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    Ato I - Prólogo

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    Lyvio
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Ter Ago 30, 2016 8:53 am

    Arkanum para imediatamente e volta em direção a alavanca com toda a velocidade que seu vô o poderia fornecer, então agarra o dispositivo com as duas mãos e puxa-o para ativar ou desativar seja lá o que for.
    Elminster Aumar
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Ter Ago 30, 2016 9:14 am

    Mr. Sussurro já estava na outra sala quando ouve as palavras do androide sobre puxar a alavanca. Arkanum estava praticamente ao seu lado quando ele resolve parar de voar e voltar para a sala anterior e realizar o pedido de Lanthalder. Vendo que o grupo poderia acabar se separando se Arkanum puxasse a alavanca, Mr. Sussurro tenta impedi-lo criando um braço das sombras saindo direto do chão para agarrar os seus pés.

    - Amiguinho, pare aí! Deixe que eu faça isso!

    Caso ele conseguisse parar Arkanum, em seguida Mr. Sussurro criaria um novo braço de sombras para mover a alavanca a distância, tentando manter assim todos juntos na mesma sala caso aquele dispositivo cerrasse a passagem entre as duas salas.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Ter Ago 30, 2016 10:00 am





    Corte das Corujas.

    Tentados com a sugestão do companheiro androide, Arkanum e Mr. Sussurro voltam suas atenções para a alavanca deixada para trás. O alienígena busca alcançá-la para movê-la, todavia, antes que possa fazê-lo, é impedido por Jacob que projeta uma mão sombria que segura o companheiro. Mr. Sussurro ainda projeta uma segunda mão negra feita por sombra sólida que agarra o mecanismo metálico, buscando movê-lo a uma distância segura.

    A alavanca se move e de imediato os Renegados sentem um leve tremor que dura apenas um segundo, em seguida, Jacob e Babidi podem ver que toda a faixa central do piso de mármore da sala com os caixões começa a se mover, descendo lentamente como uma plataforma de um metro de largura.

    De onde se encontram não é possível observar onde a plataforma concluía seu movimento e o que se escondia no nível inferior...



    Makaveli Killuminati
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Ter Ago 30, 2016 11:12 am

    A luz se apaga assim que a dupla ultrapassa os limites das cortinas, nada poderia ser observado no breu, uma frustração que não havia previsto apesar de entender que Corujas gostavam do escuro. O androide os alertava em versos, e na arqueira emanava uma certeza de que não se tratava de prisioneiros, e sim um truque barato das Corujas. - Gostam da escuridão, certo? - O olhar furioso da arqueira procurava aqueles que perambulavam no escuro fazendo ruído, e continua. - E de frio... Muito frio... Também gostam? - O ar começava a gelar exponencialmente, alcançando temperaturas insuportáveis.

    Siggy sabia que as Corujas não seriam as únicas a sofrerem com o frio, seus companheiros também, então, enquanto gelava o ambiente no quarto escuro, a harendiana recuava em alerta até o salão anterior, de onde vinha o tremor, seguindo a sugestão de Arkanum e esperando que todo o grupo também fizesse o mesmo. Seu arco estava pronto para ser utilizado no primeiro sinal de um ataque contra ela ou o grupo.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Ter Ago 30, 2016 4:41 pm





    Corte das Corujas.

    Enquanto a passagem no salão anterior vai se abrindo, no outro ambiente mais a frente Siggy faz uso de seus poderes para fazer com que a temperatura caia abruptamente, buscando desestabilizar aqueles que se escondiam em meio à escuridão. O frio gerado não era um problema para a própria herendiana ou ao seu companheiro androide, mas certamente incomodaria Jacob e Babidi se estes adentrassem.

    Após as colocações de Lanthalder e enquanto a Arqueira Invernal dá alguns passos para trás ambos podem perceber que há pessoas resmungando num tom quase inaudível a respeito do frio gerado.



    - Já basta! - ecoou uma voz masculina e abafada no salão que se encontrava escurecido, interrompendo o zumbido - Acreditem quando digo que não desejam ver o que está no nível inferior... Temos assuntos a tratar e podemos resolver isso aqui e agora... luzes!


    O ambiente se ilumina completamente logo após o comando e, aqueles que ainda se encontravam em seu interior ou adentravam, podem observar que o local é uma grande área circular e luxuosa, subdividida em dois níveis. O nível inferior e central era onde Lanthys e Siggy haviam adentrado, este deveria possuir cerca de vinte metros de raio, sendo circundado por paredes num tom bege e cortinas vermelhas. Ao redor da área central e a mais de três metros acima, haviam diversos assentos aveludados como num anfiteatro, nos quais haviam cerca de dez pessoas encobertas por mantas negras, encapuzadas e com máscaras brancas com grandes aberturas enegrecidas para os olhos e uma pequena projeção em "v" ao centro, lembrando a face de uma coruja.

    Apesar das vestimentas encobrirem suas identidades, dava pra notar que todos aqueles que se encontravam nos assentos eram muito provavelmente homens adultos e de bom porte físico, além disso, demonstravam certo desconforto com o frio extremo gerado pela harendiana, todavia, não aparentavam reagir como deveriam os assassinos da Corte conhecidos como Garras.

    Ao centro do nível superior, imediatamente à frente da abertura por onde Siggy e Lanthys adentraram havia uma pequena mesa de madeira semelhante às usadas para se fazer discursos, entretanto, não havia ninguém posicionado no local até o momento, mas logo se pode notar que de um dos inúmeros corredores ao redor dos assentos, uma figura vem se aproximando lentamente, caminhando na direção do móvel central.

    A nova figura, que não demonstrava se incomodar com o frio, também estava encoberta por uma manta negra e usava uma máscara semelhante à dos demais encobrindo seu rosto. Entretanto, ao contrário das demais figuras presentes nos assentos, aquele que se posicionava ao centro tinha baixa estatura, tendo certamente menos de um metro e meio de altura e físico bem menos desenvolvido, aparentando ser talvez apenas uma criança...



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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Ter Ago 30, 2016 8:18 pm

    Lanthalder observa a mudança de cenário abrupta, os sensores que registram a queda de temperatura ambiente, as pessoas trajadas de forma estranha mas ainda assim sem atacar e o pequenino que aparece diante deles... A frase dita há pouco reverbera em seu sistema ainda e ele ainda não tem certeza de que ali deveria haver um confronto. Tentando entender o que acontecia antes de agir, ele se pronuncia sem tirar os olhos do pequeno que se aproximava:

    Lanthalder: " - Arqueira, por gentileza, cesse o frio, pelo menos por enquanto, eles não estão nos atacando e se atacarem temos como nos defender. Precisamos entender o que acontece aqui antes de sairmos atacando a esmo..." Ele então observa novamente os que estavam no ambiente e fixa seu olhar no pequeno que parecia querer falar sobre algo mesmo estando os heróis invadindo seu ambiente, havia ali uma postura clara de estranheza, afinal, o esperado era que ao descobrirem o grupo eles os atacassem e isso não aconteceu... Era necessário entender, assim pensava o androide. Uma vez mais ele se pronuncia:

    Lanthalder: " - Estamos atrás de uma corte de assassinos denominados a Corte dos Corujas... Vocês parecem pouco agressivos para o título de assassinos cruéis e frios... Então como nos chamou a atenção para isso, poderia nos dizer porque não vamos querer ver o que tem no subsolo e o que precisam fazer que não deveríamos interromper?" Lanthalder fica a observar o pequeno na esperança de que um combate fosse evitado e de que descobrissem se havia algo mais importante e urgente a fazer ali do que destruir a Corte dos Corujas.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Ter Ago 30, 2016 11:12 pm

    A alavanca fez o piso da primeira sala descer, como se fosse uma plataforma, enquanto Siggy, um pouco mais a frente de Mr. Sussurro, fazia a segunda câmara ficar numa temperatura extremamente gelada. Para o androide que estava ao seu lado não seria um problema, mas para ele, Jacob Fox, sim. Mantendo uma distância segura, Mr. Sussurro tenta se aproximar o máximo que dava, no exato momento em que as luzes se acendem. O lugar revelado era impressionante e de certo modo surpreendente.

    Mr. Sussurro concordava com as palavras de Lanthalder, mas preferiu não dizer isso em voz alta. Ele ainda acreditava estar plenamente oculto para os Garras e não queria ter a sua posição revelada naquele momento. Enquanto - ele esperava - Arqueira Invernal fazia a temperatura normal voltar, Mr. Sussurro apostava em sua furtividade para entrar na câmara, buscando se aproximar cada vez mais da última figura que aparecera, a que era menor que todas as outras. Ela podia ser uma criança inocente que estava sendo usada pelos Garras, e a intenção de Mr. Sussurro era ficar próximo dela caso precisasse tirá-la dali numa iminente batalha entre os dois grupos.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Ter Ago 30, 2016 11:29 pm

    Arkanum deixa se puxado por Mr.Sussurro e até se divertiu um pouco com aquilo, ele então junta-se aos demais e estranha o fato de uma corte de assassinos ser tão organizada e até com possibilidade de conversa. Ele ouve Lanthander se dirigir a corte mas por um momento parecia estranho, ele tem a impressão que não o perceberam e que eles pareciam se reunir ali para discutir algo, e que o grupo não necessitava se intrometer, mas talvez ele tenha se enganado e aguarda a pronuncia dos corujas quanto a indagação de androide.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Sex Set 02, 2016 9:00 am





    Corte das Corujas.

    Ainda impossibilitados de se aproximarem devido ao clima frio gerado no interior do salão, Jacob e Babidi observam do lado externo seu companheiro Lanthalder argumentar com a figura misteriosa que se posicionava ao centro da parte alta, junto à pequena mesa de madeira. O pequeno se põe a falar novamente, com um timbre de voz masculino e abafado, porém difícil de se classificar como o de uma criança ou de um adulto, talvez devido a máscara que tornava sua voz mais grave.



    - Sejam bem vindos à Corte das Corujas, estávamos os aguardando. Os observávamos nos túneis, nas ruas... temos olhos por toda Gotham, observando e registrando cada um de seus movimentos e... blá blá blá... - disse ele parecendo sério de início, porém concluindo num tom de deboche.


    O pequeno direcionou sua face aos que estavam do lado de fora do salão, em seguida observou os que se sentavam nas poltronas. Os homens encapuzados demonstravam estar incomodados com o frio, mas a manta que os encobria aparentava amenizar o efeito, possibilitando que permanecessem no local. Após um breve silêncio, o de baixa estatura se pôs a falar novamente, olhando na direção de Lanthalder que se encontrava ao centro da parte inferior do salão.



    - Lamento informá-lo de que não estão em condição de questionar nada aqui. EU farei as perguntas e, se as respostas que me derem forem satisfatórias, suas sentenças poderão ser brandas... talvez até permita que observem o subsolo... - informou o membro da Corte, não demonstrando estar intimidado com a presença dos Renegados - Quem os enviou aqui?... Presumo que estejam trabalhando para Batman... tenho assuntos a tratar com o Homem Morcego e quero que me digam onde ele está ou farei com que ele tenha de vir até aqui resgatá-los.


    O aparente líder da Corte concluiu sem se mover, ainda encarando o androide diante dele, aguardando seu posicionamento após seus questionamentos, ou a intromissão dos demais no diálogo. Apesar das colocações e da demonstração de tranquilidade diante do grupo de heróis, os membros da Corte não aparentavam de fato representar alguma ameaça aos Renegados, a não ser que tivessem alguma carta escondida na manga. De qualquer modo, não podiam ser subestimados conforme a investigação a respeito do grupo já havia demonstrado.



    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Sex Set 02, 2016 9:40 am

    Lanthalder baixa a cabeça em sinal de desaprovação como se sentisse perder as chances de um bom diálogo diante da resposta inadequada do pequeno a sua frente... Ele o encara de novo e aos demais e argumenta...

    Lanthalder: " - Se quer falar com o Homem Morcego, faça como fazia Gordon, use um Bat-Sinal, não tenho seu telefone ou facebook para mandar mensagens ou mesmo sou garoto de recados. Vimos caixões com fotos de crianças... Algumas antigas por demais... O que significa este local, o que fazem aqui Corujas... E porque nos aguardavam se nada querem conosco?" Lanthalder se mantinha na mesma posição, como uma máquina não tinha a mesma reação que os demais diante de sentimentos humanos, ele conjecturava a reação que achava mais adequada e surpresa ou medo não parecia ser uma das sensações a percorrer o sistema do androide. No entanto, ele estranha e muito o que quer que estava acontecendo ali, uma dezena de pessoas sentadas em uma tribuna enquanto ninguém falava, ou se tratava de um ritual estranhamente sem sentido a ele ou algo muito maior estava acontecendo ali... Mantendo seus sistemas em prontidão, ele se preparava para a próxima ação do pequeno anfitrião enquanto cogita que Sussurro possa ser o grande trunfo naquele momento, averiguando a sala e os ocupantes da tribuna com sua camuflagem perfeita, tentando descobrir algo além do que os olhos vêem ou do que o pequeno diz... Olhando fixamente para o coruja que falava, o androide comenta...

    Lanthalder: " - Explique-se ou as vezes... Um leve Sussurro pode descobrir seus planos mais ocultos Coruja..."
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Sex Set 02, 2016 11:33 am

    Arkanum Observa o diálogo atento os corujas pareciam confiantes de mais e ao mesmo tempo despreparados para um combate, mas com sabemos, eram todos traiçoeiros, Arkanum ficava atento a seu redor, olhando cada canto de ambas as salas para evitar qualquer tipo de surpresa.

    Enquanto isso o Androide parece ir muito bem nas suas indagações.

    -Podemos fazer assim, vocês fazem uma pergunta e nós fazemos outra, nada mais justo...é a vez de vocês responderem.

    Dizia Arkanum com um leve ar de Riso.

    -Não nos obrigue a obriga-los a responder...

    Akanum estava levitando envolto por seu escudo e com as mãos para trás.

    Elminster Aumar
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Dom Set 04, 2016 4:10 pm

    Ainda sem conseguir adentrar a câmara central, Mr. Sussurro permanecia na parte externa do local, com um ouvido postos na conversa que se seguia entre o androide e o que parecia ser uma espécie de líder dos Garras. Arkanum também tentava argumentar alguma coisa, mas Mr. Sussurro não via sentido de se intrometer na conversa, ainda era cedo para revelar a sua posição e ele tinha a intenção de se aproximar sorrateiramente da corujinha.

    Antes, contudo, ele tinha que falar com Siggy e convencê-la a fazer a temperatura ambiente voltar ao normal.

    - Psiu, Arqueira, sou eu, o Mr. Sussurro - Jacob se aproximou às costas de Siggy e tocou levemente o seu ombro enquanto falava em voz baixa. - Esse lance todo da temperatura parece não estar funcionando como deveria. O nosso amigo robô está certo, o melhor a fazer é você cessar o frio, assim eu posso tentar chegar perto da criança... ou seja lá o que aquilo for. Se ela for uma marionete para as demais corujas, eu posso tentar raptá-la assim que as coisas fiquem pretas... ou frias demais.

    Mr. Sussurro aguarda o posicionamento da Arqueira Invernal.
    Darkwes
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Seg Set 05, 2016 9:02 am





    Corte das Corujas.

    O pequeno mascarado manteve sua face na direção do androide ouvindo sua resposta sem expressar nenhuma reação imediata, talvez as palavras do homem-máquina o tivessem irritado, mas como a figura enigmática tinha o rosto encoberto, era difícil interpretar como havia recebido a ironia. Na sequência, Babidi também se pronuncia, buscando negociar uma troca de informações, fazendo ainda uma ligeira ameaça, enquanto isso, Mr. Sussurro se mantinha invisível, buscando se comunicar com Siggy sem chamar a atenção dos que se encontravam no interior do salão.

    Após um breve silêncio, o pequeno líder se pronuncia novamente, ainda mantendo sua atenção ao androide que buscava obter informações a respeito das verdadeiras intenções da Corte.



    - Está mentindo... o que é estranho para uma máquina. - afirmou ele, suspirando antes de continuar - Mas sei que está mentindo. Sei muito bem que Batman não abandonaria Gotham e não ignoraria este lugar... mas ele está se escondendo do Homem de Aço, não é isso?... está usando outros para fazer o que deveria, se acovardando na escuridão.


    O pequeno anfitrião faz um breve silêncio, rapidamente observando os que se encontravam do lado externo da sala, impedidos de adentrar devido a queda da temperatura provocada por Siggy.



    - Eu sei quem são. São os Renegados de Batman... Lanthalder, Arqueira Invernal, Arkanum e Mr. Sussurro... sim, eu sei que você está invisível em algum lugar... sei de todos os seus poderes, como disse, estava os aguardando. - o pequeno líder fez uma nova pausa, aparentemente observando a reação dos visitantes, prosseguindo alguns segundos depois - É óbvio que vocês mantém contato com Batman, ou sequer estariam em Gotham... mas se querem fingir que isso não é verdade, tudo bem... porém não tenho mais nada a tratar com vocês.


    Após as últimas colocações o anfitrião se virou, ficando de costas para os heróis, passando a caminhar lentamente na direção contrária, como se estivesse deixando o salão e encerrando o diálogo. Entretanto, após três passos, o pequeno parou por um instante, erguendo a mão direita sobre o ombro enquanto segurava um pequeno objeto, visivelmente o demonstrando à Lanthalder.

    O objeto em questão se assemelhava muito a um dos batarangs usados por Batman, tendo o formato de um morcego, de longe não era possível se afirmar com certeza, mas tudo indicava que se tratava de algo que pertenceu ao Homem Morcego.



    - Não há nada nos caixões e apenas entulho no andar inferior, este lugar foi abandonado tempos atrás quando Batman derrotou todos os membros da Corte... as pistas que vocês coletaram foram plantadas para que pensassem que a Corte das Corujas teria retornado, mas não eram para vocês e sim para o Batman... então me façam um favor e entreguem isto a ele.


    O pequeno anfitrião arremessou o pequeno objeto por sobre o ombro na direção de Lanthalder sem nem mesmo olhar para o homem-máquina, demonstrando grande habilidade no manejo do objeto que faz um movimento arqueado até chegar na altura e velocidade adequada para que Lanthalder o apanhasse com as mãos. Em seguida, o pequeno prossegue na direção oposta, rumando para o final de um dos corredores que parecia terminar em uma passagem, sendo seguido pelos demais que até então se encontravam nos assentos, apenas observando o diálogo.



    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Seg Set 05, 2016 9:39 am

    Lanthalder ouve as palavras do pequeno e segurando o artefato arremessado o observa e repensa tudo que foi dito e ouvido... Eles pareciam precisar falar com Batman e queria ele ter uma forma de ajudar, afinal, esta foi sua programação, ajudar, salvar vidas, proteger os inocentes... Eles podiam estar vestindo roupas estranhas, mas até agora, nada tinham feito para demonstrar os assassinos que buscavam e tinham algo em posse que ninguém guardaria como recordação... Soava mais como "um passe" de "Batman entenderia"... Lanthalder olha para os membros partindo e comenta...

    Lanthalder: " - Se nos aguardava, mesmo que não possamos contactar Batman deve haver algo que possamos fazer... Se sabe tanto sobre nós, sabe que não vamos a ele... Ele sequer veio a nós diretamente, não há meios de comunicação entre nós e ele, sequer sabemos de seu paradeiro ou temos notícia... Se ele está se ocultando? É provável, afinal, quem o caça é o tipo de caçador que não queremos em nosso encalço..." O androide espera que eles detenham sua caminhada e encontre um meio de compreender o que eles precisavam, porque precisavam de Batman e se existe algo que eles pudessem fazer naquela situação... O andróide completa:

    Lanthalder: " - Se concorda que Batman não ignoraria algo assim então estarmos aqui deve ser a resposta dele... Não temos como nos comunicar com ele e deve saber disso... Mas quem sabe exista quem possa e podemos levar seu recado a ele... Nossa intenção é ajudar a proteger quem está indefeso nesta onda de loucura que atingiu nosso mundo, assim sendo, se puder ajudar em algo, mesmo que eu tenha de bancar o garoto de recados... Me diga... E farei o meu melhor se sua causa for justa! Acredito que justamente por esta postura é que ele deve ter confabulado para que chegássemos aqui..." Lanthalder fica a observar os seres que saíam do local na tentativa de que tudo que fizeram até aqui não tenha sido em vão.
    Makaveli Killuminati
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Seg Set 05, 2016 3:25 pm

    Enfim haviam se incomodado o suficiente para que se manifestassem. As luzes acenderam e todos puderam ver quem estava presente no local. O que surpreendia era a composição física daquele que parecia ser o líder das corujas. Siggy hesita em retirar o frio que havia moldado para o ambiente, suspira pesadamente, era claro que não queria fazer aquilo, e não o faz a princípio, isso não impedia do androide começar a dialogar logo em seguida. Quando o adroide revela que o grupo estava atrás de assassinos denominados como Corte dos Corujas, Siggy observa aqueles seres encapuzadas e com máscaras brancas com grandes aberturas enegrecidas para os olhos e uma pequena projeção em "v" ao centro, lembrando a face de uma coruja. Era tão óbvio de que eram eles que Siggy dirigi seu olhar ao androide, com uma das sobrancelhas levantadas, com uma feição bem-humorada que poucas vezes tinha. Já a figura do baixinho emanava uma confiança que Siggy acreditava ser apenas prepotência e ignorância, e quanto mais falava, mais tinha certeza daquilo.

    O diálogo se alongou até o baixinho demonstrar algum conhecimento sobre o grupo, nada muito surpreendente, contando que parte da população também conhecia a identidade de cada um, o mais surpreendente era saberem a presença do Mr. Sussuro, teriam o visto nas câmeras ou um era um chute muito bem dado. Nada até então havia convencido Siggy de os deixar sair. Não era um baixinho daqueles que iria dar ordens a Siggy, principalmente de alguém que faz parte de um grupo criminoso, até que se prove o contrário.

    Siggy se desfaz do frio que havia colocado no lugar pouco depois do pedido de Mr.Sussuro, mas assim que percebe que o frio separava o baixinho dos restantes, e que ele já estava prestes a sair sem dar nenhuma explicação plausível ou um argumento forte o suficiente para Os Renegados cooperarem, a Arqueira Invernal molda uma parede de gelo que separava o líder dos Corujas do restante, impedindo que saísse dali e deixando-o sozinho em frente aos quatro Renegados.

    - Desculpe, mas não estou convencida ainda... - A Arqueira Invernal caminha até a parede de gelo cristalino que havia formado, obstruindo a sala do corredor. A harendiana passa a mão sobre o gelo enquanto observava os outros homens do outro lado da parede. - É melhor cooperar, baixinho... Eu não costumo conversar com criminosos, então é melhor ter um bom argumento. Um ótimo argumento... Ou você virá com a gente... - A arqueira fita os outros homens atrás da parede de gelo novamente. - E eles também...
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Seg Set 05, 2016 3:54 pm

    Vendo que os membros se retiravam e que a arqueira tinha "desativado" o frio, Babidi/Arkanum se aproxima tanto da arqueira quanto do androide. Observando os membros se retirarem e analisando toda a situação, para sua surpresa os membros parecem não ter tentado atacar o grupo e ele sentia que eles queriam algo, uma ajuda talvez, mas para que afinal? Uma corte de Assassinos iria querer ajuda do Batman? Sendo ele inimigo dos mesmos?

    Mas Arkanum abandona esse pensamento, estaria entrando muito na subjetividade. Ele observa a Arqueira criar uma parede de gelo evitando que o líder se retirasse, mas não acha que essa seria a melhor alternativa, no entanto se tratavam de assassinos e não poderia deixa-los livres.

    Babidi encara o líder esperando sua reação.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Ter Set 06, 2016 8:38 pm

    Mr. Sussurro se surpreendeu ao ter o seu nome citado pela criança-coruja. Ele realmente não esperava por aquilo, pois sua participação nos Renegados era mantido em segredo perante a mídia e a maioria da população. Levou algum tempo para Jacob se recuperar daquele imprevisto, e só passado esse tempo é que ele tentou raciocinar. Devem ter me visto por alguma câmera de vigilância, embora não tenhamos visto nenhuma durante o caminho até aqui, pensou. O homem termina suas palavras arremessando um objeto muito semelhante aos batarangs que o Batman usava. O objeto ficou nas mãos de Lanthalder, que ainda tentava argumentar com a criança-coruja quando esta estava disposta a ir embora. Siggy deixou as palavras de lado e criou uma muralha de gelo para impedir que o inimigo se retirasse da sala.

    De repente, uma enorme mão sombria começa a se elevar do chão, a mesma mão que Mr. Sussurro usara instantes atrás em Babidi, ele agora usava para tentar agarrar a pequena criança. Se ele já sabia de sua existência, era inútil se manter oculto e afastado de um combate iminente. Agora que a sala estava livre das baixas temperaturas impostas pela Arqueira Invernal, Jacob tentou se aproximar da criança-coruja ao máximo, ainda invisível e sorrateiro, embora a sua voz lhe traísse parcialmente a posição em que se encontrava.  

    - Por quê a pressa de ir embora, filho da Mamãe-Coruja? Eu acho que temos muito a conversar ainda - dizia Mr. Sussurro se aproximando cada vez mais do inimigo, sem se importar num primeiro momento com os demais membros mascarados ao redor da sala. - Qualquer recado que você queira passar para o Batman, você pode passar para nós mesmos. Somos os seus representantes nesse pedaço sujo de Gotham. Queremos a verdade nua e crua, do jeito que ela deve ser. Sem enigmas ou charadas.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Qua Set 07, 2016 1:43 am





    Corte das Corujas.

    O pequeno líder já rumava em direção ao corredor quando uma parede de gelo se forma em frente à ele, era a Arqueira Invernal que decidira intervir, impedindo que a figura enigmática deixasse o local. Imediatamente, os Renegados presentes no ambiente percebem que os dez encapuzados rodeando o local mudam de postura, afastando os pés e deixando suas mantas se abrirem ligeiramente, apenas o bastante para que algo prateado se projete para fora, demonstrando numa resposta direta que todos empunhavam algum tipo de arma de fogo tecnológica, até então oculta sob suas mantas, o armamento era certamente maior do que uma pistola, mas não era possível se observar muito das mesmas.

    O aparente líder, ao notar a reação dos outros dez, ergue a mão esquerda apenas o bastante para indicar que estes baixem as armas, sem demonstrar nenhuma preocupação com a aproximação da arqueira, retrucando a argumentação do androide antes de voltar sua atenção aos demais.



    - Meu recado se encontra no objeto que te entreguei. Não preciso explicar o que significa, pois se o levarem até Batman ele saberá... e tenho certeza de que vocês tem algum meio de contatá-lo, mesmo que afirmem o contrário. - disse ele ainda de costas para o androide - Se observar o objeto, vai logo notar que não é apenas um batarang comum...


    Dito isso, Lanthalder nota que o pequeno objeto negro e forjado no formato de um morcego tinha uma pequena abertura em uma de suas extremidades, selada apenas por uma membrana móvel e, dentro desta era possível de se perceber que se tratava de um encaixe USB, o que poderia indicar que aquilo não era uma arma, mas sim um dispositivo eletrônico, talvez um flashdrive, contendo algum tipo de informação a ser repassada ao mais conhecido vigilante de Gotham. Antes que o homem-máquina pudesse analisar melhor o objeto ou responder ao mascarado diante dele, entretanto, sua companheira de equipe, Siggy já estava ao lado do pequeno encapuzado, pressionando-o para que lhe dê motivos a acreditar em suas palavras. Até então em silêncio, Mr. Sussurro também se pronuncia ao mesmo tempo que faz um braço sombrio se projetar para segurar a figura central. Para a surpresa de Jacob, e talvez para os demais, o pequeno mascarado salta de onde estava antes de ser agarrado, executando um salto giratório para trás com extrema facilidade, terminando o movimento sobre a mesa de madeira. Com os joelhos flexionados o pequeno anfitrião solta uma breve risada, em seguida levando a mão direita até a parte inferior da máscara que encobria o seu rosto, enquanto a esquerda parecia pressionar um pequeno dispositivo metálico, o que faz com que a passagem que dava para o corredor anterior seja fechada por uma parede móvel.



    - Pelo visto vocês querem fazer isso da maneira mais difícil... - diz o pequeno enquanto removia a máscara, também deixando sua capa revelar parte de seu uniforme avermelhado - Bom, eu não esperava que cooperassem antes de entenderem o quanto estão em desvantagem aqui... mas vocês têm razão, não tenho motivos pra me apressar em me retirar agora.


    A voz do anfitrião agora já se propagava de forma clara pelo salão, permitindo que todos notassem que se tratava de um garoto realmente muito jovem, mas não era apenas isso, seu timbre mudara completamente, deixando a impressão de que se tratava até mesmo de uma pessoa diferente, como se o jovem estivesse buscando disfarçar sua identidade, intenção esta que o mesmo havia abandonado neste momento. O garoto solta a máscara que vai de encontro ao chão, em seguida levando as duas mãos ao capuz que lhe encobria a cabeça, jogando-o para trás. Antes de erguer o rosto, o garoto ainda esboçou um sorriso, fazendo uma nova colocação a qual remontava a algo notado anteriormente, porém ignorado pelos Renegados até o momento.



    - Eu realmente estou sentindo falta de uma boa luta... o que é uma pena, pois vocês dificilmente vão corresponder. - afirmou o jovem num tom que demonstrava certa arrogância - Pelo tempo decorrido, acredito que a maioria de vocês sequer vai conseguir ficar de pé mais um minuto após terem inalado o gás psicotrópico que estava na sala anterior... então me digam, como se sentem? É um pouco tarde para concordarem em sair sem antes aprenderem uma lição... - conclui o anfitrião batendo o punho direito contra a palma da mão esquerda.


    Enquanto se pronunciava o jovem ergue sua face, fazendo com que os Renegados pudessem ver com clareza que a figura que se encontrava diante deles se tratava na realidade de ninguém menos que Robin, outrora companheiro de Batman e, apesar de tecnicamente não possuir poderes, o jovem parecia demasiadamente confiante diante de um iminente conflito contra o grupo de heróis. Além disso, Jacob, Siggy e Babidi passam a sentir algo de preocupante, seus sentidos visuais começavam a perder o foco e tinham a impressão de que seus poderes podiam fugir de seu controle a qualquer momento, sendo até mesmo difícil de se manterem levitando ou de permanecer oculto no caso de Mr. Sussurro... apenas Lanthalder demonstrava total imunidade contra o misterioso gás inalado anteriormente.

    Para piorar a situação, os outros dez que antes se encontravam nos assentos do local também removem suas máscaras e mantas, revelando se tratarem de soldados do Regime, portando rifles prateados, passando a apontá-los em direção aos heróis...


    *Com exceção de Lanthys, todos façam uma rolagem de Fortitude no tópico de rolagens. A DC para resistir aos efeitos do gás é de 30.
    *Podem reagir a Cena (após a rolagem de Fortitude), mas sem declarar ataques pois a iniciativa tem de ser rolada, além do mais vou descrever os efeitos que cada um sofre conforme o resultado do teste...

    Lyvio
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qua Set 07, 2016 1:58 am

    Arkanum/Babidi observa o transcorrer da situação e o rápido revelar das coisas. Os corujas não eram corujas e sim soldados do regime e para surpresa maior de Arkanum o ,líder era o Robin, outrora companheiro de Batman, o feiticeiro ouve as palavras do garoto e percebe seus sentidos começarem a falhar, sem dúvidas era o efeito do gás psicotrópico citado por Robin.

    Babidi percebe seus escudo vacilar e até sua levitação começar a falhar.

    -Você se utilizou de uma tática ainda mais covarde que a das corujas, deveria se envergonhar disso...

    Dizia Babidi enquanto o efeito não tomava conta de seu corpo. Agora o efeito desse gás começava a surtir sobre ele.

    Dizia babidi irritado
    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Qua Set 07, 2016 3:47 pm

    Lanthalder analisa friamente toda a situação... Robin atraindo Batman a uma armadilha... Teria o rapaz descido tão baixo a ponto de usar essa forma de tática para tentar deter seu ex-aliado de combate ao crime? E o apetrecho em sua mão, uma informação a Batman ou uma forma de rastreá-lo e dar seu paradeiro a Superman? O androide não confiava nas palavras do garoto, ele parecia hábil em ocultar suas reais intenções pois uma informação ao Batman sem chamar a atenção da insurgência, não precisava de um gás atordoante... Em sua mente, Robin queria derrubar o Homem-Morcego e entregá-lo a Superman... Mas, precisaria Superman que alguém lhe mostrasse o paradeiro de Batman? Não seria ele capaz de localizar qualquer um em qualquer lugar através de seus dons conquistados em nosso planeta? Teria Robin chegado ao ponto de querer agradar aquele que ele considera tanto? Lanthalder deixa as considerações de lado e observa a zona que o ambiente se tornou, Arqueira e Sussurro tentando capturar o rapaz e agora, sob o efeito do gás ambos começam a fraquejar afetados pelo golpe baixo do anfitrião... Lanthalder dá dois passos em direção ao rapaz e o observa com braços baixos e punhos cerrados, sem demonstrar hostilidade e o encara...

    Lanthalder: " - Por isso alegou com tanta certeza a mentira, mente com perfeição Robin. Meus amigos esperavam encontrar uma corte de assassinos aqui, talvez assassinos de crianças, por isso suas reações exageradas e o ataque desnecessário, mas se dispor a combater conosco apenas por isso já se encontra fora desta faixa de compreensão." Lanthalder abre os braços demonstrando sua não intenção de atacar, visto ambos serem heróis, cada um a seu modo e continua:

    Lanthalder: " - Cada um de nós a nosso modo está tentando fazer o melhor a todos que precisam Robin... Acredito que mesmo os que estão do lado do Regime acreditam em fazer o bem a população e ao planeta, por isso uma luta entre nós, visto que sua presa era o Batman não tem sentido qualquer... Levaremos seu recado a quem possa entregar ao morcego visto que não temos como fazer isso, eu insisto e estou falando a verdade, mas cesse esse ataque sem qualquer sentido, como disse, não tem qualquer interesse em nós então não há porque frações de uma mesma vontade apenas com visões diferentes devam se digladiar... Guarde suas forças para suas batalhas em nome dos necessitados e não conosco..."

    Lanthalder espera com isso que os demais não reajam diante da situação atual, Robin é um herói até onde se sabe e não os assassinos que buscam, enfrentá-los, sem qualquer ação ou acusação não seria o correto para eles que também se consideram heróis. Assassinos era sua missão e não foi isso que encontraram, então sua missão havia chegado ao fim e agora tinham outra em mãos para ser analisada e decidida como seria encarada...
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    Re: Ato I - Prólogo

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      Data/hora atual: Ter Dez 12, 2017 10:04 am