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    Nabooru - Sailor Paladina

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    Sailor Paladina
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Sailor Paladina em Qua Set 19, 2018 10:31 am

    Nabooru faz uma reverência, pede um momento e observa todo o local ao seu redor como se tivesse avaliando uma casa a venda. Ele se aproxima do bispo e observa suas vestimentas, acessórios e o livro que ele tinha em mãos. Enfim, ele quebra o silêncio e resolve falar.
    - Olá Reverendo Frau Biblack. Desculpe atrapalhá-lo num momento tão importante. Afinal não é todo dia que a Igreja da Deusa da Vida promove a execução de alguém, não é mesmo? Eu estou com umna dúvida a cerca deste versículo na bíblia de nossa Deusa...

    Nabooru aponta a página dos Mandamentos de Mitz, especificamente a parte que diz que clérigos de Mitz não condenam a morte sob qualquer hipótese e pergunta quando foi que mudaram as coisas por ali.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Hellkite em Sex Set 28, 2018 11:50 pm

    - Olá Reverendo Frau Biblack. Desculpe atrapalhá-lo num momento tão importante. Afinal não é todo dia que a Igreja da Deusa da Vida promove a execução de alguém, não é mesmo? Eu estou com umna dúvida a cerca deste versículo na bíblia de nossa Deusa...

    O reverendo ergue uma sobrancelha ao ouvir a leitura do mandamento de Mitz, recosta-se na cadeira e apoia os cotovelos nos encostos, as mãos cruzadas na altura do peito. Não estava nada contente com aquela atitude do estrangeiro.

    - Vejo que tem duvidas quanto as ações tomadas pelos seguidores de Mitz em Brookland, mas posso garantir que não fomos nós a condenar a herege a forca, porque além de tudo não temos o poder de fazer isto, a decisão cabendo somente a corte do condado - diz em tom devagar e cuidadoso. Frau lança um olhar para Lady Amy, esperando para ver sua concordância, e fica satisfeito ao ve-la acenar com a cabeça - A decisão foi tomada, e ela foi sentenciada a execução pela corte de Brookland... Então que mal há da igreja em auxiliar os preparativos? Se não fossemos nós, seriam outras pessoas, apenas estamos tomando as rédeas neste caso, porque a condenada assassinou um de nossos queridos membros da igreja. Ora Nabooru, voce bem sabe que habitantes vindos de Karzek não são gente de bem.

    Frau se levanta e aproxima-se de Nabooru, colocando a mão em seu ombro. Ele era alto e esbelto, e cheirava a perfume caro.

    - Mas tudo bem, sei que vem de terras distantes, e com costumes diferentes... Então deixe-me explicar algo sobre nosso contexto. Em Avalon enfrentamos o perigo constante do mal vindo de Karzek, e devemos nos manter atentos. Mitz prega pela vida de todos os seres, mas há trechos de sua bíblia que permitem interpretar a possibilidade de ações... para garantir a integridade das pessoas de boa índole. Apesar do Tratado de Paz com a Dominatrix Val assinada pelo nosso bem-quisto Rei Hector ter trazido alivio para as terras avalonianas, ao mesmo tempo permitiu a entrada nefasta de agentes malignos em terras ocidentais, a pretexto de iniciarem boas relações entre as sociedades, como se isto fosse possível.

    O reverendo ri e balança a cabeça, achando graça do conceito. Ele suspira e continua:

    - De todo o modo, a execução vai acontecer. A mulher é culpada e tem que pagar pelo seu ato. E mesmo que quisesse parar o evento, algo que eu não quero, isto não seria possível, a menos que haja o perdão vindo diretamente do Conde de Brookland - diz, e volta sua atenção para a ruiva. - Mas algo me diz que se ele estivesse disposto a isto, vocês não estariam aqui, não é mesmo?
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Sailor Paladina em Sab Set 29, 2018 3:05 pm

    Offtopic: Perai Hell. Nabooru não vai deixar ele concluir após o trecho que vou comentar e vai interrompê-lo abruptamente.

    Nabooru olha pra Lady Amy quando o bispo muda a acusação, mas uma frase dele faz seu sangue ferver.
    - Que mal há? QUE MAL HÁ? Há todo! Não importa se foi um servo da Deusa ou de outra. Deixe-a na prisão ou fazendo algum serviço comunitário, mas executar, NÃO! Sobre ela vir de Karzek e daí? Existem pessoas boas e ruins em todo lugar e eu já as encontrei pessoalmente. Abomino demônios e mortos-vivos, mas já cheguei a encontrar um soldado de Shadowlady que foi abandonado por ela e perdoado por Mitz. Ele me provou que podia ser bom. O vampiro que atacou a Lady Amy não teve a mesma misericórdia.

    Nabooru se vira pra Lady Amy com olhar desapontado e diz:
    - Fui sincero com a senhorita e esperava o mesmo de volta...
    Então volta o olhar pra Frau e conclui:
    - Se o condado vai fazer isso, então, de fato está além de nosso poder, mas o MÍNIMO que vocês seguidores de Mitz de Brookland deveriam fazer, era demonstrar extremo desacordo por essa decisão e orar para que a condenada fosse perdoada por Mitz.

    Nabooru suspira já se considerando voto vencido e ouve a explicação de Frau sobre Avalon e Karzek, mas ainda não estava convencido.
    - Eu estou em peregrinação para Karzek, a pedido da Deusa para levar a palavra dela pra lá. Parece loucura não é mesmo? Talvez. Mas minha fé não tem duplos contextos ou diferenças de costume. Bondade, misericórdia e amor possuem o mesmo significado em qualquer lugar.

    Nabooru caminha em direção a porta e diz ainda de costas virando apenas um pouco a cabeça:
    - Me recuso a permanecer nessa cidade por mais um dia sequer. Tenho um compromisso com o verdadeiro bem.

    Caso não seja impedido Nabooru vai embora dali. Estava se sentindo traído por Lady Amy e não tinha mais o mínimo respeito por aqueles dois. Ele iria seguir até a taverna reencontrar Arlequina.


    OFF: Se não houver interrupções segue o esquema abaixo:

    Nabooru esperava que a noite de Arlequina tivesse sido maravilhosa. Afinal ela havia dito estar na seca, então uma noitada regada a sexo seria bom pra ela. Nabooru estava com o tempo curto. Tentaria uma última cartada e perguntaria se Arle tinha capacidades ladinas. Queria tentar salvar alguém da morte certa. Seja libertando ela da prisão ou causando confusão no palanque onde a execução aconteceria. Nabooru estava tão determinado a salvar aquela mulher que procuraria por Argus onde o vira pela última vez, a fim de partilhar seu dilema com ele. Era a reputação da Religião de Mitz que estava em jogo ali e o clérigo sabia que podia contar com ele.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Hellkite em Qua Out 03, 2018 9:38 am

    As palavras de revolta de Nabooru, ao mesmo tempo que irritam o reverendo Frau, trazem um sentimento de vergonha em Lady Amy, que volta seu olhar para o chão, como se quisesse fugir daquelas verdades. Embora normalmente não se importasse com o que as pessoas ao seu redor se sentiam, estranhamente aquilo a deixou muito desconfortável. De fato a condenação ocorreu por ordem do condado, e ela como representante de Brookland era de certa maneira também responsável pela execução. Não que se importasse realmente com aquela mulher de Karzek, porem decepcionar Nabooru lhe trouxe um aperto no peito.

    - Me recuso a permanecer nessa cidade por mais um dia sequer. Tenho um compromisso com o verdadeiro bem.

    A saída do elfo de Al-Kamal ocorre em silencio, interrompido apenas pelo ranger das portas. Sem ser impedido, ele alcança novamente as ruas da cidade de Averin.

    **

    Na taverna Nabooru reencontra o taverneiro Rubin, da Meloes Laranjas. Ele cumprimenta o elfo com dois beijos na face e volta ao seu afazer de limpar canecos.

    - A sua amiga Arlequina? Ela esta dormindo em um dos quartos... Estava bem cansada, ficou ate mais tarde da noite cantando e bebendo com mais quatro rapazes - diz, e pisca um olho - Ei Nabooru, não se esqueça do nosso combinado, hein? Mandei as moças arrumarem o meu melhor quarto para nós dois.

    Recebendo as direções, Nabooru vai até o quarto e escuta sons decididamente sexuais através da porta. Sabendo que não havia tempo para frescuras, ele adentra o comodo e se depara com Arlequina algemada e presa pelos pes, tendo a companhia de 4 cavalheiros que haviam atingido o orgasmo bem naquele momento.

    18+:

    Com o corpo repleto de sêmen, Arlequina reconhece Nabooru e acena o melhor que pode com a mão algemada.

    - Ah Nabooru! Tudo bem? Estes são Jack, John, Jules e James, rapazes simpáticos que trouxeram uns brinquedinhos da casa deles... Ai jogamos Fuck Poker, e eu perdi... Ou ganhei, não sei direito...

    Ao ser perguntada pelas suas habilidades ladinas, Arlequina não se faz de rogado, quase que imediatamente se soltando das algemas e do bloco de madeira nos pés. “Isto responde sua pergunta, Nabooru?”, responde diante do olhar atônito dos 4 jovens sarados.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Sailor Paladina em Ter Out 09, 2018 2:08 pm

    Nabooru atravessa as ruas da cidade orando pra Mitz por claridade. Sentia-se traído e desanimado deixando seus pensamentos nublados. Do jeito que estava, ele podia cometer uma loucura a qualquer momento. Ao chegar na taverna e perguntar pela Arlequina, Nabooru fica estático com a resposta recebida, pois acreditava que Rubin iria preferir dormir com a sua amiga. Ele mostra uma aliança de casamento enquanto diz:
    - Eu sou um homem casado! Jamais trairia minha esposa com outra mulher! Você, por outro lado... hehehe.

    Nabooru olha pros lados meio envergonhado, suspira e estende a mão para ser levado ao quarto. Uma promessa era uma promessa. O taverneiro manda um dos seus empregados tomarem conta da taverna em sua ausência e leva Nabooru pro seu quarto. O empregado chega a dar um tapinha na bunda de Nabooru dizendo que seu patrão tinha uma sorte danada. Os olhares em volta dos poucos presentes naquela manhã deixam o clérigo meio desconfortável, como se todo mundo tivesse sabendo o que ia acontecer. Chegando ao quarto, realmente estava bem arrumado, mas o que ele não esperava era ver a esposa do taverneiro dormindo na cama de casal enquanto uma cama de solteiro separada estava ali arrumada pra eles dois. Rubin se deita e faz um sinal para que Nabooru viesse por cima. O clérigo se pergunta sobre as maneiras da Deusa de lhe ouvir. Mitz escrevia certo por linhas retas e bem duras pelo visto.

    Spoiler:

    A princípio ressabiado, o clérigo rapidamente fica mais a vontade, roçando a bundinha no mastro até remover a roupa. Rubin faz questão de lamber a areazinha rosada, fazendo Nabooru revirar os olhos de tesão.

    Spoiler:

    Sem mais se conter, Rubin leva Nabooru ao delírio consumando o ato. A esposa de Rubin desperta de supetão e encara Nabooru por alguns segundos, mas ao perceber se tratar de um rapaz, revira os olhos e volta a dormir. Rubin beija o elfo na boca e o agradece pela transa dizendo que ele era bem vindo ali sempre que quisesse. Nabooru descansa um pouco repousando sobre o homem, e então se despede indo encontrar com Arlequina no outro quarto. Ele ouve um grito feminino assim que põe a mão no trinco e abre a porta apenas pra ver aquela cena. Nabooru diz que precisava da amiga e logo após a repreende por estar fazendo aquilo, contudo ele inconscientemente masturbava um dos rapazes. Um deles diz que não sabia que o "show" da Arlequinha tinha um assistente. A garota entra na ideia e dá um beijo molhado no clérigo. Ela escora a cabeça do lado da dele, olhando pro homem que falou aquilo e abre a bundinha de Nabooru como um convite.

    - A porta dos fundos tá aberta! Hora de apresentar minhas técnicas favoritas! Primeiro vocês vão fazer o churrasquinho no palito! Você enfia seu nabo aqui, e você na boca dele!

    Spoiler:

    - Perfeito, agora vocês dão um high-five pra uma Ponte da Baía de Sidney (meu ex-bofe hihihihihi).


    Nabooru se via rapidamente estocado pelos dois lados, tendo os outros dois rapazes revezando em suas mãos e boca. Arlequina ordenhava o pênis dele com a boca e transformava aquilo numa festa maluca típica da cabeça dela. Quando menos esperava ele se via repleto de sêmen dentro e fora do corpo. Arlequinha lhe dando um banho de gato consumindo tudo. Os rapazes jogam alguns saquinhos de moedas pro casal, agradecendo a orgia e os deixam a sós. Mesmo cansado, mas aliviado e com a mente voltando ao normal, Nabooru explica a situação sem muita esperança de que pudesse dar certo, mas Arlequina o surpreende.
    - É só isso!? Bah pensei que envolveria o assassi... err... ignora o que eu ia dizer, você tá falando com uma profissional do sékiso, Nabbie, e do roubo, e do crime, e do furto, do estelionato, da falsificação, do resgate e do arrombamento no duplo sentido! Vamos pegar essa mulherzinha ai e dar no pé? JÁ É!
    - Mas Arle, você entende que isso vai nos complicar perante a justiça local né?

    Arlequina olha confusa pro clérigo como quem diz "e daí?", o que de certa forma o deixa mais aliviado. Gostava de ter certeza que todo mundo estava ciente das complicações de se andar ao seu lado. Nabooru diz o seu plano e diz que eles tinham poucas horas pra sumir com a prisioneira. Se ela era uma karzekiana, eles já tinham um guia pra lá. Não podiam perder mais tempo naquela cidade de corruptos.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Hellkite em Sab Out 20, 2018 6:46 pm

    Rubin beija o elfo na boca e o agradece pela transa dizendo que ele era bem vindo ali sempre que quisesse. Nabooru descansa um pouco repousando sobre o homem, e então se despede indo encontrar com Arlequina no outro quarto.

    Rubin passa a mão pelos cabelos de Nabooru, os olhos admirando o quão sedosos eles eram. “Você para mim foi um sonho... Vou lembrar com carinho deste momento...”, diz.

    - Perfeito, agora vocês dão um high-five pra uma Ponte da Baía de Sidney (meu ex-bofe hihihihihi).

    Jules e James batem as mãos, e Arlequina pede para que fiquem parados. Com os dedos formando um quadrado e mirando os rapazes por entre eles, ela faz um barulho de “clique” estalando a língua e sorri satisfeita. “AH meu querido Sidney, que boa recordação...”, diz.

    - Mas Arle, você entende que isso vai nos complicar perante a justiça local né?

    Arlequina olha confusa pro clérigo como quem diz "e daí?"

    - Olha, Nabbie, querido, para quem já esteve em tantos outros mundos como eu, o conceito de justiça local para mim é coisa de caipira. Muitas vezes o que é ilegal em um é legal em outro. Por exemplo, já soltei pum dentro de uma carruagem e fui presa por 1 semana, e já soltei pum numa festa real e fui presa por 1 mês. Pera, isso sempre foi ilegal... Mal exemplo. Fato é que me complicar com justiça local é algo que estou acostumada.

    Depois de satisfeitas as necessidades sexuais dos dois tarados, Nabooru e Arlequina partem em direção do cárcere onde a karzekiana estava presa. Não restava muito tempo, o elfo das areias sabia disso, e por isto se apressaram em chegar.

    De uma distancia segura os dois observam a edificação, que era protegida por um alto muro, com dois guardas protegendo o portão principal. Arlequina estava passando um batom bem vermelho em seus lábios, e então disse:

    - Muito bem Nabbie, quer dizer que é aí que está a nossa mulherzinha encarcerada... Temos varias opções, que podem envolver sexo, roubo, crime, furto, estelionato, falsificação, resgate e arrombamento no duplo sentido! Não necessariamente nesta ordem... Pelo que me disse, já conhece onde ela está, o que facilita um pouco.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Sailor Paladina em Seg Out 29, 2018 11:31 am

    Nabooru perde alguns segundos tentando entender por que aquilo era crime, mas decide não se estender sobre o assunto. Ele saca um papel de sua bolsa pena e tinta e faz um rascunho elaborado do local, incluindo os guardas e suas posições onde os viu quando foi lá. Ele entrega pra Arlequina e explica tudo.
    - Eu não sou um expert em ladinagem, mas sou muito bom em providenciar as coisas. Enquanto você traz nossa amiga, irei ao estábulo pra tentar conseguir uma carruagem pra fora da cidade. Acho que você consegue disfarçá-la e trazê-la até aqui né? Seremos fugitivos fora-da-lei no condado. Mas acredito que você prefere com emoção.

    Se Arlequina concordasse, Nabooru seguiria com o plano. Orava a Mitz que desse tudo certo. Não queria duas cabeças sobre seus ombros.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Hellkite em Qua Out 31, 2018 8:54 pm

    Arlequina acompanha interessada os desenhos feitos pelas mãos hábeis de Nabooru, colocando a mão no queixo, fazendo bico e acenando com a cabeça. As vezes ela perde por mais informações, indicando com o dedo para o desenho, e ao final ela pega o papel e o guarda no bolso.

    - Eu não sou um expert em ladinagem, mas sou muito bom em providenciar as coisas. Enquanto você traz nossa amiga, irei ao estábulo pra tentar conseguir uma carruagem pra fora da cidade. Acho que você consegue disfarçá-la e trazê-la até aqui né? Seremos fugitivos fora-da-lei no condado. Mas acredito que você prefere com emoção.

    - Hmm, entendi, entendi, muito bom o seu plano Nabbie, por sinal. Esta tudo muiiiiittooo claro na minha mente, vou usar das minhas habilidades de furtividade para chegar la como uma sombra, passando pelos vigias como se fosse o vento, ninguém notara a minha presença, pois serei como aquela que não pode ser sentida ou vista! É uma ruiva, não é, acho que voce tem tara por ruivas... Não importa, vou até a sala dos guardas, pego uma das roupas e a disfarço de guarda, e sairemos pela porta da frente, bwahaha! Isto é tão, sei lá, como nas baladas que canto nas tavernas, fuga de Al-Katraz, ei Nabbie, voce deve conhecer, é a prisão la das suas terras...

    A barda vai em direção da prisão, e Nabooru teve que chama-la novamente para pegar o papel com o plano que tinha caído no chão. Ela da uma risadinha, e vai embora como se nada tivesse acontecido.

    Nabooru começa a rezar com mais intensidade para Mitz, e parte para realizar sua parte do plano. Ele procura pelos estábulos um que possuísse alguém disposto a leva-los para fora da cidade em uma carruagem, e devido a pressa teve que torrar suas economias para pagar o homem, ainda mais para garantir seu silencio.

    Junto com o condutor Nabooru chega com a carruagem em uma ruazinha próxima da prisão, para não chamar a atenção. Ele aguarda ali no ponto de encontro por Arlequina...

    Passam-se 10 minutos... 30 minutos... 1 hora... Pelas contas feitas pelo elfo das areias, logo, logo chegaria a comitiva que levaria a prisioneira para seu destino final... E nem sinal de Arlequina.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Sailor Paladina em Sex Nov 09, 2018 12:06 pm

    Nabooru ouve Arlequina falando como sempre absorvendo apenas o que importava (50%), mas então uma palavra que ela menciona o faz ter calafrios.
    - Por mil cacetes, porque você mencionou o nome desse lugar terrível? E pior ainda, por que canta sobre ele? Já ficou presa lá? Não, não ficou, senão saberia o motivo de Al-Katraz ter esse nome. Quem arruma confusão por lá, acaba sendo mandado para "A Taverna", um apelido pra solitária de lá. E eles enfiam rum no seu ânus até você apagar de coma alcoólico. Você provavelmente ia morrer de overdose lá! Sua louca!

    Nabooru percebe Arlequina imaginando mil coisas e já estala os dedos pra ela acordar. Não era a toa que Nabooru era um anjo de pessoa. Recebeu um troféu por ter sido o único Al-Kamariano a sair de Al-Katraz sem causar problemas. O elfo suspira e manda Arlequina fazer a parte dela. Depois de resolver todo o seu lado, ele aguarda, aguarda... aguarda...

    - Porra, Arle, você só tinha uma missão. O que foi que houve...?

    O clérigo decide realizar o mesmo trajeto que passou pra Arlequina com mais cautela. Tinha o mapa decorado.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Hellkite em Seg Nov 19, 2018 6:28 pm

    Nabooru, diante da demora de Arlequina e do tempo curto que restava, decide ele mesmo investigar o que estava acontecendo. Ele segue seu próprio mapa, escalando muros, passando por janelas e navegando pelos corredores, que estavam estranhamente vazios. Finalmente ele chega na cela onde estava a prisioneira, e encontra Arlequina ali, conversando animadamente.

    Conversando com Lady Amy.

    A nobre ruiva nota a presença de Nabooru e faz um sinal para que o elfo se aproxime. Ela estava vestida com roupa de eventos sociais, provavelmente pronta para assistir a execução da condenada. Porém sua face estava até que amigável.

    - Ola Nabooru, eu realmente esperava que viesse aqui tentar libertar a prisioneira, já que conhecia o caminho e também porque odeia injustiças. Eu estava conversando aqui com sua amiga (ela não bate bem da cabeça, né), e ela disse de sua intenção de ir para Karzek.

    Lady Amy pega as chaves da prisão e liberta a jovem karzekiana presa, que fica sem saber o que fazer. A nobre aponta para Nabooru.

    - Aproveite sua chance e fuja com este rapaz. Ele é um seguidor de Mitz, mas da valor a qualquer vida, independente da raça ou credo. Tambem salvou minha vida, quando estava prestes a me tornar noiva de um vampiro. Podem ir sem medo, eu dou um jeito com a guarda local.

    Lady Amy se aproxima e então abraça Nabooru. Ela cochicha em seu ouvido.

    - Gostei muito da nossa noite passada, mas infelizmente o destino não nos quis mais juntos. Se algum dia voltar para Brookland, venha me visitar - diz, e da uma mordida em seu lóbulo da orelha.

    NRPG: Fim do arco. Nabooru ganha 2 niveis. Pode fazer o fechamento, Palada.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

    Mensagem por Hellkite em Sab Dez 08, 2018 4:23 pm

    RUMO A KARZEK

    Nabooru, Arlequina e a jovem karzekiana de nome Natashia Malinovsky, depois de saírem da prisão e fugirem na carruagem, ainda passariam por belos apuros, sendo perseguidos constantemente pela guarda do condado. Pelo visto Lady Amy não havia conseguido convencer seu pai a deixar eles de lado, pois a todo lugar viam cartazes com seus nomes estampados, informando que qualquer um que desse informações sobre estes fugitivos iria receber uma boa soma em dinheiro. Inclusive Nabooru teve que dispensar o homem da carruagem, que já estava ficando com uma cara suspeita de traidor, fugindo com as garotas na calada da noite quando pernoitavam em uma vilazinha.

    O tempo passou, e quando transpuseram os limites do condado, deram os três um suspiro de alivio. E finalmente agora se encontravam em uma taverna de um forte localizado próximo da fronteira com Karzek, bebendo e comendo com suas ultimas economias. Aquela taverna era bastante frequentada pelos soldados do forte, e um bom numero deles observava Nabooru e as garotas, todos com lascívia nos olhos.

    Arlequina se divertia com aquilo, mandando beijinhos e fazendo gesto obscenos com a boca para os soldados, que ficavam cada vez mais animados. Era questão de tempo até que algum dos mais desavergonhados viesse até elas. Natashia, que tivera tempo suficiente para entender como a sua colega era despirocada da cabeça, apenas colocava as mãos no rosto e balançava a cabeça.

    - Arley? Pode parar? Qual parte de não chamar a atenção enquanto estivermos em Avalon você não entendeu? Do jeito que estou com sorte, algum destes soldados deve ter ouvido falar da recompensa. OK, você esta com saudades dos rapazes la de Brookland que fizeram festinha, mas pode ser se controlar um pouco? Falta só alguns quilometros - murmura em tom de incredulidade.

    Nabooru, que pode conversar bastante com a karzekiana durante a viagem, sabia que a mesma tinha consciência de toda a sorte que tivera ao encontrar com o elfo de Al-Kamal, e que não pretendia ser pega de novo. Para uma karzekiana, até que não era assim tão diferente de uma pessoa de qualquer outro lugar. Ta certo que ela tinha uma exagerada tendência de se sentir a perseguida, como se o mundo todo estivesse contra ela, mas esta podia ser uma característica de qualquer outro. E além da impressão de que ela sempre estava escondendo alguma coisa.
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    Re: Nabooru - Sailor Paladina

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      Data/hora atual: Ter Dez 11, 2018 6:15 pm