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    Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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    Jezreel
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Qua Dez 06, 2017 10:29 pm

    1 PH

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Sab Dez 09, 2017 2:42 am


    Equipe Laranja:


    Respawn:


    Diante de um ambiente diferente Respawn tenta mais uma vez compreender o que havia ao seu redor e como reagir diante daquilo. Não teria a companhia e apoio de seu parceiro dessa vez.

    Artemis encolheu os ombros diante do olhar sério de Morrigan, como se estivesse com medo dela também. Mas sua expressão mudava para curiosidade aos poucos.

    [Quantum]:Encontro você no caminho, caso fiquemos muito longe o nosso ponto de destino é a ponte de comando - respondeu no comunicador.

    O desconhecido lhe batia a porta, mas Respawn tentava enxergar com os olhos e com sua mente respostas para perguntas que nem havia feito ainda.

    As últimas horas de Antares:


    A visão levava Morrigan até o mesmo local, mas no passado: mais especificamente no que claramente era um momento na Batalha de Antares. Tremores o tempo todo naquele corredor, agora muito frio, e uma mulher vestida de um traje espacial.

    [Mulher de Traje]: Veronica aqui. Cheguei nos dormitórios. Onde está a brecha?
    Muita estática do outro lado de sua comunicação.

    [Veronica]:Merda, é como eu pensei. Aquelas criaturas intereferem no nosso sinal - ela parece ter alguma dificuldade em andar, o ar parece puxa-la para frente.

    Ela carrega uma grande arma nas costas, como se fosse um canhão.

    [Veronica]:Vamo lá garota, você treinou com essa coisa por uns trinta minutos? É suficiente - ela anda até uma abertura no casco da nave na parede, no corredor. Ela ergue o aparelho.


    Mas é interrompida por um vulto que avança contra ela. As garras da criatura haviam se fincado em sua perna direita. Sem tempo de reação ela dispara o canhão no monstro: um som estrondoso e o monstro sai correndo pelo corredor, fugindo do grande clarão da arma.

    Letárgica, Veronica se ergue mesmo com a perna coberta de sangue e manca até a abertura no casco. Ela tem tempo de fechar o buraco disparando com seu canhão, sedando o buraco.
    Nem havia percebido que o ataque havia estilhaçado o capacete de seu traje.

    Aos poucos seus movimentos vão dimunuindo e a vida dela se esvaia.

    Mais uma baixa de Antares.


    A posição dela escorada na parede é a mesma que Morrigan vê agora. De qualquer forma sua arma não estava ali ao seu lado no chão: deve ter sido movida.

    Aquilo tornava informações de outras visões mais relevantes: ela não teria morrido somente pelo ferimento da perna, mas por algum tipo de veneno (como na visão de Katherin e seu colega que estava quase morrendo de veneno também).

    Um quebra cabeça começava a fazer mais sentido.

    Respawn decide seguir a música. Após mais ou menos dez minutos andando em linha reta, Morrigan chega na origem do som:
    Uma porta fechada, mas que poderia ser aberta com um botão.

    Se a morte aguardava do outro lado da porta, Respawn tinha confiança de que não seria sua última morte...


    [Garota]:O-O que? Você? Não, por favor vá embora! - uma garota, sentada de costas numa mesinha de metal, se virava e escondia o rosto de Respawn.
    Na mesa há uma caixa de som, a origem da música que escutava.

    [Garota]:Vá embora, eu imploro - ela se encolhe, tentando ocultar sua face. Mas era claro para Respawn quem era ela: a filha do sheriff, procurada por Ennio e quem sangrava em sua visão.

    E de alguma maneira ela reconhecia Morrigan.

    Seu rosto tinha alguma deformidade, algo que pareciam ser escamas. Era o que a garota tentava cobrir.



    Laranja:


    O combate parece ir em favor dos heróis num primeiro instante. Djinn ergue sua bigorna e a lança contra o segundo Dragoon, mas ela não atinge o andróide por pouco, voando por cima dele e furando o casco da parede.

    Quimera tenta atacar o mesmo androide, mas a proximidade com os aliados e o pouco espaço para manobram tornam acertar o oponente uma tarefa complicada: ele salta para o bote mas apenas perfura o ar.

    Ennio dispara novamente, atingindo a unidade dragoon 3 de raspão. Os dois androides permanecem focados em Steel. Suas espadas e golpes que geram clarões atingem o soldado, um de cada lado, que grunhe.
    Algo naqueles ataques passavam pela vedação e proteção da armadura.

    Cheyenne corre até perto de Steel e dispara novamente com seu rifle: alguns tiros atingem a unidade 3, expondo circuitos e fios, mas o inimigo continua de pé.

    Steel teria continuado a atacar, se não tivesse sido interrompido por...aquilo.
    Do mesmo buraco que a bigorna havia feito, da escuridão algo saltara. Quimera pode sentir que seu cheiro é estranho, errado, como se uma criatura viva tivesse o mais puro odor de putrefação.


    A criatura é parecida com uma centopeia em sua extensão, mas sua frente é como de uma fera bestial.
    Numa único golpe de encontrão, Steel voa para trás: o tanque do grupo estava caído no chão.

    O monstro ruge. Seu olhar é de fome.

    Ordem de Iniciativa: Steel - Djinn - Quimera - Dragoon 1 - Ennio - Dragoon 2 - Dragoon 3 - Cheyenne - Monstro






    Atens:


    Antes:


    Atens escreveu:Atens – Apenas me informe e explique sobre os protocolos dessa audiência a tempo de nos prepararmos.

    [Ebon]:Vou tentar lhe resumir o máximo possível. São muitos protocolos, mas o que precisaremos serão poucos. Você não estará fingindo não ser uma estrangeira, afinal




    Atens escreveu:Atens – Se soubermos pelo que estão lutando podemos pensar em um acordo entre eles e conseguir essa colaboração. Não dê tudo por perdido antes do fim e ainda não chegamos ao fim. Esse objetivo ainda pode ser alcançado! -

    Ebon ainda parece preocupado, mas assente positivamente com a cabeça, aceitando que ela tem um plano.




    Atens escreveu:
    Atens – Era tudo o que eu precisava saber antes de prosseguir. Ebon me disse que sabe como entrar em contato com seus irmãos, se tudo correr como esperamos, vamos precisar que marque um encontro com eles. E que nos auxilie nesse dialogo. Essa oferta será feita a seus irmãos e você poderá receber a mesma Honra que estou prestes a receber ao lado deles assim como deseja. Conversaremos mais sobre isso junto a Ebon após o ritual.

    [Trygor]:Sim, será arranjado este encontro. Talvez eu precise quebrar alguns, dar alguns socos, mas farei acontecer - ele soa como se o protocolo social dos karnotaurs envolvessem violência de qualquer maneira. E parece ser o caso.

    Ele se despede sem acenos ou rodeios e anda, apressado, pelos corredores.




    Atens escreveu:Atens – Então daremos início a essa investigação, acharemos provas e testemunhas. Diga-me, o que crê que precisamos para conseguir tais provas e testemunhas?

    Ebon pensa um pouco.

    [Ebon]:Se eu conseguisse conversar com o garoto, o tal herdeiro. Além disso eu acho que investigar melhor a família do rei, seus parentes, seja um caminho também.


    Atens – Estou melhor, Perz. - Sua fala não simplesmente deixou clara sua preocupação como deu a impressão que havia uma continuação. - Apenas tive um sonho estranho.

    Perz parece intrigado com esta fala.

    [Ebon]:Você dormiu só por uns quinze minutos. Imaginei que ficariam mais tempo desacordadas, uma criança quando passa pelo processo costuma dormir um dia inteiro.

    Adurna ruboriza ainda mais diante do reconhecimento que a Imperatriz lhe dava. Ela aperta sua mão.
    Perz e Adurna ajudam Atens a se levantar.

    Atens escreveu:Atens – Não subestime sua importância pelo brilho.

    Ren cruza os braços, como se fosse uma criança emburrada, mas não reclama mais.

    Atens escreveu: Assim como não é o uniforme que faz um herói e sim seus atos.

    Ron desvia o olhar por um instante. Aquelas palavras tinham algum peso, maior do que ele mesmo imaginava.

    Atens escreveu:- Seus atos correspondem a isso, Quasar, e é o que de fato importa.

    [Quasar]:Eu trabalhava mais como a heroína que vai de cara limpa, mas até que esse aqui não é ruim - ela diz olhando para o reflexo do bracelete, como se fosse um espelho.

    Atens escreveu:Atens – Uma boa prova de que a teoria de Ebon estava correta. Não concorda, Delilah? -

    [Delilah]:É mesmo, eu odiaria ter que limpar os restos de vocês se explodissem - ela soa um tanto sarcástica. Pelo visto ela era meio desbocada.

    Ebon lhe chamava para um encontro com o irmão do Marfim. Aliás, até o momento Atens não sabia seu nome.

    Atens escreveu:Atens – Estarei... Assim que me contar o que esperava que ele tivesse entendido e quem achou que estava com ele.

    [Ebon]: Claro, me acompanhe. Meninas também e vocês... - ele olha para Perz e Ron - ...peço que fiquem. Meu irmão já estará muito chocado em ver outra membro do Marfim, quanto mais pessoas sem-ros...sem máscara - ele diz educado.
    Os dois não parecem nada felizes com o pedido, mas o obedeceriam se Atens ordenasse ou pedisse o mesmo.

    Adurna se despediria de Atens com mais um breve abraço e ficaria ao lado do jedi e do guardião. O restante da corte permaneceu ali.

    ...

    No corredor, enquanto caminham, Ebon fala um pouco sobre o irmão e o que esperava quando ele chegou.

    [Ebon]:Meu irmão se chama Lukka. Somos os dois únicos filhos do antigo líder da Casa de Ferro. Sou mais velho que ele - um rápido resumo daquela família - Ele é mais...popular, na questão do trono. Vive cercado de pessoas e nobres de diversas Casas e constantemente recebe conselhos deles. Ele foi convencido a lidar com os karnotaurs de outra maneira, ele acredita que irá nos libertar da guerra exterminando eles.

    Uma maneira radicalmente diferente do plano de Ebon de atingir a paz.

    [Ebon]:Lukka é só um...garoto. Um garoto levado por ideias horríveis e uma visão distorcida de como são as coisas. Eu não posso permitir que ele traga mais violência à nosso mundo, mesmo que seja meu irmão eu vou vencê-lo - Atens não percebe mágoa ou raiva nas palavras dele, mas sim uma genuína preocupação de irmão mais velho.

    Um sentimento familiar.

    Nesse meio tempo a mensagem de Nalaror era recebida e a questão que envolvia aquele conflito no oeste se mostrava complicada.
    Atens decide mostrara ao princípe do ébano a projeção atualizada do planeta.

    Atens escreveu:Atens – Como pode ver a nuvem não encobre mais todo o planeta. A princípio isso seria algo bom, pois permitiria a luz retornar e a manutenção da vida sem o uso de magias. Entretanto, a algo errado, nossos cientistas descobriram uma instabilidade em seu planeta e o pico ocorrerá em 12 horas. Precisamos deslocar alguns de nós para o ponto de origem e tentar evitar que um desastre ocorra, estou aguardando algumas respostas para decidir quem devemos enviar.

    Ebon se aproxima da projeção, a olhando cuidadosamente.

    [Ebon]:Isso não faz sentido...se o seu globo está correto e preciso, as nuvens param bem nas coordenadas das montanhas que não conhecíamos. Não...entendo, quando pudermos preciso mostrar isso a um conhecido da Casa do Cobre - ele soa confuso. Para ele e todos de Zionis o planeta sempre esteve em eternas nuvens, em todo o seu globo.

    Atens decide abrir uma ponte de comunicação com o bracelete.





    Azul 1:


    Orochi:


    Orochi continua a interrogar e falar com Abbhel

    Orochi escreveu:-Talvez você não seja um agente duplo realmente, talvez você seja completamente inútil e incapaz de fazer seu trabalho, um incompetente e nada mais, ou não. Mas isso não importa a gora., temos que agir e resolver isso o quanto antes.

    [Abbhel]:Haha, claro - ele responde com sarcasmo. Continua um pouco mais agitado do que antes.

    Orochi busca uma solução diplomática, mas sem grandes resultados. Para complementar, uma terceira questão surgia com urgência

    Orochi escreveu:-O QUE!? Pela minha mãe e e meus irmãos! Andrastea, Reaper, Anônimous, Beastgirl e Antípoda, vocês receberam essa mensagem!? Eu irei para o local, porém, apenas depois que resolver o problema da mina. Temos 12 horas, chegarei lá em um instante!

    [Antípoda]:Você entende de algo do problema para ajudar indo lá? - questiona a heroína num tom neutro, mas que demonstrava que ela não confia nele para resolver a questão - Temos que resolver isso que temos nas mãos primeiro.

    O heroi tenta também uma comunicação com Atens e continua a falar com Baker enquanto isso.

    Orochi escreveu:-Baker, o que vou lhe propor talvez não o agrade nem agrade aos demais, mas se não for assim vocês serão aniquilados pelos Karnotaurs, ou morrerão pela falta do fornecimento de energia que a mina lhes dá. Quero saber se a mina é capaz de suprir suas necessidades e as necessidades dos Karnotaurs, se sim, poderíamos negociar um acordo entre vocês, você saberia informar.

    [Baker]:Eu não posso negociar com homens que mataram crianças e mulheres inocentes. Todos nós vimos quando eles mataram a filha do xeriffe no começo de tudo isso - ele disse, sério - Não é possível dividir o carvão, eles comem ele! São animais, ingerindo até mesmo combustível valioso...

    Ele parece acreditar que Orochi tinha sinceridade nessa proposta, mas sua convicção era forte e tinha grande apoio dos demais ao seu redor.

    Orochi também tenta com sua visão encontrar o exército Karnotaur em direção a mina...mas não há nada, se estavam a caminho não seria pelo caminho convencional. Sem um lugar específico onde olhar, era como procurar uma agulha no palheiro.

    Enquanto a comunicação com Ebon e Atens por viva-voz era estabelecida e se iniciava uma discussão entre Orochi e Anonimous, ninguém notou quando seu interrogado mudava um pouco sua situação.
    No fim, não haviam sido decididos ninguém para ir ao lugar apontado por Nalaror.

    [Zhen]:O que...como? - o chinês olhou boquiaberto quando percebeu que Abbhel num instante estava de pé e sem as amarras.

    [Abbhel]:Desculpe, rápido demais pra vocês? - ele ajustava as luvas de sua roupa casualmente. A agitação instantes atrás deveria ser o esforço dele em se desprender.
    Aqueles armados erguem suas pistolas e rifles em direção a Abbhel, mas notavam que ele permanecia parado e sem intenção de agir agressivamente.

    [Abbhel]: Então Ebon, está na escuta? - ele questiona em inglês - Ótimo.


    Anonimo:


    Reaper parece muito mais apressado que Adrastea. Ele para encarando o deserto, com noção da direção onde fica a mina.

    Anonimo escreveu:
    Anônimo:-Adastrea, nos leve voando para esse lugar. É tarde demais para irmos até a mina. Depende de nós resolver esse problema.

    [Reaper]:Ora, pra quê ir resgatar civis, não é mesmo? Que perda de tempo! - ele responde sarcástico, pressionando botões em seu bracelete.

    [Adrastrea]:Não podemos ir todos ao mesmo lugar. Temos problemas diferentes pra lidar neste planeta...

    [Reaper]:Se o terrorista quer brincar de viajar por aí, quem sou eu pra impedir?
    [Adrastrea]:Sabemos do histórico dele mas ele foi denominado como membro dessa operação com boas razões, Reaper.
    [Reaper]:Então vá com ele. Eu não sigo ordens de aberrações e...o que quer seja você - disse olhando para Anônimo.

    Tirou do casaco um aparelho eletrônico. O aparelho se materializa numa moto flutuante. Reaper monta na moto e dá partida, sem esperar comentários, em direção a mina.

    [Adrastrea]:Se tem um exército em direção a mina eu preciso estar lá. Se reagrupe com Orochi, ou aja da melhor maneira que encontrar. Eu sou mais rápido se não tiver de lhe carregar - o herói ergue vôo, em direção a mina.






    Equipe Azul:


    [Abbhel]: Então Ebon, está na escuta? - ele questiona em inglês - Ótimo.

    [Ebon]: Sim, Abbhel. Reporte - ele soa sério.

    [Abbhel]: Encontrei o barão. Os Karnotaurs estão com uma doença, precisam de carvão. Os do oeste também precisam - ele diz na língua de Zionis. Somente Atens pode entender.

    Na visão de Atens as informações parecem inéditas

    Para Orochi e aqueles ao redor, Abbhel havia deixado de ser um refém para uma figura mais imponente. Ainda estava sob a mira de diversas armas, mas mudara sua postura completamente e a conversa seguinte seria toda na língua de Zionis.

    [Abbhel]: Os Karnotaurs precisam de Zionis, essa doença, não é algo que já tenhamos visto. Pode ser a escuridão...
    [Ebon]: Abbhel...o que são esses sons? São armas? O que está havendo?
    [Abbhel]: Um mero detalhe. Vou tentar resolver isso, se o sem camisa aqui não tentar me matar.

    Na vila, todos permanecem tensos apontando armas. Artemis concordara em falar com Nalaror enquanto isso, uma nova mensagem viria em breve.

    Orochi:


    [Abbhel]:Já podem baixar essas coisas? Ou ainda acham que eu estou do lado dos Karnotaurs? - ele diz em inglês - Que tal sairmos daqui, eu adoraria uma bebida para conversar.

    Ele começa a andar em direção ao Saloon. Baker acena para que abaixassem as armas, e anda na direção do bar também.


    Atens:


    [Ebon]:Acho que Abbhel está bem, se já está respondendo sarcástico - pelo visto era um comportamento que conhecia de seu subordinado - Lukka está chegando, podemos discutir sobre isso assim que eu lhe apresentar a ele. Quem sabe você não me ajuda a colocar algum juízo nele.

    Nos corredores escuros uma figura completamente contrastante com o ambiente e com Ebon andava.


    Ebon se aproxima. Os dois se abraçam, num símbolo fraternal que Atens já poderia identificar como os irmãos se abraçam naquela sociedade.

    [Ebon]:Continua baixinho, moleque
    [Lukka]:E você continua sem limpar a armadura, velhaco - respondeu em igual bom humor.

    [Lukka]:Tem novos hóspedes no castelo do...esse rosto! - ele aponta para a máscara de Atens, em choque. A Imperatriz nota que ele é muito mais novo. Na verdade daria no máximo 16 anos para ele.

    [Ebon]:Lhe apresento Atens da Casa do Márfim, irmão - ele faz uma mesura na direção da Imperatriz, a deixa para que ela se apresentasse.






    Mecânica
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    Observações:

    - Desculpem a demora, foi um post grande com muitas informações. Caso algo tenha ficado confuso, podem me perguntar.

    - @Neith e @Lyvio, como perceberam a ultima parte da cenas dos dois ficou interconectada.

    - A decisão de quem irá em qual parte da missão ainda está em aberto, mas levem em consideração que as opiniões de alguns personagens podem não ter tanto peso devido a ações passadas e suas consequências.

    - Acelerei alguns eventos devido aos últimos imprevistos que tivemos na mesa, peço desculpas caso tenha ficado corrido.

    - Devido a demora do post, não inseri as imagens com os agrupados em cada cena.

    - Para quem está na vila no deserto eu peço que pensem bem no que vão fazer e aonde irão: múltiplas ações não serão válidas devido ao momento necessitar de ações pontuais de vocês.

    Lyvio
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio Ontem à(s) 5:34 pm

    [Antípoda]:Você entende de algo do problema para ajudar indo lá? - questiona a heroína num tom neutro, mas que demonstrava que ela não confia nele para resolver a questão - Temos que resolver isso que temos nas mãos primeiro.

    Antípoda não parece ter se atentado a minhas palavras, falei que resolveria o problema da mina e depois iria até o local tentar resolver outro problema.

    -Você ouviu o que acabei de falar, Antípoda? Eu disse que iria para o local assim que resolvesse o problema da mina, obviamente obterei mais informações sobre o local, apenas me disponibilizei para ir, simplesmente por ser eu.

    [Baker]:Eu não posso negociar com homens que mataram crianças e mulheres inocentes. Todos nós vimos quando eles mataram a filha do xeriffe no começo de tudo isso - ele disse, sério - Não é possível dividir o carvão, eles comem ele! São animais, ingerindo até mesmo combustível valioso...

    A resposta de Blake sobre minha indagação me deixa confuso, ele falou "comem carvão" e "bebem combustíveis"!?

    -Sei que parece uma pergunta estúpida, mas você não fala isso de modo...literal, correto!?

    Orochi também tenta com sua visão encontrar o exército Karnotaur em direção a mina...mas não há nada, se estavam a caminho não seria pelo caminho convencional. Sem um lugar específico onde olhar, era como procurar uma agulha no palheiro.

    Percebo que minha visão não os identificou, eles ou não estão indo pelo caminho convencional, ou sequer estão indo para lá como informou o Reaper, ou ele foi enganado, ou está tentando nos enganar... Várias opções...deixarei para analisar depois.

    Enquanto a comunicação com Ebon e Atens por viva-voz era estabelecida e se iniciava uma discussão entre Orochi e Anonimous, ninguém notou quando seu interrogado mudava um pouco sua situação.

    Por minha mãe e meus irmãos...tem que ter muita paciência para aturar Anonimous e Abbhel...Volto-me ao comunicador e falo com Anonimous.

    -Não sabemos o que nos aguarda Anônimous, não devíamos nos separar, solucionamos esse problema aqui e iremos todos para lá, essa é a melhor estratégia, sugiro que acate e espere.

    Me surpreendo como Abbhel livrou-se das amarras e parecia muito bem apesar de tudo, isso me surpreende bastante.

    -Vejam só! Temos um ator entre nós. Você é realmente impressionante Abbhel, achei que você fosse menos...ofensivo.

    Ouço ele se comunicar com Ebon como solicitei e por incrível que pareça, seu inglês era ótimo. Porém, depois ele começa a falar numa língua o qual não entendo. Observo a conversa e obviamente irei interroga-lo sobre ela em seguida.

    [Abbhel]:Já podem baixar essas coisas? Ou ainda acham que eu estou do lado dos Karnotaurs? - ele diz em inglês - Que tal sairmos daqui, eu adoraria uma bebida para conversar.

    Ele começa a andar em direção ao Saloon. Baker acena para que abaixassem as armas, e anda na direção do bar também.

    O Saloon...entendo, ele prefere falar privadamente, a população obedece Blake, parece que ele é o manda-chuva aqui. De toda forma, um certo alívio para mim que parece ter dado certo.

    Olho para os lados tentando ver a Beastrgirl e caso veja a chamarei junto com Antípoda para o Saloon. Caso não a veja pedirei tentarei falar com ela através do bracelete me chamar Antípoda para todos irmos ao Saloon.

    Volto-me ao Bracelete e me dirijo a Anônimous, Andrastea e Reaper.

    -Tenham cuidado por aí, parece que as coisas aqui já vão se resolver, deixarei o canal aberto para que ouçam a conversa.

    O Anônimous tem seu defeitos, mas é indiscutível sua inteligência, ele ficar a parte dessa situação talvez seja importante para uma solução mais rápida.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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      Data/hora atual: Qua Dez 13, 2017 1:24 am