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    A cidade de Dafodil

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    Leomar
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Qua Fev 21, 2018 11:10 pm

    A cerveja vem morna, Tinafe começa se servindo do conhaque e um pouco do queijo.

    Spoiler:
    Na sua comunidade não se destilavam bebidas, o que bebiam era normalmente fermentados de frutas, principalmente a cidra (que era de ótima qualidade por sinal) e licores, sendo assim será a primeira vez que prova conhaque. Quando provam algo exótico a primeira vez, uso regra opcional de rolar D12 para ver o que acharam, sendo 1 detestou e 12 adorou, mas conhaque não é tão exótico, então rola só se quiser.

    A taverna continua silenciosa, todos prestam atenção no casal nada convencional e dá até para ouvir a conversa de vocês. Tinafe sorri, cruza e descruza as pernas, parece aproveitar o momento.

    - Esta terra sempre teve uma atmosfera carregada. O templo é uma das poucas exceções. O ambiente muitas vezes reflete seus moradores, e como tem muitos demônios em Dafodil...

    É um trabalho cansativo procurar e fechar portais, mas de cada vinte demônios que chegam até aqui, só um aceita as regras de civilismo. Então realmente esta cidade cansa.
    - Ela suspira.

    - Você pode deixar para puxar me saco quando estivermos estudando. Você nem conhece minha inteligência ou personalidade ainda. - Ela bebe mais um pouco - Mas gostei do seu caipirismo, nunca me chamaram para sair antes, não antes dos treinamentos pelo menos, e não para beber. O queijo daqui também é bom. Não esperava que sua companhia fosse agradável, mas confesso que o caipira está bem interessante.

    Tinafe esconde algumas de suas armas naturais, suas "farpas" sob a pele. Fica parecendo várias pequenas cicatrizes, mas ela fica mas bonita. Talvez um "pouco menos demoníaca" ou quem sabe "um pouco mais humana"?
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Qui Fev 22, 2018 1:00 pm

    Nergal ri da situação como um todo e da ironia de um anjo num encontro com um demônio. Realmente aquilo ali era uma situação totalmente inusitada apesar de muitos ali serem seguidores de Piro.

    Você pode deixar para puxar me saco quando estivermos estudando. Você nem conhece minha inteligência ou personalidade ainda. Mas gostei do seu caipirismo, nunca me chamaram para sair antes, não antes dos treinamentos pelo menos, e não para beber. O queijo daqui também é bom. Não esperava que sua companhia fosse agradável, mas confesso que o caipira está bem interessante.

    - Sim... - ele sorri - Mas acredite que quando estivermos em treinamento não serei o anjo que lhe faz a corte. E sim um aluno que quer provar para a mestra que ele será o melhor aluno que ela teve ou terá.

    Ele bebe um gole de sua bebida, e se assusta com a força do álcool nela afinal ele não tinha o costume, não... ele nunca havia bebido destilados antes.

    - Nossa... isso é forte! Mas... mas até que é bom, poderei me acostumar a beber isso com o tempo. As pessoas que você conheceu que saíram perdendo. Azar o deles e sorte nossa. - ele termina de falar colocando a mão direita sobre a mão esquerda de Tinafe e toca de leve uma das pequenas cicatrizes.

    - Me sinto bem por saber que minha companhia é interessante. Mas me diga uma coisa, agora que parece estar mais relaxada, o que um caipira tem de fazer para conquistar um beijo desta linda mulher.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Qui Fev 22, 2018 2:56 pm

    R.oc.

    - Falar menos.

    Ela puxa a mão dele para si e o abraça, empurrando em seguida para cima da mesa e lhe crava um beijo na boca.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Qui Fev 22, 2018 9:27 pm

    Tinafe podia não ser a pessoa mais romântica do mundo, mas Nergal não podia negar que o beijo dela era muito bom.

    Provavelmente se alguém um dia tivesse dito a Nergal que ele beijaria uma demônio, ele jamais acreditaria.

    Provavelmente ninguém em Akaŝa jamais acreditaria que uma demônio beijaria um anjo.

    Provavelmente até Tinafe estaria pensando que ela jamais imaginaria que um dia beijaria um anjo.

    Mas provavelmente nenhum dos dois está arrependido no momento.

    Nergal não estava tão acostumado a ser tão direto, mas se era pra se adaptar... Ele convida Tinafe (por enquanto não mestra) para seu quarto, e ela aceita.

    Mas primeiro ela enxuga as canecas de cerveja (as duas) e termina de comer o queijo.

    - Não gosto de desperdícios, hihi.

    Eles sobem, mas o quarto ainda estava ocupado por Azrael (que tava lendo) e Voorhees. Por algumas horas Nergal tinha até esquecido da existência deles, mas negocia.

    - Oi amigos, bem... Se importariam se eu usasse o quarto por algumas horas, tipo... as próximas doze ou treze?

    Eles não tem como não ficar com cara de Shocked ao ver o anjo-negro com uma demônio desconhecida, Tinafe reforça o pedido:

    - Tem um lugar bom para ler lá no templo, inclusive com livros bem interessantes, vai lá e diga que eu recomendei.

    Azrael não vê problemas em deixar o quarto pro amigo, mas estava meio lento pela surpresa.

    - Que templo? Quem é ela?

    - Sou aquela que vai arrancar seus olhos se você não sumir.

    Eles entendem o recado e descem, Nergal se desculpa pelo mico, Tinafe fecha a porta, o põe contra a parede e o beija.

    - Já estive em lugares piores, até que a taverna é arrumadinha, gostei!

    Tinafe lhe beija o pescoço, depois morde "de leve" também, enquanto começa tirar a roupa de Nergal. Ele sente novamente um perfume adocicado, desta vez sabe que faz parte da magia de sedução dela, mas não se importa, ele estava ali por vontade própria e não importava em deixar ela tomar o controle, por enquanto.

    - Mmm, estarmos nós dois aqui agora deve ser a coisa mais errada no mundo na maioria das religiões.

    - Mas não na sua! - Ele agora começava despi-la também. Tinafe não mostrava qualquer resistência a que as mãos de Nergal percorressem qualquer parte de seu corpo.

    - Não tenho certeza, ainda não parei para pensar nisto. - Olá dá um sorriso malicioso - E nem vou pensar agora.

    Ela o joga na cama, e depois se joga em cima dele. Tinafe era forte, mas não é nenhuma surpresa que demônios são mais fortes que humanas. Os dois se entregam ao prazer, com ela controlando o ato.

    Apesar do prazer, Nergal se sente muito cansado, muito rápido. Ele percebe que ela estava roubando-lhe energia, e Tinafe nem se dá o trabalho de fingir que não percebeu que ele percebeu.

    - Não resista... Você é meu.

    Pouco antes do êxtase, ela o morde no pescoço novamente, e ambos chegam ao êxtase juntos.

    Eles ficam deitados lado a lado, trocando beijos. Nergal se sentia esgotado, mas ainda não totalmente satisfeito. Por reação talvez da magia dela, ou talvez não, ele resolve tomar o controle também. Em um gesto segura forte os cabelos dela. Ela não reclama, pelo contrário, lhe envia um olhar de admiração, instigando-o a continuar.

    Ele a morde, também "de leve", acariciando os seios dela com paixão.

    - Aperta mais.

    Nergal obedece.

    - Maaaaiiiisss

    Ele se entusiasma, e a agarra como se quisesse espremer laranjas. Tinafe era diferente de todas as outras parceiras, mas estavam no mesmo ritmo. Nergal não sabia ainda como roubar energia tal como Tinafe tinha feito, mas ele a sente empurrando a energia dela agora para o corpo dele, e aquilo era diferente de tudo que já tinha sentido.

    - Agora você é minha?

    - Não pergunte.

    Nergal sorri.

    - Agora VOCÊ é MINHA!

    Tinafe sorri de volta. Ele sentia ondas de pequenos choques sair da pele dela para a dele, ele tinha total controle agora.

    E ela estava simplesmente adorando que ele tivesse este controle.

    Os dois caem exaustos, embora agora Nergal se sinta fisicamente cansado mas energeticamente mais forte do que nunca.

    Horas se passam entre carícias, algumas parceiras que Nergal teve ficaram um pouco tímidas depois de suas primeiras vezes, ma Tinafe não demonstrava um pingo de timidez, estava totalmente a vontade nua ao lado dele e deixava vê-la e tocá-la a vontade.

    A terceira vez do casal é menos intensa, mas desta vez eles não tem mais pressa e nenhum deles assume o controle. Sentem-se com carinho e bem devagar.

    Estavam quase românticos.

    Quase?

    - Mmm, vejo que você é mesmo um bom aluno.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Sex Fev 23, 2018 2:35 pm

    A sensação de estar com uma demônio era completamente diferente de todas as outras vezes com que Nergal se envolvera. Suas parceiras anteriores, humanas ou anjo-negras, eram tão... menos intensas. Mesmo quando havia algum envolvimento maior era ainda assim diferente. Mas com Tinafe, era como quando uma gota de água batia numa barra de metal saindo da forja.

    Durante o início, enquanto ela o conduzia, a sua doação de energia para a companheira por vezes quase o fez perder a consciência, mas a habilidade de Tinafe em controlar o fluxo de energia o mantinha da maneira que ela queria que ele estivesse. Após chegarem ao extase Nergal se sentia morto mas o desejo ainda era imenso.

    Agora ele conduzia a dança, e tenta ser como sua parceira no início e tenta a subjulgar. Por um momento ele duvida se estava confundindo pegada com brutalidade...

    - Agora você é minha?

    - Não pergunte.

    Nergal sorri.

    - Agora VOCÊ é MINHA!

    Ele agora confiante de quais eram os limites segue controlando, mesmo que de forma mais instintiva do que pela prática de controle de energia. Eles seguem até chegarem novamente ao extase.

    Desta vez ele se sentia poderoso, cheio de energia. Eles haviam se doado mutuamente, isso era novo para ele que quase sempre tomava a sua companheira sem sentir estas energias. Sem se sentir... mais vivo.

    Durante o tempo que passaram se acariciando após a segunda dança, Nergal percorria todo o corpo nu de Tinafe com as mãos lhe acariciando e ela por sua vez fazia o mesmo. E nenhum dos dois se retraía por timidez ou preconceitos apenas curtiam as sensações. E seguir as sensações os levaram para a terceira.

    A energia que percorria de um para o outro era calma, ela equilibrava. Nergal sentia as penas de suas asas eriçarem desta vez, os apêndices que Tinafe havia retraído se abrem como pernas extras que abraçam Nergal mas não como armas, apenas para que ficassem mais juntos. Eles eram guiados por esta sensação diferente para Nergal.

    Agora ele não queria ter prazer, mas dar prazer para Tinafe. E ela por sua vez parecia ter a mesma atitude que ele.

    A explosão de extase em Nergal desta vez fora maior que nas anteriores, não... não maior... mas mais intensa.

    - Mmm, vejo que você é mesmo um bom aluno.

    - Aqui somos parceiros não mestra e aluno... mas você que é uma maravilhosa professora... - ele responde num sussurro, complementando.

    Então a beija com carinho mais uma vez. Enquanto ele cansado, satisfeito e com bastante energia a aninha no seu peito. Lutando com o sono que já insistia em roubar seus sentidos. Então quando ele se tornou mais forte que não era mais possível vencê-lo, Nergal sussura no ouvido de Tinafe que estava deitada sob seu peito.

    - Você é uma parceira incrível, nunca havia sentido algo tão intenso e prazeroso antes.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Dom Fev 25, 2018 10:22 pm

    - Você é uma parceira incrível, nunca havia sentido algo tão intenso e prazeroso antes.

    Ela ri.

    - Despertar o dom mágico pode ter suas vantagens... Pelo menos posso falar com certeza que sua energia é forte.

    - Todos relacionamentos entre magos é assim?

    - Só se tiver uma boa parceira. Ou se não tiver medo de drenar a energia dela. Isto é algo que nós demônios treinamos mais do que os outros. Embora eu não seja uma instrutora do Adul Genáh.

    Nergal, como todo mundo, já tinha ouvido histórias de súcubos que podiam matar durante o sexo, Tinafe não era uma súcubo (embora ele não soubesse o quanto isto importaria entre demônios), mas ela quase o deixou inconsciente. Porém seus pensamentos já estavam devagar pelo cansaço. Bocejando ele ainda pergunta:

    - O que é isto?

    - Adul são "caminhos", formas "focadas" de obter poder, Adulas-An, Adul-Nas In, Adul Nefeŝ, Adulin Roki, há caminhos para tudo: o caminho da vida, o caminho da morte, o caminho da magia, o caminho do controle físico... até o caminho do sexo. Agora durma.

    Nergal mal ouve as últimas palavras dela, e dorme. Aparentemente por horas, mas quando acorda, Hélius Blua, a estrela azul, mal tinha nascido, então ainda não era tão tarde.

    Tinafe tinha ido, ao seu lado ele encontra um bilhete escrito a carvão no chão, a taverneira não ia gostar nada de limpar aquilo.

    "Se ainda estiver andando e quiser começar trabalho de verdade procure-me três horas depois do terceiro chamado na caverna dos Nokai nordeste da cidade ou amanhã três horas antes do primeiro chamado na torre do alquimista"

    A letra dela é bem feinha, e como muitos que escrevem em Moloke, ela não usa pontuação. A calcinha de Tinafe ainda estava enrolada no braço de Nergal, ele se pergunta se ela deixou de propósito ou não quis acordá-lo.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Qui Mar 01, 2018 1:12 pm

    Nergal acorda com uma sensação de o "Rei do Mundo", depois ele olha em volta e Tinafe já havia saído deixando um troféu para ele. Ao reparar o que estava em sua mão ele sorri.

    Ele se levanta para vestir uma calça e encontra o recado que ela havia deixado.

    Tinafe escreveu:"Se ainda estiver andando e quiser começar trabalho de verdade procure-me três horas depois do terceiro chamado na caverna dos Nokai nordeste da cidade ou amanhã três horas antes do primeiro chamado na torre do alquimista"

    Ele olha para o céu ainda tinha algum tempo.

    "A dona da estalagem vai me matar por essa bagunça!" - pensou.

    Ele pega um jarro com água que havia no quarto, um pano velho que estava no chão e o molha. E usa o pano molhado para limpar o possível antes de começar a borrar a mensagem que fica ilegível.

    "Droga! Bem pelo menos não dá para ler o recado! Vou dar um dinheiro extra para a limpeza do quarto."

    Nergal olha em volta no quarto e vê que as coisas de seus companheiros ainda estão no quarto. E enfim usando uma camisa limpa que ainda tinha ele desce, com seus equipamentos na mochila.

    - Senhora. - diz para a estalajadeira. - Tome aqui este dinheiro pode custear o asseio do quarto. - ele entrega 1ЖЖ. - Caso meus companheiros retornem, diga que eu segui para o Templo de Piro.

    Ele então segue para uma loja de roupas, afinal ele não poderia viver com a mesma calça surrada, as duas camisas e armadura e manto para o resto da vida. Saindo da pousada ele vê Azrael e então ele fala com o companheiro.

    - Olá Azrael! Muito obrigado por ontem. Será que você poderia me ajudar? Preciso comprar umas roupas novas. - diz mostrando os trapos que vestia.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Qui Mar 01, 2018 5:45 pm

    Ao ver a moeda de ouro a estalajadeira dá um largo sorriso sem se importar com seja lá o que for que Nergal tiver sujado. Ela também prepara um lanche bem caprichado para o anjo.

    Azrael admirava a cidade quando Nergal o encontra.

    - Ah, não foi nada, aprendi a não incomodar. Então, o "investimento" foi bom? Minha antiga dona não era muito espontânea.

    Azrael, embora tenha vivido entre demônios, não sabia da eterna rixa entre anjos e demônios, portanto ele e Voorhees foram os únicos que não estranharam enormemente quando Nergal apareceu com uma demônio. Até pouco tempo eles nem sabiam que anjos existiam, muito menos anjos-negros.

    - Esta cidade parece ser enorme, bem melhor que a que eu vivia. Tentei conhecer um pouco, mas não tenho me afastado muito, para não me perder, mesmo assim, uau!

    Tem algumas lojas pra lá, tem outras ali também, acho que tem em quase todo lugar. E eles têm um tal "mercado" também, um lugar na praça que vendem de tudo. Nunca imaginei que cidade humanas tinham coisas assim. Bom, eu nunca pude comprar nada também, mas é impressionante, precisa ver.

    Ah, e tem o rio também. Pelos deuses que não conheço! O que é aquilo?! Eu jamais imaginaria que existia tanta água assim no mundo. É... é... é muita, mais muita água mesmo. Você chegou a ver o rio aqui? Não é demais?


    Nergal se lembra do mar, Dolĉamaro, e tenta explicar ao meio-demônio como ele é ainda muito maior que o rio. Azrael fica embasbacado, embora provavelmente não consiga imaginar a imensidão do mar só de ouvir falar. Mesmo Nergal só conhecia as bordas dele.

    - Bem, alguns dos meus amigos vão conhecer este tal mar antes de mim. - Apesar de não parecer triste, dava para sentir um leve pesar na voz dele - Reikon não deve se demorar na cidade, até falou com o pessoal que meche com aquelas casas esquisitas que andam no rio, e alguns aceitaram trabalhar para ele. Pelo menos Voorhees e Pana devem ir à Akvlando.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Qui Mar 01, 2018 9:20 pm

    Azrael escreveu:- Ah, não foi nada, aprendi a não incomodar. Então, o "investimento" foi bom? Minha antiga dona não era muito espontânea.

    - Ah ela! Não ela não era um "investimento" nem minha dona. Digamos que nós passaremos muito tempo juntos.

    Ele passa a ouvir o companheiro de viagem e quando ele fala sobre o mar e fala como era a visão de Dolĉamaro comparado ao rio que cortava a cidade de Dafodil. A perplexidade de Azrael chega a assustar um pouco o anjo negro.

    Azrael escreveu:- Bem, alguns dos meus amigos vão conhecer este tal mar antes de mim. Reikon não deve se demorar na cidade, até falou com o pessoal que meche com aquelas casas esquisitas que andam no rio, e alguns aceitaram trabalhar para ele. Pelo menos Voorhees e Pana devem ir à Akvlando.

    Ele sente o pesar na voz de Azrael.

    - Bem meu caro, ainda não somos tão amigos. Mas eu devo ficar em Dafodil por um longo tempo e caso deseje ficar poderemos procurar um local para adquirirmos uma casa próximo ao Templo de Piro ou próximo ao porto. Mas com certeza longe da Necrópole. Pense mais tarde estarei de volta a estalagem e poderemos conversar mais sobre isso.

    Nergal se despede de Azrael e segue em direção a alguma loja de roupas. Ele precisava de botas, uma calça e camisa novas. Também passaria numa ferraria para que fizessem o reparo em sua armadura e espada. Perguntaria na ferraria como chegar até a caverna dos Nokai e se haveriam problemas no caminho, caso haja ele deixaria a armadura mas levaria a espada consigo. Se não ele deixaria tudo ali e alugaria ou compraria uma espada apenas para usar enquanto a sua não estivesse preparada.

    Por fim ele seguiria até as cavernas. Ele queria encontrar Tinafe e quais seriam as mudanças nela agora que seriam mestra e aprendiz...
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Sab Mar 03, 2018 10:58 am

    Azrael não tira nenhum detalhe sórdido de Nergal, que como bom cavalheiro prefere manter discrição quanto suas conquistas. Bem provável que demônios não sejam tão cavalheiros assim (afinal os humanos já não eram tão discretos). Eles logo mudam de assunto.

    - Nenhum de nós éramos. Muito amigos, digo. Acho que não faz nem um mês que somos "livres" e ainda nem sabemos ao certo o que realmente significa ser livre. Reikon falou bem de Akvlando, e é mesmo a coisa mais sensata os outros quererem ir para lá. Se eu fosse humano também teria aceitado o convite na hora. Mas não tenho certeza se lá seria um lugar para um híbrido, não por enquanto.

    (pausa)

    - Estão me falando sobre Fajr-Regno, e também sobre este deus Piro. Parece que lá seria um bom lugar para um híbrido recém liberto "se encontrar". Quero ver se aprendo um pouco mais e quem sabe consigo chegar a este Fajr-Regno? Parece que temos que pegar um daqueles... coisas lá no tal "porto". Esta cidade é melhor que onde eu vivia, mas agora que já vim até aqui, tenho vontade de ir mais além, entende?

    (pausa)

    - Me falaram também de um tal Icanor, homem da tal Corte dos Milagres, ele parece que pode me ajudar, então quero ver se consigo falar com ele. Pelo que disseram, é perto do tal templo que você fala. Já foi lá né?

    Enquanto Nergal entra numa pequena alfaiataria, Azrael segue em direção à praça do templo. O alfaiate e sua esposa, que tinham atendido Azrael e Pana na noite anterior, são prestativos, mas não conheciam sobre os nokai.

    - Nordeste? Realmente tem muitas cavernas naquela região; tanto antes como depois dos muros. Só que são muitos clãs que disputam elas, e fica difícil saber qual seria esta caverna específica. - Nergal questiona sobre possíveis perigos. - Bom, é uma região fora da proteção da Cour des Miracles, mas de todas as regiões fora da Cour des Miracles, é a menos ruim. Seria bem pior se fosse na parte noroeste, oeste ou sul. Se você conhecesse pelo menos uma das tribos ali seria mais fácil, mas se não conhece nada, pode ser alvo de salteadores. Tipo, as tribos Ĵukai e Nabaro se toleram, se fosse procurar uma da área da outra não teria muitos problemas, já os Goshis disputam contra Nabaros, e se caísse na caverna de uns procurando os outros, poderia ter problemas. A estrada até as montanhas é segura, mas de lá para frente...

    Depois de comprar uma peças básicas ele procura uma ferraria. O ferreiro admira a qualidade da armadura e da espada, Nergal se da conta que o trabalho que eles devem estar acostumados deve ser bem inferior aos artesãos anjos-negros, mas era só reparos.

    - É uma liga realmente boa. Saberias a receita dela para eu fazer a mesma? - Nergal não sabia este detalhe - Bom, a minha receita as escamas ficarão um pouco mais pesadas, porém um pouco mais duras também, e a cor não ficará perfeitamente igual, mas se vossa mercê não fizer questão de detalhes, ficará muito bom. Caso contrário terei de desfazer uma parte da armadura para estudar a receita da liga metálica, o que sairá mais caro e demorará uns dias. Senão é só trocar umas escama aqui, aqui, aqui... aqui, e... aqui, isto, cinco pontos apenas.

    Depois ele olha a espada com cuidado.

    - O fio ainda está muito bom, não creio que precise de reparos ainda. Definitivamente bons trabalhos dos artesões ajrenses! - Ele acredita que a armadura também é trabalho feito em Ajros. - Talvez apenas uma polida. Posso fazer isto, ou se quiser posso lhe vender uma cera especial que vossa mercê mesma poderá polir mais vezes.

    O ferreiro parecia um bom comerciante, honesto o bastante para mostrar que os reparos não eram difíceis, mas esperto bastante para não perder uma oportunidade de lucro, afinal a tal cera seria mais cara que uma polida simples, por outro lado Nergal poderia polir a espada e até a armadura mais vezes. Ao perguntar sobre a caverna dos Nokai, o ferreiro basicamente confirma o que o alfaiate tinha dito.

    - É uma região deserta, usada por várias confrarias e guildas durante o dia, e esconderijo a noite. Se for muito tarde, aconselho você mercê não ir voando, afinal os arqueiros atirariam primeiro e perguntariam depois. As tribos ali não são muito problemáticas, mas claro que ninguém sabe o que elas fazem DENTRO de cada caverna. Ĵukai, Nabaros, Goshis e Susei são os mais conhecidos, mas deve ter umas dez tribos lá. Tem uma confraria, ou acho que é uma, que chamamos de "pretos e amarelos" pois só sabemos que gostam de mostrar as cores deles, estes costumam ser razoáveis e perguntar antes de atirar, por outro lado, tem um clã demoníaco nas cavernas mais afastadas e do outro lado do muro que... é bom evitares!

    (pausa)

    - Porém não conheço estes tais Nokai, mas ninguém conhece todos. Talvez dê sorte no mercado. Tenho um contato que conhece bem as tribos das cavernas do nordeste, é um vendedor de café. Se quiser esperar, mando meu auxiliar perguntar, ou se quiser podes ir vosso mercê mesma, enquanto preparo as escamas. É só perguntar pelo "Magrelo do Café".
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Sab Mar 03, 2018 11:52 am

    Azrael escreveu:- Me falaram também de um tal Icanor, homem da tal Corte dos Milagres, ele parece que pode me ajudar, então quero ver se consigo falar com ele. Pelo que disseram, é perto do tal templo que você fala. Já foi lá né?

    - Sim fui até o Templo ontem e foi lá que conheci minha companhia de ontem. - respondeu com um meio sorriso. - Bem a religião de Piro não vê a raça dos seguidores, e sim sua postura e moral. Tanto eu quanto ela somos seguidores de Piro. Nos veremos mais tarde meu camarada.

    Nergal gostava de conversar com Azrael, mas assim como o híbrido, ele tinha assuntos a resolver. Então após comprar as roupas e já conversando com o ferreiro.

    Ferreiro escreveu:- É uma liga realmente boa. Saberias a receita dela para eu fazer a mesma? Bom, a minha receita as escamas ficarão um pouco mais pesadas, porém um pouco mais duras também, e a cor não ficará perfeitamente igual, mas se vossa mercê não fizer questão de detalhes, ficará muito bom. Caso contrário terei de desfazer uma parte da armadura para estudar a receita da liga metálica, o que sairá mais caro e demorará uns dias. Senão é só trocar umas escama aqui, aqui, aqui... aqui, e... aqui, isto, cinco pontos apenas.

    - Bem não sei a receita, mas podemos até conversar sobre isto. Uma vez que você vai aprender mais uma técnica de liga. Conhecimento em qualquer profissão é vantagem logo lucro. Podemos fazer um negócio quanto ao reparo da minha armadura. Eu lhe daria uma escama para que possa estudar e conhecer a liga. SE, e SOMENTE SE, tivermos uma pequena sociedade. Esta armadura é muito resistente como pode ver, e muito mais leve, já que minha raça é de criaturas aladas. Portanto, não podemos ter muito peso.

    Nergal olha para o homem, que parecia até certo ponto honesto como qualquer mercador.

    - Como eu ia falando, podemos desenvolver armaduras para seres alados com a minha liga de metal, e com ligas mescladas. Ou seja usando das duas escamas conforme a força e necessidade do cliente. Mas antes disso eu precisarei da minha armadura para ir até as cavernas e para tal vou precisar do reparo simples. Quanto a cera, eu vou levar uma mas preciso saber se o reparo estará concluído a tempo de que eu esteja lá ás três horas depois do terceiro chamado do Templo de Piro.

    Dependendo da resposta do ferreiro Nergal irá aguardar e fazer o polimento da espada ali mesmo enquanto o ferreiro faria o reparo em sua armadura. E aproveitaria para aprender novas técnicas de trabalho na forja, afinal esta seria a segunda vez que trabalharia com este tipo de serviço. Ou então ele partiria com o equipamento mesmo avariado até o tal "Magrelo do Café" para ter uma orientação ou mesmo um guia até a caverna.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Dom Mar 04, 2018 10:20 pm

    Azrael ficara interessado nas conversas sobre Piro. Aparentemente não haviam muitas escolhas para um híbrido como ele. Azrael vinha lendo sobre Jara, que também parecia um pouco mais "ponderada", mas ainda não tinha certezas sobre os deuses, ele se despede falando que gostaria de conversar mais em breve.

    Já com o ferreiro nem tudo sai como planejado, ele não parece muito contente quando escuta falar de sociedade. Aparentemente ele queria simplesmente se apossar de uma das escamas quebrada sem custo independente da decisão de Nergal.

    - Que tipo de sociedade seria, guardião? Pois serei sincero, não tenho uma freguesia tão seleta que se interesse e possa pagar por um trabalho tão... artístico. É de fato uma liga muito boa e leve, não duvido que o custo/benefício dela seja excelente, mas obviamente é uma liga pensando mais no peso que na dureza, e a maioria de minha clientela preferiria uma liga mais dura, ainda que mais pesada. E, bem... não tenho muitos clientes alados como vossa mercê, poderia no máximo vender a alguns íncubos...

    Ele fala isto com cuidado, deve ser no mínimo irônico que uma técnica de anjos-negros possa vir a beneficiar demônios, ainda que anjos-negros não tenham a "obrigação" de odiar os demônios como os anjos de Anĝelina. Mas quando Nergal fala do tempo, o ferreiro fica ainda mais decepcionado.

    - Três horas depois do último chamado? Isto me daria pouco mais de quatro, pouco menos de cinco horas. Creio então que terei de recusar o serviço de vossa mercê. Ainda que fizesse os reparos com minha liga, para um trabalho com o mínimo de qualidade precisaria de no mínimo seis horas, e mesmo assim teria de entregá-la quente, o que não seria confortável, a menos que vossa mercê foi um mago vermelho, o é? Com quatro horas consigo no máximo usar algumas chapas que já tenho prontas e limá-las a frio no tamanho certo. Não seria um trabalho ruim, mas não ficaria tão bonito como a armadura foi projetada para ser: funcional, mas vistosa.

    A recusa dele poderia até ser um bom sinal de que ele prefere fazer um serviço bem feito, novamente indicando certa honestidade, mas ainda era um atraso. Nergal podia arriscar fazer só uns remendos, ou arriscar voltar outro dia com mais tempo, afinal a armadura estava com poucos danos e ainda podia ser usada naquela noite.

    Ele espera ter mais sorte com o Magrelo do Café.

    E ele era realmente conhecido como Magrelo do Café. Não chegava a ser tão magrelo como o grupo de ex-escravos, mas era alto e magro, com uma pele nem branca nem negra, a testa já meio careca, não foi difícil achá-lo. Ele tinha uma carroça modesta, mas bem procurada onde vendia café ou tauna, que é outra bebida energética e amarga, quase tão popular como o café, mas de cor marrom e gosto mais amadeirado, como se tivessem guardado café em barris de carvalho e reaquecido depois.

    - Os nokai? Sim, são uma das tribos do nordeste, não das maiores, mas sei sim onde fica a caverna deles. Se são perigosos? Depende, o que quer com eles? Uma maga? Estranho, os nokai não costumam ter magos ou magas entre eles, e nem muitas mulheres. Mas se for uma maga deles ou se ela tiver já a permissão de usar a caverna, talvez não seja muito perigoso. Só não pode chamar atenção de nenhum goshi ou sunsei no caminho.

    O Magrelo do Café sugere que levar algum suprimento de café ou tauna pode ser útil na negociação. Ao perguntar quanto, ele sugere uns quinze kons. Contando que ele vende a xícara de café por dois ki-kons e a de tauna por 3 ki-kons, quinze kons daria para alguém beber café até ficar três dias acordado, mas não chegava a ser um preço exorbitante.

    Spoiler:
    Caso aceite e não tenha mais nada para fazer (pode tentar barganhar se quiser), ele te leva até a parte nordeste, há uma pequena rua que dá quase para fora da cidade, mas as cavernas ficam pouco depois da rua. Há uma série de morros e valas irregulares, e algumas cavernas, naturais ou não são formadas ali. Ele desvia de alguns morros, mostra algumas das cavernas, Nergal tem certeza que pode ser observado do alto de alguns morros, mas a primeira parte é tranquila. Vocês acabam encontrando dois representantes do clã ĵukai vigiando uma área, mas o Magrelo oferece duas xícaras de tauna pra cada e deixam passar.

    Quando estão do lado de um morro, o Magrelo comenta:

    - Bom, a caverna dos nokai não é longe, seguindo estas pedras amareladas vai ver um umbu grande, mas meio morto, a entrada da caverna é bem perto. - Não deveria ser difícil de achar, há uma linha (na verdade uma curva) no morro onde as pedras são meio amareladas e como a região é deserta, achar uma árvore grande não seria problema - Não tem quase ninguém deste lado, é só seguir este morro e não ir pro lado daquele outro ali. Se achar algum preto e amarelo no caminho, não tem problema, eles devem lhe deixar passar, ou ofereça uma bebida a eles. Só tenta não chegar muito perto se achar um goshi, ou se passar por um, não diga que está procurando os nokai, eles não se dão bem. Você quer ficar com uma garrafa de café ou uma de tauna?
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Seg Mar 05, 2018 1:45 pm

    - A sociedade seria a possibilidade de sempre que fosse necessário eu teria o serviço de reparo do meu equipamento sem custos. E a possibilidade de que me ensinasse a fabricar o material de minha armadura, pois caso eu necessitasse de seu serviço e não houvesse tempo para fazê-lo, eu mesmo poderia realizar os reparos. Quanto a fabricação de itens com esta liga seria todo seu o lucro gerado.

    Nergal ouviu um termo que o fez estranhar o homem havia o chamado de "Guardião", bem esta dúvida ficaria sem resposta por enquanto. Mas quando retornasse para fazer o reparo de sua armadura ele a retiraria.

    - Eu sei que deixar para depois poderá danificar ainda mais minha armadura, mas não posso atrasar no me compromisso. Portanto deixarei para fazer os reparos quando eu estiver com mais tempo. E com alguma sorte não entrarei em combate, ou serei mais rápido com as esquivas a ponte de que não seja necessária a proteção. Até porque não sou um mago vermelho. Pense no que propus me senhor. E espero que aceite, quando eu voltar eu levarei a cera e deixarei a armadura para que sejam feitos os reparos. E desde já me ofereço para ajudar no trabalho com a armadura.

    Nergal segue com o guia até que ele pergunta

    Magrelo do Café escreveu:- Bom, a caverna dos nokai não é longe, seguindo estas pedras amareladas vai ver um umbu grande, mas meio morto, a entrada da caverna é bem perto. - Não deveria ser difícil de achar, há uma linha (na verdade uma curva) no morro onde as pedras são meio amareladas e como a região é deserta, achar uma árvore grande não seria problema - Não tem quase ninguém deste lado, é só seguir este morro e não ir pro lado daquele outro ali. Se achar algum preto e amarelo no caminho, não tem problema, eles devem lhe deixar passar, ou ofereça uma bebida a eles. Só tenta não chegar muito perto se achar um goshi, ou se passar por um, não diga que está procurando os nokai, eles não se dão bem. Você quer ficar com uma garrafa de café ou uma de tauna?


    - Levarei uma de cada por 25 kons, mais 5 ki-kons por ter me guiado até aqui. Se me levar até a entrada da caverna pagarei mais 5 ki-kons. Fechado?


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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Qua Mar 07, 2018 8:17 pm

    O ferreiro diz que considerará sua proposta, embora demonstre claramente, mas educadamente, que não a achou muito interessante e nem que pareça disposto a ter-te como aprendiz, já que você é muito mais guerreiro do que artesão.

    O Magrelo não parecia tão disposto a ir o caminho todo, mas como Nergal não tinha medo de gastar, ele segue pelo caminho como indicou. Aqueles vales e morros pareciam quebrados, muito irregulares, como se tivessem sido feitos por um terremoto recente, bem difícil de alguém que não conhece andar, mas as informações do Magrelo eram precisas, e vocês andam sem medo.

    Já numa distância que dava pra ver o umbuzeiro, um homem com armadura de couro grosso aparece de trás de uma das muitas paredes dali. Tinha um lenço com listras pretas e amarelas na cintura de forma bem visível para não deixar dúvidas quanto suas cores. Ele faz um gesto com a cabeça tipo "que tão fazendo aqui", o Magrelo faz um gesto de ombros tipo "que importa", o outro responde com outro gesto de cabeça tipo "tá de sacanagem?", o Magrelo continua com gestos tipo "pô, não estressa".

    Eles então começam conversar.

    - Colé mer'mão, tá de brinqs comigo?

    - Colé, colé. De boa'zaí. 'Tamo trankilo na área, vamo só alí, chegado.

    - Chegado meu saco. Porra, do Café, sabe comé pá ter u trul aqui livre dos parada da Corte e outros grupos?

    - Mer'mão, o parça qué nada na sua área não, Só dá um pila cos parada dos nokai, cês são di boa né pexe?

    Eles começam falar num dialeto demoníaco parecido com o Moloke, obviamente não suspeitariam que um anjo soubesse qualquer idioma demoníaco, mas dá pra entender um pouco.

    - Cara, tá querendo fuder comigo sem nem uns carinhos antes? Esta área é só pra humanos, manter espirituais (espirituais são tanto anjos como demônios) longe é prioridade.

    - Não tamo interessado na sua área, eu não sou burro.

    - Mas depois da disputa ** movimento ** perigo.

    - Nokai ** nada aqui ** garanto.

    - ** só porque o chefe ** sem ** gosta de você, mas ** sem problemas, mas vou ficar de olho.

    - Sem problema, é sério ** só lá mesmo, umas ** de mago, não vai dar trabalho.

    - **** trás um espiritual ainda por cima com ** de mago? ** Lady Lisci tá por aqui. ** perigo ** pai ** perigo. Se desconfiarem ** perigoso.

    - ** mas o chefe ** eu só vendendo umas xícaras de tauna. ** ele gosta. ** só aquela caverna mesmo, promessa.

    - ****.

    Depois o Magrelo fala com você:

    - Beleza, a região tá cum mais gente du qui u normal, mas meu "amigo" aqui num tem nad'i contra os nokai, na vorta é só passá pelu mesmu caminho. Seguindo as pedras amarelas num tem erru. Vo dexá a garrafa di tauna com u chefi, pra demonstrá boa vontadi, mas preocupa naum, elis tão di boas.

    Vocês chegam até o umbuzeiro (que parecia precisar de água) e ele mostra a entrada de uma caverna que você só teria visto porque tinham te contado que ela deveria estar por ali, mas não era fácil enxergar descuidadamente.

    - Ela parece abandonada. - Fala Nergal.

    - Os nokai num são uma tribo grande, parecer abandonada é uma vantagem pra elis.

    O outro vai embora, Nergal entra na caverna, estava escura e sem sinal de vida, mas agora não tinha mais nada a fazer a não ser explorar. A caverna parecia comprida, embora os corredores fossem estreitos. A entrada tinha cheiro de guano (merda de morcego) e era bem úmida. Som de gotejar eram ouvidos ao fundo. Nergal percebe poças d'água acumulando nos corredores, a escuridão é cada vez maior.

    - Está adiantado. - Ele escuta no fundo da caverna. Escuta alguns passos também, mas para chegar até ela tem que entrar na escuridão total. Ele escuta risinhos que devem ser de Tinafe, o eco dificultava ter certeza de onde ela estaria, Nergal tem que ir com a mão na parede do corredor.

    - Então, o que vamos ter esta noite? - Não dava para saber se ela estava perto ou longe, a escuridão era total, havia um bocado de eco e a água já ia até o fim do cano das botas de Nergal.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Dom Mar 11, 2018 6:15 pm

    Ele levanta um pouco a cabeça, a procura de aromas para tentar se guiar já que sua visão estava borrada.
    off:
    testa percepção olfato ver rolagem, resultado (9,9 = 18 final)

    - Assim que eu puder sentir onde você está acho que uma nova troca de energia seria algo que eu gostaria, mas acho que isso vai demorar. Afinal eu tenho de passar neste teste ainda.

    "Isso é um teste... claro! Ela me deu a deixa ainda! Como não percebi logo ao princípio, não são meus sentidos que ela está testando, por isso a escuridão e o eco. Não posso confiar na visão nem na audição. O olfato... se não fosse tanta água corrente... e essa umidade e cheiro de mofo... Claro!!!! Não é nada disso. Eu tenho de sentir o fluxo de energia mística, como eu faço voando... Vamos Nergal... se concentre nisso sinta o fluxo de energia, troque com o ambiente. Veja os fluxos de magia no ambiente, sinta a presença de Tinafe." - pensava.

    Nergal passa algum tempo agora apenas se concentrando. Ele abre ligeiramente as asas aquela era uma forma instintiva de captar as energias quando estava voando e de certa forma era a maneira mais comum que ele tinha para perceber as energias místicas ao seu redor. Ele tenta perceber a energia de Tinafe com as suas penas. Afinal eles haviam trocado energia entre si a apenas poucas horas, deviam ainda existir vestígios dele nela bem como dela nele...
    off2:
    Teste magia 1d2 (resultado 8)

    "Isso Nergal, como ela lhe ensinou ontem... sinta ela, sinta a energia dela. O sentimento de carinho que eles dividiram no final da noite tomou conta de Nergal que se foca nesta energia para tentar localizar a parceira/amante/mestra" - pensava.

    off3:

    Se ele passar ou pelo menos encontrar algum vestígio da Tinafe ele vai falar.

    - Além da falta de controle no sexo poder causar a morte do parceiro na troca de energia. Também se torna mais fácil encontrar o outro devido a assinatura da energia.


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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Seg Mar 12, 2018 6:21 am

    Nergal sente novamente um cheiro doce, mas agora já sabia que era parte da magia "exótica" de Tinafe se manifestando. Ela não podia controlá-lo com este magia, mesmo assim aquilo o desnorteava.

    Nergal escreveu:- Assim que eu puder sentir onde você está acho que uma nova troca de energia seria algo que eu gostaria, mas acho que isso vai demorar. Afinal eu tenho de passar neste teste ainda.

    - Mas olha que preguiçoso! Não falei que é perigoso se envolver com a própria mestra? Mal começou e já quer colocar a diversão antes da obrigação!

    Os passos de Tinafe podem ser escutados bem perto agora, andando na água. "Coisas" batendo de leve nas pedras da caverna também eram ouvidas, algo que ela tivesse carregando ou talvez seus próprios "apêndices naturais"?

    - Eu AINDA não decidi exatamente qual teste vou fazer agora. - ela ri enquanto ele se esforça para achá-la no escuro - Mas se continuar sendo um bom aluno, podemos ter mais uma boa seção de troca de energia. Você sabe que isto é perigoso não sabe? Não só porque vou lhe ensinar magia, mas por eu ser uma demônio.

    Ela para por alguns segundos.

    - Talvez neste momento sejamos as duas pessoas mais irresponsáveis de Akaŝa. Nossas raças não foram feitas para se envolver. Não desta forma, certamente! - ela fala agora um pouco mais séria e faz outra breve pausa. - Embora você me deixou toda molhadinha, louca por mais.

    Nergal sente um beliscão no traseiro, mas não é rápido o bastante para pegá-la naquela escuridão.

    - Veio mesmo só pela diversão, ou vai querer aprender algo mais?

    Ela estava bem perto agora, Nergal conseguia sentir até a energia de seu corpo, ainda assim não conseguia tocá-la. Ele abre as asas e tateia no escuro, tem quase certeza que ela está bem a frente, mas ele era novato demais neste jogo dela.

    - Como vai ser? Quer me contar o que já sabe sobre magia antes de começarmos a treinar, ou quer que lhe ensine do zero?
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Seg Mar 12, 2018 1:06 pm

    Nergal estava perplexo, não conseguia encontrá-la seja usando os sentidos, seja usando a sua percepção mágica.

    Ele continuava tentando encontrá-la sempre com ela sendo mais rápida que ele e fugindo quando ele por pura sorte acertava a direção.

    Tinafe escreveu:- Eu AINDA não decidi exatamente qual teste vou fazer agora. - ela ri enquanto ele se esforça para achá-la no escuro - Mas se continuar sendo um bom aluno, podemos ter mais uma boa seção de troca de energia. Você sabe que isto é perigoso não sabe? Não só porque vou lhe ensinar magia, mas por eu ser uma demônio.

    - Esses seu cheiro é inebriante Tinafe. Me faz querer estar contigo outras vezes. - acaba confessando usando o Moloke como idioma...

    Tinafe escreveu:- Talvez neste momento sejamos as duas pessoas mais irresponsáveis de Akaŝa. Nossas raças não foram feitas para se envolver. Não desta forma, certamente! - ela fala agora um pouco mais séria e faz outra breve pausa. - Embora você me deixou toda molhadinha, louca por mais.

    Ele continua em vão tentando encontrá-la, ela até ousa e lhe dá um beliscão que causa uma risada no Anjo-negro.

    - Contra dizemos o universo, mas o que é de fato imutável? Vamos ver até onde isso nos levará, não acho que sejamos incompatíveis mito pelo contrário.

    Ele novamente para por um momento, a água nas botas começam a incomodar e então ele começa a bater as asas levantando vôo apenas para não ficar mais com água nos pés.

    Tinafe escreveu:- Veio mesmo só pela diversão, ou vai querer aprender algo mais?

    - Tinafe, é claro que quero muito mais momentos como o que tivemos esta noite, o que já seria fantástico. Mas eu quero entender a magia, aprender a moldar seus fluxos e com isso realizar os efeitos mágicos.

    Ele ao tentar tocá-la com as asas acaba perdendo a altura e volta a pisar na água.

    Tinafe escreveu:- Como vai ser? Quer me contar o que já sabe sobre magia antes de começarmos a treinar, ou quer que lhe ensine do zero?

    - Bem... não sei quase nada sobre magia além da experiência que tivemos ontem. Fora isso aprendi a usar minhas asas para reconhecer o fluxo de mana branco para me orientar melhor quando vôo ou para evitar zonas onde ele era mais fraco.

    Ele faz uma pausa.

    - Eu gostaria que me ensinasse do zero Tinafe. Quero aprender tudo sobre magia contigo, independente da sua raça e da minha podemos criar uma aliança muito interessante. Quero saber qual a extensão da minha capacidade como um mago e acredito que você seja a pessoa certa para isso. Pois seria um desafio completamente novo para você, e um maior ainda para mim. - ele começou com o tom de voz mais sério, e conclui com um tom mais casual - Podemos ser os mais irresponsáveis, e se o formos estaremos seguindo muito bem o exemplo de Piro.

    Ele a sentia bem próximo a ele mas mesmo assim não conseguia tocá-la, aquela sensação era estimulante mas causava agonia. Ela havia falado para ele sobre os sentimentos que ajudavam a canalizar a magia. Talvez se ele tentasse sentir não o fluxo de magia branca mas negra usando esse sentimento de agonia...
    off: Teste de Percepção:

    Do tópico Numerologia Sagrada escreveu:Percepção para tentar sentir o fluxo de magia negra.

    Kether efetuou 2 lançamento(s) de dados  (d10.) :
    3 , 8
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Qua Mar 14, 2018 5:45 pm

    - Esses seu cheiro é inebriante Tinafe. Me faz querer estar contigo outras vezes.

    - Hihihi, você percebeu então?

    O cheiro em volta dela diminui. Com isto a mente de Nergal fica mais clara, embora a sensação de torpor não era ruim, ele já tinha percebido que este cheiro doce fazia parte de uma magia de sedução dela, que deixava a mente levemente embriagada. Porém Nergal era inume ao domínio que a magia provavelmente deveria exercer.

    O jogo de gato e rato continua, com o rato levando vantagem.

    - Tinafe, é claro que quero muito mais momentos como o que tivemos esta noite, o que já seria fantástico. Mas eu quero entender a magia, aprender a moldar seus fluxos e com isso realizar os efeitos mágicos.

    Tinafe aproxima por trás do anjo-negro e o abraça.

    - Mm, veio aprender magia com armadura e tudo?

    Ela ajuda Nergal tirar a armadura, espada, botas e por tudo num canto, ele sente que ela estava usando apenas um vestido bem fino e curto, ela fala enquanto vai tirando a proteção:

    - Até que sua armadura é leve, mas quando menos contato o mago tiver com o ambiente, mais difícil canalizar a magia, quanto mais pesada a armadura, menor o controle. Você pode usar a Prana do próprio corpo, ou a Prana da natureza, claro que quanto mais Prana de fora você usar, menos cansado ficará.

    Ela continua atrás dele, abraçando-o e trocando pequenas carícias.

    - Concentre-se, e quem sabe eu seja boazinha depois.

    - Vai ser difícil concentrar com estas suas mãos...

    Ela sorri irônica. - Quem sabe eu não faço disto um teste...

    - Bem... não sei quase nada sobre magia além da experiência que tivemos ontem. Fora isso aprendi a usar minhas asas para reconhecer o fluxo de mana branco para me orientar melhor quando vôo ou para evitar zonas onde ele era mais fraco.

    - Interessante. Íncubos e súcubos, e outros demônios alados também tem certa dependência à magia quanto ao voo, a maioria deles é incapaz de voar em áreas onde a mana negra é nula. Talvez no futuro lhe teste numa área de mana branca nula para ver os efeitos.

    - Eu gostaria que me ensinasse do zero Tinafe. Quero aprender tudo sobre magia contigo, independente da sua raça e da minha podemos criar uma aliança muito interessante. Quero saber qual a extensão da minha capacidade como um mago e acredito que você seja a pessoa certa para isso. Pois seria um desafio completamente novo para você, e um maior ainda para mim.

    - Com certeza será um desafio e tanto.

    - Podemos ser os mais irresponsáveis, e se o formos estaremos seguindo muito bem o exemplo de Piro.

    - Até Piro se arrependeu das experiências que fez sem planejamento e da falta de controle. As pessoas que matou sem querer, o mundo que quase destruiu... - Ela gruda ainda mais em Nergal - Eu senti uma energia forte em você, mas creio que pode ter se tornado um wanamko.

    Wanamko é um termo para mago que, ao invés de despertar o dom gradativamente, o desperta em "explosões" com pouco controle. Os wanamki são bem raros e representam um perigo até pra eles mesmos.

    - Vamos então começar pelo básico, pontos de poder, meridianos... - Nergal já tinha ouvido falar, mas como não tinha despertado o dom, isto não era muito importante até então, ele deixa Tinafe explicar do jeito dela - As manas, que são as energias elementais: água, terra, fogo, ar, trevas, fluem pelos nossos corpos. Muitos acham que os magos fazem magia por estas manas correrem mais puras no nosso sangue, mas isto é impreciso.

    A Prana é a energia pura, ela é a soma de todas as manas juntas, e talvez também soma das energias espirituais, mentais, sexuais e seja lá mais que tipos de energia existam. E a energia corre pelos nossos corpos mais em forma de Prana que de mana. Não importa se somos seres espirituais ou materiais como os humanos, se despertamos o dom ou somos quietos. Em nosso corpo a energia flui em média 90% como Prana e só 10% como mana. Novamente a proporção da "ironia dos 10%" que vemos no mundo de forma geral.

    Então em seu corpo correm todos os tipos de poderes, cada um de nós representa um universo em escala. Você tem tudo em seu corpo: fogo, terra, água, luz, trevas, masculinidade, feminilidade, destruição, doação. Tornar-se um mago dependerá de quebrar esta Prana em manas, e usá-las de forma consciente ou subconsciente.


    Ela passa a mão pelos braços dele, seguindo as veias.

    - Dizem que a magia está no sangue, isto novamente é impreciso, mas o sangue é mesmo o maior responsável. A magia só funciona quando a energia flui, como diriam adeptos de Jara: "A magia é como água". Quando a água fica parada, ela vira pântano, e se torna morta. Quando o sangue fica parado, ele fira infecção, e se torna morte. As energias podem ficar paradas também, e elas também se tornam morte. Obviamente a energia que menos se move é a negra.

    Tinafe passa os dedos na coluna de Nergal em direção à nuca, ele arrepia todo e se encolhe com o frio na coluna.

    - Hihi, para este energia nunca ficar parada, ela corre em seu corpo por canais, principalmente com o sangue, mas não apenas. São 30 meridianos principais, os principais dos principais são o ascendente e o descendente, que ligam os pontos de energia principais. Todo mundo arrepia com estes dois meridianos, pois são os mais sensíveis. Os outros meridianos principais são os que levam cada um dos sete pontos de energia principais da coluna até as mãos, que poderíamos chamar de sub-principais, por isto as mãos são tão importantes para canalizar magia, e por isto que uma das formas comuns de se punir um mago é cortar-lhe as mãos.

    Os outros meridianos principais levam as energias dos setes pontos de energia para as pernas, e também é possível canalizar magia através das pernas, embora a maioria dos magos use muito menos isto. Podemos chamar estes meridianos de subsub-principais.


    Tinafe passa as mãos na bunda de Nergal, ele contrai os glúteos.

    - Haha, está com medo? O primeiro ponto de energia é bem na base da coluna, o primeiro do meridiano ascendente e último do descendente. Onde se acumulam energias mais densas, mais brutas, mais instintivas. É o ponto do eu sou, está ligado à confiança ou desconfiança e à sobrevivência.

    Ela passa acariciar-lhe o sexo.

    - O segundo ponto de energia fica nos genitais...

    - Mm, pode falar deste sem pressa...

    - E um dos mais gostosos, não é? Por isto que a maioria dos seres viventes acumula muita energia nele. É um prazer incrível, mas também fonte de nossas fraquezas justamente porque, ao acumular a maior parte de nossas energias neste ponto, estamos ESTAGNANDO a energia, e como eu disse...

    - Magia só funciona em movimento...

    - Mmm, bom aluno! - Ela dá uma mordiscada na sua orelha - Algumas técnicas que nós, demônios de Piro, aprendemos a usar contra demônios de Ades ou demônios que não sejam ninguém vem da percepção destes fluxos de energia. Claro que adoramos sexo como todos demônios, sendo até muitas vezes dependentes - a voz dela se descontrola brevemente - Mas buscamos exercitar muito mais o fluxo por conta disto. Cada ponto de energia superior é mais difícil de se acessar com consciência plena que os inferiores a ele e a maioria só consegue acessar facilmente os quatro primeiros. O ponto genital é o ponto do eu sinto, está ligado à sexualidade ou apatia e à criatividade.

    Suas mãos sobre até o ventre.

    - O terceiro fica no estômago, um verdadeiro depósito de poder. Nele as energias podem ser armazenadas e "digeridas" ou usadas mais tarde. É o ponto do eu faço, ligado ao vigor ou preguiça e à ação.

    Depois suas mãos sobrem até o coração.

    - O quarto ponto de energia é especial; todos os setes pontos de poder principais são especiais, mas o quarto é o ponto do amor, é o ponto do eu amo. Como é o ponto do amor, as emoções mais fortes, e portanto poderes mais fortes passam por aqui. É mais difícil acessar o quarto ponto que os outros três, e muitos não passam dele, quando chegam. As fêmeas desenvolvem seios logo acima deste ponto pois o amor é doador, e elas precisam de mais energia do amor. - Nergal sente os seios de Tinafe contra suas costas - O leite e o ato de amamentar são atos de amor em forma fluída, nutre, sustenta, apóia... Uma das formas mais comuns que transferimos energia de um mago para o outro, principalmente quando dominamos elementos diferentes, e tocando o quarto ponto de energia, normalmente tocando também o quinto ou sexto. Muitos acham que o quarto ponto, por ser o ponto do amor, é bloqueado pelo ódio, mas na verdade ele é bloqueado pela insensibilidade e pelo desprezo.

    Suas mãos agora sobem para a garganta.

    - O quinto, sexto e sétimo são os mais difíceis de acessar. O quinto ponto de energia fica na garganta, e se relaciona com o quarto mais do que os demais pontos se relacionam com os outros. O quarto e o quinto ponto são os melhores, ou pelo menos os mais fáceis para equilibrar a magia. Quando um mago age como mestre ou juiz de outro, num duelo por exemplo, somos capazes de modular melhor as energias segurando-os pelo pescoço. É o ponto da comunicação, do eu falo, ligado à inteligência ou estupidez.

    Ele massageia as têmporas de Nergal.

    - O sexto é extremamente difícil de se acessar. É o ponto do eu vejo, ele está ligado à sabedoria e não tem seu oposto, embora tenha seus bloqueios, pois sabedoria é algo que, ou você tem, ou não tem. Saber a diferença entre inteligência e sabedoria já é algo complicado e requer anos de prática. O sexto ponto de energia é chamado também de Terceiro Olho, e, bem, quem consegue acessá-lo conscientemente pode levar as magias a um nível de entendimento bem diferente do que os magos comuns podem entender. É como um salto de poder e compreensão.

    Ela põe então a mão na testa dele.

    - O último ponto de energia principal fica no topo da cabeça, assim como o quarto ponto, ele é especial entre os especiais. É o ponto da espiritualidade, e é por isto que sacerdotes e mestres espirituais dão suas bênçãos com as mãos acima da cabeça. É o sétimo ponto de poder do meridiano ascendente e o primeiro do meridiano descendente. Em termos energéticos podemos dizer que ele "nutre" os demais pontos inferiores, pois suas energias são mais puras que as demais. Porém ele é ligado tanto a espiritualidade "boa" quanto a "má". Para acessar um ponto de energia superior, é normalmente necessário ter acessado os inferiores pelo menos uma vez, embora até o quinto isto seja relativo. Para acessar o sétimo porém é preciso não apenas ter acessado todos os anteriores como estar consciente de cada um deles ao mesmo tempo. É o ponto do eu entendo e dos homens e mulheres plenamente realizados.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Kether em Seg Mar 19, 2018 12:30 pm

    Tinafe escreveu:- Mm, veio aprender magia com armadura e tudo?

    - Fui avisado que este lugar não é muito amistoso para pessoas como eu. - responde um pouco sem graça. - Como eu estou a menos de 4 dias em Dafodil, não conheço nem a cidade, tampouco seu entorno. Lugares perigosos, bem a necrópole é um local para eu evitar caso queira manter a minha cabeça onde ela esta.

    Ele então permite que ela remova a armadura, a espada, deixando-o apenas com a roupa de linho que usava por baixo da proteção. Enquanto ela continuava a remover o camisão deixando-o apenas com as roupas de baixo. Durante o processo eles trocavam carícias. Após ela começar a passar as instruções sobre magia, meridianos...

    Tinafe escreveu:- Dizem que a magia está no sangue, isto novamente é impreciso, mas o sangue é mesmo o maior responsável. A magia só funciona quando a energia flui, como diriam adeptos de Jara: "A magia é como água". Quando a água fica parada, ela vira pântano, e se torna morta. Quando o sangue fica parado, ele fira infecção, e se torna morte. As energias podem ficar paradas também, e elas também se tornam morte. Obviamente a energia que menos se move é a negra.


    - Os mestres em Verda Ero diziam que a magia fluía como as correntes de ar. Mas mesmo presente em todo lugar, se não houver troca ele que nos trás a vida, servirá como veneno e nos brindará com o beijo da morte. Mas eu nunca havia compreendido bem isso até bem pouco tempo. E vou mais longe... ainda não compreendo completamente. - comenta.

    Ela segue passando a mão de leve pela coluna de Nergal que com o arrepio se encolhe instintivamente, se calando agora apenas ouvido o que sua mestra falava e sentindo o avançar dos toque dela em seu corpo. Quando ela termina a explicação Nergal ainda espera alguns segundos tentando organizar tudo aquilo em sua cabeça. Ele então se vira ficando de frente para Tinafe

    - Isso é realmente bastante complexo para entender de uma vez apenas. Então estes pontos que você falou são como represas, elas represam nosso fluxo de Prana interno. E uma vez que se tenha o controle de cada um destes portões, podemos entender e usar com mais força e refino?

    Ele a toca na cintura.

    - Então cada um dos pontos, tem a sua peculiaridade. Como o segundo que é a criatividade...

    Ele sorri para ela.

    - Mas focar apenas neste seria como uma pessoa que somente exercita um único braço. Caso ocorra algo com este braço ele não terá como fazer mais nada, ou melhor, as outras funções serão muito mais fracas, deixando a tarefa a ser executada mais difícil e por vezes impossíveis de serem feitas.

    Nergal passa a mão com suavidade pelo ventre de Tinafe de um lado para o outro.

    - Mas... Para acessar os outros Meridianos Principais devem haver exercícios para preparação e entendimento de como o fluxo percorre nosso corpo. Mas Tinafe tenho uma pergunta para te fazer... Por onde devemos começar a entender o fluxo de Prana? Pelo Prana interno ou pelo externo?

    Ele se aproxima mais do corpo dela, esse jogo era perigoso ele sabia mas não queria parar de jogar.

    - Para alcançar o quarto meridiano é necessário alcançar e controlar o terceiro? Acho que para chegar até ele deve se ter um pouco de desapego e parceria. E realmente se você for uma criatura solitária, deve ser mais difícil de se conseguir acessá-lo.

    Ele para de falar, se mantém próximo e olha para ela, aguardando o próximo movimento de Tinafe. Enquanto suas mãos percorrem do ventre para a cintura e depois para as costas de Tinafe, onde uma das mãos sobe parando enquanto segura de maneira firme, não com força, seu pescoço. Enquanto a outra desce pousando-a na base da coluna.
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    Re: A cidade de Dafodil

    Mensagem por Leomar em Ter Mar 20, 2018 6:32 am

    Nergal escreveu:- Os mestres em Verda Ero diziam que a magia fluía como as correntes de ar. Mas mesmo presente em todo lugar, se não houver troca ele que nos trás a vida, servirá como veneno e nos brindará com o beijo da morte. Mas eu nunca havia compreendido bem isso até bem pouco tempo. E vou mais longe... ainda não compreendo completamente.

    - Os anjos vão comparar com o ar, as sereias vão falar que parecem as correntes marítmas, alguns dragões vermelhos dirão que ela "é o fogo que arde sem queimar"... Por isto que falamos sempre em FLUÍDOS mágicos, pois a máxima comparação é com algo líquido, é um fluxo, não há outras palavras mais precisas que isto.

    - Isso é realmente bastante complexo para entender de uma vez apenas. Então estes pontos que você falou são como represas, elas represam nosso fluxo de Prana interno. E uma vez que se tenha o controle de cada um destes portões, podemos entender e usar com mais força e refino?

    - Isto é complexo demais para se entender em uma única vida. Para magia negra você pode compará-los com represas, mas magos de qualquer outro elemento sofreriam um treco com tal comparação, afinal "represa" dá ideia de algo parado. Os anjos chamam de "ciclones de energia", mas eu acho igualmente ou ainda mais ridículo, típico da natureza espalhafatosa e dramática deles. Se fôssemos mesmo capazes de evocar "ciclones de energia" isto nos arrebentaria por dentro. Eles são ridículos.

    Nós, magos de Piro, chamamos só de pontos de energia e isto basta. Ou "Chacras", como são chamados em Traarnak e idiomas antigos.


    - Então cada um dos pontos, tem a sua peculiaridade. Como o segundo que é a criatividade...
    Ele sorri para ela.

    Nergal não podia vê-la, mas pela voz, ela também deveria estar sorrindo.

    - Sim, cada ponto tem várias particularidades, muito mais do que eu lhe disse agora. Mais alguma delas lhe chamou a atenção?

    - Mas focar apenas neste seria como uma pessoa que somente exercita um único braço. Caso ocorra algo com este braço ele não terá como fazer mais nada, ou melhor, as outras funções serão muito mais fracas, deixando a tarefa a ser executada mais difícil e por vezes impossíveis de serem feitas.

    Tinafe só emite um som tipo "uhmhum" concordando.

    - Mas... Para acessar os outros Meridianos Principais devem haver exercícios para preparação e entendimento de como o fluxo percorre nosso corpo. Mas Tinafe tenho uma pergunta para te fazer... Por onde devemos começar a entender o fluxo de Prana? Pelo Prana interno ou pelo externo?

    - Sua pergunta não faz muito sentido. Enquanto estiver aprendendo controle, terá que focar mais na energia interna, mas as duas coisas acontecem ao mesmo tempo. Isto só dá pra sentir nos exercícios práticos.

    - Para alcançar o quarto meridiano é necessário alcançar e controlar o terceiro? Acho que para chegar até ele deve se ter um pouco de desapego e parceria. E realmente se você for uma criatura solitária, deve ser mais difícil de se conseguir acessá-lo.

    Tinafe arranca uma pena de Nergal, depois fica passando ela nas suas costas, braços e pernas. As cócegas e arrepios são inevitáveis e ele quase se contorce com a tortura lenta.

    - Meridianos não são pontos de energia, meridianos são os caminhos que ligam estes Chacras. Pense que suas veias são seus meridianos, por enquanto, não precisamos ser mais precisos que isto. A energia corre o tempo todo em todos eles, então podemos dizer que usamos todos os chacras o tempo todo, mas acessá-los de forma consciente e usando seus poderes ao máximo aí, sim, é bem difícil.

    Em geral o dom desperta de baixo para cima mesmo. Você pode despertar alguns tantos chacras de uma vez, dependendo de até onde você foi na vida passada, mas quem não desperta os inferiores, não tende a despertar os superiores. Eventualmente lhe ensinarei mais sobre os pontos isoladamente, mas podemos fazer alguns exercícios canalizando os meridianos por enquanto, o que acha? Quer continuar conversando ou vamos exercitar um pouco? Eu não tenho pressa.


    Tinafe morde o pescoço de Nergal de leve, passando algumas possibilidades de treino.

    Testar sua magia branca:
    - Sabemos que você tem poder latente, provavelmente magia branca. Uma forma de testá-la é na reação com a minha magia negra. Eu posso infundir a minha magia em seu corpo, aos poucos, e ver como você reage. Não é um exercício agradável, mas é mais rápido que outros tipos de exercício. Ou você pode tentar usar a sua magia no meu corpo, que é mais seguro.
    Magia dela no seu corpo:
    Tinafe passa os dedos na sua nuca e na altura do terceiro chacra, lhe corta com as unhas. Role 1D12, se der 1 ou 12 role de novo.
    Magia sua no corpo dela:
    Tinafe fica na sua frente e manda abraça-la, alinhando seus pontos de energia com os dela. Ela põe uma mão sua na testa dela,
    outra dentro do decote, logo abaixo do seio esquerdo, sente pequenos filetes de sangue de corte que ela mesmo fez.
    - Deve tentar fazer a energia fluir da sua coluna para suas mãos, como eu fiz com a pena, pense em coisas ou momentos, vividos ou imaginados, que possam lhe transmitir sensação de paz, calma, satisfação... Pense como se quisesse me falar isto, mas não com a boca, e sim com suas mãos.
    Role 1D12 para você e 2D10 para ela, se a soma dos d10 der entre 7 e 15, role novamente com -2

    Exercício de defesa:
    Tinafe dá uma risada meio maliciosa, se afasta um pouco e começa lhe dar tapinhas no rosto, você levanta as mãos para defender.
    - Magia é uma questão de tato, mas somos dependentes demais da visão. Como se defenderá de mim, sem me ver? E pior, como defenderá de minha magia?
    Para usar magia branca você tem que, ou tentar imaginar sua magia correndo para suas mãos, formando um escudo, ou circulando em volta de seu pescoço e cara,
    bloqueando minha magia. Mas não é só isto, como terá de usar magia branca, terá de se controlar para não ficar irritado, e ter "bons pensamentos" enquanto eu te bato.

    Rola 2D10+2

    Exercício de ataque:

    Com ela ajudando canalizar a magia:
    - O ataque mais básico de um mago do ar, é uma corrente de ar. Estenda as mãos para frente e imagine uma forte corrente de ar saindo a partir delas para frente.
    Tinafe segura forte seu pescoço. Role 2D10, se a soma dos d10 der entre 7 e 15, role novamente com -2
    Com ela ajudando aumentar sua força mágica (doando magia do corpo dela):
    - O ataque mais básico de um mago do ar, é uma corrente de ar. Estenda as mãos para frente e imagine uma forte corrente de ar saindo a partir delas para frente.
    Tinafe põe as mãos dela em suas costas, na altura do 3º e 4º Chacra, e canaliza a energia dela em seu corpo. Role 1D12, se der 1 ou 12, role de novo.
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    Re: A cidade de Dafodil

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      Data/hora atual: Dom Ago 19, 2018 10:23 pm