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    Ato I - Prólogo

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    Elminster Aumar
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Qui Set 08, 2016 10:50 pm

    O pequeno mascarado conseguiu surpreendentemente escapar do braço feito de puras sombras lançado por Mr. Sussurro, que por sua vez desistiu de continuar o ataque quando viu que o inimigo iria revelar quem era por debaixo da máscara. Jacob observou com olhos incrédulos a figura de Robin surgir a sua frente, era ele então o responsável por aquilo tudo, o antigo companheiro do Bátman estava... Jacob não sabia mais o que pensar. Quais eram as verdadeiras intenções do Robin? Por que ele tava fazendo aquilo? Eram muitas as perguntas e pouco tempo para raciocinar, pois logo um gás nauseante começou a ser sentido por Mr. Sussurro e pelos demais, com a exceção do androide.

    Enquanto Mr. Sussurro tentava suportar os efeitos do gás, ele tenta se comunicar com os seus companheiros, dizendo:

    - É melhor cairmos fora daqui.

    Ele começa a recuar em direção a parede que Robin ativara, aproximando-se assim de um possível ponto de fuga. Mr. Sussurro acreditava que, se a Arqueira Invernal se mante-se no controle, ela poderia destruir a parede. Ele viu o androide tentando argumentar com Robin, fazer aquela ofensiva cessar, mas Mr. Sussurro achava difícil isso acontecer naquela altura do campeonato. Eles foram atacados primeiramente, o revide já era esperado. Mr. Sussurro apenas aguardava o desfecho da conversa de Lanthalder com Robin e também a decisão que seus amigos tomariam.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Set 10, 2016 5:36 am

    A máscara caindo no chão era o ápice da estranheza que os Renegados estavam se deparando naquele instante, não demora até Robin, agora revelado, argumentar com bons pontos por quê não deveriam entrar em um combate com ele naquele momento. O pirralho havia sido traiçoeiro, Siggy se sentia envergonhada por ter inalado todo aquele aroma adocicado sem se perguntar do quê seria, ficando furiosa consigo mesma e frustada com toda situação decorrida a partir daquilo. A conversa que o androide estava tendo com Robin mal era absorvida pela harendiana, que estava imersa em seus próprios pensamentos, ainda incrédula por ter caído num truque barato operado por um adolescente.

    A arqueira retoma seu lugar atrás de Lanthalder, com o olhar fechado no chão, tentando pensar em algo, embora os efeitos da toxina começasse a fazer efeito tirando sua concentração. - Você tinha mil maneiras de entregar isso ao Batman, fez dessa forma por algum motivo que desde já eu menosprezo... Você nos intoxicou antes mesmo de aceitarmos ou não qualquer acordo, seu desgraçado. - Siggy encarava Robin com desgosto, eliminando de sua mente qualquer vestígio de heroísmo que pudesse acompanhar aquele adolescente. - Ignorar a inteligência do seu antigo tutor é um erro. Se algo acontecer com a gente, o cavaleiro das trevas irá te encontrar, e fará com você algo muito pior que podes fazer com a gente... Por outro lado, se deixares a gente sair ileso, prometo que vou cobrar pessoalmente por todo esse tempo perdido. - Siggy tentava recuperar sua confiança. - De um modo ou de outro, seu final será trágico... Traidor. - A harendiana o encarava pronta para entrar em combate caso Robin optasse por isso, agora a escolha de um combate estava no lado inimigo.
    Darkwes
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Sab Set 10, 2016 7:50 am





    Corte das Corujas.

    Já sentindo os efeitos do gás mencionado por Robin, Arkanum, Arqueira Invernal e Mr. Sussurro começam a ter seus sentidos comprometidos aos poucos, primeiro a visão começa a ficar turva, em pouco tempo os deixando com náuseas e grande dificuldade de se manterem de pé. Suas condições pioraram rapidamente, como se algo tivesse desencadeado o efeito colateral, apesar disso, conseguem observar o garoto sorrir ao ouvir a colocação de Babidi e responder à argumentação de Lanthalder.



    - Estou certo de que mencionei a respeito da Corte não existir mais e das pistas terem sido plantadas para que Batman, ou quem trabalhasse para ele viesse até aqui ANTES de vocês tentarem me aprisionar... se não quiseram ouvir, o problema não é meu. - afirmou o jovem ainda se mantendo em perfeito equilíbrio sobre o móvel central, também retrucando as colocações da harendiana - - O gás na outra sala é obra da Corte e com certeza Batman não cairia num truque tão simples, se protegendo adequadamente, mas é claro que o usei a meu favor como uma garantia contra outros que viessem até aqui! Vocês são os traidores aqui, aceitem isso ou não e são uma ameaça! Uma ameaça que tem de ser lidada! - completou o garoto batendo com o punho direito fechado contra a palma da mão esquerda. - Você pensa que entende o que eu planejava fazer aqui, mas não tem a menor ideia! Isto não se trata de uma armadilha para capturar ou matar Batman, apenas buscava lhe dar um aviso! Um alerta para Bruce Wayne... Não porque ele era o mentor do Robin, mas sim por ser o meu pai!


    O rapaz estava visivelmente alterado, ampliando o tom de sua voz a cada nova palavra, até que o mesmo se ergue ficando de pé sobre a estrutura de madeira ao pronunciar a última frase, demonstrando claramente desaprovar a postura de Batman não apenas como de um herói caído, mas também por sua ligação pessoal com o homem por trás do manto, o que o irritava profundamente. Mas os presentes não podiam analisar a situação de forma racional, pois, enquanto o garoto se expressava, os três Renegados que sentiam os efeitos do gás psicotrópico têm sua situação agravada, passando a ver todos os presentes no ambiente como coisas inumanas, semelhantes a grandes corujas humanoides, deformadas e assustadoras, perdendo a capacidade de distinguir quem eram seus aliados, ou que estava sendo dito por qualquer um dentro do ambiente, apenas ecoando em suas mentes um intenso zumbido que lembrava dezenas de vozes pronunciando palavras desconexas.

    Lanthalder já podia sentir que estaria sozinho contra Robin e seus soldados se um conflito se confirmasse e tudo indicava que a situação podia ficar ainda pior com o garoto cada vez mais irritado.



    E não tentem me enganar dizendo que temos o mesmo objetivo porque NÃO TEMOS! Eu estou tentando fazer um mundo melhor ao lado de Superman e apoiar Batman vai contra tudo que estamos alcançando! Ele é um cego que só enxerga o que quer ver e acha que seus próprios problemas são maiores do que todo o resto! - afirma Robin saltando de onde está, girando até aterrissar a dois metros do androide que ainda se encontrava de pé, em seguida dando mais dois passos para frente, encostando o dedo indicador no peitoral metálico de Lanthalder - Eu deveria capturar todos vocês e entregá-los à Superman como os foras da lei que são, mas vou lhe dar uma última chance de fazer a coisa certa e levar o objeto que entreguei até Batman e se não o fizer... eu vou encontrá-los e juro que eu mesmo acabo com cada um de vocês!


    Logo após Robin completar sua demanda, Babidi e Siggy são vencidos pelo efeito que violava seus corpos e mentes, perdendo a consciência, deixando a impressão de que o efeito era ainda mais eficaz em organismos vivos inumanos. Jacob ainda se mantinha de pé, mas era difícil afirmar se sua situação era melhor que a dos outros por estar sozinho e indefeso em meio a criaturas grotescas que se contorciam e giravam suas cabeças incessantemente, fitando-o, observando-o constantemente, prontos para avançarem em sua direção a qualquer instante...


    *Mr. Sussurro está em estado de terror incapaz de executar qualquer tipo de ação racional (em termos de regra está Atordoado).
    *Arqueira Invernal e Arkanum estão desacordados e incapazes de qualquer tipo de ação (em termos de regras estão Incapacitados).

    Lyvio
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Sab Set 10, 2016 9:40 am

    Arkanum sente seus sentidos diminuírem cada vez mais, numa velocidade impressionante e não demora muito para tudo ir se apagando e os barulhos e sensações sessando, era constrangedor Arkanum com mais de 300 anos conhecendo a humanidade cair numa dessas e ao que tudo indica sua bola de cristal não previu tudo. Não quer dizer que seja inútil, pois foi de grande valia incontáveis vezes, mas dessa vez ela falhou, afinal, ninguém controla o destino e uma simples mudança pode modificar todo o previsto. Em seus últimos instantes acordado ele pronuncia um ultima frase:

    -Sem esse g...gás...você e seus homens não teriam chan...chances, ga...ga...garoto...
    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Sab Set 10, 2016 10:30 am

    Lanthalder observa por alguns instantes o pequeno jovem a sua frente... Ele o encara com expressão séria, nem agressiva nem amedrontada, apenas o observa como se tentasse discernir a atitude mais sensata segundo seu ponto de vista analítico... Ele então dá um passo atrás saindo do toque de Robin dizendo:

    Lanthalder: " - Você... Se preocupa com ele... Não aceita seus métodos ou códigos, mas quer o bem dele... Por isso fez tudo de uma forma que Superman não perceba e disfarça tudo isso com sua agressividade e ameaças..." Lanthalder observa os aliados caídos pelo chão e então olhando novamente para Robin completa:

    Lanthalder: " - Não vou entrar nos méritos das considerações, visões são algo muito subjetivo e ainda tenho grande dificuldade com tais discernimentos, mas... Matar um assassino não lhe torna herói, lhe torna tão assassino e igual àquele que causou um mal tão grande a você... Assim pensa seu pai... Embora relute, seus intentos são os mesmos, apenas, Superman está pegando o caminho mais fácil..." Lanthalder observa Robin por mais alguns segundos e novamente toma a palavra:

    Lanthalder: " - Me mostre a saída e irei levar meus companheiros para a segurança e seu recado a quem possa entregá-lo a seu pai... Antes que um deles morra e você fique com a culpa de mortes inocentes em seu íntimo..."

    Lanthalder fica a observar o garoto e divagando em milhares de informações o quanto este conflito entre os dois deveria ser doloroso... Pai contra filho... Divisão de ideias que o faz abominar um para enaltecer a outro... Eram informações grandiosas e poderosas para a mente máquina de Lanthys aprimorar sua capacidade de entendimento dos sentimentos humanos...
    Elminster Aumar
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Dom Set 11, 2016 10:29 am

    O gás começa a fazer efeito em Mr. Sussurro e ele começa a ter os seus sentidos enfraquecidos. De repente os homens mascarados viram monstros em sua mente, vozes que ele não sabia de onde vinham se proliferam em seus ouvidos num zumbido intermitente, e Jacob, sem muita força para aguentar aquilo, se ajoelha no chão, tentando tampar os ouvidos para, em vão, parar de ouvir aquelas vozes. A voz do Robin se destacava das demais, Mr. Sussurro ouvia o que ele dizia, mas suas palavras pareciam já não mais ter tanta importância.
     
    - Não, não, não... O que tá acontecendo comigo?

    Mr. Sussurro balançava a cabeça de um lado para o outro, tentava não olhar para as criaturas sombrias que agora rastejavam por aquela sala, ele viu Arqueira Invernal e Babidi sucumbirem, mas logo a sua frente, em pé, se erguia uma muralha de esperança. Lanthalder parecia um gigante à sua frente, um ser de barreiras impenetráveis, destemido e que poderia tirá-los daquele lugar horrendo de criaturas vis. Naquele momento Lanthalder havia se transformado num herói para Mr. Sussurro, que, incapaz de compreender exatamente tudo o que estava acontecendo, apenas tentava se manter consciente.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Dom Set 11, 2016 3:25 pm





    Corte das Corujas.

    Com seus parceiros sem condições de combate, Lanthalder prossegue argumentando com o garoto prodígio, no intuito de resolver a situação pacificamente, mesmo se encontrando sob a mira dos soldados que rodeavam o local. O outrora discípulo do Homem Morcego ouve as palavras de Lanthalder e, apesar de aparentar não gostar das afirmações do androide, demonstra se acalmar desfazendo sua postura agressiva, em seguida erguendo a mão esquerda em sinal para que os soldados do Regime abaixem suas armas, comando este que é atendido de imediato pelos mesmos.



    - Isto é realmente engraçado... esta situação. - afirmou o jovem esboçando um leve sorriso antes de prosseguir, em seguida olhando para os Renegados que se encontravam sob o efeito do gás psicotrópico- Você é a máquina aqui, mas parece ser o mais sensato de seu grupo... eu nunca entendi os critérios de Batman pra escolher seus aliados... - completou o garoto movendo a cabeça em sinal negativo.


    O rapaz se virou e deu alguns passos para trás ampliando a distância entre ele e Lanthalder e, após alguns segundos sem dizer nada, virou o rosto de lado, olhando na direção do homem-máquina, fazendo novas considerações, dessa vez num tom mais sério que demonstrava convicção em suas próprias palavras.



    - Mas mesmo que seja sensato, é incapaz de enxergar a realidade... você não entenderia Superman mesmo que tentasse, então, não tente. - disse o jovem, agora voltando o olhar à sua frente - O gás não é letal, dentro de algumas horas seus parceiros devem estar bem e quanto a sair daqui... tenho certeza de que podem encontrar uma saído por si mesmos, não tenho obrigação nenhuma de te mostrar nada. Até mesmo porque... não tenho intenção de ser seguido. - Afirmou, fazendo uma nova pausa, complementando apenas com uma nova palavra que já havia usado anteriormente - Luzes!


    Assim que Robin completa suas colocações, as luzes do ambiente se apagam, deixando Lanthalder na completa escuridão. O androide, não podia determinar a localização exata do garoto ou de qualquer um no ambiente, mas podia notar que estavam se retirando rapidamente do local, utilizando alguma passagem presente na área superior do salão. Passados alguns instantes, o ambiente se ilumina novamente, restando em seu interior apenas os Renegados e o objeto entregue a Lanthalder pelo garoto. Restava ao androide deixar o local com seus companheiros e decidir o que fazer com o misterioso aparelho que devia conter algum tipo de informação valiosa o bastante para que Robin contrariasse Superman, se arriscando na intenção de entregá-lo ao Batman.


    ...


    Wayne Enterprises.

    Um símbolo da cidade de Gotham desde 1.888, construída para servir de boas vindas aos imigrantes que chegavam de outros continentes, a torre original da Wayne Enterprises teve também a função de dar aos visitantes e novos habitantes a sensação de estarem seguros, vigiados constantemente pelos gárgulas que rodeiam a estrutura. Porém, não é no topo que se encontram os verdadeiros vigilantes. Dezenas de metros abaixo do subsolo e, sob diversas camadas de materiais que têm por finalidade ocultar sua existência até mesmo àqueles capazes de penetrar a maioria dos materiais com sua visão, encontra-se a câmara na qual os Renegados se reúnem, local este que serve de centro de comando e moradia para aqueles que não tem um local a retornar ao fim de uma de suas missões.

    Na noite anterior os Renegados invadiram um esconderijo da Corte das Corujas após reunirem diversas pistas que levavam a crer no retorno da guilda de assassinos que, no passado, manipulou Gotham através das sombras. Entretanto, para a surpresa dos vigilantes, tudo não passava de um plano engenhado pelo outrora parceiro de Batman, Robin, agora associado ao Regime e um dos apoiadores de Superman. Todavia, mesmo não sendo mais pupilo do Homem Morcego, e claramente desaprovando seu posicionamento, Robin ainda possui algo forte o bastante que o mantém permanentemente ligado a Bruce Wayne, revelando ser filho do mesmo.

    Robin confiou a Lanthalder um dispositivo semelhante aos utilizados pelo próprio Homem Morcego, forjado no formato do símbolo do cavaleiro das trevas,  entretanto, este aparenta ser algo como um flashdrive ou outro aparelho eletrônico, por conter entradas características para que seja conectado a um computador. Robin deixou o local após o breve encontro, não sem antes fazer com que três membros dos Renegados ficassem sem condição de combate, demonstrando sua perspicácia e capacidade de antecipar seus adversários. Após encontrar uma saída diferente que levava à superfície, Lanthalder retornou à base com o auxílio de Lucius Fox, trazendo seus companheiros consigo.

    Jacob Fox se recuperou com apenas uma hora de descanso, se libertando das visões que o aterrorizavam, Siggy e Babidi, no entanto, ficaram desacordados por cerca de seis horas, até que despertassem na ala médica do local. Lucius deixou o local antes do amanhecer, pois tinha compromissos na empresa da família Wayne, seu cargo de diretor geral, o qual assumiu após o afastamento de Bruce Wayne, passou a lhe consumir bastante tempo e não podia se dar o luxo de aguardar a recuperação de todos os vigilantes.

    O centro de comando dos Renegados consiste de pequenos ambientes subdivididos entre o salão principal, onde se encontra instalado um supercomputador no qual é possível monitorar diversas áreas de Gotham, uma pequena área médica onde se encontram apenas algumas camas e aparelhos próprios para tratar de ferimentos variados, pequenos quartos individuais e sanitários. Há ainda um hangar, onde se encontram diversos equipamentos experimentais, sendo a maioria projetos inacabados ou abandonados.



    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Dom Set 11, 2016 5:31 pm

    Lanthys encontrava-se, agora em sua forma com aparência humana, recostado em uma das paredes, segurando o artefato que Robin lhe deu, tinha suas preocupações com tal item... Depois de tudo que aconteceu, apesar de considerar que o garoto se importa com o pai, Lanthys não podia deixar de cogitar que ao invés de qualquer informação, o item na verdade pudesse simplesmente informar a localização da base ou do próprio Homem-Morcego, quando acionado... O androide o observa atentamente o mesmo buscando entender seu funcionamento, tinha vontade de dissecá-lo mas temia que sua estrutura estivesse preparada para evitar isso ou mesmo se auto-destruir caso tentasse então, tudo que fizeram e passaram desde o acesso ao esconderijo abandonado, teria sido em vão... Ele então comenta em tom que todos que estivessem presentes pudessem ouvir...

    Lanthys: " - Robin se esforçou para trazer isto até seu pai sem chamar atenção... Por outro lado, ele pode ter apenas encenado tudo para uma vez mais nos enganar e conseguir algo que nem mesmo Superman consegue, a localização do Morcego... Eu confesso que estou em dúvida quanto as intenções de Robin apesar de estar inclinado a crer que realmente isso contém algo para ajudar Batman..." Ele continua a estudar o objeto e fica realmente tentando a inserir o mesmo no computador e analisá-lo, mas acredita que se Robin é tão esperto quanto parece, ele se preparou para tudo, até mesmo porque outros aliados seus poderiam descobrir seu intento e revelar o conteúdo do objeto e com isso, colocá-lo em situação desfavorável perante o Regime, caso o objeto contenha algo para ajudar Wayne...

    Lanthys: " - Eu creio que Lucius é o mais indicado para decidir sobre entregar este objeto a Batman ou não, pois isso pode ser tanto uma mensagem quanto uma armadilha... Acredito que além de mim, nenhum dos presentes acredite que Robin possa ter boas intenções, então creio que todos devem achar isso se tratar de uma armadilha..." Lanthys observa os demais aguardando por seus palpites enquanto o segura firmemente em suas mãos robóticas, considerando que a responsabilidade sobre o mesmo ainda era dele... Ele havia dito a Robin que faria o mesmo chegar a Batman e precisava decidir sobre isso...
    Lyvio
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Seg Set 12, 2016 4:29 pm

    Babidi já estava acordado após o efeito do gás, ele passou cerca de 6 horas desacordado, um pouco tonto ele segue levitando para o salão principal onde estavam os demais e ouve as considerações de Lanthys sobre o objeto em seguida pensa um pouco e opina:

    -Voltando a invasão, agimos daquela forma porque julgamos se tratar de um grupo de assassinos, por isso compreendo agressividade da arqueira, assim como nossas ameaças...no entanto, não me passou pela cabeça de que na verdade seria o Robin disfarçado, por isso o estranhamento quanto a eles não decidirem nos atacar assim que adentramos o local.

    Admito ainda minha falha quanto as previsões, infelizmente não consegui prever tudo, principalmente que os corujas eram membros do regime disfarçados e dentre eles Robin, mas confesso que ser surpreendido daquela forma com um gás e não perceber nada foi constrangedor, pior, ser derrotado por um garoto...apesar de que sabemos que o Robin é um prodígio...

    Quanto a esse artefato...apenas uma análise profunda acerca dele podemos ter noção do que se trata, mas como você disse Lanthys, se tentarmos algo pode ser que isso se torne uma bomba, no entanto tenho a sensação de que isso não é uma armadilha para o batman...

    Se este artefato é um localizador, já estamos perdidos e eles já sabem de nossa base secreta...


    Babidi ponderava acerca da situação, fazia o tipo mais pacífico, não era muito fã de combates e sempre que desse ele buscaria a diplomacia, mas, mal pode fazer algo, ainda bem que Lanthys resistiu ao veneno.
    Makaveli Killuminati
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Ter Set 13, 2016 3:35 pm

    Agora acordada, no esconderijo dos Renegados, Siggy andava de um lado para o outro, ainda inconformada com a noite anterior, socava a palma da mão com o punho, como quem estivesse em conflito consigo mesma. Sua irritação era bastante nítida e longe do esteriótipo de mulher gelada que fora concebido dela. Uma goteira formada pela condensação dos gases que passavam por um duto de ventilação presente na câmara a incomodava ainda mais, fazendo-a congelar o fluído formando uma estalactite.

    - Enfia essa porcaria em qualquer computador e a gente descobre o quê é. Mr. Sussurro pode usar o truque com a mão de sombra caso tenham medo que seja uma armadilha... Embora o infeliz deva ter colocado alguma senha. - A arqueira comentava impaciente as colocações de Lanthys. - Se for um localizador é inútil. Se Robin for filho de Bruce Wayne já deveria saber que a Wayne Enterprises é o mais provável esconderijo do pai e de quem o ajuda, nosso caso. - Siggy comenta enquanto dava um pequeno pulo, sentando-se em cima de um leito metálico.

    - Quanto ao grupo de assassinos, estávamos certos, Babidi... Não preciso lembrar quantas vítimas o Regime fez. - Siggy complementava o comentário do alienígena, lembrando que o Regime era tão assassino quanto a Corte das Corujas. - Minha empatia por Robin é muito menor que pelo Superman. O moleque está contra o próprio pai. Pelo menos as motivações de Superman tem alguma justificativa. - Inquieta, a harendiana desce do leito metálico e começava a vasculhar os equipamentos no esconderijo, em busca de algo que evitasse cair em outro truque daquele.

    - Alguém pode fazer algum exame, tirar uma amostra do meu sangue, qualquer besteira do tipo para examinar o gás usado pelo Robin e criar um antídoto? Se for possível... Não entendo muito do assunto, mas acho que vale a tentativa. Deve ter algum resquício no nosso organismo. Meu ou do Babidi pelo menos.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Ter Set 13, 2016 9:52 pm

    Na sala de reuniões, Mr. Sussurro flutuava de cabeça para baixo e com os braços cruzados. Ele achava que ver o mundo de ponta cabeça o ajudava a ter uma nova perspectiva sobre os fatos acontecidos ou enxergar melhor o que poderia ser feito no futuro. Ele permaneceu até aquele momento da reunião o tempo todo calado, ouvindo primeiro o que os seus companheiros tinham a dizer e pensando consigo mesmo o que falaria. Lanthys era um androide, mas se portava como líder do time, sempre sendo o primeiro a falar, enquanto Arkanum era a inteligência e Siggy a força selvagem e impetuosa.  

    - Todos nós fomos pegos de surpresa - disse Jacob, falando pela primeira vez na reunião. - Ninguém esperava que aquele fedelho fosse o Robin. A revelação desse fato inesperado causou um certo furor entre nós... Agimos mais com a emoção do que com a razão, algo que devemos lutar para não acontecer nas próximas vezes.

    Lentamente, Mr. Sussurro fez o seu corpo girar sobre si mesmo em pleno ar, voltando para a sua posição correta de cabeça pra cima, mas ainda flutuando de pernas cruzadas ao lado da mesa de reuniões.

    - Eu tô com o Cabeça-de-Lata. Err... desculpe, Lanthalder, eu não resisti. Acredito que o Robin não deixou de lado todas as suas raízes, ainda deve haver um sentimento bom com relação ao Batman, de modo que acho que o que temos em mão não seja um explosivo ou uma armadilha. Na pior das hipóteses Robin pode estar pensando avisar Batman para que o morcegão não entre em seu caminho e no caminho do Superman. Eu voto para espetarmos isso num computador agora mesmo.

    Mr. Sussurro se lembra que Lanthalder disse sobre contatar Lucius Fox. O homem era o seu pai, mas ninguém do grupo sabia disso, com a exceção do próprio Batman. Jacob diz:

    - Não acho que devemos incomodar Lucius com isso. Nós somos bem crescidinhos para resolver esse tipo de situação por nós mesmos. Que tal, Lanthalder, espertarmos agora esse aparato usb e ver o que acontece enquanto estamos todos nós reunidos?
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Ter Set 13, 2016 11:36 pm

    Lanthalder observa a todos e procura compreender os sentimentos de cada um... Por mais que seu cérebro fosse avançando, sentimentos as vezes não tinham lógica ou razão como bem disse Sussurro, era complicado entender o que fazia com que eles se irritassem as vezes... Ele então pondera todas as palavras e opiniões ditas e segurando firmemente o objeto, desencosta da parede e parando ao centro deles comenta:

    Lanthys: " - Eu creio que Robin, precavido como foi em tudo, conseguindo surpreender a todos nós em sua emboscada e fugindo sem deixar vestígios, se aceitasse que tivessemos acesso as informações que aqui estão, iria nos dizer em palavras tais informações para serem transmitidas e não dentro de um dispositivo... Se estão em um dispositivo e a intenção era chegar a Batman, creio que ele deve ter se cercado de todas as seguranças cabíveis para que ninguém, além de seu pai, tivesse acesso ao mesmo... Acredito que se tentarmos acessá-lo, e ele pensaria nessa hipótese com toda a certeza, ou teremos algum efeito colateral desagradável, ou a mensagem se perderá então..." Lanthys observa todos como se pedindo que não o recriminassem pelo ato e completa:

    Lanthys: " - Eu falei a Robin que faria isso chegar a Batman então a responsabilidade é minha! Isso fica comigo até que Lucius decida o que fazer com ele, não iremos tentar acessá-lo ou mesmo dissecá-lo, somente se Lucius assim achar que deve ser feito... Ele conhece o Morcego e provavelmente Robin e seus assuntos particulares muito melhor que qualquer um de nós e terá um discernimento muito mais razoável!" Lanthys então fica a observar a todos esperando suas reações devido a sua decisão...
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qua Set 14, 2016 5:15 pm

    Babidi ouve Lanthys analisa suas palavras e concorda:

    -Huummm....realmente, podemos ter sérios problemas se tentarmos abrir isso aqui... Não podemos subestimar o Robin... . Já fomos derrotados por ele na corte das corujas, o melhor a se fazer é dar um jeito disso chegar ao batman, mas o caminho provável seria através de Lucius, então porque ele não levou o artefato quando esteve aqui?

    Indagava Babidi a Lanthys.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Qua Set 14, 2016 9:46 pm

    Lanthalder não cedeu quanto a espetar o dispositivo num computador. Mr. Sussurro entendia o ponto de vista do androide, mas não concordava em ele querer decidir sozinho o que devia ser feito com o aparato de Robin. Contudo Jacob não iria discutir. Não era hora para isso. Ele ouve o questionamento de Arkanum em seguida, mas prefere se abster de qualquer opinião. Aquela reunião, para ele, havia acabado.

    - Quando tiverem uma posição de Lucius, então, me informem a respeito. Estarei em meus aposentos.

    Jacob se vira e caminha em direção a saída da sala de reuniões. Ele iria para o seu quarto dentro da própria base dos Renegados, onde aproveitaria o tempo que teria livre para descansar e refletir sobre toda aquela situação.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Qui Set 15, 2016 1:36 pm

    Lanthys observa o aparelho por alguns segundos, olha então para Babidi e comenta:

    Lanthys: " - Talvez ele tenha entendido tudo sobre o dispositivo mesmo sem ter comentado a ele, mas creio que a sala de reuniões da diretoria não seja segura para tal artefato e Lucius preferiu que ficasse aqui onde somente nós e Batman temos acesso... Talvez ele esteja esperando nos decidirmos sobre o que fazer com o artefato... Ou talvez estejam só nos testando, afinal, Batman não é conhecido por confiança cega a ninguém..." Lanthys pondera um pouco sobre o que realmente ele considera Lucius não se apoderar do artefato e completa...

    Lanthys: " - Mas na verdade nobre Babidi, acredito que ele não levou o artefato consigo porque realmente não detalhei a ele sobre o segredo do Artefato... Eu preferi ouvir suas opiniões primeiro antes de me decidir por entregá-lo e considero que é o mais acertado a ser feito... Robin entregou este aparato a mim, é minha responsabilidade decidir o que fazer com o mesmo e arcar com as consequências de meus atos, sejam eles quais forem, por isso, se algo der errado, a responsabilidade é apenas minha." Lanthys então faz uma pequena reverência, vira-se e caminha até o computador central acionando alguns comandos para visualizar a cidade e localizar algum acontecimento que ele pudesse ajudar de alguma forma enquanto aciona o sistema enviando uma mensagem a Lucius pedindo que descesse até a base quando lhe fosse possível para explicar os por menores e a situação do dispositivo em sua mão!
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Qui Set 15, 2016 5:55 pm

    Observando a negligência de todos em encontrar algum antídoto para o gás ao qual três deles sofreram, Siggy abre a caixa revestida de aço que guardava alguns equipamentos básicos de enfermagem para o caso do grupo precisar. Ainda havia tido tempo de escutar o androide falando sobre o dispositivo, que embora tenha esperado para ouvir a opinião do grupo, não pretendia levar em consideração, já que havia feito uma promessa para o inimigo e aparentemente não pretendia rompê-la. - Da próxima vez não pergunte nossa opinião se não planeja considerá-las. Poupe meus ouvidos. - A arqueira fitava o androide enquanto carregava seringas, frascos, produtos e outros equipamentos menores. A harendiana rumava em direção ao seu aposento, mas antes de entrar ainda fazia um comentário irônico para Lanthys - Robôs não tem responsabilidades... Tem diretrizes. - Assim feito, Siggy adentra seu aposento e fecha a porta metálica atrás dela.

    Em alguns minutos prepara os equipamentos para retirar uma quantidade do seu próprio sangue, fazendo as preparações necessárias que lhe vinha na cabeça com o pouco conhecimento que tinha sobre aquilo. Após concluído, armazena o sangue retirado no local apropriado, preservando a integridade da amostra retirada.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Qui Set 15, 2016 9:04 pm





    Wayne Enterprises.

    Os integrantes do grupo de vigilantes debatem a respeito do próximo passo a ser dado, todavia, um consenso não é alcançado demonstrando que estes ainda não confiam plenamente uns nos outros. Mr. Sussuro se retira para o aposento no qual costuma ficar quando está na base de operações e Siggy faz o mesmo, porém antes, apanha diversos aparelhos do centro médico. A harendiana tem certa dificuldade em coletar o próprio sangue, não apenas pelo fato de desconhecer as técnicas mais adequadas, mas também devido a agulha não penetrar em sua pele, após algum tempo, de um modo ou de outro, a arqueira consegue recolher uma amostra que talvez fosse útil para se criar um antídoto, bastava encontrar alguém hábil o suficiente para fazê-lo, todavia, seus companheiros não demonstravam possuir tal qualidade.

    Após ponderarem a respeito do dispositivo e do papel que Lucius poderia desempenhar, Lanthys decide tentar entrar em contato com o aliado, enviando-lhe uma mensagem. Babidi, ainda no local, acompanha o desenrolar da situação, observando o monitor central se ligar cerca de trinta minutos após o contato inicial, exibindo uma frase que, muito provavelmente, havia sido encaminhada por Lucius Fox.



    - Estarei livre em um momento, mas não posso descer aí agora. Vou iniciar uma chamada de vídeo para conversarmos, mas terei de ser cuidadoso com as palavras... apesar do sistema ser altamente encriptado, nunca se sabe se alguém pode ouvir o que estou dizendo, então terei de ser cuidadoso com as palavras, sejam também. Além disso, vou codificar o vídeo para que não mostre suas faces...


    Alguns minutos de silêncio se passam após o envio da mensagem, certamente Lucius estaria tomando todas as precauções necessárias para estabelecer contato de forma segura. A relação entre Lucius e Bruce Wayne era de total confiança um no outro, então certamente o atual diretor-geral da Wayne Enterprises sabia quais precauções tomar para não atrair atenção indevida. O monitor central então exibe o aplicativo de comunicação sendo ativado remotamente, carregando em apenas algumas frações de segundos até estabelecer a conexão. A câmera estava direcionada ao rosto serene de Lucius, que encontrava-se sentado em seu escritório privativo, completamente fechado e isento de presenças indesejadas.



    - Bom dia senhores, desculpem o atraso, mas podemos iniciar a reunião. - disse o homem mantendo a compostura, como se estivesse tratando de negócios - Espero que todos estejam bem... soube que na noite anterior tiveram um pequeno contratempo...


    Lucius estava claramente evitando falar abertamente, evitando termos que pudessem comprometer a si mesmo ou aos Renegados, aguardando que fizessem suas colocações, usando do mesmo artifício...



    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Qui Set 15, 2016 9:44 pm

    Lanthys observa a imagem de senhor Lucius aparecer na tela, compreende suas palavras e inicia sua explanação da noite anterior:

    Lanthys: " - Senhor Lucius, bom dia. Fomos até o local onde os investidores se encontrariam supostamente, mas nada havia lá além de entulhos... No lugar dos investidores encontramos aquele outro gerente bem jovem que acabou indo para a empresa concorrente, filho do gerente señior que trabalhava no turno da noite noites a fio, deve se lembrar deles. Pois bem, o gerente Junior que lá estava, nos entregou um envelope contendo supostamente informações importantes de alguma coisa a seu pai... Como ele arriscou seu emprego para apresentar estas informações, que segundo ele são uma grande dica de investimento, acredito que a mesma seja verídica, mas devido a astúcia já conhecida do Junior tenho minhas dúvidas quanto a isso... O envelope está comigo e parece pronto para ser visualizado dentro do sistema, mas acredito que o mesmo, devido a informação sigilosa que contém, esteja lacrado de alguma forma que não nos permitiria saber seu conteúdo caso tentássemos... Creio que somente o pai do gerente júnior possa abrir o envelope sem rasgá-lo ou ao seu conteúdo... Eu gostaria que o envelope fosse entregue ao pai deste garoto, a menos que o senhor concorde que possa ser uma artimanha para colocá-lo em uma situação difícil... Quais seriam suas recomendações sobre esta transação senhor Lucius, afinal, os investidores iniciais não apareceram e um novo gerente no negócio ainda da empresa concorrente é no mínimo inusitado..."

    Lanthys fica a observar a reação do homem a frente das empresas Wayne e aguardava suas dicas...
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qui Set 15, 2016 9:56 pm

    Babidi ouve a conversa atento, o androide se saiu muito bem, melhor do que ele imaginava, então indaga Lucius:

    -Acho que o senhor deveria ter pego o envelope um pouco antes, na nossa última reunião. Mas talvez estivesse um pouco apressado, mas agora com calma creio que podemos entregá-lo para enfim ter uma ideia de seu conteúdo e traçar as novas metas de ação para nossos negócios, no entanto, para isso necessitamos de seu feedback, se puder nos fazer uma apresentação ficaremos gratos.

    Babidi entra na conversa no mesmo estilo de Lanthys e Lucius, aquilo apesar de sério estava se tornando um tanto quanto divertido.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Sab Set 17, 2016 9:59 am





    Wayne Enterprises.

    Lucius mantinha-se calmo enquanto ouvia as colocações de Lanthys e Babibi, unindo as duas mãos sobre a mesa e ficando em silêncio por alguns instantes após as colocações, o diretor demonstrava buscar fazer sentido do que era dito e ponderar a respeito, se pronunciando instantes depois, mantendo o tom de voz de antes.



    - Entendo, esta me parece uma situação bastante delicada, pois, se é como dizem e o envelope só pode ser aberto pelo gerente que não se encontra mais na empresa... - o homem levantou as sobrancelhas por um instante, em seguida balançando a cabeça em sentido negativo - Acho que não posso fazer nada a respeito... a não ser, claro, tentar abrir o envelope sem comprometer seu conteúdo.


    Lucius desviou o olhar por um instante, levando em seguida sua mão direita ao queixo, estava claramente buscando alternativas em sua mente, pois, aparentemente, não tinha meios de entregar o dispositivo diretamente às mãos de Bruce Wayne. O executivo, que aparentava algo em torno de cinquenta e sessenta anos, cruzou os braços e mudou a expressão em seu rosto, dando a impressão de que havia uma alternativa, mas havia uma certa hesitação em seu olhar.



    - Caso tentar abrir o envelope não seja uma opção válida, acho que pode haver uma alternativa. - descruzando os braços Lucius inclinou o tronco para frete, aproximando seu rosto da câmera - Há meses não tenho tido contato direto com ele, mas pode haver alguém que tenha... talvez até o conheçam, pois é um antigo parceiro de negócios com o qual o antigo gerente se encontrava com frequência sempre que era chamado... ele pode ser considerado uma autoridade no que faz, apesar de não ser considerado dessa maneira por funcionários da empresa concorrente. Se desejarem fazer contato com ele, sugiro que o façam ao cair da noite, enviando um sinal para que ele vá até vocês, da mesma forma que ele entrava em contato com o antigo gerente quando tinha algo a lhe dizer...


    Lucius inclinou o corpo para trás novamente, recostando em sua poltrona enquanto mantinha seu olhar fixo em direção à câmera, aguardando alguma colocação que indicasse a compreensão de suas palavras por parte dos Renegados que dialogavam com o mesmo.



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    Re: Ato I - Prólogo

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      Data/hora atual: Ter Dez 12, 2017 5:44 pm