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    [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

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    MINDGAME
    Mestre Jedi
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    Mestre Jedi

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    [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Seg Nov 07, 2016 8:09 am

    O Sepulcro dos Falsos Deuses

    Capitulo I: Os caídos




    "Liberdade é jamais ter que pedir perdão? No fim, o sucesso é o único juiz terreno para o certo e o errado?
    É tarde demais. Sempre foi... e sempre será... tarde demais."



    @Balth:

    PRÓLOGO

    Aqui começa a jornada de Tommas Gates, um investigador de passado insólito, rumo ao que muitos chamam de destino.
    Dez anos haviam se passado desde que seu parceiro, Erick “Lobo Negro” Baelykh, fora tomado pelo assassino serial mais macabro que cruzou seu caminho. Gates jamais encontrou pistas concretas de algo sobrenatural novamente e nem ouviu falar o nome "O Arcano" desde então... até ontem de manhã, quando recebeu uma ligação de seu antigo chefe e atual comissário de polícia da região.
    Gordon Johnson:
    Gordon tem 47 anos, é casado e tem uma filha de 12 anos. É um dos poucos policiais com quem Tommas manteve certo contato, ainda que distante, e o único que ele sabe que se mantém honesto.
    Johnson não é o tipo de contato que fornece ajuda, é apenas uma referência de um policial que faz o possível para cumprir seu dever.
    Gordon procurou Tommas com um tom preocupado, alegando que estava reabrindo o caso do Arcano e precisava de informações de alguém que esteve no caso. Segundo Johnson, o padrão ressurgiu há cerca de duas semanas. Jovens mulheres, entre 18 e 30 anos de idade, estavam desaparecendo na mesma área em que o Arcano atuava, mas, agora, havia um novo padrão: todas as desaparecidas eram artificialmente ruivas.
    Gates encontrou Johnson na delegacia e, enquanto dava seu depoimento sobre o ocorrido [Off = Sinta-se livre para interpretar esse diálogo. Fale e oculte o que quiser.], aproveitou para ler sua mente em busca de informações sobre o caso.
    Ao todo, sete mulheres haviam desaparecido, seis delas foram encontradas, sem vida, com uma expressão de horror no rosto e símbolos desconhecidos entalhados em seu corpo. Todas haviam sido desovadas na madrugada anterior em um galpão abandonado, onde eram realizadas lutas ilegais.
    Tommas conseguiu extrair e anotar em seu celular os dados da última desaparecida.
    Jeniffer Greenwood:
    Jeniffer Greenwood
    18 anos
    Estudante do primeiro ano de direito na Universidade Columbia
    Sem passagens pela polícia
    Vista pela última vez em uma festa de colegas da universidade por Verônica Kristeva
    Desaparecida desde às 23:30 da quarta feira 14/12/2016 (duas noites atrás)
    O galpão onde os corpos foram encontrados ainda estavam sendo periciados pela polícia e o acesso seria difícil para Gates. Por hora, ele podia apenas concentrar sua investigação nos dados que conseguiu e foi até a casa da desaparecida.
    A mãe de Jeniffer estava abalada, mas recepcionou Tommas muito bem. Ela não exigiu identificação nem o questionou, apenas respondeu todas as suas perguntas atenciosamente, mostrou fotos e o quarto da garota. Segundo ela, Greenwood estava em uma festa com amigas e desapareceu no caminho para casa.
    No quarto de Jeniffer, Gates encontrou o notebook da jovem. Não havia senha e foi fácil acessar as últimas conversas da garota. Até então parecia irrelevante, mas dois nomes se repetiam frequentemente nas conversas com amigas da faculdade: Adam Kadmon e Evelyn Ward.
    Adam Kadmon e Evelyn Ward:

    Adam Kadmon

    Evelyn Ward
    A princípio aquilo pareceu apenas um triângulo amoroso adolescente, nada suspeito apesar de insinuações perturbadoras, mas os dons extrassensoriais do investigador se ativaram perante aquilo. Seus sentidos se desprenderam momentaneamente em uma visão de seu antigo parceiro dialogando com Ward.
    Precognição:
    Erick não havia envelhecido um dia sequer, apesar de Tommas saber que estava tendo um pressagio, ainda que não conseguisse precisar o quão distante era aquele futuro.
    Na visão, Baelykh estava em frente a Jeniffer, já com as marcas em talhadas em seu corpo, em um galpão enorme, possivelmente um hangar de aviões abandonado, com as portas e janelas obstruídas e iluminado apenas por velas espalhadas ao chão. A garota estava aterrorizada e Erick se aproximou com uma expressão amigável.
    Erick Baelykh - "Shhh, calma! Isso já vai acabar."
    Jeniffer Greenwood - "Quem é você? O que vocês querem de mim?"
    Erick Baelykh - "Meu nome é Presto Magno. Não se preocupe... eu vim te salvar."
    Repentinamente, o corpo de Greenwood é envolto por folhas de outono, que parecem surgir do nada, e desaparece, deixando Baelykh confuso por um instante, mas seu semblante logo assume um sorriso sarcástico e ele ri enquanto senta em uma cadeira enferrujada brincando com sua faca.
    Erick Baelykh - "Lotus?! Parece que eu chamei sua atenção, não é mesmo?!"
    Uma voz feminina pode ser ouvida se aproximando de Erick e outra folhagem seca se aglomera, dessa vez formando a silhueta de Evelyn caminhando em sua direção.
    Evelyn Ward - "Então é você que está me atrapalhando."
    Erick Baelykh - "Ah, você notou?! Imagino que uma monstruosidade como você não deva se decepcionar com frequência."
    Ward estende a mão na direção de Erick que volta a rir.
    Erick Baelykh - "Hahahaha! Seu poder não pode me atingir!"
    Sem aviso, Erick assume um semblante sério, arremessa sua faca e acerta o ombro de Evelyn que fica assustada.
    Erick Baelykh - "... mas eu posso te atingir!"
    O corpo de Ward então se desmancha em folhas de outono que caem ao chão junto com a faca. Baelykh se levanta, caminha até sua faca e olha na direção de Tommas, como se pudesse vê-lo através do tempo, e sorri.
    Erick Baelykh - "Te vejo em breve, parceiro!"
    Gates retornou a si confuso sobre os nomes "Presto Magno" e "Lotus", mas agora tinha certeza de que Greenwood o levaria até o Arcano.
    Ao dar mais atenção aos registros no notebook, ao longo dos diálogos era evidente que Jeniffer perseguia Adam frequentemente e este, por sua vez, era namorado de Evelyn.
    A próxima parada de Tommas foi a casa que sediou a festa em que Greenwood foi vista pela última vez, a apenas dois quarteirões dali, onde foi recebido por Verônica, a dona da festa.
    Verônica Kristeva:
    Veronica Kristeva
    21 anos
    Verônica se apresenta como estudante do quarto ano de direito na Universidade Columbia e líder da comissão de eventos da universidade. Ela contou a Gates que haviam muitos alunos na festa, mas Jeniffer havia ficado o tempo todo com ela até a hora de ir embora. Os nomes Adam e Evelyn surgem novamente ao longo da investigação e Kristeva foi evasiva nas respostas, em parte por não querer comprometer a amiga, mas Tommas consegue ler a mente da garota enquanto conversam.
    Verônica sabia que Adam não era um aluno da universidade e só aparecia por lá para se encontrar com Evelyn, que também era aluna do quarto ano. Mesmo assim, o jovem tinha adquirido certa popularidade entre as alunas do campus e Jeniffer havia se tornado doentia ao persegui-lo. Segundo ela, a jovem era conhecida por se tornar obsessiva facilmente e Kadmon era "a bola da vez". Evelyn não parecia demonstrar sinais de ciúmes, mas é notável que Verônica tem um medo inexplicável dela. Entre as memórias da garota, Gates não consegue manter a atenção fixa na aparecia de Evelyn sem se sentir desconfortável.
    Na noite anterior, Kadmon apareceu na festa com um semblante abatido e Kristeva ouviu boatos de que ele havia terminado com Ward, mas os comentários o fizeram se sentir mal e ele deixou a festa antes que Greenwood o visse. Ao ficar sabendo, a garota saiu da festa às pressas e desapareceu.
    Tommas agora tinha uma pista mais concreta e sabia por onde começar a usar seu poder de pós-cognição. Ao tocar na calçada, do lado de fora da casa de Veronica, ele vê a direção em que Jeniffer foi. Um quarteirão depois, ao tocar a calçada novamente, Gates se depara com uma nova visão.
    Poscognição:
    Evelyn surge atrás de Jeniffer, estendendo sua mão na direção da jovem que cai inconsciente. Um símbolo, semelhante aos que foram vistos nas vítimas do Arcano, surge em sua testa.
    Ward então permanece parada, em frente ao corpo de Greenwood e olha diretamente para Tommas, como se ela também o visse através do tempo. Gates é tomado por uma sensação agoniante e familiar, semelhante ao que sentiu dez anos atrás, enquanto observa Evelyn tomar o corpo de Jeniffer nos braços e desaparecer em uma lufada de ar.
    Quando Tommas voltou a si, estava sozinho, e era tarde. Agora ele sabia que Evelyn Ward tinha poderes sobrenaturais, estava por trás dos sequestros e diretamente relacionada ao Arcano. Talvez fosse uma seguidora dele ou o próprio Arcano assumindo outra forma.
    Gates voltou para seu apartamento e pesquisou a respeito de Evelyn e os nomes "Presto Magno" e "Lotus" sem sucesso. Talvez ele conseguisse mais informações sobre Ward na universidade no dia seguinte.
    Sobre Kadmon, a única menção sobre seu nome foi encontrado entre registros de túmulos do cemitério Marble em Nova Iorque. Segundo algumas notícias antigas, Adam Kadmon morreu aos 15 anos de idade em um acidente de avião em julho de 2011 e jamais acharam o seu corpo entre os destroços no oceano. As fotos encontradas por Gates da vítima de 15 anos batem com a descrição de Kadmon.
    Hoje, Tommas Gates acorda em seu apartamento pela manhã.

    Informações atuais
    Data: Sexta feira 16/12/2016 - Manhã
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 1
    Pontos de poder: 110 (NP 7)
    @Daik:

    PRÓLOGO

    Aqueles que suspeitam de que sua liberdade não passa de um sonho, temem ser acordados. Para Dreamwalker, que há muito tempo foi banido do reino dos sonhos, a realidade começa a se transformar em pesadelo.
    Drake Walker, que havia sido banido de seu mundo pelo Deus do Sono, já estava há um bom tempo tentando dar sentido a sua existência, sem sucesso. Em sua jornada, O Agente cruzou com alguns outros como ele:
    Infiltrados:
    Maze
    Infiltrado na dimensão mundana com o nome Albert Straws.
    Maze é uma entidade enigmática, também em busca de seu propósito. Foi o contato que inseriu Drake na Yakusa e ainda trabalha a serviço da máfia.
    Nexus
    Infiltrado na dimensão mundana com o nome Victor Wildman.
    Nexus foi ao encontro de Drake após a criação de seu canal no Youtube. Ele foi descartado há pouco tempo e nunca falou sobre o passado no mundo dos sonhos. É o principal parceiro de lutas de Walker.
    Ominous
    Um pesadelo ambulante. Ominous não usa um nome comum e tampouco esconde sua ancestralidade sobrenatural.
    Esta entidade não foi banida do mundo dos sonhos, ela fugiu com a ajuda de um ser de outro plano.
    Ominous cruzou o caminho de Drake algumas vezes e deixou a impressão de que agora ela trabalha a serviço de uma entidade mais poderosa do que o próprio Hypnos.
    [Off = Você está livre para descrever outros]
    Cada um dos infiltrados tentava, a sua maneira, encontrar um significado além dos sonhos, mas Drake, com a ajuda de Morgan, era o mais próximo de encontrar o seu.
    Mr. Morgan:
    James Morgan / Ogum, o orixá ferreiro.
    Filho mais velho de Oduduwa e Yemu, é considerado o principal orixá a descer do Orun para o Aiye após a criação.
    Um antigo semideus guerreiro que ensinou aos homens como forjar o ferro e o aço.
    É proprietário do bar The Trip Trap, no Bronx, onde vive atualmente, com seus poderes limitados devido ao esquecimento de seus fiéis.
    Em Morgan, Dreamwalker encontrou inspiração para transformar sua falta de propósito em um propósito para outras pessoas que se confrontavam com o mesmo vazio existencial.
    Quando O Agente absorveu os sonhos e desejos humanos, notou que muitos possuem uma vida tão vazia que não conseguem, se quer, vivê-la. Outros simplesmente ficam tão impressionados com a autoridade que alguns exercem, que deixam o rumo de suas vidas em outras mãos. Através de seu canal, convocando lutas de rua, Walker permitiu a muitas dessas pessoas provarem que estavam vivas, libertarem seu lado humano e deixarem de ser apenas mais um número nas multidões. Isso gerou uma popularidade estrondosa, mas, por outro lado, a atenção da polícia exigiu grande grande esforço dos envolvidos para manter a atividade clandestinamente.
    Duas noites atrás, o galpão em que as lutas eram realizadas foi bloqueado por policiais. Aparentemente, alguém havia desovado corpos no galpão. Drake não chegou a ver os corpos. [Off = Pode escolher entre se esconder da polícia ou ser levado para depor, sendo liberado na mesma noite]
    A pericia e a atenção da polícia impediria que aquele galpão fosse usado novamente, mas Maze conhecia uma segunda opção: O Thunderdome.
    O Thunderdome:
    O Thunderdome era um local oculto sob uma fábrica onde ocorriam lutas ilegais diversas.
    Maze conhecia o dono do Thunderdome, que concordou em permitir que Drake o usasse para transmitir suas lutas se o próprio derrotasse o atual campeão do domo, conhecido apenas como Capuz Vermelho.
    Capuz Vermelho:
    Campeão 13 vezes consecutivas do Thunderdome
    A luta foi marcada para ontem e o local estava cheio. Walker sabia que não devia subestimar seu oponente se quisesse ficar com o lugar e ambos entraram na arena com grande euforia da multidão. Encarregada de gravar e transmitir a luta ao vivo pelo youtube estava Rita.
    Rita Smith:
    Rita Smith
    18 anos de idade. Atualmente aluga o quarto vizinho ao de Drake no bar The Trip Trap. É uma grande fã e amiga.
    Rita foi uma criança perdida por grande parte de sua vida, sem rumo ou propósito, e péssima para escolher namorados. Todos os seus ex-namorados estão presos ou ligados a máfia.
    Ela conheceu Drake através de Maze, por quem ela era apaixonada, mas Maze nunca retribuiu o interesse, principalmente por ela ser menor de idade quando o conheceu.
    Apesar de ainda ser uma arena de lutas clandestinas, o Thunderdome era diferente das lutas desregradas que Drake promovia. Um juiz anunciou o início do confronto, apresentando ambos os oponentes a plateia, e deu início à luta.
    Capuz Vermelho sorriu, investindo contra Dreamwalker com uma grande violência, mas seu ataque abriu demais sua defesa e Drake o derrubou antes que ele pudesse atingi-lo. [Off = Pode descrever como preferir esse ataque, mas os dados aqui disseram que foi um nocaute de um único golpe XD]
    A plateia, que gritava histericamente, se silenciou atônita. Rita permaneceu congelada, boquiaberta, enquanto filmava e, então, o silêncio foi rompido por gritos estrondosos da platéia que ganhou um novo favorito. A multidão começava a se organizar entre os cambistas enquanto Maze e Nexus cumprimentavam Drake pela vitória e o questionavam sobre ter ter batido forte demais. Eis que, em meio ao tumulto, a voz do juiz se destaca anunciando que outro lutador queria desafiar Dreamwalker. A multidão abre espaço para um mascarado entrar na arena e o juiz o apresenta pelo nome Ohr.
    Ohr:
    Ohr se posicionou na arena, de frente para Drake, e a multidão começou a gritar, torcendo pelo Agente.
    Algo parecia errado. Não era possível ver o rosto de Ohr através da máscara, mas Drake sentia seu olhar pesado em seu amago, o remetendo de volta a sensação de estar sendo banido pelo Deus do Sono.
    Apesar do medo irracional por aquela figura, seu instinto de luta ainda estava afiado e, perante o seu legado, Dreamwalker permaneceu na arena.
    O juiz então deu inicio a luta e Ohr não se moveu.
    [Off = Caso Drake aguarde o primeiro movimento de Ohr, seu corpo se moveu contra a sua vontade, desferindo um soco]
    Ohr bloqueia e segura o primeiro golpe de Drake com uma das mãos, mas não parece estar fazendo força alguma. Seu corpo simplesmente parou antes de atingi-lo e ele o segurou. Walker nota que seu corpo não responde e uma voz masculina ecoa em sua mente em um tom sereno e sarcástico. "As coisas são diferentes quando se enfrenta outro aprimorado, não é mesmo?!"
    Antes que Drake pudesse ter qualquer reação, a multidão entrou em pânico perante o som de sirenes da polícia do lado de fora e invadiu a arena. Ohr o soltou e desapareceu em meio a multidão, libertando seus movimentos.
    O Agente foi arrastado pela aglomeração até o lado de fora, se perdendo de seus companheiros, mas sabia que não gostaria de ser pego pela polícia, então conseguiu se esconder e voltar para casa.
    Já estava perto do amanhecer quando Walker retornou ao The Trip Trap. O bar já estava fechado, mas a porta de entrada estava entreaberta, o que fez O Agente notar de imediato sinais de arrombamento. Ao entrar, Drake se deparou com Morgan caído ao chão junto a uma mulher, ambos desmaiados, e conseguiu ler suas mentes para saber o que havia ocorrido.
    Oxum:
    Ângela Wilson / Oxum, a orixá da água doce dos rios, do amor, da intimidade, da beleza,d a riqueza e da diplomacia.
    Oxum havia ido ao encontro de Ogum esta noite para convocá-lo. Yewá, a senhora da vidência, previu que algo terrível estava para acontecer com a humanidade e estava tentando reunir os demais orixás.
    Yewá não revelou a Oxum do que se tratava, mas ambas sabem que, sem seus poderes completos, os orixás não podem fazer muito separadamente.
    Através das memórias de Morgan e Wilson, Drake vê que Ângela chegou enquanto James fechava o bar, mas antes que pudessem dialogar, um aglomerado de folhas de outono surgiu através da porta e formou uma silhueta feminina. A silhueta ergueu uma das mãos na direção do casal e ambos desmaiaram instantaneamente.
    Enquanto lia as mentes dos dois, Walker ouve gritos do lado de fora.
    Rita Smith - "Não! NÃO! ME LARGA!"
    Ao olhar para o lado de fora, Drake vê Rita sendo puxada por dois capangas para dentro de uma van. Imediatamente, Dreamwalker usou seu poder de sono e um dos capangas desmaiou, fazendo o outro se desesperar e fechar a porta da van. O motorista deu a partida, mas Walker conseguiu adormecê-lo também e ele caiu sobre o volante. Então O Agente se aproxima da van e puxa a porta, mas a van desaparece instantaneamente, na frente de seus olhos, deixando para trás sua silhueta feita de milhares de folhas secas que caem ao chão.
    Enquanto amanhece, Walker lê a mente do sequestrador que conseguiu derrubar e ficou para trás.
    Gregory Smith:
    Gregory Smith
    28 anos de idade
    Empresário
    Membro de uma ordem secreta de magos chamada EQUINOX.
    Foi colocado sob controle mental nas últimas duas semanas por uma feiticeira poderosa que é conhecida como Lotus, mas jamais viu seu rosto.
    Lotus ordenou que ele capturasse Rita Smith. Tudo o que ele sabe, através dos diálogos que presenciou, é que há um ritual macabro envolvido e uma segunda garota sendo mantida em cativeiro. Apenas o motorista conhecia o endereço e podia ver o caminho.

    Informações atuais
    Data: Sexta feira 16/12/2016 - Manhã
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 1
    Pontos de poder: 110 (NP 7)
    @IsabelMuller:

    PRÓLOGO

    Todos querem uma solução mágica para tudo, mas se recusam a acreditar na magia. Para Isabel Müller, independente da crença, a magia começa a ser a fonte de seus problemas.
    Há alguns meses, os pesadelos de Isabel começaram a se intensificar, afetando até mesmo a sua produtividade no laboratório. Foi quando seu colega, Ian, se aproximou dizendo algo que fazia sentido apenas a maga: "Sua mente é um jardim com muros tão altos que nem mesmo a morte pode tocar as flores que nascem lá. O que vai fazer agora que as primeiras ervas daninhas começaram a nascer?"
    Ian Akalust:
    Ian Akalust
    28 anos
    Estudante de doutorado na New York University
    Membro de uma ordem secreta de estudantes de ocultismo chamada EQUINOX.
    Poderes psiônicos sociais (Telepatia, controle mental e emocional)
    Na frase, Ian falava sobre a mente poderosa de Isabel. A jovem maga tinha o dom da memória, o que a impedia de esquecer de seus tormentos. Akalust havia notado o potencial místico de Müller e se ofereceu para ajudá-la através de uma ordem secreta de magos. Ele a apresentou a alguns membros da EQUINOX, uma ordem de estudantes de magia direcionados pela filosofia do equilíbrio, e se tornou próximo a Isabel por compartilhar de dons sobrenaturais.
    Com a permissão da maga, Ian tentou aliviar seus pesadelos, mas não teve sucesso. Segundo o mago, os pesadelos tinham uma origem externa. Algo ou alguém estava invadindo diretamente seu sono.
    Nesses pesadelos, uma criatura tentacular a persegue, tortura e mata. A única informação que Isabel conseguiu obter sobre a criatura, ao ler seus pensamentos em um pesadelo, foi seu nome: Ominous.
    Ominous:
    A EQUINOX possuía uma biblioteca extensa e Müller pesquisou por semanas, sem sucesso, atrás de informações sobre essa criatura. Ao fim de sua busca, concluiu que, se tal informação existisse naquela biblioteca, estaria restrita aos mestres, o que a levou a conhecer um pouco mais sobre a estrutura da ordem.
    EQUINOX:
    A EQUINOX se mascara de uma organização filosófica de autoajuda, organizando palestras beneficentes. Qualquer um pode se associar, mas apenas aqueles que revelam habilidades sobrenaturais ganham acesso a ordem.
    Há apenas quatro níveis de hierarquia: membro, mestre, mestre do conselho e regente.
    Para um membro tornar-se mestre, é necessário ser reconhecido por um mestre que lhe aplicará um desafio de campo. Ao cumprir o desafio, o membro deve passar por um teste de autoconhecimento e então será nomeado como mestre.
    Para um mestre entrar para o conselho, basta desafiar e vencer um dos mestres do conselho, onde as regras do desafio são determinadas pelo desafiado, assumindo assim o seu lugar no conselho.
    Para um mestre do conselho se tornar regente, ele deve desafiar e vencer mais mestres do conselho do que o regente atual.
    O atual regente atende pelo nome Melchior e venceu quatro dos doze mestres do conselho.
    Para ter acesso a área restrita a mestres, Isabel precisaria conquistar a confiança de um mestre ou tornar-se uma mestre. Em ambas as opções, o primeiro passo seria disponibilizar-se para missões da ordem e, na tarde passada, Müller foi convocada junto a outra membro da ordem pelo próprio regente.
    Melchior e Twinkle:

    Melchior

    Twinkle
    Lara Tolstói foi apresentada pelo apelido "Twinkle". Mais tarde ela viria a revelar que este apelido surgiu pela manifestação de seus poderes que brilham incontrolavelmente, segundo os demais membros, "como uma velinha de aniversário".
    Lara parecia animada ao conhecer Isabel e foi simpática. Twinkle já havia feito algumas missões para a ordem, mas ainda estava entre os novatos.
    Melchior, por outro lado, ostentava uma postura impessoal, quase robótica. Suas intenções eram enigmáticas e sua fala inexpressiva.
    Melchior revelou a Lara e Isabel que um livro proibido havia sido furtado da área de mestres da biblioteca e projetou em suas mentes a imagem do livro sem nome.
    Livro:
    Só lhes foi informado que tal item poderia causar grande estrago se caísse em mãos erradas e devia ser recuperado o quanto antes.
    As duas magas então checaram os registros da biblioteca e Müller conseguiu, através de poscognição, reduzir os suspeitos para dois membros que haviam deixado a biblioteca com livros da área restrita.
    William Teller e Lana Blake:

    William Teller

    Lana Blake
    Lana Blake, segundo Twinkle, havia se tornado mestre recentemente. É uma mulher misteriosa e reservada, mas seus registros estavam na biblioteca, o que incluía seu endereço.
    Por outro lado, William Teller foi membro da ordem por pouco tempo. Foi expulso recentemente, e o motivo não foi revelado. WilliamTeller não chegou a se tornar mestre, o que o tornava o suspeito principal, mas não haviam registros dele.
    As duas magas decidem se separar: Isabel visitaria Blake enquanto Twinkle tentaria obter informações para investigar Teller.
    Müller então seguiu até o endereço de Lana.
    Casa de Lana Blake:
    Uma casa antiga, feita de pedra e rodeada por árvores já sem folhas, rústica, mas aconchegante.
    De imediato, Isabel sentiu certa familiaridade com aquele lugar, como se já tivesse estado ali antes. Seus sentidos afloraram, como se sua presença fosse aguardada por alguém que a vigiava, mas parecia não haver ninguém em todo o quarteirão.
    A maga tocou a campainha por algumas vezes, sem resposta, mas sua forte intuição dizia que ela não estava ali por acaso, então ela decidiu abrir a porta usando seus poderes mágicos.
    Dentro da casa de Blake, Isabel investigou cada um dos cômodos, todos vazios, sem sinais de livros mágicos, até se deparar com uma escadaria que dava para o subsolo. O porão estava escuro, mas uma pequena luminosidade que escapava pelos vãos de uma porta revelava que havia alguém ali. A maga então olhou pelo buraco da fechadura e avistou uma menina, sentada em uma cama e lendo um livro enquanto comia uma maçã. A porta estava trancada pelo lado de dentro e a garota não parecia ser prisioneira, mas, com certa dificuldade, Isabel conseguiu ler sua mente.
    Jessica Blake:
    Jessica Blake é filha de Lana. Tem 8 anos de idade e jamais conheceu seu pai.
    Ela mora com sua mãe, Lana, e sua madrasta, Emily S. Blake.
    Emily Silmeria Blake:
    Pelas memórias de Jessica, Emily mora com elas há três anos, é sua melhor amiga e uma boa madrasta.
    Assim como sua mãe, Emily é mestre na EQUINOX.
    Lana e Emily tiveram um compromisso na ordem, mas, apesar da casa parecer vazia, Jessica não está sozinha. Ela não os vê, mas sabe que há entidades espirituais na casa a protegendo (Parecem não ter se manifestado na presença de Müller por não terem notado más intenções para com a garota).
    Jessica se considera uma humana normal, sem poderes, mas está cercada por magia e tem estudado rituais da ordem sob a orientação de Melchior.
    O livro que ela estava lendo descrevia praticas ritualísticas exclusivas da ordem. Ela estava estudando pois, em breve, ela participaria de alguns desses ritos a pedido do regente.
    Claramente o livro que Jessica estava lendo era o mesmo que sua mãe tirou da biblioteca na visão de Isabel, mas não era o livro que foi roubado.
    Ao obter as informações que precisava, uma voz feminina ecoou em sua mente expressando certa melancolia. "Você estará... sozinha. E terá que ser forte."
    Müller olhou ao redor, ainda sem sinais de alguma presença, e a voz continuou em um tom fragilizado. "Você viajará para longe... minha pequena Verena, mas eu nunca vou deixá-la."
    Isabel jamais havia ouvido o nome "Verena" e não sabia o que aquilo significava. Talvez fosse uma lembrança vindo a tona, ou suas percepções estivessem simplesmente captando um diálogo alheio.
    "Mesmo estando prestes a deixar de existir, você leva parte de mim com você. Você carrega consigo... nossas esperanças e sonhos.
    O propósito das nossas vidas, é seu agora."

    O eco parece perder força ao se afastar da porta de Jessica, até se silenciar há alguns metros. Nesse instante, sem nenhum sinal de aviso, Isabel é nocauteada por um turbilhão de imagens de cidades destruídas em meio a visão mais intensa que já sentiu na vida.
    Precognição:
    Isabel sente a dor da perda de bilhões de entes queridos, seguida da agonia da solidão mortal e o ódio colérico de inúmeras vinganças fracassadas.
    Ela sente seu corpo sendo reduzido a cinzas por chuvas de meteoros e, em seguida, derretido por chuva ácida.
    Tentáculos colossais descem dos céus e, entre as nuvens, Müller vê uma criatura imensurável devastando as cidades.
    Quando a maga recobra a consciência, tão repentinamente quanto a perdeu, ela ouve apenas um pequeno eco que se repete até desaparecer completamente. "Eu amo você, Verena..."
    Isabel estava exausta, mas, apenas para ter certeza,  leu a mente de Jessica mais uma vez atrás do nome "Verena" e nada encontrou. Então ela voltou para casa e apagou.
    Pesadelo:
    Isabel se da por si sufocando, presa dentro de uma enorme bolsa de gosma. Ela não consegue enxergar nada e, ao que parece, seus poderes não funcionam.
    Desesperada por ar, a maga luta para tentar rasgar as bordas e percebe que o bolsão se move em resposta, emitindo gemidos abafados. Isabel percebe uma pequena costura e nota que fora costurada dentro de uma criatura que ainda está viva. Ela consegue finalmente rasgar a costura e encontra ar do lado de fora, mas seu desespero estava longe de acabar.
    Criatura:
    Müller escapa das entranhas da criatura deformada que se debate em agonia dentro de um box cheio de sangue. Ela se vê nua, acoada entre paredes no chão gelado de um banheiro abandonado. O lugar é parcamente iluminado por uma vela vermelha sobre a pia.
    Tremendo de frio, Isabel pega a vela e se vê diante da única saída do local, um corredor escuro por onde segue um rastro de sangue, como se um corpo tivesse sido arrastado. Ao longe é possível ver uma porta entreaberta, por onde um feixe de luz pálido tremula.
    A maga segue pelo corredor e percebe que a vela projeta sombras nas paredes que não são dela. Há sombras de pessoas e criaturas disformes agonizando por todo o corredor.
    Ao se aproximar da porta entreaberta, Müller vê duas macas enferrujadas, em uma delas ela vê o corpo de Twinkle e na outra vê seu próprio corpo sendo autopsiado por Ominous.
    Ominous, ao notar a presença de Isabel, se vira e começa a expandir seus tentáculos, mas, ao perceber que tudo não passava de um pesadelo, a maga se esforça para tentar acordar e se da por si em um lugar completamente diferente.
    Isabel se vê caída em um chão espelhado, olhando para um teto também espelhado e rodeada por espelhos. É difícil saber de onde vem a luz ali e ela não sente mais frio. Está com as mesmas roupas com as quais adormeceu em sua casa. Sua intuição diz que cada um dos espelhos é, na verdade, uma porta, mas antes que ela se aproxime de um, uma voz feminina jovem e desconhecida ecoa a partir do teto, como se falasse através de um megafone. "Hey! Quem é você?" [Off = pode responder como preferir]
    "Mas... mas... você não devia estar aqui! Como você veio parar aí?" [Off = pode responder como preferir]
    "Você veio até aqui tentando acordar de um pesadelo?! Isso não devia acontecer..."
    [Off = Caso pergunte onde está, segue a resposta] "Bom... isto não é bem um lugar. Onde e quando não fazem muito sentido por aqui."
    [Off = Caso pergunte se ainda é um sonho, segue a resposta] "Ah, não. Eu estou acordada."
    [Off = Caso pergunte quem ela é, segue a resposta] "Ah, bem... como eu digo isso?! Eu não posso me apresentar ainda. Eu acho. Você pode perguntar de novo dentro de alguns dias? Por favor!"
    [Off = Quando perguntar como sair dali, segue a resposta] "Acho que você não vai querer voltar por onde veio... vou pensar em algo. Me dê uns minutos."
    Apos alguns minutos de silêncio a voz retorna. "Hum... já que você apareceu aqui, imagino que não seja tão ruim fazer isso... então... eu vou te fazer uma proposta. Eu vou pedir uma coisa para você em breve... e você provavelmente vai aceitar, porque é uma boa pessoa... o que me deixará em dívida, por que eu também sou uma boa pessoa. Então, eu vou tentar te ajudar agora, ok?
    Você não me conhece, mas eu sei tudo sobre você! Bem... não tudo. O suficiente. Enfim... eu sei que você gostaria de saber quem é a Rita... e você tem medo de ler a mente da sua mãe para descobrir, então eu vou te responder.
    Muito bem, feche os olhos... e tente não ter outro pesadelo!

    Ao fechar os olhos, a voz não fala mais com Isabel. O silêncio reina por poucos segundos até que o alarme ensurdecedor de seu despertador toque, lembrando que ela deveria se aprontar logo para o trabalho no laboratório. [Off = Estou considerando que ela trabalhe no laboratório de segunda a sexta apenas no período da manhã]
    Isabel está em sua casa, despertando no mesmo lugar em que apagou. A única coisa que prova que a última parte de seu sonho foi real, é um arquivo extenso que ela recebe em seu celular intitulado "Rita".
    Arquivo enviado por N0N0M0R1:
    O remetente expõe seu avatar com o codinome ou código "N", "zero", "N", "zero", "M", "zero", "R", "um".
    Rita Smith:
    Nome: Rita Smith
    Idade: 18 anos
    [Perfis em redes sociais]
    Várias passagens pela policia, desde os 11 anos de idade, como fugas da instituição social onde morava e crimes envolvendo pequenos delitos, vandalismo e drogas ilícitas.
    Está ligada indiretamente a alguns traficantes desde a adolescência, mas, no último ano, as reincidências têm diminuído.
    Não há registros oficiais de sua família.
    [Documentos que revelam que ela atualmente mora de aluguel em um quarto sobre bar The Trip Trap, no Bronx]
    [registro de nascimento 25/05/1998 em Portland]
    [Centenas de evidências de que Rita Smith nasceu no mesmo hospital psiquiátrico em que Ruth Müller está internada e foi colocada para adoção pelo diretor do hospital]
    [Exames provando que Ruth Müller estava grávida entre o final de agosto de 1997 e 24/05/1998]
    Fica claro com a riqueza de informações sigilosas que esse arquivo foi enviado por um hacker muito experiente.
    [Off=Isabel entende que o nome "Rita" que sua mãe repete catatonicamente se refere a sua irmã, cuja existência foi ocultada pelo diretor do hospital]

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    [Off = Desculpem a demora! Como viram, bonifiquei esse atraso da narrativa com Pontos de Poder equivalentes a semana (Lembrando que a distribuição só é feita nas fichas a cada 15PPs, quando a campanha sobe de nível)
    Nessa introdução eu me limitei a eventos relevantes ao enredo, tentando aproveitar o máximo de elementos que forneceram em suas fichas, mas sem descrições detalhadas para permitir que vocês aprofundem de acordo com a personalidade que deram aos seus PJs, então sintam-se livres para descrever os locais onde moram, as falas de seus PJs e de NPCs que estejam diretamente ligados aos seus prelúdios.
    Notem que todos estão iniciando ao mesmo tempo on-game, mas, apesar de haver alguns ganchos entre PJs e com o enredo da trama, sintam-se livres para irem e fazerem o que seus PJs quiserem.
    Para mais informações de NPCs, irei criar um tópico chamado METAGAME.]
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Seg Nov 07, 2016 10:16 am

    MINDGAME escreveu:
    O Sepulcro dos Falsos Deuses

    Capitulo I: Os caídos




    "Liberdade é jamais ter que pedir perdão? No fim, o sucesso é o único juiz terreno para o certo e o errado?
    É tarde demais. Sempre foi... e sempre será... tarde demais."



    @Balth:

    PRÓLOGO

    Aqui começa a jornada de Tommas Gates, um investigador de passado insólito, rumo ao que muitos chamam de destino.
    Dez anos haviam se passado desde que seu parceiro, Erick “Lobo Negro” Baelykh, fora tomado pelo assassino serial mais macabro que cruzou seu caminho. Gates jamais encontrou pistas concretas de algo sobrenatural novamente e nem ouviu falar o nome "O Arcano" desde então... até ontem de manhã, quando recebeu uma ligação de seu antigo chefe e atual comissário de polícia da região.
    Gordon Johnson:
    Gordon tem 47 anos, é casado e tem uma filha de 12 anos. É um dos poucos policiais com quem Tommas manteve certo contato, ainda que distante, e o único que ele sabe que se mantém honesto.
    Johnson não é o tipo de contato que fornece ajuda, é apenas uma referência de um policial que faz o possível para cumprir seu dever.
    Gordon procurou Tommas com um tom preocupado, alegando que estava reabrindo o caso do Arcano e precisava de informações de alguém que esteve no caso. Segundo Johnson, o padrão ressurgiu há cerca de duas semanas. Jovens mulheres, entre 18 e 30 anos de idade, estavam desaparecendo na mesma área em que o Arcano atuava, mas, agora, havia um novo padrão: todas as desaparecidas eram artificialmente ruivas.
    Gates encontrou Johnson na delegacia e, enquanto dava seu depoimento sobre o ocorrido [Off = Sinta-se livre para interpretar esse diálogo. Fale e oculte o que quiser.], aproveitou para ler sua mente em busca de informações sobre o caso.
    Ao todo, sete mulheres haviam desaparecido, seis delas foram encontradas, sem vida, com uma expressão de horror no rosto e símbolos desconhecidos entalhados em seu corpo. Todas haviam sido desovadas na madrugada anterior em um galpão abandonado, onde eram realizadas lutas ilegais.
    Tommas conseguiu extrair e anotar em seu celular os dados da última desaparecida.
    Jeniffer Greenwood:
    Jeniffer Greenwood
    18 anos
    Estudante do primeiro ano de direito na Universidade Columbia
    Sem passagens pela polícia
    Vista pela última vez em uma festa de colegas da universidade por Verônica Kristeva
    Desaparecida desde às 23:30 da quarta feira 14/12/2016 (duas noites atrás)
    O galpão onde os corpos foram encontrados ainda estavam sendo periciados pela polícia e o acesso seria difícil para Gates. Por hora, ele podia apenas concentrar sua investigação nos dados que conseguiu e foi até a casa da desaparecida.
    A mãe de Jeniffer estava abalada, mas recepcionou Tommas muito bem. Ela não exigiu identificação nem o questionou, apenas respondeu todas as suas perguntas atenciosamente, mostrou fotos e o quarto da garota. Segundo ela, Greenwood estava em uma festa com amigas e desapareceu no caminho para casa.
    No quarto de Jeniffer, Gates encontrou o notebook da jovem. Não havia senha e foi fácil acessar as últimas conversas da garota. Até então parecia irrelevante, mas dois nomes se repetiam frequentemente nas conversas com amigas da faculdade: Adam Kadmon e Evelyn Ward.
    Adam Kadmon e Evelyn Ward:

    Adam Kadmon

    Evelyn Ward
    A princípio aquilo pareceu apenas um triângulo amoroso adolescente, nada suspeito apesar de insinuações perturbadoras, mas os dons extrassensoriais do investigador se ativaram perante aquilo. Seus sentidos se desprenderam momentaneamente em uma visão de seu antigo parceiro dialogando com Ward.
    Precognição:
    Erick não havia envelhecido um dia sequer, apesar de Tommas saber que estava tendo um pressagio, ainda que não conseguisse precisar o quão distante era aquele futuro.
    Na visão, Baelykh estava em frente a Jeniffer, já com as marcas em talhadas em seu corpo, em um galpão enorme, possivelmente um hangar de aviões abandonado, com as portas e janelas obstruídas e iluminado apenas por velas espalhadas ao chão. A garota estava aterrorizada e Erick se aproximou com uma expressão amigável.
    Erick Baelykh - "Shhh, calma! Isso já vai acabar."
    Jeniffer Greenwood - "Quem é você? O que vocês querem de mim?"
    Erick Baelykh - "Meu nome é Presto Magno. Não se preocupe... eu vim te salvar."
    Repentinamente, o corpo de Greenwood é envolto por folhas de outono, que parecem surgir do nada, e desaparece, deixando Baelykh confuso por um instante, mas seu semblante logo assume um sorriso sarcástico e ele ri enquanto senta em uma cadeira enferrujada brincando com sua faca.
    Erick Baelykh - "Lotus?! Parece que eu chamei sua atenção, não é mesmo?!"
    Uma voz feminina pode ser ouvida se aproximando de Erick e outra folhagem seca se aglomera, dessa vez formando a silhueta de Evelyn caminhando em sua direção.
    Evelyn Ward - "Então é você que está me atrapalhando."
    Erick Baelykh - "Ah, você notou?! Imagino que uma monstruosidade como você não deva se decepcionar com frequência."
    Ward estende a mão na direção de Erick que volta a rir.
    Erick Baelykh - "Hahahaha! Seu poder não pode me atingir!"
    Sem aviso, Erick assume um semblante sério, arremessa sua faca e acerta o ombro de Evelyn que fica assustada.
    Erick Baelykh - "... mas eu posso te atingir!"
    O corpo de Ward então se desmancha em folhas de outono que caem ao chão junto com a faca. Baelykh se levanta, caminha até sua faca e olha na direção de Tommas, como se pudesse vê-lo através do tempo, e sorri.
    Erick Baelykh - "Te vejo em breve, parceiro!"
    Gates retornou a si confuso sobre os nomes "Presto Magno" e "Lotus", mas agora tinha certeza de que Greenwood o levaria até o Arcano.
    Ao dar mais atenção aos registros no notebook, ao longo dos diálogos era evidente que Jeniffer perseguia Adam frequentemente e este, por sua vez, era namorado de Evelyn.
    A próxima parada de Tommas foi a casa que sediou a festa em que Greenwood foi vista pela última vez, a apenas dois quarteirões dali, onde foi recebido por Verônica, a dona da festa.
    Verônica Kristeva:
    Veronica Kristeva
    21 anos
    Verônica se apresenta como estudante do quarto ano de direito na Universidade Columbia e líder da comissão de eventos da universidade. Ela contou a Gates que haviam muitos alunos na festa, mas Jeniffer havia ficado o tempo todo com ela até a hora de ir embora. Os nomes Adam e Evelyn surgem novamente ao longo da investigação e Kristeva foi evasiva nas respostas, em parte por não querer comprometer a amiga, mas Tommas consegue ler a mente da garota enquanto conversam.
    Verônica sabia que Adam não era um aluno da universidade e só aparecia por lá para se encontrar com Evelyn, que também era aluna do quarto ano. Mesmo assim, o jovem tinha adquirido certa popularidade entre as alunas do campus e Jeniffer havia se tornado doentia ao persegui-lo. Segundo ela, a jovem era conhecida por se tornar obsessiva facilmente e Kadmon era "a bola da vez". Evelyn não parecia demonstrar sinais de ciúmes, mas é notável que Verônica tem um medo inexplicável dela. Entre as memórias da garota, Gates não consegue manter a atenção fixa na aparecia de Evelyn sem se sentir desconfortável.
    Na noite anterior, Kadmon apareceu na festa com um semblante abatido e Kristeva ouviu boatos de que ele havia terminado com Ward, mas os comentários o fizeram se sentir mal e ele deixou a festa antes que Greenwood o visse. Ao ficar sabendo, a garota saiu da festa às pressas e desapareceu.
    Tommas agora tinha uma pista mais concreta e sabia por onde começar a usar seu poder de pós-cognição. Ao tocar na calçada, do lado de fora da casa de Veronica, ele vê a direção em que Jeniffer foi. Um quarteirão depois, ao tocar a calçada novamente, Gates se depara com uma nova visão.
    Poscognição:
    Evelyn surge atrás de Jeniffer, estendendo sua mão na direção da jovem que cai inconsciente. Um símbolo, semelhante aos que foram vistos nas vítimas do Arcano, surge em sua testa.
    Ward então permanece parada, em frente ao corpo de Greenwood e olha diretamente para Tommas, como se ela também o visse através do tempo. Gates é tomado por uma sensação agoniante e familiar, semelhante ao que sentiu dez anos atrás, enquanto observa Evelyn tomar o corpo de Jeniffer nos braços e desaparecer em uma lufada de ar.
    Quando Tommas voltou a si, estava sozinho, e era tarde. Agora ele sabia que Evelyn Ward tinha poderes sobrenaturais, estava por trás dos sequestros e diretamente relacionada ao Arcano. Talvez fosse uma seguidora dele ou o próprio Arcano assumindo outra forma.
    Gates voltou para seu apartamento e pesquisou a respeito de Evelyn e os nomes "Presto Magno" e "Lotus" sem sucesso. Talvez ele conseguisse mais informações sobre Ward na universidade no dia seguinte.
    Sobre Kadmon, a única menção sobre seu nome foi encontrado entre registros de túmulos do cemitério Marble em Nova Iorque. Segundo algumas notícias antigas, Adam Kadmon morreu aos 15 anos de idade em um acidente de avião em julho de 2011 e jamais acharam o seu corpo entre os destroços no oceano. As fotos encontradas por Gates da vítima de 15 anos batem com a descrição de Kadmon.
    Hoje, Tommas Gates acorda em seu apartamento pela manhã.

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    Pontos de poder: 110 (NP 7)

    [Off = Desculpem a demora! Como viram, bonifiquei esse atraso da narrativa com Pontos de Poder equivalentes a semana (Lembrando que a distribuição só é feita nas fichas a cada 15PPs, quando a campanha sobe de nível)
    Nessa introdução eu me limitei a eventos relevantes ao enredo, tentando aproveitar o máximo de elementos que forneceram em suas fichas, mas sem descrições detalhadas para permitir que vocês aprofundem de acordo com a personalidade que deram aos seus PJs, então sintam-se livres para descrever os locais onde moram, as falas de seus PJs e de NPCs que estejam diretamente ligados aos seus prelúdios.
    Notem que todos estão iniciando ao mesmo tempo on-game, mas, apesar de haver alguns ganchos entre PJs e com o enredo da trama, sintam-se livres para irem e fazerem o que seus PJs quiserem.
    Para mais informações de NPCs, irei criar um tópico chamado METAGAME.]

    *Quando estava conversando com Gordon*
    --Mas..isso não faz sentido. O arcano não matava ruivas..não me surpreenderia nem um pouco que fosse um copiador. Bem..não se preocupe meu caro Gordon. Passarei as informações que eu obter.*dava um suspiro e desligava o telefone*

    *no dia seguinte*..*preparo meu café*--Então..a senhorita Evelyn tem poderes? Isso é interessante. Agora..oque não faz sentido é o fato de que ela está namorando um rapaz morto. Ou será um impostor? Mas porque falsas ruivas? Isso é ilógico. Droga*dava uma risada* --Preciso parar de falar sozinho *termino de tomar meu café*...*pedia um uber e ia até a universidade tentar obter informações sobre a Evelyn Ward mais precisamente o endereço dos pais dela e maiores informações sobre a menina na reitoria e com colegas e professores*
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Seg Nov 07, 2016 5:18 pm

    [Off = @Balth, seria interessante descrever suas demais falas, pensamentos e atitudes dentro dos eventos ocorridos na introdução. Como eu disse, nessa introdução eu me limitei a eventos relevantes ao enredo, mas sem descrições detalhadas para permitir que vocês aprofundem de acordo com a personalidade que deram aos seus PJs.
    Gordon não deu detalhes sobre o caso por telefone, apenas te chamou para a delegacia alegando que estava reabrindo o caso do Arcano, que agora havia o padrão das ruivas e precisava de informações de alguém que esteve no caso. O resto do diálogo ocorreu na delegacia (por isso eu considerei que você leu a mente dele e pegou mais informações).
    Você pode até mesmo formular o diálogo com Gordon, com a mãe de Jeniffer e com Verônica, com suas próprias perguntas e respostas. De acordo com a sua descrição, eu irei acrescentando novas informações ou adaptando as respostas. Também pode definir o horário preciso em que acordou hoje, se dormiu de exaustão pesquisando informações ou se parou para dormir confortavelmente. Esses elementos vão fortalecendo a imersão e personalidade de seu PJ.
    Esta é uma crônica bem livre, onde os jogadores vão dando o tom da trama ^^]

    NY / Universidade Columbia:
    É inverno e Nova Iorque está mais fria do que de costume. Muitas ruas estão cobertas de neve e uma névoa fina cobre a cidade.
    A universidade está coberta de neve e há pouco movimento.
    Tommas segue até a secretaria onde é recepcionado por um funcionário com cara de poucos amigos.
    "Em que posso ajudar, senhor?"

    [Off = Estipule as perguntas que faz, como as faz, se usa ou não seus poderes e como se apresentará. Isso definirá as informações que irá obter no local]



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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Seg Nov 07, 2016 5:53 pm

    *tirava da carteira um cartãozinho com os dizeres: "Tommas Gates Investigador Particular com o número e deixava no balcão*--Fui contratado para investigar num caso de desaparecimento. Uma aluna de vocês Jeniffer Greenwood desapareceu na quarta feira. Algumas pessoas me informaram que ela e a senhorita Evelyn Ward não se davam muito bem. E bem..eu gostaria de conversar com ela ou com os pais da Evelyn então para isso eu preciso de todas as informações que o sistema possui. Será possível? *dava um sorriso amigável ao funcionário*
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Seg Nov 07, 2016 8:56 pm

    *acordava sobre-saltado com o barulho do telefone*--Mas..quem diabos está ligando a essa hora? Não sabe que as manhãs são para café?

    *atendia o telefone*--Bom dia em que posso ajuda-lo? Gordon? Oh cara..como vai? Falar comigo? Sobre...O Arcano? Entendo*olhava no relógio de pulso*--Já já estou ai

    *se vestia,comia alguma besteira rápida ali,pegava sua pistola talvez precisasse dela e as chaves do carro*...*se dirigia até o estacionamento do prédio e dirigia até a central*--É..nada mais de ir atrás de maridos infieis.

    *chegando na delegacia furtava uma rosquinha de um escrivão gordinho que estava entediado jogando paciência*...*entrava na sala do chefe*

    *Quando estava conversando com Gordon*
    --Mas..isso não faz sentido. O arcano não matava falsas-ruivas..não me surpreenderia nem um pouco que fosse um copiador. E pelo que eu me lembre ele nem ser que tinha discípulos. Bem..não se preocupe meu caro Gordon. Passarei as informações que eu obter.*dava um suspiro e se levantava até a porta mas antes se virava* --A justiça deve ser cumprida. *e saia da sala e ia até o carro*

    *ia até o lugar aonde o corpo fora desovado*...*infelizmente não me deixaram entrar no lugar*-Droga..o jeito é ir atrás da mãe...

    *voltava para o carro e dirigia até a casa da mãe da menina*...*chegava lá batia na porta*...*ao ser atendido tirava o cartão do bolso e entregava para ela*--Tommas Gates Detetive Particular.

    *entrava na casa observava os detalhes*--Tem algum lugar em que podemos conversar? *e ia para a cozinha junto com a mãe*--O Comissário de policia pediu para que eu ajudasse no caso. Pois a situação é similar a de um caso alguns anos atrás.*apertava as mãos da mãe desesperada*--Não se preocupe a justiça vai ser feita. Não perca a esperança. Irei fazer o máximo possível e impossível para salvar a sua filha.

    *sentava direito*--Agora..eu preciso fazer algumas perguntas.
    1)Oque a sua filha estudava na universidade?
    2)Ela tinha algum(a) amig(o)a além de Veronica Kristeva?
    3)Ela tinha algum namorado que a senhora conheça? Alguma inimizade?
    4)Antes de desaparecer ela por acaso agiu ou vinha agindo de forma estranha? Ela reclamava de alguma coisa? Tomava algum remédio ou usava drogas? Tinha alguma doença? Tinha algum hobby que a senhora ou seu marido não aprovassem?

    *ao ser levado para o quarto*--Posso dar uma olhada sozinho se possível?Prometo não demorar muito*dou um leve sorriso* --E peço desculpas por qualquer bagunça que eu causar...a senhora sabe não se pode fazer uma omelete sem quebrar alguns ovos...*fechava a porta do quarto*...*dava uma olhada no quarto vasculhava o mesmo até que viu o laptop*...*penso comigo mesmo: como eu não pensei nisso antes?*...*dava uma olhada no latop*

    *após a visão balançava a cabeça*-Erick*respirava fundo*...*ia até a cozinha*--Por acaso..ela já mencionou os nomes Adam Kadmon ou Evelyn Ward por acaso? Eles estudam no mesmo ano/universidade que a sua filha? A senhora já os viu? E se a senhora se lembrar de mais alguma coisa qualquer coisa eu gostaria que me telefonasse tudo bem?

    *terminada a conversa ia até em direção a porta*--Não se preocupe eu avisarei a senhora de qualquer coisa*fazia um sinal de saudação militar e saia*...*ia para o carro e dirigia até a casa da festa*...*saia do carro e batia na porta*...*ao ser atendido* --Bom dia meu nome é Tommas Gates. Investigador particular. *dava o meu cartão com o telefone* Por acaso seria a senhorita Kristeva? Posso entrar?*dava um sorriso simpático*...*entrava na casa e observava o ambiente*--Podemos conversar na cozinha?*ia até a cozinha e sentava na cadeira*--Posso fumar?*pegava um cigarro e isqueiro e acendia*--Bem sra como você sabe..a sua amiga ela desapareceu ontem a noite depois da festa. Eu gostaria de fazer algumas perguntas*tragava um pouco da fumaça e soltava para cima*
    1) Oque você estuda? Gosta do curso?
    2) Sua amiga tinha algum namorado? Algum Inimigo?
    3) Antes de desaparecer ela se queixava de alguma coisa? Usava alguma droga?
    4) Ela estava animada por vir na festa? Ela mencionou que queria encontrar alguém em especifico? Ela chegou a explicar o porque de ter ido embora?
    5) Oque pode me dizer sobre Adam Kadmon e Evelyn Ward? Ela ou Ele poderia fazer algum mal a sua amiga? Eles estavam na festa ontem?

    *e percebendo que a menina estava sendo evasiva lia sua mente e "pegava" as informações que ela não daria*...*termino o cigarro*--Bem obrigado pelas informações minha jovem. Se você lembrar de mais alguma tem o meu telefone certo?*saia de lá usava os seus poderes*--Hum..bem..pelo jeito a caçada começou

    *pegava o carro e voltava para o apartamento*...*fazia toda a pesquisa possível e se sentia frustado por não obter muitos resultados*--Merda. Essa vaca é escorregadia como uma serpente*pedia uma pizza de pepperoni com muzarela pelo telefone e tomava a vodka direto da garrafa*...*cansado de pesquisar resolveu ir dormir com a cabeça cheia de perguntas*

    *no dia seguinte acordo com uma leve ressaca*..*preparo meu café*--Então..a senhorita Evelyn tem poderes? Isso é interessante. Agora..oque não faz sentido é o fato de que ela está namorando um rapaz morto. Ou será um impostor? Mas porque falsas ruivas? Isso é ilógico. Droga*dava uma risada* --Preciso parar de falar sozinho *termino de tomar meu café*...*me trocava,pegando minha arma e ia até o estacionamento do prédio e dirigia até a universidade para tentar obter informações sobre Evelyn Ward mais precisamente o endereço dos pais dela e algum detalhe pessoal sobre a menina com colegas e professores*...*ia até a secretaria*...*se aproximava do balcão*--Bom dia*dava o cartão para o funcionário*--Fui contratado para investigar num caso de desaparecimento. Uma aluna de vocês. Jeniffer Greenwood desapareceu na quarta feira depois de ter saído de uma festa. Algumas pessoas me informaram que ela e a senhorita Evelyn Ward não se davam muito bem. E bem..eu gostaria de conversar com ela ou com os pais da Evelyn então para isso eu preciso de todas as informações que o sistema possui. Será possível? *dava um sorriso amigável ao funcionário*
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Seg Nov 07, 2016 11:18 pm

    Tommas Gates escreveu:Oque a sua filha estudava na universidade?
    Mãe de Jeniffer - "Ela estava no primeiro ano de direito."
    Tommas Gates escreveu:Ela tinha algum(a) amig(o)a além de Veronica Kristeva?
    Mãe de Jeniffer - "Ela sempre teve muitos amigos, mas andava mais com a Veronica. É a sua melhor amiga."
    Tommas Gates escreveu:Ela tinha algum namorado que a senhora conheça? Alguma inimizade?
    Mãe de Jeniffer - "Eu já ouvi ela falando sobre alguns garotos, mas não namorava nenhum. Alguns adolescentes no colegial inventavam coisas sobre ela, mas não havia inimizade. Ela sempre lidou bem com essas coisas. É uma garota adorável!"
    Tommas Gates escreveu:Antes de desaparecer ela por acaso agiu ou vinha agindo de forma estranha?
    Mãe de Jeniffer - "Não."
    Tommas Gates escreveu:Ela reclamava de alguma coisa?
    Mãe de Jeniffer - "Algumas matérias apenas, mas nada relevante. Verônica estava a ajudando a recuperar algumas notas."
    Tommas Gates escreveu:Tomava algum remédio ou usava drogas?
    Mãe de Jeniffer - "Não. O pai dela e eu sempre fomos muito abertos. Ela experimentou maconha no colegial, mas não se interessou."
    Tommas Gates escreveu:Tinha alguma doença?
    Mãe de Jeniffer - "Um pouco de pressão baixa às vezes, mas só quando faz muito calor e está sem comer."
    Tommas Gates escreveu:Tinha algum hobby que a senhora ou seu marido não aprovassem?
    Mãe de Jeniffer - "Bem, a Verônica costuma levá-la em um acampamento da faculdade que nos deixa apreensivos às vezes. Dizem que não acontece nada demais lá, mas fiquei sabendo que uma das colegas dela saiu da faculdade porque vazaram imagens intimas dela sob efeito de drogas em um desses acampamentos. Me deixou um pouco apreensiva, mas conversei com ela a respeito. Mesmo que não aprovemos, não a impedimos de ir quando ela quer."
    Tommas Gates escreveu:Posso dar uma olhada sozinho se possível?Prometo não demorar muito. E peço desculpas por qualquer bagunça que eu causar...a senhora sabe não se pode fazer uma omelete sem quebrar alguns ovos...
    Mãe de Jeniffer - "Ah, sim, claro! Fique a vontade, detetive!"
    Tommas Gates escreveu:Por acaso..ela já mencionou os nomes Adam Kadmon ou Evelyn Ward por acaso? Eles estudam no mesmo ano/universidade que a sua filha? A senhora já os viu?
    Mãe de Jeniffer - "Hum... já ouvi ela falando sobre um tal Adam no telefone, mas não sei de quem se trata. Descobriu algo?"
    Tommas Gates escreveu:E se a senhora se lembrar de mais alguma coisa qualquer coisa eu gostaria que me telefonasse tudo bem?
    Mãe de Jeniffer - "Claro! Eu ligo sim, detetive!"
    Tommas Gates escreveu:Não se preocupe eu avisarei a senhora de qualquer coisa
    Mãe de Jeniffer - Muito obrigada, detetive! Eu espero que encontre logo minha filha!"



    Tommas Gates escreveu:Oque você estuda?
    Veronica Kristeva - "Estou no quarto ano de direito."
    Tommas Gates escreveu:Gosta do curso?
    Veronica Kristeva - "É um pouco puxado... mas vale a pena!"
    Tommas Gates escreveu:Sua amiga tinha algum namorado?
    Veronica Kristeva - "Não."
    Tommas Gates escreveu:Algum Inimigo?
    Veronica Kristeva - "Não que tenha se declarado assim. Ela irritava algumas pessoas às vezes, mas todos gostavam dela."
    Tommas Gates escreveu:Usava alguma droga?
    Veronica Kristeva - "Não. No máximo bebia com a gente."
    Tommas Gates escreveu:Ela estava animada por vir na festa?
    Veronica Kristeva - "Sim! Todos estavam! Era a última festa do ano."
    Tommas Gates escreveu:Ela mencionou que queria encontrar alguém em especifico?
    Veronica Kristeva - "Ah, ela gosta de um cara, mas ele tem namorada e não da muita bola para ela."
    Tommas Gates escreveu:Ela chegou a explicar o porque de ter ido embora?
    Veronica Kristeva - "Não. Ela simplesmente saiu." *Mentira, segundo os pensamentos dela. Jeniffer saiu atrás de Adam.*
    Tommas Gates escreveu:Oque pode me dizer sobre Adam Kadmon e Evelyn Ward?
    Veronica Kristeva - "Então... é o garoto que ela gosta e a namorada dele. Evelyn estuda comigo e o Adam aparece de vez em quando para buscá-la. É um cara legal... metade das garotas da minha sala dão encima dele. Meio que influenciou a Jeni a gostar também."
    Tommas Gates escreveu:Ela ou Ele poderia fazer algum mal a sua amiga?
    Veronica Kristeva - "Não vejo como. Se a Evelyn encanasse com isso, a Jeni não seria a primeira da lista. E o Adam sempre foi muito amigável com todo mundo."
    Tommas Gates escreveu:Eles estavam na festa ontem?
    Veronica Kristeva - "Não." *Mentira, segundo os pensamentos dela. Adam apareceu e ficou por alguns minutos.*
    Tommas Gates escreveu:Bem obrigado pelas informações minha jovem. Se você lembrar de mais alguma tem o meu telefone certo?
    Veronica Kristeva - "Eu ligo sim! Obrigada!"



    Tommas Gates escreveu:Fui contratado para investigar num caso de desaparecimento. Uma aluna de vocês. Jeniffer Greenwood desapareceu na quarta feira depois de ter saído de uma festa. Algumas pessoas me informaram que ela e a senhorita Evelyn Ward não se davam muito bem. E bem..eu gostaria de conversar com ela ou com os pais da Evelyn então para isso eu preciso de todas as informações que o sistema possui. Será possível?
    O funcionário olha o cartão, olha para o rosto de Tommas, faz uma pausa, e então devolve o cartão. [Off = Persuasion passiva 12]
    Funcionário - "Eu preciso de um mandado para fornecer esse tipo de informação sobre uma aluna, detetive."



    Daik
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Daik em Seg Nov 07, 2016 11:23 pm

    Inícios de histórias são sempre complicados. Sempre delicados. É aqui que você, leitor, tem a primeira impressão daquilo que vai acompanhar no seu futuro próximo. Honestamente? Eu sou um péssimo contador de histórias. Quem sou eu? Não interessa. Me veja apenas como o alter-ego do protagonista...

    ---


    Quinta Feira, 15/12/2016
    Fim de Tarde




    ...mais uma tragada. O sabor da nicotina atingindo os seus receptores na língua. O prazer instantâneo sendo processado pelo cérebro. Reações químicas, hormonais. Toda uma ciência explicando e complicando aquilo que soa tão simples na cabeça de Drake...


    - PUTA QUE PARIU! ISSO É BOM PRA CARALHO! -


    Gritou para si mesmo enquanto encarava o cigarro como se fosse “claramente, uma das maiores invenções do homem moderno.” Homem Moderno? Você pergunta. Pois é. Quando si é uma entidade criada pelo Deus do Sono a sua concepção de moderno torna-se relativamente diferente da nossa... Ok, ok, ele não é mais uma entidade propriamente dita. Desde que foi banido por Hypnos Drake tem sentido os efeitos de uma existência “relativamente mundana”. Mas até quando isso vai durar? Maze lhe confessou certa vez que só envelheceu durante a sua primeira década pós queda. Após isso, foi como se o tempo tivesse se estagnado para ele. Ahh, você quer saber o motivo? Ninguém sabe.

    - Rita... Seu cabelo tá meio estranho hoje. Fez algo de diferente nele? A cor de Ketchup fica bem em você, realça seus olhos... mas porra, esses volumes dos lados tão parecendo duas orelhas de coelho... – Drake deu uma longa tragada no cigarro e então continuou. – Eu sei que você curte Alice desde que era uma menininha, mas andar fantasiada de coelho não é muito exagero? – Drake esboçava um sorriso irônico enquanto falava.

    - Vai se foder Walker! Você deveria se preocupar mais em arranjar um novo lugar para sediar as lutas... –
    - Hey... Não mandei você confiar em mim quanto a isso minha pequena Perna-Longa? Já está tudo sendo providenciado com um nosso amigo em comum... –
    - Que amigo em comum? –
    - Aquele mesmo. Forte, tatuado, careca, aura misteriosa e atraente... Já descobriu né? Opa! Esconde o sorriso... –

    Rita tomava um gole de sua cerveja enquanto buscava ignorar as provocações de Drake. Sim, cerveja e muito bem gelada. “Drinks são bebidas de criancinhas”, dizia ela, buscando reafirmar a sua pseudo maturidade. – Você sabe que se o Morgan te ver bebendo mais uma vez vai ter coelhinha rolando escada abaixo né?–

    - Coelhinhas e lutadores de rua mal resolvidos que servem bebida alcóolica a menores de 21 anos... – Sim, essa era a relação deles. Como cães e gatos. Ou irmãos que a vida eventualmente apresentou. O fato é que existe pouca coisa que um não faria pelo outro. – Falando em lutadores de rua mal resolvidos, como foi a visita a delegacia ontem? – Questionou a jovem, demonstrando certa animação com o assunto.

    - Sabe como é... Encontraram uns corpos no galpão e eu tive a sorte de ser noite de luta... Eles me viram, eu vi eles. Eles sabiam quem eu era. Pensei em correr mas isso provavelmente só causaria mais problemas. – Drake terminou o seu cigarro e despejou o filtro em cima da mesa, sentando em seguida no sofá, ao lado de Rita. – Chega pro lado, você não tá em casa pra ficar esparramada assim... – Rita resmungou alguma coisa e se encolheu no sofá. – Ahhh... Bem melhor agora! Se lembra do Mark? Aquele britânico miserável tá ficando gordinho e meio calvo. -
    - Não fala assim do Mark, ele gosta de você. –
    - É um sentimento recíproco! Principalmente quando é ele o responsável por coordenar meu depoimento. Sabia que eu não posso ser preso pelas lutas? O problema só começa quando as apostas entram, aí já ocorrem vários tramites legais... -
    - Sério? Muito bom saber disso. –
    - Pois é... Aparentemente eu tenho o direito de trocar uns socos com quem eu quiser, contanto que seja consentido e em ambientes fechados... –  Drake deu uma longa pausa ao se espreguiçar. Rita tomou um gole de sua cerveja, um cachorro latiu na rua com certa ferocidade e então ele continuou. – No mais não tive problemas. Eles não têm nada contra a gente, apenas viram um cara bonito e reconhecido por suas lutas passando perto da cena de um crime. Acho que isso já foi suficiente para me levarem sob custódia. O mundo anda muito louco né?! –


    ----------------


    Quinta Feira, 15/12/16
    Noite


    DreamWalker e seus amigos a missão! Ok... foi uma péssima forma de iniciar a descrição das coisas. Drake, Maze, Nexus e Rita chegaram no Thunderdome e um grande número de pessoas se encontrava no local, o que certamente indicava uma coisa, apostas. – Rita... você já percebeu como o Albert tá foda hoje? Porra, essas tattoos são muito insanas... – Disse enquanto fumava seu cigarro e dava um tapinha nos ombros da moça.

    - Não alimente essas coisas Rita, o Drake fala muita besteira. – Respondeu Maze com seu tom de voz grave característico. – Então é o seguinte. Você vai enfrentar o campeão deles, Capuz Vermelho. Ganhe dele e como recompensa terá o direito de sediar as lutas aqui. –
    - Fácil... Quantas vezes ele foi campeão? –
    - Treze. –
    - Treze? –
    - É, treze –
    - Caralho, isso pode ter ficado interessante. – Respondeu Drake com certa animação.
    - Ha Ha ha... Sério isso? – Disse Victor, gargalhando com a indiferença com que Albert concedera a informação.
    - Porra Victor, seja útil uma vez na vida! Aproveite que as Odds devem estar altas e faça logo essa aposta. Vamos ganhar um dinheiro com esse Chapeuzinho vermelho e seu record de 13 vitórias. – Respondeu Drake, ainda animado com as 13 vitórias em sequência do Chapeuzinho Vermelho.

    Rita permanecia calada. Talvez ainda guardasse um sentimento por Maze o que a fazia permanecer nessa postura um tanto envergonhada. Ou quem sabe só estava entretida com o local, o que não seria nenhuma surpresa.

    Drake adentrou o cage lentamente quando chegou o momento, sentindo-se bem com a multidão ao seu redor. Dopamina, serotonina, adrenalina, qualquer ina responsável pelo prazer e euforia com certeza estava em alta naquele seu corpo mundano. Sua pele aquecia com o grito do público, sua pupila dilatava, seus músculos enrijeciam. Tirou a camisa já que precisava de movimentos mais livres. Estava em êxtase com aquele pico de energia percorrendo o seu corpo. Olhou ao redor, encarando a face de muitos membros da plateia. Aquele era o berço da essência da vida representado por gritos, sangue e suor.

    Frente a frente de seu adversário, o campeão do Thunderdome...

    O juiz adentrou o lugar e Drake sabia que a luta estava para ter início. Buscou Rita rapidamente com seus olhos e quando a encontrou teve certeza de que a câmera já estava ligada. Deu um sorriso em direção da mesma e voltou a atenção para a luta no momento que ouviu a ordem de “Comecem!”.

    Drake levantou a sua guarda para algo similiar ao boxe. Fechou os punhos com força e encarou seu adversário que lhe destinou um sorriso. Bem, aquilo foi tudo o que ele conseguiu na noite.

    Totalmente despreparado, o chapeuzinho vermelho abriu totalmente a sua guarda. Típico de um amador que mantém o seu título pela força bruta. Drake moveu os pés com uma única finta para a direita enquanto abaixava o tronco, fazendo o golpe de seu adversário passar pelo ar. Com o seu corpo se movendo de forma uniforme, o mesmo desferiu um cruzado que atingiu de encontro o queixo de chapeuzinho. O som foi estrondoso. Qualquer pessoa que estava ali poderia ter certeza de que aquele maxilar nunca mais seria o mesmo.

    Seu adversário caiu como um tronco no chão enquanto a surpresa tomava por completo o Thunderdome. Surpresa que se transformou em silêncio por alguns instantes. Silêncio que virou rapidamente euforia. Ali estava o mais novo campeão. Sorrindo em direção a Maze. Como se debochasse do mesmo.



    - TREZE? –


    Passada toda a emoção da vitória mais um competidor adentrou a arena. Ohr. – Que porra de apelido é esse? – Questionou a si mesmo. Enquanto olhava para seu teatral adversário. Sua ironia deu lugar ao medo. Sentiu-se oprimido pela presença daquele homem. Algo não era normal com ele, com certeza não era um simples humano. A sensação de estar sendo banido de novo. O pavor na sua espinha...

    Ergueu a base, não se deixando levar pelo pavor que o dominara. Não seria derrubado por uma simples presença. O medo também nos faz o que somos. Nos torna vivos. Decidiu abraçar o sentimento e mesclar com toda a euforia da vitória passada. Decidiu se sentir por inteiro.

    Compelido seja lá pelo que, Drake avançou em direção ao seu adversário e desferiu um soco em sua direção. Porém, antes que o atingisse, sentiu seu corpo paralisar e seu punho sendo segurado com facilidade. Uma voz masculina ecoou em sua cabeça em seguida questionando-o ironicamente.

    – Você não é humano... – Respondeu Drake com um misto de sentimentos. Enquanto sorria, seus olhos demonstravam uma clara surpresa e temor pelo que estava acontecendo. Todas as emoções aquelas que ele abraçava no momento.

    A noite estava caminhando para algo realmente interessante na concepção do Agente quando as sirenes foram ouvidas. A polícia mais uma vez. Nesse momento tudo é instintivo, todos são levados pela onda de pessoas e quando Drake se deu conta, já havia saído de perto do local da luta, totalmente abismado com aquela presença que havia conhecido...

    ----------------


    Sexta Feira, 16/12/16
    Fim da Madrugada


    - Ohr... Aquele cara era muito mais interessante do que seu nome de bosta... – Disse, enquanto acendia um cigarro. Seu adversário realmente tinha chamado sua atenção.
    Andava com a camisa largada no ombro, seu corpo já seco do suor, sua euforia já diminuindo. Típico final de madrugada na nova vida do Agente... Até que...




    O bar The Trip Trap possuía um charme natural. Suas luzes em tom de lilás com móveis escuros concediam um ar Noir ao ambiente. Drake adorava aquilo. Fumar um cigarro ou charuto e tomar uma dose de uísque enquanto um jazz ou blues era tocado ao fundo tornou-se uma das poucas coisas com baixo índice de adrenalina que realmente vieram a despertar-lhe o interesse. Além disso, foi alí que ele conheceu Morgan, praticamente seu pai no mundo moderno. Morgan era um homem com uma sabedoria rara. Firme, porém justo. Extremamente acolhedor em seu bar e mais do que isso, protetor. The Trip Trap era como a vida do orixá depois que sua religião se tornou esquecida. Foi a sua fuga e tudo que importava para ele estava depositado alí.
    Drake deve muito ao senhor e apesar de quase nunca seguir ao pé da letra o que ele diz, tem total noção do quanto aquele homem só quer o seu bem.

    A questão é, caros leitores, o bar tinha sido arrombado. De duas uma, ou quem fez isso não era da região ou era muito audacioso para arrombar o bar do Senhor Morgan, homem respeitado por todos nos arredores...

    Drake sequer pensou duas vezes e adentrou o local pronto para fazer o que fosse necessário mas era tarde, aparentemente. Morgan e uma mulher negra encontravam-se deitados sobre o chão, aparentemente desacordados o que não era um bom sinal. Quase que instantaneamente, Drake se pôs a ler a mente de ambos, como uma forma de entender o que havia acontecido...

    Os acontecimentos vieram à tona. Um semblante feminino. A capacidade de colocar duas entidades no chão sem a menor dificuldade. Não era necessário ser nenhum detetive para perceber que aquela mulher era extremamente poderosa.

    - Não! NÃO! ME LARGA! – Era a voz de Rita. Quase instantaneamente, Drake olhou para fora do bar e viu sua amiga sendo atirada na van por dois homens. – Ahh... Você tá fodido seu filho da puta! – Drake colocou um dos homens para dormir sem dificuldades. O outro se desesperou e fechou a porta da van. Como um impulso, O Agente se pôs a correr. A noite mais estranha dos seus anos como “Humano”. Seu coração pulsava forte. O medo do que poderia acontecer com Rita. A preocupação com Morgan e a Orixá que aparentava ser uma boa pessoa. – Porra! – Drake abriu a porta do Trip Trap com uma força estrondosa. Sua mente focou no motorista enquanto o Agente corria e também o colocou a dormi, provocando um pequeno acidente com a Van.

    Walker abriu a porta da van instantes antes dela desaparecer. Não conseguiu ver nada além de folhas secas deixadas para trás.


    - PORRA! CARALHO! FILHOS DE UMA PUTA!


    Gritava no meio da rua. Drake deixava suas emoções fluírem em seu ser naquele momento. Sentia-se humano, mas não necessariamente de uma forma positiva.

    Depois de alguns segundos de desabafo, o Agente voltou para o que interessava, a única pista do paradeiro de sua amiga, o capanga que permanecia desacordado. – Eu espero que ele tenha respostas... para o bem dele. –

    Utilizando de sua leitura de mente, Drake viu tudo o que aconteceu na vida daquele sujeito. Como uma feiticeira tinha o controlado. Como nada daquilo tinha sido culpa dele. Mas nada importava. Ao menos não naquele momento. Sentia-se preso num problema daquele grupo de mágicos e Rita era a inocente a pagar o preço. Alguém iria sofrer as consequências e infelizmente para o senhor Gregory Smith, ele era o membro da Equinox mais próximo de suas mãos.

    Drake carregou o homem em direção ao bar e o colocou em uma cadeira, buscou uma corrente em seu loft e o prendeu na cadeira. – Isso deve deixa-lo quieto... –

    Sacou seu celular do bolso, discando um número conhecido, Maze. – Não tenho tempo agora para explicar. Quero que venha até o Trip Trap o quanto antes. Encontrei Morgan desmaiado e eles sequestraram a Rita. Chame o Nexus. Quanto mais pessoas estiverem aqui para proteger o Bar, melhor... – Drake dava finalmente uma pausa em suas palavras. Maze buscava entender o que estava acontecendo mas não existia tempo para isso. – Quando você chegar aqui, eu te explico tudo. A propósito... Tente recolher o máximo de informações sobre uma organização chamada Equinox. Sei que é o homem certo para isso. – Antes de qualquer resposta do Infiltrado, Drake desligou o celular.

    ----------------------------


    Sexta Feira, 16/12/16
    Manhã


    Drake já havia colocado Morgan e Oxum deitados no sofá. Tudo indicava que eles acordariam logo e conhecendo Morgan como conhecia, ele adoraria uma dose de seu whisky preferido naquela situação. O Agente fez o favor de deixar dois copos e a garrafa do mesmo sobre a mesa que ficava a frente dos sofás em que os Orixás repousavam.

    Drake acendeu um cigarro, encheu um copo de Whisky sem gelo e seguiu em direção a Gregory Smith. Eles tinham coisas a resolver.

    - Acorde... Hey, acorde! – O homem não esboçava nenhuma menção de despertar. – Acorde seu babaca! – Drake deu um soco no rosto de Gregory enquanto gritava para o mesmo. Nada muito forte que viesse a causar danos sérios. Apenas estava unindo o útil ao agradável...

    - Sabe, você deve estar bem confuso agora... – Dizia enquanto dava uma tragada no cigarro. O homem parecia assustado e desorientado. – Me chamo Drake Walker e você a poucas horas atrás ajudou a sequestrar uma amiga minha. – Pausa para um gole no whisky. – Desculpe pelo soco mas eu precisava te acordar... E você precisava apanhar por trazer problemas de sua ordem de Harry Potters para o lugar em que eu moro... – Mais um gole. – Sabe, eu adoro Whisky. Adoro o gosto de álcool que ele carrega. Todo homem respeita essa bebida e é importante encarar isso como um aprendizado... – Drake terminou a sua bebida com um grande gole e largou o copo em uma mesa ao lado. – Mas você sabe por que ela é tão vendida? Como uma bebida como essa, TÃO agressiva ao paladar pode ser tão amada ao redor do mundo? – Questionou, sem esperar nenhuma resposta. - Bem, é pela imagem que ela passa. Uma imagem de poder, as pessoas se sentem superiores quando estão bebendo Whisky já percebeu? – Mais uma tragada. – O que você acha? Eu parecia mais imponente antes com a dose na mão ou agora? Isso não importa né? – Drake caminhou de um lado para o outro, encarando o aprendiz de Harry Potter diretamente nos olhos. – Novamente, desculpe pelo soco, mas você precisava acordar de alguma maneira... – Sorriu. – O quê? Você está esperando alguma conclusão do meu devaneio sobre Whiskys? Não tem nenhuma... eu estava apenas jogando conversa fora. – Gargalhou diante do homem que permanecia ali estatelado. – É o seguinte Potter, eu sei que você faz parte de uma Ceita, um culto, sei lá, de Magos... Só vou te avisando, não puxe sua varinha para mim agora... Sem duplo sentido... – Depois de um curto silêncio, Drake continuou. – Sei que você estava sob o controle de uma tal de “Lótus”, nome maneiro por sinal, e é exatamente por isso que você não tá sofrendo consequências por ter atacado esse lugar, que como já deu para perceber, é muito importante para mim... Mas eu vou precisar de sua ajuda para salvar a minha amiga... E eu não vou querer saber desse papinho de... – Drake começou a imitar um senhor britânico falando. – “Ahh, é assunto interno de Hogwarts, trouxas não podem participar.” – E voltou a falar normalmente em seguida. – Já deu pra perceber que eu gostei muito de Harry Potter né? Mas então... Tem dois amigos meus vindo e eles já estão chegando. Eu iria adorar que você me levasse a esse seu culto porque eu vou, de uma forma ou de outra, encontrar a Rita e você tem obrigação moral de me ajudar agora. No fundo, eu sei que você sabe que eu estou certo... – Drake deu mais uma longa e pausa dessa vez se aproximou do mago, extremamente atento a qualquer indício de algo dele, agachou um pouco, encarando-o nos olhos e finalizou. – Eu quero muito confiar em você e te soltar dessas correntes, afinal não somos bárbaros... Mas será que eu deveria Gregory? Você vai me ajudar a resolver um problema que você e sua sociedade secreta criou?

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    Rolagens de dados e comentários OFF escreveu:
    Primeira rolagem

    (Teste de “Conectado” com Maze, para buscar informações a respeito da sociedade de magos)

    Segunda Rolagem

    (Teste de persuasão com o capanga deixado para trás, para tentar convencê-lo com todo esse diálogo do final kkkk)

    Acho que o teste de percepção do meu personagem em relação a reação do capanga vc mesmo faz, não é isso? Não sou muito enferrujado com as questões técnicas do livro.

    -----------------------------------

    É isso aí, desculpe o post quilométrico mas era a apresentação do meu personagem. Podem ter alguns erros, o que é uma pena mas a vida é isso mesmo (principalmente em posts tão grandes) kkkkk
    Gostaria que vc adicionasse relacionamento significativo na ficha pro meu personagem com Rita, Maze e Nexus. Foram personagens que você adicionou e que eu achei realmente interessante a dinâmica que eles podem criar para meu personagem.
    Desculpe se passei dos limites na interpretação mas empolguei
    Devido a temática mais séria da campanha, não acredito que palavrões sejam problemas, certo?
    Acho que é basicamente isso.
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Ter Nov 08, 2016 12:30 am

    Off escreveu:
    Daik escreveu:É isso aí, desculpe o post quilométrico mas era a apresentação do meu personagem. Podem ter alguns erros, o que é uma pena mas a vida é isso mesmo (principalmente em posts tão grandes) kkkkk
    Gostaria que vc adicionasse relacionamento significativo na ficha pro meu personagem com Rita, Maze e Nexus. Foram personagens que você adicionou e que eu achei realmente interessante a dinâmica que eles podem criar para meu personagem.
    Desculpe se passei dos limites na interpretação mas empolguei
    Devido a temática mais séria da campanha, não acredito que palavrões sejam problemas, certo?
    Acho que é basicamente isso.
    Desculpa nada! Isso foi ótimo! +1 Ponto Heroico por essa imersão!  affraid
    Continue se empolgando assim! Eu costumo adaptar o enredo ao PJ, então pode extrapolar que apenas caso fuja muito das coisas já estabelecidas no cenário, eu faço os adendos. ^^

    Gregory desperta confuso e leva um tempo até entender as perguntas de Drake, mas, por fim, se da conta da situação.
    Gregory Smith - "Eu... entendo. Não foi... a minha ordem. Lotus não pertence a Equinox.
    Eu... sinto muito. Não sei o que ela queria com a sua amiga. E não sei onde encontrá-la. Mas sei quem possa ter essa informação."

    Smith parece estar sendo sincero e, se questionado, dará o endereço da Equinox e dirá que conhece um membro que foi expulso recentemente justamente por sua ligação com Lotus, a feiticeira por trás do sequestro de Rita. Seu nome é WilliamTeller. Ele diz que poderia conseguir mais informações sobre ele na ordem.
    Maze e Nexus chegam no bar em meia hora. Ambos jamais ouviram falar no nome Equinox e não conhecem ninguém com alguma informação relevante ao tema, exceto, talvez, Ominous.

    [Off = Eu vou aumentando e diminuindo a velocidade das postagens de acordo com o ritmo dos jogadores. A IsabelMuller já me disse que não tem muito tempo para dedicar às postagens, então pode acabar ficando desconexo se a trama enganchar nela e ela demorar muito para postar. Se acontecer, eu vejo com ela como adiantar para os demais]



    Daik
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Daik em Ter Nov 08, 2016 7:12 pm

    - Opa! Você vai me ajudar! - Drake sorriu enquanto mudou a sua postura para algo totalmente amistoso. - É claro que você vai me ajudar! Você é um cara da porra! - O agente caminhou em direção ao bar lentamente, buscou um dos copos limpos sobre a mesa e uma garrafa de Whisky não muito cara. Em seguida, voltou ao seu aparentemente amigável refém. - Sabe, eu acredito em você... Não só acredito em você como também estou me sentindo extremamente culpado pelo soco que te dei... - Drake largou o copo que acabara de pegar ao lado do outro em que ele mesmo havia usado anteriormente, despejou dois dedos da bebida em ambos e continuou. - Eu te daria uma dose mais cara, mas tá vendo aquele negão ali? - Apontava para Morgan. - Ele é o dono desse estabelecimento e certamente vai me fazer pagar por essas doses, então, é melhor algo mais condizente com essa terrível crise americana, ok? - Drake gargalhava sozinho. - Ahhh, é mesmo, deixe-me soltá-lo...

    Depois de desamarrar as correntes, Walker entrega o copo. - Skål! - Dizia alto, enquanto virava todo o conteúdo da bebida em uma única golada. - É impossível não fazer uma careta depois disso... - Proferiu, enquanto sua face se contorcia.

    - Mas voltando ao que interessa, me fale mais a respeito dessa pessoa que conhece a tal da Lótus... - Drake puxou uma cadeira, sentando-se a frente de Gregory. Confiava no mesmo, mas isso não seria o suficiente para fazê-lo baixar a sua atenção. Ele nunca baixava...

    ----

    - Então é isso mesmo que nós vamos fazer agora! William Teller. Conhecer sua organização mágica de auto-ajuda. Salvar Rita... Cara, eu acho que acabei de encontrar o meu novo Robin... Olha! eles chegaram... - Poucos segundos depois a porta foi aberta por Nexus e logo em seguida Maze adentrou o lugar. - Conheçam meu novo amigo, Gregory! - Dizia Drake com uma falsa animação.

    ----

    Resumidamente, o Agente explicou tudo o que aconteceu aos dois. Nexus quis encher o coitado do mago de porrada, Maze pareceu não se abalar com os acontecidos (como sempre) e no fim, as coisas deram uma amenizada. - Ominous é a unica que pode saber algo a mais a respeito dessa Equinox, Drake... - Disse Nexus, enquanto não conseguia parar de olhar para Gregory como se ele fosse o culpado por tudo o que aconteceu.

    - É eu pensei na Ominous... Mas ela é meio louca. - Parou por uns segundos, enquanto pensava e continuou. - Eu vou fazer uma visita a essa Equinox com meu novo Robin aqui... - Colocava mais um cigarro na boca e o acendia, dando uma longa tragada. - Ahhhh... Santa Nicotina... Maze, o Gregory aqui falou que a nossa pista mais quente é William Teller, será que algum conhecido seu sabe a respeito dele? - Drake sentiu uma certa resistencia vindo de Maze, continuando em seguida. - É, eu sei que ando te explorando mas depois que salvarmos a Rita, resolvemos isso... -

    - Eu vou com você! - Disse Nexus, sem tirar os olhos de Gregory.
    - Não... Batman só tem um sidekick... - Drake começava a rir de sua piada sem graça. - E além do mais, você vai acabar agredindo o Gregory aqui... Seus olhos não mentem... - Disse, enquanto caminhava em direção a saída junto com o membro da Equinox. - Fique aqui, espere o Morgan acordar e tente entrar em contato com a Ominous. Se nada der certo eu serei obrigado a pedir ajuda para aquela doida... -

    Finalmente, Drake voltou a sua atenção para Gregory.


    - E então Robin, está pronto? -



    --------


    Terminei aqui a interpretação pq não sei se vc tem planos para o bar do Morgan ainda. Aí meio que deixei em aberto se eles foram ou não pro lugar.
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Ter Nov 08, 2016 8:14 pm

    Tommas Gates escreveu:Fui contratado para investigar num caso de desaparecimento. Uma aluna de vocês. Jeniffer Greenwood desapareceu na quarta feira depois de ter saído de uma festa. Algumas pessoas me informaram que ela e a senhorita Evelyn Ward não se davam muito bem. E bem..eu gostaria de conversar com ela ou com os pais da Evelyn então para isso eu preciso de todas as informações que o sistema possui. Será possível?
    O funcionário olha o cartão, olha para o rosto de Tommas, faz uma pausa, e então devolve o cartão. [Off = Persuasion passiva 12]
    Funcionário - "Eu preciso de um mandado para fornecer esse tipo de informação sobre uma aluna, detetive."



    [/quote]

    *dava um sorriso simpático*...*olhava diretamente nos olhos dele e sussurrava palavras que só ele ouviria*-Você vai me entregar todas as informações que o seu sistema tem sobre a senhorita Evelyn Ward e vai se esquecer completamente que eu estive aqui (Usar Ataque a Distância (Aflição) / +6(Ataque) / +5(Psíquico) vs Vontade (Vulnerável,Indefeso e Controlado) / 19-20)
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Neith em Qua Nov 09, 2016 12:36 am

    [PRÓLOGO] Resposta
    Parte 1

    [Descrição] O sol já havia se posto e logo nasceria novamente, mas até lá Isabel teria de enfrentar algumas horas de terror. Por algum motivo, até então desconhecido, o número de noites tranquilas estava se reduzindo a praticamente zero. Seus pesadelos já faziam parte dela e embora estivesse acostumada a lidar com eles durante boa parte de sua existência atualmente eles começaram a atrapalha-la, incluindo profissionalmente, o que a deixava preocupada. Isabel estava deitada em sua cama refletindo sobre sua vida e desejando ardentemente ter uma noite tranquila.

    [Pensamento] Crianças costumam se encantar facilmente com eventos mágicos, até mesmo alguns adultos. Quantos não são os que tem um herói e/ou vilão favorito? Uma coleção de filmes, anime e afins. Quantos não desejariam ter poderes, serem parte de algo especial? Enquanto isso, eu apenas gostaria de adormecer ser ter a minha espera um universo de pânico e angústia. Eu preciso achar uma forma de minimizar isso.

    [Descrição]Passaram-se alguns dias sem que Isabel conseguisse dormir adequadamente e sua insistência em ir trabalhar mesmo estando exausta trouxe consequências. Não apenas sua produtividade entrou em queda como ela já não mantinha a mesma energia e mudanças de comportamento eram agora visíveis a seus colegas. Próximo ao final de seu turno Müller já estava tão exausta que quase adormeceu em sua mesa enquanto digitava o relatório semanal de atividades. Quando se deu conta disso Ian Aklaust havia puxado uma cadeira e estava sentado ao seu lado. Ela olhou para ele com uma mistura de curiosidade e vergonha. Entretanto a fala de Ian a pegou de surpresa deixando-a momentaneamente sem reação.

    MindGame escreveu:[Citação] "Sua mente é um jardim com muros tão altos que nem mesmo a morte pode tocar as flores que nascem lá. O que vai fazer agora que as primeiras ervas daninhas começaram a nascer?"
    [Descrição] Isabel compreendeu que Ian sobre seus dons. Algumas coisas como sua impecável memória eram difíceis de passar despercebidos até mesmo a pessoas comuns. O que Isabel não entendia era como ele havia relacionado isso a sua verdadeira natureza. Müller sabia que não era única, mas acreditava ocultar-se bem.

    [Fala Isabel] Excelente questão. Dia encerrado por aqui. O que acha de irmos almoçar?  

    [Descrição] A fala de Isabel é acompanhada de um sorriso. Durante o almoço e nos dias que se seguiram eles conversaram sobre seus dons sobrenaturais e dos problemas que Isabel estava enfrentando. Ian se propôs a ajudá-la através da ordem Equinox, inicialmente a jovem teve dúvidas e recuou. Para ela, abrir-se com alguém como fez com Ian era difícil. Mesmo em dúvida Müller acabou aceitando a proposta de Ian e conheceu alguns membros da ordem. A cada noite os pesadelos de Isabel se intensificavam e a jovem maga resolveu pedir ajuda a Ian. Infelizmente Akalust não teve sucesso. Entretanto, o mago conseguiu uma informação que deu a Müller novos horizontes. A fonte dos pesadelos de Isabel é externa, algo ou alguém está conseguindo conectar-se a sua mente. Isabel decide tentar descobrir o que ou quem estava a perturbando. Durante um de seus pesadelos ela consegue descobrir o nome da criatura que a persegue em seus sonhos "Ominous". Agora, Isabel tinha um objetivo: Descobrir o máximo de informação possível sobre tal criatura para então decidir como prosseguir. A maga não tinha dúvidas de onde buscar tal informação, ela acreditava que deveria haver alguma informação a respeito na biblioteca da EQUINOX. A busca durou semanas sem que houvesse sucesso, o que levou-a a decepcionar-se.

    [Pensamento] Em algum lugar aqui deve haver alguma informação, por menor que seja, sobre essa criatura
    [Descrição] Após alguns minutos Isabel acabou concluindo que se tal informação ali existisse deveria estar na área restrita aos mestres. A maga então decidiu buscar mais informações sobre a estrutura da ordem e descobriu que para ter acesso aquela área deveria ou conseguir a confiança de um mestre ou tornar-se uma. [Pensamento] Bom, eu tenho duas opções: conseguir a confiança de um dos mestres ou tornar-me uma. Qual será que conseguirei primeiro? Embora a pergunta correta seria qual das opções me traria melhores chances? A verdade é que, independente de qual eu decida a primeira coisa que devo fazer é me tornar disponível a realizar missões pela ordem.
    Parte 2

    [Descrição] Antes mesmo que Isabel tomasse qualquer decisão ela foi convocada junto com Twinkle pelo regente da ordem.
    [Pensamento] Se eu queria colocar-me a disposição da ordem... duvido que haverá chance melhor do que essa.
    [Descrição] A animação e simpatia de Twinkle fez com que Isabel se sentisse confortável em sua presença e retribuísse a amistosidade. Melchior por sua vez mostrava-se impessoal.
    [Pensamento] Ser chamada, ou melhor convocada pelo regente, deve ser semelhante a ser chamada para uma reunião com reitor de sua Universidade. Algo grande vem a seguir.
    MindGame escreveu:[Citação] Melchior revelou a Lara e Isabel que um livro proibido havia sido furtado da área de mestres da biblioteca e projetou em suas mentes a imagem do livro sem nome.
    Só lhes foi informado que tal item poderia causar grande estrago se caísse em mãos erradas e devia ser recuperado o quanto antes.
    [Descrição] Isabel não acreditava que seria eficiente uma simples busca nos registros da biblioteca, ela duvidava que um ladrão esperto deixaria seu nome registrado. Entretanto, ela considerava útil os registros se pudesse alia-los a algo mais. A busca nos registros rendeu muitos nomes e era visível o desanimo na face de Twinkle.
    [Fala Isabel] Eu sei, parece impossível obter algo útil com esses registros. É aqui que entra a segunda parte. [Descrição] Isabel sorri.
    [Fala Twinkle] Que seria?
    [Fala Isabel] O que não está registrado.  [Descrição] Isabel respira fundo, fecha os olhos e quando os abre novamente ela está a observar os últimos acontecimentos antes do suposto desaparecimento. Dois membros haviam deixado aquela área carregando livros Lana Blake e William Teller. A maga novamente fecha seus olhos e quando os abre lá está Twinkle aguardando uma resposta.
    [Fala Isabel] Temos um nome premiado da lista de registros: Lana Blake. Entretanto, temos mais um campeão e este seria: William Teller.
    [Fala Twinkle] Blake é muito reservada, misteriosa e se tornou mestre recentemente. Acho que tem o endereço dela aqui nos registros. [Descrição] Lara mostra os dados de registro de Blake a Isabel. [Fala Twinkle] Teller foi expulso recentemente e não chegou a se tornar mestre. Diria que é nosso suspeito número 1.
    [Fala Isabel] São dois suspeitos. Podemos ganhar tempo e verificar separadamente. E, se você não se importar, gostaria de ir atrás de Lana Blake.
    [Fala Twinkle] Por mim, tanto faz. Quer que anote o endereço.
    [Fala Isabel] Não será necessário, já memorizei. [Descrição] Isabel pisca e sorri para Tewinkle. [Fala Isabel] Sem erros, não se preocupe. [Descrição] Isabel pega um papel e anota o número de seu celular e entrega a Lara. [Fala Isabel] Precisamos nos atualizar dos progressos. Como posso  encontra-la?
    [Fala Twinkle] Anotarei meu número. [Descrição] Isabel permite que ela anote e pega o papel, assim que Lara não pode mais vê-la olha o número, memoriza-o e anota no celular. Em seguida ela queima o papel.
    [Descrição]Enquanto Twinkle tentava obter informações sobre Teller, Isabel foi visitar Lana Blake. Durante todo o caminho até a casa de Blake, a maga refletia sobre os últimos acontecimentos.
    Parte 3

    [Pensamento] O que haveria de tão perigoso? Será que Twinkle já obteve alguma informação sobre Teller?
    [Descrição] Isabel chega à casa de Lana Blake.
    [Pensamento] Que estranho, esse lugar me parece familiar. Improvável, estou aqui a pouco tempo. A menos que... não, não, eu me lembraria de algo assim. Afinal, eu sempre lembro. Essa sensação... é como se alguém estivesse me vigiando.
    [Descrição] Ela olha ao redor enquanto toca a campainha, aparentemente não havia ninguém na rua ou na casa.
    [Pensamento] Há algo aqui, ... [Descrição] Isabel toca a campainha mais uma vez enquanto gira a maçaneta da porta verificando que estava trancada.
    [Pensamento] eu vou entrar. Só espero não ser presa por invasão a domicilio.
    [Descrição] Mais uma vez a maga gira a maçaneta, dessa vez tentando apenas evitar que o fecho fosse danificado. Mantendo a maçaneta em giro ela olha entre o tambor e a porta em busca do ponto onde a tranca se localizava. Após identificar a região da tranca ela a transforma em isopor e empurra a porta até que o isopor se quebre. Isabel fecha a porta e encosta uma cadeira que estava próxima para mantê-la fechada caso o fecho também estivesse danificado.
    [Pensamento] Agora já é tarde pra voltar atrás e ser presa por arrombamento certamente será o menor dos meus problemas.
    [Descrição] A decoração da casa como um todo acompanhava a excentricidade de seu exterior, era como se a casa estivesse sido construída a séculos e jamais tivessem alterado a decoração. Müller vasculhou cada um dos cômodos, tomando cuidado para deixar tudo exatamente onde estava. A jovem já estava insatisfeita de ter quebrado a tranca, e não queria piorar deixando tudo uma bagunça.
    [Pensamento] Não há livros aqui... Estranho. Ela saiu de lá carregando-os. Espera um pouco, aquilo é... uma escada? Talvez os livros que trouxe estejam lá. Mas quem é que lê no porão? Ok. Sem julgamentos, cada qual com suas manias. Que palavreado refinado. [Descrição] Isabel começa a descer a escadaria balançando a cabeça em sinal de negação. [Pensamento] Já tive dias melhores. Noites mal dormidas realmente não fazem bem algum.
    MindGame escreveu:[Citação] A maga então olhou pelo buraco da fechadura e avistou uma menina, sentada em uma cama e lendo um livro enquanto comia uma maçã. A porta estava trancada pelo lado de dentro e a garota não parecia ser prisioneira.
    [Pensamento] E as coisas ficam cada vez mais estranhas. Esse deve ser o livro que Blake retirou, mas quem será essa criança? Preciso ter certeza a respeito do livro. Sinto muito garotinha, invadirei sua privacidade.
    MindGame escreveu:[Citação]com certa dificuldade, Isabel conseguiu ler sua mente.
    [Pensamento] Então, ela é a filha de Blake. Mas porque essa menina está no porão? Aparentemente, as três formam uma boa família. Como esse ramo não é minha especialidade devo abster-me de julgamentos. Por isso ninguém atendeu, elas estão na EQUINOX. Entidades, então era essa a fonte de sentir-me observada? Bem provável. Tão jovem e já tão envolvida com esse meio. É surpreendente, mas talvez assim seja melhor. Se eu tivesse tido alguma orientação cedo, talvez estivesse dormindo tranquilamente hoje. Concentre-se Isabel, foque-se no livro. Bom, é isso, este livro é o mesmo que Blake retirou e não é o que foi furtado. Agora eu devo a elas desculpas e uma tranca nova.
    MindGame escreveu:[Citação]Ao obter as informações que precisava, uma voz feminina ecoou em sua mente expressando certa melancolia. "Você estará... sozinha. E terá que ser forte."
    [Pensamento] Não havia ninguém na casa!!!
    MindGame escreveu:[Citação] Müller olhou ao redor, ainda sem sinais de alguma presença, e a voz continuou em um tom fragilizado. "Você viajará para longe... minha pequena Verena, mas eu nunca vou deixá-la."
    [Pensamento] Será possível que... eu esteja ouvindo um diálogo mais distante, ou me lembrando de algo? De onde isso está vindo? Quem é Verena? Que nome diferente.
    MindGame escreveu:[Citação] "Mesmo estando prestes a deixar de existir, você leva parte de mim com você. Você carrega consigo... nossas esperanças e sonhos. O propósito das nossas vidas, é seu agora." O eco parece perder força ao se afastar da porta de Jessica,
    [Descrição] Isabel olha para trás. [Pensamento] Será possível que eu estivesse ouvindo um dos espíritos? [Descrição] Isabel continua a se afastar da porta.
    MindGame escreveu:[Citação] até se silenciar há alguns metros. Nesse instante, sem nenhum sinal de aviso, Isabel é nocauteada por um turbilhão de imagens de cidades destruídas em meio a visão mais intensa que já sentiu na vida.
    [Descrição] PRECOGNIÇÃO: Tokyo, Singapore, Toronto, Dubai, New York, Hong Kong, Shanghai, Moscow, Taipei. Tantas capitais destruídas, tanta dor e sofrimento, é tão intenso que Isabel se põe a chorar silenciosamente. Aquela sensação provavelmente era a pior que a garota já havia experimentado até o momento, era uma agonia paralisante.
    MindGame escreveu:[Citação] Tentáculos colossais descem dos céus e, entre as nuvens, Müller vê uma criatura imensurável devastando as cidades.
    [Pensamento] Quem é essa criatura?
    MindGame escreveu:[Citação] Quando a maga recobra a consciência, tão repentinamente quanto a perdeu, ela ouve apenas um pequeno eco que se repete até desaparecer completamente. "Eu amo você, Verena..."
    [Descrição] Isabel respira pesadamente. A maga havia chegado a exaustão. [Pensamento] Verena? Aqui está você de novo. Será que tem relação com tamanha devastação? [Descrição] Müller olha para a porta e pensa que talvez Jessica soubesse algo sobre Verena e decide fazer uma busca em sua mente, mesmo estando exausta. Nada é encontrado na mente da menina e Isabel decide voltar para casa e descansar antes de seguir adiante em suas buscas.
    Parte 4

    [Descrição] Müller conseguiu chegar em casa, durante o caminho se concentrou apenas em chegar em casa sem acidentes de percurso. Ela estava tão exausta que assim que deitou-se na cama apagou profundamente. Tão profundamente que mergulhou em mais um pesadelo sem, a princípio, se dar conta disso.
    MindGame escreveu:[Citação] Isabel se dá por si sufocando, presa dentro de uma enorme bolsa de gosma. Ela não consegue enxergar nada e, ao que parece, seus poderes não funcionam.
    [Pensamento] Mas como? O que está acontecendo?
    MindGame escreveu:[Citação] Desesperada por ar, a maga luta para tentar rasgar as bordas e percebe que o bolsão se move em resposta, emitindo gemidos abafados.
    [Pensamento] Isso é um ser vivo? Como vim parar aqui? Eu preciso sair daqui.
    MindGame escreveu:[Citação]Isabel percebe uma pequena costura e nota que fora costurada dentro de uma criatura que ainda está viva.
    [Pensamento] Eu fui colocada aqui? Por quem? Com que objetivo?
    MindGame escreveu:[Citação] Ela consegue finalmente rasgar a costura e encontra ar do lado de fora, mas seu desespero estava longe de acabar. Müller escapa das entranhas da criatura deformada que se debate em agonia dentro de um box cheio de sangue.
    [Fala Isabel] Sinto muito, era você ou eu. Obviamente não posso optar por ti.
    MindGame escreveu:[Citação] Ela se vê nua, acoada entre paredes no chão gelado de um banheiro abandonado. O lugar é parcamente iluminado por uma vela vermelha sobre a pia. Tremendo de frio, Isabel pega a vela e se vê diante da única saída do local, um corredor escuro por onde segue um rastro de sangue, como se um corpo tivesse sido arrastado.
    [Pensamento] O quão mais isso pode piorar?
    MindGame escreveu:[Citação]Ao longe é possível ver uma porta entreaberta, por onde um feixe de luz pálido tremula.
    [Pensamento] É minha única saída. Independentemente do que me espera a seguir.
    MindGame escreveu:[Citação] A maga segue pelo corredor e percebe que a vela projeta sombras nas paredes que não são dela. Há sombras de pessoas e criaturas disformes agonizando por todo o corredor.
    [Pensamento] Isso está estranho, não pode ser real.
    MindGame escreveu:[Citação] Ao se aproximar da porta entreaberta, Müller vê duas macas enferrujadas, em uma delas ela vê o corpo de Twinkle e na outra vê seu próprio corpo sendo autopsiado por Ominous.
    [Pensamento] É claro, tinha que ser.
    MindGame escreveu:[Citação] Ominous, ao notar a presença de Isabel, se vira e começa a expandir seus tentáculos, mas,
    [Pensamento]É você mexendo com minha mente de novo. Tinha que por a garota que mal conheço no meio dessa bagunça? Coitada.
    MindGame escreveu:[Citação] ao perceber que tudo não passava de um pesadelo, a maga se esforça para tentar acordar
    [Pensamento] Dessa vez não. Eu estou sonhando e saindo daqui.
    MindGame escreveu:[Citação] e se dá por si em um lugar completamente diferente. Isabel se vê caída em um chão espelhado, olhando para um teto também espelhado e rodeada por espelhos. É difícil saber de onde vem a luz ali e ela não sente mais frio. Está com as mesmas roupas com as quais adormeceu em sua casa.
    [Pensamento] Será possível que eu ainda esteja sonhando?
    MindGame escreveu:[Citação] Sua intuição diz que cada um dos espelhos é, na verdade, uma porta, mas antes que ela se aproxime de um, uma voz feminina jovem e desconhecida ecoa a partir do teto, como se falasse através de um megafone. "Hey! Quem é você?"
    [Pensamento] Hoje é o dia de ouvir vozes?! Bom vamos ver até onde isso chega. [Fala Isabel] Müller e você?
    MindGame escreveu:[Citação] "Mas... mas... você não devia estar aqui! Como você veio parar aí?"
    [Pensamento] Bem que eu gostaria de saber. [Fala Isabel] É uma história meio longa. Digamos que escapando de um pesadelo.
    MindGame escreveu:[Citação] "Você veio até aqui tentando acordar de um pesadelo?! Isso não devia acontecer..."
    [Pensamento] Muitas coisas não deveriam mas acontecem. Como nesse exato momento. [Fala Isabel] Sabe me dizer onde estou?
    MindGame escreveu:[Citação] "Bom... isto não é bem um lugar. Onde e quando não fazem muito sentido por aqui."
    [Pensamento] Nada faz sentido. [Fala Isabel] Onde estou? É um sonho?
    MindGame escreveu:[Citação] "Ah, não. Eu estou acordada."
    [Pensamento] Mas eu provavelmente não estou. [Fala Isabel] E quem seria você?
    MindGame escreveu:[Citação] "Ah, bem... como eu digo isso?! Eu não posso me apresentar ainda. Eu acho. Você pode perguntar de novo dentro de alguns dias? Por favor!"
    [Fala Isabel] E como entro em contato com você? [Descrição] Isabel aguarda a resposta. [Fala Isabel] Ok. Poderia me dizer como sair daqui?
    MindGame escreveu:[Citação] "Acho que você não vai querer voltar por onde veio...
    [Pensamento] Com toda certeza, não gostaria. Seja lá quem for Ominous a essa altura deve estar irritado.
    MindGame escreveu:[Citação] vou pensar em algo. Me dê uns minutos."
    [Fala Isabel] Ok.
    [Descrição] Enquanto aguardava Isabel pensava sobre tomar alguma providência para dar a ela mais controle sobre seus pesadelos, deveria haver algo que pudesse fazer para tentar bloquear as influências externas em seus sonhos.
    MindGame escreveu:[Citação] Após alguns minutos de silêncio a voz retorna. "Hum... já que você apareceu aqui, imagino que não seja tão ruim fazer isso... então... eu vou te fazer uma proposta. Eu vou pedir uma coisa para você em breve...
    [Pensamento] Um favor?!
    MindGame escreveu:[Citação] e você provavelmente vai aceitar, porque é uma boa pessoa... o que me deixará em dívida, por que eu também sou uma boa pessoa.
    [Pensamento] É uma pessoa? Real?! Mais o que é que está acontecendo aqui?
    MindGame escreveu:[Citação] Então, eu vou tentar te ajudar agora, ok?
    [Fala Isabel] Eu agradeço.
    MindGame escreveu:[Citação] Você não me conhece, mas eu sei tudo sobre você!
    [Pensamento] Como é?
    MindGame escreveu:[Citação] Bem... não tudo. O suficiente. Enfim... eu sei que você gostaria de saber quem é a Rita...
    [Pensamento] Não pode ser...
    MindGame escreveu: [Citação] e você tem medo de ler a mente da sua mãe para descobrir, então eu vou te responder.
    [Pensamento] Como alguém poderia saber tanto assim? Lendo minha mente, só assim.
    MindGame escreveu:[Citação] Muito bem, feche os olhos... e tente não ter outro pesadelo!
    [Pensamento] Tento todas as noites.
    MindGame escreveu:[Citação] Ao fechar os olhos, a voz não fala mais com Isabel. O silêncio reina por poucos segundos até que o alarme ensurdecedor de seu despertador toque, lembrando que ela deveria se aprontar logo para o trabalho no laboratório.
    [Pensamento] Droga, já está na hora de levantar. Os pesadelos estão se reinventando a cada dia. [Descrição] Isabel se levanta desliga o despertador e vai direto ao chuveiro, ela precisava desesperadamente de um banho. Vinte minutos depois ainda enrolada na toalha ela pega o celular e ao abri-lo constata a última parte de seu sonho foi real. Por alguns instantes ela hesita abrir o arquivo e ao abri-lo o choque é inevitável.
    [Pensamento] Uma irmã. Eu tenho Uma Irmã. Ok. Quem fez isso com elas foi no mínimo acobertado por aquele infeliz (o Diretor). Eu gostaria de estrangular aquele desgraçado. Como pode fazer tamanha crueldade? Eu preciso me acalmar. Eu preciso me acalmar ou eu vou matá-lo. Primeira providência: Tentar tirá-la de lá o mais breve possível e encontrar Rita. Ela já se meteu em muita encrenca, mas não é culpa dela. E sim daquele... Respire Isabel, respire. Não tem a menor possibilidade de ir hoje ao laboratório. Não sei quem é você N0N0M0R1, de qualquer forma: Obrigado.
    [Descrição] Müller disca o número de Ian. Após alguns toques ela escuta a voz de Ian do outro lado da linha dizendo:
    [Fala Ian] A que devo a honra logo de manhã?
    [Fala Isabel] Desculpe-me, se o acordei. [Descrição] A voz de Isabel aparentava cansaço. Que pode ser notado por Ian.
    [Fala Ian] Estou brincando. O que houve?
    [Fala Isabel] É uma longa história Ian, falamos disso depois. Agora eu preciso te pedir um favor.
    [Fala Ian] Você...
    [Fala Isabel] Eu estou bem. Não vou ao laboratório hoje, você poderia avisar os estagiários e ficar de olho para que não explodam nenhum equipamento?
    [Fala Ian] Serei a babá deles hoje.
    [Fala Isabel] Bem-vindo ao clube meu amigo. Eu realmente preciso desse tempo, preciso resolver umas coisas pessoais. [Descrição] Ao falar a palavra ‘pessoais’ toda a raiva que estava sentindo torna-se evidente. Ian estranha, mas decide perguntar a ela pessoalmente. Ela respira fundo e retoma o tom usual. [Fala Isabel] Enviarei um e-mail a você com o que deve ser feito hoje.
    [Fala Ian] Ok. Você fica me devendo essa. E quando vai me contar a longa história?
    [Fala Isabel] Claro, [Descrição] Isabel ri. [Fala Isabel] mais uma pra minha conta. Assim que possível, se possível. Enfim, eu preciso mesmo conversar com você mais tarde.
    [Fala Ian] Você e os seus "se". Você sabe como e onde me encontrar.
    [Fala Isabel] Obrigada.
    Parte 5

    [Descrição] Após vestir-se Isabel retoma o aparelho celular em suas mãos e inicia uma série de pesquisas:
    1- Verena
    Informação Obtida: Nome teutônico que significa Protetora.
    3- Clinicas psiquiátricas em NY
    Informação Obtida: Lista de endereços e telefones.

    [Pensamento] E, porque não, não custa nada arriscar.
    [Descrição] 4- Ominous
    Informação Obtida: Nenhuma.
    [Pensamento] Já esperava por isso.
    [Descrição] Ela anota alguns endereços e nomes de clínicas em NY em sua agenda. Após alguns minutos ela resolve ligar para Lara e combinar uma pequena reunião. Para Isabel estava descartada a chance de Lana Blake ter envolvimento com o desaparecimento do Livro. Antes de ligar para Lara a jovem abre novamente o arquivo enviado por N0N0M0R1 em busca do endereço do bar e o memoriza, ela passaria por lá em algum momento. [Off] A partir deste momento deixarei o Invasão de Segredos ativo até segunda ordem. [On]
    [Fala Twinkle] Alô? Quem...
    [Fala Isabel] Isabel. Precisamos conversar. Eu tenho informações suficientes para arriscar descartar Lana Blake.
    [Fala Twinkle] Como previ nosso principal suspeito é Teller.
    [Fala Isabel] A partir de agora, sim.
    [Fala Twinkle] Me encontre na EQUINOX dentre trinta minutos.
    [Fala Isabel] Estarei lá.
    [Descrição] Isabel disca o número da clínica várias vezes enquanto tomava seu café da manhã, pretendia agendar uma visita a mãe. Entretanto, não sabia que bem isso faria.  Principalmente se ela desse de encontro com o diretor. [Pensamento] Talvez seja melhor apenas pedir que a transfiram pra NY com a desculpa de que está muito longe. [Descrição] Isabel Vai ao encontro de Lara e apesar de chegar um pouco adiantada a moça já estava a sua espera. Aparentemente ansiosa.

    [Fala Twinkle] E então?
    [Fala Isabel] Bom dia. [Descrição] Isabel sorri.
    [Fala Twinkle] Não parece que você teve um bom dia. [Descrição] Ela se referia a expressão cansada de Müller.
    [Fala Isabel] Mais precisamente, não foi uma boa noite. Mas... nada que um belo copo de café não resolva, momentaneamente. Bom, indo direto ao assunto. Aparentemente devo desculpas e uma fechadura nova a Srª Blake. Acredito poder afirmar que o livro desaparecido não é o mesmo que Blake saiu carregando da área restrita.
    [Fala Twinkle] Uma o que? Você... eu prefiro não saber. [Descrição] Lara balança a cabeça negativamente. [Fala Twinkle] Então Teller é nosso suspeito principal.
    [Fala Isabel] Creio que, agora, ele seja nossa pista mais forte. O que conseguiu?
    [Descrição] Isabel aguardará a resposta de Lara e após decidirem os próximos passos seguirá para o endereço do bar fornecido por N0N0M0R1.

    [Off] Está enorme, principalmente por citações, mas ainda permaneço insatisfeita com o post. Perdoe-me os possíveis erros, perdi a edição dele algumas vezes e minha paciência no caminho. (Vergonhoso eu sei)
    Infelizmente, não tenho tanto tempo disponível quanto gostaria e vou tentar dentro dos limites postar sempre o mais rápido possível para não atrapalhar. Tentarei melhorar a qualidade dos próximos post.
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Qua Nov 09, 2016 5:37 am

    @Daik:
    Gregory permanece em silêncio, com um semblante confuso e temeroso ao longo do diálogo. Quando é desamarrado, massageia os pulsos.
    Gregory Smith - "Obrigado."
    Ele permanece sentado, com um semblante desconfortável.
    Drake Walker escreveu:Mas voltando ao que interessa, me fale mais a respeito dessa pessoa que conhece a tal da Lótus...
    Gregory Smith - "William trabalha para ela. Foi através dele que ela me encontrou. Acho que eu só estava no lugar errado... na hora errada.
    Cara... ela é poderosa. Eu só ouvi boatos antes de encontrá-la... e ela fazer o que fez comigo.
    Dizem que tem mais de quinhentos anos... que já esteve no inferno e fugiu de lá.
    Ela gosta de crianças. Eu... eu não sei o que ela faz com elas. Provavelmente as mata em rituais macabros para se manter jovem.
    Minha ordem não trata desse tipo de coisa. Por isso o Teller foi expulso.
    Tenho certeza que alguém na ordem deve estar de olho nele. É lá que você vai encontrar o que procura."

    ----
    Drake Walker escreveu:Ahhhh... Santa Nicotina... Maze, o Gregory aqui falou que a nossa pista mais quente é William Teller, será que algum conhecido seu sabe a respeito dele?
    Maze - "Teller?"
    Maze aperta os olhos, pensativo, e então responde.
    Maze - "O cara que você enfrentou na arena de madrugada, o Capuz Vermelho. Ele se chama William Teller."
    Gregory Smith - "É ele... é a mesma pessoa! Teller usava esse apelido."
    Maze se dispõe então a conseguir mais informações do Capuz Vermelho, se houver alguma, com os donos do Thunderdome enquanto Drake e Gregory vão até a sede da Equinox.
    [Off = Se quiser dialogar com Gregory no caminho, fique à vontade. É um percurso de 30 minutos a pé ou 10 de carro. Ele falou tudo o que sabe a respeito de Teller e Lotus, mas se quiser perguntar outras coisas eu respondo em seguida. Ele quer ajudar, mas claramente está traumatizado e não quer ser controlado pela Lotus novamente.]
    Na entrada do local, Gregory diz que Drake precisará aguardar do lado de fora, pois a entrada é restrita a membros, mas antes que O Agente responda, o nome "Teller" chama a sua atenção na conversa entre duas garotas próximas a entrada. As duas conversam baixo, mas Dreamwalker consegue ouvir bem de onde está.
    Garota - "(...) Teller foi expulso por desrespeitar regras, invadir a privacidade de alguns membros e profanar rituais. Nada muito pesado, os que o conheceram o descreveram apenas como bisbilhoteiro, mas era um membro problemático e o conselho decidiu removê-lo. O grande problema é que, analisando as pesquisas que ele fazia, ele parece estar metido com magia negra. Coisa da pesada. Do tipo sacrifício humano e canibalismo.
    Um membro antigo afirmou que ele trabalha para um demônio conhecido como Lotus. E parece que ele roubou o livro para esse demônio.
    Encontrei o nome dele em listas de convocados a prestar serviço militar entre 2009 e 2013. Parece que ele serviu o exército e esteve em confrontos no oriente médio.
    Passei a madrugada procurando mais informações, mas ele é escorregadio. Só encontrei um furgão no nome dele."

    A garota saca um papel do bolso.
    Garota - "Um Chevrolet Express preto, placa DOC-6482.
    Fiz umas trocas de favores e consegui o rastreamento da placa."

    Ela então entrega o papel a outra garota. Walker acredita que a descrição do furgão bate com o que foi usado para sequestrar Rita.

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    @Balth:
    [Off = Como esclarecido, apaguei as rolagens porque seu ataque é de percepção, não faz testes para acerto, apenas o alvo faz testes para resistir ^^]
    Tommas Gates escreveu:Você vai me entregar todas as informações que o seu sistema tem sobre a senhorita Evelyn Ward e vai se esquecer completamente que eu estive aqui
    O funcionário mantém o semblante entediado, olhando para o rosto de Tommas, então fixa os olhos no monitor, digita algo, e volta seu olhar para o detetive.
    Funcionário - "Evelyn Ward. Nascida em vinte e nove de fevereiro de mil novecentos e noventa e cinco. 21 anos de idade. ID 82469173. Mora no número seiscentos oeste, na centésima décima sexta rua, apartamento onze (cerca de um quarteirão dali). Cursando o oitavo semestre de bacharel em Direito. Aprovada. Nenhuma pendência."
    O funcionário faz uma pausa, então retorna o olhar para Gates com a mesma cara de poucos amigos.
    Funcionário - "Bom dia. Em que posso ajudar, senhor?"
    [Off = Imagino que seja óbvio que Tommas investigará o lugar, então vou adiantar essa parte.]
    600 W 116th St:
    Há pouco movimento entre as ruas cobertas de neve. Não parece haver nenhum tipo de segurança na entrada.
    Gates sobe até o primeiro andar sem interferências e se aproxima do apartamento número 11. A porta está fechada, mas não parece estar trancada. [Se ele bater na porta ou tocar a campainha, ninguém responderá]
    Apartamento de Evelyn Ward:
    Ao abrir a porta, o detetive se depara com o apartamento vazio e sem nenhum móvel. Há um pouco de poeira por tudo ali, o que revela que não haviam moveis ali há, pelo menos, alguns meses.
    Ao abrir os armários, nada é encontrado. Não há geladeira nem nada que revelasse que alguém mora ali, exceto algumas pegadas de sapato feminino circulando pelo apartamento.
    Entre duas gavetas na cozinha é possível achar uma chave de fenda enferrujada, parafusos antigos, elásticos, clipes de papel, duas canetas, um bloco de notas usado, algumas velas brancas antigas e uma caixa de fósforos pela metade.
    Tommas nota que o batente da porta está molhado. A princípio é a única coisa que chama sua atenção, pois não há fontes de água por ali.

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    @IsabelMuller:

    Off escreveu:
    IsabelMuller escreveu:Está enorme, principalmente por citações, mas ainda permaneço insatisfeita com o post. Perdoe-me os possíveis erros, perdi a edição dele algumas vezes e minha paciência no caminho. (Vergonhoso eu sei)
    Infelizmente, não tenho tanto tempo disponível quanto gostaria e vou tentar dentro dos limites postar sempre o mais rápido possível para não atrapalhar. Tentarei melhorar a qualidade dos próximos post.
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    Isabel Müller escreveu:E como entro em contato com você?
    Voz feminina - "Nos encontraremos novamente. Não devia ser tão cedo, mas... enfim." [Off = A mensagem com o arquivo sobre Rita tinha remetente e, por tanto, tinha seu contato. Isabel pode mandar mensagens ou ligar para o remetente. É um número sem código de área: 60606071 (É possível notar que "6" representa "N" e "M" na discagem do celular e "7" representa "R", correspondendo ao mesmo nome "N0N0M0R1")]
    Ao ligar para o hospital psiquiátrico onde sua mãe estava internada, Isabe consegue agendar um horário para domingo (depois de amanhã), às 12:00 [Off = Ruth está internada no Oregon. É uma viagem de 40 horas de carro ou 5 horas de avião.]
    Na Equinox, Twinkle a encontra na entrada e reporta as informações que conseguiu.
    Lara Tolstói - "Bem, eu passei a tarde conversando com membros. Teller foi expulso por desrespeitar regras, invadir a privacidade de alguns membros e profanar rituais. Nada muito pesado, os que o conheceram o descreveram apenas como bisbilhoteiro, mas era um membro problemático e o conselho decidiu removê-lo. O grande problema é que, analisando as pesquisas que ele fazia, ele parece estar metido com magia negra. Coisa da pesada. Do tipo sacrifício humano e canibalismo.
    Um membro antigo afirmou que ele trabalha para um demônio conhecido como Lotus. E parece que ele roubou o livro para esse demônio.
    Encontrei o nome dele em listas de convocados a prestar serviço militar entre 2009 e 2013. Parece que ele serviu o exército e esteve em confrontos no oriente médio.
    Passei a madrugada procurando mais informações, mas ele é escorregadio. Só encontrei um furgão no nome dele."

    A garota saca um papel do bolso.
    Lara Tolstói - "Um Chevrolet Express preto, placa DOC-6482.
    Fiz umas trocas de favores e consegui o rastreamento da placa."

    Ela então entrega o papel a Müller, contendo informações do rastreamento e alguns endereços.
    Apesar de seu foco estar em Twinkle, alguns pensamentos alheios a desconcentram quando Isabel ouve os nomes "Ominous", "Rita Smith", "William Teller" e "Lotus", fortemente presentes na mente de um homem que se aproxima da entrada do estabelecimento.
    Drake Walker:
    [Off = Bom, esse seu poder apelão de INVASÃO DE SEGREDOS com Cumulative e Effortless é virtualmente impossível de resistir com o devido tempo. Se o alvo não tiver imunidade relacionada ou impervious Will 14, em algum momento o alvo vai falhar no teste e acho desnecessário ficar rolando só para determinar quantos segundos vai resistir, então considere ler o que quiser da mente dele, o que inclui introdução e pensamentos, apenas leve em consideração que a leitura de elementos mais profundos levaria mais tempo.

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    Agrupados - Drake Walker e Isabel Müller

    Entrada da EQUINOX:

    Drake Walker
    Gregory Smith
    Isabel Müller
    Lara Tolstói
    Há pouco movimento entre as ruas cobertas de neve. Apenas os quatro estão próximos da entrada da instituição que fornece passagem ao interior da sede.

    [Off = Vocês estão livres para interagir. Mantendo a linha, Daik pode direcionar as ações de Gregory e IsabelMuller pode fazer o mesmo com Twinkle (esses NPCs só se conhecem de vista). Caso um dos dois jogadores demore muito para responder e eu veja a necessidade de adiantar a cena, eu uso o NPC relacionado para responder.]
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Qua Nov 09, 2016 9:53 am

    @Balth:
    [Off = Como esclarecido, apaguei as rolagens porque seu ataque é de percepção, não faz testes para acerto, apenas o alvo faz testes para resistir ^^]
    Tommas Gates escreveu:Você vai me entregar todas as informações que o seu sistema tem sobre a senhorita Evelyn Ward e vai se esquecer completamente que eu estive aqui
    O funcionário mantém o semblante entediado, olhando para o rosto de Tommas, então fixa os olhos no monitor, digita algo, e volta seu olhar para o detetive.
    Funcionário - "Evelyn Ward. Nascida em vinte e nove de fevereiro de mil novecentos e noventa e cinco. 21 anos de idade. ID 82469173. Mora no número seiscentos oeste, na centésima décima sexta rua, apartamento onze (cerca de um quarteirão dali). Cursando o oitavo semestre de bacharel em Direito. Aprovada. Nenhuma pendência."
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    [Off = Imagino que seja óbvio que Tommas investigará o lugar, então vou adiantar essa parte.]
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    Há pouco movimento entre as ruas cobertas de neve. Não parece haver nenhum tipo de segurança na entrada.
    Gates sobe até o primeiro andar sem interferências e se aproxima do apartamento número 11. A porta está fechada, mas não parece estar trancada. [Se ele bater na porta ou tocar a campainha, ninguém responderá]
    Apartamento de Evelyn Ward:
    Ao abrir a porta, o detetive se depara com o apartamento vazio e sem nenhum móvel. Há um pouco de poeira por tudo ali, o que revela que não haviam moveis ali há, pelo menos, alguns meses.
    Ao abrir os armários, nada é encontrado. Não há geladeira nem nada que revelasse que alguém mora ali, exceto algumas pegadas de sapato feminino circulando pelo apartamento.
    Entre duas gavetas na cozinha é possível achar uma chave de fenda enferrujada, parafusos antigos, elásticos, clipes de papel, duas canetas, um bloco de notas usado, algumas velas brancas antigas e uma caixa de fósforos pela metade.
    Tommas nota que o batente da porta está molhado. A princípio é a única coisa que chama sua atenção, pois não há fontes de água por ali.

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    Data: Sexta feira 16/12/2016 - Manhã
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    *pego o meu cigarro e acendo*--Droga..a bruxa é mais esperta..mas..todo mundo deixa algum rastro*tocava no chão para ter uma visão do passado do apartamento* (Usando pós-cognição)
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Qua Nov 09, 2016 10:31 am

    *anotava rapidamente o endereço*--Nada não..*ia até o carro e saia da secretaria da universidade*...*dirigia um pouco com pressa até o endereço da menina*...*estacionava e saia do carro*--Lugarzinho simples..*entrava no prédio observando o lugar*...*pegava o elevador e ia até o andar em que a menina morava*-Tudo isso parece fácil demais.*batia na porta*...*ninguém atendia*...*tocava a campainha*...*ninguém atendia*--Bem e atrás da porta número 01*colocava as luvas e abria a porta*--Silencioso como um tumulo..*entrava no apartamento e verificava os cômodos*--E vazio..*abria os armários e nada tinha*--Sem esqueletos de armário pelo visto*dava uma risada*..*ia até a cozinha*...*puxava as gavetas com cuidado*--Hum..interessante..*pegava aqueles itens e colocava no bolso do casaco menos o bloco de anotações*.--Bem..esse lugar pode estar vazio..mas..alguma coisa rolou aqui*lia o conteúdo do bloco de anotações*
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Qua Nov 09, 2016 10:46 am

    Pelo estado, o bloco de notas havia sido usado recentemente, mas estava vazio. É possível notar o relevo de algo que havia sido escrito em uma folha que foi arrancada, mas impossível ler o que foi escrito.
    [Off = Para usar poscognição, descreva mais claramente onde toca e role Perception]
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Qua Nov 09, 2016 10:54 am

    --Curioso...*fechava os olhos e respirava fundo tocava no objeto tentando ver o passado do mesmo* (usando pós-cognição e percepção +8)
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Rolador de Dados em Qua Nov 09, 2016 10:54 am

    O membro 'Balth' realizou a seguinte ação: Lançar dados


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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Qua Nov 09, 2016 11:06 am

    Tommas tem um breve vislumbre da página que foi arrancada. Era um endereço: 450 W 41st St.
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Balth em Qua Nov 09, 2016 11:34 am

    *abria os olhos*--Hum..interessante..*anotava o endereço no google maps*...*antes de ir até o lugar ia até a sala*--Vamos lá querida..me mostre seus segredos*tocava no chão,fechava os olhos e respirava fundo tentando ver o passado do lugar* (usando pós-cognição e percepção +8)
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Rolador de Dados em Qua Nov 09, 2016 11:34 am

    O membro 'Balth' realizou a seguinte ação: Lançar dados


    'd20' :

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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

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