Um fórum de RPG online no formato de PBF (Play by Forum).


    Os primeiros passos fora dos muros

    Compartilhe
    Edu
    Semi-Deus
    avatar
    Semi-Deus

    Mensagens : 6547
    Reputação : 4

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Ter Maio 02, 2017 12:14 pm

    Lobo se sente melhor depois de finalmente conseguir algo decente para vestir no corpo,ela faz um sinal de agradecimento ao homem de cabelos branco também, mas não se pronuncia depois Lobo era de poucas palavras. Com ajuda do bastão que tinha achado ela vai caminhando até as carroças. Faz um afago na cabeça do lagarto Semek e ficou perto do animal em silencio. Não tinha parte a toma na discussão sobre para onde ir, apenas iria. Possuía consigo arma, comida e roupa não precisa de mais.

    Ainda fazendo um carinho na cabeça do lagarto ela fala perto do ouvido do bicho:

    - E você rapaz quer ir para onde?
    Leomar
    Tecnocrata
    avatar
    Tecnocrata

    Mensagens : 457
    Reputação : 7

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Ter Maio 02, 2017 6:18 pm

    Nossos ex-escravos começam planejar o que fazer, para alguns como Quione e Lobo cada minuto de planejamento era uma bênção, onde podiam alongar braços, pernas e patas, sentindo os ossos estalarem (Quione sente até os ossos do rabo estalarem, ela nem sabia que isto era possível). Cada minuto a mais era um minuto se recuperando.

    Embora alguns soubessem ler, ninguém consegue interpretar o mapa encontrado (a menos que alguém tire 13 num d12), se vocês não sabiam onde estavam, não sabiam para onde poder ir, além disto o mapa tinha coisas totalmente estranhas como "Rio da Serpente", nenhum de vocês tinha o menor ideia do que seria um "rio". Não havia nenhum ponto escrito "cidade-prisão" e ainda pior, havia mais de um ponto anotado "prisão" além disto, todas as direções levavam a um tal de "Dolĉamar", vocês também não tem ideia do que seja isto, embora quem fale Esperanto entenda que é alguma coisa doce. Uma coisa fica claro, a cidade-prisão não era a única cidade do mundo, e se haviam cinco ou mais cidades como aquela, então Akaŝa era muito maior do que vocês pensavam. Seja como for, vocês levarão o mapa com vocês, muitos sentem que ele haveria de ser útil (ou pelo menos o peso dele era bem pequeno).

    Enquanto observa os demais, depois de instigá-los a não demorar, Pana experimenta a poção que tinha visto sua antiga dona tomar algumas vezes. O gosto não é dos melhores, pense em algo como um conhaque de segunda ou uma vodca de terceira, armazenados num barril de madeira de quarta, o gosto era mais ou menos aquilo. Se os raios já tinham acelerado a pulsação de Pana, aquilo faz disparar ainda mais seu coração, e sua mente fica como se tivesse mesmo bebido algo alcoólico forte, embora não afete suas funções motoras. Ela sentia alguma "coisa" diferente, como se fosse outro sentido que nunca tinha usado. Além disto ela vê, em volta de todos e em todas as direções, luzes se movendo nas cores branca, negra e verde, as mesmas dos raios. (pense na aurora boreal, seriam luzes parecidas, só não coloquei nenhuma foto pq não tem do deserto, mas era tipo aquilo) Esta luzes ficam visíveis apenas por um minuto, embora nos minutos seguintes ela veria flashes de luzes. Talvez a poção fosse meramente alucinógena, mas não dava para ter certeza, ainda.

    Os semëks estavam bem, assim como os sobreviventes não pareciam ter qualquer ferimento, a carroça-pipa seria amarrada em um deles, pois a água pesa demais para a centaurina, portanto sobra o outro. Eram animais bem domesticados, embora estivessem um pouco nervosos, mas se via que não estressariam com nenhum de vocês, o que era bom.

    Pana e Voorhees começam organizar uma das carroças, ela com roupas e poções, ele com algumas armas extra e comida, e também tem a ideia de levar uma ou duas barracas.

    Outras verdades:
    Por enquanto, qualquer um que der qualquer ideia primeiro poderá despontar como líder, queira ou não, mas isto não é importante agora.
    Lâminas retorcidas ok, chicote ok, mas chain whip tem o mesmo problema da kusarigama, não dá para ignorar que são armas marciais, embora pareça que tenha muitos tipos diferentes de chain whip, mas é como eu disse, se quiser encontrar uma das duas, não é difícil, mas vou pedir testes, se os dados ajudarem bem, se não ajudarem... elas vão te atrapalhar.
    De todas as vezes que fiz esta aventura, é o primeiro que lembra de levar barracas, parabéns.
    O 8 garante que conseguiu sem muito esforço achar algumas armas simples, mas boas, além de alguma boa maça que você separará como "sua", vou considerar que colocou mais quatro arma para o grupo na carroça, ali tem de tudo que é tipo, se não quiser escolher, eu escolho depois, e pela boa interpretação vou colocar na carroça uma pequena caixa de itens básico que todos esquecem: uma corda, pederneira, panela e mais alguns itens pequenos.

    Quione também tinha algumas ferramentas pessoais, martelo, pregos, cadinho... não eram muita coisa, mas certamente dariam conta de dois ou três imprevistos pelo caminho. Ela também observa o arco composto metido a besta que Azrael lhe passa, parecia bom apesar de metido a besta.



    alguns off:
    No tópico anterior o Azrael tinha achado algumas poções (provavelmente) de cura e lhe oferecido uma, você ainda não disse se aceitou ou não. Você sabe que provavelmente, mesmo se a poção seja boa, não deve fazer tanto efeito sobre você (uma das características de sua raça) mas se for provar, depois eu faço um teste de vitalidade, mas já garanto que, como ele tem um pouco de conhecimento, mal ela não deve fazer.
    Não ficou ainda claro se parte do grupo vai ou não ir na frente, estou considerando que os outros estão arrumando coisas em UMA das carroças, caso te deixem para trás, poderá arrumar a outra com calma e como quiser. Mesmo se separarem-se, será fácil seguir o rastro dos outros por enquanto, então você poderá sim recuperar esta distância depois, como a Pana sugeriu, mas vamos ver o que os outros vão fazer.

    Azrael apesar de não ser tão bom conhecedor de joias como Pana parecia, sabe que ouro é amarelo e começa preparar uma bolsa com coisas de metal amarelo, provavelmente de ouro, isto depois de escolher seu arco e uma boa roupa, de qualidade que nunca vestiu antes.

    outro off:
    Apesar das flechas do símbolo estranho serem "menores que as normais", tecnicamente todas encaixam bem no arco, as menores só seriam (talvez) um pouco menos eficientes a longa distância, porém devo deduzir que preferiu as marcadas com uma suástica, né?
    Caso queira escolher flechas não marcadas, pode escolher o tipo de madeira (flexível, dura, mogno, cerejeira, ébano) vale qualquer tipo de madeira que possa pensar, SE as flechas forem mágicas (não da pra saber ainda) isto pode fazer diferença, embora você não saiba, mas sendo um arqueiro você talvez já tenha uma preferência por madeira mais densa ou mais macia, etc.

    Malak já tinha pego o que queria, e ajuda os outros. Até o momento é o único a sugerir outro caminho.

    O semëk não responde a pergunta de Lobo, agora com sua nova toga branca, botas e luvas, ele apenas lambe as mãos dela, aceitando o carinho feito, parece que ele gostou dela.

    offzinho:
    Baralho de tarô é bem específico para um 8, mas por enquanto o tempo vale mais que a sorte, aparentemente a maioria prefere esperar um pouco mais, se você for uma das que esperar mais trinta minutos ou uma hora com a centaurina, então uma caixa com um baralho de tarô relativamente antigo (no tarô cartas antigas valem mais que novas, pois receberam alguma energia já) embrulhado num fino lenço de cetim rosa vai lhe chamar atenção.
    Mas se for das que prefere sair o mais rápido possível, então encontra no máximo um saquinho com runas.

    Nada mais irá acontecer enquanto estiverem parados. Comida pegaram bastante (embora a variedade se resuma quase exclusivamente a carne seca ou carne dos semëks mortos e alguns poucos grão, isto se ninguém resolver pegar pedaços das carnes dos demônios e humanos mortos) cantil não adianta pegarem muitos, só um para cada, não esqueçam que vocês estão levando uma carroça-pipa cheia que dará, na pior das hipóteses, para três dias pro grupo todo sem racionamento nenhum.

    Vocês já começam também escolher algumas coisas "para vocês" (como as roupas e armas melhores) e para o grupo, pensem que, quem está pegando joias talvez não pretenda dividir com os demais no futuro, então tenham certeza que já pegaram o que queriam. Levem em consideração que itens banais podem ser necessários, já acrescentei corda, pederneira e panela, mas podem pensar em outras coisas se quiserem, lembrando que peso tem custo/benefício.

    Vocês tem que ser unânimes na escolha da direção, nada irá acontecer enquanto não decidirem isto também. A Quione estará pronta para carregar a carroça em meia hora, embora em ritmo lento, mais uma hora e ela conseguirá carregar quase normal.
    comoassim71
    Investigador
    avatar
    Investigador

    Mensagens : 53
    Reputação : 0

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Ter Maio 02, 2017 8:05 pm

    Pana não estava acostumada a dar ideias e, portanto, não sabia como se sentiria incomoda por ter sido ignorada. Mas as coisas são o que são, fazer o que?

    -Ok. Vamos esperar até todos estarem em boas condições. Se todos os caminhos levam para o mesmo lugar, seguir para Norte deve ser o caminho mais curto. Eles acharão nosso rastro, não importa a direção que tomarmos. Só temos que ser mais rápidos que eles.

    Ao perceber que Quione poderia consertar as carroças caso algo dê errado, Pana pergunta de quais materiais ela precisa e ajuda a junta-los. Se sobrar tempo, vou juntar mais um pouco de joias ou qualquer outra coisa que sirva como dinheiro rápido e/ou suborno se formos encontrados.

    off:
    Vou deixar uma porção das jóias e dinheiro nas carroças e uma parte comigo, em segredo do grupo
    voorhees
    Samurai Urbano
    avatar
    Samurai Urbano

    Mensagens : 136
    Reputação : 7

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Ter Maio 02, 2017 10:33 pm

    - Não entendi nada aqui... - Voorhees apontava para o mapa. - Mas tem um punhado de lugares-problema por aí. - Ele indicava as representações de cidade que poderiam ser semelhantes à cidade-prisão deles. - Não sei se alguém vem atrás de nós mas, uma hora ou outra, vamos encontrar problema no caminho. - Ele falava a todos, num tom quase depressivo de tão desanimado. Ainda não aprendeu a curtir a liberdade.

    - Um lagartão para a carroça pipa, o outro com barracas, roupas e umas tralhas. Nossa cara centaurina pode puxar comida e algumas armas, talvez essas jóias e moedas que Pana conseguiu, além de ferramentas, o que acham? - O meio demônio falava a ninguém especial, talvez falasse alto apenas para organizar as próprias ideias. Ainda olha para o híbrido que recolheu dois arcos. - Se Azrael diz que os semëks estão bem, acho que nossa marcha pode dar certo.

    - Eu também prefiro o norte Pana. Mais alguém acha que o oeste é uma boa escolha? Entendi que quer ver alguém se aproximando Malak, mas com esses bichos enormes e carroças, quem quiser nos caçar, vai nos caçar. Não vai ser difícil ver que é um grupo miseravelmente pequeno. Nossa melhor sorte, eu acho, é sair dessa terra condenada. - Ele olha novamente para Pana, que queria já ter ido embora e acrescenta. - Quando estivermos todos em condições, certo?

    Carroças:

    Um lagarto com a pipa;
    Um lagarto com duas barracas, roupas, cordas, panelas, pederneira, algo para alimentar fogo / luz (lenha, óleo, sei lá);
    Uma centaurina com ferramentas, comida, poções, jóias e armas (por conta do mestre);
    Registrem o que acharem pertinente. Mestre, obrigado pelas panelas!
    Temos direitos a dois estepes talvez?

    Verdades absolutas:

    Voorhees está muito satisfeito com amaduras, escudo e maça. Pega um chicote e uma faca não vagabunda para se sentir feliz e concorda que não é um artista marcial. Na mochila, alguma roupa simples, não armadura, uns panos para a noite fria, comida e um cantil. Não vai juntar jóias ou coisas do tipo. Se conseguir um chapéu ou coisa do tipo, vai se amarrar. Uma capa com capuz vai muito bem. Gasta todo o tempo restante se dedicando às carroças, ajeitando, distribuindo peso, conferindo amarras e pensando em outros itens que podem ser úteis.
    Ele não tem pressa. Fica uma hora nessa aí de boas. Preocupação maior com frio/calor agora que fome/sede estão sob controle.
    Exalted
    Tecnocrata
    avatar
    Tecnocrata

    Mensagens : 391
    Reputação : 15
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/411.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1011.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/212.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Qua Maio 03, 2017 9:01 am

    AZRAEL




    Azrael juntou o que conseguiu de ouro e jóias e levou em um saco de volta para a carroça - Acho que isso vale alguma coisa - disse a quem estava próximo enquanto colocava o saco cheio na carroça mais vazia até o momento, ele aproveitou também para separar as mais leves entre as flechas não marcadas que encontrou, madeira de cedro preferencialmente - flechas mais leves vão mais longe e nos dão uma vantagem em nossa atual situação. - juntando as que carregaria na aljava e separando as demais junto com as armas que o grupo juntou, manteve consigo também as flechas marcadas com a suastica, as outras entregou para Quione junto com o arco composto.

    Ele considerou também que a noite traria ventos mais frios e procurou capas e cobertores mais grossos, morrer de frio após escapar seria uma estupidez, ele juntou os que encontrou e pôs junto das barracas, separando também alguns trapos e madeira que pudessem ser feitos de tochas para melhorar a iluminação à noite.

    - Se encontraremos problema em qualquer direção, vamos com cautela, não devemos ser conhecidos em outros lugares então fora aqueles que talvez venham atras de nós, provavelmente não seremos atacados imediatamente em qualquer lugar que chegarmos. - respondeu a Vorhees - o norte no momento é nossa única garantia de não morrer no deserto quando nossos suprimentos acabarem.

    - Temos bastantes coisas separadas aqui, acredito que estejamos prontos pra partir, se estamos resolvidos quanto a seguir pro norte, posso ir na frente como um batedor para avaliar o terreno, se tiver algum movimento precisaremos de tempo pra manobrar as carroças cheias, e os semëks não são tão rápidos, manter o grupo todo junto nos torna alvos fáceis, então alguém também poderia ficar na retaguarda e verificar se estivermos sendo seguidos. - Ele diz considerando as opções e lançando as palavras ao grupo pra ver a reação.
    OFF:
    Leomar, fiquei mesmo só com as flechas maiores, dei as outras pra Quione e vou separar das flechas comuns as mais leves,
    de madeira macia, mantendo das mais pesadas um número menor, só pra uma possível necessidade de combate em close-range, mas não muitas.

    To começando a ficar com vontade de jogar um dado pra ver se não estamos esquecendo alguma coisa vital e que ninguém considerou até agora  Rolling Eyes

    No mais, o grupo se decidindo, eu vou na frente procurando qualquer sinal de movimento e/ou emboscadas.
    Edu
    Semi-Deus
    avatar
    Semi-Deus

    Mensagens : 6547
    Reputação : 4

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Qua Maio 03, 2017 11:09 am

    Lobo sorri quando o lagarto lambe a sua mão, já sabia que o animal não o responderia.

    - Bom rapaz, logo logo sairemos daqui. Vocês não querem esperar um pouco não? Se eu encontrar um baralho de tarô, talvez possa ajuda-los a encontrar uma direção na qual seguir. Eu sei jogar cartas até tenho algum talento com isso.

    Ela sai andando e revirando as coisas e os mortos novamente atrás das possíveis cartas.
    voorhees
    Samurai Urbano
    avatar
    Samurai Urbano

    Mensagens : 136
    Reputação : 7

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Qua Maio 03, 2017 11:52 pm

    * - ... o que nos protegeria contra raios?
    *
    - Voorhees pensava distraído enquanto arrumama uma carroça. Lobo o despertou.  

    - Cartas?! - falou surpreso - Depois de meia dúzia sobreviver aobre dois mil corpos... cartas talvez mostrem alguma coisa
    Quem sou eu para duvidar? Acho que temos tempo para isso...


    * - Calor, frio, vendaval, chuva, sol, fome, sede, feras, ladrões... * - voltou aos seus pensamentos * - ... mas raios não. Nada contra esses raios... *




    OFF

    Uma pá talvez? Correntes?  Algemas?
    Leomar
    Tecnocrata
    avatar
    Tecnocrata

    Mensagens : 457
    Reputação : 7

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Qui Maio 04, 2017 1:46 am

    Nada acontece nestas próximas horas, todos pegam as últimas coisas que achariam úteis, terminam de descançar e por fim resolvem ir para o norte.

    Ninguém sente necessidade de enterrar ou queimar os corpos, pois por mais que a tempestade tenha causado sentimentos diferentes, as pessoas que ali morreram não significavam muito para vocês, eram no máximo companheiros de infortúnio. Se tiverem algum descanso com a morte, que bom para eles.

    Azrael segue na frente, atento a qualquer perigo, mas nenhum perigo aparece, com o tempo até ficam um pouco mais relaxados. A noite começa chegar, mas era ainda uma noite clara, pois a luz azulada de Hélius Blua substitui a luz amarela de Hélius Flava. Era um pouco estranho andar naquela luz azulada, mas só bem tarde que a noite fica realmente escura.

    Parecia que nada ia mesmo acontecer, se alguém fosse atrás de vocês, seria no outro dia. Vocês tomam uma boa distância do local do acidente. A cidade-prisão já não podia ser vista a horas quando os raios começaram, e agora os cadáveres também já não podiam ser vistos. Na verdade NADA podia ser visto, e quando até Hélios Blua se põe, todos param.

    Independente de terem ou não combinado de ficar de vigia em turnos, todos vocês acabam dormindo. Acordam com um vento frio da manhã, era o último vento frio, pois Hélius Flava já tinha se levantado e o tempo começa esquentar rápido.

    A boa notícia, além do fato de que ninguém apareceu a noite, é que agora já estão todos recuperados, os que estavam mais fracos ontem hoje estão normal, e os que estavam mais fortes, ainda se sentem um pouco mais dispostos, mas começam a ficar normal novamente.

    Vocês não tem muita opção, a não ser andar, andar, andar... Para disfarçar o tédio, alguns vão conversando, alguns começam a ter sonhos sobre o que fazer.

    Se ninguém encontrou aqueles corpos ainda, mesmo se encontrarem agora, vocês terão várias horas de vantagem. De tempos em tempos alguém vira a cabeça pra trás para ver se não tinha mesmo ninguém os caçando. Não tinha.

    Já começam acreditar que de fato nunca apareceria ninguém, talvez só depois de encontrarem outra cidade, se encontrarem. Azrael continua indo na frente, mas com o tempo até ele começa não levar a função tão a sério. o terreno era tão aberto, tão cheio de nada, que mesmo de onde estavam podiam ver qualquer coisa a quilômetro de distância, e qualquer coisa poderia ver vocês também.

    Assim, só quanto o dia já começa a se acabar de novo, vocês vêem algo diferente ao norte, onde iam. Duas "manchas" na terra do deserto. Eram pequenas, talvez duas pessoas, duas únicas pessoas bem ao longe, caminhando naquele deserto. Você observam... elas realmente estavam se mexendo, lentamente. Estavam tão longe que não dava nem para ter certeza que eram mesmo pessoas. Não tinha lugar para as manchas se esconderem, e nem tinha lugar para se esconderem das manchas. Nada aparece atrás delas, nenhum outro sinal de vida, a não ser aquelas manchas a alguns quilômetros.
    Exalted
    Tecnocrata
    avatar
    Tecnocrata

    Mensagens : 391
    Reputação : 15
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/411.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1011.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/212.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Qui Maio 04, 2017 9:36 am

    AZRAEL






    Azrael volta até a caravana - tem movimento adiante, ainda não dá pra ver claramente, mas tem duas figuras se movendo a norte daqui, não acho que deveríamos ir todos juntos, não sabemos quais as intenções de quem quer que seja nesta desolação. - ele fala em um tom preocupado.

    - Alguém de vocês já trabalhou com diplomacia ou algo parecido?
    Moon
    Sacerdote de Cthulhu
    avatar
    Sacerdote de Cthulhu

    Mensagens : 2609
    Reputação : 0

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Qui Maio 04, 2017 9:52 am


    Quione aceitava e agradecia pela ajuda que conseguia com os demais não aceitou a poção que lhe foi dada, por sentir-se bem, para ela bastava descansar um pouco para repor suas energias e comer, comer muito como sempre.

    Assim que pegou o que faltava sem contar as peças que poderia repor na carroça caso a mesma viesse a quebrar Quione, pedia para guardarem em um baú e esconde-lo todas as joias e moedas o importante era esconder boa parte do que todos encontraram, mas ainda assim deveriam ficar com algumas moedas no bolso caso tivesse o azar de encontrar alguém no caminho, para pagar por seus serviços.

    Agradecida pelo arco e flechas que ganhou, mais tarde veria a qualidade do equipamento no momento seguiu os demais levando uma das carroças, quando chegou a noite, apenas pegou seu arco e fechas para dar uma olhada e descobrir algo sobre ambas antes de dormir, como sempre dormia afastada de todos perto da carroça, ainda não estava acostumada com as pessoa.

    Quando no ultimo dia de caminhada encontrava a distancia sombras de alguma alma viva além dos refugiados que ela estava acompanhando.

    -Acho melhor metade de nós ir na frente para ver o que são aquelas sombras, levem algumas moedas e não demonstrem que eram escravos, somos agora simples viajantes ou comerciantes lembra temos roupas, tecido e armas...Estarei a distancia com o arco, devemos evitar oportunistas ou uma emboscada de ladrões...


    OFF: Teste básico para ver a qualidade e outras coisas sobre o arco e flechas sou ferreira... E outra coisa não tem um colete velho jogado pela carroça não????
    Teste oficio no equipamento, sabe o tipo de madeira, efeito se usar o arco de um jeito etc...E detalhes de sua fabricação isso é o mais importante ...aprendendo novas técnicas de confecção é o que quero né...

    Moon efetuou 1 lançamento(s) de dados (d12.) :
    4
    Kif
    Investigador
    avatar
    Investigador

    Mensagens : 59
    Reputação : 0
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Kif em Qui Maio 04, 2017 2:36 pm

    Malak, não sabia como gostava de andar de novo, alem de deixarem aquele lugar fúnebre e só andando ele sentira um pouco oque era ser livre, mesmo a condenação de andar num deserto sem saber pra onde vai tinha sua liberdade retorcida e quanto mais andavam mais suas esperanças aumentavam.

    Pela primeira vez, depois que Hélius Blua se põe, o escravo tem uma noite de sono razoavelmente boa, mesmo que não sendo por muitas horas.

    Durante a viagem do dia seguinte tentou conversar com os outros sobreviventes, tentou conhece-los, nunca antes conhecera alguém que tivesse mais espectativas do que não ser castigado no fim do dia. Quando Azrael chamou a atenção do grupo para as "manchas" a distância, ouviu oque Quione havia dito e concordava que nãopoderiam deixar de fazer alguma coisa.

    -Tudo bem. Quem vai até lá e quem deve ficar pra proteger as carroças?

    Spoiler:
    (Desculpem qualquer erro, eu to escrevendo no celular)
    comoassim71
    Investigador
    avatar
    Investigador

    Mensagens : 53
    Reputação : 0

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Qui Maio 04, 2017 3:21 pm

    A longa caminhada pelo deserto em tão pouco tempo foi muito mais esforço do que Pana estava acostumada. Mesmo assim, ainda se sentia muito bem, apesar de parecer que tinha cada vez menos daquela energia estranha.
    Ainda tinha problemas para confiar em outros escravos, mesmo em companheiros de fuga. Mesmo em seres que sobreviveram às circunstâncias tão estranhas quanto ela. Todos ali pareciam decentes. A mulher com aspecto de lobo era meio estranha e muito calada, mas não parecia especialmente perigosa e nem propensa a traí-los. Vorhees era ainda mais estranho. Parecia estar menos a vontade entre os escravos do que a Centaurina, que, ao que tudo indica, dormia nos estábulos.
    Talvez a jovem escrava precise aprender a confiar em seus companheiros para sobreviver à essa empreitada. Recolhe o máximo de informações que consegue sobre todos e tenta revelar o mínimo possível sobre si mesma.

    Ao receber a notícia de Azrael e ouvir o opinião de todos, diz: Acho que temos razão para proteger a carroça, mas não acho que seja uma boa ideia separar muito o grupo. Eu proponho que vamos como grupo, deixamos a Quione um pouco atrás com o arco e Azrael escondido nas carroças, pois ambos podem atacar de longe. Mas acho que o resto de nós deve permanecer unidos, pois nosso número será nossa força.

    Também me ofereço para me apresentar para os estranhos, mas se forem hostis, não saberei me defender lutando. Agradeceria se tivesse ajuda.
    voorhees
    Samurai Urbano
    avatar
    Samurai Urbano

    Mensagens : 136
    Reputação : 7

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Qui Maio 04, 2017 6:28 pm

    Voorhees não dava a menor importância para os milhares de corpos em decomposição. Pelo menos, não tinha pensado neles em qualquer momento até se afastarem bem. Apenas quando pararam por falta da fantástica iluminação natural é que percebeu o alívio aos olhos e ao olfato. Corpos queimados e despedaçados não faziam qualquer falta, com certeza.

    * - Cartas antes e agora diplomacia?
    Que grupo... interessante! *


    - Azrael e Quione atrás parece uma boa mesmo. Se Pana vai bem com as palavras, ótimo. Eu não sou bom nisso. Acho que o Malak impõe respeito importante. Posso estar junto, fico calado ou fico recuado, tanto faz. O que você acha? - perguntou diretamente para a Lobo, para ver a reação da figura reservada.
    Edu
    Semi-Deus
    avatar
    Semi-Deus

    Mensagens : 6547
    Reputação : 4

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Sex Maio 05, 2017 12:36 pm

    Lobo observou as formas na distancia em silencio. Tirando o inicio lá logo do "seja lá o que aconteceu" ocorreu, ela ficou calada. Ficava embaralhando e reembaralhando as cartas de Tarô que tinha achado.

    Olhou para eles conversando e não disse nada, não tinha opinião formada para dizer nada. Achava talvez que ela mesma ir falar com quem quer que fosse não era uma boa ideia. Puxou uma carta do baralho só para ver o que ela dizia.
    Leomar
    Tecnocrata
    avatar
    Tecnocrata

    Mensagens : 457
    Reputação : 7

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Sex Maio 05, 2017 3:56 pm

    Três de Ferro
    *mudei sua rolagem Edu, cara esta mesma carta saiu em outro Fugindo do Inferno de outro site, sinistro...*

    Não era uma carta que dizia muito, embora Lobo também não pudesse confiar totalmente em seus poderes divinatórios, pois estava muito tempo sem praticar. Era uma carta de estudo, de novidades, indicava novos conhecimentos. Bom, na situação que estavam era uma #$% redundância, pois tudo para vocês seria novo. Era um aviso para não ver as coisas de uma única forma, ou não esperar uma única coisa. Talvez as pessoas que encontrarem teriam muito a ensinar e vocês talvez tivessem uma única chance de aprender. Era preciso manter a mente aberta.

    Quione testa o arco, não entendia o motivo de um cordame tão diferente, provavelmente era para distribuir melhor a força. Isto ajudaria a dar alcance maior ao arco, por outro lado tornava ele pior para ataques mais próximos, ela não consegue perceber nenhuma característica secundária, como magia, mas parecia um bom arco.

    As figuras continuam seguindo na direção de vocês, elas andavam, aparentemente sem pressa, não aumentam e nem diminuem o passo hora nenhuma, vocês também continuam seguindo em direção norte, em direção a elas. Fugir seria inútil, pois não havia nada ali para se esconder.

    Quando se aproximam, os vultos mostram ser dois humanoides, ainda a certa distância percebem ser um macho e uma fêmea, um pouco mais perto parece ser um humano e uma demônio.

    Se esperarem até estar perto, verão que ambos caminham despreocupadamente, como se estivessem passeando na praça, ao invés de num bruta deserto vindo de nada pra lugar nenhum. O supostamente humano (alguns híbridos e até alguns demônios poderiam se passar por humanos sem muita dificuldade) parecia bem normal, o que era assustador, pois normal era a última coisas que qualquer um esperaria encontrar ali:

    Parecia um adolescente, não era forte nem bonito, embora não fosse muito feio. Tinha a pele clara, porém muito bronzeada, os cabelos loiros em tranças apertadas, como as de Malak, olhos vermelhos, literalmente vermelhos, alto, magro, vestia uma roupa de couro azul e vermelha. Estava desarmado e andava na frente da demônio, o que era outra coisa assustadora, pois demônios, especialmente súcubos, não gostavam que humanos andassem na sua frente, a menos que fosse para admirar suas bundas, e aquele carinha ali não parecia nada com um escravo sexual, não era bonito bastante para isto. Ele andava sem medo ao lado dela, como se fossem iguais, ou talvez até como se fosse mais importante.

    A súcubo tinha a pele vermelha, lindos olhos azuis e um olhar arrogante, como a maioria das súcubos, olhos e lábios bem pintados, tinha uma espada longa e curva, mas não se deu o trabalho de empunha-la, provavelmente se ela quisesse, mataria metade de vocês sem nem precisar pegar a espada. Estava levemente barriguda, e como súcubos são ligadas demais à aparência, aquilo provavelmente indicava que deveria estar com cinco ou seis meses de gravidez.




    Spoiler:
    Vocês os viram de muito longe, portanto foram vistos de longe também, não dava para precisar quanto, mas eram mais de 5 quilômetros com certeza. Como eles não estavam com pressa, do momento que os viram no horizonte até o encontro passou-se um bom tempo (uma hora talvez mais) então se alguém achar que tem algo importante para dizer ou perguntar para algum outro ex-escravo, podem fazer agora.
    Tem a última oportunidade de rever formação ou estratégia, não vou fazer iniciativa, os dois "viajantes" agirão depois de vocês. Até o momento, Pana irá um pouco na frente para conversar, os dois arqueiros um pouco atrás, e os demais no meio para suporte.
    Os "viajantes" não demonstram qualquer tipo de receio ao ver os arqueiros já com pelo menos uma flecha na mão, lembrando que vocês tem visão total e podem atirar uma flecha a uma distância razoável, principalmente Quione cujo arco que Azrael passou para ela parece ser feito especialmente para distâncias maiores.
    Eles se aproximarão até algum de vocês falar alguma coisa, se gritarem, eles responderão de mais longe, se esperarem chegar perto, eles só pararão a dois braços de distância de Pana.
    Eles não demonstram, a princípio, hostilidade, embora a súcubo os olhe como as coisas mais sem importância do mundo. Já o humano parece até estranhamente amistoso, assustadoramente amistoso, tão normal e amistoso que nem dava para acreditar.
    Kif
    Investigador
    avatar
    Investigador

    Mensagens : 59
    Reputação : 0
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Kif em Sex Maio 05, 2017 5:24 pm

    A ansiosidade era o pior dos males que existia para Malak naquele momento, o tempo não poderia passar mais devagar, ele olhou para trás, e viu os dois arqueiro, como se não olhasse para trás ele poderiam sumir, não sentia-se nem um pouco confortavel com aquilo, não havia como se esconder, ou evitar aquela situação, a unica opção era o encontro.

    Quando puderam ve-los com alguma clareza, seu desconforto só aumentou. "Por que @*# alguem anda assim num deserto?" , achava um risco desnecessário chegarem tão perto, olhou para Vorhees e Lobo e falou em tom baixo para os dois.

    -Isso me parece estranho demais, uma súcubos e um homem no meio de um deserto... Acho melhor nós falarmos com eles a uma distancia razoável, assim os arqueiros tem mais espaço pra agir, e nós mais tempo pra chegar até a Pana caso isso seja uma armadilha... O que voces acham?
    Exalted
    Tecnocrata
    avatar
    Tecnocrata

    Mensagens : 391
    Reputação : 15
    Conquistas :
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/411.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1011.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/212.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/1811.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/712.png
    • https://i11.servimg.com/u/f11/17/02/65/26/410.png

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Sex Maio 05, 2017 6:00 pm

    Azrael permaneceu atras do grupo, próximo a Quione, para não parecer agressivo, manteve seu arco em punho, mas sem flechas, se fosse necessário poderia sacá-las com velocidade, estava acostumado a este tipo de combate, mas queria a todo custo evita-lo, fugir pra morrer em seguida era uma piada muito sem graça do destino.

    - Quione, deveríamos diminuir o passo, manter alguma distância dos demais será benéfico para todos nós, seremos melhor suporte se não formos pegos de surpresa no meio de um eventual combate. - Ele tentava manter a calma, mesmo que aos poucos ficasse nervoso com a aproximação.
    Moon
    Sacerdote de Cthulhu
    avatar
    Sacerdote de Cthulhu

    Mensagens : 2609
    Reputação : 0

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Sex Maio 05, 2017 7:59 pm

    Quione seguia observando a dupla que vinha na direção do grupo, usando o mesmo caminho, mas andar assim despreocupadamente, deveriam ser fortes, da distancia em que se encontrava já conseguia acertar ambos, chateada estava por não conseguir descobrir mais sobre a arma que estava usando, só manteve uma flecha no arco, mas não mirou ainda.


    -Azrael, daqui já consigo acertar o casal, concordo com você devemos apenas manter nossa distância, espero que aquele trio não ataque, devemos seguir nosso caminho sem chamar muita atenção ou causar alguma confusão desnecessária, aquele casal esta muito tranquilo...tranquilo até demais aqui no meio do nada ou são uma dupla muito forte ou pode ter mais alguém escondido com eles...


    Tentava usar seu olfato para procurar algo que seus olhos não conseguiram encontrar naquele cenário bizarro.


    OFF: Teste para sentir o cheiro de algum inimigo fedorento ou monstro fedorento escondido ai.
    Leomar
    Tecnocrata
    avatar
    Tecnocrata

    Mensagens : 457
    Reputação : 7

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Sex Maio 05, 2017 8:42 pm

    Nenhuma presença adicional verificada, só os dois.
    comoassim71
    Investigador
    avatar
    Investigador

    Mensagens : 53
    Reputação : 0

    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Sex Maio 05, 2017 10:47 pm

    Pana andava um pouco na frente, tentando analisar o estranho casal. Concluiu que eram 2 demônios (nunca tinha visto humanos de olhos vermelhos), e que deveriam estar muito seguros das suas capacidades para aparentar tanta tranquilidade em um ambiente tão inóspito. Muito provavelmente o frágil grupo seria liquidado pelos dois andarilhos antes que qualquer um ali pudesse fazer alguma coisa. Tentaria fazer com que o encontro fosse o mais breve possível, mas tentaria obter pelo menos uma direção a seguir.

    Ouviu a opinião dos outros e disse: Também acho melhor manter uma distância segura. Vou gritar assim que chegarmos um pouco mais perto. Agora, que história devemos contar? Não acho seguro falar a verdade. Ou será que eles conseguiram ver a tempestade de raios daqui e estão seguindo naquela direção?

    Pana sabia que revelar a verdade só trazia sofrimento, mas será que conseguiria inventar uma história convincente? Teria que pensar em algo durante a conversa, senão ficariam perto demais.

    -OOOOOIII! NÃO QUEREMOS CONFUSÃO! QUEREM UM POUCO DE ÁGUA PARA SEGUIREM VIAGEM?

    off:
    Rolo algum dado para saber se vão acreditar na história? Pensei em falar que estávamos indo na direção da cidade prisão (comprar escravos talvez?), mas nosso guia morreu/se perdeu e estamos perdidos indo na direção contrária à dos raios.
    Conteúdo patrocinado


    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Seg Jul 24, 2017 7:50 am