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    Os vampiros da cidade

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    Os vampiros da cidade Empty Os vampiros da cidade

    Mensagem por Askalians em Dom Abr 09, 2017 11:00 pm

    OS VAMPIROS DA CIDADE




    Os vampiros na cidade se comportam de uma maneira diferente dos outros. Existem regras especificas da cidade que, por exemplo, não permitem que nenhum humano seja morto e nem ser usado como alimento.

    A maioria dos vampiros, não importando o clã, são obrigados por lei a conseguir sua fonte de alimento no banco de sangue da cidade através da compra, fazendo com que humanos não sejam feridos em hipótese alguma. Os humanos são incentivados a fazerem doações de sangue todo o mês em troca de dinheiro como politica do governo da cidade e os vampiros compram o sangue legalmente para o seu próprio consumo. Isso faz com que praticamente não existam mendigos na cidade e todos humanos podem conseguir uma renda extra ajudando inclusive a diminuir o índice de pobreza da região.

    Todo vampiro que for acusado e pego consumindo sangue por outros meios será punido. Salvo em caso de união estável das partes e essa união estável precisa ser provada.

    Os vampiros estão organizados da seguinte forma:

    Príncipe => Primogênie => Senescal => Guardião do Elísio => Xerife => Harpias => Secretário => Arconte => Justiçar => Flagelo => Membros


    Descrições de cada Cargo




    Príncipe: O Príncipe é a voz da Camarilla na cidade que rege. Na teoria, ele é mais um magistrado que um regente absoluto, sendo responsável por manter a paz e fazer as leis que assegurem a ordem em sua cidade, mantendo-a a salvo de incursões externas. O Príncipe usa vários chapéus: o de diplomata, chefe de polícia, vereador, patrono das artes, juiz e guardião das tradições. A posição inicialmente era conferida ao vampiro mais poderoso clamando domínio sobre a região. Com o tempo, certos privilégios e responsabilidades começaram a ser embutidos no cargo. A posição obteve sua forma atual durante a Renascença. E para o que exatamente o principado evoluirá no futuro é matéria de discussão, mas não quando o Príncipe local pode lhe ouvir.
    Há várias formas de tornar-se Príncipe de uma cidade. A mais comum é depor o antigo Príncipe. Esta insurreição pode tomar qualquer forma, desde um golpe de estado apoiado pelos anciões sem escorrer qualquer sangue, quanto uma verdadeira guerra com balas, granadas e estacas clamando pelo Príncipe e aqueles que o apoiam. Se um Príncipe mostra-se incapaz de manter a salvo a cidade, ele pode ser forçado a abdicar pelo restante de seus súditos. Outra maneira é tornar-se senescal e esperar o Príncipe morrer ou ser forçado a abandonar o cargo. É claro que existem meios de ajudar este tipo de coisa a ocorrer, o que não significa que providenciá-los não envolva o risco de encarar a Morte Final no processo se for descoberto. Se o domínio é uma pequena cidade ou uma população rural, o Príncipe pode ser um jovem ancillae, pois os anciões sempre preferem a segurança das grandes cidades, considerando áreas rurais aborrecidas e perigosas. Os jovens vampiros que escolhem desbravar a região podem semi-estruturar uma comunidade e declararem-se Príncipes, o posto sendo dado àquele que tiver mais sabedoria ou mais munição.
    Um Príncipe possui muito poder, uma das principais razões que faz com que os indivíduos procurem esta posição. Ele freqüentemente possui grande influência temporal sobre a população mortal para assegurar que esta possa ser utilizada e contida. Poucos, por exemplo, se arriscariam a ter sua linha telefônica cortada “por engano” durante uma escavação para a passagem de uma nova tubulação de esgotos. Um Príncipe pode livremente criar progênie, enquanto outros vampiros precisam buscar sua permissão para fazê-lo. Ele pode estender seu poder a todos que adentrem seu domínio e punir seus inimigos chamando uma Caçada de Sangue. Enquanto a exata rede de poder é assunto de debate diário nos Elísios, muitos sabem que há uma luta que jamais finda, eternamente havendo alguém buscando o poder.
    Primogênie: A primogênie é o conselho de anciões de uma determinada cidade. A maioria dos clãs procura ter um de seus membros como primogênitos além dos demais anciões que já se assentam ali por seu próprio poder. Ninguém sabe precisamente quando o corpo da primogênie veio a ser formado, mas muitos estudiosos consideram que um conselho dos mais velhos já supervisiona uma comunidade vampírica há milênios. Seja de onde tiver provinda esta forma de organização, ela continua presente ainda hoje com seus líderes assentados em posições de poder.
    Senescal: No mundo mortal, o senescal era aquele que possuía as chaves de uma casa nobre, o organizador dos encontros, aquele que sabia o que estava acontecendo e mantinha-se próximo ao ouvido patrão. Era o senescal que comandava a residência quando o mestre estava fora e mantinha tudo em ordem em tempos de desastre.
    Guardião: É o vampiro responsável por tudo que ocorre nos Elísios. Desde: Toreador desejando agendar recitais, um Tremere querendo fazer leitura de uma alquimia medieval ou até mesmo dois Brujah começando um debaste hostil quando mais vampiros estão presentes. Todos antes devem falar com o Guardião.
    Xerife: O pior pesadelo de qualquer anarquista e melhor amigo da Primogênie, é o responsável pela manutenção das leis de uma cidade cumprindo seu trabalho com punho firme dentro de uma luva de veludo bastante usada - nas noites de hoje, os anarquistas e desordeiros só entendem uma coisa: a força bruta. Atua como um "executor" do príncipe, realizando trabalhos que abrangem desde levar os ofensores à corte até marcar ordem nas ruas e ocasionalmente expulsar encrenqueiros do Elísio. Durante uma guerra, o xerife normalmente é chamado para atuar como comandante da forças, conduzindo ataques e coordenando o bélico da luta.
    Harpias: São as traficantes de fofocas, moinho de rumores e fonte de status. Juntamente com um bando de outras, a Harpia observa de dentro do Elísio, pronta para conferir felicidade ou uma malícia venenosa com apenas uma palavra. Elas são as palavras que chegam aos ouvidos errados, aquelas pessoas que podem tornar a sua não-vida miserável só porque usou uma gravata feia ou retrucou um insulto.
    Secretário: Vampiro que serve para incitar discussões usando quaisquer meios necessários. Essa função serve para completar um discurso com informações que o Primogênito esqueceu inadvertidamente, calar os membros mais extrovertidos para dar uma chance aos mais quietos, insultar para obter a verdadeira opinião ou lançar desafios excitantes. Os secretários também podem assessorar membros mais reclusos do clã que, por motivos próprios, não podem ou não querem comparecer aos encontros do clã. Em algumas cidades, o secretário é visto como vice de um Primogênito, com autoridade de participar dos encontros da primigênie se o seu mestre estiver ausente ou permanecer ao seu lado durante os encontros. Um secretário bastante observador pode valer seu peso em ouro quando se trata de interpretar o significado por trás da objeção imprópria de um Primogênito. Mas um secretário que começa a brilhar mais do que o seu patrão provavelmente será substituído. Às vezes, a nomeação para secretário pode não ser uma recompensa, mas um aviso.  
    Arconte: São os lacaios do Justiçar, estabelecidos para atuar em seu nome e trabalhando para alcançar quaisquer que sejam seus propósitos e necessidades. Simplificando, ele é capaz de assegurar que a sua presença seja sentida. Os arcontes costumam ser escolhidos dentre ou nas fileiras dos anciões e jovens anciões da Camarilla que se demonstram promissores ou escolhem alguém da sua equipe quando são nomeados. Os Justiçar freqüentemente escolhem Arcontes levando em consideração a sua percepção particular em certo assunto, suas perícias ou sua compreensão da política. O mandato dos Membros nomeados para o posto se estende até quando seus patrões desejarem mantê-los. Os Justiçar freqüentemente precisam de vigias e empregados sutis em cidades problemáticas. Os Arcontes não estão tão distantes das não-vidas típica dos Membros como estão seus superiores. A maioria é capaz de se instalar nos negócios da cidade sem atrair muita atenção e ganhar a confiança dos demais. Sua presença sempre é acompanhada pelo medo, pois ela é tanto um grande poder por si só como a potencial precursora da atenção fatal de um Justiçar.
    Justiçar: Esses sete poderosos vampiros são nomeados pelo Círculo Interno para serem seus olhos, ouvidos, mãos e ocasionalmente os punhos. A nomeação é um processo longo e desgastante, onde muitas vezes o candidato é ignorado ou manipulado pelo Círculo Interno. Os Justiçar desfrutam de um poder imenso sobre a sociedade dos Membros e de toda a Camarilla, com exceção do Círculo Interno. Têm o poder de julgar as questões que envolvem as tradições; podem convocar um conclave a qualquer momento, seja para declarar uma decisão ou com intuito de tomar decisões conjuntas sobre a política da seita. Com o poder que detém, podem fazer com que o príncipe seja removido antes de causar muitos danos á população ou dirigir a maré de guerra contra os inimigos da Camarilla. Respeitados com reverência e temor, nenhum membro ousaria negar a ajudá-los. Conduzem a Camarilla como colossos e suas sombras são de fato bastante extensas. Investido com o poder de tirar a autoridade de um príncipe ou destruir toda uma geração de Membros, o justiçar é a corte de última instância da Camarilla. Quando um justiçar chega a uma cidade, já é tarde demais - o caos já tomou conta e é hora de começar a limpeza.
    Flagelo: Alguns alegam que esta posição nada mais é que uma relíquia derivada da Idade Média, uma forma mais antiga de xerife (ou a Inquisição), enquanto outros acreditam que a posição foi criada apenas na última década. Entretanto, seja lá de onde vier o cargo de flagelo, ele é agora parte da paisagem nas cidades da Camarilla. De Berna a Portland, os flagelos patrulham as fronteiras e áreas desabitadas das maiores metrópoles. Seus alvos são crianças da noite criadas sem permissão, anarquistas e aqueles bastardos de 14ª e 15ª geração, isso é, eles possuem o poder de eliminar e aplicar lições dadas de um Príncipe a determinado vampiro.


    Como a cidade é bastante acolhedora, possui algumas peculiaridades, como por exemplo bruxas que estão sobre a proteção de Claudia, ou seja, não podem ser tocadas e ajudam a manter um equilíbrio na cidade, ainda mais no que diz respeito os humanos locais.

    Outra peculiaridade da cidade é que muitas vezes, pequenos grupos de lobisomens cruzam aquelas terras e por uma questão diplomática, possuem passagem livre desde que não causem problemas à humanos ou vampiros e nem se envolvam em questões e problemas internos.

    Toda essa forma de organização evita problemas com humanos e até mesmo bruxas e lobisomens. Assim todas as raças podem conviver com harmonia e respeito.

    Esse era o antigo lema da cidade imposto pela regente Claudia. Com sua morte, tudo ficou um pouco estremecido e vampiros mais jovens e brutais puderam ver uma brecha desobedecer as regras, com o aparente caos local.

      Data/hora atual: Qua Nov 13, 2019 2:43 am