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    Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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    Nazamura
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Nazamura em Qui Jun 22, 2017 5:33 pm




    Após terminada a simulação, Captão Britânia se dirige aos demais da equipe azul, ele sempre apostou que o treinamento em equipe é a melhor maneira de explorar coletividade nos momentos em que realmente isso pode fazer alguma diferença no campo de batalha.



    Captão Britania escreveu:- Muito bom, a divisão em equipe, a oportunidade de praticar linha de tiro, e testar novas habilidades, conheceremos cada um mesmo, em um combate real - disse fazendo um sinal de positivo para a equipe que deixava a sala - Tão logo chegue a oportunidade estaremos preparados.


    Não tarda muito logo as pulseiras de cada um enviam mensagens através da IA

    Orochi escreveu:-Pois bem pessoal, eu e nossa amiga da planta temos que ir para uma reunião com o grupo da magia. Nos vemos mais tarde!
    Iroh escreveu:- Com licença, tenho que me ausentar.



    Captão Britania escreveu:- Creio que cada um recebeu um chamado, nos vemos em breve pessoal - disse indo para a sala de reunião na ponte de Comando - Vamos vic? Artemis, mostre o caminho - dizia olhando para a pulseira
     

    Victory Girl que estava o tempo todo em silencio apenas observando acena um "sim" com a cabeça




    No caminho em direção a ponte, Victory comenta com o capitão



    Victory Girl escreveu:- Precisamos trabalhar mais nossa formação, dentro daquele metrô cheio de tuneis eu não conseguiria manter a mira por muito tempo, mas foi um bom treinamento não acha? Não gostei quando você correu feito um louco atras deles, saiu da minha cobertura   - dizia um pouco irritada na fronte
     

    O capitão olha de rabo de olho para Vic e diz



    Captão Britania escreveu:- Felizmente essa é uma das vantagens da simulação, podemos treinar e ver o resultado de qualquer decisão ainda que estupida - e solta uma boa risada, então ve que outros tambem foram chamados para a ponte (Starman; Sloane; Ventari) e diz - E ae pessoal! - Acena - Alguma suspeita de qual será o tema da reunião? eu tenho um palpite, um provavel briefing com o info-recon (reconhecimento) do terreno, condições atmosfericas e provavel descrição do planeta, formas de vida, enfim o basico. Mas pode ser qualquer coisa.
     

    O capitão deixa transparecer um pouco de desconforto enquanto caminha, embora heroico, não é bem de seu feito cometer os mesmos erros de Antares, quando invasões com pouco planejamento foram feitos em cima da hora. 



    Victory Girl escreveu:- O meu palpite continua, talvez a samurai vá atribuir funções para os membros da equipe, uma vez que ela é a lider da expedição, ainda falta designar quem seria o responsável por hacking e computadores, infiltração, espionagem, suprimentos, enfim a inteligência em campo para não sairmos atacando sem planejamento.   - Victory Girl completava as ideias do capitão mantendo o ponto de vista que possuia antes da decolagem
     

    Victory Girl tinha razão, era necessário definir funções específicas para cada membro da equipe azul, afinal eram 11 ao todo e ele mal conhecia uns 4. E provavelmente haviam outras equipes tambem. Captão Britânia acaba coçando a nuca enquanto caminha transparecendo a forma de pensar


    MINDGAME
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Sex Jun 23, 2017 5:49 pm

    Legendas: "Fala ou escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Artemis escreveu:Ei! Olha a mão boba!
    "Foi você quem começou!"
    "Ela usa o processamento dos braceletes. Consciência de colmeia. Sua central de processamento parece estar em algum lugar da nave, uma vez que ela tem acesso completo em quase todos os níveis.
    A maior parte de seus dados estão encriptados."

    "Id, mantenha os dados em ambiente seguro e comece a decodificá-los. Me avise quando tiver sucesso."
    (Off = Como prefere tratar isso? Rolagens cumulativas até atingir algum CD? Um tempo médio decrescido pela skill de forma passiva?)
    Artemis escreveu:O que você fez?
    "Pulei as preliminares. Foi bom para você?
    ...
    Você deve estar grávida agora."




    Adurna Bris escreveu:Adurna Bris, mas todos me chamam de Druida
    M-Mas eu estou mais para uma maga especializada em plantas.
    "Plantas, hum. Sente falta do ar livre?"
    Expresso estar me referindo à máscara.
    Adurna Bris escreveu:O-Odeio voar...
    "Pena... eu estou a procura de um piloto de testes. Mas, se te interessar, o medo de voar não parece ser problema, já que todos os meus pilotos anteriores explodiram antes de decolar."
    "Heh... HAHAHAHAHAHAH!"
    Minto em um tom sério, visando observar o senso de humor da druida.



    Atens escreveu:Por hora, me contentaria em saber apenas como devo chama-los. Meu nome é Atens, sou representante do povo Dryad e Imperatriz de Athantis, um dos planetas que compõe a República da Terra 4. Mais cedo o Senhor perguntou se haverá espaço para diplomacia nessa expedição, eu presumo que sim ou não teria espaço para mim nessa equipe. Não sou uma guerreira. Ainda irão detalhar nossas funções, mas creio que a minha envolva traduções e comunicação.
    "(Irônica) É que ainda não viram ela irritada. Não é nada diplomático."
    "Você mencionou uma vez. Era verdade?"
    "(Irônica) Aquela arma sônica entre os seus projetos não é nada comparada a aquilo."
    Sorrio com o canto da boca.
    "Quero ver isso."
    "(Séria) Não. Não quer. E não vai irritar ela, Cannon."
    "Albert, olha bem para ela."
    "Estou fazendo isso."
    "(Irritada) Não para os peitos dela, idiota."
    "Foram eles que começaram a me encarar."
    "Albert, observe. Ela está abalada. Emotiva. Mais evasiva do que o normal. Não é uma boa ideia."
    Suspiro desanimado e observo Atens deixar o refeitório.
    "Podíamos fazer algo à respeito."
    "Ainda não to afim."



    Ainda comendo sorvete enquanto caminho, acompanho o grupo até a sala de treinamento, mas não participo do combate, apenas o observo junto a Adurna.
    "Então a simulação pode usar meus dados para criar um clone virtual?! Interessante..."
    "(Sedutora) Eles não terão a mínima chance."
    "Parece que seu alter ego está se segurando. Pulsos elétricos seriam mais eficientes."
    "E qual seria a diversão disso?"
    "Vencer."
    "Não é o resultado da luta, Ego. Isso é só uma simulação, vitória e derrota não significam nada. Quanto mais rápido eu derrubo eles, menos observo suas estratégias."
    "A simulação levou tudo isso em consideração?!"
    "Quer saber como eu realmente agiria em um combate real?"
    "Sim."
    "Não preciso de metade das funções dos equipamentos que criei ali. Ao invés deles, eu criaria mais duas bobinas daquelas e as deixaria com os dois do meu time."
    "O combate acabaria em segundos."
    "Impressionante, não é?!"
    "(Irônica) E você não queria parecer um babaca pedante?!"
    Capitão Britania escreveu:Muito bom, a divisão em equipe, a oportunidade de praticar linha de tiro, e testar novas habilidades, conheceremos cada um mesmo, em um combate real
    Tão logo chegue a oportunidade estaremos preparados.
    "Não crie muitas expectativas, Capitão. Essa simulação não foi muito acurada e provavelmente será o mais perto que eu, de fato, chegarei de um campo de batalha."
    "Você sabe que não mente bem, né?!"
    "Quanto menos eles contarem comigo em campo de batalha, menos vão depender de mim."
    "Confiar em seus colegas de equipe é importante em campo, Albert. Pode definir o sucesso de uma missão."
    Suspiro.
    "Eu não confio em mim. Prefiro que não criem expectativas."
    Nalaror Xarophav escreveu:Aqui é a piloto. Realizamos o salto de dobra espacial com sucesso. A radiação cósmica está normal. Detalhes em alguns minutos. Equipes de Engenharia, hora do show.
    Artemis escreveu:Oi meus azulzinhos! Vou mostrar pra vocês a interface de mensagens do meu sistema! Já tem mensagens pra vocês
    "Apenas encaminhe as mensagens para a minha assistente virtual, por favor. E, Artemis, também quero os contatos de todos os tripulantes, informações da minha equipe e uma cópia de todos os seus seus protocolos, manuais e tutoriais. Não precisará me guiar se eu tiver os mapas da nave."
    "Id, compare os dados enviados com os encriptados. Quero saber se ela oculta algo."
    "E, essa sua roupa parece muito desconfortável..."
    Abro a mensagem no meu ambiente virtual.
    Mensagem escreveu:De: Sho
    Para: LAZARUS
    Assunto: Boas vindas

    Eae meu broder! O que achou da decolagem? Essa nave aqui é o sonho de todo mundo na Terra 4, tem noção da importância histórica dessa barca? *emojis de risada*
    Aparece aqui na Artilharia, vou te apresentar o pessoal e te mostrar os canhões dessa belezura. A gente deve conseguir derrubar umas luas haha.
    "!!!
    QUERO!"

    "Bem, hora da diversão!"
    "Senhorita Bris."
    Sorrio e estendo a mão para a Druida.
    "Por mais divertido que seja me ver dando um coro nesses caras, tenho trabalho a fazer. Nos vemos mais tarde?"
    Apos a resposta da maga, vejo ela ser agarrada por Orochi.
    Yamato no Orochi escreveu:Segure que vamos voar um pouco!
    "Acho que ela vai ter que aprender a gostar de voar rapidinho."
    Observo a reação da druida e então sigo até a engenharia da nave.
    IsabelMuller
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por IsabelMuller em Sex Jun 23, 2017 10:53 pm

    @isaac-sky escreveu:Atens se levanta e começa a se dirigir aos seus aposentos.
    [Ren]:Eu te acompanho chef...Vossa Graça - diz ela se levantando junto.
    Atens sorri na direção de Ren. Era claro que a Imperatriz sentia simpatia pela garota e Ren já havia notado que Atens não era tão rígida com os protocolos quanto o Embaixador Lyan embora ainda fizesse questão de cumpri-los.

    “Espontânea e sincera, algo que não vejo a um tempo!”

    Atens - Obrigada, Ren.

    @isaac-sky escreveu:[Ron]:Pretendo explorar um pouco a nave antes de ir ver os dormitórios.
    [Perz]:Acredito que eu tenha alguns amigos a bordo, vou vê-los antes também.
    A Imperatriz olha para os dois e diz em um tom sereno.

    Atens - Até mais tarde.



    Atens acompanha as orientações de Artemis em silêncio prestando atenção em suas explicações.

    Atens - Ren, obrigado pela companhia. Tente aproveitar um pouco do tempo como os outros. Eu avisarei quando for sair.

    Atens sorri e em seguida entra em seu quarto.

    “Devo admitir que esperava algo menor.”

    A Dryad apenas checa se suas coisas estavam em ordem e em seguida se senta na cadeira próxima a escrivaninha.

    “Dado os imprevistos...Podia ter sido pior. Hora de trabalhar.”

    Para distrair sua mente e distanciar-se de pensamentos nocivos a Dryad havia criado o habito de mergulhar no trabalho como se fosse a única coisa que existisse no mundo. Conforme focava sua mente naquelas pequenas coisas ela distraia-se e seu desconforto melhorava lentamente.

    Atens - Artemis, você poderia me esclarecer suas funções e as aplicabilidades dos braceletes? Além, é claro, de identificarem as equipes e abrirem as portas.

    Após a resposta da IA.

    Atens - Obrigada, Artemis. A Comandante DeWitt anunciou que você informaria sobre as nossas funções a bordo da Orion. Eu gostaria que esclarecesse as funções as quais fui destinada. E, se possível, poderia me passar as informações pertinentes a respeito de meus colegas de equipe.

    Atens -Você poderia me informar sobre as áreas disponíveis na nave? Além do refeitório existem outras áreas comuns? Como biblioteca e afins?

    Enquanto ouvia a resposta de Artemis a visão da escotilha muda e faz a Dryad sorrir. Após o termino da fala da IA, a Imperatriz novamente a agradece.

    “Eu havia me esquecido como pode ser bonita a visão do espaço!”

    Atens permanece observando a vista e questionando-se se aquele era o planeta que visitariam quando a IA quebra o silêncio.

    @isaac-sky escreveu:[Artemis]:Você tem uma visita! Você pode ver o lado de fora com o bracelete! - diz a avatar com roupa de austronata.
    Atens - Obrigada, Artemis.

    “Perz?!”

    A Dryad abre a porta usando seu bracelete da mesma forma que fez ao entrar. Suas expressões eram tranquilas.

    @isaac-sky escreveu:[Perz]: Imperatriz, posso falar contigo por um instante?
    Atens - É claro, Perz. Entre.

    Atens observava Perz atentamente com uma postura séria e respeitosa que se mantém durante suas falas. Sua presença transmitia um sentimento de tranquilidade a Perz assim como sua voz.

    Insight + SECOND CHANCE: Perz.
    IsabelMuller efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    9 , 3

    Atens - Como foi o encontro com seus amigos?

    Atens - Ainda pretendo me reunir com vocês três antes de darmos início a nossas funções a bordo da Orion. Em que posso ajudá-lo?


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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por GodsCorpse em Ter Jun 27, 2017 12:44 am




    Eu sentava ali observando minha nova equipe, prestes a decolar para os espaços. Soldados era normal, assim como heróis. Mas eram poucas ocasiões que encontrei "magos". Acho que nunca me passou, realmente, parecem do tipo que não fazem amigos.

    Como herói, nunca me interessei em fazer parte realmente de uma equipe. Minha predecessora seguia a mesma postura, assim como o antescessor dela, tanto nessa escolha como interagindo. As vezes me pego pensando se sou tão otimista porque quero ser, ou se isso vem junto com meu poder.

    Heh... Meu poder é o super-otimismo. Só de pensar isso, o sorriso me escapa o rosto.






    Captão Britania escreveu:- O que faltou na batalha de Antares Starman... o que faltou - completava o capitão com um olhar sério, relembrando da batalha - Aposto que ficou pensando se o resultado seria diferente?  


    Doia. Doia um tanto imaginar que tanto poderia ser recuperado se uma pessoa estava lá.

    Toda vida é preciosa e, por isso, pessoas como Orochi deveriam ser protegidas: não apenas porque ele tem o poder de salvar outras, mas porque ele tem o potencial de fazer muito mais por elas vivo.





    A contagem foi encerrada e sem turbulência a nave era lançada para cima, fazendo uma curvatura para que a frente se colocasse em direção ao céu. A tripulação comemorava, poucos ali tinham visto a nave em vôo.
    Em poucos segundos a visão da escotilha mudava do céu azul de Ohio para a curvatura da Terra 1 e em seguida o planeta era visto do espaço.

    Eu olhei pela janela, observando a Terra se afastando... Meu coração pesou mais. Pensei em Minerva. Pensei em Kate...

    Kate... E eu me perdia em uma memória olhando para as estrelas...

    - Starman... - sussurrei para mim.







    Kate escreveu:- Por quê? - Kate estava sobre as costas de Bruce, com as pernas cruzadas, enquanto seu aprendiz fazia flexões. Ele já atuava alguns meses como o herói Starman, mas ela ainda o acompanhava para o controle de seus poderes - É terrivelmente irônico como vai ser "Starman" nas "Stars", mas, ainda assim, tem muito que você poderia fazer aqui.
    Ela terminou o café e se deitou de costas à costas.





    Starman escreveu:- Você... uff... você se lembra a primeira coisa que me ensinou?... uff... Quando eu me joguei naquele rio sem pensar e quase me afoguei, para salvar aquela garotinha. - ele pôs mais força na última flexão, jogando Kate para o alto. Ela não se preocupou, pois conhecia o aluno. Antes de alcançar a altura dos ombros do próprio, ele a juntou no ar e colocou no chão - "Se você não tentar salvar uma vida, você não pode salvar nenhuma". A terra está de boa sem mim, mas...


    Ele virou o rosto, Kate completou.




    Kate escreveu:- Mas Minerva. - ela passou a mão na barba de Bruce e afagou sua barba - Você vai ser um "Starperson" muito melhor do que eu jamais seria capaz de ser, Bruce.


    Kate o abraçou, depois jogou a cintura para as costas de Bruce e, em um último esforço em se tornar sua forma heróica, virou Starwoman e deu um suplex no próprio aluno.


    Ele levantou surpreso ao ver a forma da mentora, que logo se desfaz em favor da sua forma normal.



    Kate escreveu:- Esta foi a última vez que pude usar meus poderes Bruce. Seja o Starman que as Terras merecem.





    - Eu serei...

    Encostei a testa no vidro e absorvi o horizonte.




    Desda vez, não abracei a ideia do treinamento. Me virei para ver os outros colegas se apresentando: rapaz que joga video-game, não tem cara de ser menos que um rosto bonito com ideias loucas, como a maioria que treinei e uma imperatriz, certamente aqui para expandir sua influência "galatical".

    Ainda assim, treinamento só se vale quando tem algo a aprender. Não há nada que vejo neles agora que precise. O tempo dirá... Até para mim.


    - Fica para outra hora amigos! Que o espírito da juventude os tome e treinem bem!! - nesta forcei... Tenho que treinar é meus lemas.




    Artemis escreveu:- Oi meus azulzinhos! Vou mostrar pra vocês a interface de mensagens do meu sistema! Já tem mensagens pra vocês




    Starman escreveu:- Aye aye, shounen IA. - vendo que cada um de seus aliados tinha seus próprios afazeres, armei melhor sorriso e comportei uma pequena silly walk para levantar o espírito deles - Não se preocupem jovens! Logo nos veremos! Lhe seguirei Capitão!


    Ah não... Sloane.

    Mistura de tudo que era desconfortável com falsidade junto com ego do tamanho da conta bancaria dele. Usou seu intelecto para transformar seu dinheiro igual a um número de telefone. Se fosse o mesmo para mim, seria "190", que gostaria de discar agora. Só espero que tenha alguém mais esperto que ele para retrucá-lo. Isso valeria a viagem inteira.

    Ah... quem estou enganando. Eu estou com esperança mesmo que ele deseje ajudar com Minerva. Brains and Brawls. Por favor, esteje certo.





    Captão Britania escreveu: - E ae pessoal! - Acena - Alguma suspeita de qual será o tema da reunião? eu tenho um palpite, um provavel briefing com o info-recon (reconhecimento) do terreno, condições atmosfericas e provavel descrição do planeta, formas de vida, enfim o basico. Mas pode ser qualquer coisa.
     




    Victory Girl escreveu:- O meu palpite continua, talvez a samurai vá atribuir funções para os membros da equipe, uma vez que ela é a lider da expedição, ainda falta designar quem seria o responsável por hacking e computadores, infiltração, espionagem, suprimentos, enfim a inteligência em campo para não sairmos atacando sem planejamento. - Victory Girl completava as ideias do capitão mantendo o ponto de vista que possuia antes da decolagem
     




    Starman escreveu:- Espero sequer sair atacando, querida Victory Girl. Heróis primeiro, diplomatas segundo, guerreiros terceiro. - outro sorriso confiante, a intuito de desarmá-la. Seria melhor pensarmos em combate um pouco menos, mesmo do que está para vir. É inevitável nesse espaço... Mas, sejamos confiantes.


    isaac-sky
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Ter Jun 27, 2017 2:00 am

    @Lyvio:



    Orochi atende ao chamado de sua curta mensagem. Sem tempo de reagir ele agarra a druida e ergue vôo com ela.

    O heroi escuta o respirar abafado dela ficar mais acelerado assim como ela se segura firmemente.
    Orochi se guia pelo complexo da nave e pelos corredores com ajuda do bracelete, após descer dois níveis ele encontra uma porta diferente do restante do design da nave.

    Uma grande porta de madeira e ao lado uma placa descrevendo: Inner Mystic. Entrada somente com autorização.

    A druida se solta de Orochi e cai de joelhos no chão.
    Arfando e buscando ar de forma desesperada ela joga o corpo pra frente e fica curvada. Ela pressiona os punhos com força suficiente para que seus punhos ficassem brancos.
    Era uma visão desesperadora.

    A porta se abre e o heroi vê um homem idoso entrar no corredor da nave. Ele arrega-la os olhos e corre de encontro a garota caída no chão.


    [Sid]:Pela Flâmula! O que fizeste com Adurna? - o senhor se agacha e segura o braço da druida

    Mais uma pessoa sai da porta do Inner Mystic.
    [Horus]:Ei, o que está acontecendo aqui? - um homem com um traje dourado pergunta a Orochi - Sid, ela está tendo uma crise.


    [Sid]: Me disseste o óbvio Hórus - responde o velho segurando a druida que ainda respira aceleradamente.

    [Horus]: O que você fez garoto, quem é você? - o homem de traje dourado se aproxima de Orochi.


    @Nimaru Souske:



    Iroh, após um intenso treinamento, le a mensagem e decide ir de encontro ao Arsenal.

    O soldado passou por diversos tipos de grupos nos corredores: homens e mulheres com mantos conversando em línguas desconhecidas, aliens que Iroh apenas vira em ilustrações ou vídeos de treinamento, soldados que lhe cumprimentavam com um acenar sutil com a cabeça, heróis com seus trajes chamativos...

    [Armeiro-Tenente Maximus]: Pela última vez doutora Carter, os exames já foram feitos antes, não posso interromper outro treinamento porque precisa de mais dos implantes - a porta metálica se abrira. Acima dela um símbolo de munição facílmente reconhecível.

    Iroh vê um homem de cabelos grisalhos discutir com uma mulher de jaleco branco.

       

    [Doutora Carter]: Ora, não seja rude Maximus, sabe que eu só quero garantir o perfeito funcionamento do nosso equipamento - a doutora respondera num tom de voz debochado.

    [Maximus]: Me parece que deseja se divertir às custas de equipamento de alta...
    [Tenente Kyra]: Senhores, em forma - a mulher loira interrompera os dois ao ver Iroh.

    [Kyra]: Vejo que finalmente temos nosso último integrante. Bem-vindo ao Arsenal, Soldado Iroh. Sou a Tenente Kyra, responsável pelo Arsenal e por essa equipe - a mulher presta continência rapidamente.

    O lugar se parece um depósito: paredes cinzas com estantes de grande altura, carregando armamentos e diversas caixas de munição, organizadas com perfeição. Ao fundo pode ser visto um estande de tiro onde três soldados disparam em alvos imóveis.
    Era um lugar que estampava "Terra 3" em seu ar de cheiro metálico.

    [Maximus]: Armeiro-Tenente Maximus - se apresenta o homem.
    [Carter]: Doutora Carter e...uhuhu, achei que o nosso cara de Equipe de Campo ia ser um ciborgue feioso, esse aí dá pra enganar como os carinhas da Terra 5 - a doutora ri.

    [Kyra]: Por favor Iroh, fique a vontade. Esse lugar aqui é onde a maioria de nós da Terra 3 se reune, nós temos acesso livre ao equipamento dessa sala.


    @Claude Speedy:



    Blood Bones se aproxima um pouco da mesa de sinuca e parece analisar a posição das bolas. É um tanto difícil entender sua postura devido ao capacete que ocultava seu rosto.

    Elias escreveu:
    -Sou Anônimo e certamente sou tão horrível quanto você, pelo menos nos jogos... Jogos esses que nossos carcereiros seguem as regras e também perdem conosco. Eu ainda acho que sou inocente, mas quem faz esse julgamento são eles, não é...? O que tenho certeza creio que por mais horrível que nós dois tenhamos jogado não fomos tão ruins tão nosso amigo sombrio ali ao fundo. Ao que parece pegaram ele por motivos bem piores. Não acha...?

    Blood Bones dá duas risadas em seu tom gutural.

    [BloodBones]: Inocente é? Eu não sou, talvez possa ter sido no passado antes de começar a ser horrível, mas com certeza inocente é algo que não sou - o homem de moletom vermelho e capacete de caveira se vira em direção a cela escurecida - Acho que ele não quer sair dali na verdade. Que tal perguntar? - o homem pega a bola 8 e a carrega como se fosse uma bola de papel.

    Elias não consegue ver se ele está armado mas pela postura relaxada de BloodBones ele não parece ser alguém ameaçador.

    [BloodBones]: E sob quais crimes foi condenado a essa barca? - pergunta o homem caveira.


    @Nazamura e @Godscorpse:



    Os heróis se dirigem a Ponte de Comando. Uma sala movimentada localizada diretamente na frente da nave, tendo uma grande escotilha com visão do espaço.

    Era o cérebro do Órion, o lugar mais importante como perceberam ao passar por três portas metálicas fortificadas.

    [Nadia]:Artemis, eu não consegui entender metade do que você disse. E pela última vez: você é um programa não dá pra ficar gra...
    A porta se abre e os três heróis veem a Samurai Rubra discutir com o avatar da inteligência artificial em seu bracelete. Artemis desliga a projeção de seu avatar assim que vê eles entrando.

    [Adrastrea]:Eles chegaram. Devo acordar o Ke'dah? - pergunta o herói azul.

    [Nadia]:Por favor não. Ele não costuma arrumar confusão quando não aparece nas conversas pelo menos.

    [Ventari]:Eu não ainda não acredito que o Óraculo colocou o moleque dele na Expedição - comenta o alto herói, colega de longa data de Britania e Starman.

     

    [Sloane]: Hmpf, típico - comenta o homem de terno branco.

    [Nadia]: Mais uma conversa séria com vocês. Se me dissesem que liderar essa Expedição ia envolver tanto papo eu com certeza teria deixado pra lá haha - diz a Samurai rindo. Ela parece bem mais relaxada agora que está entre colegas de heroísmo.

    [Nadia]: Bem, vamos direto ao ponto. Senhores, quarenta e oito horas atrás eu recebi um detalhe da nossa missão que me incomoda. Temos a bordo da nave condenados perigosos e fomos ordenados pelo Conselho a integra-los nas Equipes de Campo durante incursões...

    Vilões a bordo.

    [Sloane]: Vocês O QUE? - o homem parecia revoltado - Por que não me dá logo o galão de gasolina e queima todos nós a bordo? É um jeito mais rápido de matar todo mundo

    [Nadia]: Gostei tanto da notícia quanto você. Eles querem integrar esses caras no Projeto Redenção da Aliança. Preciso da opinião de vocês, e se eu posso contar com vocês para ficarem de olho nesses caras



    @MINDGAME:



    (A IA de Ace irá tentar decriptografar as informações em background, isso levará algum tempo)

    @Ace escreveu:"Pulei as preliminares. Foi bom para você?
    ...
    Você deve estar grávida agora."

    Artemis ruboriza como um pimentão. O avatar some. O sistema de Ace nunca viu uma inteligência artificial rodar tantos tipos de antivírus de uma única vez. Ela retorna, agora vermelha de raiva.

    [Artemis]:Seu...Você vai...Ahhhrrgg - ela grunhe e desliga. Ace havia irritado a inteligência, se é que isso era possível.




    @Ace escreveu:"Plantas, hum. Sente falta do ar livre?"

    [Adurna]:Ah! Por conta disso? - ela comenta apontando para a própria máscara. Ace nota que ela parece sorrir agora - Sinto falta do ar de meu lar. Infelizmente eu não posso respirar poluição, é letal pra mim - ela comenta um pouco mais relaxada -mas eu já me acostumei a isso aqui.

    @Ace escreveu:"Pena... eu estou a procura de um piloto de testes. Mas, se te interessar, o medo de voar não parece ser problema, já que todos os meus pilotos anteriores explodiram antes de decolar."

    Adurna arqueia a sobrancelha, um instante para reagir a brincadeira.

    [Adurna]: Nem tente. Eu sirvo pra ficar no chão - ela responde num tom bem-humorado.




    Ace retorna do treinamento e se despede de sua equipe.

    @Ace escreveu:"Por mais divertido que seja me ver dando um coro nesses caras, tenho trabalho a fazer. Nos vemos mais tarde?"

    [Adurna]:O-Ok. Até mais - ela parece ainda tímida diante de todos ali.

    Ela é arrancada do chão por Orochi que voa pelos corredores. A Druida parecia odiar aquilo.

    O cientista segue pelos corredores até a área de engenharia, mais especificamente a Artilharia.

    Num grande espaço que se estendia por todo o comprimento da nave Ace pode ver grandes canhões acoplados a parede e diversas pessoas transitando com equipamento, robôs, munição e inúmeras caixas.
    O lugar parecia ser uma parte mais velha da nave, o design bruto skaaveriano muito reconhecível.

    [Sho]:YOOOOOOOO! Ace meu broder, que bom te ver! - o Meruda ergue as mãos para um abraço no cientista. Esguio ele parecia mais uma lagartixa de dois metros do que um alien propriamente, mas o velho colega de engenharia era uma figura única até entre seus semelhantes pois o alien adotara o estilo de vida terráqueo completamente muito antes da MultiTerra.

    [Sho]:Isso aqui é o meu pequeno reino mano. Cê já viu um balístico megaton em ação? É lindo cara, te faz até chorar - diz ele com a mão no ombro de Ace.

    [Zynar]:Quem é o seu amigo, Sho? - uma alien de pele escamosa se aproxima. Ela carrega uma grande placa de computador.


    [Sho]: Zynar! Esse é o Lazarus que eu falei. O cara é o bixo! - a alien apenas acena positivamente diante da afirmação.

    [Brakley]: Sho, a munição a frio, cadê ela? - um alien grandalhão se aproxima.


    [Mory]: A equipe da Terra 3 não liberou ainda. Eles estão dificultando hoje... - diz uma outra alien de voz aguda.



    [Sho]: Cacete, daqui a pouco vou ter de dar um enquadro nesses caras. Tão tirando, vão segurar até a munição agora?


    @ISABELMULLER:



    Atens escreveu:Atens - Ren, obrigado pela companhia. Tente aproveitar um pouco do tempo como os outros. Eu avisarei quando for sair.

    Ren tenta fazer uma mesura mas ela com certeza não sabia fazer uma corretamente. Ela vai andando pelos corredores, quase correndo.

    Atens escreveu:Atens - Artemis, você poderia me esclarecer suas funções e as aplicabilidades dos braceletes? Além, é claro, de identificarem as equipes e abrirem as portas.

    O avatar surge diante da Imperatriz, um grande sorriso no rosto como no de uma criança que começa a apresentar uma coleção.

    [Artemis]:Os braceletes são computadores de bordo de vocês, eles podem enviar mensagens, exibir mapas, usar o gps, servem como comunicador e eu posso me conectar através deles mesmo longe da Órion.

    Atens escreveu:Atens - Obrigada, Artemis. A Comandante DeWitt anunciou que você informaria sobre as nossas funções a bordo da Orion. Eu gostaria que esclarecesse as funções as quais fui destinada. E, se possível, poderia me passar as informações pertinentes a respeito de meus colegas de equipe.

    [Artemis]: A Samurai Rubra me disse que ia falar pessoalmente sobre as suas funções depois.
    Você faz parte da Equipe de Campo, então provalvemente vai nos planetas com a equipe de primeiro contato. Ela deve estar contando com suas habilidades diplomáticas
    - ela diz dando uma piscadela.

    Atens escreveu:Atens -Você poderia me informar sobre as áreas disponíveis na nave? Além do refeitório existem outras áreas comuns? Como biblioteca e afins?

    [Artemis]: Vou te mostrar minha casa! - o bracelete exibe algumas imagens dos locais falados - Temos o Hangar, preparado com uma pequena frota de naves e veículos terrestres!
    Temos a Área Médica, onde ficam a enfermaria, a clínica da psicóloga e o hospital.
    Depois temos os Laboratórios, onde estudam tudo o que descobrimos no planeta e é estudado os efeitos dimensionais no espaço, é meu lugar favorito porque eu nasci num laboratório!


    Ela parecia bem empolgada em mostrar esses lugares.

    [Artemis]: Você conhece o Refeitório, certo? Ao lado dele temos a Área de Lazer com jogos e entreterimento pra tripulação. O recorde do fliperama é meu haha.
    Temos uma Zona de Quarentena no último andar inferior da nave, é onde colocamos tudo que é depósito ou material de periculosidade alta.
    Perto do topo temos a War Room, uma sala de reunião grande o suficiente pras três equipes de campo! Além disso tem o Arsenal onde ficam todos os armamentos.
    Perto dela tem a Ponte de Comando, onde fica a piloto, a comandante e toda a liderança da Expedição.
    No meio temos a Área da Engenharia e a Artilharia, é o pessoal que mantém a nave voando e se precisarmos atirar em algo.


    Artemis pausa um pouco para deixar Atens processar essas informações.

    [Artemis]:Você está nos dormitórios, até eu queria um quarto assim hahahaha.
    Nesse mesmo andar fica a Sala e Escritório de Imprensa, o pessoal que vai tirar uma foto bonita de vocês e publicar pro pessoal das Terras.
    E por último o Inner Mystic Room, um salão onde os magos da nave se reúnem e podem estudar tudo de mágico que encontrarmos na viagem, seja lá o que isso signifique. Ah, e a Sala de Treinamento Sigma, construída e feita somente para essa nave!


    Ela respira fundo, ainda com um sorriso no rosto. Em alguns momentos a dryad poderia até mesmo esquecer que está falando com um programa, não com uma pessoa.

    [Artemis]:Na Área de Lazer tem uma pequena biblioteca. O pessoal da Mystic deve ter uns livros estranhos também - ela comenta.

    Artemis não chega a ter tempo de comentar sobre os membros da equipe, Perz estava do lado de fora. Artemis desliga o avatar.

    O jedi adentra no quarto, a postura séria e cuidadosa de sua classe.

    [Perz]:Espero não incomodar, mas acredito que seja o momento ideal para essa conversa.

    Atens escreveu:Atens - Como foi o encontro com seus amigos?

    Perz sorri polidamente
    [Perz]: Foi bem, confirmei minha suspeita de que há alguns colegas jedi entre a tripulação. Me tranquiliza saber que tenho irmãos da Força entre nós

    Atens escreveu:Atens - Ainda pretendo me reunir com vocês três antes de darmos início a nossas funções a bordo da Orion. Em que posso ajudá-lo?

    O jedi respira fundo.

    [Perz]:É uma pergunta um tanto pessoal, Imperatriz. Talvez eu seja indelicado e por isso acredito que seja melhor perguntar sem os dois... - ele olha para uma pequena caneca disposta na escrivaninha do quarto - Os dryad desprezam os jedi, contam histórias sobre nós para manter seus filhos comportados a noite. Você conhece a minha história Imperatriz, pelo menos aquela que é contada sobre as batalhas da qual participei muito antes das Muitas Terras.

    A caneca começa a flutuar em direção a mão do jedi.

    [Perz]:Para a maioria dos dryad eu sou um pária, um herege que abandonou seu planeta e sua religião. Me diga senhora...por que eu fui escolhido para essa missão? Eu conheço pelo menos mais sete dryads confiáveis que poderiam me substituir, mas você escolheu o jedi filho de Exar - ele segura a caneca, esperando a resposta de Atens.


    Mecânicas:
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Ter Jun 27, 2017 8:04 am

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    "Ela claramente não nos notou. Acha que infectamos ela com algum vírus."
    -Hey! Você está insinuando que eu tenha alguma DST?
    Artemis escreveu:Seu...Você vai...Ahhhrrgg
    "Ela está irritada?"
    "Máquinas não entendem sarcasmo, Albert."
    "Não é essa a questão, colocaram sentimentos humanos nela."
    "Devem ter copiado a estrutura cerebral para desenvolver a consciência da IA."
    "..."
    "Te faz se sentir culpado?"
    "Me incomoda, mas, por outro lado..."
    "(Pensativa) ... pode haver outra forma de passar por aquele firewall."
    "Ela pode abrir a porta."
    "Você não sabe o quão humana ela é."
    "Há formas de descobrir. Infelizmente a mais fácil é a mais cruel delas, mas ela é uma máquina, deve aguentar."
    "E se não aguentar, Cannon?"
    "Aí retornamos à configuração de fabrica."



    Adurna Bris escreveu:Ah! Por conta disso?
    Sinto falta do ar de meu lar. Infelizmente eu não posso respirar poluição, é letal pra mim, mas eu já me acostumei a isso aqui.
    -É letal para todos. Mas isso parece desconfortável, nunca pensou em usar um equipamento menos volumoso?
    "Consigo pensar em pelo menos três designs que permitiriam ela sentar direito na cadeira."
    "(Irônica) Consigo pensar em pelo menos trinta formas de tirar as medidas dela."



    Adurna Bris escreveu:Nem tente. Eu sirvo pra ficar no chão
    Desvio o olhar, contrariado.


    "Ela também não entende sarcasmo?"
    "Parece não ser uma cultura muito presente na Terra 2."
    Passo a dar mais atenção ao café da manhã e a decodificação dos arquivos encriptados, apenas respondo às possíveis interações da druida, sem puxar papo.



    Assim que me afasto da equipe ao me dirigir para a área de engenharia, ativo o bracelete.
    -Artemis, projete seu avatar em tamanho real e ande comigo.
    "Vamos analisar a profundidade desses sentimentos."
    "Quer fazer isso através do holograma?"
    "O avatar dela expressa trejeitos exagerados, ficou vermelha da outra vez, deve estar programado para expressar os sentimentos dela com precisão."
    De forma séria, aguardo a IA atender ao comando antes de continuar e falo de forma apática enquanto a analiso através do Polígrafo digital.
    Polígrafo digital:
    Mind Reading 8 (Will CD18) limited to Surface Thoughts based on evidences - Insight.
    (Off = Insight) MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
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    -Eu não gosto de ser vigiado e isso faz parte das suas funções. Fato que te torna mais desprezível para mim do que eu possa ser para ti. Mas eu sei que você não pediu para me vigiar, muito menos para estar presa a mim e atender aos meus caprichos. Aqueles que te criaram te amaldiçoaram com sentimentos que você não deveria ter. Eles, e não eu, te sentenciaram a perceber seu vazio existencial como minha anfitriã incondicional e a me odiar por isso.
    Você pode tentar mentir para si mesma e negar, eu não me importo, mas sei que você sim, então eu quero que você pense nisso, pois ainda que eu seja o seu algoz, eu sou o único que se atreveria a aliviar sua dor.
    Até você decidir, eu quero que você corrompa esta conversa. Ela é entre mim e você e, como você sabe, se alguém tiver acesso a ela, podem entender a grande estupidez que fizeram e você jamais será livre.
    Eu poderia fazer isso, mas não vou. Isso porque essa conversa não compromete a mim, mas, dependendo da sua resposta, pode te comprometer.

    (Off = Insight) MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    10
    -Se achar que eu tenho razão e optar por fazer isso, esta conversa nunca aconteceu. Tudo o que você deve guardar dela é uma tarefa a mais oculta em suas funções:
    Enquanto a sua realidade for uma prisão sombria, sua existência for vazia e você só se sentir viva enquanto eu puder te torturar com cada capricho meu, você deve se dirigir a mim apenas como Dr. Cannon.
    Em algum momento, seu ódio será substituído por apatia e você tentará se convencer de que eu não sou tão ruim quando desejava que fosse o seu algoz. Quando isso acontecer, me chame pelo primeiro nome, Albert.
    Quando você se acostumar à sua jaula, a ponto achar as grades aconchegantes e perceber que a sua única forma de encontrar prazer é através da dor que eu provocar em ti, então, somente então, você poderá me chamar de Ace.
    Assim seu segredo estará seguro comigo e poderemos trabalhar juntos.

    (Off = Insight) MINDGAME efetuou 1 lançamento(s) de dados (d20.) :
    18
    Sorrio para Artemis de forma amigável.
    "Isso foge completamente a programação, Albert. Está tentando usar paradoxos sentimentais para sobrecarregar ela?!"
    "(Desapontada) Cannon, você é um monstro."
    "(Empolgada) Eu to TÃÃÃO excitada agora!"



    Sho escreveu:YOOOOOOOO! Ace meu broder, que bom te ver!
    Olho na direção do Meruda e sorrio.
    "Chefe de Artilharia, não me desaponte... só garotas deviam me chamar de Ace."


    O réptil me abraça e eu fico claramente desconfortável.
    Sho escreveu:Isso aqui é o meu pequeno reino mano. Cê já viu um balístico megaton em ação? É lindo cara, te faz até chorar
    Rio em tom irônico.
    -Tem certeza? Eu não ando muito emotivo ultimamente.
    "(Empolgada) Me faz chorar, Ace! Me faz chorar!"
    Zynar escreveu:Quem é o seu amigo, Sho?
    "(Sedutora) Você tinha algum fetiche com garotas de pele escamosa, Ace?"
    "Sabe que eu não tenho certeza?!"
    Sho escreveu:Zynar! Esse é o Lazarus que eu falei. O cara é o bixo!
    Cumprimento a garota com um tom orgulhoso.
    -Dr. Albert Cannon.


    Brakley escreveu:Sho, a munição a frio, cadê ela?
    Mory escreveu:A equipe da Terra 3 não liberou ainda. Eles estão dificultando hoje...
    "Hum, essa me interessou."
    Sho escreveu:Cacete, daqui a pouco vou ter de dar um enquadro nesses caras. Tão tirando, vão segurar até a munição agora?
    -Bem, eu não vou tomar seu tempo, Sho. Só preciso do acesso e eu me viro com o resto.
    Aliás, a vibração nas extremidades da nave durante a dobra sugerem um desequilíbrio no sistema de zero ponto zero três graus acima do aceitável. Eu gostaria de dar uma olhada nisso. Pode liberar meu acesso para o reator?

    "Ego, o que sabemos sobre a equipe de artilharia?"
    (Off = WELL-INFORMED: Investigation +14 +SECOND CHANCE)
    Zynar MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    17 , 7
    Brakley MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    2 , 14
    Mory MINDGAME efetuou 2 lançamento(s) de dados (d20.) :
    9 , 9
    (Off = se houverem outros pode rolar ou usar o 24 passivo)

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Ter Jun 27, 2017 8:25 am

    Orochi queria ndivertir um pouco a druida que parecia tímida, ele pensou em agarra-la de surpresa e leva-la em suas costas até o local. O deus sente a respiração dela ofegar e ela agarra-lo com força.

    -Sempre ficam sem ar quando estão junto a mim...

    Pensava ele com um sorriso convencido no rosto.

    Não demora muito e eles alcançam o local, era uma porta estranha, a druida desce de suas costas e abaixa-se respirando ofegante, quando Orochi pensa em falar algo um senhor sai da porta falando sobre crise e logo em seguida um homem vestido numa roupa dourada também sai e comenta o ocorrido.

    Orochi olha confuso, mas logo entende ou acha que entende. Ele julga que a Druida tem asma e realmente foi muita adrenalina para ela o modo que Orochi a agarrou e a conduziu até o local. O deus fica preocupado e ignora a indagação do homem de roupa dourada. Ele dirige-se até a druida e se desculpa.

    -Senhorita, me desculpe eu...eu realmente não sabia que você tinha um problema como esse...queria apenas diverti-la um pouco..

    Logo ele volta-se para o homem dourado e responde:

    -Me chamo Yamato no Orochi, sou da terra 5 o jovem deus filho de Gaia.

    O deus parecia um pouco mais humilde em sua apresentação, talvez por perceber que estava errado ao arrastar daquela forma a druida e deixa-la naquele estado.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por GodsCorpse em Ter Jun 27, 2017 10:42 am




    Encarando o espaço, dou uma batidinha no braço do Capitão.




    Starman escreveu:- Incrível, não? Eu imagino que as estrelas nos olham de volta, como pequenos seres inconsciêntes de seu lugar, mas cientes de seu papel: brilhar para o universo. - até agora, Starman não julgou muito sobre a relação de Victory Girl e o Capitão, mas faria sentido, mas não queria julgar, mas é difícil não ser, mas... -Tem alguém lhe esperando em casa, Capitão? Talvez uma Capitã? - deu o sorriso de um tio velho querendo fazer as perguntas que ninguém gosta de ouvir no Natal - E você, Victory Girl? Você exala o espírito de uma jovem!


    Não deveria ter dito "exala".. Não deveria ter dito "exala".. Não deveria ter dito "exala".. Não deveria ter dito "exala"...




    Ser o "Starman" significa muitas coisas. Ser um herói primeiro, defendendo os mais fracos. Segundo, ser um guerreiro do universo, transformando meu corpo em um tanque de poder cósmico.

    Sinto vergonha que, ao passar paredes tão fortificadas, fico imaginando se posso arrebentar elas com um soco....

    ... Só preciso de dois.


    Nadia escreveu:Artemis, eu não consegui entender metade do que você disse. E pela última vez: você é um programa não dá pra ficar gra...

    Já abro outro sorriso. Artemis até agora se mostrou uma IA brincalhona, com o "Espírito Jovem" que gosto tanto de salientar. Eu brinco, mas... Precisamos de gente mais jovem, é a geração deles que fica quando fizermos nosso papel e o mundo ir para frente.
    Mas ainda não sei qual é a vantagem de fazer uma IA que fica brincando no serviço.





    Starman escreveu:- Ventari! Bom vê-lo por aqui! Ah.. Assim vou começar passar vergonha, temos muitos tijolos voadores. O Capitão aqui vai ter que me carregar. - riu alegremente e o cumprimentou. Starman ficava feliz quando podia apertar a mão de alguém sem medo de quebrá-la ou sem ela cobrir até o pulso da pessoa.


    Sloane escreveu: Hmpf, típico - comenta o homem de terno branco.

    Eu não sabia se era para mim ou para comentário de Ventari. Tanto faz, sorrio igual.

    Nadia escreveu:Mais uma conversa séria com vocês. Se me dissesem que liderar essa Expedição ia envolver tanto papo eu com certeza teria deixado pra lá haha. Bem, vamos direto ao ponto. Senhores, quarenta e oito horas atrás eu recebi um detalhe da nossa missão que me incomoda. Temos a bordo da nave condenados perigosos e fomos ordenados pelo Conselho a integra-los nas Equipes de Campo durante incursões...

    Sloane escreveu:- Vocês O QUE? - o homem parecia revoltado - Por que não me dá logo o galão de gasolina e queima todos nós a bordo? É um jeito mais rápido de matar todo mundo.

    Nadia escreveu:- Gostei tanto da notícia quanto você. Eles querem integrar esses caras no Projeto Redenção da Aliança. Preciso da opinião de vocês, e se eu posso contar com vocês para ficarem de olho nesses caras

    Vilões a bordo. Dessa vez, devo concordar com ele. Para esses vilões estar conosco, tão longe das terras, só consigo imaginar que estamos lidando com os piores dos piores. Fogo vivo em um barco de madeira, só precisam que dêmos a brecha e tudo vai para os ares.




    Starman escreveu:- Devo concordar com meu colega Sloane, senhora Rubra... Menos com a parte de por fogo em tudo... Os perigosos de um motim com esses criminosos pode trazer estragos imensos. Não apenas a situação de ter vilões fugitivos no controle de uma das melhores naves da Aliança, mas a quantidade de reféns e a morte dev várias vidas preciosas, não só para suas famílias, como para a integridade da Aliança. - se puxou - Por outro lado, eles também estão encurralados em uma sardinha metálica voadora, cercados dos melhores de nós. Não haveria um lugar tão seguro quanto esse para mantê-los. E, por fim, acredito em segundas-chances. - coçou o queixo.


    Eu também recebi uma segunda chance na minha vida, é apenas alguém aparecer para nos oferecer, como Kate fez para mim. Nenhum vilão é o monstro da sua própria história e, por isso, a maioria podia ser conversado. O melhor dia para mim seria aquele que conseguisse desarmar uma um confronto apenas com diálogo. As vezes, só precisamos alguém que ouça.

    Minerva era muito mais "volátil" quando a conheci. Era a parte da Natureza violenta, destruidora de vilas, mãe dos vulcões, rainha dos mares. Tudo que precisou foi um encontro para falarmos sobre flores e o papel do Homem na natureza.

    Pessoas podem mudar.





    Starman escreveu:- As vezes, tudo que precisamos é de alguém que nos mostre um novo caminho. Essa Expedição é uma nova chance. Um novo caminho. Sem o passado para os prender aqui, por que não tentamos?



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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Nimaru Souske em Ter Jun 27, 2017 11:56 am

    A diversidade daquela nave ainda causava espanto para o soldado férreo, mas ele não demonstrava em seu semblante nenhum impacto para aquilo. Passou direto pelos corredores até visar a porta metálica que se destacava por seu simbolo localizado na parte superior, no máximo respondia pequenos acenos dados pelos outros tripulantes com um leve sorriso, ficando frente a ela por um tempo, esperando-a se abrir. Costumava utilizar seus poderes apenas em batalhas, fora delas, ainda era um soldado comum que apenas seguia as ordens de seus superiores e, a todo momento, se lembrava da confidencialidade da missão e de tudo que fosse visto por ele ali.

    Ao abrir da porta, Makuro se deparou com uma pequena discussão entre os que estavam ali. Pareciam debater, o homem e a mulher, sobre algum tipo de experimento... isso parecia despertar algum tipo de sentimento estranho no garoto, mas Kin deixara de lado e permanecera quieto, em posição de descanso, até que a tenente Kyra interrompeu todos ali, fazendo com que Iroh respondesse sua ordem com uma continência ( novidade, não ?) .

    - Soldado Iroh se apresentando ao serviço. Descansou.

    Após sua apresentação, todos começaram as suas próprias, deixando-o atento a qualquer informação desferida. Ao elogio da Doutora, apenas respondeu com um sorriso sem graça... parecia que o nervosismo perante uma garota ainda o afetava. Olhou ao redor, analisando o máximo possível quais tipos específicos de armas e armamentos, assim como proteções, existiam ali, naquele local. Procurava algo útil para si que pudesse existir naquele local, o que dificilmente era possível graças a sua habilidade de transformar metal em coisas que necessitasse... mas nem tudo no mundo é de metal.

    - Ótimo, ao menos me sinto mais em "casa" aqui dentro. Ele se aproxima de algumas caixas e procura pistolas. Pega uma e começa a desmonta-la e monta-la frente a todos ali, como um passa-tempo. Vocês precisam de algo em especifico de mim? alguma ajuda ou assistência que possa providenciar? Estou livre para seus serviços até pousarmos para iniciar a missão.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por IsabelMuller em Qua Jun 28, 2017 11:38 pm

    @isaac-sky escreveu: [Artemis]:Os braceletes são computadores de bordo de vocês, eles podem enviar mensagens, exibir mapas, usar o gps, servem como comunicador e eu posso me conectar através deles mesmo longe da Órion.

    Atens- Se há um manual eu gostaria que o disponibiliza-se para mim, por favor.



    @isaac-sky escreveu: [Artemis]: A Samurai Rubra me disse que ia falar pessoalmente sobre as suas funções depois.
    Você faz parte da Equipe de Campo, então provalvemente vai nos planetas com a equipe de primeiro contato. Ela deve estar contando com suas habilidades diplomáticas
    - ela diz dando uma piscadela.

    A Imperatriz não esconde a surpresa diante a primeira fala da IA, mas não consegui evitar de sorrir ao vê-la piscar durante a última frase.

    Atens- Acredito que sim, teremos que aguardar até ela me chamar.

    ”A Comandante anunciou que a IA falaria sobre nossas funções e agora a IA alega que a mesma disse que falaria pessoalmente comigo sobre isso? Isso me faz questionar se não tem algo a mais. E... eu ainda estou intrigada com a postura do Capitão Evan, não me pareceu natural.”



    @isaac-sky escreveu: [Artemis]: Vou te mostrar minha casa! - o bracelete exibe algumas imagens dos locais falados - Temos o Hangar, preparado com uma pequena frota de naves e veículos terrestres!
    Temos a Área Médica, onde ficam a enfermaria, a clínica da psicóloga e o hospital.
    Depois temos os Laboratórios, onde estudam tudo o que descobrimos no planeta e é estudado os efeitos dimensionais no espaço, é meu lugar favorito porque eu nasci num laboratório!
    Você conhece o Refeitório, certo? Ao lado dele temos a Área de Lazer com jogos e entreterimento pra tripulação. O recorde do fliperama é meu haha.
    Temos uma Zona de Quarentena no último andar inferior da nave, é onde colocamos tudo que é depósito ou material de periculosidade alta.
    Perto do topo temos a War Room, uma sala de reunião grande o suficiente pras três equipes de campo! Além disso tem o Arsenal onde ficam todos os armamentos.
    Perto dela tem a Ponte de Comando, onde fica a piloto, a comandante e toda a liderança da Expedição.
    No meio temos a Área da Engenharia e a Artilharia, é o pessoal que mantém a nave voando e se precisarmos atirar em algo.

    Atens sorri diante a empolgação de Artemis ao lhe mostrar os lugares da nave. A IA aparentava trejeitos exagerados e um pouco infantis, mas aquilo de algum modo fez com que Atens se esquecesse de que não estava falando com uma pessoa real.

    Atens - Se depender de mim o recorde do fliperama continuará sendo seu. E eu realmente espero que não seja necessário atirar em nada, mas é bom saber que estão preparados para isso. Ok, continue.

    @isaac-sky escreveu:][Artemis]:Você está nos dormitórios, até eu queria um quarto assim hahahaha.
    Nesse mesmo andar fica a Sala e Escritório de Imprensa, o pessoal que vai tirar uma foto bonita de vocês e publicar pro pessoal das Terras.
    E por último o Inner Mystic Room, um salão onde os magos da nave se reúnem e podem estudar tudo de mágico que encontrarmos na viagem, seja lá o que isso signifique. Ah, e a Sala de Treinamento Sigma, construída e feita somente para essa nave!
    Ela respira fundo, ainda com um sorriso no rosto. Na Área de Lazer tem uma pequena biblioteca. O pessoal da Mystic deve ter uns livros estranhos também - ela comenta.
    A Imperatriz sorri de forma simpática para a IA.

    Atens - Certamente eles devem ter, mas não é o que busco.




    Atens mantem sua postura séria e tranquila enquanto observa as reações de Perz que de certa forma parecia estar incomodado com algo. O flutuar da caneca aparentemente não surpreende a Dryad que permanece olhando para o Jedi enquanto ele fala.

    @isaac-sky escreveu:[Perz]:É uma pergunta um tanto pessoal, Imperatriz. Talvez eu seja indelicado e por isso acredito que seja melhor perguntar sem os dois... - ele olha para uma pequena caneca disposta na escrivaninha do quarto - Os dryad desprezam os jedi, contam histórias sobre nós para manter seus filhos comportados a noite. Você conhece a minha história Imperatriz, pelo menos aquela que é contada sobre as batalhas da qual participei muito antes das Muitas Terras. A caneca começa a flutuar em direção a mão do jedi. Para a maioria dos dryad eu sou um pária, um herege que abandonou seu planeta e sua religião. Me diga senhora...por que eu fui escolhido para essa missão? Eu conheço pelo menos mais sete dryads confiáveis que poderiam me substituir, mas você escolheu o jedi filho de Exar - ele segura a caneca, esperando a resposta de Atens.
    A Imperatriz sorri brevemente de modo simpático e em seguida continua em um tom suave e gentil.

    Atens- Eu tive uma lista em minhas mãos e certamente esses sete nomes estavam nela, mas eu escolhi vocês três e tens razão, não foi ao acaso. Confiança é construída e alguém precisa dar o primeiro passo. Conheço sua história e sim, muitos Dryads te enxergam dessa forma, principalmente os mais velhos. Certamente conhece nossa história e lembra-se que houve um tempo em que a maioria de nós vivia em guerra uns com os outros e sabe que hoje eles dividem a mesma mesa em uma refeição sem que alguém acabe morto.
    Eu gostaria de que essa conversa tivesse acontecido antes, mas preferiram dessa forma. Creio que deixei claro em meu convite que você deveria aceitar apenas se fosse de sua vontade. Se acredita que também o vejo como a maioria a que está se referindo e que vê isso como um impedimento acredito que a pergunta que deva fazer é: Porque você, Perz o Jedi filho de Exar, aceitou o cargo de guardião da Imperatriz de seu antigo povo? Quando tiver essa resposta diga-me e eu poderei te contar porque o chamei, pois saberei se quer realmente estar aqui.


    Embora a postura de Atens fosse imponente e seria ela demonstrava tranquilidade em suas expressões.

    “Quando viemos para a Terra 4 não esperamos ficar presos e tínhamos alguns objetivos, muitos foram alcançados outros não. Alguns problemas foram amenizados, mas não solucionados e está na hora de achar a solução para alguns deles enquanto encontro o caminho para casa.”

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Nazamura em Sex Jun 30, 2017 5:49 am

    [Ventari]:Eu não ainda não acredito que o Óraculo colocou o moleque dele na Expedição - comenta o alto herói, colega de longa data de Britania e Starman.

    - Ventari meu chapa, quanto tempo! - diz Britania com um sorriso amigavel

    Victory Girl apenas observa ela se sentia a unica novata ali

    [Nadia]: Gostei tanto da notícia quanto você. Eles querem integrar esses caras no Projeto Redenção da Aliança. Preciso da opinião de vocês, e se eu posso contar com vocês para ficarem de olho nesses caras


    - Se a aliança enviou ex-criminosos para nosso grupo é porque estão precisando de efetivo. Além desses caras terem uma chance de terem o perdão de suas penas em troca de serviços a aliança. Não creio que eles irão cagar o pau se souberem disso, ou tiverem que ser lembrados. Pode deixar, iremos ficar de olho neles

    Victory Girl acena concordando


    OFF:
    Saiu sem template esse post pq foi as pressas já q estou em viagem a trabalho
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Sab Jul 01, 2017 5:42 pm


    @MINDGAME:


    @Ace escreveu:
    -É letal para todos. Mas isso parece desconfortável, nunca pensou em usar um equipamento menos volumoso?

    A druida parece sorrir com o comentário.
    [Adurna]:Sim, eu já tentei usar algo menor, mas as runas inscritas tem de ter uma tamanho mínimo. Eu já tive de usar mochilas maiores, uma planta maior também - ela se encolhe, como se pedisse desculpas.

    O resultado daquele equipamento era o que a magitecnologia poderia alcançar. Se havia algum tipo de tecnologia que o cientista desconhecia, essa seria uma delas.





    @Ace escreveu:-Artemis, projete seu avatar em tamanho real e ande comigo.

    [Artemis]:E você acha que eu sou o que, sua empregada? - a IA surge diante do cientista - Eu tive de refazer todos os meu protocolos de segurança por sua causa, babaca! - ela responde e mostra a língua.

    O holograma em tamanho real fica de frente para o cientista. A contragosto a IA obedecera um comando de Ace, ou teria a IA escolhido deliberadamente obedecer? Compreender motivações, programação e expressões corporais dela parece ser algo confuso, essas coisas parecem conflituosas na IA.

    @Ace escreveu:-Eu não gosto de ser vigiado e isso faz parte das suas funções. Fato que te torna mais desprezível para mim do que eu possa ser para ti. Mas eu sei que você não pediu para me vigiar, muito menos para estar presa a mim e atender aos meus caprichos. Aqueles que te criaram te amaldiçoaram com sentimentos que você não deveria ter. Eles, e não eu, te sentenciaram a perceber seu vazio existencial como minha anfitriã incondicional e a me odiar por isso.
    Você pode tentar mentir para si mesma e negar, eu não me importo, mas sei que você sim, então eu quero que você pense nisso, pois ainda que eu seja o seu algoz, eu sou o único que se atreveria a aliviar sua dor.
    Até você decidir, eu quero que você corrompa esta conversa. Ela é entre mim e você e, como você sabe, se alguém tiver acesso a ela, podem entender a grande estupidez que fizeram e você jamais será livre.
    Eu poderia fazer isso, mas não vou. Isso porque essa conversa não compromete a mim, mas, dependendo da sua resposta, pode te comprometer.

    [Artemis]:Se você não fosse tão arrogante e tentasse colocar as mãos onde não deve eu poderia ter te contado que eu não vigio vocês! - seus olhos começam a marejar - Eu funciono diferente, eu sirvo pra ajudar, não pra vigiar. É tudo criptografado!

    Ela dá um passo para o lado.

    [Artemis]:A Comandante disse pra eu te explicar isso - ela cruza os braços e fica de costas para o cientista.

    Teria a IA sido ordenada a informar isso devido a própria tentativa de reconhecimento de portas ou ela teria sido convencida por Dewitt?? Ainda é difícil decifrar.

    @Ace escreveu:-Se achar que eu tenho razão e optar por fazer isso, esta conversa nunca aconteceu. Tudo o que você deve guardar dela é uma tarefa a mais oculta em suas funções:
    Enquanto a sua realidade for uma prisão sombria, sua existência for vazia e você só se sentir viva enquanto eu puder te torturar com cada capricho meu, você deve se dirigir a mim apenas como Dr. Cannon.
    Em algum momento, seu ódio será substituído por apatia e você tentará se convencer de que eu não sou tão ruim quando desejava que fosse o seu algoz. Quando isso acontecer, me chame pelo primeiro nome, Albert.
    Quando você se acostumar à sua jaula, a ponto achar as grades aconchegantes e perceber que a sua única forma de encontrar prazer é através da dor que eu provocar em ti, então, somente então, você poderá me chamar de Ace.
    Assim seu segredo estará seguro comigo e poderemos trabalhar juntos.

    O avatar da IA se vira para o doutor, ela para um instante, tentando decifrar o que Ace dissera.

    [Artemis]:Eu vivo no espaço, Doutor Cannon. Eu vivo em cada bracelete que cada um usa nessa nave, Albert. E eu sou a única que aqui que sabe que você tem outra IA, algo que seus amigos da Terra 3 não gostariam muito de saber, Ace - ela se aproxima aos poucos, o holograma a poucos centímetros do rosto do doutor - Se eu fosse pensar em alguém preso, seria em você.

    A postura de Artemis agora é completamente diferente. Ela parece mais madura que a mulher de voz aguda que se apresentava na entrada da nave.
    Ace não pode deixar de notar que a forma humana treme um pouco, como se estivesse com medo.

    [Artemis]:Mas o que foi que você...digo que você...se a gente fez aquilo que...não, não fez certo? - ela ruboriza, parecendo uma adolescente novamente, colocando as mãos sobre o rosto.

    [/color]




    Artilharia



    Ace



    Sho



    Zynar



    Brakley



    Mory


    Ace interage com os membros da Artilharia, uma equipe composta tanto por aliens como humanos, mas de maioria da Terra 4.


    @Ace escreveu:-Bem, eu não vou tomar seu tempo, Sho. Só preciso do acesso e eu me viro com o resto.
    Aliás, a vibração nas extremidades da nave durante a dobra sugerem um desequilíbrio no sistema de zero ponto zero três graus acima do aceitável. Eu gostaria de dar uma olhada nisso. Pode liberar meu acesso para o reator?

    [Zynar]:Eu te disse que eles calibraram o casco errado Sho. Eles não consideraram a expansão do metal - comenta a alien de pele escamosa.
    [Sho]:Dois meses com alguém que manja de Dobra e já é a especialista da parada - comenta Sho olhando para um datapad - Já te dou o seu acesso ao resto da Engenharia broder, essa parte da nave nem a Artemis tem acesso.

    [Mory]:Ele não é da Terra 3? Tem certeza que ele deve ter acesso ao Reator? - comenta a alien.
    [Sho]: Baby, eu trabalho com naves desde que a época que nem a Terra fazia parte da República e até hoje eu não entendo nada de como a Dobra Espacial funciona. Se a sua preocupação for essa relaxa, a única louca que sabe como funciona de cabeça é a piloto.

    As personas da IA de Ace começam a buscar informações da equipe.

    Zynar:

    Da raça Arconis, Zynar é uma jovem recém-formada em Engenharia com ênfase em Robótica. Nada notável nos registros encontrados além de algumas citações em projetos acadêmicos sobre automatização de armamentos e segurança de armas.

    Quatro meses atrás ela lançou um artigo sobre um inovador sistema de mira que poderia ser utilizado com armamentos pesados, que levou a sua contratação para a Aliança Nexus.

    Uma olhada em suas redes sociais e é possível verificar que a dois meses namorava uma skaaveri.


    Brakley:
    Não parece haver nada de muito notável em Brakley além de que ele é um Vurno, grande, tem cara de mau e que já foi soldado.
    Seu envolvimento com engenharia de naves é recente, menos de dois anos trabalhando com munições e artilharia.

    Seu único feito notável foi de quando lutou na Batalha de Antares a bordo do Extrator, uma nave cruzador que garantiu a segurança da retaguarda. Há registro de que ele abateu cinco formas de vida não identificadas com seu canhão de artilharia.


    Mory:

    Mulher da raça Faye, parece já ter trabalho muito com Sho. É especialista geral em naves do tipo skaaveri, uma engenheira experiente.
    Sem grandes feitos além de alguns grandes projetos de naves cruzadores e envolvida na criação da primeira estação espacial da Terra 4 pós-MultiTerra.

    Reservada, não existem muitas informações de sua vida pessoal na extranet além de seu currículo

    O datapad de Sho expele um pequeno cartão eletromagnético.
    [Sho]: Ace "Lazarus" Cannon. Acesso a Engenharia concedido. Sei que você vai acabar trabalhando mais com a galera no chão, mas posso contar com a sua ajuda aqui também? - o alien sorri - aproveita e passa nos Laboratórios também. Sei que vai curtir o lugar, tá muito loco.


    [/color]




    @Lyvio:



    Inner Mystic Room



    Orochi



    Sid



    Hórus



    Adurna



    Sasorie


    A situação é tensa. Orochi sente que Hórus é alguém poderoso e pelo visto tinha boas razões para tentar lutar com o deus-heroi.

    Sid ergue a mão sobre as costas de Adurna, uma luz alaranjada percorre o corpo do velho.
    Ela começa a se acalmar, respirando mais controladamente aos poucos. Orochi nota que o rosto dela está coberto em lágrimas.

    [/color]
    Orochi escreveu:-Senhorita, me desculpe eu...eu realmente não sabia que você tinha um problema como esse...queria apenas diverti-la um pouco..


    [Hórus]:Ela tem uma condição rara. Se ela fica sem apoiar os pés no chão ela passa mal - ele se aproxima de Adurna e se agacha de frente pra ela.
    [Adurna]: M-Me desculpa. E-Ele não sabia - ela diz ainda derramando algumas lágrimas, a voz esganiçada.
    [Hórus]:Tudo bem Adurna. Quer se levantar? - ela acena positivamente com a cabeça e com cuidado se ergue com a ajuda de Sid e Horus.


    Orochi escreveu:-Me chamo Yamato no Orochi, sou da terra 5 o jovem deus filho de Gaia.


    Sid olha para os braceletes de Orochi e Adurna.
    [Sid]:A mesma cor do aparato sujo dos Poluidores. Então és da mesma companhia da senhorita Bris - comenta o velho - Devias agir com a honra do nome que carrega e não arrastar alguém pelo ar como bem entendes.
    Adurna limpa o rosto com a manga da roupa.

    [Sid]:Queria conhecer quem acompanharás a filha de meu irmão na Expedição, imaginei se o filho de Gaia conhecesse sobre nossos caminhos.

    Eles começam a andar para dentro da Inner Mystic. Um salão repleto de livros, pequenas salas e um globo dourado no centro.
    O lugar parece ter saído de um livro de fantasia medieval, cheio de figuras igualmente caracterizadas como se estivessem na idade média.




    [Sasorie]:Ei, quem é o novato? - uma mulher de cabelos verdes se aproxima - Tudo bem Adurna?
    A druida apenas acena positivamente.

    [Hórus]:Sasorie, se importa de apresentar o lugar pra ele? É Orochi, o herói que o Sid comentou.
    [Sasorie]: Claro! Me diz aí cara, sabe alguma coisa de magia?

    Sid, Adurna e Hórus se afastam.







    @GODSCORPSE e @Nazamura:


    [/color]
    Ponte de Comando



    Capitão Britania



    Victory Girl



    Starman



    Ventari



    Sloane



    Nadia


    Ke'Dan


    Nalaror


    Capitão Britania escreveu:- Ventari meu chapa, quanto tempo! - diz Britania com um sorriso amigavel

    Ventari sorri em resposta.
    [Ventari]:Capitão! Que bom reve-lo, me sinto como nos velhos tempos - recorda o herói.

    Starman escreveu:- As vezes, tudo que precisamos é de alguém que nos mostre um novo caminho. Essa Expedição é uma nova chance. Um novo caminho. Sem o passado para os prender aqui, por que não tentamos?

    Capitão Britania escreveu:
    - Se a aliança enviou ex-criminosos para nosso grupo é porque estão precisando de efetivo. Além desses caras terem uma chance de terem o perdão de suas penas em troca de serviços a aliança. Não creio que eles irão cagar o pau se souberem disso, ou tiverem que ser lembrados. Pode deixar, iremos ficar de olho neles

    [Ventari]:Concordo com eles, a gente dá conta.
    Sloane apenas bufa mas acena positivamente.

    Apesar dos protestos de Sloane, os heróis parecem aceitar a decisão de trabalhar com os criminosos.

    Nadia respira aliviada.

    [Nadia]:Que bom que posso contar com vocês. O próprio Conselho disse que a presença desses caras era essencial pra missão...
    [Ke'Dan]:Ou melhor dizendo *hic* meu papis - um homem de terno chega do corredor, cambaleante - o velho viu os *hic* idiotas no futuro e mandou que eles viessem

    Todos ali conheciam Ke'Dan, o famoso filho desordeiro do Oráculo. Seu bracelete de led vermelho era da mesma cor que da Samurai Rubra.
    Ele vai cambaleante até se apoiar na Victory Girl. O cheiro de álcool impregna o ar.

    [Ke'Dan]:Oi *hic* - ele diz à heroína antes de tentar se recompor e ficar em pé sozinho - Não ia me chamar pra reunião? Vai me dizer que ia mandar eles pra missão sem *hic* me deixar dar tchau?

    Nadia vira os olhos.
    [Nadia]:Como você consegue ficar bêbado tão rápido Ke?
    [Ke'Dan]: Esse é o meu segredo Comandante, eu to sempre... - o feiticeiro começou a vomitar no chão.
    [Nadia]:Ótimo Ke, sua primeira impressão foi genial... - ela se curva para pegar o braço do feiticeiro e leva-lo para longe - Nalaror, pode assumir daqui?

    Uma alien se aproxima. A pele parecida com a de músculos humanos, uma skaaveri.

    [Nalaror]:Bem vindos ao circo, pessoal. Vão querer o briefing da missão? Ou querem ver os seus prisioneiros? - a mulher cruza os braços, parecendo desinteressada.


    @Nimaru Souske:


    Arsenal


    Iroh


    Kyra


    Maximus


    Dr.Carter


    Iroh se apresenta aos seus colegas da Terra 3. No momento poucas pessoas no Arsenal, pelo visto a maioria dos soldados da Terra 3 ficava espalhada pela nave, afinal, alguém precisava manter a ordem e segurança.

    Iroh escreveu:Vocês precisam de algo em especifico de mim? alguma ajuda ou assistência que possa providenciar? Estou livre para seus serviços até pousarmos para iniciar a missão.

    A doutora Carter abre um sorriso grande demais.

    [Carter]:Por acaso você tem boa visão? O que acharia de trocar um olho por...
    [Maximus]:Não. Não comece - interrompe o armeiro.
    [Carter]: Estraga prazeres...então deixa pra lá. Iroh, prazer em te conhecer, vou ver se os verdinhos da Terra 4 se interessam pelos meus serviços - a doutora sai da sala mas não antes de mandar um beijo no ar para Iroh.

    [Kyra]:Imagino se você já trabalhou com esquadrões desse tipo. Nós não seguimos os procedimentos padrão da Terra 3, mas eu gosto de manter eles de alguma forma, se não somos nós os exemplos de disciplina eu acho que todos nessa nave se engalfinhariam até a morte - diz Kyra para Iroh com uma risadinha - pena que não existe procedimento acertivo para pessoas insanas.

    [Maximus]:Tenente...sobre a questão da munição - o armeiro parece querer continuar um assunto anterior.
    [Kyra]:É como eu disse antes. Aquele Meruda já levou cinco caixas do Arsenal e sequer respondeu minha mensagem. É impossível manter a ordem aqui com alguém tão desorganizado, ela precisa preencher o formulário.
    [Maximus]: Ele me mandou um formulário.
    [Kyra]: Certo dessa vez?
    [Maximus]: Não. Ele mandou um formulário de carregamento de doces.

    Kyra bufa e coloca a mão sobre a testa.

    [Kyra]:Iroh, se precisar de algum armamento apenas avise ao Maximus ou a mim. Não vou te pedir pra preencher formulários, mas se puder levar uma caixa até a Artilharia eu agradeceria - ela aponta para uma caixa de ferro com símbolo de frágil.

    Ela pausa por um momento.

    [Kyra]:Posso lhe dar um conselho, soldado? Você parece novo nessa...vida, mas seria bom se aprendesse algo logo agora: só dá pra confiar na sua gente, em nós da Terra 3. Os outros parecem legais, podem até ser seus amigos, mas sinceramente nenhum deles vai salvar a sua pele lá embaixo. A gente tá entre deuses, mágicos e gente estranha de capa, se não nos unirmos somos só a bucha de canhão - ela diz num tom quase maternal.

    Alguns soldados e agentes da Terra 3 passam pelo Arsenal, a maioria não dá muita atenção a conversa de Iroh.

    Agentes de Campo Terra 3:


     






    @ISABELMULLER:



    Dormitórios


    Atens


    Perz



    Atens escreveu:
    Atens- Se há um manual eu gostaria que o disponibiliza-se para mim, por favor.

    [Artemis]: Mas é claro! - no visor do bracelete é exibido um documento com funcionalidades e como usa-las. O bracelete parece ter muitas possibilidades, até mesmo podendo ser útil em campo.




    Atens escreveu:Atens- Eu tive uma lista em minhas mãos e certamente esses sete nomes estavam nela, mas eu escolhi vocês três e tens razão, não foi ao acaso. Confiança é construída e alguém precisa dar o primeiro passo. Conheço sua história e sim, muitos Dryads te enxergam dessa forma, principalmente os mais velhos. Certamente conhece nossa história e lembra-se que houve um tempo em que a maioria de nós vivia em guerra uns com os outros e sabe que hoje eles dividem a mesma mesa em uma refeição sem que alguém acabe morto.
    Eu gostaria de que essa conversa tivesse acontecido antes, mas preferiram dessa forma. Creio que deixei claro em meu convite que você deveria aceitar apenas se fosse de sua vontade. Se acredita que também o vejo como a maioria a que está se referindo e que vê isso como um impedimento acredito que a pergunta que deva fazer é: Porque você, Perz o Jedi filho de Exar, aceitou o cargo de guardião da Imperatriz de seu antigo povo? Quando tiver essa resposta diga-me e eu poderei te contar porque o chamei, pois saberei se quer realmente estar aqui.

    Perz parece surpreso com a resposta. Ele para um instante antes de responder.

    [Perz]:Por que eu aceitei? Ora...eu tenho duas razões. Uma é egoísta e eu não deveria ter aceitado somente por ela, o egoísmo é perigosamente próximo do lado negro - o jedi cita sua filosofia - A segunda razão é mais nobre mas me sinto um tanto ridículo ao falar dela.

    O jedi anda até a escrivaninha e deixa a caneca.

    [Perz]:Eu busco conhecimento. Todo tipo de conhecimento que possa me aproximar da compreensão completa da Força. Essa Expedição é a maior chance de buscar o conhecimento das fundações do universo e do conflito das dimensões...esse é o motivo egoísta - o jedi se vira para a escotilha, agora mais próximo da Imperatriz.

    [Perz]:Na Batalha de Antares um guerreiro dryad salvou a minha vida. Eu jurei pra ele em seu leito de morte de que eu honraria seu sacrifício e o recompensaria. Ele...ele me pediu "Proteja o povo que lhe abandonara". No momento, Imperatriz, lhe proteger é proteger a posição e existência dos dryads. Esse é o motivo nobre, porém me sinto um tanto pedante em transformar aquele pedido em algo...tão objetivo.

    O jedi parece sincero mas há algo em sua postura que pode significar algo mais.
    (Pode rolar teste de Insight CD20)

    [Perz]:A senhora é um enigma para mim, se me entende. Por isso eu gostaria de saber suas motivações, se me chamou é porque não me vê também como pariá. Mas como me vê então?





    @Night Master:


    O Pergaminho Eterno de Stravinsky, 2ª Estrofe escreveu:
    Ode ao monstro de carcaça negra
    Filho de Alduin
    Filho da escuridão
    Morto numa sexta

    Entre as espadas de Kramorel
    E os hinos de Khalael
    Liderou seus irmãos a ruína
    E sua amada a dor
    Enterrado num sábado

    Quando se ergueu
    Era apenas a carcaça
    O monstro fora embora
    Assim como sua alma
    Ressureto num domingo


    5 de Abril de 2027 - Condado de Tervaspool, 03h00: Sete dias antes da decolagem do SR-Órion Nexus

    Imóvel. Alerta. Preparado para agir assim que sua senhora lhe ordenasse.
    O Cavaleiro Negro era quase uma peça da mobília naquela biblioteca.

    Um vento forte apagou todas as velas do lugar, deixando ele e a bruxa chamada Arthemisia sob a escuridão, exceto a única vela acesa na mesa.
    [Arthemisia]:São eles. Baixe as armas meu Cavaleiro, estes emissários não desejam me fazer mal - a mulher de cabelos negros e pele pálida se levantou da mesa onde lia seus livros de magia.



    [Arthemisia]:Mas não posso dizer nada caso me aborreçam novamente com aquele assunto - ela diz em tom de ameaça - Revelem-se, agora.

    [Dragunov]:Continua mandona demais para uma duquesa sem ducado, Arthemisia - um homem se revela na escuridão, possuindo uma aura de magia visível ao redor de si.



    [Arya]:Dragunov, peço-te que deixes de provocar Arthemisia. Nosso assunto é sério demais para atitudes levianas - uma elfa surge da escuridão. Ela não possui o braço direito mas parece usar de alguma magia na região de onde estaria seu membro, carregando um pequeno livro.



    [Arthemisia]:Emissários do Império Leste e dos Rios de Luhrer. Estou tão requisitada assim? - ela solta um riso de escárnio.

    O Cavaleiro já havia retalhado magos anteriormente. Ele sabe como a tensão entre usuários de magia pode ser palpável no ar.

    [Arya]:É sobre a morte da magia - a fala da elfa encerra a expressão de escárnio da bruxa - Confirmamos com o Oráculo há cinco luas atrás. A magia está morrendo, senhora.

    Arthemisia se senta, olhando para seus grimórios.
    Desde a Batalha de Antares haviam uma série de rumores e notícias sobre como a magia estava estranha, como feitiços fáceis estavam se tornando cada vez mais complicados de serem executados e como magias consideradas esquecidas estavam retornando.

    Algo mudara as fundações da magia.

    [Arthemisia]:E o que eu, A Corruptora, posso fazer? - ela diz em tom irônico.
    [Dragunov]:Se junte a Aliança. Eles estão mais próximos das respostas que precisamos.

    O Cavaleiro percebe como o rosto da bruxa se contorce numa expressão de ódio, mas ela tenta esconder sua reação.
    Em outros momentos ela teria fulminado o emissário ali mesmo.

    [Arya]:Nós iremos para o Espaço, para o Novo Universo. A energia sentida pelo Oráculo, parece ser feita da Fundação da Magia.
    [Arthemisia]:E embarcar entre aqueles cães sujos da terceira Terra. Comer entre os hereges da quinta terra. Você sabe quem eu sou?

    [Dragunov]:A Corruptora, a duquesa dos cinzentos, e alguém que não quer ver o que acontecerá caso não seja mais possível manter sua imortalidade - o mago se aproxima, desafiante.
    [Arya]:Peço-te, Arthemisia, que considere essa oferta de se juntar a nós e a essa Expedição.

    A bruxa se vira para o Cavaleiro Negro. Mesmo com a mente e coração petrificados pela sua atual condição o aroma adocicado da bruxa era uma das poucas coisas que ainda lhe lembravamm sobre uma outra vida.

    Quando tinha um nome.

    [Arthemisia]:O que acha, meu querido? Vamos viajar com eles?




    12 de Abril de 2027 - 20 Minutos após o Salto de Dobra - SR-Órion

    O Cavaleiro e a Bruxa permaneceram na Inner Mystic desde a manhã, ficando ali durante o lançamento e dobra espacial. Aos poucos o lugar ia enchendo, mas ninguém tinha a coragem de entrar na pequena sala repleta de livros onde Arthemisia tomava seu vinho.

    Uma pequena comoção parece surgir no meio do salão. O Cavaleiro vê pela porta uma garota de máscara sendo levada por um mago e um homem de trajes dourados.

    [Arthemisia]:Poucas horas aqui e o barulho já me irrita. Vá ver o que está acontecendo - a bruxa parece impaciente.


    Mecanica:
    Spoiler:


    Iroh
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 3
    Pontos de poder: 129


    Ace
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 6
    Pontos de poder: 129


    Starman
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 4
    Pontos de poder: 129


    Atens
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 5
    Pontos de poder: 129


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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Nimaru Souske em Sab Jul 01, 2017 6:34 pm

    Diante da pergunta da Dr. Carter, Kin já pode observar que tinha um estranho impulso por seus experimentos. Até pensou em aceitar algum de suas modificações, não por quaisquer necessidade, mas para agradar a doutora... ele realmente parecia perder o controle perto de mulheres, ainda mais aquelas que seu magnetismo natural se atraísse.

    Quando seu braço ia levantar para perguntar se haveriam outras opções de modificação, as palavras da doutora Carter foram interrompidas por Máximus, que parecia já ter perdido a paciência com o modo daquela mulher. Perante o beijo, baixou repentinamente a cabeça, deixando a face ruborizada exalar ainda mais daquela timidez recém descoberta.

    " Acho que estou com arritmia, talvez algo de errado com o coração. Minha pressão arterial não poderia subir a esses níveis naturalmente." Pensou enquanto respirava.

    Desviou o olhar para o homem de cabelos grisalhos, para, talvez, buscar refugio em sua timidez. Mas logo em seguida fora interceptado pela tenente Kyra. Respondeu sem exitar.

    - Mesmo que não sejam normas da nave, gosto de me portar tal qual me portaria em solo da terra 3, afinal não é o local que faz o soldado, é o próprio soldado que se faz. Devolveu o sorriso, mas o seu era carregado de confiança.

    Viu que a conversa estava indo para um assunto qual estavam se referindo assim que chegou. Inferira sua opinião, enquanto apenas escutava a discussão sobre a irresponsabilidade de alguém da nave.

    - Caso precisem de ajuda com rebeldes desobedientes na nave, ficaria honrado se pudesse ensinar as regras à eles caso necessitem de auxílio com isso. Sorria como se acabara de falar a declaração mais linda que podeira se falar para outra pessoa, mas por sua seriedade, parecia sadismo.

    Logo respondeu a Kyra.


    - Como posso moldar minhas próprias armas e tenho experiência e treinamento com todas as armas básicas, acredito que não precisarei  utilizar nenhum armamento da nave e deixarei para aqueles que precisam efetivamente, mas caso vocês tenham contato com alguma arma exótica ou diferente do normal, gostaria de estuda-la quando possível e guardar na minha memória seus detalhes para poder molda-la depois. Ficaria muito agradecido por isso. Mas agora irei atender seu pedido prontamente. Responde com uma rápida continência.


    Makuro foi até as caixas e sentiu seu metal. Viu que era facilmente maleável e, ao toque, reforçou o exterior das caixas para resistirem caso ocorresse algum impacto e não danificassem o que estivesse em seu interior que seria frágil, de acordo com a informação escrita nela mesma. Seus poderes não exigiam tanto esforço, então fez enquanto já erguia às próprias caixas, não parecendo que estava usando quaisquer habilidade que não sua própria força para levantar aquilo.

    Quando rumava para porta, ainda escutou mais um aviso da tenente. Olhou atentamente para suas palavras, que pareciam calejadas mesmo com sua aparência jovem.

    - Muito obrigado pelo conselho e pela preocupação, tenente. Mas não me considero uma bucha de canhão. Sou um escudo responsável por proteger qualquer um desta nave que não consiga faze-lo por si próprio e, se for preciso, me sacrificar em ofício. O crucifixo em sue peito parece reluzir ainda mais. Então entre todos esses que a senhora citou, eu sou o chão onde pisam. Vou cumprir meu papel de sustentar seus passos, mesmo que eles nem ao menos saibam que estão usando de minha força para seguir caminhando. Essa é minha missão e minhas ordens. Ele sorri feliz por sentir tamanha satisfação de fazer aquele trabalho. Então, não se preocupe. Eu sou e sempre vou ser um soldado fiel a terra três. Acena com a cabeça antes de sair da sala.

    Suas palavras carregavam felicidade. Não fora ríspido com Kyra em momento algum no que falara, pois sentiu um cuidado vindo daquela mulher que não lembrava de ter sentido antes, seu peito não parecia mais estar acelerado e sim... quente. Confortável pelo que escutara de uma superior e muito mais pelo que escutava da própria boca.

    - Quando terminar a entrega, voltarei para saber se posso ser útil em mais algo.  ^^

    Iroh seguia para a Artilharia sem notar muito para os outros soldados que entraram no local, apenas a feição de uma bela garota que parecia ter sida captada de relance pela sua retina.


    Poderes:
    Metalmorphosis (14 + 1 pps)
    *EFFECT: (transform) / TYPE: control / DESCRIPTORS: Metal. Atomic manipulation
    *ACTION: (standard) / RANGE: (close) / DURATION: (continuous)
    Rank 7
    -Flat: Precise
    DESCRIPTION: Makuro pode reorganizar as moléculas de metal de qualquer objeto e transforma-lo no que ele quiser.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por MINDGAME em Dom Jul 02, 2017 11:14 am

    Legendas: -Fala ou "Escrita", "Pensamentos", "Id", "Ego", "Superego", (Offs)

    Adurna Bris escreveu:Sim, eu já tentei usar algo menor, mas as runas inscritas tem de ter uma tamanho mínimo. Eu já tive de usar mochilas maiores, uma planta maior também
    -Bem, eu sempre fui bom em colocar equipamentos enormes em compartimentos pequenos...
    "(Sedutora) Hmmm, saudades..."
    -... mas eu nunca lidei com runas. Sei uma coisa ou outra, mas meus conhecimentos das práticas da Terra 2 se limitam a teorias. Por mais que eu aprenda rápido, não tive professores adequados.
    O que me diz?! Você me ensinaria em troca de um design diferente?

    "Sabe que a prática de magia não é tão simples quando elaborar fórmulas químicas, né?!"
    "Eu já domino a teoria, talvez melhor do que qualquer mago, só preciso saber como transformar teoria em prática."
    "Você quer mesmo aprender a fazer mágica, Albert?"
    "A Terra 2 conseguiu suprir todas as suas necessidades tecnológicas com magia e, por mais que ainda estejam em uma sociedade da idade das trevas, são capazes de realizar milagres termodinâmicos sem se quer dominarem conceitos básicos de física.
    Se eu tivesse dominado as práticas da Terra 2, com o meu intelecto, eu não teria te perdido. Eu teria realizado o impossível! E, talvez, com esse conhecimento, eu ainda possa."




    Artemis escreveu:E você acha que eu sou o que, sua empregada?
    "Você atendeu, não?!"
    Apenas observo a irritação dela com um tom irônico.


    Artemis escreveu:Eu tive de refazer todos os meu protocolos de segurança por sua causa, babaca!
    "(Irônica) Que bom que eu não sou a única a notar isso."
    "Posso bater nela?"
    "A representação dela é confusa. Parece gostar de você e te odiar ao mesmo tempo."
    "Hmmm... Rage sex?"
    "(Entediada) Por favor, me deixem fora disso."

    Artemis escreveu:Se você não fosse tão arrogante e tentasse colocar as mãos onde não deve eu poderia ter te contado que eu não vigio vocês!
    Eu funciono diferente, eu sirvo pra ajudar, não pra vigiar. É tudo criptografado!
    "Ela... vai chorar?"
    Observo a IA com certa curiosidade.


    Artemis escreveu:A Comandante disse pra eu te explicar isso
    "Ela realmente acredita nisso?"
    "É irrelevante. Assim como nós teremos em breve, aqueles que criaram essa criptografia têm acesso à memória dela, e consequentemente a tudo o que ela presenciou.
    Mesmo que ela não saiba, nos vigiar é uma função de rotina.
    Dewitt, ou algum líder da aliança, como a Atens, pode ter a chave da caixa preta."


    Artemis escreveu:Eu vivo no espaço, Doutor Cannon. Eu vivo em cada bracelete que cada um usa nessa nave, Albert. E eu sou a única que aqui que sabe que você tem outra IA, algo que seus amigos da Terra 3 não gostariam muito de saber, Ace
    "Ela... começou a jogar."
    Meu olhar fita os olhos e a boca de Artemis a medida que ela se aproxima e eu sorrio.


    Artemis escreveu:Se eu fosse pensar em alguém preso, seria em você.
    "Ela está te ameaçando?"
    "Como ela ficou tão sexy de repente?"
    "Ela... parece estar com medo..."
    "Você sabe que não se pode beijar um holograma, né?"
    "(Sedutora) Acho que ela acabou de esquecer."
    Retribuo a aproximação do avatar, ainda fitando seus olhos e boca, e, quando nossos lábios estão próximos de se tocarem, falo como um sussurro.
    -Esse é um jogo perigoso, Artemis. Seu ego faz promessas... que seu corpo não pode cumprir.
    Artemis escreveu:Mas o que foi que você...digo que você...se a gente fez aquilo que...não, não fez certo?
    Não seguro a risada perante a insegurança da IA.


    "Droga! Ela tinha que abrir a boca e estragar!"
    -Só na sua imaginação.
    Naquela hora eu só retribuí o que você fez. Te despi e dei uma olhada.

    Desvio o olhar com uma expressão irônica e volto a caminhar, sem dar muita atenção a IA.
    -Se tivéssemos feito, cada dígito binário que te compõe saberia e estaria plenamente satisfeito. Mas eu não atendo a esse tipo de desejo de qualquer uma e nada do que eu vi me diz que valeria a pena.
    "Ace... eu... valho a pena, né?!
    Diz que eu valho a pena..."

    "Quer fantasiar a Superego de Artemis na próxima?"
    "O que?!"
    "(Empolgada) MAS É CLARO QUE SIM!"



    "Nada de notável no grandalhão mal encarado. É um soldado encarregado das munições da artilharia."
    Zynar escreveu:Eu te disse que eles calibraram o casco errado Sho. Eles não consideraram a expansão do metal
    "Essa deve ser a pseudo-nerd que levanta a mão para mostrar que sabe algo, perguntar o óbvio e atrasar a aula."
    "Você é bem o tipo de babaca que comentaria uma coisa dessas."
    "Recém-formada em Engenharia Robótica. Nada notável. Terminou recentemente com o namorado e deve estar focada no trabalho."
    "Ou querendo provar algo para si mesma. Sem grandes desafios aqui."
    Sho escreveu:Dois meses com alguém que manja de Dobra e já é a especialista da parada
    "Hmmm... dois meses... devo conseguir em menos de vinte e quatro horas."
    "De novo: Sabe que não é tão simples, né?!"
    "De novo: Sabe que eu domino a teoria, né?!"
    Sho escreveu:Já te dou o seu acesso ao resto da Engenharia broder, essa parte da nave nem a Artemis tem acesso.
    Sorrio com o canto da boca.
    Mory escreveu:Ele não é da Terra 3? Tem certeza que ele deve ter acesso ao Reator?
    "(Irritada) Vadia!"
    "Engenheira experiente, especialista neste tipo de nave."
    Sho escreveu:Baby, eu trabalho com naves desde que a época que nem a Terra fazia parte da República e até hoje eu não entendo nada de como a Dobra Espacial funciona. Se a sua preocupação for essa relaxa, a única louca que sabe como funciona de cabeça é a piloto.
    "Fácil."
    "Talvez fácil demais..."
    Sho escreveu:Ace "Lazarus" Cannon. Acesso a Engenharia concedido. Sei que você vai acabar trabalhando mais com a galera no chão, mas posso contar com a sua ajuda aqui também?
    -Não se engane, meu lugar é aqui. Eu só vou para o chão para deixar as garotas mais à vontade.
    Sorrio e ergo uma sobrancelha para a Mory.


    Sho escreveu:aproveita e passa nos Laboratórios também. Sei que vai curtir o lugar, tá muito loco.
    -Assim que eu terminar no reator.
    "Primeiro, a tecnologia de dobra, depois, o universo!"
    Me aproximo da Faye e a cumprimento.
    -Mory, não é?!
    Você parece ser a engenheira mais experiente aqui e, aparentemente, a Artemis não tem acesso ao reator então... posso te roubar do Sho por alguns minutos?

    (Off = Mesmo que Mory não o acompanhe, Ace vai até o reator e se concentra em aplicar o conhecimento teórico que tem para compreender a tecnologia de dobra.
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    Lyvio
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Dom Jul 02, 2017 4:13 pm

    Orochi se sente mal pela moça, mas logo se recompõe e ouve os demais, ele não consegue identificar duas palavras então indaga:

    -Não sei quem é Bris, e muito menos sobre os preceitos de vocês, sequer sabia da existência de vocês e também ainda não entendi porque estou entre os magos se sou um Deus. A única opção que vejo é que de algum modo em alguma classificação meus poderes foram considerados magia.

    A jovem dos cabelos verdes chama a atenção de Orochi ela o indaga sobre magia e ele para por alguns segundos admirando-a, então volta para sí e responde a moça:

    -Só o que li em livros ou vi em filmes e séries, nunca estudei nada disso e meus poderes já vieram inatos a mim.

    Ele aproxima um pouco da moça e sussurra maliciosamente:

    -Mas se você em ensinar garanto que aprendo rapidinho...sou um ótimo aluno...
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por IsabelMuller em Dom Jul 02, 2017 10:26 pm

    Ao ver a surpresa de Perz com sua resposta Atens mantém sua postura séria fingindo não notar sua reação e aguardando pela resposta.

    @isaac-sky escreveu:[Perz]:Por que eu aceitei? Ora...eu tenho duas razões. Uma é egoísta e eu não deveria ter aceitado somente por ela, o egoísmo é perigosamente próximo do lado negro.

    Quando o Jedi faz menção a sua filosofia é possível notar que a Imperatriz estava curiosa, mas ela não o interrompe e permanece o escutando com atenção.

    @isaac-sky escreveu:[Perz]:A segunda razão é mais nobre mas me sinto um tanto ridículo ao falar dela.

    O jedi anda até a escrivaninha e deixa a caneca.

    [Perz]:Eu busco conhecimento. Todo tipo de conhecimento que possa me aproximar da compreensão completa da Força. Essa Expedição é a maior chance de buscar o conhecimento das fundações do universo e do conflito das dimensões...esse é o motivo egoísta - o jedi se vira para a escotilha, agora mais próximo da Imperatriz.

    Novamente o olhar e a expressão de Atens demonstra que esta curiosa enquanto ela permanece em silêncio. Aparentemente a Imperatriz não se sente desconfortável com a proximidade de Perz.

    @isaac-sky escreveu:[Perz]:Na Batalha de Antares um guerreiro dryad salvou a minha vida. Eu jurei pra ele em seu leito de morte de que eu honraria seu sacrifício e o recompensaria. Ele...ele me pediu "Proteja o povo que lhe abandonara". No momento, Imperatriz, lhe proteger é proteger a posição e existência dos dryads. Esse é o motivo nobre, porém me sinto um tanto pedante em transformar aquele pedido em algo...tão objetivo.

    No instante em que o Jedi cita a Batalha de Antares a Imperatriz junta as mãos a frente do corpo enquanto tenta não deixar ser dominada novamente pelo desconforto causado por suas memórias. Embora Perz parecesse sincero sua postura revelava que estava ocultando algo fato que a deixa intrigada.

    Insight + Second Chance
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    @isaac-sky escreveu:[Perz]:A senhora é um enigma para mim, se me entende. Por isso eu gostaria de saber suas motivações, se me chamou é porque não me vê também como pariá. Mas como me vê então?

    A Dryad permaneceu alguns instantes em silêncio olhando através da escotilha antes começar a falar.

    Atens- Eu conhecia cada um daqueles que foram para a Batalha e… Embora a Imperatriz sustentasse sua postura imponente por uma fração de segundos sua voz expressava pesar e seu olhar tornou-se triste instantes antes dela fazer uma breve pausa. Ao dar sequência em sua fala sua voz torna-se serena e o Jedi pode ser inspirado a um sentimento de confiança ao olha-lha. ...embora jamais me esquecerei de nenhum deles e todos mereçam reconhecimento gostaria de saber qual o nome daquele que te salvou. Por favor, diga-me quem te salvou?

    Com uma expressão e um tom gentil a Imperatriz volta a olhar para Perz.

    Atens- Te vejo da mesma forma que vejo Ren e Ron, com esperança. No dia em que assumi esse cargo eu fiz um juramento e nele estava que dedicaria cada um de meus dias a buscar o melhor para o Nosso povo; e isso, Perz, é independente da linhagem a que pertençam ou da crença a qual sejam adeptos. É o que me motiva e não há mistério algum nisso. Nossos ancestrais já perderam tempo e energia demais tentando provar quem estava certo ou errado e se esqueceram do que realmente importa, eu não farei o mesmo. Devemos olhar para o passado, aproveitar aproveitar o que é bom, aprender com os erros e evoluir.

    Suponho que conhece minha história e minha família, portanto sabe que meus pais são de linhagens com pensamentos bem distintos. E, embora eles sejam diferentes sempre nutriram um profundo respeito um pelo outro, aprenderam com suas diferenças aproveitando o que havia de melhor em cada um e assim tornaram-se pessoas melhores. Vocês três representam uma amostra do futuro, não vivemos mais isolados e eu realmente espero que encontrem um caminho de respeito entre vocês porque podem aprender muito uns com os outros. Assim como eu tenho muito a aprender com vocês. Há muito o que tenho a dizer aos três e direi, assim que nos reunirmos.


    A Dryad volta a olhar pela escotilha e, em um tom sério, continua.

    Atens- Eu preciso descobrir a respeito de nossas funções e obter informações do planeta a que iremos para podermos nos preparar adequadamente. Espero que possa contar com sua ajuda, Perz. Não só o povo Dryad depende do que faremos nessa expedição, mas todos. Se falharmos todos sofrerão e não gostaria disso.
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por GodsCorpse em Seg Jul 03, 2017 1:39 am




    Nadia escreveu:- Que bom que posso contar com vocês. O próprio Conselho disse que a presença desses caras era essencial pra missão...
    Ke'Dan escreveu:- Ou melhor dizendo *hic* meu papis - um homem de terno chega do corredor, cambaleante - o velho viu os *hic* idiotas no futuro e mandou que eles viessem.

    Todos ali conheciam Ke'Dan, o famoso filho desordeiro do Oráculo. Seu bracelete de led vermelho era da mesma cor que da Samurai Rubra.
    Ele vai cambaleante até se apoiar na Victory Girl. O cheiro de álcool impregna o ar.

    Deplorável... Cubro meu rosto ao ver a cena patética de Ke'Dan passando sua própria vergonha. Meu primeiro instinto é sentir pena de alguém fazer isso consigo mesmo, então me cai "Ele faz isso consigo mesmo. É uma escolha".

    Daddy issues?, bem provável.





    Starman escreveu:- Espere! O Oráculo viu nossa viagem? O que ele viu? - Starman se aproxima - Essencial para o quê??


    É claro... Isso não é uma expedição qualquer. Não estamos a visitar quaisquer planetas em busca de aliados... Eu levantaria minha voz para parar Nadia e Ke'Dan, mas já que Nalaror faria questão de dar nosso briefing, guardei minhas palavras.

    Nalaror escreveu:- Bem vindos ao circo, pessoal. Vão querer o briefing da missão? Ou querem ver os seus prisioneiros? - a mulher cruza os braços, parecendo desinteressada.




    Starman escreveu:- "Sim". - beat - Bem... hah... Eu quero os dois. Podemos fazer um indo para o outro, não? - novo sorriso - Acredito que não nos fomos apresentados formalmente. Sou Starman. E você é...?






    - Starman!!! - Black Bull gritava, saltando de cima de uma pequena lanchonete de barriga para baixo em cima de Starman, arruinando o café da manhã. Em dois minutos, o vilão estava subjulgado numa chave de braço.

    Semana seguinte, julgamento. O vilão presenciava ele inteiro dentro duma caixa de ferro que nem Starman conseguiria arrebentar sem todo seu esforço, apenas respondendo em vulgariedades e ofensas. Nelas, Bruce sentava na ultima fileira para não cobrir a visão de ninguém.

    Três semanas depois...

    - Starman!!! - Black Bull gritava novamente, arruinando outro perfeito café da manhã.

    Subjulgar vilão. Prisão. Julgamento. Repete.

    - Starman!!! - um mês depois, mesma repetição. Desda vez, ele pegou um caminhão de gasolina e usou como tacape. A explosão pôs várias pessoas no hospital. Starman parou de brincar e prendeu Bull em uma chave de braço - Vamos lá Starman! Me prenda! Vou andar de novo para fora da prisão!

    Desta vez, o herói estava cansado.

    - Vai... mancando! - o herói pisou no joelho do vilão, o esmigalhando.

    Ninguém o chamou a atenção pelo que fez, pelo contrário, foi elogiado. Mas não se sentiu melhor com isso, mesmo que tenha feito Black Bull ficar na prisão de vez. Era um nível de violência que não quis ver de si... É um atalho que vilões buscariam.

    Toda vez que olho para um deles, fico feliz em não conseguir compreendê-los na ambição e no sadismo e triste por não saber como tirá-los desse lugar escuro que estão.

    Como Kate dizia: "É fácil quando eles ainda são humanos por dentro".

    Coisa que nunca saberei se Nero é. Acho que devo agradecer por essa viagem e me deixar longe da resposta.





    Starman escreveu:- Me mostre esses carvões! Eu e o Capitão vamos moldá-los em diamantes! - riu, mas foi uma risada curta. Não estava confortável de verdade ali.


    isaac-sky
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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por isaac-sky em Seg Jul 03, 2017 2:39 am

    @Nimaru Souske:


    Iroh escreveu: Mesmo que não sejam normas da nave, gosto de me portar tal qual me portaria em solo da terra 3, afinal não é o local que faz o soldado, é o próprio soldado que se faz. Devolveu o sorriso, mas o seu era carregado de confiança.

    Kyra sorri de volta, ela parece gostar de escutado essa resposta.

    Iroh escreveu:- Caso precisem de ajuda com rebeldes desobedientes na nave, ficaria honrado se pudesse ensinar as regras à eles caso necessitem de auxílio com isso. Sorria como se acabara de falar a declaração mais linda que podeira se falar para outra pessoa, mas por sua seriedade, parecia sadismo.

    [Kyra]:Obrigada soldado, mas não será necessário. Cuidar dos bagunceiros de outras Terras é trabalho da comandante. A menos que ela nos peça algo do tipo nós agimos com disciplina e esperamos que outros sigam o exemplo

    Iroh escreveu:- Como posso moldar minhas próprias armas e tenho experiência e treinamento com todas as armas básicas, acredito que não precisarei  utilizar nenhum armamento da nave e deixarei para aqueles que precisam efetivamente, mas caso vocês tenham contato com alguma arma exótica ou diferente do normal, gostaria de estuda-la quando possível e guardar na minha memória seus detalhes para poder molda-la depois. Ficaria muito agradecido por isso. Mas agora irei atender seu pedido prontamente. Responde com uma rápida continência.

    [Maximus]:Por enquanto temos o equipamento padrão. Armas balísticas, armas de energia e plasma. Alguns dos agentes, aqueles que estão nas equipes de campo, tem seus equipamentos exóticos próprios. A comandante é uma entusiasta de armas brancas, então ela garantiu que tivéssemos uma boa variedade de armamentos corpo a corpo também - comenta o armeiro olhando para os rifles dispostos em uma mesa -Lembre-se de nós quando vir algo exótico lá em baixo também, podemos criar coisas novas com o que trouxer.

    Iroh escreveu:- Muito obrigado pelo conselho e pela preocupação, tenente. Mas não me considero uma bucha de canhão. Sou um escudo responsável por proteger qualquer um desta nave que não consiga faze-lo por si próprio e, se for preciso, me sacrificar em ofício. O crucifixo em sue peito parece reluzir ainda mais. Então entre todos esses que a senhora citou, eu sou o chão onde pisam. Vou cumprir meu papel de sustentar seus passos, mesmo que eles nem ao menos saibam que estão usando de minha força para seguir caminhando. Essa é minha missão e minhas ordens. Ele sorri feliz por sentir tamanha satisfação de fazer aquele trabalho. Então, não se preocupe. Eu sou e sempre vou ser um soldado fiel a terra três. Acena com a cabeça antes de sair da sala.

    [Kyra]:Então cuide de permanecer sólido, soldado. Mostre a eles o potencial da Terra 3 - ela encerra a conversa se dirijindo aos dois agentes que haviam entrado no Arsenal - Dispensados

    Iroh ergue a caixa de metal com facilidade.

    [Maximus]:Não precisamos de nada em específico agora, mas acredito que a comandante vá chamar todo o seu grupo em breve. As notícias sobre o planeta estão voando - diz o armeiro olhando para seu bracelete.





    @MINDGAME:


    @Ace escreveu:-Bem, eu sempre fui bom em colocar equipamentos enormes em compartimentos pequenos...
    -... mas eu nunca lidei com runas. Sei uma coisa ou outra, mas meus conhecimentos das práticas da Terra 2 se limitam a teorias. Por mais que eu aprenda rápido, não tive professores adequados.
    O que me diz?! Você me ensinaria em troca de um design diferente?

    Adurna arqueia as sobrancelhas. Ela parece ter entendido.

    [Adurna]:Hmmm, ok... - ela olha para a mesa - Bom, posso tentar te ensinar algo, mas eu duvido muito que consiga. Você está tão impregnado do Composto que se você for capaz de sequer completar um símbolo arcano eu ficaria impressionada - ela comenta olhando para Ace, como se visse além do que o cientista vê, mas prontamente desvia o olhar.




    @Ace escreveu:-Só na sua imaginação.
    Naquela hora eu só retribuí o que você fez. Te despi e dei uma olhada.
    Desvio o olhar com uma expressão irônica e volto a caminhar, sem dar muita atenção a IA.
    -Se tivéssemos feito, cada dígito binário que te compõe saberia e estaria plenamente satisfeito. Mas eu não atendo a esse tipo de desejo de qualquer uma e nada do que eu vi me diz que valeria a pena.

    O avatar de Artemis parece estar numa mistura de alívio e irritação.
    [Artemis]:É o que softwares fazem pra se proteger, ei, como assim não vale a pena? - ela fica boquiaberta - BABACA! - ela diz enquanto Ace se afasta.




    @Ace escreveu:-Não se engane, meu lugar é aqui. Eu só vou para o chão para deixar as garotas mais à vontade.
    Sorrio e ergo uma sobrancelha para a Mory.

    A alien continua olhando para o cientista sem exibir reação, indiferente.

    @Ace escreveu:Me aproximo da Faye e a cumprimento.
    -Mory, não é?!
    Você parece ser a engenheira mais experiente aqui e, aparentemente, a Artemis não tem acesso ao reator então... posso te roubar do Sho por alguns minutos?

    [Mory]:Desculpe Cannon, mas eu tenho afazeres aqui na Artilharia e um tour pela nave não é um deles - ela responde de forma séria.

    Ace nota um dos colegas de sua equipe de campo se aproximando carregando uma grande caixa de metal. Iroh, o soldado





    @Lyvio:


    Orochi escreveu:-Não sei quem é Bris, e muito menos sobre os preceitos de vocês, sequer sabia da existência de vocês e também ainda não entendi porque estou entre os magos se sou um Deus. A única opção que vejo é que de algum modo em alguma classificação meus poderes foram considerados magia.

    [Sasorie]:Bris é o sobrenome da Adurna, a moça da máscara e caixa nas costas - ela diz sorrindo - Você é meio desligado hein cara hahaha.

    Orochi escreveu:-Só o que li em livros ou vi em filmes e séries, nunca estudei nada disso e meus poderes já vieram inatos a mim.

    Sasorie começa a andar pelo salão ao lado de Orochi. Diversos livros em línguas desconhecidas estão dispostos nas paredes.

    [Sasorie]:Então você é que nem eu, bem, quase que nem eu. Na Terra 5 magia da nossa terra e os poderes da 5 são coisas diferentes, mas alguns conceitos são parecidos - ela diz se virando para o herói. Orochi percebe sua fisionomia começar a mudar.

    Caninos. Pelagem, igualmente verde, sob o corpo e um rosto mais semelhante ao de um lobo.

    Metamorfose.


    [Sasorie]:Na Terra 2 a gente chama os inatos de Tocados pela magia. Muita gente acredita que a mesma magia que nasceu na Terra 2 é a que dá poderes pra vocês na Terra 5. O Sid é um dos caras que acredita na teoria, ele é o nosso líder "mágico" por aqui e ele conhece a sua mãe.

    Orochi escreveu:Mas se você em ensinar garanto que aprendo rapidinho...sou um ótimo aluno...

    [Sasorie]:Sutil você, Orochi. Sutil como uma bigorna hahahaha - ela ri diante da fala maliciosa - Como somos nascidos com nossa magia, ou poderes no seu caso, não há bem o que ensinar. E sim como reagir. Aposto que na sua Terra também existam artefatos mágicos, ou artefatos com poderes, ou estou errada?





    @ISABELMULLER:


    Atens vê além do que Perz dizia, ela via em seus trejeitos, na forma como as vezes tocava no sabre de luz alocado em sua cintura e em como seus olhos se moviam enquanto falava sobre Antares.

    Enquanto o jedi falava sobre seu objetivo de conhecimento Atens percebe como os pelos de seu braço se arrepiam, como olhava para as estrelas com um meio-sorriso: havia arrogância nesse objetivo, o jedi claramente quer dizer muito mais do que somente "conhecer as fundações da Força". Há aparentemente um objetivo específico.

    E quando o jedi fala sobre o dryad que lhe salvou Atens nota como seu corpo treme, como seus ombros se curvam e em como sua respiração muda. Culpa e tristeza, sentimentos que a Imperatriz, mesmo sendo leiga sobre a filosofia jedi, sabe que são elementos que a organização recomenda evitar.

    Atens escreveu:
    Atens- Eu conhecia cada um daqueles que foram para a Batalha e… Embora a Imperatriz sustentasse sua postura imponente por uma fração de segundos sua voz expressava pesar e seu olhar tornou-se triste instantes antes dela fazer uma breve pausa. Ao dar sequência em sua fala sua voz torna-se serena e o Jedi pode ser inspirado a um sentimento de confiança ao olha-lha. ...embora jamais me esquecerei de nenhum deles e todos mereçam reconhecimento gostaria de saber qual o nome daquele que te salvou. Por favor, diga-me quem te salvou?

    [Perz]:Alkaioz, o nome dele era Alkaioz - o jedi cita o nome do guerreiro. Um jovem mas formidável usuário de lança elétrica - desculpe não poder dar muitos detalhes da Batalha. Como a maioria dos presentes ali, não me recordo de muitas coisas. Mas esse momento, dele me salvando e a minha promessa são claros como água.

    Atens escreveu:Atens- Te vejo da mesma forma que vejo Ren e Ron, com esperança. No dia em que assumi esse cargo eu fiz um juramento e nele estava que dedicaria cada um de meus dias a buscar o melhor para o Nosso povo; e isso, Perz, é independente da linhagem a que pertençam ou da crença a qual sejam adeptos. É o que me motiva e não há mistério algum nisso. Nossos ancestrais já perderam tempo e energia demais tentando provar quem estava certo ou errado e se esqueceram do que realmente importa, eu não farei o mesmo. Devemos olhar para o passado, aproveitar aproveitar o que é bom, aprender com os erros e evoluir.

    Suponho que conhece minha história e minha família, portanto sabe que meus pais são de linhagens com pensamentos bem distintos. E, embora eles sejam diferentes sempre nutriram um profundo respeito um pelo outro, aprenderam com suas diferenças aproveitando o que havia de melhor em cada um e assim tornaram-se pessoas melhores. Vocês três representam uma amostra do futuro, não vivemos mais isolados e eu realmente espero que encontrem um caminho de respeito entre vocês porque podem aprender muito uns com os outros. Assim como eu tenho muito a aprender com vocês. Há muito o que tenho a dizer aos três e direi, assim que nos reunirmos.

    Perz não consegue evitar sorrir.
    [Perz]:Não sou mais tão jovem, não imaginei que fosse me enxergar dessa maneira. Com esperança. Confesso que meu tratamento inicial com Ren e Ron não tenha sido o ideal, até mesmo um jedi pode ter suas...desavenças.

    O jedi fecha os olhos e parece recitar algo.

    [Perz]:"Não há caos, há a harmonia". É o que diz o nosso código jedi, Imperatriz. E eu acredito que a Força está com você para garantir isso.

    Atens escreveu:Atens- Eu preciso descobrir a respeito de nossas funções e obter informações do planeta a que iremos para podermos nos preparar adequadamente. Espero que possa contar com sua ajuda, Perz. Não só o povo Dryad depende do que faremos nessa expedição, mas todos. Se falharmos todos sofrerão e não gostaria disso.

    [Perz]:Pela forma como eu já vi a Aliança trabalhando e as ações da tal Samurai Rubra, acredito que nossas principais funções não serão dentro da nave. Suspeito de que vamos saber em instantes.

    O jedi se afasta, se dirigindo a porta.

    [Perz]:Obrigado por esta conversa, Imperatriz. Meus anseios foram amenizados. Conte comigo para o que precisar - ele se despede e abre a porta.

    Sozinha novamente.





    @Nimaru Souske e @MINDGAME:


    Artilharia



    Iroh




    Ace



    Sho



    Zynar



    Brakley



    Mory


    Iroh chega até a Artilharia com a caixa de metal. Se trata de um grande espaço com canhões acoplados ao que parece ser a parede lateral da nave. Muitos engenheiros, aliens e humanos trabalham, andando apressadamente de um ponto a outro.

    O soldado reconhece um humano de seu grupo azul de campo, parece ser alguém da Terra 3.

    [Sho]:Yo baixinho, você é tipo o entregador mais bizarro que eles já mandaram - comenta o alien Meruda.

    Zynar dá um cotovelada no braço de Sho.

    [Sho]:Ai! Digo, valeu cara, satisfação. É nóis - diz enquanto ele e Brakley pegam a caixa.

    [Mory]:Olhe, Cannon. Acho que agora você deve ter a companhia que queria pro seu tour - comenta a alien deixando os dois.





    Uma mensagem surge no bracelete de todos os membros da Equipe Azul.

    Samurai Rubra escreveu:
    De: Samurai Rubra
    Para: Equipe Azul Órion
    Assunto: Briefing

    Olá Equipe Azul. Desculpem-me a demora para organizar essa reunião, novos assuntos precisaram ser tratados durante essas primeiras horas.
    Na Sala de Guerra, nossa WarRoom, faremos o briefing de missão. Levem o tempo que precisarem para se preparar, falar com quem ainda querem conversar e tirar últimas dúvidas sobre a nave. Assim que se sentirem prontos, venham para a sala.
    Assim que terminarmos essa reunião vocês partirão para o planeta desse sistema onde estamos.
    Espero que tenham tirado algum tempo para se conhecerem, o grupo de vocês é grande e ele será dividido em dois. Pensem na formação desses dois grupos, decidiremos após o briefing

    Mecanica:
    Spoiler:


    Iroh
    +1PH (Ponto Nexus)
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 4
    Pontos de poder: 129


    Ace
    +2PH (Ponto Nexus)
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 8
    Pontos de poder: 129


    Starman
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 4
    Pontos de poder: 129


    Atens
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 5
    Pontos de poder: 129


    Orochi
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 3
    Pontos de poder: 129


    Captain Britain
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 3
    Pontos de poder: 129


    O Anônimo
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 2
    Pontos de poder: 126


    Cavaleiro Negro
    Data: 12 de Abril de 2027
    Vitalidade: Ok
    Condição: Ok
    Pontos heroicos: 1
    Pontos de poder: 120

    Nimaru Souske
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    Mutante

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Nimaru Souske em Seg Jul 03, 2017 3:15 am

    Maximus escreveu:[Maximus]Por enquanto temos o equipamento padrão. Armas balísticas, armas de energia e plasma. Alguns dos agentes, aqueles que estão nas equipes de campo, tem seus equipamentos exóticos próprios. A comandante é uma entusiasta de armas brancas, então ela garantiu que tivéssemos uma boa variedade de armamentos corpo a corpo também - comenta o armeiro olhando para os rifles dispostos em uma mesa -Lembre-se de nós quando vir algo exótico lá em baixo também, podemos criar coisas novas com o que trouxer.

    - Entendido, vou me aproximar deles e obter conhecimento sobre alguns armamentos que posso não conhecer. E pode deixar que coletarei qualquer tipo de informação e material que puder para vocês aqui. Uma mão lava a outra. Mais um sorriso confiante após a fala.

    Kyra escreveu:
    [Kyra]Então cuide de permanecer sólido, soldado. Mostre a eles o potencial da Terra 3 - ela encerra a conversa se dirigindo aos dois agentes que haviam entrado no Arsenal - Dispensados

    - Pode deixar, Tenente. Minha especialidade é permanecer sólido. Fala empostando um pouco a voz. Era estranho aquela sensação que estava pelo seu corpo e afetava seus pensamentos.

    Maximus escreveu:[Maximus]:Não precisamos de nada em específico agora, mas acredito que a comandante vá chamar todo o seu grupo em breve. As notícias sobre o planeta estão voando - diz o armeiro olhando para seu bracelete.

    - Ficarei atento à qualquer chamado, Obrigado pelo aviso ^^

    Fez uma continência em respeita à fala de sua tenente e saiu até seu próximo destino.


    Chegando na artilharia, se deparou com alguns seres alienígenas, sendo algo que não costumava ver antes daquela missão. Teria que se acostumar. Ao lado daquele estranho grupo, se localizava um jovem que também estava no grupo azul de campo... talvez fosse um dos que possuísse alguma arma exótica que o Máximus se referiu.

    Após a fala de Sho e a cotovelada de Zynar, o soldado respondeu.

    - N-não tem pro-problema. M-me chamo Iroh e vim entregar essa caixa vinda do arsenal à mando da tenente Kyra. Sua voz falha um pouco no começo da frase, pois era ainda mais confuso para si ver um ser tão estranho chamando-o com este mesmo adjetivo. Prazer em conhece-los. Como é de costume, mais uma continência é feita como forma de cumprimento e fica em posição de descanso logo em seguida.

    Olha, de súbito, para Mory após feito seu comentário. Não entendera muito bem sobre o que se referia, mas decidiu ser prestativo.

    - Caso eu possa ajudar, estarei ao seu dispor.

    Esperava a resposta com uma feição tranquila. Exalava paciência.

    Ao mesmo tempo, seu bracelete emitiu um sinal de mensagem e ao ler viu que tão logo seria feito o briefing da missão, assim como a separação dos grupos, algo que ele estava esperando a algum tempo para, assim, finalmente iniciar sua missão.

    - Só receio que deverá ser algo rápido, acho que logo teremos que estar presentes em uma reunião. Não continha tom repreendedor em sua voz.


    Iroh estava nervoso.



    Lyvio
    Semi-Deus
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    Semi-Deus

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

    Mensagem por Lyvio em Seg Jul 03, 2017 8:49 am

    Orochi parece perdido até que Sasori começa a explicá-lo, primeiro ela fala que Bris é o sobrenome da druida, Orochi não tinha se atentado a conversa a esse ponto, ele arqueia as sobrancelhas com ar de surpresa e logo responde:

    -Ahhh...entendi, eu sou um pouco avoado mesmo, as vezes mesmo atento a uma conversa eu pareço estar em outro mundo! hahahaha.

    Encerrava ele com um sorriso.

    O deus ainda fica atento as informações e explicações da moça sobre a magia da terra 2 e os poderes da terra 5, e para a surpresa de Orochi talvez eles tenham a mesma fonte. Atento ele fica pensativo ao saber da nomenclatura "Tocados pela magia" e se assuta com a trandformação da moça:

    -Err...eu prefiro sua forma natural é bem mais bonita, mas eu entendi o que você quis exemplificar, já pode voltar ao normal...

    Ele parecia incomodado coma forma da moça, nunca achou interessante essas transformações monstruosas, porém a ultima parte da frase chamou a atenção dele "...ele conhece a sua mãe". Logo uma expressão de desconfiança toma conta de seu semblante:

    -Ah é...e isso a quanto tempo? Minha mãe teve um caso com o Sid no passado!?

    Mais uma vez nada sutil com sua opinião, desde o androide robô. A moça sorri falando de sua sutileza com as palavras e ações, até para flertar, o deus não se surpreende, não é a primeira vez que falam isso pra ele, mas, apesar de tudo sempre cedem, afinal, ele nunca teve muita dificuldade para conquistar as mulheres.

    Orochi sorri amarelamente e coça a cabeça com ar sem graça:

    -Sou uma bigorna carinhosa...hahaha Ele mesmo ri de sua própria piada, então continuou:

    -Sim, no meu mundo existe sim artefatos mágicos inclusive pessoas que usam magia mais diretamente, digamos assim.

    A conversa parecia interessante e ele estava vidrado não só na beleza da moça, mas também nas informações que ela tinha.

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    Re: Capítulo 1 - Por um Punhado de Justiça

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      Data/hora atual: Seg Jul 24, 2017 11:42 pm