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    O Preço

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    Gakky
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Qua Maio 24, 2017 7:24 pm

    Carmen para de cutucar o pescoço de Sonic e franze as sobrancelhas quando ouve as reclamações de King, mas ouve a garota até ela terminar de falar. Respira fundo para manter a calma, lidar com gente assim não seria fácil, ela sempre soube disso. E King parecia a mais difícil delas, teria que achar um jeito de conciliar isso, mesmo que fosse fingindo que se importasse.

    - Se você não quer dar a mínima para o que falei, problema seu - Responde Carmen - Só não venha reclamar caso ser corpo seja explodido por cutucar o que não deveria. E não, aquilo que disse não era um nome. Faça como quiser, tanto faz. Eu já fiz minha parte.

    Então ela se vira para Jin e ouve o que a garota tinha a dizer. Poderia ser rastreadores ou algo pior, isso preocupava Carmen, mas era certo que não poderia ficar ali. Tiraria essa coisa do seu pescoço se soubesse que não iria explodir. Agora desejava ter feito um pouco de medicina. Mas tinha que prosseguir, então comenta:

    - Só espero que essas coisas não explodam nossos corpos. Em todo caso, precisamos mesmo seguir em frente. Só tentem deixar alguém vivo na próxima vez, temos que interrogar algum deles.

    Carmen vai subir na motocicleta e se preparar para dar a partida;

    - Não vou poder dirigir sua lambreta, ou coloca no caminhão se der ou vê quem pode. - Depois lança um olhar para Sonic e diz - Valeu por ter se disponibilizado.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Nimaru Souske em Qua Maio 24, 2017 10:17 pm

    Entrando no veículo para remover o que fosse que estivesse dentro de sua perna, Bytche ainda escutou as palavras de Carmem. Mesmo se fazendo de durona, sentiu a dor dos comentários. Aquele realmente era seu nome, ao menos o nome qual fora chamado durante toda a vida, e não tinha, nem se quisesse, outra maneira de se apresentar para qualquer pessoa. Apertou a faca com mais força que normalmente faria e não exitara em enfia-la em sua perna para mexer no ferimento, descobrindo um cilindro metálico maciço que não era fácil de se entender. Cuidou do ferimento aberto e o fechou com o que restara de seu kit de primeiro socorros e então se levantou, ao escutar o pedido de Jin.

    - Eu vou... não to muito no clima de ir no caminhão.

    Nesse momento jogou o cilindro na direção de Carmem, mas com o intuito de acerta-lo ao chão. Olhava para frente, diretamente para Jin. Parecia querer chamar atenção da Policial para o item que ela tanto queria ver.

    - Cuidado com os corpos lá dentro, lindinha, ainda nos podem ser úteis.

    Continuou andando para moto ignorando qualquer tipo de sinal de que aquele cara que chamavam de sonic fosse pilota-la. Não tinha muita habilidade com o veículo, mas ao menos queria receber um pouco daquele ar enquanto pilotava em alta velocidade... a ferida que recebera de Carmem latejava mais que qualquer perna esmagada por cyberpsicóticos. F.King monta no veículo e aquece seu motor esperando pela partida do resto do grupo.

    " Acho que eles ainda não entenderam como é a rua. Ela esmaga, consome e drena qualquer tipo de humanidade da gente... esses merdas não vieram de lá. Eu conheço muito bem a casa onde nasci" Pensou em seu momento de auto-reflexão. Desejava saber de onde vieram aqueles homens.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Qui Maio 25, 2017 1:51 pm

    Quando King lança o cilindro em sua direção, Carmen franze as sobrancelhas surpresa. Depois se aproximará do cilindro e o pegará na mão, observando-o atentamente com um sorriso doido. "Essa rata até que esta sendo útil, pode ser uma boa cobaia" - pensa. Depois falará com os outros:

    - Olha só, a garota conseguiu tirar sem se explodir. Sugiro fazermos o mesmo, pode ser um rastreador. Alguém tem uma faca para me emprestar?

    Carmen lembra que deveria ter trazido uma faca, mas só tinha uma Kendachi. Pelo menos havia trazido um kit de primeiros socorros, que seria bem vindo.

    - Alguém quer analisar isso? - Diz segurando o cilindro, se ninguém quiser, ela o jogará fora na rua, mas se puder fazer o teste, ela mesma o analisará.  

    Enquanto espera pelo empréstimo, vai pegar seu kit de primeiros socorros, se tiver uma tesoura, ela vai usar a própria tesoura para tentar tirar a coisa do seu pescoço, olhando no retrovisor da própria motocicleta.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Sab Maio 27, 2017 9:05 am

    Carmem começa a aproximar a tesoura de seu ferimento, mas então hesita. Uma coisa era tirar os cilindros minúsculos da perna, King havia aberto um rombo no lugar do ferimento e até mesmo Jin tinha feito pequenos cortes controlados para alargar o buraco e retirar o componente. Tais cortes apresentariam um grande risco caso alguma veia ou artéria no pescoço fosse atingida. Tanto ela quanto Sonic precisariam ficar com aquele invasor misterioso em seus corpos por mais algum tempo. 
     
    Sobre o cilindro, ninguém poderia afirmar precisamente o que era, a hipótese do rastreador era muito possível, mas por que alguém iria rastreá-los? Não tinham uma rota certa? Será que voltariam a ser atacados? 
     
    Emaranhados em dúvidas e questionamentos, o grupo voltou aos seus veículos e seguiram pela estrada em direção ao seu objetivo. 
     
    ... 
     
    A viagem era esquisita. As ruínas e destroços eram diferentes um do outro, porém depois de algum tempo todos pareciam iguais. Avistaram poucas figuras humanas perambulando pelas sombras dos edifícios, mas não foram incomodados por nenhuma delas. 
     
    De repente a estrada os levou para perto de um portão de uma mineradora. Entre paliçadas e torres, mais de 20 homens guardavam a posição. Rapidamente algum comandante gritou alguma ordem em japonês e as armas  foram apontadas ao caminhão. 
     
    Fuzis de assalto da mais alta qualidade, miras lazer apontadas para as cabeças dos tripulantes, canhões de luz, símbolos de corporações Samurais em qualquer superfície visível. Aquilo era suficiente para intimidar qualquer engraçadinho com pretensões suspeitas, felizmente não era o caso de Sonic, que manteve a calma e se afastou em um ritmo constante dos soldados. 
     
    Essas minas eram a razão pela qual as duas megalópoles se mantinham em sua guerra eterna, mas estavam tão afastadas dos dois centros que a sua população até esquecia da existência delas. 
     
    ... 
     
    O Sol já havia partido quando o comboio chegou aos portões do OB-17. O famoso Dezessetão. O grupo parou em frente ao enorme e pesado portão de aço enquanto dois seguranças se aproximavam. Armados de fuzis pesados, os dois foram para a parte de trás do veículo com o objetivo de examinar a carga e encontraram os corpos estocados de King. 
     
    Os transportadores congelaram e trancaram a respiração por alguns segundos, até que um dos soldados levantou a mão e gritou: 
     
    -Tudo limpo!  
     
    Sério? Tudo limpo? Dois corpos e nem uma pergunta? O Dezessetão é realmente tudo que falavam. 
     
    A medida que o portão abria vagarosamente, um dos guardas caminhou até a janela do motorista e entregou à Sonic uma espécie de Pen Drive que o Solo prontamente conectou a um plug do caminhão. 
     
    Um holograma se abriu mostrando o mapa da cidade, pontos de interesse piscavam em amarelo, são eles: 
     
     
    -Rockabilly bar (Os melhores contratos, noites de sono e bebidas estão no Rockabilly!) 
    -Implantes e Clínica Geral Winston (Clientes que precisarem de amputação tem desconto em novos membros!) 
    -Armas do Nero (QUEIMANDO TUDO!) 
    -Clube da Luta (Eu não estou falando nada) 
    -Ed "Graxa" Reparos (Metade adiantado) 
    -DROGAS! DROGAS! DROGAS! (Chamei sua atenção? Você sabe que precisa de uma dose)


    Como é o OB-17?:

    Tudo começou quando as duas megalópoles ainda estavam em paz e abriram diversos postos no meio da Faixa para facilitar o comércio. A segurança era garantida por soldados das duas corporações que faziam o patrulhamento. Assim que a guerra estourou, as duas facções se retiraram, abrindo espaço para que criminosos tomassem conta do ponto. 
     
    Você pode passar pelo Dezessetão, se hospedar, usufruir de seus serviços e não ser incomodado pela bandidagem. Ninguém é obrigado a ser criminoso, porém, se quiser seguir por esse caminho, portas sempre estarão abertas por aqui. 
     
    Os Bullets atualmente são a gangue dominante no local e estabeleceram um pacto de não agressão com os Carbons dentro do complexo, pois tem se mostrado lucrativo para ambos. Essa trégua não impede que diversos tiroteios, geralmente 1 contra 1, estourem na região. 
     
    O território é ocupado majoritariamente por prédios pequenos de aproximadamente 6 andares e muitos possuem lojas no térreo. Em qualquer rua larga ou praça são encontradas também barracas e tendas para alojar aqueles que não conseguiram pagar por hospedagem. 
     
    Todos os cidadãos andam com suas armas a mostra, o uso de drogas e a prostituição estão sempre em alta. 
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    Re: O Preço

    Mensagem por Nimaru Souske em Sab Maio 27, 2017 6:37 pm

    F.King Bytch acelerou a motocicleta e saiu à frente do grupo, mas não tinha a intenção de ser a batedora. O vento em seu rosto tirava qualquer atenção que ela poderia ter em relação à novos inimigos e lhe levava para pensamentos internos. Algumas memórias de sua infância vieram a mente mas não lhe causavam tristeza, apenas aumentavam sua vontade de sair dali, lembrou de momentos antes de entrar pra essa missão e do que pretendia... iria fazer de tudo para subir na vida e a cada vez que repetia isso mentalmente, acelerava ainda mais aquela moto. Não notara nada no caminho, nada além de algumas palavras em um idioma que não conhecia que logo foram esquecidas em meio ao turbilhão de outras palavras que viam a sua cabeça, desde frases encorajadoras até xingamentos que carregavam as mais sujas palavras e expressões que ela conhecia.

    Voltou a si apenas quando avistou o portão do OB-17. Parou perto da barreira e poiou a moto com sua perna direita enquanto olhava para o caminhão trazendo a carga.

    - CHEGAMOS AO DEZESSETÃO, IDIOTAS. DESACELEREM LOGO.

    Após o veículo parar, vê que os seguranças do local foram analisar o que carregavam no veículo e, sabendo do presente que deixara perto do carregamento, deu seu recado para eles.

    - Não toquem nos meus bebês, foi muito difícil deixar eles quietinhos durante toda  viagem. Pisca quase como se esperasse uma reação positiva daqueles homens.

    Após a revista, foram liberados e King sabia pra onde queria ir ali dentro. Se aproximou com a moto e falou para o grupo.

    - Seria bom deixarmos o caminhão no Ed "Graxa" Reparos, não podemos ficar dependendo da boa vontade dessa merda ligar pra podermos continuar a missão. Nesse tempo, cada um faz o que quiser, quem precisar ir ao médico vai, quem precisar descansar descansa, quem quiser dar uma melhorada nas armas fique a vontade e  quem quiser se bater e cheirar um pouco, a casa é sua, apenas estejam de volta quando o caminhão estiver pronto. E ai, o que vai ser ? Se forem ficar e quiserem tentar ganhar alguma informação sobre esses caras que nos atacaram e esses chips antes de seguir viagem, tenho alguns contatos que podem ajudar.

    Ela perguntava pois se não fosse aceita a sua ideia, iriam seguir viagem e ela n queria ser abandonada naquele local sem receber o prêmio da missão. Teria que ver também a devolução da moto para Jin. Odiava depender daqueles merdas pra poder fazer o que queria.
    Gakky
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Sab Maio 27, 2017 7:59 pm

    Carmen faz uma careta quando chegam ao famoso Dezessetão. Estava incomodada com aquele cilindro em seu pescoço, incomodada com seus parceiros de vida questionável e agora incomodada por estar entrando em um lugar mais sujo que um banheiro químico. "Drogados, criminosos, prostitutas... O que não faço pelo meu trabalho?" - Pensava com uma expressão nauseada. Se pudesse, se clonaria em cem para prender todos aqueles ratos. Por isso trabalhava, para tentar limpar a sujeira do mundo. Para piorar a tal garota de nome indecente tinha escondido cadáveres no caminhão. Será que eles não conhecem o mínimo de higiene? - Pensava dando suspiros tediosos.

    - Eu não sou surda! - Gritou para King após o grito dela para desacelerar, depois murmura baixo em espanhol - Esto es tan estresante...

    Ela para a moto perto do caminho e espera a revista, era surpreendente e chocante o tipo de censura que eles usavam, Carmem poderia imaginar que tipo de coisas encontraria lá dentro com guardas assim. Todos criminosos - pensou. Então King começava a dar suas opiniões, parecia entender do lugar, o que não surpreendia Carmen, já que ela parecia bem do tipo deles. Ela não queria nenhum deles mexendo em seu pescoço, mas sabia da necessidade de tirar essa coisa o mais rápido possível. "Que droga, sério que vou ter que confiar minha vida nos médicos daqui?" - Reclamava em pensamento. Então depois de fazer uma expressão de poucos amigos, Carmen responde:

    - Seria uma boa investigar o que aconteceu, mas eu e o Tigre ali precisamos tirar essas coisas dos nossos pescoços. Já que parece conhecer o lugar, conhece algum médico com senso de higiene que possa tirar isso de nós?

    Era visível que ela não estava gostando da viagem. Então sobre os corpos, ela pergunta:

    - Por quanto tempo vai guardar os seus... bebês? Vai usar eles para conseguir informação ou é algum vodu?
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    Re: O Preço

    Mensagem por Okley em Dom Maio 28, 2017 8:13 am

    Olhava para a policial até um tanto hipnotizado, rindo de canto de boca com a cena montada ali. Até que as mulheres não param de falar como uma vitrola riscada, se encosta no caminhão a discussão que não levaria a solução nenhuma. De vez enquanto a policial vinha cutucar o que tinha no pescoço, ele não fazia nada somente a encarava como uma malicia.

    Arregalou os olhos quando Bytch, falou seu nome, quando decidiu abrir a boca finalmente, acabou revelando que não deveria. Ria de si mesmo em uma conversa de mulheres assim ela deixou escapar que os dois se conheciam de outros carnavais imagina se fosse em tortura estaria em perigo.

    Até que finalmente cada uma vai para um canto e finalmente poderia voltar a dirigir seu caminhão até um lugar onde poderia arrumar os estragos causados na batalha. Considerou a viajem tranquila, sem se importar com as ruinas, enquanto a sua frente no portão de uma mineradora. De certa forma respira aliviado por ter chegado sem maiores danos, porém teria que conseguir passar sem chamar a atenção.

    A Bytch por algum motivo desconhecido até inconsequente, toma a frente e sai gritando sem se importar com nada. Sonic desce do caminhão balançando negativamente para do que fazia aguarda para desconsiderar a atitude da moça, em querer enfrentar de frente o pessoal, se colocando de líder do grupo.

    Já conhecia como procediam então evitou qualquer coisa que os ameavas, conhecia as técnicas japonesas e o que fariam nesse momento, mas claro ainda sim poderia ter supressas, um mal humor repentino ou desconfiança abateriam eles rapidamente, então seguiu todas os modos esperado para evitar inimizade com eles.

    Engoliu seco saliva enquanto revistavam o caminhão, torcia para não ter nada de novidades nessa hora. Respirou aliviado quando permitiram a passagem deles pelo local. Esticou a mão assim que saia para pegar o Pen Drive que continha todas as informações.

    Assim que entraram no local, Sonic a todo momento estava com sua arma pronta ao lado para qualquer imprevisto, a Bytch desceu já chegou falando um monte de baboseira que Sonic obviamente não estava disposto a ouvir.

    - Oh vadia!
    (não estava se referindo ao nome dela) Cala tua boca! Você não é a líder aqui!

    Foi um tanto rude com ela, se ela não se importava com eles, ele também não se importava com ela a menos. Tinha um comportamento muito psicótico e agora querendo ser a líder do grupo, tal comportamento inconsequente colocaria todos em perigo rapidamente.

    Virou para a policial, mostra a chave do caminhão e segurando novamente. - Vamos lá então, você parece mais sensata. Eu sei onde encontrar o que precisamos e como fazer por aqui.

    Não deu mais informações apenas voltou para o caminhão, iria conserta – ló e depois ver os tais ferimentos, teria que toda a manha para poder usar com esses japoneses. Olhou para trás para ver quem mais o acompanharia.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Dom Maio 28, 2017 2:32 pm

    Então Sonic também começava a ficar estressado, notou Carmen. Depois ele dirigiu a palavra a ela, o que a deixou um pouco surpresa. "Até que esse ciborgue sabe escolher bem suas amizades, pelo menos dessa vez, geralmente homens não costumam pensar tão bem..." - Pensou. Mas eles tinham um trabalho a ser feito, e ela uma investigação para cumprir. Ficar brigando não iria levar a nada, mas deveria ser o que esses ratos gostavam de fazer. Não eram muito práticos, notou. Ela deveria escolher em quem confiaria, pelo menos para lhe descobrir um médico. Não costumava confiar em homens, achava as mulheres muito mais detalhistas e organizadas, porém acreditava também que as mulheres eram boas principalmente em se vingar, e se queriam fazer algum crime, sempre faziam muito bem feito. Chefes femininas eram sempre mais difíceis de descobrir, já os homens costumavam deixar rastro, pelo menos a maioria. Era nisso que Carmen acreditava. Então talvez Sonic fosse o mais sincero, só talvez, era acreditar em um solo ou na doida sem nome? Talvez a resposta estivesse muita clara. "Pelo menos ele deixou que eu mexesse em seu pescoço, foi meio arriscado, eu poderia ter decapitado ele se eu quisesse. Então acho que devo tentar acreditar dessa vez, ele não iria achar alguém para mexer no pescoço dele que não fosse confiável, estamos no mesmo barco" - pensou Carmen.

    - Mas porque estão se xingando? Não temos um trabalho? - Reclamou Carmen tentando por ordem -  Vamos ter foco e profissionalismo aqui, certo? E garota -Se vira para King - Pode tentar não nos xingar enquanto trabalha? Isso é irritante. Também não quero ninguém se drogando, temos que fazer um trabalho aqui! Vamos ter ordem, ok? -Depois se vira para Sonic e diz-Ao menos alguém aqui sabe classificar bem as pessoas. Vou com você Tigre, até porque, estamos na mesma situação.

    Ela então olha ao redor para o seu grupo e completa:

    - Só não nos xingue de vadia, ok? Por que os homens adoram falar isso? É sempre o mesmo xingamento, não entendo, que falta de criatividade. Você não vê mulheres chamando vocês de vadios, e se notar está em minoria aqui, chamar alguma de nós assim não é muito sensato. Vamos ser práticos. Vocês sabem consertar o caminhão, ou vão levar em algum lugar? Isso será antes ou depois de irmos tirar essas coisas de nós, Tigre?

    Carmen também olha para Jin, queria saber o pronunciamento dela.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Nimaru Souske em Dom Maio 28, 2017 3:18 pm

    - Eu já falei e parece que esse cara ai já tem o mapa com a localização dele, o nome é "Implantes e Clínica Geral Winston", o mais conceituado e impreciso da região. Sorriu como se tivesse falado algo muito hilário. E sobre os corpos, Policial, acho que você tem que aprender um pouco mais sobre as ruas que tenta limpar... elas cheiram a morte, mas por outro lado, a temem. Mostre-lhes a morte que eles a temerão. Parecia ter entrado em uma espécie de transe ao falar aquelas coisas, pois em seus pensamentos passavam imagens de carnificinas que enfrentara quando criança e massacres que ela mesmo participou para ganhar seu lugar nas ruas. Lembranças que confirmavam aquilo que dizia. Mas também planejo pegar algumas informações, só levar os cilindros e os corpos para meus contados aqui dentro que nós vamos descobrir o que está ocorrendo...

    De repente fora interrompido por seu nome. Seus olhos pareciam ter perdido o foco e deixaram de olhar para Carmem como estavam durante a explicação. Várias vozes repetiram o mesmo nome em sua mente, como se todo seu passado tivesse surgido em sua frente, gritando aquele xingamento que escolhera como nome próprio. Desceu da moto e caminhou lentamente em direção a Sonic. Olhos nos olhos do homem. Parecia calma de mais. Passou direto por ele e foi até o compartimento de carga do caminhão. Pegou os corpos e desceu, parando de frente à Carmem.

    - Gostaria que me devolvesse o cilindro qual lhe dei, vou precisar dele. Por favor. Era educação de mais para ela. Algo definitivamente não estava normal.

    Pegando ou não o Cilindro e ignorando qualquer outra interação daquele grupo, King rumaria até o local onde ocorriam o tráfico de drogas ali, pois sabia que era o local onde poderia obter as melhores informações. Antes de sair, falou.

    - Tá ai sua moto. Falou pra Jin sem olhar pra trás. Boa sorte pra vocês.

    Pelos rumos que aquela missão se sucedia, Bytch sabia que não seria um contrato normal e então preferiu averiguar quem a atacou e planejar um ataque de volta com a ajuda de seus contatos e não com mais idiotas que jogavam fora o que ela sugerira.

    " Cada um encara o abismo do modo quer. Cada um se mata do modo que escolher" Pensou, reafirmando a filosofia que guiava sua jornada.

    Afinal, o que é a vida se não um processo lento e doloroso de suicídio ?
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    Re: O Preço

    Mensagem por isaac-sky em Qui Jun 01, 2017 12:33 pm

    Esse grupo parecia gostar bastante de discutir entre si. Mas Jin era do tipo que preferia deixar alguém falando do que perder tempo discutindo algo que já sabia: o que quer que fossem os cilindros não havia nada que pudessem fazer naquela hora.

    Enquanto discutiam pegou seu toca fitas e os fones de ouvido. Acenou positivamente com a cabeça para Bytch quando ela concordou em levar sua moto.

    Era estranho viajar no caminhão, principalmente com a perna dolorida.



    Jin fechou os olhos enquanto ouvia. Eram momentos assim que mais desejava não viver nessa época.

    "Tsc...samurais"" eram recebidos pelos japoneses. Ela compreendia cada palavra deles mas se fingia de surda, não interagindo com nenhum dos samurais. Se concentrava para não demonstrar desprezo ou ódio através de seu rosto.

    Já no OB-17 o grupo voltava a sua atividade favorita: discutir e discutir.
    Jin tirou os fones de ouvido, parecia que queriam sua opinião dessa vez.

    -Eu tenho que passar no médico pra dar uma olhada na minha perna. Vou com vocês - disse apontando para Carmen e Sonic - Valeu por levar a moto. Vou deixar ela com o caminhão - disse a Bytch.

    Mancando, acompanharia a policial e o soldado.

    Num momento que estiver mais próxima de Carmen dirá em voz baixa somente para ela ouvir:
    -Quer um conselho de colega de trabalho? Você tem que fingir melhor, pelo menos não deixar tão na cara - alertava a policial. Por bondade ou receio de acabar sendo prejudicada? Nem Jin sabia -Tá bem na cara que você é tira, ou algo do tipo. Aqui nesse lugar os caras mastigam gente como você no café da manhã. Dá uma cuspida no chão, fala uns palavrões e tenta parecer como alguém daqui - sorriu brevemente, disfarçando caso a reação dela não fosse boa.

    Continuou andando a caminho da clínica.
    -Um drink até que caia bem depois...é num bar que a informação corre - comentou com os dois.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Qui Jun 01, 2017 7:53 pm

    Carmen franze as sobrancelhas ao ouvir sobre a fama do local indicado por King. Depois suspira entediada. Mas logo em seguida King faz menção sobre ela ser policial. Carmen não sabe se a garota vodu sabe realmente sua identidade ou se estava apenas brincando, então não demonstra nenhuma reação quanto esse comentário. Porém responde:

    - E eu acho que você tem grande probabilidade de ter fritado sua cabeça de tanto se drogar...

    Então a garota começa a agir de maneira diferente, era difícil lhe dar com essa gente, percebia Carmen. Mas dá o cilindro para garota, arremessa na direção das mãos dela. Quando vê a garota ir embora, Carmen fala:

    - Como é que é? - Suspira - Que seja...

    Jin se pronunciou, também precisava de ajuda com a perna. Carmen ainda estava pensando no que iriam fazer, quando a asiática se aproximou e começou a falar algumas coisas em voz baixa. "Então sou civilizada demais para esses ratos, não é novidade" - pensou. Mas então sorriu para Jin, piscou com um dos olhos, depois colocou seus óculos espelhados, arrumou seus longos cabelos castanhos para trás. Depois se aproximou mais de Jin e respondeu em voz baixa com um sorriso meio psicopata:

    - Ha! Que interessante, mas não existe gente como eu. Não sou o que diz, só não tô afim de agir como um animal descerebrado. Além disso, eles é que deveriam me temer. Vamos continuar profissionais, ok? Cada um cuida do que é teu. Pelo menos não está surtada como a outra ali...

    Carmen solta um riso divertido, que acaba sendo um pouco sedutor, não de proposito. Esperava que Jin não revelasse sua identidade, mas não ia ficar preocupada por isso. Ela era uma mulher forte e não costumava demonstrar fraqueza. Mas era verdade que estava irritada com esses ratos abelhudos. Só porque era mais inteligente que os outros, estavam lhe julgando. Eram mesmo repulsivos, e sabiam disso, porque nem davam valor as próprias vidas, como a King. Ela se olha no retrovisor da moto para ver se o cabelo estava bom, depois diz sua ideia:

    - Bom, parece que a garota vodu precisa de um tempo sozinha, e nós precisamos tirar esses cilindros. O.. Tigre, ou Sonic? Foi como aquela garota te chamou... Que seja, vai nos levar até o médico? Eu sugiro irmos os três, você toma conta do caminhão enquanto eu e a Jin resolvemos nossas paradas. Depois você vai e nós tomamos conta da lata velha.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Seg Jun 05, 2017 11:31 am

    Depois da breve conversa, o grupo decidiu se dividir por um tempo. Enquanto Sonic, Jin e Carmem iriam para a Clínica Geral Winston tratar de seus ferimentos e tentar retirar os cilindros que ainda parasitavam seus pescoços. Enquanto isso, King decidiu rumar sozinha para o autoexplicativo DROGAS! DROGAS! DROGAS!, a garota sabia extrair informações de qualquer um e talvez aquele ponto de venda fosse o lugar ideal. 
     
    ... 
     
    Jin, Sonic, Carmen 
     
    A motocicleta abria caminho para o pesado caminhão, muitas vezes tendo que andar muito devagar graças aos pedestres que circulavam no meio das ruas. O ambiente provocava uma dicotomia de sentimentos que parecia impossível, ao mesmo tempo que era ameaçador circular no meio de tantas pessoas de moral duvidosa, havia uma hospitalidade entre os criminosos que passava uma sensação estranha e frágil de segurança. 
     
    Ao chegar na localização indicada, encontraram uma escada estreita que levava aos andares de cima. Um letreiro digital alternava a palavra "Clínica" em inglês, japonês e espanhol. A tabuleta ao lado mostrava preços e promoções, pelo visto estava valendo a pena comprar uma perna nova, se não se importasse com a procedência. 
     
    Estacionaram os veículos sem maiores problemas e se preparavam para desembarcar quando um homem caiu rolando nas escadas. Tinha uma expressão de medo no rosto e, com as costas no chão, começou a rastejar para longe da clínica. 
     
    Porém outro sujeito, grisalho, barbudo e furioso surgiu no topo dos degraus com uma pistola em uma mão e sacudindo um braço mecânico na outra. Gritou: 
     
    -Você acha que eu não sei de quem é esse braço? É do Johny! É muita audácia sua tentar vender ele justamente aqui! 
     
    O homem no chão ergueu uma mão e começou a balbuciar desesperado: 
     
    -Não, não, não é o que parece, o Johny tá bem, ele... 
     
    Então dois tiros foram disparados da pistola pesada, abrindo buracos no crânio, agora sem vida, do rapaz. 
     
    O grisalho grunhiu com desprezo e voltou para dentro da clínica. 
     
    ... 

    Homem grisalho:

    Porta da clínica:
     
    F.King 
     
    Não existia uma loja chamada DROGAS!, A DROGAS! Era uma praça de tamanho mediano com seis barracas e vendedores diferentes. Todos químicos, vendedores e seguranças que operavam no local eram contratados pelo traficante Roy Rolex, que ficava com todo o lucro após o pagamento dos funcionários. 
     
    Dizia-se que Roy era um traficante diferente do comum, ele se importava MUITO com a sua clientela, afinal, um corpo morto não consome. Muita gente com problemas vinha conversar com o dono do ponto, que se estivesse de bom humor fazia o possível para ajudar. Alguns falavam até que, antes de comprar uma droga pesada, Roy te obrigava a responder umas perguntas para ter certeza que não ia se matar de overdose. 
     
    King caminhou por entre os consumidores, se sentindo a vontade quando encontrou o tal traficante, que demonstrou interesse na nova cliente, dizendo: 
     
    -Ora, ora. Acho que nunca te vi por aqui. Posso te ajudar de alguma forma?

    Roy:
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Ter Jun 06, 2017 9:48 pm

    Carmen sabia que estava em um ambiente perigoso, nunca tinha ido em lugar assim, onde criminosos pudessem andar livremente. Isso lhe dava raiva, por ela, eles deveriam estar na prisão, todos bem vigiados e pagando pelos seus crimes. Ela estaciona sua moto e sai desmonta do veículo arrumando os longos cabelos para trás, pois algumas vezes, lhe caiam mexas no rosto. Então eles veem uma cena de briga. Carmen franze as sobrancelhas quando um deles é morto. "Animais" - Pensou - "Não, animais são melhores, eles estão mais para insetos".

    - É ele o nosso médico? - Perguntou a Soninc e a Jin, depois fez um sorriso de doida e disse - Sonic, aceita ser o primeiro a operar? Por cortesia? 

    Depois ela dirige a palavra a Jin:

    - Já esteve aqui antes?

    Então ela sobe as escadas e bate na porta da clínica. Estava com vontade de lanchar alguma coisa, mas neste lugar, com certeza poderia ter uma infecção.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Nimaru Souske em Qua Jun 07, 2017 12:00 pm

    Bytch chega naquela praça que ela conhece muito bem, tanto que não se importou de carregar aqueles corpos decapitados pelo local. Conhecia muito bem o Roy, mesmo que ele não lembrasse muito bem de todos os clientes que passavam por ali. Eram muitos. Prontamente respondeu a ele.

    - Há quanto tempo, Roy. Não se importe em lembrar de mim, o importante agora é você lembrar sobre esses amiguinhos que trouxe comigo. F.king põe os corpos na frente do traficante.


    - Preciso de informação sobre a origem desses caras. Fabricante das peças, base de organização, motivo, afiliação, tudo que você puder me dar. Fico lhe devendo um favor... e você sabe que favor nesse mundo vale mais que muito dinheiro, não sabe ?

    Ela fala como se já estivesse bem, mas por dentro não estava. Tinha pressa em achar logo as informações que precisava pois teria que voltar para a carga já sabendo o que estava acontecendo por ali.
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    Re: O Preço

    Mensagem por isaac-sky em Seg Jun 12, 2017 1:34 am

    Esse não era necessariamente um tipo de lugar que Jin odiasse: Havia uma certa sensação de segurança quando se estava entre criminosos e a escória da cidade. Aqueles que os perseguiam, os policiais ou figurões do submundo, não o fariam nesse tipo de lugar.

    Mas não era um lugar seguro. Tudo e todos podem te matar e nem sempre se precisava de um motivo.

    Ver o homem grisalho atirar em outro por um braço robótico a fez se lembrar de uma noite difícil.

    Spoiler:

    Jin estava debaixo da mesa naquele quarto escuro. Havia se isolado naquela noite e somente queria ouvir seu toca-fitas em paz.

    A pele ao redor do braço mecânico estava irritada, o cybermembro ainda era novo e incomodava muito.

    Quando tentou dar o play acabou não dosando a força do braço robótico e acabou partindo o toca-fitas ao meio.

    Jin aguentou muitas semanas firme, não chorara desde o evento que lhe fez perder o braço. Nunca chorava por nada na verdade.
    Mas naquele momento ela desabou. Começou a chorar e soluçar.

    San a encontrou naquele estado uma hora depois: os olhos vermelhos e o rosto molhado.
    O velho apenas se agachou e sorriu para ela.

    [San]:É um saco né. Os caras veem um braço bonito de metal e te acham o cara. Mas ninguém entende essas merda né? - San entendia Jin, e ela nunca se esqueceu disso.


    -Não, aqui não. Mas esses lugares são todos iguais - respondeu para a policial - [b]Não deixem a Bytch tentar vender nada pra esse cara - disse entrando na clínica com os dois.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Seg Jun 12, 2017 12:27 pm

    Jin, Carmem, Sonic
    Assim que Carmem bate na porta, a voz do homem grisalho responde: 
     
    -Está aberta. 
     
    Assim que o grupo entra, percebe-se logo que a clínica tem padrões superiores ao normal em zonas de guerra. Apesar da escadaria apertada, o espaço era razoável, possuindo dois leitos desocupados e um espaço no fundo com uma grande quantidade de equipamentos médicos e mecânicos. 
     
    Um sofá apertado permanecia ao lado da porta com uma pequena mesa na frente onde um aparelho de holograma passava algumas notícias de Evergrow. "As ações da Miltech voltaram a subir graças a "descoberta" de um novo centro minerador; Um grupo de caipiras revoltados se recusa a vender suas terras para a Petrochem e o casamento do Casal Perfeito se aproxima, NÃO PERCAM!" 
     
    O velho estava sentado em uma banqueta ao fundo, ainda segurando o braço mecânico em uma mão e uma garrafa de bebida na outra. Pigarreou, limpou os lábios com as costas da mão e disse: 
     
    -Peço desculpas, acabei de receber uma notícia que me abalou um pouco. Do que vocês precisam? Implantes ou cuidado médico? 
     
    Neste momento, Carmem sente uma leve tontura, náusea e dor de cabeça. Agarra a primeira coisa que consegue alcançar e consegue permanecer de pé enquanto a visão embaçava. Jim sente seu coração palpitar um pouco, nada além disso. Sonic, por sua vez, desaba de cara no chão. Sem reação nenhuma. 
     
    -Eita porr*! Parece que temos nossa resposta. 
     
    O homem se levanta, parecendo maior do que antes, e rapidamente consegue levantar o solo e colocar no leito que parecia mais limpo. Respira fundo e então confessa: 
     
    -Eu não sou o médico, meu parceiro é. Eu sou o cara que cuida dos implantes, um mecânico sabe? Vocês não precisam se preocupar, daqui a pouco ele chega. Na verdade, está um pouco atrasado... O que diabo tá acontecendo com vocês? 
     
    [...] 

    F. King 

    Roy levanta as sobrancelhas, surpreso. 
     
    -Você veio arrastando esses corpos até aqui? Bem, no mínimo é determinada. 
     
    Ele dá mais uma tragada em seu cigarro barato e analisa os corpos silenciosamente. Anda com suas botas pesada pra lá e pra cá, perdido em seus pensamentos, então para o olhar em King e a observa de cima abaixo. Já fazia algum tempo e nenhuma resposta, aquilo começava a irritar a garota quando Roy finalmente se pronuncia. 
     
    -Informação por informação. A Carbon está querendo se meter nos meus negócios, eu queria mostrar pra eles o que não estou de brincadeira. Um parceiro meu está no Rockabilly bar tentando achar a pessoa ideal para o serviço, converse com ele. Procure pelo cara com guelras e dente de tubarão. Assim que terminar a sua parte, eu te entrego o resultado da pesquisa, combinado? Agora, para celebrar essa união, que tal uma dose de Sintecoca? É por conta da casa. 

    Sintecoca:
    A segunda geração e o substituto sintético da cocaína. Como no original. os efeitos secundários são horríveis: paranóia. dependência psicológica. etc.
     
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    Re: O Preço

    Mensagem por Nimaru Souske em Seg Jun 12, 2017 1:10 pm

    - Na verdade eles andaram metade do caminho e cansaram, ai decidi ajudar carregando eles. Pisca levemente o olho direito enquanto respondeu seu comentário.

    F.King Bytch não era uma garota que gostava de esperar, mas naquele momento estava dependendo daquele homem. A espera chegou até a consumir os últimos resquícios de paciência que ela tinha, mas quando estava prestes a explodir, o homem falou. King sorriu. Ele tinha entendido que tipo de negociação aquela mulher era especialista.

    - Agora estamos falando a mesma língua amigo. To partindo agora, acho que não será difícil achar seu peixinho por lá... então vou indo.Sorri com simpatia, parecia realmente gostar de fazer o que estava fazendo. Parecia outra pessoa.

    Mas antes de se distância, recebeu um convite qual lhe fizera refletir por alguns milésimos de segundo.

    " Porque esses merdas procuram tanto prazer instantâneo ? Se causam dor só pra se sentir bem quando passar... " Pensou enquanto virou o rosto para olhar para Roy e balançou levemente a cabeça em negativa.

    - Prefiro firmar uma parceria quando cumpro meus serviços, parceiro. Talvez na volta eu aceite. Agora cuide bem nos meus bebês e não os perturbe, tão precisando de descanso.

    E assim rumou até o Rockabilly bar.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Ter Jun 13, 2017 10:18 am

    Ao entrar na "clínica", Carmen observa tudo ao redor. Era intrigante como gente desse tipo conseguia equipamentos assim. Provavelmente deveriam ser todos roubados, pensou. Ela já ia contar o que queria do homem, quando começou a se sentir mal. Quase cai no chão, mas se agarra no sofá enquanto sente que tudo estava girando. Vê Sonic desabar no chão, mas Jim parecia bem. Ela não consegue ajudar Sonic, só o vê sendo levado para o leito.

    A próxima informação que ouviu do homem a preocupou, botou a mão na boca enjoada. Odiava esperar alguém atrasado, e se ele não viesse? Sua vida estava nas mãos dessas pessoas questionáveis. Parecia até um filme de terror. Carmen abaixa a cabeça tonta, seus cabelos longos descem para frente do seu rosto. Ela levanta a cabeça para encarar aquele homem, embora tivesse várias mexas na frente de seus olhos. Tira os óculos espelhados e diz com o semblante pálido por causa das náuseas:

    - Atrasado?! Maldito, desgraçado...

    Carmen se senta no sofá e coloca a mão no pescoço, onde estava o cilindro, em seguida diz:

    - Aqui, tem um cilindro... Viemos tirar isso... - Aponta meio sem coordenação em direção ao Sonic e completa - Ele também tem um... E ela...
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    Re: O Preço

    Mensagem por isaac-sky em Qua Jun 14, 2017 11:42 pm

    Jin assobia ao ver o nível da clínica.

    -Nada mau, nada mau mesmo - já era muito mais limpa da qual a motoqueira implantou seu braço cibernético.

    A nômade nota como o cara poderia ser ligado ao dono daquele braço robótico que tentaram vender.
    "Sei como é velhote"

    E então algo parece afetar os três ao mesmo tempo. Jin somente sente o coração palpitar mas seus amigos estavam bem piores.

    O não-médico consegue colocar Sonic numa maca.
    -Nós fomos atacados e estamos com esses cilindros no corpo. Essa merda deve estar afetando os dois... - Jin complementa a informação de Carmen e estende o cilindro para o homem.

    A motoqueira coloca o braço de Carmen sobre si e a coloca sobre outra maca.
    -Aguenta aí Hermana-san - ela se vira para o homem - Agora é tipo a melhor hora dele aparecer, sabe.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Okley em Sab Jun 17, 2017 11:46 am

    Sonic não se importou com os comentários de como faria e sobre o que faria, se importou mais com o caminhão que deu de ombro para as falas, não se sentia bem.

    Foi dirigindo o caminhão até o local seguindo a motocicleta de vez enquanto piscando tentando se recuperar a saúde. Ao chegar na clínica a Carmem faz uma pergunta e respondeu pela metade – Tive já piores..

    Entrando na clinica nem conseguiu reparar no lugar direito, a tontura e começa a cega, sabia que ia desmaiar em poucos minutos, tenta alcançar algum lugar para não cair, mas não deu tempo. Ela tudo que se lembrava de antes do desmaio.
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    Re: O Preço

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