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    Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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    Exalted
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Exalted em Qua Ago 16, 2017 9:38 am

    Artemis escreveu:Não hesite em me chamar quando tiver problemas.

    - Não hesitarei! Não é todo dia que temos lindas moças artificiais prontas a ajudar! hahahaha

    Eu não convivo com tecnologia há muito tempo, não é uma coisa comum no meu mundo, mas desde que fui pra Terra 1 tenho aprendido muitas coisas novas, eles sabem viver, isso não posso negar, e agora, essa coisinha linda diz que está à disposição, duvido que falaria o mesmo se fosse de verdade….

    Arya escreveu:O senhor está no que eles estão chamando de Equipes de Campo. São grupos formados para explorar os planetas onde iremos para resolver problemas, trazer algo, mas acho que deve envolver diversas intempéries. Situações que envolvam altos riscos.

    - Hórus não me falou muito sobre essa expedição, mas eu já imaginava que envolveria altos riscos…. Mesmo que convenientemente ele não tenha mencionado isso.

    Mesmo que ele não tenha dado detalhes, sua expressão quando me procurou, além do trabalho que teve pra encontrar a lâmpada, já demonstravam a seriedade envolvida.

    Arya escreveu:Por enquanto as Equipes de Campo estão aguardando ordens da Samurai Rubra, a comandante. Parece que duas equipes já estão partindo, a sua deve ser a próxima.

    Artemis escreveu:Aye aye, é como a nossa amiga elfa disse, por enquanto esperar as ordens da comandante - ela diz sorrindo -  Mas até lá nós podemos...Oh! Parece que você recebeu uma mensagem.

    Vejo a mensagem e já considero ir até o refeitório.

    - Obrigado Arya, agora eu é que pergunto: Há algo que eu possa fazer por você?

    Insight + 6 + Second Chance
    Exalted efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    14 , 7
    (pausa)

    - Artemis, por favor responda ao Sr. Steel que estou a caminho.

    Ando pela Órion, olhando tudo em volta, essa nave é mesmo muito grande, não dá pra imaginar como colocaram tudo isso aqui e ainda conseguem fazê-la voar. Passo por vários corredores, vejo os mais variados tipos de pessoas, imagino o que elas sonham, o que as trouxe até aqui, mas não devo interferir ainda, preciso esperar, não sou mais o dono da minha vontade, não desde que aceitei entrar aqui, e me submeter a alguém.

    Samurai Rubra, lembro de já ter visto algum vídeo dela no youtube, hah, parece que vou conhecer gente famosa nessa viagem. Percebo que andei pela nave sem muita direção e não faço ideia de onde estou, com uma risada meio sem graça falo novamente com a IA.

    - Artemis, estou perdido... pode me dizer onde é o refeitório?
    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Qui Ago 17, 2017 6:43 pm

    @isaac-sky escreveu:[Ysaiah]: Desgraçados! DESGRAÇADOS! Que tipo de carniceiros são vocês, capazes de violar as leis mais sagradas? - o ministro está transtornado e cobre o rosto com suas mãos. Ebon faz o mesmo.
    [Ebon]: Cacete Ysaiah, se você calasse a boca por dois minutos não estaríamos nessa situação.
    [Ysaiah]: Pouco me importa, faça algo! Eu não quero a vencer ouvindo hereges!
    A Imperatriz abandona sua postura manipuladora e passa a utilizar-se das habilidades concedidas pelo poder Súditos Imperiais.

    Atens- Não somos carniceiros! Muito menos hereges! Se quer saber quem somos eu explicarei, mas, porfavor, Ysaiah, Pare e comece a escutar. Se fosse nossa intenção prejudica-lo Eu Não teria impedido que lhe vissem assim! E continuaria a fingir que éramos os Irmãos do Cobre. Não queria violar suas leis, não queria permanecer enganando-o. Eu irei investigar o que aconteceu aqui! A falta de respeito a que foi submetido não ficará sem consequências ao autor! - Atens controla sua voz para que seja ouvida por toda a extensão do local (o suficiente apenas para que o ministro a escute) e tenta com suas falas ressaltar pontos que poderiam trazer alguma lucidez ao ministro que estava claramente transtornado e assim torna-lo mais disposto a escutá-la enquanto insere comandos ocultos em suas palavras. - Quando estiver disposto a nos escutar Mande seus guardas voltarem a seus postos. - Enquanto Atens falava Ebon criava uma nevoa escura que passa a encobrir Ysaiah e a si. Durante toda sua fala a Imperatriz usa de um tom sério e enfático, assim como sua postura demonstrava extrema seriedade.
    @isaac-sky escreveu:[Ebon]: Saiam daqui. A casa do Ébano pode recebê-los, mas saiam antes que meu primo lhes trucide - o grupo escuta a voz de Ebon, mas ele fala em inglês e não no idioma de Zionis.
    A Dryad permanece com uma postura séria assim como sua voz permanece transmitindo seriedade embora o tom anteriormente enfático torna-se mais brando, como o de quem agradece, realiza um pedido ou transmite um conselho.

    Atens- (Inglês)Vejo que ao menos você mantém a racionalidade diante a adversidades, Ebon. Nós iremos, mas ajude seu primo a recobrar o juízo e convença-o a me escutar. Se ele não consegue lidar com os carniceiros dúvido que ele terá muito sucesso contra nós se decidir tomar-nos como inimigos ao invés de aliados. Além de que, caso ele não aceite nos ouvir a oferta não se estenderá a ele e, assim, seu primo e quem o segue, encontrarão seu fim nas mãos dos carniceiros. Nós ajude a sair daqui, por favor. Não desejamos um conflito, mas nos defenderemos se preciso for.

    [Resumo]:
    -Troca do poder Armada Imperial para Súditos Imperiais.
    - Usando ambos os efeitos do poder Súditos Imperiais (Communitation ; Affliction)
    - Os comandos ocultos do affliction estão destacados em negrito e itálico nas falas.
    - Usando Extra Effort para aumentar a CD em +1 e gastando 1PH para evitar o efeito de fadiga imposto pelo EF (-1PH)
    - Gastando 1 PH para tentar alterar a cena e tornar o ministro mais favorável diante aos argumentos da Atens durante sua fala (-1PH)

    Flamesh
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Flamesh em Qui Ago 17, 2017 9:56 pm

    W. Steel escreveu:-Passe essa droga pra cá.

    Amber se espantou com a subta mudança de postura do Steel, sim, era ele o Steel, era bem velho, será que estava ali mais pelo conhecimento da batalha? Amber não sabia mas era melhor não subestimar o cara pela idade. De qualquer forma, Amber deu uma risada e passou a garrafa de Jack Daniels para Steel e quando ele começou a dar o gole, Amber ergueu um largo sorriso travesso de moleca e disse para Cheyenne apontando para o soldado com o indicador.

    - Esse aí é dos meus!

    Depois que ele passou o alcool para Amber, logo a garota se arrependera de ter oferecido o gole, afinal estavam acabando com o resto da sua bebida e ela sentia-se muito disposta, para não dizer "PRECISAVA MUITO", beber um pouco mais, mas apesar de estar um pouco alterada ainda não tinha perdido o juízo e embora tenha deixado alguns modos de etiqueta pra lá ainda não chegara ao ponto de ser desagradável, pelo menos não ainda...

    Amber nunca tinha saído de sua própria mesa, de modo que Steel e Cheyene poderiam ter sentado-se exatamente lá quando Amber apenas acenou para os dois e quando se sentam e Amber já ansiava ter sua bebida de volta, Steel dava continuidade no diálogo.

    Steel escreveu: - Então? De que planeta você veio? Quem é você?

    Amber soltou uma risada, estava com os cotovelos apoiados na mesa e um pouco inclinada para frente, como uma menina que estava claramente curiosa sobre os colegas, embora ela não estivesse "em cima" para ficar comendo espaço, ou "respirando do mesmo ar", se for um explicação melhor.

    - Olha, vivem me perguntando isso, eu normalmente falo que sou de marte, mas não sei se conhecem a Terra 5, não é novidade um marciano vivendo por lá, já aconteceu uma vez, pelo que eu saiba... Mas sei que na Terra 1 é uma coisa meio doida, quer dizer... O pessoal lá parece o pessoal da Terra 5 só que numa vida bem mais chata, mas eu estou vindo da Terra 2, dei uma passadinha lá antes de vir... Altas tretas. Meu nome é Amber Targeryan, prazer em conhecer vocês galera! Só não falo o meu codenome também porque ele é meio estranho e eu nem escolhi, alguém que me sacaneou mesmo pondo ele pra mim, mas quando for necessário eu falo.

    E sem se tocar que havia falado mal de um planeta que poderia ser o deles, ela continuava:

    - Vocês dois são da onde? Se conhecem a muito tempo ou acabaram de se conhecer?

    A garota parecia inquieta, seu pé esquerdo batia ritmadamente como se estivesse com pressa de alguma coisa.
    MINDGAME
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Qui Ago 17, 2017 11:05 pm

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Atens escreveu:Não permitam a entrada dos guardas, se eles não podem mostrar o rosto certamente não podem ser vistos dessa forma!!!! E demonstrem um pouco de respeito!! Nós estamos na casa deles! Viemos tentar ajuda-los!!
    "Ace..."
    "Estava demorando, Imperatriz."
    "Sua intenção era provocar ela?"
    "Ace..."
    Ysaiah escreveu:Desgraçados! DESGRAÇADOS! Que tipo de carniceiros são vocês, capazes de violar as leis mais sagradas?
    Ebon escreveu:Cacete Ysaiah, se você calasse a boca por dois minutos não estaríamos nessa situação.
    Ysaiah escreveu:Pouco me importa, faça algo! Eu não quero a vencer ouvindo hereges!
    "Vocês ainda têm dúvidas de que eu tenho tudo sob controle?"
    "Ace..."
    "Um incidente diplomático não é o que eu chamo de controle."
    Atens escreveu:Não somos carniceiros! Muito menos hereges! Se quer saber quem somos eu explicarei, mas, porfavor, Ysaiah, Pare e comece a escutar. Se fosse nossa intenção prejudica-lo Eu Não teria impedido que lhe vissem assim! E continuaria a fingir que éramos os Irmãos do Cobre. Não queria violar suas leis, não queria permanecer enganando-o. Eu irei investigar o que aconteceu aqui! A falta de respeito a que foi submetido não ficará sem consequências ao autor!
    Quando estiver disposto a nos escutar Mande seus guardas voltarem a seus postos.
    Sorrio com o canto da boca.
    "Era isso o que eu queria ver."
    "Ace..."
    Ebon escreveu:Saiam daqui. A casa do Ébano pode recebê-los, mas saiam antes que meu primo lhes trucide
    "Este poder... ele está manipulando a própria luz?"
    "É isso ou uma granada de fumaça muito eficiente."
    "Ace..."
    Atens escreveu:Vejo que ao menos você mantém a racionalidade diante a adversidades, Ebon. Nós iremos, mas ajude seu primo a recobrar o juízo e convença-o a me escutar. Se ele não consegue lidar com os carniceiros dúvido que ele terá muito sucesso contra nós se decidir tomar-nos como inimigos ao invés de aliados. Além de que, caso ele não aceite nos ouvir a oferta não se estenderá a ele e, assim, seu primo e quem o segue, encontrarão seu fim nas mãos dos carniceiros. Nós ajude a sair daqui, por favor. Não desejamos um conflito, mas nos defenderemos se preciso for.
    "Viram?! Tudo sob controle!"
    "(Desesperada) Ace..."
    "Fala Id!"
    "Enquanto analisávamos a tecnologia da Terra 4, aplicamos sua teoria da energia do vazio no algorítimo da simulação e encontramos uma anomalia Teoria da Grande Unificação. Uma nova perspectiva. Ainda não deciframos a tecnologia do reator, mas os dados foram compilados pelo programa de simulação e completou os testes de uma nova atualização do Magnum Opus."
    Não escondo certa surpresa em minha expressão.
    "Rode a atualização."
    Meus sentidos são anestesiados novamente e sinto certa leveza.
    "Relatório."
    "Seu banco de memória foi expandido em 6,67% e a taxa de processamento otimizada em 13,34%.
    Agora podemos analisar linguagens corporais e compilar informações intuitivas.
    O OmniTools expandiu sua eficiência em 25%. Seu repertório base foi otimizado.
    O modo Morte Súbita foi aprimorado. O Magnum Opus agora é completamente indetectável.
    Por fim, o algorítimo da anomalia agora te permite manipular a relatividade restrita, mudando o referencial do Magnum Opus no espaço-tempo e distorcendo sua relação com o tempo real."

    "Quanto eu posso distorcer?"
    "Até uma proporção de trinta minutos para cada segundo."
    "Ative!"
    Minha aparência retorna ao estado original e contemplo tudo parar ao meu redor.

    REFERÊNCIA

    Caminho pela sala observando detalhadamente aquela cena, então me aproximo a imperatriz e aceno em frente aos seus olhos.
    "Eles ainda podem me ver?"
    "Se você ficar parado, sim, do contrário, você está rápido demais para a persistência da visão captar."
    Me aproximo mais da Atens e inclino a cabeça para observar seus soldados.
    -Olha só, que coisa terrível! Estou perigosamente perto da sua imperatriz! O que vocês farão a respeito?
    Contorno a Dryad e me aproximo de seus soldados.
    -Nada?
    "(Entediada) Muito maduro, Cannon."
    -Vocês vão chorar?
    "(Entediada) Muito maduro mesmo, Cannon."
    Volto para perto da Imperatriz, meu sorriso jocoso se torna malicioso enquanto a observo e aproximo a mão de suas nádegas.
    "(Irritada) Cannon!"
    Paro.
    "Tem razão. Não tem graça se ela não pedir com jeitinho."
    Volto minha atenção aos arredores e sigo de volta para os corredores.
    (Off = Utilizo o omnitools se não conseguir passar pela obstrução da porta apenas tirando as coisas dos lugares, do contrário, o Digital Theater permanece mantendo as ilusões)
    "Vai abandonar seus aliados?"
    "Trinta minutos para cada segundo... volto antes que eles notem minha ausência."
    Ao longo de três horas (Off = 6 segundos = 1 tunro) percorro oito quilômetros investigando os arredores.
    (Off = Testes passivos de Investigation 26)
    Nesse meio tempo, tento absorver o máximo de informações sobre a cultura daquele povo enquanto analiso as gravações das "caixas pretas" no Omniapp referente aos aparelhos que hackiei.
    (Off = Encontro a Quasar nesse meio tempo?)
    Então, deixando tudo como estava antes da minha partida, retorno ao mesmo lugar em que eu estava e permaneço observando o desenrolar da cena perante a postura da imperatriz.
    MINDGAME
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Sab Ago 19, 2017 1:25 am

    (Off = Free Action - OMNITOOLS BASIC SET (100EPs): Technology +20 +SECOND CHANCE, CD24) MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    3 , 7

    isaac-sky
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Sab Ago 19, 2017 1:54 am

    @Luxi:



    Proverbio Frances escreveu:"A esperança é o sonho de uma mente desperta"

    A mente humana é algo curioso. Mesmo diante de realidades completamente estranhas uma pessoa pode desenvolver uma rotina, uma série de tarefas durante o dia que criam a normalidade.

    Morrigan vivia uma rotina, mesmo que não soubesse a rotina que possuia antes da vida que leva agora:
    Acordar cedo, ir ao trabalho na polícia, treinar depois do expediente com Rhys e a noite patrulhar as ruas como vigilantes. Mais especificamente com o alter-ego de Rhys, o vigilante Quantum.


    As vezes a rotina inclui morrer e retornar. A morte negava sua entrada, Morrigan havia de se acostumar com isso.

    Mas rotinas podem ser quebradas. Naquela noite as coisas mudariam.

    05 de Abril de 2027, Terra 5

    [Rhys]:É simples Morrigan, a gente entra, pega os gangsters na negociação de armas e saimos daqui - o colega explicava a missão da noite enquanto os dois se esgueiravam para dentro de um prédio estacionamento.

    Quando alcançaram o andar desejado somente encontram os tais membros de gangue caídos espalhados pelo chão. No centro deles um homem de capuz e roupas medievais estava de pé.


    [Oráculo]: Quantum, ou melhor dizer, Rhys. E Morrigan. Eu lhes aguardava - comenta o homem encapuzado - Eu sou o Oráculo, vocês me conhecem.

    Morrigan sabe que ele é um mago poderoso da Terra 2, um influente membro do Conselho da Aliança Nexus que pode ver o futuro com precisão. Informações que qualquer um saberia vendo TV.

    [Rhys]: Posso saber o que tá rolando aqui? - pergunta o vigilante, em posição de guarda.

    [Oráculo]: Não é obvio? Oh, desculpe, eu as vezes me esqueço que os outros não podem ver o futuro. Morrigan entenderá, um dia, o que quero dizer - o mago parece conhecer sobre a garota - Eu quero recruta-los. Mais necessariamente, quero oferecer respostas.

    O mago cruza os braços.

    [Oráculo]: Eu vi o futuro, e nele os dois encontrarão essas respostas no espaço. Na Expedição da Aliança para ser exato - ele parece sincero em suas palavras - Venham comigo.

    Oráculo oferecia o que Morrigan não possuia desde que despertou sem memórias. Rhys parecia intrigado com a oferta.

    A oferta que os levaria ao espaço sideral.


    @Exalted:


    Djinn escreveu:- Não hesitarei! Não é todo dia que temos lindas moças artificiais prontas a ajudar! hahahaha

    Artemis ri junto do gênio. Ela dá uma piscadela e desliga sua projeção.

    Djinn escreveu:- Obrigado Arya, agora eu é que pergunto: Há algo que eu possa fazer por você?

    O gênio nota que a pergunta pegou Arya de surpresa. Um pouco mais de atenção na línguagem corporal da elfa e ele percebe que ela está se sentindo um peixe fora d'água ali.

    [Arya]:Bem...nada que possas fazer...eu só me sinto um pouco estranha de estar aqui, dentro de um maquinário como esse. Acho que já sinto os sintomas da saudade de casa - ela ri baixinho, mas o djinn nota como era um sentimento real. A conexão da natureza que muitos magos, e seres como elfos, necessitam estava mais fraca agora no espaço.

    Djinn escreveu:- Artemis, por favor responda ao Sr. Steel que estou a caminho.

    Artemis concorda com um aceno.

    ...

    Djinn escreveu:- Artemis, estou perdido... pode me dizer onde é o refeitório?

    Artemis ri e se materializa com um grande mapa e uma roupa de explorador.

    [Artemis]:Isso acontece o tempo todo. Por aqui, gênio!

    Ela o guia até o refeitório


    @Jezreel:


    Doutor Joseph começa sua entrevista com Michelle.

    Quimera escreveu: - Se realmente formos fazer isto, vou precisar de um jaleco. Grande o suficiente para caber em mim.  

    Michelle sorri diante do comentário do Quimera.

    [Michelle]:Verei o que posso fazer, doutor. Infelizmente jalecos do seu tamanho precisam ser feitos a mão - ela anota algo em sua prancheta.

    Quimera escreveu:- Onde está Lilian?

    A psicologa respira fundo, parecia estar esperando a pergunta.

    [Michelle]:Lilian está na Terra 5, doutor Joseph. Ela está dando aulas numa universidade em Toronto há algum tempo. Sinto que tenham sido separados dessa maneira doutor, de verdade, mas se tivermos sucesso nessa Expedição eu tenho fé de que a encontrará novamente - ela diz de forma sincera.

    [Michelle]:Minha avaliação determinará se está apto para sair em missão de campo, doutor. Muitos temem que o senhor teria sucumbido a instintos animais e não poderia trabalhar conosco, mas pela forma que fala e como ainda se preocupa com sua namorada...eu vejo que essa fera, essa forma, é somente uma casca mas o doutor Joseph ainda vive.

    Uma avaliação positiva.

    [Michelle]:Deixe-me perguntar agora, de forma mais específica, como se sente em trabalhar para a Aliança? Em lutar, trabalhar em grupo, seguir uma liderança, para trazer paz um mundo que desconhecemos?


    @Luxi:


    12 de Abril de 2027


    O Órion é uma nave colossal, além do limite da imaginação. Nela corredores e mais corredores se estendem em salas e salões, todos variados conforme as Terras. O lançamento havia sido tranquilo, assim como o pulo espacial.

    O planeta que podia ser visto da escotilha do refeitório era parecido com a Terra, mas estava coberto pela metade do que parecia ser uma grande névoa.

    Antes de embarcarem Morrigan e Rhys receberam um bracelete de cor preta, com um led laranja aceso. Assim que o colocaram, o que parecia ser uma inteligência artificial os recebeu.

    [Artemis]: Olá! Eu sou Artemis, sua IA favorita desse universo todo! - comenta o programa projetado em forma de uma mulher holográfica.


    [Rhys]:Meu Deus, essa coisa vai ficar no meu braço o tempo todo?

    Os dois entram no refeitório da nave.


    @Zer0, @Exalted, @Flamesh e @Luxi:


    Equipe Laranja






    Steel




    Flamesh




    Djinn




    Morrigan




    Cheyenne




    Rhys


    Steel e Flamesh compartilham a bebida. Cheyenne pede um energético e mais observa os dois conversando do que fala.

    @Flamesh escreveu:- Vocês dois são da onde? Se conhecem a muito tempo ou acabaram de se conhecer?

    [Cheyenne]:Nos conhecemos a algumas horas. Eu sou da infantaria do exército, Steel é um agente independente - ela comenta tomando um gole de sua bebida.

    Os três podem ver mais pessoas se aproximando com braceletes de led laranja.
    O primeiro é um homem de turbante, roupas aparentemente de alguém da Terra 2.

    Al'Karim vê sentados numa mesa do refeitório um pequeno grupo de pessoas com braceletes de mesma cor que o seu. São seu grupo.

    Por último chega uma dupla, uma mulher e um homem asiático, igualmente carregando braceletes de cor laranja.

    Morrigan vê que a mesa do refeitório está se preenchendo com pessoas que parecem ser do seu grupo e de Rhys.  

    [Artemis]:Olha só! A Equipe Laranja, reunidos finalmente - comenta a IA.


    Mecanica:
    Spoiler:



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    Grupo1:


    Grupo 1







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    Orochi





    Beast Girl





    Adrastrea




    Anonimo




    @Claude Speedy:


    O Anonimo tenta organizar o membros de seu grupo enquanto ruma para o Saloon.

    Anonimo escreveu:Anônimo:-Escutem, pessoal. Eu tenho uma proposta... Vou até o Saloon ajudar Beast Girl e Adastrea! Enquanto isso, já que esta fácil para você, Reaper, tente se afastar e ir para junto de Antípoda, para ela a ajuda é opcional, mas salvar os civis mais cedo facilita nos agruparmos... Quando os dois juntos conseguirem livrar as pessoas venham para o Saloom nos dar cobertura. Concordam?  

    [Reaper]:Eu não recebo ordens de terroristas - responde ríspido por áudio.
    [Antípoda]: Só vai logo! - ela responde, o som de chamas alto no áudio.

    Anonimo consegue se manter oculto e observa a janela do Saloon para entender a situação:

    Beast Girl, agora numa forma mais bestial, como um lobisomem, luta contra dois mascarados: soldados identicos aos quais o vigilante encontrou anteriormente.


    Enquanto isso, do outro lado do saloon próximo ao balcão de bebidas, o vigilante vê Adrastrea lutando corpo a corpo com um mascarado maior que os demais: parece utilizar uma armadura ou exosuit.


    (Claude, pode rolar um Perception)


    @Lyvio:


    O deus decidiu abandonar o combate, tomando o cowboy restante à força e o levando para a vila.

    [Homem]:Não! Baker! Maria! Sua aberração desgraçada, não posso deixar eles ali pra morrer! - o homem protestava.

    Do alto Orochi pode ver alguns focos de combate: dentro do Saloon parece haver movimento e próximo a igreja no centro da cidade um grupo de mascarados lutavam com Antípoda. Num estábulo mais ao longe os flashes de armas de fogo.

    Com o mecha em seu encalço, Orochi chega na vila.

    O grande mecha, fazendo sombra em várias casas, para quando chega no limite da entrada da vila.
    Ele finca as pernas e se curva, duas grandes caixas de som se formam de seus ombros.


    Um som agudo e muito incomodo começa a ser emitido do mecha. A frequencia aguda começa a provocar um certo mal estar em quem está na vila.

    (Claude e Lyvio, rolem Will DC 5. Se passarem não são afetados pelo som)


    Mecanica:
    Spoiler:



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    Grupo2:


    Grupo 2






    Ace




    Atens




    Ren




    Ron




    Perz




    Druida



    Quasar


    Atens muda sua postura, em sua voz, seu poder se manifesta.

    Atens escreveu:Atens- Não somos carniceiros! Muito menos hereges! Se quer saber quem somos eu explicarei, mas, porfavor, Ysaiah, Pare e comece a escutar. Se fosse nossa intenção prejudica-lo Eu Não teria impedido que lhe vissem assim! E continuaria a fingir que éramos os Irmãos do Cobre. Não queria violar suas leis, não queria permanecer enganando-o. Eu irei investigar o que aconteceu aqui! A falta de respeito a que foi submetido não ficará sem consequências ao autor! -

    [Ysaiah]:Acaba de nos conhecer e faz demandas. Se não são carniceiros são piores ainda, nem os monstros karnotaurs revelam seus ros...o que... - a voz do ministro começa a enrolar.

    [Ebon]:Ysaiah, escute ela - Ebon soa confuso.

    Atens escreveu:- Quando estiver disposto a nos escutar Mande seus guardas voltarem a seus postos.

    [Ysaiah]:Não posso...vocês violaram as leis sagradas...os guardas...são, não! - ele parece tentar resistir ao controle de Atens - os guardas, eu os...Alarme falso, voltem aos seus postos - o grupo escuta o som de um botão sendo pressionado. A névoa criada por Ebon começa a se dissipar, os dois não estão mais com a ilusão de Ace.

    Ambos não olham fixamente para o rosto de ninguém.

    Enquanto isso, Ace decide usar uma habilidade inédita. Com velocidade ampliada Ace decide investigar os arredores.
    Allan Barros Moment:
    Sem possibilidade de abrir a porta de forma natural devido as raízes criadas por Adurna, Ace quebra as portas, escancarando a entrada.

    Cannon vê no corredor que leva ao salão pequenos grupos de soldados de armadura prateada correndo, armas, espadas e escudos em punho. Ace também nota que há cameras de segurança espalhados, muito bem ocultados, pelo corredor.

    Uma grande volta pela torre do ministro e Ace consegue mapear melhor o distrito do bronze: focado comercialmente, parece possuir uma grande variedade de membros das casas de metais diversos: parece haver um claro sistema de castas, os metais mais nobres são mais abastados . Os aparentes metais 'sujos' são em maior número mas parecem ocupar tarefas braçais e inferiores, como carregadores de peso e etc.

    As notícias locais falam sobre o recente aniversário do Princípe do Marfim, e como isso afetava o Rei de Ouro. Aparentemente o Princípe é o próximo na linha de sucessão. Há comentários sobre o impopular terceiro na sucessão, um príncipe do ébano, e como seria bizarro te-lo como rei num cenário hipotético.

    O restante das informações obtidas Ace já possuia em suas primeiras tentativas de hacking.

    De volta ao salão, ainda não viu Quasar em lugar algum.

    A porta se escancara de forma violenta num vento descontrolado.

    [Perz]:Imperatriz, nós temos que sair daqui - repete o jedi.

    Atens escreveu:
    Atens- (Inglês)Vejo que ao menos você mantém a racionalidade diante a adversidades, Ebon. Nós iremos, mas ajude seu primo a recobrar o juízo e convença-o a me escutar. Se ele não consegue lidar com os carniceiros dúvido que ele terá muito sucesso contra nós se decidir tomar-nos como inimigos ao invés de aliados. Além de que, caso ele não aceite nos ouvir a oferta não se estenderá a ele e, assim, seu primo e quem o segue, encontrarão seu fim nas mãos dos carniceiros. Nós ajude a sair daqui, por favor. Não desejamos um conflito, mas nos defenderemos se preciso for.

    [Ebon]:(Ingles) Conheço outros como vocês, mas não vão conseguir nada com o ministro. Ele está com as mãos atadas. Vão para o castelo de ébano, eu posso ajuda-los lá, não aqui - diz Ebon, preocupado.

    [Ysaiah]:Eu disse alarme falso! - o ministro grita num comunicador.

    [Guarda]: Senhor, me desculpe, mas o próprio Rei acabou de ordenar. Seus convidados são intrusos - o grupo vê um grande grupo de guardas prateados se aproximando, escudos em punho.

    [Ren]: Só dar a ordem, eu vou retalhar todos - comenta a dryad, o bastão da lança em punho.

    [Ebon]: Que ótimo, agora nossa Graçíssima Graça nos espiona também. Se não se afastarem eu mesmo chuto a bunda de vocês - diz Ebon, se aproximando do líder dos guardas - isso é um encontro entre a casa do bronze e a casa do cobre!

    [Guarda]:Pode me explicar porque as portas de bronze estão jogadas no chão então?

    Ebon para de falar.

    [Guarda]: Eles estão Sem-Face? - comenta, o tom de voz de horror.

    É momento de fazer algo.


    Mecanica
    Spoiler:



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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Sab Ago 19, 2017 4:13 am

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Ysaiah escreveu:Não posso...vocês violaram as leis sagradas...os guardas...são, não!
    os guardas, eu os...Alarme falso, voltem aos seus postos
    Sorrio com o canto da boca e olho para a Imperatriz.
    "(Empolgada) Faz muito tempo que não a vejo assim."
    "Observem ele. É a primeira vez que ele se depara com poder de verdade.
    Uma vida inteira se curvando para metais preciosos e símbolos de poder, mas agora... nada mais importa. Cada fibra do seu corpo implora pelo privilégio de servi-la."

    "Então, isso tudo, tinha essa finalidade?"
    "Quero saber até onde o poder dela se estende."
    "E se não houver um limite?"
    "Sempre há limites. E eu preciso compreendê-los para usá-los ao meu favor."



    OMNITOOLS BASIC SET (Id model)

    "...................................................... Id."
    "(Atenciosa) Sim, Ace?!"
    "Esta armadura tem peitos?"
    "(Atenciosa) Sim! E eles são lindos!"
    "... Id."
    "(Atenciosa) Sim, Ace?!"
    "Eu tenho peitos?"
    "(Atenciosa) Poderia ter! O Magnum Opus pode..."
    "Neste momento, Id! Eu tenho peitos?"
    "...
    (Sedutora) Tem os meus!"

    "Mas que porra, Id! Por que você mudou o projeto?"
    "(Pensativa) Bem... o cálculo dos propulsores estava desproporcional e sobrecarregaria o sistema. Não ia funcionar, então eu refiz para você!"
    "Ta... e onde isso inclui peitos?"
    "(Encabulada) Os meus?"
    "Os da armadura!"
    "(Pensativa) Ah... é... eu gosto deles!"
    "Albert, você sabe que ela pode fazer isso por horas, né?!"
    "(Sedutora) Eu fui uma garota má?"



    Contorno os soldados e observo suas armas.
    "Que tipo de munição eles usam?"
    "Estou mais preocupado com as câmeras. Quem as monitora já deve saber sobre nós."



    "Rei de Ouro, Princípe do Marfim, Príncipe do Ébano... e ninguém quer o negão. Esses caras são mais racistas do que a Terra 1!"
    "Já se passaram quase três horas e as informações só estão se repetindo."
    Suspiro.
    "Bem, nada útil. Eu já estou ficando entediado de andar entre estátuas e nem sinal da Quasar.
    Nada de enigmas, nem mistérios, nem fronteiras científicas ou tecnologias dimensionais... é só um bando de racistas em guerra. Só perda de tempo.
    O que me dizem? Voltamos para assistir a sua prima resolver essa bagunça?"

    "(Empolgada) Claro!"
    "Não."
    "(Entediada) Essa é a sua única estratégia?!"
    Suspiro.



    Retorno à sala do ministro e dou algumas voltas por ela analisando um ponto cego de todos os presentes.
    "O que você está fazendo?"
    "Eu não vou reprojetar essa armadura com as mesmas funções só porque a Id quer brincar de estilista."
    "Vai se esconder para que não te vejam assim?"
    "Não, vou aproveitar que a Quasar sumiu."
    Ao encontrar uma posição adequada, retorno ao fluxo normal de tempo assumindo a forma da Quasar dentro da armadura. Então me curvo com um olhar confuso observando a porta, olho para os demais presentes com o mesmo olhar, volto a olhar para a porta e então me pronuncio com um tom distraído, como se o som das portas caindo tivessem me acordado.
    -O que aconteceu? Ele explodiu?
    ...
    Eu não estava prestando atenção...

    Olho novamente para os demais e recosto na parede, então mantenho a postura letárgica da garota com os olhos entreabertos.
    "É... eu já devia esperar por essa jogada..."
    "(Empolgada) Eu achei incrível!"
    "É normal essa...
    ...
    Ah! Então é assim que as garotas se sentem?"

    "Pff... HAHAHAHAH!"
    "Calma, isso é novo para mim."
    "(Segurando o riso) O que houve?"
    "(Irônica) Acho que eu não quero saber...
    Acho que ninguém vai querer saber..."

    "É só uma sensação estranha.
    Eu...
    Eh...
    Ta... acho que eu não vou me acostumar com isso tão cedo."

    Ebon escreveu:Conheço outros como vocês, mas não vão conseguir nada com o ministro. Ele está com as mãos atadas. Vão para o castelo de ébano, eu posso ajuda-los lá, não aqui
    Ysaiah escreveu:Eu disse alarme falso!
    Guarda escreveu:Senhor, me desculpe, mas o próprio Rei acabou de ordenar. Seus convidados são intrusos
    Ren escreveu:Só dar a ordem, eu vou retalhar todos
    Ebon escreveu:Que ótimo, agora nossa Graçíssima Graça nos espiona também. Se não se afastarem eu mesmo chuto a bunda de vocês
    isso é um encontro entre a casa do bronze e a casa do cobre!
    Guarda escreveu:Pode me explicar porque as portas de bronze estão jogadas no chão então?
    Eles estão Sem-Face?
    "Não vai fazer nada?"
    "...
    É normal querer conversar sobre maquiagem com a Atens?"

    Luxi
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Luxi em Sab Ago 19, 2017 12:23 pm

    O Oráculo soube usar a palavra certa para fazê-la aceitar qualquer proposta, por mais absurda que parecesse. Enquanto Rhys tinha uma postura mais curiosa, Morrigan ficou fascinada, atraída de forma quase mágica pelo convite.
    Passou o período todo antes de embarcar olhando para o nada, por vezes o céu, pensativa. Uma pessoa respeitável daquelas não diria que ela obteria respostas se não fosse verdade, não é mesmo? É o que reafirmava a cada quarto de hora, na tentativa de evitar uma sensação de única de ansiedade desde que se lembrava (não que tivesse lá muitas memórias). Não compartilhava suas preocupações com Quantum, mas a forma como cerrava os punhos ou mantinha as mãos juntas já traduzia seus pensamentos.

    Cumprimentou a IA, ouviu a reclamação do companheiro e olhou intrigada para o item no seu braço. A fantasia de que descobria coisas a sobre si mesma de forma fácil começava a se desfazer. Não era como se o Oráculo fosse aparecer de novo soltando todas as informações que ela queria. Suspirou e seguiu ao refeitório.

    Rapidamente deu uma olhada naquele grupo e uma conferida naqueles braceletes. A ideia de ter que socializar com tantas pessoas já a fez sentir-se cansada. Esperava que Rhys fizesse a linha introdutória em nome dela, pois tinha vontade de ficar bem distante. Olhou de canto para o amigo, em vez de tomar iniciativa de se aproximar da mesa, acabou o seguindo e fez um gesto leve, para dar "oi" sem ter que fazê-lo de verdade.

    Então aquela era a equipe dela... não conseguiu se conter em observar cada um, agora que estava mais perto. O homem de turbante lhe chamava a atenção. O que será que aquelas pessoas podiam fazer?
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Zer0 em Dom Ago 20, 2017 6:13 pm

    Steel observa os recém chegados. Nota algo somente ele tinha a cara marcada pelo tempo, decide compartilhar os seus pensamentos com os demais:

    -Vocês são todos tão jovens... Ou ao menos parecem ser. Queria poder dizer que minha experiência vai ajudar lá fora, mas eu acho que tudo vai ser muito diferente do que eu já vi antes.

    Ele olha para o bracelete mais uma vez, mesmo sabendo que ainda não recebera nenhuma mensagem sobre a missão. A agonia da espera era uma velha conhecida, mas isso não a fazia ser menos... agonizante.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Dom Ago 20, 2017 8:26 pm

    Michelle escreveu:Lilian está na Terra 5, doutor Joseph. Ela está dando aulas numa universidade em Toronto há algum tempo.

    Aquilo provocou um espasmo de dor. O ferrão levantou-se imediatamente irritadiço. Como se procurasse algum inimigo. Mate-a... Seu instinto animal sussurrava em sua mente. “Lilian dando aula? Isto é impossível.” A confusão invade a cabeça do infeliz doutor. Ela está mentindo... 00]]Mate-a... Os sussurros tornavam-se cada vez mais fortes como se quisessem dominá-lo. A irritação era visível em seu rosto, os olhos amarelados penetravam diretamente os olhos da doutora. “Talvez algo tenha acontecido e ela saiu.” Você realmente acredita nisso?... “Não sei! Mas eu tenho que encontrá-la e eles são nossa única chance!ELES ESTÃO TE ENGANANDO, VOCÊ NUNCA VAI SE CURAR!


    Michelle escreveu:Deixe-me perguntar agora, de forma mais específica, como se sente em trabalhar para a Aliança? Em lutar, trabalhar em grupo, seguir uma liderança, para trazer paz um mundo que desconhecemos?


    - NÃO!! Rugiu volumosamente ameaçador.
    - Não vou deixar que me enganem. Não vou deixar que me passem para trás! Perdi minha vida inteira ao me transformar nesta fera. Ela sequer sabe que estou vivo, mas eu me lembro! Ela está trabalhando com o governo como geneticista. Ela não queria dar aulas na faculdade! Eu já não conheço paz há muito tempo, mas eu estou disposto à qualquer coisa para alcançá-la. Vocês querem me liderar? Querem que eu trabalhe em grupo? Que eu siga uma liderança? Eu faço, desde que não me enganem! Eu liderei leões dentro da savana. Liderei todo o tipo de animal, por medo ou por respeito mútuo. Eu sei como funciona trabalhos em equipe, mas mesmo na selva, eu também tive de lidar com traições! Eu espero não ter de lidar com alguma da parte de vocês. Se dirigem à mim como homem, mas me tratam como animal. Eu tenho conhecimento suficiente para estudar a genética desse corpo sozinho. Só preciso de um laboratório. Se vocês me proporcionarem tudo o que preciso, em troca também lhes proporcionarei o que querem!
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Ago 20, 2017 9:35 pm

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Flamesh em Dom Ago 20, 2017 10:08 pm

    Felizmente Cheyenne não queria a bebida e pediu um energeticosinho, aquilo fez Amber pular de alegria por dentro, agora tinha que dar um jeito de beber todo aquele resto de uma vez antes que perdesse essa oportunidade e tivesse que oferecer um gole para outras pessoas que pudessem aparecer com essa ideia do Steel de reunir todo mundo.

    Enquanto Cheyenne respondia Amber virou todo o resto da Jack Daniels de uma vez só e assim que ela terminou de falar Amber também terminou de beber. Ela soltou um largo suspiro e viu as coisas girarem por um tempo, mexeu a cabeça rapidamente para a esquerda e a direita como se essa remexida fosse ajudá-la a botar a despertar melhor os seus sentidos.

    - NUUUOOSSA... Ok, eu to legal! Infantaria? Você é militar?? Que legal, o meu pai também foi militar também, décima quarta infantaria, ele era o melhor chutador de traseiros, aquele cara era demais...

    E então quase em lágrimas ela dizia olhando para o vazio:

    - Ele era o meu herói...

    Estava avermelhada no rosto, não chorava mas estava claro que de repente ela queria muito chorar, felizmente algo chamou sua atenção que ajuda a recolher as lágrimas que ainda queria descer, um homem de turbante e uma dupla de pessoas uma garota com cabelo tigelinha e um japa. Pela aparência aquele cara que parecia vir do oriente médio podia ser de qualquer Terra, só esperava que não viesse da Terra 2, e se viesse, que de preferência não seja alguém daquela região... Mas também se fosse que se dane, ninguem tinha provas de nada mesmo! Se o velho conseguiu tirar ela do tribual não era um cara de turbante que iria jogá-la lá denovo. Ou era?

    De qualquer forma, Amber já estava alta o suficiente para começar a causar um pouco de constrangimento a quem estava em sua companhia. Ela via que todos tinham o bracelete laranja e ela ergueu o seu próprio para sinalizar à eles.

    - UUUUUOOOOOOOIII PESSOAS!!! ESTAMOS TODOS REUNIDOS COMO UMA FAMÍLIA, ISSO NÃO É LEGAL???

    Dizia com visível animação e a voz com a entonação afetada pelo alcool.

    Steel escreveu:Vocês são todos tão jovens... Ou ao menos parecem ser. Queria poder dizer que minha experiência vai ajudar lá fora, mas eu acho que tudo vai ser muito diferente do que eu já vi antes.

    Amber então dera um tapinha no ombro do velho dizendo:

    - Caaara vou te dizer uma coisa, você pode ser velho de corpo mas o importante é ser jovem no espírito! É quem você é por dentro que conta, no final isso aqui é sóóóóóó uma casca... E TE DIGO MAIS... Isso aqui acho que deve ser novo pra todo mundo então se tem alguém que acho que pode nos guiar melhor nisso é você e a Cheyenne!!! Sabe... porque... Vocês já estão nessa pegada de missão... Agente... Militar, e tal...

    Ela então se vira pras pessoas e dizia juntando os dois dedos, indicador e médio fazendo uma continência militar:

    - A propósito galera meu nome é Amber, é um prazer conhecer vocês todos!
    Claude Speedy
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Ago 20, 2017 11:22 pm

    Reaper escreveu:-Não vou seguir Ordens de Terrorista!

    Reaper... Caveira...


    Rio de Janeiro, 2014. Morro do Dendê...


    O governo Dilma havia acabado criar a "lei anti-terrorismo", agora protestar contra a Copa do Mundo era crime.
    Pouca gente se tocou disso, mas em São Paulo já tinhamos visto o exército nas ruas e nos metros.
    Várias prisões, como do catador de latinhas Rafael Braga, que simplesmente estava passando perto de um dos atos do Rio.

    Eu recebi em casa vários dos membros da perseguição aqui em São Paulo por um tempo anos mais tarde, fugidos de um ataque do Bope sobre o Morro do Dendê.

    Mas ao contrário do que disse o deputado Tiritica, pior do que tá fica.


    Em meados de 2020, já no governo do primeiro ministro Luciano Huck, Anderson Silva foi nomeado para secretário de segurança pública do Rio.
    Mais pessoas abandonaram os morros, e mais alguns vieram para cá.

    ...: -Balas de borracha, bombas de gás e spray de pimenta...

    Baiano: -Para nós, pimenta não é nada, cara! hehehe... Eles que venham... Só vão temperar meu acarajé! hahaha

    ...: -Tudo é uma piada para você, Baiano? Os caras podem vir para cá, atrás de quem falar contra eles. Acha que vai aparecer no jornal amanhã? Assim que como os caveiras subiram para atacar todos, seja povo seja traficante, seja ativista... Vão jogar todos no mesmo lugar. Se um deles resolver atirar com bala, ninguém da imprensa fica sabendo o que acontece!

    Baiano: -Relaxa... Eles já devem ter esquecido isso tudo. Estamos em São Paulo, aqui não vai pegar isso não... A Rota nem sabe o que estamos planejando. É para o povo todo, mas a gente não pode salvar todos!

    ...: -Ouviu isso?

    Agora

    Orochi fala pela comunicação algo sobre um imenso robô e que esta indo para praça.
    Espero que com o "caveira", Antípoda e ele consigam chegar aqui.

    Enquanto torço pelo "Menino Jesus", e enquanto olho o estilo de combate do robô fico imaginando porque o nosso destemido "deus na terra" teve dificuldades. Eu então me preparo para atacar um dos sujeitos de marrom pelas costas para ajudar . Aquele robô é grande, mas... será que vem um maior.

    Eu mal coloco a mão na espada e já percebo que tem gente atrás do balcão que não vai conseguir sair dessa bem. Vou até eles e surjo perto deles em silêncio, sem chamar atenção dos nossos inimigos... Me esgueiro até atrás do balcão para me aproximar das duas mulheres e do homem enfaixado, faço isso deixando que os três me vejam quando chego e tentando ver como eles estão.

    E nisso o Baiano falando "não há como salvar todos" volta na minha cabeça martelando.

    Stealth16 (secound Chance)
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    Eu fico atento a tudo que posso...
    De repente acontece o ataque sônico.

    Will: 4
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Exalted em Seg Ago 21, 2017 2:36 pm

    Não posso deixar esta garota e sair daqui sem fazer alguma coisa, seus olhos estão sem o brilho que sempre vejo nos habitantes da minha terra, ainda que eu não possa fazer muita coisa, preciso fazer alguma coisa.

    Arya escreveu:Bem...nada que possas fazer...eu só me sinto um pouco estranha de estar aqui, dentro de um maquinário como esse. Acho que já sinto os sintomas da saudade de casa.

    Sei bem como ela se sente, eu passei por isso quando fui pra Terra 1, talvez eu ainda possa fazer alguma coisa, mesmo que sutil, vejamos…

    Uma semana antes do embarque - O que poderia ter acontecido:
    Arya andava incerta pela floresta de concreto na Terra 1, poucas árvores, quase nenhuma natureza, um lugar estranho pra um elfo com certeza. Entre esbarrões e pessoas falando sozinhas por todo lado a elfa nota uma pequena porta na calçada do outro lado da rua, uma pequena floricultura, as cores enchem seus olhos, e ela anda na direção da loja, assim que pisa fora da calçada, uma buzina estridente lhe assusta, depois um palavrão faz ela recuar, ela continua o caminho sem ir à loja.

    Um minuto antes, o veículo vira uma esquina e é fechado por outro carro, ele perde alguns segundos e é obrigado a parar no sinal vermelho, isso é o suficiente para que Arya consiga atravessar a rua sem perigo, ir até a floricultura e encontrar um bonsai, muito parecido com uma árvore que existia próximo de sua casa.

    Isso era pouco, mas talvez o suficiente para o sorriso no rosto da elfa ser mais de alegria do que o simples disfarçar de uma tristeza, ele levanta as mãos, revelando uma pequena árvore dentro de um vaso de pedra.

    - Sinto não poder fazer mais Arya, mas aceite este presente como uma lembrança de casa.




    - Haha, isso é bem engraçado! Hmm, talvez um pouco constrangedor, mas ainda assim engraçado.

    Digo ao ver a IA vestida de exploradora na minha frente, faz pouco tempo que estou aqui e já estou precisando de ajuda, aff, preciso memorizar as localizações aqui dentro o quanto antes. Ando seguindo a exploradora Artemis até o refeitório, onde pela identificação dos braceletes, e principalmente pela jovem que acenava de lá tenho facilidade de encontrar a equipe, e as pessoas com que vou passar um bom tempo à partir de agora, passo por um casal no caminho, já bem próximo, eles também tem braceletes laranja, então me ponho no meio dos dois, com um leve tapinha nas costas de ambos.

    - Olá amigos! Bem vindos à equipe laranja, eu sou Al’Karim, o seu Djinn favorito como diria Artemis.

    Ando até a mesa, meio de lado, ainda olhando para o casal, e chegando na mesa:

    - Olá, sou Al’Karim, estamos na mesma equipe, espero poder ajudá-los no que quer que precisarem.

    Faço minha apresentação com um sorriso no rosto, olhando principalmente para a jovem mais bêbada no meio deles, pensando se ela já seria a primeira a precisar de mim, talvez um Engov ou algo assim, as minhas palavras carregam sinceridade, e realmente quero poder ajudar a todos ali, é isso o que eu faço, o que eu faço há mais de mil anos. Eu puxo uma das cadeiras vazias e me sento junto com os outros, esperando um tempo pra saber do que estão falando, antes de me “intrometer” na conversa.

    Steel escreveu:- Vocês são todos tão jovens... Ou ao menos parecem ser. Queria poder dizer que minha experiência vai ajudar lá fora, mas eu acho que tudo vai ser muito diferente do que eu já vi antes.

    - Não se engane com minha aparência, talvez eu seja o mais velho entre vocês, apesar de não aparentar. Quanto a missão, não ocupe sua mente antes da hora, não fomos escolhidos à toa, tenho certeza que todos teremos papéis importantes a desempenhar.

    Amber escreveu:- A propósito galera meu nome é Amber, é um prazer conhecer vocês todos!

    - É um prazer conhecê-la Amber…. A todos vocês, meus novos amigos!

    Talvez eu esteja exagerando um pouco na amistosidade, mas uma primeira imagem de diversão é um bom elemento pra unir um grupo de desconhecidos, principalmente um grupo que vai precisar de sincronismo em missões perigosas, espero mesmo que tenhamos algo pra unir o grupo, apesar da garota já estar bêbada antes mesmo do trabalho começar e o velhote inseguro. Mas isso são só os primeiros minutos, todos estão apreensivos, e é aceitável o comportamento aberrante.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Seg Ago 21, 2017 11:38 pm

    Will Contra O som do Mecha:+9 contra CD 05

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Ter Ago 22, 2017 12:11 am

    Orochi arrastava o homem para dentro da vila.O homem não podia mais fazer nada para com aquelas pessoas que estavam caídas, porém, Orocho podia.O plano era tentando atrair o robô para uma armadilha, no entanto quando se aproximam da vila ele percebe que existiam mais mascarados na cidade e combates por todos os lados.

    Antípoda encarava alguns mascarados, havia combate dentro do Saloon e no estábulo. Ao que tudo indica todos estavam ocupados. A estratégia do Deus não daria muito certo, pior, o mecha parou, eternou uma caixa de som emitindo um som de bastante incômodo porém Orochi não parecia sentir nada com ele a não se chatear com o barulho.

    Ainda com o Cowboy nos ombros o deus grita para antípoda, na tentativa de chamar a atenção dela e dos soldados:

    -ANTÍPODAAAAA!

    Logo em seguida fala pro Cowboy:

    -Feche os olhos...

    Assim que ela e os mascarados olham ele egrue suas mãos e um brilho terrível que emana mesmo de dia por toda a vila com uma luz que chega a ofuscar o sol, lembrando um flash de máquina fotográfica infinitamente mais intenso. Era seu poder LUZ PURIFICADORA, seus alvos eram exclusivamente os soldados e o Mecha.


    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Qui Ago 24, 2017 3:05 pm

    @isaac-sky escreveu: [Ysaiah]:Acaba de nos conhecer e faz demandas. Se não são carniceiros são piores ainda, nem os monstros karnotaurs revelam seus ros...o que... - a voz do ministro começa a enrolar.
    [Ebon]:Ysaiah, escute ela - Ebon soa confuso.
    Por segundos a Imperatriz esboça um leve sorriso, voltando a seriedade em seguida. - ”Provavelmente ele está tentando entender o que está acontecendo com Ysaiah, que apesar de tentar resistir parece finamente começar a ceder a minha vontade. Eu detesto ter que fazer isso, dobrar suas verdadeiras vontades, mas, após o ocorrido, não via outro meio de conseguir uma chance de sair dessa situação e ainda ter meios para que nossa missão permanecesse viável.” - Atens permanece observando a nevoa criada por Ebon enquanto escuta o Ministro finalmente ceder.
    @isaac-sky escreveu:[Ysaiah]: (...)Alarme falso, voltem aos seus postos.
    Após a ordem de Ysaiah a nevoa criada por seu primo começava a dissipar-se. A Imperatriz estava concentrada no desenrolar da situação. O estrondo da porta indo ao chão repentinamente assusta Atens que junta as mãos a frente do corpo para verificar se o mecanismo de ativação de se anel estava desativado afim de ativá-lo discretamente. Um gesto precipitado que não era comum a Dryad. Assim que escuta a voz de Perz a Imperatriz vira-se em sua direção com um olhar perdido, bem diferente do habitual, ela parecia não vê-lo.
    @isaac-sky escreveu:[Perz]:Imperatriz, nós temos que sair daqui.
    Tempos atrás ela havia escutado aquelas mesmas palavras na voz de seu irmão e ao invés de reagir a Imperatriz mergulhou em sua memória.

    Spoiler:
    Os primeiros ataques a terra 4 haviam começado, Arian estava no almoço com outros Dryads para tratar dos problemas referentes a seu casamento enquanto Atens e Killian estavam em uma reunião, em um prédio próximo ao local
    (...)

    Atens – Não! Nós precisamos achar Arian.
    A Dryad claramente angustiada tenta ir na direção oposta e Killian a impede.
    Killian - Eu não vou arriscar sua segurança. - Embora firme em suas palavras, Killian também estava preocupado. - Encontraremos ela. Eu vou busca-la, mas você vai sair daqui com seus guardiões! Imediatamente!
    Atens- Killian, eu...
    O Dryad balança a cabeça negativamente como se estivesse pedindo que ela parasse de falar e toca no rosto de sua irmã.
    Killian- Eu sei, agora vá!

    (...)
    Atens, relutante, saiu acompanhada de seus guardiões enquanto seu irmão foi a procura de Arian.

    Atens- Arian - Entregue a memória Atens perdia parte de sua conexão com a realidade e sussurra o nome de sua falida prima, mas a voz de Quasar soa como um despertar à Imperatriz que olha em sua direção.  - “Talvez... seja cedo demais pra voltar ao trabalho!”

    @MINDGAME escreveu:-O que aconteceu? Ele explodiu?
    ...
    Eu não estava prestando atenção...
    “E, depois é Adurna que se preocupa em ser um peso morto. Se não fosse pelo fato de me trazer a realidade diria que ela não fez nada útil até o momento. - Atens observa que Ace já não está mais ao seu lado. - “Porque ele faria isso? O que pretende? Arruinar a missão?”




    @isaac-sky escreveu: [Ebon]:(Ingles) Conheço outros como vocês, mas não vão conseguir nada com o ministro. Ele está com as mãos atadas. Vão para o castelo de ébano, eu posso ajuda-los lá, não aqui. - diz Ebon, preocupado.
    [Ysaiah]:Eu disse alarme falso! - o ministro grita num comunicador.
    [Guarda]: Senhor, me desculpe, mas o próprio Rei acabou de ordenar. Seus convidados são intrusos - o grupo vê um grande grupo de guardas prateados se aproximando, escudos em punho.
    [Ren]: Só dar a ordem, eu vou retalhar todos - comenta a dryad, o bastão da lança em punho.
    A Imperatriz olha com seriedade para Ren enquanto a responde.
    Atens- Apenas em defensa. - Em seguida volta seu olhar na direção de Ebon e dos guardas.
    @isaac-sky escreveu:[Ebon]: Que ótimo, agora nossa Graçíssima Graça nos espiona também. Se não se afastarem eu mesmo chuto a bunda de vocês - diz Ebon, se aproximando do líder dos guardas - isso é um encontro entre a casa do bronze e a casa do cobre!
    [Guarda]:Pode me explicar porque as portas de bronze estão jogadas no chão então?
    Ebon para de falar.
    [Guarda]: Eles estão Sem-Face? - comenta, o tom de voz de horror.

    Ao ver o grupo de soldados se aproximar e perceber que nem o Ministro, nem Ebon, teriam autoridade sobre eles, a Dryad não vê outra alternativa senão tentar interferir. Atens mais uma vez acrescenta comandos em suas palavras e expande sua voz a fim de que todos os soldados que pudessem vê-los a escutassem. A Imperatriz enfim dirige a palavra ao líder dos guardas.
    Atens- Como Ebon disse, isso é apenas um encontro entre a casa do bronze e casa do cobre. - Atens desejava fazê-lo acreditar nisso. - Porfavor, peça que Voltem aos seus postos e esqueçam que viram a porta ao chão e nossos faces.
    RESUMO:

    - Anel Imperial
    - Suditos Imperiais (Communication + Affliction): Novamente os comandos estão em negrito e itálico. (Acreditar que é um encontro entre a casa do bronze e do cobre; voltarem aos seus postos e esquecer que viram a porta no chão e os rostos)
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Sab Ago 26, 2017 1:37 am

    @Jezreel:

    Revoltado, o Quimera ruge diante de Michelle.
    Ela tenta manter a compostura, mas o doutor nota seu medo na forma como ela segura sua prancheta com força.

    [Michelle]:Você não há vê a quanto tempo, doutor? As pessoas reagem diferente ao luto e a perda, pelo visto a maneira dela foi adotar algo que você amava. Caso duvide de minha palavra Artemis, nossa IA, pode lhe mostrar a última foto do corpo docente da universidade - suas palavras revelavam sinceridade.

    Ela anota mais coisas na prancheta.

    [Michelle]: A Aliança confiou em você, doutor. A esperança da humanidade reside nessa expedição. Você obterá acesso ao laboratório, mas primeiro, um planeta precisa da sua ajuda e a dos heróis da Aliança.

    Ela deixa a prancheta de lado e se levanta.

    [Michelle]: A comandante acabou de me notificar de que quer se reunir com você e o restante de sua equipe. Mais alguma dúvida, doutor? Estou lhe liberando em minha avaliação mas...espero que compreenda que estamos do seu lado doutor, apesar do que possa pensar de nossa organização.

    De seu bracelete um visor se acende, assim como o avatar de uma mulher.
    [Artemis]: Olá Doutor! Eu sou Artemis, a sua Inteligência Artificial favorita! Por favor siga meu holograma, iremos até o hangar! - diz a mulher virtual, animada.



    @Exalted:


    Compadecido com a melancolia de Arya, Al'Karim usa de seu dom para criar um bonsai de suas mãos, uma bela planta muito semelhante aos grandes carvalhos da terra da elfa.

    O gênio percebe como a expressão da elfa muda e seus olhos se abrilhantam.

    Ela segura o bonsai com cuidado.

    [Arya]:Muito obrigada, Al'Karim. É idêntica ao carvalho de meu lar. Desse jeito eu terei de te dar um presente também - ela ajeita o cabelo. Ainda há melancolia em seu rosto, mas a tristeza parece bem menor - Pensarei em algo quando retornar - ela sorri e se afasta, permitindo que o gênio partisse rumo ao encontro com seu grupo.


    @Zer0, @Exalted, @Flamesh e @Luxi:


    Equipe Laranja






    Steel




    Flamesh




    Djinn




    Morrigan




    Cheyenne




    Rhys


    No refeitório, a Equipe Laranja se conhece. Experiências, idades e Terras diferentes: era um grupo único.

    [Rhys]:Quantum, Terra 5. Essa é a Respawn, também Terra 5...esse é o grupo? Entendi - ele soa frio. Morrigan sabe que essa era uma forma do amigo demonstrar desprezo, ele não parecia feliz com aquele grupo.

    Steel escreveu:-Vocês são todos tão jovens... Ou ao menos parecem ser. Queria poder dizer que minha experiência vai ajudar lá fora, mas eu acho que tudo vai ser muito diferente do que eu já vi antes.

    [Cheyenne]:Se não for nenhuma Antares a gente leva fácil. Mas também se for, nada que uns tiros na cabeça de uns monstros não resolvam - a soldado parece não levar a sério o evento que dizimou um terço do efetivo da Aliança.

    @Flamesh escreveu:- NUUUOOSSA... Ok, eu to legal! Infantaria? Você é militar?? Que legal, o meu pai também foi militar também, décima quarta infantaria, ele era o melhor chutador de traseiros, aquele cara era demais...


    Cheyenne sorri com o canto da boca diante do comentário.

    [Cheyenne]:Pretendo me tornar uma chutadora de traseiros profissional também. Começando agora, um cara mal de cada vez - ela responde e dá mais um gole na bebida.

    [Rhys]:A comandante vai nos enrolar por quanto tempo? - pergunta o vigilante, sem muita paciência.

    Djinn escreveu:- Não se engane com minha aparência, talvez eu seja o mais velho entre vocês, apesar de não aparentar. Quanto a missão, não ocupe sua mente antes da hora, não fomos escolhidos à toa, tenho certeza que todos teremos papéis importantes a desempenhar.

    Cheyenne encara o gênio.

    [Cheyenne]:Você vem com um tapete que nem o cara azul do desenho da Terra 1? - ela pergunta, o djinn nota um certo escárnio em sua voz.

    [Artemis]:Oi gente! A comandante está chamando vocês no hangar. É sobre a missão, disse pra levarem seu equipamento de vocês. Vocês vão voar daqui a pouco - diz a IA, seu holograma até então somente acompanhando a conversa.

    Era hora de se preparar para a missão real.





    @Jezreel, @Zer0, @Exalted, @Flamesh e @Luxi:


    Equipe Laranja





    Steel




    Flamesh




    Djinn




    Morrigan




    Cheyenne




    Rhys



    Dr. Quimera


    O Hangar da Órion é gigantesco, armazenando muitas naves dos mais variados designs. Um grupo de herois, magos e soldados passa pela Equipe Laranja. Eles portam braceletes de cor vermelha.

    Um mulher encara Amber por alguns segundos antes de continuar andando, acompanhada de um cavaleiro de armadura negra.


    O grupo que estava no refeitório vê o que parece ser um leão com uma cauda ferrão de escorpião. Em uma de suas patas estava um bracelete, o led igualmente laranja.
    Quimera é acompanhado de um holagrama de Arthemis.

    A comandante, Samurai Rubra, os recebe já vestida com seu uniforme de heroína. Seu bracelete emite o led vermelho.



    [Samurai Rubra]:Olá. Acho que não consegui falar com todos hoje, dia cheio - ela parece falar com honestidade, não com a rispidez de uma comandante militar - Deram uma olhada no planeta? Parece com a Terra, mas cada hora descobrimos algo mais bizarro. Resumindo a situação, recebemos transmissões de três pontos dele. A Equipe Azul se dividiu e está cuidando do chamado de S.O.S no oeste e outra parte dela está na parte leste, conferindo uma transmissão - ela cruza os braços, olhando para o horizonte - Em cada planeta que visitarmos nossa missão como expedição é apresentar a Aliança, trazer a paz e criar um ponto de conexão com a MultiTerra: mais especificamente instalar uma antena poderosa o suficiente para o comlink.

    Todos podem ver o planeta da grande abertura que serve de saída e entrada para as naves.


    [Samurai Rubra]:A terceira transmissão que recebemos parecia um eco de coordenadas de espaçonaves qualquer. A quinze minutos nossos sensores conseguiram mais detalhes e, bem, parece que é uma chamada de uma nave da Terra 4. Preciso que vocês desçam, investiguem, e reportem a mim ou ao Capitão Anderson sobre o que encontrarem. O sinal da nave parece originar de uma cadeia de montanhas.

    Ela se vira para as naves estacionadas, ela aponta para uma em específico: grande o suficiente para acomodar todo o grupo, mas o design lembra um caça.


    [Samurai Rubra]:Esse é o Thera. A nave está com o piloto automático ligado para o sinal. Tomem cuidado, sigam as regras da Aliança e façam a coisa certa - ela sorri, como se os aconselhasse - Eu estarei com a Equipe Vermelha na Lua do planeta. Acho que resolveremos as coisas ali rapidamente, logo nos juntaremos as equipes que precisarem de auxílio.

    Ela se vira para o grupo.

    [Samurai Rubra]:Alguma pergunta? Sei que a maioria acabou de se conhecer, seria interessante elegerem um líder antes de entrarem na missão. Mas não vou pressiona-los haha, sei que esse tipo de responsabilidade é complicada - ela diz rindo levemente.


    Mecanica
    Spoiler:


    Flamesh
    +1PH
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 5
    Pontos de poder: 129



    Steel
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 2
    Pontos de poder: 132



    Djinn
    +1PH
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 2
    Pontos de poder: 129



    Dr Quimera
    +1PH, +1PH(Nexus)
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 2
    Pontos de poder: 127


    Morrigan
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 1
    Pontos de poder: 123






    Grupo 1:



    O combate continua a ser travado na vila. O ar era de pólvora e os sons de explosões, os tiros eram cada vez mais altos.

    @Claude Speedy:


    O Anonimo nota da janela que há um homem enfaixado e duas mulheres atrás do balcão, se protegendo dos tiros e do combate.

    Beast Girl consegue mais um corte com suas garras contra um dos mascarados, lhe rasgando a garganta. Sangue jorra no rosto da garota-feral. Ela desvia de um golpe de bastão do segundo mascarado.

    Adrastrea acerta um soco num dos braços robóticos da exosuit do oponente, arrancando parte do equipamento. O mascarado revida com um soco potente no queixo do super herói, que cai para trás.

    [Homem Enfaixado]:Pelo amor de Deus, esses homem mascarado tão por toda parte! - diz o homem apontando para Anônimo. O anarquista havia se esgueirado até ficar ao lado deles.

    [Mulher de Vestido]: Não seja idiota Jesse, esse não é que nem os outros. Eles tem armadura - diz uma das mulheres - Katherin, a escopeta, você sabe onde esse velho deixa ela?

    [Katherin]: M-Mas não podemos Candy... - a mulher está apavorada.

    [Candy]: Meu Deus. Bonitão, a gente tem que sair daqui e pegar alguma arma. Eles vão dizimar a vila! - ela diz para o Anonimo.

    O homem enfaixado, Jesse, fica encolhido num canto, seu braço enfaixado está ensopado de sangue.

    Saloon villagers:


    Jesse



    Candy



    Katherin




    O som perturbador vindo do mecha não afeta Anonimo, que resiste sem dificuldades, mas os três civis que resolvera ajudar pareciam incomodados. Principalmente Jesse.


    @Lyvio:


    O som não afeta Orochi, mas parece incomodar o homem que o acompanhava.

    Orochi vê se aproximando Antípoda, flutuando e lançando projéteis de fogo de uma mão e de gelo em outra. Há aproximadamente sete soldados mascarados com seus rifles disparando em sua direção.

    O deus grita e libera seu poder. Um clarão preenche o lugar: os sete soldados caem no chão, gritando e se contorcendo violentamente.

    [Homem]:O que é você? - pergunta o homem, olhando para os corpos quando tirou a mão dos olhos.

    O mecha, até então parado na frente da vila, sofre o impacto da luz. Num relance Orochi nota que há uma pessoa dentro do cockpit, até então oculta pela lataria que agora se desfaz em chamas divinas. Essa figura é consumida junto do mecha, que se desfaz em pedaços no chão. O grande impacto levanta muita areia.




    [Reaper]:Hahahahaha, eu deveria trabalhar mais com vocês aberrações - comenta o soldado no comunicador do bracelete, os sons de disparos ainda presentes.

    [Homem]:A igreja. Os outros estão nela - o homem parece preocupado. Orochi está logo em frente a igreja da cidade.



    Mecanica
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    @MINDGAME e @IsabelMuller:


    Atens, Ace e o grupo se veem num impasse.


    Ace's ID escreveu:"Que tipo de munição eles usam?"


    Com as informações que hackeou, Ace descobriu que as armas dessa civilização não possuem munição de forma convencional: cada arma de fogo possui um microrreator próprio, sendo que podem disparar enquanto esse reator estiver carregado (uma carga que pode durar anos). Mas armas podem sobreaquecer diante de uso contínuo de disparos, então são utilizados pequenos cartuchos com material congelante que resfria a arma e permite continuar atirando.

    Ace estava fingindo ser Quasar, que havia sumido.

    Ace recebe uma mensagem de texto em seu bracelete:

    Mensagem:


    [Artemis]:ACE! Sei que está ocupado! Mas preciso que traduza isso:

    Artemis envia duas gravações, áudios de que parecem ser vozes falando no idioma de Zionis.

    Áudio1:
    [Voz 1]: O que é aquele Sem-Rosto? Ele está no caminho!
    [Voz 2]: Mas e se o Ébano o enviou? Ele é o emissário?
    [Voz 1]: Eu não sei, mas ele tem que sair da frente!

    Áudio2:
    [Voz 1]: Pelo Precursor, por que demoram tanto? Droga, eu já sinto a coceira.
    [Voz 2]: Tá sem Carvão? Bem que podiam dar mais um pedaço pra missão de hoje.


    Fica a critério de Ace enviar essas traduções ou não a ela.


    Adurna protesta diante da fala de Perz para fugirem dali.

    [Adurna]:Cadê o Ace? A gente não pode deixar ele aqui! - ela parece preocupada.


    Atens escreveu:Atens- Apenas em defensa. - Em seguida volta seu olhar na direção de Ebon e dos guardas.


    Ren pressiona o bastão da lança elétrica com mais força. Todos parecem tensos, prontos para lutar caso necessário.

    Impostando sua voz, Atens demonstra seu controle sobre os guardas.

    [Guarda]:S-Sim, só um encontro entre a casa do bronze e a casa do cobre. Só um encontro entre a casa do do bronze e a casa do bronze. Esqueçemos o que vimos. Esqueçemos o que vimos - o guarda parece ser ainda mais fraco a influencia da Imperatriz. Ele e os guardas de prata dão meia-volta e começam a marchar para fora e de volta aos seus postos.

    O corredor fica vazio. O impasse havia sido evitado.

    [Ysaiah]:Ebon...ela soa como ele...como Saul.
    [Ebon]: Respire primo, hoje foi um dia estranho.

    Ebon se aproxima do grupo.

    [Ebon]:Não sei como fizeram isso, mas acho que evitaram um problema diplomático por alguns minutos. Peço que me encontrem em meu castelo, a casa do ébano fica na fronteira oeste de Zionis, quase no fim da cidade. Eu partirei assim que saírem - seu tom de voz é amigável.

    Diante do grupo surge Quasar, a verdadeira, surgindo do chão até sua estatura normal.

    [Quasar]:Perdi...algo?

    [Ebon]:Se virarem a esquerda no corredor ao invés da direita de onde vieram do elevador, vão encontrar transporte. Sejam rápidos, o rei não vai desistir de vocês tão fácil - Ebon permanece sem olha-los no rosto.


    Mecanica
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Sab Ago 26, 2017 8:57 am

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    (Off = Esta postagem será altamente interpretativa e, para adequá-la às regras, vou dispender PHs para que ela possa se desenrolar de forma mais imersiva. Se eu descrever alguma ação que ache necessário fazê-lo, consuma o PH.)

    "Micro-reatores em cada arma. Podem disparar por anos sem recarga. Pequenos cartuchos com material congelante retém o superaquecimento."
    "Id, copie a tecnologia e armazene na memória do Omnitools. Pode ser útil em algum projeto."
    "Feito!"



    Artemis escreveu:ACE! Sei que está ocupado! Mas preciso que traduza isso:

    Áudio1:
    [Voz 1]: O que é aquele Sem-Rosto? Ele está no caminho!
    [Voz 2]: Mas e se o Ébano o enviou? Ele é o emissário?
    [Voz 1]: Eu não sei, mas ele tem que sair da frente!

    Áudio2:
    [Voz 1]: Pelo Precursor, por que demoram tanto? Droga, eu já sinto a coceira.
    [Voz 2]: Tá sem Carvão? Bem que podiam dar mais um pedaço pra missão de hoje.
    Transcrevo a tradução em minha mente e envio como resposta simultaneamente.
    "Podem estar se referindo ao grupo um..."
    Atens escreveu:Arian
    O sussurro da Imperatriz chama minha atenção de imediato e é impossível deixar de notar as três assistentes virtuais olhando fixamente para ela, como se sua prima às tivesse chamado pelo nome.
    "O que...?
    ...
    Por que...?"

    Observo as três IAs olharem para mim confusas.
    "Id, Polígrafo digital."
    Observo a linguagem corporal da Dryad tentando identificar seus pensamentos.
    "(Entediada) É inútil... você conhece ela. Treinou a vida toda para enganar polígrafos."
    "Tem razão... preciso de tempo para conseguir tirar algo dela. Por sorte, eu tenho."
    Distorço minha paralaxe novamente (SPECIAL RELATIVITY) e perco alguns minutos analisando os detalhes, visando compreender o motivo daquele sussurro (Como é Effortless, vou considerar que em algum momento ele consegue sobrepujar a Will e ler os pensamentos superficiais dela. Se achar necessário, consuma 1PH para isso, mas estou considerando que ele permaneceu nesse estado ao longo das demais falas da Atens na cena antes da sua postagem).
    "As palavras de Perz... a fizeram lembrar de um dos seus últimos momentos com seu irmão... quando eu fui morta.
    ...
    Ela acha que é cedo demais pra voltar ao trabalho."

    "(Entristecida) Você estava certo... ela ainda não superou."
    "Ela está sem foco... não fará diferença o quanto eu force."
    "E se continuar forçando, pode acabar quebrando."
    "Sugestões?"
    "Pare de se meter onde não é chamado. Deixa ela em paz."
    "Conforte ela! Dê um abraço apertado e diga que tudo vai ficar bem!"
    "Ponha um fim nessa angustia. Ajude ela a virar essa página."
    Suspiro.
    "Já imaginava que não entrariam em acordo.
    ...
    Vou usar a opção lógica."

    "Que seria...?"
    "Ego."
    Faço uma pausa, olho para o meu bracelete e então suspiro novamente.
    "Você não foi convidada para a festa."
    Retiro o bracelete e jogo ele ao chão, para fora da minha paralaxe. Caminho até a Imperatriz, a observo em silencio por alguns instantes e então removo o bracelete dela, jogando-o também ao chão.
    "O que você está fazendo? O Magnum Opus só é capaz de manipular a relatividade restrita de si mesmo. Ela está em outro referencial no espaço-tempo."
    "Id, configuração de infiltração."
    (Off = Free Action - OMNITOOLS INFILTRATION SET (100EPs): Technology +20 +SECOND CHANCE, CD24, Se falhar, gasto 1PH para rerrolar. Como a rerrolagem mínima dessa forma é 10, considero sucesso) MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    9 , 20


    INFILTRATION SET

    Agarro a Dryad pelos ombros e a olho nos olhos.
    "Albert, já disse: é impossível."
    "Impossível é só um ponto de vista preguiçoso. Eu resolvi a equação."
    (Off = Gasto 1PH para adicionar momentaneamente o extra Affect Others no poder SPECIAL RELATIVITY e, dessa forma, transferir esse poder para a Atens durante a cena, até ser desativado por um dos dois)
    Solto a Imperatriz assim que vejo que ela passou para o meu referencial relativo e aguardo um instante para ela se adaptar.
    -Eu mudei o nosso referencial...
    "Acho melhor usar uma abordagem mais simples. Ela não é física."
    -Er... eu parei o tempo.
    "Não tão simples! Ela não é retardada!"
    -... tá, eu não parei o tempo.
    Suponhamos um carro pica contra um Celta 2012, ambos há 80km por hora...

    "(Irritada) Ah, ótimo! Agora vão começar as piadas!"
    Faço uma pausa e aponto para os arredores.
    -... todos eles estão no Celta, vendo o outro carro parado ao lado deles...
    Aponto para mim e ela.
    -... nós, por outro lado, acabamos de saltar na estrada.
    "Hum... razoável... ela deve ter entendido agora."
    -Você pode voltar para o carro quando quiser, majestade, mas antes eu preciso que me siga.
    Observo a reação da imperatriz e então sigo pelo corredor em silêncio.
    "Acha mesmo necessário se esconder? Nenhuma câmera comum seria capaz de nos gravar."
    "Quero garantir que o que eu tenho a dizer ficará apenas entre nós."
    Procuro um lugar longe e oculto de qualquer câmera ou espectador. Me asseguro de que o lugar é isolado, então me volto a Atens. Faço uma pausa e suspiro antes de falar em um tom sério.
    -Mais cedo, vossa alteza imperial questionou o fato de eu não ter dado notícias, reclamou de não ter me visto no funeral, e não gostou da minha resposta.
    Eu sabia que significava muito para a senhora, mas não o quanto ainda estava te afetando.
    Te trouxe aqui porque o que eu tenho para dizer, apenas você merece saber.

    Faço uma nova pausa e suspiro, então ativo o Digital Theater e exponho minhas últimas memórias da Arian como um filme em realidade aumentada.




    -Eu havia tomado café da manhã com ela antes da conferência onde ela se reuniria com os representantes revoltosos do seu povo que se posicionaram contra o nosso casamento. Eu não estava preocupado. Estava trabalhando em Londres Leste quando aconteceu. Não me atentei às primeiras notícias... até anunciarem que a estação onde estava sendo realizada a conferencia havia sido atingida.
    Roubei um Recon da frota para chegar lá a tempo e encontre a estação destroçada pelo primeiro impacto.



    -Parecia difícil que alguém tivesse sobrevivido, mas a estrutura havia sido estabilizada antes de colidir com a Terra 4 e flutuava há centenas de metros acima da cidade. Quando me aproximei, capitei um sinal fraco.
    Arian escreveu:Estação Hozus solicita resgate emergencial! Alguém na escuta?
    -O alívio ao ouvir a voz dela foi imediato, mas não consegui estabelecer contato. Ela continuou.
    Arian escreveu:Aqui quem fala é Arian da Terra 4, alguém na escuta?
    Estação Hozus solicita resgate emergencial! Temos cerca de dois mil sobreviventes protegidos na estação de carga, mas os reatores foram danificados! Desviei a energia reserva para estabilizar a estação, mas não restou energia para as demais funções da estação. Estamos presos aqui! Alguém na escuta?
    -Nunca imaginei que me arrependeria de ter ensinado isso a ela. Se ela tivesse ficado no compartimento de carga com os demais sobreviventes, a estação teria destruído a cidade abaixo dela, mas o compartimento de carga resistiria e os tripulantes ficariam a salvo.
    Albert Cannon escreveu:Arian?! Arian, sai daí!
    Arian escreveu:Ace?
    Albert Cannon escreveu:Vai para o terminal de carga! Eu abro manualmente pelo lado de fora!
    Arian escreveu:Não vai adiantar! Não há energia para os pods de escape.
    Albert Cannon escreveu:Terá se você reverter a energia reserva para lá.
    Arian escreveu:Não posso! A estação está instável! Preciso bombear o fluxo manualmente a cada dez minutos ou ela retorna a queda livre!
    Albert Cannon escreveu:Droga!
    Eu estou vendo luzes no setor seis. Um dos reatores ainda deve estar ativo! Vou tentar reconectá-lo.
    Arian escreveu:Tome cuidado, Ace!


    -Segui a tubulação tentando preparar um plano B... mas não existia. Arian jamais derrubaria aquela estação sobre os inocentes na cidade... mesmo que sua vida dependesse disso.
    Se eu estivesse no lugar dela... provavelmente eu faria o mesmo. Mas eu não estava.
    Passei minha vida tentando reduzir o cérebro humano a uma série de impulsos elétricos. E falhei. A emoção humana é repleta de conflitos ilógicos. Você ama alguém e ainda odeia as coisas que ela faz. Uma máquina não pode conciliar isso.
    É o motivo pelo qual as máquinas jamais substituirão a mente humana.
    Eu amava ela pelo mesmo motivo que odiei o que ela estava fazendo. Ela estava disposta a sacrificar a vida por aquelas pessoas. E eu não queria assistir isso.
    Finalmente cheguei ao reator.



    -Haviam destroços obstruindo fontes, turbinas e cabos. Um deles se desprendeu assim que me aproximei, abateu o Recon e travou o reator. Tudo desligou imediatamente e o som do ranger das peças indicava que aquilo tudo podia explodir a qualquer momento. Eu precisaria de cabos enormes, um guindaste ou um exoesqueleto militar poderoso para impedir... e tudo o que eu tinha eram as minhas mãos.
    Olho para as palmas das minhas mãos e as fecho à minha frente.
    -Me contorci para fora dos destroços do Recon, entrei no reator e me estiquei jogando toda a minha força sobre o entulho e consegui movê-lo o suficiente para religar os exaustores. Então voltei para o lado de fora e puxei a fuselagem para liberar o reator. A pressão acumulada era tanta que prensou meu braço imediatamente.
    A dor foi insuportável. Então o reator engoliu a carcaça junto com o meu braço.

    Olho para o meu punho direito enquanto o fecho.
    -Eu não tinha como improvisar um torniquete e estava perdendo muito sangue, mas consegui cambalear até os cabos e religá-los.
    Caí exausto próximo ao painel do Recon e tentei estabelecer contato.

    Arian escreveu:Ace! Você conseguiu!
    Albert Cannon escreveu:É... ahg... agora sai daí logo!
    Arian escreveu:Você está bem?
    Albert Cannon escreveu:...
    Vou ficar.
    ... hhh...
    Vai logo para o terminal de carga!
    -Então o painel do Recon emitiu um sinal de alerta. Aquelas... malditas bestas... investiram outro ataque na nossa direção.
    A estação mal tinha resistido ao primeiro ataque. O segundo trazia a certeza de que todos nós morreríamos ali. Eu havia perdido muito sangue e meu único meio de escapar havia sido reduzido a sucata.

    Arian escreveu:Ace... você está vendo?
    Albert Cannon escreveu:...
    ... hhh...
    Sim...
    Arian escreveu:...
    Consegue sair?
    Albert Cannon escreveu:...
    ... não...
    Arian escreveu:...
    Eu vou desviar toda a energia para os escudos do terminar de carga. Talvez eles sobrevivam.
    Albert Cannon escreveu:...
    ... hhh...
    Arian escreveu:...
    Ace?!
    ...
    Ace? Você ainda está aí?
    Albert Cannon escreveu:...
    ... Sim...
    Arian escreveu:...
    Eu amo você.
    Albert Cannon escreveu:...
    ... hhh...
    Me desculpe.
    Arian escreveu:Ace?!
    Ace, o que você fez? Estamos sem energia!


    -Quando as crianças imaginam monstros, estão tentando entender o mundo assustador que as rodeia. Por isso os monstros costumam representar nossos maiores medos. Derrota, perda, desconhecido. Os maiores vilões do nosso imaginário são reflexos dos nossos próprios temores. Eles nos forçam a examinar profundamente os medos que somos incapazes de enfrentar. Isso faz com que seja através de um vilão que possamos ver a verdadeira essência de um herói. Suas falhas, suas fraquezas, e que tipo de heróis eles são.
    Em um mundo em que o certo e o errado são absolutos, onde tons de cinza existem tanto na vida quanto na fantasia, o mal não é somente inevitável... ele é necessário.
    Há uma linha tênue entre um herói e um vilão. Às vezes esta linha é cruzada. E em essência, o herói se torna vilão. Você acha, que quando um herói se perde, a salvação é possível, Atens?

    Observo a imperatriz com uma expressão que mistura culpa e horror.
    -Você é como ela. Não teria pensado duas vezes em dar a vida por aquelas pessoas. Ela sabia que ia morrer. Estava disposta a isso. Duas mil vidas em troca de uma. Uma conta simples.
    Os escudos poderiam proteger aquelas pessoas. Se eu sobrevivesse, saberia que ela fez a coisa certa... e teria que aprender a conviver com a perda dela. Passaria o resto da minha vida desejando voltar a aquele momento e salvado ela daqueles monstros. Um herói precisa vencer todas as vezes. Um vilão só precisa vencer uma. Se eu fosse mais cruel... mais desumano... eu poderia ter mudados as coisas. E foi o que eu fiz.

    Meus lábios tremem.
    -Transferi o reator para controle manual... e desviei toda a energia para os escudos da central de comando... onde ela estava.
    Arian escreveu:Ace?!
    Ace!
    (Desesperada) ACE, NÃO!!!
    DROGA, ACE!
    NÃO FAZ ISSO!!!
    ALBERT!
    ACE!!!
    AAAACEEEEE!!! NÃO!!!
    POR FAVOR!!! NÃO FAZ ISSO!!!
    POR FAVOR...
    ...
    Não...
    ...
    (Chorosa) Ahn... Ace...
    Por que?
    Albert Cannon escreveu:... porque eu não posso te ver morrer.
    ...
    Eu amo você...
    Arian escreveu:...
    (Chorosa) Seu... egoísta...
    ...
    Eu odeio você...
    Eu te odeio!
    (Irada) EU ODEIO VOCÊ, ALBERT!
    -Esperei o impacto até o último momento. Então sobrecarreguei o reator para elevar os escudos ao máximo. Deveria durar cerca de dez minutos antes da sobrecarga explodir o reator, mas seria o suficiente resistir ao impacto.
    Assisti a destruição completa da estação e meu corpo foi varrido com ela. Estas foram as minhas últimas memórias em vida.
    Eu tinha um implante no meu córtice cerebral que armazenava e transmitia todas as minhas memórias. Os dados da minha consciência se copiaram através da rede até o meu laboratório. Lá eu poderia construir um corpo novo para mim, mas levaria muito tempo. Tempo que eu não podia desperdiçar se eu quisesse resgatar Arian antes de um possível terceiro ataque. Então eu transferi a minha consciência... meu... fantasma na máquina... para um protótipo em que eu estava trabalhando.
    Este protótipo, quando estivesse pronto, seria um ciborgue capaz de replicar o ápice das habilidades humanas e evoluir exponencialmente a medida que aprende. Deveria ser minha obra prima, meu... Magnum Opus... mas estava incompleto.
    Se eu tivesse te deixado me ver no funeral, você teria visto isto.



    -Com este novo corpo, eu vaguei entre os escombros da Hozus buscando sinais de vida... mas não encontrei nenhum.
    Cheguei a encontrar os destroços da central de comando... estava completamente destruída. Os escudos não foram suficientes. A destruição foi tanta que se quer havia material genético suficiente para identificar um possível corpo dela. Mesmo depois do funeral, eu vaguei por meses entre os destroços, sem sucesso.



    -Acabei ficando vinculado a este corpo. No começo era desastroso. A sincronização estava péssima e até ontem ainda haviam anomalias no sistema.
    Meus lábios se contorcem em uma expressão de nojo enquanto eu continuo a falar.
    -Aquelas... coisas... tiraram ela de nós. Destruíram meu corpo e mutilaram a minha alma. Elas tiraram tudo o que havia de bom em mim... tudo o que restou é a lembrança dela me mantendo de pé. Me motivando a seguir em frente. Me dando propósito.
    Agora eu estou aqui... fingindo que eu me importo enquanto tudo o que eu quero é descobrir quem está por trás daqueles... monstros.
    E quando eu descobrir os verdadeiros culpados... eu vou tirar tudo o que eles mais amam.
    Eu vou mutilar seus filhos... estripar seus netos... esquartejar todos que um dia se envolveram com eles... e espalhar suas carcaças por todo o universo. Eles... fizeram de mim um monstro... e eu só vou parar quando eu tiver certeza de que sou o último.

    Observo as três assistentes virtuais olhando para mim boquiabertas e claramente horrorizadas.
    "(Aterrorizada) O... que... foi... isso?
    Como isso deveria ajudar ela a virar a página?"

    "Mudando o foco. As pessoas tendem a esquecer o passado quando o futuro chama atenção."
    "(Amedrontada) Então... você... está vestindo a máscara de vilão... para que ela foque em te deter ou trazer de volta ao caminho certo?"
    "Ou talvez ela se junte a mim."

    (Off = Vou parar este diálogo aqui por precisar das reações da Atens, mas vou continuar a cena seguinte após os dois voltarem para a sala)



    Devolvo o bracelete para a Imperatriz e aponto o local onde ela estava quando a trouxe para a minha paralaxe.
    -Estava nesta posição quando saímos, majestade.
    Pego meu bracelete no chão e o encaixo de volta em meu pulso.
    "Bem, paramos enquanto a Atens brincava de marionete com eles, né?! Vamos ajudá-los a esquecer."
    Analiso e caminho até outro ponto cego dos presentes, uso o Digital Theater para recriar todas as armaduras completas de bronze que havia copiado inicialmente sobre todos do grupo, mantendo a ilusão de que Quasar está na posição em que eu estava me disfarçando dela, e então retorno ao fluxo original do tempo.
    Adurna Bris escreveu:Cadê o Ace? A gente não pode deixar ele aqui!
    Coloco a mão sobre o ombro da maga e respondo em um tom confuso.
    -Eu explodi! Você não prestou atenção?
    Guarda escreveu:S-Sim, só um encontro entre a casa do bronze e a casa do cobre. Só um encontro entre a casa do do bronze e a casa do bronze. Esqueçemos o que vimos. Esqueçemos o que vimos
    -Ta vendo?! Ele estava prestando atenção!
    Ysaiah escreveu:Ebon...ela soa como ele...como Saul.
    Ebon escreveu:Respire primo, hoje foi um dia estranho.
    ...
    Não sei como fizeram isso, mas acho que evitaram um problema diplomático por alguns minutos. Peço que me encontrem em meu castelo, a casa do ébano fica na fronteira oeste de Zionis, quase no fim da cidade. Eu partirei assim que saírem
    Mantenho a mesma postura que Atens.
    Quando a verdadeira Quasar reaparece, uso o Digital Theater para a sobrepor, fazendo com que a ilusão que estava criando dela caminhasse até sua nova posição.
    Quasar escreveu:Perdi...algo?
    -Nada demais. Mas, aproveitando que acordou...
    Olho a garota de cima a baixo.
    -... como você faz... sabe...
    Ergo o indicador na direção dela e o ziguezagueio na direção da sua silhueta.
    -... para... er... deixa para lá...
    "O que foi isso?!
    Ah, quer saber, deixa para lá... não quero essa resposta!"

    Ebon escreveu:Se virarem a esquerda no corredor ao invés da direita de onde vieram do elevador, vão encontrar transporte. Sejam rápidos, o rei não vai desistir de vocês tão fácil
    Acompanho a Imperatriz em silêncio, retomando minhas análises sobre as tecnologias a serem estudadas.

    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Sab Ago 26, 2017 10:18 pm

    Atens- O que... O que fez? - A Imperatriz permanecia confusa mesmo após acostumar-se com as mudanças. - O que ouve com eles? - Atens estava claramente preocupada enquanto observava os demais presentes na sala.

    @Ace escreveu:-Eu mudei o nosso referencial... Er... eu parei o tempo.
    Atens- Albert! Eu não sou estúpida!

    @Ace escreveu:-... tá, eu não parei o tempo. Suponhamos um carro pica contra um Celta 2012, ambos há 80km por hora...todos eles estão no Celta, vendo o outro carro parado ao lado deles... nós, por outro lado, acabamos de saltar na estrada. Você pode voltar para o carro quando quiser, majestade, mas antes eu preciso que me siga.
    Atens parecia entender o exemplo usado por Ace, mas seu olhar estava repleto de desconfiança e dúvidas.

    Atens- Porque fez isso? O que pretende? - Seu tom era sério, mas ao invés de responde-la Ace vira-se e segue pelo corredor. A Imperatriz nota que se quisesse suas respostas teria que acompanha-lo, mesmo contrariada ela o faz até que Cannon finalmente para e começa a falar com uma seriedade incomum a ele. Atens sente vontade de dizer que não tinham tempo para aquilo, mas o fato é que agora eles tinham.

    A Dryad não queria tocar nesse assunto porque a qualquer deslize Cannon poderia deduzir o que ela vinha escondendo nos últimos meses e embora desejasse poder confiar nele novamente seus últimos passos só a fizeram crer que não devia. Afinal, aquele segredo poderia arruinar as esperanças de seu povo e isso ela não poderia permitir.

    Atens escutava as palavras de Ace com atenção tentando manter uma postura firme, mas ao ouvir a voz de sua prima a Imperatriz desvia o olhar e suspira. A história segue, suas mãos começam a tremer e é como se seu coração começasse a parar, a dor torna-se quase insuportável e antes que a primeira lágrima caia a Dryad dá as costas a Ace passando a observar a paisagem enquanto a voz de seu pai parecia um grito em sua mente: Melior-“Se Queens não demonstram fraquezas por serem o pilar e a força de seu povo Jamais permitam vê-la chorar porque agora você é a Imperatriz!” - Quando escutou essas palavras ela havia acabado de descobrir sobre o assassinato de sua mãe.

    Atens- Pare, Albert, por favor. - Atens diz em um tom que misturava o autoritário e a suplica enquanto enxugava as lágrimas, mas Cannon ignorou e continuou sua história. Ela havia acabado de perceber que Ace realmente havia amado Arian tanto quanto ela própria amava.

    @Ace escreveu:- Você acha, que quando um herói se perde, a salvação é possível, Atens?
    Atens- Se não fosse possível não existiriam heróis! - A Dryad responde em um tom fatídico ainda evitando olhar para Cannon. Assim que escuta Ace comparando-as Atens fecha os olhos e balança a cabeça negativamente. Não, ela jamais seria como Arian; afinal ela duvidava que teria feito uma escolha diferente da de Ace. Arian era mais pra ela do que ele podia imaginar.

    Atens- Nenhuma conta é simples quando envolvem sentimentos, Albert. - Atens tentava disfarçar sua dificuldade para respirar, mas sua fala revelava mais que sua simples tristeza, haviam culpa e remorso. - “É por isso que somos ensinados a não cultivá-los. Pra sermos os heróis que a nação admira e precisa temos que ser capazes de fazer o que for preciso; Incluindo destruir nossos corações! O povo inveja nosso poder e muitas vezes o deseja, mas não sabem que nós invejamos sua Liberdade de modo incalculável. Uma Liberdade que desejei a Arian, que a fiz possuir e que a matou!” - Quando Ace revela como ele havia morrido ela finalmente volta a olhar para ele, claramente em choque. Naquela manhã quando eles haviam discutido e ele dissera que tinha morrido, ela não acreditou.

    @Ace escreveu:-(...)Se eu tivesse te deixado me ver no funeral, você teria visto isto.

    Atens observa a imagem que se forma a sua frente com atenção e receio enquanto escutava as palavras de Ace. Ele estava realmente dizendo que aquilo era o que havia se tornado? Ele realmente havia morrido? As palavras de Abert começam a tornarem-se agressivas, assustando-a. Ela estava ainda mais confusa, não sabia dizer se não conseguia ou não queria acreditar que o homem a sua frente era aquele robô. - "Porque ele está fazendo isso? Porque agora?"

    Atens- Ace, você não foi o único a amá-la ao ponto de ter sua alma destroçada por sua perda ou... - Atens faz uma pausa e muda a continuação. Havia muita angústia e pesar em sua voz e expressões. - Você queria que eu fosse até você, mas... - A Imperatriz desvia o olhar. - ... Eu não podia. - Seu tom deixa de demonstrar a angustia das primeiras falas e torna-se complacente, antes de continuar a Dryad volta a olhar para Ace. - Você não é um mostro, não é um vilão, você apenas a amou mais que a tudo. - A Imperatriz novamente desvia o olhar, mas dessa vez não volta a olha-lo, ela vira-se em outra direção vagando seu olhar em pontos aleatórios. - É de nossa natureza mortal sentir e agir segundo nossas emoções, do contrário seriamos máquinas como bem ressaltou. E é comportar-se como uma máquina o que as pessoas cobram de líderes! De seus Heróis! Eles não veem ao vazio a que os condenam fazendo tal exigência! Se ela estivesse viva agora, iria levar um tempo, mas ela acabaria o perdoando. Ela era incapaz de odiá-lo verdadeiramente. - A Imperatriz vira-se na direção de Ace mas evita olha-lo nos olhos. - Eu nunca deveria ter permitido aquela reunião; não deveria tê-la deixado resolver do jeito dela. Eu podia ter posto fim aquilo semanas antes!!! Arian era uma das raras verdades que eu tinha em minha vida e eu não podia negar a Liberdade que eu sempre quis para ela. Quando ela nasceu... era um período conturbado em nossa história e a mãe dela demorou muito para se recuperar, acabei cuidando dela e, sem saber, Arian devolveu-me a esperança. Eu conquistaria o mundo se ela desejasse, mas o que ela queria era mais simples e... eu não pude negar. Ela era o que de mais verdadeiro e puro eu tinha em minha vida e eu estou cercada de muitas mentiras! Assim como você eu desejei vingança, desejei causa-lhes uma dor maior que a minha, mas nada disso adiantaria... não pararia minha dor... não a traria de volta... não a levaria pra casa! - A Dryad finalmente o olha nos olhos. - Eu não estarei aqui para sempre, Ace!! - Aquela era primeira vez que Cannon via Atens falar como se fosse realmente um ser mortal e a única vez que a viu expor seus sentimentos. - Não poderei amenizar as consequências de seus atos em nome da memória dela para sempre!!! Mas, posso lhe garantir que sacrificar inocentes para punir os culpados não resolverá e certamente não é o que ela desejaria pra você ou pra mim. Se desejar trazer justiça e punir os culpados sem ferir os inocentes, poderá contar comigo enquanto eu respirar, assim como meu povo pode contar que dedicarei meus dias a levá-los pra casa! Caso contrário estará sozinho em sua jornada. Só espero não chegar a ver o dia em que não restará mais nada do homem que Arian amou, nem mesmo sua consciência. - Atens novamente desvia o olhar enquanto tentava se recompor para voltar ao salão; afinal ela realmente acreditava no que havia dito a Perz. O que estavam realizando era maior do que seus anseios pessoais, a esperança de seu povo e de outras nações estava nas realizações daquela expedição. Se nem isso fosse capaz de evitar que ela desistisse, nada seria.




    @MINDGAME escreveu:Devolvo o bracelete para a Imperatriz e aponto o local onde ela estava quando a trouxe para a minha paralaxe.
    Ace -Estava nesta posição quando saímos, majestade.
    Atens- Obrigada, Dr Cannon.

    A Imperatriz ainda parecia confusa com o que estava acontecendo, ela recoloca o bracelete e assume a mesma posição que estava quando saíram. Quando o tempo volta ao normal Atens escuta a exclamação de Adurna e a resposta de Ace, mas é a fala do guarda que prende sua atenção. Ela esperava que suas habilidades tivessem algum efeito sobre eles; entretanto não esperava que eles fossem tão frágeis a seus comandos quanto aparentavam ser. O pequeno trecho da conversa entre Ebon e o Ministro trazem desconfianças a mente da Dryad que os observa com uma postura firme e seria. Afinal: “Quem é Saul? O que ele quis dizer ao me comparar a ele... Será que Saul tem as mesmas habilidades que eu? Como?”

    Ebon se aproxima do grupo e diz em um tom amigável que eles deveriam partir e encontra-lo em se castelo. Quasar surge repentinamente e a Imperatriz apenas a olha com um ar questionador. “Por onde foi que ela andou esse tempo todo?” e a responde:

    Atens- Estamos de partida, conversamos depois.

    @isaac-sky escreveu:[Ebon]:Se virarem a esquerda no corredor ao invés da direita de onde vieram do elevador, vão encontrar transporte. Sejam rápidos, o rei não vai desistir de vocês tão fácil - Ebon permanece sem olha-los no rosto.
    Atens- Obrigada! Até breve. - Em seguida a Imperatriz vira-se para o grupo e principalmente para seus guardiões. - Vocês o ouviram, é hora de irmos. - Já dirigindo-se ao corredor a Dryad continua. - Seguiremos suas instruções, viraremos a esquerda e seguiremos em seu transporte até encontrar seu castelo. - Ela olha rapidamente para Ace ao falar e em seguida volta sua atenção ao caminho. - Espero que descubra como pilotar o que seja esse transporte, Dr. Cannon.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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      Data/hora atual: Qua Nov 22, 2017 9:17 am