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    Os primeiros passos fora dos muros

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    Edu
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Sab Jun 10, 2017 7:26 pm

    Lobo se levanta com a cara fechada em silencio. Ela passa ambos os dedos polegares em ambos os cantos da boca e flexiona o seu pescoço para ambos os lados. Não queria abusar muito do seu corpo ela vai se movimentando até o porco do mato e tenta acertar um golpe na cabeça do bicho.
    Leomar
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Sab Jun 10, 2017 9:04 pm

    As coisas começam a ficar tensas. Lobo estava só o bagaço, Malak tinha cortado feio a braço nas presas e Voorhees não tinha conseguido fazer muita coisa. Ele ainda distrai a besta, jogando o próprio escudo para chamar a atenção. Lobo ainda tenta ajudar, mas praticante cai desmaiada.

    Das cinco flechas lançadas, só as duas primeiras o acertaram, e mesmo assim não o pararam. Azrael se concentra em dobro, pois tudo dependia dele, os amigos (será que já podiam se chamar assim?) lhe dão uma pequena vantagem de distração. Saca outra das flechas marcada, entesa o arco e chega a sentir uma energia (como um choque de baixa voltagem) indo de sua mão até o arco, poderia até jurar que por uma fração de segundos viu os enfeites do arco ficarem mais claros.

    Um enorme estrondo assusta todos. Até Lobo que estava pra perder a consciência desperta. O que seria aquilo? Novos raios da morte?

    Não foi um raio, mas ao sair do arco a flecha faz um @#$% barulho que chegava a parecer um raio. Azrael acerta o javali, que grita. Não um grito como das primeiras vezes que foi atingido, mas algo muito mais agonizante, ele estrebucha como se a flecha tivesse queimando. Demora vários segundos até expirar de vez. A agonia é tanta que se ele não os tivesse tentado matar talvez até ficasse com pena dele.

    Vocês demoram um tempo para ter certeza que tinha acabado mesmo. Parece que a única ameaça imediata tinha sido de fato o porco.

    Ao redor da última flecha que o atingiu tem até um tipo esquisito de gosma escura, e a carne ao redor da flecha foi destruída de uma forma bizarra, parecendo ter apodrecido (mas o resto da carne aparentemente não foi afetada).

    Lobo e Malak estavam bem feridos, Lobo não tinha certeza se quebrou algo no braço ou perna, mas tudo doía muito. Voorhees também estava com o lado esquerdo (braço do escudo) todo dolorido, mas sabia que se recuperaria depois (ou assim esperava).

    Só Pana conseguiu evitar bem o combate, só se arranhando nos galhos da árvore.

    Todos estão sobre efeito do susto ainda, mas ao que tudo indica, não serão atacados novamente.
    Moon
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Sab Jun 10, 2017 9:24 pm

    Quione chegava mais perto da criatura morta e sorria comeria muito bem hoje, no mais foi dar uma olhada nos demais, ajudou a erguer a jovem de cabelos brancos e coloca-la na carroça assim como ajudou o rapaz a deitar-se lá, deixou o resto com quem tinha alguma noção em primeiros socorros no mais oi até a carcaça da criatura preparar o churrasco ou desossar o animal e levar sua carne embora.


    OFF: Comidaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa, muita comidaaaaaaaaaaaaaaaaaaa...
    voorhees
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Sab Jun 10, 2017 11:41 pm

    Depois de conferir que o suíno estava realmente morto e de recuperar o escudo, Voorhees dá uma olhada nos dois que machucaram mais. Não é nenhum especialista, mas já viu um ou outro se ferir em combate ou no trabalho pesado. Escravos não trabalham em boas condições e remendar um corte ou colocar um osso de volta no lugar é uma experiência razoável para um capataz.

    O mestiço de cabelos brancos e olhos amarelos, porém, não é muito vivido e nunca se destacou por prestar cuidados assim. Sua vantagem era mais por experiência, que embora não fosse tão vasta assim o mantinha racional frente a um sujeito cuspindo sangue e urrando de dor.

    Ver Lobo e Malak naquela situação lembrava terríveis acidentes que presenciou e ele foi pouco além de ajudar a repousá-los na carroça e limpar os cortes. Água, descanso e ossos em repouso. Nenhum conhecimento de ervas ou amenidades que diminuiriam a noção de dor. Nesse sentido, só conhecia o álcool, que não era disponível. Finalmente, se os moribundos não fossem muito resistentes, poderia ver a dimensão dos estragos, procurando por coisas quebradas ou fora do lugar.

    OFF:
    Dados?
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Seg Jun 12, 2017 7:54 pm

    off:
    Bom, vou responder em off e spoiler para não atrapalhar o jogo e porque talvez outros estejam esperando o resultado para dizer algo.

    Não precisa de rolagem para perceber o óbvio, e por enquanto o óbvio é quase a única coisa possível, e é o seguinte:

    Lobo tinha sido pisada no braço e pernas e possivelmente tenha quebrado um dos ossos longos. Se fizer um teste na base da pressão poderá sentir caso um fêmur ou tíbia dela estejam quebrados. Não precisa de rolagem, mas a análise é dolorosa, e ela pode ou não permitir isto (ou você pode meter a mão mesmo que ela não permita, são hipóteses, não sugestões, cada jogador sabe dos seus personagens). Fazendo ou não uma análise, o melhor para ela por enquanto é ser o máximo possível imobilizada, então você poderia providenciar uma ou mais talas para ela, não precisa de experiência para algo assim. Quione já se prontificou a colocá-la na carroça, o que também é uma mão na roda. Caso Lobo tivesse ferimentos interno, não têm o que possam fazer, então além das talas só pode limpar os ferimentos externos dela.

    Já Malak o problema maior era o braço, pois levou uma mordida feia. Como ele é forte, aguentará a dor, mas aquilo pode complicar-se. A primeira coisa a se fazer é limpar o ferimento, isto também é fácil. Porém pelo que percebe provavelmente ele precisaria ou de costurar aquele ferimento ou cauterizar, e aí é bem provável que vocês não tenham experiência (ou talvez até tenham, já que muitos homens se machucavam perto de vocês, talvez o próprio Malak fosse capaz de dar uns pontos em si mesmo se tivesse ferramentas certas), o segundo problema é que vocês não tem ferramentas próprias. Poderiam até improvisar algo com as ferramentas de Quione ou algo assim, ou poderiam tentar algo criativo, aí quem sabe eu libero alguma coisa...

    Bom, isto é o óbvio e não precisa de rolagem, mas vou fazer uma rolagem assim mesmo, não para ver se consegue fazer algo a mais, mas para ver se o que conseguir fazer será eficaz, poderia ser o teste sem perícia de sobrevivência ou medicina, mas os alvos são muito baixos, então não espere muita coisa.
    Leomar efetuou 2 lançamento(s) de dados (d10.) :
    6 , 6

    Por fim eu disse que o óbvio é QUASE a única coisa que pode perceber, maaas há algumas percepções não muito naturais que talvez você possa usar no instinto, só que como sou muito mau não vou contar como funciona, mas pode fazer um teste assim mesmo, se funcionar eu digo o que aconteceu. O alvo é baixo também, mas em compensação o erro não causará grandes problemas, por enquanto.

    No mais todos que se feriram vão ter que esperar um tempo para ir se recuperando, e farei testes de vitalidade quando for preciso.
    voorhees
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Ter Jun 13, 2017 8:41 am

    OFF:

    Bom, vou responder em off e spoiler para não atrapalhar o jogo e porque talvez outros estejam esperando o resultado para dizer algo. [2]

    Não sei se outro personagem sabe se virar com algo perto de primeiros socorros, nosso amigo de ex-capataz não é. Por outro lado, assim como Malak e muitos outros, quem está acostumado a bater e a apanhar tem alguma experiência com isso.

    Finalmente, limpeza e imobilização é quase tudo o que  Voorhees se propõe a fazer. Na avaliação de Lobo ele tenta saber se tem alguma coisa fora do lugar, mas não vai muito além do excesso de dor ou de resistência da vítima. Se ele perceber algo a mais, que seja. Mas vai acreditar que se houver excesso de dor, tem algo pior do que parece.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Ter Jun 13, 2017 2:23 pm

    AZRAEL



    Durante alguns minutos Azrael ficou atônito com o que aconteceu, não acreditava no que conseguiu fazer, mas o grupo estava a salvo, pelo menos do perigo imediato, todos se ajudaram durante o ataque, mesmo sendo em grande parte desconhecidos, algo estava mudando, ele começava a se importar com os outros e eles também pareciam fazer o mesmo, ainda que essa não fosse a natureza dos ex-escravos.

    Azrael pegou de volta as flechas que atirou, não havia dúvidas de que continham algum tipo de magia, ele verificou se ainda poderiam ser usadas novamente, em caso positivo voltariam para a aljava.

    Ele ajudou como pôde com o porco, cortando meio sem jeito o que Quione pedia e carregando quando necessário, ele também ajudou a colocar Lobo na carroça, ela era a mais ferida do grupo, talvez precisasse de cuidados que não receberia ali, mesmo que o grupo estivesse cansado, não poderiam se demorar muito pra ir até a cidade.

    Enfim, se sentou com os outros à roda do fogo para comer o fruto de tanto trabalho, mesmo não tendo ainda parado por muito tempo pra conversar com os outros ele tenta falar um pouco sobre o passado, achar pontos em comum com aquele grupo que junto foi responsável por manter todos vivos, se estivessem sozinhos nessa situação com certeza nenhum deles teria sobrevivido.

    Ele levou carne para Lobo que devido aos ferimentos não podia se mover livremente, falou um pouco sobre comidas e como elas eram terríveis na cidade prisão, puxando algum assunto com o que veio à mente.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Qui Jun 15, 2017 8:47 pm

    Lobo acabou se deitando no chão fazendo uma cara feia de dor. É quando o sangue esfria que a dor piora, diziam a pessoas. Olhou para cima tentando respirar de forma mais lenta para suportar melhor a aflição.

    - Ervas, me traga elas. Tem algumas que aliviam a dor, eu trabalhava com a botanica. Conheço elas, talvez naquela torre tenha algo sobre, não lembro os nomes, mas conheço de aparência - diz ela para Vorhees, de forma pausada e lenta de forma a acomodar a fala com a dor.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Qui Jun 15, 2017 9:42 pm

    R.S.Oc:
    Deixa fazer uns testes aqui pra ver como tá a coisa.
    Leomar efetuou 2 lançamento(s) de dados (d10.) :
    2 , 10
    Leomar efetuou 2 lançamento(s) de dados (d10.) :
    6 , 4
    Leomar efetuou 1 lançamento(s) de dados (d12.) :
    12

    Apesar de terem se afastado apenas algumas centenas de metros da torre, vocês não conseguem vê-la novamente (e portanto não conseguem voltar pra lá), as plantas que existem por ali são todas diferentes das que conhece, mas vocês podem improvisar por similaridade e torcer para dar certo.

    Há algumas flores e folhas que poderiam ser misturadas e amassadas e, com sorte, fariam um efeito benéfico. Vocês podem ou amassá-las numa pasta e aplicar sobre o corpo ou fazer chá. Nada impede de fazer as duas coisas.

    obs.: editei aqui e acabou que os dados foram modificados, mas tinha dado 17 e 6. Como a Pana também tem um leve conhecimento de plantas (pelo menos sobre venenos) fiz o teste para as duas, uma falhou a outra acertou, então não importa qual acertou, no final vocês conseguem fazer uma pasta e/ou chá que, se não recura, pelo menos ajuda diminuir a dor.
    Moon
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Sab Jun 17, 2017 10:30 am

    Quione ajudaria a procurar tal erva -mate para ajudar a criatura quase morta no chão.Coitada tão novinha e já perto da morte não aproveitou quase nada da sua liberdade ganha.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Dom Jun 18, 2017 12:01 am

    Com a Lobo instalada na carroça, Pana prepara alguma coisa, esperando que as plantas da região ajam como as que ela conhece, e misturando com algumas algas que ela tinha pego antes de sair da cidade-prisão.

    Enquanto isto outros preparam o Javali para o lanche. Misturando a carne dele sem sal com a carne salgada da pra dar uma balanceada. Lobo é servida na carroça para não ter que mover muito.

    Todos comem bem, principalmente Quione que estava muito abaixo de seu peso natural.

    Não havia como evitar que a carroça sacolejasse enquanto andavam, mas Lobo aguenta. Você vão devagar, e antes do dia acabar, são presenteados com a visão de água corrente. Era um pequeno riacho, mas vocês nunca viram tanta água limpa assim correndo no chão, pois a parte que tinha água na cidade-prisão era de pântano.



    A água tinha um gosto levemente mineralizado (óxido de ferro e bicarbonato de sódio, mas pouco) algo novo, mas agradável. Vocês bebem, enchem os cantis e aproveitam para lavar-se e até banhar-se (da maneira que puderem).

    Todos se sentem levemente melhores depois disto, até Lobo sente as dores diminuírem um pouco pela ação da água fria. Mas Voorhees quem mais se sente reanimado (ele tinha sido atingido por raio azul).

    O lugar parecia ótimo para passar a noite, Azrael porém observa que não seria bom acampar tão perto da água, pois se havia tanta água pura num lugar assim, ela deveria atrair tudo que é tipo de bicho. Por prudência vocês concordam e buscam um lugar mais isolado entre as árvores, mas que daria para dar mais uma passada no riacho na manhã seguinte.

    A noite ia ser novamente fria, mas não tão fria como no deserto, e como a água poderia atrair visitas indesejadas, o fogo também chamaria muita atenção, assim vocês têm que manter a fogueira baixa. Por sorte ainda têm barracas que esquentam o suficiente (embora não totalmente). Uns se enrolam nos panos que tinham trago, outros ficam seu turno perto do fogo baixo, Quione novamente dorme junto com os lagartos gigantes pois não cabe na barraca (também os semëks são macios e a troca de calor é agradável para eles também.

    Ainda que Malak tenha dito que aguentava vigiar um turno, vocês acham melhor que ele e Lobo fiquem a noite toda nas barracas (não necessariamente juntos, pois tinha duas barracas, e vão ter que revesar mesmo, mas se quiserem...)

    A observação feita por Azrael se mostrou mesmo prudente, pois alta horas da noite um grupo de humanos passa perto de onde vocês estavam, buscando a água.

    Está um tanto escuro, e como vocês vigiam em turno só tem um ou dois de vocês acordados. De longe parece que o grupo é composto por cinco homens, um deles mais jovem, aparentemente nenhuma mulher. Eles não viram vocês, mas está escuro e não conseguiram saber muito do grupo deles a menos que alguém vá lá espiar.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Seg Jun 19, 2017 8:36 am

    Cansado do dia anterior Azrael quase dorme algumas vezes durante seu turno de vigia, e pra evitar realmente cair no sono, ele se levanta e caminha em volta do acampamento algumas vezes, em uma destas vezes ele ouve passos na direção do riacho, com algum tempo ele distingue que são pessoas e não animais, então volta ao acampamento em silêncio e alerta o outro vigia deste turno.

    - Eu vou lá checar se é um grupo grande ou se representam algum perigo, se eu demorar, acorde os outros.

    Azrael anda por entre as árvores fazendo o mínimo de barulho possível, não pretende ser visto, nem se aproximar demais, só o suficiente pra ver quantos são, e as armas que portam, ele vai com o arco atravessado no peito, com a corda na frente e a haste nas costas, assim não representaria perigo caso fosse visto.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Seg Jun 19, 2017 3:00 pm

    R.Oc. off:
    Cara, tentei jogar algo fácil, mas os dados odeiam vocês. Peguei 1D20 aqui e falei, qualquer coisa até 16 ele passa. Talvez um 17 até desse pra ir raspando, mas caiu 19. Pensei em esperar os outros, mas como já foi visto não tem muito sentido, então vamos lá:

    O grupo tinha parado ao lado do veio d'água, e parecia tranquilo, talvez até cansados. Azrael tenta se aproximar devagar para não chamar a atenção.

    Eram cinco, todos humanos de pele clara, estavam armados (quase todos) e com armaduras de couro, o que mostrava que eram homens que saberiam se defender. Apesar de um pouco sujos, dava para ver que as roupas eram de boa qualidade. Um deles era mais jovem, deveria ter 15 anos ou no máximo 16.

    Azrael teria conseguido voltar para seu acampamento sem dar o alerta, se um dos humanos não tivesse um "cachorrinho" de estimação. Quando Azrael já estava quase se virando para voltar, o animal começa rosnar baixo.

    - Hey! Kio okazis, Knabo? Kion volas vi? (Hey! O que foi, garoto? O que você quer? Azrael percebe que o dono do cão falava Esperanto)

    Ele fareja o ar e se vira para onde estava Azrael, começa então latir alto, e todos os demais humanos desta vez prestam atenção no cachorro. Eles sacam as armas antes mesmo de verem Azrael, mas em pouco tempo todos já viram o arqueiro e um deles, de cabelos brancos e compridos já se afasta do resto do grupo sem dizer nada, provavelmente já para verificar os arredores.

    - Kiu venas tie? (Quem vem aí?)

    obs.: ignorar os fundos, ver só os personagens.




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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Seg Jun 19, 2017 4:16 pm

    Off:
    Meu esperanto tá com mais de 5 anos de ferrugem, então nem vou arriscar, mas considere que todas as falas nesse post estão em esperanto.

    - Boa noite senhores, não procuro problemas.

    Ele sai de entre as árvores com as mãos levantadas, se movendo lentamente.

    - Ouvi os passos de vocês e vim verificar do que se tratava, numa hora dessas nunca se sabe o que esperar vindo da floresta...

    Azrael dá um ou dois passos curtos ao sair de trás das arvores, enquanto fala, apenas para ficar visível, não se aproxima de ninguém do grupo, e direciona a resposta os que fez a pergunta, olhando os outros quando termina de falar, sem encarar por muito tempo, só verificando armas de curta ou longa distância e porte físico de todos.
    voorhees
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Seg Jun 19, 2017 8:46 pm

    Ouvindo a barulheira, o meio-demônio fica atento, agitado.

    Desde que chegaram ao riacho ele está diferente, claramente satisfeito. Aquilo era incomum para ele e para os demais. A água fazia um bem verdadeiro para Voorhees e isso o manteve disposto durante a noite. Ao notar a presença de outras criaturas próximo ao curso d'água ele sentiu uma pontada de raiva, de indignação. Teve o pensamento absurdo de chamá-los de "invasores", como se tivesse o menor argumento para considerar que havia alguma "posse", especialmente sobre uma correnteza daquelas. Mas esse era o sentimento dele, e defender aquilo era o certo a fazer.

    Avaliando a situação de Lobo, um pouco melhor talvez, e encarando Pana, o cabelos-branco chamou Malak com um gesto brusco e falou apenas com a centaurina. - Azrael pode ter encontrado problema. Se estiver tudo bem, fique de olho mas fique por perto das carroças e do acampamento. Eu e o grandão aqui podemos nos adiantar e apoiar o garotão lá.

    Voorhees espera a resposta de Quione mas quer seguir em frente com o escudo firme no braço esquerdo, mas não em posição defensiva. Ele também não vai carregar a maça e sugere que Malak também siga desarmado, mas atento. A ideia é não se aproximar muito e nem com agressividade ou rapidez, é só mostrar que o bom arqueiro não está sozinho como presa frágil.
    Moon
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Ter Jun 20, 2017 9:38 pm

    O dia foi produtivo além de comer bem sem pensar duas vezes tomou um bom banho sem contar que aproveitou para lavar sua muda de roupa também. Com os demais confirmou que participaria da vigia do acampamento (não queria), como sempre foi dormir perto das montarias um costume que levaria algum tempo para perder ou não.


    Acordada antes do seu turno Quione não questionou seu companheiro de fuga, ficaria no "acampamento". calada tentou usar seu faro para encontrar o Azrael, criaturas ou alguém além do rapaz. já com arco em mãos procurando um alvo qualquer na escuridão bastava perceber o mesmo pelo faro. ficou movimentando-se furtivamente na medida do possível, para não incomodar as montarias. entre carruagens e barracas, antes alertou que Pana e a outra jovem com nome de animal a pegar armas e ficar com elas em mãos e dentro da barraca escondidas.


    OFF: Usar faro para encontrar o grupo. Ficar ali andando pelo acampamento já com arco em mãos.

    Edu
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Qua Jun 21, 2017 10:05 am

    - Tudo bem, vai lá, não é como se eu pudesse ir a algum lugar - Falou Lobo deitada na carroça.

    Ela nem sabia que osso tinha quebrado ainda, não podia nem se preocupar direito se Azrael tinha tido problemas ou não.
    comoassim71
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Qui Jun 22, 2017 8:38 pm

    OFF: Gente, desculpa atrasar o jogo! Tive várias coisinhas que tomaram demais o meu tempo e não consegui entrar. O fato do fórum abrir muito mal no celular também não ajudou. Enfim, desculpa.

    Por vários motivos, Pana não curte muito a ideia de ficar escondida na barraca para ser protegida pelos homens e pela centaurina. Primeiro: Se esconder na barraca era, no mínimo, contraditório. Que tipo de idiota não veria uma barraca montada no meio da floresta perto de uma fogueira e alguns semeks? Segundo: Podia muito bem se defender sozinha. Talvez não em um contato aberto, mas saberia se virar. Ao mesmo tempo que pensava isso, Pana percebeu que não podia deixar a "simpática" Lobo sozinha naquele estado. Resolve então pegar um pano escuro para usar de capa e sair e se esconder na mata, o mais próximo da barraca impossível, para atacar de surpresa caso alguém não fosse burro o suficiente para passar reto pelas barracas ali.
    - Se precisar de mim, estarei por perto. É só falar um pouco mais alto que eu te escutarei e com essas palavras sai da barraca.
    Leomar
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Qui Jun 22, 2017 10:11 pm

    Azrael ia na frente, tentando mostrar confiança. O outro grupo naturalmente o analisa, e ele faz o mesmo. Ao verem Voorhees e Malak se aproximando eles levantam as espadas, mas abaixam em seguida ao verem que estavam desarmados.

    - Kiom da vi estas? Kaj kion vi serĉas? - Pergunta o homem com um tabardo azul (Você estão em quantos, e o que procuram?)

    Voorhees e Malak não entendem, mas percebem que por sorte Azrael parecia entender o idioma daqueles homens. Eles seguem andando devagar, até ficar do lado do arqueiro.

    Azrael tem as seguintes impressões:

    O rapaz mais jovem parecia o mais confiável, parecia apenas surpreso de encontrar alguém ali uma hora desta e mantinha a espada empunhada, mas algo em seu semblante parecia demonstrar que não gostaria de atacar. O rapaz de tabardo azul também parecia alguém razoável, pelas roupas e por ser um dos primeiros a falar, TALVEZ fosse o líder entre os demais. O careca era meio impossível saber o que esperar, sua postura corporal e facial eram defensivas, mas neutras. O homem com o cachorro estava ocupado segurando o cachorro, então também não dava para ter uma "leitura" boa, o cachorro por sua vez parecia esperar só uma ordem para atacar.

    - Calma Bonitinho... Calma Bonitinho! - Dizia o homem para o cachorro.

    Por fim o homem de cabelos brancos, que se afastava do resto do grupo, era o que tinha a cara mais fechada. Não parecia amigável. Ele vai se afastando pela direita, com isto, caso Azrael, Voorhees e Malak ficassem prestando atenção no resto do grupo, perderiam ele de vista, se prestassem atenção nele, não poderiam prestar atenção no grupo.

    O homem de cabelo branco deveria ter uma posição de batedor ou rastreador, e, ou iria atrás de outras pessoas do grupo de vocês, ou iria se posicionar atrás dos três para caso precisasse atacar.

    Claro que isto tudo são impressões primárias e não muito confiáveis, pois Azrael tinha poucos argumentos confiáveis para analisar, e tudo depende de sua intuição ou seu preconceito, mas a impressão que teve foi esta.

    Quione se prepara, ainda estava longe mas conseguia ver, além dos seus três amigos, um humano que falava com Azrael (o cara do tabardo) e outro que estava começando a se esconder na mata. Não conseguia mira para os outros àquela distancia e com aquela luz fraca das luas.

    Spoiler:
    Fiz um R.Oc. de faro e não saiu nada, porém o alvo da rolagem era alto, pois não há muito para se conseguir usando o olfato no momento, já que tanto eles como vocês já se denunciaram pelo som mesmo. Lembrando: o olfato dos centauros é melhor que dos humanos, mas bem inferior ao de cães e cavalos. Não precisará de outra rolagem de Percepção a não ser que faça uma ação menos óbvia e mais focada, como tentar "caçar" o cara que se afasta do resto do grupo deles. O alvo seria alto, já que o outro já deve ter experiência, e você não.

    Pana não consegue enxergar ninguém do outro grupo aquela distância. Se aproximasse de Azrael ela se faria ser vista, se não quisesse isto teria que se aproximar pelos cantos. Ela percebe que os homens falam Esperanto. Por enquanto nada demais, só perguntaram quantos são e o que buscam.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Sex Jun 23, 2017 8:40 am

    Azrael


    Azrael acreditava não estar entre inimigos, mesmo que esta fosse uma impressão errada, era a única que ele tinha no momento, então, quando Voorhees e Malak se aproximam, ele os percebe com a visão periférica, e apenas estica uma das mãos que estava levantada, num gesto de “calma, sem perigo”, após a dura luta contra o porco domato eles não estariam mesmo em condições de lutar, aquilo inclusive foi uma prova de que eles não seriam páreo para um grupo como o que estava à sua frente, mesmo que estivessem em plena forma.

    - Estas ses, ni iras al Dafodil, sed ni havis iun malsukcesoj kaj ni devas halti ĉi tie, unu el niaj amikoj vundis apron. (Somos seis, estamos indo pra Dafodil mas tivemos alguns contratempos e precisamos parar aqui, uma de nossas amigas foi ferida por um porco do mato)

    Azrael falou com calma, se dirigindo somente ao homem que o questionou, a esta altura, e com um deles se afastando para fazer o reconhecimento, esconder os fatos não iria ser de nenhuma utilidade, eles iriam descobrir cedo ou tarde, então seria melhor não ser tachado de mentiroso.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

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      Data/hora atual: Dom Out 22, 2017 6:09 am