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    Season 1 - What defines...

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    isaac-sky
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por isaac-sky em Ter Maio 30, 2017 2:43 pm

    "Isso funcionou melhor do que eu esperava" Apollo pensou ao se iluminar e ver um Whiney acuado e fugindo.

    Não desfazendo a luz forte Apollo se aproxima dos oficiais de polícia.

    -Parece ser alguém com poderes de força. Estava quebrando as coisas e me desafiando para combate. Acredito que seja alguém sob influência de drogas ou controlado de alguma maneira. Mantenham um perímetro de busca, ele não deve ter ido longe- Não revelou que se tratava de Whiney, ainda tinha esperança de encontra-lo e resolver a questão antes dele acabar parando na cadeia de novo.

    "Aquele não era o Whiney...tem algo errado com ele"

    Após as explicações um dos oficiais observava o buraco que Whiney deixava para trás.

    Ainda não tinha acabado, algo puxou ele.

    Rapidamente Apollo voa até o local escuro e intensifica sua luz própria. O que quer esteja ali sua luz não pouparia.
    Ele observa se poder ver aonde o oficial foi.
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Nimaru Souske em Qua Maio 31, 2017 12:58 am

    Shadow solta uma gargalhada de satisfação pela resposta do outro sentado ali e termina com um pigarro alto, fazendo-o colocar a mão fechada frente a boca para conter a tosse. Após respirar um pouco, abre sua mão, de onde sai um pequeno pássaro azul emitindo um maravilhoso barulho, só não tão belo quanto os que estavam do lado de fora da casa.

    SOM DO PÁSSARO :

    - Não é minha vontade, irmão, é o designo dele. Apontou com seu dedo indicador para cima. Mas eu não sou egoísta como nossos outros semelhantes, não almejo para mim toda atenção do pai. Se ele quer que você seja o emissário de seu fruto em meio aos outros, que eu seja o adubo pra que ele cresça saudável e resista as pragas.

    Sua pausa não foi longa, mais marcou a transição de seu tom ameno para um mais sério.

    - Precisamos ir atrás das pragas, Padre, e extermina-las antes que se unam contra nós.

    Uma de suas sombras se estica, arrastando-se pelo chão, e levantando-se em direção ao queixo do Pároco, fechando sua boca com delicadeza.

    - O que me diz de sair deste ilusão diminuta que você está vivendo e peregrinar pela imensidão desse mundo levando a mais bela e grandiosa loucura a todos ? Termina a fala estendendo sua mão, com o polegar pressionado à palma, com intuito de firmar a proposta feita.


    Já na batalha, Pale parecia estar em melhores condições que seu adversário, que jazia no chão com suas órbitas vazias e sangrando. Vendo que tudo já estava destruído ao redor, prendendo os dois àquele destino, O avatar da loucura abaixou-se perante o corpo que rastejava e falara com tom brando e calmo:

    - Podes atender o meu pedido agora, querido irmão ?

    Sua mão se estendera tal qual se estendera no local onde tomava seu chá com o padre. Mas nessa ocasião, não esperava outra mão apertar a sua, mas sim o coração do monstro arrancado do peito por ele mesmo, assim como pedira anteriormente.





    Poderes:
    Delirium Limbs  (5 PPs)
    *EFFECT: Elongation / TYPE: general / DESCRIPTORS: Mind,mystic
    *ACTION: free/ RANGE: personal / DURATION: sustained
    Rank 5
    DESCRIPTION: Os braços do delírio alcançam todos aqueles que encararem a face das sombras.

    Tentacles of the great (15 pps)
    *EFFECT: Extra Limbs/ TYPE: general / DESCRIPTORS: Mind,mystic
    *ACTION: none/ RANGE: personal / DURATION: permanent
    Rank  5
    Extra: Continuous
             Projection
    DESCRIPTION: Debaixo de suas vestes, escondem-se tentáculos negros formados por pelas trevas de uma mente perdida, prestes a consumir a todos.

    Death Wish( 40 pps)
    EFFECT: Mind Control / TYPE: Perception ranged / DESCRIPTORS: Mind,madness
    *ACTION: standard/ RANGE: ranged / DURATION: sustained
    Rank  8
    Extra: Area - percepiton
    DESCRIPTION: “ Você não possuí mais consciência, pequeno ser. Você não possuí mais vontade. Obedeça a mim”


    Lyvio
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lyvio em Qua Maio 31, 2017 8:36 am

    A policia rapidamente atende o telefone de Hela e logo a indagam qual o problema.

    "Podem falar o que quiser da policia de Nova Iorque, mas de uma coisa eu sei, eles são mais eficientes que o comum."
    Pensava ela, então quando começara falar um silêncio toma conta da ligação, enquanto ela observa o Corpo do senhor Comstock se contorcer, expulsar as balas do corpo e se erguer normalmente, por fim, braços estranhos agarram um dos homens e o puxam para debaixo do solo, fazendo-o desaparecer com seus gritos de desespero.

    -Quem...quem está falando é a heroína Hela, tenho dois bandidinho sob minha custódia...ou...ou melhor um, ele está aqui no Central Park mande alguém imediatamente...estou de olho nele.

    Ela desliga o telefone então cerra os olhos e volta-se para o homem que parece ter ressuscitado., aquilo instigou ainda mais a curiosidade da heroína, pois ela também ressuscita de modo muito parecido com ele.


    -Interessante suas habilidades...algo como ressurreição e um poder deveras estranho...O que fez com o outro?


    Indagava ela curiosa.

    Assim que ele responde ela então completa:

    -Não vou tomar mais do nosso tempo, preciso descansar e aceito sua proposta, quando posso começar? E como chegarei lá?

    Hela indagava o senhor Comstock sem Tirar o olho do outro meliante:

    -Tente algo e você "puff" some igual a seu namoradinho...Só espere a policia chegar em paz.

    Então voltava a atenção para o homem aguardando uma resposta.
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Jun 03, 2017 12:14 am

    @isaac-sky:



    A luz de Apollo brilha para dentro do prédio. Era um salão de festas, abandonado à noite e usado pelas tardes. A limpeza deveria ser pela manhã, dado a decoração de Barbie ainda estava ali. Pequenos balões, enconstados no teto, proteções de mesa rosas e resto de bolo caídos pelo chão. No meio de tudo aquilo, o rastro de alguém arrastado, feito por alguém que não se importou em seguir os corredores, apenas em seguir em frente e atropelar as mesas.

    Parecia ter sido um aniversário.




    Apollo acaba lembrando de seus aniversários. Era Phillip e Laura toda vez.

    Tirando a vez que foi ver seu pai escondido. Era ainda novo, quinze, dezesseis anos talvez. Só de estar lá dentro, Brandon sentia a prisão fazer dele alguém menor, até diante de vilões como Imp, um gênio maligno com sadismo gigante - oposto de sua altura nanica. Tudo lá era intimidante e esmagador. Ainda assim, o garoto levou um pedaço do bolo para poder entregar ao seu pai na sala de convivência. O que ele esperava ser uma reunião calorosa, tornou-se um dos momentos mais assustadores de sua vida.

    Jack entrava, com a cabeça abaixada. Mesmo quando se sentou à frente do filho, ainda com a distância do vidro entre os dois, ele manteve a cabeça baixa. Ele respondeu, ainda com seu jeito amigável, mas foi aos poucos que o garoto tomou nota do roxo no rosto de seu pai. Ele queria respostas, mas como era no ambiente da prisão: cada um cuida do seu... delatores sofriam o preço.

    - Tem nada de errado filho. - ele havia dito com um sorriso triste no rosto.

    Ele pôs a mão sobre o vidro, Brandon também.  

    - No chão, mutante, no chão!

    Um dos guardas saltou sobre Jack. A tropa de choque entrou também, espantando e socando os outros prisioneiros. Não era culpa de Jack, alguém havia tentado escapar. Ainda que tão sutilmente, a resposta de uma ação pequena foi recebida por uma força avassaladora.

    O bolo foi esmagado enquanto Brandon foi quase que arrastado aos gritos pela segurança, junto com outros visitantes.





    Brandon era tragado para fora da memória com um susto ao ver o rosto de Whiney ensanguentado no corredor, em diante da sua luz. Ele carregava consigo o corpo do policial. Corpo, pois era difícil acreditar que estaria vivo da maneira que estava torcido sobre a mão do gigante ruivo. Em resposta da luz, Whiney arremessa o corpo sobre Apollo e o oficial que seguia atrás, antes de correr mais para escuridão.

    - Filho da puta! Aqui é oficial McCarteen, temos um homem ferido. Repito: temos um homem ferido.

    O oficial segura o corpo do parceiro e encara Apollo com uma mistura de raiva e medo. Não dele, mas pelo colega.

    - Segure firme parceiro, vamos sair dessa.

    O policial ferido gemia baixinho e seu braço buscava alcançar seu colega. Ofegante, aos poucos ele parava de respirar e seu corpo ficava inerte nos braços do colega.

    Mas não houve tempo para lamentar.

    O corpo do oficial salta de volta à vida e sua boca morte o pescoço do colega. Com uma agilidade e força sobre-humana, ele salta com o homem na boca e fica de cabeça para baixo no teto, com seus pés e mãos colados ao concreto.

    Igual à Whiney. Pele azul escura, olhos vermelhos...

    Presas por dentes.







    @isaac-sky

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    • Localidade: Nova Iorque ;
    • Data & Horário: Terça-Feira 19/11/2017 - Madrugada.


    @Lyvio:



    - Interessante suas habilidades... algo como ressurreição e um poder deveras estranho... O que fez com o outro?

    - Ele foi levado para um outro lugar menos confortável, mas junto com outros de mesma índole. - sua cara exalava orgulho.

    - Não vou tomar mais do nosso tempo, preciso descansar e aceito sua proposta, quando posso começar? E como chegarei lá?

    - Muito bem! Meu sobrinho irá lhe buscar amanhã. Se puder me passar um endereço... ou igual, podemos a encontrar, como preferir. Você o reconhecerá quando vê-lo.

    Novas mãos, esqueléticas, surgem do chão e agarram o outro assaltante, mas apenas o seguram no lugar.

    - Ele não vai a lugar algum.




    Manhã seguinte...

    No dia seguinte, Hela tem uma visita em sua porta. Olhando pelo olho mágico - ou pelas cortinas -, ela avista um jovem centado no capô de uma limosine vermelha, com o símbolo do sol em amarelo.

    Boy:

    [/center]

    Ele toca a campanhinha algumas vezes, mas paciente: estava bem entretido olhando para as jovens da idade dele na rua.







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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Balth em Sab Jun 03, 2017 11:08 am

    "Tiramos todo mundo menos aquela família... Que aconteça um milagre..."

    *A Unica coisa que pensava na hora enquanto se aproximava rapidamente do prédio era "Alguns Milagres podem ser Reais"*

    *atravessava a janela da mesma forma que atravessava uma nuvem*

    *O apartamento estava com metade dele em chamas,uma familia de orientais estava em um canto da sala desesperada e filha do casal estava chorando horrores até eu entro e fico entre eles e as chamas*

    *Olhava rapidamente para a familia e para as chamas*
    -Não na minha vigia!

    *levantava os dois braços e disparava um super condensado de resfriamento pelo apartamento todo*...*apesar de que isso não apagava de forma definitiva no resto do prédio*

    *após isso a familia diminuia o ritmo do desespero*...*Os pais me agradeciam em alguma lingua estrangeira que eu obviamente não entendia até que a menininha cutucou o meu joelho dizendo*

    -Bigadu moço.

    *fazia apenas um sinal de joinha para a menina*

    *Só que as chamas voltaram pelo escombro com um pouco mais de força*...*olhava pelo apartamento e via a porta do banheiro aberta e vi que tinha uma banheira ali dentro*...*fiz o sinal para me seguirem*

    *entravamos os quatro no banheiro e eles sem entenderem começaram a discutir comigo*...*fiz o sinal de tempo com as mãos e apontei para a banheira*...*a familia entrou na banheira e pedi para deitarem*...*levanto as mãos e atiro na direção da parede do banheiro*...*com minha força extraordinária levanto a banheira e levar aquela familia para longe do perigo voando*

    (Ação 1 Esforço extra poder alternativo: "Frio Super Condensado" - Nulificar [Fogo,Extra: Área {Explosão} e Seletivo] 6 - 18 PPs)

    (Ação 2 Rajada Concussiva [precisaria rolar?])

    (Ação 3 Super Força+Voo)
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Jim Jones em Seg Jun 05, 2017 8:02 pm

    Quer dizer que o grandão agora conseguia se juntar com a pedra né. Seria ótimo se isso acontecesse. Não entendo como esses meta-humanos de hoje em dia sempre descobrem um poder novo. Antigamente, as pessoas eram plenamente conscientes do que poderiam fazer. Hercules sabia que ele era super forte e apenas isso. Essa geração com suas duvidas existênciais, desde que a maioria dos humanos teve de parar de se preocupar com as mortes mais banais eles se tornaram um povinho tão incerto.

    - Para de atirar porra! O que vocês querem?!

    Seguro a barra um pouco, apenas olho para Kriff. Espero sua reação, se fosse Lee que estivesse no comando eu nem pensaria em exitar, mas eu ainda não conhecia Kriff tão bem assim para saber como ele iria reagir. Eu olho para o homem de pedra a minha frente. Fraco. É tudo que penso. De que adianta ter esses poderes, de que adiantar estar "superior" a essas lesmas(humanos) se ainda continua sendo mais uma pequena pecinha da cadeia alimentar. Fraco. É isso que acontece quando você para de caçar a própria comida. As coisas começam a perder o gosto, a vida começa a perder o gosto. Você para de tentar evoluir para conseguir devorar coisas ainda mais únicas e desafiadoras. "Especie dominante". Um bando de primatas acomodados isso sim.

    Eu tenho o maldito na mira, só espero a ordem. Tudo depende de Kriff. Ainda tenho 4 balas.

    Ataque.
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lyvio em Seg Jun 05, 2017 9:40 pm

    Hela passou o resto da noite descansando e pensando em tudo que tinha acontecido, mesmo com sua experiência e idade ela ainda sentiu aquele frio na barriga para começar a trabalhar em outro lugar, a necromante, andava de um lado para outro impaciente, vez ou outra olhava pelas cortinas da sala de entrada de sua mansão, não demora muito e alguém toca a campainha, ela olha através do olho mágico e vê um garoto que se dirigiu e sentou em uma limusine vermelha estacionada a frente de sua casa.

    Hela observa o garoto por alguns minutos e ele parecia até ter esquecido dela olhando as garotas que passavam.

    -Homens...desde sempre iguais...

    Sussurrava ela pra si enquanto destrancava a porta:

    -Olá meu jovem, você é o enviado do senhor Comstock? Seu sobrinho?

    Hela sentia o frio na barriga aumentar conforme a hora chegava, porém, além de tudo isso sua curiosidade estava matando-a, ela queria conhecer aqueles seres tão ímpares, que eram representados pelo senhor Comstock. Era um recomeço, uma nova vida quem sabe e o melhor de tudo, fora do alcance do Paladino...
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Qua Jun 07, 2017 3:30 pm

    @Nimaru Souske:



    - Não é minha vontade, irmão, é o designo dele. Mas eu não sou egoísta como nossos outros semelhantes, não almejo para mim toda atenção do pai. Se ele quer que você seja o emissário de seu fruto em meio aos outros, que eu seja o adubo pra que ele cresça saudável e resista as pragas. Precisamos ir atrás das pragas, Padre, e extermina-las antes que se unam contra nós.
    - O que me diz de sair deste ilusão diminuta que você está vivendo e peregrinar pela imensidão desse mundo levando a mais bela e grandiosa loucura a todos?
    - Podes atender o meu pedido agora, querido irmão ?


    Pale Shadow estende a mão para o monstro. Ele se retorcia e contorcia, com os dedos dobrando para cima, como se fosse uma aranha se recolhendo e soava que ia vomitar.

    A resposta foi bem diferente. O corpo inteiro da mão explode em uma banho de sangue que deixa Pale Shadow uma Bloody Shadow.

    Referência Visual:


    O coração do monstro quica do corpo e cai sobre a mão ensanguentada de Pale.

    - Acho que isso é isso.

    Pale ouve uma terceira voz, não era a sua nem a do Padre.

    Tudo que restou depois disso, foi sua risada.





    - E agora? - a voz do padre veio de baixo da axila de Pale. Ao olhar, ele vê um tumor com o rosto do velho o encarando - Uma pena do meu hospedeiro. Que sua alma perdida ache paz. Amém. Onde sua voz será ouvida... irmão?

    O rosto encolheu de volta para pele. A igreja continuava a queimar e cair em pedaços.





    @Nimaru Souske
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Nimaru Souske em Qua Jun 07, 2017 5:01 pm

    Pale assistia tudo aquilo em deleite, pois sabia que havia conseguido. Seu sorriso era de felicidade verdadeira e o mais perto da feição humana que sua aparência lhe deixava chegar. De repente, a explosão. O sangue voou por todo lado, cobrindo o corpo de Shadow completamente, que ainda permanecia com a mão estendida para, finalmente, sentir o coração cair entre seus dedos magros. Passou seu dedo indicador da outra mão em seu rosto, recolhendo um pouco do líquido viscoso e levando-o até a boca.

    - Subarashii !! Exclama com vigor e fascínio.

    Após isso, escuta uma voz e uma risada... talvez fosse a Besta, talvez o criador de toda aquela loucura... talvez apenas sua imaginação. Sentiu a fome da Besta aumentar dentro de si e finalmente podia sacia-la.

    - Coma devagar, Besta, pra não causar indigestão... ainda temos outros pra colher.

    Abriu a boca de forma extrema e despejou o coração lá dentro, para finalmente se unir a sua insanidade.

    Logo, escutou a voz do padre vindo de seu corpo. Levantou o braço e o respondeu:

    - Agora vamos atrás dos outros. Precisamos nos fortalecer para caso não forem tão amistosos quanto desta vez.

    Se aproximou dos restos podres que estavam ao chão e, com seu sangue, deixou o sinal da cruz.

    - Requiescat in pace.

    Fez seu caminho para fora da igreja, antes que caísse completamente em cima de si.


    - Algum sinal do próximo ? Caso não tenha, temos que procurar algum lugar para descansar essa noite.


    Continua andando pelas ruas com seus lenços cobrindo o rosto.
    isaac-sky
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por isaac-sky em Qui Jun 08, 2017 1:48 am


    Aquilo não era uma noite comum nem mesmo para um super-herói.

    Não era só algo que estava errado, era tudo: parecia o pesadelo ou o inicio de um filme de terror. Em instantes Apollo percebera que seu maior problema não era um Whiney fugindo.
    A coisa que afetou Whiney afetara o policial.

    "Eu achei que esse tipo de coisa só acontecia nas histórias pai" Apollo se lembrava dos relatos que seu pai contava sobre tenebrosos vilões, pessoas degeneradas que iam além do simples desejo de enriquecer ou tomar o que queriam.
    Eram monstros interessados em dor, destruição e a agonia de quem se opunha a eles.

    O herói já estava cansado de negociar com o que estava afetando Whiney.
    Ainda iluminando o lugar Apollo ergue as palmas das mãos e concentra luz nas aberturas.

    Ele lança o raio de luz, visando acertar a cabeça do monstro, talvez pudesse largar o policial.

    Laser Solar
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    -PRA. BAIXO!
    isaac-sky
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por isaac-sky em Qui Jun 08, 2017 1:49 am

    Uso de Victory Point para rerrolar Laser Solar

    isaac-sky efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Sex Jun 09, 2017 1:50 am

    @Balth:



    Defender explode pela janela do prédio prestes ao fogo tomar conta do andar abaixo e explodir com o restante dos gases presos. Sem ele, a família teria engolido pelas chamas. A armadura teve um pouco de peso: uso do nitrogênio chegou puxar um pouco do que o hardware era capaz, deixando-o meio cambaleando. Mas teve a força para descer com a banheira e a família, recebido com aplausos.

    - Dá um pulo aqui Tommas. - Howard chamou pelo rádio embutido.




    Retornando escondido na festa, com o pessoal todo praticamente evacuado, Howard está sentado numa cadeira, tirando água do sapato - Você vai me pagar um terno novo.

    - Ouvi dos meus rapazes que outros dois princípios de explosões eram para terem ocorridos pela cidade, mas eles conseguiram interceptar os terroristas antes que conseguissem apagar as provas. Ultimatum está na cidade.

    Ele puxa um cigarro, acende e continuava:

    Ultimatum era uma organização terrorista com a missão de eliminar a divisão das nações para uma só: uma sobre seu controle. Seu alvo favorito é os Estados Unidos e, até pouco tempo, simpatizantes foram sucedidos o suficiente para matar o marido e filho da Lady Paragon, fazendo a coitada entrar em depressão. Havia rumores que uma célula real estava em atuação, e só agora tenho confirmação.

    Soltou a fumaça.  

    - E por que estou contando isso amigo? Cui. Dado. - ele cutuca o peito de Tommas - Você é o alvo favorito deles: magnata, tecnólogo, público... capitalista.

    O telefone de Tommas começa a tocar - Teresa Erickson:

    - Filho? Filho! Por favor, venha para casa agora.

    Se perguntar se ela não deveria estar no Japão:

    - Seu pai disse isso? Ah meu filho... Por favor, venha rápido. Eu... Eu não consigo te explicar aqui.

    - Tommas, eu ouvi. Consigo um transporte que chegamos em menos de meia-hora.




    Independente como for - Residência Erickson

    Tommas chega na Mansão Ravencroft e encontra a mãe na frente, junto com uma ambulância e um carro da policial. Dava para ver que sua mão estava machucada. Ela corre e abraça o filho.

    - Meu querido! Seu pai... Seu pai está mal.

    Tommas e Teresa adentram a casa para encontrar Adam segurando uma cadeira como escudo diante de dois policiais e um enfermeiro.

    - Senhor! Por favor, estamos aqui para lhe ajudar!

    - Saiam da minha casa! Cadê meu garoto!? Eu quero falar com minha esposa! Liguem para ela no Japão agora! - Adam olha para Teresa e Tommas, mas não parece reconhecê-los - Quem são esses dois?! Socorro! Polícia!!







    @Balth

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    +1 PH.


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    • Pontuação e Nível de Poder: 123 - 8.
    • Victory Points : 3.



    Cena

    Well... fez a cena inteira.


    • Localidade: Nova Iorque - Residência Ravencroft - Noite.


    @isaac-sky:



    Verdadeiramente, a noite havia se tornado um show de horrores. Era mais fácil fugir e deixar isso a resolver depois.... Mas não o que um herói faria.

    O disparo de energia solar acerta a cabeça do oficial que o força fora de cima de seu parceiro. A energia usada não foi letal, disso ele tem certeza, mas ainda assim, a cabeça do policial pegou fogo e virou cinzas, junto com o resto da pele.

    Apollo se aproximou do outro oficial e também sua pele parecia borbulhar diante da luz do herói. Mesmo diminuindo sua potência, o choque do sangue e do que diabos que seja que está infectando os dois os matou agora.

    - Tudo... Letz... Shake... - Whiney saía das sombras, mas ainda não tinha coragem de entrar na luz que Apollo emanava.

    - Dói... demais... Não é... minha....

    Whiney levanta uma mesa em sua frente e avança para cima de Apollo. Desta vez, no ambiente mais fechado, Whiney consegue bater de frente com Apollo e se joga em cima do rapaz, usando a mesa como proteção da luz e escudo.







    @isaac-sky

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    Role Strength menino-Sol.


    • Condições: Nenhuma;
    • Pontuação e Nível de Poder: 127 - 8.
    • Victory Points : 2.



    Cena


    • Localidade: Nova Iorque - Streets - Madrugada.


    @Jim Jones:



    - Segurem seu fogo. - o sargento ordenou, tomando a frente do grupo. Ele era um rapaz mais novo e vaidoso que Hart, mas carregava o "livro"* em seu coração.

    A frustração do detetive era uma comum entre a comunidade "humana" do mundo de mutantes e malfeitores: magia tem suas regras, tecnologia tem seus limites. Agora mutantes? Cada dia pode brotar um do seu lado e cada dia mais que respiravam, podiam mudar seus poderes completamente. O pior: são o futuro da humanidade. Ninguém gosta deles. Outros supers toleram, mas ninguém gosta a ideia de mutantes. Certeza na vida de um ser desses. Pff.. Ainda menos. São odiados pelo que são e não sabem o que são. Blockbuster é um belo exemplo do que acaba alguém sem gosto do que fazer e sem ter o que fazer. Só vai e as consequências fica para sociedade limpar.

    - Você sabe o processo 'Buster: você está pre- - Johnson nota um brilho vindo da janela do cômodo, mas antes que pudesse fazer alguma coisa, Blockbuster cospe em direção ao sargento e o mesmo põe a mão no pescoço e começa a tossir sangue. Hart segura Kriff enquanto ele cai e o grupo de oficiais restantes voltam a atirar.

    - Quê?! Merda! Merda! - o tiro preparado de Johson acerta o ombro do mutante. Deu para ver que atravessou o outro lado de seu corpo. O restante da equipe continua a atirar e ele, aliado aos buracos de bala, consegue quebrar a parede, indo em direção ao chão da rua.

    O som que segue é das pedras rachando ao chão. Ao ver pela janela, Blockbuster está preso nos braços do mecha, pilotado por outro oficial. O armamento solta correntes energéticas percorrem o corpo de Blockbuster e formam correntes tangíveis elétricas que não só prendem o pedregulho, mas o apertam se tentar se afastar.

    - Chupa! - gritou o piloto.




    - Meu deus, ele está sangrando demais. - Hart e Lee tentavam parar o sangramento, mas era impossível, Kriff morreria ali. Johnson não o conhecia o bastante, então tinha pouco a se importar.

    Antes que pudesse prestar ajuda ao restante da equipe, o sargento agarra a perna do detetive, olhando fundo de seus olhos enquanto engasgava no próprio sangue. Só havia desespero em seus olhos, até eles se revirarem e sua mão amolecer.

    - Merda!... - Hart deitou o rosto sobre as próprias mãos - Eu que inscrevi o desgraçado para prova de sargento...




    A ambulância chegou e levou o corpo e o mecha colocou Blockbuster no camburão especial.

    - A gente interroga o filha da puta quando der. Temos outro chamado. Johnson, Hart. Hart!

    Lee gritou, mas Hart estava sentado na calçada, olhando para o vazio.

    * Livro como "Regras da Polícia"







    @Jim Jones

    Mecânica

    +1 PH. Gostei do Insight e parou o Blockbuster.


    • Condições: -1 em Toughness;
    • Pontuação e Nível de Poder: 127 - 8.
    • Victory Points : 3.



    Cena


    • Localidade: Nova Iorque - Brooklyn - Edifício Pérola - Rua.


    @Lannister:





    "O tempo voa como uma flecha, sempre à frente, nunca para trás. As correntes do tempo sempre andaram livre por seus canais, para sempre.... Tal é o Tempo."

    Tempo não é um problema. Não para quem tem todo tempo do mundo. O show iria se atrasar duas horas.
    Mais que tempo para por os instrumentos.
    A baqueta do Adam ia quebrar na segunda música.
    Trocada enquanto ele dormia.
    Robert ia ficar bêbado demais se tomasse o litro de vodka que havia guardado embaixo da cama e começar uma briga.
    Guardado para noite.
    Uma mensagem não respondida para Natasha.
    "xoxo love."

    Playlist pronta. Músicos preparados. Corações em ordem. E Anastasia não havia nem chegado o meio-dia.

    - Ali. - Adam apontou para o café, pegando sua própria caneca e tomando um gole - Se der tudo certo, é capaz de ganharmos uma visibilidade boa.

    Anastasia ouve ao fundo Rob gritando algo como "Cadê minha garrafa?", no qual Mathew responde, também aos gritos abafados "Talvez dentro daquela ruiva que você pegou ontem". Rob respondeu com algum xingamento inaudível. Com a grana de um dos últimos shows mais um auxílio do Blackout Bar, o grupo pode se juntar em um hotel decente perto do local.  

    Tudo em ordem. Anastasia viu que haveria um grande produtor aquela noite, Joe Haro, mas havia um problema. Anastasia podia ver dentro da noite e haviam duas figuras lá: um rapaz ganharia a noite. Sua voz tinha um timbre único e sem limites, enquanto seu violão virava um "canivete suíço" de melodias.



    Whoa, well I never meant to brag
    But I've gotten what I wanted now
    Whoa, it was never my intention to brag
    To steal it all away from you now
    But God does it feel so good



    Boy Magia:


    Da maneira que olhava para o grupo, parecia cantar para eles. Ao final das apresentações, ele se apresentaria à Anastasia, mas Rob iria cortar o barato antes que pudessem ter uma conversa decente.  A frustração iria esbarrar em alguém... Alguém que não gostaria de ser esbarrado, começando uma briga,que terminaria com Rob no hospital. Várias pessoas machucadas, uma morreria. Anastasia se vê com sangue em suas mãos parada vendo a ambulância levar Robert desacordado. Ela só não conseguia ver quem seria.

    - Mas você não parece muito animada de ir... Não tem problema se formos amanhã ou semana que vem. O cara é meu brother, consegue enrolar para gente sem precisar pagar muito caro.

    Robert "salta" na sala - E perder a noite? Nem fodendo. Já basta minha garrafa de Dubra perdida. - ele gesticulou que não com o dedo - Eu planejo tocar, beber e foder. Tanto faz a ordem.

    Ele riu alto enquanto tomou seu copo de café. Adam levanta uma sobrancelha para Anastasia, esperando a reação da colega.

    - Estamos pronto quando você estiver.





    Nome de bar não era muito preciso quanto a respeito do lugar. Ele tinha um balcão e bancos altos, mas o resto era pista e palco para a galera curtir. Estava mais para casa de festas, mas festas como a de hoje eram raras. O dono era um cara das antigas, também teve banda, também viveu toda vida de rock e, quando chegou a idade, montou um lugar que garantia o espírito dele. Ele se orgulhava do local e era amigo de muitos produtores que moram na cidade. Pequenas grandes saiam grande dali... se ganhassem o público.


    Backstage era completo com três cômodos para se arrumarem antes de começarem a festa e colocar equipamentos. Ligava direto com a garagem no fundo, para carga e descarga.






    @LANNISTER
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    • Pontuação e Nível de Poder: 125 - 8.
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    Cena


    • Localidade: Nova Iorque - Hustle Hotel - Manhã;


    @Lyvio:



    O rapaz dava um saltinho para trás quando Hela abre a porta. Ele murmurou algo, mas não deu para identificar.

    - Oh sim é eu. - ele coça o nariz e extende a mão para Hela - Sou Hector. Serei seu motorista na minha humilde carruagem... Nossa como você é.... experiente...

    Ele quis dizer "velha".

    - Vamos lá?




    Já no veículo, Hector fez questão de pôr uma música. Era "Misery Business", acústica com a voz do rapaz - Essa fiz cover e resolvi gravar já que não sabem mais fazer música como antigamente. Só grito e panelaço. Gosto dos instrumentos mais suaves... Sabe o que digo? - ele sorria orgulhoso com o próprio trabalho, olhando a todo momento para o retrovisor esperando uma reação de Hela.


    Ele troca para outra.

    - Acho que vai gostar mais desta.

    A viagem já demorava um pouco demais. O garoto não parava de falar de música: veneno para todo tipo de instrumento eletrônico e puro amor pelas cordas.

    - Ah droga... Esqueci minha chave... Puxa vida... Bem, não se preocupa senhorita Hela, a gente consegue entrar sem ela.




    - Ok, vamos entrar.

    Antes que Hela pudesse responder algo, ela sente um trancasso, jogando-a contra o estofado. Ela olhou para a janela e viu apenas a imensidão do espaço.

     

    A limousine vagava. Hector aproveitou o tempo e se pôs no vão da parede que separava o motorista e os passageiros.

    - Então... Tia Hela. Agradeceria se não mencionasse nada que esqueci minha chave. Você vai conhecer meu pai agora. - ele volta para frente.

    Oh a juventude. Ela via um adolescente que tivesse pego emprestado o carro do pai a fins de impressionar as garotas da escola dele. A jaqueta de couro rubra com as calças jeans azuis claras, era meio bobo. Mas era jovem! E dava alegria de ver. Chegava ser irradiante.

    Os vidros começaram a ficar escuros, assim como o resto do veículo. Quando tudo parecia ter sumido, um novo cenário começava a surgir.


    - Meu irmão disse que você era uma professora, então, achei nada melhor que trazê-la direto para nossa biblioteca.

    Saindo de trás das prateleiras, em um terno cinzento e calça preta, cabelos curtos e castanhos, parecidos com o do filho, o diretor - Permita me apresentar, sou Basileus, diretor de Haven.

    Basileus:









    @Lyvio

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    • Localidade: ??? - Manhã.


    @Nimaru Souske:



    - Você explodiu meu corpo antigo, não tenho energias para perseguir outro irmão.

    Pale passa pelo restante de bombeiros e policiais que cuidavam uns aos outros. Aqueles feridos pela loucura de Pale eventualmente se recuperariam, esquecendo o trauma da noite. Mas levaria tempo. Tudo é tempo.





    Procurar um lugar para alguém como ele era impossível. Se alguém olhasse para sua aparência, o mundo gritaria.

    Talvez fosse bom, ele é a loucura. Mas não agora. O corpo precisava também descansar. Eventualmente, seu lugar foi entre mendigos cheirosos como ele. Não havia necessidade de conforto, apenas um lugar para poder deitar. Não demorou para pegar no sono e foi tragado para um lugar muito pior que a insanidade.




    A visão era simétrica, quase espelhada. Era um campo grande e "Pale" jogava uma bola para frente. Um beagle corria para juntá-la e trazia de volta. Isso se repetiu por alguns momentos antes da pessoa responsável pelo campo de vista de Pale ser chamado e correr para o lar. Ele sentou à mesa, usando uma almofada para ficar mais alto e poder comer a sopa de sua mãe. Jogou video-game e desenhou. Antes de dormir, sua mãe beijou sua testa e cantou uma canção de ninar.

    No meio da noite, ele acordou e voltou a desenhar. Desenhar seu personagem favorito:

    Spoiler:


     




    - Acorde.- a Besta urrou, trazendo Pale de volta à luz do dia.

    - Precisamos comer... O Padre está sem energias.... Comer por dois agora.

    - Agora. - não passara um dia que havia feito uma alimentação balanceada em proteínas e a Besta já queria voltar a se alimentar.

    A cabeça do Padre se expreguiçou - Bom dia.... Estamos sendo observados.

    Ao redor de Pale, centenas de criaturas aladas o cercavam. Seus olhos pairavam no ar, fundos negros olhando para o abismo da alma de suas vítimas. Seu odor era horrendo e seu corpo trazia pequenos insetos capazes de adoecer o mais resistende dos homens.
    Vils e desalmadas, elas andavam pelo Central Park como se não quisesse nada.

    Mas elas observavam.






    @Nimaru Souske
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    • Localidade: Central Park - Manhã.

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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lyvio em Sex Jun 09, 2017 6:19 pm

    Hela abre a porta e parece ter assustado um pouco o rapaz...era obvio, ele estava distraído de mais olhando as meninas. Ele parece resmungar algo que Hela não ouve, então após suas indagações ele logo responde e estende a mão para ela cumprimentando-a. Ela se mantém apoiada em sua bengala com a mão esquerda e estende a mão direita para ele cumprimentando-o.

    -Exatamente, sou Hela...

    Ele encarava-o séria, não demonstrava nenhum tipo de expressão, até ele chama-la de "experiente" trocando em miúdos, velha.

    Ela franzi a testa um pouco demonstrando um leve incômodo:

    -Esse tipo de coisa não se fala garoto... Ela suspira e completa:

    -Tenho pena das garotas que você flerta...Deve sair cada coisa de sua boca...Você dirige bem não é? Detesto quem dirige mal e as vezes transformo-os em sapos, você gosta de sapos?


    Hela soltava uma brincadeira com sua expressão séria para assustar o garoto e após observar bem a reação dele para se divertir um pouco, segue pro carro:

    -Vamos!
    Dizia ela indo a frente.

    A Necromante entra no carro, acomoda-se. Não demora muito e o garoto liga o som do carro com uma música bem popular só que em sua versão e com ele cantando.

    -Paramore...essa banda tem influências da Jimmy Eat World, Chicago, Sunny Day Real Estate, Death Cab for Cutie e Failuremeus, dentre outras coisas. Meus alunos gostavam bastante dessa banda e você até que canta relativamente bem.

    Ele muda de musica e logo Hela também identifica, ela lia muito sobre tudo.

    -Metal Gear Solid...uma franquia muito rentável. Sem dúvidas uma das franquias que marcarão a história dos games. Não se impressione garoto, eu costumo ler sobre tudo que você imaginar.

    A viagem seguia e depois de um tempo calada ela indaga mais uma vez o garoto:

    -Você estuda nessa escola? Quem sabe eu não posso ser sua professora de história? Diga-me, você gosta de história? Ou só entende de música? Independente da resposta gostando ou não eu não facilito para ninguém...vá logo se preparando. Eu era conhecida como "A destruidora de sonhos", talvez por reprovar muuuuuuita gente...

    Dizia Hela tentando dar outro susto no garoto.

    A viagem dura mais um pouco e Hela sente um trancasso jogando-a contra o estofado.

    -Que foi isso garoto!? Não me faça querer lhe transformar em sapo...

    Hela então observa ao redor e percebe que a limosine vagava no que parecia ser o universo. A idosa arregala os olhos curiosos e observando o ambiente, nem deu importância sobre algo que ele tenha falado da chave, no entanto sua empolgação e disposição agradava a bruxa. Isso lembrava seu tempo de juventude e tudo que viveu nele, até Hela fez algumas loucuras como engravidar antes do casamento numa época como aquela, mas ela não se arrependia de nada, amava seu filho, mesmo que ele a desprezasse, assim como seu neto que não teve tempo de conviver...

    O Paladino, sempre ele lhe atrapalhando e tendo o mesmo sangue dela. Neto. Ossos do ofício...foi o preço que ela teve que pagar pela maldição. Por outro lado, sem ela talvez Hela não conseguisse conhecê-lo, mesmo nessas circunstâncias.

    Enquanto se perdia em pensamentos, os vidros escurecem e eles surgem em outro lugar, parecia uma biblioteca, enorme e muito bela, "Realmente Impressionante".

    Rapidamente surge um homem bem vestido que se identificou como Basileus, o diretor da Haven. Hela cumprimenta o homem com um aceno e logo comenta:

    -Prazer senhor Basileus....seu irmão seria o senhor Comstock não é?

    Enquanto ele respondia ela observava deslumbrada com a biblioteca.

    -Isso aqui é Fantástico!
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Lannister em Sab Jun 10, 2017 12:37 am

    What define the future?
    O talher girava na xícara de café forte enquanto as vozes de seus companheiros de banda era distante e destoada, seus sentidos já não permaneciam naquele tempo, estavam vagando pelas teias do tempo e Anastasia observava o futuro possível e ele não era bom. Era como se seu corpo se transportasse rapidamente de um evento para o outro vendo o fluxo de tempo passar sem alterações, aquele era o futuro,sim era pois a partir do momento que você observa o futuro ele pode mudar completamente.



    Anastasia sabe que existiam varias borboletas naquela imagem, fatores e variáveis que poderiam ser mudadas e o futuro que acabara de presenciar simplesmente deixa de acontecer ou acontece de uma forma completa ou parcialmente diferente, existia um único padrão ali, Robert e todas as variáveis o envolvia, ele era instável todos sabiam, bêbado era uma nitroglicerina ambulante, mas ainda era o melhor guitarrista que Anastasia conhecera



    O talher parou e Anastasia voltava a si, indagada por Adam ela apenas ficou calada digerindo todas as infirmações, não bebeu do seu café, apenas o repousou sobre a mesa de centro, seria mais prudente cancelar o show e nada aconteceria, Anastasia sabia, porém, que as vezes não podia mudar o destino apenas poderíamos negociar com ele, as consequências de não haver o show poderiam ser piores do que havia assistido de camarote, mesmo havendo uma variável oculta ela precisava falar.



    -Joe Haro estará lá para as apresentações da noite, ele escolherá alguém, mas  não será nós, não será nossa vez ainda e isso será o estopim para algo muito, muito ruim.-Anastasia olha pra Robert  e anda entre os integrantes da The Oracle-Reconhecimento pelo que fazemos é o que mais quero, mas não em troca da única família verdadeira que eu tenho, hoje, pode ser o ultimo dia de nossa carreira e o ultimo dia de um de nós.-Anastasia para de fronte a janela principal do quarto do hotel,  os raios de sol tocado sua pele branca, tão branca que o refletia.



    -Nós iremos tocar hoje, mas não para Joe Haro, não para vencer, mas por que é isso que amamos, fazemos rock para passar uma mensagem e não para agradar.-Ela caminha,para atrás de Robert e toca seu ombro.-Não vamos deixar que a frustração nos desmotive e liberte nosso demônios.-Então sussurra para Robert.- Se não quiser sangrar hoje Rob, aconselho a deixar a bebedeira para quando voltarmos para o hotel.






    A noite chegara rápido e depois de um dia trocando os últimos detalhes a a banda já se via no camarim, mas Anastasia não estava lá, caminhava pelo local serpenteando por entre os funcionários, seus dedos buscavam no Google quem era o jovem prodígio, antecipar o encontro desastroso poderia evitar machucados e mortes, ao vê-lo ela apenas se aproximaria cuidadosa e se apresentaria formalmente, afinal por alguma razão ele aprecia tocar para nós, ou para ela mesma e precisava saber se o conhecia de algum momento da sua vida ou se era mais uma armação de seus pais então surgiu a frase na sua mente.

    -Nos conhecemos? Seu rosto é muito familiar.

    Nimaru Souske
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Nimaru Souske em Dom Jun 11, 2017 4:00 pm

    - Você explodiu meu corpo antigo, não tenho energias para perseguir outro irmão.

    - Deixe essa parte comigo, irmão. Sorri gentilmente.

    Ele olha para aqueles que estavam ao chão, tentando socorrer uns aos outros e ainda apagar o fogo da igreja. Talvez tenha feito o que era certo. Talvez só esteja alimentando a insanidade no mundo.

    " Nem sempre a ilusão é o que nos prende. Tem dias que a realidade supera qualquer devaneio." Refletia enquanto caminhava na chuva. Aqueles instantes pareciam cenas deletadas de algum filme noir antigo, o que fez Pale gargalhar por um instante. Mas logo se acalmou.


    Aconchegou-se ao lado daqueles que não se importavam com sua aparência. Um velho que se encontrava coberto de papelão enquanto, por algum motivo desconhecido, sugava um gás estranho que saía de uma latinha de coca-cola aquecida pelo fundo por um isqueiro, pigarreou ao ver seu companheiro de aparência. Adamastor - ao menos foi o nome que lhe chamaram - não parecia comer a dias. Ali, em meio aos ratos adestrados e aos homens que há muito tempo tiveram suas sanidades estripadas, a Loucura dormiu.

    Se viu em um mundo onírico. Era um espelho que parecia lhe trazer um conforto antigo e desconhecido. Aquela sensação era algo tão... Normal. Repetidas vezes presenciou a bola ser jogada para aquele cão e ele, prontamente a trazendo. Apenas observava, imóvel, calado. Não demorou muito para o corpo se levantar e ir em direção à uma casa, onde, já dentro, sentou-se a mesa. Pale, em seus pensamentos procurou a Besta para perguntar o que estava acontecendo, mas estranhamente estava sozinho. Não se lembrava de um dia sequer em que tivera tanta privacidade. Ao perceber isso, sua mente explodira em suposições e sentimentos que eram tão ordenadas e sequenciais, que eram incompreensíveis para a Insanidade. Passou-se o dia e Pale já não mais ansiava saber onde estava, quem era, muito menos voltar para o lugar de onde viera. Queria permanecer ali, assistindo algo inconcebível para si. Era fascinante. Até mesmo seu auto-retrato naquele papel.

    Mas Shadow olhava para aquele desenho e não se via. Notava que era sua aparência mas não conhecia se reconhecer.

    Afinal, "Quem eu sou ?"

    Acordou de tudo aquilo em meio a gritos da besta e a urgência de se alimentar. Levantara-se para pensar em qual local iria arranjar comida, enquanto vai que não havia ninguém mais ao seu redor, nem ao menos Adamastor. Logo isso lhe deu a ideia de tentar algo que ele não costumava muito. Tentou mudar sua aparência para algo parecido com um cartaz que estava do outro lado da rua, escrito "Ultramam". Talvez fosse alguém conhecido e isso lhe desse alguma vantagem para conseguir comida. Não sabia se aquele corpo ainda aguentava aquele tipo de transformações e nem se daria certo.

    Em meio a sua tentativa, viu que o padre acordou avisando-o sobre algum perigo. Tentou divisar o que estaria ao seu redor e logo viu que estava cercado por uma espécie de rato com asas que eram predadores da grande floresta de cimento. Exalou um pouco de seu poder para tentar afasta-los, pois eram inimigos que deveriam ser tratados com precaução.

    Logo seguiu para algum lugar que pudesse arrumar comida.


    Poderes:
    Presence of Wahnsinn ( 40 PP)
    *EFFECT: affliction / TYPE: attack / DESCRIPTORS: Mind,madness
    *ACTION: standard/ RANGE: area / DURATION: instant
    Rank 8
    1º degree : Vulnerable \Creeping mental influence
    2º degree: Disable\ Terror
    3º degree: Un-aware\ Insane
    Extra: Cumulative
             Progressive
             Area - Visão
    DESCRIPTION: Com sua presença, Pale consegue induzir qualquer um à
    loucura.

    The Beast ( 20 + 1 pps)
    EFFECT: Morph/ TYPE: general/ DESCRIPTORS: Mystic, madness
    *ACTION: free/ RANGE: personal / DURATION: sustained
    Rank  4
    Extra: Metamorph
    DESCRIPTION:  A irracionalidade toma forma e consciencia e toma conta de seu hospedeiro, aderindo a forma primordial de toda razão: a selvageria. Seu subconsciente também lhe garante o poder de tomar qualquer forma que desejar.

    Balth
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Balth em Seg Jun 12, 2017 3:20 pm

    Gods escreveu:"Defender explode pela janela do prédio prestes ao fogo tomar conta do andar abaixo e explodir com o restante dos gases presos. Sem ele, a família teria engolido pelas chamas. A armadura teve um pouco de peso: uso do nitrogênio chegou puxar um pouco do que o hardware era capaz, deixando-o meio cambaleando. Mas teve a força para descer com a banheira e a família, recebido com aplausos.
    - Dá um pulo aqui Tommas. - Howard chamou pelo rádio embutido.
    Retornando escondido na festa, com o pessoal todo praticamente evacuado, Howard está sentado numa cadeira, tirando água do sapato - Você vai me pagar um terno novo."

    *faço a armadura voltar para o relógio*...*dou um breve sorriso*-É só agua..podia ser pior..podia ser vinho ou acido. Na verdade..acho que a culpa é do prédio que não tem um sistema de segurança muito bom..então eu acho que são eles que tem que pagar o seu terno.

    Gods escreveu:"- Ouvi dos meus rapazes que outros dois princípios de explosões eram para terem ocorridos pela cidade, mas eles conseguiram interceptar os terroristas antes que conseguissem apagar as provas. Ultimatum está na cidade."

    *fazia uma cara de curioso a respeito do nome*...*penso: isso parece nome de banda de metal*--Oque diabos é Ultimatun?

    Gods escreveu:"Ele puxa um cigarro, acende e continuava:

    Ultimatum era uma organização terrorista com a missão de eliminar a divisão das nações para uma só: uma sobre seu controle. Seu alvo favorito é os Estados Unidos e, até pouco tempo, simpatizantes foram sucedidos o suficiente para matar o marido e filho da Lady Paragon, fazendo a coitada entrar em depressão. Havia rumores que uma célula real estava em atuação, e só agora tenho confirmação.

    Soltou a fumaça.

    - E por que estou contando isso amigo? Cui. Dado. - ele cutuca o peito de Tommas - Você é o alvo favorito deles: magnata, tecnólogo, público... capitalista."

    *respiro fundo*-Bem..pelo menos consegui evitar que algumas pessoas se machucassem. Mas afinal..quem é o li?

    Gods escreveu:O telefone de Tommas começa a tocar - Teresa Erickson:

    *Atendo*--Mãe?Olá! Você...

    Gods escreveu:- Filho? Filho! Por favor, venha para casa agora.

    --Oque?Mas e a sua conferencia no Japão?!

    Gods escreveu:- Seu pai disse isso? Ah meu filho... Por favor, venha rápido. Eu... Eu não consigo te explicar aqui.

    - Tommas, eu ouvi. Consigo um transporte que chegamos em menos de meia-hora.

    - Muito obrigado cara. Não sei como te agradecer!

    *Howard diz com uma cara séria*

    - Pague o meu terno

    Gods escreveu:"Independente como for - Residência Erickson

    Tommas chega na Mansão Ravencroft e encontra a mãe na frente, junto com uma ambulância e um carro da policial. Dava para ver que sua mão estava machucada. Ela corre e abraça o filho.

    - Meu querido! Seu pai... Seu pai está mal.

    Tommas e Teresa adentram a casa para encontrar Adam segurando uma cadeira como escudo diante de dois policiais e um enfermeiro.

    - Senhor! Por favor, estamos aqui para lhe ajudar!

    - Saiam da minha casa! Cadê meu garoto!? Eu quero falar com minha esposa! Liguem para ela no Japão agora! - Adam olha para Teresa e Tommas, mas não parece reconhecê-los - Quem são esses dois?! Socorro! Polícia!!"

    *Olhava aquela situação absurda e sinceramente não entendia*...*coçava a cabeça*...*respirava fundo*...*olhava para mãe e falava baixo para ela*-Eu tenho um plano. Mas você precisa sair daqui

    --Senhores..eu sou o "Vizinho" do senhor Adam. Por favor. Me deixem falar a sós com ele ok?*esperava que os policiais e o enfermeiro entendessem aquela fala*

    *enquanto Adam ficava em uma posição defensiva eu sento no chão*--Então..o senhor é Adam Ravencroft? Eu sou seu novo vizinho Kristopher Marshall. Eu encontrei com o seu filho de manhã. Pegamos o mesmo Air Uber. Ouvi falar muito bem do senhor. Mas. Pode me dizer oque aconteceu exatamente? Eu vi toda essa balburdia e gostaria de tentar ajuda-lo*dava um sorriso que tentava acalmar aquele homem*--Mas..primeiro..porque não esfriamos os ânimos e abaixamos a cadeira?

    *Olhava para o pai tentando perceber algum detalhe estranho nele*

    (Tenho que rolar algum teste de pericia aqui?)
    isaac-sky
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por isaac-sky em Seg Jun 12, 2017 11:17 pm

    "Isso...não faz o menor sentido" Apollo encarou o corpo em cinzas do policial que atingiu.
    Sabia que não teria sido sua rajada de luz capaz de mata-lo, mas talvez a luz...aquilo era um filme de terror se tornando realidade.

    E nem mesmo Apollo podia impedir as trevas daqueles infectados.

    -Whiney, por favor, pare - disse sem impostar a voz como Apollo, soando um pouco mais como o Brendan que Whiney conhecia. Apollo sentia o coração apertar em ver o amigo naquela situação.

    Whiney avançava, usando uma mesa para bloquear sua luz constante.

    Strenght 8
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    Era como uma locomotiva partindo pra cima dele e dessa vez não havia espaço para voar e desviar.

    Apollo encosta as palmas das mãos na mesa, pressionando contra o brutamontes. Brendan respira fundo e libera um forte jato de vapor na mesa.

    Calor Solar
    isaac-sky efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    3

    Ele mantém sua luz, agora muito mais próximo de Whiney. Sem a mesa Whiney não teria como se esconder.

    Era o momento de terminar com aquilo de uma vez.
    Jim Jones
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Jim Jones em Qui Jun 15, 2017 6:39 pm

    What Defines... Law.

    Regras. São o que nos define como seres civilizados, o que nos diferencia dos animais. Regas, as que estipulamos e as que nos são estipuladas, moldam nosso ser, elas definem quem nós somos. para mim a Velha Lei serve como patamar definidor, assim para com outros como eu, meus irmãos e irmãs, a muito esquecidos pelos homens. Kriff também vivia por regras, o conjunto de normas da NYPD, as regras nos fazem mais fortes. A uma máxima na magia que quanto mais complexa, regrada e limitada a magia, mais poder bruto ela continha. No velho mundo, antes da pólvora surgir coisas como promessas e juramentos, mesmo entoados por simples mortais carregavam um peso em suas palavras, os preparavam para o que estava por vir. Hoje em dia são palavras ao vento, que tem falta de significado e poder. Apesar de tudo Kriff acreditava nessas palavras, em seu código de conduta. No fundo eu respeitava o sujeito.

    Uma pena que aqui, no "Novo Mundo", essas coisas tenho perdido tanto de sua força. As próprias regras que regiam os homens não mais pareciam afeta-los, dando origem a esses mutantes. Kriff descobriu que as palavras são fracas do pior jeito. Em seus momento finais eu olho em seus olhos e vejo seu desespero. Será que estaria pensando em suas escolhas, ou será que teria realizado que eu não era quem eu dizia ser? Seus pensamentos foram para o tumulo de qualquer forma.

    Hart não suportou a morte do garoto. Humanos. Sempre emocionais. Mesmo com seus ciclos de vida tão pequenos. Talvez por isso. Talvez vejam seu futuro no fim de outros.

    - Recomponha-se Hart! Temos outra chamada. Lee, qual é  o caso dessa vez?- eu falava sério, sem ser desrespeitoso com a situação. Tudo o que eu menos quero é mais confusão.

    Eu assumo o assento do motorista. Ligo o carro e as sirenes.
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por GodsCorpse em Sab Jun 17, 2017 5:49 pm

    @Balth:



    Tommas escreveu:- Eu tenho um plano. Mas você precisa sair daqui. Senhores.. eu sou o "Vizinho" do senhor Adam. Por favor. Me deixem falar a sós com ele ok?

    Sem entender, ela se afasta. O grupo parece ter uma ideia melhor, então segue.

    Tommas escreveu:- Então..o senhor é Adam Ravencroft? Eu sou seu novo vizinho Kristopher Marshall. Eu encontrei com o seu filho de manhã. Pegamos o mesmo Air Uber. Ouvi falar muito bem do senhor. Mas... Pode me dizer o que aconteceu exatamente? Eu vi toda essa balburdia e gostaria de tentar ajuda-lo. Mas... primeiro... por que não esfriamos os ânimos e abaixamos a cadeira?


    - É... é mesmo? - ele abaixa a cadeira e senta nela - Eu não sei... Está muito confuso. Eu não reconheço esse lugar... Meu filho é só um menino, muito novo... O que é um Air Uber? Onde ele está?

    Seus olhos se arregalam e depois começam a descansar, como se retomasse consciência - Tommas? Tommas meu garoto.

    Adam vai até o filho e o abraça, Teresa volta para a sala e os olhos do pai de Tommas enchem de lágrimas - Desculpa... Desculpa meu amor.

    Com lágrimas escorrendos, os dois se abraçam.




    - Você sabe o que isso parece, não é? - Howard está ao lado de Tommas, enquanto os paramédicos cuidam de Adam e de sua esposa - Perda de memória, confusão, dificuldade em reconhecer familiares e amigos.

    Seu tom era calmo e falava pausadamente.

    - Vai ser difícil de agora em diante.

    Um dos paramédicos vem até a dupla - Eu recomendo ele passar uma noite no hospital. O susto dele foi bem grande e ele pode acabar passando mal. Mas claro, isso fica por você e por sua mãe, que já concordou. Se quiser acompanha-lo...







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    • Localidade: Nova Iorque - Residência Ravencroft - Noite.


    @isaac-sky:



    Apollo era forte, mas Whiney era um titânico de verdade. Como havia visto antes, transformar um carro em sucata em questão de segundos.

    A imagem de sua cabeça sendo esmagada como um melão nas mãos de Whiney passou por um momento na mente de Apollo por um momento quando o ruivo pressionou-o contra o chão com a mesa. Ele apresentava as presas, pronto para dar o bote quando a mesa que o defendia é desintegrada pelo jato de vapor que libera. A madeira queima e assim que a luz entra em contato com a pele de Whiney, ele também começa a arder, transformando sua pele em chamas ardentes. Ainda com força nos músculos, ele pega Apollo com uma mão e arremessa pelo chão, fazendo-o rolar em direção à rua.

    - Eu falei parado, suas vadias! - dois disparos cortam o ar ao lado do herói enquanto Whiney urra entre as chamas que consumiam seu corpo.

    Através do fogo, Apollo conseguia ainda ver o rosto de Whiney o encarando. Se não fosse o calor, parecia estar chorando - Não... deixe que ele mate... nós...

     

    - Filho da puta... - a policial grita - Você está preso, lamparina! - com a arma apontada para Apollo.







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    @Jim Jones:



    Hart apenas se levantou e sentou no banco de trás do carro, sem falar nada. Lee olha para Johnson com uma cara de pena e também se mantém em silêncio.

    - Aqui... Esse endereço. Os vizinhos disseram que está tendo uma briga de metahumanos acontecendo. E que viram um na TV...? Ugh, só que falta.

    Johnson acelera pelas ruas. Ainda que madrugada, as ruas de Nova Iorque nunca estavam silenciosas. O detetive ficou em silêncio por boa parte do caminho, então..

    - Ele era só um garoto. Só uns anos amais que meu mais velho...

    - Hart.. Me des-

    Hart continua, cortando Lee -Tudo ok e, então, num momento é desfeito. Isso não é natural. Para o carro Johnson, eu vou descer.

    - Hart, você...

    - Chega Lee. Somos formigas no mundo de gigantes. Eu vou embora.

    No momento que Johnson para, seja eno destino ou seja no momento que seu colega pediu, Hart abandona os dois. Johnson tinha o pressentimento que nunca mais veria ele igual novamente.




    O carro chega em uma rua entre prédios, com condomínios nas esquinas e prédios comerciais servindo de espaços entre eles. O buraco na parede de um prédio que servira de salão de festas dava dica de onde fora os combatentes.

    - Esquece Hart. Dois oficiais já entraram. - ela aponta para a viatura estacionada na rua. Johnson olhava ao redor e via destroços de um carro, espalhados pelo concreto inteiro.

    - Parados suas putas! - Lee sacou a arma em direção a uma luz que emitia do interior. Das silhuetas, parecia que um homem maior imobilizava o metahumano brilhante ao chão.

    - Eu falei parado, suas vadias! - ela deu dois disparos de aviso, tentando amendontrar os metahumanos, mas a resposta foi outra.  

    O homem de cima explodiu em chamas após entrar em contato com a luz que o rapaz emitia, tornando seu corpo uma bola de fogo flamejante. Gritando de dor, ele joga a fonte de luz em direção dos policiais e cai de joelhos.

    Não... deixe que ele mate... nós... - ele geme através do fogo que desintegrava seu corpo.


    - Filho da puta... - ela cobre o rosto com o outro braço - Você está preso, lamparina!







    @Jim Jones

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    @Lannister:




    A vocalista largou seu café e tomou a frente da janela, deixando a luz tomar conta de sua pele. Junto com suas palavras duras, em uma voz deliciosa, a luz faz da "Orácula" um "Anjo" diante dos seus colegas de banda. A visão chega fazerem seu coração palpitar - especialmente de Adam -, ainda mais com todo discurso criptografado das visões não-tão criptografadas que Anastasia tem.

    - Suas palavras dão um calafrio fodido, mulher. - Robert responde com uma cara de "notbad.jpg", escondendo o fato que estava bem assustado com a chance de... bem... Morrer.

    Era difícil de negar que o que falava mais intimidou-os do que os inspirou. Ainda mais, saber que não iriam ganhar... A icógnita inspirava esperança. A certeza matava ela.

    - Ih... Bob sóbrio é ainda mais perigoso que um Bob-Bêbado. - brincou Mathew dando um tapinha nas costas do colega.

    Esta borboleta não deveria atrapalhar na noite. Mas era apenas uma.

    Sem o confronto... Viveria Robert?
    Salvar uma vida seria o custo de outra?

    "O bater de asas de uma simples borboleta pode provocar um tufão do outro lado do mundo."




    Em algum momento passado...

    - O que você acha?

    Nastya era parecido com Anastasia de algumas maneiras: também havia saído de casa, qual vivia com a avó, vivia com amigos, tinha seu espírito livre. Mas, uma para outra, elas se mantinham ancoradas na realidade, uma realidade mais suportável uma com a outra.    

    Nastya saltou em cima do colchão qual a dupla havia dormido a noite anterior e põs o colar nas mãos da namorada. O objeto tinha o formato de um crucifixo, mas havia uma jóia roxa no seu centro.
    Ela esperou a resposta e complementou:

    - É seu. - abriu mais o sorriso - Este aqui vai te proteger. Minha vó costumava fazer um monte desses para minha mãe e para minhas tias, então ela me repassou.

    Ela abaixa um pouco a cabeça e se ri.

    - Esse eu ia fazer para minha mãe... Mas né... Quem é vivo que precisa de proteção. Como minha "bardeineirinha".  - ela se abraça em Anastasia e toca no objeto - Vou estar com você, mesmo longe.  

    Ela enrola o abraço num beijo. E um beijo em outro abraço.






    Afastado de seus colegas, Anastasia procurou pelo jovem que tocaria ali. Hector, Hector Belvedere. Uma página de cantor, mas nenhum perfil de usuário. Uns seis meses no ar, vários vídeos tocando com violão ou harpa. E um talento realmente invejável: sua voz não parecia ter limites.
    Bem bonito também.  

    Anastasia escreveu:- Nos conhecemos? Seu rosto é muito familiar.

    - Ainda não. Mas bem que poderíamos com... - ele se virou e pegou duas garrafas de cerveja que estavam servidas em uma mesa ao lado dele. A bebida não era dele - .. O que quer que seja isto.

    Ele tomou o gole da bebida e entregou a outra para a garota.

    - Espero que não soe creepy demais, mas andei te pesquisando. Eu vim para cá para ver se você era a coisa real mesmo.

    "Música?"

    - Seus "poderes". Pior que nem organizei nada do meu repertório, quer me dar uma ajuda a escolher as músicas? O que vou tocar hoje a noite?

    Ele sorri. Seu sorriso faz Anastasia pular para outra visão.

    Ela vê sua mãe sorrindo. Há muitos policiais.

    - Eu cansei de deixar você tentar me humilhar garota.

    - Alias, vou te contrar um segredo... temos um herói aqui... Enchantress...

    Hector puxa Anastasia para perto e aponta para o meio da platéia. Lá está. Ela não vestia suas roupas heróicas, e como nunca fez questão de sua identidade, era fácil dizer quem era.  

    - Mas ninguém nota se eu não apontar. Acho que é uma magia. O que você acha de apresentarmos ela?






    @LANNISTER
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    • Localidade: Nova Iorque - Blackout Bar - Noite;


    @Lyvio:



    Hela escreveu:- Esse tipo de coisa não se fala garoto... Tenho pena das garotas que você flerta... Deve sair cada coisa de sua boca...

    - Ah é... "mals"... Escapou... As garotas gostam mais do que faço com a boca. - ele sorri para si.

    Hela escreveu:- Você dirige bem não é? Detesto quem dirige mal e as vezes transformo-os em sapos, você gosta de sapos?
    -Vamos!
    - Dizia ela indo a frente.

    - Erm... Eu dirigo bem.. Nada de sapos. Não vai por um sapo no meu carro né? Ei!




    Hela escreveu:-Paramore...essa banda tem influências da Jimmy Eat World, Chicago, Sunny Day Real Estate, Death Cab for Cutie e Failuremeus, dentre outras coisas.
    Meus alunos gostavam bastante dessa banda e você até que canta relativamente bem.


    Novamente, ele resmunga algo sem olhar para Hela.

    Hela escreveu:- Metal Gear Solid... uma franquia muito rentável. Sem dúvidas uma das franquias que marcarão a história dos games.
    Não se impressione garoto, eu costumo ler sobre tudo que você imaginar..

    - Isso é um jogo? Uuugh... Não não, não brinco com essas tosquisses alienadas virtuais ai. Sou mais vintage, gosto de experimentar a vida como ela é. Olha que mal uso celular ainda. É exclusivo para as moças. - Hela pode vê-lo sorrir no retrovisor.





    Hela escreveu:- -Você estuda nessa escola? Quem sabe eu não posso ser sua professora de história? Diga-me, você gosta de história? Ou só entende de música? Independente da resposta gostando ou não eu não facilito para ninguém...vá logo se preparando. Eu era conhecida como "A destruidora de sonhos", talvez por reprovar muuuuuuita gente...

    - Nah, sou mais de música mesmo. Quanto a história... vê uma, vê todas. - ele perde um pouco o tom jovial - História é sobre pessoas tentando quebrar regras para ganhar poder e trazendo caos. Se todos ficassem trabalhando direitinho por onde foram ensinados... Todos estariam felizes.    

    Ele suspira e seu rosto volta a ser alegre.

    - Né?




    Hela escreveu:- Que foi isso garoto!? Não me faça querer lhe transformar em sapo...

    - Isso é a chegada... E também quebrando barreiras dimensionais. Blablabla... - sua voz sumia a medida que o lugar escurecia.





    Hela escreveu:- Prazer senhor Basileus....seu irmão seria o senhor Comstock não é?
    Isso aqui é Fantástico!

    Basileus sorri.

    - Eu sei. A casa reflete seus donos e esta casa agora também é sua, senhora Hela... Se assim preferir que lhe chame. Todos que vieram para cá, escolheram um novo nome para si, assim como eu. - pausa - Acredito que tenha algumas perguntas, mas começaremos com nossa introdução.

    Estendeu a mão para a professora e, assim que a tocou, os dois somem em um brilho luminoso.


    - Bem vinda a Haven. Está é a vista de fora.

    O lugar não parecia uma escola, parecia uma cidade. Como Basileus explicava, também era. A muitos anos, eles abandonaram a Terra com o advento dos super-heróis.

    - Influência é dissipada com fama e credibilidade. Nós, por muito tempo, somos seres que funcionavam como mitos, aqueles que viviam nas sombras e buscavam dentes, ou se transformavam perante o luar. Raças, criaturas e heróis, somos todos cultura. E, com a globalização, enfraquecemos. Com os heróis famosos, desaparecemos.

    Em uma tentativa de resgatar tudo que sobrará, aqueles que não desapareceram, fugiram e encontraram um lar aqui. Como o nome diz, Haven é um lugar seguro para o mito e a magia, para o sobrenatural e o esquecido. O homem explica que magia ainda existe e é forte no mundo, mas quanto mais sabem, e com mais heróis tomando ela para si, se torna menos uma energia, um modo de ser, e se torna apenas uma ferramenta nas mãos de tais "charlatões", como ele diz.

    - Entendo que faz parte de um grupo. Conheci alguns colegas seus e os respeito. Se possível, convidarei todos a se juntar a nós.

    Annet podia sentir na pele o lugar: era tudo síncrono. Magia estava no ar, no chão, nas pessoas. Basileus a tomou pela mão e surgiu no meio da cidade.


    Havia todo tipo de seres: atlantes, licantropos, globinóides (roubando em favor do esteriótipo), fae...

    - Há outras dimensões para eles, mas muitos preferem estar aqui. É seguro. E serve para preservar nosso legado. Alguma pergunta antes de continuar?







    @Lyvio

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    @Nimaru Souske:



    No que dividia o espaço com Adamastor, o velho gemia algumas palavras criptas, qual sua mente conseguia expor apenas graças a ausência daquilo que o impedia: sanidade.

    - Os pais vão pisar em todos nós se for para parar seus filhos de tomarem seu mundo.

    Ele riu. E ele chorou.




    Pale Shadow tomou a forma do maior super-herói do mundo, conhecido por sua força e resiliência. Pale não tinha muito de ambos, se fosse comparar com o herói. Que ainda há de conhecer.

    A vaga transformação se transformou num murmúrio, depois em vozes altas e gritos de alegria.

    - Ultraman! Ultraman!! - como um furacão, pessoas brotaram de todos os lados, querendo tirar foto com Pale, trazendo-lhe objetos.

    Ele não entendia bem a palavra "trending", mas alguém disse que ele estava. Flashes e mais flashes e, depois, começou a gritarem assustados. O abismo olhou para Shadow, e ele piscou de volta, mandando beijinho. Os pombos entraram em surto total, e não eram poucos para aquele local da cidade. Um redemoinho das criaturas aladas davam rasantes nas pessoas, arrancando a comida das mãos delas, biscando seus rostos, e trazendo de volta as oferendas para "Ultraman".

    - Os pássaros enlouqueceram! Hitchcock estava certo!! - uma gritou.

    Agora Pale tinha comida. E atenção.

    - Quem é você? Você não é Ultraman.

    Dos céus, desceu uma mulher com uma tiara dourada na cabeça e uma armadura colante no corpo feita com placas brancas. Decote em formato de V, de bordas douradas. Trajava uma calça e jaqueta jeans, enquanto as botas eram da mesma aparência da placa metálica que tinha no tórax, chegando subir até o joelho. As vozes das pessoas clamavam por "Superwoman".

    - Responda logo antes que faça-lhe responder à força.






    @Nimaru Souske
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    Re: Season 1 - What defines...

    Mensagem por Nimaru Souske em Sab Jun 17, 2017 10:36 pm

    Shadow escutou aquilo calado. Aquele velho tinha certa razão e o esquelético homem sabia disso deste que decidiu começar sua cruzada.

    Com sua transformação, não sabia que atrairia tanta atenção. Mas havia de aproveitar-se daquilo. Não era comum para si se ver rodeado de pessoas sem vê-las correndo por conta de sua aparência, pois essa foi sua experiência nas poucas vezes que teve que interagir com outros. Sentia-se nervoso ao mesmo tempo que um pouco de orgulho por receber tanto carinho... mesmo que não fosse ele o merecedor. Após escutar os gritos de clamor, logo vieram aqueles que transmitiam horror. Aqueles pombos não pareciam normais, o que fez shadow afasta-los com seus poderes de ... Ultramam? Não se sabia bem se aquele poder seria a "presença do herói" que o maior herói de todos usara para afastar aquelas pragas, mas havia funcionado. Agora tinha comida. Então comeu incessantemente o alimento sem ao menos notar a divina criatura que descia dos ares.

    Seria coincidência aquilo? ou apenas um modo do mestre ligar ainda mais os personagens da mesa de RPG? Pale não sabia ao certo.

    " Voto na segunda opção. Me parece mais divertido" Pensou enquanto terminava seu lanche.

    Logo escutou a pergunta da mulher que pairava a sua frente. Só faltavam alguns pedaços da comida em suas mãos, então levantou o dedo indicador de sua mão direita como se pedisse apenas mais um minuto. Mais uma vez a mulher, que parecia se chamar Superwoman, intimou-o, o que fez ele engolir as pressas e quase se engasgar.

    - Argh!!.. COF COF... KOF KOF... Calma Mulher, não quis ser mal educado com você e lhe responder de boca cheia. Ele solta um sorriso como se tenta-se imitar a foto que copiara do "Ultramam". Mas aquele sorriso amarelo e ainda com restos de comida não passava a mesma confiança que o original.

    - Bem, Sua resposta é bem simples. Sou apenas um fã que resolveu homenagear este grande herói e sair de casa vestido como ele. Mas ai esse grupo de pessoas desesperadas vieram me cercando e depois esses pombos atacaram e ai você desceu dos céus... Doidera né ?

    Ele olha com uma expressão que apenas um ícone poderia expressar todo sua significação:


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