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Os primeiros passos fora dos muros

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comoassim71
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por comoassim71 em Sex Maio 26, 2017 11:37 am

Pana acordou bem descansada, devido principalmente ao conforto das camas. Apesar disso, sentia-se confusa, sem saber distinguir bem o que era sonho e o que eram memórias. Após algum tempo acordada, lembrou-se da sua trajetória até ali e estava mais do que decidida de que nunca mais voltaria para aquele lugar infernal.

-Sim, e o mais rápido o possível para chegarmos com luz à cidade.
Moon
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Moon em Sab Maio 27, 2017 12:40 pm

Quione seguia a vontade dos demais, pedia a qualquer que não levaria mais a carroça, já poderiam levar somente duas com as criaturas e também não queria entrar em qualquer cidade ou passar por algum clã arrastando carroça, serviria como escrava de carga se por azar do destino o grupo viesse a ser atacado e ela presa.


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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Exalted em Dom Maio 28, 2017 4:49 pm

- Vorhees, eu já trouxe o que havia de útil lá em cima, e pra que esse martelo?
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por voorhees em Dom Maio 28, 2017 5:19 pm

Ele olhou para o martelo e quase se surpreendeu por estar com ele na mão. Ele sentia algo pouco racional mas achava que estava no caminho certo.

- Só vou dar uma olhada no quarto fechado. Não vamos voltar aqui, não é? Então só quero saber o que eu ia deixar para trás... Pode descer se quiser, não demoro.

O teimoso continua subindo as escadas e não pretende parar antes de arrombar a porta.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Exalted em Dom Maio 28, 2017 6:19 pm

- Essa não é uma boa idéia... Azrael procura uma justificação só após começar a falar - Em um dos livros que li diz que o mago que vivia aqui selou algo perigoso atrás daquela porta. ele torce para que não tenha soado como algo que acabou de inventar.

Azrael já estava com um mau pressentimento sobre a porta, e se Vorhees não ficasse convencido com sua explicação ele sairia da torre o quanto antes, não queria esperar pra ver o que sairia de trás daquela porta.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Edu em Dom Maio 28, 2017 9:49 pm

Lobo depois de acordar não perde tempo na torre. Levanta joga um pouco de água no rosto, provinda essa do cantil, e leva os lagartos para fora da torre. Ela brinca com os dois afim de acalmar os animais.

Sabia que tinha algo de esquisito naquele lugar desde o inicio, exatamente por isso ficou tão pouco tempo, além disso não era uma pessoa social para ficar interagindo com os outros. Ali fora no meio de tanta arvores ela se sentou no chão encostada num tronco e ficou esperando, seja lá o que acontecesse.


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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Leomar em Seg Maio 29, 2017 6:23 am

Como Quione não queria mais ser burro de carga (ou melhor, cavalo), vocês deixar a carroça-pipa para trás, enchendo os cantis até o máximo. O caminho pela "floresta" é um pouco mais lento que pelo deserto. As carroças deixavam menos rastro ali também. Claro que ainda era um rastro bem seguível para qualquer um que não fosse leigo como vocês, mas disfarçava um pouco. Se Voorhees demorasse lá dentro, talvez tivesse problemas para voltar ao grupo. Alguns de vocês não davam a mínima.

Vocês calculam mais ou menos o desvio que fizeram e a correção para voltar ao rumo da constelação de Aranha, não é muito difícil (fiz R.Oc. e deu tranquilo) então voltam ao caminho, observando a paisagem mudar. Precisam ir devagar, em parte pois alguns ficam admirando cada nova planta ou bicho que aparece e em outra parte porque agora sabem que não estão sozinhos no mundo, e tem que ficar atentos para a possível presença de outros humanos... ou demônios.

Na torre Voorhees não tem muito problema ao abrir a porta. Mesmo negligenciando a possibilidade de encontrar qualquer armadilha, o que poderia ser fatal numa masmorra de verdade, nada físico saiu de lá. Mas por mais cético que fosse (ou desleixado, ou desatento) não tinha como não perceber que haviam forças invisíveis ali.

Quando abre a porta, um leve tremor passa por toda a torre. O castiçal (que espero que o Azrael tenha apagado depois de usar) cai da estante, e os jarros de barro tremem, um deles inclusive começa soltar um tipo de fumaça fina pela tampa não totalmente lacrada...

A sala em si não parecia tão perigosa, na verdade nem tão interessante, era apenas um quarto. Tinha um sofá de madeira num canto (que talvez funcionasse como cama), um baú de cerca de 0,6m X 0,4m X 0,9m também trancado, uma flauta do lado do baú (não era uma flauta comum, ele tinha cerca de um metro de vinte de largura http://desertdidgeridoo.com/wordpress/wp-content/uploads/2013/07/rr2233.jpg ), e um armário.

Neste armário (não estava trancado) tinha uma armadura de metal, com peitoral, botas e um elmo. A armadura era feminina, dava pra ver pelo formato do peitoral, feito para não apertar as mamas, e talvez fosse de alguma demônio, pois haviam buracos no elmo, provavelmente feitos para acomodar os chifres.

Se (ou quando) tocar a armadura, algumas imagens rápidas passarão na sua mente, imagens de humanos e demônios sendo mortos em várias batalhas, intuitivamente algo lhe diz que estes humanos e demônios eram todos seguidores de Ades, e foram mortos pela mesma pessoa.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por voorhees em Seg Maio 29, 2017 11:29 am

Não demora e Voorhees está seguindo o grupo, se aproximando lentamente dos que seguem mais atrás. Ele sabia a direção aproximada que tomariam e é capaz de ver os rastros das carroças e dos lagartos, mas ele está meio perturbado.

Silencioso ele caminha solitário, com uma haste na mão, uma flauta? Seus olhos mal se dedicavam ao trajeto que fazia, ainda vendo e sentindo estranhas perturbações que o acompanham desde que entrou no quarto fechado. Ele lembra do baú fechado e não sabe por que resolveu pegar aquela coisa, uma flauta?

Ele pensou em pegar a bela armadura que viu, ou talvez parte dela. Que ideia! Estranhas perturbações... Muita gente morta na mente confusa do sujeito.

Se aproximou de uma carroça e jogou entre os objetos carregados aquela haste, uma flauta? Continuou na dele e tentava entender o grupo que ele acompanhava. Estranhas perturbações...
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Moon em Seg Maio 29, 2017 3:12 pm

Quione seguia os demais sempre prestava atenção no caminho no entanto também tentava aprender mais um pouco de cada, observando por vezes além da paisagem do lugar o seu grupo, seguia com arco em mãos, havia pego uma vestimenta de combate entre poucas que o grupo catou e guardou na carroça, a mais simples e leve para evitar atrapalhar na liberdade de seus braços.


OFF: Teste observar especificamente na flauta que o cara guardou...Tenho que evitar voltar para aquele maldito lugar e ficar meses escutando sobre Piro isso, Piro aquilo...

Off do Off: prefere ficar meses ouvindo sobre Ades isso, Ades aquilo? Twisted Evil
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Exalted em Ter Maio 30, 2017 10:01 am

Azrael estava cansado de carne seca, as frutas que encontraram não eram ruins, mas também não eram carne, ele precisava comer algo que o satisfizesse, então, com arco em mãos, utilizando as flechas simples se afastou do grupo algumas dezenas de metros, precisava de silêncio para o que queria fazer, e as carroças eram o oposto de silencioso....

Ele andou evitando fazer barulho, enquanto corria os olhos pelas folhagens procurando movimento, quem sabe um coelho ou algum outro animal pequeno não estava por ali pronto para virar comida?
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Edu em Ter Maio 30, 2017 12:47 pm

Lobo apenas andou calada como sempre. Seguia do lado da centauro, mas as imagens do pântano que vira na distancia não saiam da sua cabeça. Não era o pântano em si que a atraia mas sim a água. Queria ir para um lugar sem ser seco como aquele deserto e agora aquela pequena floresta.


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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por comoassim71 em Qua Maio 31, 2017 10:30 am

Pana apenas acompanha o grupo, muito admirada com a mudança da paisagem e ainda sem conseguir tirar aquele sonho estranho da cabeça. Só queria se afastar o máximo da cidade de onde fugiram e agora daquela torre estranha.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por voorhees em Seg Jun 05, 2017 7:22 pm

Mesmo depois que largou a flauta [alívio] Voorhees se sentia um pouco estranho, distante. Caminhava sem notar a diferença de paisagem, mesmo tão impressionante. Ele via mais as imagens de mortes e batalhas que testemunhou ao tocar a armadura do que o que se passava diante dos olhos. Aos poucos, porém, recuperou sua consciência e percebeu que seus companheiros estavam calados, talvez há muito tempo.

O mestiço pensou que todos tinham passado por experiências incomuns naquela torre, e que isso naturalmente explicaria a disposição e o silêncio do grupo, mas acreditava que havia algo estranho. Ele não se sentia seguro sobre suas companhias e sobre seu destino. Talvez tenha perdido um pouco de sua esperança, que já não era tão animadora assim.

- Estamos passando onde já teve vida antes... pelo menos alguém vivo. Que história temos para contar? O que estamos procurando enfim? Deixar a prisão, deixar o lugar dos raios ... - a voz ficou brevemente trêmula e logo voltou ao normal - ... deixar o casal estranho para trás, deixar ... - a torre, mas isso ele não disse - ... deixar, deixar, deixar... Difícil saber o que realmente queremos encontrar...

Talvez ele quisesse falar mais, mas de repente considerou que estava falando demais. Melhor ficar atento.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Edu em Ter Jun 06, 2017 9:39 am

Lobo olhou para Voorhees e sorriu com a declaração do homem.

- Quanto a eles eu não sei, o que eu quero é chegar ao oceano. Somos ex-escravos é de se esperar que não tenhamos historia para contar ou temos historias que não interessam, afinal, quem quer saber sobre alguém que foi propriedade de outra pessoa? Parece que o deixar vai fazer parte da nossa vida por muito tempo, afinal, não é isso que é liberdade? O poder de abandonar as coisas que se não deseja mais para trás? Ou até mesmo escolher ficar com elas - Lobo caminha até uma das arvores e pega uma fruta - Me pergunto, você se considera preso a "essa fraternidade dos excluídos" ou pretende seguir o seu caminho quando chegar a hora?

Ela pega outra fruta e joga para Voorhees.

- E ai o que você deseja? - indaga ela ao homem de cabelos brancos.


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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por voorhees em Qua Jun 07, 2017 11:00 pm

- Fraternidade de escolhidos, é? - Voorhees recebe bem a fruta e os comentários da mulher. Ele pensa naquela expressão, experimentando o doce. Ele ficou em silêncio, quase dando a entender que não diria mais nada.

- Acho que alguma coisa acaba nos unindo. - Ele falava baixo, sem tentar disfarçar ou sussurrar, mas talvez testando a ideia, tentando admitir aquilo para si mesmo e ver se acreditava na ideia. Desistiu. - No fim, eu não faço ideia do que eu quero ou espero. Aquele casal bizarro que vimos, por exemplo? - Já falava normalmente, qualquer um poderia ouvir. - Desde que larguei as correntes da prisão parece que qualquer coisa pode me matar! Não é de medo que estou falando. - Aham... sei... - Eu não tenho ideia do que vai acontecer até eu terminar essa fruta, entende? Bom, nem isso aqui eu conhecia antes... Tem algo estranho em tudo isso... Eu não estou indo para qualquer lugar, não tenho ideia do que tem lá na frente. Só estou me movendo, só isso.

Parou de falar sem aviso e ficou quieto. Falou bastante, parecia diferente. Inquieto com o silêncio anterior e pouco alterado agora que tinha falado um pouco mais.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Exalted em Qui Jun 08, 2017 8:52 am

AZRAEL



Azrael ficou algum tempo afastado do grupo, ele havia se acostumado a ficar sozinho por longos períodos, essa era sua rotina diária no tempo das minas, sozinho, na penumbra, talvez estivesse acostumado com isso, ser livre era mais difícil do que podia parecer, como ele devia saber o que fazer a seguir se ninguém estava lá para dizer? Ele tentava em vão ler as vontades do grupo com quem andava, talvez uma carne diferente agradasse aos outros, ele com certeza queria algo que não fosse carne seca.

Caminhou em silêncio por vários minutos até ouvir o som de patos, perto de um pequeno lago, que parecia mais uma poça no chão ele viu dois deles, finalmente teria alguma carne pra comer, ele já havia visto pratos muito apetitosos na casa de Avesh, mas só sabia que carne de pato é boa por ouvir falar, nunca pôde experimentar, ficava só no cheiro, mas agora isso ia mudar, ele vergou o arco, expirou, soltou a flecha.

Um tiro certeiro derrubou o animal enquanto o outro fugiu correndo enquanto batia as asas, ele tentou acertá-lo também, mas o bicho se movia muito rápido, a flecha só encontrou a terra fofa da floresta, “não tem problema, um já vai dar” ele pegou a flecha com o pato atravessado e voltou na direção do grupo.

Quando já estava perto, já ouvia as conversas, viu algo se mover atrás de uma moita próxima, algo estava indo na direção do grupo, e rápido, ele largou o pato no chão e preparou seu arco, pronto para atirar assim que visse o que era.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Leomar em Qui Jun 08, 2017 3:15 pm

Azrael se empolga com o arco novo, ainda estava bom naquilo. Consegue finalmente um pouco de carne sem sal com algumas aves. Não sabia se a carne delas era boa, mas deveria ser, pois eram bem mais bonitas que as poucas aves que se via na cidade-prisão.

Outros começam conversar um pouco mais distraidamente. Tão distraidamente que ninguém percebe a aproximação de um grande animal. Só quando já estava próximo demais vocês escutam grunhidos ferozes, e tem pouco tempo de reação.

Um javali de provavelmente mais de 200 quilos sai do meio da mata já investindo contra nossos heróis.

Voorhees é o primeiro a ser atingindo. Por sorte ele estava com escudo pronto e consegue desviar em parte o trajeto do animal, porém sente quase todo o impacto do bicho, e se não fosse forte teria sido mandado para longe. Seu braço que segura o escudo fica extremamente dolorido, e a adrenalina começa subir.

Lobo, que estava do lado de Voorhees tem ainda mais azar, pois ao levar a pancada, o animal desvia direto para cima dela, a derruba e ainda pisa nela antes dela ter tempo de intender o que estava acontecendo.

Azrael ainda consegue sacar uma flecha pouco depois de ver o animal, e ele acerta as costas do porco gigante. Vocês escutam um grito dolorido, mas não era o suficiente para derrubar o bicho. Aquilo parece ter servido apenas para enfurecê-lo.

O javali investe e acerta Malak que como Voorhees só consegue desviar um pouco o rumo do bicho, levando um bom dano.

Quione que estava numa distância mais favorável que Azrael também dispara seu arco. Outro grito de dor, desta vez ela acerta o animal de lado, e sua flecha parece fazer bem mais efeito.

Porém ele ainda está de pé, e pelo jeito vai continuar atacando.

off:
@Comoassim71 como ele foi atingido, seu alvo muda de 10 para 12, mas ainda é uma rolagem de 2D10. Você está desarmada (ou não?) então provavelmente terá de correr, ou subir numa árvore, ou algo do tipo. Se quiser arriscar para ver se consegue tirar alguma "força oculta" de dentro de você, é 2D10 do mesmo jeito, mas avisa antes. Você é o próximo alvo.

Se a Pana tiver sucesso, o javali vai se voltar para o arqueiro mais próximo, então ou ele primeiro ataca o Malak por estar mais perto, ou ele vai para cima do Azrael. Ele foi atingido mas vocês não sabem o quanto, pois ele parece ainda per muito a bater. Fiz um esqueminha bem porco, pq estou sem autocad, mas nos combates mais violentos no futuro farei algo melhor.



Edu, sua próxima ação é teste de Vitalidade:
18-19 provavelmente quebrou uma costela e ainda teve um rasgão na perna pela presa do javali
16-17 não sabe se quebrou, mas está toda dolorida e não consegue fazer nada
14-15 levou um rasgão na perna e está toda dolorida, mas consciente, pode ficar parada esperando ajuda ou pode tentar levantar/rastejar
12-13 está consciente, mas provavelmente quebrou o braço, além de ter vários ferimentos "leves", ainda difícil de levantar sozinha.
10-11 consegue se levantar, mas tudo dói e talvez tenha quebra algo.
7-9 é provável que quebrou algo, mas a adrenalina está a mil por isto ainda consegue ignorar a dor e andar mesmo sem ajuda
4-6 a dor é enorme, mas maior que ela é sua raiva, você consegue se levantar, tudo dói, mas a maioria dos ferimentos não são graves
1-3 "filho de uma linguiça desgraçada, vou arrancar sua costelinha no dente" - está com um pouco de vergonha por ter sido atropelada por um bacon, mas está muito, muito brava. Assopra até a casa dele cair.

obs: arqueiros, enquanto não falarem nada, as flechas que estão usando são das não marcadas.
Vocês podem atirar de novo, mas as flechas sairão depois da ação da Pana, saia ela bem ou mal.
No próximo tiro podem jogar contra alvo 10 normal ou podem:
mirar na lateral ou pernas, alvo 9
mirar na cabeça, alvo 8
mirar no coração, alvo 7
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Moon em Sex Jun 09, 2017 12:17 pm

Quione apenas afastava-se um pouco mais da criatura e disparava outra flecha, contente por ver que provavelmente teria uma bela refeição farta para repor suas energias, sorrindo tentava abater o animal já pensando no mesmo na brasa ao ponto.


OFf: Só espancar o animal para comer ele logo...


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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Exalted em Sex Jun 09, 2017 1:30 pm

AZRAEL



Após o primeiro tiro, permanecer onde estava não era uma boa opção, ele olhou em volta, e procurou se posicionar próximo a uma árvore, assim pelo menos teria como evitar uma possível investida direta.

Enquanto corria Azrael viu que o porco ia na direção de Pana, ele sacou uma das flechas com a marcação da suástica que havia guardado em um alforje separado, seria hora de testar aquilo,
ele preparou a flecha mesmo enquanto corria e atirou, talvez conseguisse ao menos fazer o nimal mudar de direção e evitar que Pana se ferisse como Lobo já aparentava estar.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por comoassim71 em Sex Jun 09, 2017 7:45 pm

Pana, apesar de surpresa com o ataque, consegue analisar um pouco a situação. Tinha suas adagas escondidas, mas não teria tempo de saca-las e causariam muito pouco dano à um inimigo daquele tamanho e porte físico. Percebeu que o animal estava focado nela e que seria bom tentar atraí-lo para longe dos arqueiros, que tinham maior chance de derrubar a fera. Por isso, tenta correr e escalar em uma árvore (de aparência forte) enquanto grita:

- PORCO! PALMEIRAS NÃO TEM MUNDIAL!
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por voorhees em Sex Jun 09, 2017 8:33 pm

Percebendo que Lobo levou a pior, Voorhees corre em direção a ela, sustentando o escudo com o braço esquerdo latejando de dor. Ele meio que se atira no chão, próximo a ela, e se vira na direção da criatura que estava correndo para o outro lado, aparentemente visando Pana. * - Isso vai ser um desastre... *

Agachado, ele apoia o escudo no chão e não prepara sua maça. Mantém o braço direito livre, apoiado no escudo.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Leomar em Sex Jun 09, 2017 10:13 pm

Pana corre, o javali corre atrás abrindo a boca para acertá-la com as presas. Por sorte ela descobre que aquelas árvores não ofereciam só frutas, mas uma boa oportunidade de fugir também.

Ela salta subindo em uma e consegue se proteger um segundo antes do monstro bater com tudo no tronco da árvore. Pana usa as forças que tem e que não tem para se segurar, a árvore quase se parte ao meio, ele ainda escabeceia a árvore sacudindo tudo, mas para o bem de Pana, porcos não sobrem em árvores.

Malak, vendo a amiga em perigo, tenta chamar o porco para si, atacando. Ele bate com a espada sem muita técnica, mas apesar de ser relativamente forte, seu ataque é um desastre. Acerta sem ângulo nenhum, e acaba só percebendo que as costas do Javali são protegidas com seu couro muito duro, e ataques assim causam pouco efeito. O animal se vira enfurecido e crava as presas no braço do ex-escravo. Ele não consegue prende-lo, mas o corte é profundo.

Quione e Azrael atacam novamente, mas seja por receio de atacar os outros, seja pela tensão ou só azar mesmo, erram feio. Porém Azrael percebe, com o ataque ruim do amigo, que acertar aquele bicho nas costas não iria matá-lo, só irritá-lo como fizeram. O próximo tiro terá que usar mais concentração.

Malak tomba e rola de lado, ele estava acostumado lutar até a morte com outros humanos, não com um bicho com o dobro de seu peso. Mas o javali é meio estúpido e não sabe qual alvo atacar primeiro, ele olha para Pana e Azrael, e este segundo de distração que permite Malak rolar um pouco mais para longe. Ele ainda era o alvo mais perto, mas o javali presente que Azrael era mais perigoso. Ele raspa o pé no chão e parte gritando para cima do arqueiro.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Exalted em Sex Jun 09, 2017 10:40 pm

Quando o animal se vira para Azrael ele entende que essa pode ser sua última chance, errar o próximo tiro pode custar sua vida. Ele pega outra das flechas com a suástica e poe no arco, respirando fundo ele mira na cabeca do animal que agora enfurecido se prepara para vir em sua direção, ele verga o arco com tanta força que a corda chega a estalar, essa é sua deixa, ele solta a flecha, colocando nela sua esperança de sair deste maldito lugar sem deixar mais nenhum corpo para trás.
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por Moon em Sex Jun 09, 2017 11:35 pm

Quione afasta mais um pouco ficando entre as árvores em um ponto no qual ainda consiga acertar a criatura e novamente atacava, não poderia entrar em panico, o foco era derrubar o animal e depois socorrer os demais.


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Re: Os primeiros passos fora dos muros

Mensagem por voorhees em Sab Jun 10, 2017 4:52 pm

LEITÃO!

Voorhees entende que os arqueiros são a única esperança do grupo contra aquela refeição feroz e vê o animal partir com fúria para cima do Azrael. Com isso, e com Lobo atrás dele, ele se sente seguro para tentar alguma coisa idiota, que talvez, talvez distraia o conjunto de costelinhas e dê nova chance aos arqueiros.

Ele arremessa seu escudo, não pretendendo acertar em cheio o porco, mas querendo criar alguma confusão. Logo a frente do bicho, para que o avanço violento do animal o force a meter a cara e as patas no escudo. Ação idiota e difícil, mas que se der certo vai conter o avanço de muitos igredientes de uma boa feijoada.

Mas como parece que ele lançou mal a coisa, ele já saca sua maça se preparando para fazer alguma coisa útil, para variar...
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Re: Os primeiros passos fora dos muros

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