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    Prólogo Akemi (Allyna)

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    Nazamura
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    Prólogo Akemi (Allyna)

    Mensagem por Nazamura em Seg Set 12, 2016 7:11 am


    - Você abrirá um portal para nós - uma estranha voz dizia

    Akemi se via em um lugar coberto de nuvens, estranhas formas que lembravam os elfos, mas que era possível ver apenas sua silhueta negras, andando de um lado ao outro

    - Lembre-se ... o Pequeno, o Pequenooo neechan...

    as vozes se misturam com a de Kohina e ao despertar ela da de cara com a pequenina segurando o jabuti em seu rosto, o relógio marca 7am


    - O Pequeno veio te dar bomdia neechann - dizia Cohina animada - Akemi já fez minha fantasia pro dia das bruxas da escola? - começava a dar saltinhos com o jabuti no colo brincando que ele é um avião. - "Vrruummm"

    O baile do dia das bruxas aconteceria no sabado e depois do ultimo serviço como garota de recados ela demorara um pouco mais na coleta de informações para o grupo sekai que monitorava as proximas batidas junto as docas, chegando tarde em casa e teve poucas horas de sono.

    - Acorda neechan, Naru serviu a mesa - e sai correndo com o jabuti em direção a mesa. Logo outras crianças passam correndo por sua porta chamando-a "Akemi" "Akemi-san", e correndo logo depois pra cozinha.

    Instruções:
    Deixei seu último serviço como garota de recados pra vc descrever como foi, mas não obteve nenhuma informação relevante durante a "tempestade de informações" que vc obteve fazendo estranhos sinais no meio da rua (codigos gestuais que a identificam como membro do grupo Sekai) chegando altas horas da madrugada em casa. Pode incrementar seu sonho melhorando o local que vc estava, seus sentimentos e emoções até o despertar no grande casarão convertido em orfanato com as crianças fazendo bagunça. Pode narrar também o café da manhã, descreva seu quarto e seu dialogo com Cohina, pode acrescentar mais falas se preferir, encare como um roteiro de narração Smile
    Allyna Sunt'yen
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    Re: Prólogo Akemi (Allyna)

    Mensagem por Allyna Sunt'yen em Sex Set 16, 2016 3:09 am

    Meu sonho não poderia ter sido mais esquisito. Eu estava nas nuvens, literalmente, e o ambiente era claro demais, de uma maneira quase cegante. Eu sentia que várias pessoas estavam perto de mim, na verdade, não eram exatamente pessoas. Elfos, sim, eu sonhei com elfos, pelo menos é o que parece. Mas sinceramente, comparando com tudo que aconteceu essa semana, aquele sonho nem foi tão estranho.
    "Você abrirá um portal para nós." Eu não entendi exatamente essa parte, mas sentia que eles precisavam isso de mim, precisavam que eu entendesse a urgência que vinha deles.
    "Lembre-se..." Mas se lembrar do que? Aí, que agonia... " Pequeno..." O que tem o Pequeno? O que vocês querem com ele? Isso é uma ameaça?
    Eu acordo agitada até que escuto um "Nee-chan", aquela vozinha fofa que sempre vem me acordar quando estou atrasada. “Pois bem, pelo menos os elfos não pegaram o Pequeno...”
    Abro os olhos e vejo o Pequeno bem no meu rosto. – Hmm.... – resmungo. - Pela deusa, onde foi que esse jabuti lindão aprendeu a voar? – Sorrio para Kohina e dou um beijo em sua testa.
    - O Pequeno veio te dar bom dia, neechann...
    - Bom dia, coisa linda! E bom dia Kohina! – Espreguiço-me e encaro o teto, porque é muito mais fácil me concentrar na parte do telhado que estava quebrada, a razão pelo que sempre me faz dormir no quarto das crianças em dias de chuva, do que perceber que por mais uma noite eu não consegui dormir direito. Por causa de uma noite de trabalho estupida.
    Uma dor de cabeça surge enquanto lembro da madrugada nas docas.
    Eu não consegui nada de útil no meu turno ontem. Passei horas e mais horas naquele frio de doer a alma para informações de rotina... É interessante saber quais serão as próximas batidas nas docas, qual carga está sob maior vigilância do grupo rival, mas do que isso realmente acrescenta? Eu entrei para esse mundo para conseguir algo, para ajudar minha família, todavia, o que escutei agora foram só boatos e mais boatos.
    Roubar cargas, destruir qualquer outro grupo que almeje ser maior que o nosso, dominar toda a cidade... Isso já é o que fazemos em nosso dia a dia, por isso eu entendo quando Won – meu chefe – me pede sempre por uma coisa a mais.
    - Akemi já fez a minha fantasia para o dia das bruxas da escola?
    E com essa pergunta, o dia que até então estava com uma agenda um pouco mais leve, volta a se parecer com o resto dos dias. Eu forço um sorriso e digo com uma animação exagerada. – Mas é claro que já fiz, minha linda... Você vai ser a múmia mais legal de todas!
    A garota passa rindo e correndo com o Pequeno pelo quarto, com toda a disposição que uma criança pode ter. Provavelmente eu também já fui animada assim, mas isso já é coisa de outros verões. – Ó vida, eu esqueci de fazer a fantasia da Kohina e também daquele evento do colégio... – Resmungo em voz baixa.
    - Acorda neechan, Naru serviu a mesa.
    Me levanto e dou de cara com o espelho que ficava acima de cômoda. Minhas olheiras já estavam formando outras olheiras, estavam quase roxas contrastando com minha pele. E meu cabelo estava em um look bem exótico, digamos assim. – Pelo menos não precioso me preocupar com a minha fantasia, porque estou claramente virando um zumbi.
    E assim eu começo a procurar uma roupa decente na bagunça que são as minhas gavetas de roupas, quando uma trupe de crianças tão animadas quanto Kohina entram em disparada pelo quarto. – AKEMI-SAN... – Gritaram em uníssono e logo saíram do quarto.
    - Tá bom, crianças, eu já vou indo... – Pego qualquer roupa, me troco, penteio meu cabelo rapidamente e vou para a cozinha.
    A cozinha do orfanato é enorme e majestosa, abrigando uma mesa repleta de crianças em diversas idades. A barulhada era imensa, um grito aqui, uma risada lá e o calor humano daquele lugar é tão acolhedor, que dói ter que sair. Naru estava de pé, ao lado do menino novo do orfanato que não conseguia comer direito. Me aproximo mansamente dos dois e sorrio para Naru, pegando a colher que ela usava para servir o menino de sua mão.
    – Hmm... olha só que mingau apetitoso, vou comer isso, posso? – O garotinho me encara e faz uma cara feia, puxando de mim a colher. – Céus, vamos lá, divida comigo...
    - É meu, eu estou comendo. – E a criança de poucas palavras começa a tomar seu mingau sozinha. Acaricio o cabelo bagunçado da criança e vou até a vó.
    - Meu amor, você chegou tarde de novo essa noite... – A velha que sempre fora sorridente agora é cheia de preocupação comigo, o que eu até entendo, mas ela não sabe que eu só faço isso pelo bem do orfanato.
    - E vou chegar tarde de novo no colégio se não ir de uma vez, vovó! – Beijo sua testa e vou indo em direção à saída, quando Kohina corre atrás de mim com uma lancheira em mãos.
    - Vovó pediu para te entregar isso e disse que você sair sem se despedir dela direito, você vai ter que dormir no porão junto com os monstros... – A menina fala apressadamente e me entrega a lancheira rosa com glitter que já passou pela mão de quase todas as crianças do orfanato. – Está okay, eu vou me retratar com ela mais tarde. Enquanto isso, cuida do Pequeno para mim, tá, meu bem?
    Kohina concordo e volta correndo para dentro, enquanto eu vou para o colégio com a cara amassada, a lancheira rosa e um legitimo andar de zumbi.
    Nazamura
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    Re: Prólogo Akemi (Allyna)

    Mensagem por Nazamura em Seg Set 19, 2016 6:41 am

    Nova rodada


    - Mas você está péssima! - dizia Garek surgindo do nada saindo do casarão atrás de Akemi - quer dizer que a dondoca ia pra escola sem me esperar, e ainda se esqueceu de estudar matematica comigo tcs, tcs, tcs

    Garek acompanha Akemi em direção a escola, ele não faz idéia dos poderes da garota, após algum tempo de caminhada, aproximando da escola, ele pergunta

    - Ando reparando que você vem chegando em casa tarde da noite, não me diga que você está saindo com alguem escondido?

    quando viram a esquinda durante a conversa, uma voz provocadora diz


    - Não tá sabendo cara? Essa garota ai não presta, ande com ela e você vai ver

    Era Alek, estava apoiado no portão de entrada da escola


    - Qual é cara? tá querendo brigar? - Garek ameaça ir para a briga, embora nunca tenha batido em alguem antes


    - Humpf, vai mesmo defender uma marginal ?

    Um murmurinho de alunos começa a se formar, algumas pessoas acabam trombando em Akemi mas fica evidente que eram os amigos de Alek "disfarçando" como se estivessem andando normalmente sem nada ter acontecido


    - Quer saber, não vale a pena, acabo com vocês depois - Alek caminha em direção seu grupo de amigos (os que trombaram nela) e diz - Essa daí nem vai precisar de fantasia pro evento hahaha.


    - Que bando de animais - reclama Garek - você está bem Akemi ?

    Instruções:
    Essa rodada vai da saida da mansão, passando pelo caminho até a escola, mas antes do sinal bater quando os alunos geralmente ficam no patio conversando e formando as panelas, seu cansaço fisico no máximo te deixa abrindo uns bocejos ao longo da manhã, mas não vai incomodar caso vc resolva usar seus poderes. Considerei que Garek não conhece seu poder em função de seu background e atualizei sua ficha na ultima pagina com novas informações do npc que vc criou " o Won" se tiver uma foto dele fica bacana tambem. Novamente fique a vontade pra alterar os dialogos, ou encaixa-los como fez na rodada passada, seguindo essa linha de base Smile
    Allyna Sunt'yen
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    Re: Prólogo Akemi (Allyna)

    Mensagem por Allyna Sunt'yen em Qui Set 22, 2016 8:10 pm

    Como um zumbi, meus sentidos são lentos e meus reflexos inexistem, por isso, mal reparo quando Gareki aparece atrás de mim, o que acaba resultando em um baita susto.
    - Mas você está péssima! – Olho para o loiro sempre arrumado e cheiroso jogo meus cabelos para trás, como fingindo ser uma garota que se acha. – Como ousas dizer que estou péssima? Eu sou a pessoa mais maravilhosa do mundo... – Antes de completar frase, bocejo.
    - Então quer dizer que a dondoca ia para a escola sem me esperar, e ainda se esqueceu de estudar matemática comigo... – Gareki dá um sorriso forçado para mim, que eu interpreto como minha futura quase morte. Nós somos amigos há m considerável tempo, ele sempre esteve ao meu lado, até quando eu não queria. E eu realmente acho que ele merece uma amiga com uma memória melhor. – Deeeesculpa, Gaki! – Faço uma cara de cachorrinho esfomeado e com a maestria da melhor atriz do orfanato, olho nos olhos do meu amigo e digo: - Eu estava ocupada ajudando a vó na reforma do canteiro, e acabei não percebendo como o tempo voou...
    E como sempre Gareki aceitou minhas desculpas e nós seguimos conversando trivialidades pelo caminho. – Ando reparando que você vem chegando em casa tarde da noite. – Ele para de falar repentinamente e encosta a mão na frente da boca, com a expressão de alguém que acabou de descobrir uma mina de diamantes. – Não me diga que você está saindo com alguém escondido?
    - Ooooi, como ousas insinuar isso? Você sabe muito bem que eu só tenho olhos para o Pequeno! – Faço uma cara de brava para ele, que logo se torna verdadeira de fato quando escuto a voz que se aproxima.
    - Não está sabendo, cara? Essa garota ai não presta, ande com ela e você vai ver...
    O demônio em forma de gente se encontrava encostado no portão do colégio, com o seu sorriso de lorde das trevas de orelha a orelha. – Bom dia, Alek! - Dou meu sorriso mais falso para ele, mas Gareki age de modo impaciente.
    - Qual é, cara? Tá querendo brigar?
    Vamos lá, Gareki é uma pessoa excepcional, com boa índole, uma beleza de dar inveja e também é inteligente, mas brigar com certeza não é seu forte. Por isso, me coloco à frente do corpo dele e encaro Alek.
    - Humpf, vai mesmo defender essa marginal?
    - Essa marginal? Por acaso me conhece, por acaso acha que me amedronta? – As pessoas já estavam se reunindo em volta da nossa pequena peça, em que Alek é o rei babaca que precisa começar o dia pisando em alguém. Algumas pessoas começam a passar entre nós, sempre me empurrando ou jogando uma piadinha no meu ouvido. “Sua ladrazinha", “criminosa mirim” e até apelidos um tanto quanto originais... – Aaah, adoro essas crianças carinhosas... – Dou um sorrisinho e me seguro nas grades do portão para não cair.
    Quando a horda de minions termina de dar o seu showzinho, eu me aproximo de Alek, tiro um papel do bolso com o kanji de “mau odor” e encosto na palma da minha mão, assim, quando levo a mesma até o rosto de Alek, sinto as células do papel se desfalecendo, e um brilho pequeno se forma. – Eu realmente fico grata por isso tudo, lorde das trevas... Seus súditos foram muito bem treinados na arte do bullying...
    O garoto me lança um sorriso de escarnio e se afasta dizendo: - Quer saber, não vale a pena, acabo com vocês depois... – Sua horda se aproxima dele, e eu dou um tchauzinho na direção deles. - Essa daí nem vai precisar de fantasia pro evento... hahaha...
    - MAS QUE RISADA DE VILÃO FORÇADA, HEIN?
    - Que bando de animais – escuto Gareki reclamar, enquanto se aproxima. – Você está bem, Akemi?
    - Bem? Eu realmente não estou bem, minha barriga dói de tanta fome...
    - Mas o Alek estava te ameaçando Akemi, não se preocupa com isso?
    - Querido, eu tenho experiência com pessoas bem piores, pode ter certeza disso...
    Vejo uma ruga se formar no rosto de Gareki e por um breve momento concluo que acabei falando demais. É inevitável esconder meu trabalho noturno do Gareki, ainda mais agora com toda essa implicância do Alek para cima de mim, preciso encarar que uma hora vou ter que contar sobre isso para ele. Vou entrando no prédio do colégio, e de longe avisto a horda de mínions do Alek com certo receio de ficar perto do lider.
    “Bem, acho que vou poder me divertir bastante com isso aqui...” Penso olhando para a minha mão.
    Nazamura
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    Re: Prólogo Akemi (Allyna)

    Mensagem por Nazamura em Seg Set 26, 2016 6:40 am

    Foi uma cena engraçada de se ver, até quando começa a chuva e a turpe de Alek o joga em uma poça molhada pra ver se o cheiro saia.

    Não tarda muito o relógio bate 8h, começa uma leve chuva de outono e a temperatura cai um pouco, os alunos começam a entrar em suas salas


    - Você viu aquilo? os amigos de Alek são estranhos - comenta Garek se ajeitando na carteira - Você acha que e..... para melhor .....  concoda Akemi ?

    Logo os demais alunos entram

    Instruções:
    Por ter ativado um kanji de fedor em Alek seu cansaço fisico se mistura agora a um cansaço mental e você perde um pouco da atenção do que Garek estava conversando. Depois de interagir com ele, clique nesse link pra sala de aula

    http://www.novaerarpg.com/t1729-1-ano-aula-de-matematica-do-yome-sayaka-yumi-brenna#83751
    Allyna Sunt'yen
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    Re: Prólogo Akemi (Allyna)

    Mensagem por Allyna Sunt'yen em Seg Set 26, 2016 1:16 pm

    Uma chuva repentina caia incessantemente e várias poças se formavam no pátio do colégio. Por um breve momento,  eu me senti ainda mais cansada e os bocejos estavam cada vez mais frequente.
    - Você viu aquilo? Os amigos de Alek são estranhos... - Gareki sussurra em meu ouvido, para logo depois rir que nem um descompensado.
    Os minions de Alek atacaram seu rei supremo e o jogaram no chão, em uma poça qualquer, o que realmente foi legal de se ver. O garoto fedorento de cabelos vermelhos também podia ter o seu show, não é? Gareki me olha de forma estranha e eu forço um sorriso, mas acho que algo saiu errado porque ele ficou bem mais preocupado ainda comigo.
    - Garota, quando eu digo que você está horrível, eu não estou brincando... - Ele passa um braço pelo meu, e me guia até a sala. Meu corpo praticamente não me obedece, eu tento me manter com uma postura correta e com bons ares, mas acabo falhando. - Desculpa, Gareki, mas você trouxe minha dose de café hoje de novo? Eu realmente estou precisando... - Bocejo e assim que entro na sala, Gareki me acompanha até o fundo e se não fosse por toda essa lerdeza que me acompanha, eu com certeza me importaria com os olhares que recebo das pessoas ali.
    Minha cadeira, que também exerce a função de cama para soneca, estava esperando por mim e assim que sento, jogo minha mochila em cima da mesa e encosto minha cabeça. Eu praticamente domino a arte de dormir com olhos abertos, e sei que tem alguém falando comigo, mas minha cabeça está a léguas de distância, fugindo do meu corpo...
    - Você acha... que é para melhor... concorda, Akemi?
    - Hmm...? - Levanto minha cabeça, acordando repentinamente e concentro minha visão em Gareki, tentando entender o que ele queria dizer. - Deve ser... Né?
    Sorrio de uma forma muito sonsa para ele, porque essa é minha resposta para tudo, principalmente para o que não entendo.
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    Re: Prólogo Akemi (Allyna)

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