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    Prólogo - Eromyn Yldo

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    fairbrooks
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    Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Qui Mar 09, 2017 10:12 am

    Eromyn havia saído do último feudo que visitara com seu mestre por sorte. Teria morrido com um disparo de besta se seu mestre não tivesse entrado em sua frente e mandado ele partir depressa, assim o anão velho com sua pouca velocidade e ligeiramente desleixado partiu, pegando apenas o cajado de seu Mestre como uma lembrança e uma promessa. Alguns outros virotes foram disparados, porém não atingiu o anão, nenhum cavaleiro montado foi atrás, permitindo assim que o Eromyn escapasse com sucesso, com uma terrível perda.

    O feudo de onde partira não era muito longe de uma vila, e andando em seu luto e perdido em seus pensamento, você se depara na entrada da vila, devia ter caminhado por aproximadamente dez horas sem cessar, ou pelo menos é o que você estima. Está cansado, com fome, com sede e com ódio de Jacques, o dono do feudo que ordenou a morte de seu Mestre, você não sabe o motivo, possivelmente um golpe que havia falhado, mas não era importante, ele teria que pagar pelo o que fez.

    É tarde da noite e possui apenas um guarda na entrada da vila. A vila é cercada por um riacho e possui apenas duas pontes, uma em seu extremo norte e outra em seu extremo sul,e você se encontra na ponta do sul. O guarda nota sua presença e fica de prontidão com sua lança enquanto o encara.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Qui Mar 09, 2017 11:13 pm

    Mesmo não acreditando em nenhum daqueles deuses que havia escutado pelos outros reinos que passara, Eromyn sabia que para ter saído vivo daquela situação, e com sua idade, teve que ter sido abençoado por algum deles... ou talvez foi apenas mais um de seus dias de sorte. Pensava assim para amenizar a dor da perda de um grande companheiro e seu grande tutor.

    " Sempre achei que iria morrer antes dele... Acho que perdi o último pedaço de jovialidade que tinha." Falou o velho com os olhos lacrimejando, algo não muito comum para Yldo.

    Durante aquela viagem esgotante montado em seu pônei, fazendo-o notar que seu corpo ainda guardava resquícios de quando era um exímio anão em sua plenitude, Eromyn apenas conseguiu parar de pensar em modos que faria para matar, roubar, enganar e se vingar de Jacques quando notou que precisava atender todas as suas necessidades básicas para se manter vivo... sua opção de vida não era algo tão fácil de se encarar, mas ele sempre soube disso desde o principio. Chegando finalmente em um local que poderia descansar, nota que o guarda da vila se precavia perante sua entrada.

    - Boa noite, jovem guerreiro. Meu nome é Irineu, sou um velho vendedor andarilho que vem com suas especiarias de uma distante vila dos anões. Apenas desejo me estabelecer durante essa dura noite para partir pela manhã.

    O sábio charlatão faz sua melhor cara para o guarda, enquanto desce de sua montaria com cuidado e demonstrando demasiada fragilidade. Mentira sobre seu nome pois sempre se precavia para que os rumores não se espalhassem com foco em seu verdadeiro nome e isso lhe acarretar algo de ruim no futuro. Esperou pacientemente a resposta do guarda, enquanto usava o bastão como bengala, para garantir que se algo desse errado, que seu uso lhe seria útil para conseguir o merecido descanso.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Sex Mar 10, 2017 10:21 am

    O guarda te olha de cima a baixo e olha para o seu pônei e cospe no chão.

    - Você diz que vende especiarias, mas não vejo nenhuma com você, quem é você de fato?


    Ele cerra a mão em sua lança enquanto aguarda sua resposta.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Sex Mar 10, 2017 7:21 pm

    Eromyn Não desfaz o rosto amigável e tenta explicar para o guarda sua situação "real", falando bem pausadamente para que ele entenda.

    - Então você pôde notar o quanto satisfeito eu estou com minhas vendas. Já consegui vender uma boa parcela do que trazia comigo, agora só resta o que carrego nessas sacolas amarradas a minha montaria.

    Yldo rapidamente retira uma das sacolas e mostra alguns de seus produtos para o guarda, sem se aproximar muito para não ameaça-lo de alguma forma.

    - Veja, Trago comigo os mais variadas utensílios. Carrego livros, ampulhetas, armadilhas, lanternas, correntes, cordas, perfumes e meu material mais especial que foi feito com minhas próprias mãos: Esses frascos dão a um homem a força de mil homens treinados à cada gota que ingerirem. Caso ainda não confie em mim, posso lhe dar uma dessas como selo de confiança. O velho anão retirou muitos dos objetos que carregava consigo mas, ao retirar os fracos com aqueles líquidos( Toxina, água benta, antitoxina, poção de cura), viu uma oportunidade de garantir sua passagem sem alertar nenhum outro morador da vila.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Sab Mar 11, 2017 2:00 am

    O soldado relaxa a mão da lança e abre um sorriso sem graça para você.

    - Ah, me desculpe senhor. Noites agitadas por esses dias, todo cuidado é pouco, mas entre por favor e minhas mais sinceras e honestas desculpas. Que suas boas vendas o sigam aqui em nossa singela vila.

    Ele abre a passagem para você, e assim, você adentra na vila.

    Não é uma vila grande, isto é perceptível mesmo de fora, porém dentro da vila é possível ver que é bastante organizada, com sua área de comércio, residencial e a de estadia. Estadia possui as tavernas e as estalagens, residencial a área onde os habitantes da vila ficam, com uma grande casa no final delas, aparentemente de quem está no comando, e a de comércio com um ferreiro, estábulo, alquimista, curandeiro e alguns outros que você não chegou a ver.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Sab Mar 11, 2017 8:03 am

    - Sem problemas, meu filho. Isso apenas significa que esta fazendo um ótimo trabalho guardando sua vila. Muito obrigado, espero que a calmaria abrace essa vila.

    Eromyn entra na vila montado em seu pônei, finalmente desmontando sua cara de felicidade e deixando transpassar um pouco do cansaço da viagem e da tristeza de não ter seu mestre lhe acompanhando. O velho nota que no final de toda aquela organização da vila, existia um imponente casarão e deduz ser do senhor daquelas terras... ele já sabia para onde ir no dia seguinte. Lentamente, noite a dentro, se dirige à estalagem para alugar um quarto para aquela noite onde poderia descansar e talvez conseguir algumas informações sobre o morador daquela grande casa. Teria um longo dia pela manhã.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Sab Mar 11, 2017 10:07 am

    Você entra na vila e e dirige para estalagem para descansar de seu dia infernal. Ao chegar lá se depara com uma mulher jovem na recepção para lhe receber, e atrás dela, uma escada que leva para alguns quartos nos dois andares superiores, várias mesas espalhadas no térreo onde algumas pessoas conversavam, comiam e bebiam, e um piano com um homem, ou pelo parecia ser, tocando de costas para todos.

    A mulher te percebe e abre um belo sorriso.

    - Boa noite senhor, como eu posso lhe ser útil nessa esplêndida noite?
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Sab Mar 11, 2017 10:21 am

    O anão entra na estalagem, deixando seu pônei bem amarrado do lado de fora. Em seu rosto, deixa exalar o cansaço de todo o dia que acabou de acontecer e, antes de chegar perto da moça, acena levemente com as mãos.

    - Boa noite, senhorita. Gostaria de um quarto para passar a noite, saio logo pela manhã.

    Aproveita a oportunidade e tenta conhecer mais sobre o local.

    - Venho de terras distantes e estou bem cansado... a propósito, notei que o guarda que cuida da entrada da vila está bem agitado e intransigente para com os estrangeiros, você sabe o motivo ? Pensei que ,talvez, o senhor dessas terras não gostasse muito de receber visitantes de outras regiões.

    Agiu como um velho desocupado, sentado em uma praça e comentando sobre os causos recentes que haviam passado pelos ouvidos. Aprendera com o tempo a usar sua imagem idosa para fomentar os estereótipo e não causar qualquer estranhamento.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Sab Mar 11, 2017 8:47 pm

    - Um quarto para noite está uma peça de prata senhor, quanta a segurança não é que o Prefeito não goste de forasteiros, é que após o anuncio de um escolhido para derrotar Dernamur, as terras andam meio... hostis no geral, não se sabe exatamente o porque, por isso a alerta de nossos guardas.

    Ela fala já pegando uma chave com um pedaço de papel numerado colocando no balcão aguardando o pagamento.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Sab Mar 11, 2017 11:43 pm

    - Esta aqui, dona. Muito obrigado. Entendo a reação do seu prefeito, notei pelas estradas que o mundo anda hostil por esses tempos. Um estranho pesar transpassou aquela face até então gentil. A recém morte de Nygr ainda afetada sua mente, que desesperadamente tentava afastara as lembranças e seguir com sua vida. Pegou uma moeda do bolso e entregou para a mulher que lhe atendia.

    Pegou a chave do quarto e o papel antes de subir as escadas, indo diretamente para seus aposentos. Lá, deitou-se sem ao menos retirar nada do corpo... o cansaço lhe cobrara o preço da idade que ostentava. Em sua mente, apenas a ansiedade de se apresentar no casarão na vila no dia seguinte.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Dom Mar 12, 2017 2:34 am

    Não demorou muito para dormir, mesmo com a morte de seu Mentor e amigo, o cansaço que havia em seu corpo era mais forte que qualquer luto que poderia ter, e com isso, você adormece sem sonhos, ou um descanso merecido.

    Quando acorda, parecia que havia apenas piscado o olho, de tão pesado havia sido teu sono. Da janela do quarto que estava hospedado era possível ver o casarão, pelas suas experiências, você estima que no mínimo um grande comerciante ou um pequeno nobre reside no local, não pelo tamanho da casa, e sim pelo o acabamento e decorações visíveis mesmo a uma certa distância.

    Você arruma suas coisas, desamassa suas roupas que havia dormido em cima delas e desce para o térreo, onde uma elfa que trabalha no local lhe instruí que a diária paga inclui café da manhã e te leva até uma mesa. Não demora muito para ela chegar com um prato com pão e queijo e um copo com suco aparentemente de morango. E então ela sai para atender os outros clientes.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Dom Mar 12, 2017 10:04 am

    O descanso parecia mais com uma viagem no tempo, onde em uma piscada já se passavam horas. Eromyn acorda, sentindo que seu corpo ainda despertava seus músculos em um processo lento e doloroso, e olha diretamente para seu possível destino de hoje: O casarão. Notando pelos detalhes que aquele que residia ali não deveria passar de alguém com riquezas médias comparadas à outros senhores de reinos, deu um suspiro de alivio por supor que não seria tão difícil burlar a segurança quanto achara.

    " Preciso ao menos saber qual o tratamento que o prefeito oferece com os residentes locais, pois pelo que vejo é tudo bem cuidado por aqui... se for mais um daqueles merdinhas abusivos, Nygr irá ficar orgulhoso de mim" Pensou o velho, enquanto ja se preparava para sair pela porta.

    Descendo, foi guiado até seu café da manhã, onde se fartou de pão e queijo, mantando assim a fome que o seguia a tanto tempo que ele nem ao menos notara.

    " Tenho que aproveitar ao máximo essas moedas, esse último golpe foi muito custoso para eu desperdiçar os frutos com qualquer coisa" Ponderou.

    Terminando, decide sair dali e ir para a taverna tentar entender quem era o senhor daquelas terras e sua relação com os demais. Desejava muito não escutar reclamações, pois isso seria um sinal de que não haveria nada ali para concertar.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Dom Mar 12, 2017 12:16 pm

    Eromyn se dirige para taverna que não se encontrava longe, em realidade era apenas três estabelecimentos a direita da estalagem.

    Era cedo ainda, porém ela se encontrava aberta, com poucas pessoas lá dentro, e a maioria jogando jogo de cartas ou conversando sobre assuntos variados. Havia três grupos apenas na taverna, quatro homens que estava focado no carteado e com várias peças de prata sendo passadas pela mesa, três pessoas afastadas deste conversando algo que não era nítido na distância que Eromyn se encontrava, e por fim duas pessoas no balcão conversando com o taverneiro enquanto comiam um pedaço de carne e davam pequenos goles em suas canecas.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Dom Mar 12, 2017 2:18 pm

    O anão se aproxima do taverneiro, pois sabia que se alguém ali tinha informações, esse alguém era o dono do estabelecimento. Já perto, aproveitando-se da aproximação daquelas duas pessoas que conversavam ali no balcão, Yldo amistosamente fala:

    - Com licença, gostaria de uma caneca do mais forte que você tiver por ai. Tirava o pagamento de sua sacola, enquanto apenas pegava seu pedido e direcionava-o ao balcão, sem dar ao menos um gole. Ele entendia muito bem do poder do álcool na mente dos seres e, por isso, não costumava beber.

    - E então, cavalheiros, como anda o regimento dessas terras ? Pelo caminho soube que uma vila vizinha se envolveu em uma confusão com o prefeito e alguns estrangeiros por conta de tratamentos abusivos, mas não soube muito além disso. Espero que aqui seja diferente.  

    Levantou o copo como se brindasse com todos ali e dirigiu a sua boca, fingiu ter bebido, melando até mesmo sua barba com a espuma do líquido. Esperava ter sido suficientemente amigável naquela hora da manhã.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Dom Mar 12, 2017 10:00 pm

    O taverneiro pega seu dinheiro, outra moeda de prata, e lhe serve uma caneca com um líquido negro que sai fumaça, ele olha para você e diz.

    - Essa é uma caneca de morto-vivo, dei desconto para você se você beber tudo, realmente irá fazer isto? Sobre as terras não temos nada a reclamar, nosso senhor cuida de nós de forma muita boa e justa, são poucos que não gostam, mas ninguém agrada a todos.

    Yldo já tinha ouvido naquela bebida como a bebida mais forte já criada, pelo menos até esse presente momento. As duas pessoas no balcão, uma elfa e um humano, te olham para ver se você realmente iria fazer aquilo.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Dom Mar 12, 2017 10:21 pm

    Seus olhos se arregalam ao ver aquela caneca, pois ali estava uma bebida extremamente forte e Eromyn sabia disso por suas práticas cervejeiras em tempo livro. Só de aproximar a bebida da boca para fingir que bebia, sentiu as narinas queimarem com o teor alcoólico daquele líquido.

    Escutando o taverneiro, viu que nada precisaria ser feito para aquela vila em relação aos magnatas que nela residiam mas, como seus interesses continuavam os mesmos de quando andava ao lado de Nygr, tentou ganhar a amizade daqueles ali presentes para ver se obtinha alguma informação especial e honrar seu antigo parceiro. Bebeu de uma só vez, como um verdadeiro anão faria.

    - Mas é lógico que sim, meu jovem, não poderia desonrar meus ancestrais ao desprezar tal iguaria. Sua voz já se alterava pela embriaguez e desconforto do gole. Mas fico feliz que essas terras sejam mais tranquilas que seus vizinhos. Já é um bom começo para alguém que procura algum dinheiro extra em suas viagens. Vocês sabem alguém que esteja precisando de algum tipo de auxilio ?

    Yldo sabia quais palavras raciocinara para falar naquele momento, mas não tinha certeza se realmente fora aquilo que saíra de sua boca.
    fairbrooks
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Dom Mar 12, 2017 11:23 pm

    O taverneiro e os dois do balcão começam a rir enquanto você fala, a principio não sabe exatamente porque, até sentir algo duro em suas costas, e perceber que estava no chão enquanto falava. O Taverneiro dá a volta e pega sua caneca que se encontrava caída ao seu lado.

    - Creio que no momento você velho anão. Principalmente para falar, não tenho certeza se alguém não acostumado com linguas enroladas iria entender o que você diz. Não recomendo tentar se levantar, vai sentir seus músculos rasgando, mas então você quer ir atrás de pessoas que precisam de ajuda porque?

    Ele fala enquanto faz outra caneca de Morto-Vivo e coloca no balcão.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Dom Mar 12, 2017 11:35 pm

    Sabia que não conseguiria aguentar, mas mesmo assim tinha que tentar. Normalmente esperava ver tudo girando a seu redor, mas nem ao menos isso notara antes de se ver já deitado ao chão junto com a dor da queda. Vê o taverneiro pegando sua caneca que caíra junto consigo e logo voltando para o balcão para continuar seus trabalhos. Eromyn escuta aquelas palavras com dificuldade, apenas conseguindo responder sua pergunta, ainda ao chão.

    - Eu busco aumentar minhas vendas por onde passo e ajudar os moradores locais sempre é o modo mais eficaz de ganhar suas simpatias. Yldo ainda não tem domínio sobre sua voz e começa a pensar se realmente foi certo provar aquele líquido extremo.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por fairbrooks em Seg Mar 13, 2017 11:14 am

    O taverneiro dá um gole na caneca que havia preparado e limpa o bigode.

    - E o que o senhor vende? E porque deseja nossa simpatia? Este deve seu primeiro dia aqui se muito e possui algumas ideias estranhas. Possivelmente o rapaz dos estábulos deve precisar de ajuda, fiquei sabendo que um de seu cavalos pulou o rio que cerca nossa cidade, um feito bem incrível. Quase tão incrível quanto você falar Anânico e a Língua Comum em uma só frase, e ambos soando como um bebê aprendendo a falar.

    Yldo começa a não sentir mais a dor nas costas, em realidade, ele começa a parar de sentir muitas coisas, instintivamente tenta mexer os pés, porém não sentem ele se mexendo, e nenhuma parte de seu corpo, apenas seus olhos e sua boa, nem mesmo virar sua cabeça era capaz.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

    Mensagem por Nimaru Souske em Seg Mar 13, 2017 2:34 pm

    O velho anão ri mentalmente da facilidade com que o taverneiro sorveu aquele líquido que agora lhe fazia não mais sentir seu corpo. Escutando suas palavras de estranhamento, ele apenas nota que aquelas pessoas por ali não eram acostumadas a receberem ajuda.

    - Eu vendo... eu vendo tantas coisas das mais variadas formas... se quiser posso... Seu corpo lhe impediu de mostrar até mesmo o que carregava consigo em suas sacolas. Então logo interrompeu a fala. - Já disse, senhor. Essas coisas facilitam minhas vendas pelos reinos que passo. Simpatia é tudo no negócio.

    Escutou o local que poderia arrumar algo para fazer na cidade e logo viu que daquele modo não conseguiria ir para lugar algum.

    - Muito obrigado, companheiro. Vou tentar passar por lá assim que melhorar desse porre. Um sorriso de auto-escárnio se fazia no canto de sua boca.
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    Re: Prólogo - Eromyn Yldo

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