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CHAPTER I: Call of Zillah

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Night Master
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Seg Abr 10, 2017 11:33 pm

- No momento não. Existe mais alguma coisa que o senhor me recomendaria para a missão?

Após a resposta de Calebros, Samuel se despede deste com um aceno, e refaz seu caminho de volta para a superfície. Ele perambula por túneis estreitos e úmidos, caminhando com água poluída até a cintura, em um enorme labirinto sob a cidade de Los Angeles, até chegar á superfície. Ele já havia se acostumado ao escuro e o silêncio dos esgotos, e as luzes, sons e movimentos de milhares de transeuntes e automóveis lhe deixavam levemente aturdido por alguns segundos.



Após se acostumar novamente com o mundo da superfície, Samuel caminha ofuscado pelas ruas, procurando na calçada e em lixeiras algum jornal para lhe atualizar sobre os acontecimentos mortais da cidade.
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Seg Abr 10, 2017 11:34 pm

          




Diante a pergunta de Samuel, o Nosferatu ancião apenas responde:

- Fique de olhos abertos, seus aliados nessa expedição, podem não ser seus aliados.

E assim, dado o conselho que Samuel pedira os dois Nosferatu se despediam, o que precisara ser tratado já tinha sido. Ambos seguem seus caminhos diferentes, com Calebros retornando ao Ninho da Pestilência, ou talvez, para outro lugar e Samuel seguindo novamente pela superfície.

Subindo para o mundo superior, o Nosferatu já ofuscado na figura que costumava se ofuscar caminhava pelos becos, procurando nos lixos e afins algum jornal de hoje que alguém possa ter jogado fora, porém a maioria das coisas que encontrava eram mais jornais rasgados como parte do lixo, jornais antigos, mas ao começar a caminhar para procurar mais ele logo batia o olho em um mendigo que estava dormindo, um jornal estava ao lado dele, dobrado, limpo, provavelmente era de hoje, bastava saber se Samuel pegaria do mendigo, tentaria negociar ou simplesmente procuraria outro.


Samuel Hawkins:
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2016-11-19 10:41:49 Samuel rolls * dice to Caçar jornal nas ruas (Diff 6 ) [2 successes]
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Seg Abr 10, 2017 11:37 pm

Procurando por vielas e becos, latas de lixo e pela calçada, Samuel apenas encontrava jornais antigos, em pedaços, ou tão sujos que era impossível ler, até finalmente encontrar um jornal em bom estado... logo ao lado de um morador de rua dormindo.

Samuel não sabia a razão do mendigo precisar de um jornal novo, talvez para se distrair de sua miserável vida?! De qualquer forma, acreditava que para alguém que mal tem onde dormir ou o que comer, um jornal não faria muita falta.
O Nosferatu utiliza outra faceta de seus dons, ocultando totalmente sua presença nas trevas da noite (Ofuscação Nível 2 – PRESENÇA INVISÍVEL), e cuidadosamente tenta pegar o jornal sem acordar o mendigo.

POSSIVEIS AÇÕES:
Caso ele consiga pegar o jornal sem acordar o mendigo, ele o folheia á procura de qualquer notícia interessante. Caso não encontre nada que chame sua atenção, devolve o jornal cuidadosamente, para que o mendigo não se acorde.
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Seg Abr 10, 2017 11:40 pm





O porque o mendigo estaria carregando um jornal poderia ser um mistério, ou uma coisa muito simples, mas para tirar essa duvida precisava acordar o morador de rua pra perguntar e não era isso que o Nosferatu queria. Cuidadosamente o Nosferatu subia sua ilusão mistica fazendo com que ficasse invisível para aqueles já não o viam e felizmente o sem-teto não era um deles.

Samuel se aproximava cuidadosamente e pegava o jornal ao lado do pobre coitado, de começo, tudo bem, mas ao levantar o jornal coisa de um ou dois centímetros acima do chão, Samuel imediatamente sentia que o seu manto de ilusão se quebrara. Por pouco Samuel quase conseguiu uma proeza grande, manipular um objeto com um baixo nível de ofuscação sem se revelar. Teria sido sorte, ou habilidade? O Nosferatu não sabia, mas agora não importava, o que importava é que ainda assim o mendigo continuava a dormir, sem perceber o Nosferatu que estava ali do lado roubando seu pedaço de papel informativo.

Cuidadosamente Samuel recuava com o jornal, o mendigo tossiu, aquilo fez Samuel ficar atento, aquele cara podia acordar a qualquer momento, mas o mendigo continuou dormindo e virou para o lado resmungando uma coisa qualquer...

Vitória! O Nosferatu então já partia para outro lugar, com seu novo jornal. Observando as notícias o vampiro podia ver uma das matérias:

"Downtown em alerta -  Estudante morre com facadas no pescoço."

"Tiroteio em Chinatown - Esquadrão de Elite combate atividade terrorista"

"Onde está Robson Cano?? - Jogador dos Yankees tem alto demérito nos últimos 12 jogos."

"Hall da Fama - Mandy Adams revela que Los Angeles ser o berço de mais uma nova estrela em Hollywood."

"Fato ou Ficção? - Hotel assombrado em Santa Mônica"

"Inauguração Cultural - Empresário misterioso investe no novo museu de arte grega em Dowtown."

"Protesto em Berlim - Alemães causam revolta após a decisão do juri sobre o caso da menina violentada por um policial."


Samuel Hawkins:
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Por ser uma tarefa que interage muito com objetos, pega-lo  pra levar consigo, será necessário pelo menos 3 sucessos no teste de Diff 9.

2016-11-24 15:24:04 Samuel Hawkins rolls X dice to (Diff 9 ) Não quebrar Ofuscação [2 successes]



2016-11-24 15:27:14 Samuel Hawkins rolls X dice to (Diff 6 ) Não acordar o mendigo [3 successes]
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Seg Abr 10, 2017 11:41 pm

Samuel consegue pegar o jornal sem acordar o mendigo, mas sua ofuscação fora quebrada. Ele segue furtivamente com o jornal para um canto escuro, procurando utilizar sua aparência mortal (Ofuscação nível 3).

Ao folhear o jornal, percebe várias notícias, muitas das quais não parecem ter muita relevância para ele.

Samuel decide se focar nas seguintes notícias:

* Tiroteio em Chinatown - Esquadrão de Elite combate atividade terrorista.

* Downtown em alerta - Estudante morre com facadas no pescoço.

* Fato ou Ficção? - Hotel assombrado em Santa Mônica.

* Protesto em Berlim - Alemães causam revolta após a decisão do juri sobre o caso da menina violentada por um policial.
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Ter Abr 11, 2017 7:56 am





O Nosferatu seguia beco adentro. Latas de lixo dos estabelecimentos ao lado eram encontradas, escadarias de incêndio também. Ratos andavam espreitando e observando o Nosferatu que logo assumia uma aparência humana para todo aquele à sua volta que o visse. Isso era algo indiferente pois o Membro estava sozinho, porém uma precaução na superfície nunca era demais.

Ele encontrava uma escadinha que dava acesso a uma porta de algum estabelecimento. A escadinha era pequena, uns três degraus e larga o suficiente para que duas pessoas se sentassem, uma porta de metal estava no topo com uma placa branca grande escrita em negrito na cor vermelha "SÓ PESSOAL AUTORIZADO" a uns dez ou quinze passos à esquerda havia uma cerca gradeada velha e suja, porem ainda parecia ser firme, devia ter uns dois metros e meio de altura e só era possível ver a uns dois metros de distância até chegar uma escuridão e mais uns dez metros até ver ao fundo uma luz de poste elétrico que evidenciava um caminho até o outro lado do quarteirão, mas era necessário uma visão aguçada para ver os detalhes ao fundo.

Quando Samuel se sentou naquela escadinha, que era o canto mais escuro, escondido e minimamente confortável em que pudesse ter claridade minima para ler o jornal, ele percorria seus olhos pelo monte de papel dobrado.

Fato ou Ficção? - Hotel assombrado em Santa Mônica.:
Noite passada operários da Open Block contratados para demolir o então falido Ocean House Hotel próximo às praias de Santa Mônica fugiram do local alegando que o hotel estava mal assombrado. "Nós fizemos o planejamento durante o dia. Por volta do meio dia nós entramos no hotel para verificar a estrutura interna, estava péssima, o hotel foi construído em 1921 e houve um incêndio que o deixou inabitável. Nós escutávamos barulhos e rangidos e tínhamos a impressão que tinha alguma coisa errada, mas nossos colegas que não entraram riram da nossa cara e quiseram continuar. Nós demos sequência a noite e então nós escutávamos gritos, choros muito altos pra qualquer pessoa normal dar vindas de lá de dentro e vimos pessoas lá dentro das janelas. Nós fugimos na hora. Só quem viu aquele horror pode saber como é." O operário que deu essa entrevista não quis se identificar. O Ocean House Hotel é um hotel de Santa Mônica que fica próximo às praias. Construído em 1892, o hotel chamou atenção negativa quando uma chacina cometida por Jack Torrence, o gerente do hotel. Jack Torrence tinha um ótimo currículo sem antecedentes criminais ou histórico hereditário de doenças mentais, sua esposa Wendy Torrence e seu filho Daniel Torrence foram brutalmente assassinados e seus corpos desmembrados e espalhados pelo hotel. Além de sua família houveram também outros hóspedes, Victoria Berti e seu marido Donald Berti, William Galego, entre outras mais. O corpo de Jack Torrence foi encontrado pendurado na ponta superior do hotel pelo pescoço. Jack Torrence cometeu suicídio e uma semana após o fechamento do hotel um incêndio sem esclarecimento da perícia tornou o hotel inabitável. O Ocean House Hotel será apresentado em (data de hoje) no reality show Haunted L.A apresentado por Simmon Milligan.



Protesto em Berlim - Alemães causam revolta após a decisão do juri sobre o caso da menina violentada por um policial:
Logo no topo, depois do título da notícia haviam fotos das ruas de Berlim que mostravam multidões enfurecida com tochas e tacos de baseball levantando placas de protesto porém as fotos não foram tiradas de um ângulo favorável para se ler as placas.

Na ruaHertzalle mais uma vez as multidões manifestantes em toda a cidade ainda não se cansaram pedindo a renúncia do prefeito Rolf Rosenstock e que justiça seja feita em Berlim. Muitos manifestantes já chegaram à residência do prefeito Rosenstock exigindo que ele renuncie à prefeitura, a mansão está cheia de seguranças, pessoas gritando o fim da corrupção da cidade, o fim da corrupção da policia civil, multas excessivas e abusivas, os altos índices de criminalidade que não abaixam. As manifestações começaram após o escândalo do estupro de Anette Waltman, uma menina de 16 anos, na semana passada. O suspeito, o policial civil Willfried Schaller foi absolvido das acusações devido a falta de credibilidade do juri na menina, mais tarde soube-se que o policial Willfired Schaller era amigo do prefeito Rosenstock por uma foto de 2002 que internautas exibiram em redes sociais, o juri fora entrevistado mas todos negaram qualquer envolvimento corrupto. Como já foi repassado em vários locais da mídia esse não foi o motivo principal que desencadeou a cólera do população, problemas de corrupção ativa e passiva tem sido registrados nas ultimas décadas, assim como o alto índice de criminalidade que deixa as pessoas cada vez mais assustadas, não só em Berlim como todo a Alemanha.

ANETTE WALTMAN:

POLICIAL WILLFRIED SCHALLER:

PREFEITO ROLF ROSENSTOCK:

Tiroteio em Chinatown - Esquadrão de Elite combate atividade terrorista.:
A policia e a população ainda está alerta a onda de ataque terroristas que aterroriza Los Angeles. Semana retrasada uma onda de golpes à população tem causado caos em áreas públicas, no Shoopping de Downtown foi lacrado após uma onda de assassinatos violentos e o clube Asylum em Santa Mônica teve de ser fechado a uma explosão em que houve mais mortos do que feridos. O esquadrão de elite especial anti terrorismo tem sido mais necessário nestes ultimos meses surgindo e bloqueando setores públicos e privados com autoridade governamental. Noite retrasada o restaurante Red Dragon sofreu o mesmo atentado do clube Asylum em Santa Mônica onde houveram feridos e mortos. No meio do caos o grupo de Esquadrão Anti Terrorista cercou todo bairro evacuando a área. Chinatown sofre com a Mafia dos Tong e seu envolvimento também está sendo investigado. O jornal de L.A conseguiu uma foto amadora do esquadrão enviada por um leitor desconhecido.

Esquadrão anti terrorista:

Como um Nosferatu, Samuel sabia muito bem que aquele esquadrão não era nenhum esquadrão anti terrorista, era um esquadrão anti sabá. Samuel conhecia os segredos sujos de alguns Membros, pelo menos alguns deles, graças as trocas de informações de seu clã, e descobrir quem eram os "peões" do Xerife/Algoz não foi nada difícil. A policia secreta dos Negros costumava ser mais discreta mas não é como se com esses ataques já pudessem ser discretos. Nessas casos não resta muita coisa além dos Membros se unirem para manipular a mídia, bloquear ruas e soltarem manchetes nos jornais de que não há nada sobrenatural ocorrendo. Mas o que era mais importante era que o Sabá realmente estava agindo em Los Angeles, e eles estão ferozes.

Downtown em alerta - Estudante morre com facadas no pescoço.:
Noite retrasada o estudante de intercâmbio Jonatham Medeiros foi encontrado morto próximo à biblioteca de Downtown com o pescoço destruído. Segundo a pericia os golpes desferidos foram provocados por facas. Foram levadas carteira e aparelho celular da vítima o que qualifica como latrocínio. O indice de criminalidade em Los Angeles tem crescido bastante nos últimos meses subindo nas estatísticas mais homicídios e desaparecimentos tem sido registrados. A policia alega que o controle das gangues está sendo mantido mas que novas medidas mais extremas serão tomadas para combater a criminalidade em toda Los Angeles. O estudante de intercâmbio Jonatham Medeiros veio de Portugal para cursar Publicidade e Propaganda na Universidade de Downtown. Faleceu com vinte e quatro anos.


Samuel Hawkins:
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Zeta em Qua Abr 12, 2017 1:12 pm



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Samuel passa vários minutos lendo o jornal, nada muito fora do comum el L.A, assassinatos, guerras de gangues encobrindo atividades sobrenaturais, mais do mesmo...

Após terminar de ler o jornal, o Nosferatu voltava ao local onde o mendigo dormia e observa se ele ainda permanecia no sono.

Possíveis ações:

1) No caso do mendigo ainda dormir, Samuel se aproxima furtivamente e deixa o jornal ao lado dele.

2) No caso dele estar acordado, Samuel apenas deixa o jornal no chão e sai do local sem se aproximar do mendigo, na esperança de que ele encontre o jornal por si só.

3) Se o mendigo não estiver mais no local, Samuel deixa o jornal no chão, no exato lugar onde o encontrou.

Assim que devolve o jornal, Hawkins fazia novamente seu caminho até o apartamento de Dev/Nul, para passar seu tempo pelo resto da noite. Por falar nisso, era possível que a notícia ocorrida em Berlim tivesse alguma conexão com o vídeo que o Malkaviano assistia no início da noite... ou talvez não significasse nada, mas de qualquer forma, seria interessante saber mais sobre o país em que seria enviado em breve.
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Qua Abr 12, 2017 8:15 pm





Samuel não via muito que poderia usufruir daquelas notícias. Coisas que haviam chamado sua atenção, mas parando pra refletir... Não eram tão interessantes assim.

O Nosferatu se levantava de onde estava sentado e caminhava de volta ao mendigo que continuava a dormir como uma pedra. Ele estava com a cabeça repousada na parede, o braço esquerdo repousado sobre o peito e o braço direito aberto. Uma das pernas flexionadas e a outra estendida formando o desenho de um 4.

Samuel deixava o jornal no mendigo, o mesmo roncava como um bixo, ele tossia mas não acordava e o Nosferatu deixava aquele beco tomando as ruas de Hollywood.

A medida que caminhava de volta para o refúgio com do malkaviam, Samuel reparava que algumas pessoas olhavam para ele quando passava, outras evitavam olhar aquele sujeito que deve ter sido abandonado pela mãe, e por fim tinham aquelas que passavam longe do Nosferatu o olhando feio. Por mais que o Nosferatu estivesse ofuscado de um humano, ele ainda era um humano muito feio. Do tipo que se dirigisse para uma mulher ela poderia fugir pensando que seria algum bandido querendo violenta-la. O mundo era cruel, era frio e insensível, haviam aqueles que nasceram com sorte e aqueles que não. Haviam aqueles que eram dotados de empatia, até que o mundo lhes tirasse esse dom, e aqueles que não o perdiam eram pouquíssimos.

O Nosferatu continuava sua caminhando e bem ao fundo já via o apartamento do Malkavian. Ao se aproximar ele começava a escutar uma música horrível e barulhenta vinda dá janela de Dev/Null, era tão alta que podia ser ouvida do outro lado da rua. As pessoas que passavam olhavam feio para a janela repudiando aquele som horroroso.

Musica:

Samuel subia as escadas e via um homem irritado descendo as mesmas, Samuel se lembrava dele, era o vizinho do andar de baixo. Quando passava por Samuel que escutava o som muito mais alto agora que estava próximo, ele dizia:

- Porra mano dá um jeito no cara que vive contigo!!! Esse barulho tá incomodando o prédio todo!! O cara não tá nem ouvindo quando batem na porta!!!

Sem esperar resposta, o vizinho já descia de volta para o seu apartamento e entrava no mesmo. Quando Samuel entrava em casa mal podia escutar seus próprios pensamentos. Dev/ Null estava sentado em sua cadeira do computador como sempre digitando coisas com extrema agilidade. O estado de espírito do Malkavian era tranquilo. Podia-se ver que ele estava bem em paz com aquele barulho todo, tanto que nem percebeu Samuel entrar em casa.

Naturalmente Dev/Null estava incapaz de ter sua atenção focada no Nosferatu pela voz. Samuel tocava no ombro do colega e o mesmo se virava e olhava fixamente para o Nosferatu, esperando ele dizer o que queria, mas por mais que o Nosferatu dissesse algo sua voz era totalmente ofuscada pelo barulho. Dev/Null não entendia o que Samuel queria dizer, dava-se para ver em sua face, e quando Samuel sinalizava o som, o Malkaviam parecia se tocar o que havia de errado e desligava a musica.

O silêncio parecia sepulcral. Samuel sentia seu ouvido zumbir e então Dev/Null quebrava aquele silêncio.

- O que foi?

Quando Samuel falava do barulho é que os vizinhos estavam incomodados, o Malkaviam assentia com a cabeça positivamente para Samuel, e nada mais falou sobre isso.

Por fim, o Nosferatu perguntava sobre Berlim e Dev/Null aceitava os óculos e se levantava puxando a cueca de pijama enquanto respondia:

- A terra do bigodudo? Bem, tem muita coisa que os arianos fizeram, eles eram cruéis. Mas o que você quer saber ? Ah, tem a menina que foi machucada pela lei, é o que aquelas pessoas estavam dizendo. É isso que quer saber? Dá menina? Ou tem outra coisa?

O malkavian dava um coçadinha na sua barba e começava a se dirigir para a cozinha, e Samuel poderia acompanha-lo.


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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Zeta em Qua Abr 12, 2017 9:06 pm



Samuel seguia para o apartamento, ignorando as pessoas que o olhavam com asco (ele não se importava, as pessoas sempre o olharam assim, e se soubessem de sua verdadeira aparência, provavelmente vomitariam o jantar nele). Assim que vê o apartamento, podia ouvir um som ensurdecedor vindo dele.


Samuel já sabia que se tratava de Dev/Null, não era a primeira vez que ele fazia isso, segundo ele, escutar estas músicas neste som absurdamente alto o ajudava a se concentrar, talvez isso minimizasse as vozes na cabeça dele, talvez alguma de suas personalidades seja fã do gênero, talvez ele fosse um masoquista tentando explodir os tímpanos em um acesso de loucura, seja qual for a resposta, isso era muito irritante...

Ao subir as escadas, Samuel sentia o som vibrando em seu peito, e via o vizinho descendo as escadas e reclamando. Ele mal ouvia o que o homem dizia, mas já imaginava. Ao abrir a porta, era engolfado pela massiva onda sonora, seus ouvidos doíam.

Ao se aproximar e tocar Dev, ele se virava mas não compreendia o que Samuel dizia. Samuel então apontava para o som. Quando a música era desligada, Samuel sentia um forte zumbido em seus ouvidos mortos. O Malkaviano lhe interrogava, sobre o que Hawkins queria.

- Cara, sei que isso pode te ajudar, mas esse som está enfurecendo os vizinhos, nesta hora muitos devem estar tentando dormir, se continuar com isso, uma hora vão fazer um abaixo-assinado para nos expulsarem daqui!

O lunático assentia com a cabeça, e Samuel continuava.

- Bem, além disso, possivelmente eu vá para Berlim nas próximas noites, você sabe sobre alguma informação importante que eu poderia saber sobre o local?

- A terra do bigodudo? Bem, tem muita coisa que os arianos fizeram, eles eram cruéis. Mas o que você quer saber ? Ah, tem a menina que foi machucada pela lei, é o que aquelas pessoas estavam dizendo. É isso que quer saber? Dá menina? Ou tem outra coisa?

O malkavian dava um coçadinha na sua barba e começava a se dirigir para a cozinha. Esse era um dos raros momentos que Samuel o via se levantar da frente do PC. O Nosferatu o seguia.

- Bem, eu li sobre essa história no jornal, existe algo mais importante por trás do ocorrido? Sabe algo sobre a influencia sobrenatural em Berlim? Sobre o Sabá?
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Qui Abr 13, 2017 9:58 am

          




Dev/Null chegava na cozinha e Samuel o acompanhava. O Malkavian abria a porta dá geladeira que estava vazia e fica olhando para ela de forma estática enquanto pensava por alguns segundos.

Ele pensava... Pensava... E dizia ainda olhando pra geladeira:

- Sei que lá é uma grande bainha. Toda grande espada precisa de uma grande bainha, senao não dá pra jogar D&D. Há também a minha irmã da realeza papal. Ela era bem novinha mas hoje é um mulherão. Ela fez um pacto com o diabo e entregou o seu reino de Avalon a uma década atrás... Entregou pra espada. Ela é uma jogadora que não sabe brincar. Ela fica muito irritada quando perde. Eu sei disso porque nós conversamos, mas eu acho que ela não sabe que conversamos. Se for mesmo pra terra do bigodudo toma cuidado com a minha irmã da realeza papal, não é confiável nem prós outros amigos dela, e o pior de tudo, ela ja foi um rei da torre no xadrez, agora é um bispo. Também sei que a igreja dá noite reina lá, eles são fortes, muito, mas eles não se preocupam com outros, eles só se preocupam em caçar o capeta, mas mesmo assim é bom não aparecer, eles buscam o capeta mas adoram achar até mesmo pessoas que não são os capetas. Pessoas como nós dois e o resto da cidade toda. Já dá menina, é obra da grande bainha, toda a Europa é obra dela. Mas uma pergunta...

Ele fecha a geladeira e olha pra Samuel.

- Porque vai pra terra do bigodudo?



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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Zeta em Sex Abr 14, 2017 12:30 pm


Costumam dizer que loucos possuem uma percepção mais apurada da realidade que indivíduos "normais", que entre seus delírios, existem flashes de informação que lhes provém conhecimento além do mundano. Samuel sempre achou isso bobagem até conhecer Dev/Null, o problema era captar tais conhecimentos no meio de suas frases desconexas.

Uma grande bainha, pode ser uma referência a ser o atual berço da espada de caim, ou á grande potência bélica que a Alemanha já representou? Uma irmã da realeza papal entregou o reino para a espada, já foi um rei e agora é um bispo, isso poderia representar muitas coisas, talvez alguém importante que já foi um príncipe da Camarilla e agora é um bispo do Sabá, talvez alguém dentro da sociedade mortal, talvez algo referente á inquisição? A igreja da noite = o Sabá, caçar o capeta = caçar infernalistas? A menina é obra da bainha, qual seria exatamente o interesse do Sabá em uma menina sendo abusada?

- Porque vai pra terra do bigodudo?

Samuel o encara pensando no que responder.

- Bem... creio que não deveria revelar isso para outros membros, mas algo estranho está acontecendo em Berlim, e eu pretendo me oferecer para ajudar nas investigações. Minha ficha não está muito limpa aqui na cidade, sabe como é, "os pecados do pai"! Existe mais algo de importante que você possa me informar?
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Sex Abr 14, 2017 3:24 pm

          




O Malkavian mexia o maxilar inferior para a esquerda e para a direita pensativo após a resposta de Samuel, e então ele assente positivamente voltando a olhar a geladeira vazia e então a fechava, sem pegar nada.

Voltando ao computador ele respondia:

- 404, mas dá pra descobrir mais. Porque não me traz um suquinho? Quando pousar já terei mais d6 pra você.

Ele sentava no computador e sem olhar Samuel voltava a digitar freneticamente.



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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Zeta em Seg Abr 17, 2017 9:26 am

Após algum tempo convivendo com o Malkaviano, Samuel finalmente estava pegando o jeito para entender o colega. Aparentemente ele ainda não sabia mais sobre o local, mas em breve teria mais dados, enquanto isso, ele estava com sede. Como ele apenas pedia "um suquinho", era provável que não estivesse tão necessitado, talvez alguns animais pequenos dessem conta de saciar sua fome vampírica.


- Certo, vou procurar alguns "bichinhos" e já volto!


E assim, Samuel seguia (ofuscado) para o beco mais próximo, á procura de algum cão, gato ou mesmo alguns ratos. Antes de sair do apartamento, ele pegava uma faca de cozinha e escondia em sua calça, apenas por precaução.
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Qui Abr 20, 2017 9:45 pm





Facilmente o Nosferatu achava uma faca qualquer na segunda gaveta do armário da cozinha, onde os utensílios maiores ficavam, tais como escumadeira e conchas e claro, facas de cortar carne, na primeira gaveta haviam apenas talheres comuns e a terceira era uma gaveta completamente vazia. Samuel logo as escondia em suas vestes

Samuel escreveu:- Certo, vou procurar alguns "bichinhos" e já volto

Samuel já abria a porta e saía quando escutava Dev/Null dizer em alto e bom tom de alerta:

- Traz algo bom, por obséquio!

Aquilo era um sinal claro para o Membro que certamente não seria só um bichinho como gatos, cães ou até mesmo ratos, mas algo fresco vindo de um humano que o Lunático queria, afinal cães e gatos era sangue para emergência caso o vampiro em questão não tivesse muita escolha, o gosto era quase nulo embora servisse para aplacar a fome.

O Nosferatu descia as escadas do apartamento e via uma senhora com um guarda chuva subindo as escadas, ela olhara para Samuel por um minuto enquanto estava seguindo seu caminho escada acima e tão logo viu o Nosferatu em sua forma ofuscada apenas desviou o olhar daquele homem feio que era o diabo, mas ao passar por ele a senhora assentiu a cabeça e o cumprimentou num tom doce:

- Boa noite!

E assim ela seguiu seu caminho e Samuel o seu.

O vampiro estava novamente nas ruas de Hollywood, os carros passavam de forma regular, haviam poucos transeuntes nas ruas e o vento começava a ficar úmido. Ao olhar para o céu via que o mesmo estava coberto por nuvens escuras, não estava limpo, talvez fosse chover aquela noite. O som das ruas noturnas era claro e calmo, aquele era um ambiente agradável embora sombrio, como toda noite o era.

Ele logo seguia para os primeiros becos que ele conhecia, era fácil e ele já sabia aqueles caminhos de cor e salteado. Bastou atravessar duas ruas sendo que na segunda um dos faróis havia fechado de ultima hora. Felizmente não fora Samuel que tinha se envolvido naquele "quase acidente", e sim dois motoristas que quase se fecharam no cruzamento do semáforo soltando derrapadas agudíssimas de seus pneus chamando a atenção de pessoas que se alarmaram. Os motoristas logo começaram a discutir sendo que de um dos carros uma mulher assustada com uma possível briga também surgia.

Por fim o Nosferatu estava em um dos becos que conhecia, era entre um açougue pequeno chamado "Dallas Meats" e um estabelecimento vazio sem letreiro e completamente fechado que o Nosferatu sempre viu mas nunca investigou. Ele seguia caminho caçando uma presa que pudesse subjugar e levar para Dev/Null, de alguma forma.

O Nosferatu passava entre os becos, cruzava ruas escuras, encontrava alguns de seus amigos roedores e até poucos felinos os caçando freneticamente rapido, mas infelizmente não era aquilo que o Membro Lunático queria... Ele continuava seguindo por algum tempo, espreitando cada beco ocultado por um manto ilusório mantendo todo o ambiente à sua volta ignorante de sua presença, como todo bom predador faz com sua caça. Ele então passava por um terreno baldio onde sabia que naquela hora mais cedo, jovens garotos de classe média estariam jogando basquete nas quadras, e então é cruzando esse terreno que ele via um perfeito Xangri-Lá! Haviam três mendigos dormindo no chão, separadamente, duas mulheres jovens e um homem velho, haviam também dois cachorros sendo que apenas um deles estava relativamente próximo do homem dormindo. Samuel havia encontrado muitas presas fáceis de subjugar sendo que duas delas eram os animais que seriam mais fáceis de se levar, mas o Nosferatu tinha de escolher o que seria feito dali.



Samuel Hawkins:
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2017-04-20 18:39:00 Samuel rolls ? dice to Caçar (Diff 5) [5 successes]
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Sex Abr 21, 2017 12:40 am





Trilha Sonora:

David sentia-se leve como o vento. Estava com sono... Muito sono, embora claramente fosse noite. O vento era forte e batia em seu rosto e suas roupas, as mesmas roupas que costumava utilizar em suas noites modernas. Ele olhava o horizonte e levava sua mão esquerda para proteger seu rosto da forte tempestade de areia que castigava seus olhos. Ele caminhava nas areias de um deserto escandante e frio, sua pele era tão acinzentada quanto as areias em que seus pés afundavam a cada passo... Mas... Como tinha chegado ali? Onde é que estava exatamente? O que estava acontecendo? David poderia pensar muitas coisas mas jamais teria certeza de nenhuma delas.

Ele caminhava no deserto, cada passo parecia levá-lo a um local mais distante de qualquer destino que ele estivesse rumando, parecia infindável... Se David gritasse por alguma alva viva, ou quem sabe morta, naquele deserto, ele não obteria resposta alguma além da respostas dos uivos do dos ventos fortes. Ele caminhava e caminhava, era difícil manter-se de pé naquele ambiente. Nada...
Nada além de areia, quilômetros e quilômetros de areia e ventos fortes carregando as mesmas para qualquer lugar. Até mesmo ao horizonte não via nada além de "nada"...

"-David..."

Ele virava-se imediatamente ao som da voz feminina que o chamara. Uma voz bela... Por mais que tenha chamado pelo seu nome brevemente, David já reconhecia aquela voz como uma marcante e atraente voz. Era sussurrada... Era leve... Era... Triste... Sim... O vampiro, sendo um Toreador conseguia se harmonizar facilmente com as coisas, com as pessoas, com as melodias, tal como aquela voz.

Ele não via nada.

"-David..."

Novamente o chamara e ele olhara para uma direção oposto e então... Via algo que... Ele não tinha certeza se estava lá antes... A um pequeno monte de areia via algo diferente no cenário, por incrível que parecesse... Uma rocha...

Cenário:

"- Venha pra mim... Meu David..."

O Toreador sentia um misto de sensações ao ouvir aquela... Aquela rocha... Chamando por ele, como se o conhecesse, ansiando para que o Toreador estivesse próximo dela. Era como num transe, ser chamado por aquela voz lhe trazia conforto, segurança, paz... Coisas que sendo um morto-vivo, raramente sentia-se além de fortes momentos e de quando bebia do sangue que roubava dos vivos. David se encaminhava até a rocha, era apenas uma rocha ao longe, mas ao se aproximar cada vez mais ele via naquela rocha um rosto... Um rosto de mulher, e aquele rosto assim como ele em uma noite, chorava lágrimas de sangue.

Rocha:

"-Meu David... Meu David Hayter... Meu.. Amado filho..."

David observava as lágrimas de sangue descendo do rosto da mulher de pedra, era como se estivesse viva... O sangue era fresco e o vampiro sentia o gosto do sangue só de simplesmente cheirá-lo... Era delicioso, era sublime... David sabia, de alguma forma ele sabia que se ele tomasse daquele sangue algo aconteceria com ele, ele não sabia dizer se era algo bom, mas certamente sabia que era algo grande e independente das consequências David sabia em seu íntimo que ele devia tomar daquelas lagrimas de sangue que chamavam-no.

"- Beba de mim, David... Não tenha medo... Beba de mim e abra seus olhos..."

David estava ansioso... Ele expunha sua língua e lentamente, hesitante, ele a aproximava do rosto de pedra sentindo a cada milésimo de segundo o gosto de uma vitae que jamais experimentara em sua não-vida. David sabia, estava prestes a mudar o rumo de sua existência para sempre.






Trilha sonora:

- David? David, acorda! Meu deus, ele nunca dormiu tanto Yvory!

O Toreador abria seus olhos, estava muito sonolento, tinha tido um sono pesado pelo visto.

Yvory: - Ele está acordando.

Ybony: - Pelos céus!

David via Ybony e Yvory. Yvory estava sentada ao pé da cama com os braços e as pernas cruzadas em uma pose sensual enquanto Ybony estava sentada ao lado do Toreador com uma expressão claramente preocupado.

Ybony: - Meu deus, David! Você me deu um susto!!!

Yvory: - Eu disse pra ela se acalmar que você ia acordar logo, mas ele não me escuta...

David olhava para o seu relógio ao lado da cama, já era 11:48, quase meia noite. David certamente dormia demais mas aquilo havia sido o cumulo do ridículo! Nem mesmo seus pesadelos o faziam dormir tanto, mas... David percebia agora, tudo aquilo fora um sonho, não passava de um sonho e aquele sonho fora tão real, tão forte... Esse dia ele não tivera pesadelos, todos dias David sonhava com os horrores da guerra... Pessoas fuziladas, crianças massacradas, mulheres estupradas e homens torturados, além de sempre relembrar-se de seu próprio carcere. Não importava que algumas décadas tinham se passado, aqueles pesadelos sempre o assombravam como se houvesse sido ontem, mas esse sonho... Esse abalara David com uma força maior, uma realidade aumentada, quase como se estivesse estado realmente lá mas ao contrário dos pesadelos, tinha sido algo bom.

Tirando o Toreador de seu momento de transe, Yvory dizia:

- Você está bem? Olha... A gente não queria te incomodar, mas eu precisava te dar um recado. A Rebeca passou aqui procurando por você, ela vinha te avisar que os Anarquistas vão se reunir a uma hora da madrugada no Ocean House Hotel. Ela disse que você sabia onde era.

De fato David conhecia o local. Por aquele ser um local inabitável - e supostamente mal assombrado - graças ao antigo massacre e incêndio que tinha ocorrido, os Anarquistas decidiram que lá seria a próxima reunião. Eles sabiam que não podiam fixar-se apenas em um local pois seria fácil da Camarilla achá-los ali sendo um local muito bom para um reunião de qualquer sociedade secreta, como vampiros. Estabelecer um padrão era dar corda para serem encontrados.

Los Angeles costumava ser dos Anarquistas assim como outros domínios porém a Segunda Guerra enfraqueceu rapidamente o movimento. Los Angeles possuía muitos Anarquistas embora o domínio fosse da Camarilla, por mais que seus companheiros de ideal não quisessem admitir, a Camarilla permitia que os Anarquistas ficassem ali e essa "paz" durou por algum tempo. Os Anarquistas achavam que a qualquer sinal de que a Camarilla fosse agir eles poderiam contornar a situação e triunfar, mas estavam enganados... Perséfone tentou alertá-los, ao menos tentou alertar a David e os demais Anarquistas Toreador.

Perséfone - Aparência 6:

Ela era de uma beleza ímpar... Nunca em sua não-vida David viu uma beleza tão poderosa, marcante como a de Perséfone, ela era tão bela que David entrou em profundo transe ao contemplar sua aparência digna de um anjo, ele só conseguira controlar seu fascínio porque a mesma ergueu sua voz marcante o suficiente para poder alcançá-lo em seu intimo. Ela não havia chegado ali tão bela, ela revelou sua verdadeira beleza depois de adentrar no refúgio dos Anarquistas, aparentemente a anciã precisava ofuscar sua aparência a um nível inferior para não violar a máscara pois era humanamente impossível que um ser humano fosse tão belo.

A anciã tinha lhes dito que estava ali pessoalmente como demonstração de boa fé, que uma caçada de sangue aos Anarquistas seria feita e ela estava aberta ao Membros de sua família para acolhe-los e interceder por eles se eles se aliassem à Camarilla. Persefone podia ter utilizado de seus dons da noite para persuadir os Toreador Anarquistas mas pelo que ela mostrava queria que seus corações se voltassem à Torre de Marfim por livre e espontânea vontade, mas infelizmente nenhum dos Anarquistas do clã deram ouvidos à primogênita, três noites depois os Anarquistas começaram a ser atacados um por um por um esquadrão da Camarilla.

Esquadrão:

David fora um dos poucos Anarquistas que conseguiram escapar daquelas pessoas altamente treinadas. Fosse por sorte ou habilidade David tinha escapado mas não antes de experimentar um pouco da dor que eles proporcionavam. David tinha sido acertado na costela por uma bala que queimava sua pele com uma pequena explosão corroendo sua carne como fogo. Era uma dor insuportável, apenas uma bala. Tão poderoso era seu tiro que havia deixado uma cicatriz incurável onde havia sido acertado, por mais que David tentasse a marca daquele tiro em sua costela parecia que nunca sairia, uma lembrança pela eternidade que as armas mortais podiam acabar com os vampiros facilmente. David fora salvo aquela noite, por alguém... Agora, quem? Isso ele não sabia, seja lá quem tivesse o salvo, fora rápido, preciso e usava uma cobertura no rosto deixando David em um local seguro e logo depois, o músico escapou.

Agora ele estava escondido, como todos os outros Anarquistas que sobreviveram e precisavam continuar sobrevivendo em Los Angeles se ainda acreditavam que podiam libertá-la da Camarilla.


David Hayter:
Pontos de Sangue: 15/9
Força de Vontade: 6/6
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2017-04-20 19:51:02 David rolls 1 die to Pontos de sangue 4 + 5 (geração)
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Zeta em Sex Abr 21, 2017 11:08 am

Samuel já estava quase saindo pela porta, quando Dev lhe dirigia a palavra mais uma vez:


- Traz algo bom, por obséquio!

Droga, lá se ia o plano rápido e simples do Nosferatu. Felizmente, os dons de dominação do Malkaviano facilitavam seu trabalho. Ele poderia trazer alguém para o apartamento, Dev saciaria sua sede, apagaria sua memória e a vítima seria despachada como se nada tivesse acontecido. Era uma boa forma de preservar seus valores morais sem precisar sacrificar ninguém no processo, e seu companheiro, apesar de lunático, parecia compartilhar desta ideia.
Samuel costumava caçar entre mendigos e desabrigados. Quando estava sozinho era tudo mais simples, ele simplesmente procurava por algum morador de rua dormindo ou embriagado e sugava dele o necessário. Como não era ele o necessitado, o indivíduo deveria ser dissuadido a segui-lo até o apartamento. Felizmente, um teto para dormir é uma oferta e tanto para estas pobres pessoas.

Após caminhar por becos e ignorar alguns animais (que não satisfaziam o paladar de Dev/Null), ele encontra um "oásis urbano": Três mendigos adormecidos. Havia um cão próximo a um deles, Samuel não pretendia arriscar se aproximar deste, pois mesmo podendo comunicar-se com animais, sabia como alguns cães podem ser fervorosamente fieis a seus donos. Em vez disso, ele pretende abordar uma das jovens. Talvez ela não aprovasse a proposta de seguir um homem (feio e maltrapilho, diga-se de passagem) até sua casa, então ele procura assumir uma forma feminina.

(Ofuscação Nível Três - Máscara das Mil Faces): (Gasto 1 de FDV para obter um sucesso adicional) : Samuel procura assumir a forma de uma jovem garota menor de idade, com cachos dourados, olhos azuis infantis e trejeitos de criança.

Ele então caminha lentamente até uma delas, se agacha e a cutuca levemente, para acorda-la mas tendo o cuidado de não assusta-la.

Ele espera a reação da moça, caso ela não se assustasse, fala com ela:

- Boa noite, moça, está bastante frio aqui, gostaria de passar o resto da noite em minha casa? Posso arrumar um cantinho para você!
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Beaumont em Sex Abr 21, 2017 10:53 pm

O vampiro acorda ainda com a cabeça pesada e um sentimento expressivo de que não estava inteiramente em sí quando abri os olhos ouvindo o chamado de suas duas carniçais. David então ergue a metade do corpo e se senta na cama. Sua mente ainda parece se lembrar de cada detalhe daquele sonho, o cheiro e o gosto do vitae. O sentimento de familiaridade com a voz, como era enebriante reviver aquele momento. Em sua face ainda havia um sorriso e em sua mente uma saudade. Como ele queria poder reviver aquele momento mais uma vez. Estava tão imerso em seus pensamentos que até demorou para responder aos comentários de Yvory e Ybony. 

"Tudo parecia tão real, a noite, o vento, a voz...O que eu nao daria para que aquilo fosse real, sair de todo esse caos...Essa merda de conflito que consome cada um de nós mais e mais...Os vampiros não se diferem em nada dos humanos, as mesmas brigas, mesmas disputas sem sentido só queria poder estar bem longe dessa merda toda..."

- Boa noite princesas...Por acaso vocês já sonharam com algo que parecia tão real que mais parecia uma lembrança do que um sonho? 

David jogava a pergunta para as duas, na verdade não esperava uma resposta, estava mais submerso e seus prórpios pensamentos que ainda nao havia de fato acordado para a realidade. Cada sensação do sonho ainda permeava e sua mente, o toque, o cheiro, o sabor. Tudo aquilo lhe trouxe uma sensação tão boa que subtamente ele resolveu puxar a morena para próximo de sí e lhe roubar um beijo, sim havia uma leve epressão de felicidade e motivação em suas açoes. David sempre fora um bon vivant mas especialmente naquela noite ele estava contente, quase que inconscientemente ele irradiou o poder fascinante de sua disciplina, (Presença 1 - Fáscinio) ele sentiu a necessidade interior de inundar s corações de suas duas carniçais com a paixão que ele sentia naquele momento. 

Ybony: - Meu deus, David! Você me deu um susto!!!

Arremessou a morena na cama de maneira infantil e impetuosa, lhe deu mais dois outros beijos e brincou com seu pescoço enquanto não parecia se importar que faltava apenas uma hora para o encontro.  Ele olhou sorridente para a loira Yvory e disse :

- Tem lugar para você aqui ! 

Ele se levantou , fitou a moça de maneira séria e a encarou bem nos olhos, o poder do fascinio de fato sujeitaria sua carniçal ainda mais aos seus desejos do que apenas faria com o poder do laço sanguineo. Ela fez um comentário e em seguida ele respondeu

Yvory : - Você está bem? Olha... A gente não queria te incomodar, mas eu precisava te dar um recado. A Rebeca passou aqui procurando por você, ela vinha te avisar que os Anarquistas vão se reunir a uma hora da madrugada no Ocean House Hotel. Ela disse que você sabia onde era.

- Então ainda temos algum tempo, você não acha ?

David morde o lábio com sua presa já exposta e em um longo beijo ele despeja seu vitae tão saboroso e viciante nos lábios carnudos e líbidosos de sua carniçal. Ele trás a outra moça para cama para brincar por vinte minuto com as duas. O ato sexual de fato não acontece pois David naquela noite apenas quis levar as duas ao orgasmo de forma oral para que elas tivessem o mesmo prazer que ele sentiu com o sonho e ainda manter estreito o laço que uni os elas duas a ele (1 pds dado a cada uma). 

Ao fim do ato sexual com as duas, David se arrumava. Não estava tão preocupado em chegar digamos que 20 ou 30 minutos atrasado, ele gostava de chegadas exemplares. Pediu para que Yvory o acompanhasse pois ela era quase que uma guarda-costas militar e treinada que o ajudava em sua proteção. Vestiu o colete a prova de balas e colocou as duas pistolas na cintura, não cometeria o mesmo erro de andar desarmado depois de ter quase morrido para o esquadrão tático e mortal da camarilla de prováveis algozes ou coisas do genero. Depois de pronto deu um beijo em Ybony e lhe entregou a sua .45 para que ela pudesse se proteger enquanto ele estava fora. Yvory estava com um colete a prova de balas igual ao dele e uma metralhadora MP5 adquirida por Knox o traficante. Ela estava armada e pronta para defende-lo se preciso, eles seguiam de moto. Nao queriam chamar a atenção com a limosine. 

David e Yvory então seguiam o mais rápido possivel para a reunião.
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Sab Abr 22, 2017 11:22 am

Samuel Hawkins - Máscara das Mil Faces - Diff 7 - Força de Vontade

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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Sab Abr 22, 2017 11:36 am

Samuel Hawkins - Furtividade + Destreza - Diff: 6

Night Master efetuou 5 lançamento(s) de dados (d10.) :
10 , 9 , 3 , 7 , 10

Homem - Percepção + Prontidão - Diff: 6 (-2 dados Penalidade de sono)

Night Master efetuou 2 lançamento(s) de dados (d10.) :
3 , 1

Moça 1 - Percepção + Prontidão - Diff 6: (-2 dados penalidade de sono)

Night Master efetuou 3 lançamento(s) de dados (d10.) :
3 , 4 , 3

Cão Porte Médio 1 - Percepção + Prontidão - Diff 4: (-2 dados penalidade de sono ), (-2 dificuldade sentidos aguçados)

Night Master efetuou 6 lançamento(s) de dados (d10.) :
9 , 9 , 3 , 9 , 10 , 7

Cão Porte Médio 2 - Percepção + Prontidão - Diff 4: (-2 dados penalidade de sono ), (-2 dificuldade sentidos aguçados)

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3 , 7 , 10 , 4 , 3 , 2
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Sab Abr 22, 2017 11:56 am





O Nosferatu começava a executar o seu plano, definitivamente uma garota jovem seria muito mais fácil de se crer do que um homem feio, porém a garota jovem que Samuel se ofuscava também era uma garota feia. Uma menina adolescente muito magra, sem curvas nenhuma no corpo, pálida, com olhos e rosto fundo, dentes sujos, talvez até mesmo um deles faltando, cabelos crespos como uma samambaia e com um corte mal feito, só talvez não fosse confundida com outra mendiga doente porque o Nosferatu ainda podia escolher roupas melhores que as de um mendigo para se disfarçar, mas ainda era a ultima mulher que um homem iria querer se deitar.

Ele passava lentamente por entre os mendigos e os cachorros até chegar a uma das jovens mendigas. Ao passar pelo mendigo homem, o Nosferatu via que ele estava com uma garrafa de uísque vazia ao lado e o cheiro forte do mesmo era agora facilmente sentida pelo Rato-de-Esgoto. Ele caminhava silenciosamente, de fininho para não despertar os demais até que chegando até a primeira garota mais próxima o Nosferatu dizia em voz baixa a despertando com cuidado para não provocar um susto.


Samuel escreveu:- Boa noite, moça, está bastante frio aqui, gostaria de passar o resto da noite em minha casa? Posso arrumar um cantinho para você!


A moça despertava lentamente e ao ver Samuel ela parecia surpresa, mas não assustada. Ela ainda deitada respondia também em voz baixa:

- Ir pra sua casa? Mas... Você faria mesmo isso? Porque?

A jovem parecia esperançosa, mas não parecia ainda ter caído 100% na sugestão do Nosferatu.



Samuel Hawkins:
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Esqueci de tirar 2 dados da penalidade dos cães, desconsiderei os últimos 2 resultados. Sendo assim Samuel conseguiu passar por todos e falar com a mendiga discretamente
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Sab Abr 22, 2017 2:44 pm

               




O que era uma Toreador sem a apreciação dos poucos momentos que um pouco de poder e luxuria não podiam lhe proporcionar? Por mais sério que aquele momento tinha se iniciado, a graça e a alegria do Toreador havia mudado completamente os ares tensos para com suas duas dedicadas servas. Junto com a David elas sentiam-se amadas, mais vivas que nunca, as mulheres mais felizes que poderiam existir. Não eram todos os regentes que tratavam seus vassalos com carinho e compartilhando os momentos alegres e divertidos, David era diferente, ele unia o útil ao agradável, deixava suas damas felizes e elas faziam um excelente trabalho como retorno, principalmente quando se tratava de Yvory que tanto lhe lembrava Alysha, uma pessoa que David sentia falta.

As duas mulheres se gracejavam com David a seu modo, enquanto Ybony expressava e muito o orgasmos com altos gemidos, Yvory era mais reservada, seus gemidos eram silenciosos, e ela apertava as costas frias de David e as arranhava conforme ela mesma pegava de seu pulso e tomava do sangue de seu senhor. Com o prazer do sangue unido ao sexo oral, rapidamente as duas moças entravam em um orgasmo em tremedeiras fortes.

Após a brincadeira, as duas moças estavam preguiçosas, David foi se ajeitar, via no relógio que já era 00:22, de fato ele chegaria atrasado. Quando voltara entregara sua .45 para Ybony e vestia seu Kevlar, porém David agora só possuía sua própria .44 para guardar e levar consigo. Já para Yvory, o Toreador não tinha um colete extra então teve de dar a sua jaqueta vermelha de motoqueiro para sua segurança, era a única proteção que podia proporcionar a ela já que a mais poderosa estava consigo. Yvory poderia levar ambas as armas de grande porte, mas seria chamativo em demasia a menos que levassem um bolsa de viagem para guardá-las, pois a MP5 era uma posse que David ainda não possuía.

Com tudo preparado o Toreador saía para as ruas de Santa Mônica do fundo da boate Evory Cross, concorrente direta de uma das boates mais antigas de Santa Mônica, o Asylum. Aquele era o mesmo refúgio antigo de David de antes do ataque, por sorte parecia que a Camarilla não haviam encontrado ainda seu refúgio ou já teriam atacado a menos que tivessem um outro plano em mente, talvez até mais maligno.

Eles seguiam de moto depois de terem saído do beco dos fundos que também tinha acesso a um pequeno depósito comprado apenas para ser sua garagem. Eles pegavam a moto e os faróis da mesma se acendiam no meio do local úmido e escuro, o ronco potente da moto era facilmente destacado no silêncio com apenas alguns sons abafados de veículos nas áreas mais aberta da cidade ao fundo. A moto dava partida como seu destino o Ocean House Hotel.

No meio do caminho o Toreador via o movimento da cidade de Santa Mônica, uma cidade pacata e sombria, haviam poucas pessoas a essa hora e as pessoas que ainda transitavam eram em grande parte suspeitas. No meio do caminho David já notara que estava mesmo atrasado, e ainda não estava chegando, por conta do horário não teria mais atrasos afinal não haviam muito movimento nas ruas. Eles passavam pelas praias noturnas e viam ao fundo o parque de diversões fechado, dobravam uma avenida se distanciando um pouco das regiões urbanas dando mais vazão a uma área mais rural, mas ainda era possível ver a grande roda gigante do pier.

Trilha sonora:

Ao fundo, David via o funesto hotel, num lugar praticamente abandonado, haviam grande muros e um grande portão e o Toreador podia ver que haviam homens armados com submetralhadoras que saíam de seus esconderijos entre o mato, eles era magros e mal trapilhos, pareciam bandidinhos de rua, apontavam as armas para David que logo se identificava. Um dos homens armados fazia uma ligação falando da chegada de David e então ele desligava o celular e sinalizava para o outro bandido para que abrissem o portão. O portão rangia a medida que os dois o empurravam para sua direção oposto, era um portão arrastão que entrava nas paredes e fazia um alto som de metal velho rangendo. Era irritante.

Ocean House Hotel:

David então entrava na propriedade, os capangas fechavam novamente o portão e o Toreador podia ouvir o mesmo sendo fechado. Ele seguia e via a vegetação alta e o hotel em restos prestes a despencar a qualquer momento. Nos arredores haviam mais capangas, bandidos de rua, armados com armas mais pesadas, metralhadoras de porte militar, pareciam armas pesadas demais para simples moleques. Nas janelas superiores o Toreador podia ver alguns homens armados tomando conta das alturas mas uma das janelas lhe chamavam atenção em particular, não era um dos capangas vigiando e sim um homem com o rosto encharcado de sangue e com uma face cheia de ódio.

Homem ensanguentado:

Caso David apontasse para que um capanga ou até mesmo Yvory visse aquele homem, o mesmo não estaria mais lá, simplesmente teria sumido.O vampiro então adentrava no hotel, um dos capangas que estava na porta chamava David para acompanhá-lo e então o Toreador podia ver todo o interior da recepção todo destruído e podre com alguns capangas andando pra lá e pra cá, entediados, fingindo que estavam vigiando mas apenas louco para irem embora.

O capanga guia levava David para uma sala no térreo, onde lá haviam dois capangas um pouco mais respeitáveis, mais fortes com mais postura militar carregando Ak 47 e atentos. Um desses capangas militares batia na porta e após David ouvir a voz de Nines Rodrigues dizendo para que entrasse, a porta era aberta para dar acesso a uma sala com sofás podres, uma mesa redonda pequena aos pedaços, paredes estragadas e atravessadas, quadros queimados quase por completo... Um lugar horrível para um Toreador, mas ainda assim talvez fosse o mais discreto e seguro com pontos estratégicos para se prevenirem em caso de um ataque.

David via Nines Rodriguez, Rebecca, Danzel, Skelter, Isaac Abraams e Kent Alan. Tanto Isaac quanto Kent eram do clã Toreador, Nines, Damsel e Skelter eram Brujah, assim como Rebecca.

Nines Rodrigues - Aparência 3:

Rebecca - Aparência 4:

Damsel - Aparência 3:

Skelter - Aparência 3:

Isaac Abraams - Aparência 4:

Kent Alan - Aparência 4:

Cada um estavam num canto, sendo que quando entrou Skelter estava andando pra lá e pra cá, impaciente. Alan é o primeiro a se pronunciar com a chegada de David e Yvory e diz em tom de deboche:

- Dá pra entender o porque se atrasou...

Skelter, Damsel e Rebecca dão uma risada, Ninez e Issac ficam quietos, já Yvory, David podia notar que ela não gostava nem um pouco da piada, mas ficava em silêncio quando lidava com vampiros. Ao silêncio se apresentar novamente Nines perguntava:

- A gente já tava ficando preocupado David, aconteceu alguma coisa?


David Hayter:
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Beau, só levei em consideração as armas e equipamentos descritas na sua ficha na sessão: Inventário. Caso essa adaptação não lhe agradar pode refazer o arsenal que levará pro encontro e o que deixará no refúgio. Deixe em OFF as adaptações feitas refeitas.

Quando se tratar de um momento apenas carniçal e senhor você tem a liberdade de interpretar sua carniçal, de modo que não interfira nos acontecimentos da narrativa. Um exemplo, quando David e Yvory estão a caminho do encontro na moto, pode interpretação a conversa entre eles no caminho.

Beaumont
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Beaumont em Sab Abr 22, 2017 6:50 pm

OFF: Faca o seguinte:
- David ficou com a sua .45, o colete, o celular e o crucifixo. 
- Ybony ficou no refugio com a .44 Redhawk 
- Yvory foi com David levando a AK-47 em uma bolsa transversal no corpo. 

O restante dos equipamentos ficaram no refugio. Eu realmente esqueci de descrever os equipamentos dos lacaios. 



David e Cherry rumaram em direção ao local do encontro, não houve muita conversa entre eles no caminho, uma vez que o vampiro tratou de acelerar a moto quando podia, cortando as ruas da cidade com incrivel destreza e determinação. Quando o vampiro entrou nos limites da propriedade citada ele diminuiu a velocidade da moto para poder observar melhor a situação e se identificar. Aproveitou para atirar um comentário pra Yvory enquanto retirava o seu capacete e colocava no braço. 

David : - Quando puder ligue para Ybony e diga que vamos mudar de lá, peça para ela arrumar nossas coisas, roupas, armas e o que mais ela achar importante para vocês e deixar as malas prontas. 

Yvory : - Posso saber o motivo dessa decisão ? - Interrogava a loira enquanto descia da moto. 

David : - O lugar certamente está visado, depois da noite de hoje tenho a impressão de que não terá mais volta. Fale com os seguranças e deixe Saint cuidando da parte financeira do Cross. 

David de certa forma havia perdido aquela face de bom menino, ele tinha o costume de fazer isso quando estava entrando em um territorio diferente dos ares costumeiros dele. A dupla então seguiu e foi abordada pelo grupo tático dos anarquistas David tentou reconhecer a natureza dos jovens mas não se aprofundou, ele tinha muito mais com o que se preocupar do que saber se eram vampiros os carniçais humanos. Ele continuou o caminho seguindo o grupo, aproveitou o tempo para sacar o seu celular e mandar uma mensagem simples para um de seus contatos 

"Knox, preciso me encontrar com você essa noite, me diga o lugar e a hora, preciso de armas automaticas leves, mande o preço...Quer ser discreto" 

Assim que terminou de mandar o SMS ele desligou o celular e fez questão de mostrar para os soldados que o celular estava desligado, ele não queria que tivessem a impressão de que ele poderia estar dizendo alguma coisa ou mandando alguma informação sobre o o encontro para alguém, nem mesmo Ybony ou Saint ou qualquer outra pessoa além de Yvory sabia para onde David havia ido, ele preferiu assim, quanto menos pessoa soubesse melhor seria. 

Assim que desligou o celular David olhou para o alto e avistou o homem de cara lavada em sangue 

"Mas o que é isso ? Circo dos horrores ?" - Indagou David em sua própria mente enquanto arregalou os olhos e arqueou o tronco levemente para trás. 

Yvory : - O que foi David ? Yvory estava logo atrás e ainda olhou na esma direção que o vampiro mas nada viu. 

David com um ar de confusão em sua face apenas disse: 

David: - Não...Foi nada...Eu acho... Vamos ! 

Os homens estavam bem armados e isso dava uma certa segurança ao vampiro se houvesse uma invasão o contigente anarquista possuía uma frente de combate de peso. Armas pesadas, pessoal bem armado e parecia treinado de alguma forma, ele se lembrou da época em que serviu. 


"Maravilha, sair de uma guerra e me meter em outra, muito inteligente Hayter...Muito inteligente..." 

Assim que entrou na sala de reuniões ele avistou o lugar, não foi uma boa primeira impressão de maneira artistica mas considerando o posicionamento tático foi muito esperto. Assim que entrou seus olhos logo fitaram Rebeca e um misto de confiança e exaspero bordaram a face ironica do Toreador. Ele sorriu para a moça, como se dissesse sem palavras "Gosto de ser o ultimo a chegar..."

Mas ao inves disso logo após as risadas ele se reduziu a dizer: 

Nines: - A gente já tava ficando preocupado David, aconteceu alguma coisa?

David: - Estou reformulando o posicionamento do meu refugio e meu armamento, não quero ser pego de "surpresa" no Evory Cross, desculpe a demora. Eu cheguei a pensar que vocês já tivessem começado sem mim, possuo algumas perguntas mas não quero ser indelicado, fiquem a vontade para explanarem sobre o objetivo desta reunião. 

David então oferecia um lugar para que Yvory se sentasse e então ele sentava ao lado, caso os assentos estivessem em ruínas David apenas se colocaria em um canto enquanto ouvia o conceito da conversa, deixaria suas perguntas para quando tivesse a oportunidade de falar. 


"Com o esquadrão tático de algozes nas ruas, não temos mais um lugar seguro...A camarilla está arisca com alguma coisa, nós seremos pegos nessa fúria se não tomarmos alguma providência e essa noite eu poderei ver a posição final dos anarquistas da cidade..."
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Dom Abr 23, 2017 1:01 pm

                    

               



Rebecca dava uma leve risada discreta com a graça do Toreador e seu jeito descolado e em seguida inventava sua desculpa, ao qual Rebecca respondia:

- A gente já começou sem você, Hayter, estavamos falando sobre recrutar mais aliados. Abraçar novas crianças.

Skelter que andava pra lá e pra cá respondia:

- Eu não gosto do som disso, ficar cuidando de Crianças vai atrapalhar mais do que ajudar! Essas coisas tão me cheirando mal!

Isaac logo dizia com sua voz firme que expressava experiência e firmeza:

- Cavalheiros, damas, vamos com calma! Não estamos decidindo nada ainda, quem não sentir apto a Abraçar uma Criança não precisa fazer. Acho justo nos ajudarmos com as Crianças mas quem não for de acordo não precisa se envolver nessa parte do assunto.

Ele então vira-se para David que estava em um canto já que não havia nenhum local bom para se sentar com tanto enxofre e podridão, e então Isaac virava-se para David e perguntava:

- Sr. Hayter, não precisa se preocupar, não está sendo indelicado, quais suas duvidas? É melhor esclarecermos para que não haja maus entendidos futuramente.

E assim Issac esperava a resposta. Nines estava de braços cruzados e uma expressão séria, Damsel estava quieta mas pelo jeito que ritmava o pé no chão estava impaciente.


David Hayter:
Pontos de Sangue: 15/7
Força de Vontade: 6/6
Vitalidade: Ok

Beau, esqueci de narrar uma coisa que deve considerar. O local é completamente escuro, desde a estrada até o interior, afinal não possui energia elétrica lá.
Os capangas estavam todos com lanternas, caso contrário não enxergariam nada. A mesma coisa no interior, na sala da reunião todo mundo também possui uma lanterna, menos David. Considere que o homem na janela David só viu graças a luz da lua que clareou aquela direção.
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Zeta em Seg Abr 24, 2017 12:34 pm


O efeito de sua ofuscação não saia exatamente como planejado. Agora ele não aparentava ser um homem magelo e feio, e sim uma garota magra e feia, mas esperava ser o suficiente.

Ele seguia até a mendiga e a acordada, ela demonstrava surpresa, mas não medo, o que já era um bom sinal.

- Ir pra sua casa? Mas... Você faria mesmo isso? Porque?

- Também já fui uma moradora de rua e sei como é difícil viver todos os dias sem ter sequer um teto para se esconder. Não consigo suportar ver mais pessoas passando por isso, desculpe dizer, mas ao ver você, me identifiquei. Atualmente estou em um apartamento alugado, o lugar não é muito luxuoso mas faz uma enorme diferença, principalmente em tempos ruins como esse! E não, não pretendo cobrar nada, assim como não tenho nada a oferecer além de cama e um teto em noites difíceis! Então, você topa?
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

Mensagem por Night Master em Seg Abr 24, 2017 8:01 pm





A jovem escutava as palavras do Nosferatu. Ela parecia pensativa e ansiosa, ela olha para a outra moça deitada e dormindo e diz baixinho:

- Tudo bem se.. Levarmos a minha irmã, o Bob e o Guz, os meus cães? Eu não ia conseguir deixar eles.

A voz da menina tinha um tom de súplica sincero


Samuel Hawkins:
Pontos de Sangue: 13/12
Força de Vontade - 6/5
Vitalidade: OK
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Re: CHAPTER I: Call of Zillah

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