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    Juliana - Alariel

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    Hellkite
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    Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Qua Nov 15, 2017 5:27 pm

    Avalon. Condado de Brookland.

    Juliana dOllamour mora em Avarin, a maior cidade do condado de Brookland, conhecido por ser um centro nervoso do reino, com suas ótimas estradas que interligam varias cidades em suas rotas de comercio. Pelas estradas passam homens e mulheres ricas, e muitos deles já caíram de amores por Juliana, a sedutora Juliana, que tal como eles ia e vinha, sumindo tão facilmente como surgia na vida deles.

    Com os presentes de amantes apaixonados que ganhou montou sua casa, que era pequena mas confortável, ideal para a vida que levava.
    Infelizmente assim como em qualquer outra casa, precisava fazer a faxina.

    E foi com um lenço na cabeça e vassoura nas mãos que bateram na porta de sua casa.

    Juliana foi atender. E eram seus pais adotivos. Bartin e Celine.

    Bartin era da guarda da cidade. Um homem de belos cabelos negros longos e barba adornada a maneira dos anões. Ficava bem de armadura.



    Celine, por sua vez, tinha o rosto de uma mãe amável e benevolente, que se acentuava cada vez mais ao passar dos anos.



    Na porta da casa, Bartin evitava olhar nos olhos de Juliana, visivelmente desconcertado. Juliana tinha em suas mãos um bolo de cenoura.
    - Surpresa, querida! Viemos visitar você! Mas que orgulho, limpando a casa! Essa é minha menina! – diz, com um tom de satisfação.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qua Nov 15, 2017 11:34 pm

    Faxinar a casa era muito desgostoso porém necessário, com o lenço amarrado na cabeça e a vassoura em mãos eu reclamo comigo mesma enquanto fico varrendo a casa.

    -Mesmo com tantos presentes e agrados ainda preciso limpar essa casa, preciso de um lacaio para fazer trabalhos assim.

    E quando escutasse alguém bater na porta suspiraria meio irritada.

    -Por que sempre quando estou ocupada alguém aparece, que ódio!

    Iria abrir a porta ainda irritada mas faria uma expressão convidativa, e quando visse que eram meus pais adotivos eu abriria um largo sorriso, tiraria o lenço da minha cabeça e deixaria a vassoura encostada na parede.

    Spoiler:
    - Surpresa, querida! Viemos visitar você! Mas que orgulho, limpando a casa! Essa é minha menina!

    -Que bela surpresa! Me pegaram numa hora incoveniente, se soubesse que viriam teria preparado algo e me vestiria melhor, pois é querida mãe, não é um trabalho nobre mas é preciso cuidar da minha casinha. - Diria empolgada mente.

    E com o lenço em mãos eu o passaria em minha testa, pescoço e ombros, como se tivesse tirando o suor do corpo, de forma que provocasse Bartin.

    -Eu adoraria cumprimenta-los mais calorosamente só que estou tão molhada! De suor. - Daria ênfase no "molhada" como se tivesse encharcada de suor mas de forma que Bartin percebesse minha intenção.

    -Por favor entrem, minha casa pode parecer pequena e apertada só que é muito gostosinho dentro dela. - Diria de forma um pouco sarcástica escolhendo justamente essas palavras para instigar Bartin ainda mais com o duplo sentido nas palavras, olhando de canto para ele como quem quisesse devora-lo.

    Eu pegariao bolo de cenoura das mãos de Celine.

    -Por favor, permita-me carregar isso para você, deve estar cansada por trazê-lo até aqui. - Diria atenciosamente.

    Levaria o bolo até a cozinha esperando que me acompanhassem, colocaria o bolo no centro da pequena mesa de jantar com quatro lugares e um pano branco que a cobria até o chão, pegaria então três pratos no armário junto com as talheres e serviria o bolo para ambos, acompanhado de um xícara de café para cada, só que quando eu fosse servi-lo eu me aproximaria dele mais do que necessário encostando meus peitos cobertos apenas por uma fina blusa de algodão em seus ombros sujando propositalmente meu dedo indicador com a cobertura de chocolate do bolo, então levaria meu dedo até a boca chupando o chocolate bem perto de Bartin.

    -Nossa mãe, ta uma delícia só a cobertura, fiquei até com água na boca para comer um pedaço.

    E assim que terminasse de servi-lo eu o abraçaria forte pelos ombros o arranhando por cima das vestes e daria um beijo demorado em seu rosto.

    -Não pude resistir! Eu estava com tanta saudades de vocês! - Diria num tom ingênuo e inocente como se fosse apenas um carinho de uma filha por seu pai.

    Também daria um abraçaria e beijaria a bochecha de Celine para que ela não desconfiasse ou sentisse ciúmes, e terminaria de por o café para eles.

    -Espero que esteja bom, não é como o seu mamãe, mas foi feito com amor para vocês.

    Me sentaria na frente de Bartin e começaria a comer o bolo devagar aproveitando cada pedaço, e sem avisar eu o surpreenderia passando meu pé por suas pernas até chegar em seu pinto, aonde eu começaria a estimula-lo com meus pés de forma sutil e carinhosa por cima de suas vestes na intenção de deixá-lo duro.

    "A sensação de provoca-lo sem que ele possa fazer nada é tão excitante, sinto como se ele estivesse na palma de minha mão, ou no caso na sola de meu pé" - Pensaria comigo mesma enquanto me deliciava vendo Bartin sendo torturado sem poder apenas suportando minhas provocações, enquanto eu o olharia discretamente de forma safada.

    -Então paizinho, o que trouxe vocês até aqui? Saudades de mim? Ou algum outro motivo especial. - Perguntaria tentando parecer ingênua porém com um leve tom de sarcasmo, só para deixá-lo louco de vez.

    Me divertia vendo Bartin ter que conversar normalmente enquanto eu o excitava por debaixo dos panos, vez ou outra eu lançaria olhares como se ele fosse meu brinquedinho, para ele perceber que para mim aquilo era um jogo no qual eu me divertia nas custas dele.

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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Ter Nov 21, 2017 6:10 pm

    Bartin sabia que era uma ma ideia vir visitar Juliana em sua casa junto com sua esposa, mas a insistência de sua mulher o fez fraquejar e concordar em acompanha-la. E sabia desde o primeiro momento em que a viu, com o lenço amarrado a cabeça e seu sorriso convidativo, que estava certo. Definitivamente uma ma ideia.

    Aquela menina sabia como provocar. Seus movimentos sensuais na hora de limpar seu próprio suor já o fizeram entrar em uma ereção dolorida, seu membro acomodado de maneira estranha. Aproveitando uma leve distração da esposa deu uma arrumada. Pronto.

    -Eu adoraria cumprimenta-los mais calorosamente só que estou tão molhada! De suor.  

    Ah, e como ficava molhada. Era uma delicia estar dentro dela.

    Bartin vai ate a mesa, cavalheiro como sempre, oferecendo o lugar para Celine se sentar. Ela agradece com um leve selinho. O guarda se sente mal por aquilo.

    só que quando eu fosse servi-lo eu me aproximaria dele mais do que necessário encostando meus peitos cobertos apenas por uma fina blusa de algodão em seus ombros sujando propositalmente meu dedo indicador com a cobertura de chocolate do bolo, então levaria meu dedo até a boca chupando o chocolate bem perto de Bartin.

    -Nossa mãe, ta uma delícia só a cobertura, fiquei até com água na boca para comer um pedaço.

    Diabinha! Sabe que morro de tesão por ela e fica me provocando. Bartin morde os lábios e roça a mao de leve no próprio pênis, para ver se aliviava sua tensão um pouco. Não. Não aliviou nada.

    E assim que terminasse de servi-lo eu o abraçaria forte pelos ombros o arranhando por cima das vestes e daria um beijo demorado em seu rosto.

    -Não pude resistir! Eu estava com tanta saudades de vocês! - Diria num tom ingênuo e inocente como se fosse apenas um carinho de uma filha por seu pai.

    Quer me matar, sua piranha!
    - Tambem tive saudades de voce, Juli.

    Me sentaria na frente de Bartin e começaria a comer o bolo devagar aproveitando cada pedaço, e sem avisar eu o surpreenderia passando meu pé por suas pernas até chegar em seu pinto, aonde eu começaria a estimula-lo com meus pés de forma sutil e carinhosa por cima de suas vestes na intenção de deixá-lo duro.

    Na frente de Celine, sua puta! Bartin a principio tentou impedir, mas seu membro estava tão dolorido que logo cedeu a tentação e deixou que ela o estimulasse. Já estava melado, não restava duvidas. Que Mitz tivesse piedade de sua alma, mas teria que trair sua esposa mais uma vez.

    -Então paizinho, o que trouxe vocês até aqui? Saudades de mim? Ou algum outro motivo especial. - Perguntaria tentando parecer ingênua porém com um leve tom de sarcasmo, só para deixá-lo louco de vez.

    Bartin sabia que era apenas um joguete nas mãos daquela vadia, mas nada podia fazer. Ele suspira, e aguarda Celine dizer o motivo.

    A esposa sorri inocentemente para Juliana, os cotovelos na mesa e as mãos trançadas.
    - Claro que sim, minha querida, muitas saudades! Como não esquecer nossas conversas depois do jantar? Eu já disse para Bartin que foi um erro voce sair de casa, mas ele disse que foi melhor para voce, minha filha! Eu discordo! – diz, e então faz uma cara de preocupada – É que voce sabe, a cidade é um lugar perigoso, especialmente para uma jovem bonita como voce, Juli!

    Bartin suspira. Sair de casa foi o melhor que podia ter feito. Não suportava mais trair sua esposa na cama onde dormia com ela.
    - Juli, la na guarda estamos recebendo muitas noticias sobre o desaparecimento de jovens mulheres, com exatamente o seu perfil. Eu... conversei com Celine, e ela disse para que eu dormisse a noite na sua casa, para evitar que algum malfeitor faça algo de errado com voce.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qui Nov 23, 2017 6:53 pm

    Aquela menina sabia como provocar. Seus movimentos sensuais na hora de limpar seu próprio suor já o fizeram entrar em uma ereção dolorida, seu membro acomodado de maneira estranha. Aproveitando uma leve distração da esposa deu uma arrumada.

    Ver Bartin ajeitando seu pênis dentro por cima da calça me faria arregalar os olhos pela supresas, então aproveitaria a distração de Celine para sorrir de forma sádica e maliciosa para ele.
    "-Esses dois não devem fazer tanto sexo, pois apenas por me ver ele ficou assim... Qual seria sua reação se soubesse que não to usando nada por debaixo dessa saia curta? Haha Isso será melhor do que eu pensava."
    Com certeza Juliana estaria dando risadas internamente por Bartin ficar naquele estado apenas por olha-la.

    Bartin morde os lábios e roça a mao de leve no próprio pênis, para ver se aliviava sua tensão um pouco. Não. Não aliviou nada.

    Eu me controlaria para não rir alto na frente de Celine, como é prazeroso vê-lo tão ereto e sem poder fazer nada.
    "-Ele mal consegue se conter, e nem pode se aliviar, daqui a pouco eu vou ficar cheia de tesão também."

    Bartin a principio tentou impedir, mas seu membro estava tão dolorido que logo cedeu a tentação e deixou que ela o estimulasse. Já estava melado, não restava duvidas. Que Mitz tivesse piedade de sua alma, mas teria que trair sua esposa mais uma vez.
    "-Tão bobinho, como se ele pudesse resistir a mim, farei com que se arrependa por isso."


    - Juli, la na guarda estamos recebendo muitas noticias sobre o desaparecimento de jovens mulheres, com exatamente o seu perfil. Eu... conversei com Celine, e ela disse para que eu dormisse a noite na sua casa, para evitar que algum malfeitor faça algo de errado com voce.

    A princípio eu ficaria surpresa com a notícia, mas não assustada, meu excesso de confiança me fazia achar que nada do tipo poderia acontecer comigo, porém saber que outras garotas desapareceram e pode acontecer o mesmo com outras, e o fato de terem o meu perfil me deixava inquieta.

    Eu me manteria tranquila sem deixar transparecer minha inquietação, eu faria uma expressão confiante é seguro para tranquilizar Celine.
    -Ao menos quem está fazendo isso tem bom haha.
    Tentaria fazer uma piada para quebrar o clima do assunto pesado.
    -Piadas a parte, não precisa se preocupar mãe, já posso me cuidar sozinha, prometo que vou cuidar para podermos ter mais conversas depois do jantar como antes.
    Eu sorriria Alegre e inocentemente para deixa-la mais calma, porém eu mandaria um olhar de canto para Bartin.
    -Também não precisa ficar bravo com papai, ele sempode ser DURO e RÍGIDO, as vezes atè GROSSO quando se trata de mim, mas eu sei que ele só quer o meu bem.
    Falaria num tom irônico para parecer apenas uma implicância com Bartin.
    Porém eu pressionaria meu pé contra seu pênis ereto para causar um pouco de dor, como forma de punição por ele ter tentado resistir, entretanto logo voltaria a esfrega-lo de maneira mais delicada para continuar estimulando, observando suas reações apenas por diversão.
    "No que ele estava pensando quando tentou me negar, isso só me deixou com ainda mais vontade de atormenta-lo."
    -Mas ainda sim to muito incomodada com o fato das garotas desaparecidas terem o perfil parecido com o meu, estou me sentindo mal por elas. - De maneira desapontada.

    E como se pudesse escutar um estalo de dedos em minha mente eu me atentaria para a última frase dita por ele.

    Eu... conversei com Celine, e ela disse para que eu dormisse a noite na sua casa, para evitar que algum malfeitor faça algo de errado com voce.

    Engoliria a seco aquelas palavras me fazendo repensar as provocações até agora.
    "-Se ele for dormir aqui sozinho, com certeza terei muito trabalho até que fique satisfeito de tanto gozar, espero que Erotika me olhe por mim nessa hora."
    -Você dormirá aqui também mãe? Ou apenas meu pai? - Estaria preocupada com a resposta, não apenas por ter que fazer sexo com Bartin até que ele fique satisfeito, mas também por ela ter que voltar para casa sozinha, afinal não sou tão cruel para deixar de me importar com Celine, apenas não posso conter meus desejos e Bartin estava-la quando precisava sacia-los, então seduzir esse homem era inevitável, mas que era muito prazeroso para mim, isso não posso negar.
    E sem deixar me abalar eu continuaria a massagea-lo com meu pé, usando a sola para pressiona-lo mais gentilmente do que antes contra seu abdômen, e esfregaria o "corpo" de seu pênis de baixo para cima de forma lenta pressionando cada parte afinal por ele estar de calça talvez fosse preciso mais dedicação e um pouco a mais de força, depois que ele estivesse bem alegrinho com a situação eu usaria meus dedos para esfregar a cabeça de seu membro mais sutilmente por ser uma região mais sensível e se fosse possível tentaria coloca-la entre meus dedos e a apertaria algumas vezes para ir matando ele aos poucos, e como se não bastasse eu usaria meu outro pé para prender o pênis dele entre as duas solas, e começaria a pressiona-las uma contra a outra e então as deslizaria de cima para baixo alternando os movimentos de subir e descer de cada pé, começaria bem devagar e com pouca força, e gradativamente aumentaria a intensidade e pressão, esfregando por completo seu membro desde seus testículos até a glande, que nessa altura já deve estar quase pulando para fura de tão excitado e dolorido.

    E assim que ele estivesse excitado a ponto de não conseguir pensar eu mais nada, simplesmente tiraria meus pés deixando-o naquele estado, e me levantaria da mesa. - Com licença. -
    Diria da forma mais educada possível, deixando ele perceber meu olhar safado, colocaria a xícara de café em cima do prato que usei para comer o bolo e carregaria tudo com apenas uma mão, faria questão de passar por trás dele, aproveitando para fazer um "carinho inocente" em seu ombro e passaria minhas unhas por trás de seus ombros com um sorriso de menina travessa estampado em meu rosto.
    "-Com certeza ele deve estar me xingando mentalmente agora." - Levaria o prato com a xícara até a pia e me controlaria para não rir quando estivesse de costas para eles, pararia por um segundo e morderia meus lábios para me conter, colocaria uma mão por dentro da saia sem que Celine percebesse e já poderia sentir meus dedos lambuzados.
    "-Droga... Preciso foder com alguém o quanto antes, não que isso seja ruim haha!"
    Lavaria minhas mãos e a louça para limpar meus dedos, voltaria para a mesa sentando e cruzando minhas pernas, bem comportada.
    -Acabei me melando um pouco com o chocolate, pareço uma criança comendo coisas doces. - Diria da forma bem humorada e ingênua, mas provavelmente Bartin perceberia a maldade em minhas palavras.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Seg Nov 27, 2017 11:02 am

    Bartin sabia que iria queimar no inferno por tudo aquilo que estava fazendo, mas não tinha como impedir. Seu membro estava muito rígido, e mal esperava a hora de estar a sos com Juli.

    -Você dormirá aqui também mãe? Ou apenas meu pai?  

    Inocentemente Celine nega com a cabeça. Estava plenamente confiante em seu marido.
    - Não, minha querida, apenas seu pai. Nossa casa é mais segura, e além do que somente garotas jovens e bonitas estão sendo atacadas, o que não é o meu caso, hihihi! Tive muito trabalho para convence-lo, mas no final venceu o senso comum, não podemos deixar nossa filha querida desprotegida!

    Bartin, que estava com seu pênis para fora sendo massageado pelos pés hábeis de sua filha adotiva, limita-se a acenar rapidamente com a cabeça, totalmente envergonhado por dentro por estar naquela situação deplorável. Vou me vingar desta putinha, só espera mais um pouco, pensava, morrendo de tesão.

    -Acabei me melando um pouco com o chocolate, pareço uma criança comendo coisas doces. - Diria da forma bem humorada e ingênua, mas provavelmente Bartin perceberia a maldade em minhas palavras.

    Celine pega um pano e carinhosamente limpa os lábios de Juli.
    - Ah, voce sempre vai ser minha pequena rosa, minha querida, tão descuidada... Mas infelizmente já esta tarde, melhor sair ainda enquanto tem um fiozinho de sol – diz a mulher, levantando-se.

    Bartin sabia que não teria tempo de se arrumar, seu pênis enorme para fora não seria possível recoloca-lo em posição de descanso em tempo hábil.
    - Ah querida, infelizmente fiquei com uma grande câimbra, não vou poder acompanha-la a porta. Desculpe-me.

    Compreensiva, Celine aproxima-se e da um selinho em sua bochecha.
    - Tudo bem, querido... Cuide bem de nossa garotinha, ok?

    A mãe adotiva fica então na porta, com as mãos dadas com Juli, sorrindo.
    - Então é isso. Ah, tenho mais uma novidade. Vai ter um grande baile no castelo do Conde, e consegui um convite para voce! Uma ótima oportunidade para fazer grandes amizades. Sera neste final de semana, prepare-se! – diz, dando o convite nas mãos da feiticeira.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qua Nov 29, 2017 8:50 pm

    - Não, minha querida, apenas seu pai. Nossa casa é mais segura, e além do que somente garotas jovens e bonitas estão sendo atacadas, o que não é o meu caso, hihihi! Tive muito trabalho para convence-lo, mas no final venceu o senso comum, não podemos deixar nossa filha querida desprotegida!

    -Bobagem mãe, você ainda continua sendo uma bela mulher, mesmo papai sendo cabeça dura ele sempre a acaba fazendo o que você quer, e é melhor se apressar para não perder o restante da luz do sol.
    Responderia de forma tão inocente quanto Celine.

    - Tudo bem, querido... Cuide bem de nossa garotinha, ok?

    Fitaria Bartin seduzindo-o com um sorriso provocante e um olhar de superioridade.
    -Não precisa se preocupar mãezinha, papai é muito cuidadoso comigo. - "Principalmente quando ele se enfia no meio das minhas pernas."

    - Então é isso. Ah, tenho mais uma novidade. Vai ter um grande baile no castelo do Conde, e consegui um convite para voce! Uma ótima oportunidade para fazer grandes amizades. Sera neste final de semana, prepare-se! – diz, dando o convite nas mãos da feiticeira.

    A princípio me mostraria muito empolgada e animada com a ideia sorrindo para Celine cheia de alegria
    -Nossa! Como você conseguiu algo assim!? É o sonho de qualquer garota ser convidada para uma festa assim, com certeza irei!
    Depois de ter o convite em mãos eu daria um forte abraço em Celine e também um beijo em sua bochecha.
    -Se cuida, no caminho de volta, que Mitz olhe por você mãe.
    Faria um pequeno aceno com a mão segurando o convite entre os dedos na despedida.

    Assim que Celine se afastasse eu trancaria a porta para caso ela voltar não nos pegar de surpresa, e pararia alguns segundos para olhar o convite com desinteresse.
    -Sera que eu deveria ir nisso? Mesmo com o submisso das outras meninas.
    Diria com desconfiança pensando alto, enquanto olharia para o convite duvidosa mente.

    -Depois me preocupo com isso. Tenho que aproveitar meu brinquedinho agora! - Falaria ironicamente e olharia para Bartin.

    Deixaria o convite em cima de um criado  mudo próximo da porta, e Removeria minha blusa exibindo meus seios para Bartin, caminharia sedutoramente em sua direção.
    -Sua câimbra deve ter sido bem dolorida, para nem poder andar. - O provocaria num tom de sarcasmo.

    Assim que me aproximasse dele, sentaria em seu colo virada de frente com as pernas abertas em volta da cadeira de forma que o membro dele fique roçando entre minhas nádegas.
    -Bartin Bartin você é tão sujo por ficar tão duro assim na frente da própria esposa. - Falaria enquanto deixo meu rosto bem próximo ao dele o olhando diretamente nos olhos.

    Antes que ele tivesse a chance de responder eu colocaria meu dedo indicador em cima de seus lábios e o vendaria usando minha blusa fazendo um laço atrás de sua cabeça.
    -Bem melhor assim, aqui dentro quem manda sou eu, entendido? - Começaria a rebolar esfregando minha bunda ainda mais naquele pênis.

    E com uma mão eu puxaria Bartin pelo queixo e o colocaria com a boca nos meus seios.
    -Use essa boca imunda que você beija sua esposa para me dar algum prazer também. - Diria sussurrando em seu ouvido de maneira autoritária.

    O seguraria pelos cabelos ainda com a boca no meu peito, e começaria a morder e arranhar sua nuca, soltaria gemidos de prazer em seus ouvidos a medida que ele fosse me chupando.
    -É melhor você se esforçar para me satisfazer se não vai ficar apenas se masturbando. - Então o estapearia diversas vezes para deixar minha mão marcada em seu rosto, para deixá-lo com ainda mais vontade de transar comigo com todas suas forças seja por raiva ou tesão.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Seg Dez 04, 2017 5:37 pm

    Deixaria o convite em cima de um criado mudo próximo da porta, e Removeria minha blusa exibindo meus seios para Bartin, caminharia sedutoramente em sua direção.
    -Sua câimbra deve ter sido bem dolorida, para nem poder andar. - O provocaria num tom de sarcasmo.

    Bartin olha para os seios de Juliana e morde os próprios lábios de tesão. Não eram grandes, mas eram extremamente excitantes, no frescor de sua juventude. Seu pênis latejava doloridamente com essa visão.
    - Juli, sua safada, você sabe como me deixa... Não poderia me levantar... Como voce faz essas coisas na frente de sua mãe? – diz o guarda, indignado.

    Com a filha adotiva sentada no colo, Bartin se sentia ao mesmo tempo no paraiso e no inferno, a culpa e o desejo convivendo juntos em sua cabeça. Desejava intensamente penetrar naquela garota.

    -Bartin Bartin você é tão sujo por ficar tão duro assim na frente da própria esposa. - Falaria enquanto deixo meu rosto bem próximo ao dele o olhando diretamente nos olhos.

    Obedientemente Bartin se deixa vendar. Estava acostumado com os jogos de Juliana.

    -Use essa boca imunda que você beija sua esposa para me dar algum prazer também. - Diria sussurrando em seu ouvido de maneira autoritária.

    Com muita sofreguidão Bartin suga os mamilos duros da jovem. Estava louco de desejo por ela, e agora nada mais importava.

    NRPG: Bartin - Perform (sex) 6 nok

    Sua vontade era tamanha, que o guarda sugava com muita força, fazendo doer os bicos sensíveis de Juliana. Era muito tesão incontrolado, que não estava agradando em nada a jovem.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Qui Dez 07, 2017 3:28 am

    - Juli, sua safada, você sabe como me deixa... Não poderia me levantar... Como voce faz essas coisas na frente de sua mãe? – diz o guarda, indignado.

    Antes de venda-lo eu aproximaria meu rosto bem próximo ao dele quase tocando a ponta de nossos narizes olhando diretamente em seus olhos, e diria de forma irônica para irrita-lo ainda mais.
    -Não precisa ficar irritadinho meu bem, não posso evitar, é um dos meus fetiches te provocar sem que você nada possa fazer, mesmo tendo uma consideração enorme por ela, não da para controlar meus desejos.
    Acariciaria seu rosto carinhosamente, depois passaria a ponta de minhas unhas bem sutilmente, enquanto morderia meus lábios, soltando um sorriso bem safado e sincero.
    -Agora você deveria fazer o mesmo e se entregar para mim, a mulher mais linda da sua vida esta completamente exposta na sua frente, ao invés de aproveitar esse momento fica pensando em bobagens. Falaria de forma manhosa para que ele se derreta de vez.

    NRPG: Bartin - Perform (sex) 6 nok

    Sua vontade era tamanha, que o guarda sugava com muita força, fazendo doer os bicos sensíveis de Juliana. Era muito tesão incontrolado, que não estava agradando em nada a jovem.

    Soltaria um gemido de dor agudo. - SEU CRETINO! Ta achando que sou um pedaço carne para você abocanhar como bem entender? - Empurraria seus ombros para traz sem por muita força, para que ele parasse.
    -Seja mais sutil, assim não é nada prazeroso para mim. - Diria de forma bem autoritária.
    E se ele não parasse eu ficaria irritada e morderia seu pescoço com força para aliviar a dor e apertaria seu enorme cacete com força para que ele parasse, me deliciando com seu futuro gemido de dor.
    -Acho que ainda não te disciplinei direito. - Usaria o tom mais sádico possível continuaria apertando-o por mais alguns segundos me divertindo com a cena.
    Então diria de maneira doce e libertina. -Pode não parecer mas meu corpo é sensível, principalmente meus biquinhos quando estão duros assim.

    Se ele estivesse parado de chupar meus peitos como um animal eu levantaria meu quadril e me sentaria no corpo de seu pênis, então começaria a movimentar minha bunda para esfregando minha vagina contra seu pinto, o deixando melado com meus fluidos.
    "Espero que deixa-lo bem molhado facilite minha vida na hora que ele resolver enfiar isso dentro de mim."
    Sussurraria baixo em seu ouvido para instiga-lo. -Diga para mim me guarda favorito, o que você quer que eu faça? Implore para mim.
    Então se ele implorasse por uma penetração, eu me sentiria satisfeita e com a ajuda de minhas mãos colocaria seu pênis na entrada da minha vagina. - "Deusa Erotika por favor não me faça engravidar e me de forças para aguentar esse pau monstruoso." - Então começaria a enfia-lo com cuidado rebolando meu quadril para aquele enorme cacete ir adentrando aos poucos sem me causar dor, seguraria em suas vestes com muita força revirando meus olhos para aliviar a tensão, deixaria meus gemidos indecentes de prazer escaparem, assim que ele tivesse penetrado por completo eu suspiraria soltando suas roupas.
    -Começa devagar, lembra o que eu te disse sobre eu não ser apenas um pedaço de carne. - Falaria tentando parecer estar no controle da situação porem acho que seria bem impossível nessa situação, antes que ele respondesse eu o puxaria pela gola da blusa lhe dando um beijo intenso de forma que ele não conseguisse negar, movendo meu quadril para cima e para baixo com cautela para ir me acostumando com seu pênis
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Ter Dez 12, 2017 5:13 pm

    - SEU CRETINO! Ta achando que sou um pedaço carne para você abocanhar como bem entender? - Empurraria seus ombros para traz sem por muita força, para que ele parasse.

    NRPG: Juli – Intimidacao 3

    As ameaças por parte de Juli não surtiram efeito, tamanha a vontade de transar sentida por aquele homem. Seus braços eram fortes, e seu rosto estava colado aos seios da garota, não tendo como escapar daquela chupada intensa. Não restou alternativa senão morde-lo com força e aperta-lo em seu ponto mais sensível.

    NRPG: Juli - Diplomacia 7

    -Acho que ainda não te disciplinei direito. - Usaria o tom mais sádico possível continuaria apertando-o por mais alguns segundos me divertindo com a cena.
    Então diria de maneira doce e libertina. -Pode não parecer mas meu corpo é sensível, principalmente meus biquinhos quando estão duros assim.

    Bartin parou e ouviu as explicações de Juli, mas todo o período de excitação o havia deixado sem limites. Estava mais violento que de costume, e não estava afim de jogos eróticos.

    -Diga para mim me guarda favorito, o que você quer que eu faça? Implore para mim.

    O guarda, praticamente enlouquecido, faria tudo o que ela pedisse naquele momento.
    - Quero... te... comer...

    Segurando-a bem forte pelos quadris e movimentando-a com muito vigor físico, ele inicia a penetração, que devido ao tamanho considerável do guarda, se faz com certa dificuldade. Bartin sente ter alcançado o paraiso, sentindo um grande alivio por ter conseguido finalmente o que queria.
    -Começa devagar, lembra o que eu te disse sobre eu não ser apenas um pedaço de carne.

    NRPG: Perform (sex) 11

    Dessa vez parecia que Bartin tinha entendido o recado, e estando com todo seu membro dentro dela, sua afobação tinha diminuído um pouco, passando agora a acariciar seus seios e beijar seu pescoço com menos rudeza. Porém logo o guarda atinge o clímax, deixando Juli apenas parcialmente satisfeita com sua performance sexual.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Sab Dez 16, 2017 6:47 am


    O guarda, praticamente enlouquecido, faria tudo o que ela pedisse naquele momento.
    - Quero... te... comer...

    Segurando-a bem forte pelos quadris e movimentando-a com muito vigor físico, ele inicia a penetração, que devido ao tamanho considerável do guarda, se faz com certa dificuldade. Bartin sente ter alcançado o paraiso, sentindo um grande alivio por ter conseguido finalmente o que queria.
    Vê-lo tão suscetível assim me deixaria satisfeita comigo mesma, ter a sensação dele estar na minha mão era divertido.

    -Muito bem bebê! Continue assim. Para me segurar tão firme assim você deve estar morrendo de vontade de fazer isso ha muito tempo.

    Dessa vez parecia que Bartin tinha entendido o recado, e estando com todo seu membro dentro dela, sua afobação tinha diminuído um pouco, passando agora a acariciar seus seios e beijar seu pescoço com menos rudeza. Porém logo o guarda atinge o clímax, deixando Juli apenas parcialmente satisfeita com sua performance sexual.

    A principio fico ouriçada com Bartin agindo mais gentilmente, gemendo baixinho de prazer sentindo seus lábios tocarem meu pescoço, e sua mão acariciando meus seios sensíveis anestesiando a dor de antes era maravilho. Porem ele atingir o clímax tão rápido assim me deixa muito irritada e decepcionada com sua performance.
    -Isso foi decepcionante, depois de tanta agressividade você fosse tão precoce assim, deve ser coisa da idade.

    Me levantaria da seu colo naquele mesmo instante, retirando minha blusa de seus olhos e a colocando sobre meu ombro indignada nem me importaria com estar suja de porra ou algo do tipo.
    -Cortou totalmente o clima, bom vou tomar uma banho para apagar meu fogo, porque pelo visto aqui não vou conseguir nada. - Falaria de forma pejorativa para ferir seu orgulho e ego masculino, para que ele tentasse se recompor o quanto antes ou ao menos fizesse alguma proposta para me fazer gozar também.

    Retiraria minha saia ali mesmo sem me importar de ficar totalmente nua em sua frente, afinal já havíamos feito coisas piores juntos, pego uma toalha limpa e vou até o banheiro tomar um banho morno, me certificando de deixar a porta entreaberta, primeiro limpando o esperma grosso e pegajoso de Bartin do meu corpo, aproveitando a temperatura da água para relaxar, então começaria a me tocar gentilmente e usaria meus dedos para brincar comigo mesma, apesar deles não chegarem nem perto do prazer de um pinto de verdade, mas o que posso fazer já que o macho não terminou o serviço.
    "Quem ele pensa que é? Para me deixar cheia de vontade e gozar tão rápido. Só tem tamanho mesmo aquele ali."
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Qui Jan 11, 2018 1:03 pm

    Bartin se sente mal duplamente, primeiro por ter decepcionado Juli, e segundo por ter novamente cometido a traição para com Celine. Ele guarda o membro em sua calça e acompanha com o olhar o andar pecaminoso de Juli, pensando em outras coisas para não reacender seu fogo novamente.

    O guarda então vai ate a porta do banheiro, mas decide não entrar, e começa a falar através da porta entreaberta.
    - Então... Esta noite terei que fazer a ronda, e chegarei apenas de madrugada. Quanto ao baile no castelo do Conde, acho bom voce ir. Fiquei sabendo que um grande mago estará la, e que esta a procura de aprendizes...

    De repente, batidas na porta de madeira da casa. Vendo que Juli ainda estava no banho, Bartin vai atender. Depois de alguns minutos ele grita da porta de entrada:
    - Sua amiga Nithri esta aqui! Mando entrar?
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Sab Jan 13, 2018 8:58 pm

    Logo quando escutasse Bartin pararia alguns instantes para escuta-lo mantendo a expectativa dele entrar no banheiro ou ao menos querer espiar.
    E o responderia com certa ignorância, afinal a frustração de uma precoce ejaculação era recente.
    -Não se preocupe comigo, sei me cuidar! Quero ver se esse mago é GRANDE mesmo! Já estava pensando em ir nesse baile, mesmo com o sumiço de outras mulheres, só preciso do vestido certo!

    Escutar a porta de madeira faria-me arquear uma sombrancelha em curiosidade, porém após escutar a voz de Bartin dizendo que se tratava de Nithri, no mesmo instante sinto meu humor mudar para melhor e grito de volta de uma maneira que minha amiga pudesse escutar.
    -POR FAVOR A CONVIDE PARA ENTRAR QUE EU JA ACABO AQUI!

    Logo então terminaria de me limpar o mais rápido possível, tiraria apenas o excesso de água e usaria a toalha para cobrir meu corpo para então receber Nithri, não havia motivos para ter vergonha afinal estou em minha casa e Nithri é minha amiga e Bartin já está acostumado com situações mais íntimas.

    Deixaria meus longos cabelos negros soltos para secarem naturalmente, e caminharia até minha amiga a cumprimentando com um abraço apertado e sincero, então me sentaria no sofá cruzando minhas pernas entrelaçando os dedos de minhas mãos acima do joelho, fitando-a com curiosidade e interesse.
    -Nith! Que surpresa boa, o que te trás até meu simples lar?
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Dom Jan 21, 2018 1:23 pm

    -Não se preocupe comigo, sei me cuidar! Quero ver se esse mago é GRANDE mesmo! Já estava pensando em ir nesse baile, mesmo com o sumiço de outras mulheres, só preciso do vestido certo!

    Bartin se encolhe instintivamente ao ouvir os gritos de Juli. Já a conhecia desde pequena, e sabia que aquela garota se tornava uma fera mal-educada quando contrariada.

    -POR FAVOR A CONVIDE PARA ENTRAR QUE EU JA ACABO AQUI!

    O pai adotivo de Juli sorri sem graça para Nithri, que adentra a casa dando um sorriso maroto para o guarda, esbarrando ligeiramente nele ao entrar. Bartin balança a cabeça negativamente, tentando afastar de sua mente qualquer pensamento pecaminoso. O que era difícil, dada as suas vestimentas reveladoras.

    Nithri então inverte uma cadeira e senta-se, apoiando-se no encosto.

    Juli, depois de sair do banho, encontra a amiga na sala, uma beldade exótica, de cabelos brancos e olhos azuis, nascida provavelmente nas terras geladas do norte. Estava vestida com sua roupa de serviço, se e que ladinagem pode ser considerado um serviço.



    Nithri devolve o abraço de Juli da mesma maneira, passando levemente a mao na face da feiticeira.

    -Nith! Que surpresa boa, o que te trás até meu simples lar?

    A ladina sorri, maliciosamente.
    - Saudades? Sabe que sinto muuita falta de você... Olha, seria interessante se passássemos mais tempo juntas, por isto vim de novo perguntar se você quer se juntar... – diz, e lança um olhar discreto para Bartin, que observava as duas a distancia – ao bando...

    O complemento sai em um cochicho, e Nithri arqueia as sobrancelhas e aponta para o guarda.
    - Mande ele embora – sussurra.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Seg Jan 22, 2018 6:52 am

    A ladina sorri, maliciosamente.
    - Saudades? Sabe que sinto muuita falta de você... Olha, seria interessante se passássemos mais tempo juntas, por isto vim de novo perguntar se você quer se juntar... – diz, e lança um olhar discreto para Bartin, que observava as duas a distancia – ao bando...

    O complemento sai em um cochicho, e Nithri arqueia as sobrancelhas e aponta para o guarda.
    - Mande ele embora – sussurra.

    Envolvendo Nithri em meus braços como se a abraçasse por cima dos ombros aproveito para aproximar meu rosto ao dela até a ponta de nossos narizes se tocarem fixando nossos olhares profundamente, sorrindo de forma galante para deixa-la encantada por mim. - Tambem senti sua falta Nith! - Diria da maneira mais carinhosa que pudesse, levando uma de minhas mãos até a costas de sua cabeça afagando seus cabelos.

    Viraria meu pescoço até enxergar Bartin por cima do ombros presunçosamente querendo transmitir segurança deixando-o entender que estou no controle da situação. - Paizinho, poderia nos dar um momento a sós por favor? Quero conversar um pouco com minha doce amiga! Você pode comprar algo para beber ou dar uma volta pela cidade. - Mantendo minha expressão de confiança para que ele não fique receoso de me deixar a sós com Nithri.

    Caso Bartin fosse persuadido a sair da cabana eu o acompanharia com os olhos até a porta e soltaria um sorriso cordial assim que ele saísse, logo retornando minha atenção para Nith. - Agora estamos sozinhas, podemos ter uma conversa reservada. - Usando a mão que estava nos cabelos brancos de Nithri eu lhe daria um leve puxão para encara-la de cima. - Fazer parte do seu bando? É uma proposta tentadora, mas no momento tenho que nega-la. -
    Soltaria seu cabelo e colocaria a ponta de meu dedo indicador nos lábios da mulher selando-os para que ele me esperasse acabar de falar. - Nesta cidade parece que esta ocorrendo uma serie de sequestros, e o que parece os alvos são mulheres jovens e bonitas, não que me importe quem esteja fazendo isso, porem a ideia de uma garota sequestrada e tantas outras coisas que podem ser feitas a ela me enoja, então no momento resolver este problema é minha prioridade. -
    Terminando de falar eu acariciaria seu rosto usando meus dedos e a ponta de minhas unhas, aproveitaria para aproximar ainda mais nossos rostos e se Nithri a permitisse eu a beijaria de maneira delicada e afetuosa. - Mesmo sabendo que pode se cuidar não quero que algo assim aconteça à você Nith. - Diria tais palavras demonstrando preocupação.


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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Qui Jan 25, 2018 5:01 pm

    Paizinho, poderia nos dar um momento a sós por favor? Quero conversar um pouco com minha doce amiga! Você pode comprar algo para beber ou dar uma volta pela cidade.

    Bartin acena com a cabeça, limitando-se a pegar sua capa e colocar o capuz, saindo para a rua ao mesmo tempo aliviado por estar longe daquelas duas raposas, e imaginando como seria ter elas em sua cama.

    - Agora estamos sozinhas, podemos ter uma conversa reservada. - Usando a mão que estava nos cabelos brancos de Nithri eu lhe daria um leve puxão para encara-la de cima. - Fazer parte do seu bando? É uma proposta tentadora, mas no momento tenho que nega-la. -

    Nithri dá um gritinho agudo de dor ao sentir seus cabelos sendo puxados, passando a língua nos lábios como se apreciasse aquilo. Já ia começar a falar algo, mas Juli ainda tinha mais a dizer. A ladina apreciava aquele jeito dominador da amiga, e sentia que sua calcinha já estava ficando melada, e o beijo serviu só para piorar sua situação.

    - Mesmo sabendo que pode se cuidar não quero que algo assim aconteça à você Nith

    A garota de cabelos prateados já praticamente não ouvia mais o que a feiticeira tinha a dizer, tão concentrada estava em acariciar os seios firmes da companheira. Ela morde os lábios de tesão, sentindo um fogo esquentando suas partes intimas.
    - Eu sei me cuidar, Juli... Voce sabe quanta falta sinto de você, e se quiser minha ajuda para caçar este puto que esta por trás destes sequestros, eu ajudo... Só pra que você entre logo no bando... – diz, enquanto beija levemente o pescoço da outra, as mãos passeando por suas curvas.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Sab Jan 27, 2018 8:36 am


    Bartin acena com a cabeça, limitando-se a pegar sua capa e colocar o capuz, saindo para a rua ao mesmo tempo aliviado por estar longe daquelas duas raposas, e imaginando como seria ter elas em sua cama.

    Me limitaria a gargalhar internamente enquanto esboçaria apenas um sorriso de canto ao ver Bartin sair de minha casa pensando comigo mesma. "Hunpf.. Ele mereceu isso por me deixar insatisfeita."

    A garota de cabelos prateados já praticamente não ouvia mais o que a feiticeira tinha a dizer, tão concentrada estava em acariciar os seios firmes da companheira. Ela morde os lábios de tesão, sentindo um fogo esquentando suas partes intimas.
    - Eu sei me cuidar, Juli... Voce sabe quanta falta sinto de você, e se quiser minha ajuda para caçar este puto que esta por trás destes sequestros, eu ajudo... Só pra que você entre logo no bando... – diz, enquanto beija levemente o pescoço da outra, as mãos passeando por suas curvas.

    Eu me deixo levar por toda a atenção que Nithri me dava com seus carinhos e beijos me deixa um tanto excitada e começo a soltar pequenos gemidos abafados perto de seu ouvido para provocar ainda mais a garota, fecho meus olhos mordendo meus lábios e dou um sorriso sincero aproveitando cada toque desta mulher. -Eu sei... Sinto muitas saudades de ti também, eu confio em você só que quando te tenho em meus braços você fica tão meiga e indefesa que sinto uma necessidade de protege-la - Digo um pouco ofegante.

    Aproveito a situação para dar um abraço firme em Nithri pelo quadril e a puxo para mais perto deixando nossos corpos colados colocando minha perna entre as dela, uso uma mão para apalpar com gosto seu bumbum e faze-la dar outro de seus gritinhos, e com a outra mão vou escalando suas costas com toques vigorosos entrelaçando meus dedos em seus cabelos prateados até chegar em sua na qual seguro firmemente conduzindo-a para ir me beijando até chegar em meus lábios, então a daria um beijo intenso para que ela se lembre eternamente, repleto de desejo demonstrando toda a falta que senti dela, quando ela fosse tomar um ar para respirar uso a oportunidade para morder com carinho seu lábio inferior. - Eu não tenho palavras para me desculpar contigo por ter ficado tão ausente, mas sei como te recompensar por isso minha doce menina - Digo enquanto paro de apertar a bunda de Nithri e coloco meus dedos abaixo de seu umbigo e vou deslizando-os para dentro de seu minusculo short, mas só para enlouquece-la ainda mais eu massagearia a parte interna de sua coxa com toques firmes consistentes e depois acariciando em torno sua vulva, encarando minha amiga de maneira perversa enquanto minha vai ficando cada vez com mais tesão.

    Quando ela estivesse quase dominada pelo prazer eu começo a masturba-la de verdade com toques consistentes na região mais externa de sua genital, vou também afagando o pescoço da outra mulher até chegar em seu queixo e o seguro com o dedo indicador e polegar o erguendo um pouco. - Me diga Nithri o que você mais quer agora? - Falo olhando-a nos olhos com um sorriso sádico estampado em meu rosto, a sensação de brincar com o desejo de outras pessoas era muito excitante para conter, mesmo meu sentimento por Nitrhi sendo o mais puro e sincero que eu poderia ter.

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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Ter Fev 06, 2018 9:25 am

    Nithri estava apreciando por demais aqueles momentos íntimos entre as duas, deixando todas suas preocupações de lado e focando apenas no presente. Os toques dos dedos de Juli em suas partes intimas a faziam delirar, como já tinha experimentado tantas vezes antes. O calor parecia se espalhar de sua pélvis para as outras partes do corpo, e a proximidade de sua pele tão próxima a dela fazia sentir como se o quarto estivesse a mil graus de temperatura.

    A garota de cabelos prateados inconscientemente aproximou-se da face de Juli, seu alvo os lábios vermelho-framboesa da amiga. Avançando lentamente, como num rastejar, próximo, próximo, sentindo o odor de hortelã da respiração da feiticeira.

    - Me diga Nithri o que você mais quer agora? - Falo olhando-a nos olhos com um sorriso sádico estampado em meu rosto, a sensação de brincar com o desejo de outras pessoas era muito excitante para conter, mesmo meu sentimento por Nitrhi sendo o mais puro e sincero que eu poderia ter.

    O dedinho de Juli provocava espasmos de prazer, seu corpo ansioso por mais e mais e mais.

    - Sempre voce, Juli, sempre você... Sinto, mas sinto tanta sua falta, meu amor...
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Ter Fev 13, 2018 4:03 am

     - Sempre você, Juli, sempre você... Sinto, mas sinto tanta sua falta, meu amor...

    Ver Nithri tão dependente de mim, faz com que eu me sinta tão segura de nossa relação ao mesmo tempo que aumenta minha vontade de cuidar dela nem gostaria de pensar em algo acontecendo a ela.
    Aproveitando a situação que estamos decidi dar uma pausa nos meus joguinhos de sedução e começo a estimular minha amiga de cabelos prateados com movimentos circulares usando meus dedos na região de seus lábios com toques leves para não machuca-la porém firmes e certeiros, começando com um ritmo lento para deixá-la ainda mais cheia de tesão e lubrificada, somente quando eu senti-me que Nithri já está bem molhada eu a penetro com meus dois dedinhos enquanto estímulo seu clitóris com meu polegar mais gentilmente por ser uma área tão sensível, com minha mão livre eu seguro seguro seu rosto e digo no pé de seu ouvido. - Nith você é tão importante para mim, comigo aqui você está protegida minha doce menina, eu não pretendo me afastar de ti. - Uso a situação para mordiscar a ponta da orelha de Nithri testando sua reação então a puxo para um beijo caloroso segurando-a firmes por seus lindos cabelos cor de prata para que ela não ousasse pensar em sair.

    Dedico um tempo generoso na masturbação de Nithri estimulando cada centímetro de seu interior que meus dedos alcançarem, aumentaria a velocidade e a intensidade dos toques apenas se ela pedisse, se não continuaria a brincar com ela de forma lenta e sedutora, até ela gozar.

    Ainda a segurando pelos cabelos eu a encaro com um sorriso provocador e falo com ela - Nith você é tão safada, toda molhadinha assim só com alguns toques. -  Enquanto Nithri diz algo ou não, começo a encher aquele lindo pescoço com beijos doces beijos e logo depois com mordidas para deixar marcas de carinho feitas por mim.

    Caso Nithri atinja seu orgasmo eu a seguro pelas costas e a coloco sentada na cadeira mais próxima e depois me sento em seu colo com as pernas abertas de frente para aquela beldade, começo acariciar seu rosto e ajeitar seus cabelos então a abraço por cima dos ombros, aproximo meu rosto ao dela até nossos narizes se tocarem e pergunto a ela. - Então benzinho, você veio até aqui apenas para me convidar para seu bando? Tem certeza que não está com nenhum problema amor? Não minta para mim, se não vou ficar muito irritada contigo. - Por um segundo eu aperto aquele belo rostinho pressionando minhas unhas mas sem machuca-la, apenas para deixar ela intimidada ou ainda mais excitada. - E você sabe Nith como sou quando fico irritada não é.....? - Assim que ela respondesse eu pararia de aperta-la e volto toca-lo carinhosamente lhe dou um selinho como um pedido de desculpas e olho nos olhos como se ela fosse minha garotinha indefesa que eu preciso cuidar e proteger.
    Assim que Nith me desse uma resposta definitiva sobre as reais intenções dela ali eu ignoraria no momento a menos que fosse algo muito grave e urgente, caso contrário mordisco meus lábios olhando fixamente para a boca de Nithri querendo muito ser seduzida inteiramente por ela, tento fazer uma expressão bem safada e digo de forma autoritária. - Não é justo só você gozar aqui Nith, agora é sua vez de me satisfazer. -
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Hellkite em Ter Fev 20, 2018 11:19 pm

    Nith goza intensamente com os hábeis dedos de sua amiga, tremendo incontrolavelmente ate que a sensação diminua de intensidade. A garota de cabelos prateados, toda suada, suspira, e da um longo beijo amoroso nos lábios da feiticeira.

    - Então benzinho, você veio até aqui apenas para me convidar para seu bando? Tem certeza que não está com nenhum problema amor? Não minta para mim, se não vou ficar muito irritada contigo.

    Nithri, vendo-se pressionada daquela maneira por sua amada, não tem outra alternativa senão contar a verdade. Timidamente, ela diz:
    - Então... eu vim para te convidar para entrar no bando, mas também estava precisando de um favorzinho seu... Ou melhor, um favorzinho do seu pai... Ele é da guarda, não é? Pois bem, tenho um amigo que se encontra preso na carceragem, coisa boba. Queria saber se o seu pai não poderia dar uma ajuda para ele sair de lá, só isso...

    - Não é justo só você gozar aqui Nith, agora é sua vez de me satisfazer.

    Juli mal terminou de dizer isso, e Nith logo se jogou por cima dela, seus lábios encontrando-se subitamente, em um beijo apaixonado e furioso. Suas línguas exploraram as bocas uma da outra livremente, e seus gemidos traziam calafrios pelas suas espinhas. As mãos de Nith passeavam pelos seios de Juli, eventualmente encontrando seu mamilo e apertando forte por entre seus dois dedos.

    Os dedos da ladina penetraram dentro da vagina de sua melhor amiga sem hesitação. Ela enfiou dois dedos profundamente dentro da amante, e usou o polegar para massagear o clitóris sensível da feiticeira. Ela sabia exatamente como deixar a outra louquinha, tendo gasto anos brincando com si mesma e explorando aquilo que achava o melhor, e ela usou suas habilidades com maestria. Conforme Nith dedava Juli, a garota de cabelos prateados se inclinou e beijou a companheira novamente. Suas línguas dançavam ao mesmo ritmo do polegar sobre o clitóris, e os gritos de extase marcaram a chegada de um orgasmo de grandes proporções.

    Nith leva os dedos melados com o suco da parceira na boca e os lambe com uma expressão erótica no rosto.
    - Já paguei o que devia... E então, vai me ajudar a livrar a cara do meu amigo? – pergunta, fazendo agora cara de inocente.
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    Re: Juliana - Alariel

    Mensagem por Alariel em Ter Fev 27, 2018 2:02 am

    Com o repentino beijo daquela ladina astuta, não havia muito que eu pudesse ou quisesse fazer naquele instante se não aproveitar, nossos beijos desinibidos que se encaixaram tão bem, me deixando toda arrepiada e para me deixar ainda mais perdida a ardilosa garota de cabelos prateados apertando meus mamilos com força me fazendo quicar e soltar um gemido agudo, nessa altura minha mente só conseguia pensar em Nith e no quão prazeroso era te-la comigo, e sem receio algum fui penetrada tão intensamente enquanto ela ainda estimula meu clítoris, maldita sabe muito bem como me fazer perder o chão e depois de finalmente de ter um orgasmo após uma decepção com Bartin mais cedo, aquela menina traiçoeira sem nem me dar tempo de pensar, vem com suas reais intenções.

    Nith leva os dedos melados com o suco da parceira na boca e os lambe com uma expressão erótica no rosto.
    - Já paguei o que devia... E então, vai me ajudar a livrar a cara do meu amigo? – pergunta, fazendo agora cara de inocente.

    Ainda respirando pesado e tremula por ter gozado de forma tão extrema tentando colocar os pensamentos em ordem, eu aceno positivamente com a cabeça, mesmo que quisesse não poderia resistir aquele rosto tão angelical me pedindo.
    -Tudo bem, vou te ajudar com esse seu AMIGO! Só espero não ter motivos para ficar com ciumes. - Digo sendo bem irônica com a parte do ciumes.

    E subitamente fico com uma expressão bem seria encarando a ladina no fundo dos olhos, sem joguinhos de sedução dessa vez eu seguro pelos ombros e começo a falar de forma um tanto seca.
    -Não vai ser tão fácil assim convencer meu pai, ele é bem sério e cabeça dura com o trabalho, mas nada que não seja resolvido com jeitinho, e você tem que me dizer mais sobre quem vamos tirar, se for por algo bobo como diz sera bem mais fácil, então preciso que pare de omitir certos detalhes e é realmente só isso Nith?-

    Ainda olhando para ela dou um sorriso despreocupado com o canto da boca como se soubesse exatamente o que fazer nessa situação, aos poucos me ajoelho de frente para e vou removendo o short minusculo que a ladina usava, colocando minhas mãos em seus joelhos e abrindo um pouco suas pernas, vou beijando e mordiscando as coxas dela até me aproximar de sua virilha a deixando sentir minhas respiração em sua pele, então a encaro mais uma vez mordiscando meus lábios com uma cara bem safada. -Eu odeio ficar por baixo, mas assim tenho certeza que você não vai esconder nada.-

    Seguro as coxas de Nith com firmeza e sem cerimonias começo lambendo sua vulva deixando minha linguá bem leve e logo começando num ritmo acelerado para surpreende-la, me deixaria ser levada pelo momento sendo o mais selvagem que pudesse para que o efeito surpresa fosse ainda maior, e logo enfio minha linguá o mais fundo possível em sua vagina explorando seu interior com a intenção de proporcionar o melhor oral que minha doce amada já recebeu, e assim que Nith estivesse envolvida pela situação, eu usaria a ponta da linguá para estimular o clítoris da ladina com movimentos circulares e rápidos.
    Faria questão de observar como estava o rosto de Nith naquele momento, com certeza não deveria lembrar em nada a feição inocente de antes, e apenas para ser maldosa uso dois dedos para penetre-la em sua vagina com movimentos intensos de vai e vem, utilizando ainda a outra mão para enfiar um dedo no interior de sua bunda e brincando com ele sem me importar.

    -Esta gostando de ser dedada assim sua cachorrinha safada? Se quiser que eu continue é melhor contar tudinho.- Diria fazendo uma expressão bem sádica e diminuindo o ritmo ameaçando parar.
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    Re: Juliana - Alariel

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      Data/hora atual: Dom Maio 27, 2018 2:54 pm