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    Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

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    Garou de Posto Cinco
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    Garou de Posto Cinco

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    Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por spectro em Dom Maio 22, 2016 5:20 pm

    Capítulo 1 - O Despertar Do Esquecimento




    Toshio Ishida


    Strawhat corria, havia muitos ogros, ele deveria chegar até o topo da torre, lá estava a pedra dos sonhos, uma pedra mágica que poderia desbaratar as forças malignas do exército de Skull. Skull era o Rei dos Ogros e dos Orcs, um jogador formidável, assim como Strawhat, eram rivais, líderes de dois Clãs inimigos.

    Skull era bom estrategista, posicionava bem suas tropas, protegia a pedra dos sonhos para que nenhum inimigo a destruísse ou roubasse, a pedra deveria ficar no topo da torre de Goldar, se fosse removida dali o poder mágico da torre iria liberar a força da pedra, fazendo assim todos os Orcs e Ogros dormirem, uma maldição que a princesa Evelyn havia rogado sobre o exército do mal.

    Goldar era o antigo Rei Dos Ogros daquele local, mas Skull havia tomado seu lugar, vencido o monstro e conquistado seu exército assim somando ao seu, o Crânio do antigo Rei Ficara pendurado na Torre, assim ela se tornou a Torre de Goldar, uma ironia para simbolizar o poder de Skull.

    A princesa fora traída por um de seus generais, a família e os servos do general se tornaram Ogros e Orcs. Eles teriam de ser derrotados pela lembrança da Princesa. Em Nome de Evelyn, Strawhat não poderia perder, dedos rápidos no teclado. Fone de ouvido de última geração, o garoto estava atento na tela do computador, já estava sem respirar fazia 30 segundos.

    Viu seus companheiros serem derrotados, teria de bolar um jeito de vencer Skull, o adversário havia colocado arqueiros em duas torres ao lado da torre de Goldar, se aproximar era difícil, além de é claro haver um exército bem treinado por terra.

    Strawhat já havia perdido 25% de seu exército, e a chuva lá fora não ajudava, um relâmpago fez seu dedo escorregar e soltou o mouse, voltara a respirar, seus movimentos não deixavam a desejar,  se recuperou rápido do susto.

    Os guerreiros de Starwhat estavam sofrendo alvejadas de flechas, até mesmo a batalha por terra estava difícil.

    Teste Off:
    - Teste De Perícia jogos (Videogames)

    Bem Luxi seu personagem possui com certeza a perícia Jogos (Videogame) Você já possui 15% nesta perícia um valor baixo, no entanto é necessário que você aumente esta margem distribuindo pontos.

    Agora seu personagem possui 260 pontos de perícias para gastar, (No entanto estes pontos estão quase todos gastos visto que com a profissão Hacker / Programador já existem perícias pré-estabelecidas) seu personagem já possui 15% nesta perícia como já indiquei acima, você pode aumentar esta margem basta colocar uma quantidade dos 260 Pontos que vc possui, para ajudar vc pode seguir a tabela abaixo:

    Para saber o quão seu personagem é bom em determinada habilidade (Perícia) siga a tabela abaixo:

    Até 15% - Curioso. Ouviu sobre isso em algum lugar.
    16 a 20% - Novato. Está começando a aprender.
    21 a 30% - Praticante. Usa esta perícia moderadamente.
    31 a 50% - Profissional. Trabalha e depende desta perícia.
    51 a 60% - Especialista.
    61% ou mais – Um dos melhores na área.

    Skull seu oponente tem 50% em Jogos Videogame. Ou seja ele está na categoria Profissional.

    Você vai precisar realizar um teste contra Skull, depois de distribuir os pontos para sua perícia Jogos videogame somando aos seus 15% você terá o valor de sua perícia:

    Basta agora rolar 1D100 no tópico de rolagem de dados e verificar se passou ou não.
    A fórmula é o seguinte: Caso não entenda não tem problema eu faço os cálculos.
    Valor de sua perícia + 50 (valor Base) – 50 (Valor da perícia de Skull) = Chance de sucesso. Caso consiga um valor IGUAL OU MENOR QUE O RESULTADO VC PASSA NO TESTE.

    Caso não tenha entendido nem esquenta, distribua os pontos, depois rola o D100 que eu resolvo.
    Ex: meu valor de perícia vai ser 53% (15+38 que eu gastei aqui) + 50 Valor base – 50 (porcentagem do adversário)= 53% de chance de sucesso.
    53+50-50= 53%


    __________________________________________________________________________________________


    Zoe Benson

    A garota loira estava sendo levada por dois homens, ela estava desmaiada, mas agora despertando aos poucos, sua boca ardia, havia um gosto de sangue nela, ela abria os olhos com dificuldade, percebeu os dois homens parrudos carregando-a, um de cada lado, seus pés arrastavam no chão, um vestido curto ela estava usando, uma saia mostrava grande parte de suas coxas bem torneadas. Seu vestido tinha a estampa de “oncinha”, bem agora ela não era a caçadora e sim a presa.

    Sua cabeça doía, sentiu um líquido escorrendo por seu rosto e atingir sua bochecha, era sangue também, um dos dois homens abriu uma porta, ela foi levada até uma cadeira, foi jogada lá, mal conseguia levantar o rosto, e um dos homens fez o “favor” de levantá-lo “delicadamente” segurando firmemente suas bochechas, a força que ele empregou fez sua cabeça explodir de dor.

    Quando a visão saiu do modo turvo e finalmente conseguiu enxergar, viu que estava diante de um homem, com um terno italiano, ele estava cortando a ponta de seu charuto, e um dos capangas que segurava a moça a alguns segundos atrás ofereceu-lhe o isqueiro, ascendendo a chama, a chama tocou o charuto, o homem de terno tragou uma, duas vezes e a chama brilhou, depois de 3 ou 4 segundos soltou a fumaça no ar.

    O homem de terno italiano tinha um bigode na cara, e um sorriso mais asqueroso que seu bigode, um lenço vermelho despontava de seu bolso, o cheiro da fumaça do tabaco chegou as narinas da “oncinha”.

    Ele se levantou deu a volta na mesa, o homem que segurava sua cabeça soltou-a, o velho do terno, barrigudo e gordo sentou na ponta da mesa, com um dos pés solto no ar, o outro pressionava o peso no chão.

    Estava a sua frente, soprando a fumaça do charuto em sua cara. Tirou o charuto da boca com a mão direita, de modo que o objeto de fumo ficou entre os dedos, sorriu novamente e finalmente falou:

    - E então Vadia! Onde está a Erva-doce? Acho melhor não pestanejar em falar, ou então já sabe do que meus homens são capazes. Quanto mais cedo falar, mais rápido vai pra casinha do papai.

    Os dois Homens que a levaram até o bigodudo ficaram um perto da porta o outro ao lado do chefe gordo. A menina agora ia recuperando os sentidos, viu uma lapela na mesa do gordão, havia um nome nela, Di Paolo Domenico.

    A garota notou que atrás da mesa de Di Paolo havia uma janela mostrando prédios, calculou que estava mais ou menos no décimo andar, a saída apenas atrás de si e tonta daquele jeito talvez não conseguisse correr.

    - Cretina Vagabunda!!! Eu perguntei não ouvi sua resposta! Onde está a Erva-doce?

    Ele sacudia seu charuto para cima e para baixo, a garota sequer se lembrava o que estava acontecendo.


    ________________________________________________________________________________________________


    Carla Asaki


    Carla era uma boa nadadora, ela estava em uma sala vazia, com uma piscina de 50 Metros a sua frente, estava se preparando para realizar seu feito de final do dia.

    Depois de um jogo de vôlei disputadíssimo, hoje era merecido, relaxar seus músculos na água gelada da piscina do ginásio.

    Estava colocando sua touca e arrumando o cabelo nela, da sua mochila que estava ao seu lado despontava uma medalha de prata, ela havia conseguido em uma competição de fim de ano, ao qual tirou o segundo lugar, naquela época estava se recuperando de um problema muscular, se não talvez conseguisse o Ouro.

    O local estava escuro, quase todos já haviam ido embora, Carla não poderia deixar de curtir aquele momento só, desfrutar da água límpida da piscina, apenas o zelador estava no ginásio tirando Carla, ele fecharia o lugar daqui a meia-hora.

    Asaki teria então tempo de mergulhar e desfrutar da piscina como sempre fazia no fim do dia, quando não estava aqui, dava aula em uma academia.

    Enquanto se preparava viu o trampolim do outro lado, não costumava usar o trampolim, mas se hoje desejasse usaria.
    Havia uma campainha que o zelador tinha acesso, ela tocava em todas as partes do ginásio, quando ele a tocasse, significava que iria fechar o lugar, bem ainda faltava meia-hora, o relógio mostrava o horário em seu infinito Tic Tac.

    A mulher estava terminando de se aprontar, o silêncio do local era somente quebrado pelo barulho do relógio de parede, Tic TAC, ele fazia e as luzes apagadas do salão não respondiam nada.

    Teste Off:
    Teste De Natação – Sua Perícia de Natação é 50+ Agi= 62% Role 1D100 SE FOR 62 OU MENOS TESTE BEM SUCEDIDO!!!
    Luxi
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Luxi em Dom Maio 22, 2016 7:19 pm

    Os olhos do garoto enquanto jogavam pareciam uma maquininha de pebolim, indo de um lado ao outro, num silêncio compenetrado. Tinha a mania de curvar o pescoço para frente quando ficava empolgado, olhando os cantos da tela. Estava lidando com um grande rival. Provocações dos fãs, memes e vídeos de replay encheriam as redes sociais daqui instantes, assim que tomasse uma decisão.
    Seu desejo era vingar a princesa Evelyn, e ser ele o alvo das montagens com coroinhas e vinganças. Tudo isso se passava no subsconsciente dele, enquanto sua concentração era absoluta e o mindinho chegava a roçar no mouse multifuncional esperando um mínimo de surpresa para ter uma reação rápida, até ser obrigado a soltá-lo, com o barulho de chuva. Droga, deveria tomar alguma providência para isolar ainda mais o som de fora para não ter aquele tipo de distração. Estalava a boca num tique nervoso, enquanto olhava para seu exército sendo atacado. Tinha que levar tropas voadoras que pudessem destruir ou ocupar os arqueiros enquanto avançava.

    off::

    A ideia era ele ter como profissão "gamer" e ser de programação ser mais um curioso de programação mesmo Smile
    Quero ter 54% de jogos :p

    Aí o teste fica

    54% (15 + 39) + 50 - 50  = 54%
    Entendi que para eu passar eu preciso tirar esses 54 ou mais no D100. Certo? Vamos lá
    Edu
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Edu em Dom Maio 22, 2016 10:28 pm

    Carla ajeitou os cabelos loiros dentro da toca e foi andando calmamente pela borda da piscina até o trampolim. Estava muito feliz pela vitoria no vôlei mais cedo, um pouco cansada também mas isso era ossos do oficio.

    Os seus músculos posteriores da coxa davam aquela repuxada enquanto andava, mas isso era normal. Devido ao esforço da partida, suas pernas tinham trabalhado muito, pois tinha que se abaixar e levantar muito rapidamente conforme o jogo corria.

    Fez um alongamento antes de subir no trampolim, descendo as suas mãos até os dedos dos pés com as pernas esticadas. Sentiu aquele desconforto bom dos tendões esticando e depois parou. Subiu no trampolim andando tranquilamente. Chegou a ponta deu dois pulinhos e se inclinou pra frente dando um mortal e caindo na água.

    Foi lá no fundo d'água e subiu soltando bolhas de ar no caminho até reemergir na superfície. De volta ao ar ela abriu a boca e as narinas ao mesmo tempo e puxou o ar para seus pulmões. "Ah! como aquilo era gratificante" pensou ela.

    Ficou boiando de costas na água por um tempo, olhando pro teto do ginásio. Como era bom estar na piscina, se lembrou da competição que tinha participado e do orgulho de ter conseguido a medalha de prata. Após alguns minutos perdida em pensamentos Carla foi nadando até a borda e retirou a toca. Ficou mais um tempo ali e de subiu com os braços na ardosia e deixou a piscina.

    Era melhor ir logo pro vestiário antes que o seu Alcir tocasse o sinal expulsando ela. Dirigiu-se pro banheiro feminino. Estava com a chave do seu armário nas mãos. Abriu a porta e tirou a sua mochila. Correu o zipper  e lá dentro tinha dentro de uma sacola de plastico as suas roupas suadas do vôlei que assim que chegassem em casa iam pra maquina de lavar e dobradas de forma arrumada fora da bolsa o seu uniforme de trabalho. Ela o tinha tirado pra jogar vôlei e agora ia vestir de novo. Num bolso na frente ela tinha uma pequena sacolinha que guardava uma muda de calcinhas pra trocar nas mais diversas ocasiões.

    Tirou o maiô jogando-o em cima do banco e entrou no box do chuveiro. Abriu a torneira e a água gelada caiu sobre o seu corpo. Tomou um banho rápido, não lavando o cabelo pois já tinha o feito de manhã. Depois se enxugou na toalha que já estava fora da mochila. Vestiu-se rapidamente, as calças eram de tecido suplex da cor azul escura com o nome escrito ao longo da coxa "ActiveGym", usava uma camiseta da cor branca (essa lisa sem nada escrito) e por cima um casaco também azul escuro com o nome da academia escrito ao longo da manga. Obviamente tinha posto o desodorante antes de por a camisa e casaco.

    Guardou tudo de volta na mochila e já estava pronta pra sair.

    Colocando a mochila nas costas ela deixou o vestiário. Tirou a chave do carro de um bolso lateral e foi andando até o estacionamento. Saiu pela porta lateral do ginásio saindo ao ar livre. Estava uma temperatura até que friazinha, considerando os padrões cariocas, algo em torno dos 20 graus por ai. Era a época certa pra isso, fins de maio, quase ali na entradinha do inverno.

    Andando calmamente passando pelas vagas desenhadas no chão e sem carros ela foi andando até o seu celta novo, comprado no ano passado. Ainda pagava as prestações que eram um soco no seu figado, mais ou menos uns 900 reais por mês. Levando em conta que ganhava a maravilha de 3.400 reais, isso porque era uma profissional respeita na área, principalmente na sua especialidade zumba. Soma-se a prestação do carro ao dinheiro mais a outra prestação de por mês do seu apartamento financiando e ia quase todo o seu dinheiro embora no mês. Por isso ela tinha que fazer bicos como personal nos finais de semana ou até mesmo se arriscar tentando pegar uma matricula no estado de professora de educação física. Enfim, resumindo, primeiro: vida de trabalhador é uma merda, segundo: vida de profissional da educação física é pior ainda.

    Apertou o botão do alarme na chave e os faróis deram uma piscada com o barulhinho clássico. Destrancou a porta do celta e entrou. Trancou a porta de novo abaixando o pino. O carro nem trava elétrica tinha, suspirou ao pensar nisso. Devia ter feito direito e ter ido trabalhar no ministério da justiça. Ter aumento de salario quase sempre, não ser demitida, um monte de bônus, mas era apaixonada demais pela educação física e talvez burra demais pra passar no vestibular pra direito.

    Deu a partida e saiu do estacionamento rumo a sua casa ou melhor dizendo apartamento. Ele ficava na Tijuca, ali subindo a conde de bonfim quase na Usina. Não sabia se tinha sorte de não morar na Usina ou se tinha azar por morar perto. Muitas favelas perto e perigo constante de assalto e bala perdida.

    Chegou em no seu prédio e estacionou na garagem, passou pela portaria dando boa noite pro porteiro e entrou no elevador. Chegando no seu apartamento logo depois de ter aberto a porta ela foi direito pra sua área de lavandeira. Ainda tinha todo o seu ritual pra botar a roupa pra lavar, lavar em separado o short usado no vôlei, depois a camisa e por ultimo a calcinha e maiô juntos. Ainda bem que tinha ganho o jogo hoje, senão ficaria estressada pela espera pra dormir.

    Após todo esse processo, ela trocou de roupa e deitou pra dormir. Um descanso merecido.
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Gothgirl em Seg Maio 23, 2016 1:04 am

    Minha cabeça latejava incansavelmente e a visão do homem gordo segurando charuto apenas me deixava com raiva, fazendo a dor ficar pior. Enquanto retomava meu sentidos lentamente, ia absorvendo informações sobre onde estava e, principalmente, como sairia de lá.

    Claramente não tinha sido convidada para uma festa, conseguia perceber as figuras em minha volta, havia sido capturada e levada para algum prédio, sendo jogada em um quarto de hotel qualquer para um tipo de interrogatório. Meus raptores certamente não esperavam que eu reagisse, considerando que sequer haviam tido o trabalho de me segurar na cadeira. Porém, julgando a partir do meu estado atual, é pouco provável que eu ao menos seja capaz de levantar.

    Precisava ganhar tempo para pensar e me recuperar, porém o homem em minha frente era bem direto com suas perguntas, teria que enrolar de alguma forma – E-eu não tenho o que você quer.  – Respondo, tentando não olhar fixamente para ele, criando uma atmosfera de medo.

    Aos poucos, ia me acostumando com o lugar e começo a avaliar minha situação. Três pessoas estavam no mesmo ambiente, sendo que uma delas havia se separado dos outros, ficando atrás de mim e protegendo minha única saída. Se eu conseguisse fazer o homem sentado se aproximar de mim, talvez pudesse nocauteá-lo, isso com certeza pegaria os outros dois de surpresa e eu poderia lidar com aquele nas minhas costas, deixando apenas um restante, que eu não precisaria enfrentar, visto que a porta ficaria livre.

    Meu único problema era o estado em que me encontrava, talvez não conseguisse reagir com tantos ferimentos. Precisava ganhar alguns minutos e reduzir drasticamente a distância que tinha com o interrogador – Juro por Deus, por favor, não sei do que você está falando.  – Uma lágrima agora escorria pelo meu rosto enquanto suplicava com meus olhos. Certamente não esperava comover o monstro que havia me arrastado até aquele lugar, mas criar uma imagem de "garota indefesa" era meu único papel, eu sabia o que fazer.
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por spectro em Seg Maio 23, 2016 11:20 am

    Carla Asaki



    A mulher acorda em um local esquisito, não se lembra de nada do dia anterior, e nem ao menos de quem é, e uma dor de cabeça horrível afeta seu raciocínio, ao olhar para os lados ela nota que não é a única ali.

    Lembrava de ter sonhado agora a pouco sobre estar em um ginásio, ganhar medalha de Prata, bem ela não tinha certeza se fora verdade ou se fora sonho, não sabia nem se sabia dirigir, celta, tinha mesmo aquele carro?

    Sua cabeça doía... Aos poucos foi recuperando a visão e os sentidos.

    Estava em uma sala com paredes, teto e piso branco ali está Carla e mais uma pessoa deitada de bruços, estaria morta?  Olhando ao redor nota que existe uma porta sem maçaneta no local, a porta possui uma tranca de chave comum.

    As luzes do quarto estão acesas e acopladas no teto de altura suficiente para que não possam alcançá-las, e uma espécie de vidro as protege. Não há janelas, a única escapatória dali seria pela porta sem maçaneta.

    Em um dos cantos da sala havia a porta, Carla estava no canto oposto a ela e a outra pessoa estava no terceiro canto, havia também um chapéu preto emborcado de modo que a boca onde se coloca a cabeça estava para baixo, ele estava no último dos cantos do quarto.

    Carla estava no chão ainda, mas tentava se levantar, aos poucos uma tontura que estava a incomodando ia desaparecendo, Carla usava uma camiseta regata branca e um colar no pescoço, no entanto seu colar estava um pouco pesado, havia uma chave com um chaveiro.

    As roupas de Personal Treinner, a piscina, foi um sonho, não foi real, mas estas roupas? Carla não sabia o que estava acontecendo.

    Off Game:
    Off: As roupas de Carla são as mesmas da foto. Tênis também. As luzes do quarto estão acesas.


    ________________________________________________________________________________________


    Toshio Ishida


    Toshio sabia qual era o plano, aniquilar as tropas inimigas pelo ar, por terra estava difícil, então teve de usar o plano B. Evelyn teria de ser vingada, Skull haveria de cair hoje.

    A tela do computador brilhava e iluminava todo o quarto escuro do rapaz, a chuva da noite lá fora continuava, os jogadores dormiam pouco, geralmente trocavam o dia ela noite, às vezes não havia noite e apenas jogavam e jogavam.

    Mas agora não era hora de se preocupar com o sono, o destino do Reino de Ticondera dependia de sua vitória, fez uma jogada, com o auxilio de um botão e digitada a palavra “Wing” as tropas aladas vieram ajudar.

    Skull não esperava por isso, no chat Box ouviu um dos adversários digitar a palavra Dammit – Seguida de um palavrão.
    Starwhat se divertiu ao ver que poderia ser a queda do império Caveira, se alcançasse a pedra dos sonhos, seria game over pros inimigos e olá princesas e donzelas para o time do bem.

    Salgadinhos estavam perto de sua máquina, mas ele não podia comer agora, estava prestes a vencer, uma porta com grade de ferro foi aberta, um enorme Ogro saiu dela, Strawhat lembrou-se de quem era, o caçador de cabeças, GodHorn, em tempos antigos o chifre era símbolo de realeza, daí o significado do nome.

    Era o braço direito de Skull, para ele ser invocado o bicho estava pegando, agora seria tudo ou nada.

    Off Game:
    Bem luxi na verdade o teste é pra menos seria 54% ou menos como seu valor foi 11 foi mais que suficiente para vencer, pode terminar com os rivais como quiser...

    ___________________________________________________________________________________________


    Zoe Benson



    - Não sabe hein... Cretina prostituta!!! Vamos ver!!!

    Di Paolo deu a volta na mesa, a garota queria que ele se aproximasse, ainda não funcionara seu plano, ele abriu uma gaveta, puxou algo, se fosse uma arma o plano poderia ir por água abaixo.

    Era um maço de baralho, uma caixa de baralho comum, o “bigodão” tirou as cartas de dentro, começou a empilhá-las, primeiro fez um A, mas sem o traço horizontal com as cartas, fez outro do lado e assim por diante, depois colocou um teto entre dois As, estava construindo casinhas de cartas.

    Os capangas sorriram.

    - As coisas funcionam assim, eu construo minhas casinhas, e se elas caírem você morre só isso, sabe eu sou meio ruim nessa brincadeira e de vez em quando eu deixo o prédio de cartas cair.

    Sua mão tremeu, quase uma das cartas caiu.

    - Fale onde está a erva-doce e você vive, se não falar até as cartas caírem eu atiro na sua cabeça... Simples assim.
    Bem pelo menos a garota conseguira ganhar tempo, mas as cartas não iam ficam ali pra sempre, uma hora, mais cedo ou mais tarde elas iam cair, ele estava fazendo o segundo andar de sua construção da morte.


    Ases, reis, rainhas, 10 de copas, cartas iam sendo empilhadas, naipes da morte, qual carta a mataria? Qual Naipe? Ouros a fortuna, copas a paixão, paus hum..., espadas essa era perigosa.

    O charuto fora largado em um cinzeiro, Di Paolo se divertia construindo e os capangas olhavam com olhar de diversão.

    - Você sabia que as cartas representam personagens históricos e personagens de lendas, não, como uma prostituta como você saberia!!! Esta carta por exemplo.

    Ele girou a carta, era uma dama de espadas, ou rainha de espadas.

    - esta carta simboliza...

    Talvez simbolizasse a sua própria morte...

    Foram interrompidos.

    - Corta!!!! Muito bem se saíram muito bem, Zoe quer algo? Vamos pular para parte em que você consegue derrubá-los, está saindo abrindo a porta do quarto. Você vai ficar parada na porta e vai abri-la. Os capangas e Di Paolo estarão no chão.

    O diretor posicionava as pessoas, o ator que fazia Di Paolo foi até as frutas na mesa farta de alimentos e pegou uma maçã.

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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Luxi em Ter Maio 24, 2016 10:06 am

    O horário não era um problema para o garoto, que se orgulhava das olheiras e da troca do dia pela noite. Seu trabalho era todo em casa, exceto em alguns campeonatos, quando sabia que precisava dormir um pouco.

    Sorriu de forma obcecada observando os xingamentos do aversário. Riu sozinho. Agora só faltava derrotar o maior aliado de Skull. Ele destacou seu herói principal entre suas tropas e avançou com ele contra GodHorn. Uma luta mano a mano, ou "x1" como eles gostavam de escrever, decidiria aquilo de forma épica. Não precisava fazer aquilo. Afinal, com sua quantidade de tropas, poderia ter avançado com todos e acabar com aquilo. Preferiu um show final e depois levaria seus soldados à vitória, enquanto o restante combatia o restante dos aliados de Skull.
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Gothgirl em Ter Maio 24, 2016 6:35 pm

    Com o fim da cena, os atores passam a se reposicionar novamente, prontos para o começo da próxima filmagem. Me afasto um pouco do set e estalo os dedos – Kate, uma ajudinha e um copo de água, por favor – digo, aguardando enquanto duas mulheres se aproximam, uma delas me entregando um copo descartável de água com gelo até pouco mais da metade e outra segurando um kit de maquiagem portátil, que usa para retocar minha maquiagem e criar algumas marcas novas no meu rosto.

    Entrego o copo vazio para a mesma assistente que o havia me entregado e então começo a caminhar novamente para as câmeras. Dou uma leve desarrumada no cabelo e me posiciono abaixada onde a cena de luta acabaria.

    Assim que o diretor sinaliza, me levanto com certo esforço, olhando em volta, cansada, para os inimigos caídos antes de caminhar em direção à saída. Minha mão se posiciona lentamente na maçaneta, dando tempo para as câmeras se aproximarem e darem um take dramático antes de eu realmente passar pela porta.
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Edu em Qui Maio 26, 2016 8:08 pm

    - Ah...- reclama ela botando as suas mãos nas temporas.

    A dor estava melhorando depois que tinha levantado. Olhou ao redor e viu uma outra pessoa com a cara virada pra baixo. Desceu o seu olhar pra si mesma e viu as roupas que estava. Será que elas eram as mesmas do seu sonho? Não se lembra direito. A calça que estava tinha diferença, não tinha escrito o nome da academia que trabalhava. Deu de ombros em relação a isso. No momento estava mais focada em se questionar sobre quem era, que lugar era aquele e aquele garoto ali estava vivo ou não.

    Quando a tontura foi finalmente embora ela foi andando até a outra pessoa ali e a desvirou do chão gelado. Estava morto ou dormia? Não sabia, alias não sabia de nada. Mal lembrava do sonho que tinha tido antes de acordar naquele local estranho. Tinha uma chave pendurada no seu pescoço alias. olhou pra porta e olhou pra ela de novo. Fez a ligação mais obvia, possivel. Andou a até a porta e colocou a chava na fechadura girando pra ver se ela abria.
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por spectro em Seg Maio 30, 2016 9:20 am

    Toshio Ishida

    Strawhat Vs GodHorn, uma batalha épica entre os membros de clãs rivais, chuva de magias e ataques especiais foram disparadas, as tropas aéreas de Hat dizimou os arqueiros, agora faltava apenas o golpe final no coração de Skull, se ele perdesse seu maior aliado estava tudo acabado para ele.

    Starwhat foi rápido no “gatilho”, seu ataque especial Hammer God foi o principal golpe que fez o avatar de Godhorn se esfarelar, mais uma chuva de luzes, magias e golpes especiais voavam em todos os lugares da tela.

    Skull apareceu finalmente, ali era o fim, o jogador rival fez um ataque surpresa, Skull Crash Bomb, um golpe fulminante e mortal, por pouco a vida de strawhat não se esgotava, graças a poucos itens de cura que guardava.

    A intensidade das lutas seria colocada a prova, Hammer God novamente? Era o que tinha de mais forte, não!!! Existia uma habilidade de multiclasse que guardava a muito tempo não a usava, a Mirror Force, era um ataque que refletia o golpe de volta para seu inimigo, e assim o fez.

    O golpe de Skull iria matá-lo, mas a mirror force fez seu trabalho, e bastava usar a Hammer God e finalizar tudo. Foi o que houve, Skull fora derrotado e assim a princesa Evelyn fora vingada. O povo jubilaria pela vitória de Strawhat, Orcs e Ogros foram subjugados.

    Mas algo se tornou abstrato, o jovem jogador não conseguia tocar seu mouse, e as teclas de seu computador se tornaram névoa, ele sentiu seu corpo ser empurrado, estava gelado o ambiente, frio, muito frio.

    Ele acordava em um ambiente estranho, ao olhar em volta viu uma mulher de costas para ele, Toshio via que ela estava indo em direção a uma porta, estava em uma sala com paredes, teto e piso branco.

    As luzes do quarto estão acesas e acopladas no teto de altura suficiente para que não possam alcançá-las, e uma espécie de vidro as protege. Não há janelas, a única escapatória dali seria pela porta sem maçaneta, havia também um chapéu preto emborcado de modo que a boca onde se coloca a cabeça estava para baixo, ele estava em um dos cantos do quarto.

    Toshio Ishida estava no chão, virado de barriga para cima, havia sentido as mãos da mulher lhe virando, ela agora ia em direção a porta.

    _____________________________________________________________________________________________


    Zoe Benson

    A atriz não poupou esforços para realizar a cena, agora estava diante da maçaneta da porta, ao sinal do diretor, ela giraria a mesma e abriria a porta. Ela se preparou, luz câmera e ação!!!

    Ela girou a maçaneta e abriu a porta, do outro lado estava um homem com um revólver apontado para ela, ele puxou o gatilho, estava sorrindo, um sorriso amarelo estampado no rosto. A arma disparou. Bang!!!! Não houve tempo para reações.

    O som zumbiu em sua mente, um som agudo fez seu cérebro doer, seu ouvido também doía, seus sentidos, estavam todos embaralhados, a mulher estava atordoada, acordou em um local diferente das cenas do set. Estava em um corredor, paredes brancas brilhosas.

    O teto com luzes que transmitiam um branco vivo, o chão gelado, no final de um dos lados do corredor em que Zoe estava havia uma porta, no outro lado estava uma porta redonda de aço com um painel à direita. Zoe ainda estava tonta, estava só, desorientada, aquela cena, não sabia se era verdade ou apenas um sonho.

    Di Paolo, Kate, assistentes, atores, tudo se confundia em sua mente, com a dor de cabeça exorbitante, o corredor era estreito, uns 3 metros, já o comprimento era de uns 30 metros.

    Zoe ao tentar se levantar cambaleava, até que viu uma carteira no chão, estava ao lado dela, a carteira dourada reluzia ao reflexo da luz local. Ela estava no meio do corredor.

    Zoe ouviu um clique, uma das portas do final do corredor estava se abrindo... A porta redonda de aço ficara imóvel, a outra porta se abria e uma figura feminina aparecia...

    _________________________________________________________________________________________

    Carla Asaki


    Carla verificou o rapaz ali, virou seu corpo, percebeu que sua respiração estava normal, seu peito subia e descia, estava vivo.
    Ela então percebeu a chave em seu pescoço, olhou para a porta sem maçaneta e foi até lá. Foi devagar, atrás de si o jovem acordava, ela não notou isso, ficou de frente para a porta, respirou fundo, colocou a chave na fechadura, encaixou perfeitamente, girou uma, duas vezes, um estalo foi ouvido por Carla.

    A porta se abriu, revelando um corredor estreito e longo, no meio dele havia uma mulher encostada na parede, ela estava tonta, parecia uma bêbada.

    Itens de Carla:



    _______________________________________________________________________________________________

    Off Game para todos:
    Off: galera se forem apenas conversar, podem ficar a vontade nos posts, sem precisar me esperar, mas se fizerem ações esperem por minhas postagens, e por favor, façam apenas uma ação cada.

    Goth A carteira é a mesma da imagem da sua PJ...
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Luxi em Seg Maio 30, 2016 9:43 am


    Toshio apertou consecutivamente o botão para comandar o macro de risadas. Tinha conseguido vencê-lo de forma memorável.

    Era até normal ouvir uma voz imaginária de narrador enquanto jogava e depois ter a sensação de que estava em outro mundo, mas isso só acontecia quando tirava os fones, de volta a realidade com o prazer da tela anunciando vitória.

    Toshio estranhou aqueal sensação de névoa e tentou, sem sucesso, alcançar os salgadinhos. Talvez estivesse com fome demais. Era por isso que parecia ter uma mesa de bar no lugar de uma escrivaninha, já que tinha garrafas de água, refrigerante e salgadinhos espalhados.

    Arregalou os olhos, experimentando uma sensação completamente nova. Talvez estivesse passando por algum tipo de colapso por excesso de jogo? Nunca acreditou que isso aconteceria com ele. Sentiu medo. Tinha mesmo exagerado?

    Quando acordou, achou que estava em um tipo de sonho. Provavelmente tinha apagado de vez no quarto, exceto que a sensação era mais real do que o comum. Sentiu alguém o movendo. Alguém o acordava no quarto?

    Esfregou os olhos por baixo dos óculos. Um quarto todo branco e uma mulher. Espera. Era algum tipo de sonho com alguma capa de revista? Sentou-se devagar, enquanto a olhava ir até a porta. Corou de leve só de pensar que sua mente estava viajando a esse ponto. Conseguiria controlar o sonho?

    Atrás da porta, outra mulher aparecia. Ajeitou os óculos, engolindo em seco. Mais mulheres. Esse sonho estava começando a deixá-lo nervoso. De repente, a ideia de ser deixado para trás o perturbou. Ele se levantou devagar, estralando pescoço e dedos das mãos. Caminhou só um pouco, optando apenas assistir à cena.
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Edu em Ter Jun 07, 2016 2:04 am

    Carla corre imediatamente para a mulher que tentava se levantar tonta, apoia ela passando o braço da desconhecida sobre o seu ombro. Na sua mente ela se indaga: " quem eram aquelas pessoas, alias, quem era ela?" Eram muitas perguntas na sua cabeça naquele momento e uma unica angustia: não ter respostas.

    - Você está bem? Sabe onde estamos?
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por spectro em Sex Jun 24, 2016 11:59 am

    Carla conseguiu segurar a moça estranha que apenas acenou com uma das mãos, aos poucos a sua tontura ia passando, e assim conseguiu falar:

    - Eu?... Eu não sei onde estou... Estava no set de gravação... Espera... Será que era um sonho? Eu sou... Benson. Zoe Benson.
    Quem é você? Isto por acaso faz parte de algum enredo de...?


    As palavras sumiram, Zoe olhou em volta sem saber o que estava acontecendo, aquele corredor, um jovem estranho e uma mulher a segurá-la, Zoe empurrou Carla, não quis ser arrogante e mau educada mas o fez por impulso. andou alguns passos e ficou atônita, não sabia o que era aquilo ou aquele lugar.

    Atrás de Toshio ficou a sala, e a sua frente o corredor que findava em uma porta de aço, que parecia tremendamente reforçada, as duas garotas estavam no meio do corredor e o jovem se encontrava perto da porta da sala sem saída.

    Seu Chapéu ainda estava caído no chão em um dos cantos da sala, o oriental olhava fixamente para as duas loiras ali a sua frente sem saber o que estava acontecendo.

    Carla esperava Zoe absorver o que estava acontecendo ali, ela parecia mais confusa, com certeza então não fora ela que os levou até ali.

    Trilha sonora:
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Luxi em Ter Jun 28, 2016 11:59 am

    Toshio não queria ficar sozinho naquele lugar bizarro. Parecia tão real para um sonho e de qualquer forma, se fosse mesmo um sonho poderia sentir-se com mais coragem. Levantou em busca de seu chapéu, mas espiando as duas a todo instante. Sentia-se mesmo assistindo a uma série.

    Aproximou-se das duas, antes que desaparecessem magicamente ou algo do tipo. Ajeitou as abas do chapéu e ficou como uma pequena assombração atrás delas. Estava cada vez mais perdido.
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

    Mensagem por Edu em Qui Jun 30, 2016 12:27 am

    - Acho que não, até mesmo porque a ultima coisa que lembro era estar em casa e ter ido dormir. Me chamo Carla - Responde ela a Zoe.

    Carla olhou esquisito para a mulher assim que ela a empurrou. Talvez ela não reagisse tão bem assim ao fato de descobrir que estava num local estranha aparentemente presa.

    - Acho que estamos presos aqui, alguem nos deu boa noite Cinderela e nos trouxe para cá - diz Carla olhando para atrás e vendo a presença do adolescente que estava desacordado no quarto lá atrás - E você rapazinho, como se chama? Tem alguma ideia de como viemos parar aqui?
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    Re: Silent Room - 1º Room / O Despertar Do Esquecimento

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