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    Ato I - Prólogo

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    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Sab Set 17, 2016 10:37 am

    Lanthys pondera as palavras de Lucius e compreende sua dica... Ele olha para Babidi que o acompanhava na conversa e acena positivamente para ele sussurrando...

    Lanthys: " - Comissário Gordon..." Lanthys volta-se ao painel novamente, respondendo a senhor Lucius de forma a manter o áudio adequado caso houvesse alguma forma de escuta ou monitoramento do mesma:

    Lanthys: " - Compreendo... Talvez seja uma boa opção... Só é irritante como o mundo dos negócios está um caos nos dias de hoje senhor, encontrar um funcionário antigo é tão problemático nesta cidade grande... Mudam de endereço constantemente e alguns sequer se preocupam em deixar informações para contato, boas oportunidades de trabalho surgem a toda hora como agora, poderíamos contratá-lo com bom salário e todas as vantagens, e somente para abrir envelopes de maneira cuidadosa, mas como achá-lo... Me dê um instante senhor Lucius, irei consultar nosso sistema gerencial e verificar se tenho alguma informação do último endereço dele, um minuto apenas, se o sistema não estiver indisponível também." Mexendo rapidamente no painel, Lanthys abre um sistema de busca de informações digitando as palavras "Gordon, James" pressionando o início de pesquisa aguardando pelos dados que poderiam retornar, enquanto olha para Babidi fazendo um positivo e sorrindo pela chance que tinham em mãos com a dica de senhor Lucius.
    Lyvio
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Sab Set 17, 2016 11:29 am

    Babidi pondera também com as palavras e entende que ele quis dizer, ele vê Lanthys olha-lo e acenar positivamente e ele retorna o mesmo sinal com um ar de riso, então, aguarda que o androide faça sua busca.

    As coisas parecia, se encaminha bem, o que lhe agradava, o que lhe veio a mente em seguida foi o tipo de sinal que eles iriam lhe enviar, mas isso ele discutiria com Lanthys e os demais logo em seguida, assim que a tentativa do androide fosse feita.
    Darkwes
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Sab Set 17, 2016 2:10 pm





    Wayne Enterprises.

    Lucius observa a reação de Lanthys, demonstrando compreender o fato de que o androide havia processado as informações corretamente ao acenar positivamente com a cabeça. O homem-máquina então decide obter informações a respeito do estado atual de Gordon para verificar se as opções apresentadas ainda eram válidas rodando outra aplicação no computador central. Instantes após inserir os critérios de pesquisa, o banco de dados acusa os resultados, informando que James Gordon mantinha seu cargo como comissário, comparecendo regularmente ao departamento de polícia de Gotham, especialmente durante a noite, em sua escala de trabalho, inclusive, havia a indicação de que hoje ele estaria no local a partir das vinte horas. Apesar das tropas do Regime patrulharem as ruas, a polícia local continuava atuando, mesmo que de forma limitada, resistindo dentro dos limites os quais foram submetidos. Além das informações pertinentes ao seu trabalho, havia também alguns dados pessoais do comissário, como seu endereço residencial e a indicação de que o comissário possui uma filha paraplégica, Barbara Gordon.

    Antes que pudessem ponderar a respeito das informações obtidas, os dois Renegados tem sua atenção voltada para Lucius novamente que se põe a falar.



    - Tenho certeza de que poderão estabelecer contato com este associado e, assim, repassar as informações necessárias a este ex-funcionário que, certamente ficará satisfeito ao saber de todo empenho que vocês estão empregando para encontrá-lo. - o homem novamente acenou rapidamente em sentido positivo com a cabeça, concluindo em uma nova colocação - Lamento informá-los de que meu tempo está se esgotando senhores, se não tiverem algo mais a ponderar peço que, por hora, encerremos esta reunião.


    Lucius movimenta seu corpo, fazendo com que sua poltrona se afaste alguns centímetros da mesa diante dele, claramente demonstrando que teria de se retirar, pois tinha outros compromissos a comparecer, entretanto, ainda aguardava que os Renegados presentes fizessem suas últimas considerações.



    Lyvio
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Sab Set 17, 2016 2:42 pm

    Babibi lê as informações junto com Lanthys, e logo descobrem que já tinham as informações necessárias ele volta-se para Lucius e se despede:

    -Vamos entrar em contato com ele sim Lucius, agradecemos o tempo despendido e pelo menos de minha parte não tenho mais nada a considerar.

    Ele olha para o androide esperando também sua resposta para então liberarem Lucius para seus afazeres.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Dom Set 18, 2016 10:20 pm

    Lanthys olha sorrindo para senhor Lucius e conclui:

    Lanthys: " - Senhor, nosso colega acabou de tirar as palavras de minha boca, agradecemos sua atenção e sua experiência neste ramo nos auxilou sobremaneira para darmos continuidade as negociações, agradecemos grandemente sua ajuda. Daqui para frente é conosco, afinal, temos de apresentar resultados ou nosso cargo estará comprometido, hahahaha!" Tão logo ele termina de falar, ele novamente muda sua expressão para um sério por completo como se não tivesse rido segundos atrás, afinal, interpretar uma programação e sair dela, para uma máquina, era algo tão natural quanto respirar parecia aos seres vivos. Considerando que Lucius iria encerrar a comunicação, e Lanthys preferia assim para não parecer grosseiro encerrando a conversa assim que tinha obtido o que precisava, Lanthys olha para Babidi e o convida a se afastar dos computadores para mostrar a Lucius que haviam terminado e para aguardar o corte do sinal para depois ponderar com o aliado sobre os próximos passos, mantendo assim a discrição completa que Lucius pediu, enquanto ele estivesse online.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Dom Set 18, 2016 10:38 pm





    Wayne Enterprises.

    Lucius demonstrava estar satisfeito diante das reações de Babidi e Lanthys, exibindo um pequeno sorriso enquanto levava a mão direita em direção ao computador que fazia a transmissão, dizendo ainda algumas palavras antes de encerrar a chamada.



    - Não precisam me agradecer, afinal somos parceiros de negócios... e se precisarem de algo mais, podemos nos reunir novamente mais tarde. Mas tenho certeza de que conseguirão fazer algum progresso por conta própria... - o executivo suspirou parecendo aliviado, se despedindo logo em seguida - Até breve e boa sorte a todos vocês!


    A transmissão se encerra logo após Lucius concluir e tudo parecia ter corrido bem, pois ninguém havia interrompido a chamada, Lanthys e Babidi haviam se saído bem ao fazerem suas colocações sem dizer nada de comprometedor além de terem obtido novas possibilidades que lhes permitiriam dar o próximo passo para que o dispositivo lhes entregue chegasse até as mãos de Batman. Restava comunicar aos demais o progresso e definir um plano de ação para que entrassem em contato com o comissário. A manhã já se aproximava do fim e os Renegados tinham cerca de oito horas até o horário no qual Gordon poderia ser encontrado no departamento de polícia de Gotham.



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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Dom Set 18, 2016 11:12 pm

    Lanthys então, percebendo que Lucius encerrava sua comunicação, estende a mão a Babidi, o cumprimentando e agradecendo:

    Lanthys: " - Para alguém que não nasceu na Terra, você sabe dialogar com terráqueos de maneira surpreendente, lhe agradeço pelo auxílio que nos permitiu obter dicas importantíssimas para os próximos passos meu amigo." Lanthys então solta a mão do aliado, sorridente, e colocando a mão ao queixo e segurando o cotovelo com a outra mão, pensa um pouco e pondera...

    Lanthys: " - Mas confesso que ainda tenho uma dúvida... Devemos ir direto a delegacia e pedir para falar com Gordon, ou devemos usar nossas capacidades, chegar a torre da delegacia e acionar o Bat-Sinal para que então Gordon, desconfiado e precavido, suba lá em cima longe de outras vistas e possamos falar com ele a sós? Me parece que a segunda opção é a mais adequada, mas ainda assim confesso que tenho minhas dúvidas se não estou sendo racional demais e vendo a sugestão de senhor Lucius com considerações errôneas..." Lanthys fica a observar a parede pensando enquanto esperava a resposta do companheiro de "negociatas".
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Dom Set 18, 2016 11:36 pm

    Babidi pensa um pouco a indagação do androide e balança a cabeça em sina negativo discordado da opinião dele, mas agradece o elogio:


    -Passei muitos anos estudando vocês, mais do que o tempo que seu bisavô sonhava em nascer... Uhuhuhuhuhu...

    Bom, o certo seria usar o Bat-Sinal para chama-lo a noite, mas julgo que um Bat-Sinal chamaria muita atenção, até porque, mesmo com toda a criptografia empregada na comunicação do Lucius, nos poderíamos estar sendo observados e alguém poderia "decifrar" nossa conversa e preparar uma emboscada para nos pegar.

    Levando isso em consideração, sugiro falarmos com ele pessoalmente de dia e de forma mais discreta. Ou você ou o MR. Sussurro, a arqueira... Utilizando suas identidades pessoais. Eu tenho uma identidade pública e convenhamos, não sou nem um pouco discreto tendo em vista o estereótipo dos humanos.

    De toda forma posso iniciar minhas investigações e previsões me utilizando da bola de cristal e assim decidir o melhor caminho, mas como sabe, ela não é cem por cento correta, apesar de ser de grande utilidade, por isso mesmo, devemos prever o que ela não previu com base no que ela previu se é que você me entende... uuhuhuhuhuhuhuuuu...



    Dizia ele soltando uma leve gargalhada.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Seg Set 19, 2016 12:35 am

    Lanthys ouve as palavras de Babidi, assimila tudo e responde:

    Lanthys: " - Huuummm... Se a criptografia foi acessada e quebrada, estarão nos esperando de dia ou de noite, não importa o horário... Além de que Gordan segundo os dados não está na delegacia durante o dia, teriamos de recorrer a seu endereço pessoal. Porém nas duas situações, acho que expomos Gordon a um perigo muito grande, indo abertamente onde ele é visto e observado por todos... Porém, se formos furtivamente ao Bat-Sinal, temos a chance de que os demais que virem o chamado o ignorem, pois como Lucius disse, ele ficou ativo por semanas e nada aconteceu... É bem provável que considerem mais uma tentativa falha de chamar o Morcego e ignorem o mesmo... Se houver um armadilha em qualquer das situações seremos recepcionados, mas se não houver uma criptografia quebrada, indo abertamente não encontraremos Gordon na delegacia durante o dia e ainda o colocaremos em risco, tanto ali quanto indo a sua residência... Sem falar que Lucius nos aconselhou a procurá-lo a noite e usar o sinal, o que é mais uma dica de um acesso furtivo ao terraço seja o mais indicado e o sugerido por Lucius em sua conversa... Meu cérebro me diz que o mais adequado seria um modo furtivo ao terraço e torcer para que somente Gordon resolva investigar o sinal ligado... Assim eu calculo..." Lanthys então dá dois passos atrás e fazendo uma leve reverência diz:

    Lanthys: " - Por gentileza meu amigo, comunique aos demais o que temos de fazer logo a noite e veja com ele suas opiniões, preciso fazer uma revisão geral em meus sistemas antes de partir para esta missão... Assim que estiver operando em 100% de capacidade e totalmente certo de minhas habilidades, retornarei. Conto com você!" Lanthys se retira e vai em direção a seu aposento onde na verdade existe uma base de restauração capaz de analisá-lo e consertá-lo de qualquer defeito ou avaria, deixando a Babidi a situação de comunicar aos demais o que ocorreu em suas ausências.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Seg Set 19, 2016 9:12 am

    Babidi acena em sinal negativo com a mão no queixo e então se pronuncia:

    -Vocês com suas identidades normais poderiam ir pessoalmente a casa de Gordon de dia mesmo, pois julgo esse meio o mais discreto possível para informá-lo, afinal, amigos visitam as pessoas constantemente, quem desconfiaria de algo assim? Claro, levando ainda em consideração a quebra da criptografia, pois o que ficou subentendido foi o fato de realmente chamarmos Gordon através do Bat-Sinal, o que despistaria possíveis emboscadas.

    De toda forma, falarei com os demais e informarei do ocorrido, em seguida, irei verificar essas duas possibilidades na minha Bola de Cristal.


    Babidi acena e segue para os aposentos dos demais, ele bateria na porta de cada um e explicaria o ponto de vista de Lanthys e o dele, pedindo em seguida a opinião dos demais e marcando uma reunião por volta das 10 da manhã e como ele tinha certezaa que não seria o mais indicado para procurar Gordon ele abdica de dormir para perder algumas horas verificando em sua bola de cristal os dois pontos:

    1-Acionar o Bat-Sinal a noite chamando a atenção de Gordon.
    2-Visitarem a casa de Gordon durante o dia como um amigo comum.

    Assim ele poderia analisar os fatos e as possibilidades.
    Elminster Aumar
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Qua Set 21, 2016 8:25 pm

    Mr. Sussurro passara aquele tempo a sós em seu quarto, deitado do lado contrário da cabeceira da cama e de barriga pra cima, observando o teto escuro do esconderijo como se este tivesse algo a lhe dizer. Ele gostava de tirar um tempo do dia para pensar, e enquanto usava o seu cérebro para trabalhar, instintivamente sua mão brincava com uma bolinha de tênis, arremessando-a pro alto e recapturando-a logo em seguida. Ele estava tão absorto em seus próprios pensamentos acerca daquilo tudo que estava acontecendo e se ele estava agindo de modo correto que quando Arkanum lhe bateu à porta, Mr. Sussurro se distraiu ao ponto de não segurar a bolinha que descia e ela cair em seu rosto, quicando em seguida para fora da cama.

    - Tô indo, tô indo... - Mr. Sussurro virou-se na cama e se colocou em pé, indo atender à porta. - Ah, é você, Arkanum. Sim, diga, vocês conversaram com o Lucius? O que ele disse? Hum... Certo... Sei, ele acha que devemos falar com o comissário Gordon, faz sentido, faz sentido. Que mais? Ah, você e o Lanthalder estão em dúvida se vão para a casa dele de dia ou se ativam o bat-sinal à noite? Certo, certo. Olha, por mim podemos ir agora até a casa dele. A Arqueira Invernal e o Lanthalder podem aparecer lá como quem não querem nada, enquanto eu e você ficamos na retaguarda cobrindo os dois. Você prefere ver o que a sua bola de cristal diz? Tudo bem, ficarei aguardando na sala de reuniões.

    A conversa se encerra com Arkanum dirigindo aos seus aposentos onde tentaria enxergar o caminho menos difícil pro grupo, enquanto Mr. Sussurro pega as suas coisas, incluindo sua espada, a poderosa Murmúrio da Noite, e se encaminha até a dita sala. Se não houvesse ninguém ali, ele ficaria a xeretando os equipamentos tecnológicos que ali estavam enquanto esperava pelos demais.
    Makaveli Killuminati
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Qui Set 22, 2016 4:44 am

    Siggy estava distraída em seus aposentos, revirando alguns poucos itens pessoais que acumulou e guardou com esmero durante todos os anos em que era mantida em seu exílio. Em suas mãos, fotos antigas de amigos que já se foram, passando uma por uma, reativando lembranças de uma época que jamais voltaria, outras lembranças eram perdidas em sua mente por conta da falta de registro, restando apenas as que marcaram de uma forma mais profunda. Apesar dos séculos vivido na Terra, sua raça não era feita para viver todo aquele tempo. Seu exílio era uma maldição fora de seu mundo.

    Entre tantas fotos, acabara por se deparar com uma até então esquecida, uma foto que Siggy havia encontrado há vários anos atrás em um jornal, um momento raro registrado de um astuto fotógrafo, Siggy enfrentando Skarg e Odrik, os outros dois elementos da Tríade de Harendall, a qual Siggy fazia parte e por quem era caçada. Enquanto a harendiana combatia seus dois rivais, Superman surgia no horizonte para salvar uma vida que estava em queda livre após cair da janela de um dos edifícios, uma vida o qual Siggy se importava e fora utilizado como isca pelos dois harendianos. A imagem fortalecia a lembrança de um tempo onde Siggy e Superman era heróis que lutavam pelo mesmo ideal. Heróis eram heróis, vilões eram vilões. Um sorriso escapa, fazendo a arqueira fugir da realidade por um breve momento, até que batidas na porta de seu aposento a trazem novamente para a realidade.

    O susto faz com que as fotos caíssem de suas mãos, tendo que se agachar para organizar todas. - Espere um pouco! - A arqueira se apressava em guardar tudo, jogando as fotos em seu baú e o fechando de qualquer maneira. Em seguida corre até a porta, estava esbaforida, o susto havia alertado seu organismo, e se assustara por temor de ser mal interpretada enquanto admirava uma imagem em que estava com o Superman. Siggy finalmente abre a porta. - Oi. - Um sorriso sem graça interrompo a apresentação, notando estar agindo estranho. - Estava fazendo algumas flexões. - A harendiana aponta para o espaço vazio ao lado de sua cama. - Então, por quê bateu na porta? Tem algo pra me dizer? - Siggy desconversa, afinal, o alienígena tinha algo para falar.

    As duas possibilidades são ouvidas, embora uma parecia muito melhor que a outra e as feições da harendiana denunciava qual delas havia gostado mais, mesmo enquanto nem tinha dado seu veredito. - Usar o bat-sinal é uma péssima ideia... - Siggy balançava a cabeça negativamente. - Só por quê ficou ligado por semanas e não aconteceu nada não significa que alguém não estivesse vigiando. Inclusive, provavelmente esse fora o motivo de não ter acontecido nada. Batman não daria as caras através de um sinal tão facilmente rastreável. E nosso rival não deixaria de checar um sinal desses. Nenhum sinal do Batman é obsoleto ao ponto de ser ignorado. - As sobrancelhas de Siggy se franzia ao ponto que lembrava de um certo fedelho que estava junto ao Regime. - E tem um certo alguém do outro lado que sabe que estamos em busca do Batman, melhor manter essa busca da forma mais discreta... Pelo menos até eu encontrar alguém que possa fazer um antídoto contra o gás que ele usou. - A arqueira se perde um pouco do assunto, mas não demora a retomar com o quê era mais importante no momento. - Estou a favor de ir ao encontro do Comissário, pessoalmente. Só não sei de onde tiraram a ideia que minha identidade é secreta a esse ponto. - De fato, a arqueira nunca foi comprometida a manter uma identidade secreta, o próprio nome não era secreto, embora a maioria a conhecia apenas como Arqueira Invernal. Sua fisiologia não era tão comum, e não se preocupou em manter algum disfarce. - Acha mesmo que posso passar desapercebida? - Siggy indagava seu amigo alienígena enquanto passava a mão em suas mechas brancas e o fitava com os olhos azuis, de um brilho cristalino raro. - A segunda opção definitivamente é a melhor. Eu apoio esta. - A harendiana sai de seu aposento, tratando de outras tarefas que o esconderijo requiria para se manter, além de procurar por algum possível contato que pudesse dar conta da amostra do sangue que havia retirado de si mesma. Na pior das hipóteses, o próprio Batman deveria ter capacidade de analisar a amostra e retirar dados conclusivos.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qui Set 22, 2016 8:51 am

    babidi/Arkanum estranha a reação da moça, se justificando para ele por algo que não importava no momento, ele franze a testa estranhando mas logo retoma sua postura normal com um leve ar de sorriso na boca. Então ouve a opinião da moça concordando com ele, logo em erguida ela fala sobre sua fisionomia bem incomum. De fato, era quase impossível não identifica-la como a Arqueira Invernal, assim como era impossivel não saber que Babidi era Arkanum ou vice versa.

    Enquanto houve ela falar ele sorri e completa:

    -Bom, se não identificaram o Superman como Clark Kent enquanto apenas ele usava um óculos e um penteado comum, quando ele só mudava para um penteado um pouco mais desgrenhado com um "pega rapaz" descendo pela testa e cueca por cima de uma calça colada, talvez não a identifiquem quando estiver vestida normalmente. UHUHUHUHUHUHUUUUU!



    Dizia ele gargalhando e  logo em seguida e se retirando.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Qui Set 22, 2016 9:26 am





    Wayne Enterprises.

    De posse dos dados consultados no sistema interno do computador principal, somadas as informações repassadas por Lucius Fox, os Renegados ponderam a respeito das alternativas disponíveis para se contatar o comissário Gordon. Apesar dos riscos, Lanthys considerava seguir a dica inicial de Lucius, acionando o Bat-sinal no topo do Departamento de Polícia, para assim, atrair Gordon, longe do olhar público. Já Babidi, Jacob e Siggy logo discordam da abordagem, entendendo que proceder até o endereço pessoal do comissário seria a melhor forma de encontrá-lo sem alertar o Regime, afinal um símbolo do Homem Morcego nos céus de Gotham não soava como algo discreto.

    Ambas aproximações apresentavam vantagens e riscos, sendo difícil prever o que de fato ocorreria em ambas as situações. Sendo assim, Babidi se prontifica em fazer uso de seus poderes místicos e usar sua bola de cristal para tentar observar o que ocorreria em cada uma das situações. O dispositivo, apesar de soar extremamente útil, não poderia ser considerado inquestionável, pois este apenas apresentava o que poderia ocorrer, ou seja, suas previsões poderiam não se concretizar de fato e, além disso, suas revelações nem sempre são claras.

    Enquanto Babidi se punha a analisar as possibilidades, Lanthys aproveitava o tempo livre para fazer uma revisão geral em seus sistemas, se certificando de que não havia nada operando abaixo da capacidade. Jacob, por sua vez, deixa seus aposentos e ruma até a sala de comando, o guerreiro das sombras gasta seu tempo livre mexendo nos equipamentos tecnológicos do local, mas seus conhecimentos limitados a respeito de tecnologia não lhe permitiam que desvendasse o potencial da maioria das coisas que ali se encontravam, o que poderia ser um grande embaraço caso seus colegas soubessem que Jacob é na verdade filho de Lucius, um expert em tecnologia.

    Antes de ser interrompida por Babidi, a exilada de Harendall observa diversas recordações de seu tempo no mundo dos homens, ponderando a respeito de uma era em que havia uma linha mais clara entre heróis e vilões. A harendiana deixa seus aposentos após fazer suas ponderações, vasculhando a base em busca de coisas que poderiam necessitar de sua atenção, além disso, tenta encontrar algum contato no qual poderia confiar a amostra recolhida de si mesma, entretanto, Siggy ainda não sabia operar adequadamente os principais recursos tecnológicos da base, necessitando de ajuda caso quisesse encontrar as informações que buscava.

    Enquanto os demais se ocupam em diversas atividades, Babidi se põe a observar e analisar as alternativas conforme estas se apresentavam em sua bola de cristal. Na primeira hipótese, o dispositivo demonstra os Renegados rumando até a residência de Gordon, no extremo sul de Gotham, há pouco mais de dois quilômetros da Torre Wayne. Há diversos soldados do Regime patrulhando as ruas o que faz com que o grupo venha a tomar rotas alternativas evitando serem abordados e, ao chegarem no edifício onde se encontrava o apartamento do comissário, não havia ninguém no local. O apartamento parecia abandonado na visão de Babidi, sujo e com diversas teias de aranha por toda a parte, nenhum sinal de Gordon ou algo que demonstrasse onde encontrá-lo, ao fim da visita, o alien ainda vê diversas tropas do Regime cercando o local, demonstrando que, de algum modo o grupo chamaria a atenção dos mesmos...

    Em sua segunda tentativa, Babidi tenta prever o que aconteceria se rumassem até o Departamento de Polícia à noite. Assim como na visão anterior, o alien visualiza tropas do Regime patrulhando as ruas, todavia, pouco mais de um quilômetro separava a Torre Wayne do destino, além disso, podiam seguir pelo subsolo até se aproximarem do local sem chamar atenção. Os Renegados ascenderiam ao topo do edifício, ligando o Bat-sinal como sugerido por Lucius Fox e, em poucos instantes Gordon surge no local. Babidi não consegue definir como o comissário reage ao encontro, mas observa um novo indivíduo surgir em meio as sombras, se tratava de uma mulher de trajes negros, entretanto sua face se encontrava encoberta e Babidi não consegue definir se tratava-se de uma aliada ou ameaça, entretanto o alienígena observa a mulher segurar o dispositivo que estava sob custódia de seus aliados...



    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Qui Set 22, 2016 9:55 am

    Lanthys se ativa novamente dentro de sua sala particular e então verifica os resultados, tudo parecia estar OK e seus sistemas pareciam operar a plena capacidade. Ele acredita que os demais deveriam estar ponderando as opções e ele quer decidir junto com o grupo a melhor solução, assumindo sua forma humana novamente, ele parte de sua sala em direção ao hall principal onde observa inicialmente a Arqueira, que parecia estar procurando por algo... Como ela parecia não achar o que buscava, Lanthys se aproxima e pergunta...

    Lanthys: " - Posso ajudar de alguma forma Arqueira? Se procura algo na base ou dados de qualquer natureza posso ajudá-la a encontrar... Posso não ter as respostas que procura, mas posso ajudar a procurá-las, se assim aceitar..."

    Lanthys fica a observar a reação da colega de equipe, esperando alguma resposta áspera visto as últimas palavras desferidas por ela para com o androide... A velha e boa repudia dos que o cercavam por ser uma máquina novamente se manifestava mas ele sabia lidar com isso de certa forma depois de tantas vezes que ouvira as mesmas sentenças...
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lyvio em Qui Set 22, 2016 9:57 am

    Babidi dirige-se a seu quarto, chegando lá imediatamente ele segue até sua bola de cristal e então começa a observa-la e esfregar suas mãos na mesma, até que ela "acende" e ele começa a visualizar os acontecimentos nas hipóteses abordadas.

    Inicialmente a ida a casa de Gordon:

    o dispositivo demonstra os Renegados rumando até a residência de Gordon, no extremo sul de Gotham, há pouco mais de dois quilômetros da Torre Wayne. Há diversos soldados do Regime patrulhando as ruas o que faz com que o grupo venha a tomar rotas alternativas evitando serem abordados e, ao chegarem no edifício onde se encontrava o apartamento do comissário, não havia ninguém no local. O apartamento parecia abandonado na visão de Babidi, sujo e com diversas teias de aranha por toda a parte, nenhum sinal de Gordon ou algo que demonstrasse onde encontrá-lo, ao fim da visita, o alien ainda vê diversas tropas do Regime cercando o local, demonstrando que, de algum modo o grupo chamaria a atenção dos mesmos...

    Em seguida a ida até o Bat-Sinal

    Assim como na visão anterior, o alien visualiza tropas do Regime patrulhando as ruas, todavia, pouco mais de um quilômetro separava a Torre Wayne do destino, além disso, podiam seguir pelo subsolo até se aproximarem do local sem chamar atenção. Os Renegados ascenderiam ao topo do edifício, ligando o Bat-sinal como sugerido por Lucius Fox e, em poucos instantes Gordon surge no local. Babidi não consegue definir como o comissário reage ao encontro, mas observa um novo indivíduo surgir em meio as sombras, se tratava de uma mulher de trajes negros, entretanto sua face se encontrava encoberta e Babidi não consegue definir se tratava-se de uma aliada ou ameaça, entretanto o alienígena observa a mulher segurar o dispositivo que estava sob custódia de seus aliados...

    A segunda visão intriga o alienígena, quem seria a mulher de preto que estava de posse do artefato que eles possuíam? Seria o mesmo artefato ou seria outro idêntico? Uma armadilha talvez? Muitas dúvidas pairavam sobre a cabeça de Babidi, mas uma coisa era certa, a rota sugerida por Lucius era realmente a mais segura.

    Porém, o fato dele ter visto uma mulher trajada de preto, ele observa os detalhes dela e tenta identificar pelas roupas com quem ela mais se parecia da lista de aliados e adversários que ele conhecia.

    OFF:


    Vou Rolar Insight e Perception para tentar descobrir ou pelo menos ter uma ideia de quem se tratava.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Makaveli Killuminati em Sab Set 24, 2016 10:49 pm

    Siggy sorri com certo constrangimento do comentário feito pelo Babidi e a gargalhada que ele solta em seguida, o excêntrico senso de humor e a risada esquisita fazia com que a arqueira tivesse um pouco de vergonha alheia, mas certamente o alienígena não se importava com isso.

    Apesar do esforço, a harendiana não tinha a perícia necessária para chegar a algum contato que pudesse a ajudar com a amostra de sangue e um antídoto para o gás usado por Robin. Lanthys, perceptivo, nota sua frustração ao estar emaranhada em meio a tantos dados e informações que não significava nada para Siggy, oferecendo ajuda. - Aceito, isso é muito complicado pra mim. - A arqueira se afasta um pouco do painel em que vasculhava as informações na rede, deixando Lanthys tomar controle. - Estou procurando por alguém com certa confiabilidade que possa analisar a amostra de sangue que retirei de mim, adiantar o serviço para depois, quem sabe, Sr. Wayne encontrar um antídoto para o gás utilizado pelo Robin. - Após dar as informações necessárias a Lanthys, Siggy aguarda pacientemente pelo resultado de sua pesquisa. Caso o androide não encontrasse algo, recorreria a ajuda de Mr. Sussurro.
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Elminster Aumar em Dom Set 25, 2016 9:48 am

    Mr. Sussurro havia acabado de apertar um botão - que ele não fazia a menor ideia do que fazia - num dos muitos painéis da sala de reuniões quando a harendiana Siggy chegou na sala quase ao mesmo tempo que o andróide Lanthys. Jacob imediatamente se vira pros dois, como tentando fingir que não estivera vasculhando aqueles equipamentos tecnológicos e apertando botões aleatoriamente. Ele sorri para os dois, apenas para lembrar um segundo depois que ninguém veria o seu sorriso por baixo da máscara.

    - O que é que vocês estão fazendo? - Mr. Sussurro se aproxima dos dois quando vê Lanthys se prontificar a ajudar em algo, e então ele ouve a resposta de Siggy sobre fazer um antídoto para o gás utilizado pelo Robin. - Taí uma excelente ideia. Mas eu estive pensando... não é engraçado vocês alienígenas sofrerem mais que os humanos com esse gás? Eu jurava que os sistemas imunológicos de vocês eram mais fortes do que o nosso, porém você e Babidi parecerem sentir muito mais os efeitos.

    Ele para de falar um pouco para ver o andróide em ação, e então faz um comentário para a harendiana.

    - Caso você não consiga criar um antídoto para isso, eu conheço um que é infalível - diz Mr. Sussurro, indicando com a cabeça o próprio Lanthys, reconhecendo o valor que ele teve na invasão da Corte das Corujas.
    Darkwes
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Darkwes em Dom Set 25, 2016 11:14 am





    Wayne Enterprises.

    Ao notar a intenção de Siggy, Lanthys se oferece para ajudá-la e a arqueira admite precisar de auxílio por não saber lidar com o aparato tecnológico da base. Em contrapartida, Jacob pressiona um dos botões localizado em um dos painéis centrais mesmo sem saber sua funcionalidade, em seguida se virando e voltando sua atenção aos companheiros. Subitamente um pequeno display se acende ao mesmo tempo em que os alto falantes locais passam a reproduzir uma música romântica dos anos oitenta num volume alto o suficiente para atrapalhar a conversação no ambiente. Aparentemente Mr. Sussurro havia acabado de acionar um reprodutor de música instalado no sistema central.

    Enquanto os três Renegados se distraiam na sala de comando, Babidi ainda buscava fazer sentido das revelações obtidas através de sua bola de cristal, focando sua memória na imagem da figura feminina que havia surgido no topo do Departamento de Polícia. As revelações não eram completamente nítidas, mas o alienígena consegue se recordar que o traje negro da mulher era como uma justa armadura, ela tinha cabelos acima dos ombros e usava uma máscara branca com algum tipo de símbolo ao centro, além disso, parecia portar uma espada ou arma semelhante.

    A concentração de Babidi é interrompida por uma música alta que se propaga da sala de comando, dando a impressão de que os demais estavam fazendo alguma fraternização sem a sua presença, enquanto o alienígena se empenhava em facilitar a atuação do grupo com suas premonições.



    Lanthys
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    Re: Ato I - Prólogo

    Mensagem por Lanthys em Dom Set 25, 2016 12:39 pm

    Lanthys apesar de sua aparência metálica, era capaz de interagir em sua forma humana principalmente e representar sorrisos e outros trejeitos dos seres vivos. A cada nova batalha, a cada novo contato ele aprendia mais e melhorava sua capacidade de interagir com os mesmos e a resposta da harendiana o agradou muito. Lanthys então vê Mr. Sussurro chegar junto de uma melodia clássica que invadiu o local como uma onda... O androide percebe que fora acionado o mecanismo de áudio sem intenções e sorri com a cena... Aproveitando a oportunidade oferecida por Siggy, Lanthys se aproxima dos controles e começa a mexer neles:

    Lanthys: " - Nobre Sussurro, apesar da melodia típica de bandas como Aerosmith, Guns n´Roses, Air Supply, Roxette, Queen entre tantas outras que encantaram o mundo nos anos 80 e até hoje encantam, acredito que nosso amigo Babidi precisa de concentração e silêncio, além disso, nossa colega Siggy não está nos melhores momentos para música alienígena alta, aos seus ouvidos pelo menos!" Lanthys baixa o volume da música e a deixa continuar selecionando um volume quase ambiente, um pouco abaixo disso ainda, uma música que os bancos de dado do homem máquina informavam se chamar "It´s my life, de Jon Bon Jovi", dando um clima de descontração e relaxamento que o grupo precisava devido ao stress causado a todos pela derrota contra Robin. Ele olha para os dois e sorri, demonstrando sua sensação de satisfação ao poder interagir com ambos de forma mais amena, voltando-se aos controles novamente e começando a buscar por informações para ajudar Siggy:

    Lanthys: " - Veja Siggy, o gás psicotrópico como Robin disse foi desenvolvido pelos corujas e segundo ele Batman teria se protegido adequadamente, o que somando a perspicácia e atenção que o Morcego sempre demonstrou, nos leva a crer que ele saiba de que gás se trata e 99% de chances de existirem bancos de dados a respeito disso na base. Minha sugestão seria fazer uma busca sobre os Corujas e os gases que possam já ter usado para ir adiantando suas composições registradas por Batman e tão logo descubramos tais classificações, já teremos um pouco pelo menos de dados sobre os mesmos, uma lista a apresentar a quem for nos ajudar; paralelo a isso, buscarei no sistema por aliados de confiança que possam nos ajudar a analisar seu sangue de composição única e encontrar uma referência entre a infecção, os gases que encontrarmos para que este aliado ainda não cogitado possa lhe ajudar de forma adequada... Concorda com isso nobre Arqueria Invernal?" A sonorozição mudava de faixa e começava a tocar Erasure com sua música denominada "Star" e Lanthys começava a bater o pé lentamente no ritmo da mesma, demonstrando gostar da melodia ritmada enquanto esperava para saber se Siggy aceitava sua ideia, ele queria demonstrar que jamais iria interferir em seu modo de ver as coisas, afinal, eram dois opostos, uma máquina e um ser oriundo de fora do mundo que ele conhece, era necessário consideração e respeito para lidar com a Arqueira! Ele completa antes que a mesma responda dando uma última informação:

    Lanthys: " - Irei me conectar ao computador de forma a suprir qualquer falta de energia que o mesmo possa apresentar e não interferir na pesquisa importante que precisamos fazer!" Lanthys abre sua mão e do dedo indicador um adaptador sai conectando-se a uma entrada coaxial especial de forma a servir como uma espécie de suprimento extra ao mesmo, esforçando-se para obter os melhores resultados para a colega.

    Lanthys então vira-se para Sussurro e responde seu questionamento, baseado em suas ponderações...

    Lanthys: " - Sussurro... Acredito que o gás de alguma forma afetou a estrutura alienígena dos dois de alguma maneira mais efetiva que a você... Não sabemos do que é composto o sangue deles, um mínimo componente reagindo com algum outro componente do gás, pode trazer um resultado inesperado e devastador... Por exemplo, tenho informações de que o item suco gástrico, presente em todos os estômagos humanos, em sua função normal, não causa nada ao interior do órgão, mas se pingada, uma única gota em uma madeira, a perfura de um lado a outro... Assim, imagino que um componente que chamarei de "X", que seja reagente forte contra um componente "Y" contido no gás, possa ter deflagrado um efeito devastador em ambos... E ainda devemos considerar que Siggy pode ter um componente "X" e Babidi um componente "W" e ambos, de maneiras diferentes, terem reagido com o componente "Y" ou ainda quem sabe um componente "Z" que compunham o gás... Consegue compreender a lógica disso nobre amigo?" Lanthys continuava a bater o pé ao ritmo de "Star" enquanto aguardava a resposta de Siggy e agora de Sussurro...
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    Re: Ato I - Prólogo

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      Data/hora atual: Ter Dez 12, 2017 10:00 am