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    [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

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    [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por katytanium em Sab 12 Ago 2017 - 1:26


    RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON





    Uma casa grande, arejada e sofisticada, localizada no alto de um morro na região periférica de Seattle. Distante do centro da cidade, sem trânsito, sem barulho, sem vizinhança, apenas natureza. No térreo há uma sala de estar, uma sala de jantar, uma cozinha em conceito aberto e um gabinete onde trabalha, incluindo sua biblioteca particular. No fundo da casa há uma jacuzzi, duas espreguiçadeiras e uma churrasqueira. No primeiro andar há a suíte principal e um outro quarto trancado, onde só quem tem acesso são seus convidados especiais. Que mistério esconde este lugar?

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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por katytanium em Sab 12 Ago 2017 - 20:01


    ... CONTINUAÇÃO



    HIGHWAY TO HELL #003




    As coisas nem sempre foram fáceis para mim. Nasci em uma família humilde, com parcos recursos e o estudo se tornou minhaa ascensão. Ajudei meus pais, que hoje moram em uma luxuosa casa próxima à Atlanta, e segui o seu caminho, me especializando fora do país, me tornando uma grande criminalista e palestrante. Hoje me orgulho da pessoa que me tornei, construindo meu próprio caminho.

    Os jogos sexuais sádicos representam a expressão do meu lado obscuro, aquele lado que todos possuem dentro de si e que guardam sob sete chaves. Todos têm segredos, esse é o de Eleanor Rigby Paddington. Mas se analisar friamente, meus jogos não são de todo ruins, pois me satisfazem e também dão muito prazer aos meus submissos.

    É, o cara do bar havia aceitado o desafio e lá estava ele caminhando em direção ao carro. Geralmente todos aqueles que se tornam meus submissos nos jogos, ao serem abordados e desafiados por mim, nunca resistem. Eles sempre vêm. Quando o homem entrou no carro ousou supor que a noite seria longa, em tom bem humorado, e realmente seria, ele não perdia por esperar. Arranquei com o carro, sem dizer nem uma palavra, até parar em um beco algumas quadras adiante, inquirindo:

    - Se importa se eu vendar seus olhos? Estamos indo para a minha casa e ninguém tem acesso à localização, senão eu. Peço também que coloque seu celular no modo avião, não podemos ser incomodados. Hoje você será minha propriedade e se quiser mesmo continuar nessa aventura deve seguir todos os meus comandos. - falei enquanto abria o porta-luvas do carro e pegava dentro de uma delicada caixa preta de veludo uma venda em renda preta que exalava um perfume floral afrodisíaco.

    - Você pode pensar que conseguirá ver através da renda, mas não será possível, porque ela está dobrada de tal maneira que a luz não pode penetrar. E então, vai continuar? Caso contrário, é aqui mesmo que você desce. - àquela altura eu já estava com a mão direita por sobre a coxa do rapaz, segurando a venda com a outra mão. Meu decote diante dele, quando me curvei por sobre o mesmo, era convidativo o bastante para que ele não desse pra trás. Antes que ele pudesse responder, mordisquei seu lábio inferior e deslizei suavemente minha língua para dentro de sua boca, dando-lhe um beijo lento e intenso, parando em seguida na espera por sua resposta.
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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por LichKing em Dom 13 Ago 2017 - 20:58



    Posso afirmar que eu conheci diversas mulheres na faculdade, nas baladas e até mesmo em aplicativos, eu tinha certa facilidade e domínio sobre a maior parte delas, eu conseguia leva-las para casa com pouca conversa e se quisesse poderia sair com uma diferente todo final de semana, mas não gostava dessa variedade toda, preferia encarar o passo a passo da conquista, desde a troca de olhares ate a ida para a cama, e ter essa pessoa para cultivar momentos inesquecíveis.

    Eu tinha aceitado a proposta daquela mulher joguei-me de cabeça nessa aventura. Após a minha entrada no porsche ela arrancou o carro e dirigiu com extrema maestria e também em alta velocidade, o que me deixou com um frio na espinha, eu simplesmente não sabia quem era ela ou para onde nós iriamos, apenas tinha a certeza que seria uma noite inesquecível.

    Certo momento ela para em um beco e começa a falar comigo, a sua voz era suave e sexy, perguntou se eu poderia colocar uma venda nos olhos e pôr o meu celular em modo avião, respirei fundo procurando respostas se era isso mesmo o que queria, puxei o smartphone do bolso e segurei forte. Com uma mão segurava a venda e a outra na minha coxa, estava em ponto de bala pensando em partir para beija-la, ate que ela lentamente encostou seus lábios nos meus e beijou de uma forma surreal, senti que era uma mulher fora do comum, depois daquilo era impossível recusar qualquer coisa para ficar com ela. Apenas coloquei a venda no rosto, meu corpo estava quente, minha perna tremia, no instante me encontrava excitado, apenas me entreguei aos comandos dela, peguei a venda da sua mão e coloquei em mim, não disse uma palavra sequer apenas balancei a cabeça dando sinal para que ela pudesse seguir caminho.

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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por katytanium em Dom 13 Ago 2017 - 22:06





    +18
    HIGHWAY TO HELL #004




    Ele assentiu. Tomou a venda da minha mão e cobriu seus próprios olhos. Estava sendo mais fácil do que pensava e isso me incomodava um pouco. Gosto da barganha, gosto de argumentar para convencer, mas incrivelmente ele não pestanejou, nem questionou nada, apenas assentiu. Peguei o celular da mão dele e coloquei na caixa de veludo onde se encontrava a venda anteriormente. Arranquei com o carro e segui em direção à minha casa. Liguei o som e coloquei pra tocar uma playlist especial que já tinha elaborado para estes momentos. A primeira música escolhida era "Together - The XX".

    A música estava alta, o barulho exterior não se ouvia e até mesmo o ruído do carro se tornara imperceptível. Eu percebi a excitação dele e aquilo me deixou ansiosa. Eu nem sabia o seu nome e naquele momento não me interessava saber. Uma certa tensão se estabelecia no ar, propiciada pela própria música que estava tocando. Dirigi com apenas uma mão, eis a facilidade de um carro automático, pois a outra fiquei deslizando por sobre o pênis protuberante na calça do rapaz. Não sabia explicar porque ele me incomodava tanto, talvez por ser diferente e não se encaixar nos padrões aos quais eu estava acostumada. E isso também me excitava muito. Sentia a calcinha umedecer cada vez mais ante a excitação.

    Não havia trânsito, a rodovia estava livre, o que fez com que em 7 minutos chegássemos em minha casa. Estacionei o carro na garagem e desci. Abri o porta-malas e de dentro de uma pequena maleta de aço tirei um par de algemas. Abri a porta do carro e puxei ele pra fora abruptamente. Sou muito forte, a malhação diária e a prática de jiu-jitsu me ajudam muito com isso. Em movimentos rápidos fechei a porta do carona, virei ele de costas, pressionando-o contra o carro e algemei seus braços pra trás. Enquanto fazia isso, eu mantinha meu corpo encostado no dele e mordiscava o lóbulo da sua orelha direita, deslizando com a língua até o seu pescoço. Esfreguei meu rosto na lateral de sua barba e senti um arrepio me tomar a espinha.

    Fui conduzindo o rapaz para dentro da minha casa e o coloquei sentado no sofá da sala ainda algemado.

    - Você fica aqui e espera. - ordenei, subindo para o meu quarto em seguida. Coloquei minha lingerie preta junto com a cinta liga e pus um hobby preto por cima, amarrando-o com um laço na lateral. Fui até o cofre localizado atrás de um quadro que ficava sobre a cabeceira da cama e de lá tirei a chave do cômodo secreto ao lado. Desci as escadas e com a ponta de um chicote tirei a venda do homem. - Não diga nada. Não me atribua nenhum adjetivo e nem pergunte o meu nome. Sou proprietária do seu corpo agora, você apenas sentirá as sensações. Não teremos nenhum vínculo após isso e provavelmente não nos veremos mais, portanto aproveite a viagem. - Após falar chicoteei seu braço, assustando-o, e ri maliciosamente.

    Subi um pouco o hobby para ajeitar a cinta liga que estava soltando e a todo instante o encarava nos olhos. O desejo àquela altura já era irrepreensível. Enquanto ia me aproximando dele, desamarrei meu hobby, deixando-o cair no chão. Me ajoelhei diante do rapaz que ainda estava algemado e rasguei sua camisa, deixando à mostra o seu peitoral. Deslizei minha mão pelo peito dele até o cós da calça. Abri com força fazendo com que o botão voasse para longe, danificando também o zíper da calça. Meu olhar transparecia todo o meu tesão pelo novo brinquedinho.

    Passei a língua do abdômen até a cueca e a tirei junto com a calça de uma vez, fazendo com que o pênis já ereto fosse exibido. Umedeci meus lábios com a língua, demonstrando desejo e comecei a fazer um blowjob. Chupei com vontade, dando leves mordiscadas. Aquele era só o começo de uma longa noite de prazer...



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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por LichKing em Seg 14 Ago 2017 - 21:15


    +18

    Naquele momento que aceitei a proposta, eu já não era o mesmo de minutos atrás. Nunca teria aceitado uma proposta dessa sem conhecer a pessoa antes, mas havia dito para mim mesmo que com essa nova vida na cidade de Seattle eu estaria aberto a novos tipos de experiência, porém nunca imaginei que chegaria a esse ponto. Essa mulher me intrigou a um ponto extremo que eu só pensava em me entregar à situação e obedecer a tudo.

    A moça acelerou o carro de maneira abrupta ao som de The XX, que é uma banda incrível com sons que tocam na alma e fazem você sentir a musica. O beijo que ela tinha me dado me deixou bastante excitado, o estado apenas aumentou com a música alta e ainda com o detalhe de que passava a mão por cima da calça para me atiçar mais ainda. Meu pênis parecia querer rasgar a calça e o clima intrigante criado pela mulher só aumentava meu tesão. Na minha cabeça só vinha o pesamento acerca do que aconteceria em diante, imaginava de todas as formas possíveis.

    Ela para o carro e desce rapidamente, em duas respirações minhas ela imediatamente abre a porta do carro e me puxa com uma força bruta me colocando contra o carro. No mesmo instante prendeu minhas mãos com um par de algemas e encostou o corpo dela no meu, o que me fez perceber que o corpo dela estava quente, principalmente quando roçou seu rosto na minha barba, dando a entender que ela estava louca para começar a por em prática o que queria fazer. Ela me conduziu para um local da casa, entretanto não sabia qual cômodo era; mandou eu esperar e saiu, fiquei ali ofegante imaginando o que vinha em seguida.

    Ouço ela descer e quando menos espero ela tira a venda, fico espantado ao ve-la com um chicote na mão. Ela chicoteou o meu braço, foi uma dor suportável, porém não senti pelo meu estado de euforia, mas ao mesmo tempo arregalei meus olhos, extremamente assustado ainda mais com o tom de voz e a forma que sorriu. Logo era tirou o hobby que vestia. Estava com uma lingerie que realçava todo seu corpo, parecia ser perfeito para ela, então veio para cima de mim passando a mão por todo meu corpo e tirou minha camisa, segurou o botão da calça e puxou de uma vez que ele voou para longe, tirando-a juntamente com a cueca, logo meu pênis ficou para fora e se exibia extremamente duro.

    A todo momento ela me olhava como se eu fosse o brinquedo dela, eu estava ali apenas para saciar a sua vontade. O desejo de penetra-la apenas aumentava, mas como estava totalmente submisso somente poderia visualizar, então a desconhecida olha para o meu pênis com muito desejo e o abocanha. Sua boca era extremamente macia, podia ver a maestria dela ao manusear o meu membro que tomava toda a sua boca. Posso afirmar que nunca havia sentido essa sensação com nenhuma outra mulher.

    Enquanto fazia o blowjob eu entrei em total frenesi. O medo desapareceu completamente e estava entregue aquele momento de prazer. Apenas queria poder toca-la logo, não aguentava mais esperar, queria retribuir tudo aquilo que estava me fazendo sentir com toda a minha energia. Durante o desencadear das suas ações não falei nada, como havia me pedido, apenas gemi baixo, pois estava com extremo prazer.
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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por katytanium em Ter 15 Ago 2017 - 9:15





    +18
    HIGHWAY TO HELL #005






    A chuva começou a cair e as gotículas de água batendo no teclado pareciam ambientar ainda mais a cena. Eu sempre gostei desse clima, já experimentou transar ao som da chuva? É delicioso demais. Terminado o blowjob, o puxei pela camisa rasgada, de modo que ele ficasse de pé, tirando-a em seguida. Senti vontade de tirar suas algemas, para sentir suas mãos passeando pelo meu corpo, mas se assim o fizesse perderia meu controle sobre ele facilmente e essa era a última coisa que eu queria.

    - Vou te foder agora. - aproximei meus lábios do ouvido do desconhecido e sussurrei, dando uma risadinha em seguida. Naquele instante senti seu pênis roçar entre minhas pernas, o que me fez mordiscar meu lábio de tanta vontade que eu senti de te-lo dentro de mim. Dessa vez decidi entregar-me a um prazer mais comedido, tendo em vista que o rapaz estava se comportando de maneira diversa da que eu estava acostumada, portanto achava coerente fazer o mesmo. Iríamos para o meu quarto e o quarto secreto permaneceria trancado. Deixei a chave em cima da mesa e o puxei pelo braço em direção ao meu quarto.

    A decoração do quarto era minimalista e não havia ali uma cama muito alta, porém era larga e espaçosa, do jeito que eu gosto. Chegando lá o empurrei na cama, lembrando que ele permanecia algemado, e fui me despindo da lingerie. Já me encontrava com a vagina completamente lubrificada, assim como o pênis dele estava umedecido pelas lambidas que dei, e meu corpo estava quente, exalando excitação. A música que tocava no sistema de som da casa - que havia sido ligado instantes antes - era bastante convidativa e aumentava cada vez mais a libido.

    Sentei no colo do homem, sem deixa-lo penetrar-me e enrosquei minhas pernas por dentro dos espaços entre seus braços, prendendo-as em volta dele de modo que eu pudesse deslizar minha vagina em torno da glande dele. Eram movimentos delicados e suaves, todavia possibilitava que ele sentisse o quão molhada eu estava. Segurei firme os cabelos do homem com as duas mãos e puxei sua cabeça para trás, deixando seu pescoço todo em exibição. Aproximei meus olhos e observei atentamente sua veia pulsar. A vida dele estava em minhas mãos e eu adorava aquela sensação de poder e comando. Comecei então a passar a língua ensalivada pela extensão do pescoço do rapaz, mordiscando algumas vezes, deixando um chupão forte na lateral direita. O cheiro era bom e aguçava meus sentidos. Soltei os cabelos dele e passei a acariciar seus ombros, envolvendo em seguida meus braços em torno do pescoço.

    Estava tão lubrificada que, sem querer, enquanto eu roçava meu corpo no dele, senti o pênis escorregar e adentrar minha vagina com força. Isso fez com que um gemido alto e seco escapasse da minha boca. Automaticamente comecei a cavalgar e rebolar por sobre aquele homem desconhecido. Não sabia explicar o que estava acontecendo e porque não conseguia fazer o meu jogo como sempre fazia, mas eu gostava da excentricidade daquela conexão. Nada seria bastante para saciar nós dois. E durante aquele frenesi, pela primeira vez, eu quis saber o nome do meu dominado.

    Levantei aos poucos, de modo que ele saísse de dentro de mim e decidi tirar suas algemas, para ver o que ele faria. A chave estava presa no sutiã que se encontrava no chão diante dele. Me virei de costas e me abaixei muito próxima, de modo que o meu bumbum ficou completamente empinado em sua direção. Peguei a chave e adverti antes de solta-lo:

    - Você não vai fugir e você não vai falar nada. Quero apenas sensações. - tirei as algemas, jogando-as no chão, em cima do tapete ao lado da cama. Segurei as mãos dele e permaneci em pé diante do homem, fazendo com que suas mãos - que eram suaves e firmes - caminhassem pelo meu corpo. Aquilo me causava arrepio e ainda mais desejo. Fechei meus olhos e senti.


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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por LichKing em Sex 18 Ago 2017 - 7:47



    +18


    Acredito muito que o sexo vai além da carne, existe algo que conecta ao outro de tal forma que as energias são trocadas, quando você da aquele beijo com tesão, um cheiro no pescoço ou até mesmo aquela puxada de cabelo durante a transa tudo transcende, fazer por simples prazer não acho valido, não se deve apenas satisfazer o nosso gosto tem que dar deleite a parceira(o) também, sentir de fato aquilo que estar acontecendo. E na situação que me encontrava eu percebia que estava muito além do prazer carnal.

    Estava ali deitado e sentia o melhor blowjob que havia recebido, aquela mulher me chupava de uma forma que estremecia internamente, mesmo que eu não estivesse preso apenas ficaria observando aquele olhar de safada e cada detalhe de movimento que fazia. Ela parou o que estava fazendo e me puxou pela camisa e meu pênis ficou entre as pernas dela, estava louco para sentir a vagina, sussurrou em meu ouvido logo em seguida me conduziu para um quarto que aparentemente parecia ser o dela, com uma cama bem grande, chegou me empurrando para e já montou em cima em uma posição que o meu pênis ficou perto de penetra-la, mas como ela comandava situação, ficou me atiçando mais e mais, se mexia de uma forma que o meu membro passava em toda extensão da vagina.

    Eu sentia o seu corpo extremamente quente cheio de energia para ser gasta, a desconhecida usava meu torso de toda forma, sentia o meu cheiro, passava a língua por toda área que alcançava, eu estava maluco para ver o gemido dela não aguentava mais esperar queria me soltar daquelas algemas para toca-la, poder contemplar o gemido. O inesperado aconteceu meu pênis penetrou a vagina dela rapidamente, percebi o quão molhada estava, e no mesmo instante ela gemeu alto o que me deixou alucinado, então ali ela começou a cavalgar com extrema habilidade, a sua vagina pegava toda extensão do meu pênis, sentava até encostar nos meus testículos, pude ouvir o gemido dela bem alto e super delicioso, aquele som entrava na minha mente que me fazia querer mais, o tempo poderia parar ali mesmo.

    De repente ela parou e se levantou lentamente, sentia meu pênis pulsando de desejo por mais, fiquei sem entender o porque havia interrompido. Desceu da cama e abaixou ali mesmo, tive aquela visão incrível da bunda dela, ela pegou uma chave, retirou minhas algemas e me comunicou que não era para fugir ou falar nada. Nunca iria embora em uma situação dessa que me encontrava, minha mão finalmente percorria todo seu corpo suave enquanto isso comecei a beijar o seu pescoço lentamente queria que cada beijo causasse uma arrepio diferente nela, percebia o seu corpo pedindo um orgasmo almejava atiça-la mais e mais pois estava com esta oportunidade.

    Lentamente deitei ela na cama, comecei a beijar o corpo todo iniciando da boca, passando pelos ombros, descendo para os seios, pegando a extensão da barriga, passei a barba e beijei a sua coxa, brincava a todo momento para fazer com a mesma fizesse um pedido de oral, osculei por volta da sua vagina alternando com lambidas enquanto isso meu braço passava por baixo das suas pernas e acariciava o bico do seio esquerdo. Então comecei a fazer o oral bem devagar passando a língua por toda extensão, dando pequenos beijos ali percebia que estava louca para que fixasse no clítoris, logo umedeci bastante e iniciei com um bom ritmo, e mantendo um contato visual com a morena, ouvia seus gemidos descontrolados, somente interrompi quando senti que havia chegado no auge, como suas pernas estavam abertas me posicionei e penetrei sua vagina com toda força, com varias estocadas sempre encaixando todo o pênis, sentia ela contrair por dentro de tanto êxtase que estava sentindo, estávamos em estado de frenesi, era incontrolável o desejo então ali arrisquei falar algo mesmo ela definindo que eu não.

    - Gostosa! Disse enquanto estava penetrando com uma cadência mais rápida, nesse mesmo instante troca a música e ouve-se.



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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por katytanium em Sab 19 Ago 2017 - 0:01





    +18
    HIGHWAY TO HELL #006






    Algo naquele homem inibia as minhas tendências mais agressivas e macabras. Não era possível. A partir do momento não era mais eu que estava no comando, mas sim ambos, guiando o nosso prazer. Todas as carícias daquele homem faziam meu corpo estremecer. Sentia desconforto, por estar perdendo o controle, mas ao mesmo tempo gostava de cada sensação, de cada toque.

    Quando começou a fazer sexo oral em mim, fui às alturas. Era como se eu estivesse flutuando e ele que estava me levando cada vez mais alto. Aquilo me fazia gemer de tanto tesão. Enquanto ele fazia todo o serviço, eu estimulava o meu clitóris. Não demorou muito e veio o primeiro orgasmo, me fazendo tremer as pernas, revirar os olhos e encurvar o meu corpo - pela cintura - para cima. Quando me encontrava no clímax do prazer, o desconhecido aproveitou para penetrar-me novamente, dessa vez com mais velocidade e intensidade. Parecia multiplicar todo o tesão diante de cada estocada dentro de mim.

    Quando ele me chamou de gostosa, percebi que desobedecia uma determinação minha e isso, para mim, é inadmissível. Trabalho com regras e quando uma delas é infringida, algo está em desequilíbrio. Minha reação foi estapear o seu rosto, virando para cima dele, segurando seus braços com força contra a cabeceira da cama, cavalgando com toda a minha força por cima dele.

    - Você... não vai mais... repetir isso!! Eu disse sem... Apelidos... Nem uma palavra! CALE A BOCA! - a fala encontrava-se ofegante, porém a entonação séria, enquanto ainda quicava no mais alto desempenho. Não podia deixar o meu dominado me dominar.

    Permanecia por cima, rebolando e quicando quando estiquei o braço e abri a gaveta do criado mudo, tirando de lá dois pedaços de cordas grossas, daquelas que se usa para guiar e amarrar animais. Sem parar de se movimentar sobre ele, esticou suas mãos, uma de cada lado da cabeceira da cama e amarrou com nó de marinheiro, impossível de tirar. - Esse é o seu castigo por ser desobediente e ai de você se gritar com o que vai sentir a partir de agora. - sussurrou no ouvido, deixando-lhe um chupão bem atrás da orelha. Os dois já estavam com os corpos muito suados. - E só vai gozar quando EU mandar. - determinou, por fim.

    Depois de ficar ali por mais algum tempo, beijando-o e fazendo um sexo delicioso, levantei-me e peguei o chicote. A cena de ve-lo completamente vulnerável e de pênis ereto para mim era maravilhosa. Subi na cama novamente e me arrastei por cima dele, deslizando o pênis dele por fora da minha vagina. - Quero ver se você aguenta o serviço. - desferi a primeira chicotada para trás, atingindo a coxa direita e fui revezando entre um lado e outro, forçando-o a movimentar o corpo para me penetrar novamente, enquanto eu permanecia imóvel. Eu ditava as regras, a velocidade e cada movimento que era feito.

    Eu queria mais. Precisava do toque dele, daquelas mãos deslizando em cada curva do meu corpo como se fosse um mapa sendo explorado, mas ao mesmo tempo ele precisava saber quem guiava quem. Levantei e fiquei em pé na cama com ele entre minhas pernas. Comecei a rebolar e dançar ao som de "Earned It", movimentando o quadril de um lado para outro, descendo até embaixo, de modo que chegasse a encostar no membro excitado dele. Vez ou outra, o desconhecido recebia uma chicotada de mim e as marcas avermelhadas eram bastante visíveis pelo peitoral, cintura e coxas.

    Dado determinado momento, levantei, fui até a cozinha e peguei duas taças de vinho. Em uma delas - a que continha o desenho de uma flor de lótus vermelha desenhada no cristal - despejei um pó alucinógeno. Era uma droga que o faria perder os sentidos, esquecendo do que aconteceria a partir do momento que bebesse. Eu sempre faço isso com seus comandados, para ter controle sobre eles ainda na manhã seguinte, quando gosto de explorar ainda mais o sexo deles. É uma garantia de que não vão fugir e de que só irão sair quando eu os liberar.

    Quando estava voltando para o quarto, ao passar pela sala, vi a calça dele no chão e a carteira caída ao lado. Fui até lá, coloquei as taças na mesa de centro e abri a carteira. Alfie Lewis, eis o nome do desconhecido, e havia um crachá com a função de T.I. do Seattle Grace Hospital. Não era possível. Como aquele homem podia estar trabalhando no mesmo lugar para o qual prestava seus serviços jurídicos? Como nunca o tinha visto lá? Peguei novamente as taças e resolvi ignorar a informação, pelo menos enquanto estávamos vivendo o nosso momento.

    Ao retornar, Alfie permanecia imóvel, da mesma forma que havia sido deixado, com o pênis completamente ereto. - Hummm, bom garoto... Agora vamos beber alguma coisa pra esquentar ainda mais... - sugeri enquanto subia novamente na cama com as duas taças. Bebi de vez todo o conteúdo de uma das taças e despejei cuidadosamente o conteúdo da taça batizada na boca do rapaz. Os efeitos começariam cerca de 30 minutos a seguir.

    Resolvi soltar os braços dele e senti que automaticamente suas mãos encontravam-se deslizando por minha cintura, assim que me posicionei de quatro em cima dele. Beijei seus lábios sem conter os impulsos agressivos de arranhar seu corpo e apertar-lhe com força, voltando a faze-lo penetrar em mim. - Agora você vai gozar dentro de mim e vai gozar bem gostoso. Não há risco, eu uso proteção. - ordenei entre lábios.

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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por LichKing em Dom 27 Ago 2017 - 19:20


    +18

    Enquanto beijava todo seu corpo sentia aquela vontade de usar mais o corpo daquela moça, o cheiro de sexo exalava, aquela musica super excitante tocava a cada batida era uma suspirada. O sexo oral tem que ser bem feito, eu beijava toda região interna da sua coxa, cada centímetro da zona tinha que ser explorada, com toda vontade do mundo de senti-la, tinha um sabor maravilho que me fazia querer ficar ali por horas, em dado momento ela gozou de forma que meu rosto ficou extremamente molhado, não existia nojo, me lambuzava todo, sentia os grandes lábios, chupava seu clítoris e colocava dois dedos na sua vagina sempre diversificando para deixa-la louca.

    Sabia que corria o risco de ficar aprisionado novamente por quebrar uma regra, mas eu tinha que tentar, no ápice do prazer nada controla os nossos maiores desejos, então a chamei de gostosa, por ela gostar de ser a dominadora ficou furiosa por ir de contra, mas, ao mesmo tempo percebi a que a gostosa tinha adorado, pois ela não conseguia parar de sentar no meu pênis de forma alguma, primeiro veio um tapa no meu rosto apesar de ficar surpreso por dentro pensava "Eu sei que você esta descontrolada querendo mais e mais", enquanto ela dava um sermão continuava a sentar de maneira incontrolável e com dificuldade na fala por estar com extremo deleite e muito ofegante.

    Então ela me amarrou com cordas grossas. Apesar de ser a primeira experiência, eu já estava entregue a situação, apenas obedecia. Meu pênis estava extremamente ereto, eu queria gozar, até quando deu a primeira chicotada senti mais prazer ainda porque sabia que isso excitava ela. Percebia meu corpo doendo e as marcas vermelhas no corpo, mas eu não conseguir negar a situação, apenas dava pequenos gemidos.

    Então ela saiu do quarto. Eu não aguentava, queria continuar, sentir meu pênis pulsando de sede pela vagina dela, após ela sair eu ainda conseguia sentir os movimentos. Voltou com duas taças de vinho, bebeu a sua rapidamente e lentamente foi me dando um vinho maravilhoso. Apenas bebi e voltamos para o sexo. A mulher decidiu soltar os meus braços e deixar eu toca-la novamente, sentia toda sua pele, seus seios deliciosos de pegar, aquele beijo molhado e agressivo tomava conta da situação. Na penetração ela disse para eu apenas gozar dentro, não pensei duas vezes, pois já estava em ponto de gozar, logo em uma mistura de prazer ela extremamente molhada e eu no limite, acabei gozando dentro.

    Ficamos ali ainda por uns minutos, meu pênis dentro da vagina dela, sentindo tudo aquilo. A cada segundo ia me sentindo fraco, tudo começou a rodar e não conseguia me controlar, aos poucos meus olhos foram fechando, tentava manter abertos, mas não era possível. Ate que simplesmente adormeci.

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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

    Mensagem por katytanium em Ter 5 Set 2017 - 10:47





    HIGHWAY TO HELL #007



    Após consumado o ato, Alfie apagou. Foi o tempo exato, friamente calculado para que ele gozasse e em seguida adormecesse por conta da substância colocada por mim em sua bebida. Levantei-me calmamente, tomei um banho demorado - aproximadamente 20 minutos - já que tinha voltado de viagem e precisava de um banho relaxante. Ao terminar vesti novamente o hobby só que dessa vez por baixo havia apenas a calcinha preta de renda. Haviam objetos espalhados pelo quarto, organizei tudo e desci para recolher as roupas que estavam no chão da sala. Enquanto fazia tudo isso, pensava no que faria em seguida, queria estar mais tempo com ele, mas ao mesmo tempo meu lado predadora achava melhor que não. Os olhos dele não saiam da minha cabeça.

    Voltei para o quarto e lá estava ele, deitado na mesma posição que eu havia deixado, despido. Deitei-me ao seu lado e comecei a acariciar seu corpo, beijando o pescoço, os ombros, sentindo aquele cheiro bom. A minha presa estava completamente vulnerável em meus braços, mas não havia nada de mal que eu quisesse lhe fazer. Mesmo com dificuldade, vesti as roupas dele e deixei que continuasse na cama. Então resolvi descobrir onde ele morava, porque na carteira não havia nenhum documento que tivesse o endereço. Peguei o notebook e entrei no site de pesquisa de pessoa física. Não demorou muito e logo encontrei Alfie Lewis juntamente seu endereço mais recente. Coloquei o endereço no GPS e este calculou aproximadamente 35 minutos.

    O relógio marcava 4 da manhã e eu ainda me sentia perdida, estranhamente. Me incomodava essa sensação de não conseguir controlar o que estava acontecendo, muito menos o que eu estava sentindo. Até mesmo porque seria impossível deixar de encontra-lo nos corredores do hospital, principalmente porque o setor jurídico fica próximo ao setor de T.I., o que dificulta bastante as coisas. Peguei um pedaço de papel no criado mudo e anotei: "Eu vou te ligar. Não tente me encontrar ou descobrir meu nome. Apenas aguarde por mim." Após escrito, o papel foi colocado no bolso da calça de Alfie.

    Me troquei, vestindo dessa vez um vestido longo cor de carmim e sandálias e tentei levanta-lo. Era pesado, mas o meu preparo físico me ajudou a coloca-lo deitado no banco de trás do meu carro. Os joelhos estavam dobrados, mas não estava desconfortável. Me certifiquei de colocar inclusive uma almofada sob sua cabeça. Liguei o GPS e dirigi por 40 minutos até a casa dele. Me sentia cansada, vez ou outra meus olhos pareciam querer fechar, mas fiz todo esforço para que isso não acontecesse. Chegando no local, coloquei o carro na garagem e o carreguei pela cintura até o apartamento. Segui direto para uma porta no final do corredor que julguei ser o quarto e empurrei a porta com o pé. Tudo muito rápido, porque o peso fazia minhas pernas tremerem. Acomodei Alfie na cama e deitei do lado dele. Observei sua respiração por alguns minutos até que adormeci com a cabeça em seu peito.

    Eu não podia ter adormecido ali, era pra deixar ele em casa e ir embora para que lesse o bilhete e então eu o procurasse, mas o cansaço foi maior e ali estava eu, involuntariamente invertendo a posição de vulnerabilidade.

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    Re: [!ON!] RESIDÊNCIA DE ELEANOR R. PADDINGTON

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