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    Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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    Jezreel
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Qua Dez 06, 2017 10:29 pm

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Sab Dez 09, 2017 2:42 am


    Equipe Laranja:


    Respawn:


    Diante de um ambiente diferente Respawn tenta mais uma vez compreender o que havia ao seu redor e como reagir diante daquilo. Não teria a companhia e apoio de seu parceiro dessa vez.

    Artemis encolheu os ombros diante do olhar sério de Morrigan, como se estivesse com medo dela também. Mas sua expressão mudava para curiosidade aos poucos.

    [Quantum]:Encontro você no caminho, caso fiquemos muito longe o nosso ponto de destino é a ponte de comando - respondeu no comunicador.

    O desconhecido lhe batia a porta, mas Respawn tentava enxergar com os olhos e com sua mente respostas para perguntas que nem havia feito ainda.

    As últimas horas de Antares:


    A visão levava Morrigan até o mesmo local, mas no passado: mais especificamente no que claramente era um momento na Batalha de Antares. Tremores o tempo todo naquele corredor, agora muito frio, e uma mulher vestida de um traje espacial.

    [Mulher de Traje]: Veronica aqui. Cheguei nos dormitórios. Onde está a brecha?
    Muita estática do outro lado de sua comunicação.

    [Veronica]:Merda, é como eu pensei. Aquelas criaturas intereferem no nosso sinal - ela parece ter alguma dificuldade em andar, o ar parece puxa-la para frente.

    Ela carrega uma grande arma nas costas, como se fosse um canhão.

    [Veronica]:Vamo lá garota, você treinou com essa coisa por uns trinta minutos? É suficiente - ela anda até uma abertura no casco da nave na parede, no corredor. Ela ergue o aparelho.


    Mas é interrompida por um vulto que avança contra ela. As garras da criatura haviam se fincado em sua perna direita. Sem tempo de reação ela dispara o canhão no monstro: um som estrondoso e o monstro sai correndo pelo corredor, fugindo do grande clarão da arma.

    Letárgica, Veronica se ergue mesmo com a perna coberta de sangue e manca até a abertura no casco. Ela tem tempo de fechar o buraco disparando com seu canhão, sedando o buraco.
    Nem havia percebido que o ataque havia estilhaçado o capacete de seu traje.

    Aos poucos seus movimentos vão dimunuindo e a vida dela se esvaia.

    Mais uma baixa de Antares.


    A posição dela escorada na parede é a mesma que Morrigan vê agora. De qualquer forma sua arma não estava ali ao seu lado no chão: deve ter sido movida.

    Aquilo tornava informações de outras visões mais relevantes: ela não teria morrido somente pelo ferimento da perna, mas por algum tipo de veneno (como na visão de Katherin e seu colega que estava quase morrendo de veneno também).

    Um quebra cabeça começava a fazer mais sentido.

    Respawn decide seguir a música. Após mais ou menos dez minutos andando em linha reta, Morrigan chega na origem do som:
    Uma porta fechada, mas que poderia ser aberta com um botão.

    Se a morte aguardava do outro lado da porta, Respawn tinha confiança de que não seria sua última morte...


    [Garota]:O-O que? Você? Não, por favor vá embora! - uma garota, sentada de costas numa mesinha de metal, se virava e escondia o rosto de Respawn.
    Na mesa há uma caixa de som, a origem da música que escutava.

    [Garota]:Vá embora, eu imploro - ela se encolhe, tentando ocultar sua face. Mas era claro para Respawn quem era ela: a filha do sheriff, procurada por Ennio e quem sangrava em sua visão.

    E de alguma maneira ela reconhecia Morrigan.

    Seu rosto tinha alguma deformidade, algo que pareciam ser escamas. Era o que a garota tentava cobrir.



    Laranja:


    O combate parece ir em favor dos heróis num primeiro instante. Djinn ergue sua bigorna e a lança contra o segundo Dragoon, mas ela não atinge o andróide por pouco, voando por cima dele e furando o casco da parede.

    Quimera tenta atacar o mesmo androide, mas a proximidade com os aliados e o pouco espaço para manobram tornam acertar o oponente uma tarefa complicada: ele salta para o bote mas apenas perfura o ar.

    Ennio dispara novamente, atingindo a unidade dragoon 3 de raspão. Os dois androides permanecem focados em Steel. Suas espadas e golpes que geram clarões atingem o soldado, um de cada lado, que grunhe.
    Algo naqueles ataques passavam pela vedação e proteção da armadura.

    Cheyenne corre até perto de Steel e dispara novamente com seu rifle: alguns tiros atingem a unidade 3, expondo circuitos e fios, mas o inimigo continua de pé.

    Steel teria continuado a atacar, se não tivesse sido interrompido por...aquilo.
    Do mesmo buraco que a bigorna havia feito, da escuridão algo saltara. Quimera pode sentir que seu cheiro é estranho, errado, como se uma criatura viva tivesse o mais puro odor de putrefação.


    A criatura é parecida com uma centopeia em sua extensão, mas sua frente é como de uma fera bestial.
    Numa único golpe de encontrão, Steel voa para trás: o tanque do grupo estava caído no chão.

    O monstro ruge. Seu olhar é de fome.

    Ordem de Iniciativa: Steel - Djinn - Quimera - Dragoon 1 - Ennio - Dragoon 2 - Dragoon 3 - Cheyenne - Monstro






    Atens:


    Antes:


    Atens escreveu:Atens – Apenas me informe e explique sobre os protocolos dessa audiência a tempo de nos prepararmos.

    [Ebon]:Vou tentar lhe resumir o máximo possível. São muitos protocolos, mas o que precisaremos serão poucos. Você não estará fingindo não ser uma estrangeira, afinal




    Atens escreveu:Atens – Se soubermos pelo que estão lutando podemos pensar em um acordo entre eles e conseguir essa colaboração. Não dê tudo por perdido antes do fim e ainda não chegamos ao fim. Esse objetivo ainda pode ser alcançado! -

    Ebon ainda parece preocupado, mas assente positivamente com a cabeça, aceitando que ela tem um plano.




    Atens escreveu:
    Atens – Era tudo o que eu precisava saber antes de prosseguir. Ebon me disse que sabe como entrar em contato com seus irmãos, se tudo correr como esperamos, vamos precisar que marque um encontro com eles. E que nos auxilie nesse dialogo. Essa oferta será feita a seus irmãos e você poderá receber a mesma Honra que estou prestes a receber ao lado deles assim como deseja. Conversaremos mais sobre isso junto a Ebon após o ritual.

    [Trygor]:Sim, será arranjado este encontro. Talvez eu precise quebrar alguns, dar alguns socos, mas farei acontecer - ele soa como se o protocolo social dos karnotaurs envolvessem violência de qualquer maneira. E parece ser o caso.

    Ele se despede sem acenos ou rodeios e anda, apressado, pelos corredores.




    Atens escreveu:Atens – Então daremos início a essa investigação, acharemos provas e testemunhas. Diga-me, o que crê que precisamos para conseguir tais provas e testemunhas?

    Ebon pensa um pouco.

    [Ebon]:Se eu conseguisse conversar com o garoto, o tal herdeiro. Além disso eu acho que investigar melhor a família do rei, seus parentes, seja um caminho também.


    Atens – Estou melhor, Perz. - Sua fala não simplesmente deixou clara sua preocupação como deu a impressão que havia uma continuação. - Apenas tive um sonho estranho.

    Perz parece intrigado com esta fala.

    [Ebon]:Você dormiu só por uns quinze minutos. Imaginei que ficariam mais tempo desacordadas, uma criança quando passa pelo processo costuma dormir um dia inteiro.

    Adurna ruboriza ainda mais diante do reconhecimento que a Imperatriz lhe dava. Ela aperta sua mão.
    Perz e Adurna ajudam Atens a se levantar.

    Atens escreveu:Atens – Não subestime sua importância pelo brilho.

    Ren cruza os braços, como se fosse uma criança emburrada, mas não reclama mais.

    Atens escreveu: Assim como não é o uniforme que faz um herói e sim seus atos.

    Ron desvia o olhar por um instante. Aquelas palavras tinham algum peso, maior do que ele mesmo imaginava.

    Atens escreveu:- Seus atos correspondem a isso, Quasar, e é o que de fato importa.

    [Quasar]:Eu trabalhava mais como a heroína que vai de cara limpa, mas até que esse aqui não é ruim - ela diz olhando para o reflexo do bracelete, como se fosse um espelho.

    Atens escreveu:Atens – Uma boa prova de que a teoria de Ebon estava correta. Não concorda, Delilah? -

    [Delilah]:É mesmo, eu odiaria ter que limpar os restos de vocês se explodissem - ela soa um tanto sarcástica. Pelo visto ela era meio desbocada.

    Ebon lhe chamava para um encontro com o irmão do Marfim. Aliás, até o momento Atens não sabia seu nome.

    Atens escreveu:Atens – Estarei... Assim que me contar o que esperava que ele tivesse entendido e quem achou que estava com ele.

    [Ebon]: Claro, me acompanhe. Meninas também e vocês... - ele olha para Perz e Ron - ...peço que fiquem. Meu irmão já estará muito chocado em ver outra membro do Marfim, quanto mais pessoas sem-ros...sem máscara - ele diz educado.
    Os dois não parecem nada felizes com o pedido, mas o obedeceriam se Atens ordenasse ou pedisse o mesmo.

    Adurna se despediria de Atens com mais um breve abraço e ficaria ao lado do jedi e do guardião. O restante da corte permaneceu ali.

    ...

    No corredor, enquanto caminham, Ebon fala um pouco sobre o irmão e o que esperava quando ele chegou.

    [Ebon]:Meu irmão se chama Lukka. Somos os dois únicos filhos do antigo líder da Casa de Ferro. Sou mais velho que ele - um rápido resumo daquela família - Ele é mais...popular, na questão do trono. Vive cercado de pessoas e nobres de diversas Casas e constantemente recebe conselhos deles. Ele foi convencido a lidar com os karnotaurs de outra maneira, ele acredita que irá nos libertar da guerra exterminando eles.

    Uma maneira radicalmente diferente do plano de Ebon de atingir a paz.

    [Ebon]:Lukka é só um...garoto. Um garoto levado por ideias horríveis e uma visão distorcida de como são as coisas. Eu não posso permitir que ele traga mais violência à nosso mundo, mesmo que seja meu irmão eu vou vencê-lo - Atens não percebe mágoa ou raiva nas palavras dele, mas sim uma genuína preocupação de irmão mais velho.

    Um sentimento familiar.

    Nesse meio tempo a mensagem de Nalaror era recebida e a questão que envolvia aquele conflito no oeste se mostrava complicada.
    Atens decide mostrara ao princípe do ébano a projeção atualizada do planeta.

    Atens escreveu:Atens – Como pode ver a nuvem não encobre mais todo o planeta. A princípio isso seria algo bom, pois permitiria a luz retornar e a manutenção da vida sem o uso de magias. Entretanto, a algo errado, nossos cientistas descobriram uma instabilidade em seu planeta e o pico ocorrerá em 12 horas. Precisamos deslocar alguns de nós para o ponto de origem e tentar evitar que um desastre ocorra, estou aguardando algumas respostas para decidir quem devemos enviar.

    Ebon se aproxima da projeção, a olhando cuidadosamente.

    [Ebon]:Isso não faz sentido...se o seu globo está correto e preciso, as nuvens param bem nas coordenadas das montanhas que não conhecíamos. Não...entendo, quando pudermos preciso mostrar isso a um conhecido da Casa do Cobre - ele soa confuso. Para ele e todos de Zionis o planeta sempre esteve em eternas nuvens, em todo o seu globo.

    Atens decide abrir uma ponte de comunicação com o bracelete.





    Azul 1:


    Orochi:


    Orochi continua a interrogar e falar com Abbhel

    Orochi escreveu:-Talvez você não seja um agente duplo realmente, talvez você seja completamente inútil e incapaz de fazer seu trabalho, um incompetente e nada mais, ou não. Mas isso não importa a gora., temos que agir e resolver isso o quanto antes.

    [Abbhel]:Haha, claro - ele responde com sarcasmo. Continua um pouco mais agitado do que antes.

    Orochi busca uma solução diplomática, mas sem grandes resultados. Para complementar, uma terceira questão surgia com urgência

    Orochi escreveu:-O QUE!? Pela minha mãe e e meus irmãos! Andrastea, Reaper, Anônimous, Beastgirl e Antípoda, vocês receberam essa mensagem!? Eu irei para o local, porém, apenas depois que resolver o problema da mina. Temos 12 horas, chegarei lá em um instante!

    [Antípoda]:Você entende de algo do problema para ajudar indo lá? - questiona a heroína num tom neutro, mas que demonstrava que ela não confia nele para resolver a questão - Temos que resolver isso que temos nas mãos primeiro.

    O heroi tenta também uma comunicação com Atens e continua a falar com Baker enquanto isso.

    Orochi escreveu:-Baker, o que vou lhe propor talvez não o agrade nem agrade aos demais, mas se não for assim vocês serão aniquilados pelos Karnotaurs, ou morrerão pela falta do fornecimento de energia que a mina lhes dá. Quero saber se a mina é capaz de suprir suas necessidades e as necessidades dos Karnotaurs, se sim, poderíamos negociar um acordo entre vocês, você saberia informar.

    [Baker]:Eu não posso negociar com homens que mataram crianças e mulheres inocentes. Todos nós vimos quando eles mataram a filha do xeriffe no começo de tudo isso - ele disse, sério - Não é possível dividir o carvão, eles comem ele! São animais, ingerindo até mesmo combustível valioso...

    Ele parece acreditar que Orochi tinha sinceridade nessa proposta, mas sua convicção era forte e tinha grande apoio dos demais ao seu redor.

    Orochi também tenta com sua visão encontrar o exército Karnotaur em direção a mina...mas não há nada, se estavam a caminho não seria pelo caminho convencional. Sem um lugar específico onde olhar, era como procurar uma agulha no palheiro.

    Enquanto a comunicação com Ebon e Atens por viva-voz era estabelecida e se iniciava uma discussão entre Orochi e Anonimous, ninguém notou quando seu interrogado mudava um pouco sua situação.
    No fim, não haviam sido decididos ninguém para ir ao lugar apontado por Nalaror.

    [Zhen]:O que...como? - o chinês olhou boquiaberto quando percebeu que Abbhel num instante estava de pé e sem as amarras.

    [Abbhel]:Desculpe, rápido demais pra vocês? - ele ajustava as luvas de sua roupa casualmente. A agitação instantes atrás deveria ser o esforço dele em se desprender.
    Aqueles armados erguem suas pistolas e rifles em direção a Abbhel, mas notavam que ele permanecia parado e sem intenção de agir agressivamente.

    [Abbhel]: Então Ebon, está na escuta? - ele questiona em inglês - Ótimo.


    Anonimo:


    Reaper parece muito mais apressado que Adrastea. Ele para encarando o deserto, com noção da direção onde fica a mina.

    Anonimo escreveu:
    Anônimo:-Adastrea, nos leve voando para esse lugar. É tarde demais para irmos até a mina. Depende de nós resolver esse problema.

    [Reaper]:Ora, pra quê ir resgatar civis, não é mesmo? Que perda de tempo! - ele responde sarcástico, pressionando botões em seu bracelete.

    [Adrastrea]:Não podemos ir todos ao mesmo lugar. Temos problemas diferentes pra lidar neste planeta...

    [Reaper]:Se o terrorista quer brincar de viajar por aí, quem sou eu pra impedir?
    [Adrastrea]:Sabemos do histórico dele mas ele foi denominado como membro dessa operação com boas razões, Reaper.
    [Reaper]:Então vá com ele. Eu não sigo ordens de aberrações e...o que quer seja você - disse olhando para Anônimo.

    Tirou do casaco um aparelho eletrônico. O aparelho se materializa numa moto flutuante. Reaper monta na moto e dá partida, sem esperar comentários, em direção a mina.

    [Adrastrea]:Se tem um exército em direção a mina eu preciso estar lá. Se reagrupe com Orochi, ou aja da melhor maneira que encontrar. Eu sou mais rápido se não tiver de lhe carregar - o herói ergue vôo, em direção a mina.






    Equipe Azul:


    [Abbhel]: Então Ebon, está na escuta? - ele questiona em inglês - Ótimo.

    [Ebon]: Sim, Abbhel. Reporte - ele soa sério.

    [Abbhel]: Encontrei o barão. Os Karnotaurs estão com uma doença, precisam de carvão. Os do oeste também precisam - ele diz na língua de Zionis. Somente Atens pode entender.

    Na visão de Atens as informações parecem inéditas

    Para Orochi e aqueles ao redor, Abbhel havia deixado de ser um refém para uma figura mais imponente. Ainda estava sob a mira de diversas armas, mas mudara sua postura completamente e a conversa seguinte seria toda na língua de Zionis.

    [Abbhel]: Os Karnotaurs precisam de Zionis, essa doença, não é algo que já tenhamos visto. Pode ser a escuridão...
    [Ebon]: Abbhel...o que são esses sons? São armas? O que está havendo?
    [Abbhel]: Um mero detalhe. Vou tentar resolver isso, se o sem camisa aqui não tentar me matar.

    Na vila, todos permanecem tensos apontando armas. Artemis concordara em falar com Nalaror enquanto isso, uma nova mensagem viria em breve.

    Orochi:


    [Abbhel]:Já podem baixar essas coisas? Ou ainda acham que eu estou do lado dos Karnotaurs? - ele diz em inglês - Que tal sairmos daqui, eu adoraria uma bebida para conversar.

    Ele começa a andar em direção ao Saloon. Baker acena para que abaixassem as armas, e anda na direção do bar também.


    Atens:


    [Ebon]:Acho que Abbhel está bem, se já está respondendo sarcástico - pelo visto era um comportamento que conhecia de seu subordinado - Lukka está chegando, podemos discutir sobre isso assim que eu lhe apresentar a ele. Quem sabe você não me ajuda a colocar algum juízo nele.

    Nos corredores escuros uma figura completamente contrastante com o ambiente e com Ebon andava.


    Ebon se aproxima. Os dois se abraçam, num símbolo fraternal que Atens já poderia identificar como os irmãos se abraçam naquela sociedade.

    [Ebon]:Continua baixinho, moleque
    [Lukka]:E você continua sem limpar a armadura, velhaco - respondeu em igual bom humor.

    [Lukka]:Tem novos hóspedes no castelo do...esse rosto! - ele aponta para a máscara de Atens, em choque. A Imperatriz nota que ele é muito mais novo. Na verdade daria no máximo 16 anos para ele.

    [Ebon]:Lhe apresento Atens da Casa do Márfim, irmão - ele faz uma mesura na direção da Imperatriz, a deixa para que ela se apresentasse.






    Mecânica
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    Djinn
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    Atens
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    Observações:

    - Desculpem a demora, foi um post grande com muitas informações. Caso algo tenha ficado confuso, podem me perguntar.

    - @Neith e @Lyvio, como perceberam a ultima parte da cenas dos dois ficou interconectada.

    - A decisão de quem irá em qual parte da missão ainda está em aberto, mas levem em consideração que as opiniões de alguns personagens podem não ter tanto peso devido a ações passadas e suas consequências.

    - Acelerei alguns eventos devido aos últimos imprevistos que tivemos na mesa, peço desculpas caso tenha ficado corrido.

    - Devido a demora do post, não inseri as imagens com os agrupados em cada cena.

    - Para quem está na vila no deserto eu peço que pensem bem no que vão fazer e aonde irão: múltiplas ações não serão válidas devido ao momento necessitar de ações pontuais de vocês.

    Lyvio
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Ter Dez 12, 2017 5:34 pm

    [Antípoda]:Você entende de algo do problema para ajudar indo lá? - questiona a heroína num tom neutro, mas que demonstrava que ela não confia nele para resolver a questão - Temos que resolver isso que temos nas mãos primeiro.

    Antípoda não parece ter se atentado a minhas palavras, falei que resolveria o problema da mina e depois iria até o local tentar resolver outro problema.

    -Você ouviu o que acabei de falar, Antípoda? Eu disse que iria para o local assim que resolvesse o problema da mina, obviamente obterei mais informações sobre o local, apenas me disponibilizei para ir, simplesmente por ser eu.

    [Baker]:Eu não posso negociar com homens que mataram crianças e mulheres inocentes. Todos nós vimos quando eles mataram a filha do xeriffe no começo de tudo isso - ele disse, sério - Não é possível dividir o carvão, eles comem ele! São animais, ingerindo até mesmo combustível valioso...

    A resposta de Blake sobre minha indagação me deixa confuso, ele falou "comem carvão" e "bebem combustíveis"!?

    -Sei que parece uma pergunta estúpida, mas você não fala isso de modo...literal, correto!?

    Orochi também tenta com sua visão encontrar o exército Karnotaur em direção a mina...mas não há nada, se estavam a caminho não seria pelo caminho convencional. Sem um lugar específico onde olhar, era como procurar uma agulha no palheiro.

    Percebo que minha visão não os identificou, eles ou não estão indo pelo caminho convencional, ou sequer estão indo para lá como informou o Reaper, ou ele foi enganado, ou está tentando nos enganar... Várias opções...deixarei para analisar depois.

    Enquanto a comunicação com Ebon e Atens por viva-voz era estabelecida e se iniciava uma discussão entre Orochi e Anonimous, ninguém notou quando seu interrogado mudava um pouco sua situação.

    Por minha mãe e meus irmãos...tem que ter muita paciência para aturar Anonimous e Abbhel...Volto-me ao comunicador e falo com Anonimous.

    -Não sabemos o que nos aguarda Anônimous, não devíamos nos separar, solucionamos esse problema aqui e iremos todos para lá, essa é a melhor estratégia, sugiro que acate e espere.

    Me surpreendo como Abbhel livrou-se das amarras e parecia muito bem apesar de tudo, isso me surpreende bastante.

    -Vejam só! Temos um ator entre nós. Você é realmente impressionante Abbhel, achei que você fosse menos...ofensivo.

    Ouço ele se comunicar com Ebon como solicitei e por incrível que pareça, seu inglês era ótimo. Porém, depois ele começa a falar numa língua o qual não entendo. Observo a conversa e obviamente irei interroga-lo sobre ela em seguida.

    [Abbhel]:Já podem baixar essas coisas? Ou ainda acham que eu estou do lado dos Karnotaurs? - ele diz em inglês - Que tal sairmos daqui, eu adoraria uma bebida para conversar.

    Ele começa a andar em direção ao Saloon. Baker acena para que abaixassem as armas, e anda na direção do bar também.

    O Saloon...entendo, ele prefere falar privadamente, a população obedece Blake, parece que ele é o manda-chuva aqui. De toda forma, um certo alívio para mim que parece ter dado certo.

    Olho para os lados tentando ver a Beastrgirl e caso veja a chamarei junto com Antípoda para o Saloon. Caso não a veja pedirei tentarei falar com ela através do bracelete me chamar Antípoda para todos irmos ao Saloon.

    Volto-me ao Bracelete e me dirijo a Anônimous, Andrastea e Reaper.

    -Tenham cuidado por aí, parece que as coisas aqui já vão se resolver, deixarei o canal aberto para que ouçam a conversa.

    O Anônimous tem seu defeitos, mas é indiscutível sua inteligência, ele ficar a parte dessa situação talvez seja importante para uma solução mais rápida.
    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Qua Dez 13, 2017 6:28 pm

    antes:

    Ebon escreveu:– Vou tentar lhe resumir o máximo possível. São muitos protocolos, mas o que precisaremos serão poucos. Você não estará fingindo não ser uma estrangeira, afinal.

    Atens demonstra estar aliviada com a última frase do Lorde e apenas acena positivamente com a cabeça através de um gesto sutil e dá seguimento a conversa.




    Trygor escreveu:– Sim, será arranjado este encontro. Talvez eu precise quebrar alguns, dar alguns socos, mas farei acontecer.

    Por mais que o comportamento de Trygor permitisse a conclusão de que os protocolos sociais dos karnotaurs envolvesse a violência Atens não tenta esconder em sua expressão que aquilo a incomodava.

    “Poderia dar um comando e obrigá-los a vir. Sem dúvidas seria mais rápido, mas certamente dificultaria qualquer acordo. E, não tenho dúvidas de que eles não estariam nem um pouco amigáveis ou propensos a um diálogo diplomático com quem acabou de força-los a realizar algo.”

    Atens – Desculpe-me ter de solicitar isso a você, Trygor, mas creio que a outra forma que tenho de arranjar esse encontro causaria mais problemas do que ajudaria em uma solução dos que já temos.

    “Nem sempre o caminho mais curto é o produtivo.”

    A Imperatriz revela que por hora aquilo era tudo que ela precisava saber e diante da despedida curta de Trygor a Dryad apenas lhe destina um ‘Até breve.’ enquanto observa o Karnotaur voltar a caminhar apressadamente de volta aos corredores.




    Ebon escreveu:– Se eu conseguisse conversar com o garoto, o tal herdeiro. Além disso eu acho que investigar melhor a família do rei, seus parentes, seja um caminho também.

    Atens – Podemos tentar conseguir esse encontro com o herdeiro do Rei durante a audiência, mas as investigações… - A Dryad percorre o olhar por seus guardiões, Quasar e Adurma. - … devem ter início o quanto antes.

    Embora Atens não soubesse como poderia realizar tais investigações esperava que algum dentre aqueles em seu grupo soubesse como ajudá-la nisso e por isso lhes deu a ordem que mesmo escondida através daquele gesto sutil era de fácil compreensão.




    Quando Atens revela sobre o sonho percebe que o Jedi fica intrigado.

    Atens – O que foi? … Perz!

    Logo em seguida a Dryad questiona por quanto tempo havia adormecido.

    Ebon escreveu:– Você dormiu só por uns quinze minutos. Imaginei que ficariam mais tempo desacordadas, uma criança quando passa pelo processo costuma dormir um dia inteiro.

    Atens – Deve ser parte do efeito do que Adurna preparou.

    Assim como a espontaneidade de Ren, o comportamento de Adurna trazia a ela pequenos momentos de alegria e esperança. Em alguns momentos, como aquele, era impossível evitar ao menos esboçar um sorriso.

    Enquanto a Druida e o Jedi a ajudavam a se levantar Atens havia recolhido a capa do chão. Uma vez em pé a Imperatriz volta-se a Perz entregando-lhe sua capa.

    Atens – Obrigada…

    É então que escuta a reclamação de Ren e virasse na direção da guardiã. -“De volta as obrigações!” - Diante a fala de Atens a jovem Dryad não faz novas reclamações e embora Ron tenha notado o peso das palavras destinadas a ele ainda precisaria aprender o verdadeiro significado deles e a Imperatriz desejava para que tal aprendizado não demorasse. Diante a reação de Quasar a Dryad apenas acena positivamente através de um gesto delicado com a cabeça.

    Atens questiona Delilah na intenção de com a resposta conseguir algum indício de como a garota pensava a respeito da postura de Ebon sobre os Karnotaurs, mas o que identifica a surpreende. - “Porque o sarcasmo?” - A Imperatriz analisava Delilah tentando tirar o máximo de impressões que pudesse de seu comportamento.

    Atens – Eu também detestaria se isso acontecesse, por isso tomamos precauções para tentar evitar.

    Assim que Ebon lhe chama para irem ao encontro de seu irmão Atens o questiona sobre sua reação quando Almah lhe deu a notícia da presença do mesmo em seus portões.

    Ebon escreveu:– Claro, me acompanhe. Meninas também e vocês...peço que fiquem. Meu irmão já estará muito chocado em ver outra membro do Marfim, quanto mais pessoas sem-ros...sem máscara.

    A Imperatriz compreendia o descontentamento de seus guardiões assim como o posicionamento de Ebon e tenta tranquilizá-los.

    Atens – Ren estará ao meu lado e como já havia dito preciso de vocês em outras tarefas. - Atens olha para Ron e passa a falar em sua língua natal. -  O que foi retirado da sala do Ministro e entregue a você, precisamos saber do que se trata, discretamente peçam a ajuda da Adurna. - Ao pronunciar o nome da Druida a Dryad sorri e olha em sua direção voltando a falar em uma língua que todos entendem. - Cuidem dela.

    Adurna despede-se com outro abraço, o que deixa a Imperatriz contente e surpresa. Enquanto a Druida se posicionava ao lado de Perz e Ron a Imperatriz diz ter um pedido a ela e em seguida revela seu pedido.

    Atens – Se o liquido que fez para nós puder ser usado pelos Karnotaurs diminuiremos os riscos e aumentamos as chances de um acordo bem sucedido. É possível preparar mais?

    Antes de seguir com Ebon pelos corredores a Imperatriz olha para o Jedi com uma expressão de agradecimento.

    Atens – As investigações, todas elas, são nossa prioridade até um novo contato de Nalaror. - A Imperatriz esperava que por “investigações” Perz entendesse que se tratava tanto do objeto misterioso que Quasar entregou a Ron quanto das informações sobre o Rei, sua família e seu herdeiro. “Não posso decidir quem mandar para auxiliar com o problema da instabilidade do planeta enquanto Nalaror não me responder. E é ineficiente mandar alguém aleatoriamente assim como seria um desperdício de esforço largar tudo e deslocar todos pra lá. Até lá é melhor me concentrar no que posso fazer.”

    Acompanhada de Ren e Quasar a Imperatriz acompanhava Ebon pelos corredores enquanto escutava as explicações do Lorde e algo lhe chama atenção.

    Atens – Você quer dizer que são filhos de Saul?!

    “Então Ebon esperava que seu irmão tivesse vindo sobre a orientação dessas pessoas e talvez com a intenção de nos matar. Afinal, pela explicação anterior dele os que não possuem a Marca do Metal seriam também considerados Karnotaurs.”

    Atens – Violência nunca traz a paz, apenas mais problemas. A paz alcançada pela imposição é efêmera e uma farsa. Não demora a ruir. - Atens checa em seu bracelete se Nalaror já havia respondido, mas não encontra nada. A instabilidade revelada por Nalaror era preocupante, mas ela não sabia quem enviar sem maiores detalhes. - “Mas, porque é que ela não foi direta e disse logo de uma vez a origem do problema para saber quem mandamos! Eles identificaram o problema devem saber sua natureza: Mágica, Física, ou sei lá o que. Droga, essa demora é incomoda!”

    Ebon escreveu:– Lukka é só um...garoto. Um garoto levado por ideias horríveis e uma visão distorcida de como são as coisas. Eu não posso permitir que ele traga mais violência à nosso mundo, mesmo que seja meu irmão eu vou vencê-lo.

    Ebon estava claramente preocupado com seu irmão e a influência que alguns membros das outras casas tinham sobre o garoto. Um sentimento tão familiar e saudosista ao mesmo tempo que era angustiante.- “Não importa o quanto queremos protegê-los, nunca poderemos deixá-los seguros deles mesmos, de suas escolhas.” - Atens recordava-se do quanto tentou convencer Killian a não participar ativamente de Antares, de todos os meios que tentou usar para impedi-lo. Ela já havia perdido Arian não achava que suportaria perdê-lo também. - “Nunca quis poder controla-lo tanto quanto naquele dia!!!” - A Imperatriz permanecia séria enquanto tentava desvencilhar-se de suas memórias e concentrar-se em seus deveres. Após alguns instantes uma ideia lhe surge a mente. - “Se os orientar sobre o novo problema, sobre a instabilidade, talvez… há uma chance de poderem ajudar e quem sabe isso não seja capaz de uni-los, todos eles: Karnotaurs, Zionis, Povo do Oeste... Afinal é o lar deles que está em risco.”

    Atens pede a Artemis que projete a imagem do planeta e informa Ebon sobre o mais novo problema.

    Ebon escreveu:– Isso não faz sentido...se o seu globo está correto e preciso, as nuvens param bem nas coordenadas das montanhas que não conhecíamos. Não...entendo, quando pudermos preciso mostrar isso a um conhecido da Casa do Cobre - ele soa confuso. Para ele e todos de Zionis o planeta sempre esteve em eternas nuvens, em todo o seu globo.

    Atens – A imagem está correta e precisa. Eu tive o privilégio de contemplar a visão externa de seu planeta antes de entrarmos em sua órbita. As montanhas não surgiram do nada, talvez sua visão só estivesse bloqueada antes. Mostraremos e vamos precisar de ajuda com a instabilidade que eles identificaram. - Atens parecia calma embora demonstrasse preocupação. - Estou aguardando os detalhes sobre o problema, enquanto isso Abbhel quer falar com você.

    ligação:

    A conversa entre Ebon e Abbhel se inicia trazendo novas informações a Atens sobre aquele conflito.

    “Barão? Deve ser o Líder do povo do Oeste a quem Ebon se referiu. Os Karnotaurs estão doentes e precisão do carvão para isso? Não faz sentido!”

    Atens questiona em uma língua que tanto Orochi quanto Abbhel pudessem entender.

    Atens – Porque cada um deles precisa do carvão? Orochi, descobriu algo sobre essa doença? Que doença é essa?

    Abbhel escreveu:– Os Karnotaurs precisam de Zionis, essa doença, não é algo que já tenhamos visto. Pode ser a escuridão…

    Atens olha para Ebon e balança a cabeça negativamente, ela não acreditava que pudesse ser a escuridão, afinal Ebon mostrou no globo que a nuvem começava a desaparecer antes do território em que eles estavam. Mas, sim, havia algo acontecendo e eles precisavam saber mais, pois assim quem sabe achariam um meio de dar a cada um o que precisam e colocar um fim naquela disputa. Sons de arma chamam a atenção tanto de Ebon quanto da Imperatriz.

    Atens – Armas?! O que…

    Ebon escreveu:– Abbhel...o que são esses sons? São armas? O que está havendo?

    Abbhel escreveu:– Um mero detalhe. Vou tentar resolver isso, se o sem camisa aqui não tentar me matar.

    “Sem camisa?!”

    Atens – Orochi, qual a real situação de vocês?

    Ebon escreveu:– Acho que Abbhel está bem, se já está respondendo sarcástico. Lukka está chegando, podemos discutir sobre isso assim que eu lhe apresentar a ele. Quem sabe você não me ajuda a colocar algum juízo nele.

    O Lorde parecia conhecer bem seu subordinado, mas demonstrava permanecer apreensiva com a situação que foi revelada.

    Atens –  Espero que esteja certo. Quanto a Lukka, talvez ele só precise ser confrontado com evidências.

    A Imperatriz observa os irmãos se cumprimentarem em silêncio enquanto lembrava de seus irmãos, dos que se foram e dos que haviam ficado em Athantis e como desejava poder abraçá-los uma vez mais.

    Lukka escreveu:– Tem novos hóspedes no castelo do...esse rosto!

    O lorde tinha razão seu irmão entrou em choque ao vê-la portar uma máscara da casa do Marfim provavelmente entraria em pânico ao ver Perz e Ron sem máscaras. - “Ele é muito novo… Se ele tiver 16 é muito... Ah o que estou dizendo... eu tinha menos quando me tornei Rainha, mas sempre tive Melior ao meu lado. O problema é que está orientado pelas pessoas erradas.”

    Ebon escreveu:– Lhe apresento Atens da Casa do Marfim, irmão.

    Atens – É uma honra conhece-lo, Lukka. Creio que temos muito a conversar. Isso é impressionante para mim também. Como deve estar ciente, não nasci em Zionis, muito menos em seu planeta. Sou de um planeta chamado Athantis, Imperatriz de meu Povo e membro da Aliança em uma missão de paz. Sim, sou uma estrangeira, uma viajante da galáxia como um dia seu povo foi e tive a honra de ser acolhida por Marfim assim como você.

    O tom de Atens era sereno e a Dryad usava de sua Presença para tentar despertar em Lukka sentimentos que o acalmassem e gerassem confiança para com a Dryad.

    resumo:
    - gastando 1ph para aumentar em + 1 a DC da Presença Dryad.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Dez 13, 2017 9:38 pm

    Pouco antes do sujeito que se acha o Ceifador sair, ele me acusa de ser mais repulsivo e obscuro que ele possa entender. Orochi me liga dizendo para eu "acatar" sabe-se lá que ideia dele, deixo os Anônimos escutarem o que ele tem a dizer enquanto penso em uma forma de sair dessa agora que estou de novo à pé...

    Certo, sou eu um sujeito saca uma motocicleta do bracelete? Tá... e o meu amigo cósmico diz que eu faria peso demais para o voo...? Pelo visto há limites no poder dele que eu desconheço, eu mesmo acho que conseguiria me carregar se eu eu voasse...

    Enfim... Há algo mais importante... Me vejo deixado para trás de novo e para eu chegar lá vou ter de andar mais devagar ... Espera? Que eu fiz da outra vez?

    Anônimos: -Você pousou a nave mais perto do cemitério. A nave esta para trás, dá para chegar nos exércitos até antes deles!

    Elias Duque: -É claro! Valeu, galera... Ainda bem que me disseram isso, eu...

    Anônimos: -E sobre a mensagem da Atens? O que fazemos?

    Elias Duque: -Que mensagem?

    Anônimos: -Essa...

    Saudações! Em nossa jornada descobrimos que o Sinal S.O.S possivelmente foi enviado por um morador de Zionis chamado Abbhel. Ele foi enviado em uma missão diplomática em nome do Lorde Ebon e errou a frequência do sinal. Segundo Ebon ele estava acompanhando um grupo de moradores dessa região e levavam consigo alguns suprimentos e armas. Qual a situação de vocês? Encontraram Abbhel?
    Mensagem escreveu:

    Imperatriz Atens.

    Anônimos: -Chegou faz um tempo. Como acha que devemos agir com ela?

    Elias Duque: -Eu estou faz tempo achando que ela não enviou mensagem nenhuma! E agora vocês me contam que ela... Esta perguntando por Abbhel!

    Anônimos: -Falamos com ela? Mas ela é uma monarquista da nobreza! Uma parasita que vive às custas de impostos... Pensamos que você não ligaria...

    Elias Duque: -Artemis? Na escuta... Preciso chegar com a nave até a mina imediatamente...

    Anônimos: -Ele se converteu de vez! Esqueçam esse traidor... Ele traiu o movimento!

    Elias Duque: -Cala a boca, Dado e você também Dona Bella...

    Concentre-se... Ignore a loucura... Você tem uma legião na cabeça, mas ela é parte apenas de você, eram arquétipos que você inventou... Eles eram para evitar a tortura, para não tirarem
    informações de você... Foco! Pessoas doentes na mina. Sem devaneios ou nostalgia... Fale com a nave.

    Elias Duque:-Artemis, consegue me ouvir. Irei com a nave até a mina, segurarei o exército deles com ela antes que o Reaper faça uma outra carnificina.

    Com isso, mudo a frequência. Com uma nave daquele tamanho e com aquela velocidade creio que posso chegar antes deles. Não creio que o exército Karnotaur será visto facilmente, podem haver rotas alternativas... Enquanto solicito a nave, exponho minha localização eu também vou em direção a ela.

    Anônimo: -Atens, aqui é o Anônimo. Esta me ouvindo? Ao que parece o sujeito que você pergunta foi encontrado, mas agora tenho de me dirigir à mina da cidade, Orochi e Reaper promoveram uma carnificina aqui e talvez façam de novo... Não sei que negociações esta fazendo entre Lord Ebon, a cidade e se sabe algo sobre os Karnotaur, mas temo que a coisa pode se tornar ainda pior... Sei que é bastante instruída na diplomacia, mas se as coisas continuarem assim podemos começar a uma guerra contra os nativos, o mais curioso é que os Karnotaur passaram a cultuar agora Orochi como um tal de "abutre"... Se conseguir informações sobre as crenças desse povo, por favor me informe... Isso pode salvar muitas vidas.  

    Com isso chegando na nave, adentro já indignado com o preconceito daquele Ceifador Fascista me deixar para trás e a incapacidade do "Escoteirinho Cósmico" não conseguir me carregar.

    Anônimos:-Vamos com tudo, Artemis! Nos considere seu Agamenon* com a legião grega e me guie até a mina! Vamos dar fim à essa "Guerra do Carvão"

    Orochi: -Tenham cuidado por aí, parece que as coisas aqui já vão se resolver, deixarei o canal aberto para que ouçam a conversa.

    Anônimos:-Abhel, "menino Jesus"... Veja o que pode nos dizer o Abhel.

    *:
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Qua Dez 13, 2017 11:09 pm

    Com toda essa confusão era de se imaginar que Atens ficaria preocupada pela situação, o sarcasmo de Abbhel não ajudava, não é a toa que a Imparatriz decidiu indagar mais uma vez qual a situação, tanto sobre a doença que esqueci de respondê-la, quanto o barulho das armas, por outro lado que máscara interessante ela conseguiu!

    Atens – Porque cada um deles precisa do carvão? Orochi, descobriu algo sobre essa doença? Que doença é essa?

    -Os cowboys usam a mina como fonte de energia e os Karnotauros tem a doença que informei e segundo eles, o carvão curaria essa doença. O fato de Abbhel mencionar "escuridão" me chama atenção, eles me mostraram as partes dos corpos que estão mais afetadas pela doença, e realmente ela ficam escuras, pode ser algum indício.

    A propósito, que máscara é essa que você está usando? Algum disfarce para facilitar a negociação?


    Atens – Orochi, qual a real situação de vocês?

    -Não se preocupe imperatriz, os nativos apenas prepararam suas armas porque Abbhel, surpreendeu a todos se libertando rapidamente das amarras, e parecia muito bem, eles ficaram assutados, mas a atitude de Abbhel é pacífica.


    Dito isso viro o comunicador mostrando todos da vila a ela, os Karnotauros presos e os demais.

    -O Reaper foi para a mina e eu pedi que o Andrastea fosse junto por cautela, então o Anônimous sumiu e quando entrou em contato informou que também estava indo para a mina. Não sei o que eles tem na cabeça em enfrentar um exército e não estão dispostos a seguirem minhas orientações, talvez apenas o Andrastea.

    -Eu poderia obriga-los a segui-las, mas não acho correto de minha parte dobrar a vontade deles.

    Tentei encontrar o exército com meus poderes visionários, mas nem assim consigo identificá-los para saber que rota tomaram. Por fim, parece que finalmente as coisas aqui vão ser ajustadas.


    Termino com um suspiro aliviado esperando resposta de Atens e da continuidade da conversa. Pelo menos quanto a situação imediata entre Abbhel e Baker. Agora faltava a guerra e o fim do mundo ao que tudo indica.

    Anônimos:-Abhel, "menino Jesus"... Veja o que pode nos dizer o Abhel.

    Respondo a Anônimous por mensagem de texto.

    Exatamente, Abbhel poderá esclarecer muito mais. Fique na escuta, o canal está aberto,
    pode interromper quando quiser para tirar dúvidas ou qualquer coisa do tipo.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Exalted em Qui Dez 14, 2017 3:55 pm

    Vendo a peça metálica voar pela sala, penso mais uma vez no motivo porque estou ali, não sou um combatente, e não foi pra isso que Hórus me chamou, o combate de desenrola em camera lenta diante dos meus olhos, parecia que estávamos em vantagem até ali, mas o som da dor emitido por Steel muda minha percepção instantaneamente, não estamos em vantagem, corremos risco real aqui.

    Não sou um combatente... Mas posso ajudar quem é, dou três passos para trás, me volto para as linhas de probabilidades, há linhas muito tênues para esse momento, preciso ter cuidado com o que faço, Steel é quem precisa mais no momento, mal consigo começar a mudar as probabilidade e um movimento próximo à parede me pega de surpresa, isso é muito maior que seja lá o que for que vimos mais cedo, antes que possamos fazer qualquer coisa ele ataca Steel, não posso me demorar agora, ele está sendo alvejado desde o inicio, e isso agora foi feio.

    "A criatura avança contra Steel com um encontrão, mas no último segundo ele consegue mudar seu centro de massa, fazendo com que o golpe não pegue em cheio" me parece melhor assim, puxo as duas linhas, não sou um combatente, mas vou ajudar quem é.

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Qui Dez 14, 2017 7:21 pm

    ligação-Orochi:

    Orochi escreveu:– Os cowboys usam a mina como fonte de energia e os Karnotauros tem a doença que informei e segundo eles, o carvão curaria essa doença. O fato de Abbhel mencionar "escuridão" me chama atenção, eles me mostraram as partes dos corpos que estão mais afetadas pela doença, e realmente ela ficam escuras, pode ser algum indício.

    Atens – A escuridão a que Abbhel se refere é uma força que gerou o que eles chamam de Cataclisma, há muito tempo atrás. A nuvem que encobre o planeta, a que vimos da Orion, é provavelmente um efeito colateral do evento. O curioso é que eles acreditam que a nuvem encobre todo o planeta, mas vimos que não. Não me parece que a escuridão esteja relacionada com essa doença, pois a região em que estão não está coberta pela nuvem. Pelo que descreveu me lembra a ‘escarificação’ uma doença Dryad causada por um vírus. Já entrou em contato com os médicos da Orion? Eles podem ajudar a investigar a causa! O carvão realmente tem efeitos positivos? Você viu funcionar?




    Sons de arma chamam a atenção de Atens e Ebon. A Imperatriz acaba por questionar Orochi sobre a situação.

    Orochi escreveu:– Não se preocupe imperatriz, os nativos apenas prepararam suas armas porque Abbhel, surpreendeu a todos se libertando rapidamente das amarras, e parecia muito bem, eles ficaram assustados, mas a atitude de Abbhel é pacífica.

    Atens – Porfavor, Orochi, cuide para que a violência não seja aplicada.

    Orochi escreveu:– O Reaper foi para a mina e eu pedi que o Andrastea fosse junto por cautela, então o Anônimous sumiu.  Não sei o que eles tem na cabeça em enfrentar um exército e não estão dispostos a seguirem minhas orientações, talvez apenas o Andrastea. Eu poderia obrigá-los a segui-las, mas não acho correto de minha parte dobrar a vontade deles. Tentei encontrar o exército com meus poderes visionários, mas nem assim consigo identificá-los para saber que rota tomaram. Por fim, parece que finalmente as coisas aqui vão ser ajustadas.

    Atens – Talvez eles tenham visto uma oportunidade de solução que lhe passou despercebida. Adrastrea não me pareceu o tipo de pessoa imprudente muito menos o tipo que perde a oportunidade de solucionar um problema. Somos uma equipe, deve convencê-los por base em argumentos; dobrar suas vontades não renderá bons frutos. Mas, você parece saber disso. Se não conseguiu encontrá-los devemos confiar na capacidade de nossos aliados e estarmos atentos a qualquer pedido de auxílio. - O tom da Imperatriz era delicado e lembrava o de um sábio professor, alguém que viveu muito e detinha alguma experiência.

    “Muitos confundem liderança com autoritarismo e isso é um grave erro. Bons líderes, às vezes precisam exercer sua autoridade, mas isso não significa ser autoritário e sabem a hora exata de exercerem sua autoridade. Entretanto, sabem,principalmente, conduzir suas peças sem a necessidade de autoritarismos. Líderes autoritários normalmente tem problemas com o Ego e tendências narcisistas. Seria esse o caso de Orochi? Talvez, é uma característica recorrente a ‘Deuses’.

    resumo:
    - Gastando um ponto heróico para ‘edit scene’: Pedindo intervenção da Artemis no momento em que Atens questiona se Orochi entrou em contato com os médicos da Orion para que ela passe as informações obtidas em on sobre a doença.

    ligação-Anonimo:

    Assim que Atens desliga a chamada com Orochi ela recebe uma chamada de voz de outro integrante da equipe azul. A expressão da Dryad é tanto de surpresa quanto de preocupação com o conteúdo exposto.

    Anonimo escreveu:– Atens, aqui é o Anônimo. Está me ouvindo?

    Atens – Sim,  alto e claro.

    Anonimo escreveu:– Ao que parece o sujeito que você pergunta foi encontrado, mas agora tenho de me dirigir à mina da cidade, Orochi e Reaper promoveram uma carnificina aqui e talvez façam de novo... Não sei que negociações esta fazendo entre Lord Ebon, a cidade e se sabe algo sobre os Karnotaur, mas temo que a coisa pode se tornar ainda pior... Sei que é bastante instruída na diplomacia, mas se as coisas continuarem assim podemos começar a uma guerra contra os nativos, o mais curioso é que os Karnotaur passaram a cultuar agora Orochi como um tal de "abutre"... Se conseguir informações sobre as crenças desse povo, por favor me informe... Isso pode salvar muitas vidas.  

    Atens – Por tudo que é sagrado, viemos auxiliar na Paz não gerar mais violência!!! Eles não podem continuar com isso!! Assim como eu você terá que reportar a Samurai sobre isso. No momento apropriado, deverá entregar a ela um relatório detalhado a respeito. Acabo de desligar uma chamada com Orochi, falamos com Abbhel, mas ele omitiu essa informação. Verei o que posso fazer, mas estou muito distante!! As negociações envolvem concessões para estabelecer a paz entre os Karnotaurs e Zionis. Vou te passar o que sei sobre eles. - A voz da Imperatriz apresenta surpresa e indignação com a afirmação da carnificina. Atens conta a Anonimo tudo o que tinha descoberto até aquele momento sobre a cultura dos Karnotaurs. Sua fala era solícita e gentil, mas seu ritmo talvez denunciasse que ela estava caminhando. Atens estava indo ao encontro do irmão de Ebon. - Não sei nada sobre esse “abutre”, mas vou tentar descobrir mais sobre o significado disso. Se conseguir algo, lhe informo, assim que possível. Eu preciso desligar, mas buscarei por mais informações. Eu queria poder ajudar mais… - Embora Atens fosse claramente uma mulher educada, não havia em seu tom a arrogância comum aos nobres da Terra. Em sua última fala ela deixa transparecer uma profunda sinceridade, ela desejava ter informações úteis a ele, poder ajudá-lo, mas talvez não tivesse o que ele buscava. - Obrigado por responder. Até breve, Anônimo.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Dez 14, 2017 9:43 pm

    -Certo, Atens... Também não sei muito o que fazer quanto às ações deles nesse momento, mas achei importante lhe informar sobre isso caso Orochi não tivesse feito porque imaginei que estaria tecendo uma teia mais complicada aí com o Doutor... Quando puder me passar algo me avise. Câmbio, desligo.



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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Luxi em Sex Dez 15, 2017 10:24 am

    Finalmente o mistério daquela nave começava a ser revelado. Algumas coisas do passado eram úteis para os dias atuais: as criaturas eram venenosas e interferiam no sinal. Isso seria bem ruim agora que estava longe de Quantum.

    Pior: estava caminhando sozinha por aí achando que não encontraria a criatura negra. Era um pouco soberba demais de achar isso, não? Só porque o outro grupo poderia encontrá-al primeiro não queria dizer que só havia uma delas na nave.

    Sentiu todo o calafrio que era possível naquela experiência sensorial e admitiu que estava com medo e bastante aliviada quando aquilo se tornou somente uma lembrança.

    Precisou de algum tempo para recompor a respiração.

    - Quantum, tome cuidado com uma criatura negra... essa coisa é venenosa e é a responsável pelas mortes aqui - suspirou ao final da frase. Tinha saído um pouco mais emotiva do que deveria. Era uma visão poderosa. O pesadelo muito real.

    Respirou fundo. Não tinha muito mais o que fazer. Poderia acabar morrendo para aquele bicho... e certamente isso doeria um bocado. Não queria que acontecesse, mas... ficaria viva no fim, não é mesmo?

    Seguiu a música e grande foi sua surpresa ao encontrar a menina de sua visão ali, muito bem viva. Arregalou os olhos, mas logo se controlou.

    - Sarah - falou com calma, apesar da menina mandá-la embora. Estava claro que se conheciam pela visão. Observou brevemente a caixinha e se aproximou devagar. - Eu não vou lhe fazer mal, nem estou aqui procurando por você. Nosso encontrou foi apenas  orquestrado pelo destino.

    Abaixou-se perto dela e então finalmente entendeu por que ela tinha aquela expressão de medo. Afastou-se, como ela gostaria.

    - Acredite, não estou impressionada por isso no seu rosto. Por acaso está aumentando?

    A criatura venenosa criava aquilo também? Era uma surpresa, mas não era extremamente chocante para alguém que viajava pela criação do universo mentalmente. Só estava preocupada com o fato de que ela pudesse ser tomada pelas escamas e acabar morrendo. Isso sim seria um final bem triste para a menina.

    - Não entendo por que alguém queria que eu a encontrasse aqui, mas talvez você saiba. Você me viu. - olhou em volta. - Pode me explicar o que está acontecendo? Por acaso é a última sobrevivente desta nave?  

    Puxou o braço e mandou uma mensagem escrita para Quantum.

    "Eu encontrei a garota"
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Seg Dez 18, 2017 1:27 am

    Joseph dá todo seu gás para o salto e se vê ilhado, incapacitado de acertar o alvo. Era irritante.
    "Se não fossem máquinas, eu já teria usado o veneno faz tempo. Eles tem de ser destruídos de uma vez!"
    Joseph ainda não havia passado por isto ainda. Seus inimigos sempre tinham sido criaturas vivas, máquinas eram imunes à uma das suas armas mais mortais e aquilo era motivo de extrema irritação para ele.
    Havia briga para todos que estavam ali, porém de uma hora para outra, outro ser apareceu querendo participar da mesma. Um ser híbrido. Um ser de pura vida e pura morte.

    - Isso é assustadoramente interessante!
    Diz maravilhado com a recente descoberta. "É ainda pior do que eu. Cala a boca, não temos nada de errado.

    Depois de cinco minutos paralisado admirando aquela criatura totalmente nova para ele, seu instinto de sobrevivência apitou.

    "VOCÊ VAI MORRER, FAÇA ALGUMA COISA!"

    - Vocês tem alguma ideia de como matar essa coisa? Acredito que esse tipo de centopeia tenha uma carapaça muito dura. Precisamos de um plano para quebrarmos ela e então eu a enveneno quando entrar em contato com sua pele.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Seg Dez 18, 2017 9:27 am

    Atens – A escuridão a que Abbhel se refere é uma força que gerou o que eles chamam de Cataclisma, há muito tempo atrás. A nuvem que encobre o planeta, a que vimos da Orion, é provavelmente um efeito colateral do evento. O curioso é que eles acreditam que a nuvem encobre todo o planeta, mas vimos que não. Não me parece que a escuridão esteja relacionada com essa doença, pois a região em que estão não está coberta pela nuvem. Pelo que descreveu me lembra a ‘escarificação’ uma doença Dryad causada por um vírus. Já entrou em contato com os médicos da Orion? Eles podem ajudar a investigar a causa! O carvão realmente tem efeitos positivos? Você viu funcionar?

    Ouço a imperatriz esclarecendo algumas coisas muito úteis e indagando por mais informações, tudo que ela falou parece muito interessante.

    -Se o problema for escuridão, eu sou o controlador da luz e a luz destrói a escuridão, espero poder lhe dar com isso caso aconteça, quanto a doença, já enviei amostras para nossos cientistas na Órion, estou aguardando resposta e não sei se realmente o carvão tem algum efeito, qualquer outra informação repassarei.

    Encerro a ligação aguardando os demais acontecimentos. Enquanto indago Artemis:

    -Artemis, alguma novidade sobre a análise das amostras que enviei a nossos cientistas sobre a doença dos Karnotauros?
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Seg Dez 18, 2017 9:43 pm

    INSIGHT 2 (IMPROVED CRITICAL 1):
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Ter Dez 19, 2017 12:30 am


    Respawn:


    Respawn decidira encarar de frente o desconhecido, mas mantinha a sua preocupação com o parceiro:

    Respawn escreveu:- Quantum, tome cuidado com uma criatura negra... essa coisa é venenosa e é a responsável pelas mortes aqui -

    Quantum leva algum tempo para responder, como se ponderasse sobre o que escutara.

    [Quantum]:Está bem. Então eu não vou me segurar se eu ver a criatura - Morrigan sabia o que aquilo significava. Poucas vezes havia visto o parceiro utilizar seus poderes, quanto mais em seu completo potencial, já que lidavam mais com criminosos comuns que com grandes ameaças como essas.

    Respawn percebe agora que aquela sala era um dormitório. Havia uma cama, armário, aquele devia ser onde um tripulante dormia. No centro a mesinha e a garota.


    Respawn escreveu:- Sarah - falou com calma, apesar da menina mandá-la embora. Estava claro que se conheciam pela visão. Observou brevemente a caixinha e se aproximou devagar. - Eu não vou lhe fazer mal, nem estou aqui procurando por você. Nosso encontrou foi apenas orquestrado pelo destino.

    A garota congela por um instante ao ouvir seu próprio nome. Ela tenta cobrir a parte do rosto com escamas com a mão boa enquanto se vira para Respawn.

    Respawn escreveu:- Acredite, não estou impressionada por isso no seu rosto. Por acaso está aumentando?


    [Sarah]:Não faz sentido! Eu...eu vi você aquele dia. Não, você é como eles! - ela começa a se exaltar. Sarah tem no rosto confusão estampada - Meu rosto...é culpa de vocês! Sim, vocês! Todo dia eu vou me tornando como vocês!

    Ela se levanta e começa a se afastar também, em direção a cama. A caixinha de música ainda toca melodias um tanto distorcidas.

    Respawn escreveu:- Não entendo por que alguém queria que eu a encontrasse aqui, mas talvez você saiba. Você me viu. - olhou em volta. - Pode me explicar o que está acontecendo? Por acaso é a última sobrevivente desta nave?

    [Sarah]:Eu tenho visões, o tempo todo, desde...desde o barão - ela fala com a voz embargada, com o rosto virado para a parede - Não, você não é um deles. Quando eles vem me perturbar é pra colocar ideias ruins na minha cabeça.

    Quem seriam eles afinal?

    [Sarah]:Eu não sou a última, mas todos os outros estão mortos por minha causa. Só...só a Kat saiu daqui. Meu Deus, você é de verdade?

    Sarah começa a se aproximar lentamente. Morrigan vê que ela chora, mas somente do lado do rosto que ainda é humano. Ela para bem próxima, como se quisesse tocar no rosto de Respawn mas sem a coragem para tal.
    Quanto tempo ela estaria ali sozinha?

    [Sarah]:Se você é de verdade...precisa sair daqui. Eu sinto ele, sinto ele se aproximando.

    Por algum motivo Respawn entende quem "ele" seria. Um arrepio, como se sua mente reconhecesse algo mas não sabia o que exatamente. Alguém, ou melhor algo, que espreitava, talvez a criatura da visão.

    [Sarah]:Quando eu cheguei aqui aquelas pessoas me acolheram, tentaram me conhecer. Mas eu só servi de ponte para "ele". Para eles.

    Respawn envia a mensagem a Quantum.

    [color=lightgreen][Quantum]:Entendido, pelo menos o robô vai conseguir cumprir o que queria. Parece que eles estão com problemas lá embaixo mas eu encontrei o caminho até a ponte de comando. Pode levar ela até lá? Se você subir vai chegar, fica no topo parece.


    Laranja:



    O gênio estava acostumado a mudar o destino, os eventos do passado e a própria realidade. Era natural puxar as linhas do universo para conseguir um resultado favorável.

    Mas aquela criatura era...errada, como se a magia, o universo e a realidade que a circundavam não fizessem parte do mundo real.
    A criatura ainda atinge Steel que voa para trás. É possível ver que uma garras perfurara o soldado, afinal agora ela pingava sangue e havia um pequeno rastro vermelho no caminho.

    Mas a ação do gênio pode ter salvado a vida do soldado, que grunhe mas ainda esta vivo. Infelizmente não parece estar em menor condição de se levantar.

    Quimera parecia mais curioso com a criatura do que preocupado com a situação em si, afinal, até agora estava lidando com maquinas. Uma fera como ele estava acostumado a lidar com outras criaturas, não com as armas dos homens.

    [Ennio]:Vai pra cima dele! - diz o andróide com uma voz emulada de um velho - Eu cuido dos outros - o andróide carrega o revolver e se vira para os dragoons restantes.



    Os disparos servem para chamar a atenção dos andróides que começavam a andar em direção a Steel. Alguns tiros atingem alguns circuitos mas eles se mantém de pé.

    Quimera analisa o monstro: é dificil determinar pontos fracos, sua couraça realmente parece resistente até mesmo a tiros. É possível ver algumas lascas, como se balas tivessem atingido ou tentado atingir o monstro.
    O local cheio de capsulas de balas parecia fazer certo sentido agora.

    O único ponto que parece mais vulnerável é o olho da centopéia. Mas havia uma grande bocarra e suas garras caso quisessem atingi-lo de perto.

    Os Dragoons correm na direção de Ennio. Eles brandem as katanas e tentam realizar dois cortes, mas o robô cowboy tem a agilidade suficiente para desviar dos dois golpes dando passos para trás.

    [Cheyenne]:Steel! - a soldado tenta acudir o homem de armadura potente. Ela o ajuda a pressionar o comando para abrir o capacete.
    Steel cospe um pouco de sangue e grunhe algo que os presentes ali não conseguem ouvir, apenas Cheyenne.

    O monstro, faminto, começa a dar alguns passos para frente. Ainda não é possível ver o fim de seu corpo: mais e mais pernas saem da escuridão.
    Ele olha para todos os presentes, de sua bocarra saliva escorre.
    A criatura procura pelo maior alvo.

    O maior almoço primeiro.

    A criatura se lança para cima, com um impulso que não faz sentido, e se choca em cheio no Quimera.
    O Dr. sente as garras da centopéia se fincando em sua pele, assim como o veneno que ele carrega já circulando em suas veias.

    Nenhuma criatura da natureza poderia ter esse tipo de ataque. Essa coisa não faz sentido.

    Ordem de Iniciativa: Steel - Djinn - Quimera - Dragoon 1 - Ennio - Dragoon 2 - Dragoon 3 - Cheyenne - Monstro

    (@Jezreel, pode rolar dois testes de defesa: Toughness DC 25, Fortitude DC 20.

    @Exalted, o monstro tem uma Imunidade que não permite utilizar o Reality Bending nele)






    Atens:


    Antes:


    Atens escreveu:Atens – Desculpe-me ter de solicitar isso a você, Trygor, mas creio que a outra forma que tenho de arranjar esse encontro causaria mais problemas do que ajudaria em uma solução dos que já temos.

    Trygor não parece se incomodar com o pedido.

    [Trygor]:Meu povo adora problemas, nos torna mais fortes - ele diz, Atens quase poderia dizer que ele está sorrindo - Será feito, não se preocupe.




    Atens escreveu:Atens – Podemos tentar conseguir esse encontro com o herdeiro do Rei durante a audiência, mas as investigações… - A Dryad percorre o olhar por seus guardiões, Quasar e Adurma. - … devem ter início o quanto antes.

    Ron, Ren e Perz parecem ter entendido a sugestão. Fariam algo a respeito às investigações.




    Atens dava os créditos do poucor dormir à poção de Adurna, que ruboriza um pouco diante desses elogios.

    Perz pega a capa de volta e a coloca sobre a roupa novamente. Não parece nem um pouco incomodado em ter emprestado a vestimenta para sua imperatriz.

    A Imperatriz tenta analisar Delilah. Seu comportamente não parecia agressivo ou contrário a sua presença ou de outros, apenas era...seu jeito, como uma adolescente que gostava de simplesmente retrucar por retrucar.
    Quão jovens seriam os presentes ali? Se Ebon era o mais velho...

    Delilah deu de ombros diante da resposta.

    ...

    Atens escreveu:
    Atens – Ren estará ao meu lado e como já havia dito preciso de vocês em outras tarefas. - Atens olha para Ron e passa a falar em sua língua natal. - O que foi retirado da sala do Ministro e entregue a você, precisamos saber do que se trata, discretamente peçam a ajuda da Adurna. - Ao pronunciar o nome da Druida a Dryad sorri e olha em sua direção voltando a falar em uma língua que todos entendem. - Cuidem dela.

    Ron acena positivamente com a cabeça.
    [Perz]:Deixe conosco - pelo visto os dois haviam feito uma trégua, pelo menos por enquanto.

    Atens escreveu:Atens – Se o liquido que fez para nós puder ser usado pelos Karnotaurs diminuiremos os riscos e aumentamos as chances de um acordo bem sucedido. É possível preparar mais?

    [Adurna]:Ele exige muitas plantas diferentes. No jardim eu peguei várias, mas eu não sei se consigo fazer muitos frascos só com o que tem nele...
    [Ebon]:A Casa Esmeralda tem os maiores jardins de Zionis. Se tudo der certo na reunião vamos lhe conceder acesso.

    Adurna sorri, parece animada com a possibilidade de ajudar tanto.

    A Imperatriz dá as últimas instruções aos que ficariam. Investigação, será que seu grupo de dryads e maga poderiam lidar com essa tarefa? Esse era o teste de fogo, muita coisa estava em jogo ali.

    ...

    Atens escreveu:Atens – Você quer dizer que são filhos de Saul?!

    [Ebon]:De certa forma sim. Não somos da Casa do Ferro como nossos pais mas temos o mesmo sangue - o príncipe do Ébano parece gostar de sua associação com esta Casa.

    [Ebon]: Concordo com sua posição sobre a paz. Houve uma época quando eu era garoto de que exterminar os karnotaurs era o único caminho, mas veja quantas gerações se passaram e essa guerra nunca cessou.


    A comunicação é estabelecida entre o lado de Atens, Ebon e de Orochi e Abbhel.

    Aos poucos as informações se completavam, a comunicação entre Orochi, Atens e Anonimo se estendem mas algumas coisas se tornam bem claras:

    - Há um conflito entre os Karnotaurs e os Cowboys e ele parece motivado por uma disputa por um recurso: carvão
    - Os Karnotaurs estão sofrendo de uma doença que pode ser tratada, ou pelo menos aliviada, com carvão.
    - Haviam duas tarefas, além da tarefa de Atens de se reunir com a corte de Zionis: Defender a Mina de Carvão e Ir até o Ponto de Crise indicado por Nalaror.

    Artemis ouve o pedido da Imperatriz e processa algumas informações e as apresenta em forma de texto:

    [Artemis]:Estou cruzando informações que Ace enviou antes de sumir, junto com os médicos. Bem, acho que estão todos coçando a cabeça sem entender muito, mas aqui vai um resumo:
    A doença é semelhante a hanseníase e os sintomas são manchas e necrose na pele, assim como forte coceira e uma forte concentração de uma substância desconhecida no sangue. Parece ser uma enzima ou proteína, é completamente diferente do que os médicos já viram. Estão acionando os magos da Órion, mas o veredito é de que é uma doença desconhecida e muito agressiva. Deve ser recente pois o índice de fatalidade pode ser alto se os estágios seguintes forem a expansão da necrose.


    Era um bom resumo mas não faz parte da expertise da Imperatriz para que pudesse trazer alguma solução efetiva por ela mesma.
    De qualquer forma, tinha outra tarefa a frente.

    Ren e Quasar ficam um pouco atrás, dando espaço e certa privacidade a conversa.

    Atens escreveu:Atens – É uma honra conhece-lo, Lukka. Creio que temos muito a conversar. Isso é impressionante para mim também. Como deve estar ciente, não nasci em Zionis, muito menos em seu planeta. Sou de um planeta chamado Athantis, Imperatriz de meu Povo e membro da Aliança em uma missão de paz. Sim, sou uma estrangeira, uma viajante da galáxia como um dia seu povo foi e tive a honra de ser acolhida por Marfim assim como você.

    Lukka fica alguns instantes estupefato. Ele se vira para Ebon.

    [Lukka]:Seu maluco! Você fez!? - ele parece saber que um dos objetivos de Ebon era provar sobre os estrangeiros e a marca. Lukka dá vários soquinhos no ombro do irmão - Eu não acredito! E uma do Marfim. O Rei vai ficar maluco, uns três na corte vão infartar.

    Parece um garoto empolgado com um novo presente ou jogo.

    [Lukka]:Ah, desculpe! Muito prazer Atens. É tão esquisito, desculpe, mas eu achei que ia ser o único da minha casa enquanto eu fosse vivo. Pera, você veio de outro planeta! - se pudesse ver por baixo de sua máscara, veria os olhos brilhando - Então você tem uma das máquinas que podem atravessar o céu? Você pode viajar pelo espaço?

    Como um conto de fadas se tornando realidade, Lukka via os fatos mais certos de sua realidade se desfazendo. E ele parecia muito empolgado por isso.
    Lukka não parece somente confiar e gostar de Atens, ele parece completamente encantado pela Imperatriz.

    [Lukka]:Como é lá fora? As estrelas brilham como nas histórias? Como é o sol? Como é sua máquina viajante? O que comem? O que... - ele continuaria a disparar perguntas como uma criança, mas um estrondo que reverbera todo o castelo o interrompe.

    Ren e Quasar correm e ficam ao lado de Atens.

    [Ebon]:Almah, reporte - Ebon pega um aparelho que parece ser um rádio de seu cinto.

    [Almah]:Impacto na muralha leste. A barreira mágica segurou.

    Silêncio. A tensão é palpável.

    [Almah]:Máscaras vermelhas. São os soldados do Rubi.
    [Ebon]:Merda. Merda! Lukka, você...
    [Lukka]:Não comece, eu não chamei ninguém! Eu vim sozinho - o garoto se defende. Parece sincero.
    [Almah]:Lorde, ordens?
    [Ebon]:Mantenha a barreira, eu vou pro portão.
    [Almah]:Eu não o deixarei ir sozinho.
    [Ebon]:Tenho Lukka e Atens, vou ficar bem. Por favor Almah, também avise Delilah e Trygor. O casal do Níquel já sabe o que fazer.

    Ebon se vira para os dois. Há preocupação em sua voz.

    [Ebon]:Não posso garantir que os próximos momentos sejam de paz, Atens. Mas eu vou dar meu melhor.

    O principe do Ébano começa a correr pelo corredor até o portão principal. Ele não espera que Atens o acompanhe, mas a deixa decidir como agir agora.
    [Lukka]:Eu vou com você! - o irmão corre junto. Ebon não protesta, apenas corre calado.

    Atens recebe uma mensagem enquanto precisa fazer sua escolha.

    [Ren]:E agora chefe? A gente tem que ir com eles!
    [Quasar]:Que tipo de armamento eles usariam pra tremer todo um castelo?





    Orochi:


    Orochi tentava de alguma forma trazer alguma ordem àquela situação. Com certeza sua experiência como heroi não era nada semelhante ao que enfrentavam agora.

    Agora estavam no Saloon, num número menor de pessoas e num ambiente mais ameno. Com Orochi estão Antípoda, Beast-Girl, Abbhel, Blake e Marston. Atrás do balcão do Saloon estão Candy e Katherin. Zhen entra por último.
    Candy joga uma garrafa de uísque para Zhen, que a coloca na mesa onde Abbhel está sentado. Blake se senta também, Marston senta ao lado claramente incomodado com a situação.

    Estavam para beber com quem achavam ser inimigo até agora.

    Orochi escreveu:-Sei que parece uma pergunta estúpida, mas você não fala isso de modo...literal, correto!?

    Blake pega um copo e verte o uísque. Primeiro para Abbhel e em seguida para si.
    Agora não mais no calor da batalha ele parece ser alguém muito mais educado.

    [Blake]:Falo. Eles pegam o carvão, o trituram e colocam sobre o corpo ou misturam com água e bebem - ele toma um gole da bebida - Deve ter um gosto melhor que essa porcaria - diz fazendo uma careta.

    Artemis responde por texto Orochi sobre a doença: não encontraram nada além do que Ace já havia lhe dito. Estavam agora envolvendo os magos da nave.

    Abbhel abre uma pequena abertura para sua boca na máscara. Ele verte a bebida de uma vez.
    [Abbhel]:Ufa, eu tava morrendo de sede!

    [Marston]:Diga logo o que quer, aberração! - o homem não estava tranquilo para fazer negociações.

    [Abbhel]:Meu chefe me mandou aqui para oferecer uma aliança, uma "amizade". Vocês me receberam com tiros - ele começava a falar.
    [Marston]:Estava com os mascarados, o que pensa que achariamos? Vocês atacaram primeiro.
    [Abbhel]:Vocês deviam saber! O que aconteceu com aquele homem, Anderson? Ele não é o seu sheriff?

    Um silêncio perturbador toma conta da mesa.

    [Blake]:James Anderson não é mais nosso sheriff e está desaparecido.

    O contato de Abbhel não estava.

    [Abbhel]:Merda, o que fizeram com o cara?
    [Blake]:Ele fugiu de suas responsabilidades e seus crimes.
    [Marston]:Não, conte a verdade Barão.
    [Blake]:Olhe a língua Marston, já lhe disse para não me chamar desse nome.

    Abbhel olha para Orochi. O heroi percebe que o objetivo de Abbhel era expor esse fato a ele.

    [Abbhel]:Ótimo. Bem, eu o conheci antes, ele veio até nosso castelo com seus amigos. Não vi nenhum deles aqui, devo imaginar que também fugiram?

    Blake assente silenciosamente. Sua expressão é neutra.

    [Abbhel]:Tinhamos feito um acordo. Meu chefe queria um diálogo entre vocês e os mascarados, os Karnotaurs. Eu trazia armas e presentes, mas meus amigos karnotarus me acharam antes. Fazer o que, quem sabe não teriam se saído melhor na batalha com as armas?

    Zhen coloca a mão sobre o revolver. A mão de Candy sobre seu braço o impediu de sacar.

    [Abbhel]:Não é a primeira vez que lida com nós mascarados, não é Blake? Me diga, como eles descobririam onde está a mina? E que o carvão os ajuda na doença?

    Curiosidade começa a crescer em todos os presentes ali.

    [Antípoda]:Você parece saber bastante, Blake.

    O homem dá um sorriso irônico.


    [Blake]:Que patético, estão ouvindo o homem que estava amarrado e que nos negava qualquer informação a meia hora atrás? Ele está brincando conosco.
    [Marston]:Blake, conte a verdade. Não adianta fugir mais, estamos a mercê dessa situação.
    [Blake]:Cale a boca! Eu não lhe dei permissão para falar dessa maneira, Marston.

    Pelo visto Blake tinha autoridae sob o cowboy.

    [Abbhel]:Não precisa dizer nada amigo. A verdade está na Mina de Carvão e em quem está indo pra lá. Os Karnotarus que lideram o ataque vão responder à essas dúvidas.

    O mascarado tinha um ponto. Se Blake havia traído seu povo ou estava jogando com aquele inimigo, a verdade estava com os karnotaurs.

    [Blake]:Não há verdade nenhuma. Eles descobriram, o que posso fazer? O que me interessa é que essa energia é essencial para nossa sobrevivência e os karnotaurs não tem espaço aqui.

    [Abbhel]:Orochi, é esse seu nome certo? - ele mantem um tom de voz neutro - Existe uma maneira de garantir a sobrevivência de todos, mas pra isso precisamos que esse conflito termine. Seus amigos vão chegar na Mina?

    Blake fica tenso, segurando seu copo com pressão.

    Uma nova mensagem de texto chega para Orochi.





    Anonimo:


    Apesar do conflito sempre presente em sua mente, Anônimo decide ir também a mina, mas pilotando a nave da qual utilizaram para chegar no planeta.

    Quando o vigilante entrasse na nave Artemis se materializa no banco do co-piloto. Ela apoia os pés sobre o cockpit e coloca as mãos atrás da cabeça.
    [Artemis]:Ei! Vai dirigir Anônimo? Cadê a sua carteira de piloto? - ela ri e senta.

    [Artemis]:Vamos vamos!

    ...

    O vôo leva algum tempo. O cenário é um mesmo deserto monótomo todo o caminho, não fosse por uma pequena faixa de trilhos que é revelada quando o vento bate na areia com força o suficiente.
    Parece pior que nos filmes dos faroestes: até cactus são raros.

    A nave alcança o local: uma formação rochosa que terminava numa pequena construção. Era a mina de carvão, um lugar repleto de posições altas que poderiam ser usadas como defesa.


    [Artemis]:Onde vamos pousar? No meio, todo mundo vendo a gente? Ou vai ser na surdina?

    Anônimous também receberia uma mensagem de texto.





    A mensagem de texto chega a todos da Equipe Azul.

    [Nalaror]:Ok ok, deixei vocês no escuro. Conseguiram se dividir pra isso? Os técnicos da Órion estão chamando de "Cisma", parece que é uma fenda e que à meia noite ela se alinha com a lua e algo acontecerá. Algo geológico, mágico e energético. Preciso que enviem alguns de vocês para verificar se o Cisma é um lugar seguro para enviarmos nossos cientistas e magos. Se puderem enviar quem manja de magia é uma boa também. Eu não posso dar mais detalhes porque eu não os tenho. É uma situação merda, eu sei.

    [Beast-Girl]:Eu irei. Estamos todos ocupados com os problemas que já tinhamos, mas eu posso fazer reconhecimento - ela responde por texto para todos.




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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Luxi em Ter Dez 19, 2017 8:37 am

    - Como eles? - fez uma pausa. A menina estava exaltada, então não valia a pena falar junto dela.

    Assentiu pacientemente. Então eram um pouco parecidas. Tinham visões e por isso podiam se enxergar, algo que não tinha visto antes. Além disso, ela estava começando a se transformar por causa de... alguém. Observou o rosto dela com atenção.

    - As visões te dizem coisas ruins?

    Ela talvez tivesse contato com cenas escabrosas demais. Ela dizia que tudo tinha origem no tal do 'barão'. Talvez ela começasse a enxergar coisas daquela pessoa, que se fosse tão ruim quanto ela pintava, só poderia ter um passado e um destino sombrio.

    Recuou um passo para não ser tocada no rosto. Sabia que a garota queria saber se ela era real, mas também não podia permitir que a menina com o rosto em decomposição encostasse nela sem saber o que era de verdade.

    - Entendo.

    Não entendia perfeitamente, mas começava a criar uma teoria possível sobre quem seriam "eles". Olhou para trás, paranoica. Se fosse aquela criatura monstruosa em sombras, não teria condições de proteger a garota ou a si mesma. Seria uma morte dolorosa pela qual ela não queria passar. Nesse momento captou a mensagem de Quantum.

    - Sarah. Temos que sair daqui. Eu não sei se você teme os mascarados ou a criatura de sombras, mas tudo isso vai ser passado se vier comigo. Meu nome é Morrigan e você não precisa confiar em mim. Mas acho que você também sabe que ficar aqui é sua pior opção. Venha.

    Ela começou a andar, dando as costas para ela, mas se houvesse protestos, agarria o braço da menina coberto por algum pano para puxá-la junto, acrescentando em seguida.

    - Não se preocupe. Eu não morro. - fez uma pausa. - Você pode usar seus poderes o quanto quiser enquanto andamos. Não tenho nada a esconder.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Ter Dez 19, 2017 11:59 am

    Finalmente  um pouco mais de paz e privacidade e aqui no Saloon, talvez seja até mais fácil resolvermos o empasse aqui, num bar tomando um whisky, eu poderia até tomar um pouco, acho que não teria problemas, um bebidinha não cairia mal para aliviar a tensão.

    -Eu também quero uma dose, por favor!

    Espero me servirem e começo a degustar a bebida com calma., Abbhel parece bastante sedento...Então aguardo a resposta de Blake.

    [Blake]:Falo. Eles pegam o carvão, o trituram e colocam sobre o corpo ou misturam com água e bebem - ele toma um gole da bebida - Deve ter um gosto melhor que essa porcaria - diz fazendo uma careta.

    Fico surpreso por eles beberem carvão dissolvido na água, deve ter um gosto horrível, sem dúvidas essa porcaria desse whisky barato aqui ainda é melhor.

    Artemis responde por texto Orochi sobre a doença: não encontraram nada além do que Ace já havia lhe dito. Estavam agora envolvendo os magos da nave.

    Observo a mensagem e não me agrada em nada, terão que recorre aos magos? Esse antídoto resolveria esse empasse. Decido enviar uma mensagem para Artemis:

    -Artemis, informe nossa situação a Órion e peça agilidade no trabalho dos magos quanto a isso, podemos evitar muitas mortes e solucionar boa parte dos problemas.

    Então volto minha atenção a conversa.

    [Abbhel]:Vocês deviam saber! O que aconteceu com aquele homem, Anderson? Ele não é o seu sheriff?

    Um silêncio perturbador toma conta da mesa.

    [Blake]:James Anderson não é mais nosso sheriff e está desaparecido.

    O contato de Abbhel não estava.

    [Abbhel]:Merda, o que fizeram com o cara?
    [Blake]:Ele fugiu de suas responsabilidades e seus crimes.
    [Marston]:Não, conte a verdade Barão.
    [Blake]:Olhe a língua Marston, já lhe disse para não me chamar desse nome.

    Abbhel olha para Orochi. O heroi percebe que o objetivo de Abbhel era expor esse fato a ele.

    Então o contato de Abbhel está "desaparecido" segundo o barão e seu subordinado já afirma que Blake está mentindo, era isso que Abbhel queria me mostrar, vamos ver onde isso vai dar. Já lanço um olhar de desconfiado para Blake e aceno positivamente para Abbhel, mas pretendo ainda escutar mais um pouco.

    Então eles continuam.

    [Abbhel]:Ótimo. Bem, eu o conheci antes, ele veio até nosso castelo com seus amigos. Não vi nenhum deles aqui, devo imaginar que também fugiram?

    Blake assente silenciosamente. Sua expressão é neutra.

    [Abbhel]:Tinhamos feito um acordo. Meu chefe queria um diálogo entre vocês e os mascarados, os Karnotaurs. Eu trazia armas e presentes, mas meus amigos karnotarus me acharam antes. Fazer o que, quem sabe não teriam se saído melhor na batalha com as armas?

    Outro ponto, em momento algum Blake parece retrucar Abbhel, nem agora nessa revelação onde os "desaparecidos" "abandonaram seus deveres" depois que foram pedir ajuda!? Não faz sentido algum.

    [Abbhel]:Não é a primeira vez que lida com nós mascarados, não é Blake? Me diga, como eles descobririam onde está a mina? E que o carvão os ajuda na doença?

    Curiosidade começa a crescer em todos os presentes ali.

    [Antípoda]:Você parece saber bastante, Blake.

    O homem dá um sorriso irônico.

    Desculpas e mais desculpas, atitudes suspeitas, nada parece ter a favor de Blake, ao que parece ele realmente traiu seu povo.

    [Blake]:Que patético, estão ouvindo o homem que estava amarrado e que nos negava qualquer informação a meia hora atrás? Ele está brincando conosco.
    [Marston]:Blake, conte a verdade. Não adianta fugir mais, estamos a mercê dessa situação.
    [Blake]:Cale a boca! Eu não lhe dei permissão para falar dessa maneira, Marston.

    [Abbhel]:Não precisa dizer nada amigo. A verdade está na Mina de Carvão e em quem está indo pra lá. Os Karnotarus que lideram o ataque vão responder à essas dúvidas.

    [Blake]:Não há verdade nenhuma. Eles descobriram, o que posso fazer? O que me interessa é que essa energia é essencial para nossa sobrevivência e os karnotaurs não tem espaço aqui.

    [Abbhel]:Orochi, é esse seu nome certo? - ele mantem um tom de voz neutro - Existe uma maneira de garantir a sobrevivência de todos, mas pra isso precisamos que esse conflito termine. Seus amigos vão chegar na Mina?

    Já ouvi de mais, não preciso de mais informações para chegar a uma conclusão, Blake está mentido isto é fato, sequer teve tempo de elaborar desculpas mais convincentes. Aproximo-me de blake, pouso a mão na mesa e encaro-o.

    -Suas desculpas são mais esfarrapadas que as desculpas de uma criança, Blake. Primeiro os "criminosos" vão pedir ajuda, depois voltam e simplesmente decidem abandonar os seus afazeres mesmo com a ajuda garantida e desaparecem em pleno deserto fugidos não se sabe pra onde...

    Escute, Blake, a Imperatriz que está neste momento negociando com Lord Ebbon outros problemas e pelo que ouvi falar tem uma percepção apurada das coisas e é uma excelente líder, tudo que ela me repassou pareceu sincero por parte de Ebbon, e explica muita coisa que está acontecendo aqui.

    Seu "segurança" não teria motivos para falar coisas sobre "dizer a verdade" caso você não tivesse nada a esconder. Somado a isso você parece ter ficado um pouco tenso com a sugestão de Abbhel, suas reações não são discretas, Blake.

    Sugiro que conte a verdade, vai ser bom para todos. Entenda uma coisa Blake, eu posso obriga-lo a falar sem sequer tocar em você, como acha que os Karnotauros subitamente passaram a me obedecer e me chamar de "abutre"?

    Terei que força-lo? Não posso permitir que uma guerra se inicie por uma mentira. Revele tudo, afinal,  descobriremos de toda forma. Ou aqui, ou na mina e convenhamos, aqui seria muito mais efetivo pois evitaria confrontos.

    Você tem Três Opções:

    Primeira: Falar Por bem, segunda: Falar por mal e terceira: Falar Por mal. Esperar descobrir através dos Karnotauros está descartada.

    Qual sua alternativa Blake?


    Persuasion: +15

    Lyvio efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    Encaro-o aguardando suas resposta enquanto observo a nova mensagem de Naralor:

    [Nalaror]:Ok ok, deixei vocês no escuro. Conseguiram se dividir pra isso? Os técnicos da Órion estão chamando de "Cisma", parece que é uma fenda e que à meia noite ela se alinha com a lua e algo acontecerá. Algo geológico, mágico e energético. Preciso que enviem alguns de vocês para verificar se o Cisma é um lugar seguro para enviarmos nossos cientistas e magos. Se puderem enviar quem manja de magia é uma boa também. Eu não posso dar mais detalhes porque eu não os tenho. É uma situação merda, eu sei.

    "Cisma" não me parece um nome dos mais animadores, volto-me para o comunicador e entro em contato com os demais:

    -Anonimous, Reaper, E Andrastea, já estão na mina? Se sim, fiquem atentos, caso os Karnotauros se aproximem muito me comuniquem por favor. Não se exponham tanto e não entrem em confronto sozinhos.

    [Beast-Girl]:Eu irei. Estamos todos ocupados com os problemas que já tinhamos, mas eu posso fazer reconhecimento - ela responde por texto para todos.

    Me aproximo de Beast e olho nos olhos dela dirigindo minhas palavras:

    -Tenha cuidado, mas não acho seguro que vá sozinha.

    Viro-me para Antípoda:

    -Antípoda, você poderia acompanhar a Beast? Não quero nenhum de vocês vagando sozinhos por essa região é perigoso. As coisas aqui estão se resolvendo, creio que o Senhor Blake vai abrir seu coração para nós e revelar a verdade que tenta esconder. Sempre mantenham contato.e repassem constantemente sua localização, assim poderei intervir caso necessitem.

    Me sinto mais aliviado em não permitir que os membros vaguem sozinhos, não queria dividir a equipe ainda, mas é necessário. Me despeço das meninas e volto minha atenção para Blake.

    -Acho que já teve tempo suficiente para pensar.

    Aguardo um retorno positivo por parte dele.


    Jezreel
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Ter Dez 19, 2017 2:09 pm

    - De acordo com o observado, existem lascas nessa carapaça dela, se vocês conseguirem continuar atirando ali - apontada com suas garras - é possível que aumente o perímetro para que se possa ferí-la. O olho da criatura é outra alternativa, porém é acompanhada dessa boca enorme. Todos que conseguirem dano de longo alcance, tentem atirar neste olho. Perdendo sua visão, acredito que terei mais chances de continuar vivo. Joseph estava animado. Ele acreditava que estava falando como um cientista que há muito tempo acreditara que tinha deixado de ser.

    Ao término de sua fala, a Quimera percebe o monstro vindo em sua direção e sua impotência diante a cena. "Você é fraco. Perdeu um tempo precioso admirando essa criatura deplorável, ao invés de preocupar-se com sua própria vida. Talvez agora seja uma ótima hora para te lembrar um fato sobre essa sua curiosidade de merda... sim. A curiosidade, Doutor... A curiosidade matou o gato.

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Jezreel em Ter Dez 19, 2017 2:26 pm



    Caso o Doutor consiga resistir ao veneno e o dano, seu instinto animal se recusa a aceitar que existe uma criatura mais poderosa que ele. Recusa a aceitar que se deixou levar um golpe tão facilmente. Deixou com que o vissem de maneira tão patética. Sua fúria crescerá de dentro pra fora e antes de colocar-se de pé, incapacitando da criatura prever seu movimento, moverá seu ferrão até os olhos da mesma, para que sejam furados e para que o veneno seja proliferado em toda a zona ocular e consequentemente seu corpo.

    - EU ME RECUSO! - Ruge animalescamente.

    Ferroada Venenosa. (14PPS)
    * ALTERNATE EFFECT: Strenght-based: Damage / BASE TYPE: Attack / DESCRIPTORS: Meteorite Accident
    *ACTION: Standart / RANGE: Close / DURATION: Instant
    - Flats: Affliction (Dazed, Stunned, Incapacited)
    - Extras: Linked 0pps (Progressive Affliction, Damage)
    - Flaws:
    RANK: Damage <7>, Affliction <7>
    DESCRIPTION: Quimera usa seu ferrão para golpear seu inimigo. Além de feri-lo com a picada, também envenena o alvo.

    Jezreel efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    OFF:
    Incrívelmente, não consegui encontrar uma gif de um escorpião ferrando qualquer coisa.
    Neith
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Neith em Ter Dez 19, 2017 4:21 pm

    antes:

    Trygor escreveu:– Meu povo adora problemas, nos torna mais fortes.

    “A capacidade de superá-los, contornar-los, de sobreviver e aprender é o que nos torna mais fortes, não os problemas. Essa linha de pensamento pode ser um problema.”

    Atens tem a impressão de notar no karnotaur indícios de um sorriso enquanto falava o motivo pelo qual seu povo adora problemas. A afirmação de Trygor deixa a Imperatriz preocupada com o quão eficiente seria um acordo de paz entre eles.

    Trygor escreveu:– Será feito, não se preocupe.

    Com a confirmação de que Trygor faria a reunião acontecer a Imperatriz apenas acena positivamente com a cabeça enquanto o agradece e se despede do Kanotaur pondo um fim momentaneo aquela conversa.



    Adurna demonstrava-se tímida a cada nova constatação sobre a eficácia da sua poção enquanto Perz não demonstrava estar incomodado pela situação o que faz a Imperatriz se questionar se o Jedi estava começando a se reconectar com seu antigo povo, com seus antigos costumes.



    As conclusões sobre Dalilah trazem a Atens novas preocupações. Se Ebon era o mais velho, todos ali eram extremamente jovens e embora os dados que obteve revelassem que de certa forma eles eram preparados para suas funções biologicamente eles tendiam a não ter a maturidade necessária para os refinamentos da Diplomacia o que certamente poderia dificultar muito as coisas.



    Diante ao pedido de Atens para que ficassem e cuidassem de outras tarefas Ron e Perz demonstram terem, finalmente, entrado em trégua. Infelizmente a Imperatriz reconhecia o quão frágil era esse momento de concordância entre ambos, mas não deixava de estar satisfeita por terem encontrado um meio. Afinal, aquele era apenas o início, os primeiros passos e não se apaga a marca de séculos de conflitos ideológicos em instantes de convívio.

    Após revelar que a poção poderia auxiliar em um acordo com os Karnotaurs a Druida conta que teria dificuldade em preparar apenas com o que havia no Jardim do Castelo do Ébano, mas Ebon revela que seria possível conceder acesso a um jardim mais completo caso a reunião com a corte fosse bem sucedida. Atens parece satisfeita com as respostas e finaliza suas instruções para os que ficavam. Se eles conseguiriam lidar com as tarefas repassadas a eles a Dryad não tinha certeza, ela teria que aguardar e ver, de qualquer forma aquilo era o máximo que ela poderia fazer no momento.

    Atens – Quando Nalaror responder quero que me aguardem para a decisão de quem irá.



    Ebon mostrava-se orgulhoso de descender de um membro da Casa do Ferro e Atens entendia as razões do Lorde. A liderança de Saul livrou seu povo das influências da tirania de uma Casa e sua reforma lhes deu a Paz até os problemas com o líder da Casa de Zirconio começarem e a iminência de uma nova tirania.

    Ebon escreveu:– Concordo com sua posição sobre a paz. Houve uma época quando eu era garoto de que exterminar os karnotaurs era o único caminho, mas veja quantas gerações se passaram e essa guerra nunca cessou.

    Atens – Temos a chance de mudar isso agora!

    Com o seguinte pensamento em mente: “Se os orientar sobre o novo problema, sobre a instabilidade, talvez… há uma chance de poderem ajudar e quem sabe isso não seja capaz de uni-los, todos eles: Karnotaurs, Zionis, Povo do Oeste... Afinal é o lar deles que está em risco.“ Atens informa Ebon sobre o novo problema, o Lorde fica confuso e a Dryad tenta orientá-lo, mas Ebon parecia não ver a dimensão real do problema.

    Atens – Ebon, você entendeu que se não fizermos nada a esse respeito todos os esforços serão em vão? O Lar de todos vocês está em risco… do povo de Zionis, do Oeste, os Karnotaurs, todos sofrerão com as consequências dessa instabilidade. Precisamos que essa audiência ocorra o quanto antes porque agora não trata-se apenas da questão dos Karnotaurs, mas de salvar o Lar de vocês também. Precisaremos da ajuda de seu conhecido da Casa do Cobre e de quem mais puder.

    A ligação com Orochi começava a esclarecer alguns pontos importantes.

    “Então é isso, os Karnotaurs estão doentes e o carvão, de algum modo, é capaz de tratar essa doença o que levou ao conflito com o Povo do Oeste que possui o recurso.”

    Enquanto escutava Orochi a Dryad recebe uma mensagem de Artemis resumindo as informações que tinham até o momento sobre aquela doença. Assim que Orochi desliga a chamada Atens envia uma mensagem a Artemis.

    mensagem escreveu:“Obrigada, Artemis. Isso está longe de minha compreensão, mas posso tentar conseguir ajuda com o especialistas daqui. Os Karnotaurs são descendentes de uma antiga casa de Zionis, quem melhor para entender sua biologia do que eles, não é?! Não garanto que conseguirei esse ajuda portanto continuem a investigar com os magos. Descobrir como tratá-la pode ser fundamental para ajudar a solucionar o problema que o Orochi tem em mãos. De toda forma, eu tentarei e se conseguir essa ajuda precisarei dos dados que obtiveram. Se possivel me envie.”

    Artemis falar que a doença deveria ser algo recente chama a atenção de Atens que compartilha seu pensamento intantes antes de receber a ligação de Anônimo.

    Atens – Ebon, essa doença, tudo indica que é algo recente e pode ser o que os tem assustado. Pode ser por isso a pressa para regressarem a Zionis.

    Em sua ligação Anônimo revela, entre outras coisas, que juntamente com Adrastrea e Reaper estava indo cuidar da questão da mina.

    “Não temos como enviar ninguém para lá a tempo e eles já estão a caminho; isso terá que bastar. Preciso me concentrar em quem enviar ao ponto de instabilidade e na reunião com a Corte de Zionis.”

    Após desligar a chamada com Anônimo o encontro com o irmão de Ebon tem inicio. Feitas as apresentações e passado o choque inicial Lukka dispara a falar demonstrando não só conhecer os objetivos do irmão como a repercussão que isso teria.

    A Imperatriz permanece em silêncio apenas observando Lukka que parecia uma criança empolgada com seu novo brinquedo e talvez fosse exatamente isso que ele era: Uma criança.

    Lukka escreveu:– Ah, desculpe! Muito prazer Atens. É tão esquisito, desculpe, mas eu achei que ia ser o único da minha casa enquanto eu fosse vivo. Pera, você veio de outro planeta! Então você tem uma das máquinas que podem atravessar o céu? Você pode viajar pelo espaço?

    A sua entonação e gestual mostrava que sua empolgação era tamanha que provavelmente seus olhos dariam a sensação de estarem brilhando se não fosse pela máscara. - “Até parece que está vendo um conto de fadas tornar-se real… Se ele está tão empolgado com essa possibilidade, talvez, só talvez, consiga convencê-lo de que a outra forma de lidar com os Karnotaurs!”

    Atens – Sim, meu planeta se chama Athantis. É o mesmo planeta de Ren, minha guardiã e a mais nova membro da Casa do Granito. Quasar, a mais nova membro da Casa da Prata vem de outro planeta chamado Terra 5. Essas máquinas, nós chamamos de naves e sim nós viajamos pelo espaço em nome de uma organização chamada Aliança. Em nossa viagem nos encontramos um pedido de S.O.S e nos deparamos com a situação de conflito que existe aqui e como faz parte de nossas designações viemos ajudar a busca pela Paz.

    A Dryad tinha um tom gentil e sereno em sua voz e enquanto falava ficou claro pela postura de Lukka que ele não apenas confiava nela como estava encantado. E tão logo é possível volta a disparar perguntas. Lukka era uma criança e estava curioso. Enquanto ouvia suas perguntas e preparava-se para respondê-lo Atens sorria, mas um estrondo pega a todos de surpresa. O sorriso da Imperatriz se apaga diante ao susto. O barulho faz com que Ren e Quasar posicionem-se próximas a Imperatriz que olha para Ebon preocupada.

    Atens – O que foi isso?!

    Ebon escreveu:– Almah, reporte.

    Almah escreveu:– Impacto na muralha leste. A barreira mágica segurou.

    Os instantes de silêncio que se seguem enquanto aguardavam as informações de Almah tornam a tensão perceptível no ar. E, ao revelar que eram as tropas Rubi, as mesmas que Atens enfrentou no túnel a suspeita de Ebon recai sobre o irmão que logo se defende. Tudo indicava que Lukka estava sendo sincero, ele não os havia chamado.

    Atens – É a mesma tropa que enfrentei no túnel, não é?! Podemos ter deixado algum rastro e eles nos encontraram!

    Almah pede por ordens e Ebon revela que pretendia ir até os portões sobre os protestos de sua guardiã o Lorde lhe encarrega de outras tarefas e com um ar de preocupação em sua voz dirige a palavra a Atens.

    Ebon escreveu:– Não posso garantir que os próximos momentos sejam de paz, Atens. Mas eu vou dar meu melhor.

    Atens – Mas, eu posso tentar garantir!

    Ebon sai correndo em direção ao portão e Lukka o acompanha. - “Qual é o problema dos jovens, tem pressa até para arriscarem suas vidas?!” - Ren indaga a Imperatriz sobre o que fazer enquanto a mesma recebe uma mensagem.

    Atens – Vamos ajudá-los! Mas, sem pânico.

    Enquanto seguia na mesma direção que Ebon e Lukka a Dryad vê que a mensagem era de Nalaror, mas decidi abri-la depois. - “Não adianta saber a resposta se estivermos mortos!” - Atens decide repetir o que fez no túnel, mas dessa vez não pediria que voltassem para sua bases. - “Isso tem que acabar logo. Há coisas mais importantes, essa reunião já demorou demais!!”

    Atens – Tropa Rubi “Parem o Ataque” e “Abaixem suas armas”, nós queremos conversar e não lutar. Porfavor, “Sem atos ofensivos!” Ninguém precisa se machucar.

    A Imperatriz expandia sua voz pelos arredores do castelo visando que todos os atacantes a escutassem. Em suas palavras, assim como no túnel, ela escondia seus comandos e colocava toda sua energia em fazê-los seguir aqueles comandos. Seu tom era suave e firme, embora parecesse um pedido. Enquanto tentavam alcançar Ebon e Lukka a Imperatriz escuta a voz de Quasar.

    Quasar escreveu:– Que tipo de armamento eles usariam pra tremer todo um castelo?

    Atens – Temo que em breve saberemos.

    resumo:

    resumo - SÚDITOS IMPERIAIS (COMMUNICATION + AFFLICTION): comandos estão em negrito e itálico nas falas.  Atens basicamente tentou fazê-los parar de atacar e evitar que ataquem novamente ou quando Ebon aparecer nos portoes.
    (- 1ph) Para  acrescentar +1  a DC do Affliction.
    Se necessário ao final do turno gastar mais 1 ph pra tentar evitar o cansaço do E.E
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Ter Dez 19, 2017 9:35 pm

    Respawn:


    Respawn tenta entender quem era Sarah e o que lhe afligia. Artemis decide desfazer seu holograma e se ocultar no bracelete.

    Respawn escreveu:- Como eles? -


    Sarah faz uma expressão confusa e sussurra.
    [Sarah]:Os demônios de trevas…

    Respawn escreveu:- As visões te dizem coisas ruins?

    [Sarah]:Eles tentam me convencer a me entregar. A deixar isso… - ela olha para o braço enegrecido com escamas também - ...me tomar. Eles querem me usar como ponte.

    Respawn mantém precaução, não deixando que ela encostasse em seu rosto. Se aquilo era uma doença contagiosa era prudente não toca-la.
    A garota percebe o movimento dela e se afasta rapidamente, envergonhada por aquela intenção.

    Respawn escreveu:- Sarah. Temos que sair daqui. Eu não sei se você teme os mascarados ou a criatura de sombras, mas tudo isso vai ser passado se vier comigo. Meu nome é Morrigan e você não precisa confiar em mim. Mas acho que você também sabe que ficar aqui é sua pior opção. Venha.

    [Sarah]:Morrigan… - ela repete o nome - Você pode mesmo me tirar daqui? - a garota expressava um lampejo de esperança. Seu desespero teria algum fim se aceitasse a proposta da vigilante.

    A garota dá um passo a frente e começa a acompanhar Morrigan.

    Respawn escreveu:- Não se preocupe. Eu não morro. - fez uma pausa. - Você pode usar seus poderes o quanto quiser enquanto andamos. Não tenho nada a esconder.

    [Sarah]:Eu já morri uma vez… - ela fala como se fosse algo eventual - As pessoas dessa nave, eles falaram de gente como você, com...poderes.

    Era fácil esquecer que a garota era de uma cultura semelhante ao velho oeste americano.

    [Sarah]:Posso sentir as pessoas. Você trouxe amigos? Um deles está perto, um pouco acima de nós, mas tem mais lá embaixo. Não...o demônio, ele está devorando alguém - ela parece aflita. Pelo visto ela possui alguma habilidade sensorial e sente que há um conflito abaixo delas
    - O demônio odeia luz, seus amigos tem que fugir para onde há luz

    Apesar dos poderes sensoriais a garota foi surpreendida com a chegada de Respawn. Seria ela alguma exceção nesse poder?

    Sarah coloca a mão sobre o rosto enquanto andam, protegendo a face principalmente quando passam próximas a alguma luz mais forte.

    Atravessar o corredor com os quartos as levou até um pequeno acesso à uma rampa no final do caminho.
    [Sarah]:Tem alguém na frente - ela comenta ao atravessarem.


    A ponte de comando ficava logo a frente.


    Ao subir a rampa é possível notar duas coisas de primeira:

    -A ponte de comando estava com energia, até mesmo os computadores de bordo pareciam ligados.
    -Quantum estava cercado de carcaças de metal. De seus punhos emana vapor como de uma arma descarregada.

    [Quantum]:Demorou - comentou, havia mais alívio em sua voz do que sarcasmo - É ela? - não é possível ver como reage ao rosto de Sarah por conta da máscara.

    [Sarah]:Estamos a sós aqui - anuncia a garota.

    A sala de comando parece desgastada pelo tempo e pela Batalha de Antares. Há máquinas e um computador central que exibe um holograma de um globo vermelho.
    A missão da Equipe Laranja era fazer o reconhecimento e entender porque aquela nave estava ali. Talvez houvessem registros no banco de dados que pudessem responder as questões restantes.

    As respostas podiam estar nos dados e nas visões de Respawn.

    (@Luxi, fique a vontade em como irá investigar isso. Com teste de skill Tecnhology ou com alguma outra skill ou poder)





    Orochi:


    Candy serve um copo de uísque para Orochi. O gosto realmente não é dos melhores, pelo visto é uma bebida de pouca qualidade.

    Orochi percebe que o próprio Blake parece suspeito diante daquelas acusações. Algo no homem é diferente, ele se porta tão diferente dos outros daquela vila...

    (@Lyvio, pode rolar um teste de Perception DC 10)

    [Blake]:Eu tenho a responsabilidade de liderar meu povo, Orochi. Não posso me dar ao luxo de contar tudo a todos. Deve entender que um líder deve manter segredos - ele dá outro gole na bebida.

    [Candy]:E quando foi que você se tornou o novo prefeito, Barão? - a mulher está atrás do balcão ao lado de Katherin.

    [Blake]:Se não há quem possa liderar é obvio que sou a próxima escolha, mocinha.

    Enquanto isso Orochi se despede de Beast-Girl. Sasorie ainda parecia afetada pelo que aconteceu mas já tinha uma expressão melhor.

    [Beast-girl]:Se cuide Orochi, tente não explodir muitas coisas.

    [Antípoda]:Hmmm, está bem. Avise caso algo ocorra. Eu devo voltar em seguida, tente falar com as outras equipes quando terminar aqui.

    As duas saem do saloon. A discussão continua.

    Orochi faz uma ameaça, ele pressiona Blake a falar toda a verdade.

    O Barão dá um único riso irônico.

    [Blake]:Não precisa me ameaçar Orochi. Você salvou a minha vida lá fora, eu tenho uma dívida com você - ele dá outro gole, acabando com a bebida no copo.

    [Blake]:Há seis meses atrás nossa pacata vila recebeu um grupo de forasteiros que atravessava o deserto, perdidos e sem rumo. Marston e Candy estavam nele - o homem aponta para os dois. Marston acena positivamente com a cabeça.
    [Blake]: Nós os recebemos e eles até nos chamam de Fundadores. Como dono da mina de carvão minha responsabilidade aumentou e com uma cidade muito maior para abastecer com energia eu precisei aprender a agir proativamente para manter tudo sob controle.

    O barão pega um cigarro e o coloca na boca.

    [Blake]:Eu sabia que existia esse tal povo mascarado e que viviam aqui perto. O nosso sheriff estava muito interessado em se comunicar com eles, então levou uma pequena comitiva com ele. Se passaram dois meses e não tinhamos notícias deles - ele acende o cigarro - Então eu levei Marston, Cole e a filha do sheriff, Sarah, que sabia onde ele estaria.

    Ele dá um trago no cigarro e fumaça preenche a mesa.

    [Blake]:Antes de alcança-los fomos abordados pelos mascarados e eles mataram Cole e sequestraram Sarah. Eu e Marston fomos deixados para morrer no deserto.

    [Candy]:Espere, então não foi o ataque de anteontem a primeira vez que viram os mascarados? Você mentiu seu desgraçado?

    Zhen faz um sinal de negativo com a cabeça para ela. Blake devia terminar a história.

    [Blake]:Quando o sheriff cruzou conosco com a sua comitiva. Olha, quanto azar...ele ficou louco, quase me matou ali mesmo. Ele correu até onde eles tinham partido com a filha dele. Eu e Marston nos recuperamos e seguimos mas...achamos uma pequena vila abandonada em cinzas e corpos por toda parte. Mascarados, mas um do bando do sheriff tinha sobrevivido o suficiente para falar conosco.

    O cigarro já está pela metade.

    [Blake]:Ele contou que o sheriff tinha ficado insano. Matou todos ali e partiu com o que sobrara do bando para buscar mais vingança, nem sabemos contra quem- o barão dá mais uma baforada de fumaça na mesa - Eu não queria causar mais pânico entre nossa cidade, se eu contasse que seu respeitável sheriff estava numa jornada de sangue e que ele estaria a espreita em busca de qualquer um...perderiam toda a moral para lutar.

    Marston cruza os braços, não parece protestar como antes.

    [Blake]:Então eu menti e disse somente que ele fugiu de suas responsabilidades. Havia a esperança neles de que ele surgiria a qualquer momento para ajudar. O que viram não acontecer.

    Ele termina o cigarro e coloca sobre a mesa.

    [Blake]:Descobri mais sobre os mascarados antes dos ataques começarem. Eu e Marston lidamos com alguns deles no caminho para casa. Por isso eu sei sobre o carvão e a doença deles.





    Atens:


    Atens escreveu:Atens – Ebon, essa doença, tudo indica que é algo recente e pode ser o que os tem assustado. Pode ser por isso a pressa para regressarem a Zionis.

    [Ebon]:Hmmm, faz sentido. A janela de tempo coincide - a teoria parece plausível, Ebon concorda com isso.

    Atens escreveu:Atens – Sim, meu planeta se chama Athantis. É o mesmo planeta de Ren, minha guardiã e a mais nova membro da Casa do Granito. Quasar, a mais nova membro da Casa da Prata vem de outro planeta chamado Terra 5. Essas máquinas, nós chamamos de naves e sim nós viajamos pelo espaço em nome de uma organização chamada Aliança. Em nossa viagem nos encontramos um pedido de S.O.S e nos deparamos com a situação de conflito que existe aqui e como faz parte de nossas designações viemos ajudar a busca pela Paz.

    Lukka ouve cada palavra com muita atenção, como se guardasse uma nova história que adorava.

    Mas não havia mais tempo para histórias. O castelo tremera e ele era chamado a ação como lorde e como o responsável por todos os presentes.

    Atens escreveu:Atens – É a mesma tropa que enfrentei no túnel, não é?! Podemos ter deixado algum rastro e eles nos encontraram!

    [Ebon]:É o que vamos descobrir. A falha pode ter vindo do meu lado em tentar acobertar meus rastros. O rei realmente está maluco...

    Os dois irmãos correm na frente.

    [Ren]:Ok chefe, só apontar onde atacar que a gente faz o serviço.

    As três seguem na mesma direção.

    Atens não deseja o conflito e novamente se vê obrigada a utilizar de seus poderes para evitar um conflito.
    O caminho dava para uma porta para o lado de fora que foi aberta por Ebon. Lukka e Ebon se apoiam na muralha norte enquanto viam o que se aproximava.

    Era muito pior que esperavam. Além dos soldados da Casa Rubi (Atens consegue contar uns dez por cima) com seus rifles, há algo e alguém que eles apenas tinham ouvido no túnel.

    [Lukka]:...eles trouxeram o Jericho!? Quem traz o maldito Jericho pro castelo de uma Casa!? - diz o garoto após uma rápida sucessão de palavrões.




    Jericho é um mecha gigantesco, do tamanho da muralha que porta um rifle em sua mão direita e um escudo na esquerda.

    Atens então tenta fazer o mesmo que fizera no conflito anterior: sua voz reverbera por todo o castelo e pelo vale.
    Palavras capazes de dobrar a vontade dos homens e faze-los abandonar seus atos de violência.

    Mas nada disso ocorre.

    Os soldados continuam se movendo, andando com seus rifles. Jericho se levanta e aponta o rifle na muralha leste. Um tiro estrondoso e a barreira mágica é atingida novamente na muralha leste.
    Só mais alguns tiros e não resistiria.

    Ebon salta, em direção a entrada do castelo. Mais uma vez os poderes de Ebon se mostravam muito úteis: ele flutua até cair suavemente e ficar frente a frente com os soldados que continuam andando com seus rifles abaixados.

    [Ebon]:O que isso significa? Parem imediatamente

    O lorde é ignorado, eles continuam a andar e Jericho aponta o rifle mais uma vez para a muralha.

    [Ebon]:Não me façam fazer isso.

    Trevas percorrem o corpo de Ebon, como se fossem seres vivos o circundando.


    [Ren]:Chefe, a gente precisa fazer algo! Eles vão fuzilar o Ebon! - ela diz tentando manter a calma como Atens havia pedido.
    Quasar permanece calada, na verdade parece analisar o campo de batalha.
    [Quasar]:Aquela coisa, é uma pessoa pilotando aquela coisa?

    [Lukka]:Ebon! Não! Sai daí seu idiota!

    Ordem de Iniciativa: Ren - Quasar - Ebon - Soldados Rubi - Lukka - Jericho - Atens

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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      Data/hora atual: Qui Maio 24, 2018 8:44 am