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    Salão Comunal da Sonserina

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    Aythusa
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    Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Aythusa em Sab Ago 06, 2016 8:10 pm


    Fundador: Salazar Slyntherin
    Responsável: Prof. Severo Snape
    Cor: Verde e Prata
    Animal: Cobra
    Fantasma: Barão Sangrento
    Características: Astúcia e Ambição.

    Frase: "Não existe o bem e o mal, só existe o poder. E os que são fracos demais para alcançá-lo" (Lord Voldemort - Pedra Filosofal).


    Resumo da história:


    "Salazar Slytherin, um homem muito complexo, desde criança se distinguia dos demais bruxos e bruxas. Morava em uma mansão de uma pequena cidade próxima a Londes. Sua família era a mais rica já conhecida, e também uma das únicas de sangue inteiramente puro. Salazar Slytherin era ofidioglota, isso quer dizer que o mesmo podia falar e entender a língua das cobras, isso contribuiu ainda mais para a sua fama de que era um bruxo das trevas. De fato Salazar Slytherin conhecia muito bem as artes das trevas, inclusive ele possuía também a arte da Legilimência o que significa que ele podia penetrar na mente das pessoas, e era o melhor na época. Em um dos eventos de Hogsmeade, Slytherin participou de um amistoso espetáculo de transfiguração, onde o mesmo transformou 7 pessoas em 7 cobras najas. Slytherin também tinha o péssimo hábito de criar animais perigosos em sua casa, onde o mesmo criou um basilisco até fundar Hogwarts. Ele tinha um medalhão, um medalhão de sua família em prova de que era de uma linhagem honrosa e pura, 'O Medalhão de Slytherin'."

    > Texto extraído da obra "Hogwarts: Uma História".

    Salazar Slytherin foi um dos fundadores de Hogwarts que criou a Casa da Sonserina. Ele acreditava que somente os bruxos de puro sangue deveriam ter a honra de estudar na escola. Essa ideologia causou muitas brigas e discussões com os outros fundadores. Ele abrigou o basilisco que criara dentro da escola, em uma câmara escondida, com o intuito de proteger a escola de nascidos trouxas que manchariam a reputação impecável de Hogwarts.

    Os membros da casa de Sonserina são ardilosos, e acreditam que os ''fins justificam os meios", sendo muitas vezes destinados a um caminho não bem visto pela sociedade bruxas. Nem todos os membros da Sonserina se tonam bruxas das trevas ou comensais da morte, porém uma parcela considerável desses membros se tornam seguidores das artes sombrias.
    Aythusa
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Aythusa em Qui Out 20, 2016 2:30 am

    Os monitores da Sonserina Benjamin Wells e Anastácia Bolton ambos do quarto ano, levavam os alunos do primeiro ano para o Salão Comunal.
    Eles falavam muito pouco com os alunos e, nessas poucas vezes, era apenas para impedir que se desviassem do caminho. Benjamin parecia tranquilo enquanto caminhava, com Holly em seu encalço, já Anastácia falava com um grupo de quartanistas que estavam junto com ela, sem realmente dar atenção às meninas que tentavam lhe encher de perguntas sobre a escola.

    Eles seguiram pelos corredores do castelo.
    Após sair do Salão Comunal em uma porta bem próxima da sua mesa, eles caminharam pouco por um corredor com armaduras enferrujadas - que alguns estudantes juraram que as viram virando a cabeça com o elmo quando passaram -, passaram por quadros onde as pessoas se moviam, acenando e acompanhando os estudantes, curiosas, as vezes passando para outros quadros.

    Nenhum dos monitores se deram ao trabalho de explicar o por quê dos quadros terem esse comportamento nem nenhuma outra coisa tipicamente mágica, afinal era natural o Chapéu Seletor escolher os bruxos da Sonserina que fossem de sangue puro, ou minimamente mestiços que conviveram com famílias bruxas o suficiente para entenderem sobre o universo mágico.
    Não haviam nascidos trouxas na Sonserina.


    Depois do largo corredor pelo qual passaram, com janelas que davam diretamente para o gramado da escola do lado de fora, eles desceram os degraus que levavam à masmorra do castelo e seguiram por um corredor mal iluminado e particularmente úmido. Depois de virarem algumas vezes todos os alunos se depararam diante de uma parede de pedra lisa e tão úmida quanto qualquer outra. Por um momento os alunos ficaram aturdidos e confusos, afinal porque pararam alí? Simplesmente não havia sentido...

    Então ouviram os monitores entoarem em uníssono (como querendo parecer algo realmente impressionante) "Puro Sangue" e a parede começou a se moldar.
    Inicialmente ela pareceu afundar, e a parede antes lisa "colou" em um teto e paredes, se transformando em uma passagem iluminada por archotes magicamente verdes.
    Os monitores sorriram entre si quando ouviram os sons dos calouros animados e impressionados e seguiram o caminho que aparecera para eles.

    Atravessaram um arco grande, largo e alto, com várias runas e serpentes entalhadas nas laterais e finalmente pisaram no Salão Comunal.

    O salão comunal era uma espécie de caverna subterrânea luxuosa. As paredes eram lisas e lustrosas, na lareira belíssima e detalhada com o que parecia ser prata e mármore ardia um fogo brando e sem importância, nas paredes haviam quadros de figuras importantes que foram da Sonserina em tempos passados e que contribuíram para toda a comunidade bruxa. Do teto pendiam correntes que seguravam lustres com luzes redondas e esverdeadas e por todo o salão haviam distribuídas cadeiras altas de espaldar, poltronas e um sofá majestoso junto à lareira, todos em diferentes tons de verde e prata. Também haviam mesas próximas às cadeiras.

    Então os monitores falaram aos alunos, próximos à uma escada com uns sete degraus que conduziam à duas entradas.

    - Todos se aproximem e formem uma lua crescente em torno de nós. - Disse Anastácia, a monitora.

    Após um breve período em que aguardou todos obedecerem e se aquietarem, Benjamin ergueu a voz. Holly havia se misturado no meio dos outros alunos admirando o majestoso salão, mas sempre tomou o cuidado de ficar afastada de Malfoy e dos outros estudantes que riram ou incitaram piadas sobre ela. Felix e Bartholomew estavam perto, acerca de quatro crianças de distância da menina.

    - Este é o Salão Comunal da nossa casa. Aqui, à minha direita - disse apontando para uma das fendas que as escadas conduziam - fica o dormitório dos meninos. Há um andar para cada ano portanto o de vocês serão o primeiro andar.

    Outros alunos estavam chegando no Salão Comunal e se encostavam nas cadeiras e poltronas, observando os novatos. Os monitores ignoraram eles e Anastácia deu seguimento.

    - Igualmente à minha esquerda ficam os dormitórios das meninas. Em ambos os casos, os malões de vocês com seus livros, roupas e qualquer outra coisa que tenham trazidos estão lá. As corujas ficam todas no corujal, é óbvio, mas os outros animais ficam dentro dos dormitórios. É normal encontrá-los perambulando pelo salão comunal também e alguns poucos conseguem sair para os campos da escola.

    - Lembramos que é responsabilidade de vocês os seus animais. Temos ratos e gatos aqui e não é da nossa conta se algum predador comer o seu animal. Então cuidem deles. - complementou Benjamin.

    - Alí - disse Anastácia apontando para um grande quadro cheio de pergaminhos - Fica o Mural de Avisos. Os horários de vocês, assim como o dos demais alunos dos outros anos, são afixados lá.

    - E por último... Somos monitores e não babás, por isso não nos incomodem com pedidos que os professores e o diretor da casa pode resolver.

    Depois que Benjamin disse isso, os dois dispensaram os calouros e se juntaram aos outros alunos do quarto ano. E os estudantes já podiam ir dormir ou ficar para conversar mais tempo depois.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Luxi em Qui Out 20, 2016 11:25 am

    Holly ficava se perguntando se de repente o Chapéu a tinha selecionado para a Sonserina porque os quartos ficavam na parte subterrânea do castelo. Era sombrio como uma prisão antiga e ela achava que talvez o próprio Salão Comunal da casa transformasse os outros em loucos. Não seria uma surpresa, já que toda aquela umidade e escuridão retratavam muito bem o símbolo da casa.
    Será que as pessoas da Corvinal estariam em um luxuoso quarto? E os Lufa-Lufa em um local coberto por plumas e brinquedos? Talvez na grifinória tivessem que saltar pro blocos, escalar sozinhos... algo corajoso. Bem, por enquanto estava tudo certo... exceto que pareciam estar em um labirinto e seria um problema ter que descer ali todos os dias.
    Daqui a pouco estava boquiaberta com o efeito de uma palavra diante da pedra e a coordenação das luzes no local. A cor era muito bela, o verde. Dava uma sensação de mistério e imponência.
    Realmente mágico.

    Dessa vez, tocou de leve a parede para sentir a textura, limpando a mão nas vestes em seguida. Cada vez mais pareciam estar em um covil de monstro. Ainda bem que não trouxera um gato com ela. O bichano provavelmente ficaria assustador. Será que era por causa daquele ambiente que sapos e ratos eram uma opção?

    Finalmente o esconderijo revelava ser muito chique. Mais do que qualquer lugar que ela já tinha pisado antes, a ponto de fazê-la sentir-se mal sem saber por quê.

    A garota olhou timidamente cada um daqueles antecessores da casa. Era meio constrangedor ser seguida com olhos de quadros, então só baixou a cabeça e seguiu, tensa. O que teriam feito seus parentes ao pisarem ali pela primeira vez?

    Já tinha escolhido sua poltrona favorita quando teve que se reunir aos demais em volta do círculo, mas tomou o cuidado de fazer isso lentamente para poder se afastar de gente indesejada. Espiou seus colegas. Agora estava arrependida de ter fugido do menino de olhos de cor diferente. Ele provavelmente a achava estranha... Se bem que também tinham dado risada dele. Que casa mais hostil para ser selecionado. A ansiedade estava a mil.

    Nenhuma menina tinha REALMENTE tirado sarro dela como os meninos fizeram, lembrou de repente. Ficar longe do dormitório da direita poderia ser uma grande salvação. Agora queria desesperadamente ter trazido um dos gatos de Amabilis. Seria uma estadia bem solitária à noite e ela não tinha certeza se queria ir até um corujal com tanta frequência... Será que poderia trocar depois?

    Na verdade, o que ela tinha na cabeça para trazer tão pouca coisa? Pegou os petiscos de coruja que a madrinha tinha lhe dado, um caderno e... fim. Como passaria um ano inteirinho sem amigos e sem nada para fazer? Ok. Agora a ideia de estudar em Hogwarts parecia lhe assustar muito. Mas precisava fazer isso para não ficar amolando sua única "parente" enquanto a mãe estava no hospital.

    Os monitores pareciam bem mais arrogantes agora. Ele provavelmente tinha ficado irritado de tê-la levado ao banheiro... Queria muito olhar o quadro de avisos, mas isso provavelmente atrairia muita atenção e o local estaria cheio de gente. Faria isso mais tarde. Assim que os estudantes se dispersaram, ela seguiu para o quarto.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Whatever em Qui Out 20, 2016 11:25 pm

    O salão comunal ficava nas masmorras, Felix mal acreditava, o lugar era úmido e tinha iluminação baixa, era um tanto arrepiador, por um lado ele realmente gostou daquilo, era macabro e estranho, fazia com que um sorriso aparecesse em seu rosto e o coração palpitasse um pouco, embora tivesse certeza que daqui a algumas semanas esse sentimento já o teria deixado e aquilo se tornaria parte da rotina, por isso quis aproveita-lo enquanto ainda o tinha, por outro lado, a ideia de que teria que passar por esse caminho toda vez que quisesse vir ao salão comunal não deixava de ser irritante, afinal, o caminho era longo e a umidade seria especialmente desconfortável no inverno.

    Felizmente, o salão em si não era nem de perto tão úmido quanto o caminho, era bem aconchegante, o fogo crepitando dava um bom calor a sala, e os sofás espalhados por ela pareciam confortáveis, a iluminação verde, por outro lado, pareceu um tanto excessiva, Felix teria feito perguntas aos monitores, mas eles claramente não estavam animados para responde-las, então se manteve quieto e simplesmente guardou o que eles tinham falado na memória, incluindo a senha para o salão, "Puro-Sangue", se sentia desconfortável pensando nela e se sentiria desconfortável a falando, sempre havia aprendido tanto de seus pais quanto de seu guardião que bruxos eram bruxos, independente de sangue, por causa disso, o elitismo que alguns desses mesmos bruxos tinham o deixava estranhado, e hesitante para confiar neles.

    Após os monitores terem terminado de falar, ele ficou sozinho por alguns minutos, ainda observando com cuidado os detalhes do salão, apreciando sua aparência, passou os olhos pelos quadros, alguns deles retornaram o olhar, e para esses o menino sorriu amigavelmente, viu a menina que tinha saído correndo antes subir para o quarto, deveria estar se sentindo desconfortável, esperou mais alguns minutos, agora não mais observando o salão e sim os alunos, e depois foi até o mural de avisos, por alguma coincidência, as aulas que mais lhe interessavam, Defesa, Feitiços e Voo acabaram sendo as que ele teria junto com os corvinos, com os quais já tinha falado, também estava muito curioso sobre transfiguração e poções, então ficou feliz em saber que essas aulas seriam com os lufanos, eles pareciam divertidos.

    Terminando de olhar os avisos, decidiu ir ao andar de cima para olhar os quartos, acenou para Barto, sem dar muita atenção ao que ele estava fazendo e disse:
    "estou indo para o quarto, nos falamos amanhã certo? Hogwarts é mesmo um lugar interessante não acha?"
    com o sorriso costumeiro no rosto, e então se dirigiu as escadas, quando entrou em seu quarto repetiu seu pequeno ritual de observar o lugar por alguns minutos, e após isso, finalmente deitou-se, ainda em suas vestes, não planejava em dormir em nenhum tempo próximo, não até que a maioria dos alunos já tivesse o feito, sabia que teria seus pesadelos mais cedo ou mais tarde se dormisse, e caso fossem ruins aquela noite, preferia que houvesse menos risco de que alguém o visse, então simplesmente continuou a olhar para cima e esperou em silêncio, mergulhado em seus pensamentos, e atento aos seus arredores.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Shmul em Sex Out 21, 2016 10:37 am

    Conforme caminhavam pela masmorra Bartho sentiu um repentino mal estar seguido por flashbacks de um lugar tão sinistro quanto, mas que ele não conseguia decifrar exatamente onde. Eram, na verdade, lembranças corrompidas em sua mente de uma fatídica noite que ocorreu alguns anos atrás.

    Quando ouviu os monitores entoarem a senha “Puro Sangue”, também lhe trouxe na memória seus avós por parte de pai que era extremamente boçais e preconceituosos. Bartho conseguia pensar em infinitas senhas que seriam bem mais divertidas e interessantes do que aquela, mas preferiu não compartilhar aqueles pensamentos.

    Observou com interesse à bela decoração e aos quadros, e ouviu os recados dos monitores com atenção. Realmente ele se sentia na mansão de seus avós, onde nada era permitido e tudo era motivo para advertências.

    Após serem dispensados, Bartho encontrou Sr. Bonifácio destruindo com suas unhas uma das poltronas do salão comunal e logo tratou de impedi-lo. Enquanto tentava controlar o gato em seu colo, ouviu o que o colega Felix havia dito e respondeu – Já vai dormir? Até amanhã, então.

    Tinha acabado de jantar e comido vários doces, e decidiu não ainda era cedo para dormir. Tudo era novo e interessante, apesar dos momentos de mal estar, e decidiu sentar em uma das poltronas e tentar interagir com outros alunos.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Aythusa em Dom Out 23, 2016 4:23 am

    Holly começou a sentir a pressão do ano letivo que lhe aguardava: morava em uma masmorra, escura, úmida e sombria, com alunos que pareciam insuportavelmente arrogantes e que já haviam soltado inúmeras piadas e brincadeiras, não tinha nenhum amigo - afastara os únicos que tiveram algum interesse nela - e não teria com quem conversar, ao não ser sua coruja, que ficava em um corujal provavelmente bem longe das masmorras...
    De fato, seria uma longa noite para Holly.


    Ela seguiu junto com outros estudantes para os dormitórios das meninas.
    Após subir as escadas que levavam para as escadas, elas percebeu que o corredor que conduzia para o primeiro andar era uma rampa que a levava ainda mais para baixo. As luzes eram esverdeadas, mas era diferente... não sabia explicar o motivo.
    Passou por uma escada que provavelmente a conduziria para o andar das alunas do segundo ano e passou pela porta do seu quarto, finalmente.

    Se imaginava o salão comunal luxuoso, o seu quarto certamente se equiparia à um aposento de realeza para os trouxas.
    Haviam camas luxuosas, todas adornadas em madeira com detalhes em fios de prata para realçar os entalhes de serpentes delicadas contornando o que possivelmente seriam runas e símbolos de famílias bruxas que se destacaram na história honrando o nome de Slytherin através dos séculos. As peças em madeira de cada canto da cama se erguiam formando um majestoso e imponente dossel, com tecidos em seda verde e prateada, destacando o símbolo da Sonserina. Holly percebeu, com uma certa gratidão interior, que cada cama tinha uma cortina que poderia fechar em volta da cama e ninguém a veria alí.
    A cama também era maior do que uma cama de solteiro normal, um colchão confortável e travesseiro de plumas. Ao lado da cama havia uma cabeceira com duas gavetas, com a mesma madeira rústica e escurecida da cama.

    No quarto as luzes eram brancas, mas mantinham o mesmo ar esverdeado do salão, curioso. O malão de Pluemer estava aos pés de uma das camas, assim como de outras pessoas.

    Haviam apenas mais dois conjuntos de malas que Holly compreendeu que seriam de suas únicas duas colegas de dormitório da casa. Ela não se lembrava delas na seleção, provavelmente foram selecionadas quando estava submersa em seus pensamentos, medos, preocupação e ira contra Malfoy.
    Enquanto pensava a respeito de tudo isso, uma delas entrou no quarto e um enorme gato preto saltou de cima de uma das camas e se enrolou no meio das pernas da menina.

    Ela era uma menina linda, com cabelos negros como a roupa do uniforme, que desciam ondulados até o meio de suas costas. Era magra e tinha os olhos tão verdes quanto as luzes que brilhavam no salão comunal. Era, obviamente, mais alta que Holly.

    - Ah, olá Phleig. - disse a menina para o gato que ronronava em suas pernas - também senti a sua falta... venha, você não deve ter conseguido caçar nada ainda....

    Ela foi até o seu malão, abriu-o e retirou de dentro um pote e um pacote de comida que o depositou debaixo da mesa de cabeceira ao lado de sua cama. O gato preto chamado Phleig foi rapidamente até lá se alimentar.
    A jovem se sentou na cama e de repente pareceu ter notado Holly ali. Ela a encarou por longos minutos e depois disse:

    - Você deve ser a Pluemer, não? Escutei o que Malfoy disse sobre você... Me chamo Bella Selwyn.

    Depois de um longo tempo ela completou:

    - Não me importa o que aquele jornal diga ou o que o Malfoy grite por aí. Sei quem foi o seu avô e conheço o sobrenome de sua família. E isso já é o bastante pra mim. - Ela se levantou novamente e foi até o seu malão retirando alguns livros de dentro e colocando-os sobre a cama, agindo com uma certa indiferença - todos temos parentes estranhos.

    A menina falava com uma serenidade, tranquilidade e indiferença palpável. Não alterou a voz e seu rosto sempre manteve a mesma expressão imperturbável.

    ~*~

    Felix decidira conhecer o salão comunal antes de subir para os dormitórios. Caminhou pensativo observando as intensas luzes verdes, os sofás e encarou a lareira levemente acesa mesmo no início do Outono. Talvez fosse para competir contra a intensa umidade que as masmorras tinham, mas por que não cuidavam da umidade por mágica? Afinal não era um mundo onde precisavam se preocupar com uma mera permeabilidade de água em um castelo daquele tamanho...

    O garoto se pôs a pensar na senha para seu salão comunal. "Sangue Puro"... era impossível não se recordar de tudo o que Agda, sua mãe, contara antes de se despedir. Certamente era uma coisa que os bruxos elitistas faria para "honrar" Slytherin que tinha aquele mesmo pensamento sobre os bruxos de sangue puríssimos. Procurou afastar os pensamentos enquanto lia o seu horário de aulas, não queria começar a pensar naquela noite, em tudo o que sua mãe lhe contara, em seu pai, no homem com máscara e enorme capa negra...

    Saber que tão logo encontraria novamente Eireann e Owen foi um alívio para seus pensamentos. Não sabia muito sobre a casa da Corvinal, mas gostara da simpatia que a menina ruiva lhe dispensou. Sorriu, seria coincidência terem as suas aulas preferidas juntos? Também observou o horário das aulas de poções e transfiguração e viu que iriam para a Lufa-Lufa. Ficou repentinamente tranquilo, pois conhecia a fama da casa... por um breve momento foi transportado para sua infância onde sua mãe falava de Hogwarts e de como seu pai certamente seria um bom lufano... Aquele pensamento remexeu algo em si e de repente teve vontade de subir ao seu dormitório.

    Viu Bartholomew recolhendo um gato que parecia estar arranhando uma poltrona. Se despediu dele, casualmente, e subiu as escadas desaparecendo do salão comunal.

    Seguiu o caminho por uma rampa ingrime, descendo mais um pouco até cruzar uma escada que subia em caracol e se deparar com a porta para seu quarto, do primeiro ano.

    O dormitório era idêntico ao das meninas, com as mesmas camas de dossel com cortinas e suas cabeceiras, porém era maior do que o de Holly. Neste haviam aproximadamente sete camas luxuosas distribuídas pelas paredes, com os malões de cada aluno postos na frente de cada uma.
    Dentro do dormitório já estava Leon, que aparentemente não perdera tempo depois de ouvir o que os monitores disseram e já estava tirando seu uniforme e colocando um pijama. Não disse nada quando viu Felix.

    Não demorou muito tempo e dois outros alunos, grandes e gordos, entravam pela porta do dormitório conversando entre si.

    ~*~

    Bartholomew por sua vez decidira ficar acordado até tarde no salão comunal, algo que nem todos os estudantes pareceram concordar. Mesmo os alunos mais velhos decidiram ir para seus dormitórios, trocar de roupa e, talvez, conversar um pouco antes de pegar no sono. Afinal já havia passado das 22horas e teriam aula cedo na manhã seguinte.

    Acomodou finalmente seu gato em seu colo e sentou-se em uma poltrona e, logo, reconheceu Malfoy alí conversando com uma menina com rosto quadrado, sério, de cabelos escuros e grossos que manteve amarrado em um rabo de cavalo. Ele mantinha o mesmo ar presunçoso de antes e comentava sobre a senha da passagem:

    - Sabem - disse ele em voz alta como se tivesse mais alguém interessado ouvindo além da menina -, meu pai me contou tudo sobre Hogwarts. Ele também foi da Sonserina e disse que as senhas para entrar no salão comunal sempre era algo que o pŕoprio Slytherin considerava digno. Não me surpreendi que a senha fosse "puro sangue" logo de cara. É bom para mostrar aos mestiços que entraram aqui qual é o lugar deles: sempre o segundo! hahahaha

    E a menina acompanhou a risada de Malfoy, como se tivessem falando algo realmente engraçado e de grande importância.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Luxi em Ter Out 25, 2016 8:32 am

    Holly teve até receio de encostar naquela cama tão bonita. Não era para menos que as pessoas daquela casa eram tão metidas! Que tipo de vida tinham em casa, se na escola já viviam assim? Devia ter pedido para ir para outra casa. Estava se sentindo muito deslocada ali, mas não era de completamente ruim. Na verdade, depois que sentou-se na cama, a sensação de conforto superior a agradava, como um pequeno conto de fadas.

    Logo trataria de fechar sua cortina. Pelo menos os ricos priorizavam a intimidade. Sorriu, mais agradecida, e imaginou que poucas pessoas veriam aquela cortina aberta muitas vezes ao dia.

    Deitou na cama, sem tirar os sapatos, apenas para olhar de perto os detalhes esculpidos ali. Contornou uma runa com o dedo e imaginou como seriam os bruxos no passado e se poderia fazer parte disso de verdade. Será que um dia poderia ter sua marquinha estampada em algum lugar? Quis ser grande e digna de pisar em um lugar como aquele. Quis ser poderosa e calar a boca de Malfoy com uma golfada de magia. Sorriu de novo.

    De repente veio uma colega tão linda, perfeita e maravilhosa que a menina não sabia direito para onde olhar, se era pra ela ou para o gato. Sentou rapidamente, mas estremeceu quando ela começou a falar, agora imóvel e um pouco torta na cama, esperando um tipo de sentença. Por sorte, a vizinha pareceu importante demais para ligar para uma criaturinha como ela. Isso a animou.

    "Você é bonita", teve vontade de dizer e queria ter mais tempo de bruxa para reconhcer o sobrenome. Não que fosse impossível imaginar o quanto ela era importante, pela casa e jeito.

    Balançou a cabeça, com a ideia imbecil. No fim, só concordou de leve e a observou retirando os livros com aquele ar de superioridade. GOstava disso. Não queria simpatia exagerada, só queria poder ficar em paz.

    - ... É... - falou meio sem jeito - O seu gato é bonito - comentou querendo ser simpática.
    Shmul
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Shmul em Qua Out 26, 2016 9:39 am

    Bartho afagava seu gato enquanto se recostava confortavelmente em uma das poltronas. Não tinha ideia exata de que horas eram, mas ficou um pouco chateado que a maioria já tivesse ido para suas respectivas camas. Estava quase se levantando para ir dormir quando percebeu que Malfoy conversava com uma garota e pensou em se juntar a eles.

    - A senha poderia ser mais interessante, eu acho. – se intrometendo na conversa de Draco e da menina - Aqui em nossa casa entram mestiços, Malfoy? E você sabe se por serem mestiços eles tem menos poderes do que nós? – Bartho fazia os questionamentos, mesmo acreditando saber as respostas e tendo sua opinião “formada”.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Whatever em Sab Out 29, 2016 11:34 am

    Felix esperou até que todos os alunos estivessem dormindo, não queria conversar com ninguém, então tinha as cortinas fechadas e ficava em silencio, fingindo que estava dormindo, quando todos os garotos haviam subido e finalmente ficado quietos, ele desceu até a sala principal novamente, sentou-se no chão em frente a lareira, e passou cinco ou mais minutos olhando para o fogo, o movimento das labaredas o acalmava enquanto ele respirava profundamente, a partir de agora as coisas seriam um pouco diferentes, muito provavelmente depois de uma semana todos no castelo já saberiam de sua condição, os que não tivessem pena fariam piadas, ele sorriu, talvez não, seus pesadelos não eram mais tão horríveis quanto uma vez tinham sido, mas ainda tinha medo, não da reação dos outros, ele não se importava com isso, tinha confiança em si mesmo e se conhecia, ou pelo menos achava isso, mas tinha medo dos sonhos, não queria os enfrentar, mas sabia que não ia poder fugir para sempre, então se conformou, eles não iriam sumir até que aquelas pessoas sumirem também, então teria que lidar com eles pelos próximos anos, infelizmente.

    Ele retornou até a cama, se vestiu para dormir e deitou-se, fechando as cortinas e aproveitando o escuro, memórias de sua mãe nos últimos momentos que se viram encheram sua cabeça, depois de seu pai, sempre achou os dois muito diferentes, a mãe queria que ele se tornasse independente, forte, tinha sido sempre muito cuidadosa e metódica, agora ele sabia o porquê, o pai por outro lado preferia que ele brincasse e era divertido, sempre sorrindo, deveria ter sido metódico, foi isso que Felix aprendeu com aquele dia. Em algum momento ele perdeu noção de estar acordado ou não, sabia que não teria problemas em acordar no dia seguinte, para ele as noites eram algo do qual fugir, então acordaria facilmente, já deveria estar tarde e provavelmente não teria que aguentar por muito tempo, e com isso em mente ele finalmente dormiu.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Aythusa em Qui Nov 03, 2016 10:24 pm

    Setembro, 01 de 1991 - Londres, Hogwarts.

    Holly estava impressionada. O castelo, a seleção, o jantar - mesmo que com as piadas ridículas de Malfoy e sua turma - o fantasma simpático da Lufa-Lufa... Era óbvio que a magia a impressionaria. conviveu muito pouco no mundo dos bruxos com sua madrinha para que aquilo fosse considerado "normal". Porém agora o que a impressionou não era mágico, não se mexia, falava ou cantava... Mas era lindo. De um luxo aconchegante que ela nunca antes usufruíra.

    E também havia um gato ali.

    O gato surgiu com sua dona que logo se pôs para falar com Holly. A menina tinha uns jeitos estranhos... Era como se inspirasse superioridade. Era graciosa, mesmo que indiferente. E quando Pluemer falou timidamente, a menina parou o que estava fazendo e encarou a menina com sincera curiosidade, como se a tivesse realmente notado só agora.
    Não passou tempo suficiente para que aquilo fosse desconfortável e então disse:

    - Seu nome é Phleig - respondeu, com a mesma sutilidade de antes - é latim. Significa algo como "chama", ou "fogo".

    Depois ela pegou suas roupas cuidadosamente dobradas e passou por uma porta que tinha em um extremo do dormitório: era o banheiro.

    - Vou me trocar para poder dormir. Deveria fazer o mesmo...

    Dizia ela tranquilamente, cruzando a soleira da porta. Phleig pulou para cima da cama da menina, recém alimentado, e se enroscou em um dos travesseiros dela.


    Mesmo com o conselho - ou ordem? - da menina, Holly poderia não querer se aprontar para dormir naquele momento, ou pelo menos durante o mesmo tempo em que ela estivesse lá.

    ~*~


    Setembro, 01 de 1991 - Londres, Hogwarts.

    Malfoy encarou o "intruso" Bartholomew com uma expressão curiosa e incomodada. Depois de olhar bem para Bartholomew, ele pareceu se lembrar que ele quem fizera as piadas sobre as palavras do diretor para seus dois "amigos" na mesa da Sonserina durante o jantar. Um sorriso presunçoso cresceu em seu rosto, cheio de desdém, quando falou:

    - Ora, e quem é você afinal? Não deve ser de muita valor se pensa que traidores do sangue são tão bons quanto os nascidos bruxos. Tem certeza que está na casa certa?

    A menina que estava com ele riu, compartilhando o desdém de Malfoy.

    Se Bartholomew desejava ser aigo de um Malfoy ele deveria mudar sua tática....

    ~*~


    OFF pro Felix:

    What, eu vou esperar o pessoal ir dormir pra postar pro Felix.
    Se quiser pode postar daquela forma que a gente falou por pm xD

    Fique a vontade.... Como diria Dumbledore "Nos sonhos entramos em um mundo completamente nosso" \o



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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Shmul em Seg Nov 07, 2016 10:18 am

    Bartholomew empurrou seu gato para o lado e se levantou contendo sua raiva - Certeza eu não tenho, pois o chapéu quem fez a escolha. Se você acha que os nascido-trouxa são inferiores, tudo bem, mas tomara que você não nos decepcione quando o momento de provar o que esta falando chegar. Vou estar de olho em você - e então pegou o rumo do dormitório. Caso Malfoy retruque, Bartho dá de ombros de continua seu caminho para a cama.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Luxi em Seg Nov 07, 2016 10:57 am


    - Phleig... - falou pausadamente tentando acertar a pronúncia. - É legal... - começou a achar que talvez a menina falasse latim. Isso seria muito impressionante.

    Deixou que a menina sumisse e aceitou a sugestão. Poderia ver os horários pela manhã, imaginou. Se fosse para o andar de baixo e mais pessoas estivessem lá seria bem ruim e seria obrigada a interagir, algo que não estava muito a fim no restante da noite.

    Abriu a mala e separou algumas roupas, indo ao banheiro só depois que a colega voltasse. Não queria nada muito constrangedor naquele primeiro dia. Vestida, Holly foi até sua cama e fechou bem as cortinas, cobrindo-se.

    Achava que demoraria um bocado para dormir no lugar novo, mas já era tão tarde que já pestanejava. Olhou para o teto pensando em que os pais e a madrinha estariam fazendo agora, até conseguir dormir.
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

    Mensagem por Aythusa em Dom Nov 20, 2016 9:47 pm

    Setembro, 01 de 1991, Hogwarts - Londres

    Imersa na escuridão de seu dossel, Holly adormeceu rapidamente, sentindo-se apavorada com a perspectiva de sua vida em Hogwarts e, ao mesmo tempo, excitada com o que poderia aprender no dia seguinte.
    Será que sua madrinha estaria pensando nela? Será que sua mãe ficaria orgulhosa dela na Sonserina, considerando sua irmã…? Sua tia certamente estaria exultante com as sobrinha… Mas e seu pai? Será que ele ainda se lembrava que tinha uma filha?

    Várias dúvidas, medos e aflições conduziram a menina Pluemer ao mundo dos sonhos em sua primeira noite na escola de Magia e Bruxaria.

    Enquanto isso, no salão comunal Bartholomew enfureceu-se com a resposta de Malfoy.

    Draco simplesmente riu com a sua resposta e a menina fez coro com ele. Bartholomew com certeza o ouviu falando alguma piada sobre seu comportamento, cabelo, gato ou roupas apenas para provocar o riso na menina e em quem mais estivesse disposto a falar sobre a visão de Bartholomew. Curiosamente, quando cruzou o portal indo para os seus aposentos, ele percebeu que haviam mais pessoas rindo junto com Malfoy.

    Talvez a Sonserina fosse uma casa com muita gente idiota, talvez tenha pensado.

    No seu dormitório ele se aprontou e dormiu, visto que era o que quase todos os alunos presentes faziam.


    OFF:
    Próximo post será na Aula de Transfiguração, com os alunos da Lufa-Lufa.
    Não postarei o Café da Manhã no Salão Principal, mas se quiserem podem interpretar o café no post de vocês.

    Whats, no seu próximo post pode narrar o seu pesadelo, a vontade, como a gente conversou.

    Link >> http://www.novaerarpg.com/t1546-sala-de-transfiguracao#77851
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    Re: Salão Comunal da Sonserina

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      Data/hora atual: Sab Nov 18, 2017 10:56 pm