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    Paraíso perdido

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    Leomar
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Seg Jul 10, 2017 8:20 pm

    - Trabáio? Bão... num tem muita coisa pur aqui. O pessoal na cidadi vivi mais di troca, sabe! Não tem muito pra si fazê aqui. - Nergal já imaginava. Em Verda Ero também não se trabalhavam por moedas e quase tudo era na troca ou na simples camaradagem mesmo. Mas em sua cidade natal havia fartura, e ali... não havia muita. - Trabáio bom mesmo, ou pelo menos simples, é com us comerciante da cidadi. Eles sempre precisam di gente pra trazê ou levá coisas pra Dafodil. O pobrema é que normalmente eles cobram uma taxa du entregador e, quando eles chega em Dafodil são ressarcidus com lucro. Vossa mercê naum tem cavalo, mas tem asa, talvez consiga algu com um dos mercadô.

    Eu mesmo tenho uma intrega prá fazê, mas é coisa poca, não poderia paga mais que quize kons, numa caixa qui já ta paga. É só levá e um merceeiro di lá te paga. Mas é coisa poca, como disse. Agora, tem sempre gente que paga pra aventureiro qui limpam as estrada. Nossos maió pobremas são cobras e escorpiãos. Qualque quantidade de cobra ou escorpião que voismicê traze, vivo ou mortu, ocê vende. Pur fim, se for bão com trabáio com as mão, tem a oficina do cumpade Alaor. Eles faiz di tudo lá. É um sujeito bão o cumpadi Alaor, bão de se conversá. A oficina dele é duas rua pra baixo, virando a esquerda. Se quisê falá com ele é fácil. Ô se quisê posso vê o nome dum mercadô pra vossa mercê.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Ter Jul 11, 2017 10:47 am








    - Ótimo eu pego essa entrega para fazer. Se puder transformar esse pagamento em comida e bebida será até melhor. Afinal a carga já está paga.

    Diz Nergal para o homem.

    - Quem devo procurar em Dafodil? E o que estarei levando para lá? Não será nada que poderá me matar no caminho ou explodir ou quebrar caso haja uma queda?

    "Devo ver se algum outro comerciante tem alguma entrega para fazer em Dafodil, desta forma eu a faria. Passo pelo tal Alaor e vejo se ele tem alguma mochila para trocar por algum trabalho de corte de madeira ou algo que necessite de força para ser feito. Então seguirei para Dafodil e realizarei as entregas. Lá recebo algum dinheiro e sigo para Fajr-Regno." - planejou Nergal.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Qua Jul 12, 2017 6:18 am

    O barista ainda tinha a cara de tonto:

    - Ann. Pode ser. Mas o que um anjo come? Leite, ovos, mel, pão?

    Nem aquele fulano e nem nenhum outro daquela vila pareciam perceber que Nergal era um anjo-negro. Não se sabe até que ponto isto era bom ou ruim. A entrega em questão eram apenas algumas garrafas com algo oleoso dentro, 7 garrafas, 14 quilos. Como o outro tinha dito, não era grande coisa. Bastaria entregar o pacote para um tal João que ficava numa mercearia perto do portão sul de Dafodil. O barista escreve o nome e endereço num pedaço de papel.

    Nergal depois procura os três aparentemente mas bem sucedidos mercadores da região. Com o primeiro acontece o que o dono do bar previu, ele não confiava em Nergal para lhe dar uma entrega "de graça", pois não tinha qualquer garantia que a entrega chegaria mesmo ou que Nergal voltaria com a parte dele. Mas o comerciante diz que, se quiser, ele venderia ao anjo uma certa caixa com certos produtos por 7Ж e daria a ele um endereço onde tinha certeza que tinha alguém que compraria a tal caixa por 1ЖЖ, segundo o mercador uma transação sem erros (Ж é kon de prata, ЖЖ é kon de ouro, o kon de ouro vale 25Ж). Porém Nergal teria de se virar para conseguir 7Ж.

    Spoiler:

    O segundo era também criador de cabras, chamava Alfonso, e disse que não tinha nada para entregar em Dafodil, mas que iria rumo à cidade vender leite, pois as cabras tinham acabado de produzir bem. Diz que, se tiver interesse ele poderia pagá-lo para protegê-lo na estrada, pois às vezes era roubado no meio do caminho. Se chegasse a Dafodil, conseguia vender seu leite a um preço melhor, mas às vezes vendia tudo no meio do caminho mesmo.

    Alfonso pergunta quanto Nergal cobraria para ser seu batedor até lá.

    Spoiler:

    O terceiro, de nome Tojo, era um baixinho que parecia ser mais rico que o resto das pessoas da vila. Por algum motivo ele parecia simpatizar com Nergal. Disse que infelizmente não tinha nenhum trabalho que Nergal pudesse fazer, mas que, se ambos tivessem sorte, talvez ele tivesse alguma entrega importante para receber ou fazer nos próximos dois ou três dias. Tojo diz que se Nergal quiser esperar, ou mesmo se quiser apenas passar a noite, ele ofereceria um quarto e um jantar para ele, querendo em troca apenas ouvir algumas histórias sobre os anjos, podia ser qualquer coisa: como viviam, do que gostavam, como era sua relação com outras racas... pois em toda sua vida era a primeira vez que via um anjo naquela vila. Teria visto outro só quando foi comerciar em Ajros.

    Spoiler:

    Por fim ele procura também Alaor, perguntando se teria uma mochila que poderia trocar por trabalho. De fato Alaor tinha uma mochila de lona aparentemente boa. Não era lá muito bonita, mas parecia aguentar 45 quilos de carga fácil (Alaor diz que aguentaria 60, mas Nergal tem suas dúvidas). A recepção de Alaor é meio dúbia, por um lado ele é educado e até acha que a oferta de Nergal não era ruim, por outro parece não estar tão a vontade assim.

    Ele diz que não tinha problemas em treinar aprendizes, mas obviamente Nergal não estava ali para ficar. Por fim ele diz que aceitaria que ele trabalhasse algumas horas como ajudante de seus aprendizes em troca da mochila, pedindo apenas um pequeno favor a mais, levar uma carta a Dafodil, já que iria para lá. A carta não pesava nada e era pra um primo que morava na parte segura da cidade, nada complicado nem perigoso de achar.

    O serviço (caso aceite) não era difícil, basicamente pegar peças de metal ou tábuas de um lado pra outro quando os aprendizes pedissem. Claro que os aprendizes vão aproveitar bastante desta forcinha a mais e não darão descanso, mas são só algumas horas, talvez compense.

    notas:
    Nergal não tem muita noção de preços, mas no bar o cara falou que 15Ж não era muito para fazer uma entrega de 14 quilos na cidade que estaria a quatro dias (humanos) de viagem. Mas aparentemente tudo que fosse fazer ali, pagariam pouco.
    Alaor, embora tenha concordado, ainda fica meio descontente. TALVEZ ache que a mochila valeria mais que algumas horas de trabalho, TALVEZ estivesse apenas desconfortável por negociar com um anjo.
    Caso queira aceitar tanto a oferta de Alfonso para escoltá-lo enquanto vende leite, quanto a de Tojo de passar a noite na casa dele, não tem problema, Alfonso pode vender o leite nas proximidade e ir para Dafodil só no outro dia.
    Tojo estaria disposto a te hospedar por dois ou três dias, caso resolva ficar este tempo lá, mas se vai ou não conseguir alguma coisa para você fazer é incerto. Ele também pagará só os jantares, fazendo questão de conversar muito, e a cada noite que ficar, vai querer saber mais detalhes de sua raça.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Qua Jul 12, 2017 12:58 pm








    Nergal retornou para o bar após falar com todos os comerciantes, sempre dizendo que retornaria qual fosse a sua resposta. Ele pensou durante alguns minutos e caminhou na direção do atendente.

    - Está bem eu levarei sua encomenda. Por pães, mel, frutas secas e água para 4 dias de viagem e uma boa refeição hoje é o que eu lhe cobrarei pela entrega.

    Depois ele seguiu até o homem que precisava de proteção para a sua venda de leite

    - Lhe cobrarei 21Ж, para fazer sua proteção durante a viagem porém para tal precisarei de 10Ж adiantados. Partiremos amanhã nas primeiras luzes da manhã.

    Se ele aceitar vou até o primeiro homem que cobrou 7Ж por algumas mercadorias que poderiam ser vendidas em Dafodil, claro que ele vai querer saber o que são as mercadorias e quais os perigos de portá-las. Até porque o retorno é imenso e deve ser algo que não seja lícito. Ainda se for aceito o adiantamento, Nergal vai pagar 3Ж para Alaor e cumprirá o tempo de assistente pela mochila.

    Se não aceitar, vai somente fazer o trabalho com o Alaor.

    Depois de trabalhar com Alaor, ele passará no bar, fará a refeição, pegará a encomenda e os detalhes da entrega, colocará tudo na mochila e depois ele vai até a casa do terceiro mercador onde aceitará o quarto para dormir, mas não irá comer nem beber nada. E contará para ele como era a cidade de Verda Ero, porém não irá falar sua localização nem que ela foi destruída. Saber como era a sociedade dos Anjos Negros é mais valoroso que um pernoite. Além do que irá criar uma lenda sobre a cidade perdida dos Anjos.

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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Qua Jul 12, 2017 10:14 pm

    O dono do bar pensa, depois pesa a separa as garrafas de entrega dum lado e alguns mantimentos solicitados. Ele dará uma olhada tipo "tá bom assim?" Dependendo da olhada que receber de volta, ele acrescentará algumas frutas secas a mais.

    - Possu lhe dar um odre. - diz colocando um odre de couro no balcão - Água vossa mercê podi pegá de graça no poço da cidade, o quantu quizê.

    Alfonso, o vendedor de leite de cabra, tenta negociar.

    - 21 kons? Mm, meu produto tem que ser vendido rápido, ou perco tudo, e não teria como lhe pagar. Mas posso fazer assim: Pago os 10Ж e, caso venda tudo rápido a preço baixo, lhe dou mais 5Ж, mas também volto na metade do caminho, então você não teria prejuízo. Caso cheguemos até Dafodil, mas eu venda tudo a preço baixo, lhe dou mais 9Ж, e caso cheguemos lá rápido e sem problemas, sei como vender a um preço bom, aí poderei lhe dar os 11Ж. Podemos combinar assim?

    Quando vai no primeiro mercador:

    - Não se preocupe, são apenas algumas ervas para herbanários. - Ele abre a caixa de madeira, de fato tinha algumas ervas semi-secas acomodadas e um saco de pano com algum tipo de pó. Caso pergunte ele dirá que o pó é só pra manter a caixa seca. - E tenho o nome de um herbanário de confiança em Dafodil. Aliás vou lhe dar o nome de dois dos alquim... herbanários de minha confiança. Qualquer um dos dois lhe pagará 1ЖЖ com certeza.

    Perguntando mais uma vez sobre perigos ele diz:

    - Bom... Alguns demônios não gostam muito do cheiro destas ervas. Mas com a bênção de Anĝelina você não encontrará nenhum no meio do caminho. Em Dafodil é só evitar a Necrópole: entre pelo portão norte ou portão sul, tanto faz. Ou passe voando por cima dos muros, pare numa praça, e é só procurar estes endereços e dizer que foi indicado por Gavarel... - Ele pega um pedaço de papiro para escrever, então pergunta se Nergal sabia ler em Moloke ou preferia que escrevesse em Esperanto. Só agora o comerciante parece se dar conta de que era um pouco estranho que o anjo estivesse falando com ele em Moloke - No mais o único perigo é você ser assaltado, mas isto eu não poderia prevenir de qualquer forma. Também poderia dizer para não deixar a caixa molhar, mas dizer isto num lugar seco deste é besteira, a chance de chuva é de 2% e você não parece ser nada idiota para molhar a encomenda de propósito. Também não fique abrindo a caixa, pode diminuir a qualidade do produto pela exposição desnecessária às Hélius ("sóis" de Akaŝa).

    Talvez Nergal não acredite totalmente em todas as palavras de Gavarel, mas dificilmente conseguiria tirar dele mais alguma informação.

    Já Tojo fica encantado com as histórias que Nergal conta, até insiste um pouco se ele não queria mesmo comer algo (ele não oferece nada alcoólico ou carne, embora os anjos-negros não tenham estas restrições quanto a comida ou bebida, Tojo parecia saber que anjos evitam estas coisas em particular). O quarto que ele oferece é limpo e relativamente bem aconchegante, com colchão e travesseiros macios. Tojo faz questão de afirmar que o aceitaria novamente qualquer noite que quisesse voltar.

    - Mas esta cidade que fala é maravilhosa! - de fato era, tendo Nergal floreado um pouco ou não sua descrição - Pensei que lugares assim existiam apenas no plano Celeste, para o pós-vida dos que se fizessem dignos. Mas saber que um lugar assim existe no Plano Material! Ah mestre Nergal, sua companhia e histórias muito me honram!

    A noite corre sem problemas, a manhã seguinte também.

    off: Vai querer negociar qualquer coisa com algum deles ou é só seguir?
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Qua Jul 12, 2017 10:47 pm

    Ele aceita as condições do vendedor de leite. Só faltou a mochila. Ele vai pagar os 3¥ para o Alaor pela mochila.

    Do mais é seguir a viagem com o leiteiro.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Qui Jul 13, 2017 3:45 pm

    R.Oc.

    A primeira parte da viagem é bem tranquila. Nergal faria o caminho mais rapidamente voando, mas Alfonso, apesar de não ser nem magro nem atlético, não chegava a ser lento, provavelmente motivado a vender seu produto antes de estragar.

    Ainda na vila oferecia o goale* a 2 ki-kons, já na estrada conseguia vender alguns goales a 3 ki-kons, outros a 2K, mas dizia que com sorte começaria vender a 1Ж.

    *Goale é uma medida de volume pouco menor que um litro, valia 880ml. Quando vendia para alguma mulher bonita valia 900ml pois Alfonso enchia até a borda. O ki-kon, ou kon de bronze vale 1/4 do kon de prata e pode ser abreviado como K.

    Nergal chamava atenção pela estrada. Não havia uma pessoa que não olhasse com certo estranhamento. Algumas pessoas aproximavam de vocês e outras afastavam-se. Alfonso parecia gostar daquilo, aparentemente percebeu alguns tipos suspeitos evitando o caminho perto do anjo-negro. Até oferece meio goale de leite de cabra de graça.

    - Tome um pouco enquanto ainda está fresco. Creio que com sua ajuda vou mesmo conseguir chegar a tempo. Parece que "tipinhos" tem medo de você.

    A estrada que levava a Dafodil não tinha muita coisa a se destacar. Era uma longa estrada de terra batida por anos de passos em cima dela, com alguns trechos mais danificados que outros. Não era muito movimentava, mas de tempos em tempos alguns iam ou vinham por ela. Vez ou outra um pequeno grupo acompanhava Nergal e Alfonso por breves momentos. Durante todo o dia viu apenas humanos na estrada, alguns tão feios que não pareciam totalmente humanos, mas também não encontraram nenhum demônio ou que parecesse hibrido de demônio, e nenhum outro anjo.




    Alfonso também é meio caladão e não o incomodará na maior parte do caminho. Talvez vez ou outra ele faça um comentário típico de mercador, do tipo: é bom se vender X em Y lugar, a cidade Z tem muito boas W mercadoria, dá pra se trocar V por N, etc. E caso Nergal queira perguntar alguma coisa, ele vai tentar responder.
    Não há muito que se fazer na estrada, Alfonso faz os animais que levavam seus latões de leite descansarem de tempo em tempo para não precisarem parar muito a noite. Vocês terão luz de Hélius Blua até as 22:00 horas.
    Caso queira apenas observar o ambiente ao redor em busca de possíveis problemas, jogue 2D10 com alvo 11 (qualquer soma ATÉ 11 é acerto). Caso queria tentar qualquer coisa não totalmente material (intuição, meditação, oração, pressentimento, misticismo, magia) role 1D12, sedo os maiores números os melhores resultados. Nada impede de fazer as duas rolagens.
    No mais, o cenário não é totalmente deserto: tem umas árvores espalhadas, algumas aves voando, um ou outro bicho passa dum lado pro outro na estrada, às vezes encontram alguém vendendo alguma fruta ou verdura na estrada ou numa cabana, de seis a vinte quilômetros um poço aparece no meio do caminho, e geralmente haviam mais pessoas nestes pontos... Então dá pra se fazer o que normalmente dá pra se fazer em lugares assim.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Qui Jul 13, 2017 4:26 pm








    Nergal seguia quieto sempre observando as pessoas ao redor. Chegou a tocar por duas ou três vezes na empunhadura da espada ao passar por algumas pessoas suspeitas.

    Do mais ele era, ou tentava ser simpático com os clientes de seu cliente, por vezes ele se afastava quando achava o cliente de seu cliente inofensivo.

    Quando estavam sozinhos ele perguntou ao mercador.

    - O senhor conhece bem Dafodil? O que é essa Necrópole? Fui orientado a evitar passar por lá. E o senhor conhece de ervas?

    Ele aceita um copo do leite, mas antes de beber ele para por um instante e olha tudo a volta.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Qui Jul 13, 2017 6:32 pm

    - O senhor conhece bem Dafodil?

    - Eu vou e volto de Dafodil há alguns anos, algumas vezes indo além. Para nós é o único ponto de comércio. Não é uma cidade ruim para comprar e vender, mas eu não gostaria de viver lá. Conheço bem o centro da cidade e alguns lugares interessantes, bem como alguns a evitar. Mas é uma cidade grande, e não a conheço totalmente, se é o que quer saber.

    O que é essa Necrópole? Fui orientado a evitar passar por lá.

    - A Necrópole? É basicamente toda parte oeste da cidade, chamada de Necrópole pois quase tudo é um cemitério. Daria para colocar cinco vilas como a nossa dentro daquele cemitério, e talvez ainda sobrasse espaço. Eu também não aconselharia nenhum desavisado se aventurar por lá, a menos que fosse alguém especializado em mercado negro e magias duvidosas. Se não fosse ruim o bastante, a área ainda é território dos adoradores de Ades.

    E o senhor conhece de ervas?

    - Sobre ervas? Mm, o bastante para saber quais posso comer e quais evitar, quais dão um bom chá. Aqui na Ilha dos Excluídos há muitas ervas que podem te mandar pro além-vida, então a gente sempre tem que saber um pouco. Mas não sou nenhum especialista, embora posso encontrar alguns se precisar.
    Suponto que perguntou pq ia pedir opinião sobre a encomenda:
    Alfonso dá uma olhada nas plantas da caixa.

    - Mm, chamamos de "sinal t azul", ela nasce em alguns lugares a oeste de nossa vila. Alguns alquimistas pagam para alguns dos nossos colherem para eles. Acho até que sei quem lhe deu isto, mas não me envolvo nas coisas dele. Também não faço a menor ideia de pra que as pessoas que compram a usam. Não é exatamente venenosa, mas pode dar uma diarreia forte, e também dá alergia em metade das pessoas que a comem, por isto a evitamos.

    Às vezes Nergal dava alguns voos para analisar o lugar. Conseguiu com isto evitar muitas cobras do deserto. Já quase anoitecendo ele consegue enxergar dois indivíduos suspeitos escondidos atrás de algumas árvores. Quando veem Nergal voando eles se assustam e saem no esconderijo mata a dentro. Um ainda parece pensar em atirar com arco, mas e puxado pelo outro. Certamente estavam esperando alguém roubável passar na estrada, Nergal frustrara sua primeira investida, TALVEZ eles não voltassem.

    Apesar de não ter despertado o Dom Mágico, desde a disruptura de mana ele sentia algumas energias "estranhas" no ar. Nergal começava sempre menos estas energias a medida que caminhava, porém ainda sente um pressentimento levemente ruim, como se o ar fosse ficando um pouco mais pesado.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Dom Jul 16, 2017 5:54 pm






    - Obrigado por identificar as ervas senhor, e me informar o que elas podem fazer. - disse para o mercador após ele informar o que eram as plantas.

    Nergal estava observando o ambiente e então uma sensação do tipo "vai dar merda" começa a preencher o ambiente. Então ele se aproxima do mercador e diz.

    - Sua mercadoria já foi vendida? Se não foi deveremos acelerar nossos passos até o nosso destino, existe alguma coisa que está me incomodando. E acredite quando eu digo que algo há algo de ruim próximo a nós. 

    Nergal dá o recado ao mercador e já inicia a guarda do equipamento dele para seguirem em viagem o mais depressa.


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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Sex Jul 21, 2017 6:34 am

    - Ann, bem, acho que já vendi o bastante. Fomos até rápidos, creio que eu nem precise completar o caminho. - Bastou um aviso de "perigo" para ele ficar com medo, embora realmente tenha vendido mais do que esperava. - Você pode continuar na estrada, como só tem esta, mesmo se você quisesse se perder seria difícil, é só seguir nela.

    Como combinado, ele paga parte do caminho, dando vinte e cinco moedas de cobre, no total acabam valendo um pouco mais que tinham acertado pelo meio do caminho (a de cobre vale quatro vezes menos que as de prata, então dá 6Ж1K ao invés de 5Ж).

    Pelo menos livre de sua tarefa, Nergal tem liberdade de andar (ou voar) no ritmo que quiser. Mas ele sabia "ler" algumas correntes de ar e mágicas, pois mesmo sem o Dom, isto influenciava na forma de qualquer pessoa com asa (provavelmente até os simples pássaros). Isto não fazia muita diferença em Verda Ero, pois as condições lá nunca eram tão diferentes, mas ali pareciam bem ruins.

    Se voasse baixo, talvez não tivesse muitos problemas, se arriscasse um voo normal talvez fosse desconfortável mas aprenderia como é uma zona de energia ruim. Havia também a possibilidade de fazer um pequeno desvia pela mata próxima, onde talvez as ondas mágicas não estivessem tão ruins mas ainda ficavam bem próximo à estrada para não se perder.

    off:
    Embora a situação nova seja incomum, TALVEZ não seja extremamente difícil. Se quiser continuar a pé mesmo, não leva nenhum bônus ou ônus, fora o tempo gasto, mas ainda tem água e comida por um tempo e TALVEZ estas "energias ruins" se dissipem em pouco tempo.

    Se quiser voar baixo para ter segurança, jogue só 1D12 para ver como seu corpo se adaptará a estas energias novas. Quanto mais baixo o número, mais incômodo. Se sair 1 ou 2 você achará mais prudente não forçar e ir a pé, mas mesmo se tirar baixo não leve dano nenhum, só fica cansado mesmo. Se sair 12 quer dizer que começou a perceber as energias mágicas.

    Se estiver afim de arriscar ir contra as correntes mágicas na raça, então faça teste de Vitalidade, é com 2D10

    resultados da soma:
    Abaixo de 6 você consegue perceber bem as energias mágicas, e talvez aprenda rápido como usar elas a favor do voo nas p´roximas vezes
    Abaixo de 9 você consegue voar razoavelmente sem problemas
    abaixo de 12 você consegue voar, mas com um pouco mais de dificuldade, como se estivesse mais pesado
    abaixo de 15 você até consegue voar, mas tem que fazer um esforço enorme e fica muito cansado.
    até 16 é como se estivesse numa tempestade invisível, ou como se tivesse meu bêbado. Ainda pode ir na raça, mas ficará extremamente cansado.
    17 e você terá que lutar contra as ondas que te arrastam, perderá levemente o sentido de orientação e depois de um tempo ficará praticamente impossível voar.
    18 ou 19 você começa normal, vai ficando difícil, muito difícil, até que começa ter dores de cabeça, a visão fica turva, e quando finalmente tudo passa você já não está mais na estrada e não faz ideia de quanto ou pra onde se moveu.
    20 você morre. Brincadeira, não morre ainda, mas está perdido, cansado e experimentou o que a magia tinha de ruim. Apesar de tudo ainda é um aprendizado, afinal nunca tinha sentido a magia "palpável", e já começou a sentir.

    Se preferir desviar um pouco pela mata, verá que, embora ainda não totalmente favorável, as energias ali não são tão ruins e dá para voar com certo esforço, como se o ar estivesse pesando, mas que não era nada impossível. Tipo, você consegue ir na metade da altura e metade da velocidade e comumente conseguiria, mas fica em segurança. Aí se quiser pode só seguir normal, sem teste, ou pode tanto arriscar um teste mágico (1D12) quanto arriscar uma Vitalidade (2D10).

    Obs.: não estou querendo influenciar, cada opção tem vantagens e desvantagens...
    Obs2.: Desculpe a demora, estava vendo umas coisas com os outros para ver se juntava vocês no portão sul ou oeste da cidade, mas eles tão com rolagens ruins demais, e talvez eu tenha que matar um ou dois... brincadeira, eu não mato personagem fácil assim, só deixo machucado. Mas alguns se suicidam hehe.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Sex Jul 21, 2017 8:53 am


    - Eu o agradeço senhor por ter mantido a palavra e aceito o pagamento. Mas como um amigo lhe darei um conselho, existem alguns homens de índole duvidosa que planejavam nos emboscar a alguns quilômetros atrás, se desejas voltar em segurança, aconselho a não parar e exigir um pouco mais de seus animais. Pois eles ainda devem estar assustados com a minha presença e deverão se manter afastados da estrada por algumas horas. Então siga sem paradas, pelo menos pelo restante do dia para poder se afastar da região de maior perigo.

    Nergal resolve alçar voo, mas apesar das condições muito adversas ele preferiu arriscar e voar na altitude normal que costumava voar, uma vez que a maioria das armas de arremesso ou flechas não o alcançariam, sendo atingido apenas por projéteis mágicos ou lançados por seres extraordinários que de uma forma ou outra seriam inimigos temíveis e não importaria a distância que estivesse eles iriam persegui-lo e atacá-lo de toda a forma.

    Ele inicia seu voo e apesar das previsões ele não sentiu muita diferença nem uma dificuldade extra. 

    "Estranho este lugar é muito diferente de Verda Ero em seu fluxo de mana e ventos, mas parece que para meu corpo é tão natural quanto era em casa!" pensa um estupefato anjo.

    Agora admirado pela "facilidade" com que voava e sem a obrigação de proteger ninguém, Nergal imprime um ritmo mais forte no voo tentando ganhar uma preciosa vantagem para aquela sensação ruim. Do alto ele já podia ver a cidade ainda longe e com sua visão talvez uma herança das aves de rapina, raça a qual comungava a habilidade e forma de voar, tenta ver algum acampamento ou grupo de viajantes com quem pudesse se agrupar para seguir a viagem em maior segurança, já que havia recebido o aviso de que poucas pessoas conseguiam voltar da estrada.

    Ao lembrar-se do aviso, pediu a Pyro (pela primeira vez desde que saíra de Verda Ero que fizera uma prece) que guardasse em segurança o mercador que retornava para sua cidade após vender o leite.

    "Lorde Pyro, proteja o senhor Alfonso que fora honrado e cumpriu sua parte no contrato. Que ele possa ter um retorno a sua morada em segurança, longe de bandidos e criaturas que possam roubar-lhe a vida ou causar graves ferimentos."
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Sex Jul 21, 2017 3:16 pm

    Alfonso agradece e também lhe deseja uma viagem tranquila, dizendo que será sempre bem vindo na vila, etc. etc.

    Do chão não dá para sentir muita diferença, mas no voo suas asas sentem uma energia diferente. Algo como energia estática. Os ventos não estavam fortes, e a mana branca acompanhava as brisas, até aí tudo sempre como foi. Porém havia outra mana que parecia contrária à branca, só possível de ser sentida graças a grande sensibilidade de suas penas, treinadas para "ler" o ar que passa por elas.

    Não era uma energia forte, mas era incômoda, vez ou outra fazendo Nergal se distrair ou confundir mudanças do vento, precisando corrigir sua trajetória algumas vezes. Apesar do incômodo, isto não parecia ser mais do que apenas um incômodo mesmo.

    Subindo ainda mais, a ponto do ar ficar um pouco mais rarefeito, ele consegue visualizar o que deve ser um portão para a cidade. A cidade em si estava atrás de uma neblina, e Nergal calcula que apesar de já poder ver, ainda teria uma boas horas de voo para chegar lá.

    Parecia uma estrutura imponente, embora escura e, mesmo de longe não muito agradável. Provavelmente uma entrada para a chamada "Necrópole", segundo orientação de Alfonso e Gavarel, se quisesse ir para o portão sul (evitando a Necrópole) ele calcula que deveria desviar seu voo uns 10 graus a direita, mais ou menos.

    Spoiler:
    Obs. a imagem está grande, mas você a vê bem pequena, pois a distância é considerável. Não dá para ver detalhes, pois tudo em volta é cercado de névoa, e o portão só fica visível pq era enorme. A parte na frente dele parece meio abandonada.


    Usando sua visão treinada, Nergal não encontra ninguém na estrada que estaria indo na mesma direção (embora veja um grupo voltando) mas enxerga um pequeno grupo com alguns animais atravessando uma mata próxima. Levavam duas carroças puxadas por semëks*, e parece que haviam mulheres no grupo, o que portanto era um indício que não deveria ser um grupo muito perigoso. Provavelmente, se seguissem em frente, eles iriam alcançar a mesma estrada que você estava dentro de pouco tempo.

    *Semëk é um tipo de lagarto gigante, na altura de um cavalo. Bem manso, podia ser treinado para montaria ou carga, era mais lento que um cavalo, mas mais rápido que bois. Era bem comum na região e até em Verda Ero, sendo muitas vezes caçados por lupinos. Um semëk selvagem poderia até atacar uma criança, mas precisaria estar muito acuado para atacar um humano adulto e mais ainda para atacar um anjo-negro, principalmente com asa abertas.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Seg Jul 24, 2017 8:48 am

    Nergal desce um pouco mais rápido que o normal, afinal não queria ser visto no ar pelo grupo que seguia em direção oposta a dele, pousando em fim quando estava a um quilômetro onde passa a seguir caminhando na direção deles . Talvez eles tivessem alguma informação da cidade, pensa Nergal.

    Mesmo o grupo não parecendo hostil Nergal deixa a espada destravada na bainha o que facilitaria caso fosse necessário um saque rápido, caso de fato eles não fossem uma ameaça ele iria pousar a mão na espada travando-a na bainha de maneira sutil.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Seg Jul 24, 2017 4:34 pm

    Ao se aproximar você percebe que o grupo não era tão pequeno, e também não era tão homogêneo. Ainda não dava para saber se aquilo era bom ou ruim.

    Haviam pelo menos cinco homens e três mulheres, apenas um deles tinha pele negra. Havia entre eles também um ser metade humanoide, metade equina. Nergal já ouvira história sobre os centauros e centaurinas antes, mas nunca vira um naquelas bandas. Está certo que ele nunca tinha saído para muito longe de Verda Ero, mesmo assim os poucos humanos de lá falavam que não existiam centauros na Ilha dos Exilados, que eles viviam na distante Fajr-Regno, assim como os humanos de pele negra.

    Eles pareciam bem diferentes quanto as roupas também. Alguns estavam bem vestidos, parecendo até algum tipo de nobre humano, enquanto outros pareciam miseráveis, isto se não fossem escravos, embora nenhum estivesse acorrentado.

    Pela altura não dava para ver quantos estavam armados, mas não era improvável que fosse a maioria.

    Além dos Semëks, eles tinham um cachorro de grande porte, preto. Ele caminhava na parte de trás do grupo. Cachorros eram imprevisíveis, boa parte não representava problema, mas alguns eram verdadeiras feras, principalmente os grandes.

    Aparentemente você não foi visto durante o voo e ainda tem uma distância boa de diferença entre eles.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Kether em Seg Jul 24, 2017 4:55 pm



    Nergal segue andando na direção do grupo, ele era apenas um e era um grupo numeroso, talvez alguns estivessem armados havia ainda um centauro com eles, que talvez fosse um dos seguranças para evitar que os vestidos com trapos escapassem dos nobres que seguiam com eles e havia ainda um negro que conforme havia ouvido no passado eram pessoas de Fajr-Regno. Talvez eles pudessem dizer como fazer para ir para tal continente.

    Nergal segue caminhando na direção do grupo com sua espada a amostra, mas travada na bainha e com as asas recolhidas, não que fizesse diferença, pois elas poderiam ser vistas de longe. Quando estivesse numa distância onde sua voz pudesse ser ouvida ele falaria em esperanto:


    - Olá viajantes! Que notícias trazem de Dafodil!


    Nergal estava com uma postura tranquila ao falar com o grupo.
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    Re: Paraíso perdido

    Mensagem por Leomar em Seg Jul 24, 2017 7:42 pm

    O grupo ia de sul para nordeste. Em relação ao grupo, Nergal aparece no noroeste. Como eles pareciam distraídos ou ocupados com outra coisa, alguns ficam surpresos ao vê-lo. Os que estavam à frente até levam a mão às armas, mas não as sacam.

    O primeiro a se pronunciar era um dos que estava mais bem vestido, e logo ao lado dele estava um rapaz de aparentes 15 ou 16 anos.




    - Olá! - um pouco desconfiado, mas pelo menos disposto a conversar. - As notícias que temos é que ela continua em guerra, mas estamos indo para lá justamente por que também queremos mais notícias. - o talvez nobre faz uma pausa, e acrescenta - Você não é um anjo de verdade, é?

    O tom de voz é mais de curiosidade do que de hostilidade. Aqueles rapazes porém parecem mais inteligentes do que as pessoas da vila lá atrás (não que isto fosse difícil), não apenas pelas roupas, mas também pela forma correta de pronunciar as palavras. TALVEZ soubessem boatos sobre os anjos-negros, TALVEZ apenas conhecessem alguns anjos-brancos e perceberam algo diferente em Nergal. Já era sabido que a maioria dos humanos sequer sabiam da existência dos anjos-negros ou os tomasse como lendas, e embora isto irritasse alguns líderes em Verda Ero como se fosse uma ofensa, outros até gostavam, pois era mas uma fora de serem deixados em paz.

    mais atrás deles estavam alguns humanos e humanas que não pareciam em tão boas condições, e só agora Nergal percebe que possivelmente alguns daqueles não eram totalmente "humanos".

    Spoiler:






    As fêmeas, incluindo a centaurina, estavam mais atrás no grupo, provavelmente uma atitudes dos outros protegerem-nas, o humano de pele negra também estava perto delas, assim como o "cachorrinho" que parecia interessado em outra coisa depois do grupo, mas quando Nergal aparece ele começa ir em sua direção, rosnando o mostrando os dentes, não parecia tão amigável quanto os demais (ele para junto do cara na foto, mas ainda rosna para você).







    O próximo post já pode ser no tópico " Os primeiros passos fora dos muros" junto com os demais.
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    Re: Paraíso perdido

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      Data/hora atual: Qui Set 21, 2017 9:57 pm