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Fichas dos PCs

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Hellkite
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Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Ter Jul 05, 2016 1:49 pm

Postem as fichas aqui!

Criação de PCS: array basico, 15,14,13,12,10,8, 1-nivel, classes basicas, raças basicas.

PCs clerigos: O clerigo pode escolher seguir uma das deusas, o panteão todo, ou um determinado conceito. No ultimo caso precisariamos discutir a respeito, para determinar esferas de influencia adequadas. Existe uma deusa acima de todas, mas ela é desconhecida pelos mortais de Dominus. O panteão esta descrito na Enciclopedia de Dominus.
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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Sex Jul 08, 2016 12:09 am

Meileen Elorys

http://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=732807

Meileen nasceu em uma floresta próxima a um vilarejo humano.

Ainda criança teve seus pais mortos por uma fera na floresta onde viviam. Assustada, a jovem elfa correu sem parar até chegar a cidade humana, lá ficou perdida e faminta e quase sem qualquer tipo de ajuda, apesar de ser uma situação rara. Ela então foi pedir ajuda em um posto militar e foi rechaçada pelos humanos do lugar. Porém, foi ao ajudar uma senhora a carregar peso que também obteve ajuda. Essa senhora humana - chamada Loren - morava sozinha (sem marido ou filhos) e tinha uma loja de tecidos. Ela ofereceu trabalho a essa criança e com o tempo se afeiçoou a jovem e elas acabaram se tornando como mãe e filha.

Quando Meileen atingiu uma idade que os humanos consideravam como adulta, a elfa se alistou na milícia da cidade, retribuindo com trabalho e gentileza o maltrato que recebeu deles. Certo dia, durante seu treinamento, um prisioneiro fugiu e correu para a floresta e Meileen por ter um bom conhecimento da floresta onde vivera parte da infância, recapturou facilmente o fugitivo. Desde então ela passou a ser patrulheira da orla da floresta, capturando fugitivos, resgatando pessoas perdidas, trabalhando contra caçadores exploradores ilegais.

Hoje em dia Meileen mora com a mãe (já bem idosa) e alterna entre o quartel e a floresta.
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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Qui Ago 04, 2016 8:27 pm

Elmon Enyarus - Thalion

http://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=892602

BG

Nascido em um vilarejo pequeno o jovem meio elfo cresceu brincando nas florestas nas proximidades desse vilarejo, ele se tornou passou a viver muito tempo na natureza, amava estar cercado de verde e de animais, aquele ar o deixava confortável, quanto mais ele crescia, mais ele adentrava nas florestas, e menos tempo ele passava no vilarejo. Durante sua adolescencia, o garoto encontrou nas profundezas da floresta a casa de um druida eremita. Com o tempo o garoto passou a visitar constantemente aquele druida, não demorou muito para ele virar seu discípulo.

Durante anos ele treinou com ele e realizou os testes para ser um druida. E aos 40 anos ele concluiu seu treinamento, mas ele precisava se aperfeiçoar mais, então em busca de aprimorar suas habilidades, ele saiu da floresta onde viveu com o seu mestre por anos e saiu em busca de aventuras.
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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Seg Out 24, 2016 6:56 pm

Ellywick - Edu


Ficha:

http://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=954910

Ellywick:


Ellywick nasceu na capital de Galia, sua mãe era uma comerciante e humana, seu pai era um gnomo mais dele não conhecia nada, entretanto a maior parte da qualidades raciais herdou do seu lado gnomo. Só a altura um pouco maior e o fato de parecer mais uma menina pré-adolescente talvez tenha os únicos traços humanos que ficaram nela.

Não se lembra ao certo com quantos anos foi que ela entrou para o ensino eclesiástico de Solaris, talvez com 16 ou com 17 anos? Agora com 45 anos de idade parecia tudo nublado, o importante é que depois de mais ou menos 10 anos da sua ordenação como sacerdotisa da senhora do ocultismo, uma certa baronesa apareceu na sua vida.

Naquela época logo depois da sua ordenação ela abriu a sua loja esoterica no qual ela jogava cartas e trabalhava como vidente. Obviamente tinha pego um emprestimo com a sua mãe (nessa hora é bom tem pais ricos) para poder alugar o espaço e comprar todo o material do estabelecimento. O lucro foi tanto que pode pagar a sua mãe apenas alguns meses depois.
Voltando ao assunto, mais ou menos depois da inauguração da loja, veio essa mulher ao estabelecimento de Ellywick. Ela era alta e com cabelos longos, tinha joias nos seus dedos, pescoço e punhos. Cheirava bem e tinha uma mão de pele suave. Queria que lesse o seu futuro, pois estava perto de um casamento e desejava saber o que aquela união a reservava. A gnomo que não era boba observou no belo rosto da mulher algo escondido, não sabia o que era. Era crueldade, rancor ou odio? Não tinha a menor ideia, mas tinha a impressão que se o resultado das suas leituras não fosse bom e dissesse isso poderia se dar muito mal.

Jogou as cartas e o resultado foi pavaroso muita coisa ruim parecia acompanhar ou iria acontecer com aquela mulher. Desconfortavel, ela mentiu dizendo tudo o que a sua cliente queria ouvir. De bom grado a mulher agredeceu o serviço dela, a pagou e foi embora satisfeita. O jogo virou para Ellywick a partir dessa pequena mentira.

Não sabe ao certo o que aconteceu com a sua cliente, mas algo de tão terrivel ocorreu com ela que a fez tomar raiva de toda igreja de Solaris. Nessa tempo foi que Ellywick era uma baronesa de uma das fronteiras mais ricas do reino, uma mulher muito poderosa. Ela negociava um casamento com um nobre que parecia muito rico, mas no final era tudo aparencias e com união a nobre ganhou para si uma grande divida.

Isso a fez ir atrás da igreja primeiro, a baronesa fez pressão e o corpo esclesiástico de Solaris decidiu expulsar Ellywick dos seus ranks. Assim caiu na ilegalidade, tendo que fechar a sua loja e não podendo praticar mais a sua magia abertamente. A partir do momento que Barbara, a cliente que atendera e mentira, conseguiu a expulsão da gnomo ela mandou os seus assassinos atrás de Ellywick.

Com o dinheiro que tinha juntado conseguiu escapar da cidade se mudando assim para os confins do reino de Galia. Foi para um pequeno e pobre condado chamado de Asteras, ele fica perto de um pantâno. Lugar mal-falado e com mais de uma centena de historia sobres os horrores dos seus brejos. O porto-ocidental era aonde as moções de canoas vindas do outro lado dos alagadiços  desembarcavam trazendo produtos e outras parte do reino e de fora.

Foi ali que Ellywick encontrou um lugar seguro para se esconder da Baronesa Barbara e possivelmente viver o resto dos seus dias. Compro uma casa a beira do pantâno, por uma pechincha é claro, e com o dinheiro que restava ela investiu no pequeno comercio local, comprando os produtos vindos das moções e revendendo-os para os habitantes locais. Não ganhava horrores mas dava para se sustentar.

-------------------------------------------10 anos depois-----------------------------------------------------    
Agora com 45 anos de idade e já tendo passado alguns anos do pesadelo com Barbara aquela baronesa deposta, assassina e maluca. Ellywick estava na varanda da sua casa sentada numa cadeira olhando o pantano que se estendia alguns metros a frente da sua casa. Tinha um sapo parado mais ou menos ao seu lado quase como se a notasse, ele se aproveitava que tinha um grande chamariz para mosquitos ali perto para se alimentar dos insetos. A gnomo nem se importava com a companhia do anfibio ali perto, pois ele estava ajudando ela a se livrar das pragas voadoras que ficavam a picando e sugando o seu sangue. Podendo assim ficar ali se balançando na cadeira e fumando seu cachimbo tranquila.

Era provavel que se um estranho visse aquela cena sem um conhecimento previo da pessoa de Ellywick, ter uma certa preocupação. Pensaria o porquê de uma menina de 12 anos estar fumando em tal idade? Esse era um fato curioso sobre a gnomo, o fato de parecer um pre-adolescente humana. Essa sensação era tão forte que algumas pessoas que a não conheciam na cidade quando entravam na loja pediam para ela chamar os seus pais. Ou então os bilhetinhos amoroso que recebia de alguns meninos da cidade se declarando para ela achando que tinham a mesma idade.
Devia ser por causa da sua aparencia. Pense numa menina de 12 anos magra, com cabelos longos lisos loiros quase brancos, pele bem branca um pouco rosada nas maçã dos rosto e acrescente um rosto bonito e com ar inocente. Essa era a aparencia de Ellywick, uma gnomo de 45 anos de idade. Muitas noites ela acabava rindo com essa pequena confusão que a sua aparencia causava nas pessoas. O que não era o caso dessa vez.

Fumava apenas olhando a fumaça subir e se perder no ar ao redor da sua varanda. Não estava muito a afim de pensar em nada naquela noite, não sabia porquê. Apenas queria admirar a beleza dos brejos a sua frente, ouvir o coaxalhar do sapos e o barulho dos outros animais do pantâno. Com as pernas estendidas no apoio inferior da cadeira, ela foi um pouco para atrás se espreguiçando. Daqui alguns minutos iria entrar em casa preparar um chá e ir dormir.

Antes mesmo que pudesse terminar de se espreguiçar uma batida forte veio na sua porta. Soltando o ar pelo nariz e boca em lamento ela se levantou da cadeira. Quem seria naquele hora? Foi andando passando pela cozinha. Essa que era equipada com um forno a lenha, alguns armarios presos a parede e uma mesa de madeira rustica no centro. O comodo estava iluminado por algumas  velhas acessas presas em suportes de metal na parede. Depois ela passou pela sala de visita aonde um solitario candelabro iluminavao recinto em cima da mesinha de centro.

Chegando a porta, sem muito trabalho ela a destrancou e abriu dando de cara com um homem . Ele tinha mais ou menos 1,75, cabelos curtos escuros, que não dava para sabe se era preto ou castanho escuro, cavanhaque bem desenhado no rosto e um face bem feita. Era um homem bonito, mas acima de tudo era um homem conhecido dela. Rarvadd, um antigo colega que tinha um estabelecimento ao lado dela. Vendia poções magicas, mas que sinceramente não pareciam ser verdadeiras. Parecia um pouco aliviado ao ver-la:

- Ellywick, graça a Mitz que eu achei fosse – exclamou ele ao ver a gnomo assim que abriu a porta – Não quero ser chato, mas será que podemos conversar ai dentro?
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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Seg Nov 21, 2016 7:31 pm

Rosa Rubra - Iiwe

http://www.myth-weavers.com/sheet.html#id=992921

BG:


Um choro abafado era possível ser ouvido por entre as docas, mas várias pessoas que por ali passavam ignoravam os pedidos desesperados. Todos, menos uma pequena humana de cabelos louros e embaraçados. Dandellion, buscava comida por entre as docas, quando escutou o desespero do que parecia ser uma criança ou um animal pequeno. Habilmente, se movendo por entre os mercadores, ela se apoiou em uma tora de madeira para procurar a origem dos pedidos, e percebendo um cesto preso entre as pedras. Com os olhos arregalados, ela amarrou uma corda que estava jogada por ali, na mesma tora de madeira e em sua cintura, e desceu até essas pedras, segurando o cesto, tendo dificuldades para voltar a subir com o peso a mais em seus braços. Uma vez em segurança, ela abriu o cesto para encontrar uma criança elfa, não mais velha que duas luas, com os olhos azuis tristes e um tufo de cabelo ruivo contrastante com a pele alva.

"Por Mitz, como alguém te deixou à mercê dos mares?" Ela disse abraçando a criança e a acalmando da melhor maneira que podia. A humana olhou ao redor, sem saber muito o que fazer, tinha uma criança elfa em seus braços sem cuidados, e ambas sem comida ou abrigo. Com uma análise rápida, ela apenas entrou escondida em um navio grande e permaneceu ali pelos próximos anos da vida de ambas.

-->><<--

Tinha passado sete anos antes daquele grande navio retornar ao ponto de origem, Porto Negro. Muitos gritos xingamentos e maldições podiam ser escutados, mesmo antes do navio atracar. Duas crianças, uma de seis anos, loura dos olhos caramelos, meia-elfa, corria com uma espada de madeira em mãos rindo e se desculpando a cada trombada que dava com um ou outro marujo, enquanto a outra, uma elfa ruiva, de no máximo sete anos, pisava nos pés dos marujos fugindo com o que parecia ser um estilingue em uma de suas mãos, enquanto a outra continha o que parecia ser uma sacolinha cheia de pedregulhos. Ambas riam, enquanto a elfa acertava alvos espalhados pelo navio.

"Rosa! Alyssia!" Uma voz grave foi-se ouvida de um elfo louro saindo da cabine. As roupas dele, mais ajeitadas e decoradas do que as dos demais marujos, e chapéu com penacho rubro indicava a sua posição dentro daquela embarcação.
As duas crianças continuaram rindo, correndo em direção do elfo. Alyssia evitava cruzar o caminho dos marujos que ali limpavam, porém Rosa parecia nem se importar, pisando nos pés dos pobres marujos, e levando consigo o que podia de sujeira até chegar aos pés do capitão.



"Chamou, capitão Argor?" Rosa dizia com um sorriso sapeca no rosto enquanto, Alyssia ria e pulava no colo de seu pai.

"Rosa, Alyssia, quantas vezes já disse para pararem de perturbarem o velho Maguck?" Ele disse ajeitando a meia-elfa nos braços, e batendo de leve no nariz da ruiva.

"Pelo menos 3 vezes ao dia, antes de cada refeição" A ruiva disse com um orgulho, antes de exclamar ao receber novamente um peteleco no nariz. Antes mesmo que ela pudesse dizer algo, a voz de Dandellion ecoou pela cabine.

"Rosa, comporte-se! E as suas roupas novas já estão furadas!" A humana comentou ao sair da cabine, segurando a pequena elfa nos braços. "Francamente, você esquece que é menina e não menino?" Ela indagava fazendo cócegas na criança, que tentava escapar dos braços dela.

"Independente disso, Dandellion, vamos atracar logo, e quero que ambas" Argor disse encarando Alyssia e Rosa "Fiquem longe das mercadorias e dos meus clientes"

"Podemos ficar brincando na cidade então?" Rosa perguntou, finalmente escapando dos braços de sua mãe adotiva. Dandellion trocou olhares com Argor, e sorriu para as suas filhas.

"Desde que você tome conta de Alyssia, e voltei antes do por do sol, por que não?" Ela disse. A outrora pequena humana, agora estava mais alta e esbelta, com os cabelos louros cacheados adornando o rosto dela, ela se tornou uma humana realmente belíssima, e sabia fazer apresentações e entreter os marujos com suas músicas quando os tempos eram difíceis. Com muito orgulho, ela ensinava o que sabia para Rosa e Alyssia, porém ambas viviam brincando de se tornarem temidas piratas, sem se importar muito com o que ela tinha para ensinar.
Uma vez soltas, as crianças correram para a cidade, esquivando das pessoas que ali passavam, sem se importarem para onde iam. Mesmo sendo um porto grande, Argor e Dandellion sabiam que seria difícil perder de vista suas filhas, devido a coloração berrante dos cabelos de Rubra, e a mesma não se afastava muito do Navio, parecia um talento o quão rápido ela aprendia a se locomover em cada porto.

Entre risadas e frases desconexas sendo ditas pelas meninas, a cidade parecia se tornar uma grande aventura, com tesouros a serem saqueados. Ambas faziam com descrição, pegando coisas pequenas e que pudessem ser guardadas nos bolsos.
Uma joia azulada refletiu seu brilho, capturando o olhar de Rosa enquanto elas passaram por uma casa cheia de mulheres seminuas. Alyssia continuava correndo, porém, Rosa tinha parado e olhava para dentro da casa, para o quarto aonde a joia estava. Ela se apoiou no muro observando o colar, esticando a pequena mão na esperança de pegar, sendo surpreendida quando uma mão a segurou pelo pulso, machucando-a com ao cravar as unhas longas na pele.

"Acha que pode pegar tudo o que vê pirralha?" Rosa se voltou a mulher que falava, segurando para não gritar de dor enquanto tentava se soltar. A mulher, uma elfa, loura, dos olhos azuis tão gélidos quantos os olhos de Rosa, a encarava com ódio. "Me responda pirralha!" Ela demandou enfurecida. Rosa abriu a boca apenas para gritar 'me largue' repetidamente e aumentando o volume a cada palavra dita. A concubina, puxou a menina para dentro do quarto e deu um tapa no rosto dela, com a mão cheia de anéis, abrindo um corte na bochecha alva. O sangue começou a escorrer pelo rosto e ambos os olhares se cruzaram com ódio. A mulher levantou o braço novamente para espancar a menina, quando outra concubina entrou no quarto devido os gritos. Rosa aproveitou o momento, segurando o colar e pulando janela a fora, correndo como se não houvesse amanhã.

Segurando o rosto machucado, ela olhava ao redor procurando sua irmã mais nova, para voltar ao navio de seus pais, e uma vez localizada ela simplesmente tomou a mão de Alyssia que chorava perdida, e correram para segurança.
A concubina furiosa com tudo, acabou deixando a criança fugir. "Até parece ter voltado dos mortos" Ela comentou, como se reconhecesse naquela menina, a filha que tinha deixado a mercê dos mares.

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O som do salto batendo contra o chão de madeira ecoava dentro da taverna. Em passos apressados, Rosa segurava uma pequena sacola de moedas, guardando-as discretamente nos bolsos, enquanto Alyssia distraia as pessoas, fingindo estar desmaiando.

Com um sorriso de canto de boca, Rosa desviava e saia da taverna, deixando uma boa distância para não ser pega. Tinha combinado com Alyssia de se encontrar mais tarde no pé do templo, enquanto isso, ela caminhava pela cidade. Havia passado oito anos desde que tinha estado ali e ganhado a cicatriz na bochecha. O corpo de Rosa tinha se alongado e ficado bem esbelto, porém ela usava roupas largas para esconder o seu corpo. Seus cabelos ruivos emaranhados, brincavam com o balançar dos quadris da jovem ao andar. Sabia que atraia olhares, e odiava recebe-los, mas com o tempo, ela aprendeu a aceitar e estava começando a usar tal artificio a seu favor.

Uma vez aos pés do templo, Rosa esperou por entre as sombras. Observando o movimento das pessoas, sem perceber realmente o que acontecia. Sua mente divagava sobre como quais pessoas ali seriam boas dentro de um navio. Queria montar sua tripulação, mas ela mesma não sabia o funcionamento todo do navio, mesmo morando a vida inteira dentro de um. Argor não permitia, comentava sobre mulher marujo dar azar.

"Estás muito séria, pequenina" Uma voz rouca pairou ao seu lado. Sendo pega de surpresa, Rosa se virou com a mão em seu sabre, alarmada ao ser pega de surpresa. Um elfo, dos cabelos ruivos e olhos azuis brincava com a mesma bolsa de moedas que ela roubara momentos atrás. "Deveria tomar cuidado, se não pode ser roubada" Ele tinha os olhos cruéis, e se desviou facilmente quando Rosa começou a ataca-lo. Com poucos movimentos, ele tinha desarmado Rosa, e segurava o queixo dela com força.

Seus cabelos são belos, deveria te chamar de Rubra, não? “ Ele sorri de canto de boca. “ Essas moedas, são da minha tripulação para comprar suprimentos, então, eu acho que como uma ladra, eu deveria cortar a sua mão fora, porém, eu acho que você daria uma ótima vista dentro do meu barco” Rosa arregalou os olhos assustadas, tentando fugir de qualquer maneira, porém, o elfo tinha mais força que ela, e acabou tapando a boca dela com a mão dele. Lágrimas gordas caiam pela pele alva de Rosa, enquanto ela ainda relutava, mas uma dor aguda na sua nuca foi a última coisa que ela sentiu antes do mundo a sua volta escurecer.

Ao acordar novamente, ela conseguiu sentir o movimento dos mares. Ela não reconhecia o local que estava, e a única luz que tinha no local, vinha de uma porta distante. Ela tentou se levantar, para perceber correntes prendendo seus pés, e barras de metal ao seu redor.

Sabe, Rubra, eu devo dizer, você tem um corpo delicioso, mas também reluta bem, acredito que consiga fazer todas as tarefas de um marujo, claro que sempre estará acorrentada com algum dos meus companheiros de confiança, e você deverá fornecer entretenimento sempre que qualquer um de nós precisar” A mesma voz falava de um outro ponto da sala. Ela se voltou ao elfo com raiva.

Me deixe ir! Já tinha conseguido suas moedas de volta! “ Ela gritou com raiva, preocupada com Alyssia e sua família. O elfo, rindo levemente, se aproximou da prisão dela “Por que você tem um rostinho bonito, e tem que pagar pelos seus crimes” Ele disse puxando o colar que ela tinha roubado anos atrás da concubina. “Até lá, isso fica comigo também

Rosa gritou de ódio, sem saber que demoraria anos para conseguir fugir daquele lunático. Por tantos anos, ela passou a aprender como se esconder melhor para fugir dos marujos, e como cada trabalho dentro de um barco funcionava. Seu ódio apenas crescia com o tempo, e por um acaso de sorte, ao aportarem novamente em Porto Negro, Rosa, viu a chance de escapar, uma vez que o marujo que a vigiava, estava extremamente bêbado. Com as correntes em volta do pescoço dele, enforcando-o, ela se libertou daquela maldição e correu para a cidade, procurando uma maneira de conseguir dinheiro para voltar a encontrar com a sua família. Porém, com tantas cicatrizes no corpo e mente, ela já não aceitava mais ser chamada de Rosa, a criança tinha morrido ao ser raptada. Seu nome era Rubra, e se tornaria uma capitã mais temida, e ela acabaria com o elfo que destruiu a sua vida.

-->><<--



Eu? ” Os olhos azuis dela brilharam ao ser indagada. A música da taverna explodia entre as gargalhadas das pessoas que bebiam como se não houvesse amanhã, e a elfa a sua frente, sorria, encoberta pelas sombras criadas pelas luzes fracas das poucas velas espalhadas pelo ambiente. Ela brincava com uma adaga em mãos, a pele alva dela contrastava com os longos cabelos ruivos. O sorriso, você podia jurar que era maldoso, mas com tantas sombras, você não pode ter certeza. Ela se levantou calmamente, caminhando em sua direção.
 
Meu nome, é Rubra” Os dedos dela passaram pela sua mão, tomando lentamente a garrafa de rum que você tinha, e levanta até os lábios carmesins. Tomando um gole da bebida antes de continuar, “filha de um mercador, que recusou todos os pretendentes, pois me apaixonei por um marujo que ainda está em alto mar” Ela comentou, a sua voz suave, mal se distinguia pelas gargalhadas e conversas dos demais. Com passos leves, ela se aproximou sussurrando no seu ouvido e devolvendo a garrafa em suas mãos.
 
Porém, apenas ele poderia me consolar” Era convidativa para acompanhar ela, mas o momento que você se virou, os cabelos ruivos não eram mais vistos no estabelecimento.

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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Seg Nov 21, 2016 7:34 pm

Dustan - Gakky


Nome: Dustan Wistaria
Idade: 25 | Sexo: M | Altura: 1,85 m | Traços: Humanoide | Peso: 75 kg
Aparência: Loiro, cabelos curtos, olhos azuis, pele branca dentes da frente levemente tortos.
Roupas: Armadura ou roupa medieval simples, uma camisa e uma calça típicas de um plebeu.
Raça: Humano | Nível: 1 | Tamanho: Médio
Alinhamento: Bom e Neutro | Classe: Guerreiro

Atributos:

For:15 -> +2
Des:14 -> +2
Cons:13 -> +1
Int:8 -> -1
Sab:10 -> 0
Car:12 -> +1


Pvs: 11
CA: 14 (Armadura + escudo )
Toque: +2 (Destreza)
Surpreso: +4 (Armadura)
Inciativa: +2
Bônus Base de Ataque: +1
Deslocamento: 6 m
Idioma: Comum

Fort: +3 ( +2 Guerreiro, +1 Cons)
Ref: +2 (+2 Des)
Vontade: 0

Ataques:
Corpo a corpo:
Ataques à distância:

Habilidades de raça:
Perícia Adicional: 4 pontos, e 1 ponto a cada nível das pericias de classe.

Habilidades de classe:

Pontos de Vida: d10
Características de Classe:
Sabe usar armas simples e comuns, armaduras e escudos.
Recebe talento adicional, também no nivel 2 e depois a cada dois níveis.

Talentos:( +1 por ser humano) (+1 por ser Guerreiro)

USAR ARMA EXÓTICA (ESPADA BASTARDA)

Spoiler:

Pré-requisito: Bônus Base de Ataque +1 ou superior (e For 13+ para espada bastarda e machado de guerra anão).

Benefício: Escolha um tipo de arma exótica, como um mangual atroz ou shuriken (consulte a Tabela 7–5: Armas, página 116 do Livro do Jogador). O personagem ataca normalmente coma arma escolhida.

Normal: Um personagem empunhando uma arma que não saiba usar sofre –4 de penalidade nas jogadas de ataque.

Especial: O personagem pode adquirir esse talento diversas vezes. Sempre que o escolher, ele se aplica a outra arma exótica. Esse talento, quando aplicado à espada bastarda e ao machado de guerra anão, terá o pré-requisito adicional For 13+.

Um guerreiro pode escolher Usar Arma Exótica como um de seus talentos adicionais.

INICIATIVA APRIMORADA
Spoiler:

Benefício: O personagem recebe +4 de bônus nos testes de Iniciativa.

Especial: Um guerreiro pode escolher Iniciativa Aprimorada como um de seus talentos adicionais.

Livro do Jogador, página 97.

ESQUIVA

Spoiler:
Requisitos: Des 13

+1 de bônus de esquiva na CA contra um adversário à sua escolha

Perícias: (2 + modificador de int) x 4 + 4 por ser humano

Classe: 12

Adestrar Animais(Car) -> +1 (+0 graduação) +1 (Car)
Cavalgar (Des) -> +3 (+1 graduação) +2 (Des)
Escalar (For) -> +4 (+2 graduação) +2(For)
Initimidação(Car)-> +4 (+3 graduação) +1 (Car)
Natação (For) -> +2 (+0 graduação) +2(For)
Ofícios (Int) -> -1(-1 Int)
Saltar (For) -> +4 (+2 graduação) +2(For)

Fora da classe:
Ouvir(sab) -> +2 ( 2 graduação - 4 pontos)

Outras:

Equipamentos: 150 PO (Guerreiro) (carga leve até 33 kg)

Espada bastarda Dano(M) 1d10 / Incremento Decisivo: 19-20/x2/ 3kg Cortante
Arco curto Dano(M) 1d6 / Incremento Decisivo: x3 / 18 metros / 1 kg Perfurante
Flechas (20) 1,5 kg
Armadura Brunea +4(Bônus) +3 (Des max) (6 m Deslocamento) (15 kg)

*Total do custo de armas e armaduras: 116 PO (35 PO espada bastarda, 30 PO arco curso, 1 PO flechas, 50 PO Brunea)
*Peso de arma e armadura: 20,5 kg

Mochila (2 PO / 1 kg ):
Spoiler:

- 5 Ração de viagem(um dia) 2,5 kg
- 2 Tocha 1 kg
- Cantil 2kg
- Saco de dormir 2,5 kg
- Pederneira e Isqueiro
- Corda de seda (15 m) 2,5 kg

Total de peso da mochila: 10,5 kg
Total custo de mochila e itens: 16 PO 6 PP 2PC (2PO e 5PP de 5 ração, 2PC Tocha, 1 PO cantil, 1PP Saco de dormir, 1 PO Pederneira, corda de seda)

Total de peso carregado: 32 Kg - Carga Leve
Dinheiro: 17 PO 3PP 2 PC (150 - 132,62 gasto)

História:


A terra natal de Dustan é Galia, passou sua infância como um camponês criado pelos tios e pela mãe solteira. Durante toda vida ele sofreu preconceito por ser filho de mãe solteira, também era sempre chamado de bastardo. Desde jovem entrava em brigas para defender sua mãe de comentários maldosos. Como moravam de favor na casa dos tios, algumas vezes tinha que ficar calado e fazer todo tipo de serviço.

Sua mãe sempre escondeu sobre a identidade de seu pai, o que deixava Dustan muitas vezes irritado. Dustan nunca soube, mas é fruto de uma paixão proibida entre uma serva e o rei de Galia. Quando criança, seus primos gostavam de provocá-lo e até batiam nele várias vezes, quando os respondia. Dustan era o mais novo comparado aos primos, por isso sempre acabava levando a pior nas brigas. Porém conforme foi crescendo, foi aprendendo a se defender, treinava sozinho todas as noites. Ele percebeu a necessidade de ser forte para proteger sua mãe e também para se defender. Sempre que algum cavalheiro vinha a cidade, saía para imitá-los e insistia por conselhos de combate, mesmo que fosse negado várias vezes, nunca desistia. Para se livrarem dele, acabavam lhe ensinando algumas coisas em troca de serviços de escudeiro.

Com o tempo, Dustan conseguiu se tornar um razoável guerreiro, os primos não mais o provocavam, pois agora sabia se defender e até os ultrapassava em habilidade. Porém a vila ainda o via como um bastardo, alguém sem nome e perdido. Dificilmente encontrava boas oportunidades.

Certo dia, quando a casa do ferreiro foi invadida por ladrões, Dustan ouviu a invasão e ajudou a por os bandidos para fora. Agradecido, o ferreiro deixou que ele escolhesse uma arma e uma armadura. Dustan se encantou por uma espada chamada bastarda, talvez por terem o mesmo rótulo. No começo não sabia a usar muito bem, mas com o tempo aprendeu e se tornou muito bom com ela.

Apesar de tudo isso, Dustan é genuinamente bom e gentil. Ele não costuma perder o bom humor. Por causa de sua mãe, não tolera quando vê alguém destratando uma mulher. A única coisa que ele tem do seu pai é uma chave, o qual leva pendurada em seu pescoço como um colar. Por ser camponês e por não tem uma família bem estruturada, ele não é bom em estudos, lê apenas o necessário.

Dustan gostaria de casar e ter uma família, porém por causa de seu rótulo de bastardo, ninguém o quer como genro. Ele gosta da filha do ferreiro, mas este também não o aceita. Então Dustan cansou de ser sempre o fracassado, o excluído, e para tentar mudar a situação, parte de sua vila em busca de honra e tesouros. Esperando que assim seja aceito como os outros. Também tem a esperança de encontrar o pai em uma de suas aventuras, por isso leva sempre a chave consigo.

Hellkite
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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Sex Maio 19, 2017 10:56 am

Fauzi - Hadesfallen

História:
Fauzi nasceu num pequeno povoado no reino de Rabiah. Apesar de ser um povoado pequeno e sem expressões políticas no reino, os guerreiros desse povoado era conhecido por terem poderes especiais e chamados de "munires". Eles eram habilidosos com armas e armaduras (apesar de não usarem armaduras pesadas devido ao calor do deserto) e tinham também poderes especiais que nenhum outro guerreiro no reino possuía. Esses poderes permitiam que esses guerreiros invocassem feitiços com o poder da mente e logo esse pequeno povoado chamou a atenção do governante de Rabiah. Em determinado dia, o governante foi até o povoado e deu uma ordem, os guerreiros do povoado seriam treinados pra fazer parte da guarda real, contudo, tal ordem foi prontamente recusada pelo líder do povoado, pai de Fauzi que disse que seu povo não era escravo e que se alguns deles quisessem se juntar voluntariamente ao soberano, tudo bem, mas que não seriam forçados a isso. O governante concordou e pediu para os que quisessem fazer parte da guarda se apresentassem a ele no dia seguinte. No dia seguinte ele foi até o povoado com uma grande comitiva e aproximadamente 15 guerreiros somente se apresentaram, o resto queria viver sua vida em paz sem se meter em confusões ou intrigas políticas. O rei então sorriu e disse... "Pois bem, matem o resto...", então iniciou-se uma batalha feroz no vilarejo. Os soldados do Rei não eram tão poderosos quanto os Munires, mas eram mais numerosos, na proporção de 10 para 1 e no fim subjugaram todo o vilarejo, inclusive os pais de Fauzi. Os únicos que foram poupados foram as famílias dos 15 que, diante de tal evento nada fizeram para ajudar seus companheiros. Fauzi conseguiu fugir devido a seu avó que, na confusão, fugiu com o neto. Nessa época, Fauzi tinha somente 10 anos.
Ele passou então vivendo no deserto e ensinando ao neto como sobreviver naquele ambiente e como usar os poderes inerentes dos Munires. Cinco anos depois seu avo morreu devido a idade avançada e Fauzi teve que seguir a vida sozinho...
Ele foi para capital, para ficar próximo do governante e notou que os 15 guerreiros munires, criaram uma guarda real com poderes especiais que protegiam o governante e isso fez com que ele ficasse ainda mais cruel com o povo e o subjugasse ainda mais violentamente, sabendo que sua guarda especial o protegeria de qualquer mal. Fauzi, considerava esses 15 guerreiros, traidores do seu povo e ficou vivendo como mercenário na cidade durante um 1 ano... Determinada noite ele teve seu quarto na taverna invadido e foi capturado por Kamal, um dos 15. Kamal sabia quem Fauzi era e tinha meios psíquicos de detectar outros "munires" como ele. Kamal não disse aos seus soldados quem era aquele homem e nem o por que estava sendo preso, simplesmente, após capturá-lo, trancou-se com ele, sozinho, e iniciou uma conversa:
Kamal: Você deve sair de Rabiah imediatamente.... É muito perigoso para....
Fauzi: O que você vai fazer traidor? Vai me matar?
Kamal: Não, seja tolo Fauzi, se eu quisesse isso já teria feito... Nem todos gostamos do que o rei fez no vilarejo....Foi um massacre... Tínhamos amigos lá, seu pai era um deles, mas não tivemos escolha... Era isso, ou nós estaríamos mortos também. De qualquer forma, você deve partir.... Há outros que são completamente fieis ao rei e que se o pegasse, o mataria... Vou te colocar num barco e será exilado... Nunca mais volte aqui... Jafar sabe

Dito isso, Kamal ordenou que o prisioneiro fosse colocado num barco e exilado e que nunca mais retornasse a Rabiah, devido aos crimes que cometera. Esse barco dirigia-se a Porto Negro e na viagem para esse novo lugar Fauzi jurou que ficaria forte, dominaria seus poderes, arrumaria aliados e depois retornaria para se vingar do maldito governante que matou sua família.
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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Ter Jun 13, 2017 8:58 pm

Nome - Knov Shadowstep
Raça - Humano
Classe - Ladino
Tendencia - Caótico e Neutro
Divindade - Ateu
Idade - 29
Sexo - Masc.
Altura - 1,85
Peso - 83kg
Olhos - Castanhos
Cabelos - Castanho escuro
Pele - Clara

Habilidades

13 forç
15 dest
14 con
12 int
8 sab
10 car


PV

9

CA

14


Pericias

36 PTs

Furtividade 4
Esconder-se 4
Observar 4
Ouvir 4
Saltar 4
Arte da fuga 4
Abrir fechaduras 4
Usar cordas 4
Alquimia 4


Talentos

Acuidade com Arma ( Adaga )
Vitalidade


Habilidades Especiais

Ataque furtivo +1d6
Encontrar armadilhas


Armas

2 Adagas de soco, 1d4 cada


Armadura

Corselete de couro, +2 CA


Equipamentos

Mochila com cantil
um dia de rações de viagem
saco de dormir
saco
pederneira e isqueiro
instrumentos de ladrão
lanterna coberta
300 ml de óleo
Caixa com 10 virotes
16 PO



História


Knov Shadowstep, o ultimo herdeiro da família Shadowstep, durante seu auge a família era responsável por um pequeno vilarejo localizado no deserto do reino de Galia. Sua fortuna ? fruto de assassinatos, roubos de grande escala.

Até que em um fatídico dia, no calar de uma noite tranquila, se ouviu ao longe um zunido, ensurdecedor. Knov era apenas uma criança mas lembra-se de seu pai acordando a ele e sua irmã mais nova no meio da noite, e em seus braços levando os dois até o subterrâneo do castelo. Ao chegar diante da porta que daria para o subterrâneo, o zunido já estava causando espasmos em sua irmã, de maneira que ela se contorcia, as ultimas palavras de seu pai antes de fechar aquela porta ¿ Foram ...

- Fujam pelo labirinto, cuide de sua irmã.

Foi no bater da porta que Knov acordou em um pulo... Onde ele estava ¿

“- Que cheiro horrível ! Onde estou ¿ Como vim parar aqui ¿”

Tais perguntas resumiam a vida de Knov nos últimos 5 anos, ladrão, bêbado, suas memórias após aquela noite, haviam sumido. Até mesmo o nome de sua irmã, e o que havia acontecido com ela, sumiram de sua memória.

Ao se levantar, se deparava com uma vala cheia de corpos em decomposição, o cheiro e a quantidade excessiva de bebida barata que havia ingerido o faziam vomitar. Como Knov havia parado ali ¿ Provavelmente algum roubo mal sucedido, um de seus braços, quebrado, dores pelo corpo inteiro parecia ter sido atropelado por um urso atroz. Mas ele merecia isso, não conseguiu cumprir nem um simples pedido de seu pai..

“- Cuide de sua irmã...”
Hellkite
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Re: Fichas dos PCs

Mensagem por Hellkite em Qui Jun 22, 2017 5:10 pm

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Re: Fichas dos PCs

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