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    Os primeiros passos fora dos muros

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    Leomar
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Seg Ago 14, 2017 2:46 pm

    Azrael escreveu:- Alguém mais tá sentido esse cheiro? Parece que estão assando alguma coisa aqui por perto...

    Falko, o "platinado", comenta:

    - Não é bem assando. O cheiro de assado é bem diferente, a menos que o cozinheiro deles seja um druzu. Está mais com cheiro de algo que foi posto inteiro, talvez vivo no fogo. Se bobear, um sacrifício.

    Anés cospe no chão com cara de quem comeu e não gostou.

    - Malditos adoradores de Ades ou de Piro. Costume bárbaro dos demônios, as deusas-mães jamais compactuariam com vil tradição! Que sejam tragados e não possam voltar pelos Sete Círculos Infernais!

    Nergal escreveu:- Pana me perguntou o que eu vi enquanto voava, do alto não vi mais nada mas pude sentir uma alteração no fluxo de mana novamente desta vez um pouco mais forte, chegou a parecer com um pequeno raio era uma energia oposta ao mana branco que sinto fluir quando voo.

    Novos resmungos de Anés ao ouvir isto:

    - Demônio malditos dos Infernos! Onde tem deles, tem mana negra, ou onde tem mana negra tem demônios!

    Reikon pondera:

    - Não somos profundos conhecedores de magia, mas pelo que sei, alguns demônios só conseguem voar onde há fonte de mana negra, o que não acontece com qualquer outra raça ou animal alado.

    Serrote dá palpite:

    - Mas nem todos usam estas energias vis. Alguns demônios usam magia do fogo, não é, coisinha linda! - Ele diz olhando para Lobo, mas sem total certeza, pois foi um dos poucos que percebeu que ela foi uma das que abateu a harpia com energia. Talvez fosse uma esperança dele que a magia da coisinha linda fosse uma energia mais lindinha como ela, talvez ele tivesse querendo disfarçar, já que a maioria dos outros humanos não deve ter visto a ação de Lobo.

    Reikon aproveita a decha:

    - Falando nisto, vocês não nos avisaram que eram possuidores do dom... - diz com um "pontinha" de desconfiança.

    Quione responde:

    - Eu nem sabia que estas flechas eram mágicas. Foi a primeira vez que as vejo fazer isto. Seja como for parece que foi bom para nós. Agora,
    não quero ficar aqui muito tempo.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Seg Ago 14, 2017 2:54 pm

    Falko escreveu:- Não é bem assando. O cheiro de assado é bem diferente, a menos que o cozinheiro deles seja um druzu. Está mais com cheiro de algo que foi posto inteiro, talvez vivo no fogo. Se bobear, um sacrifício.

    - Se é esse o caso, prefiro não ficar aqui pra descobrir, podemos continuar, talvez nos desviando da direção de onde vem o cheiro?

    Reikon escreveu:- Falando nisto, vocês não nos avisaram que eram possuidores do dom...

    Azrael não tem certeza ainda sobre a magia nas flechas e no arco, ele se lembra das palavras do casal anteriormente, mas como não sabe a extensão desse poder, se faz de desentendido.

    - Nós somos razoáveis com os arcos, mas eu não chamaria isso de dom, tudo o que fiz foi por no arco e atirar... E então, vamos seguir viagem?
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Ter Ago 15, 2017 10:28 am

    Kether escreveu:
    - O que aconteceu? Você está bem? 

    -Não foi nada, apenas um pequeno desentendimento entre minha coordenação motora e a gravidade.

    Após esse rápido diálogo Pana se deixa guiar pela mão. Não entendia muito bem as intenções do anjo, mas pareciam muito melhores do que as intenções dos demônios que a tocavam na cidade prisão. Ouve o diálogo em silêncio, enquanto pensa nisso.

    Exalted escreveu:
    - Se é esse o caso, prefiro não ficar aqui pra descobrir, podemos continuar, talvez nos desviando da direção de onde vem o cheiro?

    Ao ouvir essas palavras, a garota desperta do devaneio. - Finalmente bom senso! Chega de lutar com essas coisas bizarras. Vamos nos desviar de qualquer encrenca e ir logo para a cidade.

    O que os outros não sabem e na verdade não é claro nem pra ex-escrava é que ela se sentia completamente inútil em confrontos armados e detestava se sentir assim. Quando seguissem viagem, pediria para Quione dar umas lições de arco para pelo menos poder se defender.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Kether em Ter Ago 15, 2017 11:55 am





    Anés escreveu:- Malditos adoradores de Ades ou de Piro. Costume bárbaro dos demônios, as deusas-mães jamais compactuariam com vil tradição! Que sejam tragados e não possam voltar pelos Sete Círculos Infernais!
     
    - Ei! Lord Piro assim como as Mães é um Deus Verdadeiro! Então não use de suas blasfêmias contra Piro!

    Nergal era um seguidor de Piro o senhor das Chamas apesar de sua comunidade ser mais ligada a Ratnæl a noiva do Senhor do Fogo, sobretudo as fêmeas e os mais velhos de sua raça. 

    Pana escreveu:- Finalmente bom senso! Chega de lutar com essas coisas bizarras. Vamos nos desviar de qualquer encrenca e ir logo para a cidade.

    Nergal olha para a humana e assente com a cabeça, depois olha para Azrael que parecia liderar o grupo.

    - Eu gostaria de seguir com vocês, ainda posso ensinar para quem deseje o manejo da espada para que possam se defender e dar suporte aos arqueiros. Em minha cidade eu era um dos guardiões da cidade. Éramos divididos em classes caçadores, guardiões e estudiosos. A minha classe tinha ensinamentos marciais e para os mais graduados e que despertassem o dom da manipulação das linhas de mana, tinham treinamento nas artes mágicas. 


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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Ter Ago 15, 2017 4:28 pm

    Nergal escreveu:- Eu gostaria de seguir com vocês, ainda posso ensinar para quem deseje o manejo da espada para que possam se defender e dar suporte aos arqueiros. Em minha cidade eu era um dos guardiões da cidade. Éramos divididos em classes caçadores, guardiões e estudiosos. A minha classe tinha ensinamentos marciais e para os mais graduados e que despertassem o dom da manipulação das linhas de mana, tinham treinamento nas artes mágicas.

    - Não vejo motivos pra não vir conosco, essa batalha já mostrou que os números nos dão vantagem, além do mais, eu também gostaria de melhorar minha técnica com espadas, tenho algum treinamento com arco, mas se o inimigo chegar até mim terei dificuldades.

    Azrael então fala mais alto para os demais ouvirem.

    - Vamos seguir viagem? Ou alguém ainda precisa de mais tempo?
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Qua Ago 16, 2017 10:42 am

    Kether escreveu:
    - Eu gostaria de seguir com vocês, ainda posso ensinar para quem deseje o manejo da espada para que possam se defender e dar suporte aos arqueiros. Em minha cidade eu era um dos guardiões da cidade. Éramos divididos em classes caçadores, guardiões e estudiosos. A minha classe tinha ensinamentos marciais e para os mais graduados e que despertassem o dom da manipulação das linhas de mana, tinham treinamento nas artes mágicas. 

    -Acho que ninguém em sã consciência ia negar a companhia de um ser tão... impressionante. Mesmo para Pana, que tinha dificuldade em confiar nos outros, o Nergal parecia ser uma "pessoa". - Não sei se sirvo pra manejar a espada - diz, flexionando os braços magrelos - Mas vou aceitar aprender qualquer técnica pra me defender e ser útil ao grupo.

    Exalted escreveu:


    - Não vejo motivos pra não vir conosco, essa batalha já mostrou que os números nos dão vantagem, além do mais, eu também gostaria de melhorar minha técnica com espadas, tenho algum treinamento com arco, mas se o inimigo chegar até mim terei dificuldades.

    - Vamos seguir viagem? Ou alguém ainda precisa de mais tempo?

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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Kether em Qui Ago 17, 2017 1:00 pm




    Pana escreveu: - Não sei se sirvo pra manejar a espada - diz, flexionando os braços magrelos - Mas vou aceitar aprender qualquer técnica pra me defender e ser útil ao grupo.

    Nergal sorriu ao ver a jovem flexionando os bíceps. Pana era uma humana diferente de todas as que se aproximaram de Nergal enquanto ele vivia em sua cidade natal. As mulheres humanas sempre procuravam pelos anjos negros procurando por uma forma de melhorar ou de entrar na cidade, então buscavam ter filhos com eles. Porém Pana demonstrava que se preocupava em como ele se sentia e tentava ser amigável com ele deixando-o a vontade em estar em sua companhia.

    - Bem Pana, uma espada como a minha não seria a mais apropriada para você. Mas leve e balanceada e de perfuração, poderemos treinar mais quando tivermos uma espada deste tipo. Por enquanto, se encontrarmos uma espada curta poderá servir. E claro, podemos treinar com galhos a parte da técnica enquanto você esteja inciando o treino.

    Toda aquela situação fez Nergal lembrar do início de sua viagem saindo de Verda Ero, quando conheceu a escrava fugitiva Helena. Então ele olha para Calisto e diz com um sorriso cordial:


    - Parabéns você foi muito corajosa.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Natalie Ursa em Sex Ago 18, 2017 5:50 pm

    Exalted escreveu:- Não foi nada minha linda  Wink estarei à disposição quando precisar de ajuda, ou de alguém pra abraçar.

    - Não conte com isso! - retrucou com uma careta, bastante irritada com o abuso do meio-demônio - Tem muito mais gente aqui que eu posso abraçar! - logo se virou para Lobo, que estava mais próxima deles e a abraçou também, com um pouco mais de delicadeza, pois tinha ouvido falarem que estava ferida (e seu próprio ombro começava a doer também). Tinha meio que esquecido que estava lambuzada de defunto e sujou toda a mulher de cabelos brancos também.

    Ela olhou para Serrote de um modo acusador:

    - E o que adiantaria estar toda melecada de algo comestível? - depois de dizer isso foi em direção ao rio para tirar todas as entranhas de harpia de si, embora achasse que só aquele banho não seria o suficiente para tirar o cheiro nojento de seu cabelo.

    [...]

    Ao voltar ainda pingando do banho e com o ombro finalmente lhe incomodando bastante, ela ouve a oferta de Nergal sobre ajudar o pessoal a aprender a usar melhor a espada e se anima um pouco. Sabia que não tinha grandes habilidades com a arma, só tinha aprendido algo bem básico para poder afugentar os idiotas que queriam se aproveitar dela lá na cidade prisão.

    Ela ia perguntar se podia ser treinada também quando ele lhe dirigiu a palavra lhe elogiando:

    - Ah... Obrigada, senhor Não-Anjo! - deu um sorriso um tanto constrangido, pois raramente ganhava um elogio, muito menos um que não tinha nenhum tom de atrevimento - - Hmmm. Será que eu poderia ser ensinada também? - apontou para a arma presa à cintura, ainda um pouco constrangida, mas desta vez por fazer o pedido, pois, de certo modo, fazia parecer que ela não sabia o que estava fazendo com a espada e por isso teve o ombro ferido.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Kether em Dom Ago 20, 2017 7:45 pm

    - Nergal, meu nome é Nergal. Certo fêmea não succubus? Fica estranho te chamar assim não é? - Disse Nergal num tom divertido com o que falava.

    Depois ele olhou Calisto da cabeça aos pés, reparando no corpo da jovem.

    - Bem Calisto... Vamos fazer assim, primeiro você me chama de Nergal e eu chamo você de Calisto para começar. E sim claro que poderei te ajudar a aprender a manejar a espada. Mas você terá que adaptar algumas das minhas técnicas para o seu estilo mais acrobático. Pois apesar de voar minha técnica inicia numa base forte e corpo rígido pois no ar não temos uma base rígida para sustentar nossos golpes então as acrobacias possuem raios mais longos e rígidos. Entende? Outra coisa, assim como Pana, você também irá tirar maior proveito de armas mais leves, do que a minha espada longa. A velocidade e agilidade e não a profundidade do ferimento devem ser a base para vocês.


    Após a breve explicação para Calisto ele sorri para Pana e olha para Azrael:

    - Parece que todos estamos bem, seria melhor partir logo antes que mais destas harpias venham alertadas pelo cheiro de morte, sem contar os animais necrófagos venham atrás deste banquete que servimos para eles. 

    Nergal olha para o humano que chegou anteriormente com a informação das harpias.

    - Você reparou se havia mais alguma criatura que pudesse nos emboscar? Mais alguém teve alguma sensação ou impressão de mais algo no nosso caminho?
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Seg Ago 21, 2017 8:56 pm

    Enquanto conversavam, Falko já fez seu papel de batedor e sumiu novamente. As questões "magia" foram deixadas por Reikon para serem discutidas mais tarde (provavelmente).

    Nergal escreveu:- Ei! Lord Piro assim como as Mães é um Deus Verdadeiro! Então não use de suas blasfêmias contra Piro!

    O careca olha o anjo-negro com cara de poucos amigos e nenhuma intenção de se desculpar:

    - Um deus verdadeiro que permite rituais de sangue, queima inimigos e até amigos, e ainda por cima se alia a demônios! Nunca é blasfêmia quando se diz a verdade!

    E o pior era que ele realmente falava verdade, embora a parte de "queimar amigos" tenha sito uma série de infortúnios não intencionais e existam muitos relativismos teológicos que podem ser usados pelos dois lados...

    Azrael escreveu:- Vamos seguir viagem? Ou alguém ainda precisa de mais tempo?

    - Assim que Falko voltar... - diz Reikon. O batedor não demora desta vez.

    - Há uma demônio nojenta fazendo algum ritual logo a frente, vai ser difícil passar sem sermos vistos, mas se ela tiver bastante distraída com seja lá o que pelo inferno estive fazendo, podemos ter uma chance de não ter problemas.

    - Parecia perigosa?

    - Nãããooo!! É só uma demônio enorme assando o que ou quem provavelmente foi um infeliz que cruzou o caminho dela, fazendo um ritual macabro e que estava protegida por harpias nojentas. Porque deveríamos nos preocupar? Quem sabe até não é amistoosa...!

    Serrote tenta segurar o riso, mas não consegue ignorar o sarcasmo do amigo.

    - Parece que alguém está andando muito com os fajrenses ou com a Izete...

    Reikon obviamente não gostou da resposta, mas se fez algum sinal não verbal (além de uma leve careta de desagrado) de reprimenda, só o batedor viu. Ele continua, tentando ignorar a primeira informação:

    - Mas era uma súcubo?

    - Não sei, e sinceramente, pouco me importa!

    Nergal talvez achasse o pragmatismo do batedor interessante (ou seria imprudente?) mas os demais provavelmente acham a atitude pelo menos estranha (embora talvez corajosa? Precipitada?): Haviam vários tipos de demônios, e na cidade-prisão reconhecer um íncubo ou uma súcubo era algo bem importante e frequentemente vital. Muitos demônios já odiavam não ser reconhecidos por clãs ou posição, não ser diferenciados por raça então seria algo que um escravo jamais faria. Além das questões de vaidade, havia também a questão de que alguns demônios tinha níveis de poder muito maiores que outros.

    Calisto escreveu:- E o que adiantaria estar toda melecada de algo comestível?

    - Pessoalmente te acharia bem mais atraente coberta de bacon com calabresa do que isto. - Ele sorri para a humana, mas se preocupa mesmo em ajudar é a meio-humana, com ajuda de um lenço tenta limpar o pescoço de Lobo (e o que mais ela deixar limpar) - Irc, a doidinha te sujou também, ainda bem que logo estaremos perto do rio.

    Vendo que alguns ficavam voltando no veio d'água lá atrás, Reikon parece um pouco irritado:

    - Tem um rio logo a frente, não vamos ficar perdendo tempo com um riacho sem importância! - Outra informação que vocês (tirando Nergal que já viu o mar) não entendem, para você aquilo lá atrás era um rio, mas pelo jeito existe outro perto da cidade. Seria igualmente limpo? - Rêmo, será que consegue controlar este cachorro para não perdermos tempo?

    Rêmo não parecia dos mais confortáveis, Bonitinho pelo jeito não era dos cachorros mas obedientes do mundo, e muito menos dos mais discretos. Além dele, Quione e talvez Nergal também podiam chamar muita atenção. E ainda havia o problema das carroças e dos semëks. Os lagartos-gigantes até que não faziam muito barulho, e ainda contavam com certa velocidade, mas as carroças seriam mais difíceis atravessar pelo "desvio".

    Falko aponta de longe uma figura que estava bem perto à trilha mais caminhável, é aconselhável não ficarem tempo demais observando, mas quem tem boa visão para longe, se quiser ver de relance, ela parece com:

    Spoiler:

    Havia uma fogueira de onde saía a fumaça com cheiro de carne, ela por enquanto não parecia ter se dada conta da presença de vocês. Não dava mesmo para passar pela parte aberta sem chegar perto da demônio, mas dava para passar não tão perto pelas árvores mais fechadas, com alguma dificuldade.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Ter Ago 22, 2017 4:02 pm

    A cara que Lobo fez quando Calisto a abraçou não foi muito boa, mas fora isso não teve nenhuma reação a mais. Deixou que Serrote limpasse o seu pescoço mas nada além disso. Era uma pessoa que falava pouco e se importava com os outros menos ainda, então nem se meteu na discussão. Existiam pessoas que faziam sacrifícios? Então não era melhor ficar perto delas.

    O que se perguntava e essa era a discussão que interessava a ela. Era qual o objetivo deles ali? Estavam andando para um lado para outro, sem nenhuma razão aparente a não ser a primeira. O que não era suficiente para Lobo. Alias ela mesmo não o que queria. Ver o oceano sim mas e depois?

    Nem se importou em olhar para a criatura fazendo o sacrifício não se importava, ou melhor dizendo, não queria se importar.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Ter Ago 22, 2017 10:32 pm

    Pana fala com o líder dos humanos: Sem querer ser do contra (de novo), mas não é mais perigoso se ela nos vir fugindo e atacar nosso grupo pela retaguarda? Nossos números não são suficientes pra derrobar uma coisa daquelas? Não que eu esteja me oferecendo pra lutar, mas sou ótima pra dar opinião.

    Depois para lobo:Como foi que a harpia explodiu??
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Qua Ago 23, 2017 9:50 am

    Lobo se virou surpresa com a pergunta da garota, nesse tempo todo que tinham viajado Pana mal tinha lhe dirigido a palavra.

    - Não sei ao certo. Provavelmente fruto da minha magia ou do ataque de Azrael.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Qua Ago 23, 2017 10:08 am

    Azrael aguarda a decisão dos humanos, sua sugestão era evitar mais uma luta, principalmente agora, sem ter certeza de quem exatamente era a demônio, se fazia um ritual, provavelmente tinha algum poder mágico, e magia até então estava se mostrando como um divisor de águas entre vitória e derrota, não seria prudente enfrentar alguém que a dominasse com facilidade.

    Se questionado o arqueiro dirá que prefere passar pela floresta, mas seguirá o grupo caso se arrisquem passando pela estrada, talvez a jovem Pana tivesse razão, mas uma coisa era lutar contra harpias burras, outra bem diferente era enfrentar uma possível súcubo ritualista com poderes mágicos.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Qui Ago 24, 2017 9:20 am

    Pana, que tinha falado com Lobo por reflexo, se surpreende tanto por ela ter respondido, como pelo fato em ter falado em magia com tanta naturalidade:

    -Magia? Você sempre soube fazer isso? Será que todos nós podemos também? Achei que só as flechas eram mágicas...
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Kether em Qui Ago 24, 2017 1:49 pm



    O homem que havia comparado Pyro com um demônio ainda chegou a falar alguma coisa como todos os seguidores cegos do Angêlina Sutra, ele simplesmente o ignorou, afinal o que um humano poderia saber sobre os deuses, se nem mesmo ele um Anjo era capaz de julgar as ações de um Deus. 

    O Anjo negro deu de ombros para aquelas palavras e como era novato no grupo e percebendo que o líder dos humanos junto com Azrael parciam ser os líderes daquele grupo, cruzou os braços e passou a observar por vezes o grupo, noutras tantas aquela Demônio. Que seja lá o que fosse ela não parecia ser uma Súccubus e com certeza não era um Inccubus. 


    Edu
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Qui Ago 24, 2017 8:07 pm

    - Sim magia, acho que não. Meu segundo apelido era bruxa, mas nunca fiz nada além de mexer com umas ervas e jogar umas cartas. Não sei depois daquela conversa com aquele homem estranho sobre os raios, achei que podia tentar alguma coisa - disse respondendo a garota.
    voorhees
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Sab Ago 26, 2017 10:56 am

    O meio demônio de pele rígida e cabelos brancos estava calado demais, apenas acompanhando todo o falatório. * - Se há um demônio perto fazendo um ritual... não parece inteligente continuar por aqui...*

    Ele ficou em silêncio quase todo o tempo mas se preocupou em ouvir o que Negral falou sobre Piro. * - Esse é um assunto para depois. *

    Diante dos preparativos para nova partida (ou nova batalha) Voorhees se aproxima de Azrael, figura que inspira mais confiança por ali, para que eles não se demorem mais. - Meu caro, prefiro menos batalhas e mais avanço no nosso caminho... Estamos indo bem até aqui, é verdade. Mas não sabemos coisa alguma para sentir qualquer confiança, não é? Se todos estiverem prontos para marchar, acho que devemos tentar evitar a criatura.
    Leomar
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Sab Ago 26, 2017 1:48 pm

    Pana escreveu:Sem querer ser do contra (de novo), mas não é mais perigoso se ela nos vir fugindo e atacar nosso grupo pela retaguarda? Nossos números não são suficientes pra derrobar uma coisa daquelas? Não que eu esteja me oferecendo pra lutar, mas sou ótima pra dar opinião.

    Serrote se adianta para a humana bonitinha:

    - Me'Danda, pode ir na frente que a gente cuida da sua retaguarda com carinho! - Ele diz enquanto dava carinhosas palmadinhas no traseiro dela, com um sorrisinho malicioso. - Se derrubamos aquelas seis facinho, creio que seria fácil derrubar esta outra também, mas se a maioria tiver com preguiça de matar demônios, podemos só ignorá-la.

    - Cara, você fala demais! - Reikon já não estava com muita paciência com o garoto, ainda resmunga algo tipo "quem sabe o outro grupo te adota" ou algo do tipo, vocês não entendem bem.

    Falko começa abrir caminho, procurando onde era melhor ou que árvores eram melhores para se esconder, ou sabe-se-lá-mais-o-que que um batedor faria.

    - Tentem não fazer muito barulho. - E a única coisa que Reikon fala a vocês. Os homens dele iam seguindo Falko, vocês também (por instinto ou bom-senso) procuram imitá-lo, apoiando as costas nas mesmas árvores que ele apóia, parando ou dando pequenas corridinhas conforme ele fazia o mesmo.

    A princípio não parecia tão difícil, mas o grupo se movia muito lentamente. Anés reclama:

    - Se aqueles ali não forem dar um jeito nas carroças, melhor seria lutar de uma vez!

    De fato ficava inviável tentar ser furtivo levando duas carroças puxadas por semëks. Reikon sinaliza para Azrael (que aparentemente respondia pelos demais) para que ou se livre das carroças, ou que quem for conduzi-las fique na retaguarda, para dar aos outros espaço para correrem na frente.

    Malak também estava tendo problemas em seguir o grupo. Ele não reclamava, mas era óbvio que os ferimentos no braço deviam ter se espalhado e ele não estava bem. Além de febre, se mexia mais devagar do que gostaria, todos percebem que ele deve estar com muito mais dor do que admitia.

    Quione fala baixo, mas meio imperativa:

    - Não dá pra seguirmos assim, eu sou grande demais para os passos de vocês e não tem a menor chance de um grupo deste tamanho passar despercebido. Malak, monte em mim, nós iremos na frente e nos viramos para ver se esta tal cidade pode ajudar ele. Ou então para o inferno com as alternativas, mesmo se liberdade tenha sido só isto.

    Ela não parecia tão confiante (num futuro melhor, talvez?) de qualquer forma parece decidida, e gostem os demais ou não, parece que os humanos concordavam que ela teria melhor chance a galope. Malak monta na centaurina que afasta o máximo do resto do grupo, e quando finalmente percebe o humano bem firme às suas costas e um caminho mais claro, começa correr.

    Os outros todos ficam parados. Quione deveria chamar atenção, mas provavelmente chamaria para um lado mais afastado dos demais, assim quando ela já pega uma distância relativa, vocês voltam a andar.

    Os ferimentos de Azrael voltam a incomodar e sangrar, mas não atrapalham seu ritmo. Nergal segue os demais pelo chão, pelo menos num primeiro momento. Rêmo fica para trás, buscando controlar Bonitinho que não estava totalmente disposto a andar sem fazer barulho. Ele rosnava baixo, mas parecia chateado por não terem escolhido a briga, e parece que o animal não concordava com democracia.

    Talvez a demônio estivesse mesmo muito ocupada ou fosse mesmo muito relaxada, pois mesmo vocês não sendo nem o grupo mais rápido e menos ainda o mais silencioso, conseguem andar um bom bocado. Quando começam ver o que provavelmente eram os muros da cidade, vêem também outra conhecida: a neblina.

    Bonitinho não aguenta e começa latir e rosnar, justo num momento que precisam passar numa ponte estreita. Agora era impossível ignorar o grupo.



    - A CIDADE ESTÁ LOGO A FRENTE, QUEM FOR PARA IR, MELHOR IR DE UMA VEZ! - grita Falko.

    O grupo deixa vocês passarem na frente, protegendo a retaguarda, como Serrote tinha falado.

    A demônio parece um pouco incomodada por atrapalharem o sossego do ritual dela, mas não ataca de imediato, mas escutam ela gritar algo tipo "Wanamki malditos, vocês não tem ideia das forças com que estão lidando".

    quem for apenas seguir direto até o portão:

    Aos que ainda resolverem olhar para trás, verão que a demônio exita. Ela provavelmente quer atacar, mas não quer ou não pode se afastar da fogueira ainda,
    mas abre as asas e faz alguns gestos estranhos.

    Os que forem inteligentes de não perder muito tempo olhando para trás, ou talvez nem tenham olhado momento nenhum, e que não tenham ficado carregando muita coisa ou tomado conta das carroças, ou ficando preocupados com os demais, ou em resumo: que não acharam motivos para se demorar, conseguem atravessar a ponte e já ver o portão da cidade.



    Felizmente o portão está aberto, e, embora existam algumas pessoas do lado de dentro (nenhuma chama a atenção de vocês ainda, mas vocês ainda não estão tão preocupados assim com elas), ele não parece nem mesmo vigiado. Havia uma boa chance de vocês simplesmente entrarem na cidade e esperarem todo o resto do grupo chegar, sem maiores problemas.

    A demônio olha vocês com ódio, mas parece ainda "presa" ao que quer que estivesse fazendo. Isto daria tempo dos menos dispostos a lutar escaparem (assim vocês esperam). A demônio gesticula como se quisesse mandar "coisas" em cima de vocês. Magia talvez? Não dá para ter certeza, talvez ela até já tivesse usando alguma magia antes mesmo de Bonitinho ameaçá-la.

    É a última chance de saber se vão correr ou lutar. Alguns já correram, e com sorte já estão até longe do perigo.




    Observações: Se acharem mesmo que as carroças são importantes a ponto de valer a pena lutar, quem decidir por mantê-las faça um teste de sorte com 1D12 (apenas um jogador, apenas uma vez).

    Se não acharem assim tão importante, lembrem que tem de decidir também se ficam ou não com os semëks. Soltando eles das carroças, eles não devem atrasar vocês, pois são ágeis.

    Se deixarem as carroças, lembrem (ou não) de pegar o que tinha dentro delas. Revejam nas fichas os itens que cada um tem e tenha certeza se pegaram mesmo o que queriam, pois tá quase chegando na segunda fase. Caso tenham pensado em "algo de última hora" é a última chance.

    Se TODOS resolverem correr sem lutar, é bem provável que todos passem, mas não é totalmente certo que estejam totalmente livres de efeitos mágicos.

    Nergal, o ar está muito "pesado" para voar, bem mais que antes. Não é impossível, mas terá muita dificuldade, e se pensar em lutar, terá que ser bem perto do chão.
    Kether
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Kether em Sab Ago 26, 2017 10:09 pm

    Nergal que acompanhava caminhando próximo a Pana e Calisto ao ver o jovem apalpar Pana e ouvir o cachorro latir no final da fila, recuou dando uma esbarando, propositalmente com a asa no garoto para que ele se afastasse um pouco de Pana sem falar nada muito menos pedir desculpas para o jovem.

    - Pana... Calisto... Eu vou recuar para ver o que está acontecendo, este cão deve ter chamado a atenção daquela demônio. Por isso vou para lá. 

    Então ele se vira para ambas belas jovens e diz:

    - Fiquem em segurança eu farei o máximo para mantê-las em segurança. Não sei o que faria se vocês se ferissem gravemente.

    Então ele dá as costas para as duas e segue até o final da fila e ao passar por Voorhees e Azrael.

    - Vou voltar para ver o que está acontecendo com o cachorro. - falava ao reparar que Azrael sangrava, ele leva a mão até o peito onde estava a poção que Pana havia lhe dado e então fala com o ferido. - Consegue seguir ou lutar?
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

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      Data/hora atual: Ter Set 19, 2017 4:03 pm