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    Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

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    Portuga
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Portuga em Qui Jan 11, 2018 7:01 pm

    Daniel, não havia ficado para conversas, desde o início da batalha, quando começou a bagunça generalizada e o pânico, sabia que teria que meter o pê, a questão era se daria tempo, por sorte deu. Estaria indo para o bar de mais cedo, reporia as energias, bebendo as cervejas e meditando, assim como falaria pro AVA fazer o mesmo, com certeza poderia incluir aquilo como parte do pagamento, no mas pelo menos convenceria Rita, que era isso, já que pelo menos pensava que isso era justo, depois do embate com Ferroada e aquela visão "noiada" do Escorpião.

    "-AVA, muito bom, e o que achou sobre a máscara? Alguma informação do que ela é capaz de fazer? Pelo visto ela parece ter algum poder de controle, já que levou a alma daquele tal James...E o que você acha disso tudo, já que você se diz meu avatar, deveria me dar alguns conselhos de vez em quando..."

    "- Rita, voltei linda, missão comprida, mande uma cerva pra cá...o emprego é meu certo!? Alias onde está o Lonnie ou alguém daquela mesa, preciso repassar as notícias..."

    Entre o flerte e meu piscar do olho esquerdo, junto com meu meio sorriso de canto de boca, rapidamente olhei para meu relógio e escrevi uma mensagem " Se alimente a vontade..."
    Claude Speedy
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Jan 11, 2018 11:09 pm

    Sobre sucessos:

    Flamesh escreveu:Houve uma conversa com o Narrador sobre os 10 contarem como 2 sucessos ao invés de uma segunda rolagem em caso de especialização, ele disse ter achado uma ideia razoável, mas como não sei se será aplicado ou não, estou re rolando os 10, caso for contar os 10 como 2 sucessos, desconsiderar essa rolagem.

    To pensando em usar ambos, 2 sucessos e ainda poder rolar mais um dado... ou seja, ainda vou considerar que o sucesso nos seu dado extra também incluí.
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por zignon em Sex Jan 12, 2018 12:07 am

    Jasmine enquanto pensa em repousar o seu cansaço nos braços da amada, é interrompida por um sussurro que lembra a voz que lhe acompanhou na viagem da catedral, até o seu leito no hospital, aquela voz irritante, sussurrava pedindo que ficasse acordada e que não desmaiasse e a Akasha tenta afastar aquele som da sua mente e novamente procura os braços da amada, mas é Erik que aparece para tentar carrega-la e a oriental resiste e estende o seu braço direito para sua mestra.

    Mas a mestre a olha com severidade e lhe manda uma mensagem mental e olhando para ela, diz que ela esta morta, diz isso falando o seu nome chinês e continua como se outra pessoa estivesse dentro de dela, pois ela continua olhando para Jasmine, mas a mensagem não é para ela, ela diz que não sente mais o seu chi,  que o sentiu sumindo e dirigindo-se a outra pessoa, diz que o chi dela esta contaminando a Akasha e fala sobre o Yin e Jasmine não entende mais nada, fica pensando se será que a voz que rumina sussurros no seu ouvido é essa entidade contaminadora que a Li se refere? E ela se sente cada vez mais fraca, física e moralmente mais fraca e agora, não reage mais ao toque do lobo gigante, agradece até que alguém a recolha e a tire dali. Ela está um trapo e espera que aquilo seja um outro sonho e que acabe logo.

    Jasmine está alheia a tudo ao seu redor agora, está sem chão e pensa sobre o que será dela agora, que até a sua amada a trata como uma morta que teve o corpo invadido por uma entidade estranha e ela decide lutar, aquilo vai passar, não pode acabar assim, não foi para isso que ela abriu mão do convite de Mewghoah, para ficar neste estado de ignomínia. Não, não vai acabar assim, ela só não sabe até quando esse quadro perdurará.
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Claude Speedy em Sab Jan 13, 2018 9:20 am

    Daniel:
    Em meio a uma confusão generaliza, Daniel se afasta sem problemas, além do mais sua herança enquanto Desperto incluí uma sutil dose de Arcanum que o faz passar tranquilamente por mais um transeunte. Graças a sua vantagem ele em alguns minutos chega ao bar dos Filhos da Anarquia e nesse processo resolve chamar a atenção de seu tão manifesto avatar a lhe informar algo mais e até lhe dar algumas dicas de vez em quando... AVA prontamente responde a isso.

    Ava: -Ava, faça isso, Ava faça aquilo... Ora, agora você quer que eu ainda lhe diga o que fazer, rapaz? O jogo é seu, sou só um console... Veja só, James O´barr morreu, uma das várias entidades que servem a rainha que governa Amenti lhe fez uma proposta para voltar dos mortos e se vingar... A proposta é ruim? Não... É boa? A longo prazo também não... Você pode tentar usar os poderes e segredos dos Amenti... Entenda que pelo que contam alguns desses servos dela se uniram a um grupo chamo de "Mantícora". Os cargos são "Esfinge", "Leão", "Escorpião", "Tigre" e "Dragão"... A tal rainha é a "Esfinge". Pronto... Quer virar uma "múmia"? Ótimo! Mas o que contam lá nas bandas espirituais é que isso o coloca em uma disputa pelo poder na Hierarquia, pode ser um jogo muito interessante de se jogar, um jogo politico intrincado.. Se estiver disposto a isso, claro... Podemos tentar pegar os cargos para nós! Ou podemos ficar recolhendo o lixo dos Anonymous, Aliança e Camarilla por "um punhado de dólares" para o resto de sua vida... É uma questão de aposta... Agora eu decidir por você? Ora... Já me faz fazer tudo e ainda estou sem comer há um tempão! O que faz as luzes de neon desse lugar piscarem tanto? Não é porque acenderam velas, certo? Vamos lá, Daniel... Comida! Um console não funciona sem bateria...

    Daniel então chega próximo de Rita, um sorriso se faz no rosto da garota claramente contagiada com a presença do rapaz. Ava parece ficar ainda mais empolgado com a presença dela do que Daniel, como se algo emanasse que o fizesse se sentir mais forte...

    Rita: -Oi, gato. Loonie esta em um... trabalho... Mas você pode falar com o Ron.

    Nessa hora a garçonete aponta para perto do alvo de dardos, um sujeito completamente fora do normal de pele avermelhada esta ali, fumando um charuto. Ao ouvir seu nome, ele meramente vira a cabeça.

    Ron : -Pois bem... Daniel, não é? Que pode me contar sobre o que houve. Acharam a garota chinesa e o Brujah? Deve ter vindo buscar seu pagamento,
    certo...?


    Apesar do aspecto estranho do sujeito... Ninguém na sala parece se importar. Daniel sabe instintivamente que Ron é um Garou. Disforme e estranho por alguma razão, mas certamente é um Garou.


    Abigail, Erik, Jasmine e Myrella:
    Erik leva Jasmine até o carro, quando a mestra fala que ela já não é a mesma rapidamente a discípula culpa a sua sombra...
    Jasmine diz isso mesmo claramente sentindo que a sombra e ela são a mesma pessoa... Tentando se convencer de que foi possuída por alguma outra coisa.

    Antes que as duas entrem no Porshe a polícia se aproxima do carro.

    Myrella fala com Gael sobre poder ajudar os ferimentos... Esse parece um pouco fraco, ela olha então para os locais onde ele se feriu e os cortes se fecharam, há um estranho pus se formando onde o sangue negro o tocou.

    Mesmo sem ter engolido o sangue do Ferroada, a Lassombra Dançarina se sente enjoada pelo gosto que sentiu e fica feliz por ter resistido a não o consumir pois só de o provar sente que vai precisar lavar a boca e a enxaguar bem. Ao ouvir algumas coisas de Myrella, ela vai mergulhando a fundo em sua memória sobre ocultismo, juntando algumas informações, Abigail se recorda de ter visto nos escritos de seu "Sir Vampiro", e até responsável pelo seu gen lupino,  algo que descrevia sobre experiências da organização por trás da Umbrella que uniam o sobrenatural de espíritos da Wyrm com vampiros, zumbis e "outros mortos-vivos"... Ao que tudo indicava, quando isso acontece, o espírito da Wyrm fica subordinado a Besta do Vampiro ou a "Sombra" de outros mortos-vivos.

    Possessões espirituais de qualquer tipo podem sim ser realizadas em mortos, mas quem fica submisso é o espírito ao corpo que possuí e não o contrário como costuma acontecer (Off: isso é uma regra oficial do Storyteller, só para deixar claro, mandem cartas e e-mail pra White Wolf antes de me crucificarem)
    e com certeza o que é responsável pela criação do Ferroada tem elementos que mesclam conhecimento de acordos com a mais profunda Wyrm, como na criação de mortos-vivos.  Provavelmente, enquanto Formori, como os Fianna chamam, o sujeito possuído por um espírito da Wyrm teve ter em si uma quantidade de toxinas que podem ser utilizadas como arma talvez com o mero contato da pele, quanto mais com secreções e...

    ...o gosto de sangue lhe traz mais do que um sabor ruim, mas uma percepção clara que Ferroada... é uma armadilha de glândula de veneno ambulante! Algo naquele sangue mistura pode ser fatal.

    A polícia vai se aproximando, o irmão de Myrella apenas concorda com a cabeça e parece um pouco zonzo, mas ainda assim vai ajudando a irmã a sair dali enquanto os policiais e funcionários se focam muito mais em tentar ir até Jasmine. Erik e Abigail estão vendo que talvez eles não deixem as duas magas Akasha chegarem no carro.

    Freya Stormborn
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Freya Stormborn em Sab Jan 13, 2018 12:09 pm

    O que era aquele pus estranho? As feridas já se fecharam, mas provavelmente saíram dela. O problema é, desde que meu irmão teve a primeira transformação eu nunca vi ele soltando pus. Se houvesse algum taxi ali nas proximidades iria fazer sinal para parar e entrar nele. Caso contrário, tentaria ligar para casa e pedir para um dos empregados trazer o carro de Gael, por gentileza, até o hospital.

    - Eu vou precisar descobrir o que é esse troço estranho porque eu duvido que seja pus normal. Escorpião vai me pagar por ousar te deixar assim... Se aliando a esses Malditos! É um absurdo, mesmo para alguém como ele.

    Murmurei baixinho. Comecei mentalmente a pensar no que fazer. A prioridade no momento era cuidar de Gael, portanto tinha que organizar bem o que faria. Franzindo o cenho, tentei me lembrar de algo que os formori fizessem que causava aquilo ou me recordar se era algum Maldito que gerava algo semelhante. Se não era normal para mim e suspeito para um garou, não devia procurar a cura na medicina tradicional e sim pensar pelos meios sobrenaturais.

    Ocultismo + Inteligência
    Intenção: Lembrar-se de algo sobre os formosi, caso seja possível.
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    Cosmologia + Inteligência
    Intenção: Se recordar algo sobre os espíritos da Wyrm.
    Extra: Especialista no Assunto (Especialização de Inteligência)
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    Como agora eu tinha algum tempo e tranquilidade para pensar, tentei encontrar nas histórias e canções que que já havia ouvido sobre os garous se algo naquelas condições já havia ocorrido - seja um Formosi morto-vivo, seja pus estranho ou qualquer evento estranho daquela noite.

    Cultura Garou + Inteligência
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    Parando para pensar um pouco, Ferroada era servo do Escorpião. Então não devia descartar um efeito mágiko que o enfraquecesse e debilitasse. O desaurido era louco, não burro. Não podia ignorar totalmente a possibilidade dele desejar enfraquecer a Aliança para então nos atacar quando estivermos incapazes de revidar.

    Consciência + Percepção
    Intenção: Descobrir se tem origem mágica ou ao menos magia envolvida.
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    Ocultismo + Inteligência
    Intenção: Se for um efeito mágico, saber a(s) esferas que rege o efeito.
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    Se lembrasse de algo que me parecesse promissor, começaria minhas pesquisas a partir desse ponto para achar uma cura e, se os outros também houvessem sido afetos por aquilo, oferecer a eles uma forma de recuperação também.

    Off:
    1. Apesar de estar "furiosa", Myrella está direcionando mais isso a Escorpião do que ao próprio Ferroada. Se ela reconheceu que é um Formosi e ficou surpresa por ele ser um morto-vivo, suponho que, no mínimo, ela saiba que é alguém possuído por um Maldito e o pobre coitado não tem culpa do que fez a eles.

    2. Eu rolei Cosmologia ao invés de Ocultismo porque, segundo o livro de Mago, Cosmologia pega não só outros mundos como espíritos e Ocultismo ficaria com a cultura Umbral. Porém, se o mestre julgar adequado, posso rerolar como Ocultismo.
    Freya Stormborn
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Freya Stormborn em Sab Jan 13, 2018 12:19 pm

    Especialização

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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Freya Stormborn em Sab Jan 13, 2018 12:31 pm

    Again
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Black Thief em Dom Jan 14, 2018 7:56 pm


    Eu já via que a ruiva estava melhorando, pelo visto a tontura que a assolou não era tão forte assim, mas ela era carregada enquanto Jasmine recusava a ajuda por Erik e abria espaço para ser levada por Li, não sabia dizer se aquilo era compreensível ou era sintoma dessa dependência que a mestra impôs em sua aprendiz, uma fraqueza grande e que um dia poderá custar a vida dela, mas agora a mestra parecia ter mais bom senso para permitir que Erik que era visivelmente forte carregasse a asiática, embora... Aquela força que Li demonstrou ter na hora de jogar o segurança demonstrasse que poderia muito bem ser o contrário. Olhei para o homem religioso que não era afetado pelo Delírio, teria ele sangue de Parente ou era outra coisa sobrenatural? Seja lá o que fosse ele olhava na direção de uma parede como quem estivesse vendo um fantasma. Olhei também na mesma direção mas nada vi, me perguntei o motivo daquilo, mas era algo que poderia ser perguntado depois se por algum motivo a ruiva resolvesse levar ele com a gente, o que poderia ser uma medida de precaução e uma complicação ao mesmo tempo, embora... Talvez não tivesse a minimo importância, ele pode apenas estar em choque com o que viu.

    No mais, era hora de sair, a ruiva que se recuperava revelava o nome do Garou que lutou ao meu lado, Darthair, um nome estranho, pelo menos eu achava, podia ser um nomes estrangeiro ou seu nome Garou, mas não importava, era como o chamaria agora a menos que seja informada de outro modo que deva chamá-lo

    Myrella escreveu:- Algum de vocês se feriu? Ainda não sou uma mestra da Vida, mas entendo um pouco de medicina... E a Mãe me ajuda bastante na tarefa de auxiliar outras pessoas a se recuperar... Doenças e similares também contam... É o mínimo que posso fazer para agradecer terem se arriscado por nós

    "Mãe?"

    Eu não sabia o que ela queria dizer com 'mãe', mas não podia ficar perguntando agora, mas imaginava que ela tinha poderes sobrenaturais já que dizia coisas como "ainda não sou uma mestra da Vida", e certamente medicina moderna em mim e no Erik são inuteis, mas eu não podia negar que não estava bem, no final eu respondi:

    - Obrigada... Acho que vamos aceitar a ajuda, mas pra um momento que pudermos parar pra respirar.

    Falar só me fazia lembrar do gosto nojento que era o sangue daquela coisa... Sangue com gosto ruím certamente é algo mais do que ruím, sangue não foi feito para parecer ruím aos sentidos de um vampiro, pelo contrário, era para ser totalmente atrativo, era disso que se tratava a maldição cainita, aquele sangue ter gosto ruím certamente significava coisa muito, mas muito ruím e isso me fazia lembrar... Quando a ruiva disse sobre os formori eu comecei a me lembrar de algumas notas que havia pego do laboratório de Simmons sobre mais experiências horríveis que a Umbrella fazia, não só com vampiros, mas zumbis ou quaisquer outros mortos vivos utilizando espíritos da Wyrm e algo que se é diferente, é que os espíritos ficam subordinados ao lado mais sobrio dos mortos vivos, no caso dos Cainitas a Besta... E... Então eu olhei para a ruiva cuidando do Garou que... Meu deus... Alex... Eu estava tão avoada, que não percebi... O como ele se parece com... O Alex... E então eu olhei para ela cuidando dele e ela murmurando baixo, mas não era como se aquilo fosse impedimento para que eu pudesse escutar algo.

    Myrella escreveu:- Eu vou precisar descobrir o que é esse troço estranho porque eu duvido que seja pus normal. Escorpião vai me pagar por ousar te deixar assim... Se aliando a esses Malditos! É um absurdo, mesmo para alguém como ele.

    "Meu deus.... O SANGUE!!!"

    Essa fraqueza não é comum, isso é... VENENO!!! Eu estou envenenada, e não só eu, todos aqueles que entraram em contato com o sangue do homem de maquiagem também. Eu imediatamente olhei para ele, no caminho e disse tanto para a ruiva quanto para Dartháir e para a Asiática.

    - Nós estamos envenenados. O sangue do maquiado é veneno!!

    E viro-me para a ruiva e digo:

    - Você disse que pode curar doenças, venenos e afins... O que está no nosso corpo, tanto no meu, quanto no da Jasmine e do seu amigo é veneno! O homem que enfrentamos era um morto-vivo, possuído por um espírito da Wyrm, mas pra essa possessão acontecer é necessário ingerir toxinas no sangue, só o contato já foi o suficiente pra nos contaminar. Ele era uma bomba de Veneno ambulante.

    "Assim, se alguém o vencesse, também sofreria as consequências disso, e ele era, com certeza... Uma ferramenta da Umbrella."

    - Precisamos dar o fora daqui, rápido!

    Logo depois, eu via os policiais se aproximando, eles vinham na direção de Jasmine e Li, parecia que ela era uma paciente conhecida, nós não tinhamos tempo, precisavamos curar esse veneno o mais rápido possível e então eu me aproximei do policial que aparentava ser talvez o superior, talvez o chefe, talvez o mais experiente, talvez o que tivesse mais atitude, eu abaixei apenas a vizeira, olhei bem nos olhos dele e disse:

    - Nem venham com essa de tentar nos impedir! Minha amiga está precisando de atendimento médico e esse Caos aqui só vai matar os pacientes, esse hospital não tem condições NENHUMA de cuidar dela! Nós estamos levando ela pra outro hospital agora, então Nos dê Licença!!!

    Naquele instante, toda minha força mental era jorrada naquele homem a fim de sobrepujar minha vontade sobre a dele, e logo depois de fazê-lo, independente das ações dos policias, olhei para Li e disse:

    - Coloca ela no carro, vamos logo!

    Eu não confiava em deixar a Jasmine sozinha com a Li, mas não tinhamos escolha, não tínhamos como levá-la na moto e não podiamos nos dar o luxo de sair com um plano alternativo, aquele veneno estava quase me fazendo surtar por dentro, eu me sentia fraca fisicamente e não sabia se era uma questão de tempo até aquilo me degradar até o fim.

    OFF:
    Teste de Dominação, DIFF é a Força de Vontade do alvo -2 de diff com a qualidade Voz Encantadora. Tenho a Especialização de Manipulação "Convincente", não sei se servirá pra esse teste.

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    OBs: Abigail está pedindo Licença do inglês "Excuse".

    Claude Speedy
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Jan 15, 2018 11:28 am

    Freya bate os olhos na infecção ainda presente na pele de seu irmão e escuta os apelos desesperados de Abigail para ficarem atentos para o sangue, é nisso que ela olha onde ainda há sangue em cada um deles e rapidamente se recorda de uma história contada pelos Peregrinos Silenciosos sobre um antigo grupo que eles enfrentaram no Egito há cerca de onde anos, um grupo de seres enfaixados e mortos-vivos.  Eles tinham a mesma toxina espalhada em seus hálitos, pele e sangue... Uma clara manifestação da Wyrm que com o tempo de conflito foi percebida como uma intervenção Formori.

    O que contam as histórias e lendas é que dois clãs de Sanguessugas disputam o Egito desde que os árabes conquistaram a região em 641, o clã que vivia antes da invasão islâmica os Galliard dos Peregrinos chamaram de "Clã da Serpente" e o grupo de sorrateiros vampiros que estava infiltrado entre os seguidores do profeta Maomé de "Clã dos Assassinos". No meio das disputas dos dois é que existiu o maior de todos os problemas, uma aliança que se beneficiava mutuamente dos conflitos entre lupinos e vampiros, encontrando mais e mais conhecimento.

    Após séculos de batalha os Theurge dos Garou descobriram foi por volta do começo dos anos 2000 que em um lugar nas profundezas da Umbra, uma cidade chamada Amenti, foi tomada por uma Rainha fugida do "clã da Serpente" nessa cidade ela unificou seus segredos com um vampiro chamado Lazarus...


    ...juntos eles criaram um encanto que há muito tempo tem sido alvo de busca naqueles deserto, o chamado "Feitiço da Vida", com o qual Lazarus conseguiu trazer de volta as almas de seu próprio clã vampírico, morto há alguns anos. os Peregrinos identificaram que após seu sucesso o "Clã dos Assassinos" tomou os segredos de Lazarus deixados para trás. O encantamento foi usado sobre um poço alquímico onde sangue escorre por pedras em uma montanha, aquele sangue eles coletam de vários outros vampiros ao longo de alguns séculos por conta de alguma curiosa maldição que feiticeiros lançaram sobre eles... Tal encantamento foi muito útil para curar qualquer doença entre os mortais e criar qualquer veneno. Dizem que foi graças a tomada desses segredos que o primeiro a ser chamado de assassino, ou o imortal velho da montanha, voltou.

    Durante as guerras entre o Clã Serpente e o Clã Assassino, os Peregrinos identificaram a presença de vários Formori que misturavam um fungo perigoso típico dos próprios Formori com um envenenamento grave por sangue. E é de fato um aspecto bastante forte da Wyrm o responsável por essa grotesca criação cheia de doenças e que devora rapidamente vítimas especialmente humanas e se espalha gradativamente como epidemia. Porém, dentro do poço guardado pelos Assassinos era conseguida a imunidade total contra tais enfermidades. Os Peregrinos alegam que isso foi uma resposta da Wyld ao que estava acontecendo sobre a feitiçaria do Clã dos Assassinos, apesar da quantidade de significativos monstros perto dessa fonte de cura ela é a solução definitiva contra essa doença.

    Ela pode ser tratada com rituais de purificação e evitando totalmente contato com essas criaturas por um tempo, mortos-vivos como os vampiros são bem menos vulneráveis a toxina se curando quase sozinhos com o tempo, enquanto Garous demoram um pouco mais e pode ser rapidamente fatal para humanos e parentes.

    Escorpião, ela se recorda, é um dos nomes usados para descrever o vampiro que jogava sangue nos inimigos e também um título que servos da Rainha Amenti recebia. enquanto  o dela mesma era de "Esfinge".

    Abigail facilmente convence o policial a recuar, ele mesmo fica confuso por ter tão rapidamente se sentido obrigado a lhe dar passagem e tenta entender exatamente porque fez isso de forma tão mecânica e pensa que precisa de férias.


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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Freya Stormborn em Seg Jan 15, 2018 5:06 pm

    Aquela história... Ainda bem que eu escutava as histórias que me eram contadas e fazia pesquisas sobre elas. Olhei ao redor e vi o carro da oriental para onde Erik e Jasmine se dirigiam.

    - Sim... Lembro de algo sobre o clã Serpente e Assassinos envolvidos. Não é mortal para vocês dois, pelo que ouvi, mas podemos adiantar a recuperação com rituais de Purificação... Tem um no... projeto de Caern lá em casa. Se um de vocês souber o ritual, podem até usar ele... Aliás, não fomos apresentadas... Sou Myrella e este é meu irmão mais velho...

    Dei um sorriso e indiquei a mim e ao meu irmão enquanto nos apresentava. Cheguei o mais próximo possível para alguém como eu de arrastar meu irmão para lá. Tentaria "empurrar" Gael para dentro e entraria em seguida - setando no colo dele se precisasse. Limpei a garganta e tentei falar com o meu melhor inglês.

    - Vocês tiveram contato com o sangue? Tem veneno nele... Se não tratarem do jeito certo, seus corpos irão sucumbir e a morte deles não sera agradável. Se me permitirem auxiliar e talvez agradecer de modo mais apropriado, poderiamos ir a minha casa. Podem descansar e se recompor da luta lá também... Aliás, senhorita Jasmine, você tem sangue de fada, não é?
    Portuga
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Portuga em Ter Jan 16, 2018 2:02 am

    Meus olhos se arregalaram com a fala de AVA, estava feliz de certa forma pela sua ajuda, apesar de não gostar muito daquele tom de voz, provavelmente era sua fome de novo, o deixando irritado, será que meu subconsciente era assim também? Não, não sou uma pessoa irritadiça, sou um jovem nerd legal...sim difícil de acreditar, mas verdade.

    Penso por um tempo de algumas respirações e logo desisto, simplesmente não valia a pena, virar uma múmia...nhaaa, não, o pouco que aprendi com os adeptos e os vazios, era que apesar de difícil e tortuoso pelos foderosos espíritos do paradoxo, ainda sim seria mais recompensador nos níveis mais altos, a magia dinâmica é muito mais forte que a estática no fim, e eu sou apenas um iniciante, ainda tenho muito jogo pela frente...desnecessário dizer que isso poderia afetar em parte meu avatar, ou seja, logo desisti de continuar a considerar algo tão inútil como virar uma múmia...

    De qualquer forma, precisa considerar um lugar para eu poder fugir quando tudo apertasse ou quando aquele noiado do Escorpião ou a Máscara ou sei lá quem que esteja trabalhando com eles, resolvesse me dar um "olá", talvez fosse hora de considerar um espaço pra mim na teia digital e brincar de "Minecraft", pelo menos poderia criar meu espaço, minhas regras...perdido em meus devaneios de grandeza, exagerando um pouco na minha imaginação sobre "my Kingdom", percebo que AVA continuava a falar...ignorando sua última pergunta, continuei a me dirigir a entrada do bar.

    "- Bem, chegamos AVA, coma a vontade, você pode fazer isso por conta própria aqui..."
    Off: habilidade Colher Quintessência -7pts

    Loonie não estava, fazer o que, se Rita disse para falar com Ron, que seja, fazer o que né!?

    Ron escreveu:Ron : -Pois bem... Daniel, não é? Que pode me contar sobre o que houve. Acharam a garota chinesa e o Brujah? Deve ter vindo buscar seu pagamento,
    certo...?

    -Olá, isso, sou Daniel, o haker/barman dizia enquanto fazia o sinal de aspas com as duas mãos que vocês tanto prezam e contrataram com aquele anúncio

    "-Sim! Sim e SIM! Bem estão todos vivos do nosso lado, ao contrário do Ferroada...ou pelo menos a carcaça dele, sei lá, meio confuso, enfim o mascarado de pó de arroz, ta mortinho da silva agora, no entanto os outros devem estar saindo do hospital, se não tiver nada passando na TV ou rádio agora, acho que não teremos muito com o que se preocupar..." fiz uma pausa e o olhei, querendo saber se ele tinha entendido o tipo de confusão

    -Bem, resumidamente, fomo no hotel, raqueei o sistema deles, descobria Jasmine no hospital, fomos pra lá, fomos atacados pelo Ferroada, confusão generalizada, Ferroada morto, voltei pra cá, os outros devem estar voltando ou pra cá ou pro Arctus, de qualquer forma missão cumprida, então agora, vamos as partes doceees, o resto do pagamento e por favor, trava algumas de suas cervejas, já estou com a boca seca...

    Simon Black
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por Simon Black em Ter Jan 16, 2018 3:35 pm

    Erik ouvira as palavras daquela que acreditava ser Myrella. Precisava, é verdade, de mais cuidados, mas por hora tinham que sair dali. Por isso fora rápido e acabara não lhe respondendo, dentro do hospital, o oferecimento de ajuda, mas acenou positivamente com a cabeça enquanto ouvia Abigail responder a ruiva exatamente o que ele pensara.

    Mestra da vida... ouvira aquele termo há tantos anos que parecia ter sido em outra vida. E aquilo trouxe só mais um pouquinho de suas memórias perdidas. Seria ela uma Volva?

    Balançou a cabeça, espantando os pensamentos. Haveria momento para ir atrás de seu passado e entender o que aquelas palavras significavam. Nesse momento, o importa era sair dali.

    Caminhou na direção do carro de Li e ao ver que Jasmine recuperara as forças de seu próprio corpo, a deixou chão. Erik encostou-se no carro e ficou pensando em tudo o que acontecera até ali. Tentara tirar seus pensamentos do passado, mas novos flashes pareciam atingi-lo. Fechou os olhos e assim ficou.

    Quem eram aqueles de sua visão na casa de Arctus? Quem era a mulher com quem estivera abraçado? Quem era o tal Andras? Perguntas, perguntas... as respostas estavam em sua mente, até aqui infértil e assombrada.

    Talvez por isso não tenha visto Abigail usar seus poderes para afastar os policiais. Talvez por isso não tenha prestado atenção quando todos se encontraram reunidos perto do carro. Só voltando a si quando palavras foram ditas ali perto.

    – Há veneno no sangue daquele mascarado? – perguntou mais para si do que para eles.

    Talvez aquele fosse o motivo da fraqueza momentânea que sentira assim que esmagara o homem com seu martelo.

    – O que acha, Abigail? Havia o acertado com Arctus, mas creio que o melhor seja seguir com o que ela sugeriu... – murmurou indicando Myrella com a cabeça e concluiu, finalmente – Ah, desculpem a falta de modos. Me chamo Erik!
    zignon
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

    Mensagem por zignon em Ter Jan 16, 2018 5:48 pm

    Jasmine após reagir contra a ajuda do Erik, por ansiar a ajuda da amada, entrega-se ao abraço forte de Erik, por simplesmente ser rejeitada pela Li. Após refletir absorta sobre os acontecimentos chega a conclusão que precisa reagir, pois não abriu mão do convite do seu avatar para morrer ali e pensa nos princípios Akasha e no seu primeiro passo de recuperação, o seu entorno está em sintonia com o seu interior e observa o seu interior e vê gratidão pela ação do Erik e abrindo os olhos, se harmoniza com o exterior e agradece ao Garou que a carrega nos braços, lhe tirando daquela cena caótica. Depois continua os passos de sua doutrina, e pede o seu perdão por ter resistido a sua ajuda de forma tão ríspida e egoísta e diz: - Me perdoe Erik, estou tão envolvida com a mestra que estou cega para tudo mais, nem sei quem são seus novos amigos que lutaram comigo, por favor agradeça por terem vindo me resgatar.


    Agora ela estava pronta para o passo mais difícil, o corte com o vicio, com o passado e abraçar a autossuficiência de uma nova etapa, de descobertas e de novas condutas e diz: - Eu preciso de sua ajuda Erik, eu preciso da ajuda dos seus amigos, isto ainda não acabou, estou muito ruim e algo em me desagradou a mestra e ela falou como se eu estivesse morta. Não me deixe sozinha com a mestra, pois ela não mais reconhece em mim o que eu era e não sei o que ela fará com esse novo eu. Repito, não me abandone, não me deixe sozinha. Fale com seus novos amigos, para eles me ajudarem, eu preciso viver e fazer valer a pena. E olha em torno para captar a imagem dos novos amigos do Erik e se concentra para pedir obrigado a cada um deles assim que estiverem em um lugar seguro. E a oriental pensa consigo: - Eu vou conseguir, já fiz o mais difícil. Reconheci em mim, o que preciso mudar e dei o primeiro passo.



    Erik a leva até o carro, enquanto a li está do outro lado e a polícia e os funcionários do hospital se aproximam do carro, a nova amiga do Erik se dirige ao que parece o líder dos policiais e conversa com ele explicando a situação e não se sabe o argumento, talvez usando o seu carisma faz com que ele e sua equipe recue. Logo a outra amiga vem com seu companheiro e cumprimenta a todos e vai entrando pelo banco de trás falando em sangue envenenado e oferecendo uma cura que um ritual em curso na sua casa pode trazer. Ela se apresenta como Myrelia e seu companheiro é seu irmão mais velho.


    O mais interessante foi quando ela se dirige para Jasmine e pergunta sobre o seu sangue de fada e isto alegra Jasmine por ver simpatia e atenção por parte dela e a Akasha agradece em silêncio aos espíritos mentores e fala com a moça de forma que todos os amigos de Erik ouçam: - Obrigada Myrella, obrigada a todos vocês que vieram me resgatar. Arriscaram as suas vidas por mim e estou muito grata e assim que possível quero agradecer de forma mais adequada conhecendo vocês melhor. Sim eu tenho sangue de fada, como você soube? Seria um prazer conhecer a sua casa e desfrutar da sua hospitalidade e virando-se para Li, diz: - Espero que minha amada também venha comigo.
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    Re: Parte ll: Um capeta em Forma de Guri

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      Data/hora atual: Seg Jun 25, 2018 3:28 am