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Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

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Elminster Aumar
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Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Elminster Aumar em Sab Set 01, 2012 11:41 pm

O dia tinha amanhecido cinzento e frio. O vento gelado jogava a chuva nos rostos da tripulação. Os marinheiros olhavam para cima com as sobrancelhas contraídas de apreensão, lendo as nuvens que passavam rápidas, mas por fim era só uma rajada. Um suspiro de alívio foi dado após os últimos sopros da tempestade que não chegou a se formar.

- Terra à vista! – logo depois veio o grito de Hymma, do alto do cesto da gávea.

Centenas de barcos ancoravam no maior porto da Ilha Dragão. Todas as embarcações eram propriedades de capitães e lordes piratas que davam um tempo em suas viagens marítimas para saborear um pouco de calmaria e diversão em terra firme. Alguns piratas residiam ali por um tempo considerável.

A tripulação do Marlin Negro consegue desembarcar no porto apenas no começo da noite. Eles tinham saqueado uma embarcação mercante que levava mercadorias de Sembia à Aglarond, e agora os piratas estavam indo trocar estas mercadorias por ouro e outros utensílios. Apenas o escrivão Jelly Roguer ficaria para trás a fim de cuidar do navio.

O Abrigo de Immurk era a coisa mais perto do que se podia chamar de cidade em qualquer lugar das Ilhas dos Piratas. As casas eram construídas sem nenhum padrão, com ruas sujas e becos escuros. Acima da cidade, um grande esporão rochoso se erguia a milhares de pés de altura em relação ao nível do mar. Por conta disso, muitos chamavam à ilha de Esporão do Dragão, ao invés de simplesmente Ilha Dragão.

Enquanto o mestre carpinteiro Raggeti e o cozinheiro Salaman iam em direção aos subúrbios da cidade para trocar as mercadorias arranjadas, o Capitão Roosevelt guiava a tripulação até a Cauda do Tritão, uma das tavernas mais movimentadas no Abrigo. Logo na entrada do estabelecimento dois bêbados brigavam no chão com socos e pontapés. Numa cidade de criminosos, esta era uma cena comum, e ninguém fazia nada para impedir.

O interior da Cauda do Tritão revelava um ambiente caloroso, com música alegre, pessoas se esbarrando uma às outras devido à superlotação do lugar, e, é claro, as prostitutas seminuas que se esfregavam nos homens para ganhar alguns trocados. O capitão, o contramestre e o imediato se dirigiam para uma mesa em particular, enquanto o resto da tripulação estava livre para se divertir.

Os dois irmãos Albett e Royce saem à procura de companhias para a noite. Oriun por sua vez prefere sentar solitariamente no balcão e pedir uma garrafa de rum. O garoto Sean Dorean, que acabara de completar seus 15 invernos, não tirava os olhos de uma prostituta que tinha um dos seios para fora. Porém ela estava no colo de um lorde pirata, e Hymma logo tratou de avisá-lo sobre o perigo à qual ele estava se submetendo. Sean Dorean então desviou os olhos e foi se perder no meio da multidão. Hymma, Dyke e Lewellin ainda procuravam o que fazer.

Roosevelt, Scrum e Frac’Eido só conseguiram arranjar uma mesa aos fundos da taverna. Scrum pediu as bebidas, enquanto o capitão olhava para os lados esperando por alguém. Desde que a tripulação do Marlin Negro saqueara uma dúzia de embarcações pelo Mar Interior, Luke Roosevelt acreditava que eles precisavam de um novo rumo para norteá-los. Saquear navios era um trabalho bem lucrativo, mas não rendia aos piratas a fama necessária para impor respeito perante os seus co-irmãos. Eles precisavam de uma aventura e Roosevelt tinha certeza que conseguiria alguma ali.

A sua convicção provinha do fato de Luke ter visto o navio do Capitão Barba-Roxa, um velho amigo seu, ancorado no porto. Assim que Barba-Roxa soubesse da presença de Roosevelt na cidade, o primeiro lugar que ele iria procurá-lo seria na Cauda do Tritão. E então os dois capitães poderiam trocar confidências e Roosevelt teria um novo destino a tripulação do Marlin Negro.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Felarhix em Dom Set 02, 2012 5:15 pm

Frac olhava toda aquela baderna na taverna e se sentia bem, brigas por todos os lados o fazia se sentir tranquilo, mas ele ainda estava pensando se aqueles malditos marujos iriam se manter na linha e por quanto tempo isso aconteceria.

-Ei, verme! Traga uma garrafa de rum aqui! Diz ele a um dos marujos do navio que passava próximo a mesa em que eles estavam.

Então volta sua atenção novamente ao capitão e pergunta:

-Capitão, quem está esperando?
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Pac Fawkes em Seg Set 03, 2012 12:38 am

Vários dias ao mar, Roosevelt e seus marujos estavam numa maré de sorte, por onde iam aparecia algum navio pra ser saqueado, e era tudo feito com sucesso, o capitão decide aproveitar essa maré e procurar novos ares num local conhecido pelos piratas, o Abrigo de Immurk.

Roosevelt dá suas ordens assim que o Marlin Negro ancora no porto da Ilha Dragão, também conhecida como Esporão do Dragão, em seguida os marujos se dispersam.

Na taverna, o capitão senta com o Imediato Scrum e o Contramestre Frac'Eido nos fundos da taverna, parecia ser a unica mesa livre naquele lugar infernal, que mais parecia um paraíso para qualquer criminoso de qualquer porte, um bom lugar para a tripulação do Marlin Negro.

Logo Scrum pede as bebidas, Frac'Eido ressalta o pedido e começam a dialogar. Antes disso Roosevelt havia percebido um navio um tanto quanto familiar e não era a toa que tinha ido para aquela taverna, tinha convicção que o Capitão Barba-Roxa iria procurá-lo ali assim que soubesse que o Marlin Negro estava ancorado no porto.

Ali na mesa, Roosevelt encosta seu cajado ao lado de sua cadeira após ouvir a pergunta de Frac'Eido, se apoia na mesa com os dois cotovelos e junta as mãos na altura do queixo. - Um conhecido... Alguém que pode nos oferecer algo a mais do que estamos acostumados... Acho que já está na hora do Marlin Negro receber um tratamento adequado ao invés de sentar nos fundos de uma taverna! Dizia Roosevelt, respondendo ao Contramestre e olhando em volta, procurando pelo Capitão Barba-Roxa ou por alguma prostituta passando por perto pra dar um tapão na bunda da biscate.

Spoiler:
Teste de Procurar: 1d20 + 2.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Glemilson em Seg Set 03, 2012 2:09 am

Após muitos dias de viajem e saques o Marlin Negro ancorou no Esporão, tanto o capitão quanto a maior parte da tripulação foram para à Cauda do tritão, uma das mais movimentadas tavernas do lugar, um lugar perfeito para Dyke fazer suas jogatinas, apostas, beber e trepá a noite toda, com o dinheiro que ganhou roubando nos seus jogos.

Dyke estava com Hymma e Lewellin, mas tratou logo de sair por aí procurando velhos conhecidos de jogos ou uma rameira qualquer para tirar o atraso pelos dias que passou no mar.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Aythusa em Seg Set 03, 2012 10:41 am

Lewellin chegou na taverna e viu seus companheiros se dividirem, cada um buscando sua própria diversão e velhos amigos.

Ele dá de ombros quando Dyke sai de perto dele, esfrega suas mãos dando um sorriso maroto olhando uma das mulheres que carregava uma garrafa de rum. Seu olhar brilhava e ele saiu para perto do bar, sentou-se e pediu um pouco de rum:

- Traga uma caneca de Rum, homem!

Ele senta-se de uma forma despojada, típica dele, com a perna direta sob o acento da cadeira e a perna direita caída, enquanto se recostava no balcão aguardando a bebida.
As mulheres estavam animadas naquele dia, e Lewellin adorava isso! Mas ele preferia beber um pouco antes de se enroscar em algum rabo de saia que estava ali.

Quando o taverneiro trouxe o rum e o jovem bardo toma seu primeiro gole, ele vê uma bela moça passar, que o encanta.
Com certeza não era uma rameira qualquer, pelo simples fato dela ainda estar com suas roupas intactas e todas as devidas partes do corpo cobertas.

Ele vira o copo de rum, pega sua gaita e vai tocando, acompanhando a musica ambiente, para perto da jovem, tentando prender a atenção dela com a música enquanto sua mão livre buscava o melhor lugar no corpo da jovem para envolvê-la.

Lewellin não nascera pirata e, embora já convivesse com eles a algum tempo, não tinha seu vocabulário totalmente "pirateado", por assim dizer. Ele amava mesmo era o mar e as mulheres, e ele aprendeu que na arte da conquista uma canção sem palavrões e um olhar na hora certa era o segredo para levar para a cama, barco, areia na praia, redes ...
Elminster Aumar
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Elminster Aumar em Seg Set 03, 2012 12:09 pm

O Capitão Roosevelt olha para os lados à procura de Barba-Roxa, mas não o encontra em lugar nenhum. Após alguns minutos, um dos atendentes do local traz uma bandeja com a comida que Scrum pedira. O prato, similar a uma salada, continha pedaços marinados de peixe, tartaruga e carne combinados com ervas, palmito, vinho temperado e óleo. Essa mistura ainda era servida com ovos, picles, repolho, grapas e azeitonas, tudo cozidos. Roosevelt dá um tapa na bunda de uma das prostitutas que passavam pelo lugar, e a mulher se aproveita para sentar na coxa do capitão, acariciando seu peito e comendo petiscos do prato.

Enquanto isso, Lewellin tentava cortejar uma jovem moça. Ela tinha olhos azuis tão profundos quanto o oceano e o seu sorriso cativava mais do que o brilho do sol. Ele chama a atenção da bela com a sua música e a envolve um dos braços ao redor de seu quadril para fazê-la se aninhar perto dele. Quando Lewellin termina de tocar, a jovem pergunta:
- Onde o senhor aprendeu a tocar este instrumento e esta doce música?

Mais afastado do balcão, Dyke sentara numa mesa de amigos que jogavam um dos jogos preferidos dos piratas: o julgamento falso. No jogo cada homem desempenhava um papel diferente – carcereiro, juiz, jurado ou executor – e eles fingiam uma prisão, o julgamento, a condenação e a execução para divertimento geral. Hymma assistia ao jogo atrás da cadeira de um dos participantes e através de sinais previamente combinados ajudava Dyke a vencer.

De volta à mesa do capitão, Frac’Eido é o primeiro a ouvir os passos pesados de uma bota de couro e uma voz grossa dizer por cima do barulho ambiente:
- Deem espaço para o Capitão Barba-Roxa seus patifes, vão procurar por suas mães rameiras em outro lugar.

Conseguindo sair do aglomerado de pessoas, o Barba-Roxa aparece e abre um sorriso dourado ao ver a mesa de Roosevelt. O Capitão Barba-Roxa tinha uma barba amarela, dividida em duas grossas tranças. Ele era mais gordo que um leitão, mas ao mesmo tempo era forte como um touro. Ele cheirava a rum e a peixe, o que não diferia muito do resto dos piratas. Ele ri ao ver a prostituta no colo de Roosevelt.

- Yohoho. Sempre bem acompanhado capitão. Você não perde tempo. – Ele puxa uma cadeira e se senta à mesa. Ele se vira para um dos comandados de Roosevelt: - Seu carniceiro com cheiro de baleia podre, passa a garrafa de rum. – Quando tem o pedido atendido, o Capitão Barba-Roxa dá um longo gole, fazendo o rum se derramar pela sua barba enquanto bebe. Depois ele limpa a boca com as mãos e deposita a garrafa novamente à mesa. – Dizem que o vinho é a bebida dos deuses, mas eu discordo e acho que vocês também. – Ele pega uma azeitona e põe na boca. – Teve bons ventos no mar, capitão?

Spoiler:
Dyke deve realizar uma Atuação (Jogos). Se não tiver a perícia, ele rola um D20 com -4 de penalidade. Testes para os outros três participantes do jogo Julgamento Falso.
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Aythusa
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Aythusa em Seg Set 03, 2012 1:50 pm

Lewellin, vendo o interesse da mulher, não perde tempo em tentar encantá-la com uma cantada pobre, mas eficáz na maioria das vezes:

- Aprendi ouvindo as histórias do mar. Acho que posso dizer que aprendi com ele. E sobre a música... com certeza não sabia tocá-la até ver seus olhos...

Logo ele investe na menina, inclina um pouco o corpo da jovem para trás, fazendo-a apoiar-se no braço dele enquanto ele se aproximava para beijá-la num ato rápido, antes que a cantada esfriasse...

Ele sempre usava abordagem direta com as mulheres, normalmente funcionava...
Seu pai sempre lhe falava "Em taverna de piratas, só vão mulheres que querem um homem na cama. Senão ficariam em casa costurando..."

Já havia recebido vários tapas da cara e se envolvido várias vezes em brigas com os amantes das mulheres por seguir este conselho, mas Lewellin sempre dizia valer a pena. "As únicas coisas que valem a pena se levar um murro são o Rum e uma boa rapariga!"
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Felarhix em Seg Set 03, 2012 2:09 pm

O contra-mestre apenas sinaliza com a cabeça em cumprimento ao barba-roxa e continua sentado comendo o que foi servido e bebendo seu rum numa caneca que trazia sempre consigo.

Essa caneca possuía uma alça feita com um material branco e liso (muitos acreditavam que se tratavam de ossos humanos, especificamente retirados dos dedos das mãos), o corpo da caneca possuía uma aparência horripilante, parecia algo usado em feitiçaria, e ouvia-se comentários de que ele bebia o sangue de suas vítimas antes de jogá-las aos tubarões. "Ele gosta de compartilhar da comida que fornece aos tubarões" Era a melhor justificativa que se ouvia.

Assim ele permanecia em silêncio apenas admirando as brigas e as belas prostitutas, além de destinar sua audição à conversa dos captães.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Pac Fawkes em Seg Set 03, 2012 2:14 pm

Finalmente a presença de Barba-Roxa era confirmada na taverna, sempre com o barulho que o diferencia da maioria barulhenta, mais parecia um anão bêbado. No início, Roosevelt apenas ria com o Barba-Roxa até ser perguntado algo diretamente a ele, Barba-Roxa já estava acostumado com a atitude de Roosevelt, ou não.

- Alguns navios saqueados e nenhuma morte!... Tivemos sorte nesse último inverno... Mas prevejo que por ter te encontrado aqui essa sorte só tende a aumentar!... Haha... Estivesse pilhando muitos corpos nesse período? Roosevelt respondia e encerrava com outra pergunta, enquanto acariciava uma das pernas da prostituta que estava sentada em seu colo, por enquanto se mantinha sóbrio, esperava se embebedar mais tarde, na fria madrugada que chegaria. Os dois marujos continuavam na mesa, por enquanto sem participar do papo.
Elminster Aumar
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Elminster Aumar em Seg Set 03, 2012 2:58 pm

- Aye – afirma o Capitão Barba-Roxa enquanto corta um pedaço de peixe com as mãos. – Alguns navios saqueados, outros navios capturados... o comércio no Mar Interior permanece o mesmo para os piratas, yohoho. – Ele bebe mais um gole da garrafa de rum. - Seus cães sarnentos tem dado muito trabalho ou tem permanecido todos na linha?

Enquanto a conversa prosseguia na mesa dos capitães, perto do balcão Lewellin faz uma cantada na jovem moça e se inclina para beijá-la. Seus lábios se tocam e ficam assim pelo que pareceram longos minutos. Até que uma voz furiosa se sobressai.

- Ei, seu vermezinho ladrão, eu tinha pago uma bebida para ela. Isto custou o olho da cara. – O homem era alto, com seus 1,80 m de puros músculos. Ele evidentemente estava tão bêbado quanto todos os outros e à prova disso era a garrafa de rum que segurava ameaçadoramente na mão direita. Ele vinha lutando para atravessar a taverna até chegar mais próximo de onde Lewellin estava com a garota. A moça apenas se esconde atrás do músico.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Glemilson em Seg Set 03, 2012 3:24 pm

Dyke encontra alguns amigos de jogos, senta-se na mesa e começam uma partida de julgamento falso.

Dyke como sempre tenta roubar no jogo com a ajuda de Hymma, que faz alguns sinais para Dyke.

Spoiler:

+6

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Felarhix
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Felarhix em Seg Set 03, 2012 3:31 pm

Ao ouvir o capitão barba roxa falar sobre problemas no navio o contra mestre toma a liberdade de se pronunciar, finalmente:

-Aqueles patifes?! Tivemos um trabalho apenas Art. 8. Não chamaria de trabalho porque me fez exercitar a minha imaginação. Um pouco de veneno do peixe-leão, em doses pequenas não levam a morte, é um anestésico poderoso. O suficiente para o deixar consciente e assitir a si mesmo sendo comido pelos tubarões.


Diz ele ao mesmo tempo que alisava um dos dentes que pendia em seu colar.

Alías, Me chamo Frac'Eido, contra-mestre do navio Marlim Negro.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Aythusa em Seg Set 03, 2012 3:46 pm

Lewellin não viu o grandão chegar, somente ouviu sua voz resmungando que pagou uma bebida para a mulher que, agora, estava em seus braços.
Enquanto ela ia para trás do jovem, procurando se devender, o jovem apenas balançava a cabeça negativamente, olhando para o chão enquanto suas mãos se erguiam na altura da cabeça, ainda segurava a gaita na mão direita:

- Calma ai, grandão. Eu nem tive a chance de pagar nada e ela já estava em meus braços, mas não a culpo... Algumas nascem com bom gosto mesmo, não é? Mas aqui não é lugar para brigar por mulheres, olhe esta aqui - Ele puxa uma das prostitutas que passavam por perto, dá um tapa na bunda dela fazendo-a pular encima do grandão - Faço questão de pagar uma bebida para vocês! O que acha?

Ele sorria enquanto falava calmamente.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Aythusa em Seg Set 03, 2012 4:50 pm

Spoiler:
Diplomacia +6 (Para ajudar a convencer o grandão)

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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Pac Fawkes em Seg Set 03, 2012 5:06 pm

- Está vendo Capitão... Nem precisei falar... Frac'Eido deixa todos na linha, é um serviço que ele gosta... Me lembro até hoje do último contramestre que tive antes dele... O rapaz deixou metade da tripulação fugir com o ouro de um saque que tínhamos acabado de fazer... Eu mesmo cortei as duas pernas do rapaz e o joguei no mar... Duvido que tenha sobrevivido! Responde o Capitão.

- Mas me diga Barba-Roxa... Alguma notícia no mundo pirata que queira me contar?... Continua dialogando Roosevelt, que da o primeiro e longo gole em sua garrafa de Rum, escorrendo pelas beiradas da boca e molhando sua barba, como aconteceu com Barba-Roxa minutos antes.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Elminster Aumar em Seg Set 03, 2012 6:03 pm

- Yohoho. - O Barba-Roxa ri dos casos contados e diz ao Capitão Roosevelt: - Percebi que o seu contramestre tem um gosto sádico em relação à tripulação. Gosto disso. Um bom cão precisa de um bom adestrador. – Ele pega mais algum petisco dos pratos com as mãos nuas. Os piratas não tinham o costume de comer com talheres. Ele ouve o questionamento de Roosevelt e abre um largo sorriso, revelando uma dúzia de dentes de ouro. – Sei o que você quer com isso, capitão... Você procura por uma aventura. Uma aventura que lhe dê renome. – Ele bebe mais um gole de rum antes de perguntar: - Você já ouviu falar da Ilha de Ferro?

No balcão, o sujeito que avançava contra Lewellin mal ouvira as palavras do músico em meio à balbúrdia e arremessa sua garrafa de rum.

JOGADA DE ATAQUE:
Ataque com penalidade:
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Dano (1d3+2):
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Elminster Aumar em Seg Set 03, 2012 6:12 pm

Na outra mesa, Dyke não conseguira ganhar o jogo, mas também não tivera grande prejuízo graças a ajuda de Hymma. Os dois já iam saindo da mesa quando ouvem um vidro se estilhaçar e o grito de dor de Lewellin.

- Aquele patife já se meteu em confusão. Aposto duas pratas que foi por causa de uma mulher – diz Hymma.

Quando os dois se aproximam, eles veem um homem musculoso sem camisa avançando vagarosamente em meio à multidão na direção do músico, que de fato tinha uma mulher às suas costas. O homenzarrão parecia ter arremessado sua própria garrafa de rum em Lewellin e era possível notar um corte vermelho em seu rosto onde o vidro o atingiu.

INFORMAÇÃO:
Lewellin levou levou 5 de dano. Está com 7 de vida.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Pac Fawkes em Seg Set 03, 2012 6:17 pm

- Haaa Ha Ha Ha... Hu.. Ha... Ai ai... Sim, quero bardos cantando canções terríveis sobre o Marlin Negro e sua tripulação... Ha Ha Ha... Ilha de Ferro... Talvez, por quê? Roosevelt ri junto com o Barba-Roxa e continua o diálogo, parecia dar bons frutos a conversação pelo rumo que ia tomando, a prostituta continuava se esfregando nele, com certeza queria convencer o capitão a gastar algum ouro com ela.
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Glemilson em Ter Set 04, 2012 2:44 am

Dyke, não estava em um dia de sorte, primeiro perdeu no jogo e agora outra confusão de Lewellin por causa de uma rameira qualquer.
- Bardo inútil só meche com mulheres aleias, se queria uma puta eu pagava. Dyke diz isso resmungando para Hymma.
- Acabou com o meu jogo.
Dyke vira-se para a mesa em que estava pega a garrafa de rum que ele bebia com os seus companheiros de jogos.
- Depois eu te pago outra. e saí andando procurando um ângulo melhor para arremessar a garrafa na cabeço do grandão.

Spoiler:
+5 se o tiro certeiro contar, caso não conte +4

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1d3+0
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

Mensagem por Glemilson em Ter Set 04, 2012 2:51 am

Caso o Grandão venha para cima de Dyke, Dyke irá fintar o homem por meio segundo e depois fugir correndo pelo Tritão
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Re: Capítulo 1 - Os Boatos de um Velho Amigo

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