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    O Panteão dos Deuses - Rascunho

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    O Panteão dos Deuses - Rascunho

    Mensagem por Aythusa em Qui Set 01, 2016 1:30 am

    O Panteão dos Deuses




    Os Deuses que criaram o mundo, são:

    Iarlothur: Divindade criadora do Abismo.

    Rival de Utzendir, Iarlothur fora o primeiro a ter a ideia da Criação, e ficou irritado com seu irmão quando ele criou Celéstia. Em contragolpe, ele criou o segundo reino, o Abismo.
    Houve uma competição entre os dois e, graças a isso, os dois planos (celestial e abissal) foram construídos em camadas, com o objetivo de mostrar superioridade em suas criações.

    Majstra: Divindade criadora da Vida.

    Fora ela quem deu o primeiro passo para a criação, dando a forma à Terra que, posteriormente, ela trabalhou criando Montanhas e vastas Florestas. Suas lágrimas de felicidade deram origem às nascentes, rios, lagos e consequentemente ao Mar.
    Majstra também é conhecida como A Grande Mãe, fora ela quem criara a Vida na Terra, como O Primeiro Dragão e os outros serem na Era da Criação.

    Zashlun: Divindade criadora da Luz.

    Fora quem auxiliara Majstra em sua criação, criando o Sol durante o dia, para iluminar todo o terreno da Terra auxiliando no cultivo da Vida.
    Durante as noites, Zashlun está na Luz das Estrelas, não deixando de resguardar a criação de sua adorada irmã, Majstra.

    Mirkazz: Divindade patrona da Escuridão.

    Fora quem impedira da luz ser unânime na Terra, lentamente levando a Escuridão do espaço aos seus terrenos. Embora Mirkazz seja um rival natural de Zashlun, também são complementos necessários para o equilíbrio que descobririam nas Eras posteriores.

    Utzendir: Dividade criadora de Celéstia (O Plano dos Deuses).

    Deus criador e Celéstia, orgulhoso e árduo competidor com Iarlothur. Ele não se satisfez que seu irmão tivesse a ideia da Criação e decidiu adiantar-se à ele criando o Primeiro Reino, onde ele e seus irmãos viveriam. Contrariado com a ousadia de Utzendir, Iarlothur abandonou Celéstia e passou a viver em seu próprio reino, o Abismo, criado para competir com seu irmão.

    Hanaratzark : O Primeiro Dragão.

    O Primeiro e único filho de todos os Celestiais.
    Após a criação de todos os reinos, terrenos e planos dos cinco deuses, era preciso decidir qual seria a vida que habitaria na Terra.
    Majstra decidira que ele deveria nascer no ventre de sua criação.
    Zashlun acrescentou que ele deveria ter o fogo do sol ardendo em suas veias.
    Utzendir disse que seu filho deveria ter asas poderosas e majestosas, mas alcançar os Palácios de Celéstia.
    Iarlothur deu-lhe poder, possibilitando que seu filho pudesse adentrar os terrenos mais baixos do Abismo, mesmo diante da escuridão inevitável das profundezas.
    Mirkazz deu o que poderia ser o mais perigoso dos presentes: a ambição. E em um mundo recém criado, a maior ambição de um filho seria ser como seus pais: Um Deus.

    Hanaratzark irrompeu do ventre da Terra e, com seu enorme poder, força e asas monstruosas, destruiu bosques e secou os rios e, ao avançar para a atmosfera rumo à Celéstia deixou para trás o primeiro Vulcão. A lava da erupção de seu nascimento queimou a vida ao redor dela, destruindo parte da criação de Majstra, enquanto ultrapassava os céus em busca de seus criadores.
    Ao invadir os céus de Utzendir, o Primogênito dos deuses investiu contra um de seus criadores, atirando-o para o solo de Majstra. A Queda de Utzendir abalou toda a região para sempre. O calor da ira que se apoderou do Deus matou e secou a Terra, impossibilitando que qualquer vida surgisse ao longo de quilômetros de terreno por varias Eras vindouras e fora então que o primeiro Deserto nascera na Terra de Majstra.
    Mirkazz se deleitou com o comportamento e poder da fera e a batizou de Hanaratzark, o Desafiador.
    Enquanto Iarlothur festejava a derrota de Utzendir no mais baixo Abismo, Zashlun se preparava para impedir que a Criação deles continuasse a destruir o mundo que sua irmã, Majstra, criara com tamanha graça e delicadeza.
    Zashlun e Utzendir forjaram uma prisão para Hanaratzark. Após tudo criado esperaram até o sexto deus sucumbir aos instintos e avançar sobre Utzendir novamente, mas Zashlun impedira e, com um golpe poderoso, expeliu-o até os Campos Celestiais, seu sangue em fogo fora derramado na Terra e constituíram um formato de ovo...

    Nasceria, dalí, os primeiros dragões, filhos de Hanaratzark.


    ~*~


    Os Dragões Filhos de Hanaratzark:

    Com Hanaratzark preso no plano celestial, os dragões se refugiaram entre os outros deuses, a procura de um protetor.
    Com o passar do tempo, eles foram absorvendo a essência das Divindades a quem se submeteram, nascendo assim a diferenciação dos dragões no mundo.

    "A Utzendir devotaram-se os dragões Azuis e de Prata.
    A Zashlun devotaram-se os dragões Vermelhos, de Latão e de Ouro.
    Majstra aceitou os dragões Verdes, de Cobre e de Bronze.
    Iarlothur aceitou apenas os dragões Negros.
    E Mirkazz recebeu adoração dos dragões Brancos, abundantes, ignorantes e selvagens."


    ~*~


    Na Era da Vida, nasceram:


    Ízeera, A Deusa da Natureza



    Khafar, O Deus da Morte


    Otal, O Deus do Sol


    Barbátus, O Deus dos Mares


    Curjus, O Deus da Guerra

    Foghous, O Deus Artífice

    Philares, O Deus da Justiça

    Sésio, O Deus do Comércio

    Mementos, O Deus da Magia

    Prévara, A Deusa da Intriga
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    Re: O Panteão dos Deuses - Rascunho

    Mensagem por Aythusa em Qui Set 01, 2016 1:33 am

    @Lyvio escreveu:Tu ja sabe como ele surgiu etc, não vou entrar nesses detalhes, alem do fato do que aconteceu com ele, vou apenas dar características:

    Personalidade:

    -Khafar tem um a personalidade forte, mas é calmo. Em certos pontos chega a ser arrogante, não é do tipo agressivo, ele prefere resolver as coisas na diplomacia antes de tomar medidas mais drásticas. Seus servos são tratados com bastante rigor, ele não facilita para ninguém pois detesta que seus planos falhem de alguma forma e neste ponto ele costuma ser perfeccionista. É muito orgulhoso, mas sabe também ser generoso com aqueles que merecem. Até com seus servos quando cumprem suas missões com maestria.

    Ele se dá bem com a maioria dos Deuses, só tem embates com aqueles que tendem mais para o caos, pois Khafar costuma buscar sempre a ordem e o equilíbrio das coisas, para ele o bem e o mal apesar de contrapostos são necessários para o equilíbrio. Khafar não exitaria em tomar uma atitude maligna para suprir um efeito benigno que poderia desequilibrar as coisas, assim como ele não exitaria em tomar atitudes benignas para afrontar o mal em excesso de modo que possa desestabilizar a grande balança.

    Relações:

    Ele tem uma proximidade maior com Sésio. Ocupou o posto de Deus após o culto a ele crescer a tal ponto que seu poder ultrapassou o de seu pai Lalothur que após isso desapareceu subitamente e não deu mais noticias deixando o cargo de deus da morte vago, posteriormente ocupado por Khafar, que após desaparecimento de seu pai e até dos dias de hoje sempre procurou encontrá-lo, mas sem sucesso.

    Diferente de Sésio, Khafar não se dá bem com Curjus, o Deus das arenas, pois o considera muito agressivo e caótico e suas decisões geralmente serem opostas a diplomacia e buscar os embates.

      Data/hora atual: Sab Nov 18, 2017 2:02 pm