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    [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

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    Exalted
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Exalted em Dom Jun 18, 2017 2:45 pm


    Já na sala de visitas, Garen vai até John, afinal Anne está mais à vontade do que ele mesmo estaria naquela cozinha.


    - E então? Que experimentos está criando aí? Espero que nada explosivo...


    Ele dá uma risada enquanto se senta próximo ao menino, pegando a caixa do brinquedo. "O que será que é uma brincadeira de criança no século XX?, ele pensa consigo. "Será que tem algum elemento perigoso nesse kit?

    Ele gasta esse tempo apenas conversando com o menino e brincando junto, aguardando Anne terminar o que está fazendo.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Dwight Memphis em Seg Jun 19, 2017 9:26 pm


    Não entendo como alguém neste ano pode ser infeliz, tudo é tão perfeito. A casa de meu host é enorme, só de entrar já me encontro em um lugar maior do que grande parte da Zona Zero, o mundo em 2017 é tão grande, tão aberto. Sou levado a acreditar que a vida de Elliot não é comum mesmo para os padrões deste ano, afinal o pai dele tem uma empresa que não é pequena.

    Conforme vou entrando eu tropeço em um tapete que estava um pouco levantado em uma das pontas, caio com as mãos no chão em uma posição não muito legal e isso me lembra que voltei a andar apenas há algumas horas e embora meu corpo já tenha se acostumado de forma que não tenha que pensar a cada segundo em dar um passo atrás do outro, minha mente ainda precisa de mais treino pra relembrar como ficar atento aos arredores e não tropeçar a toa.

    Exploro a minha nova casa, tem diversos lugares que precisariam de uma analise aprofundada depois. No andar de cima, no que eu acredito que seja o quarto de Elliot, encontro um notebook, fecho a porta após entrar no quarto, pego o computador e deito na cama com ele no colo. Felizmente ele não pediu senha, então não demora muito até eu poder entrar na deep weeb e postar:

    Viajante 0649 - Confirmado.
    Encontro em 34°03'30.0"N 118°25'10.9"W às 6PM.

    Após isso fecho o pc e durmo um pouco, minha mente ainda está cansada da noite mal dormida em 2077.
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    Krystal Hunter - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Qui Jun 22, 2017 11:52 am


    Quando Hunter ouve Alonso falando em ligar para “Rafa”, imediatamente ela pensa em dizer que não, mas além de não ter tempo, também não faria sentido ela intervir. O que havia acontecido passaria em todos os canais de tv,  rádio e internet daqueles tempos e apesar de querer ficar sozinha, sabia que, com as relações que sua hospedeira tinha, aquilo era bastante improvável no momento. Assim ela apenas dá um suspiro resignado e observa-o afastando-se.


    “Definitivamente eu deveria ter escolhido alguém sem laços afetivos, pessoas só complicam as coisas...”


    Mas aquela tinha sido a sua escolha e agora era muito tarde para voltar atrás. A doutora retorna com sua liberação e Hunter agradece, confirmando que estaria lá no dia indicado e se despedindo da atenciosa mulher. Ela então diz para o irmão que se aproximava:


    – Pronto, meu enfermeiro, estamos liberados! Pode me dar uma carona?


    Era uma pergunta mais retórica do que qualquer coisa, sabia que o irmão de Isadora Martinez levaria-lhe para “casa”. Quando eles iniciassem o percurso, perguntaria:


    – E a “Rafa”? O que disse?


    Era bem provável que fosse encontrar com a tal Rafaelle em “casa”.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por mimacarfer em Sex Jun 23, 2017 2:49 pm

    PAUL RUGENBERG



    MAR VISTA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 03:05 PM

    Com a aproximação de Garen, John tira os óculos de plástico enquanto ri de sua brincadeira:


    - Não, tio. Isso é só água colorida... Mas quando eu for um cientista vou inventar algo que ajude a mamãe... Ela anda muito brava ultimamente.


    O menino volta a sorrir, com certa cumplicidade. Dava pra ver que ele e o tio eram bastante próximos. Ao pegar a caixa do kit de ciências, Garen constata que realmente o brinquedo não passava de plástico e água com corante e, alguns minutos depois, ambos já se divertiam juntos. John, embora não falasse muito, era bastante atencioso e parecia ter Paul como um exemplo a ser seguido, o que facilitava bastante as coisas para o médico, e a brincadeira em si não parecia muito complicada: propor misturas de líquidos, ver a mudança das cores e propor curas para coisas engraçadas e sem propósito real.

    Já estavam naquilo a alguns minuto quando John ficou sério, seus olhos parecendo congelados, enquanto começava a falar:


    - Viajante 8452... Mudança de planos. Dois membros da sua equipe serão substituídos. Comunique sua equipe e aguardem suas confirmações de chegada. - e, em seguida, voltou ao normal, continuando com sua brincadeira como se nada tivesse acontecido.
     
     
    ELLIOT LEWIS



    CHEVIOT HILLS, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 03:40 AM

    Ao acordar, Elliot percebe que já era quase fim de tarde. O sol ainda brilhava no céu, embora com um pouco menos de intensidade do que naquela manhã. Nuvens cinzas começavam a surgir, ainda em pequena quantidade, o que poderia indicar que choveria mais no fim do dia. Por uns minutos, pensou que jamais vira uma chuva na vida, a não ser através de monitores. Em sua época, a chuva era completamente ácida e sair para apreciá-la com certeza seria um atestado de óbito.

    A casa continuava silenciosa, o que aparentemente significava que estava sozinho e poderia explorá-la a vontade antes do encontro com os membros de seu grupo. Naquele momento porém, sua cabeça doía bastante, provavelmente devido a pancada que seu hospedeiro havia recebido mais cedo, e seu estômago não parava de lembrá-lo que desde que chegara não comera nada. Talvez aquilo fosse um sinal de que seu tour pela casa deveria começar pelo lugar favorito de Henry: a cozinha.
     
     
    ISADORA MARTINEZ



    SOUTHERN CALIFORNIA HOSPITAL, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 11:50 AM

    Alonso sorri para Hunter, respondendo sua pergunta com um sim, enquanto começa a empurrar a cadeira de rodas pelos corredores do hospital até a saída. Ali, entrega um papel para um recepcionista, que corta a pulseira amarela no pulso de Hunter, abrindo passagem para que ambos deixem o local. Após atravessar o estacionamento, Hunter e seu novo "irmão" chegam a um grande carro preto. Ele abre a porta do passageiro e a pega no colo, colocando-a o mais delicadamente possível no banco. Em seguida, fecha a porta e some por alguns minutos. Quando volta, entra no carro e, após colocar o cinto e ligar o rádio, dá partida, seguindo rumo a Santa Mônica.

    Ao questionar Alonso sobre o que a "Rafa" havia dito, ele a olha rapidamente, parecendo se divertir com a situação:


    - Que ela ia te matar pelo susto... Mas que já estava indo para casa nos esperar.


    O lugar não era muito longe do hospital, cerca de 20 minutos apenas, mas no caminho Hunter pode perceber a diferença do pouco que conhecera da Los Angeles de seu tempo, e a da qual se encontrava agora. As ruas tinham movimento e barulho, o céu era claro e luminoso, e grandes edifícios espelhados se misturavam com graciosas casas de materiais variados. Bem diferente de toda a ruína que marcava as ruas desertas de seu tempo.

    A apenas duas quadras da praia, eles param em frente a um prédio de tamanho relativamente médio. A cada andar, duas varandas ocupavam toda a sua faixada.


    - Pronto, chegamos. - Alonso desce do carro e abre a porta, já disposto a carregá-la de novo quando percebe um problema: como abriria as portas carregando a irmã no colo - Acho que vou ter que chamar a Rafa pra nos ajudar...


    Nesse exato momento, a grande porta de vidro da portaria se abre, e uma mulher desce apressadamente as escadas rumo ao carro:


    - Izzy, você está bem? Alonso, você devia ter me ligado assim que soube do acidente... Eu poderia ter ido até o hospital para encontrá-los.


    A mulher parecia brava e preocupada ao mesmo tempo e, após abraçar Alonso rapidamente, se aproxima de Hunter e a abraça também, dando-lhe um rápido beijo na boca.


    - Nunca mais me dê um susto desses de novo, está bem?
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Exalted em Sex Jun 23, 2017 3:40 pm


    Garen aproveita que o menino está confortável e distraído, e tenta conseguir alguma informação, entre uma brincadeira e outra com os tubos, ele pergunta:

    - Você deixou sua mãe brava rapaz?

    E ao dizer ele bagunça o cabelo do sobrinho com um sorriso, voltando a brincar novamente.

    O fato de o menino não falar muito fazia Garen lembrar de si mesmo quando era mais jovem, perdido em livros e por muitas vezes sem dizer uma palavra por horas a fio, ele entendia o sentimento de fazer coisas completamente alheio ao mundo à sua volta, focado em uma única coisa, a primeira impressão era boa, mesmo que ele não fosse o Paul, John pareceu ter aceitado isso, mesmo que só tenha se passado um breve momento “nada de precipitar conclusões Garen, relaxe”.

    - John, voc-

    Ele havia acabado de começar uma frase, que interrompeu imediatamente quando levantou os olhos e viu o rosto do menino, que imediatamente começou a falar, Garen olhou na direção de Anne por instinto, ele já tinha ouvido falar que o Diretor usava crianças para transmitir mensagens, mas ver isso na sua frente era um pouco assustador, ele se vira de volta para o sobrinho e espera que ele termine, fica ligeiramente desconfortável por um tempo, até absorver o que acabou de acontecer e repete mentalmente “dois membros substituídos, avisar aos outros” ele se remexe pensando em quem seriam esses e o motivo porque foram trocados.

    As coisas pareciam estar se complicando, o que nunca é um bom sinal, principalmente quando eles têm um objetivo de tamanhas proporções à frente, ele foi o primeiro a confirmar a chegada, e estava completamente no escuro quanto aos outros, mas mesmo que quisesse fazer algo a respeito, no momento não poderia, então só repetiu mentalmente as ordens do Diretor algumas vezes enquanto continuava a distrair o pequeno, esperando que Anne se juntasse a eles, pensaria em algum jeito de ir ao computador após o café, ele realmente estava com fome….
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    Mensagem por Brujah Girl em Sab Jun 24, 2017 6:33 pm


    Haviam deixado o hospital e agora seguiam para a casa onde sua hospedeira vivia. Pelos arquivos sabia que eram duas, mas pelo que percebera, a vida de casal das duas era no apartamento de Rafaelle. Como sabia disso? As pessoas naquele tempo tinham a estúpida mania de compartilhar demais coisas pessoais, algo que ela simplesmente não faria porque julgava que aquilo fosse uma necessidade de chamar a atenção dos outros. Sua vida, dentro do que compreendia, só dizia respeito a ela mesma e as pessoas que fossem parte dela, não precisava de uma platéia de desconhecidos ou conhecidos acompanhando seus passos. Não que sua hospedeira fosse uma exibida, mas certamente era mais “sociável e extrovertida” do que ela.

    Durante a viagem Alonso estava quieto e por um lado isso foi ótimo, pois Izzy aproveitou o silêncio do jovem para observar a cidade e toda aquela vida que nem em sonhos faziam parte da realidade que deixara para trás há apenas algumas horas.


    “Se as pessoas tivessem apenas uma pálida ideia de todo o horror que estava destinado para a humanidade dentro de algumas décadas... O que fariam? Com certeza, procurariam ser mais felizes...”


    Se eles conseguissem “consertar” o passado para salvar o futuro, talvez ela mesma pudesse tentar encontrar alguma felicidade e deixar todas as tragédias para trás. Os pensamentos fluíam com tal velocidade, que ela só repara que haviam chegado quando Alonso já estava abrindo a porta do carro se questionando como abriria a porta com ela no colo:


    – Não precisa eu só preciso me apoiar em você e vou...


    Mas suas palavras se perdem no ar quando ela vê a chegada da namorada de Isadora que reclamava por Alonso não ter avisado antes e logo estava abraçando e beijando Hunter, ou melhor, Izzy, sua namorada. O gesto, apesar de completamente natural, deixa Hunter cerca de uns 3 segundos sem ação, como se fosse a primeira vez que aquilo acontecesse em sua vida (e era), mas logo ela volta ao “normal” e responde:


    – Hum... yeah... acho que a minha cota de sorte deve ter esgotado depois dessa... É game over na próxima... baby...


    Disse bastante sem jeito, sem saber ao certo como Izzy tratava Rafaelle, mas sabia que naqueles tempos as pessoas tinham por hábito tratar de forma mais carinhosa as pessoas com quem se relacionavam e tinha visto em algumas fotos das duas comentários como : Me and my baby, me and my sweetie, me and my angel, e coisas “meladas” do tipo. Pegou o “baby” pois achou o mais neutro possível para quem “acabava de conhecer ‘sua namorada’”.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Dwight Memphis em Dom Jun 25, 2017 2:25 pm


    Acordo ainda meio grogue de sono, o sol ainda pode ser visto, embora o céu já esteja se enchendo de nuvens, pelo visto eu experimentaria os principais fênomenos da natureza já no primeiro dia. Olho para o relógio em meu pulso e vejo que já são quase quatro da tarde e minha barriga já estava dando sinais de vida a pedido de comida.

    Levanto da cama e vou para o banheiro, dou uma lavada no rosto pra dar uma acordada melhor, não sei se a transferência que fez isso ou o corpo de Elliot que é assim, mas estou sentindo um torpor de acordar maior do que o comum. Depois de sair do banheiro, eu pego o notebook e desço as escadas, tudo ainda está silencioso o que poderia significar que eu estava sozinho.

    Sigo pra onde eu tinha visto que era a cozinha, onde procuraria algo pra comer e enquanto saciava a fome eu entraria na deep web pra ver se mais alguém tinha chegado.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por mimacarfer em Ter Jul 04, 2017 2:18 am

    PAUL RUGENBERG



    MAR VISTA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 03:55 PM

    Não demorou muito para que Anne aparecesse novamente depois da mensagem, anunciando que o almoço estava pronto. John, que parecia não se lembrar de absolutamente nada do que havia acontecido, levantou-se e saiu da sala correndo rumo a sala de jantar, enquanto sua mãe ria encostada em uma parede observando tudo:


    - Venha, Paul ou aquele pequeno monstrinho ali não vai deixar nada pra gente!


    Apesar de parecer bastante séria, era óbvio para quem a observasse que ela era apaixonada pelo filho e bastante carinhosa com ele, assim como também com o irmão. Ao chegar na sala de jantar, uma mesa preparada caprichosamente esperava com três lugares postos, onde John já estava sentado, aguardando pelos dois. Uma grande travessa de vidro comportava um tipo de massa com queijo, que parecia bastante apetitosa, e havia também uma tigela de salada e uma jarra com um líquido de cor alaranjado. A mulher lhe olhou rapidamente enquanto ia em direção a John:


    - Bom, foi o que deu para preparar em tão pouco tempo… Além disso, você precisa urgentemente de compras…


    Ela serviu o menino e, após servir o "irmão", sentou-se e começou a se servir também, iniciando aquilo que seria o primeiro jantar de muitos que Garen provavelmente viria a ter com sua nova “família”.
     
     
     
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    SANTA MÔNICA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 12:45 AM

    Rafaelle parece relaxar um pouco após as palavras de Hunter e até solta um leve sorriso, mesmo que meio a contragosto:


    - Oh, pelo amor de Deus, Izzy… Não haverá próxima vez, estamos entendidas?


    A mulher lhe olha profundamente por um tempo e em seguida volta-se para Alonso:


    - Já deixei tudo pronto lá em cima. Vamos subir com ela… Você a pega e eu tranco o carro e abro as portas, pode ser?


    O rapaz faz que sim com a cabeça e, após entregar as chaves do carro à mulher, pega a “irmã” no colo e se encaminha para a portaria, mas não sem antes balbuciar baixo em seu ouvido um leve “é melhor não contrariá-la”, ao que Rafaelle responde imediatamente com um alto e claro “eu estou ouvindo” que o faz sorrir como um garoto pequeno.

    Ambos aguardam a mulher abrir a porta e sobem juntos por um elevador até um apartamento com uma enorme porta de madeira. A sala era bastante ampla e luxuosa e tinha portas de vidro que levavam a uma varanda. Alonso, após perguntar rapidamente à Rafaelle se deveria deixar Isadora na sala ou no quarto, a leva para outro cômodo, onde uma grande cama de casal a aguardava. Após ajeitá-la cuidadosamente, Rafaelle se aproxima dela novamente, comunicando que veria os detalhes dos remédios com Alonso e que depois prepararia algo para ela comer, enquanto ela descansava. Em seguida, a mulher vai até uma mesa próxima à janela e pega dois controles e um laptop, que deixa próximo a Hunter:


    - Vou deixar isso aqui para você se distrair, mas evite entrar nos sites de fofoca locais. Não quero que você fique lembrando do acidente… Pelo menos por hoje…


    Ela a olha por um tempo, como que esperando que Isadora concordasse, e após Alonso se despedir, sai com o rapaz, fechando a porta atrás de si.
     
     
    ELLIOT LEWIS



    CHEVIOT HILLS, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 03:50 PM

    Ao chegar na cozinha, Arthur percebe um pequeno pedaço de papel sobre o balcão que indicava que havia um lanche preparado para ele no micro-ondas. Não fazia ideia de quem o deixara ali, mas lembrava-se que aquilo não estava no balcão quando chegou mais cedo.

    No micro-ondas, um sanduíche cuidadosamente preparado o esperava, e sua visão realçaria ainda mais a fome que sentia naquele momento. Seja lá quem o tivesse preparado, era alguém que se preocupava com seu hospedeiro.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Exalted em Ter Jul 04, 2017 9:02 am


    - Isso parece mesmo muito bom!

    Em dúvida sobre o que fazer ou falar Garen come sem falar muita coisa, se atendo a responder quaisquer comentários feitos, a mulher e o menino têm muita liberdade ali, o que denota a proximidade com o hospedeiro, sendo assim eles o conhecem melhor que Garen, que só teve algumas horas para ler tudo o que podia em redes sociais, e se ele aprendeu alguma coisa nas pesquisas sobre o passado é que redes sociais só relatam o que aconteceu de bom, e nunca quem a pessoa é de verdade, isso é muito mais complexo.

    Enquanto come, as palavras do diretor se repetem em sua cabeça, nos pensamentos ele vê a sala de reuniões e todos à roda da mesa, dois ali foram substituídos, o diretor não faria uma substituição de última hora sem algum motivo muito grave, mas por mais que pense, Garen só consegue imaginar que as viagens falharam e os dois estavam mortos.

    - Podemos fazer compras amanhã, se vocês vierem junto será menos tedioso, o que me dizem?

    Mesclar a missão com aprender sobre outra pessoa vai dar mais trabalho do que pareceu quando ainda estava no futuro, vai demandar mais tempo, então conviver com eles durante uma parte maior do dia pode ajudar, desde que perceba suas “deixas” e as nuances destes relacionamentos.

    - Isso está mesmo muito bom Ann, faz tempo que não como bem assim, sabe, vocês deviam se mudar pra cá.

    Ele diz com uma risada, talvez ele fale mais do que devia algumas vezes, mas será necessário forçar algumas coisas em tom de brincadeira pra conseguir informação sem que pareça um interrogatório.
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    Krystal Hunter | Izzy Martinez - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Ter Jul 04, 2017 2:42 pm


    Aquela encarada de Rafaelle deixa Hunter bastante sem jeito, afinal, não estava acostumada a receber aqueles tipos de olhares destinados aos amantes. Era possível que tenha corado, mas não poderia dizer. Aliás, é neste momento que pensa que sequer tivera oportunidade de ver o seu novo aspecto em um espelho, mas o pensamento logo é afastado quando Alonso volta a pega-la no colo e ao ouvir seu comentário sobre não contrariar Rafaelle e a rebatida da mesma, Hunter responde no ouvido de Alonso:


     – Não me atreveria!


    Até mesmo ela acha a situação divertida, não sabia como era a relação das duas, mas talvez aquilo indicasse que Rafaelle era mandona, mas isso era algo que ela teria que esperar para realmente descobrir.

    Já no apartamento, Hunter se surpreende com o luxo do ambiente. Eram ricas? Bem, se não eram possuíam uma vida bastante confortável. Ela fica na dela deixando que eles tomassem as decisões, especialmente porque ter alguma privacidade interessava-lhe e assim ela era instalada no quarto das duas. Hunter não estava acostumada a ser tratada daquela forma, e não pode negar que toda aquela atenção e carinho; que eram destinados à pessoa que habitava aquele corpo anteriormente; eram agradáveis. Desde quando ela não recebia tanta atenção assim? Desde que sua mãe partira...


    – Obrigada, Alonso! E desse jeito, fico mal acostumada, viu?


    Diz para o rapaz quando este termina de coloca-la na cama. Rafaelle avisa que iria se informar sobre os remédios com Alonso e preparar algo para ela comer, e coloca o laptop ao lado de Hunter que sorri internamente, pois finalmente teria oportunidade de acessar a deep web e comunicar sua chegada, assim como saber dos outros.


    – Don’t worry, eu vou me comportar...


    E quase disse para ela não ter pressa, mas não era algo inteligente para se dizer, pois sabia o quão problemático podia ser ter uma mulher desconfiada no seu pé, pelo simples fato de comparar-se a si mesma.

    Tão logo eles deixam o quarto, Hunter dá uma boa olhada no local e então abre o notebook, onde pretendia acessar a deep web e verificar se já haviam mensagens dos outros. Por um instante se questiona como deviam ser os computadores daquele tempo, obviamente seriam tecnologia sucateada nos tempos deles, se o desastre não tivesse acontecido, mas mesmo assim, apesar dos pesares, certamente deviam ser coisa ultrapassada e uma pergunta maior surge, deixando-a preocupada:

    “Será que vou conseguir a deep web através deste terminal?”

    Well, logo descobriria e esperava ter tempo de fazer suas coisas antes de ter companhia novamente.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por mimacarfer em Ter Jul 04, 2017 5:36 pm

    PAUL RUGENBERG



    MAR VISTA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 04:05 PM

    Ao provar a comida, Garen percebe que não só ela tinha muito mais sabor do que jamais sentira, como que Anne era também uma ótima cozinheira. Porém, o que o preocupava mesmo naquele momento era a mensagem que acabara de receber através do novo “sobrinho”. Por ter sido o primeiro a ser enviado, não fazia ideia de quem poderia ter sido substituído, e a ideia de que duas das pessoas que conhecera ainda naquela manhã pudessem estar mortas era bastante incômoda.

    Ao tentar voltar sua cabeça para o momento, Garen sugere que ambos façam compras juntos no dia seguinte, ao que John parece se empolgar bastante, mesmo Anne dizendo que teria compromissos de trabalho importantes a resolver. Depois disso, a conversa flui bem naturalmente entre eles, com pequenos comentários sobre a escola do menino e sobre uma viagem de férias que pretendiam fazer dentro de algumas semanas, tornando tudo bastante agradável.

    Ao terminarem, Anne retira tudo e manda John ir ver algo na TV enquanto traz o café e duas pequenas xícaras para eles. Já passavam das quatro e meia, e Garen ainda precisava verificar se mais alguém havia confirmado sua chegada. Por mais agradável que aqueles momentos em família pudessem parecer, precisava manter o foco em sua missão, principalmente agora que ganhara uma tarefa extra: a de comunicar a substituição aos demais membros da sua equipe.
     
     
    ISADORA MARTINEZ



    SANTA MÔNICA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 01:10 PM

    O quarto de sua hospedeira era muito grande para quem estava acostumada a viver em uma beliche de alojamento militar. Tudo ali era de extremo bom gosto, porém sem exagero, e parecia chamar sua atenção. A janela era grande e deixava o cheiro do mar e o sol entrarem e, se prestasse bastante atenção, seria possível até mesmo ouvir o barulho das ondas quebrando nas rochas não muito longe dali.

    Ao lado da cama, um criado-mudo carregava uma foto de sua hospedeira junto a Rafaelle em frente a uma casa, mas o que realmente lhe chamou a atenção foi o abajur ao lado. De alguma forma ele lhe parecia familiar, mesmo que não pudesse se lembrar o motivo, porém não era a hora de focar naquilo.

    Ao abrir o notebook, para sua sorte, notou que o mesmo não tinha senha e que poderia fazer a confirmação de sua chegada facilmente. Não sabia muito de computadores, mas não demorou muito para que conseguisse acessar a deep web e reconhecesse duas mensagens de sua equipe. A primeira era básica e pertencia ao viajante 8452, enquanto a segunda, do viajante 0649, indicava as coordenadas de um local e um horário. Ainda era cedo para se preocupar, mas se pretendia comparecer era melhor descobrir onde ficava aquilo e começar a arrumar uma desculpa e um modo para sair dali…
    Dwight Memphis
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Dwight Memphis em Ter Jul 04, 2017 7:57 pm


    Chegando na cozinha vejo um recado na bancada falando que tinha um lanche para mim no microondas, penso em quem poderia ter feito tal coisa, mas não chego a nenhuma conclusão, não tinha informações o suficiente pra isso.

    Quando vejo o sanduíche a minha barriga faz um barulho me lembrando que era exatamente isso que ela queria, pego o prato e dou uma mordida nele, meu paladar explode com tanto sabor, o tomate e alface, queijo fresco e algo que não reconheci, o gosto era como se tudo estivesse dançando em minhas papilas gustativas. Mal termino de engolir o primeiro pedaço quando dou outra mordida gigantesca naquele presente divino.

    Diferente do que tinha planejado acabei comendo tudo antes de mudar minha atenção para o computador, ainda queria comer mais, mas precisava ver se tinha mais alguém que tivesse confirmado a chegada.






    OFF: O Arthur vai ficar on até mais ou menos a hora combinada, se tiver mais alguém na deep web ele vai começar um bate papo.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Exalted em Qua Jul 05, 2017 9:53 am


    Depois do café, e de alguma conversa, Garen sobe para seu quarto avisando que vai tomar um banho, uma vez dentro do quarto ele acessa novamente a deep web para verificar se alguém mais já confirmou a chegada, e finalmente saber quem são os integrantes substituídos.

    Viajante 8452 confirma recepção do ponto de encontro.
    Mudança de planos, dois substituídos, aguardar confirmação de chegada.

    Ele respira aliviado ao ver que o líder da equipe confirmou sua chegada, ao menos não haviam perdido o estrategista, a peça fundamental estava intacta, faltava saber agora quem eram as pessoas substituídas e o principal, o que teria acontecido a elas? Ele passa as mãos na cabeça em preocupação, se esquecendo das bandagens que ainda estão lá, quando uma das mãos vai sobre o ferimento ele solta um “ai” e imediatamente tira as mãos da cabeça, a dor repentina o traz de volta à realidade, ele verifica as coordenadas informadas pelo estrategista e faz uma careta quando o retorno destas é um shopping center, as coordenadas davam em um local muito amplo, ele então procura mais informações, e localiza a “Horton & Converse Pharmacy” logo na entrada do shopping, se levanta, vai até o guarda roupas, olha por entre alguns cabides e volta ao computador:

    Viajante 8452 H&C Pharmacy @6PM Azul

    Ele tenta não revelar muita informação, mas com menos que isso seria impossível se localizarem num ponto de encontro tão amplo, ele desliga o computador, separa uma camisa azul clara e então vai pro banho, pensando em que desculpa dará pra poder sair sozinho em alguns minutos.
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    Krystal Hunter | Izzy Martinez - Narração

    Mensagem por Brujah Girl em Sab Jul 08, 2017 2:53 pm


    Já sozinha, Hunter observa o local. Tudo ali era tão diferente do que ela havia deixado para trás, tanto conforto, bom gosto, que boa vida! Como aquelas pessoas tinham sorte! Nada ali lembrava a vida difícil que teriam dentro de algumas décadas se eles não conseguissem cumprir a missão.

    Por alguns instantes fechou os olhos e pode até sentir o cheiro e o som das ondas do mar. Sabia que sua hospedeira era apaixonada pelo mar, pois vira inúmeras fotos dela na praia, até mesmo surfando, e de certa forma sentiu vontade de experimentar aquela sensação. Como deveria ser?

    Balançou sua cabeça e deu de ombros. Apesar de todo aquele novo mundo inspirar um desejo de ser explorado e aproveitado, não podia perder o foco. Com sorte, depois de tudo resolvido, teria tempo de sobra para explorar este brave new world que teria a disposição.

    Uma rápida olhada na foto de Izzy e Rafaelle e do nada o abajur da mesinha de cabeceira parecia estranhamente familiar, o que era absolutamente esquisito, visto que não se recordava de ter visto foto das duas no quarto. Seria alguma recordação que havia acessado no cérebro de sua hospedeira? Não via outra explicação, mas isso agora não era o foco, de forma que avança para o notebook.

    Por sorte não foi tão complicado quanto temia e logo estava na deep web, onde encontraria duas mensagens.


    “Viajantes 8452 e 0649. Não faço ideia de quem seja cada um. Devíamos ter trocados nossos números antes da viagem.“


    Ela então vai checar o local da coordenada indicada e após alguns instantes de pesquisa, descobre que era um shopping center. Nunca esteve em um, mas sabia que no passado eram onde as pessoas costumavam ir para fazer compras e se divertir e que geralmente era um local bastante cheio e... super simples para desconhecidos se encontrarem sem chamar muita atenção.


    “What a fuck! Quem foi que teve essa ideia brilhante? 0649? Será o líder? Espero bem que não...”


    Contrariada, Hunter começa a pensar nas possibilidades que teria em sair com aquela perna quebrada sem a companhia da namorada de sua hospedeira. Só teria alguma chance se a mulher tivesse algum compromisso ou algo do tipo, mas agora não sabia dizer se isso aconteceria ou não, de forma que responde as mensagens:

    Traveler 3133, chegada confirmada mas com imprevistos.
    Check-in talvez não seja possível para hoje. Confirmação pendente.

    Ela olha a hora no relógio do notebook. Ainda faltavam algumas horas para o horário marcado, e enquanto isso, usaria seu tempo para conhecer melhor a região onde estava no mapa, os locais, a distância até o ponto de encontro, enfim, usaria o tempo em que estaria sozinha para “conhecer o terreno” e pensar em como conseguiria sair sozinha mais tarde com aquela maldita perna quebrada.

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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por mimacarfer em Qua Jul 12, 2017 1:46 pm

    ELLIOT LEWIS



    CHEVIOT HILLS, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 04:10 PM

    Pouco depois de sua confirmação havia mais uma: viajante 3133. Provavelmente deveria ser a soldada que veio junto com ele, mas não dava para ter certeza. De qualquer forma, em breve saberia, mesmo que ela não houvesse confirmado sua participação no encontro daquela noite devido a imprevistos.

    Elliot ficou ali, conectado por mais algum tempo, até ver que uma nova mensagem aparecia em sua tela. Era do primeiro viajante a confirmar sua presença. Viu que o mesmo confirmava a recepção do ponto de encontro e comunicava a substituição de dois integrantes do grupo. Sabia que o médico havia sido o primeiro enviado e que, por ele ter sido enviado junto com Hunter, provavelmente as substituições se referiam à engenheira e à historiadora, mas quais seriam os motivos? Talvez fosse melhor se arrumar e ir logo ao encontro de sua equipe.
     
     
    PAUL RUGENBERG



    MAR VISTA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 05:10 PM

    Enquanto se arrumava, a cabeça de Garen não parava de maquinar sobre os últimos acontecimentos. Desde que confirmara sua presença, mais dois integrantes da equipe também já haviam dado sinal de vida, o que significava que até o momento todos haviam chegado como o esperado. Algo, porém, havia acontecido aos dois últimos para que fossem substituídos, só faltava saber o que exatamente e torcer para que seus substitutos fossem melhores do que os primeiros.

    Ao descer novamente viu que John continuava vendo TV no sofá da sala, enquanto Anne continuava na mesa da sala de jantar, agora, porém, trabalhando em um laptop. Precisava de uma desculpa para sair dali sem levantar suspeitas, mas qual seria a ideal?
     
     
    ISADORA MARTINEZ



    SANTA MÔNICA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 04:10 PM

    Hunter passou boa parte da tarde no notebook, se atualizando sobre a região e os acontecimentos atuais. No início, de tempos em tempos Rafaelle passava pelo quarto para perguntar se ela precisava de algo ou ajeitar seus travesseiros, mas na maior parte do tempo lhe deixou em paz. Tão em paz que a jovem acabou adormecendo e acordando algumas horas depois. Na tela, novas mensagens lhe chamaram a atenção:

    Viajante 8452 H&C Pharmacy @6PM Azul

    Alguém havia pensado e reduzido a área de encontro, facilitando toda a ação, além de arrumar uma forma de se identificarem. Além disso, o mesmo viajante comunicava a substituição de dois integrantes da equipe, provavelmente a engenheira e a historiadora, já que o líder havia sido enviado com ela e o médico fora antes deles. De qualquer forma, em breve saberia. Só faltava agora dar um jeito de sair dali sem levantar suspeitas… Mas como?
     
     
    LUKE SUMMERS



    PARK WEST, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 04:30 PM

    Ainda não eram nem cinco da tarde e Luke já estava bastante bêbado, como de costume. A noite anterior havia sido um verdadeiro pesadelo para ele, afinal, reencontrar sua antiga turma sempre lhe trazia lembranças ruins sobre o futuro promissor que havia ficado para trás.

    Levantou-se do sofá, carregando a garrafa de cerveja que acabara de tomar, dirigindo-se à cozinha. Largou-a de qualquer maneira na pia e dirigiu-se à geladeira: vazia. Havia ele tomado todas as cervejas que tinha ou simplesmente tinha poucas cervejas por causa da falta de dinheiro pela qual andava passando?

    Procurou a carteira que, “tinha certeza”, deixara na sala ao chegar, mas não a encontrou. Pegou a camiseta que deixara jogada sobre a mesa de centro e, vestindo-a, foi até a oficina verificar se estava por lá. Com alguma sorte acharia algo alcoólico esquecido por lá… Uma garrafa de whisky, talvez.

    Atravessou o quintal, com certa dificuldade de enxergar por causa da luminosidade. Seus olhos queimavam e as coisas pareciam se desfocar. Chegou à porta e a levantou sem grandes dificuldades. Estava acostumado com aquela lata velha que vivia precisando de óleo para funcionar. Atravessou o local, passando por um carro que precisava terminar de concertar até o fim de semana, rumo à bancada onde costumava deixar suas ferramentas. A carteira estava ali como esperado, assim como a última garrafa de whisky que Joshua lhe dera de aniversário poucas semanas atrás.

    Pegou um banco para subir e alcançá-la no alto da estante, e já estava quase conseguindo, quando a tontura o fez desequilibrar, trazendo tudo para o chão… e para junto de si.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Exalted em Sex Jul 14, 2017 4:45 pm


    No banheiro, antes de descer, Garen pensa por algum tempo, considerando suas opções, ele pega o celular, enrola na toalha, o coloca no chão e pisa em cima, colocando-o no bolso da calça junto com a carteira após se vestir.


    - Vou precisar sair por um tempo, mas não precisa se preocupar, tenho uma reunião marcada com um representante farmacêutico mas não devo demorar.


    Garen diz, esperando ter sido convincente o suficiente para não levantar perguntas, afinal, nesta época médicos além de cuidar da saúde dos pacientes também mantém parceria com a indústria de fármacos, mesmo que na zona zero isso não fizesse sentido, no passado fazia, eles eram movidos por dinheiro e lucros, então este encontro soaria perfeitamente lógico.


    - Ann, pode me pedir um taxi por favor? Meu telefone quebrou no acidente e ainda não deu pra trocar.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por mimacarfer em Seg Jul 17, 2017 1:39 am

    PAUL RUGENBERG



    MAR VISTA, 14 DE SETEMBRO DE 2017 - 05:12 PM

    Anne ouve o que o "irmão" diz, porém sem dar muita atenção. Parecia distraída com o trabalho que realizava em seu computador e, apenas o olha ao ouvi-lo pedir para que chamasse um táxi.


    - Claro... Aliás, deixe seu aparelho aqui que amanhã cedo eu providencio um novo para você. A menos que queira passar em uma loja para resolver isso hoje.


    A mulher pega seu próprio aparelho telefônico e, após alguns segundos, fala que o táxi já está a caminho, voltando ao seu trabalho como anteriormente. Porém, antes que ele saísse ela o comunica, como se lembrando repentinamente do assunto:


    - Ah, Paul... Acabei de localizar o seu carro e amanhã darei um jeito de resolver o problema e ver quanto ficará o conserto. Espero que não tenha sido perda total... Me disseram que a árvore na qual você bateu era bem grande. Bom, agora deixe-me voltar pro meu trabalho pois quem tem uma reunião amanhã cedo sou eu! Cuide-se, ok? E tente não se cansar... - disse sorrindo, em seguida voltando seus olhos para o computador e dando aquela conversa por encerrada.

    Lá fora, o céu começava a se fechar e não demorou para que o táxi chegasse. O motorista, um senhor simpático, escutava um tipo de música que Garen jamais tinha escutado, provavelmente em outra língua, e vez ou outra tentava puxar conversa com ele, porém sem estender-se demais para não parecer inconveniente. Já eram quase seis horas quando estacionaram na entrada do local onde o encontro de sua equipe havia sido marcado e as primeiras gotas de chuva começavam a cair discretamente.
     
    O Westfield Century City era um local grande e bem iluminado, e, apesar de estar cheio, aparentava certa tranquilidade. As pessoas pareciam se encontrar após um longo dia de trabalho para conversar e fazer compras com uma naturalidade ainda desconhecida por ele.

    Na H&C Pharmacy, localizada no primeiro andar, o movimento era pequeno, embora constante. Na parte de fora, seu letreiro luminoso chamava a atenção de pessoas de diversos tipos que entravam e se dirigiam às prateleiras ou ao balcão onde podiam encontrar aquilo que procuravam, desde produtos para higiene pessoal até antibióticos dos mais diversos.
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    Mensagem por Brujah Girl em Ter Jul 18, 2017 6:34 am


    Hunter procurou manter-se a maior parte do tempo desperta e alerta, aproveitando seu tempo para obter informações. Vez ou outra Rafaelle passava por lá, mostrando-se bastante atenciosa, o que até fez Hunter sentir pena, pois a bela mulher era agora uma viúva e nem sabia. Fingir ser outra pessoa certamente seria trabalhoso, talvez tão trabalhoso quanto a missão que tinham pela frente, e assim, em meio a diversos pensamentos e possibilidades, Hunter termina por adormecer. Apesar de ter escolhido um corpo com atributos físicos mais parecidos com os seus, sabia que o corpo humano não era alimentado a energia elétrica e mais cedo ou mais tarde, era necessário desligar.

    Quando despertou verificou que já passava das 16h e foi verificar a deep web novamente para ver se alguém mais havia se manifestado e vê uma nova mensagem do 8452 e arqueia a sobrancelha ao ler sobre mudança de planos e substitutos. O que será que tinha acontecido? Será que alguém tinha amarelado ou algo não tinha corrido bem para dois deles? Será que tinham morrido? Bem, ela quase morreu na chegada, então era possível que alguém não tivesse se safado, o que era mau. Pelos seus cálculos eram a historiadora e a engenheira, well, a barbie realmente devia ter amarelado, mas logo descobriria se tinha sido isso ou não. Ao menos o Traveler 8452 tinha diminuído a área de procura e deixado alguma dica de qual cor estaria usando. Nem tudo estava perdido... só restava saber se ela teria como ir. Não chegou a escrever nada, apenas encerrou a conexão e colocou-se a observar o ambiente externo. Sua audição era bem afiada e poucas vezes enganava-lhe. Parecia que estava sozinha. Não ouvia nenhum som, o menor que fosse, do lado de fora do quarto. Arriscou então chamar por Rafaelle, uma, duas, três vezes e nada. Sim, estava sozinha, o que era ótimo. Talvez Rafaelle tivesse saído.

    Olhou ao redor, para se levantar precisaria de algum apoio, será que tinham providenciado alguma muleta para ela? Até podia tentar colocar o pé no chão, mas sabia que não devia, mas se fosse preciso, paciência, teria que fazer. Aliás, falando em fazer, precisava de um banho. Ninguém tinha se preocupado com isso, o que era bom, pois não se sentiria à vontade ficando nua na frente de estranhos. Talvez pudesse fazer isso agora que estava sozinha. Sim, era isso, tentaria arranjar algo para se apoiar, dar uma circulada pelo apartamento para “conhecer”, ver se Rafaelle tinha deixado algum recado e tentar fazer uma higiene pessoal para quem sabe, se preparar para ir ao encontro.
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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

    Mensagem por Dwight Memphis Ontem à(s) 9:58 pm

    @Dwight Memphis escreveu:

    O 8452 tinha percebido uma coisa que em meu cansaço tinha me escapado, o ponto de encontro era um lugar muito grande e vasto pra encontrar pessoas que não se conhecem e não saber literalmente nada umas das outras.

    Vejo que o horário combinado começa a se aproximar, então fecho o computador e me levanto sentindo uma pequena tontura e dor na batida, fico parado por alguns segundos até tudo passar, pelo visto este corpo é um pouco mais sensível a dor do que o esperado, isso poderia ser um problema.

    Nenhuma das roupas azuis de Elliot me pareciam boas o suficiente pra que me reconhecessem, mas no final acabo colocando apenas colocando um moletom azul escuro que eu reconheci como sendo dos Giants, o time de futebol. Enquanto procurava pela carteira na gaveta de sua mesa de cabeceira, onde eu a havia deixado ao chegar, encontro lá também um óculos, os testo e sinto a melhora significativa na minha visão, isso explicaria o porquê de tanta dificuldade que eu estava sentindo para focar em coisas distantes, o garoto deve ter algum grau de miopia.

    Procuro pela casa as chaves de algum dos carros, já era hora de eu me dirigir ao ponto de encontro, me atrasar não era uma opção.






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    Re: [ON GAME] Capítulo I: Adaptações

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      Data/hora atual: Seg Jul 24, 2017 1:33 am