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    Borgin - Matsu

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    Hellkite
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    Borgin - Matsu

    Mensagem por Hellkite em Qui Out 06, 2016 6:02 pm

    Borgin Frodinson, sobre seu cavalo negro, observou satisfeito o caminho que já tinha percorrido. Há muito tinha deixado para trás Hammerheim e entrado nas terras de Galia, conhecido novos vilarejos e cidadezinhas, domínios de diferentes lordes das terras humanas. Bem diferente dos tempos em que vivia quase em isolamento dentro das minas. Do lado de fora, apesar do excesso de espaço, pode ver a vida diferente que existia do lado de fora de uma montanha.
    - Em que esta pensando, Borgin? Saudades de casa? Ainda pode voltar para a sua toca, amigo.





    As palavras de Anatoli trouxeram a mente do anão de volta a realidade. O guerreiro, sentado na garupa, era seu companheiro de cervejas e historias de taberna, e havia insistido em acompanhar Borgin em sua jornada pelo mundo. Juntos haviam comprado o belo corcel com suas economias. “Metade dele é meu”, gostava de afirmar sempre que possível.
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    Re: Borgin - Matsu

    Mensagem por Matsu em Dom Out 09, 2016 5:14 pm

    - Voltar para a sua doca? Em hammerheim não temos docas rapaz. As quedas d'água não formam rios bons o bastante para navegar

    Mais uma vez, a audição de Borgin se prova um tesouro por si só.

    - Escute, Anatoli...; Os sacolejos do cavalo atrapalham o anão, dificultando tornar seus pensamentos em palavras.
    - Controle este animal, homem! Voltando: eu preciso juntar algum ouro. Umas 20 moedas para ser mais exato. Quando saímos de casa meus materiais alquímicos já haviam acabado e, se não me engano, nos vilarejos pelos quais passamos esse era mais ou menos o preço médio. Como pode ver; Diz, mostrando a sacola de moedas quase vazia; Não tenho essa quantia comigo. Tens alguma ideia?
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    Re: Borgin - Matsu

    Mensagem por Hellkite em Ter Out 11, 2016 3:40 pm

    Anatoli ouve a resposta non-sense de Borgin e fica irritado.
    - Quem falou de docas? Eu falei to... – Anatolli respira fundo e depois, mais calmo, continua – Deixa pra la... Quanto ao dinheiro, encare isto como uma parceria, ou um negocio. Dividimos tudo meio-a-meio, assim tudo fica mais fácil.

    O guerreiro da uns tapinhas amigáveis no pescoço do cavalo negro.
    - O Brisa Negra aqui não se importa em carregar dois na garupa, não é, cavalinho? – diz, e olha ao redor. Estavam seguindo por uma trilha que passava por entre o terreno rochoso da colina, que ainda tinha alguns traços de grama e vegetação. – O caminho vai ser longo até União, e seria um desastre se tivéssemos que trilhar todo ele a pé...

    Foi só dizer isto que de surpresa surgem por detrás das pedras guerreiros goblins, brandindo suas lanças. A aparição repentina assustou o cavalo, que ergueu-se sobre as patas dianteiras e derrubou o anão e o humano, correndo logo em seguida em disparada em direção da floresta próxima.

    Os goblins, em numero de 4 e pintados com tinta vermelha e com adereços feitos com caveiras de animais, começam a gritar e ameaçar os heróis.
    Já refeito do susto, Borgin e Anatoli se levantam e ficam em posição de defesa. O guerreiro olha para o anão com o canto de olho, como se aguardando suas ordens.
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    Re: Borgin - Matsu

    Mensagem por Matsu em Seg Out 17, 2016 10:04 am

    Brisa Negra...um nome confiável para um cavalo confiável.

    - Anatoli! Você só tinha um trabalho! Controlar esse animal! Pois bem, agora controle essa escória.

    Saco a besta e já armo o primeiro virote.

    - Vou tentar manter eles longe. Se eles chegarem perto usa essa sua espada torta. Mas não vá entrar na minha frente, faz favor. E quanto a vocês! - Falo com a turba de nanicos - Ou dizem o que querem ou outros goblins vão usar tuas caveiras como adereço. E é melhor falar alto e claro!

    [off]Posso rolar carisma pra intimidar os goblins?[/off]
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    Re: Borgin - Matsu

    Mensagem por Hellkite em Qui Out 20, 2016 6:22 pm

    A situação estava complicada, com os heróis sendo pegos assim de surpresa. Anatoli estava um tanto quanto envergonhado, seja pela queda do cavalo como pela fuga do mesmo. Com raiva ele olha para os goblins, e diz para o anão:
    - Malditos fedorentos! Me pegaram de surpresa... Mas agora vão me pagar!

    Borgin por sua vez ameaça os inimigos, mas isto só serve para enfurece-los mais ainda, passando a gritar mais alto com suas vozes esganiçadas e a brandir suas lanças.

    O anão apenas sacode a cabeça, e com um suspiro mira sua besta para o goblin chefe, atravessando o crânio deste com seu virote certeiro. Isto já serviu para abalar o moral dos atacantes, e depois que um deles foi trespassado pela espada de Anatoli antes que pudesse efetuar seu ataque, foi o suficiente para jogarem suas lanças e saírem correndo para suas próprias tocas.

    O guerreiro olha para a lamina suja de sua espada e faz uma careta.
    - Sangue de goblin é nojento, não é a toa que eles são feios de doer... – diz, limpando sua espada no corpo do goblin caído – De qualquer maneira até que foi rápido...

    Anatoli olha para o horizonte e ve o cavalo correr ao longe, já adentrando a floresta.
    - La se vai nosso cavalo... Bem, já esta tarde mesmo... Podemos pernoitar em uma vila próxima, e depois decidir o que fazemos. O que acha, Borgin?
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    Re: Borgin - Matsu

    Mensagem por Matsu em Seg Out 24, 2016 7:37 pm

    Caminho seguindo a trilha do cavalo que foge rumo à floresta, deixando Anatoli e seus sonhos de uma cama quente para passar a noite para trás. Não é por mal. Não ouvi nada do que ele disse. Guardo a besta e me viro para o rapaz quando percebo que ele ainda não começou a me seguir.

    - O que foi? Não achai que vamos simplesmente deixar o cavalo ir-se embora e viajar à pé daqui em diante, acha? É como tornar todo vilarejo muito mais distante.

    Me agacho, pouso a mochila no chão, pego minha lâmpada e a encho com um pouco de óleo. Em seguida cato um de meus fósforos, guardando-o atrás de minha orelha esquerda. Quando precisar, ele estará acessível. Me levanto novamente, simultaneamente passando o braço por dentro do tirante da mochila num movimento semi-circular. Retomo a marcha, agora num ritmo mais apressado com a lâmpada ainda apagada em mãos.

    - Vamos, vou precisar dos teus ouvidos! Talvez possamos pegá-lo antes de escurecer! Vou na frente, já que tens pernas mais compridas!

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    Re: Borgin - Matsu

    Mensagem por Hellkite em Sex Out 28, 2016 7:31 pm

    Ao ver Borgin se afastando em direção da trilha da floresta, Anatoli pragueja balançando a cabeça.
    - Anão maluco, lá se foi meus planos de uma noite dormida em uma cama quente de uma estalagem!

    O alquimista rapidamente prepara a sua lanterna, iluminando o caminho mais adiante, que já estava ficando bem escuro devido ao anoitecer com o céu coberto.

    Aves noturnas começaram a cantar, junto com as cigarras e outros insetos barulhentos. A luz da lanterna atraia algumas mariposas que ao se aproximarem demais encontravam uma morte incandescente.

    - Mas como é que vou escutar alguma coisa, se o cavalo saiu em disparada? Deve estar a quilômetros de distancia! Nem se eu fosse um elfo conseguiria ouvir alguma coisa! – diz o guerreiro, irritado. Ele pede para o anão parar por alguns instantes, enquanto examina o chão. – Bem, não sou nenhum rastreador, mas pelo menos as pegadas do cavalo ainda estão frescas. Quem sabe se ele não se cansa e resolve dormir em algum lugar?

    O par então entra dentro da floresta, que não era densa. A trilha que passava por entre as arvores ate que era bem utilizada, permitindo avançarem sem precisar abrir caminho com suas armas. Já mais calmo, Anatoli conversa com o anão, contando historias e piadas para passar o tempo. Depois de meia hora eles chegam próximo de um riacho, ao sopé de uma colina. E mais acima havia uma luz! Anatoli pede para Brogin diminuir a luminosidade de sua lâmpada, e em meio a escuridão, observam que a luz vinha de uma casa.
    - Hmm, podíamos perguntar para os moradores se eles viram o nosso cavalo passar por aqui... Ou ate mesmo podíamos pedir permissão para pernoitar no estabulo... Borgin, voce quer mesmo dormir ao relento, dentro da floresta? Quais os perigos que poderíamos enfrentar?
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    Re: Borgin - Matsu

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