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    Ato II - Os Meios

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    Darkwes
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    Ato II - Os Meios

    Mensagem por Darkwes em Qui Nov 03, 2016 9:37 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Foi difícil dormir, em um dia muitas coisas aconteceram, tudo que você fez até hoje, suas escolhas, o que deixou de fazer, as pessoas que te rodeiam, amizades feitas e perdidas, tudo culminou no lugar em que você se encontra hoje. É difícil parar para pensar em tudo, em toda a sua história, na sua vida pessoal e na vida como um agente de uma das maiores organizações secretas do planeta, mas esta noite, todos estes pensamentos buscaram atrapalhar o seu sono. Mas esta é apenas mais uma missão entre tantas outras, certo? Então, qual o motivo de toda esta inquietação, deste sentimento de há algo grande acontecendo? O mundo tem se transformado numa velocidade alucinante e, por vezes, parece querer devorá-lo, você tem de se adaptar a cada dia, aprender e melhorar, minimizar erros, ou pode não haver amanhã.

    Quando finalmente pegar no sono, em algum momento da noite você se visualiza frente ao misterioso portão no qual a operação atual se resumia. Vagarosamente você se aproxima, como uma mariposa atraída pelo fogo, você estende sua mão até tocar a gélida estrutura metálica que parece ressoar ao seu toque. Lentamente o portão vai se abrindo, feixes luminosos escapam de seu interior até iluminarem todo o ambiente e, quando finalmente poderia visualizar aquilo que estaria em seu interior... você desperta em seu quarto, com os raios do sol batendo em seu rosto.




    Em seus aposentos, um painel eletrônico se ilumina exatamente às sete da manhã, neste havia um recado, Maria Hill os aguardaria na sala de guerra para que dessem andamento ao planejamento da operação em uma hora. Até o horário combinado, os agentes poderiam realizar quaisquer atividades que desejassem, ou procederem ao "bar" e tomarem um café da manhã reforçado, caso decidissem fazê-lo, os agentes são surpreendidos por um chef que se encontra no local e prepara o que desejarem, desde que não seja nada muito extravagante, afinal, se encontravam em alto mar e o estoque de ingredientes estava limitado a coisas que não se deterioravam rapidamente.

    Após o café, caso procedam diretamente para a sala de guerra, os agentes encontram Maria Hill inicialmente no centro de comando conversando com um agente o qual os demais ainda não conheciam. Se tratava de um homem de bom porte físico, mas não tão alto quanto Andy, o mesmo usava um visor translúcido semelhante à óculos de proteção para realização de trabalhos que possam representar algum risco para a integridade do trabalhador, mas este se vestia com trajes casuais e uma jaqueta com o logotipo da SHIELD. O homem em questão tinha uma espécie de planilha semitransparente nas mãos e parecia demonstrar algo à comandante.

    Hara não se encontrava no centro de comando, mas além de Hill e do desconhecido, haviam alguns operadores no local, estes cumprimentam brevemente os agentes conforme estes vão se aproximando do centro, resumindo suas atividades em seguida.





    Gakky
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Gakky em Qui Nov 03, 2016 10:56 pm

    O sono de Yuka foi cansativo, por mais que tentasse não pensar nisso, o portal não saia de sua mente e nem de seus sonhos. Por vezes se revirou na cama durante a noite. Quando acordou, seu cabelo estava muito bagunçado. Os primeiros dias trabalho era sempre mais cansativos para Yuka, talvez fosse por isso que tivesse sonhado com o portal. Ela se sentiria melhor quando chegasse a parte quente da missão. O painel eletrônico que se iluminou, fez os olhos dela arderem, mas logo se adaptou ao brilho.

    Yuka saiu da cama e se vestiu. Antes de sair, foi ao banheiro fez algumas posturas de yôga para relaxar e melhorar a flexibilidade. Não era bom deixar os músculos parados. Depois foi ao bar tomar seu café da manhã, por sorte havia alguém ali para cozinhar, se puder, Yuka pede um omelete com shoyu e um chá. Após comer, quando ia saindo para a sala de guerra, viu seu reflexo no prato de seu café da manhã e notou que não havia penteado o cabelo ainda, então tratou de arrumá-lo com as mãos mesmo. Como eram lisos, não davam muito trabalho, bastava dar um jeitinho. Como não usava maquiagem, não havia muito a ser feito.

    Quando chega na sala de guerra, Yuka estranha a presença dos operadores e do homem de óculos também. Ela acha que deve ter acontecido algo. Com as mãos dentro dos bolsos da calça, Yuka se aproxima de Maria Hill e a cumprimenta:

    - Bom dia.

    Depois Yuka vai dar uns passos para trás e esperar Maria Hill terminar de conversar para poder falar com ela. Seria grosseiro interromper uma conversa que parecia importante. Quando os outros chegarem, vai cumprimentá-los com um sorriso discreto e perguntar:

    -  Animados para começar o trabalho? Aposto que Craig já deve ter tomado café.  

    Yuka vai procurar Andy com os olhos para saber se ele tinha encontrar a bebida que tanto queria, era só uma curiosidade dela.
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    Khloe Sanders - Narração - Yuka

    Mensagem por Brujah Girl em Sex Nov 04, 2016 9:03 am

    Nem mesmo o chá fora capaz de trazer-lhe a benção de um sono rápido e tranquilo.

    “Se o Andy encontrou algo alcóolico deve estar com mais sorte do que eu para dormir...”

    Talvez fosse o colchão, mas provavelmente devia ser a ausência dos braços de Alessandra para aninhar-se ao fim do dia, ou a adrenalina da nova missão que estava prestes a iniciar-se. Seja como for, a mente de Khloe trabalhou incessantemente, passado, presente e futuro, no telão de seus pensamentos. Momentos felizes com seu irmão, guerra, mortes, a perda dos que mais amava, o conforto que chegara quando encontrou o amor... De alguma forma, sentia que isto poderia estar ameaçado, era como se sentisse que algo importante estivesse acontecendo e que não demoraria muito para se defrontar com isso. Uma sensanção de angústia preencheu-lhe e Khloe suspirou de forma pesada.

    Adorava a vida que tinha, trabalhar na SHIELD fazia com que ela se sentisse realizada, como se aquele fosse o campo fértil onde pudesse desenvolver todas as suas potencialidades, mas havia um preço a se pagar e o imprevisível era uma constante. Sabia que Alessandra era uma das maiores incentivadoras, mas será que depois que tudo o que aconteceu na vida de Khloe, valia à pena expor-se diariamente a riscos constantes e por que não dizer, à própria morte?

    Assim, em meio a tantos pensamentos e questionamentos que resolveram substituir o lugar do sono, Khloe só consegue “apagar” depois de perder a noção do tempo... e então o sonho...

    Khloe desperta no exato momento em que veria o que havia após o portão, não eram os feixes luminosos que se acendiam iluminando o interior do local, mas sim a luminosidade do sol, convidando-lhe para retornar a realidade.

    – What a fu...!

    Exclama Khloe sem completar a sentença percebendo que tudo não passara de um sonho. Bem real por sinal, mas nada além de um sonho. Ela se espreguiça e se levanta, alongando-se um pouco, quando repara no painel que se acendia informando que Hill contava com eles dentro de uma hora. Quanto tempo será que tinha conseguido dormir? Bem, não se sentia lá grande coisa, mas nada que uma ducha gelada não ajudasse a pôr nos eixos.

    Ela trata de seguir para o banheiro, onde toma uma ducha rápida e faz sua higiene matinal. Vestiria-se com o uniforme padrão e deixaria os cabelos presos em um rabo de cavalo alto. Nos lábios apenas um gloss claro e discreto, um pouco de Allure Sport, nada em demasia e estava pronta para um chocolate quente para iniciar o dia antes de seguir até a comandante.

    Ela deixa o quarto e bate na porta do quarto de Yuka, 3 batidas seguidas de:

    – Yuka? É Khloe! Tá na hora!

    Como não obtém resposta (considero pelo post anterior da Yuka que ela já saiu), ela segue até o local da noite passada, e para sua surpresa hoje havia um chef, a quem ela cumprimenta e se apresenta para ele. Percebendo que era ele quem trataria das coisas, pede um chocolate quente, croissant com presunto e queijo e metade de um mamão papaya, afinal precisava estar bem alimentada para o dia que começava. Durante a confecção do breakfast, se fosse possível, Khloe conversaria mais com o chef, perguntando coisas amenas, sobre como era o trabalho ali, se ele curtia estar em alto mar, quanto tempo estava ali, essas coisas simples para quebrar o gelo e começar a se conhecer.

    Após o café, agradeceria e se despediria, rumando para o local do encontro. Ao chegar no centro de comando, vê Maria Hill conversando com um agente desconhecido e Yuka mais afastada. Como Hill falava com o homem que parecia mostrar algo para a Comandante, Khloe segue até Yuka, retribuindo os cumprimentos dos operadores do local, mas se por acaso cruzasse o olhar com Hill, menearia a cabeça para ela em um cumprimento silencioso, pois ela estava ocupada com o outro agente:

    – Bom dia, Yuka! Tudo bem?

    Ao ouvir o questionamento de Yuka, Khloe responde:

    – É, não foi nada fácil dormir, ainda por cima até sonhei com esse portão misterioso! Mas com certeza sim! Um pouco de ação deve ajudar a relaxar, já que o chá não serviu de muita coisa na noite passada. Eu passei no bar para o breakfast e não encontrei o Armstrong não, se bobear dormiu lá na sala de guerra. Falando nisso, é lá o local do encontro certo? Vou seguindo para lá para conhecer e ver se o pessoal já está por lá. Não quer vir?

    E, independente se Yuka já fosse seguir para a sala de guerra ou não, Khloe seguiria para o local, onde aguardaria o início da reunião e aproveitaria para conhecer o espaço que ainda não visitara.

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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por hitoshura em Sex Nov 04, 2016 9:38 am





    Craig Armstrong




    Craig havia ido dormir bem tarde, por sorte ele havia antecipado que algo assim poderia acontecer e dormido nos dias anteriores de modo reforçado, mas ainda assim não mudava o fato de que estava consideravelmente exausto depois de tanta excitação, conhecera várias pessoas novas naquele curto período de tempo, algumas importantes, algumas divertidas, algumas que o inspiravam medo, outras respeito, outras que ele tinha certeza que o fariam rir bastante, sim, no fim do "dia" o balanço estava positivo na sua opinião, aquela aventura parecia proveitosa.

    Os pensamentos inundavam sua mente pelo que parecia séculos, mas na verdade foram apenas breves minutos antes dele desmaiar de sono, normalmente ele sonharia com Eva Green quando era para sonhar com mulheres bonitas, ele se lembrava de um sonho ótimo que teve uma vez: Estavam ele e Eva tomando café e conversando sobre seriados, ele falava sobre a atuação dela em Penny Dreadful de um modo tão grandiloquente, e então... Bem, os detalhes não importam, o que importa é que dessa vez o sonho havia sido bem mais estranho, não foi dele com Eva Green nem como um Wookie, nem no apocalipse zumbi, foi pior, mais aterrorizante, mais frustrante: Sobre o trabalho.

    O mesmo acordava xingando deus e o mundo, por que diabos seu subconsciente estava pensando em coisas do trabalho? Ele havia sempre conseguido separar os dois mundos perfeitamente, talvez aquele "zoa" da base estivesse zoando com seu cérebro. Havia um recado de que ainda tinham uma hora. Era mais 40 minutos de sono então. Ele virava a cabeça para o outro lado e voltava a dormir depois de programar o painel eletrônico para despertá-lo até lá.

    Obviamente ele ainda enrolou mais cinco minutos, até notar que não tinha mais escapatória, não queria alimentar a má fama que concluiu ter depois dos comentários de Hara chegando atrasado no primeiro dia no trabalho, talvez depois da primeira semana ele pudesse se dar esse tipo de luxo. Cuidou de sua higiene pessoal, tomou uma choveirada, pegou uma vitamina no bar, se surpreendendo ao descobrir que havia um chef, um chef! Oh bem, não dava tempo fazer mais nada de qualquer maneira.

    Ele ainda tomava um enorme copão de vitamina de café com banana, aveia e maçã quando chegou na sala de encontro relativamente afobado, no fim estava bastante saboroso, o chef o havia surpreendido ao saber a receita, então provavelmente seriam melhores amigos em alguns dias, afinal ele tinha que conseguir com alguém seus grãos de café especiais, nada melhor que o chef para isso.


    --Eu não estou atrasado, estou atrasado? Acho que não estou atrasado. - Dizia procurando um relógio na sala e então respirando aliviado* -- Bom dia, garotas. *Ele dizia com seu sorriso casual e amigável de sempre*




    Ele então terminava sua vitamina, colocando o copão junto com a bandeja das coisas do café, notava então que um dos seus cadarços estava desamarrado ao pisar no caminho de volta e quase desabar, se agaixando para amarrar. Ele ainda parecia com cara de sono, e de fato estava, mas estava habituado a dormir pouco.




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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Darkwes em Dom Nov 06, 2016 11:07 am




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Após passarem pelo bar/cafeteria da base de operações, os agentes seguem em direção ao local informado para reunião com a comandante, mas antes, avistam Maria Hill trocando algumas palavras com um desconhecido que parecia lhe demonstrar algo. Quando os agentes se aproximam, Hill os cumprimenta brevemente, aproveitando o momento para apresentar-lhes rapidamente o homem com o qual dialogava.


    Bom dia agentes. Espero que tenham conseguido descansar em seus novos aposentos. - diz a comandante observando os três, em seguida apontando para o homem que tinha a prancheta eletrônica em mãos - Ah, este é o agente Ángel Bravo. Responsável pela manutenção geral da plataforma Medusozoa. Então se afundarmos, sabem quem culpar... - afirma Hill em um tom irônico


    O homem então se vira para os recém chegados enquanto apoia sua mão direita na lateral do próprio tronco e direciona seu olhar brevemente em direção à Maria Hill, arqueando as sobrancelhas parecendo não gostar da insinuação, se pronunciando em seguida.


    Se Medusozoa vier a afundar podem ter certeza de que não será um acidente... - afirma o engenheiro rebatendo Hill na mesma moeda, em seguida, o agente volta a olhar na direção dos demais - Mas podem dormir sossegados que isso não vai acontecer. - afirma Bravo, em seguida parecendo não saber o que dizer por um instante, complementando com uma curta frase de boas vindas - Bom, sejam bem vindos.


    Após as palavras do agente, Hill esboça um leve sorriso, olhando novamente em direção aos três agentes enquanto cruza os braços.


    Bom, podem seguir à sala de guerra, estarei lá em dois minutos, apenas tenho de concluir alguns assuntos com o agente Bravo. - afirma Hill retomando a costumeira expressão de seriedade, em seguida se virando novamente para Ángel.


    Os dois então dão sequência ao que faziam anteriormente, Bravo parecia reportar a situação geral da plataforma, demonstrando em sua planilha diversos gráficos e informações que os agentes não podiam desvendar mesmo que estivessem mais próximos. Subindo pela escadaria até chegarem na sala de guerra, os três se encontram com a agente Hara que já estava no interior do local, recostada lateralmente na estrutura metálica ao centro da sala, que também se trata de uma imensa tela holográfica. A agente parecia um tanto distraída, observando algo em uma pequena tela holográfica que se projetava de seu microcomputar de pulso, desligando o aparelho assim que nota a aproximação dos agentes, mas não sem antes permitir que estes notassem que Hara observava a fotografia do rosto de alguma pessoa.


    Bom dia. - diz a agente se afastando da estrutura metálica - Algum de vocês avistou o agente Gutierrez no caminho até aqui? - indaga a agente parecendo querer desviar a atenção dos agentes de si mesma.


    Enquanto aguardavam Hill para o início da reunião, os agentes se atentam ao fato de que não viram Andy desde que o agente adentrou o elevador na noite anterior na intenção de chegar até o bar, local no qual não parece ter visitado ou ter deixado rapidamente.





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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Dom Nov 06, 2016 4:21 pm

    Antes de se dirigir para a sala de guerra, Armstrong chega, cumprimentando-as e Khloe comenta:

    – Bom dia, agente Armstrong. Pensei que fosse te encontrar lá em cima dormindo em cima do teclado!

    Khloe sorri de forma bem humorada e já ia seguindo para a sala de guerra quando Hill resolve apresentar o homem com quem ela conversava. Ele era o agente responsável pela manutenção da plataforma marítima. Angel Bravo era seu nome, um nome que provavelmente indicava uma origem latina. Khloe cumprimenta o agente que pareceu não gostar da ideia de que a plataforma poderia afundar e ele seria o responsável, e Khloe fica na dúvida se havia entre Hill e ele alguma “incompatibilidade profissional”, pois pareceu-lhe que ele não levou o comentário de Hill como uma brincadeira.

    – Muito prazer, agente Bravo. Khloe Sanders.

    Ofereceria a mão para um cumprimento rápido. E depois das devidas apresentações, Hill diz para eles seguirem para a sala de guerra. Lá eles encontram Hara, que parecia distraída, olhando para uma foto holográfica no seu smartwatch super high tech. A foto parecia ser do rosto de alguém e Khloe pensa:

    “Hum... que interessante, parece que Hara está com saudades de alguém...”

    O que lhe fazia pensar que queria o seu smartphone de volta com urgência.

    Hara tenta disfarçar o “momento ternura” e logo faz a imagem sumir, cumprimentando-os e pergunta de Andy, ao que Khloe comenta:

    – Bom dia, agente Hara. Eu não. Aliás, também não encontrei com ele no bar ontem à noite. Talvez ele tenha ido procurar alguma bebida em outro local ou...

    Tenha encontrado alguma “chica” interessante pelo caminho... foi o que quase falou, mas deixou a frase pelo meio, afinal, não era da conta dela, mas emenda:

    – De repente ainda está dormindo?

    Se tinha encontrado com alguém e tinha arranjado algo, era bem provável que ainda estivesse dormindo, até porque, ninguém foi dormir sabendo do horário da reunião que teriam agora. Ninguém poderia culpá-lo por isso, certo?


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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por hitoshura em Seg Nov 07, 2016 9:25 am





    Craig Armstrong




    O hacker ouvia o comentário de Sanders e ria antes de responder, também com um tom de brincadeira que no fundo no fundo escondia algumas verdades, só que ela não precisava saber disso:


    -- Não dá muito certo, a baba cai no teclado aí já viu né? *Ele ria discretamente para a mesma, de fato já havia perdido uns 3 teclados assim, não dava muito certo*




    E então estavam conhecendo outro dos figurões do Medusozoa, o pai do Medusozoa, o mesmo parecia ser alguém bem legal aos olhos de Craig, mas ele não sabia dizer ao certo o porque, mas ele parecia alguém bem dependável, talvez por aquela ser sua criança e ele fazer tudo para mantê-la a salvo, sim, fazia sentido na cabeça do mesmo, ele também tinha seus bebês pelo mundo, na forma de vírus que não fazem nada além de irritar tremendamente quem os pega. Mas não era isso, não... Era o sobrenome - Bravo - havia algo estiloso sobre o sobrenome do mesmo, era um sobrenome que combinava para ser chamado de "Agente Bravo", sim, com certeza era isso.


    -- Gostei do bigode, bem estiloso, prazer, Agente Armstrong!*Ele dizia de modo casual* -- Onde você normalmente fica por aqui? *Perguntava já com interesses secundários, provavelmente*




    Agora na sala de comando, Craig dava bom dia para Bianca enquanto fazia carinho nela rodando desfragmentadores e otimizadores de sistema, mandava também para o computador holográfico as plantas que havia conseguido, visto que por lá seriam mais fáceis de visualizar. Ele ouvia a conversa fiada de Hara sobre Andy, mas só fazia um sinal negativo com a cabeça.


    -- Então, Hara, aquela pessoa antes era alguém próximo? *Perguntava e então bocejava, ainda tinha sono, talvez estivesse se intrometendo, mas era muito cedo da manhã para ele pensar de modo racional*







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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Gakky em Ter Nov 08, 2016 6:19 pm

    Yuka cumprimenta o engenheiro com uma reverência leve e comenta:

    - É um incrível trabalho, senhor Angel Bravo. Eu também sou engenheira, seria ótimo conversar algum dia desses sobre o seu projeto. Bom, eu vou deixar o senhor trabalhar.  

    Realmente seria bom para Yuka falar sobre como ele construiu este lugar. Ideias novas eram sempre bem vindas. Mas não queria atrapalhar ninguém em seu trabalho, além disso, tinha seu próprio trabalho para fazer. Depois Yuka entra para a sala de guerra e vê Hara, mas não se importa quando a vê vendo alguma foto, não gostava de se meter em assuntos pessoais. Mas seu comentário sobre Andy era realmente intrigante, será que tinha ele se perdido tanto assim?

    Enquanto se indagava sobre Andy, seus pensamentos são cortados pela pergunta intrometida feita por Craig à Hara, e fica surpresa com a ousadia dele. Já tinha conhecido homens desse tipo antes, que achavam que podiam perguntar sobre tudo a todos.

    "Será que ele não entende que há coisas que não são para ser contadas? É um intrometido!"  

    Yuka lança então um olhar de reprovação a Craig, e faz uma pergunta direta a ele para provocá-lo:

    -  Senhor Craig, acha que está mesmo acordado? Parece que ainda está dormindo.

    Após falar, suspira visivelmente irritada. Não era bom perder o controle, mas tinha vezes que Yuka ficava um pouquinho irritada. Se a pergunta fosse com ela, provavelmente estaria mais irritada.
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Darkwes em Qua Nov 09, 2016 12:15 am




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Bravo cumprimenta rapidamente os agentes, respondendo de forma breve seus questionamentos antes de retomar o diálogo com a comandante, já pressionando alguns comandos em sua planilha eletrônica.


    Podem me achar na sala de máquinas. - responde ele já se virando, complementando com uma rápida afirmação - Mas não tenho muito tempo útil para conversar.


    Após os agentes adentrarem na sala de guerra, deparando-se com a agente Hara, que de imediato questiona a respeito do paradeiro de Andy. Khloe faz algumas considerações a respeito, mas logo em seguida Craig questiona a oriental sobre a imagem projetada pelo computador de pulso da mesma. Hara parece ser pega desprevenida inicialmente, mas na sequência, desvia o olhar e responde ao questionamento enquanto pressiona alguns comandos na tela holográfica ao centro do local.


    Não é ninguém. - afirma a agente enquanto amplia as projeções holográficas das plantas do edifício - Já dei uma olhada nas informações que conseguiu... há o bastante para darmos sequência na operação... - complementa Hara se afastando do assunto anterior.


    A oriental parece querer complementar o que dizia, mas a porta automática se abre e, por esta, adentra a comandante Hill, que se aproxima do centro do ambiente, observando por alguns instantes as plantas holográficas, em seguida se pronunciando.


    Posso ver que a noite fora produtiva, espero que tenha descansado o suficiente agente Armstrong. - antes de prosseguir Hill checa o ambiente demonstrando sentir falta de alguém no local - E onde estaria o agente Gutierrez?... - indaga a comandante enquanto arqueia levemente a sobrancelha esquerda.


    Todavia, antes que alguém pudesse dizer algo a respeito, a porta automática se abre novamente, adentrando no local ninguém menos que Andy, de imediato o agente faz um sinal de positivo com o polegar direito enquanto pisca levemente, abrindo um sorriso e cumprimentando os demais em seguida.


    Buenos dias amigos! - exclama o salvadorenho, na sequencia erguendo a palma da mão direita até encostar a ponta dos dedos na própria testa, numa continência bem informal - Comandante! Foi mal o atraso chefinha, mas esse lugar é um labirinto, já tô até suando de tanto caminhar pra chegar até aqui... - afirma o agente se abanando com as mãos.


    Hill parece não gostar dos termos usados por Andy, mas não protesta, prosseguindo logo após fazer um breve comentário direcionado ao salvadorenho.


    Você vai se acostumar... bom, acho que podemos iniciar. - a comandante então pressiona um comando que aciona um dos telões na lateral da sala, no mesmo surge a imagem de Helen Cho que estava digitando algo de lado para a câmera - Doutora, pode nos ouvir? - indaga Hill


    A geneticista, que aparentava estar completamente imersa em algo, claramente se assusta com o pronunciamento abrupto dando um espasmo característico, em seguida levando a mão direita ao peito e virando o rosto para a tela.


    Claro!... Mas agradeceria se da próxima vez fizer uma chamada como uma pessoa comum, enviar um bipe ou alarme antes de começar a falar abruptamente e quase me causar um ataque cardíaco! - afirma a doutora, em seguida se aproximando da tela e parecendo pressionar algo - Maldito volume estava no máximo... e não lembro de tê-lo aumentado...


    Após o pronunciamento de Cho, Hill inicialmente revisaria todas as informações que Craig obteve na noite anterior, garantindo que todos estivessem cientes de tudo que já tinham para dar início a operação, assim facilitando que os agentes chegassem em um consenso ou sugerissem um plano de atuação.


    *Off.: Pra não repetir tudo novamente, a informação que será revisada é o que está no último post do Ato I.

    hitoshura
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por hitoshura em Qui Nov 10, 2016 5:07 pm





    Craig Armstrong




    Craig havia adorado conhecer aquele engenheiro, que além de nome estiloso e bigode estiloso era fodão, aparentemente. Somado ao fato que Yuka também era uma engenheira, ele tinha agora dois engenheiros conhecidos para quando precisasse de algum brinquedo novo ou algo assim. Pretendia se tornar amigo de Bravo em breve, dessa forma o mesmo poderia ser seu Mr.Q. da sua personalidade James Bond. Quanto tempo será que precisaria para convencê-lo deixar-se ser chamado de Q?

    Agora na sala de guerra, receber aquela repreensão de Yuka foi estranho para o mesmo, é claro que ele estava morrendo de sono, mas era a forma que ela havia dito, era como se ela estivesse com raiva dele por alguma razão... Talvez fosse algo sobre a cultura dos japoneses que ele não entendia. Por alguns instantes ele imaginou Yuka com um Kimono azul realçando sua mecha enquanto ela andava dois passos atrás de seu pai ou algo assim, de alguma forma isso havia a deixado mais bonitinha. Levemente corado enquanto fitava Yuka, ele fazia um sinal afirmativo com a cabeça.

    Hara, como ele imaginava, havia defletido a pergunta, mas mesmo isso já fornecia alguma informação: Não era ninguém relacionado ao trabalho, talvez fosse um amante do passado, familiar ou até mesmo o filho? Por alguns instantes ele tentou fazer o mesmo que havia feito anteriormente, imaginando Hara com roupas maternas e cuidado de uma criança, mas por alguma razão assim que o garoto começava a chorar ela o socava e ele saía voando que nem naqueles episódios de Pokemon com a Equipe Rocket. Não era um filho.

    Assim que Maria Hill chegava, entretanto, era a zilionésima pessoa a perguntar se ele havia dormido bem, isso causou uma reação engraçada no hacker:



    -- É claro que eu estou acordado, eu dormi super-bem por umas quatro horas ou algo assim, se eu estivesse dormindo acordado vocês saberiam, até por que meus tempos de sonambulismo já passaram depois daqueles remédios. Digo, eu sonho acordado de vez em quando, mas qual o problema nisso? Sonhar alimenta a alma e o espírito, eu acabei de imaginar Yuko de Kimono azul e ficou super-bonito. Parem de me perguntar se eu estou acordado, eu já disse que estou acordado, droga. *Ele dizia enquanto girava loucamente na sua cadeira, mas eventualmente parava por estar zonzo*




    Quando os três Andys chegavam pelas duas portas, o surto de Craig já havia acabado e ele só parecia meio zonzo, pois cumprimentava o da esquerda, que não era o original. Pelo visto Andy era inumano com poder da multiplicação, o que era consideravelmente legal e explicava ele estar ali, de início Craig pensava que ele seria o Rambo do grupo, mas aquela habilidade servia também.

    Quando Cho era convocada, Craig já estava recuperado. Ele fitava a mesma por alguns instantes, virava-se para seu computador e digitava algumas coisas em uma velocidade impressionante, antes de dizer::


    -- Hey Doctora!*Ele dizia de modo casual* -- Tou te mandando um software para resolver esse problema, ele minimiza o volume do som por uns 20 segundos antes de voltar ao volume original, eu fiz ele depois que o antivirus explodiu minha casa avisando sobre uma atualização concluída. Tenho aqueles aparelhos de som Subwoofer, sabe? *E dito isso, ele mandava o software com um enter*




    Ao notar que a conversa pequena deveria acabar ali, ele começava a abrir as janelas com todas as conclusões que havia tido no dia anterior e coisas que havia descoberto.


    -- Ok, então vamos lá... A mensagem foi de fato enviada do interior ou bem próximo da sede da SWART, mas entre a imagem e a mensagem seguinte teve um intervalo de dois minutos, ou seja, ela pode ter sido mandada pela pessoa quem o capturou. *Dizia coçando a cabeça* -- Mas a foto foi tirada DOIS DIAS ANTES, por um Samsung Galaxy S7 Edge. Eu não tive tempo para descobrir se esse é o celular de Athol, mas se não for é uma ótima idéia tentar descobrir quem a tirou. Tudo que eu consegui descobrir sobre Athol, Jasmine e Faust está no monitor para analisarem.





    E de fato havia muito material, era como um pequeno mural policial só que espalhados de modo organizado no monitor enorme da sala de guerra, de fato ajudava bastante a organizar as idéias, mas Craig não era o especialista em analisar aquele tipo de coisa.

    Sobre Faust num fundo dourado tinha várias imagens de eventos de alto-nível onde Faust frequentava, mas eram raros os eventos mais modestos. Havia também informações sobre o clube de basquete o qual o mesmo era dono e de alguns times de sua juventude que ele fez parte, assim como fotografias suas com jogadores famosos e itens os quais ele era dono. Por fim havia vários tabloides e revistas de fofoca com reportagens sobre o filho "bastardo" do mesmo e as teorias que o envolviam.

    Em seguida sobre Athol havia seus diplomas, certificados e outros itens sobre sua especialização como Engenheiro de Minas. Havia vários registros de viagens suas por todos os lugares de escavações, mas raramente dele em eventos sociais. Havia então imagens do seu perfil social, de sua família, com suas duas esposas e seus três filhos.

    Sobre Jasmine não tinha muita novidade além do que Hara e Maria Hill já haviam dito, mas de fato havia várias reportagens e tablóides de fofoca sobre os problemas da mesma com bebidas, drogas e anti-depressivos durante sua carreira como modelo. Andy provavelmente gostaria das imagens dela como modelo, entretanto, havia várias sensualizadas.




    -- Huh, eu já converti para o projetor holográfico as plantas dos esgotos da região, assim como a planta da Trust Bank Building. Como podem ver, há três andares no subsolo e um estacionamento, mas se essa passagem tem condições de estar ali não é para mim dizer, talvez a senhorita Maria Hill possa enviar para um geólogo analisar. Eu consegui acessar a rede da sede, mas assuntos internos tem uma rede interna dedicada, só dá para acessar de lá se quiserem as gravações da discussão ou qualquer outra informação mais sensível. A SHIELD já tem alguns programas de invasão para esse tipo de operação, mas eu posso dar uns tweaks neles só por garantia no caso de uma operação para ainda hoje. Isso é tudo ou estou esquecendo de algo?



    [/b]

    Dito isso ele parecia assumir uma postura defensiva, que depois de um tempo parecia que ele estava cochilando. Mas depois de um tempo abanava os ombros, como quem diz "tem mais nada não"




    [b]-- Mas emfim, acho que o importante agora é analisar as plantas, descobrir se Athol tem o celular, se tiver descobrir onde ele esteve dois dias atrás, se não tiver descobrir de onde veio a imagem. Oh, falando nela, eu melhorei a qualidade, não sei se vai ajudar, mas ta aí. *Colocava no monitor enorme da sala também*







    [/b]
    Gakky
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Gakky em Sex Nov 11, 2016 4:02 pm

    Craig tentava se defender de seu sonambulismo, Yuka fingia não dar importância as palavras dele, mas quando ouve seu próprio nome, não pode deixar de lançar um olhar para ele. De certa forma, os comentários dele e sua girada na cadeira a deixaram confusa, esquecendo-se de sua irritação inicial. Quando Andy chega, Yuka cruza os braços e encosta as costas em alguma parede. Para não deixar de ser educada, responde ao Andy:

    - Bom Dia.

    Não quis demonstrar, mas achou engraçado o fato de Andy estar suando por ter se perdido. Esse mexicano não tinha jeito mesmo. Yuka presta atenção as palavras da comandante e da geneticista. Yuka olha para cima quando Craig começa a fazer suas piadinhas costumeiras, ele era realmente um caso perdido de viciado em comentários inapropriados. Podia não admitir, mas Yuka até achava divertido algumas vezes, isso se não começar a fazer perguntas pessoais aos outros.

    Ela se aproxima da tela quando Craig começa a mostrar os resultados de sua pesquisa. De fato seria interessante saber de quem era aquele celular. Quando a imagem da portal aparece maior, Yuka se mostra mais interessada, embora não desse para tirar qualquer conclusão. Então começa a perguntar:

    - Não seria possível ter acesso ao GPS do celular e saber por onde ele esteve? E sobre a invasão, seria arriscado, mas me parece a solução mais eficiente no momento. Não é bom perdermos muito tempo.

    Yuka olha para os outros e pergunta novamente:

    - E vocês? O que acham?

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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Sab Nov 12, 2016 8:29 am

    A reação de Hara a indiscreta pergunta de Craig é até amena no ponto de vista de Khloe. Afinal parecia que Hara não era assim tão “general”, ou talvez fosse daquele jeito mais bruto apenas com Andy por alguma razão qualquer.

    Hill chega, assim como Andy logo a seguir, dizendo ter se perdido pela instalação. Khloe apenas pensa: “Humhum... sei... duvido que você seja tonto assim... está escondendo o jogo.”

    Ela se aproxima dele após Hill falar com ele e indaga em tom baixo, apenas para que ele ouvisse:

    – Tão perdido que nem descobriu onde fica o bar, Andy? Conseguiu chegar ao seu quarto pelo menos?

    Finalmente a reunião iria começar, com Cho se juntando via videoconferência, o que faz Khloe questionar-se porque ela não estava ali com eles. Ao que tudo indicava ela e Hill não pareciam se dar muito bem. Aos olhos de Khloe, Cho era bem “respondona” para a Comandante.

    Hill começa a revisar o que tinham até o momento e bem, não podia negar que Craig fora eficiente nos computadores, mas apesar de tudo, enquanto observava com atenção as imagens e informações que iam surgindo nos monitores, para Khloe, parecia que eles não estavam além da superfície de um mar de águas turvas e profundas, como ponto de partida e eles realmente teriam que mergulhar neste mar desconhecido para tentar “pescar” alguma coisa mais substancial.

    Khloe tinha a atenção voltada as plantas do edifício, mas comenta após Yuka questionar:

    – Conseguiram algum contato com a agente Bekker? Porque nos infiltrarmos na SWART sem uma boa estratégia ou sem pelo menos uma noção de movimentação, parece um tiro no escuro. Pelo que entendi a única forma de tentar acessar os dados da rede interna da SWART, é a partir de um terminal interno, certo? Precisamos do Armstrong em um destes... Não há nenhuma empresa terceirizada que cuide da manutenção dos servidores deles? Desta forma poderia ser mais seguro a nossa infiltração.

    Acreditava que não, afinal uma empresa como a SWART deveria ter seu próprio time de TI, ainda mais se houvesse a possibilidade de serem um dos tentáculos da Hydra, mas não custava nada checar. Para Khloe, se Armstrong tivesse a possibilidade de entrar como alguém ligado a este tipo de serviço, a operação seria muito mais segura e ele conseguiria obter muito mais informações do que se infiltrando usando um macacão de manutenção, mas se esta fosse a única porta aberta no momento, não seria desprezada por causa dos riscos extras para o trabalho deles.

    E agora observava a imagem do portão aumentada e melhorada, ao que comenta apontando para o portão:

    – Esta noite sonhei com esse portão, ele se abria quando eu me aproximava e começava a se iluminar... mas acordei quando ele estava para se abrir por completo.

    O que será que havia atrás daquele portão?




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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Darkwes em Dom Nov 13, 2016 10:50 am




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    Todos os agentes presentes no local ficam atentos as informações repassadas por Craig, enquanto isso, Cho parecia analisar o programa enviado pelo agente no intuito de melhor controlar o volume de saída de seu terminal. Até mesmo Andy fica em silêncio e pensativo diante de toda a explanação, levando uma das mãos ao próprio queixo enquanto parece refletir diante de tudo que Armstrong tinha a compartilhar.

    A imagem do portão estava consideravelmente maior e mais nítida, mas ainda assim, nenhum dos presentes conseguia fazer sentido de nenhum dos símbolos que rodeavam a misteriosa estrutura metálica. Após Craig concluir, Yuka comenta a respeito de descobrirem onde Athol esteve na data em que a fotografia fora tirada e a respeito da infiltração na sede da SWART fazendo com que a agente Hara se pronuncie.


    Você está certa. Não podemos nos dar o luxo de adiarmos a operação, mas também não podemos executar um movimento que não traga respostas e ainda nos deixe expostos. - afirma Hara enquanto analisa as plantas do edifício - Durante o dia uma infiltração só seria possível através de um disfarce, entretanto, existe a alternativa de invadirmos o edifício durante a noite... a segurança talvez esteja mais alerta neste horário, mas o risco de sermos desmascarados por funcionários comuns seria praticamente nula, além de eliminarmos a necessidade de termos de lidar com terceiros. - complementa Hara olhando em direção a comandante.


    Enquanto Hill parece ponderar a respeito da colocação de Hara que abria uma nova possibilidade, Khloe aproxima-se de Andy e faz uma pergunta ao salvadorenho que coça a cabeça ao ouvir o questionamento a respeito de seu paradeiro na noite anterior.


    Ah... sobre isso... bom, yo encontrei sim. Só que levou algum tempo... e não tinha ninguém por lá quando cheguei. - afirma o agente parecendo não se orgulhar de ter se perdido para chegar no bar - Além disso, nem tinha cerveza lá... não sei que tipo de bar não tem cerveza!


    Andy movimenta a própria cabeça lateralmente reprovando o que acabara de dizer, enquanto isso, a agente britânica questiona a respeito da agente Bekker e da manutenção nos servidores internos da SWART. Hill então toma a palavra, fazendo algumas colocações.


    Ainda não tivemos novo contato com a agente Bekker. Mas ela deve nos deixar uma nova mensagem às dez da manhã quando deixar a sede da SWART em seu intervalo de trabalho. Um de vocês pode inclusive se encontrar discretamente com ela caso desejem conversar pessoalmente, desde que sejam discretos. - afirma Hill, em seguida complementando - E não há nenhuma empresa de manutenção de servidores na lista de serviços terceirizados agendados para os próximos dias na SWART...


    Ao contrário dos demais, Cho não parecia ter nada a acrescentar ao assunto, apenas observando o que diziam ao mesmo tempo em que organizava alguns materiais que estavam espalhados em sua mesa.



    Gakky
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Gakky em Seg Nov 14, 2016 10:18 pm

    Yuka ouve Khloe e Hara atentamente. Sim ela também sabia dos riscos da infiltração, mas quase todas as missões eram arriscadas e eles precisavam tomar uma decisão. Depois da resposta de Maria Hill, Yuka falar:

    - Bom, então não poderemos nos passar por funcionários, além de ser arriscado, não há nenhuma empresa agendada para os próximos dias. Mas eu sei que não podemos demorar! Esse portal pode ser perigoso, precisamos saber mais sobre ele. E eu voto em uma infiltração noturna, Hara me convenceu.

    Yuka cruza os braços e continua com as costas apoiadas em alguma parede ou beirada:

    - Eu acredito que temos que decidir algo agora. Poderíamos ir no evento da esposa do cara, porém está distante. Então eu acho que é melhor fazermos essa tal infiltração. Vamos tormar cuidado, verificar tudo direitinho antes de ir. Mas riscos sempre teremos, infelizmente. Acho que temos que confiar em nossas habilidades e arriscar. Quando eu trabalhei o pouco tempo com o agente Coulson, eu vi o quanto é importante nos arriscarmos às vezes... O improviso pode ser útil também. Talvez eu esteja falando bobagem, mas só sei que temos que decidir o que fazer. Ou esperar ou agir, eu voto por agir consciente e enfrentar os riscos.

    Yuka também acrescenta:

    - Olha eu não estou dizendo que estou certa... É só o que eu acho, também quero ouvir a opinião de vocês. Só sei que precisamos de uma decisão agora para fazer os preparativos para infiltração noturna, se for isso que faremos. Vamos confiar em nossos treinamentos!

    Depois de falar, ela espera que os outros falem. Não gostava de impor seus pensamentos, Yuka sabia aceitar a opinião dos outros. Agora ela acreditava que seria melhor arriscar, embora soubesse que poderiam por tudo a perder, era questão de agir ou não agir. Não havia muitas escolhas a serem feitas.
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por hitoshura em Qua Nov 16, 2016 9:37 am





    Craig Armstrong




    Craig fazia um esforço para manter-se alerta á toda discussão e todas as possibilidades. Então durante aquele dia eles tinham duas opções: Uma infiltração diurna como funcionários do setor terciário ou uma infiltração norturna como sugerida por Hara. O evento era outra possibilidade, mas estava nos dias futuros, então não precisava se preocupar com isso por hora.

    De certa forma ele via vantagens nas duas abordagens, se fossem de dia Craig teria dezenas de pessoas e oportunidades de interação para atingir sua meta, ele provavelmente até poderia usar essas pessoas para seu próprio benefício de modo a facilitar seu trabalho, o que para ele era uma grande vantagem, entretanto, ele estaria sozinho ou no máximo acompanhado de outra pessoa.

    Se fossem a noite poderiam ir juntos, mas teriam que depender totalmente de tecnologias de espionagem e das habilidades dos próprios espiões, algo que ele não sabia dizer sobre os outros, apesar de saber que as suas próprias habilidades de infiltrações serem marginais. A pergunta mais importante ali era: Estavam preparados para trabalhar em grupo onde um pode confiar totalmente no outro? A resposta provavelmente era não.


    -- Eu acho que precisamos aprender mais um pouquinho sobre um ao outro antes de fazermos o tipo de missão que demanda esse nível de trabalho em equipe, então para mim me parece mais segura a abordagem diurna, mas cada abordagem demanda preparações diferentes, temos que decidir isso agora. *Ele dizia indo e voltando na cadeira para esquerda e direita*




    Não havia muito mais a dizer, então ele se limitava a aguardar o posicionamento dos outros. Se perguntava por que Cho estava naquela reunião para começo de história, só para estar em fase com o que acontecia? Por que? Não, devia ter mais algo por trás daquele cenário inteiro que Craig não estava enxergando, e isso o irritava mais do que ele gostava de admitir.





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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qua Nov 16, 2016 12:29 pm

    Hara sugeria uma ação noturna, eliminando por completo a necessidade de entrarem como funcionários de outras empresas. Aquilo parecia mais o estilo de Khloe, mas assim como a “invasão” diurna, a noturna também trazia os perigos. Mas perigo fazia parte da vida deles, não era?

    Yuka gosta do plano de Hara, enquanto Armstrong parecia mais cauteloso, alegando que eles precisavam conhecer mais cada um da equipe. Khloe sugere:

    – Não sei se isso é inviável, mas e se Armstrong junto com Andy entrarem como terceirizados durante o dia? Isso daria a possibilidade do Armstrong hackear algum terminal e diante das informações coletadas teríamos mais base para algo mais elaborado e preciso para uma invasão noturna... Se o portão está dentro das instalações da SWART, não acredito que seja possível acessá-lo durante o dia, mas talvez alguma informação coletada possa nos guiar até o local numa invasão noturna. Quanto aos perigos, qualquer operação tem os seus, mas isso faz parte do nosso trabalho. Eu acho que se as duas operações pudessem ser combinadas, teríamos mais sucesso a curto prazo. O que acham?

    Na verdade ela não descartava nenhuma das possibilidades, e estava pronta para o que fosse, mas achava que se as duas pudessem acontecer, tudo seria muito mais produtivo.


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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Gakky em Qua Nov 16, 2016 7:07 pm

    Yuka não gosta muito do comentário de Craig, ele parecia desconfiado. Ela começa a pensar se ele estaria duvidando de suas capacidades, será que ele não a achava boa o bastante para uma infiltração? Se fosse, as coisas estavam começando a entrar em rumo tenso. Mas Yuka ainda esperaria para confirmar suas suspeitas.

    Depois de ouvir o comentário de Klhoe, Yuka não sabe muito o que decidir. Então responde:

    - Isso seria uma boa ideia Klhoe, mas como a comandante disse, não há nenhuma empresa terceirizada agendada para ir lá nos próximos dias. E se tentar se passar por pessoas de dentro, os outros funcionários podem descobrir só de ver o rosto deles, por já conviverem. Eu não sei os tipos de funcionários que trabalham durante o dia... Então se vocês conseguirem uma meio de entrar de dia, tudo bem por mim. Eu não conheço as habilidades do senhor Amisitron... Amisitronge, e nem do Andy, mas se eles disserem que podem fazer esse trabalho, eu dou meu voto de confiança. Acredito que um grupo deve confiar uns nos outros.

    Quando termina de falar a ultima frase, lança um olhar rápido para Craig e desvia logo em seguida.
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Darkwes em Qua Nov 16, 2016 10:44 pm




    Base de Operações Medusozoa. Oceano Atlântico.

    A partir das informações apresentadas por Craig e da nova possibilidade levantada por Hara, os agentes ponderavam a respeito da melhor forma de agir e, assim, conseguirem as peças que faltavam para se solucionar o mistério envolvendo o portão. Yuka parece interpretar incorretamente a informação repassada por Maria Hill e a comandante busca logo ratificar o que havia dito anteriormente para que não fossem geradas novas interpretações equivocadas.


    Não há empresa que realize manutenção nos servidores agendada para os próximos dias... mas há sim outras empresas terceirizadas com horários marcados para hoje inclusive. - afirma a comandante se certificando de que todos captassem o que dizia - Hoje estão agendadas duas empresas, uma que realiza manutenção nos aparelhos de ar condicionado e outra que fará restauração de pisos. Entre as duas, acredito que a primeira seja mais apropriada para se infiltrarem caso optem em fazê-lo, até mesmo pelo fato de que poderão adentrar portando ferramentas e outros aparelhos que podem ser mais facilmente camuflados em uma maleta de reparos sem levantar suspeitas.


    Após a afirmação de Hill, Andy dá um passo a frente e cruza os braços, o salvadorenho demonstra ponderar a respeito enquanto inclina levemente a cabeça para um lado, fazendo na sequência um comentário a respeito do que a comandante havia acabado de afirmar.


    Essa não é uma ideia ruim chefa... sabe, eu até entendo um pouco de ferramentas então ninguém vai suspeitar do meu disfarce! - afirma Andy abrindo um sorriso ao completar a frase, na sequência o agente olha em direção à Craig e complementa com um certo ar de ironia - Mas o americano aí não sei não... ele não tem cara de quem sabe torcer parafuso, podem desconfiar que tamos armando alguma! Acho que a baixinha enganaria melhor! - diz Andy enquanto aponta na direção de Yuka - Ela leva mais jeito de quem faz "reparos" sabe, além de ser uma companhia melhor...


    Logo após as colocações de Andy, Hara parece se irritar chegando a cruzar os braços e olhar feio na direção do salvadorenho, em seguida, a japonesa faz uma colocação mantendo seu típico tom frio de sempre.


    O que menos importa é quem tem cara de que sabe fazer reparos agente Gutierrez! De que adianta enviar você e a agente Fukuhara se precisamos é do agente Armstrong para hackear os sistemas da empresa? - indaga Hara mantendo o olhar fixo para o salvadorenho - Ou está pensando que vamos nos infiltrar na SWART pra fazer o serviço das empresas terceirizadas?...


    Após as palavras mais duras de Hara, Andy coça levemente a cabeça enquanto força um sorriso e parece tentar formular alguma contra argumentação, mas alguns segundos se passam e o salvadorenho não parece chegar a nenhuma colocação. Hill então toca brevemente com sua mão direita um dos ombros de Hara, claramente lhe dizendo silenciosamente para que se acalme. Enquanto isso, a doutora Cho, que estava em silêncio até então, se pronuncia.


    Hill? Com licença... tem certeza de que preciso estar nessa reunião? - indaga a doutora visivelmente desinteressada no assunto - Sabe não consigo me concentrar aqui com vocês falando e tenho certeza de que não vou participar de "infiltração" alguma que farão... - Cho força um sorriso e junta as palmas das mãos em frente ao seu torso e complementa - Se precisarem de mim estou no laboratório, à disposição e et-cetera, mas não estou vendo como posso contribuir nessa discussão...


    Hill não responde de imediato o pedido da doutora, apenas olhando na direção do monitor com a mesma costumeira expressão compenetrada com a qual se mantinha a maior parte do tempo, quase dizendo de forma silenciosa que não estava de acordo com geneticista deixar a reunião, forçando-a a permanecer até que os demais se decidissem.



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    Khloe Sanders - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qui Nov 17, 2016 8:42 am

    Andy leva um “passa fora” de Hara após um comentário impensado, pois a ideia da infiltração diurna era justamente para que Armstrong pudesse acessar algum terminal, mas parecia que Andy só sabia pensar em estar perto de alguma mulher.

    Cho que participava por videoconferência queria sair da conversa, e Hill, mesmo sem dizer uma palavra, corta o barato da doutora que pouco parecia interessada nos rumos da operação. Também não podia culpá-la, Cho não era uma agente de campo, mas aquela relação entre a Comandante e a Dra. Cho era realmente estranha. Cho tinha um perfil bem insubordinado, a na opinião de Khloe, ter alguém com esse perfil em uma equipe era algo bastante delicado. Seria Cho alguém em que realmente se podia confiar?

    Como Khloe já tinha dado sua opinião sobre uma dupla infiltração, não tinha mais nada o que dizer até o momento, pois não tinha porque ficar se repetindo. Aguardava que batessem logo o martelo e que não ficassem andando atrás do próprio rabo por muito tempo, afinal, tinham uma operação para preparar se quisessem agir dentro de poucas horas.

    Khloe cruza os braços e aguarda o desenrolar da situação.
    Gakky
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    Re: Ato II - Os Meios

    Mensagem por Gakky em Sab Nov 19, 2016 11:03 am

    Yuka entende melhor depois de Maria Hill explicar. Então percebe que a infiltração diurna poderia ser feita. De repente Andy chama atenção com seus comentários, de fato ela parecia mais com uma funcionária de manutenção, mas não era isso que a missão exigia. Além disso, Andy só usava com uma desculpa para seus instintos masculinos, porém foi engraçado. Yuka não consegue conter um riso, que acaba escapando de seu lábios. Ela balança a cabeça para os lados e comenta:

    - Esse Andy...

    Depois fala para todos:

    - Vocês me convenceram, uma infiltração diurna parece a melhor opção. E então senhor Amisitronge, concorda? Vamos, todos nós corremos riscos mesmo, não vai dizer que está com medo de ir lá, não é mesmo?

    Yuka provocou um pouco, estava sentindo-se implicante com Craig.
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    Re: Ato II - Os Meios

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      Data/hora atual: Dom Ago 20, 2017 2:18 pm