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    O Preço

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    Claude Speedy
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    Re: O Preço

    Mensagem por Claude Speedy em Sab Jul 08, 2017 11:47 pm

    Carmen:- Isso basta não é? Ah... Por acaso tem como saber de onde vieram esses rastreadores?

    -Sinceramente não, minha área é a cura. Bom, podem então acertar os valores e aguardar? Podemos nos livrar dos rastreadores de outras maneiras. Só não aconselho saírem assim, desse jeito. Precisam de cuidados.
    Gakky
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Dom Jul 09, 2017 9:33 pm

    Carmen ouve a resposta do médico e diz:

    - Como não podemos sair ainda? Eu me sinto bem melhor. Aqui está o dinheiro, pegue. Não já acertamos tudo? Se não sabe de onde viveram os rastreadores, porque permaneceríamos aqui? Não é seguro ficar em um lugar só por muito tempo.
    Claude Speedy
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    Re: O Preço

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Jul 10, 2017 5:36 pm

    -Certo, senhorita. Eu só estava achando que também é arriscado sair assim. Mas tem razão, não sou eu quem devo me preocupar com a segurança de vocês...
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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Ter Jul 11, 2017 12:04 am

    Jin, Carmem 
     
    As duas mulheres saem da clínica e colocam o Solo no caminhão, que apresenta alguns sinais de falha. Por sorte, a oficina de Ed "graxa" não era muito longe e não demorou muito para que a encontrassem.  
     
    A Nômade, mais entendia de mecânica discutia o preço com o homem estranho, com um topete maior do que o normal que deixava a sua cabeça desproporcional ao resto do corpo. Parecia que eles nunca iam chegar a um acordo quando Sonic despertou, sentou-se na borda do caminhão e falou: 
     
    -Edward? 
     
    O mecânico parou sua explicação de por que ele tria que cobrar mais de 500 ed e olhou surpreso para o recém-acordado. Então pareceu reconhecer o rosto do Solo e respondeu indo dar um abraço em seu velho conhecido: 
     
    -Hunter! Seu marmota! Por onde tem andado Choombata!? 
     
    Depois de gritarem memórias antigas um para o outro, explicaram para Carmem e Jin que eles eram velhos amigos, trabalharam algum tempo juntos fazendo um bico para uma companhia Cowboy e perderam contato após isso. Graxa então disse que consertaria "Essa lata velha" de graça, ajustaria a motocicleta de Kishimoto (que há muito tempo não fazia um check-up) e que Sonic poderia ficar acomodado do barracão da Oficina até se recuperar, pois eles tinham alguns anos de histórias para contar. 
     
    ... 
     
    A dupla andou pela rua não muito movimentada até que encontraram uma motocicleta pesada e bonita estacionada. O motoqueiro acendia um cigarro barato. Quando se cruzaram, o homem olhou fixamente para o rosto da nômade, que fez o mesmo, então eles se reconheceram: 
     
    -Shibuya do caralh*. Lembrou de mim agora?  Eu vou fazer você lembrar- Disse Seb o'Neil, descendo da moto. Suas soqueiras de aço brilharam na mão e um fuzil de assalto guardado dentro de um saco pendurado na motocicleta refletiu a luz estável do poste.  
     
    E Jim lembrou. Sua família de motoqueiros e os o'Neil haviam se envolvido em uma complexa disputa de território há alguns anos. Essa guerra só terminou quando San bolou uma emboscada perfeita onde apenas ele e Jin derrubaram 15 motoqueiros. Dois deles ainda estavam vivos e San, querendo colocar medo nas linhas adversárias falou: 
     
    -Voltem para o seu bando e contem o que apenas 2 de nós conseguem fazer.  Se não saírem de nossas terras, verão o que 50 podem fazer. 
     
    A estratégia funcionou e o bando dos o'Neil se dispersou, mas parece que o destino forçou que os prodígios das duas famílias: Jin e Seb se encontrassem nessa cidade sem lei. 
     
    Gakky e Isaac:
    Eu presumi (obriguei) que vocês fossem para algum lugar. Podem decidir o destino. 
    Isaac, você deve jogar 1d10 + AuCon+ 7 (Fama entre os Nômades), esse é uma confrontação. 
    Gakky, se quiser participar do confronto, jogue 1d10 + AuCon +3 (Fama entre os nômades) e sua personagem deve dizer alguma coisa ou tomar alguma atitude.
     
     
     
    Fabrício 
     
    Assim que os pacientes saem da clínica, Eduardo se escora em uma parede, cruza os braços e fala: 
     
    -Você lembra daquele Netrunner que fritou os braços um dia e veio aqui pedir ajuda? Ele tinha aquele nome idiota de hacker, Cyber Rat. Então, outro dia lá no Rockabilly ele estava enchendo o saco falando da Febre do Retorno. Eu não prestei atenção, mas acho que tinha alguma coisa a ver com esses chips. 
     
    Por outro lado, Johnny está morto. E aquele idiota do Abe Nash tentou vender o braço dele aqui! Parece que temos contas pra acertar com Rex Nex. 
     
    Johnny era um amigo da dupla, era jovem e sagaz, mas sempre mexia com as pessoas erradas, tentou passar a perna em um dos grandes do Clube da Luta: O bizarro Rex Nex e seu lacaio Abe. O servo já estava morto, o corpo esfriava na calçada na frente da clínica, mas Nex ainda não tinha recebido seu troco.  
     
    Eduardo bateu as mãos, já pensando na adrenalina que viria: 
     
    -E então chefe, o que faremos primeiro? 




     
    F.King 
     
    A atravessadora sacou suas pistolas e atirou nas lâmpadas suspensas. A primeira explodiu com uma bala certeira e chamou atenção de todos. Porém ao efetuar o segundo tiro, a arma emperrou por alguns segundos e nenhuma bala foi disparada.  
     
    E lá estava King, atirando para cima com o peito aberto. Assustado e nervoso, o Barman tira de trás do balcão uma pesada espingarda e começa a fazer mira na garota. O barulho característico do engatilhamento (thak-thak) colocou o plano da atravessadora em dúvida. Porém, antes que o barman atirasse, uma explosão Molotov tomou conta das bebidas no bar, atingindo o rapaz, que cai no chão pegando fogo. 
     
    Um barulho de alarme de incêndio dispara, uma fumaça branca e espessa se espalha, cegando todos. Luzes de emergência brilham repentinamente. Gritos, uma garrafa quebra no chão. Então um tiro é ouvido, veio do lugar onde estavam os engravatados da Carbon! 
     
    F. instintivamente se abaixa e então sente algo puxar o seu braço. Ela se vira e vê Sharkhead, sorrindo como um lunático dizendo: 
     
    -Perfeito, garota! mas o show acabou, vamos embora rápido! 
     
    Nimaru:
    Nimaru, se quiser correr para a porta jogue 1d10 + Ref+ Atletismo, qualquer outra coisa me avise.
    Nimaru Souske
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    Re: O Preço

    Mensagem por Nimaru Souske em Ter Jul 11, 2017 2:04 am

    Bytch olha para a arma que falhou como se tudo estivesse em câmera lenta. Seus olhos estavam abertos em seu limite e sua feição era um misto de espanto, raiva e seja lá o que mais passe na mente de alguém tão perturbado assim.

    " Que arminha filha de uma pu..." Seu pensamento fora interrompido.

    O Barulho do engatilhar da espingarda ecoou pelo local e King apenas olhou para o barmam e balançou a cabeça em negação, enquanto baixava as mãos ainda portanto as pistolas, como se fosse uma criança que fora pega fazendo traquinagens. Esperou o tiro contra seu corpo, mas o que viu foi a explosão causada pelo molotov e um sorriso reacendeu o semblante da garota que agora era iluminado pelo incêndio e sentia o calor das chamas .

    Em meio a toda confusão, um tiro é ouvido e a atravessadora se abaixa pois sabia que tinha vindo daqueles que estavam atrás do sharkhead, o mesmo que lhe puxara com um sorriso tão insano quanto o dela mesma.

    - Não que eu tenha realmente precisado de ajuda, mas você sabe como fazer fazer uma festa pegar fogo em grandão. Pisca com tamanha felicidade que mal podia conter. Era algo relaxante e aconchegante estar em meio a tanta desordem...

    Mas tinha que tirar aquele homem dali.

    Correu na direção da porta com o máximo que podia, ia tentar alcança-la antes de serem pegos pelos membros da Carbon, e sair de vez daquele bar.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Qua Jul 12, 2017 11:58 am

    Carmem deixa que Jin resolva com o mecânico, mas quando ouviu que o preço seria muito caro, ela quase saiu do sério. Até que Sonic acordou, ao que parecia ele e o mecânico eram amigos de longas datas. A policial fica surpresa por ver que havia amizade entre aqueles meliantes, e pensa que talvez ele cobraria o preço mais tarde com um serviço de assassinato para Sonic. Quando os dois ficam conversando sobre os tempos passados, Carmem segue Jin pela rua.

    - Aquela garota... É melhor ela aparecer logo...  E por falar nisso, Jin, já que vamos trabalhar juntas, qual é a sua especialidade? Bom me leva para um lugar onde podemos encontrar informações.

    Não demorou que para um motociclista estacionasse perto deles. Carmem observa a cena e não entende muito bem, mas pareciam inimigos. Ela nota a arma do homem. Ela olha para a colega e depois para o homem, seu olhar é sério, mas nem um pouco preocupado. Suspira e pergunta:

    - Conhece ele, Jin?
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    Re: O Preço

    Mensagem por isaac-sky em Sab Jul 15, 2017 2:49 pm

    "Vai ver o cabelo é um parasita, já engoliu todo o cérebro. O cara acha que só porque eu não sou daqui ele vai me enfiar a faca?" Jin pensava ao discutir sobre o preço do conserto do caminhão.

    Felizmente era um conhecido de Sonic.

    "Ora ora, pelo visto até o soldado tem seus amigos"

    Rumando para o bar local em busca de informações, a não-policial pergunta:

    Hermana escreveu:- Aquela garota... É melhor ela aparecer logo...  E por falar nisso, Jin, já que vamos trabalhar juntas, qual é a sua especialidade? Bom me leva para um lugar onde podemos encontrar informações.

    A nômade olha para o braço, como se lembrasse de algo importante.

    -Minha especialidade é dirigir, pilotar, fugir, tanto faz. Eu sou uma nômade então eu meio que aprendi a fazer de tudo então eu sei me virar num combate também. E você Hermana, qual a sua além de fazer uns bandidos de peneira com a metralhadora?

    A pergunta teria de vir em outra hora, pois Jin fora abordada por um velho inimigo.

    "Merda. O que esse idiota faz aqui?" pensou em japonês.

    -Ora ora, veio pro round 2 O'Neio? Você trouxe as calças marrom hoje, só pra garantir? - respondeu num tom sarcástico - [b]Cai fora gaijin, eu não to aqui por sua causa, segue seu caminho

    Será que a policial a ajudaria nessa situação?

    -Conheço e isso não é bom - sussurrou para Carmem.
    [/b]
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    Re: O Preço

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Jul 19, 2017 10:35 pm

    Depois daquela tensão, é então ele me pergunta o que faríamos primeiro.

    -Sabe que odeio dívidas. Se Rex Nex tem algo a nos pagar, é onde começamos. Depois vamos descobrir mais sobre esses chips, quanto eles valem e quanto valiam os apressados pacientes que passaram por nós hoje.

    Com isso ajusto as luvas cibernéticas, esperando que Eduardo pegasse sua arma e a levasse escondida. Tinhamos contas a acertar e informações para obter
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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Sex Jul 21, 2017 3:38 pm

    Jim e Carmem 
     
    O'Neil olha enfurecido para Jin e espuma: 
     
    -Ora, sua... Grr! Eu vou... Eu vou acabar com você! Onde está San!? Quem é essa sua parceira? 
     
    Ele começa a se aproximar vagarosamente e batendo as soqueiras uma na outra, fazendo um barulho metálico 
     
    Isaac e Gakky:
    Vocês venceram a disputa de postura, por mais raivoso que ele pareça estar as duas personagens notam que ele está inseguro. Logo, se decidirem atacar ele terá uma penalidade na iniciativa e se decidirem resolver isso verbalmente (Com intimidação, persuasão ou autoridade (habilidade especial de policial)) ele também estará mais propenso a ceder
     
     
    [...] 
     
    F.King 
     
    A atravessadora corre até a porta de incêndio e a acerta com o ombro. Ela abre com um estrondo, alguns tiros são ouvidos, mas a fumaça cobre todo o local. Muitas pessoas passam correndo pela abertura e uma ao lado de King é alvejada na perna e grita enquanto cai de cabeça no chão. 
     
    Sharkhead passa voando ao lado da garota e grita: 
     
    -Me segue, eu conheço um lugar! 
     
    Os dois então correm em zig-zag por várias ruas apertadas e fedorentas, escalam muros de becos e empurram alguns pedestres em sua correria até que chegam a um prédio residencial caindo aos pedaços. 
     
    A porta estava aberta, provavelmente havia sido arrombada e ninguém queria ter o trabalho de consertar. Subiram as escadas até o segundo andar tentando controlar a respiração. O mutante então bateu na porta de um apartamento. 
     
    -Quem é? - Disse uma voz de dentro. 
     
    [b]-É o Sharky, com uma visitante
    - Respondeu Sharkhead. 
     
    A porta se abriu revelando um pequeno apartamento sujo modificado em um bar em miniatura de apenas uma mesa e um balcão, ambos empoeirados pela falta de uso. Não havia ninguém exceto pelo dono, Ronny. Que parecia muito desconfiado de tudo, principalmente de King. 
     
    O mutante sentou em uma cadeira e começou: 
     
    -Bem, acho que você pode ver que (chup) eu e o Roy compramos uma senhora briga com a Carbon. (chup) Nós estamos afetando perigosamente o domínio dela sobre o (chup) Dezessetão quando nos aliamos com os Bullets. Agora nós temos a fonte de renda poderosa que (chup) Roy consegue fazer brotar como um gênio aliado com o poder de (chup) fogo dos mexicanos. 
     
    Nós estamos apanhando fazem alguns meses (chup), mas agora vai ter volta, e é aí que você entra. Nossa inteligência descobriu que um figurão da Carbon, conhecido pelos Bullets como Ojos Rojos tem tido... um romance fora do (chup) casamento com uma dama da Kite. E quando eu digo romance (chup), quero dizer que ele vem visitá-la semanalmente. É só dar o nome aos Bullets e pronto, temos Ojos Rojos nos obedecendo como um cão. 
     
    A minha proposta é simples, entre no Brodel da Kite e descubra quem é a paixão do Carbon. Se conseguir sequestrá-la, (chup) além da informação que pediu de Roy, nós também vamos te dever um favor. E você quer ter um favor dos futuros donos do OB-17, não quer?
     
     
    ... 
     
    Fabrício  
     
    Eduardo guarda sua pistola pesada em um local escondido em sua jaqueta. 
     
    A dupla caminha por algum tempo com destino certo, o Clube da Luta. 
     
    Assim que se aproximam da construção abandonada que servia de arena, já conseguiam ouvir o pessoal urrando a cada golpe desferido, sobem as escadas que dão na arquibancada e encontram um local sem problemas. 
     
    Sentados nas arquibancadas, camuflados no meio da multidão, assistem a luta de Rex Nex. Ele era enorme, um dos mais altos lutadores que já passaram pelo OB-17, mas não era um grande lutador e isso era o que diferenciava Rex de Fabrício. Eduardo parece ler os pensamentos do médico dele e diz: 
     
    -Eu estou pensando em como ele matou o Johnny, aposto que não foi uma luta justa. O idiota ainda manda seu parceiro vender o braço do garoto para nós, estou aliviado de ter metido a bala na cabeça daquele boçal. Fabrício, a única coisa que eu quero ver agora é você espancar esse idiota até a morte. Ele não merece uma morte limpa como um tiro. 
     
     Nesse momento, Rex acerta um poderoso soco na cabeça de seu rival, causando uma horrorosa fratura no nariz. A plateia vibra enquanto o vencedor pisa na cabeça de seu adversário, humilhando-o. 
     
    -Ótimo, a primeira luta dele acabou, ele geralmente luta duas. Emboscamos ele quando ele sair ou você quer humilhá-lo na frente do seu público? Você não vai poder matá-lo na arena e ainda vai perder o efeito surpresa, mas se conseguir fazer isso, vai ser mais fácil matá-lo mais tarde. 
     
    Claude:
    Tome sua decisão, se decidir lutar na arena deve ir até Rex Nex e desafiá-lo, se quiser emboscá-lo, pode sair da arena e preparar sua tocaia.
    Rex Nex:
    [/b]
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Seg Jul 24, 2017 6:07 pm

    Carmem ouve as resposta de Jin sobre as próprias habilidades, era importante saber disso. Realmente a garota sabia fazer muita coisa de uma vez, era como uma faz tudo. A policial se perguntava se os meliantes eram sempre assim.

    - Você me parece um tipo que faz tudo - Comenta enquanto caminham, ela solta uma risada curta, quase como um suspiro quando Jin a lança um questionamento e responde - Sou boa em fazer perguntas e em manter a ordem.

    Então chegou aquele homem, ele ameaçava Jin e não parecia ser um amigo. O sussurro de Jin a respondi que sim, era um encontro ruim. Mas Carmem estava acostumada com uma coisa chamada "parceria". E ela não podia deixar Jin sozinha nessa, já que no momento era sua parceira. Não que tivesse laços com a japonesa, era mais como um código de honra. E também ainda precisava de Jin para completar sua investigação. Então a policial decide ficar do lado de Jin, e cheia de marra diz:

    - Sou Eva - Responde ao homem - Por que não começou a correr? Saia daqui seu porco imundo, não vê que está em desvantagem? Ou quer virar peneira hoje?


    *off: Vou usar autoridade contra ele, preciso rolar dados?
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    Re: O Preço

    Mensagem por isaac-sky em Ter Jul 25, 2017 1:33 am

    "Assustado que nem um ratinho. Os cowboys são todos iguais"

    A postura de Jin parecia ter tido efeito no inimigo. Restava agora conseguir se livrar dele com o mínimo de problemas possível.

    "Ora ora, até a Hermana Certinha pode acabar me ajudando. Que dia maluco..." pensou ao ver a atitude de autoridade dela.

    -Vaza! Agora! - disse complementando, de forma intimidadora.

    Sentia uma "coceira" na mão robótica para puxar a pistola e lidar com aquilo ali mesmo caso o cowboy fosse idiota o suficiente para atacar.

    "Não me faça desperdiçar munição yankey"
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    Re: O Preço

    Mensagem por Claude Speedy em Ter Jul 25, 2017 10:55 pm

    Cruzo os braços e ouço a pergunta do Eduardo, o sujeito cujo nome mal pronunciado é o responsável pelo meu apelido. Muitos pensam que Eduardo e eu somos um mesmo açougueiro vendedor de peças usadas para punks feridos em brigas de bar e não dois caras fazendo isso.

    Humilhar em público? Claro que não.

    Zargon é só um ferreiro de ossos humanos, isso eu nunca contei para Eduardo, mas ele tem uma noção de que um dia eu vou ter de sair dessa minha vida mansa.

    -Vamos pega-lo na saída, Eduardo. Ele vai estar mais cansado depois da segunda. Me siga... Prepare sua arma em um ângulo bom... Vou questiona-lo e você me dá cobertura.

    Com isso me afasto, eu vou partir cada osso desse idiota, mas fora daqui
    .
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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Qua Jul 26, 2017 12:13 pm

    Jin, Carmem 
     
    O'Neil para no meio caminho ao ouvir a represália da policial. Por um segundo parece não entender o que está acontecendo e então dá um passo para traz e diz: 
     
    -Hey hey hey, Eva! Você entendeu errado, a gente não estava falando sério né? 
     
    Jin olhou para o caipira e ordenou que saísse. Ele então sobe na moto, e tenta sair dali o mais rápido possível, enquanto está saindo diz: 
     
    -Kurosawa, não se meta no meu caminho de novo. Eu garanto que não vou te dar uma segunda chance. 
     
    Ridículo, saiu com o rabo entre as pernas e latindo. 
     
    As duas mulheres caminham mais um pouco até chegarem ao Rockabilly bar e encontram na porta um AV (carro flutuante) dos bombeiros. Alguns clientes do lado de fora trocam palavras enfurecidos. "O que aquela louca estava fazendo?" "Psicopata!""Botar fogo justo no único lugar que presta nesse fim de mundo?" 
     
    Ao entrarem no bar (ver descrição do dia 17 de junho), as duas fazem uma rápida varredura do lugar e percebem uma enorme mancha de queimado no meio do balcão. O Barman resmunga a história, furioso, para quem quiser ouvir. 
     
    No fundo do bar, as duas notam uma dupla de homens. Um está vestido socialmente, com uma camisa bem passada e calças sociais, ele parece nervoso. O outro é um nômade gordo, com uma bandana mal colocada, óculos escuros e um colete de couro que deixava a barriga peluda a mostra. Os dois então encontram a dupla de garotas e olham para elas com um olhar esperançoso, provavelmente estão precisando contratar alguém. 
     
     
    Fabrício 
    Eduardo encontra um lugar escuro atrás de uma lixeira com o ângulo perfeito, Rex nunca vai saber o que o atingiu. O técnico olha para seu companheiro e diz: 
     
    -Eu vou mirar na cabeça, sempre miro. Quando você quiser que eu atire é só estalar os dedos. Se quiser que eu largue a arma e te ajuda a espancar o vadio, é só me chamar. 
     
    As ruas ficaram um silêncio e uma calmaria por quase meia hora, parecia antecipar a tempestade que viria. A espera já começava a ficar irritante quando o gigante Rex Nex virou a esquina. Falava alguma coisa em seu tom grave e difícil de compreender, ao seu lado um rapaz meio magricela ria exageradamente das palavras de seu companheiro. Outro lacaio, parece que Rex já achou um substituto para o falecido Abe Nash. 
     
    Eles se aproximavam vagarosamente, ainda não tinham visto Zargon.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Qua Jul 26, 2017 10:15 pm

    Depois do meliante ir embora, Carmen riu e falou a Jin:

    - Patético. Vamos então.

    As duas caminham até chegar ao Rockabilly, a policial observa tudo atenta como uma cena de um crime. Parecia ter tido um incêndio ali. Carmen entra no local e nota a mancha de queimado, então comenta com Jin:

    - É...Isso aqui não é muito organizado. Aqueles homens estão olhando para nós, são conhecidos seus também ou são pervertidos?
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    Re: O Preço

    Mensagem por isaac-sky em Seg Jul 31, 2017 11:29 pm

    Jin manteve a expressão séria enquanto O'Neill fugia com o rabo entre as pernas, mas não conseguiu segurar o riso quando o viu se distanciando.

    -Desculpe hermana, mas isso foi quase divertido - limpou os olhos de tanto rir - -Você é boa nisso, já pensou em ser Nomâde? - disse em tom de brincadeira e voltou a andar ao lado dela.

    E então o bar estava em estado deplorável.

    Não que esse tipo de bar seja primoroso naturalmente.

    -Eu aposto 10 pratas que nossa amiga em comum tem algo a ver com isso - Jin tenta ouvir discretamente sobre a história do que aconteceu ali.

    -Hermana, estamos presos nessa pocilga até o nosso caminhão voltar dos mortos. Ficar parado sem fazer nada é pedir pra pintar um alvo enorme de 'nos roube'. Eu proponho procurarmos um contrato, algo fácil, algo que não machuque ninguém, uma grana de segurança - disse olhando para o bar e as pessoas nele.

    Bingo, alguém parecia desesperado o suficiente para aceitar ajuda de duas estranhas.

    -Não os conheço, por mais popular que eu possa parece - comentou num tom leve -Vamos ver o que eles tem a dizer

    Jin se aproxima dos dois homens que as observam.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Ago 02, 2017 1:20 pm

    Nem deram conta da minha presença. Ótimo para uma emboscada.

    Eu conto com a proteção de "Santo" Eduardo. Se tudo faltar, cabeças vão explodir. Tento pega-los de surpresa.

    (Reflexos 10 + Furtividade (nada) + resultado)
    Claude Speedy efetuou 1 lançamento(s) de dados (d10.) :
    5


    Assim que eles se aproximam eu aproveito a distração e o riso e os embosco, agarrando o pequeno magrelo e pondo ele contra o grandalhão antes de conversarmos.
    Mas irei arremessar o pequeno em seguida.

    (Reflexos 10 + Greco-Romana 6 + Agarramento 4)
    Claude Speedy efetuou 1 lançamento(s) de dados (d10.) :
    2
    (caso eu tenha conseguido surpreender e emboscar o magrelo, ganho o bonus de +5 nessa jogada)


    A ideia é segurar o pequeno como um escudo humano, com isso criando uma proteção por alguns momentos entre mim e Rex Nex, para que ele tenha de se livrar do novo capacho antes do gigante vir até mim.


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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Sab Ago 05, 2017 11:35 am

    Jin, Carmem 
     
    Assim que se aproximam, o homem mais arrumado fica muito nervoso e começa a falar atropelando as palavras 
     
    -O-oi... É... Eu to precisando de pessoas, assim, se você quiser nós podemos... Err... 
     
    Nesse momento o nômade gordo o interrompe e fala: 
     
    -Calma aí David. Perdoem meu companheiro, essa é a primeira vez dele aqui no OB-17 e está um pouco nervoso. Eu sou Goner, dos Porcos-espinhos. Você parece ser uma nômade, como eu, porém não te conheço. Esse meu amigo aqui é o representante do vilarejo de White Chapel, ao leste daqui. 
     
    White Chapel é uma vila religiosa, vivem da forma antiga e ainda plantam naquelas hortas velhas. O que ocorre é que eles ficavam vulneráveis a ataques de todos os lados, isso aconteceu por alguns anos até que minha família, Os Porcos-Espinhos, resolvemos conviver de forma pacífica com eles, em uma relação de uma mão lava a outra. 
     
    Nós tínhamos um lar, comida, educação para nossas crianças enquanto eles tinham a proteção que tanto precisavam, mas agora nós temos um problema.
     
     
    David parece ter ficado farto de apenas escutar e se atravessa: 
     
    -Nossa queria White Chapel tem em seu subsolo alguns minerais que são importantes para o desenvolvimento de tecnologia, então recebemos diversas propostas dos Caubóis para a compra do terreno, mas nós não queremos vendê-lo. As "negociações" duraram alguns meses até que recebemos isso. 
     
    Ele então tira da manga um pequeno rolo de papel ensanguentado com os dizeres: 
     
     
     
    Goner fala: 
     
    -Como vocês podem perceber, temos dois problemas: eles atacarão e nós não temos gente para sobreviver, além disso, temos um espião no meio de nós.  
     
    David, que até então havia conseguido se controlar, tem um rompimento emocional e diz quase chorando: 
     
    -Nós não temos muita grana, mas nós precisamos de ajuda, por favor! Tenham compaixão 
     
    Issac e Gakky:
    Vocês não são obrigados a aceitar o serviço. Podem negociar os termos do pagamento e ver se aceitam. Caso não aceitem, não precisam procurar muito para encontrar outro necessitado.
     
     



    Fabrício 
    O médico calcula mal a distância e aparece na frente dos dois lutadores, eles ficam surpresos em vê-lo. 2 segundos de inércia que pareceram durar uma eternidade até que o lacaio se move para frente, se achando no controle da situação e diz: 
     
    -Ora, Ora! Vejam se não é o... 
     
    Então Fabrício coloca todo seu treinamento em prática rápido como um raio agarra o oponente em uma chave de braço no pescoço. O magrinho tosse e tenta falar alguma coisa inaudível. 
     
    Rex Nex olha para baixo, encarando Zargon nos olhos. Sua boca permanece imóvel, o gigante é conhecido por não sentir emoções.
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    Re: O Preço

    Mensagem por Zer0 em Seg Ago 07, 2017 9:30 pm

    Jin, Carmem 
     
    Assim que se aproximam, o homem mais arrumado fica muito nervoso e começa a falar atropelando as palavras 
     
    -O-oi... É... Eu to precisando de pessoas, assim, se você quiser nós podemos... Err... 
     
    Nesse momento o nômade gordo o interrompe e fala: 
     
    -Calma aí David. Perdoem meu companheiro, essa é a primeira vez dele aqui no OB-17 e está um pouco nervoso. Eu sou Goner, dos Porcos-espinhos. Você parece ser uma nômade, como eu, porém não te conheço. Esse meu amigo aqui é o representante do vilarejo de White Chapel, ao leste daqui. 
     
    White Chapel é uma vila religiosa, vivem da forma antiga e ainda plantam naquelas hortas velhas. O que ocorre é que eles ficavam vulneráveis a ataques de todos os lados, isso aconteceu por alguns anos até que minha família, Os Porcos-Espinhos, resolvemos conviver de forma pacífica com eles, em uma relação de uma mão lava a outra. 
     
    Nós tínhamos um lar, comida, educação para nossas crianças enquanto eles tinham a proteção que tanto precisavam, mas agora nós temos um problema.
     
     
    David parece ter ficado farto de apenas escutar e se atravessa: 
     
    -Nossa queria White Chapel tem em seu subsolo alguns minerais que são importantes para o desenvolvimento de tecnologia, então recebemos diversas propostas dos Caubóis para a compra do terreno, mas nós não queremos vendê-lo. As "negociações" duraram alguns meses até que recebemos isso. 
     
    Ele então tira da manga um pequeno rolo de papel ensanguentado com os dizeres: 
     
    Vocês recusaram todas as nossas propostas, então não estamos mais propondo. Saiam das nossas terras em duas semanas ou enfrentem as consequências. Nós sabemos que vocês não tem armas para todos. Não será uma batalha, será um massacre
     
     
    Goner fala: 
     
    -Como vocês podem perceber, temos dois problemas: eles atacarão e nós não temos gente para sobreviver, além disso, temos um espião no meio de nós. Claro que eles podem estar blefando, mas os caubóis sempre parecem estar um passo a frente de nós. 
     
    David, que até então havia conseguido se controlar, tem um rompimento emocional e diz quase chorando: 
     
    -Nós não temos muita grana, mas nós precisamos de ajuda, por favor! Tenham compaixão 
     
    Issac e Gakky:
    Vocês não são obrigados a aceitar o serviço. Podem negociar os termos do pagamento e ver se aceitam. Caso não aceitem, não precisam procurar muito para encontrar outro necessitado.
     
     



    Fabrício 
    O médico calcula mal a distância e aparece na frente dos dois lutadores, eles ficam surpresos em vê-lo. 2 segundos de inércia que pareceram durar uma eternidade até que o lacaio se move para frente, se achando no controle da situação e diz: 
     
    -Ora, Ora! Vejam se não é o... 
     
    Então Fabrício coloca todo seu treinamento em prática rápido como um raio agarra o oponente em uma chave de braço no pescoço. O magrinho tosse e tenta falar alguma coisa inaudível. 
     
    Rex Nex olha para baixo, encarando Zargon nos olhos. Sua boca permanece imóvel, o gigante é conhecido por não sentir emoções.[/quote]
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    Re: O Preço

    Mensagem por Gakky em Ter Ago 08, 2017 10:25 pm

    Carmen franze as sobrancelhas ao ouvir o homem gaguejar nervoso, por sorte o outro explicou mais claramente. Ela presta atenção nas palavras deles e em toda a história. Para Carmem era um problema complicado demais. Por que ela ajudaria essas pessoas? Está certo que não gostava dos caubóis, mas enfrentar muitos deles e só as duas, era pedir para morrer.

    - Seria melhor saírem de uma vez. Acha que eu sozinha posso fazer muita coisa? Acha que eu vivo em nome do dinheiro? Eu até poderia ajudar, mas esses caras só vão desistir quando vocês aceitarem alguma proposta,a fome pelo minério é muito grade. Eu acho que é uma briga muito grande para ser comprada só por mim, mesmo que acabe com o espião, eles ainda vão querer suas terras.

    Carmem olha para Jin e fica curiosa para saber o que a nômade tem a dizer.
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    Re: O Preço

    Mensagem por isaac-sky em Qui Ago 10, 2017 3:20 pm


    Jin cumprimenta os dois. O nômade parecia ser alguém gente boa, mesmo não o conhecendo.

    Ela atentamente escuta a história da vila e o desespero do homem. A motoqueira coloca a mão no queixo, pensando no que ouviu.

    ”Droga Jin, você é uma coração mole mesmo, vai acabar ajudando esses pé-rapados”


    Gakky escreveu:- Seria melhor saírem de uma vez. Acha que eu sozinha posso fazer muita coisa? Acha que eu vivo em nome do dinheiro? Eu até poderia ajudar, mas esses caras só vão desistir quando vocês aceitarem alguma proposta,a fome pelo minério é muito grade. Eu acho que é uma briga muito grande para ser comprada só por mim, mesmo que acabe com o espião, eles ainda vão querer suas terras.

    -Então por que c#$%@ vocês não exploram esse minério? Se querem ser agricultores e gente simples, tudo bem, vocês não precisam mudar o estilo de vida de vocês. Encontrar uma maneira mais lenta mas menos impactante de tirar esses minérios não é impossível - ela diz de forma ríspida - Com a grana do minério vocês poderiam garantir a segurança de vocês, quem sabe até mesmo tornar o lugar tão seguro que se tornaria um refúgio para nômades, para gente da sua religião também

    Uma cidade para os nômades. Jin às vezes sonhava tão alto que se sentia uma criança quando falava.

    -Mas ok, vocês tem um problema com cowboys primeiro. Uma coisa que eu sei nesses anos de estrada é que os americanos adoram mostrar as grandes armas mas são covardes demais pra usar a maioria delas. Vocês viram a força deles? Se eles precisam de um espião, pode ser um blefe. Um bom blefe

    A sua parceira parecia esperar alguma resposta dela sobre aceitar ou não o serviço.

    -Vocês não tem muita grana, isso tá meio na cara - Jin puxa uma cadeira e senta com eles - Então eu quero outra coisa. Vocês tem terras, um grande espaço, uma fonte de minério que chama a atenção de todo mundo ao redor e um bom relacionamento com nômades. Quero que os Hayabusa, minha família de nômades, tenham acesso a sua vila. Um lugar seguro em que meus amigos possam parar, passar a noite e seguir viagem sem medo de serem esfaqueados no meio da noite. Não se preocupe, não quero tomar o lugar dos Porco-Espinhos.

    A ideia de ter hubs, pontos seguros por todo lado, era de San seu mentor. Jin conseguiu em alguns lugares mas nenhum parecia promissor como essa vila.

    -Posso chamar uns amigos pra lutar, caso a gente precise enfrentar os cowboys - Jin chamaria sua família para esta batalha -Mas somente se a minha amiga aqui concordar com o serviço também

    Jin se vira para Carmem

    -O que me diz Hermana? Não é o pior serviço que eu já aceitei, mas é melhor que ficar por aqui paradas
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    Re: O Preço

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      Data/hora atual: Qua Out 18, 2017 12:33 pm