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    Os primeiros passos fora dos muros

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    Moon
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Qua Maio 17, 2017 10:50 am

    Quione seguia com os demais por entre as árvores dava graças a qualquer coisa que acreditava, em saber que ficaria livre da carroça e no momento que andava tentava farejar algo ou alguém além das pequenas criaturas que via pelo caminho.


    OFF: Que fofinho primeiro casal formado Razz e a cima de tudo rolar teste para sentir o cheiro de algum monstro estranho



    Leomar
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Qua Maio 17, 2017 2:13 pm

    Quione não sente o cheiro de nenhum perigo próximo, MAS ela percebe que vocês não são os únicos que passaram por estas bandas. próximo às árvores marcadas com flechas há o cheiro de cavalos que devem ter passado por lá a não muito tempo, e alertada pelo odor, não é muito difícil ela localizar algumas marcas de ferradura no chão. Algum grupo a cavalo, provavelmente o mesmo que marcou as árvores, provavelmente para saberem de onde vieram, passou por ali há menos de dois dias. É bem mais provável que fossem mesmo homens montados a cavalos, e não outros centauros, embora exista uma possibilidade pequena de ser centauros.

    Já para o lado da construção não havia cheiro de nenhum ser vivo, é como se tivesse abandonada há décadas.

    Pela "floresta", continuando reto no rumo que estavam indo, sem se desviar, não dá para distinguir bem os cheiros, pois é tudo um tanto novo para ela, as plantas tem um cheiro agradável que ela nunca sentiu antes, e talvez até cheiro de algum animal diferente a confunda. Bom, a boa notícia é que ela não sente cheiro de demônio por perto, por enquanto.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Qua Maio 17, 2017 4:47 pm


    AZRAEL




    A noite foi longa, e o frio fazia os ossos doerem, uma dor profunda que o fogo não era suficiente para abrandar, e com a alta madrugada só piorou, o combustível do fogo acabou e daí em diante o vento parecia agulhas acertando o corpo.
    Ele se sentiu congelado, sequer conseguia se mover, até que os primeiros raios de luz o trouxeram de volta à vida, o calor era bem vindo, mas nem a boa sensação durou muito, logo o calor já era novamente insuportável, e assim o dia seguiu.

    Depois de horas de caminhada, e da mudança de terreno, que trouxe um novo fôlego de esperança, Azrael caminhou por entre as árvores, satisfazendo tanto seu olfato quanto paladar com as folhas e frutos à disposição.

    Azrael seguiu à frente do grupo até se aproximarem dos primeiros sinais de vida. Na inexistência aparente de perigo imediato, ele se aproximou dos outros e informou sobre o que viu à frente, sugerindo que o grupo fosse reabastecer a água, enquanto ele mesmo, e mais alguém que se prontificar deveriam ir até a torre ao norte, um lugar elevado ajudaria com o reconhecimento do terreno ao redor, uma vez que este começou a ficar mais denso, diminuindo a extensão do campo de visão do grupo.
    Ele também falou para seguirem com cuidado, e mostrou as flechas cravadas nas árvores - não somos os únicos por aqui, e seja quem for, está armado. - Depois seguiu fazendo o contorno para norte do caminho original, seguindo em direção à torre, com quem mais tenha o seguido.
    OFF:
    Se ninguém for, o Azrael vai mesmo assim.
    Se mais de 2 se apresentarem ele vai dizer que é melhor não dispersar muito o grupo, o ideal é ir ele e mais um.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Qui Maio 18, 2017 1:56 pm

    Após a terrível noite no deserto, o maior desejo de Pana era encontrar abrigo para a próxima noite. Ia ficando mais desesperada a cada hora de caminhada que passava, pois parecia cada vez mais que teriam que enfrentar o frio novamente.
    Ficou deslumbrada e radiante ao ver a floresta! Como era diferente de tudo que já tinha visto! Era muito bonito! Enfiou várias frutas e folhas na boca, mesmo sem ter certeza que eram comestíveis e tinham um sabor diferente das comidas que estava acostumada. Quando percebeu a torre, tudo o que podia pensar era em ter um telhado sobre sua cabeça durante o maldito frio noturno. Apesar de não entender porque alguém abandonaria uma torre assim, agradeceu mais uma vez a sorte que estavam tendo.
    Ao ouvir Azrael, diz: -Sou praticamente inútil em combate, mas posso ajudar a negociar uma pernoite, se tiver alguém razoável lá. De qualquer maneira, acho que é melhor do que ficar parada ali. Quem sabe não dava sorte da torre estar realmente vazia e ser a primeira a escolher um lugar para dormir?

    Off: Se Azrael foi na frente, corro atrás dele até alcança-lo.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Qui Maio 18, 2017 7:47 pm

    -Um bom banho! deixou isso escapar enquanto seguia os demais ao perceber o que encontrou farejando, relatou aos demais interessados o que havia encontrado, comentou sobre a "trilha e os possíveis desbravadores do lugar que provavelmente deixaram as flechas.

    Achou que não seria deveriam ir para a construção, mas entendia ou não a necessidade dos demais descansarem em um lugar mais confortável e sem contar mais fácil de proteger de ataques, mas ela ficaria do lado de fora ou no primeiro andar, pois subir escadas isso era impossível.


    OFF: quero um bom banho morno onde tem isso ??? esquenta a água ai...
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Qui Maio 18, 2017 7:51 pm

    Lobo foi apenas caminhando por entre as arvores as observando de forma distante e sem muito interesse. Era de fato um lugar curioso, nunca tinha visto tanta planta junta assim na sua vida, mesmo na época distante quando era ajudante de apotecaria.

    No momento em que passou por uma arvore com frutos, ela parou genuinamente curiosa. Pegou uma das frutas, arrancando-o da arvore. Cheirou e deu uma mordida. Fez um sinal de balançar a cabeça indicando que não era nada mal. No momento em que terminara de engolir o que tinha mastigado, lhe veio na cabeça se naquela floresta não poderia encontrar algumas das plantas que tinha trabalhado quando não estava presa.

    Começou a andar em meio as arvores cheirando as plantas tentando lembrar de alguma coisa. Não ligou muito para o que Pana tinha dito e nem sequer ouviu Azrael.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Qui Maio 18, 2017 11:38 pm

    A torre estava de fato abandonada e deveria ter décadas, se não séculos. Era uma construção simples, feita de pedra, cilíndrica, com quatro andares e poucas janelas. As árvores não chegavam até o leve elevado em que ela estava construída, era como se o deserto tivesse parado nela.



    descrição da torre:
    Havia uma porta de madeira trancada na frente da torre, mas a madeira estava velha e qualquer um de vocês poderia arromba-la sem muito esforço. A maior parte da luz vinha do teto, pois todos os andares tinham um buraco no meio.

    O primeiro andar não tinha nada útil, só cacos de móveis. Cadeiras, mesas e armários todos quebrados, a madeira, se muito, serviria para lenha de fogueira. Há cacos e cerâmica e uma grossa camada de poeira em tudo, mas curiosamente não haviam teias de aranha, parece que nem os insetos iam ali.

    No fundo do primeiro andar havia um tipo de dispensa (2) a porta dela estava caída, também haviam mesas muito velhas lá e cadeiras quebradas, além de alguns sacos velhos cheios de algo que um dia deveria ter sido grãos, mas que agora estão muito podres e até secos.

    O segundo andar também tinha uma dispensa (3) nela haviam algumas mesas um pouco mais inteiras, cheios de sacos e bacias, e uma infinidade de saquinhos cheios de vários tipos de pó, alguns pareciam só areia e terra, outros pareciam ervas secas. Do outro lado das escadas (4) havia um tipo de dormitório com várias camas, muitas quebradas, outras só com o estrado , restos de trapo que um dia deveriam ter sido lençóis. Tudo era velho e estava empoeirado, mas a camada de poeira parecia menos que do primeiro andar.

    O terceiro andar, apesar de também estar abandonado, estava ainda mais limpo que o segundo andar, também tinha uma dispensa (5) mas esta tinham várias "coisas" diferentes dentro de vidros, e uma ampla vidraria em várias mesas (potes, tubos de ensaio, elemayers, pipetas, condensadores, etc.) e tinha outro dormitório (6) com outras camas, estas um pouco mais inteiras, algumas até com colchões (velhos, mas ainda inteiros) que até poderiam ser usadas. Aliás uma das camas estava sendo usada, tinha um esqueleto nela, os ossos estavam tão secos que quem quer que tenha morrido ali, morreu há muitos anos.

    O último andar estava curiosamente limpo, totalmente diferente dos demais, sem poeira, era como se alguém tivesse limpado o andar há menos de dois dias. No fim do corredor havia uma sala que parecia um tipo de biblioteca (7), haviam armários com prateleiras cheias de livros, aproximadamente uns 40, 10 em cada prateleira, fora pergaminhos e folhas soltas ou enroladas. A maioria dos livros parece ser escrita em moloke, outro em algum outro idioma demoníaco.

    Havia uma mesa redonda bem no meio da biblioteca, com mapas e papiros cheios de anotações feitas com carvão. Em uma das paredes, há uma escrita com letras azuis bem grandes: "La demonoj neniam atingos la ĉielajn rondojn".

    Para quem fala Esperanto:
    Os demônios nunca chegarão aos círculos celestes.

    Num canto da biblioteca há uma prateleira com quatro vasos de barro, tampados. São de tamanho médio, do tipo usado para guardar líquidos.

    Há uma última sala (8) depois desta, mas há uma porta trancada entre a duas, e como o resto do andar, a porta parecia estranhamente nova. Mas dá para arrombar se tentarem, só gastarão um tempinho a mais.

    Lobo não conseguiu identificar nenhuma das plantas, pois vocês nunca comeram frutas como aquelas. Pareciam ter uma dose boa de açúcar então deferiam ser mesmo boas para comer. Eram até bem gostosas, a não ser as que estavam verde, que tinham gosto de papel e se alguém comer muitas delas verdes vai ter prisão de ventre depois.

    Não havia água e menos ainda uma banheira por perto.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Sex Maio 19, 2017 6:03 pm

    AZRAEL





    A torre parecia antiga, abandonada há muito tempo, mas ele caminhou em volta antes de entrar, procurou sinais de vida, de movimento, e não encontrando nenhum, seguiu até a porta, forçou um pouco com as mãos, e vendo que estava podre, deu um chute perto do trinco, arrombando a mesma.

    - Tome cuidado aqui dentro, mesmo que não tenha ninguém, ainda podem ter armadilhas. - Disse para Pana ao entrar.

    Ele caminhou pelo térreo com cuidado, olhando em volta a procura de armadilhas ou sinais de vida, não havendo nada de útil, seguiu para o segundo.

    Lá Azrael olhou os saquinhos nas mesas, cheirando alguns, tentando reconhecer os conteúdos, ele se lembrou dos livros que leu no passado, algo o lembrou daqueles antigos tomos.

    Ele subiu ao terceiro andar, e notou como estava mais bem cuidado, e limpo que os anteriores, caminhou por entre os frascos e mais uma vez lhe veio à lembrança os livros do passado. - Pana, olhe aqui - ele disse apontando as camas ainda em bom estado dentro do dormitório - parece que teremos uma noite melhor que a anterior.
    Caminhando para dentro do dormitório viu a cama com o esqueleto, já havia visto mortos antes, este já estava ali há muito tempo, ele procurou no corpo algum sinal que indicasse o tipo de morte que ele teve.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Sex Maio 19, 2017 7:27 pm

    Não haviam armadilhas óbvias na torre, ou pelo menos Azrael ainda não tinha disparado nenhuma enquanto se movia na torre.

    Os saquinhos com pós pareciam servir para alquimia ou rituais. Haviam tipos diferentes de carvão, cujas finalidades iam de desenhar marcas no chão até catalizar poções, haviam pedras que pareciam giz, e outras que pelo cheiro deviam ser compostos de enxofre. Não haviam etiquetas dizendo o que era o que e sem prática seria difícil separar o que era o que. Muita coisa ali poderia servir para fazer veneno ou poções mágicas.

    Já os produtos nas vidrarias eram obviamente destinados à alquimia, e tinham o mesmo problema: poderiam tanto ser usados para venenos como poções mágicas. Alguns produtos tinham etiquetas, mas eram inúteis, eram apenas letras ou números, ou símbolos soltos.

    O esqueleto não mostrava mais do que o óbvio: era provavelmente de um humano, tamanho adulto e estava ali a muito tempo, toda carne e vísceras tinha se ido a sabe-se lá quanto tempo, não há nem cheiro de tecidos a não ser dos ossos mesmo, a única coisa que conseguem pensar é ver se havia ossos partidos: não havia, mas o braço direito tinha sinais de que foi reforçado, e vocês sabem que ossos quebrados restauram mais fortes, aquele esqueleto então quebrou o braço antes de morrer, pois tinha que estar vivo para o osso se restaurar.
    voorhees
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Sab Maio 20, 2017 1:09 am

    O mestiço de cabelos brancos ficou muito calado depois da noite gelada e apenas observava a mudança de paisagem conformem avançavam. Sua praticidade o impelia a seguir em frente, sem alterar o curso, mas não protestou quando o grupo decidiu desviar para a torre. Não tinha qualquer argumento para discordar de que uma noite melhor dormida era o mais importante para o futuro do grupo.

    Ao redor da torre, tentou avaliar a construção e possíveis rastros no entorno. Não esperava encontrar nada, apenas se dedicou a alguma tarefa, para ocupar sua mente perturbada. As transformações que sofreu nos últimos dias cobravam um preço caro agora. É muito difícil seguir em frente sem qualquer esperança e sem entender nada do mundo à sua volta.

    Finalmente, avaliou o piso da torre, coberto de poeira e restos de madeira podre. Acostumado às construções de sua cidade e das estruturas de exploração de pedreiras, Voorhees procurava curioso algum sinal de um porão ou algo assim. Experimentava pedras e taboas, ocupando seus pensamentos, num esforço para não enlouquecer.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Edu em Sab Maio 20, 2017 11:37 am

    Lobo se sentiu um pouco frustada que não tenha lembrado de nada cheirando a plantas. Fez uma cara de chateação e se sentou no chão apoiada no tronco da pequena arvore. Deu uma outra mordida na fruta que tinha pego e ficou ali por alguns minutos.

    Após esse tempo ela se levantou e foi até a torre com os outros.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Moon em Sab Maio 20, 2017 12:59 pm

    Quione seguiu os demais não tinha muita coisa para fazer apenas acenou para aquela guria estranha que não tinha nome, para ajuda-la atirar a carroça e deixa-la com as demais perto das outras montarias, com ajuda ou não e sem a carroça o máximo que Quione pode fazer foi entrar e ficar no primeiro piso da torre, não era muito boa com escadas e lugares estreitos, ficaria muito nervosa. só agradecia a guria sem nome pela ajuda ou não. Nervosa permanecia naquele lugar, observava tudo e novamente tentava farejar alguma coisa. Comida quem sabe.




    OFF:

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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Sab Maio 20, 2017 7:11 pm

    Pana não entende muito bem como pode ser possível a torre estar mais conservada nos andares mais altos, mas também não se interessa muito. Após o aviso de Azrael, toma cuidado para encontrar alguma armadilha em seu caminho.
    Procura por alguma coisa que possa ser útil ou possa ser vendido em Dafodil, algo que ela reconheça prontamente, mas decide não se arriscar muito com o que não sabe o que é. Pra ela o principal objetivo é chegar inteira na cidade. Para tal, tenta convencer o grupo a passar a noite na torre e seguir caminho ao amanhecer.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Dom Maio 21, 2017 4:13 pm

    AZRAEL




    Ele subiu até o último andar, e este o deixou curioso, estava muito limpo, talvez tivesse alguém ali, ele andou por todo o andar com a mão na pequena espada à sua cintura, temendo um ataque surpresa, mas caminhado pela sala, ninguém apareceu, ele então se acalmou e foi até a biblioteca, fazia tempo que não lia alguma coisa. Ele passou as mãos pelos livros olhando suas inscrições retirando alguns para ver o que continham.

    Azrael se lembrou das palavras do homem que encontraram mais cedo, então começou a procurar entre os livros algo relacionado a "prana" queria achar algum livro que o ajudasse a entender o que havia mudado devido aos raios que o atingiram, e quem sabe até aprender a usar esse possível poder.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Seg Maio 22, 2017 8:26 am

    Ele procura entre os livros, e alguns lhe chamam atenção, ele os retira da prateleira com cuidado, um de cada vez e os leva até a prateleira próxima aos vasos de barro para olhar as primeiras páginas.

    Os livros são: Freĉias e Sucursais; Jara-Sutra - O Equilíbrio da deusa; Bio-magicanalização tomos 1 e 2; Meditação para sentir o fluxo de manas.

    Após ver algumas páginas dos livros, a escuridão começa a cair, e ele lê próximo ao fogo do candelabro: Sankta Raĉoŭhi - Ar, Fogo, Bênção; Símbolos Sagrados dos quatro deuses; História de Gaja, folheando algumas páginas durante cerca de três horas, até sentir fome e sono, ele deixa os livros que folheou separados em uma das mesas, apaga o fogo e então come alguma coisa e vai dormir, finalmente em uma cama.
    voorhees
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Seg Maio 22, 2017 7:50 pm

    Não desejando levantar mais poeira, Voorhees fica na dele sem curiosidade de conferir todos os andares da torre. Se há algum lugar para descanso, ótimo.

    Ele se propõe a ficar de vigia no início da noite e pede instruções para a cenaturina sobre como ajudar com os lagartos.

    O mestiço apenas verifica se está tudo em ordem com os bichos e com as carroças, trás água para cá leva lixo para lá e fica de guarda em um ponto um pouco afastado para que possa ver além da torre.

    No meio do serviço, experimentando mais uma fruta doce, ele puxa assunto com quem tiver por perto, casualmente.

    - Eu conheço eacravo condenado e dono de escravos. Nós não somos nenhum nem outro agora, eu acho. O que gente como nós pode fazer com a vida?
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por comoassim71 em Seg Maio 22, 2017 10:16 pm

    Mesmo sem se interessar pelo mistério da torre, Pana se sente inquieta. Procura algo pra fazer, ora ajudando Azrael manipular os livros, fazendo perguntas básicas sobre a rotina em uma biblioteca, ora perambulando pela torre procurando algo pra fazer, chegando até a ajudar Vorhess e a Centaurina com os animais (que ela não gostava muito). Estava por perto para ouvir o questionamento de Vorhess e respondeu: -Deve outras possibilidades... Será que só existem dois tipos de pessoas no mundo? Você nasceu escravo?.
    Ao falar, percebe que não sabe como que as pessoas ganhavam dinheiro fora da cidade maldita. Só o que valia naquele inferno era sexo e sangue. Portanto, nunca tinha visto ninguém receber por nenhum tipo de dinheiro e se sentia profundamente confusa.
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Leomar em Qui Maio 25, 2017 2:55 pm

    A torre, apesar de tudo, dava um abrigo seguro para a noite. Voorhees e Quione conseguiam deixar a parte de baixo minimamente limpa para que a centaurina e os lagartos gigantes dormissem, deu até para fazer uma fogueira com os cacos de móveis (a torre era de pedra, então não tinha problema), enquanto os bípedes aproveitam as camas do terceiro andar, não eram as coisas mais confortáveis do mundo, mas proporcionaram um bom sono.

    (R.Oc.)

    A maioria também prefere não mexer em muita coisa. Embora fisicamente resguardados, energeticamente vocês começam ficar um pouco incomodados.

    Quione, naturalmente refratária (tenha os seus iguais explicado ou não), não sente nada, mas acorda com os semëks agitados, querendo sair, jecando e batendo com seus rabos.

    Pana tinha dormido profundamente, mas teve pesadelos com Ghunula, sua antiga dona. Ela não se lembra com precisão, mas Ghunula tentava convencê-la a voltar para o "lar", usava argumentos como "sua vida até era boa comparada com de outros, nós sempre comíamos bem e você era procurada pelos mais bonitos íncubos e súcubos, se voltar poderemos ser poderosas junto, você que irá escolher os íncubos ou súcubos que quiser usar de brinquedo, blablabla" bom, não era bem estas palavras, mas ela propunham uma parceria e parecia fazer da forma mais amistosa, prometendo tudo que era tipo de vantagem. Inclusive que a própria Ghunula se tornaria sua amante mais leal ou até o bichinho dela.

    Malak não consegue perceber nada de diferente (fisicamente, pelo menos) mas se sentia bem. Talvez até bem demais. Não entendia muito destes "lances" de magia e sobrenatural ou o que quer que valha, mas sem saber explicar, sentia que aquela torre lhe deixava forte, literalmente. Fica até um pouco ansioso, como se estivesse com energia demais, como se alguma energia quisesse "sair dele". Seu corpo acostumado ao trabalho parecia pedir para fazer algo, nem que se fosse puxar peso a toa.

    Voorhees também tinha seu jeitão cético, mas igualmente sem saber explicar, sentia algum tipo de força pairando naquelas paredes. Estranhamente algo parecia lhe chamar levemente para o último andar, mais especificamente para a sala trancada. Não era algo irresistível, mas era como uma impressão, intuição ou mesmo uma sugestão baixinha...

    Lobo tinha uma reação contrária, ela igualmente sente que havia algo não físico nas paredes daquele lugar, obviamente mais forte nos últimos andares, mas como ela era um pouco menos cética que os dois companheiros (afinal foi chamada até de Bruxa Lobo), aquilo para ela não era apenas uma intuição, mas era algo que a convidava a não ficar mais tempo na torre, já tinham ficado a noite lá sem problemas, o melhor era sair antes de dar problema. E uma "força" parecia dizer para manter-se longe especialmente da última sala, a que estava trancada. Por fim havia também uma sugestão, que ela não tem certeza se veio só de seu raciocínio ou teve fontes esternas mas que dizia: "Ninguém aqui conhece nada sobre poder o dom, obviamente há poder neste lugar, mas e se houver poderes em nós, que não conhecemos?"

    Por fim, Azrael também estava recuperado, mas não sabia se o ambiente da torre era diferente, ou se o dia que realmente tinha começado bom. Era a primeira noite que dormia mais tranquilo e acordava se sentindo mais livre, e estavam a poucos passos do fim do deserto. Mas isto não era o mais importante, com a mente descansada, ele fica mais observador, e uma das coisas que percebe é que os livros que estavam naquela torre, apesar de não serem muitos, tinham assuntos diversos, e o mais importante: eram livros complexos e especializados e não para novatos. Quem quer que seja ou tenha sido dono(a) daquela torre, era fatalmente algum dominador(a) forte de magia e deveria ter muita inteligência. O fato da torre estar limpa no último andar e desleixada nos primeiros só poderia significar que a magia do antigo dono ainda tinha influência ali (ou isto ou alguma faxineira alada ia lá de tempos em tempos, entrava voando pelo teto, limpava o último andar e não se importava com os demais).
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por Exalted em Qui Maio 25, 2017 4:30 pm


    AZRAEL



    Apesar de ficar até muito tarde lendo e dormir menos do que deveria, ele acordou muito bem disposto, e voltando à biblioteca, separou alguns livros que pretendia levar, ele reparou nos livros da biblioteca e atentou que praticamente todos os que havia folheado eram de assuntos avançados, muito complexo para que ele entendesse naquele momento, e tanto a variedade como as anotações em muitos deles, sugeriam que eram de uma mesma pessoa, e a própria torre parecia possuir energia mágica, essa era a única explicação para como aquele lugar estava tão limpo.

    Ele pensou por um instante que talvez o dono da torre ainda esteja por aí, pode ser que ele já até saiba que alguém está revirando suas coisas, e isso o fez querer sair dali, eles já tinham descansado, e os livros que ele queria já estavam em sua bolsa e alguns na carroça, ele passou pela porta trancada e olhou fixamente para ela por um momento e sentiu um calafrio que o fez se arrepiar, ele desceu rapidamente para onde estavam os outros.

    Acredito que seja hora se seguirmos viagem, o que me dizem?
    voorhees
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

    Mensagem por voorhees em Sex Maio 26, 2017 9:09 am

    - Ah sim, seguir viagem... Eu estou me sentindo melhor essa manhã. No fim, passar a noite aqui na torre foi ótima ideia, não foi? Acho que está tudo pronto para partirmos, ainda que os lagartos estejam mais agitados agora. - A voz do cabelos prateados parecia mais clara, forte, numa satisfação inédita. Ele olhava em volta procurando alguma coisa e quando achou, acreacentou apenas um comentário subindo as escadas. - Só vou dar uma olhada lá em cima e já estou pronto.

    OFF:
    - Ele procura alguma coisa qualquer para arrombar a porta trancada... qualquer haste mais firme ou objeto mais resistente para tentar abrir na força bruta
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    Re: Os primeiros passos fora dos muros

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