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    Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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    Claude Speedy
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Ago 27, 2017 1:59 am

    Pessoas inocentes, cercadas tentando sobreviver... Kropotikin já dizia que um camponês nunca começou uma guerra!

    Um estrondo desperta minha atenção quando partes do braço da armadura são arrancadas...

    Beast Girl esta sendo mais bem sucedida que Adrastea, mas eles precisam saber que eu estou aqui.
    Adrastrea acerta um soco num dos braços robóticos da exosuit do oponente, arrancando parte do equipamento. O mascarado revida com um soco potente no queixo do super herói, que cai para trás.
    [Homem Enfaixado]:Pelo amor de Deus, esses homem mascarado tão por toda parte! - Ao me revelar quase levo um tiro... Curioso, a máscara deles... Quem são esses sujeitos?

    [Mulher de Vestido]: Não seja idiota Jesse, esse não é que nem os outros. Eles tem armadura - E fico muito triste por não ter uma, o colete que estou vestindo é o mesmo que roubei da Guarda Municipal de São Paulo há quase uma década - Katherin, a escopeta, você sabe onde esse velho deixa ela?

    [Jesse]: M-Mas não podemos Candy... - Os nomes são Candy, Katherin e Jesse.

    [Candy]: Meu Deus. Bonitão, a gente tem que sair daqui e pegar alguma arma. Eles vão dizimar a vila! - Ela quer uma arma, confia nelas.

    São Paulo, Dezembro de 2016

    Elena:  -Beber e fumar. É isso que eles vendem para soldados, não? É o que vou usar neles...[/color]

    Anônimo: -Quer tomar um tiro? Vamos sair daqui! Agora! Temos de ficar em vantagem... Não é hora de bancar a heroína.

    Elena:-Você não é meu pai!

    Agora... Ao redor a violência volta.

    Sangue... No velho Jesse diante de mim, sangue saindo da jugular do outro soldado mascarado...

    Anônimo: -Protejam-se, Candy...


    -...Eu sou a arma.

    (MOVE-BY ACTION)
    Com isso avanço com tudo pelas costas do sujeito com o bastão, atacando com a mão aberta atrás do pescoço dele enquanto seguro a mão para o bastão não o ajudar. Me coloco na frente dele, tentando gerar um desequilíbrio quando eu bato com meu pé em uma das pernas dele...

    Spoiler:
    Harai Goshi: a técnica na imagem é mais branda, mas o Anônimo tenta jogar o mascarado de cara no chão quando o faz tropeçar, impedindo o giro do corpo e mantendo um estrangulamento apertando a parte de trás da roupa caso o adversário caia ou não.
     

    Mecânica:
    Teste de ataque (secound Chance, unarmed strike)
    Fast Grab: não fica indefeso enquanto agarra e substituí dano e testes por agilidade ao invés de força.
    Close Combat:  Unarmed Strike: 8+10 (FGT) = 18.
    Lembrando que estou tentando fazer o ataque pelas costas, o que pode gerar surpresa e também faço isso para ajudar Beast Girl, caso seja considerada uma assistência tenho a vantagem "Teamwork" que concede +5 tanto para mim quanto para o próximo teste dela contra ele...)
    Claude Speedy efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    Vantagem Improved Trip, escolho entre Atletics e Acrobatics dele para se defender da projeção. Escolho que ele teste Acrobatics contra o meu... Acrobatics 14
    Claude Speedy efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    9

    Elias Duque: -Você é louco, Anônimo!!!
    Anônimo: -Ah, vai dizer que não se cansou de se esconder! Agora me deixa... Vamos fazer isso em memória da Elena![/color]
    MINDGAME
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Dom Ago 27, 2017 7:55 am

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    (Off = Apenas um adendo: todo o diálogo coma Atens é feito na sua língua natal)

    Atens escreveu:Pare, Albert, por favor.
    Faço uma pausa, olhando nos olhos da Imperatriz.
    "Nossas últimas memórias são o café da manhã. Você apagou este evento ou não queria que o compilássemos às nossas memórias?"
    "Estas memórias são minhas."
    Dou um passo para mais perto da Dryad com um olhar compassivo perante sua súplica, mas a ignoro, pois sinto a necessidade de continuar com a narrativa.



    Atens escreveu:Se não fosse possível não existiriam heróis!
    Busco o olhar dela, ainda que ela o evite.
    Atens escreveu:Nenhuma conta é simples quando envolvem sentimentos, Albert.
    Faço mais uma pausa, fitando os olhos da Imperatriz em uma expressão clara de que não esperava aquela resposta. Então continuo.



    Atens escreveu:Ace, você não foi o único a amá-la ao ponto de ter sua alma destroçada por sua perda ou...
    Você queria que eu fosse até você, mas... Eu não podia.
    Você não é um mostro, não é um vilão, você apenas a amou mais que a tudo.
    Balanço a cabeça negativamente com um sorriso irônico, expressando certo desapontamento.
    Atens escreveu:É de nossa natureza mortal sentir e agir segundo nossas emoções, do contrário seriamos máquinas como bem ressaltou. E é comportar-se como uma máquina o que as pessoas cobram de líderes! De seus Heróis! Eles não veem ao vazio a que os condenam fazendo tal exigência!
    "Então elas cobram que seus heróis sejam o monstro que eu me tornei."
    Atens escreveu:Se ela estivesse viva agora, iria levar um tempo, mas ela acabaria o perdoando. Ela era incapaz de odiá-lo verdadeiramente.
    Eu nunca deveria ter permitido aquela reunião; não deveria tê-la deixado resolver do jeito dela. Eu podia ter posto fim aquilo semanas antes!!! Arian era uma das raras verdades que eu tinha em minha vida e eu não podia negar a Liberdade que eu sempre quis para ela. Quando ela nasceu... era um período conturbado em nossa história e a mãe dela demorou muito para se recuperar, acabei cuidando dela e, sem saber, Arian devolveu-me a esperança. Eu conquistaria o mundo se ela desejasse, mas o que ela queria era mais simples e... eu não pude negar. Ela era o que de mais verdadeiro e puro eu tinha em minha vida e eu estou cercada de muitas mentiras! Assim como você eu desejei vingança, desejei causa-lhes uma dor maior que a minha, mas nada disso adiantaria... não pararia minha dor... não a traria de volta... não a levaria pra casa!
    Pela primeira vez, olho para Atens como seu igual e me aproximo dela com uma expressão séria, tentando reconquistar seu olhar perdido.
    Atens escreveu:Eu não estarei aqui para sempre, Ace!!
    Não poderei amenizar as consequências de seus atos em nome da memória dela para sempre!!! Mas, posso lhe garantir que sacrificar inocentes para punir os culpados não resolverá e certamente não é o que ela desejaria pra você ou pra mim. Se desejar trazer justiça e punir os culpados sem ferir os inocentes, poderá contar comigo enquanto eu respirar, assim como meu povo pode contar que dedicarei meus dias a levá-los pra casa! Caso contrário estará sozinho em sua jornada. Só espero não chegar a ver o dia em que não restará mais nada do homem que Arian amou, nem mesmo sua consciência.
    -Tem razão... majestade. Eu estava errado.
    Você não é como ela. E é por isso que você é a imperatriz.
    Eu soube... no momento em que ela disse que me odiava, que ela jamais voltaria atrás. Passei os meses seguintes imaginando todas as possibilidades e nenhuma delas mudaria isso.


    (Imagem no digital Theater)

    -Se a minha escolha tivesse sido capaz de salvá-la naquele dia, toda vez que ela olhasse para mim, veria os inocentes que eu deixei morrerem.
    Quando eu fiz aquela escolha, eu a traí de uma forma imperdoável. Parti seu coração e segui por um caminho que ela jamais poderia acompanhar. E acho que você sabe disso.
    Eu não tenho dúvidas de que ela me amou um dia, mas o homem que ela amou, morreu naquele reator... antes mesmo do ataque que ceifou minha vida.

    Ergo a cabeça, olhando a Dryad de cima, me aproximo ainda mais dela e tento tocar sua face de forma compassiva (se ela se afastar, mantenho a mão no ar com uma pausa antes de continuar).
    -Não. É tarde demais para mim. E se você é capaz de me perdoar... se é capaz de olhar nos meus olhos e dizer que eu não sou um monstro... então você não é como ela. É como eu.
    Remoí por seis meses a culpa pela minha escolha, e você ainda se culpa por não tê-la impedido, mas nenhum de nós precisaria se culpar por essas escolhas se aquelas... coisas... não tivessem rasgado os nossos mundos ao meio. Elas são as verdadeiras culpadas.
    Nós dois mentimos para nós mesmos e ainda estamos rodeados por mentiras. Você merecia a verdade e só através dela eu poderia saber que tipo de aliança poderíamos ter. Por isso estou lhe revelando essas coisas.
    Sei que você poderia fazer eu me curvar, me entregar ao conselho e assegurar que eu jamais me aproxime dos meus objetivos... é um risco que eu podia correr. Ou poderia assumir que faria o mesmo em meu lugar... que você é a líder máxima do seu povo porque é capaz de ser tão monstruosa quanto eu, e, neste caso, você jamais precisará temer a morte novamente.

    (Se ela se afastou na primeira vez, repito o gesto de tocar seu rosto, do contrário, o ergo fitando seus olhos)
    -Neste meio tempo, eu cheguei mais longe do que qualquer homem poderia chegar, derrotei o tempo e a própria morte. Meu arsenal cresce enquanto conversamos. Se eu tivesse o poder que tenho agora quando a perdemos, Arian estaria viva.
    Eu devo à memória dela minha lealdade ao seu povo e estou tão determinado a devolvê-la ao seu planeta quanto você, mas se eu tiver que refazer aquela escolha... eu não vou tratar inocentes como mais do que obstáculos.
    Você está deixando o passado te torturar. Eu o assumi. Aprendi com ele. Posso ajudá-la a fazer o mesmo. E se for esse o seu desejo, posso fazer seu império durar para sempre.

    Observo as reações de Atens com atenção, ignorando o fato de que as IAs permanecem confusas e horrorizadas ao longo da cena. Busco em seus olhos a resposta se ela relutar.
    (Off = Insight +15 +SECOND CHANCE vs Deception da Atens, caso ela relute) MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    11 , 13




    Atens escreveu:Espero que descubra como pilotar o que seja esse transporte, Dr. Cannon.
    -Se forem cavalos voadores eu deixo você pilotar.
    Zer0
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Zer0 em Dom Ago 27, 2017 12:27 pm

    Steel escuta Amber com atenção, tentando compreender como aquela jovem extremamente emocional tinha arranjado um lugar dentro da missão. Na terra 3 essas pessoas seriam designadas para missões mais simples, para ganhar experiência antes de entrar na linha de frente, porém ele não estava mais na terra 3. Essas pessoas deveriam ter talentos que ele jamais sonhara.
    - Ele era o meu herói...

    W. decidiu ficar calado, não havia nada que um recém conhecido pudesse dizer que amenizasse a dor da perda. A guerra, ela é igual em todos os lugares do mundo. Faz as pessoas enxergarem os soldados como heróis, quando na verdade eles são jovens assustados, se encolhendo em um canto sombrio de suas mentes tentando sobreviver mais um dia. Não há nada de heroico em uma guerra, era bom que essas aliens aprendessem isso antes de acharem que isso é algum tipo de jogo.
    - Caaara vou te dizer uma coisa, você pode ser velho de corpo mas o importante é ser jovem no espírito!

    Steel sorriu, em concordância com a garota, porém interiormente sabia que seu espírito estava tão velho quanto seu corpo. Provavelmente seu espírito havia se perdido em algum lugar do Paquistão. Mysha... Será que ela lembrava dele como ele lembrava dela? Pensou em responder algo para Amber, porém não havia motivo para arrastar todos para a tristeza. Deixe os jovens serem felizes.
    - Não se engane com minha aparência, talvez eu seja o mais velho entre vocês, apesar de não aparentar. Quanto a missão, não ocupe sua mente antes da hora, não fomos escolhidos à toa, tenho certeza que todos teremos papéis importantes a desempenhar.

    O soldado de elite, levanta as sobrancelhas, surpreso. Esse árabe era bem conservado, hein? Ele poderia fazer propaganda dos produtos de rejuvenescimento lá da Terra 3. Bem, Steel não conseguiria deixar de tratá-lo como outro jovem inexperiente tão cedo, era um costume difícil de abandonar.
    Esse (como era o nome? Djinn? Me sinto aqueles drogados hippies do subúrbio. Vendo Djinns e essas coisas assim.) Parecia otimista, assim como Amber. Miller não ligava para isso, contanto que não tentassem o fazer se sentir em uma festa, gente feliz tem o costume insuportável de tentar deixar os outros felizes.
    W. não queria mais falar, muita gente interessante havia aparecido eles certamente tinham algo para dizer, decidiu ficar ali ouvindo sem se intrometer. Algum tempo se passou até que Ártemis convocou-os a pegar seus equipamentos e ir ao convés.

    [...]

    Steel caminhou pelo Hangar com sua pesada armadura, sentia-se em casa naquele amontoado de aço de 2,10 m. Todos os botões e estatísticas nos visores eram tão familiares quanto seus braços e pernas. Se aproximou do restante do grupo, eles eram ainda menores e mais jovens pelas lentes da BS-32. Diz com a voz distorcida pelo microfone interno:

    -Geralmente quando um superior diz "Peguem o seu equipamento" o pessoal apaerce com mochilas abarrotadas e armas até os dentes, mas eu assumo que vocês não precisam de objetos para serem perigosos. Estou certo?

    Foi então que seus olhos encontraram aquela figura animalesca que caminhava junto a Ártemis. Aquilo era... grotesco. Ao mesmo tempo sentia vontade de desviar o olhar e ficar encarando freneticamente. As coisas já estavam estranhas antes, mas agora haviam passado dos limites.

    Ouviu as ordens da Samurai Rubra com atenção. O que uma nave da terra 4 estaria fazendo nesse planeta distante? Parecia uma missão com objetivos simples, isso não significava que seria simples. A nave com piloto automático também parecia confiável, tudo parecia estar indo bem até que ela tocou no assunto da escolha do líder. Miller revirou os olhos,  parecia uma ideia idiota e ele fez questão de expor seu ponto de vista

    -Com todo o respeito, Senhora, mas isso não me parece uma decisão adequada. Um líder deve ser uma figura de destaque e ímpar em um esquadrão. Quem for liderar ESSE esquadrão precisa estar à frente de Super soldados, Djinns, er... Garotas que eu ainda não conheço o potencial, e também... ele. Steel não sabia o que dizer do dr. Quimera, então apenas apontou para o mutante. - Ninguém aqui parece se sobressair dentro do time. Se precisamos realmente escolher um líder, mais interessante seria que ele fosse escolhido após a missão, depois de provar aos demais que merece a posição.

    W. já estava cansado de ver líderes bons de papo mas péssimos quando necessário. Líderes de verdade não surgem de votações, surgem de dentro do caos, quando tudo parece perdido.
    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Dom Ago 27, 2017 1:50 pm

    Antes:


    Atens evitava olhar para Albert, mesmo diante a surpresa do gesto dele. A Imperatriz ainda estava assustada com a crueldade que estava contida nas palavras de Ace ao revelar seus planos e afasta-se enquanto o escuta. Aquelas palavras a fazem pensar em suas escolhas desde o dia em que tornou-se a Imperatriz.

    Atens- Eu não temo a morte, Ace. Eu... - “convivo com ela, mas não a desejo também.” Existia um ar conformista na voz de Atens. Dessa vez, quando Cannon toca em seu rosto a Dryad não se afasta; entretanto, ela permanece desviando seu olhar. - É isso que esperam de mim e tem razão ao dizer que sou capaz. Somos iguais em nosso sentimento por Arian e sim eu provavelmente faria o mesmo em seu lugar, pois foi o que fiz quando tive a chance. - A Imperatriz estava sendo sincera em suas palavras. “Felizmente Arian era pequena demais para lembrar.” - Sim... Eu desejo vê-los pagar por tirá-la de mim e por isso não posso entrega-lo. Ela era minha única virtude! - Em suas primeiras frases a raiva e amargura estavam profundamente enraizadas em suas palavras; mas, em sua última fala, seu tom tornou-se brando. - Não é o passado que me tortura; é o futuro sem Ela. Eu decidi honrar sua memória de outra forma, Albert. - A Dryad finalmente o olha nos olhos. Um olhar que revelava toda a contrariedade de seus sentimentos. - Me transformando na pessoa que Arian esperava que eu fosse, na pessoa que merecesse o amor que ele destinou a mim! Por isso não posso aceitar que trate inocentes como simples obstáculos. Portanto, não posso estar ao seu lado nessa jornada de vingança, mas se decidir buscar por justiça eu estarei. Ace, de que adiantaria meu império durar pra sempre se tudo não passa de mentiras???!! Sem ela, é só isso o que me resta! Eu continuo a lutar por meu povo e farei o que for preciso por ele porque é o certo! É o que ela gostaria! É o que acredito! Mas, não serei como Eles querem, não me transformarei em uma criatura sem um coração! Não me importo mais se isso não é o que esperam de mim como líder porque eu não estou aqui apenas pelo meu amor por meu povo ou por Athantis, também faço isso por meu amor por Arian e por mim. Pelo que acredito! Pelo que ela acreditava! E não acredito que condenar inocentes para atingir os culpados ou me tornar um monstro vá me trazer algum conforto ou algo de bom para meu povo!

    Atens era firme e verdadeira em suas palavras, embora ela estivesse tentando esconder alguma preocupação. “Entretanto, quando conseguir levá-los pra casa não terei mais um propósito e não terá restado nada pra mim. Será meu fim! Curioso pensar que o que me manteve viva é o que me matará! Mas, é como os anciões dizem: Não há sentido em continuar a existir sem um propósito. Com o passar dos anos veríamos que mais derrotas se acumulariam do que vitórias, a menos que conseguíssemos encontrar novos propósitos. O problema é que eu não vejo sentido algum se ao olhar em volta continuo vendo apenas... mentiras.”



    @Ace escreveu: -Se forem cavalos voadores eu deixo você pilotar.
    A Imperatriz ri brevemente enquanto balança a cabeça negativamente sem olhar para Cannon.
    Atens- Pelo bem de todos, espero que não sejam cavalos voadores!

    Luxi
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Luxi em Dom Ago 27, 2017 2:26 pm

    Morrigan analisava seus colegas: um deles era aparentemente o mais velho e experiente, a outra era uma garota espalhafatosa e excessivamente barulhenta. Não gostava muito daquele sentimento que Amber assumia de 'família' e intimidade. Afinal, não tinha pedido para cair naquele grupo nem tinha entendido que era obrigatório fazer amizade com aquelas pessoas. Estavam ali por um final mais objetivo, não era? Observou o copo de bebida dela com um ar de julgamento. Se já estava assim no primeiro dia em que se encontraram, como se comportaria quando convivesse por um pouco mais de tempo? A matraca tinha revelado seu nome e também que havia um militar e um agente entre eles, tratando-os como velhos amigos. Esperava sinceramente que não fosse alvo da alegria dela.

    Mesmo não gostando de sua empolgação, o djinn parecia mais "normal", o que era algo estranho de se assumir, mas revelava a natureza bizarra daquela missão.  Ela o cumprimentou com o rosto e ficou feliz com a apresentação automática que seu colega fez por ela, esperando que valesse para a curiosidade de todo o restante do grupo

    Respirou fundo. A maioria deles estava alegre como se estivesse em uma excursão. Isso era normal? Talvez Rhys fosse se divertir naquele grupo, era o que pensava, mas a forma como ele falava demonstrava seu descontentamento com os demais. Isso foi o bastante para que sua mente justificasse para si mesma que estava tudo bem se não gostasse daquelas pessoas, com a exceção talvez de Cheyenne, que era objetiva, e o militar experiente, que parecia mais sério por enquanto.

    Estava prestes a desistir e pegar um copo para si, quando a IA apareceu com alguma notícia. Levantou-se e seguiu com o grupo para o hangar, espiando Rhys por um segundo, querendo trocar suas impressões sobre aquela equipe laranja com apenas um olhar.

    O soldado levantava uma questão importante: o que aquelas pessoas sabiam fazer? Estava curiosa para descobrir. Sem equipamentos espalhafatosos e de aparência absolutamente convencional, não se considerava perigosa, de forma alguma, mas tinha aquela característica especial que a tornava... interessante na visão do vigilante, pelo menos.

    Quando encontraram a quimera, não conseguiu esconder a surpresa. Aquilo fazia parte do grupo também? Então estavam bem servidos de esquisitices. Finalmente a missão começaria e precisavam eleger um líder para investigar as montanhas. Olhou para os membros que ali estavam. Como teriam algum critério para escolher? Seu olhar pousou no soldado da armadura pesada, que agora discursava sobre como era um tanto absurdo escolher entre pessoas que mal conheciam. Foi o bastante para carimbar sua simpatia. Finalmente alguém ponderado e sensato. Era o mais experiente e bem equipado. Parecia bom o suficiente.

    - De qualquer forma, se isso for mesmo necessário, ele acaba de ganhar o meu voto.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Exalted em Dom Ago 27, 2017 6:27 pm

    Temos gente bem variada por aqui, me pergunto no que estavam pensando ao juntar um grupo tão heterogêneo pra trabalhar como equipe, os policiais da Terra 5 eram uma incógnita, o homem parecia bem irritado.

    Mais alguém cita Antares, eu gostaria que não levassem isso na brincadeira, faz parecer gente sem nenhum preparo, ou só exibida demais, não tivemos um bom começo, o velho está certo, tem gente muito nova por aqui, soldados recém saídos do treinamento costumam fazer burradas por se achar invencíveis, essa Cheyenne parece ser desse tipo, mas não vou me intrometer, só espero que ela tenha tempo pra mudar a atitude… antes que seja tarde.

    Cheyenne escreveu:Você vem com um tapete que nem o cara azul do desenho da Terra 1?

    Arqueio a sobrancelha, isso foi inesperado! Mas eu já vi esse desenho umas mil vezes, então só ignoro o tom de deboche da mulher.

    - Na verdade o tapete é amigo do gênio no desenho, eu não “venho com um” mas se você quiser, eu posso providenciar um!




    Ei, parece que ainda teremos mais surpresas, penso ao ver o leão escorpião que também parece ser parte da equipe, agora não tem como dizer que falta alguma coisa aqui, já temos de tudo… Permaneço em silêncio pelos corredores, e enquanto a capitã passa os dados da missão, estranhando um pouco ela questionar sobre um líder para a equipe, ora, eles deviam ter separado as equipe já com uma hierarquia, no que foi que o Hórus me meteu.... Essa aliança não parece ser muito “profissional” nas suas tomadas de decisão.

    Vejo então o soldado tomar a frente, ele não parece tão inseguro agora, a garota da Terra 5 o aponta como sua escolha pra líder, haha, o primeiro a falar será o primeiro a ganhar responsabilidades.

    - Concordo com o Sr. Steel, não podemos escolher um líder sem nos conhecermos, mas se precisamos mesmo de alguém na frente pra essa missão, o militar mais experiente também tem meu voto. Quando terminarmos podemos refazer essa votação de acordo com o resultado.

    Me preparo para a viagem, mas diferente dos outros, não preciso pegar nada pra levar, vou até a nave e me sento próximo a uma janela.
    MINDGAME
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Dom Ago 27, 2017 10:29 pm

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Atens escreveu:Eu não temo a morte, Ace. Eu...
    "Apenas não quer morrer?!"
    Atens escreveu:É isso que esperam de mim e tem razão ao dizer que sou capaz. Somos iguais em nosso sentimento por Arian e sim eu provavelmente faria o mesmo em seu lugar, pois foi o que fiz quando tive a chance.
    "Quando teve a chance?! Hum..."
    Atens escreveu:Sim... Eu desejo vê-los pagar por tirá-la de mim e por isso não posso entrega-lo. Ela era minha única virtude!
    "Só por isso?!"
    Atens escreveu:Não é o passado que me tortura; é o futuro sem Ela. Eu decidi honrar sua memória de outra forma, Albert.
    Me transformando na pessoa que Arian esperava que eu fosse, na pessoa que merecesse o amor que ele destinou a mim! Por isso não posso aceitar que trate inocentes como simples obstáculos. Portanto, não posso estar ao seu lado nessa jornada de vingança, mas se decidir buscar por justiça eu estarei. Ace, de que adiantaria meu império durar pra sempre se tudo não passa de mentiras???!! Sem ela, é só isso o que me resta! Eu continuo a lutar por meu povo e farei o que for preciso por ele porque é o certo! É o que ela gostaria! É o que acredito! Mas, não serei como Eles querem, não me transformarei em uma criatura sem um coração! Não me importo mais se isso não é o que esperam de mim como líder porque eu não estou aqui apenas pelo meu amor por meu povo ou por Athantis, também faço isso por meu amor por Arian e por mim. Pelo que acredito! Pelo que ela acreditava! E não acredito que condenar inocentes para atingir os culpados ou me tornar um monstro vá me trazer algum conforto ou algo de bom para meu povo!
    "(Incomodada) Como ela pode estar sendo tão complacente depois de tudo o que você disse? Não estou mais reconhecendo ela..."
    "(Enojada) Eu nunca vou te perdoar pelo que você fez, Cannon. E tenho pena dela estar caindo nessa."
    "(Confusa) Não sei... acho que foi romântico..."
    -Ela esperava que você reinasse com sabedoria. E fizesse as escolhas difíceis em prol do seu povo.
    Não foi uma mentira que me fez condenar aqueles inocentes, foi a verdade! A verdade de que eu não poderia conviver comigo mesmo se eu não o fizesse. Infelizmente, ela não poderia conviver comigo depois do que eu fiz. Ela era a melhor de nós... e eu não posso honrar a memória dela com uma mentira.
    Não posso ser o que ela esperava que eu fosse porque, como eu disse, eu teria feito essa escolha novamente. E agora eu sei que você também a faria.
    Você diz não querer reinar sobre mentiras, mas continua mentindo para si mesma, Atens. Olhe nos meus olhos e diga que se Athantis estiver sofrendo, você se negará a tratar inocentes como obstáculos para salvá-la.

    Independente da resposta, continuo.
    -Como você pode dizer que não aceita em mim aquilo que faz parte de você? Diz que não pode aceitar a minha monstruosidade, mas ela seria a única forma de manter suas mãos limpas.
    Você e o seu povo são tudo o que me resta dela. E por isso, quando chegar a hora, você não vai precisar ordenar ou mesmo pedir para que eu suje as minhas mãos por você.
    Se é o que quer, majestade, pode continuar fingindo que é o que ela queria que você fosse enquanto eu faço o trabalho sujo. Mantenha sua imagem imaculada, mas não me peça para fazer o mesmo.

    Faço uma pausa, observando a reação da Imperatriz.
    "(Enojada) Você tem muita sorte de eu ter morrido naquele dia, Cannon."
    -Eu não estou te pedindo para ficar ao meu lado. Só estou te oferecendo a oportunidade de ser quem você é, sem precisar mentir.
    Eu sei quem você é. Sei o que você é. E acredito que você seja a melhor chance de Athantis.
    Se você ama seu povo tanto quanto eu amei a Arian, deveria temer a morte.

    Faço mais uma pausa, observando a reação da Dryad.


    -Diga-me, majestade: como você sugere que seja nossa aliança de agora em diante?
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Seg Ago 28, 2017 2:41 pm

    Spoiler:
    Post Corrigido, tava cheio de erros. Apaga o outro Isaack.

    Orochi finda com os demais inimigos e por um momento parece observar toda a vila e o caminho que percorreu até o centro dela. A diferença tecnológica estava no visivel e como sempre os mais poderosos tentam subjugar os mais fracos.

    "Desde o inicio dos tempos as coisas são assim, uma civilização surge, cresce massacrando outras e depois sucumbe massacrada por outra ainda mais poderosa...As diferenças culturais são levadas em conta para todo esse distanciamento e guerras. Os deuses apenas observam e observam e nada fazem, deixam eles por sua própria sorte e por seu livre arbítrio...

    Eu não posso aceitar esse tipo de coisa, serei um deus diferente, buscarei o entendimento mútuo de quem QUER se entender, mas serei impiedoso e implacável com aqueles que desejam se manter agindo de modo brutal como esses mascarados. No entanto, os peões pagam pelas ordens de seus senhores, são os senhores que devem ser punidos, mas infelizmente antes temos que passar por todos os peões que eles tiverem e muitas mortes  serão contabilizadas, sempre serão.

    Agora estou aqui, o Deus da Vida propagando a morte, agindo como me irmão Auran...Não há dúvidas que meus sentimentos são mais nobres, mas as ações são as mesmas. Eles me forçaram a isso...

    Chega de mortes...devo mudar minha abordagem, força-los a parar e me obedecerem. Seguirei por toda a vila comandando todos até que isso tudo acabe!"


    Orochi ouve as indagações do homem perguntando quem é ele, um leve sorriso acolhedor se mostra em sua face.

    -Quem sou eu?



    O deus desce lentamente com o homem em seus ombros, e assim que chega ao solo ele se fixa e desce o cowboy, então ele se afasta do homem ergue-se mais uma vez olhando-o, logo em seguida, ergue um pouco sua perna esquerda inclinando-a levemente e cruza sua perna direita sobre ele, fecha os olhos, sua mão direita aponta para cima e sua mão esquerda aponta para baixo, quando ele abre seus olhos a cor muda, torna-se vermelha e sua pupila fica idêntica a pupila de um felino.

    Então, um grande brilho se vê. Seu corpo começa, suas tatuagens de pretas começam a brilhar indo do branco ao preto passando por escalas de cinzas rapidamente e seu cabelo prateado torna-se preto voltando a ser prata também muito rapidamente e constantemente. Nas costas de Orochi quatro pares de asas surgem e começam a girar formando uma espécie de aura icônica que posteriormente surge abaixo de seus pés.

    A transformação estava completa, o brilho parecia desaparecer e se tornar normal, mas o corpo do deus tinha agora um aparência muito mais imponente.



    -Sou Yamato no Orochi, Deus da Vida e da Dor, venho trazer a paz para seu mundo assim como todos os outros que vieram comigo!

    Ele aponta para antípoda e continua:

    -Ela se chama Antípoda, em seu mundo ela também pode ser considerada uma Deusa por sua habilidades, no entanto, somos popularmente conhecidos como HERÓIS! Não iremos mais permitir derramamento de sangue, a não ser que queiram...

    O deus olha a porta da igreja e levitando dirige-se até ela, empurra-a abrindo-a assim que adentra sua luz divina erradia iluminando a igreja consideravelmente chamando atenção de todos. Ao ver a situação abre seus braços, observa os mascarados que lá estiverem e  os ordena:

    -Mascarados! Eu Yamanto no Orochi ORDENO QUE BAIXEM SUAS ARMAS! Dizia ele enquanto fazia o gesto com suas mãos para que baixassem. Aos demais, viemos salvá-los, tenham calma e não tomem atitudes agressivas ou precipitadas, eu cuidarei de tudo que for necessário.

    O deus por fim aguardava que os mascarados que estavam dentro da igreja sucumbissem ao seu poder e o obedecessem.

    Mecânica:


    Orochi ativa seu poder Onipotência, de modo a afetar apenas os mascarados.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Flamesh em Ter Ago 29, 2017 12:18 am



    Rhys escreveu:- Quantum, Terra 5. Essa é a Respawn, também Terra 5...esse é o grupo? Entendi - ele soa frio. Morrigan sabe que essa era uma forma do amigo demonstrar desprezo, ele não parecia feliz com aquele grupo.

    Amber não pode deixar de notar um certo desdém no jeito do japa, também não pode deixar de arquear a sombrancelha perante a resposta dele, depois logo olhou para a Jack Daniels vazia... Aquela vontade de perguntar à ele: "Isso mesmo, viu algum problema!?", mas... Droga, será que era o efeito do alcool ou o sentimento da treta nesse momento era real? Por via das dúvidas era melhor deixar pra peitar alguém quando não estivesse tão disposta a fazer isso... Afinal tinha que fazer isso dar certo... Tinha que parar de agir por impulso e agir mais com a cabeça... Se tivesse feito isso desde o começo... Talvez... Tudo aquilo não tivesse acontecido.

    Amber estava num devaneio profundo nesse momento, quem estivesse prestando atenção nela podia claramente notar que ela não estava ali em seus pensamentos. No final muitos estavam falando muitas coisas, Amber escutava alguma delas mas no final não estava dando muita importância para tudo, era muito blá blá blá ao mesmo tempo em que coisas importantes eram ditas relevando os pensamentos de cada um e Amber estava um pouco mais pra lá do que pra cá.

    "Ok, preciso de açucar pra quebrar um pouco o alcool, assim não dá"

    Imediatamente Amber saía e do grupo e pedia para o drone uma coca cola, e assim que o mesmo o traz ela imediatamente virava a coca em grandes goladas pra não ter problema com o gás, no final das contas acabou tapando com a mão o arroto do gás que viera com tudo e se ela conseguiu ou fazer um arroto discreto estava nas mãos do destino.

    Logo após isso Arthemis, que até agora estava quieta apenas observando o grupo, coisa que Amber devia estar fazendo também, mas estava muito ocupada, tentando diminuir o alcool do seu corpo pra não fazer cagadas que já estava prevendo que podia fazer. Isso por si só já era uma grande evolução para ela, talvez a garota estivesse começando a amadurecer.

    Arthemis escreveu:- Oi gente! A comandante está chamando vocês no hangar. É sobre a missão, disse pra levarem seu equipamento de vocês. Vocês vão voar daqui a pouco

    Amber então ficou muda e gelada, de repente toda aquela confiança e empolgação se acabaram e ela ficava quieta, pois agora a cobra ia fumar... A verdadeira prova, preferia muito mais que tivesse ela mesmo passado naquelas provas que o oráculo tinha dito que sabia que ela passaria, pelo menos assim ela teria alguma noção do que enfrentaria, mas porra... Era só uma garota que tinha feito uma merda atrás da outra e na infância tinha o sonho de ser superoina mas o máximo que conseguiu foi ferrar o braço do valentão da escola, além de... Outras coisas... Muito... Piores... Coisas que a assombrariam pelo resto da vida, então era perfeitamente normal para a novata ficar assustada e nervosa. Ela seguia mas... Não tinha nada que pudesse levar pra lá... Muito pelo contrário, tinha que deixar... O relógio do seu pai, não podia levar pra esse lugar, imagina se ela perdesse no meio da correria? Jamais iria se perdoar, por mais que sentisse seu pai por perto com aquele relógio, ela não podia se dar ao luxo de arriscar perder ele, ou o boné do red sox. Sendo assim, em silêncio a garota seguia para o seu dormitório onde lá ia apenas guardar o relógio em um local seguro, escondido, e depois voltaria com as mesmas roupas que estava, mas antes... Tomava água, bastante, para hidratar-se e quebrar ainda mais o efeito do alcool no corpo e logo depois...

    "Merda preciso fazer xixi antes de ir!!!"




    Arthemis a guiara para o hangar e Amber já encontra os demais que estavam prontos, chegou logo para ficar ao lado de Steel e Cheyenne que eram os que mais se sentia a vontade no momento, embora o Al tinha se mostrado um cara bacana também, já os outros dois... O japa já começava a soar o alarme de babaca de Amber já a garota de chanelzinho não tinha dito uma palavra, não sabia se era timida ou se era que nem o Japa.

    Steel escreveu:-Geralmente quando um superior diz "Peguem o seu equipamento" o pessoal apaerce com mochilas abarrotadas e armas até os dentes, mas eu assumo que vocês não precisam de objetos para serem perigosos. Estou certo?

    Ao lado de Steel, Amber dá uma risadinha nervosa, ficou evidente o seu nervosismo com a situação

    - He he... Eu espero que sim...

    Sua primeira missão pra valer, e ela não teve nenhuma droga de treinamento, talvez porque só a palavra do Oráculo bastava... Maldito Oráculo... Tinha ficado feliz em um mistico achá-la tão foda assim, mas agora estava se lembrando de que ser foda significava fazer coisas fodas e Amber não sabia se estava preparada pra isso.

    "Ok Oráculo... Espero que você seja dos bons. Por favor, seja dos bons..."

    Graças ao açúcar da coca e a hidratação da água, Amber sentia-se mais desperta e o nervosismo de sua missão ajudava a perder toda aquela bola que estava sentindo antes disso tudo.

    Logo depois coisa coisa chama a atenção de Amber, um outro grupo com bracelete vermelho que se aproximava do Hangar, estaria tudo ok se não fosse por uma coisa que chamou a atenção de Amber, uma mulher... MUITO LINDA, passava a encarando, com um tipo de cavaleiro das trevas, um bixo papão andando do lado como se fosse um guarda-costas. Amber não sabia que cara fazer quando a mulher a encara, devia acenar? Devia fingir que não viu? Bom... Agora já era tarde pois aquela encarada durou só alguns segundos, mas então Amber novamente olhou para ela, suas roupas... O estilo meio medieval sombria, um cavaleiro de armadura negra e... Bem, ela tinha um pouco cara de ser filha da puta... Mas... Seria ela? A Corruptora???

    Amber inclinou um pouco mais a cabeça e tentou espionar discretamente aquela mulher, e ver também se ela iria olhar para Amber novamente, e se fosse olhar, Amber iria imediatamente disfarçar como se nem estivesse olhando pra ela antes.

    Logo então vira outra coisa que lhe tirou do eixo. Amber não pode deixar de arregalar os olhos ao ver aquela... Coisa... Leão, calda de escorpião, seja la o que aquilo fosse... Andando por aí a solta...

    "Meu deus... que droga É ESSA???!!!"

    Logo viu então que a coisa tinha o bracelete laranja e logo Amber catou.

    "Ta brincando comigo???"

    E logo ela parou de olhar, fingia que não tinha nada demais naquela coisa grande, gigante... E até maneira, mas ainda assim assustadora, andando por lá como se fosse... Um Membro da equipe... O que realmente parecia ser.

    A Samurai Rubra aparecia, e UAU...

    Amber cutuvava Cheyenne de leve e falava apenas para ela em tom baixo.

    - Olha que armadura foda!

    Sem falar que a Samurai era uma loba maravilhosa... Por Deus... Toda a vida de Amber fazia sentido agora, só queria ter descoberto isso antes de fazer a merda de machucar da pior forma o seu melhor amigo.

    Samurai Rubra escreveu:- Olá. Acho que não consegui falar com todos hoje, dia cheio. Deram uma olhada no planeta? Parece com a Terra, mas cada hora descobrimos algo mais bizarro. Resumindo a situação, recebemos transmissões de três pontos dele. A Equipe Azul se dividiu e está cuidando do chamado de S.O.S no oeste e outra parte dela está na parte leste, conferindo uma transmissão - ela cruza os braços, olhando para o horizonte - Em cada planeta que visitarmos nossa missão como expedição é apresentar a Aliança, trazer a paz e criar um ponto de conexão com a MultiTerra: mais especificamente instalar uma antena poderosa o suficiente para o comlink.

    Se houvesse uma janela próxima Amber olharia para ela só pra ver o tal planeta e sim... Parecia com a Terra... Mas por Deus... Estavam muito alto. Amber logo desviou o olhar mas já entendera uma coisa, a ideia não é ter treta, é uma missão diplomática... Beleza, fazer amigos, felizmente Amber não tinha essa dificuldade, quanto menos treta melhor, porque isso queria dizer que o risco de morrer não era tão grande...

    "Ok Pai... Esteja comigo agora. Nós vamos conseguir"

    A garota inspirava fundo, tentava ficar séria e não transparecer seu nervosismo.

    Samurai Rubra escreveu:-A terceira transmissão que recebemos parecia um eco de coordenadas de espaçonaves qualquer. A quinze minutos nossos sensores conseguiram mais detalhes e, bem, parece que é uma chamada de uma nave da Terra 4. Preciso que vocês desçam, investiguem, e reportem a mim ou ao Capitão Anderson sobre o que encontrarem. O sinal da nave parece originar de uma cadeia de montanhas.

    Ok... O cheiro da merda começava a subir... Preferia ficar com a missão diplomática e chata que não tinha muitas chances de terminar em armas, espadas, mortes e afins... Sem falar que... Chamadas sem muitas pistas podia ser armadilha, Amber já viu filmes que isso acontecia.

    Eles então são guiados até uma nave que mais parecia um caça, Amber não se deixou esconder sua cara de surpresa, aquilo sim era algo muito legal e ia voar nele!

    Samurai Rubra escreveu:- Esse é o Thera. A nave está com o piloto automático ligado para o sinal. Tomem cuidado, sigam as regras da Aliança e façam a coisa certa. Eu estarei com a Equipe Vermelha na Lua do planeta. Acho que resolveremos as coisas ali rapidamente, logo nos juntaremos as equipes que precisarem de auxílio.

    "Bem... É o que meu pai me diria... Acho que estamos todos do mesmo lado afinal de contas."

    Samurai Rubra escreveu:- Alguma pergunta? Sei que a maioria acabou de se conhecer, seria interessante elegerem um líder antes de entrarem na missão. Mas não vou pressiona-los haha, sei que esse tipo de responsabilidade é complicada - ela diz rindo levemente.

    Bem, isso sim era realmente complicado... No final das contas ela iria acabar escolhendo o Steel ou a Cheyenne, eles pareciam ser os mais maduros e experientes dali, eram os que mais transpareciam confiança, ao menos para Amber.

    Steel escreveu:-Com todo o respeito, Senhora, mas isso não me parece uma decisão adequada. Um líder deve ser uma figura de destaque e ímpar em um esquadrão. Quem for liderar ESSE esquadrão precisa estar à frente de Super soldados, Djinns, er... Garotas que eu ainda não conheço o potencial, e também... ele. Steel não sabia o que dizer do dr. Quimera, então apenas apontou para o mutante. - Ninguém aqui parece se sobressair dentro do time. Se precisamos realmente escolher um líder, mais interessante seria que ele fosse escolhido após a missão, depois de provar aos demais que merece a posição.

    "Falou bonito cara!!! Já tinha o meu voto mesmo!"

    Djin escreveu:- Concordo com o Sr. Steel, não podemos escolher um líder sem nos conhecermos, mas se precisamos mesmo de alguém na frente pra essa missão, o militar mais experiente também tem meu voto. Quando terminarmos podemos refazer essa votação de acordo com o resultado.

    "Também concordo contigo!"

    Respawn escreveu:- De qualquer forma, se isso for mesmo necessário, ele acaba de ganhar o meu voto.

    "É muito bom quando a democracia da certo"

    - Eu concordo com o Steel, mas eu só discordo de uma coisa: Que devemos deixar isso pra próxima missão, afinal pode ser que precisemos de uma palavra final de ultima hora e não podemos nos dar ao luxo de ficar discordando um do outro se esse momento chegar, então alguém tem que ter a palavra final e acho, pelo menos até agora, que o Steel é o melhor pra isso e aí fazemos que nem o Al disse, depois veremos quem será o líder lá na frente, mas ficarmos sem rumo lá fora não dá.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Qua Ago 30, 2017 10:19 am

    Michelle escreveu:Você não há vê a quanto tempo, doutor? As pessoas reagem diferente ao luto e a perda, pelo visto a maneira dela foi adotar algo que você amava. Caso duvide de minha palavra Artemis, nossa IA, pode lhe mostrar a última foto do corpo docente da universidade.


    Aquilo fez sentido na cabeça da fera. O suficiente para retornar de sua postura agressiva.

    Michelle escreveu:A Aliança confiou em você, doutor.

    A Aliança veio até nós com caçadores e armas apontadas até nós!

    Michelle escreveu:Você obterá acesso ao laboratório, mas primeiro, um planeta precisa da sua ajuda e a dos heróis da Aliança.

    Nós precisaremos só de uma missão pra acessar o laboratório, não deve ser tão difícil. Aqui é nossa melhor chance.

    Michelle escreveu:A comandante acabou de me notificar de que quer se reunir com você e o restante de sua equipe. Mais alguma dúvida, doutor? Estou lhe liberando em minha avaliação mas...espero que compreenda que estamos do seu lado doutor, apesar do que possa pensar de nossa organização.

    IA escreveu:Olá Doutor! Eu sou Artemis, a sua Inteligência Artificial favorita! Por favor siga meu holograma, iremos até o hangar!

    Joseph que permanecia em intacto silêncio. Volve os olhos para seu bracelete com um olhar de esperança quase morta.

    - Artemis, mostre-me a última foto do corpo docente de Havard.Depois disso, poderemos ir até o Hangar.

    ____________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

    Aquela foto foi como um tiro certeiro em seu coração. A foto mais atual de sua amada, em sua antiga universidade. Duas coisas que ele chegou a imaginar que nunca mais veria. Alguns resquísios aquosos permaneciam em seu rosto até que Artemis o avisou que haviam chegado. Limpou brutamente as lágrimas antes que os olhos de todos aqueles estranhos o perseguissem.

    "Então é ela quem devo obedecer."

    Obedecer... Agora você é um animal de estimação? Temos um acordo! Até ele ser quebrado. Heróis quebram acordo? Se quebrarem, eu não vou ficar sem fazer nada.

    O doutor ouviu todas as instruções e conversas dos que estavam ali. Ele havia sido líder de animais por algum tempo, mas por necessidade. Não se importava em ser líder de qualquer coisa. Só queria terminar a missão e ir direto ao laboratório estudar sua anatomia.

    Samurai Rubra escreveu:Alguma pergunta?

    A fera equilibra-se em duas patas, preparando-se para sua fala.

    - Todos os planetas que iremos estão em guerra? Caso eles não nos aceitem, nós iremos implantar essa nossa paz à força?

    A rispidez de sua voz tornou-se um característico seu. Não havendo como abrandar.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Qua Ago 30, 2017 4:41 pm


    @Ace escreveu:(...) Olhe nos meus olhos e diga que se Athantis estiver sofrendo, você se negará a tratar inocentes como obstáculos para salvá-la.
    Atens- Não é tão simples como pensa Cannon...

    Albert não da atenção a resposta que Atens começava a formular e continua seu discurso. A Dryad parecia chocada e apenas balançava a cabeça negativamente.

    Atens- ... Por favor, você não sabe o que está dizendo.

    Cannon continua expondo suas ideias e ignorando as falas da Imperatriz que parecia cada vez mais angustiada.

    @Ace escreveu:-Eu não estou te pedindo para ficar ao meu lado. Só estou te oferecendo a oportunidade de ser quem você é, sem precisar mentir. Eu sei quem você é. Sei o que você é. E acredito que você seja a melhor chance de Athantis. Se você ama seu povo tanto quanto eu amei a Arian, deveria temer a morte.
    Atens- Você acha que sabe o que sou! Você acha que sabe quem sou! Mas, você não sabe, Cannon. Não sabe que se eu quebrar meu juramento, se repetir a escolha que eu fiz no passado, se eu escolhesse Arian novamente ou escolhesse o que é certo e não o que é necessário, eu estaria provocando minha morte! E embora eu não tenha medo da morte, Ace, eu temo as consequências dela para meu povo. Eu nunca disse o contrário...
    ... Eu estou tentando parar de fingir ser o que não sou sem provocar minha morte! Pela primeira vez em muito tempo Eu não estou mentindo ou manipulando a verdade! E se você acredita realmente nisso, que eu sou esse ser monstruoso e sem remorso... ou eu sou uma mentirosa muito eficiente... ou não escutou nada do que eu disse!
    - Os olhos da Dryad se enchem de lagrimas e ela desvia o olhar de Cannon. - Eu estou honrando a memória dela tentando parar de fingir ser o que não sou por temer as consequências e não tentando não ser o que não sou. Engana-se ao acreditar que eu não sinto nada ao tomar tais decisões, Albert. - A primeira lágrima escorre dos olhos de Atens que a enxuga prontamente embora parecesse mergulhada em suas memórias.

    Atens- Você está certo... Eu fiz escolhas monstruosas como essa... Eu aceitei e cumpri meu trabalho, mesmo que cada uma dessas decisões dilacerasse meu coração e sim houve um tempo em que acreditei que havia me tornado o que eles me treinaram para ser e o que acha que sou, mas alguns eventos me mostraram que eu não era... Eu tinha o poder para ser o que Athantis precisava, mas eu não era; então... Encontraramos uma forma de garantir que eu fosse... - A Imperatriz parecia relutante em suas falas, aparentemente ela não tinha certeza se deveria estar dizendo tudo aquilo; mas ela precisa (ao menos uma vez). - Uma escolha sem volta e que eu fiz porque eu não queria ver a destruição de Athantis e de tudo que eu amava, assim como também não queria que esse peso caísse sobre os ombros de alguém que eu amo! Além de meu pai, Arian e Killian eram os únicos que sabiam a verdade, que sabiam que quando ninguém estava vendo eu sofria por cada escolha difícil que eu tomava... - Atens respira fundo e faz uma pausa.

    Atens- Não sou como Arian porque não posso escolher livremente entre o devo fazer e o que acho correto, mas também não sou como você... não sou indiferente as consequências de minhas escolhas. - O olhar da Imperatriz erra errático pelo ambiente, ela evitava fixa-lo em qualquer ponto. A Dryad permanece demonstrando relutância em falar. - Eu não precisava fingir ser o que não era com eles, de certa forma isso me mantinha de pé a cada escolha terrível que tive que fazer. Eu assumi a postura que você acredita e que me torna capas de monstruosidades, por vários motivos... Um deles foi garantir que Arian tivesse a Liberdade de fazer escolhas seguindo apenas seu coração... - Atens finalmente volta a olhar para Cannon.

    Atens-  Se sou capaz de olhar em seus olhos hoje e dizer que não é um monstro, de perdoar, não é por ser uma criatura sem coração, sem sentimentos; mas, sim porque sei que nenhuma conta é simples quando envolve emoções... Eu entendo a escolha que fez e naquele dia eu desejei poder fazê-la... No passado eu escolhi tomar essas decisões e fingir ser uma pessoa capaz de tomar as escolhas mais difíceis abrindo mão de meus sentimentos sem remorso algum a fim de proteger aqueles que amo, pra dar a eles e a Athantis a chance de um futuro. Portanto não se atreva a julgar o tamanho de meu amor por eles! - Atens desvia o olhar novamente. Em seguida ela leva uma das mãos a têmpora e fecha os olhos enquanto faz uma breve pausa. - Se continuo tomando essas decisões, se continuo viva, é por amá-los tanto quanto amou Arian. Eu não quero que suje suas mãos em meu nome porque não acredito que seja esse monstro, pelos mesmos motivos que não sou um e porque não quero ajudá-lo a tornar-se um. Arian me odiaria se eu fizesse isso com você, ou se nem ao menos tentasse devolver a razão a sua mente! - Alguns instantes de silêncio.

    Atens- Os Hidryad tem esse ditado: “Um governante que nunca sujou as mãos ou provocou o derrame de sangue de seus rivais para proteger seu povo não merece estar no comando assim como aquele que usa o poder em benefício próprio sacrificando seu povo.” Parece simples... - A Imperatriz balança a cabeça negativamente durante a pausa em sua fala. - ... mas eles esquecem de nos avisar o quanto é dolorido ver inocentes serem afetados e pagarem o preço de nossas escolhas. Eu sou obrigada a faze-las por mais que eu queira fazer o certo, você, Ace, assim como Arian tinha, tem a Liberdade de fazer o que é certo... Não desperdice essa chance.



    @Ace escreveu:-Diga-me, majestade: como você sugere que seja nossa aliança de agora em diante?
    Atens- Sinceramente... Eu não sei, Ace... Eu preciso de ajuda para leva-los pra casa... para a achar Athantis e eu sei que você tem meios para isso. Você diz estar disposto até... sujar suas mãos em meu lugar, mas atitudes imprudentes como a que tomou hoje naquele salão não podem acontecer e... você é esperto o suficiente pra saber que as consequências disso podem ser desastrosas. Envergonhá-los daquela forma não era necessário! Agora estamos cercados de guardas e se eu não conseguir reverter isso haverá conflito e... nós podemos ter perdas. Você arriscou a segurança de todos nossos companheiros! A minha segurança também! Por que? Qual seu motivo?
    (...)
    Não acredito que seja aleatório, você é esperto de mais pra isso! A missão pode se tornar um fracasso após uma atitude dessas! Eu preciso de alguém que me ajude e não que dificulte mais! Você é único depois deles que me mostrou algo verdadeiro e eu quero poder contar contigo... mas como eu farei isso? Depois de atitudes como essa? Depois do que...
    (...)
    Eu tenho esperança de que você mude de ideia. Porque você não é um mostro! Não se transforme em um! Não busque vingança! Mas, se busca-la, independente da aliança que for estabelecida aqui, tenha em mente que quando o dia de sua vingança chegar, caso não tenha mudado de ideia e se eu estiver viva, nos nós veremos em lados opostos... porque eu vou tentar garantir que os culpados paguem sem que os inocentes sofram. Eu quero justiça, não só pelo que nós perdemos, mas por todos que como nós ainda sofrem as consequências de Antares.

    Você terá que me destruir para ferir um inocente, Albert!


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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Qua Ago 30, 2017 6:58 pm

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Atens escreveu:Não é tão simples como pensa Cannon...
    -A resposta é. Você se negará?
    Atens escreveu:... Por favor, você não sabe o que está dizendo.
    Não escondo a frustração perante as palavras da Imperatriz, desvio o olhar pela primeira vez na conversa e me efasto.
    -Sei sim, Atens. É minha maldição. Eu sempre sei.



    Atens escreveu:Você acha que sabe o que sou! Você acha que sabe quem sou! Mas, você não sabe, Cannon. Não sabe que se eu quebrar meu juramento, se repetir a escolha que eu fiz no passado, se eu escolhesse Arian novamente ou escolhesse o que é certo e não o que é necessário, eu estaria provocando minha morte! E embora eu não tenha medo da morte, Ace, eu temo as consequências dela para meu povo. Eu nunca disse o contrário...
    ... Eu estou tentando parar de fingir ser o que não sou sem provocar minha morte! Pela primeira vez em muito tempo Eu não estou mentindo ou manipulando a verdade! E se você acredita realmente nisso, que eu sou esse ser monstruoso e sem remorso... ou eu sou uma mentirosa muito eficiente... ou não escutou nada do que eu disse!
    Observo, horrorizado, os olhos da Dryad se encherem de lágrimas.
    Atens escreveu:Eu estou honrando a memória dela tentando parar de fingir ser o que não sou por temer as consequências e não tentando não ser o que não sou. Engana-se ao acreditar que eu não sinto nada ao tomar tais decisões, Albert.
    Faço uma pausa, contemplando aquela criatura majestosa desmoronar, antes de continuar.
    -Não são nossos sentimentos que nos definem, Majestade. São nossos atos.
    Prossigo com um tom enojado.
    -Eu senti o peso de cada inocente que condenei com a escolha que fiz. Tive que aprender a conviver assombrado por pesadelos lúcidos. Ter remorso, compaixão, culpa... não é o que me torna um monstro. É a certeza de que, mesmo com eles, eu faria a mesma escolha.
    Atens escreveu:Você está certo... Eu fiz escolhas monstruosas como essa... Eu aceitei e cumpri meu trabalho, mesmo que cada uma dessas decisões dilacerasse meu coração e sim houve um tempo em que acreditei que havia me tornado o que eles me treinaram para ser e o que acha que sou, mas alguns eventos me mostraram que eu não era... Eu tinha o poder para ser o que Athantis precisava, mas eu não era; então... Encontraramos uma forma de garantir que eu fosse...
    Uma escolha sem volta e que eu fiz porque eu não queria ver a destruição de Athantis e de tudo que eu amava, assim como também não queria que esse peso caísse sobre os ombros de alguém que eu amo! Além de meu pai, Arian e Killian eram os únicos que sabiam a verdade, que sabiam que quando ninguém estava vendo eu sofria por cada escolha difícil que eu tomava...
    A observo atentamente.
    "(Chorosa) Atens! Como você pode confiar algo importante a ele?! Depois de tudo o que ele disse!"
    "(Irritada) Você devia se entregar, Albert. Você não merece..."
    "Ego, Superego, congelem suas funções motoras."
    "(Amedrontada) ?!
    ...
    Eu... devo congelar as minhas funções também, Ace?"

    "Não. Sua programação te impede de colapsar como elas. Apague os registros desta conversa nas memórias delas."
    "(Entristecida)...
    Entendo.
    Obrigada, Ace."

    Atens escreveu:Não sou como Arian porque não posso escolher livremente entre o devo fazer e o que acho correto, mas também não sou como você... não sou indiferente as consequências de minhas escolhas.
    Eu não precisava fingir ser o que não era com eles, de certa forma isso me mantinha de pé a cada escolha terrível que tive que fazer. Eu assumi a postura que você acredita e que me torna capas de monstruosidades, por vários motivos... Um deles foi garantir que Arian tivesse a Liberdade de fazer escolhas seguindo apenas seu coração...
    "Ace..."
    "Sim?"
    "(Suplicando) Beija ela?"
    Desvio o olhar e me esforço para não rir, então retribuo o olhar da imperatriz.
    Atens escreveu:Se sou capaz de olhar em seus olhos hoje e dizer que não é um monstro, de perdoar, não é por ser uma criatura sem coração, sem sentimentos; mas, sim porque sei que nenhuma conta é simples quando envolve emoções... Eu entendo a escolha que fez e naquele dia eu desejei poder fazê-la... No passado eu escolhi tomar essas decisões e fingir ser uma pessoa capaz de tomar as escolhas mais difíceis abrindo mão de meus sentimentos sem remorso algum a fim de proteger aqueles que amo, pra dar a eles e a Athantis a chance de um futuro. Portanto não se atreva a julgar o tamanho de meu amor por eles!
    Volto a me aproximar da Dryad quando ela desvia o olhar.
    Atens escreveu:Se continuo tomando essas decisões, se continuo viva, é por amá-los tanto quanto amou Arian. Eu não quero que suje suas mãos em meu nome porque não acredito que seja esse monstro, pelos mesmos motivos que não sou um e porque não quero ajudá-lo a tornar-se um. Arian me odiaria se eu fizesse isso com você, ou se nem ao menos tentasse devolver a razão a sua mente!
    ...
    Os Hidryad tem esse ditado: “Um governante que nunca sujou as mãos ou provocou o derrame de sangue de seus rivais para proteger seu povo não merece estar no comando assim como aquele que usa o poder em benefício próprio sacrificando seu povo.” Parece simples...
    mas eles esquecem de nos avisar o quanto é dolorido ver inocentes serem afetados e pagarem o preço de nossas escolhas. Eu sou obrigada a faze-las por mais que eu queira fazer o certo, você, Ace, assim como Arian tinha, tem a Liberdade de fazer o que é certo... Não desperdice essa chance.
    Me aproximo o suficiente para abraçá-la, acolho sua cabeça em meu peito e fecho os olhos.
    "Ahhh... DEUS! Isso é tão bom! Eu fiz bem em apagar essa sensação da minha memória... da vontade de não soltar mais."
    "(Sedutora) Você também não se lembra, mas beijar uma Dryad é ainda bais gostoso."
    Aproveito que nesta posição a imperatriz não pode ver e sorrio em um tom jocoso, tentando não rir.
    "Aproveite enquanto as suas irmãs estão dormindo."



    Atens escreveu:Sinceramente... Eu não sei, Ace... Eu preciso de ajuda para leva-los pra casa... para a achar Athantis e eu sei que você tem meios para isso. Você diz estar disposto até... sujar suas mãos em meu lugar, mas atitudes imprudentes como a que tomou hoje naquele salão não podem acontecer e... você é esperto o suficiente pra saber que as consequências disso podem ser desastrosas. Envergonhá-los daquela forma não era necessário! Agora estamos cercados de guardas e se eu não conseguir reverter isso haverá conflito e... nós podemos ter perdas. Você arriscou a segurança de todos nossos companheiros! A minha segurança também! Por que? Qual seu motivo?
    -Você achou imprudente?!
    Respondo a mantendo acolhida em meus braços.
    Atens escreveu:Não acredito que seja aleatório, você é esperto de mais pra isso! A missão pode se tornar um fracasso após uma atitude dessas! Eu preciso de alguém que me ajude e não que dificulte mais! Você é único depois deles que me mostrou algo verdadeiro e eu quero poder contar contigo... mas como eu farei isso? Depois de atitudes como essa? Depois do que...
    -Achei necessário.
    Você estava confusa... ainda está, e eu dei um empurrãozinho. Sua segurança nunca esteve em risco.
    Eu já vi o que você pode fazer e está relutando em confiar nas suas habilidades. Seu coração ainda está partido e eu sou bom em concertar coisas. É por isso que estamos aqui.

    "Ace..."
    "Se falar de novo em beijo eu congelo suas funções motoras também."
    "Ah... eu... vou ficar quietinha..."
    Atens escreveu:Eu tenho esperança de que você mude de ideia. Porque você não é um mostro! Não se transforme em um! Não busque vingança! Mas, se busca-la, independente da aliança que for estabelecida aqui, tenha em mente que quando o dia de sua vingança chegar, caso não tenha mudado de ideia e se eu estiver viva, nos nós veremos em lados opostos... porque eu vou tentar garantir que os culpados paguem sem que os inocentes sofram. Eu quero justiça, não só pelo que nós perdemos, mas por todos que como nós ainda sofrem as consequências de Antares.

    Você terá que me destruir para ferir um inocente, Albert!
    Faço silêncio por alguns instantes e então me afasto apenas o suficiente para olhar a Dryad nos olhos, então fito seus lábios por um instante.
    "(Empolgada) !!!"
    "Não..."
    "(Desesperada) Por queeee???"
    "Por mais que se pareçam... ela não é você."
    Permaneço relutante, flertando com os lábios da Imperatriz em silêncio.
    "(Suplicando) Eu estou morta, Ace! Por favoooor!"
    -Seria um confronto terrível.
    Eu não posso morrer e jamais te machucaria.
    Ainda assim... majestade... se encontrar uma forma de me destruir... não consigo imaginar um fim melhor para a minha existência do que através das suas mãos.

    "(Desesperada) !!!"
    isaac-sky
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Qui Ago 31, 2017 1:12 am

    @Jezreel:


    Quimera escreveu:
    - Artemis, mostre-me a última foto do corpo docente de Havard.Depois disso, poderemos ir até o Hangar.

    Artemis acena positivamente com a cabeça. Uma projeção do facebook surge, datada de duas semanas atrás. Era uma grande foto com o corpo docente da faculade. Lilian estava entre os professores e doutores, vestindo um jaleco.
    Uma expressão mais séria do que se acostumara, mas era ela.

    Era sua Lilian.



    @Jezreel, @Zer0, @Exalted, @Flamesh e @Luxi:


    Equipe Laranja







    Steel




    Flamesh




    Djinn




    Morrigan




    Cheyenne




    Rhys/Quantum




    Dr. Quimera


    Com a equipe completa, todos ali já se conhecem melhor. Talvez não profundamente, mas o suficiente para uma missão de campo.

    A Samurai Rubra parece impressionar alguns dos presentes.

    @Flamesh escreveu:- Olha que armadura foda!

    Cheyenne concordava com a cabeça.

    [Cheyenne]:É um modelo novo, ouvi dizer que o que usou em Antares foi perdido - ela diz, parece ser bem entendida do assunto.

    A mulher de cabelos escuros não olha de volta para Amber. Seu grupo parece mais sério, composto por heróis famosos que conhecera na televisão.

    Steel se manifesta

    Steel escreveu:-Com todo o respeito, Senhora, mas isso não me parece uma decisão adequada. Um líder deve ser uma figura de destaque e ímpar em um esquadrão. Quem for liderar ESSE esquadrão precisa estar à frente de Super soldados, Djinns, er... Garotas que eu ainda não conheço o potencial, e também... ele. Steel não sabia o que dizer do dr. Quimera, então apenas apontou para o mutante. - Ninguém aqui parece se sobressair dentro do time. Se precisamos realmente escolher um líder, mais interessante seria que ele fosse escolhido após a missão, depois de provar aos demais que merece a posição.

    Apesar da afirmação do experiente soldado, todos parecem à favor de escolhe-lo como líder desta missão.

    [Samurai]:Muito bem Steel, acho que seus colegas não tiveram dificuldade em escolhe-lo. Fico feliz que entraram num consenso, sei que as coisas nessa expedição estão um pouco aceleradas - ela diz num tom amigável - Devido a distância e a interferência do planeta será difícil tomar decisões me consultando ou a tripulação, por isso é importante que possam tomar decisões sozinhos se a situação pedir.

    Quimera fala pela primeira vez.

    Quimera escreveu:- Todos os planetas que iremos estão em guerra? Caso eles não nos aceitem, nós iremos implantar essa nossa paz à força?

    A Samurai Rubra cruza os braços, parece mais séria agora.

    [Samurai]:Não sabemos como são os planetas que encontraremos, mas esse em específico está. Com as informações que temos, existem dois conflitos armados. A Equipe Azul se dividiu em duas e está agindo no foco de duas transmissões envolvidas nesses conflitos. E quanto a implantar a paz...somos a Aliança, nós oferecemos uma boa alternativa, demonstramos que somos os mocinhos. Se eles não aceitarem, pegamos nossas coisas, tiramos a poeira das botas e vamos para o próximo - ela diz confiante.

    [Samurai]:Se não tiverem mais perguntas, eu estou na Equipe Vermelha. Espero entrar em contato com vocês daqui a algumas horas. Pela Aliança Nexus, pela paz, deixem seus planetas orgulhosos - ela sai, deixando a Equipe Laranja para embarcar.

    [Rhys]:Hora do show - diz o vigilante ao colocar seu capacete.

    A nave possui seis lugares para os membros da Equipe Laranja e um grande espaço de cargueiro para acomodar o Quimera e a grande armadura de Steel.
    Os lugares se dividem em duas fileiras, sendo duplas de bancos. Dois lugares a frente são de piloto e copiloto.

    Uma vez preenchidos os lugares, a nave inicia sua decolagem com piloto automático.

    [Artemis]:Em caso de explosão ou despressurização eu espero que saibam voar - diz a IA formando um holograma, vestindo a roupa de comissária de bordo - Haha, estou brincando. Tem máscara de oxigênio e tudo mais. Eu acompanharei vocês na missão, quanto mais braceletes estiverem próximos melhor é meu processamento - ela dá uma piscadela antes de se projetar no cockpit.

    A nave ergue vôo, se lançando como uma bala em direção ao planeta.

    Ao entrar na atmosfera todos sentem um baque, a nave compensando o posicionamento de entrada com seus propulsores laterais.

    Morrigan sente uma sensação esquisita, como se tivesse mergulhado em uma piscina. Ela apaga por um instante.

    Visão de Morrigan:



    As estrelas se chocam com violência. Um clarão de luz cega Morrigan por um instante.
    Quando retoma sua consciência ela se vê sem corpo, mas sua mente estava desperta, flutuando sobre o espaço sideral.

    Como dois carros se chocando violentamente duas formas esféricas se encontram.
    A visão muda para dois desertos, areias de cores diferentes. Repentinamente uma cadeia de montanhas se forma.



    Tudo que Morrigan sabe é que ela está enxergando o passado.

    E desperta.

    Morrigan recobra os sentidos, não havia passado nem ao menos um segundo em seu apagão. Mas a visão parecia muito real.

    Flamesh e Djinn sentem suas ligações com magia diferentes quando adentram na atmosfera, como se ela "soasse" de maneira ligeiramente diferente.

    Ao se aproximarem do sinal da tal nave da Terra 4, o terreno vai se modificando: até o momento pareciam ver somente um deserto alaranjado. A visão plana de desertos é substituída por uma cadeia de montanhas e pequenos montes.



    Ao longe é possível ver o que parece ser o destino da nave:


    [Artemis]:E ae chefinhos. Como vão querer fazer? A gente vai pousar perto disso aí? É a origem do sinal!


    Mecanica
    Spoiler:


    Flamesh
    +1PH (novo avatar mesa), +1PH (Nexus), +1PH
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 6
    Pontos de poder: 129



    Steel
    +1PH, +2PH(Nexus)
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 5
    Pontos de poder: 135



    Djinn
    +1PH (Nexus)
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 3
    Pontos de poder: 132



    Dr Quimera
    +1PH
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 3
    Pontos de poder: 130


    Morrigan
    +1PH
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 2
    Pontos de poder: 125







    Grupo 1:


    Grupo 1







    Reaper





    Antípoda




    Orochi





    Beast Girl





    Adrastrea




    Anonimo



    @Claude Speedy:


    Beast Girl corta o peitoral do oponente mascarado restante, mas ele permanece de pé.

    O Anônimo decide intervir e ajudar Adrastrea. Pegando o soldado de exosuit de surpresa o vigilante consegue aplicar um golpe jogando o peso da criatura contra si mesma, a derrubando.

    Adrastrea se levanta rapidamente e aproveita que o inimigo não terminou de se levantar para encaixar um soco.


    [Adrastrea]:Mas que cara irritante! - ele grita para o Anonimo. O soldado de exosuit bate na parede com violência, quase a destruindo. Ele se ergue e salta para frente, tentando aplicar um soco agora no Anonimo, mas sua percepção parece alterada devido ao baque do golpe e ele erra.

    O Anonimo vê de relance uma das mulheres correndo para o fundo. Talvez tenha ido buscar a tal arma.

    Iniciativa: Anonimo > Adrastrea > Exosuit


    @Lyvio:


    Diante dos corpos de seus oponentes, Orochi se apresentava ao homem.

    Orochi escreveu:-Sou Yamato no Orochi, Deus da Vida e da Dor, venho trazer a paz para seu mundo assim como todos os outros que vieram comigo!

    [Homem]:Só existe um Deus garoto, e ele não se veste assim - dizia o homem, tirando o chapéu e colocando sobre o peito.

    [Antípoda]:Orochi! Deixe as apresentações para depois, ainda não acabou - ela afirma apontando para a igreja.

    O deus abre a porta. A capela é pequena, mas abriga uma grande quantidade de pessoas para seu tamanho.


    Talvez a visão seja diferente do esperado.

    No centro da capela, amarrado numa pilastra com correntes, está o único mascarado do recinto: ele usa um padrão de máscara diferente, e não usa armadura como aqueles que Orochi eliminara.


    [Mascarado]:Ótimo, veio pra festa? - diz ele em inglês. Um homem utilizando um rifle bate em sua cabeça com a coronha da arma. Ele protesta mas se cala.

    Todos os presentes ali são humanos, pessoas da vila. Suas roupas indicavam serem do velho oeste, parecido com os filmes.

    Algumas das pessoas presentes:














    A maioria dos presentes carrega alguma arma: pistolas, revolveres e rifles. A maioria não sabe se aponta para Orochi, apenas o encaram.



    Mecanica
    Spoiler:


    [/color]

    Orochi
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 9
    Pontos de poder: 160




    O Anônimo
    +1PH (Nexus)
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 12
    Pontos de poder: 156










    Grupo 2:



    Grupo 2








    Ace






    Atens






    Ren






    Ron






    Perz






    Druida




    Quasar



    (MINDGAME, você gastou 2 PHs de acordo com os poderes que utilizou)

    Aproveitando do momento, Ace usa de suas habilidades para desacelerar o tempo e conseguir converar com Atens.

    Com sucesso, Ace sabe que ao tirar os braceletes e a velocidade da comunicação, Artemis não poderia ter ouvido a conversa.

    Uma vez encerrada a conversa, ambos voltam a suas posições originais.


    @Ace escreveu:-Eu explodi! Você não prestou atenção?

    Adurna pula de susto, ela fica vermelha ao ver que é Ace.

    [Adurna]:Ah...ufa, eu achei que tinha...deixa pra lá. Peraí, explodiu? - ela parece meio confusa.

    Quasar parece muito mais desperta que anteriormente. A forma como pisca os olhos é um pouco errática.


    Atens escreveu:Atens- Obrigada! Até breve. - Em seguida a Imperatriz vira-se para o grupo e principalmente para seus guardiões. - Vocês o ouviram, é hora de irmos. - Já dirigindo-se ao corredor a Dryad continua. - Seguiremos suas instruções, viraremos a esquerda e seguiremos em seu transporte até encontrar seu castelo.


    Ebon acena com a cabeça positivamente.

    [Ebon]:Uma das motos está virando demais pra direita, boa sorte. Os homens do rei vão vir logo - ele diz se virando para o primo.

    Ao seguir pelo corredor o grupo avança pelo caminho indicado.

    Em uma plataforma a céu aberto o grupo vê quatro motos flutuantes.




    Somente cabem dois por moto.

    [Adurna]:De novo não - sussurra a druida.

    [Perz]:Imperatriz, deixe-me pilotar.
    [Ron]: E desde quando pilota, jedi?

    Os dois se encaram, a tensão entre os dois parece crescer.

    Quasar sobe em uma das motos. Ren parece esperar o que seu irmão e o jedi decidiram.

    (Quem for pilotar, role cinco testes CD 10 de Vehicles)


    Mecanica
    Spoiler:




    Ace
    +1PH, +2PH (Nexus)
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Luxi em Qui Ago 31, 2017 10:34 am

    Morrigan ficou satisfeita com a escolha do líder temporário. Steel demonstrava uma certa tranquilidade em relação aos demais, além de sua aparência um tanto intimidadora e postura assertiva. Só a missão em andamento poderia dizer, mas confiava ainda que ele era a melhor opção que tinham e já ficava aliviada só por não ter que arcar com nada disso.

    Depois, a quimera levantou uma questão importante, mas não tinha certeza se sua atenção era atraída pelo fato de que não conseguia parar de olhar para aquela coisa enorme, que também falava e surpreendentemente sairia em missão com eles. Perdeu-se um pouco na explicação, imaginando a quimera em campo, correndo e usando suas habilidades com eles. Era algo que realmente gostaria de ver. Deu uma rápida olhada em seus outros colegas. Por que tinham sido escolhidos para ficar juntos? Certamente algum equilíbrio deveria existir na combinação das habilidades deles e o que mais queria agora era entender o que esperavam dela naquela missão.

    Será que os habitantes daquele planeta recusariam ajuda? Seria um tremendo desperdício de energia e tempo, mas se tinham enviado um sinal, então valeria a pena explorar, não é mesmo? De qualquer forma, apenas podia confiar nas palavras do Oráculo, que diziam que em algum momento naquela missão, naquele grupo, estaria diante das peças que faltavam em seu quebra-cabeça mental. Além disso, por mais desgostosa estivesse dos outros membros barulhentos a princípio, queria fazer parte de algo. Talvez pudesse realmente sentir-se necessária, mas no momento, diante de um homem com uma gigantesca armadura, um djin e um monstro ficava difícil entender por que foi escolhida justamente para aquele grupo.

    Lamentações a parte, quando a Samurai Rubra declarou o início da missão, sentiu o coração bater mais forte. Por mais que quisesse se fazer de indiferente, a partir de agora tudo seria desconhecido. Para alguém que tão pouco tinha de recordações, era um mar de possibilidades.

    Deu uma rápida olhada em seu colega empolgado com a missão e apertou a alça da mochila, seguindo o grupo silenciosamente, escolhendo ficar no assento ao lado de Rhys. Olhou em volta com alguma curiosidade e a IA apareceu de novo, fazendo uma piada que não a fez rir. Não era uma pessoa de muito humor e ouvir uma brincadeira daquelas antes de partirem só a fazia entender menos as motivações de quem havia programado aquela personalidade. Olhou para o próprio bracelete. Era melhor ficarem juntos, então.

    Estava observando cada uma daquelas pessoas, tentando entender um pouco mais delas só por suas reações, quando sentiu o baque da decolagem e fechou os olhos, quando uma sensação estranha tomou seu corpo. Estava relacionada alguma diferença de pressão? Tinha descoberto um medo novo relacionado a naves? Entreabriu os lábios de olhos fechados sem perceber, conforme sentia a ponta dos dedos formigarem no breve segundo antes de deixar-se levar pela imersão em si mesma.

    ( Fiz com essa musiquinha: )

    A visão hipnotizante tomou conta de sua mente. Era algo parecido com morrer, mas com um toque de fascínio que ela jamais poderia expressar em palavras. Apreciava a sensação de estar e não existir ao mesmo tempo. Ser fluida como o choque das estrelas era prazeroso como nada que conhecia. Acordava ainda mergulhada no sonho sentindo-se o próprio universo, montando-se como a areia e fazendo-se montanha. Uma sensação estranha de melancolia lhe dava o tom de que aquilo tudo havia acontecido há muito tempo.

    De repente, despertou, como se tivesse levado uma fugaz descarga elétrica e tremeu os braços, reparando em sua existência e que estava de volta ao corpo. Virou o pulso lentamente para observar a cor alaranjad do bracelete e acabou olhando os próprios pés, bricando de mexê-los. Observou Rhys a seu lado e os demais. Nada estava diferente dos segundos que os observava.

    Suspirou desanimada e parou de olhar para o grupo. Estava de volta à realidade, mas a sensação de vazio havia crescido. Encostou a cabeça na poltrona. Havia visto a criação de um local, mas ainda não entedia a relevância daquela visão. Não havia motivo para contar a ninguéma quela pequena intervenção espontânea de seu poder. Cerrou os olhos, esperando ficar em paz e, quem sabe no processo, poder recobrar aquelas sensações anteriores e mergulhar naquele espaço vasto novamente. Infelizmente isso não aconteceu.

    Quando se aproximaram do outro planeta, não ficou surpresa de avistar aquela paisagem novamente. Nunca veria nada à toa e acreditava que eram encaminhados para aquele local por um motivo. No entanto, parte dos encantos da paisagem tinham sumido agora que ela enxergava de dentro de uma nave, estando distante e pequena. Queria ir além. Compreendia agora que muito teria a explorar mentalmente daquele lugar.

    Não se manifestou sobre descer, mas era o que mais gostaria de fazer e achava que era a escolha mais óbvia colocar os pés na terra desconhecida a partir da primeira pista e investigar a história daquele local. Observou calmamente o líder da equipe, na expectativa do que ele decidiria e acataria sem discussão. Tinha um comportamento bastante passivo como parte de um grupo e sempre tendia a seguir as escolhas da maioria, mesmo que essa "maioria", para ela, geralmente fosse Rhys.
    MINDGAME
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Qui Ago 31, 2017 10:37 am

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Adurna Bris escreveu:Ah...ufa, eu achei que tinha...deixa pra lá. Peraí, explodiu?
    -Longa história...
    "Memórias apagadas, Ace."
    "Ego, Superego, descongelem suas funções motoras."
    "(Confusa) ..."
    "(Confusa) ..."
    "(Animada) Bem vindas de volta! Senti saudades!"
    "(Confusa) Você nos desligou? O que houve?"
    "Nada de mais."
    -Senhorita Bris, pode me dizer se tem batom na minha boca?
    "(Irritada) Cannon... o que... você... fez?"



    Ebon escreveu:Uma das motos está virando demais pra direita, boa sorte. Os homens do rei vão vir logo
    -Podem ficar com as motos, eu acompanho vocês.
    Adurna Bris escreveu:De novo não
    "A Druida vai surtar novamente com essas viagens. Nem a Atens deu conta disso e não é nada seguro deixar alguém desorientado pilotar."
    "Id, preparou o que eu pedi mais cedo?"
    "Claro, Ace!"
    (Off = Free Action - OMNITOOLS FRIENDLY FIRE (100EPs): Technology +20 +SECOND CHANCE, CD24. Se falhar, como está em ação livre, tento novamente pelo próximo turno até conseguir) MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    18 , 20
    OMNITOOLS FRIENDLY FIRE (100EPs):
    • Armadura espacial (20EPs): Protection 10 (Trade-Off +5 / Parry & Dodge -5), linked - Immunity (life support) 10
    • Escudos defletores (10EPs): Enhanced Parry 5 & Dodge 5
    • Incenso psicotrópico (41EPs): Affliction (FORTITUDE: entranced (lethargy) < stunned (ecstasy) < asleep) 15 (Trade-Off +5 / Attack -5), (Progressive 2, Alternate Resistance - Dodge 0, Sense-Dependent - Olfactory -1), Insidious 1, Subtle 2, Reversible 1, Accurate 3, Feature (IMPROVED CRITICAL 4)
    • Lentes especiais (17EPs): Senses 17 (EXTENDED (Visual 3, Auditory 3), Analytical (Visual 1, Auditory 1), Penetrates Concealment (Visual 4), Counters Concealment (Visual 5))
    • Propulsores (12EPs): Flight 10, Platform -1, Subtle 2
    "Incensário em forma de lótus?! Bem pensado."
    "Tome cuidado, isso deve queimar neurônios só de chegar perto..."
    "Talvez eu tenha exagerado na química do incenso, mas assegurei que a pressão certa desfaça todos os efeitos nocivos."
    "(Irônica) Mais uma garota prestes a ficar bem zangada."
    "(Orgulhosa) Ah, não! Ela vai gostar! Nem vai saber o que aconteceu, mas me certifiquei de sobrecarregar o sistema nervoso com estímulos prazerosos!"
    "(Agoniada) Ai, Id! Não!"
    "Eu não queria que ela se sentisse mal... ela vai gostar. Só vai precisar de uma ducha gelada depois... ou de roupas secas..."
    Me aproximo da druida com o incensário nas mãos.


    -Senhorita Bris, antes de irmos, pode me dizer se o cheiro desse incenso te lembra alguma coisa?
    Aproximo o incensário da garota e observo sua reação.
    (Off = Incenso psicotrópico +5 vs Parry de Adurna Bris (Que deve estar Vulnerável a ação), Se acertar, Adurna rola Dodge (Também Vulnerável) vs CD15. Se o ataque falhar, como é sutil, tento novamente no próximo turno, pedindo para que ela respire mais profundamente, até conseguir) MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    6

    Quando/se ela desmaiar, a pego nos braços e voo acompanhando as motos em meu estado normal(UNCANNY REGENERATION).
    Lyvio
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Qui Ago 31, 2017 3:59 pm

    Orochi faz uma apresentação que julgou cinematográfica, porém, um tannto quanto espalhafatosa assim como suam próprioa personalidade. O jovem deus gostava de ser o centro das atenções em qualquer lugar que fosse, vivia gritando para os quatro cantos que era um deus, filho de Gaia, dentre muitas outras coisas exageradas e chamativas como de costume.

    Para sua frustração o Cowboy não pareceu nem um pouco impressionado e ainda disse que ele não era um deus pois existia apenas um. Orochi quase que perde o equilibrio de sua levitação e seu rosto parece rubrar constrangido:

    "Que povo sem graça, os cowboys do cinema pareciam mais interessantes, para sorte dele não quis que o efeito de minha presença o afetasse mais deveria, só assim me reconheceriam! No entanto, eu tenho percebido o afastamento das pessoas exatamemnte porque dig ser um Deus, muitos não acreditam e outros se afastam por temer ou tros como esse cowboy simplesmente ignoram..."

    Orochi volta para sí quando antípoda suger deixar as apresentações de lado o deus acena positivamemene e encosta na moça e cochicha em seu ouvido.

    -Antípoda, você me parece ser bem sincera...você acha que eu devo parar de falar que sou um Deus, fazer essas apresentações? Eu gosto d tudo isso, mas parece que os outros se incomodam, só podme estar com inveja...

    Dizia ele com ar de superior e um com um leve sorriso no rosto.

    -Mas como disse D. Pedro lá no Brasil segundo minha professora de História Geral a senhora Hela para evitar que o Brasil se tornasse colônia novamente: "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, eu mudo!"-Adaptação Minha- Evitarei esse tipo de coisa, acho que tenho que ser mais amigo dos demais, para começar diminuir esse meu ego, ou melhor controlar.

    O deus vira-se para o cowboy e indaga:

    -Qual seu nome mesmo Cowboy?

    Então assim que recebe a resposta vai até a igreja.

    Quando Orochi adentra a Igreja com sua presença ativada e gritando para os mascarados, mais uma vez ele sente-se frustrado. Só existia um mascarado e ele etava preso, os demais eram moradores do vilarejo.

    O Jovem deus pigarreia mais uma vez sem graça e desativa sua presença. Então dirige suas palavras para os demais.

    -Acalmem-se, eu não sou inimigo nem de vocês nem dos Mascarados, vim em auxilio para garantir a paz. Culturas diferentes não são indicativos de que um ou outro lado tenha que obrigar um ou outro lado a alguma coisa.

    O deus olha para o mascarado e Levita lentamente até ele:

    -Então vocês sabem minha lígua, você parece ser um nivel superior aos buchas de canhão que atacavam a cidade e sequer sabiam inglês. É exatamente com vocês que quero conversar.

    Dizia deus esperando a reação dos outros e do mascarado.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Zer0 em Qui Ago 31, 2017 5:51 pm

    Ao terminar o discurso, os membros de sua equipe começaram a votar nele. "Me alertaram que jovens não escutam o que os velhos têm a dizer, mas pelo visto jovens superdotados são ainda piores." Ele levou a mão metálica a testa metálica. Teria batido em sua própria testa se fosse possível.

    Foi quando o Quimera se pronunciou. W. teve que admitir que ficou impressionado, não tinha certeza se a criatura falava e, se falasse, imaginava que seria algo como "devorar humanos maus". Foi um alívio e uma surpresa, pois ela tinha uma colocação interessante.

    O militar lembrou-se dos tempos no exército da ONU. Alguns diziam que era errado "levar a paz" e os povos deveriam se acertar sem interferência externa. Quem disse isso claramente nunca pisou em um campo de batalha. Em uma luta entre o oprimido e o opressor, quem permanece neutro está do lado do opressor.

    Porém externar seus pensamentos nunca passou pela cabeça de Miller, não havia razão para desafiar um comando importante como aquele. Subiu na nave e colocou sua armadura no espaço designado. A Quimera era muito grande e teria que ficar no mesmo local. Ou seja, o que Steel tentava atingir artificialmente aquela criatura possuía naturalmente, apesar disso, o militar obviamente não a invejava.

    Voltou para os bancos e caminhando entre os corredores fez questão de dizer:

    -Vocês só podem estar de sacanagem. Eu? Líder? Vocês não prestaram atenção em nada que eu falei? É pegadinha né? Cadê a câmera? - Respirou fundo, estava soando como um velho, deuses, ele estava velho.   - Ok, não façam nada idiota. Não quero ser responsabilizado pela morte de ninguém.

    Caminhou até o local do piloto. A nave ia ser controlada por piloto automático... Só por teimosia se sentou na segunda fileira. "Líder é o Cara***"

    [...]

    Ao enxergar a nave de onde o sinal era emitido, franze a testa, desconfiado.

    -Essa nave parece estar há bastante tempo aí... Ele não sabia o que concluir com isso. Será que estavam atrasados? Os tripulantes estavam vivos ou outra pessoa tinha enviado o sinal?

    Ao ouvir a pergunta de Ártemis responde prontamente:

    -Sim, aproxime-se com cuidado, fique de olho no radar. Se isso for uma armadilha esteja pronta para ela. Imagino que ninguém quer ficar esquentando os bancos, não é? Já que a nave tem piloto automático podemos descer todos.  

    O desembarque é um dos momentos mais críticos de uma missão, vamos tentar diminuir o tempo de exposição, sem perder muito tempo para descer, entenderam? Após o desembarque Ártemis pode levar a nave para uma altitude segura e esperar nosso sinal para vir nos buscar. Alguém discorda?


    W. sentiu ódio de si mesmo, quando estava no exército odiava aqueles com a patente superior que ficavam com esse tipo de ordem idiota, porém ele apenas conseguia pensar nos acidentes que poderiam acontecer. Se o jato fosse destruído eles teriam que ficar isolados esperando reforços, poucas coisas seriam piores do que isso.

    Se ninguém falasse nada, Steel iria voltar para o compartimento de carga vestir seu casulo de metal.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Set 01, 2017 1:52 am

    Ártemis, até agora não envia a tradução até agora.
    Isso me irritada profundamente. Mas em breve eu ei de me livrar dela também.
    Mais do que o fato que Adrastrea reage de forma instintiva.

    São Paulo, 2006

    Sensei Alex: -Você é muito bom nas técnicas de judô e jiu-jitsu.

    ...:- Consigo arremessar praticamente qualquer pessoas e no solo eles tem pouca chance contra mim.

    Sensei Alex: -Sim, mas o jiu-jitsu só ficou famoso por ter tempo de usar o solo contra o inimigo. Isso nem sempre é possível... Algum aliado de seu inimigo vai te atacar antes de você poder usar uma técnica mais eficiente. Mesmo sendo tão bom em jiu-jitsu.

    São Paulo, 2007. Campeonato de MMA, Real Fight...


    Jorge Patino: -É tudo muito simples, use seu jiu-jitsu. Nada consegue acertar alguém com força o bastante para sair do chão quanto você segura a pessoa nele.

    Agora

    Fiz isso a vida toda, a armadura pesada dele me ajuda a desequilibra-lo e fazer o estrago que um mero soco não faria. Projeto de cara, arremesso o adversário no chão e já me preparo para tentar manter já um estrangulamento, o problema é que meu aliado não é tão técnico quanto eu... apesar de muitíssimo mas muito mais forte!

    Ele dá um soco contra o adversário com exoesqueleto que o afasta de minhas mãos antes que eu possa fazer uma imobilização ou quebrar alguma articulação com uma chave. Apesar do fôlego que o adversário ganhou, com o inimigo no chão eu teria muito mais vantagem... Seja o que for que essa armadura faça, de pé minhas chances são menores.

    Saco! Agora vai ser impossível derrubar esse monstro e o manter o sujeito no chão de novo... O primeiro soco capaz de me partir no meio passa perto, não vou ficar aqui para que ele pratique ataques até me atingir, ele ainda esta atordoado do soco e da queda, vai se recuperar em breve. Mas nem comento isso com ele, não é hora.


    Anônimo: -Você esta indo bem! Eu já volto!

    Ao me esquivar do ataque zonzo imagino que o próximo será maior. E vendo que umas das duas mulheres para quem eu disse para ficar saindo, eu meramente me projeto para perto de algumas das mesas e para porta na mesma direção delas... Só que me escondendo do Exosuit, usando mesas, o balcão e meu amigo canalizador de energia como distração.

    Hide of Plain SightStealth: 16, Hide in the Plain of S  Secound Chance
    Claude Speedy efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    Conforme me afasto da batalha, vou seguindo a mulher. Faço isso sem me importar se ela ou os aliados escondidos estão me vendo a acompanhar, mas preocupado com inimigos que possam ataca-la. Nesse meio tempo, entro de novo em comunicação com a equipe.

    Anônimo: -Eu disse para você ficar afastada! Eu ia dar um jeito... Me acompanhe até onde estão as armas, Candy!

    Com isso tento falar com Reaper e Antípoda. Eu até falaria com Orochi, mas ele deixou bem claro que não quer contato comigo e é melhor não irritar, até porque não sei que poderes o menino Jesus tem, também deixo o Reaper para depois porque no tom "proto-fascista" de me chamar de terrorista eu não tenho paciência para "homens de bem" que se acham moralmente superiores.

    Anônimo: -Antípoda, pode me dizer o que esta acontecendo aí que vocês não conseguiram chegar? Estamos com mais civis aqui e dificuldades. Tentem se apressar
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Sex Set 01, 2017 5:03 pm

    Antes:

    O abraço repentino de Albert deixa a Imperatriz surpresa e visivelmente desconfortável, afinal as pessoas geralmente não ousavam aproximar-se dela daquela forma e portanto isso era algo com o qual ela não estava habituada assim como não era algo comum mostrar-se tão frágil o que a deixava ainda mais envergonhada. Entretanto, ela não esboça reação de afastá-lo. Revirar o passado e suas perdas a fizeram ter a sensação de que sua mente girava em círculos, ela estava confusa e cansada.



    A Imperatriz tentava acostumar-se com a ideia de que Cannon era um robô, mas ela não conseguia familiarizar-se com essa ideia. Afinal, embora tivesse relevado seus planos sombrios, ela ainda via resquícios de humanidade nele, não apenas em suas falas e em seu gesto para com ela, mas também não se sentia abraçada por uma máquina. - “Ele parece sincero, mas é difícil acreditar que não seja mais humano!”
    @Ace escreveu:-Achei necessário.
    Você estava confusa... ainda está, e eu dei um empurrãozinho.

    Atens- Não devia ter feito isso!!!

    @Ace escreveu:-Sua segurança nunca esteve em risco.

    Atens- Senti que estava! Todos nós!

    @Ace escreveu:-Eu já vi o que você pode fazer e está relutando em confiar nas suas habilidades. Seu coração ainda está partido e eu sou bom em concertar coisas. É por isso que estamos aqui.

    Atens- Algumas coisas não tem concerto... simplesmente não tem. Essa é uma delas.



    Atens percebe a reação de Cannon e além de apresentar um olhar confuso ela não acreditava na postura que ele estava assumindo. A Dryad aparentava ter ficado ainda mais constrangida com aquela situação. - “Esse olhar... Porque ele está me olhando assim? É mais uma das suas piadas? Não... Ele não faria isso! Arian é minha prima... era. Droga, odeio pensar que ela se foi! Espero que seja mais umas das piadas dele... não quero manipular os sentimentos dele... não me parece certo.” - Atens parece ficar em dúvida. - “Não queria tornar isso mais uma entre tantas mentiras. Ele não faria isso...”
    @Ace escreveu:-Seria um confronto terrível.
    Eu não posso morrer e jamais te machucaria.
    Ainda assim... majestade... se encontrar uma forma de me destruir... não consigo imaginar um fim melhor para a minha existência do que através das suas mãos.
    Atens enxugava suas lágrimas enquanto considerava afastar-se de Cannon, mas a última frase de Ace transformou seu olhar confuso em um olhar assustado. Dizer que não imaginava haver um fim melhor do que ser destruído pelas mãos dela certamente a deixou horrorizada. Ela o encarra.

    Atens- Eu disse que vou pará-lo; que não vou deixar ferir inocentes e não destruí-lo! Eu não... Eu não faria isso! - “Eu não desejo destruir ninguém. Eu só quero justiça e voltar pra casa!”


    A Dryad estava próxima a Adurna quando a mesmo sussurra:
    @isaac-sky escreveu:[Adurna]:De novo não.

    Atens- Você consegue. Vá junto com alguém e mude o foco de seus pensamentos durante o caminho. Pense no seu lugar favorito, visualize-o. Costuma me ajudar quando eu preciso. - A Imperatriz havia colocado a mão sobre o ombro de Adurna e a olhava com uma expressão gentil. Assim que termina sua fala ela segue em direção a plataforma observando as motos com um ar receoso afastando-se de Adurna enquanto Ace aproxima da Druida com algo em suas mãos.

    @isaac-sky escreveu:[Perz]:Imperatriz, deixe-me pilotar.

    Atens- Obrigada, Perz. Eu odeio essas... - Atens observava a moto. Ela realmente não gostava desses veículos. - ...  coisas! - “Infelizmente não há outra opção!”

    @isaac-sky escreveu:[Ron]: E desde quando pilota, jedi?
    A Imperatriz olha pra Ron surpresa. Aquela postura era justamente o que ela queria que tivessem em mente de evitar após a conversa que tiveram. - “Eu perguntei se haveria algo que ele gostaria de dizer e tenho certeza que deixei claro que deveriam se respeitar e acharem um jeito de trabalharem juntos!”

    Atens- Não temos tempo pra isso! - “Eles estão querendo me enlouquecer??? Isso vai ser mais difícil do que pensei!!!!”

    A Dyad usa sua presença para alterar os sentimentos de ambos e fazê-los acalmarem-se.

    Atens- Podemos ir antes que mais guardas apareçam?
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Sex Set 01, 2017 5:32 pm

    (Off = OMNIAPP - Hacking Vehicles: Technology +20 +SECOND CHANCE) MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    1 , 5
    Conteúdo patrocinado


    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Conteúdo patrocinado


      Data/hora atual: Ter Nov 21, 2017 8:19 am