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    [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

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    Flamesh
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Flamesh em Seg Set 04, 2017 9:00 am

    Rolando um teste de Eidetic Memory para a bussola.

    10 +

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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Exalted em Qua Set 06, 2017 10:22 am

    Harpia escreveu:- "(Desapontada) Você vêm até mim em busca de informações e tenta roubar a mercadoria?! Onde estão seus modos, irmão?!"

    - Não me entenda mal, é um hábito difícil de “desligar”.

    “Hazel está morta”, preferia que não tivesse usado essas palavras demônio, nem tudo é tão simples e você sabe disso, eu não estaria me rebaixando assim se isso fosse tudo, não viria até aqui se fosse pra perder meu tempo ou ser reconfortado por uma profanidade.

    Tiro as mãos da mesa e cruzo os braços quando ela me diz pra não perder as esperanças, o que ela pensa que eu sou, uma criança? Ando em torno da mesa, fazendo a volta pelo outro lado, ouvindo sobre as formas de entrar no mundo dos mortos, vou até bem próximo ao trono onde ela está sentada, desconfortavelmente perto, e paro, de pé, com os braços cruzados. Me movo o suficiente pra ela abrir a gaveta.

    Harpia escreveu:- “Poderá encontrá-la neste número.”

    Pego o papel de sua mão, olho o número e o guardo no bolso, me abaixo até minha cabeça chegar à mesma altura que a dela está, ainda desconfortavelmente próximo, mas não toco ela hora nenhuma.

    - Isso bastará, (nítido esforço na voz)...irmã… você não… me deve mais nada, seja lá o que for.

    Saio do escritório e desço as escadas, procuro alguma porta para sair que não passe outra vez por entre os que estão no salão principal, a visão grotesca que tive na entrada será evitada se possível. ao sair, antes de fazer o contato, procuro algum lugar onde possa tentar me concentrar (postcognition) mentalizando a imagem da Harpia, tento me lembrar de quando já estive com ela, e a que ela se refere com dívida.

    Depois disso, vou até um telefone público e ligo para o número no papel, me identifico como Ezekiel, um nome mais “humano”, e digo que estou procurando um guia turistico.
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Exalted em Qua Set 06, 2017 1:23 pm

    Postcognition - Perception +7
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Lyvio em Qua Set 06, 2017 1:23 pm

    A dupla se afasta da cidade abandonada e, durante a noite, quando se aproximam de uma estrada, Blake fica sismado com ela.
    Alexander Blake - "(Confuso) Curioso..."
    O mago bate no asfalto com sua bengala antes de pisar nele.
    Alexander Blake - "(Confuso) Muito curioso...
    Que tipo de bruxaria é essa?! Alguém petrificou um lago?"

    Vulto logo percebe que ele passou tempo de mais alí e ficou isolado do mundo moderno, não acompanhando a evolução das coisas como ele acompanhou e necessitava de alguém que explicasse o que seria cada coisa que ele tivesse dúvidas.

    [color:751a=#00ff00]"isso vai ser muito trabalhoso...terei que explicar tudo a ele, vai que ele faz alguma besteira..."

    -Bem...isso se chama asfalto...uma técnica empregada pelos humanos para facilitar o deslocamento entre locais, principalmente viagens de longa distância.

    Vulto não iria entrar em detalhes, apenas iria explicar o que realmente interessa, e sua função, afinal. passaria outra eternidade explicando os mínimos detalhes de tudo que ele iria ser perguntado.

    Então o mago se ergue e estende a mão na direção de vulto em sinal de alerta.
    Alexander Blake - "(Confuso) Que estranha luminescência é essa?!
    Ora, se não é a própria besta que vem buscar minha alma com seus olhos flamejantes!"

    O fantasma então se põe em alerta, ele olhava de um lado para o outro preparando-se para atacar qualquer coisa que os ameaçasse, suas mãos posicionadas para usar suas habilidades. Porém, ee não percebia essa luminescẽncia que julgou diferenciada.

    "Mas já? Não é possivel...Nyalartotep já vem atrás de nós!?"

    -Onde está?, não consigo vê-la! "Deve estar usando alguma habilidade que apenas o Alexander enxerga!"

    Os segundos pareciam minutos e a sensação de ansiedade tomava conta de Vulto, até que Alexander aponta e quando o fantasma olha percebe que é apenas um carro.

    O fantasma nota que o mago se refere a um carro que está se aproximando pela estrada.

    Ele parece suspirar aliviado e uma gargalhada se hove vindo do fantasma.

    Alexander Blake - "(Determinado) Enfrente-me, criatura imunda! Enfrente-me e prove o gosto das chamas do inferno!"

    Vulto nota que o mago está prestes a ser atropelado se não intervir.

    As palavras de Alexander eccoam na cabeça de vulto e ele não se contém, mas logo que vê o carro se aproximando sua serenidade volta e ele grita para Alexander:

    -Saia da frente!
    O fantasma já se preparava para usar sua telecinese puxando o homem quando ele parece ter desistido de afrontar a criatura e sai do caminho.

    Alexander Blake - "(Admirado) Engenhoso...
    Alguém em um vilarejo próximo deve ter aprimorado o conceito de motor. Só pude notar quando passou por nós. Ora... uma carroça motorizada?! Muito engenhoso!"

    Ainda com ar de riso o príncipe  explica a Alexander do que se tratava, mas, indepndente disso ele estava corretíssimo em seu raciocínio.

    -Essa "carroça Motorizada" chama-se automóvel, como vc raciocinou é uma evolução da carroça, charrete ou qualquer coisa do gẽnero através da técnologia, detro daquele motor há a similaridade da força de mais de cem cavalos.

    Então novamente o mago estende a mão na direção de vulto em sinal de alerta.
    Alexander Blake - "(Determinado) Veja, meu caro companheiro desmorto! O simbolo flamejante de Mefistófeles marca a posição de nossos inimigos!"

    Vulto mais uma vez fica Alerta, ergue suas mãos se preparando para o ataque e mais uma vez procurando dessa vez o "símbolo flamejante de Mefistófeles". "Que raios Mefistófeles faz aqui, será que serve Nyalartotep? Não creio!" Pensava o fantasma para sí, alerta e mais uma vez olhando para todos os lados

    Blake aponta na direção do letreiro luminoso de um McDonald's à beira da estrada.
    Alexander Blake - "(Determinado) Já imagino o tipo de criaturas demoníacas que nos aguardam!"

    Vulto pareceu soltar o ar que não existe em seus pulmões e sua postura eretra volta a tornar-se um pouco mais relaxada, dessa vez ele não ri, duas situações de tensão seguidamente era ruim até para um fantasma. "Se eu tivesse vivo, sem dúvida estaria com enxaqueca agora!" Pensava ele com a mão na cabeça.

    O fantasma então dirige suas palavras para Blake, ele tenta ser o mais gentil possivel an explicação:

    -Alexander...veja bem...quando vocẽ decsonfiar de algo e eu estiver perto vire-se para mim e indague senão ficaremos o tempo todo em tensão e isso é ruim até para um fantasma...Vocẽ vai ver muitas coisas estranhas que pode confundi-lo com outras coisas, então, para evitar confusões me indague antes.

    Vulto aponta para o letreiro e e explica ao cunhado do que se trata:

    -Isso mé uma lanchonete, a taverna de antigamente digamos assim. Ali vende comida e bebida... A propósito, você sente necessidades fisiológicas como comer por exemplo? Se sim e estiver com fome lá é o lugar, você tem dinheiro aí?

    O fantasma sabia que teria que explicar muita coisa a Alexander, mas para isso ele teria paciência.
    Jim Jones
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Jim Jones em Qui Set 07, 2017 12:00 am

    Crimson Shadow - "Muitos dos que chegam até nós sentem o mesmo. Ninguém aqui precisa esconder o que é. Nem guardar para si seus avanços.
    ...
    Começo a achar que a mestra pode acabar gostando de você.

    - Também espero gostar dela quando a encontrar.- Donald fala com um pequeno sorriso, muito amigável, tanto quanto poderia ser de alguém tão cansado quanto ele.Ele ouve a resposta do mascaradoe com uma certa perda de curiosidade fala.- Ah...  Espero que isso tenha lhe trago aquilo que tanto queria então... Poder...- E termina pensativo, acabando por esquecer de agradecer o mascarado.

    O quarto lhe parecia rustico, mas de alguma forma agradável, finalmente conseguiria descansar, estava a um bom tempo acordado e seus olhos já pesavam mais do que podia suportar, mas  mais que cansaço físico ele tinha um cansaço mental, as coisas pelo que havia passado no dia de hoje, o que havia descoberto, era muita coisa. Não conseguia processar tudo isso com a mente agitada. Ele se deixou cair sobre a cama, sem tocar nela no inicio. Voava a alguns centímetros do colchão enquanto pensava no últimos pensamentos do dia. Pensava se Sophia estava bem e se ela havia achado o pai, pensava na situação da garota que enfrentara na base e nos outros que havia conhecido no dia, no caminho que os trouxeram até aqui, no caminho que devia seguir dali para a frente, pensava em dormir e sonhar com as respostas de suas perguntas.

    E ele sonhou... E em seu sonho Atomic não existia, o mundo já não precisava mais dele. A humanidade estava caminhando com seus próprios passos. Em seu sonho ele era livre para fazer o que quisesse, pois seu dever estava cumprido, e ele voava, para conhecer o mundo e suas maravilhas, parando de cidade em cidade, ele voava por voar, pelo prazer de saber que pra onde quer que fosse tudo estaria bem, que ele estaria bem, sem problemas sem crise. Completa paz.

    Don ouve algo que o desperta. Don acordou no dia seguinte sentido falta de sua escova de dentes, de seu barbeador e de um espelho. Ele coçava o rosto após acordar e sentia que a barba já estava ficando maior do que ele gostava de deixar, e no dia anterior estava tão cansado que dormira com sua camisa suja de sangue, esse agora seco e razoavelmente irremovível para alguém com as habilidades domesticas de Donald. ele também sentia falta de um café da manhã, sua barriga não o deixaria esquecer disso. Aqueles ovos com bacon e pão torrado da época que comia na lanchonete perto da universidade não saiam da cabeça. E naquele tempo ele não os achava tão bons assim. Aquela lanchonete era realmente de segunda.

    Então ele ouve mais uma vez, agora reconhecia melhor. Pareciam ser gritos, mas estavam abafados, talvez longe. Sem ter muito o que pensar ele sai do quarto e voa pelas escadas e corredores, eram um tanto quanto confusos, labirínticos de certo modo, mas no fim acaba ouvindo outro barulho suspeito e vai para o local onde acha três pessoas e uma outra garota inconsciente. Acaba por perceber que talvez tenha se precipitado ao entrar lá voando naquela velocidade, não queria causar mais confusão, afinal eram um "prisioneiro" lá no fim das contas.

    -  Eu ouvi gritos... e ... coisas quebrando- As palavras parecem sair de forma estranha e talvez soasse ainda mais estranho vindo de um desconhecido voador completamente sujo de sangue, que, apesar de seco, ainda era muito sangue.
    Neith
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Neith em Qui Set 07, 2017 12:30 am

    “Após tudo o que passamos juntas ver Lara não reconhecer-me era como ter uma faca sendo cravada em meu coração...”

    Müller aparentemente fica sem graça quando Lara a chama pelo seu novo título na ordem.

    Isabel Müller- Meu nome é Isabel, pode me chamar por ele e me procurar quando precisar! - Embora Müller permanecesse séria sua voz transparece gentileza. Isabel parecia demonstrar importar-se com ela, mesmo que Tolstói não entendesse as razões da maga. - Se quiser... poderíamos conversar mais tarde!? - A fala de Müller parecia uma mistura de um convite com uma pergunta.

    “... e embora ainda não estivesse certa de que Lara gostaria de lembrar-se ou se preferiria não saber eu não podia deixar de pensar que ela estava mais vulnerável sem suas lembranças... O mesmo motivo que me fez proteger minhas lembranças era o que me fazia desejar tentar devolver as de Lara. Afinal, eles sabem sobre ela, mas ela não sabe sobre eles ou do que são capazes. Sem contar que estamos em um ninho de serpentes, onde a sobrevivência não é determinada pelo mais forte, mas pelo mais apto e em um meio em que deter a informação possui um papel determinante. Apesar do pouco tempo que passamos juntas eu havia me afeiçoado a Tolstói e... não me parecia justo não fazer nada por ela. Entretanto, se eu fizesse isso enquanto estivéssemos na sede da ordem, sem uma justificativa, eu possivelmente estaria arriscando colocar-nos em uma situação problema. Então eu havia chegado à conclusão de que precisava criar uma oportunidade de falar com Twinkle fora daquele local e o mais rápido possível.”

    Isabel continuava a conversa com Ian enquanto aguardava as respostas de Twinkle.

    mensagens-Isabel/Ian escreveu:Ian Akalust- Há um evento anual ocorrendo em uma sede francesa da Equinox. Soube que Melchior e alguns mestres do conselho supervisionarão os ritos ao longo da semana toda. Apenas mestres são permitidos e é definitivamente o lugar mais seguro onde elas poderiam estar. Pelo que soube, a filha de Blake participa dos rituais secretos da ordem, então é uma pista promissora.

    Isabel Müller- Eu descobri isso acidentalmente e envolver uma criança... me parece tão errado!

    Ian Akalust- Iz você...

    Isabel Müller- Eu sei... De qualquer forma isso não importa, não agora. É melhor eu descobrir a localização dessa sede e verificar. Eu só não queria ter que fazer isso sozinha! Eu não sei nada sobre eles. Eu nunca...

    Ian Akalust- Nunca se envolveu de verdade com a ordem!! Eu costumava achar que era por causa da promessa que fez a sua mãe, mas ontem enquanto conversávamos percebi que não é apenas isso.

    Isabel Müller- Ian...

    Ian Akalust- (Irônico) Nós não temos para isso?

    Isabel Müller-(Indignada) Eu não ia dizer isso!!!!!

    Ian Akalust- É sua desculpa favorita!! Você não pode negar. - Antes que Müller possa responder o mago se antecipa. - Eu não estou bravo. É só que quando você começa algo simplesmente não consegue parar até chegar ao fundo e... - Isabel olha brevemente para Akalust com um olhar que demonstrava ter entendido a onde ele queria chegar. Ela precisava desacelerar e tomar mais cuidado. O mago então muda o tom tornando-o mais descontraído. - Eu não vou perguntar o motivo, você sempre acaba me contando!

    Isabel Müller- Aah... Convencido você, não acha?!! Enfim... Você sabe ou não onde fica essa sede na França?

    “Eu sempre soube, que ao contrário de mim, Ian estava envolvido com os assuntos da ordem e com os outros Membros, mas nunca havia reparado como ele detinha conhecimento sobre aquele lugar, sobre suas rotinas (costumes), seus eventos ou o quanto era próximo dos mestres até aquele dia. Ele realmente pertencia aquele lugar enquanto eu, até então, não passava de uma visitante; e, embora tivesse passado naquele teste eu não podia evitar pensar que Ian estava mais apto àquela posição do que eu naquele momento.”
    Após despedir-se de Lara, a maga começa a caminhar pelos corredores acompanhada de Ian.

    Isabel Müller- Obrigada, Ian.

    Ian Akalust- Por?!

    Isabel Müller- Você sabe!

    Ian Akalust- Ok… Pra onde estamos indo?

    Isabel Müller- Biblioteca.

    Ian Akalust- Porque??

    Isabel Müller- É silencioso, ou seja, é o lugar perfeito.

    Ian Akalust- Você definitivamente precisa começar a se divertir mais!

    Ambos começam a rir; aquela não era a primeira vez que tais frases eram ditas.

    Isabel Müller- Você tem razão! Mas,...

    Ian Akalust- Mas nada, sempre haverá outra batalha ou outra desculpa. Se ainda não notou e acho difícil não ter feito isso ainda! Isso É um ciclo vicioso!

    mensagens-Isabel/Ian escreveu:Isabel Müller- Você conhece alguns mestres, certo? Por mais que eu tente... Eu não consigo imaginar o motivo, mas... Mavis me provocou para desafiá-la por seu lugar no conselho! Porque ela faria isso?
    Müller encontra o bilhete de Andrômeda alguns instantes após chegarem a biblioteca.




    “Não conseguir entrar em contato com Andrômeda não apenas me deixou frustrada como também preocupada. Ian tinha razão sempre que o assunto “pai” entrava em pauta eu tendia a perder meu foco. Sem contar que poderia estar ou ter acontecido algo com ela e eu não tinha como saber, pelo menos não daquela maneira. Sua mente simplesmente parecia não existir e isso, sem dúvidas, era perturbador. Sentia a necessidade de verificar na linha do tempo se Andrômeda ainda estava viva, mas a conversa com Ian me fez ver que eu precisava me focar nos outros assuntos e dar um voto de confiança a ela. Por mais que eu desejasse, eu não daria conta de todos os assuntos ao mesmo tempo. Então, fiz minhas opções.”

    Isabel caminhava pelas estantes observando os títulos como se estivesse procurando algo.

    mensagens-Isabel/Ian escreveu:Ian Akalust- O que está procurando? Sobre Kthanid?

    Isabel Müller- Não, não estou procurando nada! Não ainda. - A resposta da maga faz com que Ian perceba que ela só estava tentando disfarçar. Existiam poucos lugares que eles poderiam ficar aparentemente em silêncio sem chamar a atenção e tornar a situação suspeita e aquele era um desses lugares. - Há um tempo atrás eu vi esse nome, Kthanid, em algumas escrituras antigas dizendo que era uma entidade extraplanar. Mas, haviam poucas informações e nada muito útil ou que me leve ao servo dele.

    Ian Akalust- Já que estamos aqui posso procurar e ver se você deixou passar algo. O que convenhamos, seria difícil acontecer. Se tiver algo útil deve ser na área restrita, mas por sorte agora você pode ir lá.

    Isabel Müller- É tentador, mas... eu preciso achar Lana e Jessica primeiro. E, sendo Ereshkigal uma mestre do conselho é provável que ela esteja lá.

    Ian Akalust- (preocupado) O que pretende fazer?

    Isabel Müller- Além de observar, nada. Entretanto, isso pode me dar pistas... não apenas sobre ela como também de quem seria o servo de Kthanid ou como achá-lo. Alguma vez você chegou a vê-la? Eu nunca a vi, não tenho a menor ideia de como ela seja.
    “O pouco que eu sabia sobre Ereshkigal me fazia pensar se não foi para ela que Bush olhou ao mencionar um dos mestres que passou no teste em sua primeira tentativa. Faria sentido se fosse, pois os boatos eram de que Ereshkigal já havia derrotado três dos mestres do conselho, ou seja, apenas mais dois e Melchior deixaria de ser Regente da ordem. O que, provavelmente não significaria uma melhora, afinal Andrômeda a mencionou como uma ameaça. Entretanto, era desconfortável pensar que, as vezes, alguns dos mestres chegavam a mencioná-la comparando-nos em nossos primeiros passos dentro da ordem. E após ter passado em minha primeira tentativa naquele teste tais comparações poderiam crescer e embora eu não deseja-se isso, eu não poderia evitar.”

    MINDGAME
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Qui Set 07, 2017 3:17 am

    Agrupados - Donald Drifus e Scott Murdock

    Forte da Lotus

    Donald Drifus

    Scott Murdock

    Jack Parker

    Minerva Parker

    Ansata

    Ominous

    Atomic se depara com a cena confusa. A garota pálida e desmaiada sobre a cama (Minerva) parecia preocupar a todos, exceto pela jovem com expressão entediada ao canto (Ominous).
    Donald Drifus escreveu:Eu ouvi gritos... e ... coisas quebrando
    Ominous - "(Entediada) Hum... esse deve ser o cachorrinho abandonado que seguiu os pivetes até em casa.
    (Irônica) E então... é verdade que você matou a Arawn?"


    @Exalted:
    [Off = PPs atuaslizados! Very Happy ]

    Hesediel escreveu:Isso bastará, (nítido esforço na voz)...irmã… você não… me deve mais nada, seja lá o que for.
    O demônio sorri com satisfação e responde sem se mover de seu trono.
    Harpia - "(Irônica) Então, agora que sabe onde me encontrar, espero que tenha mais perguntas quando voltar."



    O anjo tenta evitar o salão, mas é o único caminho até a entrada.
    Ilmater - "(Simpática) Até breve, Hesediel!"
    A bruxa sorri ao avistar o celestial cruzando a porta. Nenhum outro presente parece dar qualquer atenção ao anjo.



    Concentrando-se em tempos remotos, Hesediel vislumbra Ananque, seu irmão, um anjo menor que teve uma grande participação na queda dos anjos.
    Formas angelical e infernal:
    Ananque havia previso uma grande catástrofe que assolaria os humanos, mas seus superiores o ignoraram. A profecia de Ananque foi levada a sério apenas por Lucifer e seus seguidores, o que resultou na rebelião e queda de seus irmãos.
    Quando a punição divina atingiu a todos os caídos, os serafins concluíram que Ananque deveria receber a pior das punições junto a Lúcifer, mas Hesediel deveria dar sua sentença e, perante as evidências de que seu irmão não havia conspirado contra Deus, o anjo deu a Ananque a mesma escolha que fora dada aos demais caídos: a destruição ou a eternidade no abismo.
    Ananque escolheu o abismo e, há cerca de dois séculos, foi evocado por uma seita demoníaca que buscava poder e conhecimento. Contra a sua vontade, os seguidores da ceita sacrificaram uma virgem em seu nome para que ela servisse como seu receptáculo na terra. Desde então, o demônio usa o apelido Harpia entre os mortais.



    O anjo segue até um telefone público e disca o número fornecido.
    Voz feminina - "Telefonista?!"
    Hesediel se identifica como Ezekiel e pede um guia.
    Voz feminina - "(Confusa) Ezek...?
    (Assustada) ?!?!?!
    Ezekiel Kristeller?!"

    É possível ouvir o som do movimento rápido de uma cadeira e a digitação em um teclado ao fundo, então a voz murmura quase que inaudível.
    Voz feminina - "(Reclamando) Droga, ele não devia ter esse número!
    Você estragou tudo... estragou tudo!"

    Após poucos segundos a voz volta a se tornar clara ao telefone.
    Voz feminina - "(Confusa) Aham... Co-como conseguiu esse telefone... senhor Ezekiel?"

    Informações atuais
    Data: Sábado 17/12/2016 - Tarde
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 3
    Pontos de poder: 186 (NP 12)
    @Flamesh:
    [Off = +3PA! Very Happy ]

    A bússola é um artefato extraplanar e nenhum dos ponteiros aponta de fato para o norte da terra. Eles apontam para oito alvos e, por acaso, quatro deles estão perto do polo norte.
    Por mais que a valquíria não se lembre do encontro com o deus antigo, sabe que ele deu esse instrumento com o propósito de ajudá-la em sua missão contra Nyarlathotep.

    Informações atuais
    Data: Sexta feira 16/12/2016 - Noite
    Vitalidade: Ok
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    @IsabelMuller:
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    Isabel Müller escreveu:Meu nome é Isabel, pode me chamar por ele e me procurar quando precisar!
    Se quiser... poderíamos conversar mais tarde!?
    Lara Tolstói - "(Amigável) Claro... Isabel! Algo em particular?"
    Twinkle sorri amigavelmente, sem perder a postura rígida.



    Isabel Müller escreveu:Eu descobri isso acidentalmente e envolver uma criança... me parece tão errado!
    Ian Akalust- São rituais de purificação, de iniciação, de passagem. Requerem a presença de seres puros para serem ministrados. Jovens, virgens... você sabe.
    A Equinox não se envolve com magia negra e nem sacrifícios.




    Isabel Müller escreveu:Aah... Convencido você, não acha?!! Enfim... Você sabe ou não onde fica essa sede na França?
    Ian Akalust- Sim, sei. É uma área isolada próxima ao crique de rouen.



    Isabel Müller escreveu:Você conhece alguns mestres, certo? Por mais que eu tente... Eu não consigo imaginar o motivo, mas... Mavis me provocou para desafiá-la por seu lugar no conselho! Porque ela faria isso?
    Ian Akalust- Mavis é uma incógnita. É a mestre mais velha do conselho. Pelo que eu soube, ela foi selecionada quando criaram o conselho e, desde então, nunca desafiou ou foi desafiada por outro mestre. Nem o próprio Melchior, que desafiou quatro mestres, demonstra querer desafiá-la.
    Mas são apenas boatos...




    Isabel Müller escreveu:Além de observar, nada. Entretanto, isso pode me dar pistas... não apenas sobre ela como também de quem seria o servo de Kthanid ou como achá-lo. Alguma vez você chegou a vê-la? Eu nunca a vi, não tenho a menor ideia de como ela seja.
    Ian Akalust- Olhos azuis... frios. Digo, literalmente. Você sempre sabe quando ela está olhando para você porque o olhar dela é congelante.

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    @Jim Jones:
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    Donald Drifus escreveu:Ah...  Espero que isso tenha lhe trago aquilo que tanto queria então... Poder...
    O mascarado novamente faz uma pausa antes de responder.
    Crimson Shadow - "(Irônico) ...
    Mais do que pode imaginar."


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    @Lyvio:
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    Lysion Verne XXV escreveu:Alexander...veja bem...quando vocẽ decsonfiar de algo e eu estiver perto vire-se para mim e indague senão ficaremos o tempo todo em tensão e isso é ruim até para um fantasma...Vocẽ vai ver muitas coisas estranhas que pode confundi-lo com outras coisas, então, para evitar confusões me indague antes.
    Isso mé uma lanchonete, a taverna de antigamente digamos assim. Ali vende comida e bebida... A propósito, você sente necessidades fisiológicas como comer por exemplo? Se sim e estiver com fome lá é o lugar, você tem dinheiro aí?
    Blake olha desconfiado para o fantasma, então olha para o letreiro ao longe, e volta a olhar para Vulto confuso.
    Alexander Blake - "(Desconfiado) Tem certeza?!
    Que tipo de costumes pecaminosos ludibriariam pessoas a saciarem sua fome e sede sob tal símbolo profano?!
    ...
    (Determinado) Não tenho fome ou sede que não seja por justiça! Minhas entranhas clamam por um julgamento!
    E sim, meu caro companheiro desmorto, sou um homem de muitas posses!"

    O mago tira de dentro de seu casaco um saco de couro recheado de moedas de ouro e espalha algumas em sua mão.
    Alexander Blake - "(Orgulhoso) Ofertei seu peso em ouro e um rebanho de cinquenta cabras pela mão de sua irmã!"
    [Off = Se quiser adiantar seus objetivos, pode considerar que Alexander seguirá Vulto para onde quiser ir.]

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    isaac-sky
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por isaac-sky em Qui Set 07, 2017 3:16 pm


    Estavam irritados, isso era fato, continuar discutindo não ia levar a nada.

    Ominous - "(Entediada) Tudo o que eu sei são boatos, e eles dizem que aqueles que tentaram ler esse livro, jamais se recuperaram."
    Ominous - "(Irônica) E eu tenho cara de retardada?!
    Eu daria para outra pessoa abrir para mim, é claro!"

    Scott fica pensativo ao ouvir Ominous.

    -Então acha que conseguiria ler se outra pessoa abrir...como eu odeio isso, porque o cara que menos entende dessas coisas é quem acaba com um livro amaldiçoado desses? - nesse momento Scott não considerava a ignorância uma benção - Eu acredito que não foi só eu que teve a mente atacada ontem a noite Ominous, talvez outra pessoa, ou coisa, tenha tentado forçar Minerva a abrir o livro.

    O Motorista se concentra em sua própria mente, buscando em algum lugar de suas memórias apagadas qualquer menção ao Necronomicon.

    isaac-sky efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    Scott fecha o punho sobre os anéis, algo neles o intrigava, se concentrava para ver se sentia algo de diferente neles.

    E então um desconhecido chega, pelo visto os gritos realmente chamavam a atenção.

    Suas roupas eram cobertas de sangue seco. Scott conhece bem como sangue pode ficar impregnado numa roupa quando é você quem desfere os socos.

    Ominous - "(Entediada) Hum... esse deve ser o cachorrinho abandonado que seguiu os pivetes até em casa.
    (Irônica) E então... é verdade que você matou a Arawn?"

    A notícia pega Scott de surpresa. Arawn afirmava ser uma amiga de infância do motorista, e apesar de não se recordar ele acreditava nisso.

    -Você o que? - disse em tom ríspido, as tatuagens imediatamente dançam na forma do escorpião. Scott se aproxima do desconhecido.

    -Quem é você?

    (Tatuagem do Escorpião ativada)
    isaac-sky
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por isaac-sky em Qui Set 07, 2017 3:16 pm

    Uso de PH para rerrolar último teste

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    Lyvio
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Lyvio em Qui Set 07, 2017 4:52 pm

    Vulto explicava as coisas para Blake, na tentativa de esclarecê-lo sobre as coisas, mas a caveira agora humano ainda parecia resistir um pouco as explicações, ele insistia que o símbolo do MC'donalds era o símbolo de Mefistófeles, o fantama estranha por um momento enquanto houve suas palavras.

    Alexander Blake - "(Desconfiado) Tem certeza?!
    Que tipo de costumes pecaminosos ludibriariam pessoas a saciarem sua fome e sede sob tal símbolo profano?!



    -Você parece insistir de mais na simbologia da lanchonete...Será que o dono do Mecdonalds fez um pacto com Mefistófeles para crescer tanto a tal ponto de ter lanchonetes idênticas a esta espalhadas pelo mundo nas maiores cidades e com isso ele ganharia dinheiro, influência e poder...

    O fantasma parece suspirar e leva a mão na cabeça:

    -Se realmente você não esta se confundindo, acabou de revelar para mim que uma lenda urbana é verdadeira...Mas isso não importa agora. Temos que seguir, vamos até o faraó e lá terminamos de vez com ele!


    Vulto parecia sorrir, ele já tinha ouvido falar de Nyalartotep, sabia que era um inimigo, mas achou melhor, por enquanto fazer um acordo com ele e assim encontrar sua irmã e seu pai, derrotar Asmodeus e Duriel e só depois Nyalartotep seria o alvo. Porém os planos mudaram um pouco. Ele ainda temia um quanto a seu poder e o poder de Blake frente ao de Nyalartotep, mesmo fragilizado, mas decidiu arriscar.

    (Determinado) Não tenho fome ou sede que não seja por justiça! Minhas entranhas clamam por um julgamento!

    -Então vamos juntos saciar nossa sede por justiça! Nyalartotep que se cuide, pois seu fim será prematuro!Esse é o momento certo, ele está fragilizado, temos que detê-lo e livrar o mundo das maldades que ele pode cometer!


    E sim, meu caro companheiro desmorto, sou um homem de muitas posses!"
    O mago tira de dentro de seu casaco um saco de couro recheado de moedas de ouro e espalha algumas em sua mão.
    Alexander Blake - "(Orgulhoso) Ofertei seu peso em ouro e um rebanho de cinquenta cabras pela mão de sua irmã!"

    O príncipe observa a bolsa de moedas e o que ele gastou para casar com Havah e solta uma leve gargalhada.

    -Esses costumes...eu até sinto falta disso, hoje não precisa mais disso diretamente, digamos assim. As mulheres escolhem seus homens e vice versa geralmente sem imposição de ninguém...O dote fornecido hoje é o homem ter um bom automóvel...Hahahaha!

    Encerrava ele sorrindo. A verdade é que a um bom tempo Lysion não se divertia assim, a companhia de seu cunhado e sua paralisação no tempo tornava aquela convivência engraçada o que agradava o fantasma.

    -Diga-me Alexander, se vamos enfrentar Nyalartotep juntos acho justo informarmos nossas habilidades para traçarmo uma melhor estratégia de combate, acho que mesmo ele fragilizado não podemos subestimá-lo. Eu posso começar.

    Como está claro, eu sou um fantasma e minhas habilidades em sua grande maioria correspondem as habilidades normalmente atribuídas a fantasmas. No entanto, alguns de meus poderes estão retornando aos poucos, alguns mais úteis, mas, por enquanto minhas capacidades são:

    Invisibilidade, telecinese, tomo uma forma horrenda e assusto quem eu desejar que a veja, possuo o corpo das pessoas tomando seu controle, atravesso coisas sólidas e além disso possuo a capacidade de abrir dois portais para dois locais diferentes.

    O portal do Mundo dos Mortos e o Portal do Abismo, o primeiro me permite enviar para o mundo dos mortos coisas e seres ainda vivos o segundo é apenas para convocar um pequeno grupo de demônios que fugiram durante a guerra contra os exércitos de Asmodeus, mas tinha me jurado lealdade.

    Eles romperam, mas depois os encontrei já como fantasma ainda no abismo e eles fizeram um pacto comigo permitindo que eu os convocasse de lá para me servirem. Isso é o que posso destacar. E quanto a você?


    Vulto já começava a traçar suas estratégias ele queria poder agir de modo mais eficiente possível contra Nyalartotep e para isso seria importante saber as habilidades de Blake.
    Lyvio
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Lyvio em Qui Set 07, 2017 4:55 pm

    Chris, considere que por ter noção onde Nyalartotep está Vulto se dirige para lá junto com Alexander.
    Jim Jones
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Jim Jones em Sex Set 08, 2017 11:53 pm

    [quote]Ominous - "(Entediada) Hum... esse deve ser o cachorrinho abandonado que seguiu os pivetes até em casa.
    (Irônica) E então... é verdade que você matou a Arawn?"[quote]
    [qupte] Scott- Você o que? [quote]

    Atomic ficou um tempo até realizar que Arawn era a garota que invocava monstros que havia combatido na base, seu olhar se torna um tanto quanto triste, demonstrando um pouco de compaixão a garota.- Espero que ela não tenha morrido... mas sim... fui eu que a impedi na base militar.

    -Quem é você?

    - Pode me chamar de Atomic. Eu sou seu prisioneiro, de acordo com o mascarado de vermelho. Mas não acredite que vocês tem qualquer poder sobre mim... posso sair daqui a hora que desejar.- Ele olha para as pessoas a sua volta e não reconhecia nenhuma delas, não estavam antes com ele no galpão da nave.- E vocês, quem vocês seriam? Alum de vocês é o líder desse grupo?
    Flamesh
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Flamesh em Sab Set 09, 2017 2:29 pm



    Trilha Sonora:

    Freya adentrara e encontrara os outros espíritos, mas tão logo ela chegara, vira a enorme maquina que jazia no observatório. Assim como as passagens principais do Templo, como na entrada, a magia fazia o local todo ser muito maior do que ele realmente era. Freya ficava impressionada e não escondia isso em sua face. Finalmente tinham chegado... Aquele era o fim daquela jornada e após isso poderiam voltar para suas irmãs e para Isabel a fim de ajudá-las com as outras partes dos seus objetivos de impedir seu pai, e o pai de Isabel.

    Gloome escreveu:Conseguimos! Este é o último teste da profecia! Quando o olho do sol avistar o herói da luz, os espíritos de seus antecessores se libertarão, o herói se tornará mortal e os Amesha Spenta despertarão! Se passar por eles, chegaremos até a runa! Não esqueça de usá-la contra o olho do sol imediatamente para abrir o portal entre as dimensões! Quando o encontro terminar, vai recobrar seus poderes! Ah, tenha cuidado quando conversar com o deus antigo. Não diga nada rude! E... o que mais...?! Não dê atenção a nada nem ninguém além de Kthanid! Especialmente se encontrar algum outro deus antigo!"

    Por um momento Freya pensou que não poderia ser esse herói... Que talvez Gloome tivesse errado, ela dizia que o sol teria de avistar o herói da luz, mas Freya apenas trazia trevas em sua essência. Ficou pesarosa e temendo que tudo aquilo tivesse sido em vão, mas apenas esperou para que o herói da luz fosse apenas uma espécie de metáfora, mas Freya também se atentava ao alerta de Gloome e a Valquiria assentia para a amiga, já não seria nada que Freya não estivesse pensando em fazer, mas era bom ter esse reforço como um conselho.

    A Valquiria então dava alguns passos para poder tocar o sol, com a cabeça abaixada e os olhos fechados ela dava passos permitindo que a luz esquentasse seu corpo e assim os espíritos que a seguiam começavam a se dissolver em luz. Freya olhou para a direção deles e ficou aliviada por ter conseguido resgatá-los e novamente lamentou por aqueles que caíram sob sua proteção...

    Freya sentia seus poderes se esvaindo e ficou temerosa por um tempo, aquela luz estava erradicando as trevas que lhe davam poder, mas sem sair, Freya perguntou à Gloome alarmada.

    - Gloome... Meus poderes estão sumindo, isso devia acontecer???

    Gloome: Sim, não se preocupe, está tudo ocorrendo como deveria!

    Freya engolia a seco, mas confiava em Gloome de que tudo estava acontecendo como devia. Até que ela observa uma plataforma subir e dela uma manticora enorme e feroz.

    Trilha Sonora:

    Tal coisa foi associada por Freya como Ahura Mazda, era a forma do leão... Mas agora Freya estava incapaz de lutar, estava sem as trevas, emergida na luz e isso a impossibilitava totalmente, mesmo assim, a Valquiria era a unica que podia fazer alguma coisa ali, e então ela retira a bainha da espada e sua expressão ficava fria e impassiva.

    - Se afastem. Não será como das outras vezes...

    Mas Gloome intervinha se pondo na frente de Freya

    Gloome escreveu:Deixe este comigo, Andromeda! Não se preocupe! Eu posso cuidar desse!

    Freya observou a faca de luz que Gloome portava, ela via aquela faca antes, aquela faca parecia guardar poder... Será que aquela faca tinha se formado enquanto a Nefilin tinha as trevas enfraquecidas pela luz?

    Gloome escreveu:Com grande bravura, a pajem do herói da luz o protegerá! É exatamente como a profecia diz!"

    A voz de Freya estava impassiva e ela se aproximava de Gloome para tentar pegar a faca ignorando a maldita profecia pois não deixaria Gloome ficar em perigo contra aquela coisa.

    Freya: Me de a faca, Gloome.

    Mas antes que Freya pudesse pegá-la, Gloome avançou na direção da manticora e a expressão de Freya se encheu de medo e desespero quebrando a frieza da batalha.

    Freya: GLOOMEEEEEEE!!!!!

    Ela estendeu o braço em direção à Imp como se pudesse alcança-la, mas não podia, de alguma forma Gloome tinha ganhado poder e avançara rapidamente sobre a manticora como na velocidade da própria Freya para combater o monstro que viera para atacar a Valquiria, ela se interpos. O Amesha Spenta e Gloome rolavam no chão em briga. Freya, encharcada do medo que lhe afligia e lembrando daquela profecia de que o Heroi teria de fazer um dificil escolha e que Gloome estava temerosa à medida que a profecia se cumpria, via que estava certa... Esteve certa o tempo todo e não fez nada para prevenir que isso acontecesse. Impulsivamente, Freya avançou sem habilidade, força ou agilidade contra o Amesha Spenta a fim de cravar a espada em seu pescoço, dessa vez ela não mantinha a expressão fria, estava como uma humana normal que tentava proteger desesperadamente o ente querido, mas antes de cravar a espada e no debate dos dois inimigos no chão, o Amesha deu uma patada em Freya que a arremessou a três metros de distância e Freya logo sentiu a dor do seu corpo quase quebrado, costelas, braço torcido. Freya logo tossiu sangue sentindo aquela dor poderosa. Ela tentava erguer os braços com a visão fraca de quem estava prestes a desmaiar com a dor.

    Freya: Gloome... Não...

    Ela via então que o Amesha cessava os movimentos aos poucos, se enfraquecendo até parar por completo com seu corpo cobrindo o de Gloome.

    Trilha Sonora:

    Freya: GLOOOOOMEEEEEEEEEE!!!!!

    O grito de Freya ecoava por todo o ambiente e nenhum resposta era dada. Mortalmente ferida, Freya fazia incrível força para se erguer, seu corpo inteiro tremia com a dor e o esforço e ela tentava se erguer, a cada novo esforço ela cuspia sangue mortal, mas ela tentava ao máximo ignorar a dor e o fato de estar quase morrendo. Ela caminhava quase tombando, lentamente, sua visão estava ficando turva, seu corpo queria dormir, dormir para nunca mais acordar mas a Valquiria não queria permitir, tinha que alcançar Gloome, e ela o fazia muito lentamente, com seu corpo semi destruido por dentro. Até que com um esforço incrível, ela conseguia chegar e praticamente se jogou chão se ajoelhando.

    Freya: Gloome, por favor me responda... Gloome!!! Sai dai!!! Por favor!!!

    Freya então tentava se esforçar para empurrar a manticora, mas a mesma nem sequer se movia e a dor insuportável não permitia que ela ousasse mais.

    Freya então passou a chorar... Não estava conseguindo tirar Gloome dali, de forma alguma, seu corpo não tinha mais forças e logo ela cessaria.

    Voz feminina: Mas já desistindo?

    Freya logo ergueu a cabeça num susto, essa voz...

    Hrist: Você se lembra de quando nos conhecemos?

    A voz de sua amada naquele ambiente... Mas ela não estava ali, ou estava?

    Freya: Hrist?

    Hrist: Você sempre achou que esteve sozinha cuidando disso não é?

    Freya: Eu...

    Hrist: Você é muito egoista... Todos te veem como uma santa, mas a verdade é que você é tola e falha como todos nós.

    Freya: Eu sei...

    Hrist: Você ainda não me respondeu. Lembra de quando nos conhecemos?

    Freya: Eu lembro...

    Hrist: O campo era vasto e cheio de morte. Etro tinha nos mandado buscar os soldados que se sacrificaram por seu país, na Alemanha. Nós não íamos conseguir buscar todos... haviam etéreos por lá, muitos... Foi a primeira missão como Valquiria que Etro me mandou, depois disso vieram as cruzadas, o Afeganistão e o fim da Era Meiji. Eu era novata... Você foi a única que sorriu pra mim, que me deu suporte, que disse que estaria vigiando minha retaguarda... Todas acreditavam que eu precisava sofrer a dor para poder me acostumar com ela, mas você não via dessa forma, nunca viu, porque você, Andromeda, nunca se acostumou com a dor e sempre continua a tomar os golpes pelos outros e por você, você sempre fez isso, em todas as batalhas, você me protegeu, levou meus golpes por mim, por todas nós e nunca desejou que alguém sofresse para aprender algo.

    - Aquele missil americano iria dizimar Emburgo, haviam muitas pessoas ruins mas também haviam inocentes e não era a hora deles. A influência dos etéreos desequilibrou as coisas. Você mesma seguiu o missil e o desviou do trajeto. Você estava cansada, havia levado muitos tiros e seu corpo estava fragilizado, não tinha tempo para curar-se com as águas, mas mesmo assim você fez o que devia... Mesmo com o seu corpo no limite você salvou incontáveis vidas. Quando eu vi o que você podia fazer, o que você se sacrificaria pra fazer, eu não pude sentir outra coisa que não te amar, te admirar... Seja lá o que acontece, você não se importa com a sua morte, desde que você faça o que precisa ser feito por aqueles que você ama, e você ama cada vida como se fosse a sua. Você consegue, Andromeda... Eu sei que você consegue, você sempre consegue.


    Freya: Hrist...

    Hrist: Rápido...

    Freya fez um olhar determinado, apoiou seu corpo no da manticora e começou a invocar uma grande força interior gritando pela dor e pelo esforço que havia como humana para tirar a mesma de cima de Gloome, até que finalmente havia acontecido, a manticora fora completamente empurrada e Gloome tossira sangue.

    Freya: - Gloome!!! Gloome!!!

    Freya se arrastava rapidamente ficando próxima de Gloome derrmando lágrimas ficando olho no olho da amiga que estava sonolenta.

    Gloome: - Você... Fez mesmo aquilo...?

    Freya: Você... Ouviu?

    Gloome: - Ouvi... A mesma voz daquela mulher... Que tentou te proteger quando... Ohrmazd... Estava te contando... Algo triste...

    Freya: O meu pai...

    Gloome: Sim... Você é um verdadeiro heroi da luz...

    Freya: Gloome... Me desculpe... Por favor... Me desculpe... Eu sabia... Eu sabia que isso ia acontecer, mas eu... Eu não fiz nada... Por favor, me perdoe...

    Gloome: Não havia... Nada... que pudesse ter feito pra... mudar isso... E também... Foi a minha escolha, eu também... Sabia que isso aconteceria...

    Gloome escreveu:A profecia... Um amigo verdadeiro do herói da luz... deve se sacrificar... e somente perante seus últimos suspiros... a runa dos Amesha Spenta se revelará. A amizade verdadeira forjada em sua jornada será perdida... mas sua esperança jamais será esquecida.

    A maquina então começava a girar e uma luz grandiosa tomava conta do ambiente e então, elas viam a Runa se revelando e Gloome estava feliz com isso, um sorriso fraco jazia em seus lábios, um olhar sonolento, feliz e lacrimejante.

    Gloome escreveu:-Ali está! Não a pegue ainda... por favor... Eu... tive medo... de que se a runa não se revelasse... significaria que a nossa amizade... não foi verdadeira.

    Gloome tentava se mover, mas seu corpo estava muito fraco para isso, Freya então tomava a mão de Gloome e fazia-a afagar o seu rosto, era o que ela queria e Freya ajudava com isso. Freya mantinha ainda as lagrimas a cair, aceitando que Gloome não conseguiria resistir e que ao menos... Estava feliz por ter cumprido o que queria.

    Gloome escreveu:Eu... nunca me senti tão feliz... como agora. Obrigado... por me ajudar a cumprir... meu propósito... Andromeda."

    Freya sorria diante as lágrimas e respondia:

    Freya: Eu quem tenho que te agradecer, por ter te conhecido, por ter gostado de mim, ter ficado ao meu lado e por me deixar ser sua amiga...

    Gloome escreveu:Eu... só tenho... um último... desejo. Você... se importaria... de abraçar?"

    Freya esboça um sorriso maior mas os olhos se entristeciam mais com o pedido de Freya.

    Freya: Seria uma honra...

    A Nefilin então se esforçava e erguia o corpo de Gloome sentada e abraçava a Imp com todo o afeto e carinho que tinha. Ela segurava as costas de Gloome em uma mão e afagava os cabelos da Imp de forma carinhosa e dizia com choro na voz no ouvido de Gloome:

    Freya: Me escuta Gloome... Me escuta com atenção... A morte não é um fim... Ela não é... Ohrmazd está errado, você não é só um reflexo da loucura dele, você é infinitamente mais que isso, você é uma pessoa, você é minha melhor amiga. Nós vamos nos encontrar denovo, eu prometo que vou te procurar, seja lá onde você estiver.

    Então, o corpo de Gloome começava a se esfazer em luz começando pelos pés e subindo pelas pernas chegando ao corpo e Freya a apertava mais forte como se não quisesse deixá-la ir e ela dizia por fim.

    Freya: Gloome... Não se esqueça disso, nunca: Eu te amo.

    E então, antes que a luz tivesse consumido a cabeça de Gloome por completo:

    Gloome: Eu também... Te amo...

    E o corpo da Imp se desfez por inteiro em luz subindo e desmanchando no ar. Freya estendeu o braço tentando alcançar a luz dissipada e seus olhos continuaram a derramar lágrimas.

    Hrist: Agora de pé!

    Freya enchugou as lágrimas do rosto, sua face estava determinada e então ela se ergueu com dificuldade, sua visão ainda cansada e abatida, seu corpo mais dolorido que antes, ela caminhava cambaleante até a Runa e a pegava. Ela olhava para a Runa e o filete de sangue em sua boca escorria, ela estava morrendo, tinha que conseguir terminar aquilo, antes...

    A Valquiria então se encaminhava até a maquina, ainda cambaleante e fraca, cuspindo sangue e arfando, e então ela encaixava a runa na maquina e em pouco tempo uma luz cegante brilhava logo estava em uma imersa escuridão. Freya olhava pelos arredores... Infelizmente as trevas que lhe davam forças não eram as mesmas que estavam naquele ambiente, ela não estava em casa como normalmente se sentia em meio à escuridão, até que o cenário começava a se revelar como num planetário dourado e a Valquiria via tentaculos grandes se desenrolarem no ambiente, ela olhou na direção dos tentáculos e viu olhos grandes e amarelos surgirem.

    Freya estava com dificuldade para respirar, mortalmente ferida, o corpo tremia dos pés à cabeça e ela queria desmaiar mas ainda evitava que isso acontecesse. O olhar de Freya tornou-se determinado focando nos olhos dourados, tinha que terminar com aquilo. Freya então deu um passo para frente, fitando aqueles olhos.

    Freya: Kthanid... Por favor, nós temos que conversar.




    Freya então de repente estava em outro lugar, o mesmo local na feira onde antes estavam, em frente ao templo, antes de Gloome fazer o templo reaparecer, fazendo com que ele se lembrasse de como ele era... Freya observou o local, sentia que seus poderes já havia retornado e via que estava com algo diferente, uma bussuloa com o simbolo de um polvo... Como um colar...

    "Deu certo..."

    Falara com Kthanid... E o mesmo havia apagado suas memórias para proteção, o que era uma faca de dois gumes, mas havia conseguido...

    "Obrigada, Gloome... Vou manter minha promessa, a você e a eles, mas primeiro... Tudo isso temos que arrumar esse caos. Esperem por mim."

    O vento balançou forte jorrando e balançando os cabelos prateados da Nefilin, quase como se tivesse respondido aos seus pensamentos. Freya sabia o que aquela bussola fazia, conhecia algumas magicas dos Elder Gods, ao menos já tinha visto alguns efeitos, não era surpresa que essa bussula era o que todas as bussolas faziam, levavam a algum lugar, mas agora era hora de seu reunir com suas irmãs e depois com Isabel. Freya então ia até a mochila que havia deixado ali perto e enquanto se trocava em um local discreto ela ligava para Lightning, havia dado para ela um telefone celular e havia a ensinado a usar, só esperava que ela estivesse em algum lugar de alcance para que pudesse falar com ela.
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Exalted em Ter Set 12, 2017 4:06 pm

    Espero não precisar voltar mais a esse lugar maldito, já estou aqui há mais tempo do que queria, as informações já estão em mãos, hora de ir. Como já esperava, tenho que passar novamente pelo salão, o que faço sem me virar, ouço a voz da bruxa, o que me faz ranger um pouco os dentes, considero dizer alguma coisa, mas não vale o trabalho, ao menos não agora, vou até a porta e saio, finalmente sentindo o ar mais puro do lado de fora da catedral.

    Me sento em um banco de uma pequena praça onde não há muito movimento e vejo o passado, a demônio atendia pelo nome de Ananque, ela tem… tinha mesmo uma dívida comigo, posso ter me apressado em dizer que estava paga, mas é Hazel quem está em jogo, eu não podia me dar ao luxo de hesitar. Me pego sorrindo levemente com o canto da boca, ela não é má pessoa afinal, ainda assim, espero não voltar mais àquele lugar.

    Voz feminina escreveu: - "(Confusa) Aham... Co-como conseguiu esse telefone... senhor Ezekiel?"

    - (impaciente) Escute com atenção, querida, não tenho tempo pra isso, só faça o que eu pedi.

    Intimidation +11 + Second Chance
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    8 , 11

    Olho com atenção o número no papel, talvez eu conheça de onde é o prefixo deste número se precisar ir até lá.

    Investigation +2
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    Neith
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Neith em Qua Set 13, 2017 2:16 am


    Lara Tolstói escreveu: "(Amigável) Claro... Isabel! Algo em particular?"

    Isabel Müller- Sim... Acredito que possa me ajudar em uma coisa. Me encontre na saída da sede em 30 minutos.




    mensagens-Isabel/Ian escreveu:Ian Akalust- São rituais de purificação, de iniciação, de passagem. Requerem a presença de seres puros para serem ministrados. Jovens, virgens... você sabe.
    A Equinox não se envolve com magia negra e nem sacrifícios.


    Isabel Müller- Eu sei! Já disse que não importa. Apenas... Eu não acho que crianças devam ser expostas a magia... Você sabe!
    A ordem pode não se envolver, mas não pode garantir que seus Membros fora daqui não se envolvam. Você leu o bilhete, ela não seria uma ameaça se não estivesse envolvida com o que eu considero errado!

    Ian apoia sua mão sobre a estante colocando seu braço a minha frente e impedindo-me de seguir a diante. Isso significava que ele provavelmente queria fazer uma pergunta e que eu não gostaria de responder.

    Ian Akalust- Há algum tempo, na cafeteria, eu perguntei quando descobriu suas habilidades e você disse que na infância, mas não disse quando e nem quem te ajudou a entender...

    Volto meu olhar para ele.

    Isabel Müller- Se é o que quer saber... Foi minha mãe.

    Ian Akalust- Isso explica algumas coisas!

    Isabel Müller- Ela foi uma boa mãe, Ian.

    Ian Akalust- Não duvido disso, mas não pode negar que isso afeta você e seu modo de pensar.

    Isabel Müller- Nunca disse o contrário! Mas, isso está mudando, como tudo muda com o tempo.

    Ian abaixa a mão e volto a caminhar por entre as estantes.




    mensagens-Isabel/Ian escreveu: Ian Akalust- Sim, sei. É uma área isolada próxima ao crique de rouen.

    Isabel Müller- Não devo ter muitas dificuldades para acha-la então. Algo mais?




    Ian Akalust- Mavis é uma incógnita. É a mestre mais velha do conselho. Pelo que eu soube, ela foi selecionada quando criaram o conselho e, desde então, nunca desafiou ou foi desafiada por outro mestre. Nem o próprio Melchior, que desafiou quatro mestres, demonstra querer desafiá-la.
    Mas são apenas boatos...


    Isabel Müller- Nenhum boato surge sem uma razão! É melhor eu ficar atenta a isso.




    Ian Akalust- Olhos azuis... frios. Digo, literalmente. Você sempre sabe quando ela está olhando para você porque o olhar dela é congelante.

    Olho para Ian intrigada.

    Isabel Müller- A quanto tempo está na ordem?




    Ian Akalust- O que fará com Lara? Pretende leva-la junto?

    Isabel Müller- Pretendo tentar devolver suas memórias. Levá-la junto... eu não sei... Ian, eu queria, mas eu não posso levar você porque... É melhor conversamos quando eu voltar!

    Isabel Müller- Te vejo mais tarde. Cuide-se.
    [próximas ações]:
    Se Lara estiver esperando Isabel na saída da Equinox, Müller seguirá com Twinkle até sua casa (Isabel). [Se Lara não estiver de carro, a maga pedirá um taxi/uber] Em sua casa Isabel tentará recuperar as memorias de Lara através do Healing e enviará uma mensagem a N0N0M0R1 agradecendo-a pela distração e pedindo que abra uma “porta” para o crique de rouen.
    Healing - Neith efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Neith em Qua Set 13, 2017 2:16 am

    Re-rolagem
    -1 PH
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por MINDGAME em Sex Set 15, 2017 1:58 am

    Agrupados - Donald Drifus e Scott Murdock

    Forte da Lotus

    Donald Drifus

    Scott Murdock

    Jack Parker

    Minerva Parker

    Ansata

    Ominous

    Scott Murdock escreveu:Você o que?
    Donald Drifus escreveu:Espero que ela não tenha morrido... mas sim... fui eu que a impedi na base militar.
    Scott Murdock escreveu:Quem é você?
    Donald Drifus escreveu:Pode me chamar de Atomic. Eu sou seu prisioneiro, de acordo com o mascarado de vermelho. Mas não acredite que vocês tem qualquer poder sobre mim... posso sair daqui a hora que desejar.
    Ominous - "(Irônica) Hum. Gostei dele."
    Donald Drifus escreveu:E vocês, quem vocês seriam? Alum de vocês é o líder desse grupo?
    A garota entediada suspira.
    Ominous - "(Entediada) Você ainda não falou com a Lotus, né?!
    Bom, eu que não vou ser sua babá..."

    [Off = Interações livres, sintam-se à vontade para desenvolver diálogos com os presentes que já conhecem a postura]



    Agrupados - Freya e Isabel Müller

    Catedral da Equinox - Crique de Rouen

    Freya

    Isabel Müller

    Lara Tolstói

    Freya liga para Isabel e, junto com a voz da maga, ouve uma segunda voz feminina.
    N0N0M0R1 - "Andromeda, poderia seguir até a porta da casa que está à sua direita?!"
    [Off = Quando Isabel abre a porta, as duas estão frente a frente]
    A garota continua.
    N0N0M0R1 - "Atravessem para qualquer um dos lados e fechem a porta."
    Após seguirem a instrução, ela continua.
    N0N0M0R1 - "Podem abrir."
    Ao abrir a porta, as três podem ver ao longe uma catedral sobre quedas d'água. Longas pontes levam até a grande construção.
    [Off = Interações livres, sintam-se à vontade para desenvolver diálogos com a Twinkle]

    @Exalted:
    [Off = PPs atuaslizados! Very Happy ]

    Ao analisar o número no papel, o anjo nota que o código de área se refere ao leste de Manhattan.
    Hesediel escreveu:Escute com atenção, querida, não tenho tempo pra isso, só faça o que eu pedi.
    A garota gagueja.
    Voz feminina - "(Aflita) E-eu não... d-desculpe, senhor! P-para onde quer seu guia?"
    [Off = Vou considerar que o anjo fala que quer ir ao reino dos mortos para adiantar]
    Voz feminina - "(Confusa) M-mas... eu... m-me desculpe, mas não tenho como te guiar nesse lugar... e-eu só posso abrir a porta.
    (Aflita) Logo a-a sua frente há uma casa. E-entre pela porta da frente."

    [Off = Se o anjo antender ao pedido, vai se deparar com uma realidade completamente diferente do outro lado da porta]
    Canário:

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    @Flamesh:
    [Off = PPs atuaslizados! +1PH! Very Happy ]

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    Data: Sexta feira 16/12/2016 - Noite
    Vitalidade: Ok
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    Pontos de poder: 205 (NP 13)
    @isaac-sky:
    [Off = PPs atuaslizados! Very Happy ]

    Scott Murdock escreveu:Então acha que conseguiria ler se outra pessoa abrir...como eu odeio isso, porque o cara que menos entende dessas coisas é quem acaba com um livro amaldiçoado desses?
    Eu acredito que não foi só eu que teve a mente atacada ontem a noite Ominous, talvez outra pessoa, ou coisa, tenha tentado forçar Minerva a abrir o livro.
    Ominous - "(Desdenhando) Foi inteligente, então."
    Jack Parker - "(Murmurando) Vadia..."
    Scott não consegue se lembrar de nenhuma informação relevante sobre o Necronomicon que a Ominous já não tenha exposto.
    Os anéis, apesar de bem ornamentados, parecem comuns. Possivelmente feitos pelo mesmo joalheiro.

    Informações atuais
    Data: Sábado 17/12/2016 - Manhã
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    @Jim Jones:
    [Off = PPs atuaslizados! Very Happy ]

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    @Lyvio:
    [Off = PPs atuaslizados! +1PH! Very Happy ]

    Lysion Verne XXV escreveu:Você parece insistir de mais na simbologia da lanchonete...Será que o dono do Mecdonalds fez um pacto com Mefistófeles para crescer tanto a tal ponto de ter lanchonetes idênticas a esta espalhadas pelo mundo nas maiores cidades e com isso ele ganharia dinheiro, influência e poder...
    Se realmente você não esta se confundindo, acabou de revelar para mim que uma lenda urbana é verdadeira...Mas isso não importa agora. Temos que seguir, vamos até o faraó e lá terminamos de vez com ele!
    O mago parece horrorizado.
    Alexander Blake - "(Irônico) Essas sedes pecaminosas estão espalhadas pelo mundo todo? E ninguém notou?
    (Confuso) Céus, é pior do que eu pensava! A profanação se espalhou pelo mundo enquanto eu estive fora..."




    Lysion Verne XXV escreveu:Esses costumes...eu até sinto falta disso, hoje não precisa mais disso diretamente, digamos assim. As mulheres escolhem seus homens e vice versa geralmente sem imposição de ninguém...O dote fornecido hoje é o homem ter um bom automóvel...Hahahaha!
    O mago parece confuso.
    Alexander Blake - "(Confuso) Sem acordos?! Isso não parece dar certo...
    Como os casais aprendem a apreciar a companhia de seus parceiros eternos se podem escolher qualquer um?
    Se Havah não fosse minha prometida, se eu não soubesse que nossa união seria eterna e maior do que qualquer escolha, eu não teria aprendido a amá-la, nem teria ido resgatá-la e não estaria aqui hoje, nesses dias sombrios!
    Uma escolha racional torna a união mundana e descartável, como um erro qualquer perante qualquer defeito ou falha de caráter. Ou vocês do futuro encontraram uma forma de contornar isso? Como são as histórias de amor do futuro, meu caro companheiro desmorto?"

    O mago parece curioso em meio aos seus pensamentos.



    Lysion Verne XXV escreveu:Diga-me Alexander, se vamos enfrentar Nyalartotep juntos acho justo informarmos nossas habilidades para traçarmo uma melhor estratégia de combate, acho que mesmo ele fragilizado não podemos subestimá-lo. Eu posso começar.

    Como está claro, eu sou um fantasma e minhas habilidades em sua grande maioria correspondem as habilidades normalmente atribuídas a fantasmas. No entanto, alguns de meus poderes estão retornando aos poucos, alguns mais úteis, mas, por enquanto minhas capacidades são:

    Invisibilidade, telecinese, tomo uma forma horrenda e assusto quem eu desejar que a veja, possuo o corpo das pessoas tomando seu controle, atravesso coisas sólidas e além disso possuo a capacidade de abrir dois portais para dois locais diferentes.

    O portal do Mundo dos Mortos e o Portal do Abismo, o primeiro me permite enviar para o mundo dos mortos coisas e seres ainda vivos o segundo é apenas para convocar um pequeno grupo de demônios que fugiram durante a guerra contra os exércitos de Asmodeus, mas tinha me jurado lealdade.

    Eles romperam, mas depois os encontrei já como fantasma ainda no abismo e eles fizeram um pacto comigo permitindo que eu os convocasse de lá para me servirem. Isso é o que posso destacar. E quanto a você?
    Alexander Blake - "(Assustado) Enviar vivos ao reino dos mortos?! Isso é horrível! Estranho eu não sentir a presença do mal em seu espirito... é possivelmente uma das piores torturas das quais já ouvi falar...
    (Pensativo) Quanto a mim... bem... passari séculos estudando e aprimorando meus poderes místicos, faço um pouco disso, um pouco daquilo... e, quando Lúcifer me mandou de volta, mandou algo comigo. Em resumo... ele come gente má... de qualquer forma, se me vir pegar fogo, não olhe para mim. Desvie o olhar. Às vezes rezar ajuda."




    Após uma longa jornada, os anciões finalmente avistam o templo no horizonte e, ao longe, podem ouvir um som que parece exercer pressão sobre seus corpos.
    Som:
    A medida que se aproximam, a altura do som aumenta e a pressão começa a tornar sua mobilidade difícil. Os sentidos, aos poucos, parecem falhar e Vulto nota que Blake começa a emanar fumaça.
    Alexander Blake - "(Assustado) NÃO OLHE!
    Ahg!"

    O urro do mago é proferido junto com uma labareda expelida por sua boca e Blake cai de joelhos. É possível notar que detalhes do vestuário do mago estão se tornando incandescentes.
    Ao se aproximar do templo, os sentidos de vulto continuam se deteriorando aos poucos em meio a pressão.
    Templo:
    O avançar é cada vez mais difícil, mas, quando está proximo o suficiente, o fantasma avista uma multidão de milhares de pessoas reunidas, avançando com a mesma dificuldade na direção do templo e a monstruosidade.
    Nyarlathotep:
    O fantasma consegue reconhecer a voz do faraó em meio a pressão.
    Nyarlathotep - "(Sereno) Bem vindo de volta, meu devotado servo. Vejo que trouxe meu inimigo até mim. Isso é um presente?"

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    @Neith:
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    Isabel Müller escreveu:Sim... Acredito que possa me ajudar em uma coisa. Me encontre na saída da sede em 30 minutos.
    Twinkle atende prontamente à ordem.



    Isabel Müller escreveu:Não devo ter muitas dificuldades para acha-la então. Algo mais?
    Ian Akalust- É tudo o que eu sei.



    Isabel Müller escreveu:A quanto tempo está na ordem?
    Ian Akalust- Cerca de um ano antes de você entrar.



    Twinkle acompanha Müller em silêncio até sua casa. É claro que a garota vê a maga como uma superior e apenas isso.
    Após chegarem, Isabel tenta reconstruir o que foi apagado da mente da garota e Twinkle não entende o que está acontecendo, mas, em segundos, seus olhos se arregalam em uma expressão de felicidade.
    Lara Tolstói - "(Empolgada) ISABEL!"
    A garota parece confusa, como se várias coisas passassem em sua mente ao mesmo tempo.
    Lara Tolstói - "(Confusa) Você... conseguiu!"
    [Off = Está livre para desenvolver diálogos com a Twinkle]



    Müller liga para N0N0M0R1, mas, enquanto fala com ela, seu celular da sinal de segunda chamada.
    N0N0M0R1 - "Andromeda está na segunda linha, vou cruzar a ligação."

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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por isaac-sky em Sex Set 15, 2017 11:07 pm


    Atomic parecia demonstrar alguma culpa diante da afirmação. Mas aquilo ainda irritava Scott profundamente.

    "Que tipo de maldição eu tenho agora? Todos que conheço vivem à beira da morte?"

    - Pode me chamar de Atomic. Eu sou seu prisioneiro, de acordo com o mascarado de vermelho. Mas não acredite que vocês tem qualquer poder sobre mim... posso sair daqui a hora que desejar.-

    -Não poderá sair se eu quebrar as suas pernas - a fala saiu antes que parasse pra pensar. Talvez não fosse um mau sujeito, mas Scott estava de cabeça quente.

    Ominous - "(Irônica) Hum. Gostei dele."

    A irritação de Scott só aumentava agora.

    - E vocês, quem vocês seriam? Alum de vocês é o líder desse grupo?

    Ominous - "(Entediada) Você ainda não falou com a Lotus, né?!
    Bom, eu que não vou ser sua babá..."

    -Nem eu. Pra você eu sou só o Motorista que vai te mostrar o...
    "Não...eu não sou assim. Ou eu era assim? Ameaças, dor, tortura...eu conheço dessas coisas. É a minha natureza"


    -...que se dane. Olhe, estamos com um problema aqui. E eu sinceramente estou sentindo uma vontade muito grande de socar essa sua cara. Então melhor sair daqui, encontre a Lótus, resolve teu BO...mas se a Arawn morrer eu vou atrás de você, pessoalmente

    A tatuagem de escorpião se modifica por um instante, cobrindo o rosto de Scott num movimento fluído e retornando a forma original nas costas.

    Com os anéis misteriosos em mão, ele os coloca num bolso do casaco.

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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Flamesh em Dom Set 17, 2017 5:38 pm

    Well Informed - Lara Tolstoi

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    Well Informed - Equinox (Levando em consideração as informações que Freya teria obtido quando as Valquirias trabalharam com a Equinox na idade média, o que foi definido em Salto Temporal.

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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

    Mensagem por Flamesh em Dom Set 17, 2017 7:10 pm


    Freya guardava todo o seu equipamento de volta à mala, ia precisar misturar-se novamente para voltar o caminho todo. Ela já terminava de se trocar e o telefone de Lightning não atendia.

    "Vamos, Lightning... Atende... Você disse que tinha entendido como funcionava..."

    A ligação caía na caixa postal e Freya bufava com a decepção de que sua capitão não atendia o telefone, ela esperava pelo menos que estivesse bem, ela ia então tentar falar com Hrist novamente, mas antes de fazê-lo, Freya aproveitava que deveria também informar Isabel do que ocorrera e devia encontrá-la para proteger Jéssica. Ela já vestida com as roupas mundanas, ligava para Isabel e rapidamente o celular é atendido.

    Nomori escreveu:- Andromeda, poderia seguir até a porta da casa que está à sua direita?!

    Freya se espantou, nunca tinha ouvido aquela voz antes, mas Freya imaginou quem podia ser, aquela pessoa misteriosa que ajudava Isabel. Nomori.

    - Nomori?

    Perguntava estando incerta se era ela mesma. Logo Freya olhou ao seu redor, só havia uma casa próxima e era preciso alguma caminhada, pois o local onde estava, a feira era um local em ar livre. Freya já não estava mais com a força das trevas inundando seu corpo, ela carregava a mala com suas coisas e ia até a porta onde a abria com Nomori ainda na linha. Ela abria a porta e dava de cara com Isabel e Lara no apartamento da maga. Freya abre os olhos impressionada e esboça logo um sorriso e Isabel poderia ver que Freya estava não mais com uma armadura e uma espada, estava com uma camiseta de manga regata branca, uma espécie de colar por baixo da camiseta, uma calça legging e um tênis, como uma garota normal da terra, mas também trazia consigo uma mala grande o suficiente para carregar uma armadura desmontada e uma espada.

    Nomori escreveu:- Atravessem para qualquer um dos lados e fechem a porta.

    Imediatamente Freya dizia:

    - É melhor eu entrar aí.

    E logo, se Isabel permitisse Freya adentraria poria a mala no chão e fechava a porta.

    Nomori escreveu:Podem abrir.

    Imediatamente Freya respondia:

    - Nomori, podemos entrar logo menos? Tem uma coisa que preciso fazer antes de seguirmos.

    Se Nomori dissesse que sim, então elas ficaria no apartamento de Isabel, caso ela dissesse que precisava que entrassem agora, então Freya abriria a porta novamente para atravessarem, mas diria para se manterem distantes ainda.

    - Lara, é um prazer te conhecer! Meu nome é Andromeda, sou uma Valquiria de Valhalla.

    Freya se aproximava de Lara e lhe cumprimentava com um cumprimento de mão amigável. Logo então ela torna a Isabel e a cumprimentava com um abraço.

    - É muito bom te ver denovo!

    Ela então desfazia o abraço e agora com uma expressão séria e um pouco tensa ela dizia:

    - Nós temos que conversar...

    Os olhos de Freya eram fixos no de Isabel, a maga saberia do que estava falando se tivesse lido o bilhete e então dependendo da postura dela agora, saberia se poderia falar na frente de Lara, ou não. Freya pretendia revelar a Isabel o que sabia sobre o pai dela e isso incluia revelar sobre o seu. Lara era amiga de Isabel, se Isabel confiasse em Lara o suficiente para ouvir tais coisas, então Freya confiaria no julgamento da maga.
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    Re: [!ON!] O Sepulcro dos Falsos Deuses - Capitulo I

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