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Santa Mônica

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Qua Ago 17, 2016 9:39 am

Igor Radesh


Igor resolvia ignorar o que desenrolaria a seguir no mundo físico, aquilo não servia para nada além de trazer-lhe angústia.

A garota dizia:

- Bem... Se serve de consolo, todo mundo morre um dia, e sim, tem algo mais além disso, se não, não haveria o porquê de você ser um espírito agora. A alma humana é imortal, então não se preocupe porque deixar de existir é algo que nunca vai acontecer com você.

Igor então procurava o seu além, se a garota estivesse falando a verdade é realmente existia, mas ele nao via nada além do movimento do mundo físico ao seu redor que ele se recusava a prestar atenção, mas Igor nada via. A garota soltava uma risada divertida e então diz:

- Não é assim que funciona, seu bobo! Vem... eu vou te levar lá.

Ela então se caminhava em direção à porta, esperando que Igor a seguisse.
John Milton
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Re: Santa Mônica

Mensagem por John Milton em Qua Ago 17, 2016 12:08 pm

Nem Tunel de Luz... Nem a Grande Passagem... Igor olhava para aquele espirito mais desestimulado do que nunca...

Os filmes e histórias eram uma grande enganação, talvez, nem mesmo as histórias de reencarnação contadas pela sua mãe quando ainda era criança, também deveriam o ser... A morte se seguia tal qual como a vida... Sem graça e atrativos.

E, além de tudo, ela achava graça daquilo...

Realmente era um palhaço sem conta.

Sem ter muito o que fazer ele dá de ombros e se encaminha em direção ao espirito. Não sentia seus pés tocar o chão, mas também, não flutuava.

Ele se emparelha com ela dando-lhe o braço.

-Muito Bem... Você ao menos podia então, me contar sua história, já que não tem mais nada aqui além de nos dois.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Qua Ago 17, 2016 1:30 pm

Igor Radesh


A garota não via problema nenhum em andar de braços dados com Igor. Ambos foram para o lado de fora, não era necessário abrir a porta para tal, ambos os seres imateriais passaram através da porta fisica, uma experiência completamente nova para Igor mas que não trouxera nenhuma sensação.

Podia-se ver do lado de fora a vizinhança, tudo estava quieto e não havia ninguem na rua. Os carros que antes estavam estacionados nas redondezas ainda estavam no mesmo lugar, inclusive o próprio carro que outrora fora de Igor e que agora seria de proveito para qualquer outro que viesse pegar primeiro, seja para uso próprio ou desmanche.

Após o pedido de Igor de saber a história da garota, ela dizia um tanto pensativa:

- Olha... Eu tenho muitas histórias nesse planeta, posso dizer que muitas delas são pura conversa de pescador, a minoria eu posso afirmar que é verdade, mas com um toque de exagero dos contadores, mas se eu fosse te contar a minha história desde antes do inicio deste universo iria demorar mais do que esse planeta tem de vida, então acho que é melhor deixar pra lá...


OFF:
Cena Segue em O portão para o Desconhecido
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Qua Ago 17, 2016 3:06 pm


Diana Winters


Diana sentava-se na cadeira ao lado da que Sean sentava. Normalmente, Sean sempre estava com o depoimento por escrito da pessoa interrogada na hora, mas a pressa fora tanta que dessa vez parecia que fariam sem o depoimento por escrito, algo que Sean parecia se lembrar logo em seguida.

- Sra. Murphy, peço para que aguarde um instante...

Ele se levantava e começava seguir para a porta, mas antes de abri-la, ela é batida, Sean a abre e um policial entrava entregando uma papelada a Sean. O detetive dá uma leve folheada e abre um sorriso ao policial agradecendo a ele.

O policial assentia de volta e fechava a porta enquanto Sean voltava a sua cadeira dizendo:

- Não vou mais precisar me ausentar... Pois bem, sra. Murphy, pode começar me contando o que fazia poucos instantes antes de achar o corpo?

A sra Murphy tinha as mãos debaixo da mesa, não era possível ver aqueles gestos manuais que normalmente se via nos interrogatórias mas ela estava inquieta e encolhida. Ela começava sua narrativa observando Sean olhá-la seria e analiticamente:

- Eu tinha acabado de acordar de manhãzinha, moço, estava pondo raçãozinha pra Edna, a minha gata... Eu sempre ponho no armariozinho de cima da cozinha, e ela fica do lado da janela. Eu fui pra lá pegar a ração e foi que eu vi o vizinho lá com o peito aberto. Na hora eu fiquei branca de medo e sai de perto da janela, corri pro meu quarto pra reza pra Jesus porque aquilo não é coisa de gente, só pode ser coisa de Diabo possuindo gente! Eu logo comecei a reza e custei pra sair do quarto, só tinha aberto pra Edna entrar porque ela tava miando e tive medo de deixar a gatinha do lado de fora.

Sean ergue um gesto interrompendo a senhora e pergunta:

- A que horas a senhora acordou? E quanto tempo ficou em seu quarto?

A senhora parecia um pouco pensativa, forçando sua mente e então diz:

- Olha... agora eu não lembro, moço... Já no quarto eu fiquei quase uma hora de reza.

Sean olhava para o depoimento escrito por alguns instantes e então gesticulava para que ela prosseguisse.

- Depois eu saí do quarto e fui de mancinho checar na janela denovo, a coisa ainda tava lá, e depois eu liguei pra policia lá do meu quarto e fiquei esperando lá trancada.

Após o fim da narrativa da senhora, Sean dava uma pausa e olhava para o depoimento por escrito da sra. Murphy, logo em seguida ele desliza o mesmo na mesa para Diana e diz:

- Sra. Murphy, a senhora conhecia o George?


A idosa então respondia de forma casual se ajeitando na cadeira:

- Eu só conheço o vizinho de vista mesmo, ele sempre tá naquela cadeira assistindo televisão, bebendo ou comendo alguma coisa, as vezes ele saía e voltava sozinho, algumas vezes ele vinha com umas moças bonitas e faziam as sem vergonhice. Eu fechava a janela na hora, nunca tive coragem de ir lá reclamar pra ele fechar a janela quando fosse levar a meninas pra lá. Eram tão novinhas e bonitas e ele é todo gordo, feio e velho, tenho certeza que eram garotas de programa!

Sean então pergunta algo que chama a atenção de Diana:

- A senhora lembra de algum jovem rapaz na casa do seu vizinho? Que desse para ver da janela da senhora?

A sra. Murphy se inclinava um pouco e dizia:

- Via sim! as vezes ia um rapaz bem jovem lá... Ele sempre chegava de capuz, como esses bandido que fica sempre na rua escondendo o rosto sabe? Mas ele não fazia sacanagem com o menino não, graças a Jesus.

Sean então pergunta, mostrando seu claro interesse:

- A sra consegue se lembrar de como o rapaz era? Conseguiria fazer um retrato falado do rapaz?

A senhora respondia:

- Olha, moço, eu posso tentar, eu lembro de como é o rapaz, mas não dá pra falar certinho não.

Sean, parecia já satisfeito de ouvir aquilo e diz:

- Não há problema! Chamarei o nosso desenhista para que a senhora possa descrever como é o rapaz.

A senhora então interrompia Sean e dizia um tanto desanimada:

- Moço, isso vai demorar muito?

Era claro que a senhora não queria mais ficar ali, estava ali faz tempo e com certeza estava louca pra ir embora. Diana durante todo o tempo esteve acompanhando o que a sra dizia com o que sua mente exibia e a senhora não parecia ocultar nada sobre o caso, mas o que realmente era má noticia é que o rapaz que ela dizia que as vezes via no apartamento de George, definitivamente era Kevin. Não era necessário de exergar muitos detalhes, a cor do cabelo castanho, o estilo de se vestir, a silhueta do corpo... Menos a cor da pele que era branca, mas que em sua visão, era pálida, devido ao mal da posessão. Isso era a unica coisa que estava de "errado" ali, já que inclusive o depoimento da idosa batia com sua narrativa.

Sean respondia olhando seriamente para a senhora:

- Espero que não mais do que o necessário, sra. Murphy. Um homem foi assassinado a sangue frio, o assassino ainda está por aí e a senhora viu como ele é cruel. Quanto mais cedo o pegarmos, mais chances teremos de que outra pessoa sofra com o senhor George.

Sean levava seu trabalho muito a sério, aquilo era tanto profissional quanto pessoal pra ele, e Diana sabia bem disso. Dito isso, a senhora apenas assente com um certo pesar nos olhos e Sean saía da sala deixando Diana a sra. Murphy sozinha por alguns instantes. A sra. Murphy então, um pouco encabulada diz para Diana, como que puxando assunto:

- Ele é bem sério pra alguém tão jovem, não é?
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Qui Ago 18, 2016 2:56 pm

A anjo ouvia com atenção todo o depoimento da sra. Murphy, não apenas atenção, mas “ouvia” muito além. Suas capacidades sobrenaturais eram capazes de fazê-la perscrutar a mente da senhora, e quanto mais se aprofundava, mais sabia que ela não mentia, e mais ainda: sabia que ela seria capaz de fazer um retrato falado de Kevin, o que, em quaisquer outras circunstâncias seria perfeito, mas não naquele caso.

As coisas não estavam muito a seu favor, e a polícia na cola de Kevin poderia representar muitas outras mortes. Com a saída de Sean para buscar o retratista, Diana ficaria alguns instantes à sós com a testemunha, mas como poderia “boicotar” o retrato falado quando tudo aquilo continuava sendo filmado? Precisava pensar rápido.

O comentário da sra. Murphy é perfeito para o início de um breve diálogo, no qual Diana deveria escolher bem as palavras. Invocando a “Majestade” de sua natureza angelical, Diana pretendia tornar a sra. Murphy mais inclinada a uma colaboração, seu carisma e encantadora voz, tratariam de ajudar no restante:

– Não diria sério, mas sim determinado. O detetive Mackenzie está empenhado em encontrar este assassino a qualquer custo.

Dá um breve sorriso e prossegue em um tom baixo, como se conversasse com uma amiga:

– Deve ter sido bastante chocante para a senhora ter visto o corpo do senhor George. Imagino que tenha sido a primeira vez que viu algo tão bárbaro quanto este, estou certa? A cabeça da senhora deve estar a mil... tem certeza que a senhora está bem? Parece-me tão pálida... sinceramente parece-me indisposta. Talvez fosse melhor para a senhora ter algum descanso antes de iniciar o retrato falado. Esse tipo de recurso é de extrema importância, um pequeno detalhe errado e todo o trabalho pode ser comprometido, até mesmo levar a um inocente que não tem nada a ver com o caso.

Então inclina-se um pouco para a frente, na direção da mulher, e como se fizesse uma confidência conclui em um tom muito mais baixo ainda:

– Eu, se fosse a senhora, iria preferir dar essa descrição do suspeito quando estivesse me sentindo 100%, e honestamente, só de olhar para a senhora, vê-se que ainda está muito chocada... amanhã com certeza estará melhor depois de uma boa noite de sono... mas... é apenas a minha opinião.

_________________________.

OFF::
OFF: Pretendo usar “Majestade” para convencê-la a fazer o retrato falado em outro momento.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sab Ago 20, 2016 7:04 pm

Diana Winters


Que a sra Murphy já não queria ficar mais ali era bem claro, porém fora Sean quem tinha pesado na consciência da pobre senhora para que permanecesse ali e fizesse aquele retrato falado de uma vez.

Diana entendia Sean, entendia mesmo, mas Sean não entenderia o que estaria por vir e por isso tenta aproveitar aquela brecha para fazer coisas que Diana não estava acostumada a fazer, enrolar, ludibriar, boicotar... Por fim... Nunca foi muito boa com isso, porque simplesmente não gostava de fazer isso. Assim sendo ela evocava seus poderes sobrenaturais, uma coisa afetuosa, um ar que transformava a pessoa desejada a uma mente mais aberta à Diana, algo que certamente a tornava uma pessoa mais límpida e agradável do que já era.

A anjo podia perceber toda a simpatia e atenção que a sra. Murphy tinha para com ela, ela ouvia a voz encantadora da loura aliado àquela graça tão natural. A sra. Murphy não escondia seu encanto para com a moça e por fim ela diz após uma leve risada:

- Oh querida... Você tem toda a razão, eu queria mesmo era ir embora, estou cansada e estive aqui a tarde toda, e ver aquilo... Só o Senhor sabe o que passei, mas o jovem moço tem razão. Estou muito cansada mas... Não conseguiria dormir a noite sabendo que uma pessoa tão... má... está a solta por aí e não fiz o que era preciso pra ajudar a impedi-lo com mais rapidez. Sabe... Eu tenho um filho, já é casado e tenho um netinho... Não quero nem pensar se um monstro desse topasse com eles. É melhor acabar com isso de uma vez...

Ela para por alguns instantes e olha para Diana com algum interesse e diz:

- Sabe... Olhando pra você me faz lembrar...

E antes que a sra. Murphy pudesse continuar, Sean já voltava com uma moça jovem por volta dos seus 22 anos, usava uma calça jeans um tênis all star e uma camisa xadrez preta e branca abotoada, era a retratista e já estava com seu caderno, e um estojo em mãos. Era uma menina bem jovem e de cabelos curtos e castanhos, ela dizia sentando-se na cadeira:

- Sra. Murphy? Podemos começar?

A sra Murphy assentia positivamente e Sean virando-se para Diana dizia em voz baixa:

- Eu acho que está tudo bem aqui... Se quiser ir pra tomar um café ou descansar um pouco não tem problema.


De fato até que a sra. Murphy terminasse o retrato falado não teria mais o que fazer, dizendo-se do processo investigativo, e mesmo depois ela provavelmente seria liberada e então teriam de fazer seus relatórios para a capitã.

Rolagem:
2016-08-20 15:43:36 Sra Murphy rolls * dice to Raciocinio + Empatia (diff 6) [3 successes]

2016-08-20 15:42:22 Diana Winters rolls * dice to Manipulação + Lábia (Diff 2) [2 successes]
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Sab Ago 20, 2016 8:16 pm

Diana quase não consegue acreditar quando percebe que sua tentativa de convencimento não surte efeito esperado na sra. Murphy. Era verdade que Diana não gostava de impor sua vontade sobre ninguém, mas naquela situação, isso era por um bem maior! Era praticamente uma sacanagem que não tivesse funcionado! Que tipo de pessoa podia simplesmente ignorar um pedido angelical?!

“Oh, God! Tem certeza que isto está certo?!? Vamos colaborar, né?!”

O sorriso de Diana se desfaz um pouco. Não há tempo de rebater nem nada, pois Sean já voltava para a sala acompanhado da retratista. Não tinha conseguido. Em alguns instantes os primeiros traços de Kevin começariam a surgir e a polícia saberia quem deveria procurar. A loura responde para Sean:

– É... acho que vou mesmo fazer isso. Acho que preciso de um ar fresco. Me avise quando terminar, ok?

Ela então se levanta, pede licença a todos e se despede da sra. Murphy, deixando a sala.

Já do lado de fora, a anjo encaminha-se para o exterior da delegacia. Tinha o celular em mãos e um dilema na mente. Tinha pouco tempo para resolver um grande problema e assim, é obrigada a fazer algo que, embora quisesse, também não queria, mas que a situação praticamente obrigava. Ela procura em seus contatos pelo nome de Hannah (ONG), aquele era um “contato” falso, não existia nenhuma Hannah naquele número, mas sim uma Rhavenna, e Diana desejava desesperadamente falar com ela... A Demônia poderia ser o seu trunfo para encontrar Kevin antes da polícia, e com sorte, antes de Sean sequer chegar no rastro do demônio assassino.

Ela toca no ícone de ligação, e enquanto esperava sua ligação ser atendida por Rhavenna, começa a cantarolar o refrão de Sympathy for the Devil, um clássico dos Rolling Stones.


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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Sab Ago 20, 2016 9:34 pm

Diana Winters

Seus poderes angelicais poderiam estar perdendo o toque? Seria possível que Diana fosse tão ruím nessas coisas... Ruíns... que nem mesmo com a ajuda de sua graça conseguia realizá-las? Ou talvez os poderes de Deus fossem tão puros que mesmo por uma boa justificativa, atos ruíns não surtiam efeito? Fosse o motivo que fosse, Diana tinha que se contentar com aquilo e era algo difícil e inconveniente.

Sean assentia para Diana que concordava que seria uma boa sair um pouco daquele clima pesado de assassinato e após se despedir, a retratista assentia e a sra Murphy acenava com um sorriso singelo no rosto começando a fazer as primeiras citações do rosto de Kevin.

Diana saía deixando a sala do interrogatório, ela cruzava o departamento, via a capitã Shamu em sua mesa fazendo seu trabalho, via Amélia, a assistente da capitã falava ao telefone, estava nervosa, gaguejando como alguém que tentava se justificar para outra pessoa mas aquilo não era de sua conta e por isso foi seguir seu caminho até fora da delegacia movimentada. Via no céu que o azul escuro já aparecia, o vento ficara frio e forte balançando seus cabelos louros com força e no fundo do horizonte atrás dos prédios via-se aquela fina faixa laranja, já eram 18:00 horas no celular, a noite praticamente chegara e com aquela... O contato de alguém tão escuro quanto... Diana fazia aquela ligação, não uma ligação que queria, mas não tinha como negar que também lhe agradava aquela voz, mesmo que por telefone...

O telefone tocava, Diana cantarolava o refrão do sr. Jagger, um refrão irônico para a situação... Ele tocava algumas vezes mas não se atendia, e antes que Diana tomasse outra ação, o telefone toca, era aquele número... Daquela mulher, Rhavena...

Diana atendia o celular e aveludada voz de Rhavena já se propagava por aquele telefone de uma forma que "luxúria" poderia existir em ondas sonoras.

- Olha só quem está sentindo minha falta...


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Diana - Rhavenna (celular)

Mensagem por Brujah Girl em Dom Ago 21, 2016 7:10 am

A anjo seguira para um local onde tivesse alguma privacidade, ficando longe de olhares e ouvidos dos policiais que circulavam pela frente da delegacia. A medida que os toques seguiam e Rhavenna não atendia, Diana sentia outra pontada de insatisfação. Ao que parecia aquele seria um dia repleto de “insatisfações”, já começava a pensar em outra alternativa, quando seu celular toca, mostrando no visor o nome de Hannah, que na verdade não era Hannah. Ela atende quase que de imediato, como se desejasse desesperadamente ouvir aquela voz, mesmo sabendo que aquilo era errado. Ao ouvir a voz de Rhavenna sente um arrepio percorrer todo o seu corpo. Aquela doce demônio tinha o dom de provocar Diana, roubando-lhe completamente o bom senso. Ela procura conter um suspiro e responde:

– Não posso negar que, se dissesse que não, estaria mentindo...

O que era absoluta verdade:

– Como você está? Faz algum tempo que a gente não se fala...

Antes de dizer o motivo da ligação, Diana procurava saber como estava Rhavenna. Não podia evitar se preocupar com ela. Era uma relação estranha, bem sabia, mas... o que podia fazer se seu coração teimava em gostar dela?

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 21, 2016 9:21 am

Diana Winters


Procurando um lugar mais reservado onde poderia conversar com sua amante sem que alguém conhecido pudesse passar e curiar, Diana se leva até um pequeno playground infantil que havia ali perto do DPSM, ela sentava-se no pequeno balanço, um pouco de areia do playground nos sapatos não faria mal, na verdade era um local gostoso de se estar principalmente quando estava assim quieto.

A voz de Rhavena atravessa o telefone de forma Diana podia perceber que a clareza daquele tom de voz só podia ser um sorriso:

- Bem... Eu eu poderia estar melhor se você estivesse aqui, porque não mudamos isso... Essa noite?

A ultima parte veio como um sussurro lascivo cheio de desejo.

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Diana - Rhavenna (celular)

Mensagem por Brujah Girl em Dom Ago 21, 2016 10:23 am

O local em que estava, um playground, era bastante agradável, mas em nada combinava com o que sentia por Rhavenna. Inocência era algo que a demônia não tinha. Não pode evitar de pensar por um instante, se poderia um dia ser mãe de lindos filhos de Sean, com quem realmente gostaria de ter uma relação para sempre. Uma das piores coisas que podia acontecer com alguém, era ficar dividida entre duas paixões... ou talvez... dois amores, já que realmente, só o tempo poderia ajudá-la a compreender os sentimentos que nutria verdadeiramente pela demônia, que sentia que sorria do outro lado da linha.

– Eu realmente preciso ver você... mas...

Certamente aquilo era a descrição perfeita de “TENTAÇÃO”. Será que não podia simplesmente pedir um favor por telefone e seguir com seu propósito? Diana precisava ser forte, se estivesse perto daquela mulher, sabia que seria muito difícil segurar seu desejo. Era mais seguro manter as coisas a um nível... profissional, por assim dizer.

– Ouça... que tal nos encontrarmos próximo ao pier de Santa Mônica dentro de 1 hora? Eu preciso da sua ajuda para uma questão bastante delicada e urgente, não é seguro falar por telefone...

Sabia que não deveriam falar sobre aquilo ao telefone, mas ao menos se encontrariam em um local público.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 21, 2016 11:09 am

Diana Winters


Diana refletia sobre as incertezas do futuro e do presente. No playground clima noturno e frio tornava algo calmo e tipico de um filme de drama americano dos anos 90 onde uma mulher se encontrava em um dilema que não conseguia resolver, pelo menos não agora.

Rhavena respondia até poucos segundos de silêncio:

- Entendo... Nesse caso eu vou te encontrar e ouvir o que tem a dizer.

Parecia não ter agradado muito em algo que Diana tinha dito talvez, ou seria alguma outra coisa?
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Diana - Narração

Mensagem por Brujah Girl em Dom Ago 21, 2016 11:30 am

Talvez Rhavenna tenha compreendido exatamente o que Diana pretendia quando sugerira um local público. Estava tentando evitar ficar entre quatro paredes com aquela que era sua ”maior tentação” e responsável por sua “queda”. Quase lhe doía sentir o desagrado dela, mas que tipo de Anja e mulher ela seria se nem tentasse conter seus impulsos? Diana dá um suspiro e se despede:

– Obrigada, Rhav... Até logo.

E após as devidas despedidas, Diana precisava acertar outras coisas, por isso o próximo contato para o qual ligava era Akasha. Precisava dar uma explicação credível para a sua súbita saída para Sean, e Akasha iria ajudar com isso.
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 21, 2016 12:13 pm

Diana Winters


A ligação com Ravenna era encerrada e uma nova ligação era iniciada na noite fria. Imediatamente Akasha atendia e dizia séria:

- Diana, eu já ia te ligar... Preciso falar com você!


Parecia que algo tinha acontecido, pela voz de Akasha.
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Diana - Akasha (celular)

Mensagem por Brujah Girl em Dom Ago 21, 2016 12:24 pm


Bem, aquilo era inesperado. Preocupada, ela logo pergunta:

– O que foi que aconteceu, amiga?!

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 21, 2016 12:28 pm

Diana Winters


Akasha logo respondia:

- A pouco uma mulher veio aqui procurando por você, ela estava com uma outra moça e um homem, eles não eram pessoas comuns, eram agentes do governo! Diana você andou chamando atenção??


Akasha estava realmente preocupada. Agentes do governo procurando especialmente por Diana? Aquilo não poderia estar certo...
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Diana - Akasha (celular)

Mensagem por Brujah Girl em Dom Ago 21, 2016 12:39 pm

A loura arregala os olhos de surpresa e responde:

– Eu?! É claro que não! O que eles disseram sobre estarem a minha procura? Pegou o nome deles?

Era só o que faltava, com tanta coisa importante para tratar e agentes atrás dela?
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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 21, 2016 1:03 pm

Diana Winters



Aquela era uma situação tensa, de modo que Akasha respondia:

- Sim, a mulher se chama Gabriella Valkyrie, me deu o cartão dela com o número de telefone, pediu para você entrar em contato com ela. Eu perguntei se você estava encrencada, ela disse que não estava mas era importante que entrasse em contato até o meio dia de amanhã... Eu me perguntei o porque ela veio até mim ao invés de ir diretamente até o seu endereço ou o departamento, mas não perguntei porque não queria revelar nada sobre onde podiam te encontrar, não sei quais são as intenções dessa gente.

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Mensagem por Brujah Girl em Dom Ago 21, 2016 1:17 pm

Ok. Aquilo era definitivamente bastante estranho. Certamente o governo seria perfeitamente capaz de saber o local de trabalho de Diana, o seu próprio endereço e contato telefônico. O que queriam? Talvez seus serviços “paranormais”? Enfim, na sua lista de coisas a fazer, essa seria a sua próxima preocupação. Agora precisava manter o foco:

– Completamente estranho, mas normalidade não é algo que eu tenha visto hoje. Me passa o nome e o número dela por mensagem, pode ser?

Agora vinha a outra parte, o motivo pelo qual Diana ligara:

– Akasha, eu estou aqui com um problema para resolver, um problema realmente grave, ia pedir sua ajuda, mas depois disso, melhor não te envolver. Só preciso de um favor: se o Sean te perguntar, diga que eu estou contigo. Provavelmente ele não vai te ligar pra isso, mas preciso que você confirme minha história se for necessário: Você teve um problema e pediu para eu te ajudar. Talvez eu precise passar parte da noite fora, então, estive contigo o tempo inteiro, ok? E não, não se trata de nada de errado, mas tem um perigo muito grande aí fora, e eu vou precisar de ajuda extra para lidar com isto, é realmente urgente...

Akasha certamente entenderia o que Diana estava “dizendo”, e sabia que não podiam falar abertamente sobre isso ao telefone.

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Re: Santa Mônica

Mensagem por Convidado em Dom Ago 21, 2016 1:40 pm

Diana Winters

Akasha respondia:

- Sim, vou te enviar e tudo bem eu te cubro, mas me mantenha informada para o caso de acontecer algo e eu tiver que te socorrer.
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Re: Santa Mônica

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