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    Cenário: Divindades

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    Cenário: Divindades

    Mensagem por Aythusa em Sex Jul 15, 2016 7:56 am



    Deuses do Cenário


    "Contam as histórias, que nossa Terra foi criada em tempos imemoriais, em que apenas os Deuses povoavam o então vazio Universo. Eles precisavam de um lugar para chamar de “Lar” após incontáveis períodos de solidão mesmo que na companhia um do outro. Não se sabe ao certo o porquê, mas Eles decidiram iniciar a Era das Criações para compreender quem eram e qual seria seu trabalho."



    > Bitenco, campanha Deuses: A Era da Sobrevivência.
    http://www.novaerarpg.com/t1171-deuses-prologo






    Os Deuses são:

    • Alcunha Tendência - Nome - Nomes dos Templos

    • Natureza NN - Ízeera - Reservas

    • Morte LN - Khafar - Tumbas

    • Sol NB - Otal - Capelas

    • Mar CB - Barbátus - Portos

    • Guerra   CN - Curjus - Arenas

    • Artífice CB - Foghous - Casas

    • Justiça LN - Philares “Cavaleiro Cinza” - Tribunais

    • Comércio LN - Sésio - Comércios

    • Magia NM - Mementos - Bibliotecas

    • Intriga LM - Prévara - Igrejas
    Aythusa
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    Re: Cenário: Divindades

    Mensagem por Aythusa em Qui Set 01, 2016 9:00 pm

    O Panteão dos Deuses




    Os Deuses que criaram o mundo, são:

    Iarlothur: Divindade criadora do Abismo.

    Rival de Utzendir, Iarlothur fora o primeiro a ter a ideia da Criação, e ficou irritado com seu irmão quando ele criou Celéstia. Em contragolpe, ele criou o segundo reino, o Abismo.
    Houve uma competição entre os dois e, graças a isso, os dois planos (celestial e abissal) foram construídos em camadas, com o objetivo de mostrar superioridade em suas criações.

    Majstra: Divindade criadora da Vida.

    Fora ela quem deu o primeiro passo para a criação, dando a forma à Terra que, posteriormente, ela trabalhou criando Montanhas e vastas Florestas. Suas lágrimas de felicidade deram origem às nascentes, rios, lagos e consequentemente ao Mar.
    Majstra também é conhecida como A Grande Mãe, fora ela quem criara a Vida na Terra, como O Primeiro Dragão e os outros serem na Era da Criação.

    Zashlun: Divindade criadora da Luz.

    Fora quem auxiliara Majstra em sua criação, criando o Sol durante o dia, para iluminar todo o terreno da Terra auxiliando no cultivo da Vida.
    Durante as noites, Zashlun está na Luz das Estrelas, não deixando de resguardar a criação de sua adorada irmã, Majstra.

    Mirkazz: Divindade patrona da Escuridão.

    Fora quem impedira da luz ser unânime na Terra, lentamente levando a Escuridão do espaço aos seus terrenos. Embora Mirkazz seja um rival natural de Zashlun, também são complementos necessários para o equilíbrio que descobririam nas Eras posteriores.

    Utzendir: Dividade criadora de Celéstia (O Plano dos Deuses).

    Deus criador e Celéstia, orgulhoso e árduo competidor com Iarlothur. Ele não se satisfez que seu irmão tivesse a ideia da Criação e decidiu adiantar-se à ele criando o Primeiro Reino, onde ele e seus irmãos viveriam. Contrariado com a ousadia de Utzendir, Iarlothur abandonou Celéstia e passou a viver em seu próprio reino, o Abismo, criado para competir com seu irmão.

    Hanaratzark : O Primeiro Dragão.

    O Primeiro e único filho de todos os Celestiais.
    Após a criação de todos os reinos, terrenos e planos dos cinco deuses, era preciso decidir qual seria a vida que habitaria na Terra.
    Majstra decidira que ele deveria nascer no ventre de sua criação.
    Zashlun acrescentou que ele deveria ter o fogo do sol ardendo em suas veias.
    Utzendir disse que seu filho deveria ter asas poderosas e majestosas, mas alcançar os Palácios de Celéstia.
    Iarlothur deu-lhe poder, possibilitando que seu filho pudesse adentrar os terrenos mais baixos do Abismo, mesmo diante da escuridão inevitável das profundezas.
    Mirkazz deu o que poderia ser o mais perigoso dos presentes: a ambição. E em um mundo recém criado, a maior ambição de um filho seria ser como seus pais: Um Deus.

    Hanaratzark irrompeu do ventre da Terra e, com seu enorme poder, força e asas monstruosas, destruiu bosques e secou os rios e, ao avançar para a atmosfera rumo à Celéstia deixou para trás o primeiro Vulcão. A lava da erupção de seu nascimento queimou a vida ao redor dela, destruindo parte da criação de Majstra, enquanto ultrapassava os céus em busca de seus criadores.
    Ao invadir os céus de Utzendir, o Primogênito dos deuses investiu contra um de seus criadores, atirando-o para o solo de Majstra. A Queda de Utzendir abalou toda a região para sempre. O calor da ira que se apoderou do Deus matou e secou a Terra, impossibilitando que qualquer vida surgisse ao longo de quilômetros de terreno por varias Eras vindouras e fora então que o primeiro Deserto nascera na Terra de Majstra.
    Mirkazz se deleitou com o comportamento e poder da fera e a batizou de Hanaratzark, o Desafiador.
    Enquanto Iarlothur festejava a derrota de Utzendir no mais baixo Abismo, Zashlun se preparava para impedir que a Criação deles continuasse a destruir o mundo que sua irmã, Majstra, criara com tamanha graça e delicadeza.
    Zashlun e Utzendir forjaram uma prisão para Hanaratzark. Após tudo criado esperaram até o sexto deus sucumbir aos instintos e avançar sobre Utzendir novamente, mas Zashlun impedira e, com um golpe poderoso, expeliu-o até os Campos Celestiais, seu sangue em fogo fora derramado na Terra e constituíram um formato de ovo...

    Nasceria, dalí, os primeiros dragões, filhos de Hanaratzark.


    ~*~


    Os Dragões Filhos de Hanaratzark:

    Com Hanaratzark preso no plano celestial, os dragões se refugiaram entre os outros deuses, a procura de um protetor.
    Com o passar do tempo, eles foram absorvendo a essência das Divindades a quem se submeteram, nascendo assim a diferenciação dos dragões no mundo.

    "A Utzendir devotaram-se os dragões Azuis e de Prata.
    A Zashlun devotaram-se os dragões Vermelhos, de Latão e de Ouro.
    Majstra aceitou os dragões Verdes, de Cobre e de Bronze.
    Iarlothur aceitou apenas os dragões Negros.
    E Mirkazz recebeu adoração dos dragões Brancos, abundantes, ignorantes e selvagens."
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    Re: Cenário: Divindades

    Mensagem por Aythusa em Sex Set 02, 2016 2:41 am


    Uma História de Nascimento...


    Por pouco tempo os dragões conviveram entre si com harmonia, mas a natureza dominante deles os fizeram, logo, competir.
    Competiam inicialmente por território ou por mero poder e enquanto era só esse o problema estava tudo sob controle aos olhos dos deuses...

    Até que a Fome se tornou implacável.

    O que antes era uma competição por território passou a ser um combate pela própria sobrevivência, onde o perdedor era devorado pelo vencedor.
    Embora alguns dragões se mostraram contra o canibalismo, procurando um meio herbívoro para sobreviver, a fome doía demais para se manterem nesse caminho e, logo, sucumbiram.

    Majstra logo percebeu que precisaria aumentar a sua criação. Vida deveria ser gerada para que outros pudessem viver.
    Por esse motivo, Majstra partiu para o cerne de sua criação, a Terra, para gerar mais vida para preencher a grande obra dos Deuses.

    Com a sua partida, tudo se desequilibrou. E os deuses começaram a sucumbir à uma Era de Caos.
    Primeiro Mirkazz, o mais afastado de seus irmãos, desceu à Terra, dispersando a frieza sombria de sua alma pelos campos de Majstra, fazendo nascer os primeiros Campos Gélidos do mundo. Isso ocorrera enquanto as estrelas de Zashlun adormeciam e ninguém pôde ver a aproximação do irmão sombrio. Todos os seus dragões brancos o acompanharam nas suas novas terras encobertas de gelo.

    Mais uma vez, a inveja de Iarlothur se mostrou descontrolada. Ele saiu de seu Abismo e avançou para a superfície. Uma vez sob a Terra, ordenou que seus dragões negros envenenassem os campos de Majstra, fazendo assim surgirem os pântanos e outros terrenos doentes, tamanha era sua mesquinhez de sua inveja.
    Em resposta, os dragões da Grande Mãe, verdes, cobre e bronze se reuniram ao redor do Vulcão. Junto à eles se uniram os dragões de Zashlun, empenhados e movidos pela bondade do exemplo de seu deus em sempre proteger Majstra e sua criação, os dragões vermelho, de latão e de ouro terminaram de fechar o círculo defendendo o Vulcão que era, nada menos, que a passagem que levaria à Majstra no centro da Terra.

    Sentindo a movimentação de seus filhos, Zashlun finalmente teve sua atenção tomada pelo o que acontecia e desceu incandescente e luminoso para a Terra, provocando outra explosão de lava de dentro do vulcão com o seu impacto.
    Utzendir observou tudo preocupado, sabia que isso seria o início da Primeira Guerra entre os Deuses e gritou chamando o nome de seu eterno Rival Iarlothur, enquanto seus dragões seguiam para auxiliar seu irmão Zashlun ao redor do Fosso.

    A batalha que se seguiu fez as nuvens do céu ficarem negras e a terra ruiu com o impacto do combate. Utzendir lutava com Iarlothur enquanto Zashlun combatia Mirkazz.
    Na superfície de Majstra era rubra de sangue dos corpos dos dragões estirados e das cinzas das florestas queimadas. A guerra durou dias a fio enquanto os quatro irmãos rivalizavam em poder, habilidade e força.

    Com o ensurdecedor som da batalha, Hanaratzark, O Desafiador, despertou de seu sono na prisão na ilha dos Celestiais e desceu à Terra. Todos o temeram imediatamente enquanto assistiam os seus dragões se unirem ao seu verdadeiro ancestral.
    Foi então que a Terra estremeceu em um urro de profunda agonia. Um terremoto que fez mover as águas em tsunames giganescas. O tremos dividiu a Terra e assim foi sendo formado os continentes, os arquipélagos e outras ilhas tudo seguido de um urro visceral do centro da terra e, sob seu comando, tudo se moveu para o seu devido lugar.

    Com o ressurgimento da Grande Mãe, todos os deuses perceberam o que o desequilíbrio poderia causar à criação de todos, não apenas a de sua irmã. Todos recuaram para seus domínios: Zahslun se abrigou em seu Sol; Utzendir cavalgou até Celéstia; Mirkazz partiu para o espaço, longe de todos e imerso em sua escuridão; Iarlothur se rastejou até o Abismo para meditar formas de superar sua irmã na Criação; e até mesmo Hanaratzark se afugentou para sua ilha no plano dos Celestiais, levando consigo seus dragões onde poderia, com seu poder, sanar a fome que os consumiram na Terra. Apenas alguns dragões cromáticos, leais demais à Majstra, imploraram para ficarem em suas terras.


    Majstra criara mais seres para co-habitarem os mundos, todos humanoides e eles puderam fazer suas escolhas para sobreviverem ao mundo que surgiria a partir deles. Entre eles estavam os futuros deuses.

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    Re: Cenário: Divindades

    Mensagem por Aythusa em Sex Set 02, 2016 3:36 am

    Khafar



    O Deus da Morte


    Resumo:

    No início da nova era, os Filhos de Majstra - os 20 seres diferentes em poder e inteligência - escolheram seus novos lares e profissões.
    Khafar fora um dentro tantos humanoides que procuraram os domínios de Iarlothur, em busca de conhecimentos e respostas sobre a vida e a morte.

    Em vida fora um necromante estudioso que se safou vivo algumas vezes até que adentrou nos Pântanos Venenosos, procurando a entrada da cidadela de Iarlothur onde acreditava que obtivesse as respostas para suas inúmeras perguntas.

    Khafar morrera quando enfrentou um trio de dragões que viviam em uma caverna subterrânea, uma das entradas do submundo. Porém, mesmo com o seu corpo sendo destroçado e transformado em um punhado de cinzas por uma magia poderosa e desconhecida - talvez o poder da criação de Majstra - ele ressurgiu em uma forma etérea.

    Fora então que o Deus da Morte adquirira a sua verdadeira forma: um contorno etéreo e sem vida, um fantasma do que fora um dia.

    Personalidade:

    Khafar tem um a personalidade forte, mas é calmo. Em certos pontos chega a ser arrogante, não é do tipo agressivo, ele prefere resolver as coisas na diplomacia antes de tomar medidas mais drásticas. Seus servos são tratados com bastante rigor, ele não facilita para ninguém pois detesta que seus planos falhem de alguma forma e neste ponto ele costuma ser perfeccionista. É muito orgulhoso, mas sabe também ser generoso com aqueles que merecem. Até com seus servos quando cumprem suas missões com maestria.

    Ele se dá bem com a maioria dos Deuses, só tem embates com aqueles que tendem mais para o caos, pois Khafar costuma buscar sempre a ordem e o equilíbrio das coisas, para ele o bem e o mal apesar de contrapostos são necessários para o equilíbrio. Khafar não hesitaria em tomar uma atitude maligna para suprir um efeito benigno que poderia desequilibrar as coisas, assim como ele não hesitaria em tomar atitudes benignas para afrontar o mal em excesso de modo que possa desestabilizar a grande balança.

    Relações:

    Ele tem uma proximidade maior com Sésio.
    Ocupou o posto de Deus após o culto a ele crescer a tal ponto que seu poder ultrapassou o de seu pai Ialorthur que após isso desapareceu subitamente e não deu mais noticias deixando o cargo de Deus da Morte "vago" posteriormente ocupado por Khafar, que, após o desaparecimento de seu pai e até dos dias de hoje, sempre procurou encontrá-lo, ainda sem sucesso.

    Diferente de Sésio, Khafar não se dá bem com Curjus, o Deus das Arenas e da Guerra, pois o considera muito agressivo e caótico e suas decisões geralmente serem opostas a diplomacia e buscar os embates.

    Raça: Fantasma
    Tendência: Neutro/Neutro
    Templos/Cultos: nas Tumbas
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    Re: Cenário: Divindades

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      Data/hora atual: Sab Nov 18, 2017 3:26 pm