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    CHAPTER I: Call of Zillah

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    Zeta
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Zeta em Sex Abr 21, 2017 11:08 am

    Samuel já estava quase saindo pela porta, quando Dev lhe dirigia a palavra mais uma vez:


    - Traz algo bom, por obséquio!

    Droga, lá se ia o plano rápido e simples do Nosferatu. Felizmente, os dons de dominação do Malkaviano facilitavam seu trabalho. Ele poderia trazer alguém para o apartamento, Dev saciaria sua sede, apagaria sua memória e a vítima seria despachada como se nada tivesse acontecido. Era uma boa forma de preservar seus valores morais sem precisar sacrificar ninguém no processo, e seu companheiro, apesar de lunático, parecia compartilhar desta ideia.
    Samuel costumava caçar entre mendigos e desabrigados. Quando estava sozinho era tudo mais simples, ele simplesmente procurava por algum morador de rua dormindo ou embriagado e sugava dele o necessário. Como não era ele o necessitado, o indivíduo deveria ser dissuadido a segui-lo até o apartamento. Felizmente, um teto para dormir é uma oferta e tanto para estas pobres pessoas.

    Após caminhar por becos e ignorar alguns animais (que não satisfaziam o paladar de Dev/Null), ele encontra um "oásis urbano": Três mendigos adormecidos. Havia um cão próximo a um deles, Samuel não pretendia arriscar se aproximar deste, pois mesmo podendo comunicar-se com animais, sabia como alguns cães podem ser fervorosamente fieis a seus donos. Em vez disso, ele pretende abordar uma das jovens. Talvez ela não aprovasse a proposta de seguir um homem (feio e maltrapilho, diga-se de passagem) até sua casa, então ele procura assumir uma forma feminina.

    (Ofuscação Nível Três - Máscara das Mil Faces): (Gasto 1 de FDV para obter um sucesso adicional) : Samuel procura assumir a forma de uma jovem garota menor de idade, com cachos dourados, olhos azuis infantis e trejeitos de criança.

    Ele então caminha lentamente até uma delas, se agacha e a cutuca levemente, para acorda-la mas tendo o cuidado de não assusta-la.

    Ele espera a reação da moça, caso ela não se assustasse, fala com ela:

    - Boa noite, moça, está bastante frio aqui, gostaria de passar o resto da noite em minha casa? Posso arrumar um cantinho para você!
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Beaumont em Sex Abr 21, 2017 10:53 pm

    O vampiro acorda ainda com a cabeça pesada e um sentimento expressivo de que não estava inteiramente em sí quando abri os olhos ouvindo o chamado de suas duas carniçais. David então ergue a metade do corpo e se senta na cama. Sua mente ainda parece se lembrar de cada detalhe daquele sonho, o cheiro e o gosto do vitae. O sentimento de familiaridade com a voz, como era enebriante reviver aquele momento. Em sua face ainda havia um sorriso e em sua mente uma saudade. Como ele queria poder reviver aquele momento mais uma vez. Estava tão imerso em seus pensamentos que até demorou para responder aos comentários de Yvory e Ybony. 

    "Tudo parecia tão real, a noite, o vento, a voz...O que eu nao daria para que aquilo fosse real, sair de todo esse caos...Essa merda de conflito que consome cada um de nós mais e mais...Os vampiros não se diferem em nada dos humanos, as mesmas brigas, mesmas disputas sem sentido só queria poder estar bem longe dessa merda toda..."

    - Boa noite princesas...Por acaso vocês já sonharam com algo que parecia tão real que mais parecia uma lembrança do que um sonho? 

    David jogava a pergunta para as duas, na verdade não esperava uma resposta, estava mais submerso e seus prórpios pensamentos que ainda nao havia de fato acordado para a realidade. Cada sensação do sonho ainda permeava e sua mente, o toque, o cheiro, o sabor. Tudo aquilo lhe trouxe uma sensação tão boa que subtamente ele resolveu puxar a morena para próximo de sí e lhe roubar um beijo, sim havia uma leve epressão de felicidade e motivação em suas açoes. David sempre fora um bon vivant mas especialmente naquela noite ele estava contente, quase que inconscientemente ele irradiou o poder fascinante de sua disciplina, (Presença 1 - Fáscinio) ele sentiu a necessidade interior de inundar s corações de suas duas carniçais com a paixão que ele sentia naquele momento. 

    Ybony: - Meu deus, David! Você me deu um susto!!!

    Arremessou a morena na cama de maneira infantil e impetuosa, lhe deu mais dois outros beijos e brincou com seu pescoço enquanto não parecia se importar que faltava apenas uma hora para o encontro.  Ele olhou sorridente para a loira Yvory e disse :

    - Tem lugar para você aqui ! 

    Ele se levantou , fitou a moça de maneira séria e a encarou bem nos olhos, o poder do fascinio de fato sujeitaria sua carniçal ainda mais aos seus desejos do que apenas faria com o poder do laço sanguineo. Ela fez um comentário e em seguida ele respondeu

    Yvory : - Você está bem? Olha... A gente não queria te incomodar, mas eu precisava te dar um recado. A Rebeca passou aqui procurando por você, ela vinha te avisar que os Anarquistas vão se reunir a uma hora da madrugada no Ocean House Hotel. Ela disse que você sabia onde era.

    - Então ainda temos algum tempo, você não acha ?

    David morde o lábio com sua presa já exposta e em um longo beijo ele despeja seu vitae tão saboroso e viciante nos lábios carnudos e líbidosos de sua carniçal. Ele trás a outra moça para cama para brincar por vinte minuto com as duas. O ato sexual de fato não acontece pois David naquela noite apenas quis levar as duas ao orgasmo de forma oral para que elas tivessem o mesmo prazer que ele sentiu com o sonho e ainda manter estreito o laço que uni os elas duas a ele (1 pds dado a cada uma). 

    Ao fim do ato sexual com as duas, David se arrumava. Não estava tão preocupado em chegar digamos que 20 ou 30 minutos atrasado, ele gostava de chegadas exemplares. Pediu para que Yvory o acompanhasse pois ela era quase que uma guarda-costas militar e treinada que o ajudava em sua proteção. Vestiu o colete a prova de balas e colocou as duas pistolas na cintura, não cometeria o mesmo erro de andar desarmado depois de ter quase morrido para o esquadrão tático e mortal da camarilla de prováveis algozes ou coisas do genero. Depois de pronto deu um beijo em Ybony e lhe entregou a sua .45 para que ela pudesse se proteger enquanto ele estava fora. Yvory estava com um colete a prova de balas igual ao dele e uma metralhadora MP5 adquirida por Knox o traficante. Ela estava armada e pronta para defende-lo se preciso, eles seguiam de moto. Nao queriam chamar a atenção com a limosine. 

    David e Yvory então seguiam o mais rápido possivel para a reunião.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sab Abr 22, 2017 11:22 am

    Samuel Hawkins - Máscara das Mil Faces - Diff 7 - Força de Vontade

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    3 , 8 , 2 , 3 , 3
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sab Abr 22, 2017 11:36 am

    Samuel Hawkins - Furtividade + Destreza - Diff: 6

    Convidado efetuou 5 lançamento(s) de dados (d10.) :
    10 , 9 , 3 , 7 , 10

    Homem - Percepção + Prontidão - Diff: 6 (-2 dados Penalidade de sono)

    Convidado efetuou 2 lançamento(s) de dados (d10.) :
    3 , 1

    Moça 1 - Percepção + Prontidão - Diff 6: (-2 dados penalidade de sono)

    Convidado efetuou 3 lançamento(s) de dados (d10.) :
    3 , 4 , 3

    Cão Porte Médio 1 - Percepção + Prontidão - Diff 4: (-2 dados penalidade de sono ), (-2 dificuldade sentidos aguçados)

    Convidado efetuou 6 lançamento(s) de dados (d10.) :
    9 , 9 , 3 , 9 , 10 , 7

    Cão Porte Médio 2 - Percepção + Prontidão - Diff 4: (-2 dados penalidade de sono ), (-2 dificuldade sentidos aguçados)

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    3 , 7 , 10 , 4 , 3 , 2
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sab Abr 22, 2017 11:56 am





    O Nosferatu começava a executar o seu plano, definitivamente uma garota jovem seria muito mais fácil de se crer do que um homem feio, porém a garota jovem que Samuel se ofuscava também era uma garota feia. Uma menina adolescente muito magra, sem curvas nenhuma no corpo, pálida, com olhos e rosto fundo, dentes sujos, talvez até mesmo um deles faltando, cabelos crespos como uma samambaia e com um corte mal feito, só talvez não fosse confundida com outra mendiga doente porque o Nosferatu ainda podia escolher roupas melhores que as de um mendigo para se disfarçar, mas ainda era a ultima mulher que um homem iria querer se deitar.

    Ele passava lentamente por entre os mendigos e os cachorros até chegar a uma das jovens mendigas. Ao passar pelo mendigo homem, o Nosferatu via que ele estava com uma garrafa de uísque vazia ao lado e o cheiro forte do mesmo era agora facilmente sentida pelo Rato-de-Esgoto. Ele caminhava silenciosamente, de fininho para não despertar os demais até que chegando até a primeira garota mais próxima o Nosferatu dizia em voz baixa a despertando com cuidado para não provocar um susto.


    Samuel escreveu:- Boa noite, moça, está bastante frio aqui, gostaria de passar o resto da noite em minha casa? Posso arrumar um cantinho para você!


    A moça despertava lentamente e ao ver Samuel ela parecia surpresa, mas não assustada. Ela ainda deitada respondia também em voz baixa:

    - Ir pra sua casa? Mas... Você faria mesmo isso? Porque?

    A jovem parecia esperançosa, mas não parecia ainda ter caído 100% na sugestão do Nosferatu.



    Samuel Hawkins:
    Pontos de Sangue - 13/12
    Força de Vontade - 6/5
    Vitalidade: OK

    Esqueci de tirar 2 dados da penalidade dos cães, desconsiderei os últimos 2 resultados. Sendo assim Samuel conseguiu passar por todos e falar com a mendiga discretamente
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sab Abr 22, 2017 2:44 pm

                   




    O que era uma Toreador sem a apreciação dos poucos momentos que um pouco de poder e luxuria não podiam lhe proporcionar? Por mais sério que aquele momento tinha se iniciado, a graça e a alegria do Toreador havia mudado completamente os ares tensos para com suas duas dedicadas servas. Junto com a David elas sentiam-se amadas, mais vivas que nunca, as mulheres mais felizes que poderiam existir. Não eram todos os regentes que tratavam seus vassalos com carinho e compartilhando os momentos alegres e divertidos, David era diferente, ele unia o útil ao agradável, deixava suas damas felizes e elas faziam um excelente trabalho como retorno, principalmente quando se tratava de Yvory que tanto lhe lembrava Alysha, uma pessoa que David sentia falta.

    As duas mulheres se gracejavam com David a seu modo, enquanto Ybony expressava e muito o orgasmos com altos gemidos, Yvory era mais reservada, seus gemidos eram silenciosos, e ela apertava as costas frias de David e as arranhava conforme ela mesma pegava de seu pulso e tomava do sangue de seu senhor. Com o prazer do sangue unido ao sexo oral, rapidamente as duas moças entravam em um orgasmo em tremedeiras fortes.

    Após a brincadeira, as duas moças estavam preguiçosas, David foi se ajeitar, via no relógio que já era 00:22, de fato ele chegaria atrasado. Quando voltara entregara sua .45 para Ybony e vestia seu Kevlar, porém David agora só possuía sua própria .44 para guardar e levar consigo. Já para Yvory, o Toreador não tinha um colete extra então teve de dar a sua jaqueta vermelha de motoqueiro para sua segurança, era a única proteção que podia proporcionar a ela já que a mais poderosa estava consigo. Yvory poderia levar ambas as armas de grande porte, mas seria chamativo em demasia a menos que levassem um bolsa de viagem para guardá-las, pois a MP5 era uma posse que David ainda não possuía.

    Com tudo preparado o Toreador saía para as ruas de Santa Mônica do fundo da boate Evory Cross, concorrente direta de uma das boates mais antigas de Santa Mônica, o Asylum. Aquele era o mesmo refúgio antigo de David de antes do ataque, por sorte parecia que a Camarilla não haviam encontrado ainda seu refúgio ou já teriam atacado a menos que tivessem um outro plano em mente, talvez até mais maligno.

    Eles seguiam de moto depois de terem saído do beco dos fundos que também tinha acesso a um pequeno depósito comprado apenas para ser sua garagem. Eles pegavam a moto e os faróis da mesma se acendiam no meio do local úmido e escuro, o ronco potente da moto era facilmente destacado no silêncio com apenas alguns sons abafados de veículos nas áreas mais aberta da cidade ao fundo. A moto dava partida como seu destino o Ocean House Hotel.

    No meio do caminho o Toreador via o movimento da cidade de Santa Mônica, uma cidade pacata e sombria, haviam poucas pessoas a essa hora e as pessoas que ainda transitavam eram em grande parte suspeitas. No meio do caminho David já notara que estava mesmo atrasado, e ainda não estava chegando, por conta do horário não teria mais atrasos afinal não haviam muito movimento nas ruas. Eles passavam pelas praias noturnas e viam ao fundo o parque de diversões fechado, dobravam uma avenida se distanciando um pouco das regiões urbanas dando mais vazão a uma área mais rural, mas ainda era possível ver a grande roda gigante do pier.

    Trilha sonora:

    Ao fundo, David via o funesto hotel, num lugar praticamente abandonado, haviam grande muros e um grande portão e o Toreador podia ver que haviam homens armados com submetralhadoras que saíam de seus esconderijos entre o mato, eles era magros e mal trapilhos, pareciam bandidinhos de rua, apontavam as armas para David que logo se identificava. Um dos homens armados fazia uma ligação falando da chegada de David e então ele desligava o celular e sinalizava para o outro bandido para que abrissem o portão. O portão rangia a medida que os dois o empurravam para sua direção oposto, era um portão arrastão que entrava nas paredes e fazia um alto som de metal velho rangendo. Era irritante.

    Ocean House Hotel:

    David então entrava na propriedade, os capangas fechavam novamente o portão e o Toreador podia ouvir o mesmo sendo fechado. Ele seguia e via a vegetação alta e o hotel em restos prestes a despencar a qualquer momento. Nos arredores haviam mais capangas, bandidos de rua, armados com armas mais pesadas, metralhadoras de porte militar, pareciam armas pesadas demais para simples moleques. Nas janelas superiores o Toreador podia ver alguns homens armados tomando conta das alturas mas uma das janelas lhe chamavam atenção em particular, não era um dos capangas vigiando e sim um homem com o rosto encharcado de sangue e com uma face cheia de ódio.

    Homem ensanguentado:

    Caso David apontasse para que um capanga ou até mesmo Yvory visse aquele homem, o mesmo não estaria mais lá, simplesmente teria sumido.O vampiro então adentrava no hotel, um dos capangas que estava na porta chamava David para acompanhá-lo e então o Toreador podia ver todo o interior da recepção todo destruído e podre com alguns capangas andando pra lá e pra cá, entediados, fingindo que estavam vigiando mas apenas louco para irem embora.

    O capanga guia levava David para uma sala no térreo, onde lá haviam dois capangas um pouco mais respeitáveis, mais fortes com mais postura militar carregando Ak 47 e atentos. Um desses capangas militares batia na porta e após David ouvir a voz de Nines Rodrigues dizendo para que entrasse, a porta era aberta para dar acesso a uma sala com sofás podres, uma mesa redonda pequena aos pedaços, paredes estragadas e atravessadas, quadros queimados quase por completo... Um lugar horrível para um Toreador, mas ainda assim talvez fosse o mais discreto e seguro com pontos estratégicos para se prevenirem em caso de um ataque.

    David via Nines Rodriguez, Rebecca, Danzel, Skelter, Isaac Abraams e Kent Alan. Tanto Isaac quanto Kent eram do clã Toreador, Nines, Damsel e Skelter eram Brujah, assim como Rebecca.

    Nines Rodrigues - Aparência 3:

    Rebecca - Aparência 4:

    Damsel - Aparência 3:

    Skelter - Aparência 3:

    Isaac Abraams - Aparência 4:

    Kent Alan - Aparência 4:

    Cada um estavam num canto, sendo que quando entrou Skelter estava andando pra lá e pra cá, impaciente. Alan é o primeiro a se pronunciar com a chegada de David e Yvory e diz em tom de deboche:

    - Dá pra entender o porque se atrasou...

    Skelter, Damsel e Rebecca dão uma risada, Ninez e Issac ficam quietos, já Yvory, David podia notar que ela não gostava nem um pouco da piada, mas ficava em silêncio quando lidava com vampiros. Ao silêncio se apresentar novamente Nines perguntava:

    - A gente já tava ficando preocupado David, aconteceu alguma coisa?


    David Hayter:
    Pontos de Sangue: 15/7
    Força de Vontade: 6/6
    Vitalidade: Ok

    Beau, só levei em consideração as armas e equipamentos descritas na sua ficha na sessão: Inventário. Caso essa adaptação não lhe agradar pode refazer o arsenal que levará pro encontro e o que deixará no refúgio. Deixe em OFF as adaptações feitas refeitas.

    Quando se tratar de um momento apenas carniçal e senhor você tem a liberdade de interpretar sua carniçal, de modo que não interfira nos acontecimentos da narrativa. Um exemplo, quando David e Yvory estão a caminho do encontro na moto, pode interpretação a conversa entre eles no caminho.

    Beaumont
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Beaumont em Sab Abr 22, 2017 6:50 pm

    OFF: Faca o seguinte:
    - David ficou com a sua .45, o colete, o celular e o crucifixo. 
    - Ybony ficou no refugio com a .44 Redhawk 
    - Yvory foi com David levando a AK-47 em uma bolsa transversal no corpo. 

    O restante dos equipamentos ficaram no refugio. Eu realmente esqueci de descrever os equipamentos dos lacaios. 



    David e Cherry rumaram em direção ao local do encontro, não houve muita conversa entre eles no caminho, uma vez que o vampiro tratou de acelerar a moto quando podia, cortando as ruas da cidade com incrivel destreza e determinação. Quando o vampiro entrou nos limites da propriedade citada ele diminuiu a velocidade da moto para poder observar melhor a situação e se identificar. Aproveitou para atirar um comentário pra Yvory enquanto retirava o seu capacete e colocava no braço. 

    David : - Quando puder ligue para Ybony e diga que vamos mudar de lá, peça para ela arrumar nossas coisas, roupas, armas e o que mais ela achar importante para vocês e deixar as malas prontas. 

    Yvory : - Posso saber o motivo dessa decisão ? - Interrogava a loira enquanto descia da moto. 

    David : - O lugar certamente está visado, depois da noite de hoje tenho a impressão de que não terá mais volta. Fale com os seguranças e deixe Saint cuidando da parte financeira do Cross. 

    David de certa forma havia perdido aquela face de bom menino, ele tinha o costume de fazer isso quando estava entrando em um territorio diferente dos ares costumeiros dele. A dupla então seguiu e foi abordada pelo grupo tático dos anarquistas David tentou reconhecer a natureza dos jovens mas não se aprofundou, ele tinha muito mais com o que se preocupar do que saber se eram vampiros os carniçais humanos. Ele continuou o caminho seguindo o grupo, aproveitou o tempo para sacar o seu celular e mandar uma mensagem simples para um de seus contatos 

    "Knox, preciso me encontrar com você essa noite, me diga o lugar e a hora, preciso de armas automaticas leves, mande o preço...Quer ser discreto" 

    Assim que terminou de mandar o SMS ele desligou o celular e fez questão de mostrar para os soldados que o celular estava desligado, ele não queria que tivessem a impressão de que ele poderia estar dizendo alguma coisa ou mandando alguma informação sobre o o encontro para alguém, nem mesmo Ybony ou Saint ou qualquer outra pessoa além de Yvory sabia para onde David havia ido, ele preferiu assim, quanto menos pessoa soubesse melhor seria. 

    Assim que desligou o celular David olhou para o alto e avistou o homem de cara lavada em sangue 

    "Mas o que é isso ? Circo dos horrores ?" - Indagou David em sua própria mente enquanto arregalou os olhos e arqueou o tronco levemente para trás. 

    Yvory : - O que foi David ? Yvory estava logo atrás e ainda olhou na esma direção que o vampiro mas nada viu. 

    David com um ar de confusão em sua face apenas disse: 

    David: - Não...Foi nada...Eu acho... Vamos ! 

    Os homens estavam bem armados e isso dava uma certa segurança ao vampiro se houvesse uma invasão o contigente anarquista possuía uma frente de combate de peso. Armas pesadas, pessoal bem armado e parecia treinado de alguma forma, ele se lembrou da época em que serviu. 


    "Maravilha, sair de uma guerra e me meter em outra, muito inteligente Hayter...Muito inteligente..." 

    Assim que entrou na sala de reuniões ele avistou o lugar, não foi uma boa primeira impressão de maneira artistica mas considerando o posicionamento tático foi muito esperto. Assim que entrou seus olhos logo fitaram Rebeca e um misto de confiança e exaspero bordaram a face ironica do Toreador. Ele sorriu para a moça, como se dissesse sem palavras "Gosto de ser o ultimo a chegar..."

    Mas ao inves disso logo após as risadas ele se reduziu a dizer: 

    Nines: - A gente já tava ficando preocupado David, aconteceu alguma coisa?

    David: - Estou reformulando o posicionamento do meu refugio e meu armamento, não quero ser pego de "surpresa" no Evory Cross, desculpe a demora. Eu cheguei a pensar que vocês já tivessem começado sem mim, possuo algumas perguntas mas não quero ser indelicado, fiquem a vontade para explanarem sobre o objetivo desta reunião. 

    David então oferecia um lugar para que Yvory se sentasse e então ele sentava ao lado, caso os assentos estivessem em ruínas David apenas se colocaria em um canto enquanto ouvia o conceito da conversa, deixaria suas perguntas para quando tivesse a oportunidade de falar. 


    "Com o esquadrão tático de algozes nas ruas, não temos mais um lugar seguro...A camarilla está arisca com alguma coisa, nós seremos pegos nessa fúria se não tomarmos alguma providência e essa noite eu poderei ver a posição final dos anarquistas da cidade..."
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Dom Abr 23, 2017 1:01 pm

                        

                   



    Rebecca dava uma leve risada discreta com a graça do Toreador e seu jeito descolado e em seguida inventava sua desculpa, ao qual Rebecca respondia:

    - A gente já começou sem você, Hayter, estavamos falando sobre recrutar mais aliados. Abraçar novas crianças.

    Skelter que andava pra lá e pra cá respondia:

    - Eu não gosto do som disso, ficar cuidando de Crianças vai atrapalhar mais do que ajudar! Essas coisas tão me cheirando mal!

    Isaac logo dizia com sua voz firme que expressava experiência e firmeza:

    - Cavalheiros, damas, vamos com calma! Não estamos decidindo nada ainda, quem não sentir apto a Abraçar uma Criança não precisa fazer. Acho justo nos ajudarmos com as Crianças mas quem não for de acordo não precisa se envolver nessa parte do assunto.

    Ele então vira-se para David que estava em um canto já que não havia nenhum local bom para se sentar com tanto enxofre e podridão, e então Isaac virava-se para David e perguntava:

    - Sr. Hayter, não precisa se preocupar, não está sendo indelicado, quais suas duvidas? É melhor esclarecermos para que não haja maus entendidos futuramente.

    E assim Issac esperava a resposta. Nines estava de braços cruzados e uma expressão séria, Damsel estava quieta mas pelo jeito que ritmava o pé no chão estava impaciente.


    David Hayter:
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    Beau, esqueci de narrar uma coisa que deve considerar. O local é completamente escuro, desde a estrada até o interior, afinal não possui energia elétrica lá.
    Os capangas estavam todos com lanternas, caso contrário não enxergariam nada. A mesma coisa no interior, na sala da reunião todo mundo também possui uma lanterna, menos David. Considere que o homem na janela David só viu graças a luz da lua que clareou aquela direção.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Zeta em Seg Abr 24, 2017 12:34 pm


    O efeito de sua ofuscação não saia exatamente como planejado. Agora ele não aparentava ser um homem magelo e feio, e sim uma garota magra e feia, mas esperava ser o suficiente.

    Ele seguia até a mendiga e a acordada, ela demonstrava surpresa, mas não medo, o que já era um bom sinal.

    - Ir pra sua casa? Mas... Você faria mesmo isso? Porque?

    - Também já fui uma moradora de rua e sei como é difícil viver todos os dias sem ter sequer um teto para se esconder. Não consigo suportar ver mais pessoas passando por isso, desculpe dizer, mas ao ver você, me identifiquei. Atualmente estou em um apartamento alugado, o lugar não é muito luxuoso mas faz uma enorme diferença, principalmente em tempos ruins como esse! E não, não pretendo cobrar nada, assim como não tenho nada a oferecer além de cama e um teto em noites difíceis! Então, você topa?
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Seg Abr 24, 2017 8:01 pm





    A jovem escutava as palavras do Nosferatu. Ela parecia pensativa e ansiosa, ela olha para a outra moça deitada e dormindo e diz baixinho:

    - Tudo bem se.. Levarmos a minha irmã, o Bob e o Guz, os meus cães? Eu não ia conseguir deixar eles.

    A voz da menina tinha um tom de súplica sincero


    Samuel Hawkins:
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Zeta em Ter Abr 25, 2017 5:12 pm


    - Tudo bem se.. Levarmos a minha irmã, o Bob e o Guz, os meus cães? Eu não ia conseguir deixar eles.

    Samuel ponderava suas opções, ele já esperava que ela fosse fazer esse pedido, mas isso complicaria as coisas.

    - Hmm... Tá, pode ser, mas apenas há espaço para vocês duas lá dentro, os cães teriam de esperar do lado de fora! Não se preocupe, logo ao lado do apartamento existe um beco onde podemos deixa-los. Podemos ver todo o beco da janela e cuidar deles por lá!

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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Beaumont em Qua Abr 26, 2017 6:52 pm

    David olhou muito bem em volta e avaliou os outro 6 que estavam ao seu redor. Nem todos eram soldados mas eles não pareciam estar preocupados com a guerra, olhou para os Toreador Kevin e Kent e tentou observar se eles portavam algum tipo de arma grande, já que pela escuridão não era possivel enchergar se portavam pistolas. 

    "É preciso ter muito culhão pra se envolver em negocio desses nessa escala, eu já posso ter ceteza que esses 6 não vão mais desistir dessa ideia"

    Havia uma certa esperança no interior de David ele poderia estar enganado mas a impressão que tinha é que os anarquistas estavam prontos para jogar o jogo. Ele respirou fundo, apenas como um jesto para angariar a vontade necessaria para iniciar seu pequeno discurso. David então juntou as mãos de forma rapida com um punho aberto e outro fechado, o estalo no ar foi baixo o suficiente para não ser ouvido do lado de fora da sala, mas o objetivo dele era mostrar que ele queria a atenção quando falasse. 

    David: - Certo somos nós seis, eu não tenho a certeza do objetivo do porque cada um de nós está fazendo isso, mas saibam que se iniciarmos uma guerra não vai ter mais volta. Eu conheço Rebeccah a tempo suficiente para saber que ela já está farta ds anciões obrigando ela fazer tudo o que eles querem e se ela quisesse ser uma puta de velhos, ela não estaria aqui hoje, eu digo mesmo sobre mim e eu admito que não está certo arriscarmos a nossa não vida para que anciãos detenham o poder como fazem. Eu não precisava estar falando isso agora, mas eu preciso ouvir de vocês. Se vocês realmente querem fazer isso precisamos confiar uns nos outros, por que meu amigo, se entrarmos na luta, armas e efeitos especiais que nós temos não serão o suficiente para enfrentar o que estamos pra enfrentar. 

    David: - O que eu quero dizer é ? Quantos de vocês já enfrentaram um esquadrão ? E quantos de nós possuí conhecimento tático para resistir a uma guerra ? Sem ofender ninguém mas eu sou o único que não trouxe lanterna aqui ? O quanto vocês confiam em mim ? E se eu fosse um espião da... "Peserfone" que nome é esse a proposito ! Como vocês saberiam ? Sondar a mente, dominação mental... O poder da presença, isso pode ajudar sim mas a minha primeira indagação é : Precisamos confiar uns nos outros e para que isso ocorra precisamos fazer um laço de sangue mutuo entre nós. Quem não quiser ótimo ! Não vou obrigar ninguem e também não vou fazer laço com ninguem que não for tomar do meu sangue também, mas precisamos ter um laço entre nós, porque se nós não formos entre nós, em quem poderemos confiar quando estivermos em perigo. 

    Talvez de fato David estivesse indignado por causa que não o avisaram que ele tinha de ter trazido lanternas, mas era mais pela confiança que ele resumia toda a sua preocupação. Ele olhava para Rebecah e Yvony pois de todos ali, era realmente quem ele tomaria uma bala no peito ou uma estaca no coração para salvar. 

    David: - Bom, eu confio em Rebecah e confio em vocês também afinal, estamos todos nos arriscando aqui tomando essa decisão, mas quero que pensem no laço como uma forma de nos protegermos caso venhamos a ser pegos pelos anciãos. Meu segundo ponto é justamente se formos pegos, o esquadrão é um grupo extremamente armado e poderoso, habil militarmente e eu não sei se sobreviverei a outro conflito com eles, por isso precisamos ser mais cautelosos do que poderosos em quantidade e armamento como estou vendo aqui. As armas pesadas e os carniçais lá fora se é que são carniçais nos ajudarão a ter cobertura para fugir mas é só isso. Eu gostei da ideia de criarmos mais crianças, gostei mesmo ! Mas precisamos "fingir" que aceitamos a trégua de Perserfone kkk meu deus eu sempre rio quando ouço esse nome... Enfim, nossos rostos estão mais do que visados, nossos refugios, seremos caçados feitos animais e mal teremos tempo de dar nossa investida contra eles. Então eu proponho que aceitemos essa rendição para que possamos estar junto com ela e entendermos como está a camarilla em meio esse conflito com o sabá ou pelo menos entender como está a força da camarilla. Vamos criar mais crianças e essas sim !! Não estarão visadas por que não iremos apresenta-las ao principe e manteremos essas crianças no anonimato para que no momento certo e elas estejam hábeis suficientes possamos atacar ! Teremos armas, contigente militar, e o melhor, o ataque surpresa !

    Um plano perfeito, mas claro nada pode ser perfeito então David prefere pensar que alguma coisa pode dar errado...

    David : - E é por isso que eu volto mais uma vez a questão do laço de sangue, já que estaremos lá entre as harpias e membros do elisio. Precisamos manter a nossa lealdade a nossa causa usando o laço que teremos, resistindo ao poder dos anciões, as manipulações das harpias, a sedução de nossos antigos membros de clã...

    David nesse momento se perde se lembrando da face perfeita de Persefone, como ele queria que ela entendesse o ponto de vista dele e como ele precisava se manter no foco e para sua própria segurança ser fiel a Rebecah, Persefone era como um vicio sedutor exatamente como a pedra ensanguentada em seu sonho....

    O garoto entao piscou os olhos como se voltasse de um transe rapido, olhou a reação dos demais como se esperasse a continuação do debate. 

    David: - E então, vocês querem enfrentar o esquadrão mesmo de frente ? Ou agirmos de dentro para fora?
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sex Abr 28, 2017 3:16 pm





    A resposta do Nosferatu faz a garota levantar um sorriso de satisfação, ela se levantava um pouco atrapalhada com a pressa de passar uma noite em um lugar mais confortável e quente. A menina era loira, não muito alta, caucasiana tinha talvez seus 15 ou 17 anos. Era uma menina bonita mas toda aquela sujeira e mal cheiro tiravam boa parte da beleza dela. Os cães já erguiam suas orelhas em alerta ao que ocorriam mas apenas observavam sua dona e o novo visitante que apesar de ser um morto-vivo tinha uma certa conexão com o lado feral, o que dava a todos os animais alguma compreensão de Samuel como um igual. Alguns outros vampiros que não tinham essa mesma compreensão da Besta interior não podiam se beneficiar de tal coisa.

    A jovem olhava para o homem com um receio e depois ia até a outra moça se ajoelhando perto da mesma sussurrando em seu ouvido enquanto mexia em seus ombros levemente:

    - Bela, Bela acorda!

    A mendiga chamada Bela já parecia uma pouco mais velha, tinha cabelos pretos e era mais alta, pouca coisa mais alta que a "garota" que lhes oferecia abrigo de uma noite, parecia ter seus 24 a 26 anos. Também era bonita e se não fosse a sujeira e o mal cheiro atrairia olhares. Ela despertava e virava-se para sua irmã e dizia:

    - O que foi Amy?

    A garota que Samuel havia conversado, Amy, dizia virando um pouco seu corpo para que sua irmã visse a "garota" que havia as oferecido abrigo.

    - Ela disse que podemos passar a noite na casa dela.

    Bela erguia um pouco o seu corpo estando meio sentada e meio deitada, usando seus cotovelos para se erguer e ver Samuel com a face de uma adolescente. Bela olhava Samuel e então perguntava:

    - Você vai fazer isso mesmo? Sério?

    Depois que Samuel confirmasse, Bela olharia pra Amy e diria mirando depois pro mendigo que estava dormindo como uma pedra graças a bebida:

    - E ele?

    Amy ficava sem respostas e, ela tinha um certo pesar, parecia procurar palavras, uma resposta que fosse satisfatória de alguma forma e depois dizia:

    - O Guz e o Bob podem vir com a gente, ela disse que tem um lugar pra deixarmos eles.

    Aquilo certamente era um resposta evasiva de Amy. Bela olhava novamente para o mendigo deitado, ela parecia ponderar seriamente sobre o assunto, mas por fim ela dizia convencida e com raiva:

    - Vamos lá, qualquer lugar é melhor do que com esse porco.

    Amy se animava e Bela logo se levantava pegando os cobertores, a mais nova ia até cães e os fazia carinho, ela chamava eles mas apenas um dos cães atendia ao chamado de Amy, o outro que estava sentado junto ao mendigo olhando tudo continuava sentado, parecia não querer seguir as donas, parecia querer continuar onde estava. Bela já estava com cobertores proximo a Samuel, ela começava a se encaminhar para o beco com o Nosferatu quando ambos notavam que Amy parecia tentar chamar o cão em tom baixo:

    - Vamos Bob... Vem... Vem...

    Bella então dizia:

    - Amy, deixa o Bob, ele quer ficar com esse velho.

    Amy virava o rosto para Bella:

    - Mas...

    Bella inclinava um pouco o rosto e enrijecia as sobrancelhas. Dizia já no seu tom autoritário de irmã mais velha:

    - Deixa-O- Bob! Vamos!

    Amy ficava relutante, observava o cão com uma expressão de dó, ela então afagava a cabeça do cão e dizia com uma voz chorosa:

    - Tchau Bob...

    Então, tristonha, Amy se levantava e caminhava junto de Samuel, Bella e o cão Guz que as seguia. As presas de Samuel e Dev/Null o seguiam sem imaginar que estavam indo parar num ninho de parasitas sugadores de sangue, por mais que Samuel e Dev não apreciavam matar suas presas sugar sangue ainda era algo que os que não conheciam o prazer do Beijo rejeitariam facilmente. No caminho, Bella dizia à "garota" generosa:

    - Olha menina, eu agradeço pelo que está fazendo e não se preocupe... Sabemos que a oferta é apenas passar uma noite e não morar com você. Você só... Deu um empurrão pra fazermos o que já estávamos querendo fazer faz tempo.

    Saindo do beco agora sem a escuridão, Samuel podia notar que Bella tinha um hematoma no pescoço, próximo do ombro.


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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sex Abr 28, 2017 4:33 pm

                        

                   



    David notava que nem Isaac e nem Kent carregavam armas consigo. O ambiente ficara em silêncio por alguns instantes, todos esperava David se pronunciar e o breve silencio só fazia aumentar a curiosidade dos demais, era claro em suas faces que cada segundo e os gestos que o Toreador começava a fazer atiçavam palavras maiores do que esperavam. David começava a expressar sua opinião de qual modo era melhor lidar com a situação da Camarilla.
    Facilmente ele expunha seus pontos e via o rosto complacente dos outros Anarquistas, alguns como Rebecah e Damsel pareciam já ter aceitado a ideia, Damsel não demorou muito para esboçar um grande sorriso diante as falas de David e sempre concordando com a cabeça a medida que o Toreador falava.
    Nines, Skelter e Isaac estavam muito pensativos, pareciam ponderar de verdade o que David falava, já Kent parecia ser aquele que não concordava, bastava olhar sua face de desgosto à medida que David ia falando, mas só depois de David terminar de falar é que ele se pronuncia:

    - Laço de sangue?? Não vai rolar! Pelo menos não comigo! Um laço de sangue não vai salvar ninguem caso seja pego! Se os caras nos dominarem ou nos torturarem tanto a ponto de preferirmos a morte não é o sentimento do laço que vai ser a proteção perfeita! Sem falar que um laço entre vários não é forte como laço entre apenas duas pessoas! Não mesmo, isso não vai funcionar, Hayter!


    Damsel, imediatamente falava:

    - Qual é Kent! O que o Hayter disse faz sentido! Mesmo que não seja garantia de funcionar, vai dificultar o trabalho deles! Tudo o que pudermos fazer pra dificultar pra eles deve ser feito, inclusive se facilita pra nós!

    Rebecca: - Isso mesmo! Acho que o laço pode muito bem frustrar até mesmo tentativas de Dominar nossas mentes, ou quem sabe isso não nos dá qualquer gás pra sermos mais cuidadosos, além de nossas não-vidas teremos o motivador dos nossos amigos e pensaremos duas vezes antes de nos comprometer.

    Nines: - Garoto vou ser sincero contigo! Eu gostei de você, você tem espirito e pelo que você tá dizendo parece ter uma malicia e experiência nessas coisas, mas acho difícil eu aderir a essa ideia de laço de sangue. Como você disse, a questão é a confiança, eu confio nos meus colegas e confio que eles não vão nos entregar sem lutar, nós acabamos de nos conhecer mas a Rebecca confiou em você e por isso te trouxe pro nosso lado, e eu confio nela também, sobre a lanterna... Bem, ninguém avisou ninguém sobre isso, esse é um local abandonado a anos e todo mundo sabe disso... Acho que todo mundo que trouxe a lanterna concluiu por conta própria que era necessária, não leva isso pro lado pessoal. Talvez nos laçarmos possa dar uma força no nosso interior pra dificultar os anciões mas talvez não, o Kent tem algum ponto afinal de contas, talvez isso só foda as coisas entre nós. Laços nunca acabam bem e se for pra nos mantermos unidos e fortes entre nosso companheirismo eu prefiro que venha de uma força natural e verdadeira.

    Skelter: - Eu não gosto da ideia de me laçar a ninguem, acho que ninguém aqui gosta mas tem alguns males que vem pro bem, talvez seja uma ideia mas eu não sei... Com sangue não se brinca e a Camarilla ainda tem aqueles Tremere que podem fazer qualquer macumba com essa feitiçaria de sangue deles se pegarem um de nós. Eu não sei cara... Sério, vou ter que pensar melhor nisso aí!

    Isaac: - Eu vejo que suas intenções são verdadeiras, sr. Hayter, o senhor tem um bom ponto e pode ser que dê certo, mas também há muitas chances de que falhe e que possa ser que esse laço venha a nos desfalcar com o tempo, pois pense, e depois? Caso vençamos e reconquistemos Los Angeles como um Estado Livre como nos desvincilharemos do laço? Não digo que não farei o laço, sr. Hayter, mas também preciso ponderar a respeito. Sobre a sua ideia de como enfrentaremos a Camarilla... Devo lembrá-lo que a sra. Deveroux ofereceu não uma trégua, mas uma submissão, e não foi a todos nós, foi apenas aos Membros de seu sangue, como agora sobramos apenas o sr, o sr Allan e a mim, seremos apenas nós três a nos infiltrarmos na Camarilla, e mesmo que façamos dessa forma não sei dizer-lhe se a oferta da sra. Deveroux foi de iniciativa própria ou ele foi mandada como diplomata pelo Príncipe. Ela ofereceu segurança apenas para os Membros de sua casa e os demais seriam mortos, creio que ela o fez de iniciativa própria o que pode dizer que essa... "submissão", é o que fato é, não é mais válida... Agora que a caçada de sangue foi declarada. Se formos em busca da Camarilla para fingirmos entrar em submissão acredito que nos estacarão primeiro, nos mandarão para o sol, e perguntarão depois.

    Skelter: - Ah e sobre os reforços lá fora, é gente que eu conheço, o Isaac pagou eles e as armas, são apenas capangas que estão fazendo um trabalho por fora pra alguns figurões. A gente conversou antes da reunião e achou uma boa ideia, ninguém sabia disso, só a gente, mas você tem razão essa galera é pra atrasar eles e garantir que a gente consiga se virar

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    2017-04-28 12:35:43 David Hayter rolls ? dice to Carisma + Expressão [3 successes]

    2017-04-28 12:37:27 Rebecca rolls ? Inteligência + Empatia dice to [2 success]

    2017-04-28 12:39:20 Nines Rodriguez rolls ? Inteligência + Empatia dice to [3 successes]

    2017-04-28 12:41:15 Skelter rolls ? dice to Intelgiência + Empatia [3 successes]

    2017-04-28 12:42:09 Damsel rolls ? dice to Inteligência + Empatia [failure]

    2017-04-28 12:43:20 Isaac rolls ? dice to Intelifência + Empatia [3 successes]

    2017-04-28 12:44:09 Kent rolls ? dice to Inteligência + Empatia [4 successes]

    2017-04-28 12:54:38 Kent rolls ? dice to Carisma + Exprssão [1 success]

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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sex Abr 28, 2017 7:54 pm





    Trilha Sonora:

    Marko sentia-se leve como o vento. Estava com sono... Muito sono, embora claramente fosse noite. O vento era forte e batia em seu rosto e suas roupas, as mesmas roupas que costumava utilizar em suas noites modernas. Ele olhava o horizonte e levava sua mão esquerda para proteger seu rosto da forte tempestade de areia que castigava seus olhos. Ele caminhava nas areias de um deserto escandante e frio, sua pele era tão acinzentada quanto as areias em que seus pés afundavam a cada passo... Mas... Como tinha chegado ali? Onde é que estava exatamente? O que estava acontecendo? Marko poderia pensar muitas coisas mas jamais teria certeza de nenhuma delas.

    Ele caminhava no deserto, cada passo parecia levá-lo a um local mais distante de qualquer destino que ele estivesse rumando, parecia infindável... Se Marko gritasse por alguma alva viva, ou quem sabe morta, naquele deserto, ele não obteria resposta alguma além da respostas dos uivos do dos ventos fortes. Ele caminhava e caminhava, era difícil manter-se de pé naquele ambiente. Nada...Nada além de areia, quilômetros e quilômetros de areia e ventos fortes carregando as mesmas para qualquer lugar. Até mesmo ao horizonte não via nada além de "nada"...

    "-Marko..."

    Ele virava-se imediatamente ao som da voz feminina que o chamara. Uma voz bela... Por mais que tenha chamado pelo seu nome brevemente, Marko já reconhecia aquela voz como uma marcante e atraente voz. Era sussurrada... Era leve... Era... Triste... Sim... De alguma forma mesmo o Tzimisce sendo uma pessoa apática, conseguia se harmonizar facilmente com aquela voz, talvez fosse a primeira coisa que se harmonizara.

    Ele não via nada.

    "-Marko..."

    Novamente o chamara e ele olhara para uma direção oposto e então... Via algo que... Ele não tinha certeza se estava lá antes... A um pequeno monte de areia via algo diferente no cenário, por incrível que parecesse... Uma rocha...

    Cenário:

    "- Venha pra mim... Meu Marko..."

    O Tzimisce sentia um misto de sensações ao ouvir aquela... Aquela rocha... Chamando por ele, como se o conhecesse, ansiando para que o Tzimisce estivesse próximo dela. Era como num transe, ser chamado por aquela voz lhe trazia conforto, segurança, paz... Coisas que sendo um morto-vivo, raramente sentia-se além de fortes momentos e de quando bebia do sangue que roubava dos vivos. Marko se encaminhava até a rocha, era apenas uma rocha ao longe, mas ao se aproximar cada vez mais ele via naquela rocha um rosto... Um rosto de mulher, e aquele rosto assim como ele em uma noite, chorava lágrimas de sangue.

    Rocha:

    "-Meu Marko... Meu Marko Cerveni Obertus... Meu.. Amado filho..."

    Marko observava as lágrimas de sangue descendo do rosto da mulher de pedra, era como se estivesse viva... O sangue era fresco e o vampiro sentia o gosto do sangue só de simplesmente cheirá-lo... Era delicioso, era sublime... Marko sabia, de alguma forma ele sabia que se ele tomasse daquele sangue algo aconteceria com ele, ele não sabia dizer se era algo bom, mas certamente sabia que era algo grande e independente das consequências Marko sabia em seu íntimo que ele devia tomar daquelas lagrimas de sangue que chamavam-no.

    "- Beba de mim, Marko... Não tenha medo... Beba de mim e abra seus olhos..."

    Marko estava ansioso... Ele expunha sua língua e lentamente, hesitante, ele a aproximava do rosto de pedra sentindo a cada milésimo de segundo o gosto de uma vitae que jamais experimentara em sua não-vida. Marko sabia, estava prestes a mudar o rumo de sua existência para sempre.




    Trilha sonora:

    Marko despertava. Estava em uma cama de pedra forrada com sua areia dentro de uma das celas de uma masmorra escura com fraca luz elétrica de uma lampada ao teto. A primeira coisa que ele lembrava era daquele sonho, sim, era tudo um sonho, mas aquele fora o sonho mais real que já tivera em toda sua vida e não-vida, um sonho que havia lhe marcado profundamente.

    O Tzimisce estava em Berlim, estava num convento do Sabá, ou como eles gostavam de chamar A Grande Bainha. Aquele lugar, abaixo de onde antes já fora conhecido como Reichtag, lugar que nunca fora reconstruído após a Segunda Guerra e permaneceu em destroços e ruínas como lembrete dos próprios alemães para eles mesmo, era um esconderijo subterrâneo criado para refugiar os Cainitas que ainda não possuíam um refúgio próprio e também um curral de emergência, além desses propósitos era lá onde normalmente se eram celebrados os Actoritas Ritae, inclusive monomancias. Haviam motivos do porque Berlim era um forte grandioso do Sabá, a administração eficiente para manter as coisas em ordem sem tirar a liberdade de cada filho de Cain era um deles.

    Franchesca e Lincoln não vieram com Marko, depois da batalha do cemitério o Demônio teve de ir ao convento de Glover e de lá até Berlim para virar Ductus, algo que fora apoiado pela Toreador e o Brujah AT. Em Berlim seria formalmente conhecido por um Bispo já que Glover não dispunha de um no momento e o único Bispo que Anne havia passado o contato era de Kasmir Baal, um Cainita de seu próprio Sangue. Franchesca e Lincoln alegaram que ainda tinham pendencias em Glover e não adiantaria... Eles não sairiam daquela cidade até resolverem.

    Marko veio para Berlim com a ajuda de um contrabandista Pander chamado Jerry Wickman.

    Jerry Wickman - Aparência 1:

    Jerry era um sujeito calado, ele tinha alguns capangas mortais e em momento algum durante a viagem puxou conversa com Marko. Ele parecia naturalmente mal humorado. Jerry era um contato que o próprio Bispo Lasombra havia dado ao Tzimisce por telefone para poderem providenciar a viagem dele, logicamente para tal Marko precisou pagar uma nota a Jerry mas Franchesca tinha muito dinheiro de suas épocas majestosas de estrela do Rock e deu a Marko a quantia para o Ductus fazer a tal viagem. Jerry trouxe Marko até Berlim de barco, felizmente o Pander falava várias línguas o que permitiu que eles negociassem sem problemas, mas agora na Alemanha Marko ia encontrar dificuldades já que não falava alemão.

    O vampiro então logo ouvia o ranger da porta de madeira da masmorra se abrir, ele via alguém descendo bem ao fundo das escadas de pedra, uma silhueta negra de uma pessoa destacada pela fraca luz externa e então da silhueta uma voz masculina conhecida chamava por ele.

    - Marko? Marko Cerveni Obertus?

    A silhueta se aproximava mais de Marko e logo das sombras surgia uma figura de um homem com feições bem humoradas, mas ao mesmo tempo desse aspecto aberto havia também um outro aspecto sombrio, obscuro, como se luz e sombras se destacassem em igualdade em apenas uma pessoa, ele esboçava um meio sorriso receptivo a Marko e estendia a mão pra um cumprimento simpático:

    Kasmir Baal - Aparência 3:

    - É um prazer finalmente conhecê-lo meu caro, sou o Bispo Kasmir Baal, mas pode me chamar apenas de Kasmir.


    Marko Cerveni Obertus:
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    2017-04-28 16:10:00 Marko rolls 1 die to Pontos de sangue 6 +3 (Geração)
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Zeta em Dom Abr 30, 2017 1:04 pm

    A garota se levantava satisfeita e ia avisar a outra. Os cães também eram acordados, Samuel sentia o olhar dos animais sobre eles, mas por sorte, ou talvez pelas habilidades do sangue ou de seu carisma, eles não o viam como uma ameaça.

    Bela olhava para o Nosferatu (ou melhor, a figura que ele aparentava aos olhos dela).

    - Você vai fazer isso mesmo? Sério?

    - Sim, mas já vou avisando que não possui muito espaço - E olhava para o mendigo.

    Ao que tudo indicava, elas não tinham muito apreço pelo velho mendigo, mas um dos cães optava por ficar com ele. Amy tentava chamar o cão, mas ele não desejava deixar o lugar. Samuel tenta consola-la:

    - Tudo bem, não será um adeus, você pode voltar para vê-lo amanhã de manhã!

    E assim as duas o seguem (juntamente com o cão) para o apartamento.

    - Olha menina, eu agradeço pelo que está fazendo e não se preocupe... Sabemos que a oferta é apenas passar uma noite e não morar com você. Você só... Deu um empurrão pra fazermos o que já estávamos querendo fazer faz tempo.

    - Tudo bem, acreditem, sei pelo que estão passando!

    Ao falar com ela, Samuel percebe um hematoma em seu pescoço, mas decide que esse não era o momento de abordar o assunto.


    --------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------


    Ao chegarem próximo ao prédio, Samuel as avisa e as leva primeiramente ao beco logo ao lado. O espaço era pequeno, haviam algumas latas de lixo viradas, mas deveria servir.

    - Aqui, podem deixa-lo neste canto, podemos vê-lo pela janela!- dizia, apontando para uma das janelas.

    Assim que estivesse tudo pronto, Samuel as leva até o apartamento.

    - Não se incomodem, o local é bem humilde!

    Assim que entram dentro do apartamento, pode-se ouvir o som de Dev/Null gigitando em seu teclado.

    - Não se preocupem, é só o Dev, ele é um cara legal, vou lhes apresentar para ele!

    Possíveis ações:
    * Caso elas topem, Samuel as leva até o quarto de Dev e as apresenta:

    [color:ce1a=#ffooff]- Olá Dev, estas são Bella e Amy!
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Dom Abr 30, 2017 5:20 pm

                                                    




    Samuel escreveu:- Tudo bem, não será um adeus, você pode voltar para vê-lo amanhã de manhã!


    Amy ainda estava um tanto triste, mesmo depois da tentativa de consolo que Samuel tentava fazer, logo, em um tom firme, porém ainda em pesar dizia:

    - Na verdade... É sim.

    E o grupo então seguia para o apartamento do Malkavian.






    Quando chegavam Samuel apontava para o beco ao lado do apartamento, um local sujo porém parecia seguro para deixar o cachorro mais ao fundo. Samuel apontava a janela de onde poderiam vigiar o canino de vezes em vezes. Bella olhava para a "garota" e dizia:

    - Obrigada...

    Ela então seguia com a irmã e pegavam uma coleira que tinham consigo em meio aos cobertores. Bella a entrega a Amy e a jovem menina dizia prendendo o cão em um cano de escorrimento do terraço do prédio até o chão.

    - Fica quietinho Guz, a gente vai estar logo ali, viu?

    Amy apontava para cima da janela onde Samuel havia dito que podiam vigiar o cão.

    Bella estava ao lado de Samuel enquanto via a irmã mais nova amarrar e conversão com o cão. A moça estava de braços cruzados e dizia em tom baixo para o Nosferatu disfarçado de jovem:

    - Ela ainda é muito inocente... Mesmo pra idade dela. As vezes tenho medo que o mundo a obrigue a crescer...

    Amy então terminava de amarrar Guz e ela começava a se afastar, o cachorro logo latia e gania, parecia ter medo de que fosse abandonado ali. Amy então dizia:

    - Fica calmo Guz, eu disse que vou estar te vendo dali.

    O cachorro parecia entender o que Amy dizia, ele inclina um pouco sua cabeça de lado e abanava o rabo, logo emitia um curto ganido e então o grupo subia para o apartamento.

    As duas irmãs pareciam gostar do local que viam, definitivamente o clima lá dentro dos corredores e escadarias já era mais agradável. Não havia ninguem nos corredores, já estava tarde o suficiente para as pessoas ficarem entrando e saindo de casa ainda mais nesses últimos dias que várias noticias sobre perigo nas ruas estavam surgindo. Samuel as guiava até o apartamento indicado e abria a porta. Dev/Null estava exatamente onde Samuel havia o deixado.


    Samuel escreveu:- Não se preocupem, é só o Dev, ele é um cara legal, vou lhes apresentar para ele!


    Escutando o barulho de alguem entrar e logo virar para traz assustado com "voz desconhecida" Dev olha para as três meninas com uma expressão confusa e assustada. Uma das sombrancelhas estava altamente erguida, em sua face parecia que estava vendo um fantasma. Imediatamente e desesperadamente Dev já abria sua gaveta de forma atrapalhada, gaveta essa que Samuel sabia que Dev escondia uma arma para auto defesa, e então antes que Samuel falasse qualquer coisa, ou as meninas, Dev parava imediatamente, ele então olhava denovo para o grupo e logo em seguida fazia uma expressão de quem dizia "aaaahhh... tá... entendi!"


    Samuel escreveu:- Olá Dev, estas são Bella e Amy!


    Dev/Null mexia os dois óculos e olhava para as duas meninas e esboçava um sorriso.

    - Amanda e Isabella! Bem vindas!

    Amy e Bella pareciam um pouco alarmadas com a reação inicial de Dev/Null, pareciam um pouco na defensiva quando ele tinha agido daquela forma, mas depois que ele sessara e fora bem mais receptivo elas pareciam relaxar um pouco, embora ainda estivesse um pouco tenso porque aquele era estranho.

    - Oi Dev, valeu...

    - Oi...Muito obrigada por receber a gente essa noite.

    Amy logo começava a procurar a janela que pudesse ver o cachorro e tão logo Samuel a apontasse ou ela mesma achasse iria imediatamente para a mesma para dar uma olhada em Guz enquanto Dev dizia:

    - Vocês ham... Querem conhecer a casa?

    Bella então dizia:

    - Se não for incomodo...

    Dev se levantava, felizmente ele estava de calças pois já sabia que Samuel traria alguem de fora para que ele pudesse se alimentar, ele então dizia:

    - Vem vem, por aqui, vou te mostrar bem... Vou te mostrar isso aqui.

    O Malkavian agia de forma estranha, ele parecia muito muito confuso antes de escolher bem as palavras, quase como se ele estivesse se esforçando de forma incomoda para falar como uma pessoa normal e aquilo deixava Bella um tanto apreensiva, mas ela seguia Dev até o comodo da cozinha enquanto Amy estava na janela olhando para o cão.


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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Zeta em Dom Abr 30, 2017 7:41 pm


    Aquele era um momento tenso, por sorte, Dev/Nul acabou entendendo tudo antes de fazer qualquer bobagem. Após o susto inicial, Samuel quase achava engraçado ver Dev/Nul tentando se passar por uma pessoa normal, tomara que ele conseguisse.

    O Malkaviano se levantava para mostrar a elas a casa, e Samuel entendia a deixa. Enquanto o lunático levava Bella para outro cômodo, Samuel tentava manter Amy no mesmo local.

    - Está vendo? Está tudo bem com o Guz! - Dizia enquanto apontava para o cão lá embaixo.

    - Ahm... então... vocês são irmãs ou algo do tipo? Desculpe me intrometer, é apenas curiosidade!

    Alguns momentos seriam o suficiente para que Dev se alimentasse, enquanto isso Samuel tentaria puxar assunto e torcer para que o malkaviano não desse nenhuma mancada.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Seg Maio 01, 2017 11:45 am

                    




    Samuel logo se encaminhava até a janela. Amy estava apoiando os cotovelos com o queixo apoiado sobre a mão direita. Ela ficava olhando pra baixo enquanto o cão estava olhando pra cima abanando o rabo com a lingua à mostra.

    Samuel escreveu:- Está vendo? Está tudo bem com o Guz! - Dizia enquanto apontava para o cão lá embaixo.

    A menina se virava para a outra menina, e dizia em um tom animado:

    - Sim, ele está! Vou ficar vigiando ele, pra ele não se sentir sozinho lá em baixo.

    E então ela dizia em um tom pesaroso.

    - Só queria que o Bob tivesse vindo com a gente também...


    Samuel escreveu: Ahm... então... vocês são irmãs ou algo do tipo? Desculpe me intrometer, é apenas curiosidade!

    - É, ela é minha meia irmã na verdade. Temos mães diferentes... A mãe da Bella morreu em um acidente de carro quando ela era criança, e o nosso pai depois conheceu a minha mãe que ajudou bastante ele, mas ela morreu no meu nascimento... Eu nunca conheci ela. A Bella disse que ele nunca foi o mesmo depois que ela morreu. Era aquele homem que estava com a gente...

    Podia-se ver o pesar no olhar de Amy, uma leve tristeza, e então virava-se para a menina e perguntava:

    - Mas e você? Você nem disse o seu nome! Qual é a sua história?



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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Zeta em Ter Maio 02, 2017 2:33 pm

    - É, ela é minha meia irmã na verdade. Temos mães diferentes... A mãe da Bella morreu em um acidente de carro quando ela era criança, e o nosso pai depois conheceu a minha mãe que ajudou bastante ele, mas ela morreu no meu nascimento... Eu nunca conheci ela. A Bella disse que ele nunca foi o mesmo depois que ela morreu. Era aquele homem que estava com a gente...

    - Mas e você? Você nem disse o seu nome! Qual é a sua história?

    Inicialmente, Samuel se assustava em saber que o mendigo que elas haviam abandonado era pai de ambas. Mas era rapidamente surpreendido por uma pergunta.

    - Ah sim, mil perdões, me chamo Rochelle! - Samuel usava o primeiro nome que vinha á sua cabeça, no caso o nome de sua mãe - Bem... eu nasci em uma família com três irmãos, hoje todos estão mortos ou presos. Tive de morar nas ruas por um bom tempo, até que encontrei o Dev. Ele é meio estranho, mas o agradeço por ter me aceitado aqui!

    Samuel utilizava fatos ocorridos em sua história para tornar a fantasia mais real.

    - Hã, bem... então aquele era seu paí? Ele costumava tratar vocês mal? Não querendo ser enxerida, mas... vi alguns hematomas em sua irmã!
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

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