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    Juliana - Alariel

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    Hellkite
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    Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Qua Nov 15, 2017 5:27 pm

    Avalon. Condado de Brookland.

    Juliana dOllamour mora em Avarin, a maior cidade do condado de Brookland, conhecido por ser um centro nervoso do reino, com suas ótimas estradas que interligam varias cidades em suas rotas de comercio. Pelas estradas passam homens e mulheres ricas, e muitos deles já caíram de amores por Juliana, a sedutora Juliana, que tal como eles ia e vinha, sumindo tão facilmente como surgia na vida deles.

    Com os presentes de amantes apaixonados que ganhou montou sua casa, que era pequena mas confortável, ideal para a vida que levava.
    Infelizmente assim como em qualquer outra casa, precisava fazer a faxina.

    E foi com um lenço na cabeça e vassoura nas mãos que bateram na porta de sua casa.

    Juliana foi atender. E eram seus pais adotivos. Bartin e Celine.

    Bartin era da guarda da cidade. Um homem de belos cabelos negros longos e barba adornada a maneira dos anões. Ficava bem de armadura.



    Celine, por sua vez, tinha o rosto de uma mãe amável e benevolente, que se acentuava cada vez mais ao passar dos anos.



    Na porta da casa, Bartin evitava olhar nos olhos de Juliana, visivelmente desconcertado. Juliana tinha em suas mãos um bolo de cenoura.
    - Surpresa, querida! Viemos visitar você! Mas que orgulho, limpando a casa! Essa é minha menina! – diz, com um tom de satisfação.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qua Nov 15, 2017 11:34 pm

    Faxinar a casa era muito desgostoso porém necessário, com o lenço amarrado na cabeça e a vassoura em mãos eu reclamo comigo mesma enquanto fico varrendo a casa.

    -Mesmo com tantos presentes e agrados ainda preciso limpar essa casa, preciso de um lacaio para fazer trabalhos assim.

    E quando escutasse alguém bater na porta suspiraria meio irritada.

    -Por que sempre quando estou ocupada alguém aparece, que ódio!

    Iria abrir a porta ainda irritada mas faria uma expressão convidativa, e quando visse que eram meus pais adotivos eu abriria um largo sorriso, tiraria o lenço da minha cabeça e deixaria a vassoura encostada na parede.

    Spoiler:
    - Surpresa, querida! Viemos visitar você! Mas que orgulho, limpando a casa! Essa é minha menina!

    -Que bela surpresa! Me pegaram numa hora incoveniente, se soubesse que viriam teria preparado algo e me vestiria melhor, pois é querida mãe, não é um trabalho nobre mas é preciso cuidar da minha casinha. - Diria empolgada mente.

    E com o lenço em mãos eu o passaria em minha testa, pescoço e ombros, como se tivesse tirando o suor do corpo, de forma que provocasse Bartin.

    -Eu adoraria cumprimenta-los mais calorosamente só que estou tão molhada! De suor. - Daria ênfase no "molhada" como se tivesse encharcada de suor mas de forma que Bartin percebesse minha intenção.

    -Por favor entrem, minha casa pode parecer pequena e apertada só que é muito gostosinho dentro dela. - Diria de forma um pouco sarcástica escolhendo justamente essas palavras para instigar Bartin ainda mais com o duplo sentido nas palavras, olhando de canto para ele como quem quisesse devora-lo.

    Eu pegariao bolo de cenoura das mãos de Celine.

    -Por favor, permita-me carregar isso para você, deve estar cansada por trazê-lo até aqui. - Diria atenciosamente.

    Levaria o bolo até a cozinha esperando que me acompanhassem, colocaria o bolo no centro da pequena mesa de jantar com quatro lugares e um pano branco que a cobria até o chão, pegaria então três pratos no armário junto com as talheres e serviria o bolo para ambos, acompanhado de um xícara de café para cada, só que quando eu fosse servi-lo eu me aproximaria dele mais do que necessário encostando meus peitos cobertos apenas por uma fina blusa de algodão em seus ombros sujando propositalmente meu dedo indicador com a cobertura de chocolate do bolo, então levaria meu dedo até a boca chupando o chocolate bem perto de Bartin.

    -Nossa mãe, ta uma delícia só a cobertura, fiquei até com água na boca para comer um pedaço.

    E assim que terminasse de servi-lo eu o abraçaria forte pelos ombros o arranhando por cima das vestes e daria um beijo demorado em seu rosto.

    -Não pude resistir! Eu estava com tanta saudades de vocês! - Diria num tom ingênuo e inocente como se fosse apenas um carinho de uma filha por seu pai.

    Também daria um abraçaria e beijaria a bochecha de Celine para que ela não desconfiasse ou sentisse ciúmes, e terminaria de por o café para eles.

    -Espero que esteja bom, não é como o seu mamãe, mas foi feito com amor para vocês.

    Me sentaria na frente de Bartin e começaria a comer o bolo devagar aproveitando cada pedaço, e sem avisar eu o surpreenderia passando meu pé por suas pernas até chegar em seu pinto, aonde eu começaria a estimula-lo com meus pés de forma sutil e carinhosa por cima de suas vestes na intenção de deixá-lo duro.

    "A sensação de provoca-lo sem que ele possa fazer nada é tão excitante, sinto como se ele estivesse na palma de minha mão, ou no caso na sola de meu pé" - Pensaria comigo mesma enquanto me deliciava vendo Bartin sendo torturado sem poder apenas suportando minhas provocações, enquanto eu o olharia discretamente de forma safada.

    -Então paizinho, o que trouxe vocês até aqui? Saudades de mim? Ou algum outro motivo especial. - Perguntaria tentando parecer ingênua porém com um leve tom de sarcasmo, só para deixá-lo louco de vez.

    Me divertia vendo Bartin ter que conversar normalmente enquanto eu o excitava por debaixo dos panos, vez ou outra eu lançaria olhares como se ele fosse meu brinquedinho, para ele perceber que para mim aquilo era um jogo no qual eu me divertia nas custas dele.

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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Ter Nov 21, 2017 6:10 pm

    Bartin sabia que era uma ma ideia vir visitar Juliana em sua casa junto com sua esposa, mas a insistência de sua mulher o fez fraquejar e concordar em acompanha-la. E sabia desde o primeiro momento em que a viu, com o lenço amarrado a cabeça e seu sorriso convidativo, que estava certo. Definitivamente uma ma ideia.

    Aquela menina sabia como provocar. Seus movimentos sensuais na hora de limpar seu próprio suor já o fizeram entrar em uma ereção dolorida, seu membro acomodado de maneira estranha. Aproveitando uma leve distração da esposa deu uma arrumada. Pronto.

    -Eu adoraria cumprimenta-los mais calorosamente só que estou tão molhada! De suor.  

    Ah, e como ficava molhada. Era uma delicia estar dentro dela.

    Bartin vai ate a mesa, cavalheiro como sempre, oferecendo o lugar para Celine se sentar. Ela agradece com um leve selinho. O guarda se sente mal por aquilo.

    só que quando eu fosse servi-lo eu me aproximaria dele mais do que necessário encostando meus peitos cobertos apenas por uma fina blusa de algodão em seus ombros sujando propositalmente meu dedo indicador com a cobertura de chocolate do bolo, então levaria meu dedo até a boca chupando o chocolate bem perto de Bartin.

    -Nossa mãe, ta uma delícia só a cobertura, fiquei até com água na boca para comer um pedaço.

    Diabinha! Sabe que morro de tesão por ela e fica me provocando. Bartin morde os lábios e roça a mao de leve no próprio pênis, para ver se aliviava sua tensão um pouco. Não. Não aliviou nada.

    E assim que terminasse de servi-lo eu o abraçaria forte pelos ombros o arranhando por cima das vestes e daria um beijo demorado em seu rosto.

    -Não pude resistir! Eu estava com tanta saudades de vocês! - Diria num tom ingênuo e inocente como se fosse apenas um carinho de uma filha por seu pai.

    Quer me matar, sua piranha!
    - Tambem tive saudades de voce, Juli.

    Me sentaria na frente de Bartin e começaria a comer o bolo devagar aproveitando cada pedaço, e sem avisar eu o surpreenderia passando meu pé por suas pernas até chegar em seu pinto, aonde eu começaria a estimula-lo com meus pés de forma sutil e carinhosa por cima de suas vestes na intenção de deixá-lo duro.

    Na frente de Celine, sua puta! Bartin a principio tentou impedir, mas seu membro estava tão dolorido que logo cedeu a tentação e deixou que ela o estimulasse. Já estava melado, não restava duvidas. Que Mitz tivesse piedade de sua alma, mas teria que trair sua esposa mais uma vez.

    -Então paizinho, o que trouxe vocês até aqui? Saudades de mim? Ou algum outro motivo especial. - Perguntaria tentando parecer ingênua porém com um leve tom de sarcasmo, só para deixá-lo louco de vez.

    Bartin sabia que era apenas um joguete nas mãos daquela vadia, mas nada podia fazer. Ele suspira, e aguarda Celine dizer o motivo.

    A esposa sorri inocentemente para Juliana, os cotovelos na mesa e as mãos trançadas.
    - Claro que sim, minha querida, muitas saudades! Como não esquecer nossas conversas depois do jantar? Eu já disse para Bartin que foi um erro voce sair de casa, mas ele disse que foi melhor para voce, minha filha! Eu discordo! – diz, e então faz uma cara de preocupada – É que voce sabe, a cidade é um lugar perigoso, especialmente para uma jovem bonita como voce, Juli!

    Bartin suspira. Sair de casa foi o melhor que podia ter feito. Não suportava mais trair sua esposa na cama onde dormia com ela.
    - Juli, la na guarda estamos recebendo muitas noticias sobre o desaparecimento de jovens mulheres, com exatamente o seu perfil. Eu... conversei com Celine, e ela disse para que eu dormisse a noite na sua casa, para evitar que algum malfeitor faça algo de errado com voce.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qui Nov 23, 2017 6:53 pm

    Aquela menina sabia como provocar. Seus movimentos sensuais na hora de limpar seu próprio suor já o fizeram entrar em uma ereção dolorida, seu membro acomodado de maneira estranha. Aproveitando uma leve distração da esposa deu uma arrumada.

    Ver Bartin ajeitando seu pênis dentro por cima da calça me faria arregalar os olhos pela supresas, então aproveitaria a distração de Celine para sorrir de forma sádica e maliciosa para ele.
    "-Esses dois não devem fazer tanto sexo, pois apenas por me ver ele ficou assim... Qual seria sua reação se soubesse que não to usando nada por debaixo dessa saia curta? Haha Isso será melhor do que eu pensava."
    Com certeza Juliana estaria dando risadas internamente por Bartin ficar naquele estado apenas por olha-la.

    Bartin morde os lábios e roça a mao de leve no próprio pênis, para ver se aliviava sua tensão um pouco. Não. Não aliviou nada.

    Eu me controlaria para não rir alto na frente de Celine, como é prazeroso vê-lo tão ereto e sem poder fazer nada.
    "-Ele mal consegue se conter, e nem pode se aliviar, daqui a pouco eu vou ficar cheia de tesão também."

    Bartin a principio tentou impedir, mas seu membro estava tão dolorido que logo cedeu a tentação e deixou que ela o estimulasse. Já estava melado, não restava duvidas. Que Mitz tivesse piedade de sua alma, mas teria que trair sua esposa mais uma vez.
    "-Tão bobinho, como se ele pudesse resistir a mim, farei com que se arrependa por isso."


    - Juli, la na guarda estamos recebendo muitas noticias sobre o desaparecimento de jovens mulheres, com exatamente o seu perfil. Eu... conversei com Celine, e ela disse para que eu dormisse a noite na sua casa, para evitar que algum malfeitor faça algo de errado com voce.

    A princípio eu ficaria surpresa com a notícia, mas não assustada, meu excesso de confiança me fazia achar que nada do tipo poderia acontecer comigo, porém saber que outras garotas desapareceram e pode acontecer o mesmo com outras, e o fato de terem o meu perfil me deixava inquieta.

    Eu me manteria tranquila sem deixar transparecer minha inquietação, eu faria uma expressão confiante é seguro para tranquilizar Celine.
    -Ao menos quem está fazendo isso tem bom haha.
    Tentaria fazer uma piada para quebrar o clima do assunto pesado.
    -Piadas a parte, não precisa se preocupar mãe, já posso me cuidar sozinha, prometo que vou cuidar para podermos ter mais conversas depois do jantar como antes.
    Eu sorriria Alegre e inocentemente para deixa-la mais calma, porém eu mandaria um olhar de canto para Bartin.
    -Também não precisa ficar bravo com papai, ele sempode ser DURO e RÍGIDO, as vezes atè GROSSO quando se trata de mim, mas eu sei que ele só quer o meu bem.
    Falaria num tom irônico para parecer apenas uma implicância com Bartin.
    Porém eu pressionaria meu pé contra seu pênis ereto para causar um pouco de dor, como forma de punição por ele ter tentado resistir, entretanto logo voltaria a esfrega-lo de maneira mais delicada para continuar estimulando, observando suas reações apenas por diversão.
    "No que ele estava pensando quando tentou me negar, isso só me deixou com ainda mais vontade de atormenta-lo."
    -Mas ainda sim to muito incomodada com o fato das garotas desaparecidas terem o perfil parecido com o meu, estou me sentindo mal por elas. - De maneira desapontada.

    E como se pudesse escutar um estalo de dedos em minha mente eu me atentaria para a última frase dita por ele.

    Eu... conversei com Celine, e ela disse para que eu dormisse a noite na sua casa, para evitar que algum malfeitor faça algo de errado com voce.

    Engoliria a seco aquelas palavras me fazendo repensar as provocações até agora.
    "-Se ele for dormir aqui sozinho, com certeza terei muito trabalho até que fique satisfeito de tanto gozar, espero que Erotika me olhe por mim nessa hora."
    -Você dormirá aqui também mãe? Ou apenas meu pai? - Estaria preocupada com a resposta, não apenas por ter que fazer sexo com Bartin até que ele fique satisfeito, mas também por ela ter que voltar para casa sozinha, afinal não sou tão cruel para deixar de me importar com Celine, apenas não posso conter meus desejos e Bartin estava-la quando precisava sacia-los, então seduzir esse homem era inevitável, mas que era muito prazeroso para mim, isso não posso negar.
    E sem deixar me abalar eu continuaria a massagea-lo com meu pé, usando a sola para pressiona-lo mais gentilmente do que antes contra seu abdômen, e esfregaria o "corpo" de seu pênis de baixo para cima de forma lenta pressionando cada parte afinal por ele estar de calça talvez fosse preciso mais dedicação e um pouco a mais de força, depois que ele estivesse bem alegrinho com a situação eu usaria meus dedos para esfregar a cabeça de seu membro mais sutilmente por ser uma região mais sensível e se fosse possível tentaria coloca-la entre meus dedos e a apertaria algumas vezes para ir matando ele aos poucos, e como se não bastasse eu usaria meu outro pé para prender o pênis dele entre as duas solas, e começaria a pressiona-las uma contra a outra e então as deslizaria de cima para baixo alternando os movimentos de subir e descer de cada pé, começaria bem devagar e com pouca força, e gradativamente aumentaria a intensidade e pressão, esfregando por completo seu membro desde seus testículos até a glande, que nessa altura já deve estar quase pulando para fura de tão excitado e dolorido.

    E assim que ele estivesse excitado a ponto de não conseguir pensar eu mais nada, simplesmente tiraria meus pés deixando-o naquele estado, e me levantaria da mesa. - Com licença. -
    Diria da forma mais educada possível, deixando ele perceber meu olhar safado, colocaria a xícara de café em cima do prato que usei para comer o bolo e carregaria tudo com apenas uma mão, faria questão de passar por trás dele, aproveitando para fazer um "carinho inocente" em seu ombro e passaria minhas unhas por trás de seus ombros com um sorriso de menina travessa estampado em meu rosto.
    "-Com certeza ele deve estar me xingando mentalmente agora." - Levaria o prato com a xícara até a pia e me controlaria para não rir quando estivesse de costas para eles, pararia por um segundo e morderia meus lábios para me conter, colocaria uma mão por dentro da saia sem que Celine percebesse e já poderia sentir meus dedos lambuzados.
    "-Droga... Preciso foder com alguém o quanto antes, não que isso seja ruim haha!"
    Lavaria minhas mãos e a louça para limpar meus dedos, voltaria para a mesa sentando e cruzando minhas pernas, bem comportada.
    -Acabei me melando um pouco com o chocolate, pareço uma criança comendo coisas doces. - Diria da forma bem humorada e ingênua, mas provavelmente Bartin perceberia a maldade em minhas palavras.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Seg Nov 27, 2017 11:02 am

    Bartin sabia que iria queimar no inferno por tudo aquilo que estava fazendo, mas não tinha como impedir. Seu membro estava muito rígido, e mal esperava a hora de estar a sos com Juli.

    -Você dormirá aqui também mãe? Ou apenas meu pai?  

    Inocentemente Celine nega com a cabeça. Estava plenamente confiante em seu marido.
    - Não, minha querida, apenas seu pai. Nossa casa é mais segura, e além do que somente garotas jovens e bonitas estão sendo atacadas, o que não é o meu caso, hihihi! Tive muito trabalho para convence-lo, mas no final venceu o senso comum, não podemos deixar nossa filha querida desprotegida!

    Bartin, que estava com seu pênis para fora sendo massageado pelos pés hábeis de sua filha adotiva, limita-se a acenar rapidamente com a cabeça, totalmente envergonhado por dentro por estar naquela situação deplorável. Vou me vingar desta putinha, só espera mais um pouco, pensava, morrendo de tesão.

    -Acabei me melando um pouco com o chocolate, pareço uma criança comendo coisas doces. - Diria da forma bem humorada e ingênua, mas provavelmente Bartin perceberia a maldade em minhas palavras.

    Celine pega um pano e carinhosamente limpa os lábios de Juli.
    - Ah, voce sempre vai ser minha pequena rosa, minha querida, tão descuidada... Mas infelizmente já esta tarde, melhor sair ainda enquanto tem um fiozinho de sol – diz a mulher, levantando-se.

    Bartin sabia que não teria tempo de se arrumar, seu pênis enorme para fora não seria possível recoloca-lo em posição de descanso em tempo hábil.
    - Ah querida, infelizmente fiquei com uma grande câimbra, não vou poder acompanha-la a porta. Desculpe-me.

    Compreensiva, Celine aproxima-se e da um selinho em sua bochecha.
    - Tudo bem, querido... Cuide bem de nossa garotinha, ok?

    A mãe adotiva fica então na porta, com as mãos dadas com Juli, sorrindo.
    - Então é isso. Ah, tenho mais uma novidade. Vai ter um grande baile no castelo do Conde, e consegui um convite para voce! Uma ótima oportunidade para fazer grandes amizades. Sera neste final de semana, prepare-se! – diz, dando o convite nas mãos da feiticeira.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qua Nov 29, 2017 8:50 pm

    - Não, minha querida, apenas seu pai. Nossa casa é mais segura, e além do que somente garotas jovens e bonitas estão sendo atacadas, o que não é o meu caso, hihihi! Tive muito trabalho para convence-lo, mas no final venceu o senso comum, não podemos deixar nossa filha querida desprotegida!

    -Bobagem mãe, você ainda continua sendo uma bela mulher, mesmo papai sendo cabeça dura ele sempre a acaba fazendo o que você quer, e é melhor se apressar para não perder o restante da luz do sol.
    Responderia de forma tão inocente quanto Celine.

    - Tudo bem, querido... Cuide bem de nossa garotinha, ok?

    Fitaria Bartin seduzindo-o com um sorriso provocante e um olhar de superioridade.
    -Não precisa se preocupar mãezinha, papai é muito cuidadoso comigo. - "Principalmente quando ele se enfia no meio das minhas pernas."

    - Então é isso. Ah, tenho mais uma novidade. Vai ter um grande baile no castelo do Conde, e consegui um convite para voce! Uma ótima oportunidade para fazer grandes amizades. Sera neste final de semana, prepare-se! – diz, dando o convite nas mãos da feiticeira.

    A princípio me mostraria muito empolgada e animada com a ideia sorrindo para Celine cheia de alegria
    -Nossa! Como você conseguiu algo assim!? É o sonho de qualquer garota ser convidada para uma festa assim, com certeza irei!
    Depois de ter o convite em mãos eu daria um forte abraço em Celine e também um beijo em sua bochecha.
    -Se cuida, no caminho de volta, que Mitz olhe por você mãe.
    Faria um pequeno aceno com a mão segurando o convite entre os dedos na despedida.

    Assim que Celine se afastasse eu trancaria a porta para caso ela voltar não nos pegar de surpresa, e pararia alguns segundos para olhar o convite com desinteresse.
    -Sera que eu deveria ir nisso? Mesmo com o submisso das outras meninas.
    Diria com desconfiança pensando alto, enquanto olharia para o convite duvidosa mente.

    -Depois me preocupo com isso. Tenho que aproveitar meu brinquedinho agora! - Falaria ironicamente e olharia para Bartin.

    Deixaria o convite em cima de um criado  mudo próximo da porta, e Removeria minha blusa exibindo meus seios para Bartin, caminharia sedutoramente em sua direção.
    -Sua câimbra deve ter sido bem dolorida, para nem poder andar. - O provocaria num tom de sarcasmo.

    Assim que me aproximasse dele, sentaria em seu colo virada de frente com as pernas abertas em volta da cadeira de forma que o membro dele fique roçando entre minhas nádegas.
    -Bartin Bartin você é tão sujo por ficar tão duro assim na frente da própria esposa. - Falaria enquanto deixo meu rosto bem próximo ao dele o olhando diretamente nos olhos.

    Antes que ele tivesse a chance de responder eu colocaria meu dedo indicador em cima de seus lábios e o vendaria usando minha blusa fazendo um laço atrás de sua cabeça.
    -Bem melhor assim, aqui dentro quem manda sou eu, entendido? - Começaria a rebolar esfregando minha bunda ainda mais naquele pênis.

    E com uma mão eu puxaria Bartin pelo queixo e o colocaria com a boca nos meus seios.
    -Use essa boca imunda que você beija sua esposa para me dar algum prazer também. - Diria sussurrando em seu ouvido de maneira autoritária.

    O seguraria pelos cabelos ainda com a boca no meu peito, e começaria a morder e arranhar sua nuca, soltaria gemidos de prazer em seus ouvidos a medida que ele fosse me chupando.
    -É melhor você se esforçar para me satisfazer se não vai ficar apenas se masturbando. - Então o estapearia diversas vezes para deixar minha mão marcada em seu rosto, para deixá-lo com ainda mais vontade de transar comigo com todas suas forças seja por raiva ou tesão.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Seg Dez 04, 2017 5:37 pm

    Deixaria o convite em cima de um criado mudo próximo da porta, e Removeria minha blusa exibindo meus seios para Bartin, caminharia sedutoramente em sua direção.
    -Sua câimbra deve ter sido bem dolorida, para nem poder andar. - O provocaria num tom de sarcasmo.

    Bartin olha para os seios de Juliana e morde os próprios lábios de tesão. Não eram grandes, mas eram extremamente excitantes, no frescor de sua juventude. Seu pênis latejava doloridamente com essa visão.
    - Juli, sua safada, você sabe como me deixa... Não poderia me levantar... Como voce faz essas coisas na frente de sua mãe? – diz o guarda, indignado.

    Com a filha adotiva sentada no colo, Bartin se sentia ao mesmo tempo no paraiso e no inferno, a culpa e o desejo convivendo juntos em sua cabeça. Desejava intensamente penetrar naquela garota.

    -Bartin Bartin você é tão sujo por ficar tão duro assim na frente da própria esposa. - Falaria enquanto deixo meu rosto bem próximo ao dele o olhando diretamente nos olhos.

    Obedientemente Bartin se deixa vendar. Estava acostumado com os jogos de Juliana.

    -Use essa boca imunda que você beija sua esposa para me dar algum prazer também. - Diria sussurrando em seu ouvido de maneira autoritária.

    Com muita sofreguidão Bartin suga os mamilos duros da jovem. Estava louco de desejo por ela, e agora nada mais importava.

    NRPG: Bartin - Perform (sex) 6 nok

    Sua vontade era tamanha, que o guarda sugava com muita força, fazendo doer os bicos sensíveis de Juliana. Era muito tesão incontrolado, que não estava agradando em nada a jovem.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qui Dez 07, 2017 3:28 am

    - Juli, sua safada, você sabe como me deixa... Não poderia me levantar... Como voce faz essas coisas na frente de sua mãe? – diz o guarda, indignado.

    Antes de venda-lo eu aproximaria meu rosto bem próximo ao dele quase tocando a ponta de nossos narizes olhando diretamente em seus olhos, e diria de forma irônica para irrita-lo ainda mais.
    -Não precisa ficar irritadinho meu bem, não posso evitar, é um dos meus fetiches te provocar sem que você nada possa fazer, mesmo tendo uma consideração enorme por ela, não da para controlar meus desejos.
    Acariciaria seu rosto carinhosamente, depois passaria a ponta de minhas unhas bem sutilmente, enquanto morderia meus lábios, soltando um sorriso bem safado e sincero.
    -Agora você deveria fazer o mesmo e se entregar para mim, a mulher mais linda da sua vida esta completamente exposta na sua frente, ao invés de aproveitar esse momento fica pensando em bobagens. Falaria de forma manhosa para que ele se derreta de vez.

    NRPG: Bartin - Perform (sex) 6 nok

    Sua vontade era tamanha, que o guarda sugava com muita força, fazendo doer os bicos sensíveis de Juliana. Era muito tesão incontrolado, que não estava agradando em nada a jovem.

    Soltaria um gemido de dor agudo. - SEU CRETINO! Ta achando que sou um pedaço carne para você abocanhar como bem entender? - Empurraria seus ombros para traz sem por muita força, para que ele parasse.
    -Seja mais sutil, assim não é nada prazeroso para mim. - Diria de forma bem autoritária.
    E se ele não parasse eu ficaria irritada e morderia seu pescoço com força para aliviar a dor e apertaria seu enorme cacete com força para que ele parasse, me deliciando com seu futuro gemido de dor.
    -Acho que ainda não te disciplinei direito. - Usaria o tom mais sádico possível continuaria apertando-o por mais alguns segundos me divertindo com a cena.
    Então diria de maneira doce e libertina. -Pode não parecer mas meu corpo é sensível, principalmente meus biquinhos quando estão duros assim.

    Se ele estivesse parado de chupar meus peitos como um animal eu levantaria meu quadril e me sentaria no corpo de seu pênis, então começaria a movimentar minha bunda para esfregando minha vagina contra seu pinto, o deixando melado com meus fluidos.
    "Espero que deixa-lo bem molhado facilite minha vida na hora que ele resolver enfiar isso dentro de mim."
    Sussurraria baixo em seu ouvido para instiga-lo. -Diga para mim me guarda favorito, o que você quer que eu faça? Implore para mim.
    Então se ele implorasse por uma penetração, eu me sentiria satisfeita e com a ajuda de minhas mãos colocaria seu pênis na entrada da minha vagina. - "Deusa Erotika por favor não me faça engravidar e me de forças para aguentar esse pau monstruoso." - Então começaria a enfia-lo com cuidado rebolando meu quadril para aquele enorme cacete ir adentrando aos poucos sem me causar dor, seguraria em suas vestes com muita força revirando meus olhos para aliviar a tensão, deixaria meus gemidos indecentes de prazer escaparem, assim que ele tivesse penetrado por completo eu suspiraria soltando suas roupas.
    -Começa devagar, lembra o que eu te disse sobre eu não ser apenas um pedaço de carne. - Falaria tentando parecer estar no controle da situação porem acho que seria bem impossível nessa situação, antes que ele respondesse eu o puxaria pela gola da blusa lhe dando um beijo intenso de forma que ele não conseguisse negar, movendo meu quadril para cima e para baixo com cautela para ir me acostumando com seu pênis
    Hellkite
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite Ontem à(s) 5:13 pm

    - SEU CRETINO! Ta achando que sou um pedaço carne para você abocanhar como bem entender? - Empurraria seus ombros para traz sem por muita força, para que ele parasse.

    NRPG: Juli – Intimidacao 3

    As ameaças por parte de Juli não surtiram efeito, tamanha a vontade de transar sentida por aquele homem. Seus braços eram fortes, e seu rosto estava colado aos seios da garota, não tendo como escapar daquela chupada intensa. Não restou alternativa senão morde-lo com força e aperta-lo em seu ponto mais sensível.

    NRPG: Juli - Diplomacia 7

    -Acho que ainda não te disciplinei direito. - Usaria o tom mais sádico possível continuaria apertando-o por mais alguns segundos me divertindo com a cena.
    Então diria de maneira doce e libertina. -Pode não parecer mas meu corpo é sensível, principalmente meus biquinhos quando estão duros assim.

    Bartin parou e ouviu as explicações de Juli, mas todo o período de excitação o havia deixado sem limites. Estava mais violento que de costume, e não estava afim de jogos eróticos.

    -Diga para mim me guarda favorito, o que você quer que eu faça? Implore para mim.

    O guarda, praticamente enlouquecido, faria tudo o que ela pedisse naquele momento.
    - Quero... te... comer...

    Segurando-a bem forte pelos quadris e movimentando-a com muito vigor físico, ele inicia a penetração, que devido ao tamanho considerável do guarda, se faz com certa dificuldade. Bartin sente ter alcançado o paraiso, sentindo um grande alivio por ter conseguido finalmente o que queria.
    -Começa devagar, lembra o que eu te disse sobre eu não ser apenas um pedaço de carne.

    NRPG: Perform (sex) 11

    Dessa vez parecia que Bartin tinha entendido o recado, e estando com todo seu membro dentro dela, sua afobação tinha diminuído um pouco, passando agora a acariciar seus seios e beijar seu pescoço com menos rudeza. Porém logo o guarda atinge o clímax, deixando Juli apenas parcialmente satisfeita com sua performance sexual.
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    Re: Juliana - Alariel

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      Data/hora atual: Qua Dez 13, 2017 1:29 am