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    CHAPTER I: Call of Zillah

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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Qua Maio 03, 2017 12:25 am

                    




    Samuel escreveu:- Ah sim, mil perdões, me chamo Rochelle! Bem... eu nasci em uma família com três irmãos, hoje todos estão mortos ou presos. Tive de morar nas ruas por um bom tempo, até que encontrei o Dev. Ele é meio estranho, mas o agradeço por ter me aceitado aqui!


    - Prazer Rochelle! Eu meu nome é Amanda, mas pode me chamar de Amy, o Dev acertou nossos nomes! Ah e...Eu sinto muito... Ele parece mesmo um cara legal! Meio estranho mas legal, ele não está doente? Parece que está bem pálido.

    Dizia a jovem com pesar.

    Samuel escreveu:- Hã, bem... então aquele era seu paí? Ele costumava tratar vocês mal? Não querendo ser enxerida, mas... vi alguns hematomas em sua irmã!


    - Não se preocupe, e sim... Era. A Bella disse que ele não foi sempre assim... Ele passou a beber quando a mãe dela morreu, mas quando ele conheceu a minha mãe isso ajudou ele a se erguer, e quando ela morreu no meu nascimento ele não conseguiu mais se recuperar. Ele ficou agressivo, não parava em um trabalho e a Bella teve que largar a escola pra cuidar de mim. Nós perdemos a casa e não tínhamos pra onde ir. Tivemos que arrumar dinheiro pedindo na rua, a Bella tentou arrumar trabalho mas não conseguiu, ninguém queria contratar uma sem-teto mesmo pra um trabalho humilde, o único trabalho que ela conseguiu o nosso pai estragou indo até lá e causando confusão querendo que ela desse dinheiro pra ele comprar bebida, de resto só conseguimos bicos pequenos. Hoje a tarde a gente tinha conseguido um pouco de dinheiro com um bico que eu e ela fizemos pro dono de um açougue, mas o nosso pai brigou com a gente pelo dinheiro, a Bella não deixou ele pegar então ele bateu nela...


    Após Amy terminar de falar, ambos podiam ouvir a voz de Bella ao fundo:

    - Amy! Vem cá conhecer a casa do Dev.

    Samuel imediatamente olhava para Bella e podia ver que ela estava um tanto, estranha. Não agia de forma robótica mas dava-se para sacar que ela estava... com outro humor. Certamente era o efeito da dominação de Dev, porém Amy também parecia notar um pouco dessa estranheza.

    - Você tá bem?

    Bella respondia:

    - Sim Amy, vai logo.

    Amy dá de ombros e logo se encaminha com Dev enquanto Bella ia até o sofá da sala e sentava-se permanecendo lá sem falar nada. Dev acenava para Amy se aproximar e logo levar a menina para o outro cômodo do quarto. Por cerca de um minuto Bella não se movia nem dizia nada para "Rochelle", apenas permanecia sentada como uma criança obediente que estava esperando e logo Amy se aproximava de volta do cômodo com Dev, também um tanto estranha, e então Bella se levantava e Dev logo abria a porta para ambas as meninas saírem e tão logo elas saem de forma robótica o Malkavian fechava a porta.

    Com um sorriso no rosto, Dev se encaminhava logo até sua cadeira e sentava-se de forma folgada com um ar de satisfação em seu rosto, tal como as pessoas o fazem quando acabar de comer bem.

    - Muito bom Sai Noel. Agora que já bebi o suquinho quer rolar os d6?



    Samuel Hawkins:
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Beaumont em Sex Maio 05, 2017 2:06 am

    David cerrava os próprios punhos em um gesto de contenção aos seus sentimentos. As lembranças do atentado que recebeu do grupo de mercenários da camarilla ainda era vivido em sua memoria, aqueles momentos não iriam se dissipar com tanta facilidade. 

    "Eu tenho todo o tipo de respostas, desde os cautelosos aos que realmente pretendem entrar no fogo cruzado...Kent pareceu o mais avesso ao laço de sangue... Será que existe algum motivo?.."

     David não disse mais nada e Yvory se manteve alheia ao assunto, ela era uma carniçal e preferia agir mais como um segurança do que opinar em ações do tipo mas de fato ela parecia um pouco mais feliz quando aquele assunto de criar proles veio a tona.

    David Hayter : - Então pessoas, essa é a minha opnião e certamente seria o meu plano estamos em debate e se mais alguém tiver outro plano além do meu e o que Rebecah citou sobre as progenies eu estou ouvindo. Respondendo a sua perguta Isaac eu não estou disposto a desvencilhar do laço, vocês... - Nesse momento David fita Rebecah e sorri de forma sincera, era rara as vezes que David tratava de uma coisa com seriedade e aquele momento era um deles.  - ... Me ajudaram quando eu precisei de apoio e isso eu não vou esquecer. Não planejo forçar o deslaço de sangue uma vez que tenha feito, mas essa é a decisão de cada um afinal nosso objetivo é sermos livres pra escolher o que queremos. E sobre o plano realmente você tem razão, observando por esse angulo seriamos apenas você, eu e o senhor Kent Alan ali os possiveis espiões. Para conseguirmos retirar nossas cabeças da guilhotina precisariamos arrumar uma forma de falar com Peserfone e convence-la de estamos dispostos a voltar a representar as fileiras da camarilla. Ela certamente falaria com o Regente em nosso nome e de fato sendo ela um membro que represente o nosso clã na seita ela teria voz para que tenhamos uma chance. Mas no fim esse é apenas um ponto dos que podemos abordar, estou muito interessado em saber quais são as ideias que vocês possuem para lidar, com o esquadrão de assassinos treinados da Camarilla, essa caçada de sangue sobre nós e o que podemos fazer a respeito.

    David parava de falar subitamente, ele precisava ter uma visão geral de todas as possibilidades, era bem melhor que todos dessem suas opniões para que pudessem traçar a melhor forma de lidar com aquela situação tão delicada.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sex Maio 05, 2017 3:02 pm

                        

                   



    O Toreador não conseguia desvincular o momento de sua quase morte-final da mente. Aquele fora um momento de pura aflição em que pensava que a noite tinha parado de cuidar-lhe. Nunca em sua não-vida David tinha passado um perigo como aquele e que ainda estava vivido em sua mente mas o Toreador sabia que diferente dele, outros vampiros haviam sucumbido na mão daquele esquadrão tático e ele fora apenas um sortudo que havia conseguido escapar, mesmo que com a ajuda daquela mascarada, agora estavam lá todos os Anarquistas remanescentes de Los Angeles com ralas opções e ralos recursos, encurralados e possivelmente desesperados para sobreviver, mas apesar do medo e da aflição que cobria a todos, ainda todos tinham seus motivos para continuar a lutar mesmo que isso lhe custasse a terceira chance que teriam de enganar a morte.


    Trilha sonora:

    David expunha suas palavras ponderadamente mas antes que qualquer outro vampiro no local pudesse responder, estranhamente as luzes das lanternas começavam a falhar.

    Damsel - Mas que porra é essa!?!?

    Dizia em clara surpresa a todas as lanternas fazendo um som estranho e por fim desligando completamente deixando todos em um completo Breu e é então que no local todos começavam a sentir um frio intenso subitamente percorrer seus corpos de mortos-vivos. David se falasse alguma coisa, no momento que puxasse ar para poder falar, poderia sentir o ar gélido cobrindo seus pulmões para então saírem.

    O Toreador podia ver agora onde Skelter estava, duas pequenas orbes vermelhas e luminosas surgirem, os olhos do Brujah haviam adquirido um aspecto feral e até mesmo assustador, digno de um predador perigoso que espreitava as presas confundidas pela escuridão.

    Skelter: - Mas que merda! Qual a chance de todas as lanternas darem pau ao mesmo tempo??

    Logo David também via as mesmas orbes vermelhas e luminosas surgirem onde antes estava Nines.

    Nines: - Fiquem calmos e mantenham o foco Skelter e eu -

    Antes que Nines pudesse completar a frase todos no cômodo podiam ouvir uma voz feminina e sentir um gélido ar em suas nucas, como se alguém com um hálito frio como a morte estivesse lhes falando ao pé do ouvido, apesar de ser muito claro a todos:

    Voz sussurrante e chorosa: - Me ajudem...

    Logo em seguida todos escutavam vindo do lado de fora batidas em sequência como se várias coisas pesadas tivessem se chocado de forma violenta do lado de fora e então todos podiam ouvir também vozes abafadas e apressadas do capangas do lado de fora.

    Kent: - Quem está aí??? Não acredito, essa droga é mesmo assombrada!?!? Eu nunca levei a sério essa palhaçada!!!

    Rebecca: - Meu deus, o meu celular não está funcionando! Ta totalmente apagado!

    Isaac: - Nada de pânico srta Green, o meu também não funciona! Testem seus celulares!

    Logo ambos podiam ouvir o som das portas que davam acesso ao corredor serem abertas e imediatamente os olhos ferais de Nines e Skelter se apagavam e a voz de um dos mortais que entravam no cômodo coberto pela plena escuridão era ouvida:

    Capanga 1: - Senhores nós temos que... Minha nossa!!!

    O outro capanga que provavelmente estava do lado dizia:

    Capanga 2:- Viu alguma coisa????

    Sim... Provavelmente aquele capanga tinha visto, mesmo que por relance, os olhos ferais e luminosos de Nines e Skelter que rapidamente voltaram ao normal quando os mortais entraram, mas infelizmente não tinha sido tão rápido assim. O outro dizia em meio ao breu:

    Capanga 1: - Eu... Não sei... Senhores, fiquem calmos, ficaremos aqui até que tenhamos notícias.

    Capanga 2: - Steve... Está na escuta, Steve??


    O capanga parecia estar falando no rádio pois havia um som de chiado vindo de sua direção, o mesmo de chiado indicando que não estava conseguindo sinal.


    David Hayter:
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    Beau, nestas cenas está livre pra interpretar sua carniçal da forma que convier como se fosse sua segunda personagem.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Zeta em Sab Maio 06, 2017 9:52 am


    A vida nas ruas era mesmo cruel, disso Samuel sabia muito bem. Era difícil não nutrir certa empatia pela jovem, principalmente pelo fato de estar enganando-a. Seria tão bom se ele pudesse contar a verdade, e realmente pudesse oferecer um refúgio a elas.

    Bella voltava, estava um tanto estranha, e a gora era a vez de Amy. Não parecia ser necessário ajudar desta vez, Bella mal se movia. E rapidamente, Amy também voltava, e Dev/Null estava mais corado e com uma expressão mais satisfeita.

    Assim que elas iam embora, Samuel podia assumir sua antiga forma humana.

    - Muito bom Sai Noel. Agora que já bebi o suquinho quer rolar os d6?


    - Eu adoraria! Só por curiosidade, o que exatamente você colocou na cabeça delas?

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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sab Maio 06, 2017 12:58 pm

                    




    Mesmo se apiedando da situação das duas meninas o Nosferatu resolvia não se intrometer, afinal de um jeito ou de outro estava morando de favor, favor este que era pago com estes atos, porém Samuel já sentia a algum tempo que não era mais o mesmo de antes. Talvez por sua natureza vampírica obrigá-lo a se alimentar como um parasita de pessoas sejam elas inocentes ou não, talvez seja por tudo o que viu e passou no mundo... Seja qual for o motivo o Nosferatu sabia que agora não podia simplesmente estender a mão para todo necessitado que visse ou acabaria no final das contas sem o próprio braço. Apesar de Samuel ainda guardar resquícios de sua essência original ele já sabia lá no fundo que a maldição havia o obrigado a esfriar não só seu corpo mas um pouco de sua alma.

    Voltando à forma humana que era mais acostumado a assumir ele logo ia ao que interessava, as informações que Dev/Null prometera. O Lunático estava no computador e como praxe ele abria levemente a boca quando ficava vidrado no monitor, parecia que a qualquer momento um fio de baba iria escorrer de seus lábios, mas não. Ele respondia ao Nosferatu sem olhá-lo.

    - Botei apenas a verdade.

    Samuel nunca soube o que Dev/Null punha nas mentes das pessoas que se alimentava, talvez ele estivesse dando a exata resposta a Samuel mas não era anormal o Nosferatu não compreender o que seu colega de quarto dizia, ou talvez ele estivesse sendo evasivo de proposito, mas o importante é que as alimentações de Dev/Null nunca deram problema apesar do que ele fazia com suas vítimas fosse um mistério.

    O Malkavian digitava muitas coisas em poucos segundos no computador, ele praticamente não usava o mouse para nada, conseguia acessar absolutamente tudo apenas com atalhos de teclados em uma velocidade que Samuel nunca tinha visto ninguém aplicar. Logo uma tela de um mapa era exibido na tela do computador.

    - O arranha no céu tem um lazer que pega tudo no planeta. Te consegui os deseinhos da terra do bigodudo, você pode bisbilhotar e pegar plaquinhas de rotas que tem tudo aqui. Tem também os nomes e casinhas das lenhas que a espada corta pra fazer o circo pegar fogo, pelo menos eu acho. As letrinhas preto e branco dos últimos casos de sugar o suquinho direto do copo, sem canudo, que acho que os espadudos fizeram, e ah! Eles tem quadrupedes caninos, quadrupedes caninos gigantes que já foram vistos andando entre as casinhas. Certeza que é algo não normal!

    Dev/Null então transferia arquivos pra algum componente, era possível ver o monitor fazendo transferência rapidamente para outro disco e então ao terminar, Dev/Null tira um pen drive que estava instalado no computador e entrega ao Nosferatu.

    - Tá tudo aqui! Tem muita coisa se você não tiver leitura de bala é melhor deixar pra usar de biblioteca!

    E assim Dev/Null volta a virar-se para o computador.



    Samuel Hawkins:
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    Para efeitos de mecânica, faremos o seguinte. Dev/Null fez um compilado de listas, quando Samuel quiser saber algo específico ele acessa o pen drive e procura sobre o assunto pois se for postar exatamente tudo o que ele achou em um post sairá muita coisa e poderá demorar pra próxima postagem. Samuel tem 0 de recursos, ou seja, não tem um aparelho para checar essas coisas porém ele pode pedir a Dev algum notebook emprestado ou arranjar algum computador de outra forma.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Beaumont em Ter Maio 09, 2017 10:42 am

    "Droga, fomos descobertos..!"

    O primeiro pensamento de Davi reagia exatamente como suas ações, o vampiro segurava o punho de Yvory e a mesma afrouxava o zip da bolsa colocando para fora a ponta da arma e  claro gesto de auto defesa. Para a surpresade David e dos outros também. Eles pareciam ter sido revelados. Usar a parede como pilar de proteção foi uma das primeiras ações de David e em seguida, ele levemente conduziu com a mão a sua carniçal a fazer o mesmo, usando o ponto vermelho dos olhos de Nines como base para ter uma posição. Tudo estava enegrecido e o coração de Cherry acelerava inevitávelmente naquele momento em severas e rapidas batidas por segundo. 

    O sussurro serviu exatamente para alimentar mais o panico encoberto nas ações de David. O vampiro ficou paralisado, extático, de olhos arregalados e com o raciocinio pulsando em todas as possibilidades. 

    "Droga...Um La Sombra?...Fomos desmáscarados pela Camarilla ?...O eu faço ? Pense David. Pense !"

    Estático o vampiro pensava primeiro nas possibilidades de quem seria acima do que iria fazer. 

    Cherry estava a ponto de engatilhar a arma, mas hesitou, qualquer ato como aquele poderia desencadear um problema contra os próprios anarquistas, fogo amigo e danos colaterais, mas ela não podia deixar de demonstrar seus pavor usando a parede como seu único ponto seguro. 


    Kent escreveu:'Kent: - Quem está aí??? Não acredito, essa droga é mesmo assombrada!?!? Eu nunca levei a sério essa palhaçada!!!"

    Apenas quando Kent ressaltou, a mente de David começou a trabalhar na possibilidade do lugar ser assombrado. 


    Rebeccah escreveu:Rebeccah: - Meu deus, o meu celular não está funcionando! Ta totalmente apagado!

    O toreador aproveitou para ver se seu smartphone funcionava, acendeu o flash e verificou se ao menos o celular estava ligando. Mas a bateria parecia ter se esvaido.  

    Yvory: - David talvez seja melhor irmos para fora. será que não existe alguma chance de termos sido flagrados ?

    David : - Isso me parece obra de La Sombras ! Precisamos tomar uma posição e vasculhar o local, nos prepararmos para o pior. Vocês ouviram o pedido de ajuda ?

    David ainda estava indefeso no escuro, tentava usar um ponto de iluminaão qualquer para se guiar mas era inutil. O breu  havia sucumbido o lugar por completo. Ele se mantinha com a mão direita no coldre apto a sacar a arma enquanto com a mão esquerda tentava tatear a parede enquanto se guiava na voz de Cherry para se manter junto da mesma.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Qua Maio 10, 2017 6:34 pm

                        

                             




    Trilha sonora:



    David já se preparava para o possível embate que surgiria, fosse o que fosse que estava acontecendo não deveria acontecer, algo perturbador e incomum pegava todos os Anarquistas de calça arriada e David já maquinava em sua mente o que ele cria que aqueles sintomas de ameaça podiam ser, quase como uma doença, ele tinha um respaldo da resposta. Ele se posicionava e conseguia facilmente achar a parede tateando a mesma arrumando alguma cobertura mas quem poderia garantir que ele conseguiria qualquer vantagem com ela? O breu era completo e apesar de estar ouvindo tudo normalmente se guiar apenas pela audição ainda era se guiar às cegas. Infelizmente antes que os outros Anarquistas pudessem ter respondido foi que os capangas adentraram.

    Logo Nines respondia:

    Nines: - Vocês fiquem aqui, o Skelter e eu vamos sair, a gente se vira!  

    Capanga 1: - Senhor, negativo! Nós temos que...

    Nines: - Cara, não me leva a mal mas protege o seu chefe que te contratou, o Skelter e eu damos o nosso pulo! Vocês, é melhor ficarem mesmo, nós já voltamos! Hayter, você e a sua amiga estão melhor armados, fica aqui com eles, a gente já volta, não é uma boa vocês saírem agora...
    Fica... Bem atento, se entende o que eu quero dizer.


    Isaac: - Deixem eles cavalheiros, eles sabem se virar.

    Capanga 1: - Está bem então...

    Logo podia-se ouvir o som da porta sendo aberta e em seguida algo alarmante ocorria de forma súbita que pegava a todos de surpresa, o som de gritos e tiros podia ser ouvido abafado de algum lugar do andar de cima.


    Rebecca dizia à David: - Depois disso, eu acho que pode ser qualquer coisa!

    David Hayter:
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Winterfell em Sex Maio 12, 2017 1:56 am

    ---Antes do Sonho---
    ---------------------


    Durante os últimos dias minha mente tinha ficando tão tumultuada que comecei a separar os problemas por tópicos. Tinha dês de questões menores, como: Garantir que a policia de Glover não tivesse nada contundente sobre mim. Impedindo possíveis comprometimentos futuros. Me assegurar da fidelidade e utilidade de Mary White. Uma vez que a “comida não deve morder de volta”. Matar a freira, Katherine Johnson. Por não me ter sido útil, além de ter-me insultado. Matar o casal de vizinhos da família O’Neil. Por terem tentando me enganar e ainda por cima me denunciado a polícia. Em suma questões menores, mas que também requeriam atenção e não podiam ser negligenciadas.  

    Superadas estas “questões pequenas”, haviam questões maiores, como: Assegurar a minha posição como Ductus o que requeria tanto respeito interno (dos outros sabás do bando), quanto externo do resto da porra toda (e daria um trabalho do caralho). Conseguir informações em um geral (afinal quanto mais melhor), mas especificamente ao menos era essencial ter mais conhecimento acerca de monomancias, rotas e conventos para bandos nômades. Precisaria saber como atacar e me defender de quem questionasse minha posição como Ductus. Alem disso também não podia simplesmente “sair andando pelo mundo”, precisava de um plano. (Na melhor das hipóteses uma decisão estupida aqui, mostraria incompetência. Mas ainda que tivéssemos sorte, não teríamos como durar simplesmente pela “sorte”). Tinha de me preocupar com os pulguentos (garous) e também com a bastarda, (além das próprias questões internas do sabá, um lugar brutal por natureza). Tinha que zelar pelo meu crescimento pessoal (hoje e sempre), assim como pelo crescimento dos Devourers (o que por si, já é muito amplo e por também envolver outros cainitas torna-se ainda mais complexo). Sem contar que tinha de me preparar para a puta do diabo. (Ivan Iliescu). Serio, era tanta coisa ... mais tanta coisa... que meu detalhismo* mais parecia uma maldição. (Comportamento: Perfeccionista).

    Além disso, como era minha intenção “desfrutar” de Glover (o que aparentemente também era o intuito de Lincoln e Franchesca). A primeira incursão do Devorers a qualquer outro lugar que fosse ainda custaria a sair... (Pois todos tínhamos nossas próprias pendencias), e planejávamos fazer a cidade como trampolim (Tanto para o Devourers, quanto para nos mesmos). Mas essa era só a “ideia”... Como se já não estivesse sobrecarregado... ou como se quisesse mais tarefas... Enfim, na verdade, mesmo salvando o rabo da Anne com nossa vitória “anti-apocalíptica” e ela parecendo ter alguma “boa vontade”. A Inquisidora simplesmente não tinha os poderes necessários pra “oficializar” as coisas pro nosso lado. Burocracia do caralho! Pro devourers de fato se tornar um “bando” tive de interromper meus planos locais e viajar até Berlim, viajando sozinho ainda por cima Lincoln e Franchesca tem uma visão muito falha de prioridades. Eles deviam vir a Berlim comigo, mas enfim, iria até o inferno se fosse preciso pra tornar-me Ductus. Lincoln talvez até bancasse o “revoltado” e “insatisfeito” nessa situação. Mas é por essa perspectiva limitada que eu serei o ductus, não ele. É também uma grande oportunidade que não pretendo desperdiçar, e enquanto ambos tratam de suas vinganças mesquinhas, vou conseguir apoiadores, poder e todo conhecimento que puder transportar. O que considerando o aparelho cerebral como um compartimento sem peso físico, possibilita muita bagagem.

    Claro que deixar aqueles dois sozinhos lá é um tanto preocupante, mas acho que a força de Lincoln complementa bem a desenvoltura social de Fanchesca e visse versa. Eles devem conseguir perdurar até a minha volta, e na pior das hipóteses nenhum deles é insubstituível. Em suma muito provavelmente quando voltar eles ainda estarão não-vivos, com suas vitorias pessoais agregando valor ao devourers. Essa “separação” nem tem de ser vista como uma desvantagem. Assim na verdade podemos lutar em três frentes diferentes, de forma simultânea. Me voltando a questões mais mediatas: Jerry Wickman, um vira-latas contrabandista. Admito que venho pensando bastante na melhor abordagem com esse irmão.

    Mal humorado e perpetuamente calado. O puto não puxou papo em momento nenhum durante a viagem até agora, não tenho porque supor que esse comportamento vá mudar, mas ele também não parece ser completamente inepto já que mantêm alguns carniçais quer por conveniência, necessidade ou ambos. Começo a pensar. Obviamente sou só um “trabalho” que ele só topou porque a grana foi muito boa. Meus comprimentos a Franchesca por isso. Enfim, entendo que irmãos de outros clãs não se sintam “tão dispostos” quando na companhia de Tzimisces. A bem da verdade, não tendemos a ser “das companhias mais agradáveis”, mas sou uma “feliz exceção” a esse “clichê” e ele já teve tempo mais que suficiente pra perceber isso. Continuo pensando. Também tenho de considerar que ele é um vira-lata. Não somos tão hipócritas quanto a Bastarda nesse sentido, mas esses sangues-fracos ainda são um clã “de segunda” é ele é feio de doer o que também deve importar pra cainitas mais fúteis. Juntando-se a isso a personalidade dele que também não ajuda ele já deve estar acostumado a ser “destratado”. Seu mal humor e esse tratamento do silencio bem podem ser uma medida protetiva. {Gostaria de pedir um teste de empatia, levando em conta um comportamento mais profissional da minha parte, sem contudo ser arrogante ou preconceituoso. Gostaria de ter uma ideia da impressão que estou deixando nele com esse comportamento e também em como a tripulação dele reage a mim. Além disso gostaria de perceber se a aparência dele é “um ponto sensível” para ele ou não}.

    {Já adianto que vou tentar interagir com o Jerry e/ou sua tripulação no próximo post. Mas gostaria antes dessas respostas para escolher uma abordagem mais adequada}.  
     

    ---xXx---


    Continuo pensando: Como Demônios e Guardiões, somos os alicerces fundadores da Espada e um Lasombra no Bispado é até “típico”, contudo Kasmir Baal não tem nada de “típico” além do clã. Forço a memória, tentando relembrar o que já ouvira a respeito dele, somando estas memorias a minha própria pesquisa uma vez que não atravessaria o mar sem preparação alguma. {Sei algo a mais sobre Kasmir Baal, além do exposto na sinopse}? Com licença poética: Um usurpador, dos usurpadores. Sempre bom ver os feiticeiros se fudendo, ainda que não seja pela minha rola. Enfim, deixando a poesia de lado. Ele é, o mais experiente no conselho dos Bispos e tem ótimas características de personalidade. O pensamento ficava voltando a minha mente. Como se a tenebrosidade já não fosse por si só, um bom vinho... Conhecimento taumatugico... que de-lí-ci-a. Vinha cobiçando os poderes da Tenebrosidade, desde a emboscada de Baruch e Joan (no cemitério em Glover). Também almejo todas as formas de poder místico desde meu tempo como carniçal, e mesmo seria hoje um Koldun se Miesha não tivesse “morrido” antes de me passar seus conhecimentos nessa matéria. Foco Marko. Tento me focar em pensamentos mais uteis e racionais que o “simples” desejo. De fato o “curriculum” dele é de causar inveja e estando no mesmo bando que seu anterior desafeto, a valderie deve ter pacificado a situação com Meredith ao menos a um mínimo suportável. Portanto: Ele não tem oposição publica. O que já erra muita coisa. Eu por outro lado, mal deixei de respirar e já tenho o Ivan atrás de mim. Talvez tivesse de melhorar meu jeito com “as palavras”.    

    De toda forma: Pode-se dizer também que a ascenção de Kasmir é o passo logico a seguir. Até porque, não aparentar interesse, e de fato não querer o cargo, são duas coisas completamente diferentes. Ele era um aliado a se cultivar. Agora... Vykos também está em Berlim. Nutria uma estranha relação de “amor e ódio” por Sasha. Não que Vykos seja uma “divindade”, como muitos Tzimisces fazem crer, uma idolatria tão grande que mais parece uma sub-seita dentro da Espada de Caim. Ao meu ver qualquer idolatria é idiotice, (a menos que o idolatrado seja eu). Contudo não se pode negar o mérito de Vykos, o próprio Kasmir só é um candidato tão bom, pela falta de engajamento politico de Vykos. Ele era “grande”, mas não chegava a ser “imenso” por uma limitação de visão. Maldito pensamento necromista, tão prejudicial quanto o próprio pensamento metamorfista. Como um unificador, entendo a maior parte das outras trilhas como um “fragmentador” da unidade da Espada. Nos (os Tzimisces) não teríamos perdido como perdemos no passado, se o pensamento predominante em nossas linhas (metamorfista) estimulasse uma união de forças. A estrutura piramidal e unificada dos Usurpadores é a principal arma daqueles vermes. Uma arma que a maior parte dos Tzimisces ainda não sabe usar. O preconceito não devia turvar a analise de nossos inimigos, se os usurpadores perduraram até os dias de hoje eles tem “algum mérito” e entender esse “mérito” é o primeiro passo para virar o jogo.        

    {Mako continua a pensar, em diversas materias. Avaliando tudo que pode e tentando sempre conseguir alguma vantagem estratégica ou ao menos se precaver contra surpresas desagradáveis. Vou continuar esse exercício mental e também com a ajuda de um pequeno livro de idiomas do inglês para o alemão, vou aproveitar a viagem para estudar e me preparar melhor para a língua local}.  


    ---No Sonho---

    ---------------------


    Me sentia leve, o que é tão estranho (se não mais) que o próprio lugar pouco familiar em que estou. Qual foi a última vez que me senti “leve”? Faz tanto tempo que nem lembro (e minha memória sempre foi muito boa). Em suma, sempre estou pensando em tanta coisa que “leveza” não é bem um termo que me descreva. E que sono do caralho é esse? Me sentia “no prego”. Droga, já é noite. Não deveria me sentir cansado assim. Sei que muitos irmãos mais próximos da Besta do que admitem tem esse tipo de problema. Mas eu mesmo não me enquadro nessa equação. (Afinal como se eu fosse um desses trouxas). Enfim Estou em um deserto? Podia sentir a areia entrando em minhas botas, a porra desse vento me dando o maior banho de areia. Mas que caralho! Me sentia leve como o vento, mas o vento mesmo estava sendo um filho da puta e era estranho me sentir leve com tanto sono. Acorda Marko! Levo as mãos ao meu rosto, tanto para protege-los da areia, quanto para estimular os músculos da face e tentar me manter mais acordado. Como diabos vim parar aqui? Ainda parecia “eu mesmo” e minhas roupas estavam inalteradas, mas não tinha memorias de resolver dar “essa chegadinha” no Saara. Deve ser mais uma visão, não deve ser real. Esse tipo de coisa acontece com certa frequência. (Qualidade: Habilidade Oracular). Acho que nunca vou me habituar com isso. Era sempre um episodio estranho. Também era particularmente dificultoso tirar o “sentido” desses “avisos”, mas como também costumavam ser coisas importantes, sempre me esforçava pra compreender essas “charadas”. Tá estou em um deserto, dolorosamente desértico. O que caralhos tenho de tirar disso? Porque numa boa, não estou vendo mais nada em lugar nenhum. Com essa tempestade também é difícil ver qualquer coisa. Mal conseguia abrir os olhos. Também parecia já haver tanta areia nas minhas botas ... (e na minha cueca) quanto no próprio deserto. Éta porra! Vou caminhando, para o que parece uma duna de areia. É melhor subir, preciso de uma duna alta que me dê uma visão melhor do “todo”. Não tinha muita certeza se era uma duna mesmo, (já que não conseguia ver muito além com toda essa tempestade). Cacete! A areia estava quente e o vento frio e cortante, meu corpo incomodamente no meio desses dois, sentindo toda interperie de um deserto em sua fúria noturna. Isso tá real pra caralho! Na maioria das vezes minhas visões eram bem “distantes”, mas as vezes elas eram assim... tão “próximas” que mais pareciam reais. Acho que próximo assim, só a morte de Miesha. Acabo lembrando daquela visão horrenda. Droga, não seja sentimental caralho! Parra com essa porra. Tento me focar na visão (como sempre tentava me focar em outra coisa qualquer, se não em Miesha).

    Meus pés afundavam a cada passo. Que saco essa porra! Tentava compreender o que quer que essa visão quisesse me mostrar, mas na verdade mal conseguia abrir os olhos. Tempestade do caralho, toma no cú. Também não parecia estar chegando a lugar nenhum. Não posso nem praguejar, sem engoli areia. Ao menos esse orifício que posso fechar, protejo desse maldito “banho”. Acho que tem areia dentro do meu ouvido. Que merda de lugar! E nada em lugar nenhum ... CARALHO! Começava a pensar nisso tudo como uma grande inutilidade quando:


    - Marko...


    Me viro imediatamente tentando seguir o som. Feliz por ter enfim um “norte” a seguir. É uma voz de mulher. Meus pés continuam afundando a cada passo, mas ao menos agora não parecia um esforço inútil (como os anteriores). Essa voz... {A voz é familiar? Se sim, quem ela me lembra}? Estou longe de ser uma pessoa empática, mas atraente e triste. De alguma forma essa mulher tinha me alcançado.  

    Puxo o colarinho da camisa, tapando minha boca e protegendo-a da areia enquanto digo: - Onde você está? Estava novamente perdido, mal via um palmo a frente do nariz e tentar me localizar dentro de uma tempestade dessas seria difícil mesmo para profissionais (o que eu não sou).  
           

    - Marko...
           

    Veio de lá! Me viro opostamente, em uma direção diferente para seguir a mesma voz. Tem algo ali! Tendo o primeiro vislumbre de alguma coisa. Uma pedra? Continuo indo na direção dela, minha primeira “pista” ate agora. Isso estava ali antes? Não tinha certeza...


    - Venha pra mim... Meu Marko...


    A liberdade e intimidade dela para comigo era “um tanto” desconcertante. (Não sou alguém que deixe os outros entrarem). - Como você sabe o meu nome? Pergunto na defensiva, enquanto continuo me aproximando. A voz dela me confundia, trazendo inúmeras sensações pouco bem vindas. Inquieto, mas curioso e incapaz de não me aproximar, também ansiando por essa proximidade. A voz dela é “quente”. Acolhedora e confortável, a ponto de sentir-me quase hipnotizado.        

    A medida que vou me aproximando, a rocha vai tomando outra forma... Pelo Mais Velho! Toco o “rosto dela” e também seu sangue, como para certificar-me que ambos de fato estavam mesmo ali. Dizendo perplexo: - Como isso aconteceu? Um cainita pode ser petrificado desse jeito? {Conheço alguma forma de um “efeito” dessa natureza recair sobre um cainita? Também gostaria de pedir o uso de Auspicios Toque do Espirito na Pedra, por favor}. - Quem é você?  


    - Meu Marko... Meu Marko Cerveni Obertus... Meu.. Amado filho...


    Filho? Ela é uma tzimisce? Isso de alguma forma torna essa solidificação mais aceitável. (Um demonio e suas metamorfoses não se limitam sequer a imaginação). Ela parece tão viva. Isso não é um torpor? Ela está acordada e presa? O sangue era tão fresco, que cheira-lo já me fazia salivar. Parecia simplesmente delicioso.


    Marko sabia, de alguma forma ele sabia que se ele tomasse daquele sangue algo aconteceria com ele, ele não sabia dizer se era algo bom, mas certamente sabia que era algo grande e independente das consequências Marko sabia em seu íntimo que ele devia tomar daquelas lagrimas de sangue que chamavam-no.

    "- Beba de mim, Marko... Não tenha medo... Beba de mim e abra seus olhos..."


    Sinto uma imensa ansiedade, crescendo ainda mais em ondas tal qual meu desejo por aquela vitae. Droga... Sentia um impulso intenso e minha fome por poder se mesclar a minha sede, enquanto minha mente tentava refrear esse impulso. Não se precipite... deve se uma armadilha, um inicio de laço de sangue. Sentia-me em um “cabo de guerra”. Até que a fome de poder venceu, como sempre vencia. (Megalomaniaco) levando-me a deixar de pensar, deixar de refrear-me e ... e ... PUTA QUE PARIU!!! Acordo puto, levando as mãos a cabeça. CACETE ISSO É HORA DE ACORDAR! TOMA NO CU! De alguma forma sei que beber teria mudado minha não-vida. DROGA! NÃO ACREDITO NISSO! DEVIA TER CAIDO DE BOCA DESDE O COMEÇO! PORRA! Me sento na cama profundamente frustrado. Faltava tão pouco... só um pouco mais e teria bebido... Olho para a mão com a qual tinha tocado a estatua e o sangue no sonho. {Não a nada na minha mão de fato? E sobre o meu corpo só há a minha terra e nada da areia do deserto mesmo}?    


    ---Depois do Sonho---

    ---------------------


    Começo a recolher a terra romena, a recolocando no vidro. Se acalme. Você não pode continuar alterado assim. Vou aos poucos me acalmando enquanto aquela “rotina” do despertar age como uma muleta para meu emocional alterado. Agora o que tudo isso quer dizer? Tem alguma antiga para acordar em Berlim? Ou mesmo presa de alguma outra forma? Ela me chamou de filho, será uma Tzimisce? Como sabia meu nome? E por que procurou a mim? Pondero inicialmente, Droga... isso foi uma “visão normal” ou foi uma visão induzida por fonte externa? Vou precisar ponderar com calma a respeito dessa questão, mas por agora. Toco na cama de pedra em que passei a noite e me concentro. {Como um perfeccionista, uso toque do espirito para ver se meu corpo e minha mochila não foram de alguma forma violadas durante o dia}.  

    Pouco depois sou interrompido pelo ranger da porta, virando meu rosto automaticamente nessa direção. Guardo o vidro de terra dentro da mochila, a recostando na cama de pedra onde estava antes e me viro para receber o até então desconhecido que vinha me fazer companhia.


    - Marko? Marko Cerveni Obertus?


    {[/u]Como eu entendi, vou supor que ele falou em inglês e continuar respondendo nesse idioma[/u]}. Respondo afirmativamente, assentindo sutilmente com a cabeça enquanto olho para a silhueta indistinta. Seja “sonho” ou realidade, todos parecem saber mais sobre mim, do que o contrario. O que não é agradável por assim dizer... Enfim, de toda forma deve ser meu anfitrião, ou um enviado do mesmo. - Creio que já esteja em sua esfera de conhecimento, mas ainda que por protocolo: Sou um Tzimisce do Novo Mundo. Respondo diplomático, completando uma “apresentação mínima” para não faltar com a “etiqueta” que ele poderia esperar, mas sem também entregar muitas informações sobre mim.      

    Ele então se aproxima saindo das sombras, o que me permite melhor compor uma primeira impressão. Cainita masculino, bem humorado e receptivo, mas também sombrio, diria que astuto. Vou analisa-lo com cuidado. De toda forma ele parece receptivo o que é um bom sinal inicial. Contudo... Caralho ele é o Kasmir? Porque se fosse, sabendo das capacidades taumatúrgicas dele preferia evitar contato físico. De toda forma se ele for o Bispo e quiser me matar, não vai ser não ter apertado sua mão, que vai impedir a minha morte. Por outro lado deixar o Bispo com a mão no vácuo é uma boa forma de já chegar enfiando o pé na merda.


    - É um prazer finalmente conhecê-lo meu caro, sou o Bispo Kasmir Baal, mas pode me chamar apenas de Kasmir.


    Retribuo o aperto de mão, receptivamente. - O prazer é meu, Sua excelência Kasmir. Agradeço ter me recebido e também sua hospitalidade. Depois dessa breve introdução. - Minha vinda a “bainha” tem um proposito especifico, mas não limitativo. Espero poder me mostrar útil enquanto estiver aqui.      

    {Off Final: Na sinopse da crônica tem uma referencia a essa pedra chorosa, posso conhecer o que consta sobe ela da sinopse, ou ainda sei algo mais a respeito dela e de sua importância para o saba? Se isso requerer um teste, pode considerar que o estou pedindo}.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Beaumont em Sab Maio 13, 2017 2:27 am

    David Hayter: - Quem mais está armado ? Rebeccah ? Você trouxe algo ? Hey vocês que entraram agora, como estão de armas ? Eu tenho uma pistola .45 com um pente cheio e uma Ak-47 com o pente cheio também. 

    David estava sem opções e Nines e o outro eram as melhores opções no momento. Sem condições de enchergar e com mortais no recinto o vampiro precisou manter a máscara para sua própria segurança. 

    David Hayter:De quem foi a ideia de fazer a reunião nesse lugar ? Vamos esperar o Nines e Skelter por quanto tempo ?

    David estava e um misto de curiosidade com temor, não podia fazer nada, estava de mãos atadas e o pedido de Nines e Skelter deixara as coisas piores ainda. O som dos tiros alardeou por todo o local e isso não foi muito bom para os nervos de David e dos outros ali dentro. 

    Yvory: - Ohh merda ! Eu me sinto feito uma galinha na panela a ser cozida !

    Todos estavam bastante tensos e David recolhia Yvory para bem proximo de sí, o calor do corpo da mortal era um dos seus principais alicerces. 

    David Hayter : - Não podemos ficar feito ratos aqui esperando para sermos abatidos, e se Nines não voltar ? Quantos homens vocês tem aqui ? 

    David tenta buscar pela memória como foi o percurso que fez até chegar naquela sala. Lembrou que não subiu escadas e que caminhou pelo terreo até a recepção e depois para o lado de fora foi quando ele se lembrou do homem de cara ensaguentada e mais uma vez as peças voltaram a se encaixar. 

    "Mas que droga...Será...?" 

    David pensou em bem enquanto o silêncio reinava no local ninguém estava apto a tomar uma posição em meio aquela escuridão, todos eram como animais indefesos a serem alvos faceis e por esse motivo david tentou estabelecer contato com a entidade que sussurrou em seu ouvido. David então falou em um tom normal sem se importar com que os outros pudesse ouvi-lo. Juntou a coragem necessaria para que sua voz pudesse atravessar suas cordas vocais certo de que essa poderia ser uma boa ideia. 

    David Hayter : - Eu posso ajuda-la, não tenha medo apenas...Apareça e diga o que precisa!
    Convidado
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Dom Maio 14, 2017 3:32 pm

                   




    Diferente de seus companheiros de bando, Marko sabia que haviam coisas importantes a dar-se atenção primeiro, uma coisa geral que era pra todos, mas mesmo assim Lincoln e Franchesca pareciam não ter essa mesma noção que ele e mesmo que ele fosse o Ductus. Mas ainda assim não era de todo desvantajoso deixar os aliados aonde eles queriam pois de um jeito ou de outro significava que a presença dos Devourers estava em mais lugares podendo estender seu nome, ou simplesmente diminuindo sua força pela separação, dependendo pra quem você perguntar.

    Sua primeira parada fora com Jerry, um aliado em potencial, alguém que possivelmente era bem destratado seja pela sua aparência ou seja pelo seu sangue. Ele era calado e seus "funcionários" pareciam ser do tipo que não faziam perguntas, apenas pegavam as outras cargas, além de Marko que eram levadas sabe-se lá para onde no mundo. Eram não só caixas pequenas levadas, eram grandes também, não só uma vã, mas frotas de vãs que iam para o mesmo destino por caminhos separados. Os Recursos de Jerry eram de alguma forma extensos. Analisando todo o caminho o seu guia de forma discreta, Marko apenas tentou ser o mais profissional possível, o que não era dificil visto que Jerry também era profissional e pra facilitar era calado, mas Marko não estava satisfeito, ele queria mais, sua mente maquiavélica queria entender tudo ao seu redor, informação era poder e poder era o que Marko nasceu para conquistar.

    O caminho todo Jerry sempre olhava pra frente, Marko estava sempre no banco da frente com Jery na vã, haviam homens trabalhando para ele na parte de trás cuidando de algumas cargas, vira e mexe eles falavam com Jerry em outro idioma que Marko não sabia dizer qual era, as vezes o celular de Jerry tocava e ele não respondia, apenas enviava uma mensagem, provavelmente para o número explicando o porque ele não podia atender e acabava por aí. O mesmo era com os subordinados.

    Analisar Jerry diante da própria postura de Marko era difícil, o Pander não parecia dar nenhuma atenção ao Tzimisce nesses momentos de silêncio e apenas um contato profissional, na verdade simplesmente parecia que Jerry não se importava nem um pouco com seu passageiro, ele era apenas um trabalho. Será que sua fama sobre Ivan já havia se espalhado? Será que não? Será que Jerry sabia do feito dos Devourers mas não acreditava um pingo nessa história mesmo vindo da boca de uma Inquisidora? Era possível, pois a história era um pouco fantástica demais, mesmo para alguns vampiros. Jerry parecia ser esse tipo cético, pelo menos com relação a Marko.

    Já seus contrabandistas... Bem, poucos deles olhavam para Marko de forma estranha, eles não pareciam se importar se Marko notava isso ou não pois Marko não fazia o tipo que botava medo em alguém, isso podia ser tanto um insulto para o Tzimisce quanto uma estratégia a se tirar proveito. Mas não eram todos que não pareciam se importar em encarar o cara esquisitão franzino e branquelo com cara de morto, alguns realmente disfarçavam a curiosidade com a carga, embora fosse um número ainda menor dos que tinham interessem algum no Tzimisce, mas boa parte realmente não estava interessada naquele homem que não lhes mudava em nada a vida além de dar uma grana a mais em seus bolsos.

    Agora era hora de saber mais ao fundo do mistério que era aquele vira-lata que parecia estar pouco se lixando pro mundo na sua volta. Ele tentava analisar Jerry, algo que era realmente difícil, analisar alguém quem acabou de se conhecer e que mostrava-se completamente desinteressado e impassível a tudo a sua volta. Ele ficava analisando Jerry com curiosidade, mas não conseguia penetrar naquela camada grossa de aço que era sua personalidade, Marko não percebia mas sua curiosidade ficava tão aguçada com entender o que Jerry pensava sobre si mesmo que ele começava a deixar muito na cara e encarar a cicatriz de Jerry com afinco, e Marko só percebia esse seu comportamento quando a voz de Jerry se fazia presente sem que o mesmo tirasse os olhos da estrada e falava de forma fria e impassível:

    - Sabe cara... Eu já ouvi muitas histórias por aí. É esse trabalho, muitos lugares, muitas histórias. Eu ouvi dizer do que você e seu bando fizeram... É algo de se impressionar. Mas bem... Cada um sabe o que impressiona a si mesmo, vai de acordo com a crença, e como eu disse, nesse trabalho você escuta muitas histórias. Mas o que realmente me impressiona é alguém ficar encarando outra pessoa que tem um pouco mais de meios de tornar lendas em pó durante o dia, ou quem sabe até fazer elas desaparecem em um caminho desconhecido pra sempre. É uma questão de dependência alheia, deixa as pessoas a merce de outras... Eu não ficaria encarando alguém assim, é constrangedor.

    Aquilo havia pego mesmo Marko de surpresa e só assim ele notara que realmente estava encarando o Pander e as palavras do mesmo penetraram em Marko de modo que o Tzimisce achava melhor imediatamente ficar na sua. Mesmo que ele tentasse arrumar uma briga ali por sua honra, o Pander tinha muitos aliados e o próprio Marko não sabia o que o Vira-lata sabia fazer, mas vendo sua profissão, ele deveria ter alguns truques. Assim o silêncio constrangedor fora posto e se Marko tentasse puxar qualquer conversa com Jerry o mesmo daria respostas curtas e diretas deixando claro que não estava pra conversa com o Tzimisce, assim o melhor que o Tzimisce tinha a fazer era continuar estudando o alemão com um dicionário durante o resto da viagem.




    Marko havia despertado e ele tinha as próprias dúvidas logo de cara. Primeiramente ele chegou suas mãos, ambas pareciam normais, não pareciam manchadas de sangue e a unica terra que o Tzimisce podia ver não era terra de areia, e sim terra de vegetação, a mesma terra que ele sempre utilizou para dormir durante o dia. Era fácil concluir que aquela experiência não fora de algum fato real em forma física, mas se tiver um pingo de realidade nela, fora completamente... Espiritual. O Demônio então confirmava se alguém havia mexido em seus pertences enquanto estado adormecido, sua mochila estava ao lado da cama de pedra e ao tocá-la o Tzimisce perdia as suas pupilas e seus olhos ficavam completamente brancos como se tivesse ficado cego a um nível extremo, mas a verdade era que o demônio voltava ao passado e via quando ele mesmo botava sua mochila no chão, pegava o seu jarro com a terra e o despejava na cama de pedra forrando a mesma. Logo depois ele mesmo guardava o jarro na mochila e fechava o ziper e assim a visão terminava.

    Seus olhos voltavam ao normal, como uma pessoa comum que enxergava como todas as outras e então que ele ouvira aquela voz chamar por ele e só depois de confirmar ser Kasmir, que falava outras palavras em inglês além do nome próprio de Marko o Tzimisce respondia:


    Marko escreveu:- Creio que já esteja em sua esfera de conhecimento, mas ainda que por protocolo: Sou um Tzimisce do Novo Mundo.


    Kasmir: - Ora e quem não sabe sobre o senhor? Está se tornando uma lenda! Anne me contou o que houve e algumas pessoas aqui já sabem que não estamos recebendo um Tzimisce qualquer, mas quase um herói de guerra! Mas onde estão os outros? Haviam também uma Sabá chamada de Franchesca Sardou e um outro chamado Lionel, é isso mesmo? Não vieram com você?


    Marko escreveu:O prazer é meu, Sua excelência Kasmir. Agradeço ter me recebido e também sua hospitalidade.  Minha vinda a “bainha” tem um proposito especifico, mas não limitativo. Espero poder me mostrar útil enquanto estiver aqui.


    Kasmir: - Ah claro... Não se preocupe com responsabilidades por agora! Você terá muito trabalho se é o que quer. Mas o propósito da visita seria tornar-se oficialmente um Ductus, correto? Poderíamos fazer um Festim para sua conquista e seu renome como Ductus, fazermos alguns jogos, é bom mantermos o nosso espírito de guerra aceso com esses rituais, a guerra meu amigo, nunca para. Gostaria de comer primeiro ou conhecer a cidade?

    Ele perguntava esperando a resposta de Marko



    Marko Cerveni Obertus:
    Pontos de Sangue: 13/9
    Força de Vontade: 7/7
    Vitalidade: Ok

    2017-05-14 11:11:57 Marko rolls ? dice to Raciocinio + Empatia (Diff 8) [? successes]

    2017-05-14 11:28:35 Marko rolls ? dice to Raciocinio + Empatia (Diff 6)      [? successes]

    2017-05-14 11:34:12 Marko rolls ? dice to Empatia + Raciocinio (Diff 10) (BOTCH x 1)

    2017-05-14 11:55:15 Jerry rolls ? dice to Manipulação + Intimidação (Diff 6) [4 successes]

    2017-05-14 11:55:28 Marko rolls ? dice to Força de Vontade + Megalomania (Diff 6) [2 successes]

    @Winterfell escreveu:{Sei algo a mais sobre Kasmir Baal, além do exposto na sinopse}?

    Não

    @Winterfell escreveu:A voz é familiar? Se sim, quem ela me lembra}?

    Era a primeira vez que Marko ouvia tal voz.

    @Winterfell escreveu:Conheço alguma forma de um “efeito” dessa natureza recair sobre um cainita? Também gostaria de pedir o uso de Auspicios Toque do Espirito na Pedra, por favor}

    Não é de nenhum conhecimento Cainita uma forma de um vampiro entrar em estado de petrificação. Nenhuma disciplina ou outra ação pôde ser usada durante o sonho, Marko não tinha controle de suas ações, embora ele ainda ache que tinha.

    @Winterfell escreveu:{Off Final: Na sinopse da crônica tem uma referencia a essa pedra chorosa, posso conhecer o que consta sobe ela da sinopse, ou ainda sei algo mais a respeito dela e de sua importância para o saba? Se isso requerer um teste, pode considerar que o estou pedindo}.

    A pedra lacrimejante é algo de conhecimento apenas da Mão Negra, nenhum membro comum do sabá já ouviu alguma vez sobre sua existência.
    Convidado
    Convidado


    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Dom Maio 14, 2017 4:32 pm

                   

                        




    Imediatamente após o som de tiros, Skelter e Nines soltaram um uníssono "Merda" e apressaram seus passos para fora enfatizando para que o grupo permanecesse ali. As portas eram fechadas a seguir, o momento de tensão só aumentava, uma ameaçava estar viajando pela escuridão e pelo mistério, algo realmente perigoso capaz de causar arrepios em vampiros e humanos e até levá-los ao desespero, como acontecera com o humano que disparara e gritara freneticamente segundos atrás.

    David escreveu: - Quem mais está armado ? Rebeccah ? Você trouxe algo ? Hey vocês que entraram agora, como estão de armas ? Eu tenho uma pistola .45 com um pente cheio e uma Ak-47 com o pente cheio também.


    Rebecah: - Tô sim! Eu to com a minha .44 na mão agora, pente cheio!

    Damsel: - Eu tenho minha glock cheia e um pente extra!

    Kent: - Droga, eu não trouxe nada!!! Alguém tem alguma sobrando pra me emprestar???

    Damsel: - Como você anda por aí desarmado na nossa situação????

    Kent: - Me enche o saco depois, Damsel, você tem ou não tem uma arma sobrando??

    Se Hayter não oferecer uma de suas armas a Kent, um dos capangas diria:

    Capanga 1: - Irmão anda sempre preparado! Pega minha bereta mas vou querer de volta! Já eu tenho a AK, e dois pentes cheios também.

    Capanga 2: - Mesmo aqui!



    David escreveu:- De quem foi a ideia de fazer a reunião nesse lugar ? Vamos esperar o Nines e Skelter por quanto tempo ?


    Rebeccah: - E como eu ia ter garantia que esse lugar era assombrado??? Qual é, fantasmas??? Eu não acredito nessa porcaria!

    Kent: - O Hayter tem razão! Não dá pra esperar pra sempre, vamos esperar dez minutos, se eles não voltarem nós saímos!

    Capanga 2: - Porra!! Vocês nos contrataram pra proteger vocês, nos deixem fazer a droga do nosso trabalho!!!

    Damsel: - Quem DIABOS você pensa que você é, seu merda!?!? To vendo toda a proteção que vocês tão dando que nem sabem o que tá acontecendo! Protege logo só o cara que te contrato que o resto de nós se vira!!!

    Isaac: - SENHORES ACALMEM-SE!!! Nós não conseguimos echergar um palmo a nossa frente, não temos conexão, e estamos perdendo a cabeça! Precisamos nos manter frios e unidos! Vamos esperar o sr. Rodrigues e o sr. Skelter, sairmos no escuro não ajudará em nada, ao menos aqui estamos na proteção de paredes!

    Kent: - É outra forma de dizer encurralados, Isaac!!!


    David escreveu:- Não podemos ficar feito ratos aqui esperando para sermos abatidos, e se Nines não voltar ? Quantos homens vocês tem aqui ?


    Capanga: 1 - Temos vinte e oito homens, dezenove cuidado do exterior, o restante do interior.

    David então buscava em suas memórias diante todo o conflito que o grupo começava a por entre si, sejam entre eles próprios vampiros, sejam entre os humanos, uma coisa era verdade: todos estavam com medo e isso estava começando a subir a cabeça de todos. O escuro deixava todos impotentes de forma que vampiros em desespero e impotentes só podia deixar as coisas cada vez mais ruins. David, por fim tinha uma ideia que nenhum dos outros, em meio ao desespero conseguira ter... Pondo o medo de lado ele tentava se contactar com quem havia os contactado primeiro.


    David escreveu: - Eu posso ajuda-la, não tenha medo apenas...Apareça e diga o que precisa!


    Após a pergunta de David, enquanto os outros continuavam a discutir sobre si, a mesma voz sussurrante e feminina fazia-se presente deixando mais uma vez, David arrepiado dos pés à cabeça, sentindo um frio que ele não deveria sentir, e isso começou a esfriar os ânimos dos demais:

    Voz: - Tome cuidado...

    Dois segundos de silêncio.

    Voz: - Ele está vindo...

    As luzes das lanternas começaram a piscar, elas estavam voltando a normal e o som elétrico das mesmas ajudava a denunciar isso. Todos começavam a ficar aliviados em suas vozes, quando de repente em uma das piscadas, David dava de cara, centimetro a centimero, com aquele mesmo homem ensanguentado olhando para com aquele mesmo olhar psicótico.

    Homem ensanguentado: - Ela é minha.

    E antes que David pudesse se quer reagir, o homem dava em David um empurrão poderoso com um movimento do braço que fazia o mesmo ser arremessado e bater contra a parede fazendo um forte impacto na mesma, mas por mais que o impacto fosse forte David ainda era um imortal e esse tipo de ataque era pouco efetivo, principalmente com a proteção do Kevlar. David caia logo de pé e podia já agir de acordo. Os outros haviam sido pegos de surpresa e cada um reagia ainda com a surpresa seja xingando ou evidenciando o medo em sua falta de folego, eles ainda iriam tomar suas ações mas até lá, David era quem agiria agora.


    David Hayter:
    Pontos de Sangue: 15/7
    Força de Vontade: 6/6
    Vitalidade: Ok

    2017-05-14 13:16:00 David Hayter rolls ? dice to Raciocinio (Diff 7) [1 success]

    2017-05-14 13:16:34 David Hayter rolls 1 die for Initiative 9 [initiative roll]

    2017-05-14 13:16:58 Homem ensanguentado rolls 1 die for Initiative 10 [initiative roll]

    2017-05-14 13:22:47 Homem ensanguentado rolls ? dice to Encontrão [3 successes]

    2017-05-14 13:23:08 Homem ensanguentado rolls ? dice to Dano [2 successes]

    2017-05-14 13:24:17 David rolls ? dice to Vigor + colete [2 successes]
    Convidado
    Convidado


    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Dom Maio 14, 2017 8:47 pm





    Trilha Sonora:

    Kassya sentia-se leve como o vento. Estava com sono... Muito sono, embora claramente fosse noite. O vento era forte e batia em seu rosto e suas roupas, as mesmas roupas que costumava utilizar em suas noites modernas. Ela olhava o horizonte e levava sua mão esquerda para proteger seu rosto da forte tempestade de areia que castigava seus olhos. Ela caminhava nas areias de um deserto escandante e frio, sua pele era tão acinzentada quanto as areias em que seus pés afundavam a cada passo... Mas... Como tinha chegado ali? Onde é que estava exatamente? O que estava acontecendo? Kassya poderia pensar muitas coisas mas jamais teria certeza de nenhuma delas.

    Ela caminhava no deserto, cada passo parecia levá-lo a um local mais distante de qualquer destino que ela estivesse rumando, parecia infindável... Se Kassya gritasse por alguma alva viva, ou quem sabe morta, naquele deserto, ela não obteria resposta alguma além da respostas dos uivos do dos ventos fortes. Ela caminhava e caminhava, era difícil manter-se de pé naquele ambiente. Nada...Nada além de areia, quilômetros e quilômetros de areia e ventos fortes carregando as mesmas para qualquer lugar. Até mesmo ao horizonte não via nada além de "nada"...

    "-Kassya..."

    Ela virava-se imediatamente ao som da voz feminina que a chamara. Uma voz bela... Por mais que tenha chamado pelo seu nome brevemente, Kassya já reconhecia aquela voz como uma marcante e atraente voz. Era sussurrada... Era leve... Era... Triste... Sim... De alguma forma a Assamita conseguia se harmonizar facilmente com aquela voz, talvez fosse a primeira coisa que se harmonizara.

    Ela não via nada.

    "-Kassya..."

    Novamente a chamara e ela olhara para uma direção oposto e então... Via algo que... Ela não tinha certeza se estava lá antes... A um pequeno monte de areia via algo diferente no cenário, por incrível que parecesse... Uma rocha...

    Cenário:

    "- Venha pra mim... Minha Kassya..."

    A Assamita sentia um misto de sensações ao ouvir aquela... Aquela rocha... Chamando por ela, como se o conhecesse, ansiando para que a Assamita estivesse próximo dela. Era como num transe, ser chamado por aquela voz lhe trazia conforto, segurança, paz... Coisas que sendo uma morta-viva, raramente sentia-se além de fortes momentos e de quando bebia do sangue que roubava dos vivos. Kassya se encaminhava até a rocha, era apenas uma rocha ao longe, mas ao se aproximar cada vez mais ela via naquela rocha um rosto... Um rosto de mulher, e aquele rosto assim como ela em uma noite, chorava lágrimas de sangue.

    Rocha:

    "-Minha Kassya... Minha Kassya Aleksandra Yakovich... Minha... Amada filha..."

    Kassya observava as lágrimas de sangue descendo do rosto da mulher de pedra, era como se estivesse viva... O sangue era fresco e a vampira sentia o gosto do sangue só de simplesmente cheirá-lo... Era delicioso, era sublime... Kassya sabia, de alguma forma ela sabia que se ela tomasse daquele sangue algo aconteceria com ela, ela não sabia dizer se era algo bom, mas certamente sabia que era algo grande e independente das consequências Kassya sabia em seu íntimo que ela devia tomar daquelas lagrimas de sangue que chamavam-na.

    "- Beba de mim, Kassya... Não tenha medo... Beba de mim e abra seus olhos..."

    Kassya estava ansiosa... Ela expunha sua língua e lentamente, hesitante, ela a aproximava do rosto de pedra sentindo a cada milésimo de segundo o gosto de uma vitae que jamais experimentara em sua não-vida. Kassya sabia, estava prestes a mudar o rumo de sua existência para sempre.






    Trilha sonora:

    Kassya despertava em um canto escuro com o som abafado de uma música. Ela abria seus olhos e imediatamente se punha sentada na cama. Estava em seu quarto de refúgio sozinha e a música que escutava era a música que tocava no bordel. A primeira coisa que se passava em sua cabeça era aquele sonho, sim fora tudo um sonho... Mas fora tão real... Como se realmente estivesse lá de corpo e alma. Lembrava de cada detalhe como se pudesse toca-lo como esta mesma madeira que sustentava o colchão ou o mesmo lençol macio ao qual estava sentada. Kassia conseguia ter alguma iluminação do quarto graças à luz que vinha da fresta da porta, olhou para o seu celular e a primeira coisa que reparou de incomum foram aquelas horas... Mas que horas eram aquelas??? Kassya havia dormido muito mais além do que o costume, já eram 00:30! Seja lá o que tinha acontecido com ela aquela noite, fora profundo o suficiente para afetar o estado sobrenatural do seu despertar.

    Além disso, tinha também aquelas ligações perdidas. Haviam uma ligação perdida de Jennifer, outra de Camilla, um número desconhecido e outro de Persephone.

    Tudo em seu quarto estava na devida ordem que tinha deixado na noite anterior, felizmente ninguem tinha entrado para invadir a privacidade do seu sono diurno, ao menos não ao primeiro sinal.



    Kassya Aleksandra Yakovich:
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    2017-04-28 16:10:00 Kassya rolls 1 die to Pontos de sangue 5 + 5 (Geração)
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Crios em Seg Maio 15, 2017 7:58 pm

    Kassia sentia-se em um sonho estranho. Um sonho...”real”? será? Já não tinha um sonho desse tipo a muito tempo, na verdade, nem se lembra se deve ter tido um sonho assim. Parecia como uma experiência de viagem astral. Sua mente tenta racionalizar o ocorrido, mas rapidamente os pensamento são cortados pela consciência do que estava a acontecer. Kassia se da conta do que estava acontecendo.


    -но это дерьмо. Я проспал. Кейд мой телефон (no eto der'mo. YA prospal. Keyd moy telefon -mas que merda. perdi a hora. Cade meu celular)


    Kassia falava enquanto pegava seu celular em algum lugar na sua cabeceira. Imediatamente, viu as chamadas de suas carniçais, de um numero desconhecido e de sua mentora, a quem as vezes chamava carinhosamente de “mãe”. Para todas ligarem para Kassia, alguma importante aconteceu. Ela se senta na cama, apenas de sutiã e calcinha, e começa a pensar “Сегодня вечером обещает” (esta noite promete)

    Prioridades antes. Ela imediatamente liga para Perséfone, coloca o celular no viva voz, e enquanto o telefone chama, Aleksandra se levanta devagar da cama, e começa a se alongar. Iria primeiro ligar para sua mentora, e depois disso, ligaria para suas carniçais, tentar entender oque estava rolando. Primeiramente para Camille, depois, Jennifer.

    caso Perséfone atenda:

    -Boa noite mãe, queria falar comigo?
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Qua Maio 17, 2017 1:13 pm





    Trilha sonora:

    A Assamita estava semi-nua, com seu corpo semi perfeito deleitado na cama em meio ao quarto escuro da fraca luz externa e o som abafado vindo das frestas. Ela via que aquele fora um atraso da noite que realmente daria a prometer coisas, talvez algo mais interessante que a rotina entediante de um morto-vivo em meio à uma sociedade quase tão morta em espírito quanto os próprios mortos. Ela via que dentre os números conhecidos e desconhecidos que perdera a ligação, os que deveria dar prioridade era sua mentora, a primogênita do clã Toreador a que, curiosamente, para os outros clãs havia a adotado como sua própria cria.

    Tal relação com os Membros do Clã Toreador, principalmente com Perséfone levantava buchichos e fofocas nos salões da Camarilla da cidades dos anjos da noite. Por mais que Leonor e Mary fossem conhecidas e estivessem inclinadas a uma simpatia Kassya, Leonor mais do que Mary, ainda eram Hárpias, e também haviam Gary Neilman e Kylie Altmeyer, um Sangue-Azul e uma Lunática. Kylie era conhecida por espalhar, normalmente os pontos fortes dos Membros, enaltecendo-os, então talvez ela fosse a menor preocupação da Assamita Feiticeira mas ela não sabia nada de Neilman além do que todos já sabiam, esse poderia vir a ser um problema, mas com duas Hárpias a seu favor e uma que seria improvável estar na direção contrária, será que deveria mesmo se preocupar?

    De uma forma ou de outra, a aproximação dessa relação se fez afastar, ainda que não completamente, a única outro membro de seu clã em Los Angeles. Elizabeth Salander...

    Elizabeth Salander - Aparência 3:



    Elizabeth tinha chegado a Los Angeles enquanto Kassya esteve fora com seu criador. Se trata de uma pessoa reclusa e um tanto paranoica, não confiava facilmente nas pessoas, e era uma pessoa de qualidade de vida baixa, vestindo roupas velhas, confortáveis e normalmente com capuz. Ela tinha respostas curtas e diretas, até mesmo frias, não sabia dizer se isso realmente era paranoia ou timidez, mas era provável que fosse paranoia pois Elizabeth parecia se entender melhor com Kassya do que o próprio ancião feiticeiro. Pelo seu linguajar e também pela sua aptidão incrível pra lidar com a tecnologia podia-se achar que talvez Elizabeth fosse mais nova que Kassya, embora no geral ambas eram neófitas e eram novas. Para os anciões era como diferenciar uma menina do quarto ano e uma menina do quinto ano, não tinha muita diferença, ou quase não tinha. Kassya passou a chamar Elizabeth de Lizzy, a pedido da própria Assamita que estava começando a se aproximar, porém, com a aproximação rápida de Kassya com o clã Toreador Lizzy passou a se distanciar um pouco mais de Kassya e chegara ao ponto que Lizzy não entrava mais em contato com Kassya. Já faziam duas semana que não se falavam ou trocavam mensagens.

    Kassya sabia que além dela, Lizzy tinha contato com um ou dois Nosferatu e um Malkavian que, como ela, também era um monstro da tecnologia. Kassya fazia parte desse breve circulo social que mais cedo ou tarde, Lizzy iria inseri-la, mas agora parecia que essa oportunidade estava afundando à medida que as panelinhas se formavam. Era apenas mais uma noite no mundo da Camarilla e dos Membros.

    Incrivelmente estranho... Os Tremere pareciam não ter se manifestado em nada na relação com os Toreador e a Assamita Feiticeira, na verdade, aqueles usurpadores não tinham se manifestado em nada com relação à Kassya. Seu criador havia lhe ensinado a tomar cuidado com aqueles Feiticeiros que eram muito mais experientes que Kassya e que ela mesmo não tinham uma fonte de conhecimento como aqueles malditos possuíam, pelo menos não ainda, pois o próprio Joseph tinha lhe dito que só lhe daria os ensinamentos mais complexos e diversificados quando retornasse e avaliasse o desempenho de sua cria. Joseph tinha lhe ensinado a desconfiar dos Tremere e a teme-los, porém, pela própria experiência da Assamita eles eram um clã como qualquer outro. Seu senhor estaria exagerando? Até onde Kassya tinha vivenciado, parecia que sim.

    Enquanto Kassya refletia sobre essas coisas o telefone tocava... Perséfone estava demorando pra atender, até que finalmente a ligação era atendida e a incrível e sedosa voz de Perséfone, uma voz que parecia emanar perfume notável até mesmo através da linha telefônica, respondia:

    - Boa noite minha querida, estava preocupada. Camila telefonou para minha assistente apreensiva por não estar despertando. Sente-se bem?

    Persfone exalava o tom preocupado de uma mãe, e assim, da mesma forma que Kassya a tratava como mãe, Perséfone, embora não a chamasse de filha, tratava-a como uma.

    Embora Perséfone fosse uma mulher extremamente ocupada, de vezes em vezes ela arrumava algum tempo para lidar com sua cria adotada, mas a ultima vez que lidaram com algo realmente importante foi quando Perséfone arriscou uma jogada em nome de seu Sangue. Pela concepção de Kassya, Perséfone era um anjo mais humano que muitos humanos, era expressiva, cheia de vida, exuberante e preocupava-se com os seus, embora o verdadeiro altruísmo não discriminasse, Perséfone ainda era o mais próximo de um Membro Filantropo que Kassya conhecia e esse altruísmo para com os seus e com o rebanho fez com que a primogênita se arriscasse demais até pedir para que Kassya também ficasse ao seu lado para defender os Membros de seu clã que eram orgulhosos demais para largar o Movimento Anarquista. Os membros do clã Toreador seriam aqueles que Persefone se comprometeu a defender mesmo sem o consentimento do clã como um todo na cidade, mesmo que eles não tivesse aceitado a proposta de Persfone de migrarem para a Camarilla ela ainda não havia desistido deles e pediu para que Kassya a ajudasse a ajudá-los, ao menos darem tempo para fugirem da cidade para que a Caçada de Sangue que Bartes tinha convocado para os Anarquistas não fizesse vítimas Membros Toreador. Sendo assim Kassya conseguiu o endereço do Refúgio de um dos Membros Anarquistas com a ajuda de Persefone chamado David Hayter e com uma identidade secreta, conseguiu ajudá-lo a se esquivar do esquadrão tático do Algoz e Xerife Lionel Mustang. Esta fora uma jogada arriscada e que ainda estava em risco para as duas caso fosse descoberto, mas era algo muito improvável que acontecesse, a menos que o próprio David Hayter desse com a língua nos dentes de que "alguém" o salvou de ser executado.


    Kassya Aleksandra Yakovich:
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Qui Maio 18, 2017 12:16 pm





    Trilha Sonora:

    Ivy sentia-se leve como o vento. Estava com sono... Muito sono, embora claramente fosse noite. O vento era forte e batia em seu rosto e suas roupas, as mesmas roupas que costumava utilizar em suas noites modernas. Ela olhava o horizonte e levava sua mão esquerda para proteger seu rosto da forte tempestade de areia que castigava seus olhos. Ela caminhava nas areias de um deserto escandante e frio, sua pele era tão acinzentada quanto as areias em que seus pés afundavam a cada passo... Mas... Como tinha chegado ali? Onde é que estava exatamente? O que estava acontecendo? Ivy poderia pensar muitas coisas mas jamais teria certeza de nenhuma delas.

    Ela caminhava no deserto, cada passo parecia levá-lo a um local mais distante de qualquer destino que ele estivesse rumando, parecia infindável... Se Ivy gritasse por alguma alva viva, ou quem sabe morta, naquele deserto, ela não obteria resposta alguma além da respostas dos uivos do dos ventos fortes. Ela caminhava e caminhava, era difícil manter-se de pé naquele ambiente. Nada...Nada além de areia, quilômetros e quilômetros de areia e ventos fortes carregando as mesmas para qualquer lugar. Até mesmo ao horizonte não via nada além de "nada"...

    "-Ivy..."

    Ela virava-se imediatamente ao som da voz feminina que o chamara. Uma voz bela... Por mais que tenha chamado pelo seu nome brevemente, Ivy já reconhecia aquela voz como uma marcante e atraente voz. Era sussurrada... Era leve... Era... Triste... Sim... De alguma forma mesmo a Malkavian, mesmo sendo uma pessoa completamente apática, pela primeira vez em toda sua existência, conseguia se harmonizar facilmente com algo, aquela voz, pela primeira vez Ivy conseguia sentir algo em seu íntimo e era... Algo lindo e extasiante.

    Ela não via nada.

    "-Ivy..."

    Novamente a chamara e ela olhara para uma direção oposto e então... Via algo que... Ela não tinha certeza se estava lá antes... A um pequeno monte de areia via algo diferente no cenário, por incrível que parecesse... Uma rocha...

    Cenário:

    "- Venha pra mim... Minha Ivy..."

    A Malkavian sentia um misto de sensações ao ouvir aquela... Aquela rocha... Chamando por ela, como se a conhecesse, ansiando para que a Malkavian estivesse próxima dela. Era como num transe, ser chamado por aquela voz lhe trouxesse conforto, segurança, paz... Coisas que sendo uma morto-viva, ou no caso de Ivy, alguém vivo, nunca sentia além de quando bebia do sangue que roubava dos vivos ou suas vidas. Ivy se encaminhava até a rocha, era apenas uma rocha ao longe, mas ao se aproximar cada vez mais ela via naquela rocha um rosto... Um rosto de mulher, e aquele rosto assim como ele em uma noite, chorava lágrimas de sangue.

    Rocha:

    "-Minha Ivy... Minha Cassandra Grigorieva... Minha.. Amada filha..."

    Ivy observava as lágrimas de sangue descendo do rosto da mulher de pedra, era como se estivesse viva... O sangue era fresco e o vampiro sentia o gosto do sangue só de simplesmente cheirá-lo... Era delicioso, era sublime... Ivy sabia, de alguma forma ela sabia que se ele tomasse daquele sangue algo aconteceria com ela, ela não sabia dizer se era algo bom, mas certamente sabia que era algo grande e independente das consequências Ivy sabia em seu íntimo que ela devia tomar daquelas lagrimas de sangue que chamavam-na.

    "- Beba de mim, Ivy... Não tenha medo... Beba de mim e abra seus olhos..."

    Ivy estava ansiosa, pela primeira vez em sua existência. Ela expunha sua língua e lentamente, hesitante, ela a aproximava do rosto de pedra sentindo a cada milésimo de segundo o gosto de uma vitae que jamais experimentara em sua não-vida. Ivy sabia, estava prestes a mudar o rumo de sua existência para sempre.








    Trilha sonora:




    Ivy despertava com uma luz prateada fraca e agradável aos seus olhos, iluminando as janelas de sua alma vazia muito antes de seu coração, era a luz da lua cheia que trespassava diretamente pelo vitral a frente. Ela levantava-se sentando em um estufado de veludo. Como primeiras memórias da noite, tinha aquele sonho, algo tão real, tão tangível, até mesmo aqueles sentimentos, aquelas sensações que não só Ivy tinha experimentado, ela se importava com eles, como uma primeira descoberta de um cientista, algo obscuro e curioso, ao mesmo tempo agradável e assustador que impregnava na mente da Malkavian como a peste.

    Ao seu redor, não estava onde havia dormido na noite anterior. Meredith tinha lhe dado um refúgio temporário onde poderia se esconder da Família Grigorieva e da luz diurna que agora era seu maior e mais letal inimigo. Agora, Ivy encontrava-se em um vestido branco, mas não parecia ser um vestido qualquer, parecia ser um vestido... Talvez cerimonial, algo que parecia indicar que não era um vestido com propósitos de gala e sim propósitos ritualísticos. Ivy também estava num altar forrado em veludo carmesim de uma igreja vazia e escura de arquitetura gótica, apenas fantasmas do abandono preenchiam aquelas cadeira e também... A presença de Cristo que estava acima de si, olhando diretamente para Ivy em seus olhos, como se ele pudesse ver através dela com aquela expressão de tristeza e dor pregado na cruz.

    Esta era a primeira semana de Ivy como uma imortal. Além de Meredith, Ivy conheceu apenas sua criança mais velha, Ellie Allein, que periodicamente, dependendo da Lua, era Jessica Borgia.

    Ellie Allein / Jessica Borgia- Aparência 3:


         


    Ellie e Jessica eram quinze anos mais velha que Ivy em época Cainita, felizmente houve tempo para que a Malkavian conhecesse suas duas "irmãs mais velhas", mas podia-se ver que falando-se em aparência mortal as três teriam a mesma idade mortal. Ivy já podia notar que haviam características em suas "irmãs" que tornava até um pouco fácil sua distinção. Ellie se vestia como uma garota normal para sua idade, e embora fosse adulta ela podia sentir em Ellie um ar infantil quase como se fosse uma criança em corpo de adulto, mas embora Ellie desse essa impressão não era uma mulher tola, ela tinha um ar ingênuo que julgava-se fácil dominar mas se ela era cria de Meredith não era esperto subestimá-la, só passar algum tempo com sua criadora deixava bem claro que fraqueza não era um recurso de escolha da Bispo. Já Jéssica parecia ser exatamente a filha de Meredith, embora não fosse facilmente explosiva como sua "mãe", ela irradiava uma ameaça quieta, sua frieza e desprezo para com tudo a sua volta dava a entender que ela ficaria feliz em se livrar de muitas coisas. Ivy podia sentir que Jessica, de certa forma, destetava sua "mãe" mas estranhamente a mãe que ela parecia se referir não era Meredith. Suas vestimentas eram normalmente roupas sociais masculinas, muitas vezes usando o comprimento do cabelo preso.

    Além disso, Ivy já sabia sobre as seitas, os "sistemas políticos" do mundo dos vampiros. Sua criadora já foi Príncipe, um dos maiores cargos naquela organização conhecida como "Camarilla" da cidade de São Paulo no Brasil. A anciã havia mudado de organização a meio século, primeiramente tinha sido uma infiltrada mas depois apreciou o que o Sabá era e decidiu que seria onde reinaria. Como sua progênie, Meredith procurava a evolução, embora Ivy notasse que ela não era apática como ela. Ela seguia Cain como modelo perfeito, o mesmo Caim filho de Adão que fora o primeiro vampiro, assim como ela revelara que alguns poucos também o faziam para atingir a perfeição vampírica, buscando poder e conhecimento, explorando a condição dos vampiros e se pondo em seu lugar na sociedade do mundo com relação aos filhos de Set. Assim como as seitas, Meredith havia explicado a Ivy que haviam outras criaturas, como Lobisomens que eram seus inimigos mais temíveis, as fadas, magos, espíritos e quem sabe... Mais outras "coisas" que o mundo ainda não havia revelado nem a seus próprios Obscuros.

    Nesta semana Meredith já havia ensinado a Ivy como caçar, como apagar seus rastros de caça, como usar seus dons da noite e o sangue, sobre o básico da sociedade Cainita, a estrutura básica hierárquica do Sabá, além do código de Milão e a mitologia Cainita básica. Aquela semana fora para entendimento prático e teórico do básico ao qual Meredith fez questão de fazer sua cria entender com antecedência para que ela logo pudesse passar para o mais complexo e difícil. Agora Ivy na verdade precisava entender o porque estava naquela igreja funesta, com aquele vestido branco, sem nada além daquele vestido branco. É no meio desse entendimento, enquanto explorasse, ou apenas esperasse na igreja, que ela escutaria então o som de uma porta ao fundo do altar sendo aberta. Não se tratava de Meredith, sua criadora, mas sim Ellie, aparentemente.

    Ela estava vestida com em um vestido idêntico ao de Ivy, a unica diferença era que o vestido de Ellie era vermelho, da cor do sangue.

    - Boa noite, Ivy! Demorou pra acordar essa noite, já é 00:30. Se sente bem?


    Ivy:
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    2017-05-17 14:16:35 Ivy rolls 1 die for Pontos de sangue 4 + 5
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Beaumont em Qui Maio 18, 2017 5:31 pm

    OFF: Black Eu refiz o ultimo post dando o entendimento de que o homem ensanguentado está visivel na sala. Se possivel eu gostaria que você apagasse o ultimo post


    O cenário não estava ajudando no controle emocional do grupo. As luzes intercalavam entre funcionar e falhar. O contato que David teve com a voz parecia ter despertado a fúria de uma entidade acima da compreenssão de todos ali. David era arremessado com uma força estrondosa muito semelhante a potencia sobrenatural dos vampiros, sua aterrissagem não era das melhores mas por sorte não houve danos mais sérios. 

    Seu corpo reagia quase que instantaneamente alavancando seu vigor com o poder do sangue(2pds - Vigor) como uma manobra de auto defesa para possiveis outros ataques. David pensou em ajudar Kent com a arma mas ele preferia deixar a AK-47 nas mãos de Cherry, ela sabia como usa-la e ele tinha certeza disso. 

    Enfrentar um inimigo às escuras literalmente era uma burrisse , não havia como ou até mesmo condições de David disparar um tiro sem que houvesse chances de acertar uns aos outros. O vampiro aproveitou o arremesso para se erguer e tomar uma decisão. 

    "Não há como não acreditar em fantasmas sendo um vampiro. Rebeccah Acho que está na hora de você acreditar no oculto"

    Pensava David enquanto se erguia tentando vislumbrar o máximo que podia a sala em que estava, a visualização estava precária pois as luzes das lanternas não estavam nítidas e continuavam a piscar fervorosamente. David tentava a todo o custo usar as paredes como guia tateando e firmando a visão para enchergar o máximo que podia até a porta. O vampiro sacava a arma apontando para o homem ensanguentado em um gesto nitido de auto preservação, o vampiro não atirou porem. 

    David Hayter : - Hey nós vamos embora daqui tá legal ! Eu não quero ter problemas com você ou a sua garota ! Essa reunião acabou. O tempo está contra nós precisamos agir. Me avisem do próximo lugar da reunião e tomem cuidado com o esquadrão de Algozes da camarilla, eu estou falando sério ! Yvory eu estou aqui, vamos !!

    Os olhos de David corriam a procura de sua carniçal de maneira rapida tentando não desviar os olhos do homem ensanguentado. David se mantinha na defensiva e com o dedo no gatilho. Qualquer avanço significativo do homem ele iria bloquear o ataque(Destreza+briga). Contudo era preferivel não chegar a tanto considerando a precariedade com a qual estava a sala. Qualquer erro poderia resultar em um efeito colateral de um dos membros da anarquia. 

      Entender aquilo poderia levar mais tempo do que eles tinham e o objetivo de David certamente não era ficar para entender. Poderia ser a manipulação mental de um malkvaniano, ou La sombra que estivesse usando o poder das sombras para brincar com os seus alvos, independente do que fosse, aquele lugar estava comprometido e visado. 

    David esperava Yvory vir ao seu encontro se ela conseguisse ve-lo com a pouca iluminação provida pelas lanternas que piscavam, ele se mantinha atento para que pudesse bloquear com os braços um possivel novo ataque que o homem ensanguentado viesse causar-lhe e assim que Yvory o alcancesse ele seguiria tentando achar a porta para sair daquela sala de reuniões. Apesar de David estar com a arma apontada contra o homem ensanguentado, a ameaça era apenas de mirar, disparar estava até o momento fora de cogitação.
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Crios em Qui Maio 18, 2017 10:48 pm

    Seminua e com o corpo frio, Kassia refletia enquanto se alongava. Seus pensamentos estava bem diversificados. No geral, ela se encontrava em uma posição “tranquila” com relação aos feiticeiros. Seu mentor havia lhe dado vários e vários avisos. Tomar cuidado, evitar estes feiticeiros a todo custo. Afinal, eles foram os caras que amaldiçoaram o clã. Seja como for, das duas uma, ou eles estavam fazendo um plano maligno para pegar Aleksandra em um único golpe, ou, eles apenas não estavam dando bola. Mas até agora, tudo tranquilo.

    Nos instantes seguintes, seus pensamentos se voltam para uma antiga colega de clã. Lizzy era uma boa colega, mas nos últimos tempos, Aleksandra tem se aproximado tanto dos toreador, que acabou perdendo lentamente com sua irmã de clã. Neste momento, Kassia para de se alongar, e se senta na cama, olha para o fundo do quarto, com olhos fundos e pensativos enquanto mexia no cabelo. O contato entre as duas ainda não havia morrido totalmente, apesar de fazer mais de duas semanas que não se falassem. Como amigas distantes...Por algum motivo, isso entristece um pouco a Russa. Seu senhor viva falando sobre a importância da união dos assamitas na Camarilla, o quanto a vinda de Al-Sharad para torre de marfim estava ajudando a unificar os assamitas dentro dela. Salvar a pele de David a mando de Persefone, foi um ato de que ela estava trabalhando para seu próprio clã. Isso foi um forte lembrete a Kassia da importância de cuidar do próprio clã, especialmente entre os assamitas que estão aos poucos se adequando a Camarilla...Kassia era uma filha de Haquim, e tal qual a raiz de seu clã, deveria se unir, e ficar próxima, daqueles de seu clã. Esses eram os ensinamentos de seu senhor. Deveria ter atitudes como Persefone fez...Os dois anciões que são exemplo para Kassia, deram demonstrações fortes da importância da união do clã, e isso não poderia ser diferente para os filhos de Haquim. Talvez, o próprio Joseph esteja esperando essa atitude de Kassia.


    “Filhas de haquim no meio dessa cidade...Preciso falar com Lizzy. Eu sinto um pouco a falta dela...”

    O pensamento de kassia é interrompido pelo toque do celular.


    -Boa noite mãe, queria falar comigo?


    - Boa noite minha querida, estava preocupada. Camila telefonou para minha assistente apreensiva por não estar despertando. Sente-se bem?

    Persfone exalava o tom preocupado de uma mãe, e assim, da mesma forma que Kassya a tratava como mãe, Perséfone, embora não a chamasse de filha, tratava-a como uma.


    Ah, essa voz de Perséfone...sua voz trazia uma sensação de segurança e alivio quase imediato. De fato, Persefone não a chamava de filha, mas Kassia começou a chamar sua mentora desta forma, em resposta a forma como era tratada. Porém, utilizava este apelido de forma mais intima.

    -Uh? Ah, sim estou bem, nada de anormal com meu corpo. Apesar de um sonho estranho que tive. Mas nada para se preocupar, espero. Eu vi que recebi algumas ligações. Fiquei preocupada achando que algo importante estava acontecendo e chegaria atrasada na devida ocasião – Kassia solta uma risadinha rápida – Mas pelo visto as coisas estão em ordem.

    Kassia toma um tempo para deixar Persefone responder. E em uma ocasião oportuna, diz:

    -Mãe, uma rápida pergunta, você acha que... o “Pequeno pássaro” que foi solto a pouco tempo- Kassia fica apreensiva de falar o nome de david em voz alta. Kassia foi ensinada a temer as parede, as vezes, elas tem ouvidos, mesmo que esteja em casa. Este assunto é muito delicado. A operação foi um sucesso, e qualquer passo em falso poderia colocar tudo a perder. Então Aleksandra prefere usar um codi-nome, de uma forma que Persefone entenda – vai trazer problemas para nós?
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sab Maio 20, 2017 12:28 am





    Kassya escreveu:-Uh? Ah, sim estou bem, nada de anormal com meu corpo. Apesar de um sonho estranho que tive. Mas nada para se preocupar, espero. Eu vi que recebi algumas ligações. Fiquei preocupada achando que algo importante estava acontecendo e chegaria atrasada na devida ocasião – Kassia solta uma risadinha rápida – Mas pelo visto as coisas estão em ordem.


    - Compreendo... Espero que Hypnos não esteja sendo cruel com minha elegida. Fique atenta aos seus sinais, eles podem conter segredos sobre o céu, a terra e seu próprio ser. Agora... Há algo que requer vossa atenção, minha querida. Desfruto desta ligação pra alertar-lhe da Lunática Therese Voerman. Soube através de Leonor que a senhora Voerman está à sua procura. A razão de ser requerida por ela não me é de conhecimento maior do que uma tarefa remunerada.

    Therese Voerman... Este era um nome que Kassya não conhecia. Claramente ela conseguira se envolver com os Toreador, mas além das figuras Lunáticas que já tinham seus quadros no hall da fama da Torre de Marfim em Los Angeles, a Assamita não tinha conhecimento de quem eram os Lunáticos ou outros Membros locais do outros clãs nos domínios de Nicolai Barthes. Nunca precisara ter contato com nenhum deles mas parecia que os ventos da mudança estavam se aproximando.



    Kassya Aleksandra Yakovich:
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    Estando no ambiente de Kassya, você pode definir a trilha sonora que toca no seu refugio/club.

    Como Kassya pretendia fazer ultima pergunta quando fosse um momento oportuno, deixemos pra que ocorra mais pra frente na cena.
    Convidado
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Convidado em Sab Maio 20, 2017 1:09 am

                   

                        





    Trilha sonora:

    Logo após David ser jogado na parede e cair de pé o Toreador fazia o seu sangue percorrer pelo seu corpo endurecendo seus músculos a ponto de ficarem quase tão duros quanto pedra ganhando uma resistência reforçada graças a um dom maldito de manipular o sangue. Imediatamente o Toreador já caía no chão, os gritos de desespero e susto das vampiras e dos capangas levantaram ações imediatas de erguer suas armas e dispararem contra o homem ensanguentado que com a força de vários projeteis o atravessando, mas sem que reagisse com qualquer sinal de dor ou impacto, simplesmente desaparecia no ar como se fosse feito de uma areia que evaporava com o seu dispersar.

    David sabia que não havia como enfrentar aquilo, seja porque estavam em clara desvantagem, seja porque não tinha conhecimento de como combater a ameaça. Ele tateava a parede com as luzes piscando enquanto um dos capangas já abria a porta, mas a mesma parecia estar trancada por fora.

    Capanga 1: - MERDA!!! MERDA!!! TA TRANCADA!! QUEM TRANCOU ESSA DROGA??? ABRE PORRA!!!

    Capanga 2: - QUE DIABO VOCÊ TÁ FAZENDO?? ARROMBA LOGO CARALHO!!!


    David já chegava na porta e ele apontava a arma para onde antes estava o homem ensanguentado, mas não o via mais, as lanternas continuavam a piscar e era como se o quarto onde estavam começava a tremer levemente fazendo a poeira do teto e das paredes sacudir com um rugido de fúria de um homem vinda do além.

    Voz do Homem ensanguentado: - GGRRUUUUAAAAAAAAAAHHHHHH!!!!!!

    O som era espectral, cavernoso, horripilante e repleto de ódio.

    Voz do Homem ensanguentado: - NINGUÉM VAI TOMA-LA DE MIM!!!!

    Damsel, Rebecca e Kent ficavam desesperados, apenas Isaac e David pareciam manter alguma calma e razão ali, embora Isaac parecesse um pouco perdido e ainda pensativo sobre o o que fazer ele não estava com a face espantada e horrorizada com os outros três cainitas.

    David escreveu:- Hey nós vamos embora daqui tá legal ! Eu não quero ter problemas com você ou a sua garota ! Essa reunião acabou. O tempo está contra nós precisamos agir. Me avisem do próximo lugar da reunião e tomem cuidado com o esquadrão de Algozes da camarilla, eu estou falando sério ! Yvory eu estou aqui, vamos !!

    Logo após David falar, as duas vampiras partiam pra cima da porta trancada, Damsel empurrava o capanga dois para o lado com facilidade impressionante fazendo o mesmo quase cair pra traz.

    Damsel: - SAI DA MINHA FRENTE!!!

    Ela logo dava um chute poroso na porta que fazia a mesma arrebentar as dobradiças e despencar, já Rebeccah ia com um encontrão na outra parte da porta meio segundo depois de Damsel jogando a portão ao chão de forma giratória pela breve prensada nas dobradiças que logo terminaram de se arrebentar. Os dois capangas olharam aquilo abismado com tamanha força das duas mulheres desesperadas, mas eles não fizeram questionamentos, todos estavam cagando de medo demais pra ficar perguntando, eles apenas saíam do local, todos podiam ver que as janelas do hotel estavam completamente seladas, elas não estavam assim antes, fechadas como se estivessem sendo contidos lá dentro. Logo, todos escutavam mais sons de tiros e gritos vindos do andar de cima do hotel.

    Rebeccah: - Ai meu deus, que tá acontecendo???? Cadê o Nines e o Skelter??? Não podemos sair sem eles!!!

    Isaac: - Não tem nada que podemos fazer por eles nestas condições! Precisamos sair daqui, é mais fácil ficarmos em perigo do que eles.

    Damsel: - Como é??? Eu não vou sair daqui sem meus amigos!!

    Kent: - Deixe de ser teimosa!!! O Isaac está certo, temos que ir embora, vocês ouviram o que eles disseram, eles conseguem se virar!

    Rebeccah: - Vocês façam o que vocês quiserem, eu também não saio daqui sem os dois!

    Kent: - Merda... Garotas teimosas! Vamos Hayter, eu você e o Isaac vamos embora, elas sabem se cuidar também.

    Capangas 2: - Vamos embora então, aqui eu também não fico!

    Capanga 1: - Foi mal aí, eu também não fui pago pra esse tipo de trabalho, chama o Bill Murray, to fora!


    As lanternas já tinham voltado a funcionar, mas o ambiente ainda estava tenso, o grupo estava se separando, cada um indo para a sobrevivência ou para a lealdade com os amigos, David e Yvory inicialmente tinham tomado sua decisão de escolher a sobrevivência, eles iriam continuar com esse plano ou mudariam de ideia para procurar os aliados que ainda estavam em algum lugar daquele campo de trevas que se provava talvez até mais sobrenatural que eles mesmos?


    David Hayter:
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

    Mensagem por Crios em Dom Maio 21, 2017 6:04 am

    O quarto ainda está em sua totalidade escuro, iluminado apenas por um abajur ao lado da cama de Aleksandra. A musica é pouco de pouco encomodo, afinal, paredes com isolamento acústico abafam quase toda a musica alta que vem a alguns andares abaixo. Se você fizer silencio, e se concentrar, poderá escutar um pouco da musica. Com a mão no celular, e uma voz simpática, Kassia responde sua mentora:

    -Não, se preocupe, mãe, sua elegida sabe como lidar com Deuses que gostam de uma boa diversão – Kassia faz essa brincadeira e em sequencia, deixa persefone falar.

    Agora... Há algo que requer vossa atenção, minha querida. Desfruto desta ligação pra alertar-lhe da Lunática Therese Voerman. Soube através de Leonor que a senhora Voerman está à sua procura. A razão de ser requerida por ela não me é de conhecimento maior do que uma tarefa remunerada.
     

    -Therese Voerman...Uma lunática, me procurando? Estranho. Espero que seja apenas Hypnos que esteja brincando com a minha mente. – Kassia muda de tom. Antes mais curiosa e pensativa, agora, seria e levemente empolgada – Tudo bem. Eu vou até ela. Deve ser apenas mais uma ajuda com algum assassinato, ou algo do gênero. Ou sabe-se la o que uma  lunática vai querer não é mesmo? E falando nela, você a conhece?
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    Re: CHAPTER I: Call of Zillah

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