rastro. Além disso, o telefone de onde a chamada foi originada também poderia servir de alguma coisa, e nisto, infelizmente, ela sabia que Sean também teria acesso. Aguardava pela resposta do legista para seguir em sua investigação.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Seg Maio 09, 2016 8:57 pm

Diana


A Anjo sabia o que aquilo era, sabia que a polícia não poderia fazer nada, ao menos não para cortar o mal pela raiz, só ela tinha o poder e o conhecimento para acabar com aquele demônio de uma vez e impedir que mais tragédias acontecessem.

Diana então se dirigia até o legista novamente, não era exatamente O legista, e sim A legista, uma garota jovem, por volta dos 26 anos, loira de cabelos curtos que estava preenchendo alguns papeis de pé na prancheta ao lado da porta do apartamento. Ela responde notando Diana após a mesma falar com ela:

- Ahm? Ah, sim! Q-Quer dizer, NÃO!

Parecia ter se confundido brevemente e então continua com uma risadinha nervosa:

- Não teve mais nenhuma morte nesse padrão.

Pelo visto não seria tão fácil assim, talvez precisasse procurar aquelas outras vítimas por conta própria. Tão logo já tinha sua resposta, a Consultora Paranormal começava a procurar pelos corredores por câmeras de segurança, porém o prédio de apartamentos era de classe média baixa e não tinha câmeras de segurança mas nas ruas com certeza teria alguma pelas proximidades, Diana apenas teria que ter acesso a elas e infelizmente ela não tinha esse acesso a menos que Sean desse a ela.
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Ter Maio 10, 2016 11:54 am

Diana ouve a resposta da legista e agradece, observa então o aparelho telefônico, um antigo e infelizmente, sem identificador de chamadas, e então se aproxima do local onde o mesmo ficava, a procura de uma agenda telefônica, e se encontrasse, pretendia procurar nela o nome de Kevin, vendo se tinha seu telefone e quem sabe, um endereço. Se tivesse, ela mesma tomaria nota em seu bloco de observações, e se retiraria do apartamento. Como a equipe já estava acostumada com sua forma de trabalho paranormal, isto certamente não seria um problema.

Fora do apartamento, pois já não precisava de nada além do que já vira em suas visões, ela seguia cantarolando uma música do Aerosmith, enquanto checava possíveis câmeras no prédio:

“There's something wrong with the world today
I don't know what it is
Something's wrong with our eyes

We're seeing things in a different way
And God knows it ain't His
It sure ain't no surprise

We're livin' on the edge (4x)


E logo perceberia que não contaria com o apoio de câmeras para acompanhar o percurso do demônio pelo prédio, embora isso não fosse tão importante, pois o que importava era saber para onde ele tinha ido, e ele só poderia ter saído por um local. E assim, antes de checar com vizinhos ou outras possíveis testemunhas, Diana segue até a saída do prédio, onde procuraria por um ponto discreto em que pudesse ficar sem atrapalhar o caminho de ninguém e sem ser incomodada. Voltaria a buscar em seus dons as respostas que precisava. Queria ver qual o caminho o demônio havia seguido e se ele estava em algum carro ou moto. Mais uma vez, esperava retornar no tempo e encontrar Kevin e o demônio assassino.

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Deleta o post anterior, please? Foi a versão errada!

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Ter Maio 10, 2016 2:06 pm

Diana Winters

Diana caçava por uma agenda telefônica, bloco de notas ou qualquer outro tipo de caderneta que pudesse ser usado para marcar telefones. A anjo procurava nas gavetas tendo que usar luvas de borracha entregues pelos policiais para não mexer muito na cena do crime. Infelizmente ela não achava nenhuma caderneta que pudesse servir de agenda telefônica nas gavetas e armários do apartamento, o que poderia frustrá-la, mas encontrara apenas correspondências de dividas não pagas.

Antes de sair, a consultora se atentava a testemunhas e vizinhos que poderiam ter alguma ajuda, ou contar a ela algo estranho e suspeito que não teriam coragem de contar aos policiais para não parecerem suspeitos, isso quando realmente não eram. Perguntando ao policial que informara Sean inicialmente do ocorrido, ele res pondia que de testemunhas havia apenas a vizinha do outro prédio que vira a cena, ela estava na delegacia prestando depoimento, um dos vizinhos do apartamento esquerdo dissera não estar em casa, a outra mulher que morava ao lado direito tinha dito que não tinha escutado nada, nem sabia que George tinha morrido até o inicio da tarde de hoje, os outros vizinhos do andar todos disseram que também não sabiam de nada, apenas que George era bem recluso e mal humorado, mal dava Bom Dia quando passavam. Haviam até 6 apartamentos no mesmo andar sendo que um deles era de George. Cabia a Diana checar com quem achasse adequado visitando cada um dos moradores ou não. Alguns deles prestariam depoimento na delegacia mais tarde.

Agora, cabia a Diana investigar outra coisa que só ela poderia... O testemunho de onde Kevin e o Demônio poderiam ter ido.

Durante todo o tempo ninguém incomodara Diana, eles sabiam como ela trabalhava e que precisava de concentração. Por mais que ela soubesse que alguns ali a achavam uma farsante habilidosa não podiam negar que ela trazia resultados.

Já nas ruas Diana via Sean conversando com um policial, ele estava com alguns documentos e uma prancheta anotando algumas coisas. Ele apenas observa Diana e a deixava continuar seu trabalho, todos deixavam, e assim, olhando pelo trânsito, poucos carros passando pela estrada quase bloqueada pela policia ela tentava manifestar seus dons novamente para que achasse mais pistas do Maligno...

A anjo tentava se concentrar, e ela começava a sentir o frescor da água tocando sua pele e sua visão tornando-se aquosa novamente, porém algo acontecera... Diana sentia algo ruim, um mal medonho que estava a bloqueando, impedindo-a de usar seu dom... Ela não sabia o que era, mas ela sabia que não conseguia ver através das águas, talvez se insistisse mais conseguiria mas a pressão e a frustração de não conseguir inicialmente dava a Diana a sensação de que a próxima tentativa seria mais dificil.


Fatos do Passado - Resultado:
2016-05-10 10:57:38 Diana Winters rolls 8 dice to Fatos do Passado (Diff 8) 3,2,4,8,7, 7,6,1 [failure]
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Qua Maio 11, 2016 8:40 am

Diana deixa o apartamento contrariada por George não ter sequer uma agenda telefônica. Quem é que tinha telefone fixo em casa e não anotava os números telefônicos?

Talvez essa leve irritação tenha contribuído para que a Anjo não conseguisse “ver além” com seu poder. Parecia que algo impedia que as visões chegassem até ela, algo que parecia carregar um mal oculto. Teria o demônio de alguma forma usado poderes para ocultar seu rastro? Seria isso possível ou será que ela simplesmente tinha falhado?

Um pouco perturbada pelo ocorrido, Diana respira fundo, mas sentia que não deveria insistir por enquanto. Haviam vizinhos que ainda iriam prestar depoimento e uma que já estava na delegacia inclusive. George não era o tipo querido entre os vizinhos, que destacavam seu mal humor e pouca educação. Com seus “dons” poderia fazer com que eles cooperassem, mas resolve que antes de abordar algum que talvez pudesse estar omitindo qualquer coisa, verificaria com Sean o que ele tinha levantado de informações. Além disso, estava interessada no depoimento da testemunha que estava na delegacia agora, a qual, pelo que o policial informou, alegadamente vira a cena, e Diana tinha esperanças que talvez ela pudesse ter visto Kevin.

Assim a Anja resolve se aproximar de Sean, esperando por uma oportunidade de falar com ele, enquanto aguardava, procuraria sondar seus pensamentos, para se adiantar ao que ele já teria averiguado.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Qua Maio 11, 2016 11:30 pm

Diana

Frustrada e contrariada por não ter conseguido mais informações em seus últimos atos, Diana resolve recorrer a Sean, ver quais outras informações o especialista no assunto poderia ter encontrado. Embora Diana não fosse policial ela tinha ciência de como os procedimentos e buscas eram feitos, todos os meios de uma investigação oficial da policia, algo que aprendeu em campo, com pura observação e experiência.

A Anjo então procurava já adiantar seu conhecimento sobre os de Sean com o caso e assim utilizando de seus dons divinos, ela busca no consciente do namorado as palavras que estavam no palco de sua mente, ele parecia ver as papelas e pegava uma caneta do bolso enquanto parecia "ticar" o papel.

"-Correspondências pessoais, prato próximo à poltrona, agenda telefônica..."

E então pergunta ao policial que estava falando:

- Isso é tudo por enquanto?

O policial respondia que sim, e Sean pensava:

"- Pode servir por agora, melhor começar com as correspondências, deixar o prato para a perícica e depois ver os nomes da agenda."

E responde ao policial:

- Ok, obrigado.

E assim o policial assente e Sean ficava com o papel e vendo que Diana parecia querer falar com ele, se aproximava:

- Diana, conseguiu captar alguma coisa?

E aguardava a resposta da Anjo Consultora da Homicídios.
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Qui Maio 12, 2016 6:17 pm

Felizmente a espera é curta, mas Diana consegue descobrir que afinal existia uma agenda telefônica. Desta vez ela não trabalharia para auxiliar seu namorado, mas sim para impedir que ele pegasse o rastro do demônio, de quem ela mesma deveria cuidar. Ela responde:

– Infelizmente não da forma que gostaria... parece que tem algo me bloqueando. Soube que há uma testemunha prestando depoimento na delegacia agora. Quem está fazendo os interrogatórios? Pensei que seria você como Detetive responsável pelo caso... Será que podemos ir para lá agora? Eu gostaria de ouvir o que essa testemunha tem a dizer... Ah, e também tem outra coisa: temos câmeras nesta rua? Se eu puder ver as imagens talvez me ajude... E alguém encontrou a agenda telefônica da vítima? Procurei por ela pelo apartamento e não encontrei nada, não acredito que alguém que tenha um telefone dos antigos não use uma agenda ou um bloco para anotar os números...

Mantinha seu poder ativo, sondando os pensamentos de Sean.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Qui Maio 12, 2016 7:04 pm

Diana Winters

Diana via a necessidade de fazer algo que não gostava, por um motivo nobre: Mentir. Mesmo que a farsa fosse algo totalmente averso ao seu caráter moral ainda era um mal necessário a fazer para proteger alguém que amava de algo que esse alguém não podia vencer.

Após as perguntas de Diana Sean imediatamente responde, o que indicava que ele estava falando a primeira coisa que viera em sua mente:

- Sim o depoimento dela está sendo por escrito, só uma formalidade mas de um jeito ou de outros vamos acabar por interrogá-la pessoalmente e preciso de você comigo.

Logo Sean continuava:

- Vamos para lá assim que terminarmos aqui, vamos pegar as gravações das câmeras na prefeitura ainda hoje, a perícia já recolheu algumas provas e uma agenda telefônica é uma delas, estão com o policial que eu estava falando agora, pode olhar se quiser mas primeiro queria que viesse comigo pra falarmos com os vizinhos, ou acha que consegue alguma pista com a agenda?

Realmente não havia nada de muito diferente do que Sean pensava para o que dizia, ele era um policial focado quando estava no trabalho.
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Sex Maio 13, 2016 3:03 pm

A Anjo fica satisfeita com a certeza de que assistiriam as imagens e verificaria a agenda telefônica. Sentia que conseguiria encontrar elementos para seguir no rastro do demônio, provavelmente sem precisar procurar Rhavenna, mas sabia que precisaria ser rápida, para evitar novas vítimas e especialmente, evitar que Sean corresse algum risco. Ela responde:

– Tudo bem, posso ver a agenda depois enquanto seguimos para a delegacia, agora vamos ouvir os vizinhos.

Diana fica a disposição de Sean para seguirem até os vizinhos. Era hora de ver o que eles teriam a dizer, ou quem sabe, o que estariam escondendo.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sex Maio 13, 2016 11:37 pm

Igor Radesh


Igor repassava em sua mente não só sua obsessão de juventude que ainda mantinha-se forte e vigorosa quanto o dia em que se tornara Rei. Em breve Igor teria tudo o que queria e não seria nada difícil, desde que aquele Eclipse surgiu no céu trazendo sete dias e sete noites abençoadas, Difícil era uma palavra que não existia mais no vocabulário do cigano.

Demora cerca de duas horas e finalmente o malandro chegava em Santa Mônica. O sol já havia baixado bastante mas ainda brilhava no céu dando os seus sinais de fim de tarde, um clima gostoso e Californiano com música e boas sensações de conquista em uma rua ao lado da praia, das palmeiras, jovens em pistas de skate e lindas garotas de biquíni passeando, surfistas tirando onda por aí, todos jovens e parecendo curtir a vida. O clima era jovem, ensolarado e a brisa quente tornava tudo como um filme Hollywoodiano onde a boa vida mandava. Para Igor, parecia que só havia motivos para pensamentos bons e positivos desde que seus poderes surgiram.

Igor parara no semáforo onde haviam outros carros parados, o cigano já alcançara seu destino: Santa Mônica, mas agora para onde ir? Por onde começar? Essa era a grande questão. Santa Mônica tinha muito espaço e haviam muitas distrações divertidas para perder tempo.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sab Maio 14, 2016 11:45 am

Diana Winters


Sean assente para Diana e ambos seguiam de volta para os apartamentos subindo as escadas enquanto alguns peritos desciam. O primeiro lugar que ambos param é no apartamento 01 onde Sean bate na porta e um homem jovem de camiseta e calça jeans atende a porta:

- Sim?

Sean já tirava o distintivo e mostrava ao homem e fala:

- Boa tarde, senhor. Eu sou o detetive Mackenzie e esta é a Consultora Winters, somos da Homicidios, se importa de conversarmos sobre o que ocorreu nos apartamentos?


O homem assente e diz abrindo a porta e permitindo passagem para que ambos pudessem entrar no apartamento pequeno porém bem organizado. Assim que ambos entravam, logo um jovem menino de aparentemente uns oito anos chegava animado perguntando:

- Pai quem é???

E assim que ele dá de cara os policiais, o garoto abre a boca e diz para Diana:

- Noooooossa como você é bonita! Você é um Anjo???

O homem que revelara ser pai diz dando uma leve risada:

- Me desculpem, esse é meu filho Paul, e meu nome é Norman Harris.

Sean abre um leve sorriso discreto e deixa que Diana respondesse a pergunta do jovem rapaz.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sab Maio 14, 2016 12:51 pm

Jade Starling

Chapter 1 - Spot in Society
Round 1

Terça Feira - 28 de Agosto de 2015 - 14:38

A Capitã Shamu sentia a pressão esmagadora do medo da sociedade. Com uma xicara de chá para acalmar os nervos de aço, ela também acompanhava pela fresta da janela de seu gabinete os repórteres, a mídia do lado de fora esperando para a coletiva que a capitã deveria dar, acalmar a população, dizer que tudo o que pode ser feito para parar essa horda de aberrações estava sendo feito.

Desde o Eclipse a dois meses atrás a taxa de de violência na cidade aumentou, mas não era devido a simples bandidos como nos velhos tempos e sim graças a esses mutantes e outras criaturas que faziam o que bem entendiam e raramente a força policial e a lei eram oponentes a altura, mas isso talvez porque a Capitã Shamu ainda não decidira ela mesma sair para botar esses monstros em seu devido lugar, apodrecendo embaixo de uma cela forte o suficiente para conte-los.

O secretário de segurança pública havia convocado uma reunião com os chefes de policia dos estados a uma semana atrás e a informação repassada a Jade era de que o Governo estava tomando uma medida radical e em poucos dias a solução seria anunciada mas até lá como a responsável pela segurança de Santa Mônica deveria acalmar o seu povo? Ela devia falar, era a hora de falar alguma coisa, da policia dar alguma explicação, apresentar alguma solução ou declarar a incapacidade de lidar com essas criaturas.

Após alguns segundos, Shamu escuta a porta de seu gabinete ser batida duas vezes e após a autorização para entrar, sua secretária: Amélia, o fazia pedindo licença e dizia:

- Capitã, chegou a hora da Coletiva, a emprensa está esperando.

Shamu via pela fresta da janela aquele bando de cães selvagens loucos para que a capitã desse qualquer deslize em suas palavras no palanque em frente à delegacia, diante das câmeras e dos microfones. Ela tinha de ser cuidadosa após abrir as portas e sair, subir ao palanque e fazer suas declarações e responder a perguntas.
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Sab Maio 14, 2016 1:28 pm

Eles seguem até o primeiro apartamento, onde se apresentam e cumprimentam o morador, e logo em seguida entram para começar as perguntas. Diana não pode evitar dar um largo sorriso para o menino que aparecia, perguntando se ela era um anjo. A anjo responde de forma carismática:

– Hum... que belo detetive temos aqui?! Como você descobriu, Paul?

E dá uma piscadinha para Paul. Logicamente não estava preocupada, afinal, sem asas, quem poderia em sã consciência afirmar que ela era um Anjo? A não ser que...

Ligeiramente intrigada, Diana, apenas por precaução, resolve observar a aura do menino, afinal, após os estranhos eventos, nada mais parecia ser impossível naquela terra. Sabia que nem sempre o que via condizia com a verdade, mas não custava nada experimentar...

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Luxi
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Luxi em Sab Maio 14, 2016 1:47 pm

Jade

"Bando de abutres", pensou rabugenta enquanto espiava pela janela. Tomou um gole de seu chá. Gostaria de dar uma notícia positiva para a população apresentando números de sucesso, não simplesmente dando a cara para aqueles jornalistas que esperavam uma fala em lugar errado para propagar o pânico. Não que desgostasse da imprensa completamente, mas sabia que nesses casos eles serviam para atrapalhar mais, trazendo uma ansiedade coletiva diante de casos mais complicados. Parecia que a partir do momento em que os jornalistas entravam em cena, o tempo que eles tinham para resolver os casos caía pela metade. Já tinham identificado todos os mutantes? É claro que não. Mas prenderiam todos. Bebeu mais um pouco de seu chá. Já sabiam como combatê-los? Também não exatamente, mas ela não tinha medo de disparar algumas balas naquele bando.

Criava aquelas perguntas na cabeça, desejando ter um tipo de assessor de imprensa para falar por ela. Capitã Shamu. Ficava bem confortável de circular pelos meios oficiais, entre polícia e militares, mas não com o festival de flashes. Quando conquistou aquela posição, uma parte de si tinha receio que virasse uma posição quase política, mas a outra que a fez aceitar era por temer a incompetência alheia num cargo como aquele.

Depositou a xícara vazia na mesa. Estava na hora. Sabia o quanto aquele departamento estava apreensivo com o que a capitã com tão pouco jeito com as palavras falariam diante de câmeras. Tinham medo que a Capitão Shamu desse alguma declaração polêmica, achava.  Idiotas, pensava. Não queria causar o pânico. O único motivo para ela dar uma entrevista era realmente para assegurar a população de que estava tudo bem, pois era com quem se preocupava. Mas sabia que as matérias que já tinham ido ao ar eram bem desagradáveis, sempre trazendo dúvida quanto ao preparo dos policiais para lidar com aquilo. "Porque não me viram com uma arma", rosnava para a televisão antes de desligá-la, discutindo sozinha em casa quando via um tipo de reportagem daquela. Mesmo assim, o departamento teria muita razão para ter medo daquela entrevista, já que ela tinha mania de tomar decisões por conta própria, como por exemplo, aquela sua vontade latente de ela mesma ir a campo e que era questionada. Hoje, poderia anunciar isso, e não tinha descartado a possibilidade.

Ouviu a batida na porta e pediu para que Amélia entrasse. Já estava em pé, encostada à mesa. Droga, como odiava aquele tipo de adrenalina social.

- Certo. Obrigada, Amélia. - respondeu, sem grande simpatia. Mas fazia um esforço às vezes, principalmente com pessoas que tentavam ser gentis. Passou pela secretária com passos duros e um rosto pouco amigável. Estava indo para um campo de combate. Não cumprimentou ninguém no caminho, estava concentrada. Tentava mentalizar respostas assertivas, mas aquilo fazia crescer um mau humor preventivo. Só tinha que se concentrar em não xingar nenhum daqueles jornalistas.
John Milton
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Re: Santa Mônica

Mensagem por John Milton em Sab Maio 14, 2016 4:22 pm

O Rom trafegava naquele conversível que adquirira tão facilmente, olhando, com esperança, o futuro que se assomava, refletido no mar azul de Santa Monica.

Sua vida sempre esteve em um beco sem saída... Dançando sempre no fio da navalha... Vendendo o almoço para comprar a janta. Mas agora as coisas eram diferentes. O malandro via como era bom estar do outro lado da fase ruim da vida. Como era ter dinheiro pra gastar e ele gostava daquela sensação.

Ele dirigia com o braço do lado de fora do veículo, seu sorriso largo só não estava mais resplandecente que seu cordão de ouro., naquele sol meridiano.

Tudo mudou depois daquele eclipse e ele não tinha do que reclamar...

Parado no sinal ele apreciava a vista que se assomava... O mar, as novinhas de biquini, aquele ar de ostentação que sempre quisera aproveitar.

Se fosse em outra época Radesh estacionaria o carro, pediria uma tequila e ficaria apreciando as mulheres, mas, agora, tinha outra missão... Deveria encontrar um tal de Mason, que poderia estar em qualquer lugar.

Mas a vibe que aquele transmitia fazia com que sentisse que podia resolver qualquer coisa...

Sabia que onde haviam tantos jovens e aquele ar californiano deveria haver um chico atravessador de drogas...

Ele procura um local para estacionar, observando a movimentação
Convidado
Convidado


Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Maio 15, 2016 11:52 am

Diana Winters

Diana ficava intrigada com uma possível não inocência daquela criança com relação a ser chamada de Anjo. Afinal, coisas estranhas aconteciam todos os dias agora e como não garantir que aquele pequeno garoto não seria uma das coisas que talvez devesse ficar de olho?

A Anjo então aguçava sua percepção sobrenatural, usando seus poderes divinos a bela divindade conseguia olhar o pequeno rapaz e ver em volto dele uma aura limpida e branca e acima desta coloração havia uma fina camada de azul, tão fina que mais eram mais consideradas bordas do que de fato uma nova camada.

Assim, o jovem responde:

- Ora, foi como eu falei, você é muito bonita!

E então, Norman dizia:

- Agora cumprimenta o moço também.

O rapaz, Paul então olhava para Sean e levantava a mão num aceno.

- Oi!

E assim Sean cumprimenta de volta:

- E aí rapazão!

E por fim Normam fala:

- Paul, vai pro seu quarto assistir TV ou jogar Video Game que o papai precisa conversar com os moços.

E Paul apenas fala:

- Tá bom!

E assim começa a se retirar, se Diana não tentasse falar mais nada que envolvesse o jovem Paul ele iria se retirar e ir para o quarto fechar a porta deixando os adultos conversarem e Norman oferecia os sofás e algo para beber.


Resultado de Visão da Alma:
2016-05-15 08:28:20 Diana Winters rolls * dice to Visão da Alma (Diff 8 ) [2 successes]
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Re: Santa Mônica

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