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    Capítulo 5 - Soldados de Rosso

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    Gakky
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    Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Gakky em Sab Jul 08, 2017 9:11 pm

    Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Quando Seleucia voltou ao espaço foi um alívio para todos, pelos menos estavam a salvo dos monstros gigantes. Rosso ainda não sabia para onde iriam, ele coloca a nave no piloto automático. Com o gerador dado pelo pai de Chui, todos os cômodos de Seleucia voltaram a ter energia e a funcionarem bem. O comandante os levou direto para o lounge e ordenou que a primeira coisa que fizessem fosse comer. Com a ajuda de todo o grupo, vocês montam a mesa, pegam as refeições, o suco e se sentam. Bloo era mais uma boca para ser alimentada agora, estava animado com a comida e foi o primeiro a comer, usava as mãozinhas pequenas,pois não sabia usar os talheres. Rosso também enfiou garfadas generosas na boca, entre elas, limpava o sangue do rosto com um lenço úmido, não demorou a dizer:

    - Comam o suficiente. Depois tomem banho, depois do banho voltem aqui parar tratarmos os ferimentos. Ah, precisam decidir quem vai ajudar o alien a tomar banho, já que é só uma criança. O esquema vai ser parecido com o de antes, Chui, Marin e o príncipe, vão tomar banho de uma vez só, já que temos três chuveiros, depois Rhaenee... Ou se quiserem Rhaenee primeiro. Tenho que falar com a princesa, preciso saber qual será a nossa nova rota. Ela deve estar preocupada também.

    Rosso deu mais umas garfadas e se levantou em direção ao comunicador, ele era o responsável pelo grupo e ainda não poderia descansar. A refeição era a de sempre: pudim de peixe. Mas mesmo assim, o príncipe comia com bastante vontade, seu suco já havia terminado e ele se ocupava em encher mais o copo. Até ofereceu para os amigos:

    - Quem quer mais suco? - Se alguém quiser, ele vai servir, em seguida pergunta - Como vamos decidir a ordem do nosso banho? Ahhh finalmente vamos poder tomar banho quente dessa vez! Acho que é melhor deixar Rhaenee ir primeiro... Sobre o Bloo, eu nunca dei banho em crianças antes.

    Marin lembra que agora podia tomar os seus remédios, sua visão pisca por alguns segundos e ele começa a sentir que poderia falhar em breve. Para todos, a comida estava ótima, principalmente porque estavam com muita fome. Chui podia finalmente descansar, tinha tirado um peso das costas depois que contou aos amigos a verdade e ninguém o havia excluído por causa do seu pai, mas será que estava tudo bem para ele? O caçador nota que a criança alien olhava para ele com os olhinhos curiosos, depois sorriu quando o caçador a viu. Bloo estava animado e agora tentava tomar o suco também. A criança sorria o tempo todos e já havia aprendido a fazer perguntas:

    - Hummm Bom... O que... É? - Perguntou apontando para a comida.

    O alien com certeza devia ter um cérebro mais avançado que de uma criança humana. O príncipe sorri satisfeito enquanto come. No final, Rosso tinha razão quando falou que o melhor tempero era a fome. Bloo depois de pegar o suco se aconchega para perto da guarda-costas. Com um pouco de ciumes, Gail também se aproxima da amiga e deita a cabeça no ombro de Ray, em seguida fecha os olhos e continua falando normalmente como se não tivesse fazendo nada demais:

    - Estou tão cansado... Vocês já decidiram quem vai dar banho no Bloo? ?





    OFF: Novo capítulo! Espero que tenham gostado do último.

    A ordem em que estão sentados é:  Gail, Ray, Bloo de um lado e Marin e Chui do outro.

    OFF2: Marin role um teste de vontade CD7, os efeitos serão sentidos apenas no próxim post, então fique tranquilo para postar nesse.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Luxi em Dom Jul 09, 2017 9:48 am

    Ray quis logo lavar o rosto e as mãos, ajeitando os cabelos desgrenhados pela primeira vez naquela confusão toda. Só assim começou a se sentir melhor.
    Aquele tinha sido o pudim de peixe mais gostoso que tinha comido na vida. Como podia ter reclamado de comer aquilo? Viu o príncipe chegar à mesma conclusão e sorriu. Algumas privações realmente o tinham feito crescer. Também tentou ajudar Bloo a comer, assumindo o papel de vez de sua tutora oficial.

    -  Pudim de peixe. Esse sabor se chama "salgado". Um dia você precisa experimentar doces. Principalmente minha querida torta de maçã. Nunca pensei que diria isso, mas ah que saudade de Duos - estava se divertindo em ensinar a criança super inteligente e se responsabilizava mais por ele. Então foi por isso que não teve dificuldade em assumi-lo para o banho também.

    - Não se preocupem, eu dou banho no Bloo. Ele já gosta mais de mim mesmo e.... - sorriu, não o enxergava como menino ou menina, apenas como uma criança. mas sentiu o rosto do príncipe encostando no ombro dela e acabou parando a fala na metade. Tinha tanta coisa para dizer, mas o que era mesmo? Do que estavam falando? É, banho. Banho e... ela ia falar algo do Marin. Olhou para Marin. Será que todo mundo achava aquilo óbvio, como ela estava absurdamente corada? - O--o Marin. Marin. Está cansado, né, Marin? - deu um peteleco na cabeça do príncipe. - Não é hora para descansar ainda. Vá dar banho no Ma.. Quero dizer. Vão tomar banho primeiro. O Marin não pode ficar muito tempo com o corpo estressado, lembra? E..e.. aposto que ele já está no limite. Podem ir, meninos, vou ficar aqui falando com o Bloo sobre a comida. Vai, vai - fez um sinal para saírem logo e não ter que lidar mais com aquela situação.

    Ela realmente esperava que os rapazes fossem na frente, então começou a puxar assunto com Bloo, meio vermelha.

    - AH, BLOO. Gostou do pudim, né? E.... e você lembra alguma coisa sobre você, pequenino? Será que já consegue conversar? Nossa, você é muito inteligente.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Pallando em Dom Jul 09, 2017 6:43 pm

    Marin ajudou na preparação da mesa para o jantar como sempre fazia, embora agora estivesse um pouco mais devagar no trabalho por que contava com apenas uma mão e também por causa do cansaço. Não era do tipo que gostasse de dormir por muito tempo ou depois de fazer qualquer coisas, mas estava realmente ansioso para poder descansar. Quando tudo estava pronto, sentou-se junto aos outros e não esperou nada para começar a comer enquanto ouvia as instruções do comandante, embora Rosso não estivesse dando nenhuma ordem que já não fosse conhecida pelo grupo. O único novo detalhe era Bloo, mas Ray logo se candidatou para o serviço.

    O jantar seguia normalmente e Marin parecia economizar palavras como sempre, embora nunca deixasse de dar bastante atenção quando chamado. Aceitou mais suco e permaneceu em silêncio, deixando todas as questões sobre o banho serem resolvidas naturalmente pelos outros. Estava mais focado na breve falha na visão que tivera e por isso lembrou-se dos remédios, o que o fez se sentir angustiado. Talvez devesse colocar mais aquele problema na conta do maldito que o havia obrigado a deixar as instalações antes que seu criador fizesse os toques finais.

    - Sim... um pouco.- Respondeu atrasado. Realmente estava cansado e seria melhor tomar os remédios o quanto antes, por isso levantou-se devagar e com medo de começar a falhar antes que pudesse chegar ao quarto.- Acho melhor eu pegar os remédios...

    Tsumai
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Tsumai em Dom Jul 09, 2017 10:39 pm

    Quando a nave se estabilizou no espaço, Rosso os levou para o lounge para comerem. Era bem verdade que Chui queria mais dormir do que comer, mas não rejeitaria qualquer alimento que aparecesse. A equipe organizou a mesa e distribuiu a comida, pudim de peixe, entre todos, e passaram a comer. Chui dava garfadas generosas, e só ali percebeu o quanto estava faminto. Era bom ter algo com o que se ocupar, mas não disse nada sobre o banho do Bloo, pois assumiu que Ray tomaria a responsabilidade para si diante da natureza da relação dos dois. Bloo também parecia bastante esperto, fazendo perguntas como uma criança normal faria, mas numa idade muito menor e num tempo de aprendizado mais rápido. O caçador lançou a ele um olhar q viu o sorrisinho gentil da criança, que acalmou um pouco mais os temores e pensamentos de Chui, que respondeu com um sorriso sincero.

    Decidiram que iriam tomar banho primeiro, os homens, e que depois Rhaenee cuidaria de Bloo. Antes de seguirem - e depois de uma cena quase íntima de Ray e Gail - Chui pediu ao comandante:

    - Senhor, eu gostaria de falar com Ashanti antes de dormir, se possível.

    O caçador instintivamente levou a mão até o peito, onde estaria pendurado o colar com a holografia da irmã, mas se lembrou que o Chacal não a devolvera. Não sabia bem o porquê, mas isso o fazia sentir mais ódio ainda daquele homem, e também um vazio inexplicável, como se estivesse sozinho. Sentiu sua espinha gelar e os pelos do corpo arrepiarem; estava um pouco tonto, mas fechou os olhos, respirou fundo e tomou controle da situação. Ao ver que Marin estava exausto, temeu que ele também pudesse perder o controle, mas confiou que as coisas dariam certo. Depois da resposta de Rosso, Chui acenou para Bloo e seguiu para o banheiro Gail e o evo, um olhar fixo e distante que perduraria por algum tempo.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Gakky em Seg Jul 10, 2017 11:39 am

    Bloo prestava atenção em todas as explicações de Rhaenee. Seus olhinhos pareciam gravar cada informação, e deviam mesmo, pois cada vez mais rápido, aprendia coisas novas. O evo estava calado como de costume, embora estivesse sentindo várias reações que não contava ao grupo ainda. O caçador também parecia em silêncio, mais do que o normal. Quando o príncipe deitou no ombro da guarda-costas, ela começou a ficar corada e nervosa. Sem saber o que fazer direito, falou algumas coisas estranhas e deu um peteleco na testa de Gail. Sua sorte era que o evo e nem o caçador haviam prestado atenção ao seu rosto corado, aqueles dois pareciam bem distantes da mesa. Entretanto, o garoto nobre arregalou os olhos ao ouvir o que a amiga dizia, mas depois suspira desanimado.

    - Que? Ai... Você está sempre me machucando... Eu só queria descansar um pouco... - Reclama - Você gostou mesmo de cuidar do Bloo...

    Ele se levantou para ir tomar banho e esperou os amigos. Notou que Marin parecia um pouco abatido e ficou preocupado. Chui também se levantou para irem, porém parou perto do comandante e fez um pedido. Rosso estava ocupado com o datapad, mas sem olhar para ele, respondeu:

    - Sim, pode sim. Não estou conseguindo contato com a princesa... Ela não chegou a mandar o código de comunicação... Parece que vamos ter que esperar de qualquer forma.

    Os rapazes haviam saído do lounge, Rosso parecia ocupado com seu datapad (Chui e Marin ir para cena seguinte). A criança alien olhava curiosa para a guarda-costas e guardava cada palavra que ela dizia. E logo responde as perguntas dela:

    -  Sim! Gostei!

    Ele fica pensativo com a segunda pergunta da garota e seu rosto parece confuso. Ao observá-lo mais atentamente, Rhaenee percebe que a criança estava usando uma roupa, não uma roupa comum, mas era como uma segunda pele, da cor do alien. Dava para ver em seu pescoço o colarinho da vestimenta.

    - Eu não... Lembro... - Em seguida abraça Ray e diz - Ray! Minha mãe...

    Sem os rapazes, o lounge parecia mais calmo. O comandante de onde estava, observava a conversa dos dois, ele franze as sobrancelhas preocupado e pensativo. Apesar de ter limpado seus ferimentos, ainda dava para ver que tinha sido bastante agredido, mas sempre apresentava uma postura impecável, e nem parecia estar sentindo dor. Ele não demora a fazer um comentário com a guarda-costas:

    - Não sei o que faremos com essa criança, mas é bom ver que alguém está cuidando bem dela. Se dependesse daqueles garotos... Não tive a sorte de ter mais mulheres no grupo.

    Rosso alonga os braços para cima e deita a cabeça para o lado, estalando. Depois encara a guarda-costas e diz:

    - O plano é ir até o esconderijo da princesa. Chegando lá, já decidiu o que vai fazer? Não é uma época sensata para ser uma guarda-costas e nem um soldado. Mas você é bem vinda se quiser lutar conosco, como uma militar. Quero reunir um grupo para se infiltrar no castelo Arkadia, deve estar lá novo e falso rei. Com a ajuda do exército e o dados que conseguimos, acho que temos chance de vencê-los. Depois da batalha, poderia seguir a carreira militar. Eu te daria ótimas recomendações.

    ---> Cena (Marin, Chui)

    Os rapazes saem do lounge em direção ao corredor, vocês vão para os quartos, pegam suas roupas e a tolha. Marin vai em direção aos seus remédios, dentro do seu quarto, mas antes que pudesse tomá-los, quando está com a caixa de cápsulas em mãos, sua visão pisca e ameaça a falhar. Em seguida se sente tonto, tudo ao redor começa a girar até que finalmente para. Porém algo não estava normal. Marin não consegue se lembrar do que está fazendo na nave, ele não entende o que é a caixa de cápsulas em suas mãos, e não reconhece o rapaz de cabelos prateados que estava no corredor e o dirigia a palavra:

    - Marin? Por que está parado? Não perde tempo não, vem logo. Quanto mais rápido formos, mais rápido o comandante vai nos deixar dormir.

    Chui ouve a conversa no corredor entre o príncipe e Marin quando sai de seu quarto. Gail carrega sua toalha pendurada em um dos seus ombros, nos braços segurava as roupas limpas que iria usar. Ele olha para o caçador e comenta:

    - Por falar naquele comandante... Agora ele só me chama de príncipe... O que há de errado com ele?

    Marin também não consegue reconhecer Chui, quem seriam essas pessoas? Mas lembrava vagamente do rosto de uma garota de cabelos castanhos.




    OFF: Marin você falhou no teste, mas pode rolar novamente vontade CD 7 até resistir. Se resistir, pode postar como se tivesse resistido.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Tsumai em Seg Jul 10, 2017 4:15 pm

    - Obrigado. - Chui agradeceu a Rosso pela oportunidade, depois seguiu para seu quarto pegar roupas e a toalha.

    Enquanto buscava suas coisas, ficou refletindo o que falaria para Ashanti, e se deveria tocar no assunto da descoberta de seu pai biológico. Talvez fosse melhor apenas dar notícias de que estavam bem e saber como ela estava, e deixar para dar as notícias pessoalmente. Por outro lado, tinha medo de ela saber pela boca do próprio Chacal, uma vez que ele pareceu muito interessado em demonstrar alguns sentimentos, mesmo que pouca coisa. Além do mais, ele sabia onde encontrá-la, e já havia a visto antes, então pensou que havia chances de ele ir até ela novamente. De todo modo, decidiria isso depois, quando fosse ligar para ela. Saiu do quarto de volta para o corredor.

    Viu Marin ali parado, mas inicialmente imaginou que estivesse cansado, sem contar que o fato de ter arrancado sua própria prótese da mão tivesse tido algum efeito, então não se preocupou muito com isso. Virou-se para Gail e respondeu:

    - Bom, acho que depois da sua fuga da nave ele queira deixar as relações unicamente profissionais... melhor tentar conversar com ele.


    Chui já ia seguir o corredor para o banho, quando percebeu que Marin ainda estava parado, e com um olhar estranho. O caçador teve um estalo e se lembrou de que poderia ser mais um dos ataques de memória do evo, então logo avisou ao príncipe:

    - Gail, melhor chamar o Rosso, é possível que Marin esteja tendo outra crise. - Chui se aproximou do evo lentamente e tentou conversar com ele. - Marin, ainda está aí? Sou eu, Chui, tá me ouvindo? Marin...?

    Era difícil interagir sem saber com quem estava falando, mas resolveu arriscar assim mesmo.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Luxi em Seg Jul 10, 2017 8:57 pm

    - Ele me escolheu e além do mais eu não confio em vocês para cuidar dele - resmungou de volta para o príncipe e voltou sua atenção para o pequeno alien. Era muito inteligente, e acreditava que em alguns dias já poderiam conversar de igual para igual, praticamente. Era muito impressionante. - Mãe? Eu? Ele entende o conceito disso? Ah! Ele deve ter ouvido a gente falando isso - abraçou de volta. - Ficou feliz em cuidar de você o quanto for necessário, Bloo! hmm...e agora, acho que vou te empresar alguma camisa comprida minha ou roubar do Gail. Vai parecer um vestidinho. Mas serve por enquanto, né? Pelo menos até lavar essa outra...  - falava meio sozinha, meio com Rosso.
    - É que eu gosto de crianças. Sempre quis ter irmãos em uma família grande!   - justificou, mas o comandante tinha uma nova proposta a contar.

    A garota ficou pensativa, imaginando o plano em ação e também o que gostava de fazer.
    - Quero ajudá-los a retomar Primus e restabelecer a ordem. Precisamos trazer a família real de volta ao poder e só então eu vou conseguir pensar nisso. Com os últimos acontecimentos eu acho que... a melhor coisa para mim é tentar seguir uma carreira focada e certa. Acho que eu nunca mais vou conseguir ter um emprego normal. Agraço pelas recomendações, mas peço sua ajuda somente para poder retomar meus estudos na academia militar. Quero percorrer um caminho normal, como qualquer soldado. - sorriu e ficou um tempo olhando para as grandes janelas da cozinha.    - Quando tudo isso acabar, Gail não vai mais precisar de uma guarda-costas. Não alguém como eu, sem a qualificação oficial. Ele deve se casar e assumir a aliança de Duos e Primus. Lá, será visado de verdade como um alvo de inimigos como vemos aqui. Não fará mais sentido esse meu emprego. Não quero esperar isso acontecer, eu quero já estar trilhando meu caminho. Vou me desafiar e ver até onde consigo ir como militar. Depois, quero tornar a ver Lana e mostrar a ela que podemos ser fortes e bem sucedidas. - fez um sinal de positivo.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Pallando em Seg Jul 10, 2017 10:15 pm

    Depois de se levantar, Marin seguiu com Chui e Gail para fora do lounge. Os passos do evo eram rápido e passavam a impressão de que estava com pressa, embora ele nada dissesse para não alarmar os outros atoa. Chegando no quarto, deixou para pegar as roupas e a toalha para depois e foi diretamente para onde sempre deixava os remédios. Sentia o cansaço e todo o resto, mas o que mais lhe incomodava no momento era o medo de que algo saísse de seu controle. Conseguiu apanhar a caixa com as cápsulas e então sentiu algum alivio, porém sua visão voltou a falhar. Sentiu-se tonto e imediatamente tentou resistir, tomar o remédio mesmo que já fosse tarde, mas não conseguiu.

    Ficou extremamente nervoso durante a tontura, quase desesperado, e então tudo parou de girar. No instante seguinte o evo não se lembrava nem o razão de estar segurando o recipiente com o remédio. O que era aquilo? Seus olhos foram da caixinha em sua mão até seu braço direito. Aquele nervosismo que sentia sem nem mesmo saber o porquê somente cresceu quando não encontrou antebraço algum, apenas alguns restos de metálicos de alguma coisa que aparentemente fora quebrada por meio da força. Por que não tinha o antebraço direito?

    O evo soltou o recipiente e passou a mão sobre a parte de metal que ainda restava no cotoco. Em seguida olhou ao redor completamente angustiado, sem conseguir reconhecer o lugar ou qualquer um dos objetos nele. Voltou a si quando ouviu o nome Marin ser dito com tom de dúvida, então olhou a frente para encarar o rapaz que estava no corredor. Não fazia a mínima ideia de quem ele era ou de que besteiras estava falando, e estranhou bastante a situação pois o jovem agia como se o conhecesse. Ficou irritado com aquilo e deu um passo a frente, mas parou quando ouviu outra voz no corredor.

    Era outro jovem que apareceu falando como se continuasse uma conversa com o primeiro rapaz. Mais uma vez o evo não fazia ideia sobre o que estava sendo conversado. Olhou de um para o outro e esforçou-se para lembrar deles, entretanto apenas constatou que não conhecia nem a si mesmo. Não se lembrava de ter estado em outro lugar antes dali. A única memória que tinha era o do rosto de uma garota de cabelos castanhos, e nem isso era totalmente claro em sua mente. Ficou em pânico depois de pouco tempo.

    Novamente voltou a prestar a atenção aos dois jovens quando ouviu Marin e "crise", mas preocupou-se mais com a parte de chamar alguém. Logo o segundo rapaz começou a se aproximar lentamente, voltando a chama-lo pelo nome Marin. O evo estreitou os olhos e recuou um passo... Chui? Não conhecia ninguém com esse nome.

    No inicio o evo tivera a intenção de atacar os dois e tentar força-los a dizer algo que fizesse sentido, mas o jovem que se aproximava o fazia com calma, andando bem devagar e claramente tentando se comunicar de maneira pacifica. Parecia entender sua confusão, então ou ele realmente não era um inimigo ou sabia fingir muito bem.

    - Não se aproxime.- Disse com um tom de voz carregado de raiva e levou a mão até o cabo da espada logo em seguida. Não sabia que arma era aquela ou se sabia usa-la, mas seu reflexo agiu sozinho. Sentia um cansaço inexplicável e tinha quase certeza que havia apanhado no rosto, mas o desespero de antes já começava a desaparecer. Agora estava começando a encarar a situação com mais frieza, só restava saber com quem estava lidando.- Se der mais um passo, eu te mato... Quem é você?

    Gakky
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Gakky em Ter Jul 11, 2017 1:24 pm

    ---> Cena Corredor (Marin, Chui)

    O caçador responde a pergunta do príncipe sobre o comandante, mas antes que ele tivesse tempo de responder, algo acontecia de estranho com Marin. Quando Chui fala ao príncipe sobre chamar o comandante, ele estranha um pouco e lança um olhar para Marin. Em seguida responde:

    - Não precisamos chamar o comandante, Marin é nosso amigo. A gente resolve isso... Ele não nos faria mal...

    O caçador tentava manter uma conversa com o evo. Porém Marin se sentia muito desorientado, ele tenta se lembrar, mas nada vinha a sua mente, nada mesmo. Exceto o rosto da garota de cabelos castanhos. Aqueles dois rapazes não lhe pareciam com nada familiar. O evo se sente ameaçado e faz perguntas intimidadoras os dois. Gail fica supreso quando o vê ameaçando Chui de morte, então responde:

    - Matar? Por que nos mataria? Somos amigos! Isso é só uma crise, você perdeu a memória, mas vai passar. Logo vai se lembrar de tudo. Estamos indo tomar banho para depois descansar, tivemos uma luta difícil com uns bandidos, por isso você está cansado e não consegue se lembrar. Para que segurar essa espada? Eu e o Chui nem estamos armados. Vamos logo tomar banho, depois você se lembra da sua memória, não vamos perder tempo, não é Chui?

    Gail parecia levar tudo na tranquilidade, o que era até estranho, mas o príncipe não parecia acreditar que o evo os machucaria e não não estava afim de chamar o comandante ali. Marin percebe que os dois rapazes carregavam toalhas e roupas. O príncipe lança um olhar ao caçador e espera por uma reação dele.

    ---> Cena Lounge (Ray)

    Bloo olha para Ray tentando entendê-la, também olha para o comandante algumas vezes. Quando Ela fala o nome de Gail, a criança sorri e diz:

    - Gaiooo! Onde tá Gaio?

    Em seguida pegou um copo vazio e começou a brincar com ele, fazendo alguns batuques e as vezes o mordendo. Rosso ouvia as palavras da guarda-rosta e não demora a responder:

    - Um emprego normal? - Rosso ri um pouco, depois se acomoda mais no sofá - É, um emprego normal realmente não é para você. Parece que temos algo em comum, a família Arkadia está sempre influenciando as nossas vidas. Quando eu fui para academia, eu tinha sete anos. Foi uma generosidade do Rei, meus pais faleceram protegendo a família real. E no entanto aqui estou eu dando meu sangue para protegê-los.

    Rosso senta com uma postura melhor e diz a encarando:

    - Você é um bom soldado, Rhaenee, é estará fazendo uma boa escolha, retomar sua carreira é algo sensato. A melhor carreira para se seguir é a militar, se quer um salário garantido para toda a vida. Mas realmente está tudo bem para você não ser mais a guarda-costas do príncipe?

    O comandante não espera ela responder, ele se levanta e solta uma riso discreto que parecia mais um suspiro. Ele se move até as janelas e as fica observando quando diz:

    - Acho que somos mais parecidos do que pensamos.

    Bloo parece prestar atenção a conversa toda, mesmo com os olhinhos um pouco confusos. De repente ele arremessa o copo para longe e ri em seguida.  




    OFF: Marin pode rolar novamente CD7, se passar resistiu...
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Tsumai em Qua Jul 12, 2017 9:40 am

    Chui arregalou os olhos diante da resposta de Gail. Ou ele estava realmente muito tranquilo e confiante ou estava sendo absurdamente ingênuo de pensar que estava livre de qualquer problema com Marin quando ele perde a memória. Fosse o que fosse, ele tinha ótimos argumentos contra o evo, mesmo para um desconhecido. Chui resolveu entrar na roda, então ergueu as mãos em sinal de rendição avisando:

    - É, estamos desarmado. Marin, você pode não se lembrar, mas o que Gail... ele fala é verdade. Somo amigos, e estamos apenas indo tomar banho. Esse frasco aí na suas mão é apenas para evitar suas perdas de memória, não iremos fazer mal a você, não se preocupe.

    Chui não tinha a mesma tranquilidade que Gail, mas esperava que o complemento às palavras do príncipe resolvessem o problema, apenas precisava que o evo tomasse os remédios, ainda que achasse difícil de acontecer.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Luxi em Qua Jul 12, 2017 11:47 am

    Rhaenee ouviu o comandante com atenção. Será que suas suspeitas estavam certas? Ficou surpresa pela declaração dele e começou a achar que aquela era uma confissão silenciosa sobre seus sentimentos em relação à princesa. Se fosse isso, seus problemas seriam ainda maiores, pois não havia como um plebeu "qualquer" ter qualquer relação com a líder da Aliança.

    Ela não queria viver uma vida à espera de alguém, muito menos aquém de seu potencial simplesmente para se agarrar a uma perspectiva falsa. Por mais que sentissem amizade e carinho um pelo outro, Gail e Ray nunca poderiam ficar juntos pelas leis universais. Além disso, Duos poderia se sentir ofendida pela desfeita e causaria problemas muito além de um coração partido. Suspirou também.

    - Comandante... teve que fazer uma escolha também? - desviou o olhar para pegar o copo do chão e colocá-lo em um lugar alto (eu assumi que não é vidro hehe) e tentando substituir por outro objeto da mesa - - Você se arrepende? Gostaria de me ver tentar diferente? - era um tiro no escuro, mas queria dizer exatamente aquilo que o comandante podia entender. - No fim, nós dois sabemos que é impossível, não é verdade? Desculpe se... eu entendi errado. Não direi nada aos outros.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Pallando em Qua Jul 12, 2017 5:04 pm

    O evo ouviu o primeiro rapaz sem alterar a expressão facial, mas estava surpreso com a confiança com que ele dizia as coisas como se fossem inquestionavelmente verdades. Logo depois, o outro jovem falou em apoio ao primeiro, reforçando o que fora dito e acrescentando a informação sobre o frasco. Os dois realmente estavam desarmados e carregando toalhas, além de que era difícil imaginar que um inimigo tentaria engana-lo com uma história estranha daquelas. O evo realmente não estava esperando uma explicação que soasse tão ingênua, e também por isso ainda não sabia dizer se aquelas pessoas eram amigas ou inimigas.

    Com cuidado e sempre tentando manter os dois em seu campo de visão, o evo abaixou-se devagar e recolheu o frasco de remédio do chão, sem sequer cogitar tirar a mão do cabo da espada. Não seria tolo o suficiente para baixar a guarda depois de ouvir apenas uma historinha daquelas. Depois, encarou os dois jovens como se os analisasse. Estariam dizendo a verdade? Mais uma vez, o evo esforçou-se para tentar se lembrar de algo e perceber que podia confiar neles, mas continuou sem se lembrar de nada.

    - É óbvio que não acredito em vocês.- Não acreditava na história, mas até então não tinha certeza de nada. Era muito difícil manter uma postura firme e confiante quando não sabia nem o próprio nome.- Quero saber que lugar é esse... vou começar a andar agora. Não tentem se aproximar de mim.

    Atacar dois jovens desarmados e pacíficos, ao menos sem provocação, iria completamente contra a natureza do evo. Não tinha motivo para querer machuca-los, embora já esperasse que um dos dois fosse lhe dar uma razão para isso em breve. Seria difícil soar ameaçador tendo apenas um braço e com o rosto ferido, mas instintivamente sentia-se confortável ao ser subestimado por ter aparência inofensiva.

    O evo começou a andar para fora do quarto e tinha a intenção de seguir pelo corredor. Isso exigiria muito cuidado, pois os dois rapazes também estavam no corredor e poderiam revelarem-se inimigos quando estivessem mais próximos. Sua mão ainda estava no cabo da espada como um sinal de ameaça.

    OFF:
    Falhei de novo moço!
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Gakky em Qua Jul 12, 2017 9:51 pm

    ---> Cena Corredor (Marin, Chui)

    O príncipe e o caçador tentavam convencer o evo de que ele tinha perdido a memória, que eles eram amigos e que tudo ia voltar ao normal em breve. Porém Marin continuava estranho e para piorar não tirava a mão de sua espada. Gail o observa confuso enquanto ele pegava a caixa de remédios do chão. Em seguida, Marin responde que não acreditava neles e ainda faz uma ameaça. O príncipe lança um olhar perdido para Chui, em seguida diz:

    - Eu não sou um mentiroso, sou um príncipe de palavra. Depois que você recuperar as memórias, vai saber. Mas tá... Já vi não podemos descansar ainda - Boceja e continua - Pode andar, isso aqui é a nave Seleucia. E onde você estava era o seu quarto. Se quiser eu te apresento os cômodos, podemos começar pelo banheiro, ai aproveitamos para tomar um banho, aposto que quando entrar debaixo do chuveiro vai se lembrar de tudo, é relaxante, depois pode continuar sua exploração sem problemas, não é Chui?

    Gail olha para Chui e pisca com um dos olhos quando Marin não estiver olhando. Ele não vai impedir o evo de andar, mas fica o observando curioso. (Teste de percepção CD7 se quiser notar a piscada do príncipe)

    ---> Cena Lounge (Ray)

    Rhaenee e Rosso tinham uma conversa um pouco estranha no Lounge. Ela ouvia seu comandante e começava a teorizar algumas coisas, mas em seu coração sabia que era impossível ter algum relacionamento com o príncipe. A guarda-costas se pergunta se o mesmo não teria acontecido com Rosso. Enquanto ela recolhia o copo do chão, fez algumas perguntas ao comandante. Rosso não se move de onde está e continua observando as janelas. Depois de um tempo em silêncio, ele responde:

    - A vida é feita de escolhas Rhaenee. Mas há algumas que não podem ser escolhidas, a sociedade as torna fixas. Entende? Não é como se eu tivesse escolhido. Então não há do que se arrepender quando a opção não era disponível.

    Ele então se vira e lança um olhar para Rhaenee, parecia pensativo e o seu olhar estava longe.

    - É difícil não é? Mas pode acabar descobrindo que só de estar perto é o suficiente. Com o tempo, eu já não confiava nos outros para fazer o meu trabalho. Então escolhi tudo que era possível. Embora ser comandante não fosse tão possível, mas era a melhor forma de proteger meu objetivo. Me sinto satisfeito com a minha escolha. Mas teria sido mais sensato me afastar. No entanto, eu sei lidar com meus sentimentos. Nunca desejei algo a mais, eu sempre soube o meu lugar. Meu único arrependimento foi não ter notado a armação e ter aceitado a missão. Jamais deveria ter modificado tanto o caminho que eu focava. Mas agora sei que posso voltar ao meu objetivo quando chegarmos ao destino que planejo.

    Rosso senta no sofá e completa:

    - A questão é que cada um sente de uma forma diferente, alguns precisam se afastar para serem felizes. Outros aceitam seu destino e já se sentem realizados só de estar perto, no meu caso, garantir sua segurança já é o suficiente. Eu te entendo Rhaenee, mas não somos únicos. A família Arkadia possui um tipo de dom que atinge todos ao redor. Não sei o que é, talvez o modo apaixonado de serem tão teimosos e imprevisíveis, e ao mesmo tempo sabem ser justos. É claro que não conheço o príncipe para saber se é a mesma coisa. Mas a pergunta é, Rhaenee, confia mesmo que outra pessoa faria o seu trabalho melhor?

    O comandante suspira, Bloo vai até ele curioso. Mas quando Rosso olha para o alien, ele sai correndo até Ray, estava tímido. O comandante ainda lança algumas palavras a garota:

    - É a primeira vez que comento algo assim com alguém. Esse conde me paga, me mandou junto com um soldado que me fez falar da vida pessoal.

    Depois falar, Rosso ri cansado.





    OFF: Marin pode rolar novamente CD6 dessa vez, já que esta há um tempo em contato com pessoas de sua memória, isso ajuda a se lembrar.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Tsumai em Qui Jul 13, 2017 3:43 pm

    Chui ainda estava embasbacado com a aparente tranquilidade de Gail frente ao problema com Marin. Porém, essa atitude estava dando muito certo, e pela piscada que o príncipe deu para ele, tudo fazia parte de alguma plano. Chui então resolveu tentar agir naturalmente, mas permitindo que o evo se movimentasse livremente e se esforçando para não parecer suspeito ou ameaçador; evitava fazer movimentos bruscos e ameaçadores, andando sempre à frente.

    - Sim, sim claro. Fique à vontade, olhando com calma, você vai acabar se lembrando...

    Chui estava com certo medo. Já viu as capacidades de combate de Marin e sabia muito bem o quanto ele poderia ser violento...
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Pallando em Qui Jul 13, 2017 6:51 pm

    O evo estreitou os olhos depois de ouvir sobre a posição dos dois rapazes perante sua decisão de andar livremente por aí. Mais uma vez ambos mantiveram a postura pacifica e deram a entender que não tentariam impedi-lo, o que foi um pouco surpreendente na verdade. Esperava que, se os dois o estivessem enrolando, contariam outra mentira na tentativa de segura-lo ali, mas não foi o que fizeram. Marin, como eles o chamavam, teve muito cuidado ao andar perto dos jovens e caminhou sem nunca lhes dar as costas, ao menos até se distanciar um pouco.

    Depois de alguns poucos passos, o evo diminuiu a passada e voltou a olhar para os dois. Queria que eles se revelassem inimigos logo, pelo menos assim teria a resposta para "será que posso confiar neles?", mas ambos pareciam determinados a continuar com aquele joguinho. Talvez realmente fossem apenas dois jovens que não sabiam de nada, porém, seria um erro julga-los tão rapidamente. Não conhecia a real força daqueles dois, mas imaginava que se fossem inimigos fortes já teriam tentado algo.

    - Essas cápsulas...- Disse depois de tirar a mão do cabo da espada e pegar o frasco que havia recolhido e guardado consigo. Chacoalhou o recipiente e o analisou como se mais uma vez tentasse se lembrar de algo. Nenhuma memória voltou. Então o evo parou de andar e olhou para o segundo rapaz.- É para evitar perdas de memória. Foi o que você disse... então não vai ter problema se você tomar, certo?

    Era aquele o momento. Assim que eles não pudessem mais esconder o que de fato era aquele "remédio", logo depois de um deles ter tentado induzir o evo a toma-lo, eles com certeza se relevariam. Eram em dois, mas haviam apelado para a enganação ao invés do combate, então talvez não fossem combatentes, e além disso estavam desarmados. No momento em que o rapaz se recusasse a tomar o que provavelmente era um sonífero ou droga do tipo, o evo pretendia soltar o frasco e sacar a espada para tentar eliminar aqueles dois.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Luxi em Qui Jul 13, 2017 8:06 pm

    Rhaenee nunca tinha parado para pensar daquela maneira. Achava que o fato de fingir não gostar ou negar isso para si mesma era seu maior problema, mas entendia agora que mesmo que ela não quisesse pensar no melhor para Primus em primeiro lugar, não poderia fazer nada sobre isso.

    Será que estar perto era o bastante? Era por achar que não que começou a ficar um pouco mais confiante e que queria vencer todos aqueles obstáculos para que finalmente pudessem voltar às vidas normais... mas agora tinha essa realidade jogada por Rosso de que não havia uma "vida normal" para alguém da realeza. Tinham realmente que saber "seu lugar".

    Então o comandante lançou uma pergunta difícil. Deixaria que outra pessoa cuidasse do príncipe? Não quis nem confiar aos amigos a proteção de Gail nas últimas aventuras, quem diria um completo estranho... Mas queria ficar presa a ele como Rosso era à princesa? Era uma escolha um tanto triste, que amarrava seu coração. Era difícil saber até onde aquilo tudo era egoismo.

    - Eu... não sei. - respondeu desanimada, amparando Bloo em seguida. Havia muito mais em jogo do que apenas vontades de uma adolescente. - Vou pensar em tudo que me disse, comandante. Obrigada.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Gakky em Sex Jul 14, 2017 9:16 pm

    ---> Cena Corredor (Marin, Chui)

    Gail e Chui tentavam parecer tranquilos , porém o evo ainda desconfiava que fosse um tipo de joguinho para enganá-lo já que estavam desarmados. O que veio a seguir surpreendeu o príncipe. Marin sugeriu que eles tomassem suas pilulas para testar que eram inofensivas. Gail lançou um olhar para Chui, em seguida pegou o frasco da mão do evo e disse pensativo:

    - Faz sentido... Se é para memória, não pode me fazer mal, certo? - Diz olhando para o caçador.

    O príncipe tirou uma cápsula do pote e a levou até a boca, colocou em cima de sua língua e fechou os lábios. Em seguida fez um movimento como se estivesse a engolindo. O evo observa a tudo, mas antes que pudesse fazer alguma coisa, sua visão começou a falhar e seu corpo sente uma forte fraqueza. Sem forças nas pernas, Marin cai no chão, tudo girava ao seu redor até que sua consciência apaga. O príncipe fica preocupado, abre sua própria boca, tira rapidamente a cápsula de dentro dela e a joga no chão. Em seguida se aproxima do evo desmaiado e tira a espada dele de perto.

    - E agora? Será que ele está muito mal? - Gail olha para Chui e continua - Eu tentei mentir como você fez com os bandidos. Não sei se ele ia descobrir que não engoli aquela cápsula, não sei se faz mal para humanos. E eu não queria arriscar dar mais um trabalho para Ray, caso eu passasse mal por causa disso.

    Marin começa a recobrar a consciência, ele abre os olhos devagar e vê Gail agachado ao seu lado, também vê o rosto de Chui. Dessa vez, o evo os reconhece, embora ainda se sentisse um pouco fraco.

    ---> Cena Lounge (Ray)

    Rhaenee ouvia tudo que o comandante tinha a dizer e ficou pensativa, desanimada, ela respondeu que iria pensar. Será que deixaria uma pessoa desconhecida cuidar da proteção do príncipe? Será que um guarda homem seria mais eficiente? E a princesa Amelie, ela se preocuparia com Gail como ela mesma? Rosso apenas a lançou um olhar quando ouviu sua resposta.

    Bloo queria explorar o lounge, tudo era novo. Então ficou perambulando pelo cômodo e cutucando tudo que via. De repente algo os pega de surpresa, uma ligação tocava no comunicador, era a princesa. O comandante atendeu com urgência. Logo o rosto dela apareceu no visor flutuante, parecia preocupada:

    - Comandante Rosso! Estou preocupadíssima! Liguei ontem, mas ninguém atendia. Onde está o meu irmão? O que aconteceu?

    A princesa procurava com o olhar por Gail e franziu as sobrancelhas ao ver Bloo. O alien se aproximou da tela curioso, mas receoso. Puxou a mão de Ray para o levasse até a tela. Rosso não demorou a responder:

    - Princesa! - Rosso se levantou e fez uma reverência, depois continuou - Seu irmão está bem, assim como Chui e Marin, ele foi tomar banho. Tivemos problemas com sequestradores, mas foi tudo resolvido. Mercenários tentaram raptar o príncipe e vendê-lo para os líderes do golpe. Porém uma das criaturas gigantes surgiu e atacou a nós e aos bandidos. Conseguimos derrotar o gigante e estamos no espaço esperando suas coordenadas. Descobrimos coisas importantíssimas em Nihil que pode ajudar a reverter esse golpe. Vou enviar as informações imediatamente.

    Rosso pegou o seu datapad e começou a enviar o vídeo da cápsula de Marin para o sinal da ligação da princesa. Ela ficou boquiaberta com tudo que tinha ouvido. Suspirou preocupada e cansada, eram muitas informações de uma vez só:

    - Isso é terrível... Eu sinto muito não ter enviado um resgate a tempo. Mas fico feliz que tenham resolvido tudo. Estarei aceitando seus dados, comandante Rosso. Vai ser maravilho ter uma luz no meio de toda a escuridão que estamos passando. Também estou enviando as coordenadas para onde devem seguir. Por favor, tomem extremo cuidado, não podem ser seguidos. Eu também quero ver o meu irmão, preciso realmente vê-lo.

    - Você irá vê-lo em breve, só espere terminarem de tomar banho. Ou quer que eu vá chamá-lo agora? Ray por favor, vá chamá-los.

    A guarda-costas logo que ouve o pedido do comandante, lembra do incidente que teve no banheiro com o príncipe. Como ela faria agora para chamá-los no meio de um banho? E não era só um, mais os três. Por sorte a princesa estava disposta a esperar um pouco.

    - Tudo bem, não vá agora Rhaenee, acho que posso esperar alguns minutos - Disse a princesa - Mas não vou desligar até vê-lo. Faz muito tempo que o não vejo. Enquanto isso, quero conversar com a guarda-costas... - A princesa lança um olhar para Rhaenee e a pergunta - Como está o Gail, Rhaenee? Como ele tem se comportado e agido? Ele melhorou daquele problema no intestino?






    OFF: Marin não precisa mais rolar os dados. Já passou o tempo em que poderia recuperar a memória mais rapidamente. Boa sorte nos próximos! XD
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Tsumai em Sab Jul 15, 2017 4:48 pm

    Chui ficou alguns segundos sem reação diante da fala de Marin. Não previra uma resposta daquela vinda do evo, mas, por sorte, o príncipe interveio, e Chui não conseguia mais entender o que havia com Gail, que o surpreendia a cada ação e decisão tomada. Agora, par afazer com que o caçador arregalasse os olhos - ou quase isso - o príncipe pegou a pílula do pote e colocou na boca. Novamente contando com a sorte, Marin perdeu a consciência em um desmaio que tanto poderia ser de cansaço quanto de seu problema de memória. Chui disse a Gail:

    - Ele deve estar bem. - concluiu o caçador, imaginando que aquilo já poderia ter acontecido antes. - E parabéns pela performance, acho que ia funcionar... mas você me deu um baita susto. Fez certo em não engolir, sabe-se lá o que isso poderia te causar...

    Chui viu que o príncipe parecia estar evoluindo de alguma forma. Mentir assim, ou enrolar - como fosse - o Marin era uma atitude que Gail não teria no começo. Mas o caçador não saberia dizer se isso era algo bom ou ruim, apenas torcia que ajudasse o príncipe e ao grupo. Mas não precisou pensar muito, pois o evo estava acordando enfraquecido. Chui se abaixou e procurou analisar o semblante de Marin, e ficou feliz em constatar que ele parecia ter voltado ao normal.

    - Bem vindo de volta. Acho melhor tomar o seu remédio logo...
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Pallando em Sab Jul 15, 2017 10:13 pm

    Os dois pareceram hesitar depois de ouvir o que propunha o evo. Viu o primeiro rapaz olhar para o segundo em um momento e teve quase certeza que estavam apenas combinando o ataque que logo viria, mas então o jovem apenas se aproximou e pegou o frasco com as cápsulas. O evo aproximou a mão da espada um pouco mais, analisando cuidadosamente a movimentação daqueles dois. O que planejavam? Foi uma grande surpresa quando o rapaz concordou e colocou uma das cápsulas na boca, enquanto o outro apenas observou sem demonstrar qualquer intenção de agir.

    Foi frustrante ver que não conseguira descobrir nada com a história do remédio, e o evo mais uma vez perdeu completamente a vontade de atacar aqueles jovens. Recuou um passo enquanto pensava no que faria a seguir, quando sua visão falhou. Sentiu o corpo ficando cada vez mais fraco e então caiu no chão. Não sabia o que estava acontecendo, assim como não sabia de nada sobre si mesmo e aqueles dois. Porém, isso mudou assim que acordou.

    Marin olhou ao redor e viu Chui e Gail próximos dele. Respirou fundo, incomodado com a fraqueza que sentia pelo corpo, e então ouviu os dois. Soube imediatamente o que havia acontecido e não pôde deixar de se sentir frustrado, triste, como se tivesse fracassado em algo importante. E realmente havia falhado. Olhou para o frasco que estava por perto e rapidamente o apanhou, tomando o remédio como se tivesse medo de perder a memória antes que conseguisse alcançar as cápsulas.

    - Desculpem.- Disse logo depois de tomar o remédio, mas evitou fazer contato visual. Não era agradável encarar os dois depois de causar-lhes mais problemas.- Não vai se repetir...- Assim como havia dito isso a si mesmo da última vez. O evo tentou se levantar e seguir com o planejado. Queria poder dormir logo.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

    Mensagem por Luxi em Seg Jul 17, 2017 8:42 am

    Rhaenee olhava para Bloo fazendo suas pequenas artes enquanto outras preocupações ocupavam sua mente. Por enquanto não adiantava muito pensar nisso, pois ainda nem tinham retomado Primus, mas era inevitável imaginar o que aconteceria depois.

    Estava tão cansada agora e já não via a hora de tomar banho e dormir, quando a princesa entrou em contato. Deu um pequeno sorriso e levou Bloo até a tela, fazendo uma reverência.

    - É a princesa. Ela é como a "mãe" de um planeta inteiro. - explicou baixinho para ele. - É irmã do Gail também. Isso quer dizer que... bem, que os dois são família e que são próximos. Ah, e ela está falando de outro lugar, não está realmente lá dentro. É como a tela que você me viu quando estava com Gail.

    Deixou que Rosso contasse a ela tudo que estava acontecendo e tinha que sair em busca do príncipe de novo. A princesa pediu para que ficasse ali, então teve uma ideia.

    - Bloo, por favor, vá chamar o Gail. É só sair ali falando alto "Gail, Gail... a princesa". Não encoste em nada, está bem?

    Então voltou a prestar atenção na tela.
    - Problema no intes...? ah. Caham. Sim, ele está bem. Gail tem crescido muito nessa viagem, alteza. Ainda faz coisas impulsivas quando determinou algo em sua cabeça, mas tem aprendido bastante sobre isso. Ele está bem, princesa. Preocupado, é claro, mas estamos nos saindo bem.
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    Re: Capítulo 5 - Soldados de Rosso

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      Data/hora atual: Qui Set 21, 2017 12:21 am