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    Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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    Neith
    Cavaleiro Jedi
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    Cavaleiro Jedi

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Qua Set 13, 2017 2:15 am

    Antes:

    Atens- Eu escutei tudo o que você disse, mas... é difícil acreditar!

    Cannon toca a face da Dryad na tentativa de secar suas últimas lágrimas. Por instantes, a Imperatriz, simplesmente fecha os olhos, embora ainda estivesse claro em sua postura que estava envergonhada. - “Principalmente quando ele age desse forma... tão humana.”



    “As palavras de Albert me deixaram curiosa, pois aquela era a visão de meu povo sobre minha família. Foi através dos atos de Lhianna que Athantis reencontrou a paz e o equilíbrio entre todas as linhagens, sem distinções. Finalmente voltamos a ser um único povo como era no princípio, segundo nossas lendas. Toda vez que a harmonia era ameaça fomos convocadas a restabelece-la pagando o preço que os outros líderes e nem a população que vinham a nós desejavam... manchando nossos espíritos ao tomar as ações necessárias por mais sombrias que pudessem ser. Condenei minha tia a morte por traição, por assassinar minha mãe, por matar o pai de Arian, por tentar me matar, e assassinar tantos outros líderes, mas isso não é o que pesa em meu coração.

    O meu maior arrependimento é não ter feito isso antes, quando eu era apenas a uma Queen, quando ela tentou matar Arian e outras crianças da linhagem dos Nyads para me fazer desistir de minha posição em seu nome. Apenas um entre tantos atos de insanidades cometidos por ela, se eu tivesse a força necessária naquele tempo... aquele maldito dia nunca teria chegado e provavelmente eu não estaria aqui hoje.

    Não escondo minha surpresa ao ouvi-lo dizer que se meu Império não estivesse limitado a meu povo eu poderia levar a paz a outros. Embora eu seja a Imperatriz o Império não é meu, é do povo Dryad, cada uma de minhas decisões, de meus dias como Imperatriz é para garantir que nada lhes falte, que tenham paz, harmonia e prosperidade. Assim como aqueles que vieram antes de mim eu passarei e me tornarei apenas uma lembrança enquanto o Império permanecerá nas mãos do próximo escolhido. Somos treinados desde os primeiros passos a cumprir nossas futuras funções com a máxima excelência e as falhas não são toleradas sem as devidas consequências.

    Mas, nenhum de nós possuiu a pretensão de conquistar outros povos, nem mesmo com as melhores intenções porque é de direito deles escolher a forma que vivem e governam-se. Nosso dever é respeitar suas tradições, suas vidas, suas escolhas, assim como exigimos o respeito pelo nosso modo de viver. No tempo de Lhianna o povo Dryad clamava por harmonia e paz, seus líderes estavam cegos por rixas antigas, muitos estavam morrendo e entre eles muitos inocentes. Ela dedicou sua existência a atender esse clamor, mesmo não sendo seu dever, simplesmente por amor e eles fizeram dela a primeira Imperatriz. Muitos líderes caíram outros ergueram-se e voltamos ao equilíbrio e a união, ao menos a maioria de nós. Se houve entre nós um verdadeiro Leviatã foi ela.

    Se ele deseja que eu o pare e que este dia nunca chegue porque insiste nesse caminho? Não é apenas nossos atos passados que nos define. Construímos nosso futuro do presente e não somente do passado. E eu achava que quem estava presa ao passado era eu.”

    @Ace escreveu:-Até esse dia chegar... eu quero fazer parte disso. E eu não quero perder você também.

    “Eu estava prestes a dizer que ele só perderia minha amizade se insistisse no caminho da vingança e somente quando aquele dia chegasse, mas fui surpreendida com seu avanço na intenção de beijar-me. Pela primeira vez após um longo tempo eu fiquei sem reação. Eu devia ter me afastado naquele mesmo instante, mas minha mente havia sido bombardeada com tantas informações difíceis de se assimilar quando despertam memorias e esperanças mortas soterradas e esquecidas a tanto tempos que só consegui recordar quem ele era quando tocou em minha face e quando Albert ameaça puxar-me para mais perto dele eu o afasto virando-me em outra direção levando uma de minhas mãos a boca e seguida usando-as para esconder meu rosto . Aquilo me deixou ainda mais confusa, para não dizer transtornada. Ele foi noivo de Arian, tinha planos perturbadores e nem mesmo era humano mais.”

    Atens- Isso está errado!!! Eu não... você...

    @Ace escreveu:-Desculpe... majestade.

    Atens balança a cabeça negativamente.

    Atens- Isso jamais devia ter acontecido!

    A Dryad havia começado a falar em um dialeto arcaico entre seu povo, algo que Ace só escutava quando a via sozinha com Arian e Killian. Aquela era sua língua materna (Nyad) o que só mostrava que ao invés de ajudá-la a ter um foco apenas jogou sobre sua mente um peso tão quando que a fez revelar seus pensamentos. A Imperatriz estava claramente envergonhada e não queria permanecer ali, ela então começa a caminhar por onde vieram dirigindo-se de volta ao salão, em silêncio.



    A Imperatriz continua caminhando e sem olhar para Albert enquanto o escuta, mas ela não consegue esconder o espanto quando ele diz que o que viveu com Arian eram histórias de outra pessoa ou sua indignação por ele buscar diversão em um momento como aquele e com ela. - “Agindo dessa forma... Ele realmente deve ser uma máquina!!” - Atens respira fundo e tenta se recompor, afinal quando voltassem ela não poderia deixar que notassem o quanto estava abalada porque não faria sentido para os demais e ela não poderia explicar. A Dryad responde-o com seu olhar fixo no caminho a sua frente.

    Atens- E, você achou que... - A voz de Atens mostrava revolta até que ela faz uma pausa e seu tom torna-se sério. “Suas ações e suas falas são tão confusas!” - A memória dela ainda é real para mim, Cannon! É tudo que me restou! - A Imperatriz ainda estava perplexa com o desfecho da conversa que tiveram. “Eu devia ter percebido que não era apenas mais uma de suas brincadeiras! Mas... Eu não imaginei que ele... levaria isso tão longe.  Realmente acreditei que ele ainda pensasse em Arian como eu.” - Essas palavras só me dizem que você não superou, mas quando realmente o fizer eu acredito que não só possa como será capaz de ter algo especial por alguém novamente. - “Mesmo se o que ele diz é verdade isso não deveria ter acontecido... Eu não mexi com os sentimentos dele! Como isso foi acontecer?! Nós estávamos falando de Arian e ... Isso não faz sentido algum!! Ele nem é mais humano!” - O que busca não encontrará comigo, Dr. Cannon! Eu já fui assim, é verdade, pois eu não acreditava ser possível existir algo verdadeiro, mas eu estava errada. - “... embora, isso ainda pareça não ter sido feito para mim. Afinal, ou se aproximam interessados no status ou porque eu provoquei. Nunca são verdadeiros!” - Eu não busco mais diversão e mesmo que ainda buscasse... Ela ainda é real para mim!... Sinto como se eu estivesse desrespeitando-a.
    A Imperatriz aparentemente já havia retomado a sua postura habitual, embora ela não direcionasse o olhar a Albert em nenhum momento.

    Atens - Apenas tome cuidado Dr. Cannon... Busque se envolver com quem também queira apenas diversão ou poderá correr o risco de condenar alguém ao sofrimento de um coração partido.

    “Mantenho um olhar de repreensão para ambos, aquela situação era inaceitável. Aquele comportamento entre os guardiões em público era vergonhoso. Eu já imaginava que seria difícil fazê-los conviver em harmonia, mas esperava que fossem capazes de deixar as rivalidades de lado ao menos durante as missões. Pelo visto me enganei. Eu preciso dar um jeito nisso e logo. Antes que eu tomasse uma atitude percebo Quasar aproximar-se de Ron...”

    Quasar escreveu:-Vamos, eu preciso que alguém assuma o controle da moto se eu cair no sono.

    “...Embora a situação fosse séria minha vontade é de sorrir, pois havia certa graça naquela cena, mas mantenho minha postura séria e um olhar repreensivo. A postura de Quasar diante a situação me surpreende positivamente. Isso apenas aumentou minha curiosidade sobre por onde ela esteve e o que esteve fazendo durante o tempo que desapareceu.

    Ron havia sido pego de surpresa e a única reação que esboça é olhar para sua irmã como quem suplica por uma interferência, mas ela, assim como eu apenas assiste a cena. Olho para Ren com uma expressão intrigada e tento analisar sua linguagem corporal... Será que ela estaria achando a cena tão engraçada quanto eu ou há algo mais? Porque ela não interferiu?

    O sorriso de Perz me incomoda e ao olha-lo não escondo minha insatisfação com o ocorrido. Aquela cena entre eles jamais deveria ter acontecido; não importa quem havia começado, ambos participaram.

    Pouco depois de subir na moto e antes de partirmos reparo que Adurna estava desmaiada e não escondo minha preocupação ao olhar para Albert.”

    Atens- O que você fez?!



    “Logo de início as motos atingem uma velocidade alta e me lembro como odeio esses veículos; eles não fornecem o mínimo de segurança apenas exposição. Ao escutar a voz de Ren tento olhar em sua direção preocupada para pedir que tivesse cuidado.”

    Ren escreveu:-É a droga da minha moto que tá virando pra um lado sozinha.

    @Ace escreveu:-Largue os controles.
    Eu te guio até em casa, amor.

    “Claro, Dr. Cannon, hora perfeita para provocações!! Isso vai ajudar muito! Eu estava mais preocupada com o fluxo de veículos que mostrava-se intenso do que com as desavenças entre eles... Quanto mais demorássemos maiores eram as chances de nos encontrarem...”

    Perz escreveu:-Imperatriz, se segure.

    “Atendo ao pedido de Perz no mesmo instante, mas não consigo esconder em minha face o susto por sermos quase atingidos por um míssil...
    Esse Rei é louco?! Ele só pode ser louco. Como pode arriscar civis?! Quem arrisca eu próprio povo para tentar eliminar quem não se mostra agressivo? Sendo que a essa altura já deve saber que viemos ajuda-lo contra seus inimigos! O que raios está acontecendo aqui? ”

    @Ace escreveu:-(Língua local) Erro administrativo número um: iniciar um confronto entre civis.

    “A fala de Albert chama minha atenção e tento olhar em sua direção. Os veículos começam a dispersar-se e minha preocupação com Adurna aumenta, afinal ela estava nas mãos de Cannon e ele claramente estava aderindo ao conflito.”

    @Ace escreveu:-(Língua local) Erro administrativo número dois...

    “A cena que vi era no mínimo estranha, aparentemente Ace tentava proteger a Druida enquanto ele... muda de forma. Por Athantis... como ver isso é bizarro!!! Certo... agora eu acredito que ele seja um robô! O que é que ele vai fazer?!”

    @Ace escreveu:-(Língua local) ...tentar ferir algo que não pode matar.

    “Pela postura de Ace fico com a impressão de que tentava atrair a atenção para si... Se for mesmo isso teremos alguma chance de seguir em frente e conseguir chegar ao nosso destino, mas... ele e Adurna... Sinto meu coração comprimir-se... Eu sei o que preciso fazer, mas não quero! Como eu detesto isso!!!! Suspiro antes de dizer minha decisão modulando minha voz para que todos em meu grupo escutem-me e assumindo mais uma vez uma postura manipuladora a fim de fortalece-los em sua fé.”

    Atens -Evitem o confronto e sigam em frente... Protejam-se e façam 6 parecerem 600.

    “Mais uma decisão que não queria tomar e que precisei fazer! Eu só espero que eles fiquem bem. Porque atacar-nos?”

    [Resumo]:
    Armada Imperial (ENHANCED SKILLS + COMMUNICATION + FEATURE)
    Nota: Apenas os aliados devem ser afetados.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Qui Set 14, 2017 11:56 am

    Equipe Laranja:


    Equipe Laranja









    Steel




    Flamesh




    Djinn




    Morrigan




    Cheyenne




    Rhys/Quantum



    Dr. Quimera



    No ar Flamesh e Djinn observam melhor a nave caída: os dois notam as palavras, incompletas, estampadas como nome do Crusador: EMPER...

    Djinn escreveu:- Sabe Cheyenne, brincadeiras à parte, se você precisar de alguma coisa, não hesite em me procurar.

    Cheyenne acena positivamente com a cabeça. Por um instante o gênio nota que ela fica mais séria, mas logo volta ao normal.

    Djinn escreveu:- Mas uma selfie pode?

    [Cheyenne]:No dia que os porcos voarem - ela responde, mais debochada.

    @Flamesh escreveu:- Arth, eu não sei bem como essa coisa funciona, como eu faço pra me comunicar com os outros?

    [Artemis]:Ora, é muito fácil! Apenas me diga com quem gostaria de se comunicar, ou selecione esses botões no visor - ela demonstra visualmente como usar as funcionalidades de comunicação do aparelho.

    @Flamesh escreveu:- Arth, você tem alguma espécie aí de dicionário/enciclopedia? Se tiver, tem como conseguir o nome de todas as companhias ou sociedades da Terra 4 que tenham as letras chaves "Emper..."? Se não achar nada assim da Terra 4 procura das outras Terras que disponibilizam de recursos pra fazer uma nave, a Chey disse que a Terra 4 não costuma fazer muitos desses.

    [Artemis]:Estamos longe da nave, pode demorar um pouquinho, mas vou procurar! - ela presta continência - Se ficarem com os braceletes próximos o processamento fica mais rápido.

    Djinn escreveu:- Cheyenne, você tem mira telescópica aí? Pode ver quem é que está lá embaixo?

    [Cheyenne]:Hmpf, eu tenho algo pra isso - a soldado puxa das costas um rifle, ao pressionar alguns botões a arma se modifica e uma mira telescópica se forma sobre o cano da arma. Ela apoia o rifle sobre o ombro e mira com o olho direito.

    [Cheyenne]:Está de costas pra nós. Parece ser um homem, tem um revólver no coldre. Tiro fácil aliás - ela diz girando uma trava na arma, mas não coloca a mão no gatilho ainda.

    De acordo com a sugestão de seu líder o grupo aéreo permanece no ar, vendo seus colegas se aproximando.




    Steel levanta muita poeira com sua armadura pesada, pronto para o combate. Inúmeras vezes que saltara no meio do inferno...mas dessa vez não havia nada.

    Com Rhys na frente, Respawn se concentra em seus poderes para enxergar o futuro, certa de que poderia ver perigos à frente.

    Ao fechar os olhos a mente de Morrigan se transporta para o futuro próximo:

    Spoiler:



    Respawn vê um grande corredor, mas não parece ter sido feito para pessoas andarem.


    [Voz metálica]:Não toquem nos condutores, há muita energia neles.

    [Artemis]:Estou pegando vários sinais de infravermelho. Parecem sensores...devem ser as defesas da nave.

    A cena se modifica por um instante, e sem saber exatamente o quão futura é...uma criatura se aproxima do grupo mas é difícil entender sua forma.

    Os sons de tiros são o último detalhe da visão.


    Steel e Respawn andam, seguindo a trilha de Quantum, subindo por uma pequena elevação de rochas arenosas, agora com visão da nave caída: uma grande estrutura aparentemente abandonada a algum tempo no deserto.

    Os dois param quando veem Quantum encarando uma figura, aparentemente um homem, de costas para eles. Ambos reconhecem que Quantum está com uma pose de combate, pronto para reagir.

    A figura misteriosa apenas encara a nave, a forma como está parado chega a ser desconcertante.


    A figura se vira, carregando um revólver no coldre. Apesar de manter a mão no revólver, Steel reconhece que ele tem intenção de atacar enquanto não fosse atacado. Ou pelo menos até perceber o momento certo de sacar a arma.


    O homem não parece humano, seu movimentos são robóticos e seu rosto é aberto na região do que parece ser o ferimento de bala: é possível ver alguns circuitos.

    [Voz metálica]:Saudações. São estrangeiros também? - ele se mantém imóvel.


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    Grupo 1:


    Grupo 1







    Reaper





    Antípoda




    Orochi





    Beast Girl





    Adrastrea


    Anonimo



    @Claude Speedy:


    Katherin parece voltar a si quando ouve Anônimo. Ela arregala os olhos e corre de volta para o balcão munida de seu rifle.

    O vigilante cria uma chuva de shurikens em direção a janela. A garota estava certa, era possível ver mais soldados mascarados se aproximando. As shurikens estilhaçam as janelas, os mascarados retornam fogo a esmo, sem atingir ao vigilante ou a garota.

    Eles saem da janela e tentam dar a volta, provavelmente tentariam a entrada do saloon. Anônimo pode ouvir mais sons do combate de Beast Girl e Adrastrea.

    [Antípoda]:Anônimo, o saloon deve ser um alvo para eles. Tem mais se aproximando, vou impedir uma das rotas, aguente aí. - informa a heroína.


    @Lyvio:


    Orochi permanece em sua conversa diplomática com os habitantes da vila.

    Orochi escreveu:
    -Primeiro, eu já falei que não faço parte de nada que se refere a estes mascarados. Eu não sou daqui, digamos que sou um forasteiro que recebeu um pedido de socorro vindo deste vilarejo e quando cheguei me deparei com um ataque dos mascarados contra vocês e acabei me tornando alvo deles, mas suas capacidades são ridículas diante de mim e absolutamente nada puderam fazer...Então finalmente salvei o senhor Masrton aqui e eel me disse que viesse para cá

    [Abbhel]:Ótimo, vocês que pegaram o sinal... - o mascarado parece frustrado.

    Orochi escreveu:
    -Me chamo Yamato no Orochi e como disse, vim para tentar buscar a paz entre vocês e os mascarados. Agora me digam quem são "os outros" Quem são os fundadores? E eles confiaram em quem?

    [Marston]:Não me pareceu isso lá fora, garoto. Você ainda deixou Maria e Baker pra sangrar até a morte lá.

    Todos na capela exclamam algo, assustados diante da afirmação.

    [Martha]:Eu disse que era tolice ir lá, agora perdemos até mesmo o dono da mina.

    [Jebediah]:Isso é verdade? Você deixou Maria lá pra morrer? - o mineiro ficou mais próximo de Orochi - Se isso for verdade eu...eu... - o velho parece transtornado.

    [Ezekiel]:Fundadores são os caras que construiram essa vila. Não estão aqui na capela.

    Orochi escreveu:-Você, qual o seu nome?

    [Zhien]: Zhien pra você - ele parece alguém ameaçador pela forma como se porta com sua arma.

    Orochi escreveu:-Para falar você não precisa ser solto, pelo que estou vendo, sua boca não está amordaçada, portanto, pode começar a falar...Tenha certeza que analisarei cada uma de suas palavras e lhe bombardearei com perguntas. E antes de tudo, diga-me como fazer seus capachos pararem d atacar o vilarejo e meus companheiros que vieram em paz. Já derrotei mais de dez dos seus como falei, e mesmo com sua tecnologia e armados com um Mecha, ele foi esfarelado como se não fosse nada. Não ache que sou um qualquer...

    [Abbhel]:Vocês provocaram isso, eu não posso impedir a luta de sobrevivência deles. Mas eu não posso falar nada se não me garantir que não vão me apagar em seguida.

    A tensão na capela cresce.

    [Antípoda]:Orochi, ainda não acabou. Precisamos de sua ajuda no saloon.



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    Orochi
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    Grupo 2:


    Grupo 2






    Ace



    Atens



    Ren



    Ron



    Perz



    Druida



    Quasar





    Ace decide assumir uma estratégia mais agressiva. Assumindo a forma de um constructo maior ele começa a passar pelos checkpoints de guardas de prata.
    Ao mesmo tempo hackeara os dispositivos de som para uma música tranquila.

    Em seu visor o doutor vê algo diferente no mapa: diversos pontos vermelhos começavam a se mover em direção a sua trilha de destruição, sua descrição: Camaradas Rubi.


    Adurna permanece dormindo em sono profundo.

    Ace percebe uma tentativa não sucedida de tirar seu controle sobre os aparelhos de som e de encontrá-lo virtualmente.
    Uma nova mensagem, destinada aos agentes da guarda de prata, surge:

    Protocolo Jericho acionado. Evacuação de civis imediata

    No último checkpoint destruído por Ace, os escombros continuam a cair no profundo “chão” de Zionis, no momento os únicos corpos que vê são de mascarados de prata: era possível ver muitos com suas armaduras destroçadas, sangrando ou com membros faltando. Eles sangram como seres humanos.

    O som sintético de um disparo percorre a cabeça de Ace. Um disparo único e o prédio atrás de si é perfurado por um tiro. Eletricidade percorre todo o prédio.
    O autor do disparo era um mecha, sobre um dos prédios, o canhão ainda emanava fumaça. Ele preparava o próximo tiro.


    Iniciativa: Ace > Mecha




    Com Ace criando uma enorme distração o grupo de motos com Atens consegue espaço o suficiente para seguir na direção oeste e despistar a maior parte das motos dos guardas.

    Somente duas motos os perseguem. Inspirados pela motivação da Imperatriz, Perz, Ren e Quasar parecem confiantes. Ren parece já ter menos dificuldades com sua moto.

    [Comunicador Moto]: Aqui é o ‘amigo’ de vocês - Atens reconhece a voz de Ebon num pequeno visor da moto. Ele fala em inglês - A situação aí tá quente, o Rei quer vocês vivos ou mortos. Seu amigo robótico está fazendo um bom trabalho os distraindo, mas até ele vai ter problemas se não cair fora logo. Tem dois caminhos, um atalho pela Baixa Zionis ou a Entrada de Paravel. O primeiro é tortuoso mas tem mais cobertura, o segundo é mais direto mas é uma linha reta sem nada em volta.

    Perz olha por cima do ombro para Atens.

    [Perz]:Por onde iremos, Imperatriz?

    Ren voa próxima de Atens, um míssil passa por cima da cabeça da protetora dryad, quase a atingindo em cheio.
    [Ren]:O caminho sem mísseis, obrigada - diz a dryad através do comunicador do bracelete.

    [Quasar]:..Ron, se continuar me apertando assim vou acabar sem ar do pior jeito possível. Atens, vou pegar o primeiro caminho. Nos encontramos na casa desse nosso amigo - diz a heroína pelo comunicador.

    Um míssil voa na direção de Quasar e Ron, mas o dryad ergue seu escudo que toma uma forma maior: o míssil explode no escudo, sem causar danos nos dois.

    [Ren]:Eu vou te seguir chefe - diz a dryad para Atens.


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    Ace
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    Zer0
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Zer0 em Qui Set 14, 2017 4:24 pm

    Assim que Steel vê Quatum em pose de combate, também começa a ativar seus sistemas, miras e dados começam a surgir em sua visão. Então o soldado percebe a estranha figura examinando a nave silenciosamente. Ele era apenas um, se fosse hostil seria rapidamente eliminado. Provavelmente.

    Quando o forasteiro se vira para o grupo, Steel percebe a mão no revolver, apesar disso, não havia contração ou tensão no seu braço e ombro, ele não parecia estar disposto a atacar. "Um revolver para mim é o mesmo que um estilingue, mas e os outros? Serão vulneráveis a um disparo?"

    Nesse instante o soldado nota a natureza robótica da figura. Ligas metálicas e luzes formam todo o corpo da criatura. Miller achava aquilo idiota, se tivesse que fazer um androide, o faria em um formato útil, não copiando a natureza humana, porém cientistas sempre querem brincar de Deus.

    A BS-32 configurou-se automaticamente para o protocolo 1894: "Usar a metralhadora para amputar o braço que saca a arma." Era uma tática padrão contra robôs, deixá-los alijados e inúteis. Como dava para ver pelo no ferimento no rosto do caubói, atirar na cabeça não era necessariamente uma boa ideia.

    O silêncio pesado foi finalmente cortado pela voz metálica do autômato:

    [Voz metálica]:Saudações. São estrangeiros também?


    Steel solta o ar, diminuindo um pouco a tensão que sentia, nada de tiroteio por enquanto, mas muitas perguntas ainda eram levantadas, tomou a dianteira e disse com a voz distorcida mecanicamente pela armadura:

    Saudações. Pode se dizer que sim, nós somos representantes da Aliança. Recebemos uma transmissão desse local... Sabe algo sobre isso? Quem é você?

    Decidiu permanecer sem revelar muitas informações, não havia motivo para dar informações demais a uma figura estranha no meio do deserto, não enquanto não soubesse suas intenções. A experiência no fronte pode ter deixado Miller paranoico, mas também deixou vivo.

    Se possível, mandaria uma mensagem de texto ao grupo nas alturas:

    O alvo não parece hostil, se quiserem, podem reagrupar


    Amber, Cheyenne e Al eram personalidades exaltadas, mas poderiam fornecer uma perspectiva diferente para a situação.
    Flamesh
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Flamesh em Qui Set 14, 2017 10:12 pm



    Al escreveu:- Ah! Que susto!... Ei, todo esse fogo aí não é perigoso? Isso não te queima? Quer vir com a gente? Vamos, apague isso aí e venha conosco.

    Amber dava uma risada alta e logo depois ela se punha na frente do tapete, pouco abaixo da direção dele para que o rastro do fogo não o pegasse. Ela exibia um sorriso travesso de moleca olhando frontalmente para os dois enquanto voava de ré e dizia de forma convencida:

    - Esse é o meu segredo, Gênio. Eu estou sempre queimando.

    Então o rastro de fogo de Amber cessava e a garota logo abria os braços e começava a cair livremente no ar ainda olhando para os dois com o mesmo sorriso de moleca travessa e convencida, como se seu poder de voo tivesse falhado e ela não desse a minima, até que ela atinge apenas metade da altura da queda e logo todo o seu corpo entra em extrema combustão e o rastro de fogo ficara mais forte quando ela voou na frente à cena que se seguiu.

    Referência:

    Logo à frente, Amber não conseguiu parar de sorrir consigo mesma, afinal fizera uma exibiçãozinha que ficou muito legal, se sentia assim, uma garota cool, daqueles que a galera quer andar pra cima e pra baixo no colégio. Nem vira a cara do Al e da Cheyenme mas tinha certeza que os dois deviam ter ficado de queixo caído, torcia para que tivessem ficado.




    Quando já estava na frente, Amber já não estava mais em combustão, estava em forma normal quando Steel respondia:

    Steel escreveu:-Não acho que se embrenhar nos destroços agora seja uma boa ideia Amber, se for uma armadilha vocês vão estar sozinhos aí. Aguarde mais uns instantes que nós estamos a caminho, e se depender da motivação de alguns não iremos demorar muito.

    Amber levava o bracelete a altura da boca:

    - Roger that!

    E esboçou outro longo sorriso, sempre quis dizer aquilo.

    Arthemis escreveu:- Estamos longe da nave, pode demorar um pouquinho, mas vou procurar! Se ficarem com os braceletes próximos o processamento fica mais rápido.

    - Valeu!

    A garota não dizia mais nada além daqui, ela esperaria o esquadrão, ela estava ansiosa, achava tudo aquilo muito legal mas também estava com medo com a missão. Na verdade queria não ter encontrado ninguem ali, não sabia se estava pronta para um combate, ela só usara seus poderes para ferir as pessoas poucas vezes na vida, inclusive... Algumas inocentes que ela não conseguia esquecer os rostos mortos no chão... Aquilo a endurecera... Nunca havia tido a intenção de de ferir ninguem assim intencionalmente... Queria não ter que fazer isso denovo e queria que, se tivesse que fazer, tenha coragem para fazer denovo, da mesma forma... Não queria ter de fazer isso com ninguem inocente, não denovo.

    A garota logo aterrissava em algum terreno alto, de preferencia de forma discreta e esperava o esquadrão se aproximar. Ela observava o cowboy ali parado, o punho da garota se fechava e seu olhar era sério e o corpo ereto, tentando acumular um pouco de confiança, a hora da graça acabou e a tensão tão indesejada começara.

    O punho então acendia em chamas fazendo uma labareda forte, dourada e vermelha, um fogo que parecia mais vivo e agressivo do que o fogo normal jamais fora.

    Então o grupo chegara, o japa logo veio na frente já assumindo uma posição defensiva, ou ofensiva, depende a quem você perguntar. Amber então levantava vôo e começava a se aproximar só que por traz, porém, ela não tentava ser discreta, queria que o cowboy percebesse que tinha alguém chegando, isso para que ele não entendesse como se aquilo fosse uma emboscada para ele, mas sim uma equipe de busca no local, o que realmente era. Chegou perto o suficiente para ver que ele estava com a arma no coldre, ele poderia estar com medo ou apenas se preparando para atirar no momento certo, Amber não sentia-se como se pudesse confiar no bom coração das pessoas então tentou levar como se fosse a pior situação, mas sem causar o caos ali, pelo menos não dessa vez.

    Voz Metalica escreveu:Saudações. São estrangeiros também?

    Amber logo notou a voz metalica até que finalmente aterrissou em algum terreno alto, para ter vantagem de mira e estar distante o suficiente para poder desviar caso fosse atacada.

    Steel escreveu:Saudações. Pode se dizer que sim, nós somos representantes da Aliança. Recebemos uma transmissão desse local... Sabe algo sobre isso? Quem é você?

    Então finalmente ela chegara e pousara no terreno alto, de preferencia em cima dos destroços da nave, mas se não fosse possível, em algum outro terreno relativamente alto porém ainda proximo. Ela dizia alto para o Cowboy com o punho em chamas

    - Relaxa aí vaqueiro! Não vai precisar da sua arma...

    Ela erguia o punho ardido em fogo vivo e agressivo na altura do rosto.

    -... Se eu não precisar da minha.

    Amber não parecia estar para brincadeira ali, felizmente parecia se tratar de uma máquina e por isso tinha mto menos receio de atirar o fogo se precisasse, ainda assim a máquina parecia ser um pouco humana pelo modo que reagia. Amber não tinha lido a mensagem de texto de Steel ainda para acatar a ideia de reagrupar ainda. Amber não abaixaria o punho enquanto o vaqueiro não tirasse a mão do coldre.

    OFF: Executando o Ready (Standard) que me permite preparar uma ação para ser usada em reação no próximo turno antes da minha iniciativa em caso de uma devida situação acontecer, nesse caso, o cowboy agir de forma hostil com o grupo ou à Pj.

    OFF: 2 Teste de intimidação (Free) utilizando a posição desvantajosa do alvo em relação geográfica, números de possíveis oponentes, o fogo pronto para acertá-lo se ele agir de forma hostil, tudo como bônus de circunstância, se possível.

    Intimidation + 8

    Flamesh efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    isaac-sky
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Sex Set 15, 2017 12:31 am

    "Equipe Laranja"

    Steel decide não atacar a figura estranha.

    Steel escreveu:Saudações. Pode se dizer que sim, nós somos representantes da Aliança. Recebemos uma transmissão desse local... Sabe algo sobre isso? Quem é você?

    [Voz metálica]:Interessante, eu já ouvi esse nome... - os presentes ouvem o som como de uma fita cassete sendo trocada vindo do robô - Aliança - diz num tom de voz alterado, como se fosse uma gravação, um som de voz feminina.

    O som de fita se repete, de volta a voz padrão metálica.

    Amber se aproxima em seguida, pronta para atacar se fosse necessário.

    [Voz metálica]:Não pretendo atirar, senhorita - diz o robô. O cowboy solta o revolver e parece mais relaxado, mas sua postura ainda é roboticamente estática.

    [Voz metálica]:Eu estou atrás de uma pista, procuro por uma pessoa desaparecida. As pistas me levaram até aqui, esse grande edificio parece estar aqui a muitos meses, mas não consigo compreender sua forma - há um certo tom de ingenuidade em sua voz sintética.

    [Ennio]:Minha designação original era EN-10, porém abandonei minha programação há muito tempo. Recebi um apelido - o som de fita - Ennio! - era o som de gravação de uma criança - Vocês não se vestem nem como aqueles para lá das montanhas, nem de antes delas. São estrangeiros? Podem me elucidar o que é isto? - ele termina se virando novamente para encarar a nave caída.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Sex Set 15, 2017 12:43 am

    @Lyvio escreveu:[Abbhel]:Ótimo, vocês que pegaram o sinal... - o mascarado parece frustrado."]

    Observo a frustração dele com ar confuso, provavelmente seu pedido de socorro foi direcionado para os outros mascarados e talvez eles tenham vindo aqui para socorrê-lo, no entanto, algumas coisas ainda me deixam deslocado. Uma delas é sobre a relação dos cowboys com os mascarados e de fato estamos aqui para nos informar, preciso indaga-los!

    -Pois bem, algo me deixa um tanto quanto confuso sobre você e os mascarados. Digam-me, qual a real relação entre vocês? Paz, indiferença, guerra?

    Aguardo a resposta curioso, porque se levar em consideração guerra, ainda não entendo como ainda estão vivos já que a disparidade tecnológica é imensa e ao que parece eles convivem a muito tempo, isso reforça o fato dos mascarados estarem aqui para buscar o prisioneiro, interessante.

    [Marston]:Não me pareceu isso lá fora, garoto. Você ainda deixou Maria e Baker pra sangrar até a morte lá.

    [Jebediah]:Isso é verdade? Você deixou Maria lá pra morrer? - o mineiro ficou mais próximo de Orochi - Se isso for verdade eu...eu... - o velho parece transtornado.

    Enquanto tentava montar o quebra-cabeça e após ter respondido as indagações deles  Marston tenta me colocar numa situação difícil com os demais ainda resmungando quanto aos dois que abandonei, aquilo causa um alvoroço desnecessário, e o senhor jedebiah parece transtornado, será que era filha dele?

    Quanto a ação realmente, reconheço que foi uma ação precipitada a retirada estratégica, deveria priorizar a vida dos dois feridos e cura-los, mas não posso dar o braço a torcer agora.

    -Interessante eu ponto de vista, Marston...Então eu devo entender que deveria deixa-lo para morrer com os outros CASO realmente estejam mortos. Ótimo, há inúmeros mascarados invadindo o Vilarejo, pegue sua arma e vá lá, trocar tiros com eles.

    Digo apontando para a saída me utilizando de uma entonação sarcástica e debochada.

    -Eu salvo sua vida e você me agradece dessa forma? Entenda uma coisa, se eu fosse inimigo além de matar os mascarados eu mataria você e os outros também, será que você não tem inteligência mínima para um raciocínio tão simplório como este?


    Espero um pouco para analisar a reação dele e dos demais, eles parecem relativamente calmos quanto ao ataque e nesse tempo eles respondem algumas de minhas indagações e para minha surpresa os fundadores parecem estar vivos...

    O oriental também me responde, seu ar era bastante ameaçador, parecia ser muito perigoso, não sei se até para mim, ele diz se chamar Zhien, isso seria Japonês, Chinês ou Coreano? Preciso ter uma aulas particulares com a imperatriz sobre línguas...

    Sorrio comigo mesmo em pensamento, mas um leve ar de riso escapa em minha boca, no entanto eu rapidamente me recomponho e volto a atenção para os demais. A palavra "fundadores" chamou minha atenção, mais ainda, onde será que estão? Não demora muito e Abbhel responde minha pergunta, "luta por sobrevivência?" Ele nos acusa como iniciadores do conflito, não posso concordar, o ambiente de tensão acabou instalando-se após aquelas declarações. Respiro fundo
    e retruco a acusação.

    -Abbhel, eu tenho como ideal proteger os mais fracos, portanto ao chegar aqui, me deparei com seres mascarados equipados com tecnologia muito superior a deles  -Digo apontando pros demais- e cheguei aqui devido a um pedido de socorro. O que eu poderia imaginar quando me deparei com a cena? Portanto, a culpa não é nossa e sim de vocês. No meu mundo, os mais fortes costumam oprimir os mais fracos eu nunca aceitei esse tipo de coisa, não ia ser aqui que eu iria aceitar.

    Assim que termino de falar escuto um pedido de Antípoda, eu acabei esquecendo de baixar o volume do comunicador e todos escutaram o peido. Era só o que me faltava, eles se deixaram que fossem cercados por esses mascarados inúteis? Penso levemente irritado, porém, logo percebo que essa pode ser uma boa oportunidade para fazer rápidas indagações.

    -Vocês ouviram não é? Digam-me, há algo de interessante no Saloon, algum segredo que vocês guardam e os mascarados querem? Ao que parece meu grupo foi cercado lá, terei que detê-los.

    Lanço um olhar para Abbhel e logo em seguida para os demais, rapidamente chamando a atenção e tomando a palavra mais uma vez.

    -Vocês já sabem o que devem saber sobre mim, portanto peço que mantenham ele vivo até que eu e meu grupo nos livremos desses mascarados, então, chegaremos aqui e faremos perguntas a ele. Preciso que o mantenha vivo por enquanto, ao que parece vocês também querem respostas dele e ele dará, mas antes me garantam que não matarão ele, pois as respostas virão, só esperem um pouco. Sei que sou estrangeiro, mas peço que confiem em mim e em meu grupo.

    Assim que me respondem eu pouso no chão desativando minha levitação e toco no ombro do senhor Jebediah lançando um olhar de esperança e com um leve sorriso.

    -Não se preocupe, tanto Maria quanto Baker e quaisquer outros dos seus que foram vítimas dos mascarados ficarão bem, pode parecer uma falácia ou subjetividade, ou quem sabe vocês entendam que eles ficarão bem aonde foram caso estejam mortos, mas não é isso. Eles ficarão bem aqui e estarão de volta com vocês, assim que isso tudo se resolver.

    Lanço um olhar afirmativo para Martson, sem resquícios de rancor ou chateação, afinal eu entendo o lado dele e realmente errei.

    -Marston sabe o porque estou dizendo isso, ele apenas AINDA não acredita...

    Termino minhas falas voltando a levitar e seguindo até a saída, irei até o salão para ajudar os outros.

    -Antípoda, resista com os demais,estou chegando.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Luxi em Sex Set 15, 2017 1:14 am

    A segunda visão do dia era menos imersiva. Tentava compreender as imagens que vivenciava, mas o fato de não ter corpos explodindo na areia já fazia com que se alegrasse em crer na possibilidade de poderem andar com alguma segurança agora.

    Rhys poderia continuar seu caminho solitário sem causar a morte de ninguém do grupo por enquanto, concluía, então voltou a andar atrás deles, mas próxima o suficiente de Steel, por confiar mais nele, em passos vagarosos. Teriam batalhas dentro de uma nave misteriosa com defesas aprimoradas e lidariam com criaturas robóticas. Era uma informação importante para dizer a pessoas como Amber, principalmente a parte do "não toque nos condutores" ou "tome cuidado com os sensores".

    Antes que pudesse comunicar suas pequenas descobertas, para que cada um tivesse sua própria impressão do caso, uma figura apareceu no fim do caminho. Instintivamente parou. A forma como a pessoa se mexia era perturbadora, não mais do que seus olhos avermelhados ou sua voz, que lhe dava calafrios pela semelhança de estilo com aquela que havia escutado. Reconheceu que se tratava da própria. Não era como se estivesse com medo, mas era uma sensação intrigante e esquisita reconhecer um completo estranho.

    Não se mexeu. Não tinha medo de reações estranhas que causassem sua morte, afinal de contas, mas seus companheiros não tinham a mesma sorte, então espiou o líder. Respawn era muito condicionada às ações dos outros, especialmente daquele que parecia o mais responsável do lugar. Anteriormente, esse posto pertencia a Rhys, mas por questões óbvias, agora era de Steel.

    Suas duas referências de comportamento começavam a se portar de forma agressiva em relação ao homem, se é que podia chamá-lo assim. Não achava que deviam atacar aquela criatura. Seriam conduzidos a uma nave e, em sua visão, ele não parecia hostil, embora pudesse ser facilmente uma armadilha, por conta dos disparos. Ficou satisfeita com a forma como Steel lidou com a situação, mas logo Amber apareceu com toda sua personalidade... explosiva.

    Como ele reagiria diante daquilo? Tinha alguma confiança de que ele não seria hostil ainda com aquela atitude, não era muito comum que as atitudes assim evitassem a visão. Pelo contrário, elas justificavam de alguma forma os acontecimentos futuros e, por esse motivo, Respawn parecia um tipo de espectadora com uma curiosidade mórbida observando cada um de seus companheiros lidando com o forasteiro, aquietando-se quando verificou que o robô era mesmo plácido e cordial.

    Virou o pulso para escrever calmamente uma mensagem de texto para o grupo, prontamente ignorando as interações sociais e apresentações inúteis, que podiam ser feitas pelo restante.

    "Devemos tomar cuidado ao acompanhá-lo. Este robô irá nos conduzir para o interior de uma nave, onde haverá uma batalha."  

    MINDGAME
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Sex Set 15, 2017 3:48 am

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Atens escreveu:Isso jamais devia ter acontecido!
    Observo as reações confusas da imperatriz com um sorriso sutil de canto da boca.
    "Ela podia ter me parado quando quisesse."
    "(Sedutora) Você só precisa usar as palavras certas."



    Atens escreveu:E, você achou que...
    A memória dela ainda é real para mim, Cannon! É tudo que me restou!
    Ouço as reclamações da Dryad com um sorriso determinado.
    Atens escreveu:Essas palavras só me dizem que você não superou, mas quando realmente o fizer eu acredito que não só possa como será capaz de ter algo especial por alguém novamente.
    O que busca não encontrará comigo, Dr. Cannon! Eu já fui assim, é verdade, pois eu não acreditava ser possível existir algo verdadeiro, mas eu estava errada.
    Eu não busco mais diversão e mesmo que ainda buscasse... Ela ainda é real para mim!... Sinto como se eu estivesse desrespeitando-a.
    -Acuse-o do que você faz, chame-o do que você é.
    Conheço a retórica. É você, majestade, quem não superou. Fiz o que foi preciso para seguir em frente. E que os deuses ajudem seu povo se não estiver disposta a fazer o mesmo.
    Como eu disse, estou aqui porque você é tudo o que me restou dela. E mesmo que não fosse...

    Meu sorriso torna-se malicioso.
    -... teria valido a pena.
    Atens escreveu:Apenas tome cuidado Dr. Cannon... Busque se envolver com quem também queira apenas diversão ou poderá correr o risco de condenar alguém ao sofrimento de um coração partido.
    Aperto os olhos com um sorriso irônico e falo pausadamente.
    -Eu sinto medo na sua voz, Atens?



    Atens escreveu:O que você fez?!
    Sorrio maliciosamente.
    -Pergunte novamente mais tarde!
    "(Entediada) ..."



    "Camaradas Rubi se movendo em nossa direção"
    "Deixa eles virem."
    "Estão tentando recuperar os rádios e nos localizar virtualmente."
    "Id, reforce o firewall."
    Protocolo Jericho acionado. Evacuação de civis imediata
    -(língua local) ATÉ QUE ENFIM!
    "Alvos destruídos. Contagem de corpos... inconclusiva."
    "ALERTA!"
    Observo o disparo perfurar e eletrificar o prédio atrás de mim, então sorrio e olho na direção do atirador.
    -(língua local) Minha vez!
    Elevo as turbinas à sua máxima potência.


    "Id, morte-súbita."
    "Você está louco?! Isto é um mecha!"
    "Essa é a graça!"
    Desapareço em plena vista (STEALTH MODE) e acelero contra o atirador até o limite de velocidade visando um ataque furtivo (A menos que o atirador tenha Counters Concealment (Visual 5), estará vulnerável.
    Attack +5 vs Parry (Vulnerable /2), Crit 16 => TOUGHNESS CD30)
    MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    10
    Ao passar pelo atirador (Acertando ou não), voo para cima percorrendo metade do meu deslocamento total (4km).
    Observo do alto se avisto mais desses atiradores.
    (Perception +15 +SECOND CHANCE) MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    12 , 12
    Claude Speedy
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Claude Speedy em Sab Set 16, 2017 3:39 pm



    São Paulo- Terra 1. 2014


    -Eu juro que se eu morrer vou te matar, seu idiota!

    As balas começam a disparar e nessa hora, meu amigo que estava chapado consegue correr atrás de mim.
    Sim, eu não tenho como não xingar um filho de uma praga de macumbeira carola desses! Foi só os policiais corruptos atirarem e lá vem ele correndo COMIGO deles.
    Ué, ele não estava chapado? Sim, vou tomar um tiro por absolutamente nada além de usar um visual que eu goste ou representa no que eu acredito. Valeu!

    Assim que os primeiros disparos começam eu corro de novo para o bar e puxo meu amigo, jogando ele para cima do segurança que acaba de me ajudar a tira-lo daqui...

    Os policiais chegam atrás, eu saio me esgueirando pelo meio da briga, os dois "mikes" nem ligam pro meu amigo. Essa é a segunda maior cidade do mundo o que dá à ela o maior incide de punks e carecas mortos. Eu não quero ficar na estatística, salto par trás do balcão e saco as shurikens e espero.


    Agora... 2027

    Retorno com Kathlyn ainda imaginando que não vamos nos sair bem dessas e com isso, volto sorrateiramente protegendo-a para o combate de Beast Girl e Adrastrea  

    Off: Stealth: 10 + 6 (AGL) = 16 (Secound Chance)
    Claude Speedy efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    19 , 5


    Ao chegar no balcão aviso sobre o que fui alertado de que eles darão a volta.
    Anônimo:-Pegue a espingarda e mire na entrada do saloom, eles vão vir de lá! Eu já volto para te ajudar... Eu não tenho super-velocidade, tá?

    Observo atentamente o que a Beast Girl esta fazendo e o quanto o oponente dela esta atento à mim e ao Adrastrea.
    Off: (Assessment) Insight = 8

    Salto e reapareço olhando para o inimigo de Adrastrea, vou gritar para o sujeito de armadura, se ele ainda estiver lá, para esse me ouvir.
    Anônimo:-Ei, seu filho de uma praga de macumbeira carola! Será que consegue me acertar agora?

    off: A ideia é irritar, atordoar e atrair para uma armadilha o usuário do exoesqueleto
    Deception: 6 + 4 (PRE) = 10  Vantagens (Secound Chance), (Taunt) e (Daze)
    Claude Speedy efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    13 , 12

    Fico preparado para o ataque se o sujeito vir para cima de mim dessa vez, vou reverter o peso dele contra o inimigo que esta atacando a Beast Girl caso ele me erre.
    Caso ele só fique tonto com minha fala chamando atenção eu transfiro com "Set-Up" a vantagem para o Adrastrea (lembrando que eu tenho Team Work e a vantagem vai com a assistência de +5).
    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Dom Set 17, 2017 11:16 pm

    Antes:

    Mantenho meu olhar fixo no caminho enquanto escuto as palavras de Ace com uma expressão séria e o respondo em um tom firme e calmo; embora ainda estivesse tentando assimilar tudo que havia sido dito e acontecido.  

    Atens- Não trata-se de uma retórica, Dr. Cannon. O excesso de conhecimento pode estar cegando sua mente... Pois, em nenhum momento eu disse, para você, que superei. Mas, eu fiz o que foi preciso pelo meu povo durante esses meses e continuarei fazendo. E, caso tenha esquecido, nós acreditados em uma única força criadora e mesmo que Seus Deuses sejam reais Eles não poderiam me ajudar... Eu preciso voltar para casa! - Faço uma breve pausa antes de continuar mantendo o mesmo tom. - Se está aqui por acreditar que sou tudo o que restou dela ao menos tente lembrar-se de como ainda me sinto pela perda de Arian. Ela era mais importante para mim do que você pode imaginar.




    @Ace escreveu:-Eu sinto medo na sua voz, Atens?

    Embora eu tenha me esforçado, eu não consegui conter o riso diante a acusação pretenciosa de Albert. Ele conviveu com Arian tempo suficiente para poder desconfiar do que somos capazes de fazer; e portanto saberia que é mais fácil eu quebrar seu coração do que o contrário.  

    Atens- Você nunca muda! - Olho em sua direção como quem acaba de escutar uma enorme piada enquanto tentava controlar a vontade recomeçar a rir devido a sua pergunta. Ao responde-lo a seriedade e a serenidade estavam presentes novamente em minha voz. - Apenas imaginei que o que resta de uma consciência humana em você não fosse querer cometer um erro como esse, mas talvez eu esteja errada e você não se importe com as consequências de seus atos!




    @Ace escreveu:-Pergunte novamente mais tarde!

    Atens- Se machuca-la, eu darei um jeito de que se arrependa por toda a eternidade!

    Afeiçoei-me a Adurna de uma forma quase inexplicável. Ela era meiga e de algum modo misterioso cativou-me. Eu via nela certa inocência e ao lembrar-me como o Universo pode ser cruel eu sentia a necessidade de protege-la. Ela despertou em mim o mesmo sentimento que Arian... Lembranças, lembranças que eu preciso deixar de lado... ao menos por hora.

    Embora a maioria das motos tivesse sido despistadas duas ainda permaneciam nos acompanhando e enquanto pensava em como pudéssemos nos livrar delas a voz de Ebon é transmitida através de um comunicador presente no visor da moto.

    @isaac-sky escreveu:[Comunicador Moto]: Aqui é o ‘amigo’ de vocês. A situação aí tá quente, o Rei quer vocês vivos ou mortos. Seu amigo robótico está fazendo um bom trabalho os distraindo, mas até ele vai ter problemas se não cair fora logo. Tem dois caminhos, um atalho pela Baixa Zionis ou a Entrada de Paravel. O primeiro é tortuoso, mas tem mais cobertura, o segundo é mais direto mas é uma linha reta sem nada em volta.

    Atens- (Inglês)Obrigado pelas sugestões...

    [Perz] escreveu:Por onde iremos, Imperatriz?


    Atens- (Dryad comum) )Baixa Zionis, se oferece mais cobertura... - Pauso a fala ao notar o míssil que por pouco não atinge Ren. Olho em sua direção preocupada antes de continuar. - ...podemos ter uma chance de nos livrarmos deles. - Eu não tinha certeza se Ebon poderia nos escutar; entretanto, acabei respondendo-o. - (Inglês) Ao que parece seu Rei nos quer apenas Mortos, mas não vai conseguir!

    [Ren] escreveu:O caminho sem mísseis, obrigada

    Atens- (Dryad comum) Não posso prometer, mas... - Antes que pudesse terminar de responder Ren escuto a voz de Quasar através do comunicador e, embora não tenha demonstrado, não pude deixar de achar engraçado o comentário de Quasar a respeito de Ron. No mesmo instante tento olhar na direção de Ren e observar sua reação enquanto respondo Quasar através do comunicador.

    Atens- Nós decidimos ir pelo mesmo caminho, Quasar. - Por um momento me questionei se essa seria a melhor estratégia. Talvez se nos separássemos tivéssemos maiores chances. Entretanto, se eu fizesse isso, não poderia mais motiva-los e nem fazer nada por eles. - Sigam em frente, Tomem cuidado com o caminho e Não hesitem em usá-lo a nosso favor. Tentem despistá-los de alguma forma.

    [resumo]:
    Mantendo o Armada Imperial sobre os aliados.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Exalted em Seg Set 18, 2017 3:09 pm

    O que está escrito na nave não faz sentido a princípio, então tento ver qualquer outra coisa que faça.

    Amber escreveu:- Esse é o meu segredo, Gênio. Eu estou sempre queimando.

    - Era de se esperar hahahah, então você só estava abastecendo o tanque lá na Órion!! Boa estratégia.

    Cheyenne escreveu:No dia que os porcos voarem

    Ela ainda não entendeu o que eu posso fazer, ou só está testando meus limites, porcos voando, não é difícil de acontecer, mas no momento não é uma boa idéia, ia chamar muita atenção, talvez não mais do que um tapete e uma bola de fogo que já temos aqui, mas ainda assim, é desnecessário, e provavelmente o Steel não vá gostar… Missão djinn, missão, depois você se diverte. Eu levanto o dedo indicador, como me lembrando, faço menção de responder a ela que posso fazer isso, mas me contenho.

    Cheyenne escreveu:Está de costas pra nós. Parece ser um homem, tem um revólver no coldre. Tiro fácil aliás

    - Artêmis, avise à toda a equipe laranja o que a Cheyenne acabou de ver lá embaixo. - Me volto pra Cheyenne-  Não estamos aqui pra eliminar ninguém, ao menos assim espero, então por favor não atire, apenas o mantenha na mira enquanto os outros se aproximam.

    Conforme vejo a equipe de terra se aproximar, vou baixando o tapete, fico contra o sol, pra dificultar que o homem lá embaixo nos veja, uma vez que ele já está ocupado com alguns da nossa equipe, isso não deve ser tão difícil. Conforme a conversa flui, e o homem não se apresenta hostil, o que é bom, evitamos combate desnecessário, continuo a descer até chegar no chão, onde continuo atento, para, se necessário, proteger a soldado que me acompanha. Mesmo ao chegar mais perto, ainda não é hora de me envolver, fico em silêncio, observando a conversa, posso ver fios no homem, talvez não seja uma pessoa, mas mesmo sendo um robô, é melhor evitar um confronto direto, onde começa a vida afinal? Se ele pode pensar e tomar decisões, assim como nós, não deixa de ser uma vida, ainda que não do mesmo tipo que nós, mas ainda assim, merece os mesmos direitos.

    Respawn escreveu:"Devemos tomar cuidado ao acompanhá-lo. Este robô irá nos conduzir para o interior de uma nave, onde haverá uma batalha."

    As coisas parecem estar se complicando, nem imagino como ela pode saber disso, mas essa garota não falou nada até agora, se está mandando uma mensagem assim, deve mesmo ser algo importante, mas qual é a parte dele nisso? Pergunto então pra Respawn via comunicador (digitando): “Ele é uma isca ou coisa do tipo?”
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Zer0 em Ter Set 19, 2017 8:32 pm

    Minha mandíbula travou no momento que Amber começou com suas ameaças, mas o que diabos ela pensava que estava fazendo? Pelo visto seus poderes eram tão explosivos quanto sua personalidade, não podia negar que sempre havia espaço para gente assim no meu pelotão, porém costumava mantê-los longe da negociação. Nossa sorte foi que o robô estava tranquilo e não quis causar problemas. Uma torreta de ombro seria uma novidade trágica para um duelo mexicano.

    As palavras do androide criavam mais dúvidas do que respostas. Ele tinha conhecido um membro da Aliança? Quem estava desaparecido? Quem o havia apelidado de Ennio? Torci minha cara em desagrado, era disso que eu tentava fugir como soldado, enigmas idiotas. Apenas me diga onde estão os caras maus e eu faço o resto do trabalho.

    Porém alguns detalhes começavam a dar pistas. Ele não conseguia entender a Nave, ela devia estar fora de sua programação e compreensão. Talvez se eu usasse uma linguagem simples e metafórica conseguisse me fazer entender.

    -Ehh, esse edifício se chama "espaçonave" ele é como um barco que viaja pelas estrelas e planetas, mas esse está encalhado aqui. Nós, da Aliança, viemos em uma espaçonave. Existe uma guerra lá fora e pode estar vindo para cá. Estamos do seu lado, nós viemos ajudar.

    Bem, uma pessoa desaparecida... Não parece ser problema meu, nossa missão é investigar o sinal da nave, não ajudar robôs fora de programação. A imagem do meu pai queimando aquele vilarejo de nativos passou por minha cabeça. Até que ponto devo obedecer a ordens cegamente?

    Nesse momento uma nova mensagem surge na interface do visor da armadura. Era de Respawn, ela tinha, de alguma forma visto o futuro. Há 20 anos atrás eu teria rido da cara dela, odiava esses malucos que criam "métodos" para ler o futuro, mas na Aliança sempre devia estar com a mente aberta. O mundo não é mais o mesmo.

    Respondi em texto também.  

    Eu confio em você. Mas não seria mais interessante evitar o conflito?
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Flamesh em Qui Set 21, 2017 12:19 am


    Ennio escreveu:-Interessante, eu já ouvi esse nome... - os presentes ouvem o som como de uma fita cassete sendo trocada vindo do robô - Aliança - diz num tom de voz alterado, como se fosse uma gravação, um som de voz feminina.

    "Vish! Que treco bizarro..."

    Pensava Amber que poderia estar fazendo uma expressão facial perturbada pelo modo que aquele robô falava, com pedaços de gravações que  seu próprio gravador registrara para incluir palavras novas que não estavam inclusas no seu vocabulário de fábrica, parecia um treco de filme de terror, se souber usar, é claro...

    Amber ainda mantinha o punho em chamas erguido e a face séria, sentiu que sua outra mão estava tremendo e discretamente a pôs pra traz pra ninguem ver que estava apreensiva.

    Ennio escreveu:- Não pretendo atirar, senhorita - diz o robô. O cowboy solta o revolver e parece mais relaxado, mas sua postura ainda é roboticamente estática.

    "OBRIGADA MEU DEUS!!!"

    Ficava muito, mas muito aliviada por não rolar um conflito naquele momento, imediatamente Amber abaixou o punho e esboçou um sorriso satisfeito.

    - Ah então tá suave!

    Ennio escreveu:- Eu estou atrás de uma pista, procuro por uma pessoa desaparecida. As pistas me levaram até aqui, esse grande edificio parece estar aqui a muitos meses, mas não consigo compreender sua forma

    "Grande edifício?"

    Amber não entendeu a priori o que o robô quis dizer, mas então ele olhava para os destroços da nave e Amber olhou para baixo de si, e imediatamente fez uma cara com quem diz "aaaahhh... agora entendi."

    Logo Amber notou duas mensagens recebidas por texto no bracelete, ela apenas apertou o botão verde que parecia ser o que indicava abrir a mensagem e via que era Steel e Respawn que mandavam para o grupo todo. Imediatamente Amber respondia a Respawn já que era tarde demais pra considerar a mensagem de Steel:

    "Really!?!? Shocked  Mas como você sabe? Dá pra a gente evitar essa parada?? "


    Amber fazia uma cara de angustia, não queria mesmo ter que entrar nesse tipo de treta, era quando ela sabia que sua vida podia terminar aí, mas tinha de ser corajosa, agora que já estava nessa não podia vacilar ou hesitar, ou se ferraria, como acontece nos filmes.

    Ennio escreveu:- Minha designação original era EN-10, porém abandonei minha programação há muito tempo. Recebi um apelido - o som de fita - Ennio! - era o som de gravação de uma criança - Vocês não se vestem nem como aqueles para lá das montanhas, nem de antes delas. São estrangeiros? Podem me elucidar o que é isto?

    "Muito, muito bizarro..."

    Steel escreveu:-Ehh, esse edifício se chama "espaçonave" ele é como um barco que viaja pelas estrelas e planetas, mas esse está encalhado aqui. Nós, da Aliança, viemos em uma espaçonave. Existe uma guerra lá fora e pode estar vindo para cá. Estamos do seu lado, nós viemos ajudar.

    A garota logo ia levantar vôo para pousar próxima aos aliados, quando de repente, ela sente um leve formigamento em suas costas e duas labaredas de fogo surgirem nas mesmas se abrindo e formando enormes asas flamejantes, e antes que Amber pudesse de fato levantar vôo se assustava com aqueles trecos em suas costas.

    - MAS QUE PORRA É ESSA!?!?!?!?


    Estava visivelmente espantada e surpresa pelo par de asas flamejantes em suas costas, ela então tentando entender aquele absurdo sentia que era como se fizesse parte de seu corpo o tempo todo e era tão natural movimentá-las como era natural andar ou levantar seus próprios braços. Logo a cara de espanto da garota começava a se converter em um sorriso.

    -Caraca, que massa...

    Disse dessa vez em um tom baixo, e logo ela bateu aquelas asas e pôde sentir um controle de vôo muito melhor do que tinha antes, mas o rastro de fogo abaixo dos seus pés ainda existiam, só que agora junto com grandes asas de passaro de fogo que ela usava para erguer vôo e pousar um pouco afastada de seus colegas para que não tivesse risco de queimá-los acidentalmente com aquelas asas batendo perto deles. Tão logo ela pousava ela já caminhava em direção à eles, apenas alguns passos foram necessários até se unir ao grupo.

    Se quando ela chegasse, estivessem olhando para ela, faria uma cara de constrangida e diria:

    - Foi mal... essa parada é nova...

    Assim, ela discretamente se punha atrás de alguns dos aliados, os que estivessem mais proximos, e ela diria no comunicador baixinho.

    - E aí Arth, conseguiu a parada que te pedi?

    E então, Amber iria falar ao robô.

    - Pode me chamar de... Err...

    Amber fazia uma cara meio estranha, com quem ia dizer algo embaraçoso e continua:

    - Flamesh... Quem era a pessoa desaparecida? Pelo visto você também é um estrangeiro, de onde você veio?

    E aguardava a resposta do robô.

    isaac-sky
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Sex Set 22, 2017 12:14 am

    Equipe Laranja:


    Equipe Laranja









    Steel




    Flamesh




    Djinn




    Morrigan




    Cheyenne




    Rhys/Quantum



    Dr. Quimera



    Djinn escreveu:- Artêmis, avise à toda a equipe laranja o que a Cheyenne acabou de ver lá embaixo. - Me volto pra Cheyenne-  Não estamos aqui pra eliminar ninguém, ao menos assim espero, então por favor não atire, apenas o mantenha na mira enquanto os outros se aproximam.

    Artemis concorda, repassando por texto as informações de Cheyenne: eram um tanto óbvio, era um homem-robótico carregando um revolver no coldre.

    Cheyenne permanece com a mira no robô, pronta para disparar. A concentração e disciplina dos soldados da Terra 3 se mostrava agora, em sua frieza em manter os dedos firmes no gatilho.

    Todos se aproximam de Ennio, alguns curiosos outros receosos com aquela figura.

    [Quantum]:Robôs caubóis, ótimo. Isso já não estava maluco o suficiente - comenta Quantum, baixo, para Respawn.

    Steel escreveu:-Ehh, esse edifício se chama "espaçonave" ele é como um barco que viaja pelas estrelas e planetas, mas esse está encalhado aqui. Nós, da Aliança, viemos em uma espaçonave. Existe uma guerra lá fora e pode estar vindo para cá. Estamos do seu lado, nós viemos ajudar.

    [Ennio]:Hmmm, um barco voador. Que interessante - o som de fita se repete - Espaçonave - ele repete, dessa vez com o som da voz de Steel. Ennio pelo visto adiciona novas palavras gravando os sons de onde as ouve e emula - Que ótimo, adoraria ajuda, estou tentando entender como abrir essa tal 'Espaçonave' mas não compreendo as palavras de sua porta.

    Enquanto isso Amber parece impressionada com as próprias habilidades de fogo com suas asas. Ennio a observa atentamente, como uma criança curiosa.

    [Ennio]:Vocês não possuem uniformidade. São diferentes e se portam diferente, vestimentas...Que interessante! - o robô parece animado - Podem me seguir? Lhes levarei até a porta que vi.

    Enquanto andam, no sol quente do deserto, Ennio os lidera para mais próximo da grande estrutura que era aquela nave.

    [Cheyenne]:Não gosto disso. O que é essa coisa robótica? Por que logo aqui, agora, quando chegamos? - ela comenta sussurrando para Djinn.

    [Quantum]: Lembra quando eu tive aquele pressentimento ruim na emboscada na Cozinha do Inferno? - o vigilante sussurra para Respawn, recordando sobre uma das ocasiões onde Morrigan havia morrido num conflito com bandidos - Estou tendo agora - aquilo talvez justificasse um pouco do comportamento de seu amigo.

    @Flamesh escreveu:- Flamesh... Quem era a pessoa desaparecida? Pelo visto você também é um estrangeiro, de onde você veio?

    Ennio troca a fita novamente
    [Ennio]:O nome dela é Sarah..Ela tem 16 anos..Loira, olhos azuis, estatura mediana..- o robô emula a voz de um homem de voz grave - [Ennio]:Venho de longe, além dessas montanhas, a leste

    Ennio os leva até uma grande comporta de aço, retorcida porém completamente selada. No canto há um console, uma interface moderna característica de equipamento da Terra 4.


    [Ennio]:Algum de vocês entende disso? - ele pergunta curioso.

    Artemis responde Amber via texto:
    [Artemis]:Eu encontrei sobre esse Cruzador. É o EMPEROR da frota da Terra 4, foi dado como desaparecido na Batalha de Antares mas...muitas informações estão com código de segurança, eu não possuo acesso. Posso pedir para a Samurai Rubra? Se ela estiver disponível talvez ela possa me dar esse código, posso conseguir mais informações.


    Mecânica
    Spoiler:


    Flamesh
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    Steel
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    Djinn
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    Dr Quimera
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    Respawn
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    Grupo 1:


    Grupo 1







    Reaper





    Antípoda




    Orochi





    Beast Girl





    Adrastrea


    Anonimo


    Diante do calor da situação e do deserto do qual aquela vila fazia parte, os braceletes dos membros do Grupo 1 exibe em texto uma nova notícia.

    [Artemis]:Meninos! Boas notícias! Eu consegui uma ajuda, posso traduzir frases simples dos mascarados!

    Um pouco tarde para a diplomacia, mas poderia ser útil:

    @Claude Speedy:


    Anonimo chega no balcão com seus movimentos agéis. Katherin agarra a arma no peito, respirando ofegante.

    [Candy]:Calma Kat, mostra pra eles como você fez naquele dia.

    Ao olhar por cima do balcão Anônimo percebe que as duas batalhas tinham uma resolução.

    Adrastrea aplica um último soco, desmontando toda a estrutura de armadura do exosuit do mascarado, o nocauteando.

    Beast-girl fica olhando para as próprias garras, encharcadas de sangue pingando. Ao seu redor corpos dos mascarados.
    [Beast]:Merda... - ela diz, não parece feliz com o que aconteceu.

    O som de inúmeros passos cresce, mais dos mascarados surgem na porta do saloon, armas em punho.
    Katherin atira, certeiro na testa de um dos soldados.

    [Mascarado]:Não! Sem-Faces nos muito-matando - a tradução por texto de Artemis é exibida no pulso de Anonimo - Cura não aqui!

    Cinco deles se aglomeram na entrada, rifles em punho, tentando conseguir cobertura em mesas e pilastras, mas a entrada é estreita: estão bastante expostos


    @Lyvio:


    Orochi escreveu:-Pois bem, algo me deixa um tanto quanto confuso sobre você e os mascarados. Digam-me, qual a real relação entre vocês? Paz, indiferença, guerra?

    [Abbhel]:Somos todos amigos, isso aqui é só uma brincadeira que chamamos de guerra pela sobrevivência - responde Abbhel sarcásticamente. Ele não parece disposto a responder agora.

    Orochi escreveu:-Interessante eu ponto de vista, Marston...Então eu devo entender que deveria deixa-lo para morrer com os outros CASO realmente estejam mortos. Ótimo, há inúmeros mascarados invadindo o Vilarejo, pegue sua arma e vá lá, trocar tiros com eles.

    [Marston]:Eu tinha acabado de matar o último deles, seu desgraçado. Aquela monstruosidade gigante estava atrás de você, não de nós, e então você me arrasta e ainda me dá lição de moral... - o homem segura seu rifle, está claramente muito irritado.

    Orochi escreveu:-Eu salvo sua vida e você me agradece dessa forma? Entenda uma coisa, se eu fosse inimigo além de matar os mascarados eu mataria você e os outros também, será que você não tem inteligência mínima para um raciocínio tão simplório como este?

    A fala de Orochi pesa para todos ali, mas talvez não dá maneira como gostaria.

    Todos erguem as armas e apontam para Orochi. As últimas palavras os ofenderam de alguma maneira.

    [Jebediah]:Então espera baixarmos a guarda, eliminar a ameaça dos mascarados, e então nos eliminar em seguida? Esquece moleque.

    Orochi escreveu:-Abbhel, eu tenho como ideal proteger os mais fracos, portanto ao chegar aqui, me deparei com seres mascarados equipados com tecnologia muito superior a deles  -Digo apontando pros demais- e cheguei aqui devido a um pedido de socorro. O que eu poderia imaginar quando me deparei com a cena? Portanto, a culpa não é nossa e sim de vocês. No meu mundo, os mais fortes costumam oprimir os mais fracos eu nunca aceitei esse tipo de coisa, não ia ser aqui que eu iria aceitar.

    [Abbhel]: Ora ora, que bonito, um estrangeiro que não sabe de nada se metendo em assuntos que desconhece. Eu já disse, é uma luta pela sobrevivência e pelo visto você adiantou ela um bocado.

    Orochi acaba revelando aos presentes a situação devido a comunicação

    Orochi escreveu:-Vocês ouviram não é? Digam-me, há algo de interessante no Saloon, algum segredo que vocês guardam e os mascarados querem? Ao que parece meu grupo foi cercado lá, terei que detê-los.

    [Ezekiel]:Uísque é a coisa de mais valia ali. Achei que estavam se aglomerando pra tomar a mina...
    [Jebediah]:Não são idiotas de atirar numa mina de carvão, estão tentando tomar tudo e nos fazer entregar, obviamente.

    Orochi escreveu:-Não se preocupe, tanto Maria quanto Baker e quaisquer outros dos seus que foram vítimas dos mascarados ficarão bem, pode parecer uma falácia ou subjetividade, ou quem sabe vocês entendam que eles ficarão bem aonde foram caso estejam mortos, mas não é isso. Eles ficarão bem aqui e estarão de volta com vocês, assim que isso tudo se resolver.

    Jebediah joga a mão de Orochi para longe, com agressividade.

    [Jedebiah]:Monstro - ele diz se afastando, olhando para como ele flutuava. As armas continuam apontadas, Orochi percebe que em todos que o encaram há ódio misturado a medo. Não era a primeira vez que aquelas pessoas lidavam com pessoas como ele.

    [Abbhel]:Antes de terminar o massacre, mande um abraço ao Rei do Ouro pra mim! - diz o mascarado antes que Orochi saísse.

    Orochi deixa a capela. Andando até o Saloon ele vê que mais mascarados correm em direção a edificação.
    Ele pode ver Antípoda criando uma parede de gelo, bloqueando uma das passagens, mas há pelo menos mais três com mascarados vindo delas. No momento o herói não é percebido.


    Mecânica
    Spoiler:



    Orochi
    +1PH
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 11
    Pontos de poder: 169


    O Anônimo
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 14
    Pontos de poder: 165



    Grupo 2:


    Grupo 2






    Ace



    Atens



    Ren



    Ron



    Perz



    Druida



    Quasar


    A fuga desesperada das motos continua. Optando pelo caminho da Baixa Zionis, as três motos fazem uma curva fechada numa região de maior população: diferente do Distrito do Bronze a região não possuía grandes edifícios ou construções esplendoras, mais se assemelhando a um subúrbio.
    A grande população parece diferente dos bem vestidos e mascarados do bronze: máscaras mais cinzentas. Apesar da alta velocidade é possível ver que até mesmo moradores de rua e gente pobre existem naquela região.


    Ainda perseguidos pelas motos dos guardas porém inspirados pelas palavras de Atens o grupo se sai bem no caminho tortuoso das ruas.

    [Quasar]:Hmmm, até que não foi má ideia - comenta a heroína. Atens percebe como Ron a segura firme ao mesmo tempo que segura seu escudo com a mão direita. Eram uma dupla que parecia funcionar.

    [Ren]:Eu não to vendo mais eles. Acho que despistamos.

    [Ebon]:(Inglês)Vocês irão passar por um grande túnel que fica na muralha interna. Ele dá acesso pra fora e costuma ficar aberto sempre - ele indica o caminho.

    As três motos facilmente encontram o túnel.


    [Perz]:Tenho um mal pressentimento - diz logo ao passarem pela entrada. Um estrondo é ouvido logo atrás das motos - Algo está atrás de nós. Acelerem.

    [Ebon]:(Inglês)Droga! Maldição, como eles sabiam? Saiam do túnel, deem meia-volta, eles mandaram tropas pra saída do túnel. Não tem como passar por essa.

    As motos param, no ar. Aonde ir: Para frente, com tropas os aguardando ou retornar e dar de cara com o que fez aquele estrondo?

    [Ren]:Chefinha, e agora? - até a confiante da Ren parece preocupada.

    [Quasar]:Eu posso forçar uma saída mas...eu não sei, posso alterar minha altura consideravelmente. Mas eu não sou a prova de balas.





    Ace não perde tempo e decide ir de impacto contra o mecha inimigo: sumindo no ar Ace se oculta e literalmente se lança contra o mecha. O impacto é estrondoso, estilhaçando vidros dos prédios ao redor.
    Cannon se vê do outro lado do mecha, agora partido ao meio o robô é apenas sucata sobre um prédio. O piloto abre sua escotilha, aparentemente vivo mas completamente desnorteado.

    Ao voar para o alto Ace observa melhor se há mais daqueles mechas se aproximando.

    Ao norte é possível ver (com auxílio de câmeras de segurança que tenha acesso na região) uma grande massa de soldados de cor rubra se movimentando na direção do confronto com o mecha.


    Eles são liderados por um mascarado de cor cinzenta que carrega uma lança.


    Além disso, há mais cinco mechas idênticos ao último destruído se aproximando, vindo do leste.


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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Flamesh em Sab Set 23, 2017 11:51 am


    Ennio escreveu:Hmmm, um barco voador. Que interessante - o som de fita se repete - Espaçonave - ele repete, dessa vez com o som da voz de Steel. Ennio pelo visto adiciona novas palavras gravando os sons de onde as ouve e emula - Que ótimo, adoraria ajuda, estou tentando entender como abrir essa tal 'Espaçonave' mas não compreendo as palavras de sua porta.

    Ok, tinham que tomar cuidado com aquela coisa, ela podia copiar a voz de qualquer um deles e usar isso contra eles mesmo. Qualquer sistema de reconhecimento de voz seria burlado por aquela coisa, a menos que a qualidade da gravação não fosse boa o suficiente pra simular a voz com a precisão que um identificador teria. Amber cruzava os braços e tentava se focar nas próximas gravações que ouviria de Ennio, pra tentar notar se a qualidade de áudio era boa o suficiente pra enganar alguém, seja humano, seja identificador de voz, afinal era uma fita, quão bem um coisa tão "old" poderia gravar?

    Ennio escreveu:Vocês não possuem uniformidade. São diferentes e se portam diferente, vestimentas...Que interessante! - o robô parece animado - Podem me seguir? Lhes levarei até a porta que vi.

    É... Ele até tinha razão, a garotava olhava discretamente o grupo ao redor, só o japa babaca, o Steel e a Cheyenne tinham a mesma pegada, mas o resto... Principalmente o bichão com eles, eram todos diferentes e Amber nem fazia ideia do que eles podiam fazer. Menos o japa, a habilidade do japa era muito provável ser um futuro pé no saco, tinha se contido naquela hora de arrumar uma briga com ele, mas agora que estava melhor sabia que o sentimento da treta era real, só tinha que se segurar se aquele cara falasse alguma merda, estavam em missão e os filmes sempre dizem que a treta na equipe quando está em missão só ferra todo mundo, principalmente quem está tretando.

    Ainda assim, a garota não se sentia muito a vontade seguindo o robô, ok ele se mostrou amigável e tudo mais mas... Qual é, tinham conhecido ele agora... De qualquer modo ela o seguia olhando aos arredores, era o medo do local desconhecido aliado a alguém desconhecido, isso a deixava alerta. O sol quente nem a incomodava, era algo muito banal que não afetava a Amber e por isso ela não sentia desconforto ou cansaço extra.

    Ennio escreveu: O nome dela é Sarah..Ela tem 16 anos..Loira, olhos azuis, estatura mediana..- o robô emula a voz de um homem de voz grave. Venho de longe, além dessas montanhas, a leste

    - Ah, então você ainda é desse planeta. Pensei que era de outro... Essa Sarah aí, É só Sarah? Ela tem sobrenome? Ela é a menina que te deu o apelido de Ennio? É sua programadora ou ela só conhece a pessoa que te programou?

    Ok, já estava começando a achar que aquele robô tinha algo de humano, ele tinha alguns maneirismo em sua fala, sua personalidade, embora apenas os movimentos o denunciassem que era um automato. Amber também não descartava a possibilidade da menina da voz ter criado um automato, já viu muitas coisas incríveis na Terra 5 e não era uma criança dotada de conhecimento tecnológico que seria algo improvável.

    Amber então recebia uma mensagem de texto.

    Arthemis escreveu:Eu encontrei sobre esse Cruzador. É o EMPEROR da frota da Terra 4, foi dado como desaparecido na Batalha de Antares mas...muitas informações estão com código de segurança, eu não possuo acesso. Posso pedir para a Samurai Rubra? Se ela estiver disponível talvez ela possa me dar esse código, posso conseguir mais informações.

    "Ok, faz muito sentido se essa garota for um membro da equipe na Batalha de Antares, se ela for uma espécie de super gênio seria muito útil na Batalha, ela teria vindo nessa nave e por isso o ultimo sinal que o Ennio captou dela foi esse. Talvez ela não esteja mais viva... Mas aguenta aí robô, conhecemos. Mas se for isso, porque ela não teria avisado... Mas certas coisas não se encaixam."

    Amber então respondia Arthemis por texto.

    "Bem na hora! Sim, faz isso e valeu! Pede pra ela e bota todo mundo da Equipe Laranja em cópia, pra que eles vejam a resposta da Samurai Rubra e do que se trata. Eles também precisam ficar informados da nossa descoberta, pede pra ela também a lista dos membros da tripulação desse EMPEROR da Terra 4."

    E depois Amber pensava

    "E Steel vai poder julgar se é melhor abrirmos isso com o robô com a gente ou não."

    Amber queria perguntar
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Luxi em Seg Set 25, 2017 5:25 pm

    As pessoas começaram a fazer perguntas sobre sua visão. Respawn acabaria decepcionando nesse sentido. Não tinha as respostas, mas podia opinar, o que não acreditava que faria tanta diferença, já que seu julgamento era apenas mais um, como de qualquer outra pessoa. Por esse motivo, tinha narrado daquela forma beirando ao neutro. Sabia que qualquer palavra dita dela os conduziria, no fim das contas, para o mesmo caminho, e não queria ser responsável por um erro coletivo.

    Gênio escreveu: “Ele é uma isca ou coisa do tipo?”
    Steel escreveu:"Eu confio em você. Mas não seria mais interessante evitar o conflito?"


    "Sinto muito. Apenas fiz um relato do que eu vi. Não tenho muito mais informação. Os disparos eu ouvi ao fundo. Não partiam de nós no momento, não sei se teremos a chance de evitar. O que me preocupa é que havia uma criatura no fim do corredor e não pude ver além. Quanto à indole de nosso colega, não sei afirmar se ele é uma isca, mas se ajudar, ele nos avisou para tomar cuidado com os condutores. Pareceu amistoso. "


    Na medida do possível, estava tentando ser útil. Era complicado repassar os detalhes do que tinha visto com todos os detalhes que mereciam ser contados. Gostaria de poder partilhar visualmente, mas isso não conseguia fazer. Nunca tinha lidado com um grupo tão grande. Geralmente, só contava suas experiências para Rhys e ele se virava para tentar não matar os dois. Morrigan geralmente não se preocupava tanto, pois era sempre a melhor isca, mas não poderia fazer isso em um grupo tão grande.

    Respawn acabou ignorando o comentário de Quantum no processo, pois demorou um tempo para escrever tudo aquilo, com o rosto abaixado completamente concentrado naquilo. Aparentemente, gostava muito mais de escrever do que de falar, já que tinha concentrado ali mais palavras do que a soma de todas as que disse desde que os conheceu. Só ergueu o rosto para olhar a entrada triunfal de Flamesh, com alguma curiosidade e secretamente começava a achar a jovem engraçada com suas reações exageradas ou nem tanto.

    Compreendia o desconforto de todos de seguir aquele estranho. Ela mesma não gostaria de fazer isso, mas era tudo o que tinham e fazia parte da missão. Aceitava fazer qualquer coisa em nome de uma missão. Não desprezou Quantum dessa vez, assentindo. Ele deveria ter visto sua mensagem, sabia então que seu medo não era a toa.

    - Temos mais gente dessa vez. - respondeu com toda calma do mundo, falando bem baixo, somente para seu parceiro. Ela costumava ser aquela que não dava corda para esse tipo de preocupação para evitar histeria coletiva. Ainda que tivesse sido responsável por jogar a visão no grupo laranja todo, realmente acreditava que tinha feito isso para fins objetivos.

    De qualquer forma, agora precisava de silêncio. Aproveitou que estavam parados diante de um painel e passou a observar somente o robô e pensar naquelas informações extras que ele tinha dito, principalmente sobre a tal de Sarah. Talvez conseguisse matar dois problemas de uma vez: ter alguma pista da história do robô e talvez algum sinal de que não podiam confiar nele. Alheia ao restante do grupo, mais uma vez tentou fazer uma pequena viagem, dessa vez ao passado (postcog).

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Exalted em Seg Set 25, 2017 5:54 pm

    Não consigo resistir e dou uma risada, abafando com a mão ao ouvir a explicação de Steel sobre o cruzador, foi mesmo uma boa escolha como líder, ele parece um professor tiozão tentando ensinar algo a uma criança, o que teríamos de melhor? Olho para Amber que está incandescente bem perto dali… Não, definitivamente não… Respawn mal sabe falar, e o parceiro dela nos mandaria sentar e esperar enquanto ele sairia pra resolver sozinho, o Quimera é um doutor… hmm, quem sabe… … ...é, ele está pelado, não dá pra respeitar um líder que nem usa roupas.

    Amber escreveu:- Foi mal... essa parada é nova…

    - Puberdade né? sei como é…

    Sigo o robô, mantendo alguma distância, e ficando próximo à soldado que me acompanhava até ali.

    Cheyenne escreveu::Não gosto disso. O que é essa coisa robótica? Por que logo aqui, agora, quando chegamos?

    - Você também notou isso né? Tá parecendo muita coincidência, é melhor nos anteciparmos.

    Dá pra ver pelas linhas de probabilidade que tem uma colônia de formigas por aqui, e se eu mudar isso só um pouco, essa colônia terá se criado dentro da nave, assim, se alguém está por lá nos esperando, vai estar com problemas, nada de emboscadas hoje heheh…

    Ennio escreveu::O nome dela é Sarah..Ela tem 16 anos..Loira, olhos azuis, estatura mediana..- o robô emula a voz de um homem de voz grave - [Ennio]:Venho de longe, além dessas montanhas, a leste

    - Viu isso? - Falo pra Cheyenne - Ele não disse de onde vem, está usando a voz de outra pessoa.

    Ele nos leva até a porta, tecnologia da Terra 4, não é meu forte, hora de esperar os “hackers” aparecerem, olho em volta, talvez seja hora dos policiais, vamos ver o que sabem fazer.

    Respawn escreveu:"Sinto muito. Apenas fiz um relato do que eu vi. Não tenho muito mais informação. Os disparos eu ouvi ao fundo. Não partiam de nós no momento, não sei se teremos a chance de evitar. O que me preocupa é que havia uma criatura no fim do corredor e não pude ver além. Quanto à indole de nosso colega, não sei afirmar se ele é uma isca, mas se ajudar, ele nos avisou para tomar cuidado com os condutores. Pareceu amistoso. "

    Ele pareceu ter conhecimento sobre o interior? Até onde entendi ele ainda não havia entrado na nave, isso não está ficando mais simples…
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Zer0 em Seg Set 25, 2017 9:24 pm

    Steel sente uma sensação estranha ao ouvir sua própria voz emulada por Ennio, aquilo não era bom. Preferia o sigilo a ter um toca fitas humano, quanto menos rastros ele deixasse, melhor. Se esse robô começasse a copiar muitas frases, talvez fosse melhor dar um fim nele.

    Quando o androide começa a elevar o tom de voz e parecer animado com a situação, o militar assume a postura mais sóbria que lhe era característica. Lembrou-se de uma frase que parecia ser dita há uma vida:  "Quantos mais brilhantes as luzes, mais escuras as sombras e quanto maior a animação, mais sério estrá Steel" disse Tom-das-sete quando serviam no mesmo esquadrão. Tom estava morto, devia estar animado em sua cova rasa.

    Nesse momento, recebe a mensagem de Respawn. Miller sentiu-se seguro com as habilidades da garota, afinal, guerras são vencidas com cadáveres e informação. Respawn tinha as informações, Steel sabia fazer cadáveres.

    De repente Amber surge com suas novas asas. Um par de asas flamejantes que pareciam ter saído daqueles jogos digitais dos jovens da Terra 1, dariam um belo alvo. Ao ver a garota em chamas e o gênio se aproximando, W. fala em tom de julgamento:

    -Discretos como sempre.

    Ele não conseguia se acostumar com a ideia de que esses "super-heróis" não precisam ser discretos. O cachorro velho rejeitava aprender novos truques.

    Hey Flamesh. Aposto que você está se coçando para derreter essa maldita porta... Bem, deixe eu tentar uma coisa antes. Se não funcionar, você pode fazer seu showzinho.[/b]

    Steel se aproxima do painel e tenta desbloquear a porta de alguma forma. A tecnologia parecia avançada demais para ele, mas não havia porque não tentar

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    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Ter Set 26, 2017 9:26 pm

    “Se tem algo que eu não consigo entender nos estrangeiros é como seus Soberanos permitem que seus súditos vivam nessas condições quando seus Governos claramente tem recursos para dar o mínimo de dignidade a eles. Não importa como chamem seus Governos, eles sempre exploram uns aos outros e a seus planetas até chegarem perto de destruírem-se ou de destruírem-se. Nós, já fomos como eles, já chegamos muito perto de destruir uns aos outros, mas aprendemos com os erros do passado e encontramos um caminho de harmonia e chegamos a uma sociedade que Eles chamam de utópica, apenas porque mantem a ganancia e o desprezo por seus semelhantes e não conseguem aprender com o passado para construir um futuro diferente. De qualquer forma não é inteligente deixar uma população insatisfeita a esse ponto. Elas podem não ter a força necessária para se erguerem contra seu Rei e derrubá-lo sozinhas, mas; se existir um opositor de prestígio que saiba usar tais pontos fracos a seu favor... é o suficiente para fazer uma Coroa mudar de dono. Infelizmente eu não dividia da mesma confiança que Quasar e Ren demonstravam em suas falas, mas aquela sensação de sucesso era importante para mantê-los motivados. Ron e Quasar aparentemente conseguiam trabalhar bem juntos e no geral todos estavam se saindo bem, na medida do possível.”

    Atens- Eu não tinha dúvidas que conseguiriam, mas mantenham a prontidão até chegarmos em nosso destino, afinal novos desafios sempre podem surgir. Entretanto, eu sei que conseguirão superá-los.

    “A voz de Ebon novamente ecoa através do comunicador da moto solicitando que entrássemos em um túnel. Eu não gostei nada da ideia, pois me recordei do quanto Killian evitada tais acessos quando planejavam nossas rotas. Ele achava túneis perigosos por não permitirem rotas de fuga alternativas.”

    Atens- (Inglês) Tem certeza de que é o melhor caminho?

    Perz escreveu:-Tenho um mal pressentimento - diz logo ao passarem pela entrada. Um estrondo é ouvido logo atrás das motos - Algo está atrás de nós. Acelerem.

    “Novamente a voz de Ebon surge através do comunicador com uma noticia nada agradável. E agora eu entendia perfeitamente porque meu irmão evitava os túneis... Estávamos encurralados!”

    Ebon escreveu:- (Inglês)Droga! Maldição, como eles sabiam? Saiam do túnel, deem meia-volta, eles mandaram tropas pra saída do túnel. Não tem como passar por essa.

    Atens- (Inglês) Não importa como sabiam! Nós também não podemos simplesmente dar a volta porque há algo atrás de nós. Sabe ao menos nos dizer em quantos eles estão? E, você Nosso 'Amigo' consegue acompanhar a movimentação deles de alguma forma? Alias... existem câmeras nesse túnel e conseguiria acessá-las?

    Ren escreveu:- Chefinha, e agora? - até a confiante da Ren parece preocupada.

    “Olho para Ren com uma expressão séria porém confiante.”

    Atens- Agora eu vou precisar da ajuda de vocês! Perz, você percebeu que havia algo atrás de nós antes do estrondo. Você consegue dizer algo a mais sobre o que poderíamos enfrentar caso dermos meia volta? É apenas um? Acha que são os guardas que estavam atrás de nós?

    Quasar escreveu:-Eu posso forçar uma saída mas...eu não sei, posso alterar minha altura consideravelmente. Mas eu não sou a prova de balas.

    Atens- Foi assim que desapareceu no salão hoje mais cedo?- “Olho com uma expressão curiosa para Quasar ao realizar a pergunta e em seguida volto meu olhar para Ren e Ron.”- Nós teremos sucesso ao planejarmos nossa opção adequadamente, usando as habilidades de cada um da melhor maneira possível. Quem fazia esse planejamento era... Killian. - “Agora além do que o desconforto por sua ausência como meu irmão eu sentia sua falta como meu conselheiro!” - Ele treinou vocês para essa posição e por isso sei que são mais que capazes de cumprir suas funções. Entretanto, agora, eu preciso saber o que todos vocês podem fazer diante as situações que estamos enfrentando nesse momento; para que assim possamos avaliar a melhor opção: Ir em frente ou voltar. -“Volto meu olhar para Quasar” - Eu posso tentar fazer o mesmo que fiz com os Guardas mais cedo e tentar evitar que atirem em você, Quasar. Isso, se decidirmos ir em frente, mas mesmo assim ainda teremos algo atrás de nós. E, se demorarmos muito para decidir, em breve o que quer que tenha feito aquele barulho nos alcançará e teremos de enfrentá-lo de qualquer forma. Mas, com a estratégia adequada talvez possamos até usar o que está atrás de nós para distrai-los na saída.

    Embora Atens ainda não tivesse oficialmente decidido que caminho tomar ela aparentava estar inclinada a dar meia volta. Afinal, se continuassem ali parados em breve teriam que enfrentar o responsável por aquele estrondo de qualquer forma. Entretanto, ela ainda aguardava a resposta dos demais para decidir entre suas duas únicas opções.


    Resumo:
    Mantendo o Armada Imperial sobre os aliados.

    Lyvio
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Qua Set 27, 2017 10:35 am

    [Abbhel]:Somos todos amigos, isso aqui é só uma brincadeira que chamamos de guerra pela sobrevivência - responde Abbhel sarcásticamente. Ele não parece disposto a responder agora.

    Giro os olhos para as palavras do mascarado levemente irritado, mais uma vez ele fica cheio de sarcasmos, agora entendo porque os cowboys tem tanta raiva desses mascarados, que cara insuportável...

    Abro um sorriso sarcástico encarando-o e viro-me para o oriental:

    -Entendi o porque ele estava amordaçado, o sarcasmo dele é insuportávle, podem amordaça-lo se quiserem deixa-lo falando, sugiro a cada sarcasmo dele respondam com uma coronhada esse tipo merece, mas como falei, não o matem.

    Viro-me para ouvir as palavras de Marston, ele parece não ter gostado muito de meu sarcasmo, mas não pude ficar calado ao ouvir tamanha ingratidão, no entanto devo levar em consideração que ele está muito nervoso assim como todos. Suspiro coçando a cabeça, a muito minha paciência não foi testada como está sendo aqui, sou mais paciente do que imaginei, agora tenho certeza.

    Como se não bastasse os demais também não se agradam de minhas palavras e apontam suas armas para mim, engulo seco, talvez eu tenha exagerado nas palavras, um leve medo já começa a tomar conta de mim, será que vão me atacar? Não acredito! Mantenho minha postura e tento não demonstrar o medo e respondo-os serenamente.

    Marston:Eu tinha acabado de matar o último deles, seu desgraçado. Aquela monstruosidade gigante estava atrás de você, não de nós, e então você me arrasta e ainda me dá lição de moral... - o homem segura seu rifle, está claramente muito irritado.

    A fala de Orochi pesa para todos ali, mas talvez não dá maneira como gostaria.

    Todos erguem as armas e apontam para Orochi. As últimas palavras os ofenderam de alguma maneira.

    [Jebediah]:Então espera baixarmos a guarda, eliminar a ameaça dos mascarados, e então nos eliminar em seguida? Esquece moleque.

    -É inútil...Fala fazendo o leve aceno em direção as armas. Eu transformei aquele robô gigante deles em cinzas num piscar de olhos, essas armas não vão ser muito úteis contra mim.

    Quanto aos mascarados que você diz que matou o último, não percebeu que alguns deles cairam se contorcendo e gritando de dor? Acha que foi você que fez aquilo? Lêdo engano Martson, eu que os matei para ajudar vocês, e obviamente nem vocẽ nem eles perceberam meus ataques...Se eu não fizesse aquilo, talvez você não tivesse aqui para contar a história.


    Falo em tom sereno e encerro encarando-o sem nenhum tipo de agressividade. Quando penso que as coisas iria amenizar Abbhel vem com mais um sarcasmo, dessa vez ignooro-o, sequer olho para ele. Mas, logo as informações fornecidas por Ezekiel e Jedebbiah chamam minha atenção, eles fala sobre uma mina de carvão que talvez os mascarados estejam interessados, eu euço e me calo observando o desenrolar das falas deles, então tento conformar o velho, mas ele não se agrada, por fim, ouço Abbhel falar sobre o "Rei de ouro" Mais uma informação...

    -Quando eu voltar, Abbhel, você mai me explicar direitinho quem é esse rei de ouro...dentre outros detalhes...

    Ao sair da capela me deparo com mascarados atacando uma parede de gelo feita por Antípoda, ativo minha Onipotência e avanço me dirigindo a eles num tom imperativo:

    -Mascarados, larguem suas armas!

    Falo apontando meu dedo para elas e apontando para meus pés em seguida com a intenção gestual que entendam que quero as armas deles junto a mim, aos meus pés esperando que dê certo, chega de mortes por hoje...

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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      Data/hora atual: Ter Nov 21, 2017 5:14 pm