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    Capítulo 2: A Sociedade da Luz

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    Beaumont
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Beaumont em Ter Fev 27, 2018 11:09 pm

    sem duvida alguma, as granadas de fumaça serviam para nos forçar a sair de dentro das tendas. Eu não podia olhar para trás e simplesmente tentar ver se Alisha Cross e o restante da equipe médica e os aleijados estavam conseguindo ficar longe o suficiente da fumaça, eu apenas tentei gritar. 

    David Hayter : - Evitem a fumaça ! Saiam por debaixo das tendas, cuidado com as bayonetas !! 

    As bayonetas...Mortais e silenciosas, o principal artefato vietnamita para economizar munição. Esses malditos desgraçados tinham um faca fundida ao cabo dos rifles para fisgar o estomago dos nossos. Esses malditos ! Eu aproveitei os tiros de Russo para me esgueirar em meio a cortina de fumaça e balas que constituía o cenário de guerra, praticamente me arremessava ao chão sentindo o cheiro forte da terra sob minhas mãos nuas, eu ajeitei o capacete para que não caísse da minha cabeça enquanto eu praticamente em engatinhava na busca por alguma trincheira que eu pudesse me esconder, eu tentava me manter entocado em qualquer buraco que pudesse ficar e esperar os malditos atravessarem o meu caminho para que eu acertasse uma rajada de 3 tiros a menos de 20 metros de distancia e depois me recolhia em meu campo de refugio, o coração estava acelerado a mil por hora e eu sentia como se a qualquer momento pudesse ter um ataque cardíaco. Não havia espaço nenhum para pensar, eu apenas me lembrava das palavras de Russo "temos de recuar com vida, esta balha já está perdida!" Se até mesmo Russo, um heroi de guerra está desistindo, no que eu poderia depositar a minha confiança ? Para onde iriamos recuar ? Só havia o Sul, mas o que havia no sul ? Eu tentava lembrar, e mesmo que houvesse, onde está o maldito homem da comunicação para avisar dos refoços ou o quartel general de que precisavamos de ajuda ? Sempre que um maldito vietcongue tentava avançar mais de 20 metros de mim eu me erguia e dava uma rajada de três tiros, uma hora a minha munição iria acabar e será que eu iria morrer como todos ali ? Eles não querem prisioneiros,o sul...o sul... preciso levar o máximo dos nossos para o sul ! 

    Assim que eu tivesse uma oportunidade, eu conduziria quem eu pudesse para o sul. Era a única saída, eu verificava em meu corpo se eu tinha granadas de fragmentação ao menos para ganhar alguns segundos, eu precisava criar distações e tirar Alisha dali, precisamos rumar para o sul...Para o sul eu dizia com os nervos a flor da pele.
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Mar 01, 2018 2:59 pm


    Discursos, discursos... Que tipo de Assamita é essa que não fica nenhum momento in "Quietus"?

    Ele começava a falar sobre usar seu poder de feitiçaria para em um só instante matar a necromante... Confiante em suas capacidades... Interessante.
    Mas ela conhece bem nossa inimiga ou é... meio... arrogante. Mas tudo bem, se ela é um problema será nessa hora que ela irá ser uma excelente linha de frente com tempo suficiente de vencermos inclusive ela se for mesmo o que Skelter desconfia... mas isso em seguida.

    Problema dela... Skelter citou que a garota russa tem alguma relação com a Camarilla, eu falo sobre a caçada de sangue em seguida ela se gaba de ter salvo meus amigos lutando contra a tentação de sugar o sangue dos anarquistas feridos.

    Caminho olhando nos olhos da Kassya, ficando ao lado de Nines conforme ele fala e a silencia com um grito, procurando diretamente fazer uma conexão entre o que falei sobre a caça declarada sobre nós e essa história dela ficar "imune" às consequências de os matar.

    -Do que "diableries" esta falando, garota russa...? Por um instante dentro de sua cabeleira loira achou que iria devorar a alma de dois anarquistas e se safaria atrás desse decreto do decrépito Príncipe "Pavão"? Acha mesmo que ele te deixaria imune à nossa ira? Saiba que as Caçadas de Sangue que essa seita opressora ditam não nos significam nada, nós seguimos nossas regras e não daquele monarca enxadrista... Mas é bom saber que esta tentada por sangue, vamos ver essa "sede" em ação contra a corja da Camarilla...

    Deixo Nines terminar a fala, mantenho-me ao lado dele e de Skelter. Mostrando que sou um do grupo anarquista.

    -Quer confiança de nossa parte? A primeira coisa é nem mesmo se sentir tentada a se esconder atrás da tirania dos joguinhos políticos da Camarilla... Esta com medo de viver sua vida e precisa do Pavão para sair impune? Pela sua pele clara e sua língua solta mostram que você deve ser jovem entre nós Assamitas, por isso vou apenas lembra-la que é o silêncio nossa melhor arma. Apenas continue tirando estacas que vierem em nossa direção e direcione sua sede contras os fascistas da Camarilla e a necromante... É assim que Assamitas costumamos ser mais... eloquentes.  

    E falando em jogos, penso em qual seria meu o próximo movimento a ser executado em seguida. Afinal eu não posso afirmar que a necromante que esta gerando tudo isso não é própria Kassya... Eu nunca vi uma assamita de pele tão clara, talvez não há muito tempo... e esse colar e ela são muito estranhos. Há boatos até onde a Feitiçaria da Mão Negra e de vampiros necromantes podem chegar... Eu me sinto um tolo de não ter lido o suficiente sobre isso.

    – Senhores ao menos por enquanto, cooperem pelo nosso próprio bem. É possível que isso também seja resultado da influência desse lugar. Lembrem-se do aviso de Sarah quanto ao nosso inimigo.

    -Que seja, é o que eu pensei... Vamos logo resolver isso, deixei a janta no forno...

    Fico no aguardo de entenderem que isso foi uma piada.
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Zeta em Sex Mar 02, 2018 8:53 pm


    Então a garota era uma criança da noite há mais tempo que ele, mas ainda falava como uma adolescente do colegial. Ela se mostrava muito confiante, mas ele precisava saber se essa confiança não era apenas entusiasmo de uma jovem.

    - Certo, você está me convencendo, mas antes preciso de um teste. Estou à procura de um certo "Doutor Mitchel", um terapeuta que atendia uma jovem assassinada recentemente. Elsie, provavelmente amanhã já esteja estampada em diversos jornais. Por enquanto estou apenas investigando possíveis suspeitos, mas por hora ele é o segundo da minha lista! Ainda não sei o nome completo dodoutor, mas confio em suas habilidades. Pode fazer este serviço para mim?

    Caso a garota topasse, ele estaria livre para investigar outros possíveis suspeitos. Em seguida ele iria para o Bail Bounds, mas antes disso, a visita da jovem cria da noite lhe dava uma nova ideia.

    Frank procurava nas redondezas do ferro-velho por qualquer animal que pudesse encontrar (seja um rato, um gato de rua ou um cão perdido). Estas criaturas poderiam não ser muito úteis para um combate, mas poderiam servir para vigiarem o local, ou até mesmo como possíveis espiões.
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Black Thief em Sab Mar 03, 2018 2:28 pm

                                       







    De inicio o grupo parecia concordar que a ideia de Kassya de se atirar numa unica possibilidade um tudo ou nada não era a melhor ideia, mas depois viera o grande debate que começara a levantar os grupos e começava a revelar muito sobre cada um dos falantes, para aqueles que tinham uma boa atenção aos detalhes, e no fim a maioria parecia ter levantado os ânimos e dedos começavam a ser apontados, possíveis inimizades poderiam ser feitas ou até mesmo alianças veladas, quem sabe até declaradas. Era mais uma noite comum no Mundo das Trevas. No fim, Kassya parecia tão perplexa com a reação de Skelter que era difícil dizer se ela havia se intimidado com o Anarquista, ou se ainda estava pensando em uma resposta que não lhe vinha a cabeça, ou quem sabe decidira dar a ele a razão que ele pensava ter para não adiar ainda mais o compromisso que tinham de acabar com a Necromante e pegar o colar chegando a "seguir o conselho de Kostyantyn" e ativar o seu modo silencioso como melhor resposta. Depois do fogo ter sido levemente apaziguado, já era hora de todos irem ao que interessa. Kostyantyn se mostrava estar muito bem ao lado dos Anarquistas, Rebeccah e Damsel estavam caladas apenas observando, o que para os que conheciam a ruiva podiam dizer que era um grande avanço na maturidade da Anarquista. Todos se voltavam em direção ao quarto 27, Skelter fez questão de passar por Kassya dando uma típica ombrada de provocação a olhando nos olhos, era claro que Skelter poderia muito bem vir a ser um problema para ela futuramente.

    O grupo seguia e finalmente chegava no quarto 27, ao que todos podiam ver... Havia uma completa negritude dentro do quarto, uma negritude tão ampla e densa que parecia ser palpável e só de olhar, Agatha e Kassya podiam dizer que era aterroradora, de dar a impressão que se entrasse lá, estariam perdidas nas trevas para todo o sempre, todos pareciam estar hesitantes ao entrar ali e não havia nenhum outro sinal de hostilidade, além do campo de trevas à frente dentro do quarto. Logo quando chegaram, Agatha tentava utilizar dos seus próprios poderes necromânticos na intenção de ver através dos olhos da própria Wendy, e ao utilizar dos seus dons, em poucos segundos sua própria visão começava a ficar embaçada até enegrecer completamente e desembaçar-se para uma outra visão... Uma visão... Que faria Agatha, no minimo se impressionar... Agatha via a si mesma, Rebeccah que estava ao seu lado e Sarah no outro lado... Só que... A alguma distância, via o quarto dentro das trevas, via toda a queimadura, via o mesmo sangue em todo o chão, um sangue espectral, em todas as paredes da linha da visão onde Wendy enxergava via-se escritas feitas de veios negros e sombrios escritos na parede "Redrum", repetido inúmeras vezes, havia uma espécie de Aura irradiando a própria Agatha, em Rebeccah e em Sarah, uma aura estranha sendo que Agatha estava com uma aura Marrom com nuances alaranjadas, Rebeccah também tinha o mesmo tom de Agatha porém podia-se ver um vermelho entre o laranja e o marrom, Já Sarah tinha as cores marron e um tom de verde escuro semi equilibrado com aquele marrom era o que Wendy via nas três cainitas que estavam à vista para Wendy. A Espectro no entanto, mesmo sabendo que seus "adversários" estavam logo ali na frente dela, sabendo que eles não podiam vê-la e hesitavam em adentrar no quarto, permanecia imóvel, estagnada sem se mexer ou olhar em outra direção e até onde a própria Wendy enxergava, a Necromante não estava à vista, seja lá como ela aparentasse.

    Já do lado de Agatha ela ouvia com clareza, o que era estranho a sensação, sua visão estava em outro foco e sua audição em outra, o que dava uma leve sensação de onipresença.

    Rebeccah: - Eu já vi isso antes... Parece com... A sombra viva dos Guardiões.

    Nines: - Isso tá ficando cada vez pior. Especialistas, tem alguma sugestão.

    Sara: - Tenho. Atirem!


    Logo, Sarah, Nines, Skelter e Damsel se posicionavam, Damsel, Nines e Skelter ajoelhados na frente e erguiam suas armas para as Trevas Vivas, Rebeccah estava desarmada então não estava na linha de frente que era dos atiradores e dava espaço para eles, Sarah Agatha ao lado e dava espaço para mais agachado à frente e outro de pé atrás. Agatha enxergava então que todos estavam com auras em tom de marron, menos Skelter que tinha uma aura em tom vermelho vivo e um laranja pouco menor que aquele vermelho, sendo que todas as auras estavam pálidas de alguma forma. Wendy naturalmente via aquilo, via as armas todas apontadas para si, mas ela ainda se mantinha imóvel olhando todos começarem o ataque.



    Agatha Griffith Casthervan:


    Pontos de Sangue: 15/9
    Força de Vontade: 7/6
    Vitalidade: Ok

    BUFF: Visão da Mortalha, mais resistência à Dominação, mais resistência à Olhos da Serpente, sentidos aguçados. Destreza + 1

    DEBUFF: Percepção dificultada em 1.

    Pente: 17/12

    2018-03-03 09:45:44 Agatha rolls 6 dice to Olhos dos Mortos 6,8,8,7,9, 5 [5 successes][/color]

    Kostyantyn Makhno:
    Pontos de Sangue: 14/14
    Força de Vontade: 6/6
    Vitalidade: Ok

    KASSYA ALEKSANDRA YAKOVICH:
    Pontos de Sangue: 15/11
    Força de Vontade: 6/4
    Vitalidade: OK

    BUFF: Visão da Mortalha, mais resistência à Dominação, mais resistência à Olhos da Serpente.

    DEBUFF: Dificuldade em Percepção visual aumentada em 1,
    Aparência - 1
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Black Thief em Sab Mar 03, 2018 6:51 pm

         




    Trilha Sonora:

    Após Frank dar à Lisbeth o que poderia ser sua primeira missão, a garota não parecia conseguir conter a expressão de alegria, era como se Frank deixasse ela participar de uma certa luta contra o crime fosse um desejo que a garota tivesse desde criança... O que de um certo ponto de vista, podia ser a não muito tempo, ou ainda ser esta noite. A garota logo dizia se recompondo do momento de felicidade e logo diz:

    - Sim senhor! Você tem um codinome? Acho que precisamos de codinomes! Vou pensar em uns legais pra gente e depois vemos como fica! Vai ser moleza, se considere feito! Me passa seu número de celular pra eu te ligar, vou te conseguir as informações rapidinho!

    Após Frank passar o seu contato, Lisbeth logo passava o dela e se despedia do Gangrel. A garota ia a passos apressados à direção oposta a de Frank o que deixava já o Gangrel livre para seguir até o Bail Bonds.


    Nova Trilha Sonora:

    Não demorou muito para que Frank chegasse. Ele precisou cruzar algumas ruas, ruas semi desertas pelo horário, felizmente Frank lembrava-se que no letreiro do Baild Bounds havia um "24 horas"" grande estampado e por isso ele sabia que não seria uma viagem perdida. A neve havia cessado um pouco, antes estava suave agora era uma simples paisagem, o Bail Bounds era um lugar bem pequeno mesmo para uma agência de fianças, talvez os negócios não fossem muito bons, ou talvez estivesse apenas começando, Frank lembrava-se que não se atentara muito ao Bail Bounds, sem antes cogitar precisar dele nesse momento.

    Bail Bounds:

    Como Frank podia ver, o Bail Bounds estava com as luzes acesas, ele se aproximava e conseguia ver através das janelas um escritório pobre, bem medíocre e sujo, havia lá dentro um homem baixinho e gordo de meia idade usando óculos escuros mexendo no computador. Quando Frank adentrava ao Bail Bounds logo o gordinho notava a presença do seu cliente, ele se levantava da cadeira e se aproximava de Frank com um sorriso simples mas simpático.

    - Bem vindo ao Killpatrick-24 horas Bail Bounds. Meu nome é Arthur Killpatrick, como posso te ajudar?

    Video referência:


    Frank Kovacs:
    Pontos de Sangue: 15/11
    Força de Vontade: 5/4
    Vitalidade: Ok
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Black Thief em Sab Mar 03, 2018 7:56 pm

              




    Trilha Sonora:

    Os homens seguiam o comando de David e logo se esgueiravam conforme ele dizia, os médicos levavam todas as enfermeiras com eles, Alisha era puxada pelo braço por uma de suas colegas enfermeiras.

    - David!!!

    Ela gritava em prantos, não querendo separar-se do homem que ela mais confiava naquele meio, mas era inevitável. David sabia que se tinham pessoas que podiam dar cobertura à Alisha, o bom senso dizia que ele deveria deixar com essas pessoas. Não podia cobrir seus poucos homens e Russo se ainda tivesse que se preocupar especialmente com uma pessoa, mas mesmo que David insistisse do contrário, os puxões da outra enfermeira e logo em seguida de um dos médicos forçavam Alisha a seguir com eles na frente, fazendo com que, em meio ao caos, David perdesse Alisha de vista.

    O Segundo Tenente pulava e se esgueirava, a fumaça se espalhava rapidamente e o Primeiro Tenente recuava junto com David e alguns homens que à medida que conseguiam recuar, se escondiam em matos, buracos e trincheiras que conseguiam encontrar de improviso no meio do desespero. Já do lado de fora, David conseguia escutar os gritos daqueles homens que, feridos ou incapacitados de agir, não conseguiam se salvar dentro da tenda. O som das AK-47 e das carabinas SKS eram muito bem ouvidas e David só podia concluir o óbvio. As vidas dos que estavam lá dentro pertenciam à Deus ou ao Diabo agora e não havia nada que David, Billy, ou qualquer outro soldado pudessem fazer.

    Billy seguia para o esconderijo de um buraco junto com David, os dois estavam lado a lado sentado em um buraco escuro e tenebroso, a terra suja era quase tão densa quanto o barro, pois havia chovido durante o dia, porém não o suficiente para transformar aquele terreno de morte em um lamaçal. Tanto David quanto Russo podiam ver duas equipes em cada lado, uma escondida entre as arvores, outra escondida no meio do mato. Russo fazia um sinal para a equipe das arvores para que se espalhassem entre elas como cobertura, os tiros eram tão seguidos e barulhentos que o único meio de se ouvir alguma coisa seria através de gritos, isso se estivesse próximo do seu ouvinte.

    David logo se punha em posição e aguardava lembrando-se que no sul haviam bases aliadas dos americanos e muitas dos próprios vietnamitas sulistas que eram aliados, era onde seu exército era mais forte e consequentemente a única direção possível de uma salvação e ajuda. David também se lembrava que logo no inicio do ataque, um grupo de mensageiros já tinha sido enviado às bases mais próximas, porém era impossível dizer se devido à magnitude do ataque, eles não tiveram sido emboscados ou mortos antes mesmo de sair do acampamento, nesse momento Hayter só podia contar com o que tinham, talvez não fosse o suficiente, mas tinha que ser.

    Logo David e Russo ouviam os tiros ficarem cada vez mais próximos, eles imediatamente assim que ouvia o primeiro cessar se erguiam o suficiente e rapidamente David efetuava uma rajada de três tiros e Russo atirava uma unica vez, porém no meio do disparo que ambos efetuavam David sentiu uma poderosa dor e impacto acertarem o seu peito direito jogando-o para trás e logo em seguida o mesmo acontecia com Billy. Eles escutam gritos vindo da direção de onde efetuo os disparos, porém no meio dessa exposição ambos foram atingidos e o sangramento começaria a se alastrar, David via que o tiro de Billy fora no ombro, o estado de Hayter certamente era mais crítico. Logo, Billy puxava David pela camisa.

    - DAVID!!! É IDIOTICE LUTAR, VOCÊ TEM QUE SE ESFORÇAR, PRECISA LEVANTAR E IR LOGO, TEM MUITA COISA EM JOGO, EU VOU TE COBRIR E VOCÊ CONTINUA SEGUINDO PARA O SUL EU VOU FICAR AQUI E SEGURO ELES!!! ISSO É UMA ORDEM!!!

    Pelo olhar efervescente que Billy Russo estava fitando David no chão, era claro que uma discussão ali seria apenas uma perda de tempo inútil e que no final apenas mataria os dois, além de que aquela era uma ordem direta de um superior. Russo estava dando à David a chance de se salvar às suas custas, um sacrifico que David deveria pensar logo se iria acatar ou se iria aceitar o seu destino junto ao seu melhor amigo, ainda haviam os outros soldados próximos que tentavam revidar os vietcongues mas sem sucesso até agora, então havia uma chance de David escapar com a cobertura que Russo proveria e a ajuda dos outros soldados que o ajudariam a se erguer o restante da fuga.


    David Hayter:
    David
    Pontos de Sangue: 15/3
    Força de Vontade: 7/4
    Vitalidade: Ok - > Ferido gravemente (Letal)

    DEBUFF: - 2 Dados.

    Pente: 20/17
    Reserva: 1

    2018-03-03 15:02:19 David Hayter rolls 4 dice to se esconder (Diff 6 - 1 Terreno favorável) 6,6,6,1 [3 successes]

    2018-03-03 15:34:08 David Hayter rolls 8 dice to (Diff 6 + 2 (Penalidade de mira da cobertura) + 1 terreno escuro + 1 Manobra) 7,2,8,2,8, 6,10,2 [1 success]

    2018-03-03 15:37:04 Billy Russo rolls ? dice to Atirar (Diff 6 + 2 (Penalidade de mira da cobertura) + 1 terreno escuro) [2 success]

    2018-03-03 15:40:36 Vietcongue rolls ? dice to atirar David (Diff 6 + 3 (Penalidade de cobertura) + 1 Terreno escuro) [1 success]

    2018-03-03 15:42:10 Vietcongue rolls ? dice to atirar Billy (Diff 6 + 3 (Penalidade de cobertura) + 1 Terreno escuro) [1 success]

    2018-03-03 15:44:45 Vietcongue rolls 7 dice to dano em David 5,8,6,1,8, 7,5 [4 successes]

    2018-03-03 15:45:54 Vietcongue rolls 7 dice to dano em Billy 2,3,10,7,2, 10,4 [3 successes]
    Zeta
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Zeta em Ter Mar 06, 2018 10:38 am

    A garota se mostrava ainda mais eufórica com sua primeira missão:

    - Sim senhor! Você tem um codinome? Acho que precisamos de codinomes! Vou pensar em uns legais pra gente e depois vemos como fica! Vai ser moleza, se considere feito! Me passa seu número de celular pra eu te ligar, vou te conseguir as informações rapidinho!

    - Codinomes?! Bem... pode ir pensando em algo. Na verdade não tenho telefone, nunca gostei dessas coisas, e depois que minha família... bem, não tinha muitas pessoas com quem entrar em contato! De qualquer forma, pode me encontrar em meu ferro-velho!

    Após a garota ir de encontro à sua missão, Frank seguia para o Bail Bounds.


    Trilha sonora:



    O Gangrel caminhava poucas ruas, a neve já estava diminuindo, ele se lembrava deste local, já havia passado por ali muitas vezes com sua esposa... não, não era hora de se lembrar, ele tinha uma missão para cumprir. Por sorte, o local funcionava 24 horas por dia.

    Frank para por alguns segundos em frente à porta, e então decide entrar. Um homem de meia idade, baixa estatura, uma barriguinha de cerveja e aparência amigável encontrava-se digitando em seu computador, mas assim que o vê, rapidamente se levanta e o atende:


    Arthur Kilpatrick:



    - Bem vindo ao Killpatrick-24 horas Bail Bounds. Meu nome é Arthur Killpatrick, como posso te ajudar?

    - Boa noite, me chamo Frank e preciso encontrar uma pessoa. Esta agência trabalha com caçadores de recompensas, não?! Você poderia me ajudar a encontrar alguém?

    Possíveis ações:
    Caso Kilpatrick tope, Frank menciona o nome de Elsie (a garota que havia sido encontrada morta não muito longe dali). Caso Arthur saiba de quem ele está falando, Kovacs o pergunta se seria possível encontrar seu pai (embora ele não saiba seu nome).
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Black Thief em Ter Mar 06, 2018 11:07 am

         




    Trilha Sonora:
    Arthur respondia:

    - Pode apostar! Eu mesmo costumava ser um caçador de recompensas! Precisa ter muitos culhões pra ser um bom caçador de recompensas, isso posso te afirmar!

    Quando Frank falava de Elsie, Arthur respondia:

    - Elsie? Elsie Lewis? Claro claro, todo mundo conhece a Elsie, uma boa garota, mas parece um pouco triste pra mim.

    Logo Frank replicava que precisava encontrar o pai dela, Arthur então tornava a responder

    - Eu tenho um caçador de recompensas muito bom, o nome dele é Carson e ele é muito bom no trabalho dele quando quer, entretanto eu não estou conseguindo encontrá-lo, e isso até está me irritando porque eu preciso que ele encontre alguém pra mim. Quer saber? Eu tive uma ideia... Porque você não procura o Carson pra mim no apartamento dele? Eu mesmo procuraria ele, mas estou tão ocupado que não consigo sair daqui, Black River tem sido muito boa pros negócios ultimamente. Se conseguir encontrá-lo eu passo o seu caso na frente e ainda pagarei pelo seu tempo perdido.


    Frank Kovacs:
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Winterfell em Qui Mar 08, 2018 2:33 am

    Ela parece perplexa. Observo. Não sei se pela reação de Skelter ou pela reação de Kostyantyn. Talvez até mesmo pela junção de ambas. Mas, fato é que; depois de tantos insultos, nossa precária aliança pode não durar. Além disso, penso em um embate entre nós agora e não gosto de nossas chances ... Não acho que venceremos os anarquistas, e se nos separarmos certamente não venceremos a necromante. No fundo também não queria lutar contra Damsel e Rebecca, mas se chegássemos a tanto, sei bem que elas apoiariam os companheiros. Assim como eu mesma apoiaria os meus. Se lutarmos vou ter de auxiliar Kassya. Ela não pode simplesmente ser abandonada a própria sorte, eu me comprometi a ajuda-la aqui e tenho a minha palavra. Ainda que ... eu provavelmente não vá ser de grande valia... Acho que ... tenho de aprender a lutar. Estou bem insegura quanto a minhas próprias capacidades marciais. Mas não só por isso, não quero continuar com isto. Que droga, Sarah e eu vinhamos formando uma equipe tão boa com os anarquistas. Como acabamos assim? Não que Kassya tenha ajudado e dito as “melhores palavras”. Ela tem uma boa parcela de culpa “disso”, ter chego a “isto”. Mas Skelter e Kostyantyn, certamente não estão ajudando. Não podemos continuar a coexistir por pelo menos mais um tempo? Digo, a porta está logo ali. Penso meio incrédula olhando para a porta do quarto 27, enquanto com a falta de replica, os ânimos voltam a se amenizar um pouco e finalmente seguimos em frente.

    O grupo seguia e finalmente chegava no quarto 27, ao que todos podiam ver... Havia uma completa negritude dentro do quarto, uma negritude tão ampla e densa que parecia ser palpável e só de olhar, Agatha e Kassya podiam dizer que era aterroradora, de dar a impressão que se entrasse lá, estariam perdidas nas trevas para todo o sempre, todos pareciam estar hesitantes ao entrar ali e não havia nenhum outro sinal de hostilidade, além do campo de trevas à frente dentro do quarto. Logo quando chegaram, Agatha tentava utilizar dos seus próprios poderes necromânticos na intenção de ver através dos olhos da própria Wendy, e ao utilizar dos seus dons, em poucos segundos sua própria visão começava a ficar embaçada até enegrecer completamente e desembaçar-se para uma outra visão... Uma visão... Que faria Agatha, no minimo se impressionar... Agatha via a si mesma, Rebeccah que estava ao seu lado e Sarah no outro lado... Só que... A alguma distância, via o quarto dentro das trevas, via toda a queimadura, via o mesmo sangue em todo o chão, um sangue espectral, em todas as paredes da linha da visão onde Wendy enxergava via-se escritas feitas de veios negros e sombrios escritos na parede "Redrum", repetido inúmeras vezes, havia uma espécie de Aura irradiando a própria Agatha, em Rebeccah e em Sarah, uma aura estranha sendo que Agatha estava com uma aura Marrom com nuances alaranjadas, Rebeccah também tinha o mesmo tom de Agatha porém podia-se ver um vermelho entre o laranja e o marrom, Já Sarah tinha as cores marron e um tom de verde escuro semi equilibrado com aquele marrom era o que Wendy via nas três cainitas que estavam à vista para Wendy. A Espectro no entanto, mesmo sabendo que seus "adversários" estavam logo ali na frente dela, sabendo que eles não podiam vê-la e hesitavam em adentrar no quarto, permanecia imóvel, estagnada sem se mexer ou olhar em outra direção e até onde a própria Wendy enxergava, a Necromante não estava à vista, seja lá como ela aparentasse.

    Já do lado de Agatha ela ouvia com clareza, o que era estranho a sensação, sua visão estava em outro foco e sua audição em outra, o que dava uma leve sensação de onipresença.

    Rebeccah: - Eu já vi isso antes... Parece com... A sombra viva dos Guardiões.

    Nines: - Isso tá ficando cada vez pior. Especialistas, tem alguma sugestão.

    Sara: - Tenho. Atirem!

    É incrível ver por outra pespectiva dessa forma, ainda que não entendesse bem o que estas “cores” significavam. Mas independente disso tenho de agir. – Não! Digo rapidamente antes que eles comessem a atirar. – A necromante não está a frente, Embora não saiba onde ela esta, se ela estivesse a frente estaria dentro do raio de visão do espectro e eu também conseguiria vela. – será um desperdício de munição. Era logicamente melhor poupar o pouco que tínhamos, além disso, logo completo tentando ser objetiva, ainda que tenha de explicar algumas coisas: – A espectro é intangível, está lá dentro e sei que ela tem ciente de nossa presença, embora ainda não tenha começado a nos atacar. Então começar a atirar provavelmente a instigara a faze-lo. Minha expressão fica ainda mais seria, refletindo o esforço mental que estava fazendo pensando em tudo isso. – Tenho duas hipóteses, ou ela nos atacara quando entrarmos no quarto, ou depois que a atacarmos. De toda forma, disparar agora não vai ser efetivo. As balas vão atravessa-la.

    Digo tomando coragem e colocando minha arma em punho, o que era bem estranho levando em conta que me via em terceira pessoa. – Ela vai usar sua intangibilidade, mas necessariamente será tangível quando tentar tocar em vocês ao ataca-los, tenham isso em mente. Digo sintetizando tudo que tinha aprendido até aqui e tentando preparar todos um pouco melhor. – Bom temos de avançar então... é hora de testar a primeira hipótese. Avancem preparados. Digo enquanto eu mesma avanço lentamente para dentro do quarto.

    (Ainda estou usando a visão conectada então se ela vier em minha direção vou usar essa visão interligada para me dar o momento exato em que tenho de me abaixar para desviar. Ficarei em – Ação Defensiva – esse turno, enquanto tento avançar e cobrir os outros, lhes dizendo como desviar do espectro se este for na direção de um deles).
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Black Thief em Qui Mar 08, 2018 6:41 pm



    Trilha Sonora:






    A neve caía de forma leve e serena na noite. Esta noite, a lua estava cheia no céu, havia uma pequena fresta entre as nuvens capaz de denunciar isso, estava no local de uma visão privilegiada, o que seria o topo de uma colina nos ermos de Black River, um local isolado, não havia vizinhanças, não havia ruas, não havia prédios apenas uma longa escadaria de 50 degraus e a estrada abaixo que hoje era desviada das estradas principais. Ao seu redor, a neve cobria toda a vegetação, havia apenas o branco no chão, Kazimir havia deixado pegadas no caminho até ali. Olhava para frente e via o grande casarão, o endereço que Viktor havia dado à sua cria Obertus estava certo. Um grande casarão velho, bem antigo, mas parecia ainda estar no lugar, era sinistro e daqueles ares pareciam emitir uma aura tenebrosa... Como se algo muito ruim vivesse ali e estivesse apenas esperando alguma presa para prendê-la num terrível conto de horror.


    Casarão:


    Kazimir, um vampiro que ainda mantinha sua humanidade não podia deixar de sentir o arrepio tomar conta de sua espinha, a única iluminação da casa era fraca, estava no andar de cima, o restante estava totalmente apagado como se apenas aquele quarto específico estivesse ocupado em todo o ambiente. Havia uma sombra, era possível ver alguma silhueta do andar debaixo, porém não dava saber exatamente se era de alguém ou alguma coisa, talvez fosse algum móvel, mas também poderia ser alguma pessoa, mas o Tzimisce sabia que estava no lugar certo, era exatamente como Viktor havia o descrito, ele havia dito "Quando chegar, você saberá que chegou, é só seguir o mal estar" e definitivamente ele estava sentindo este mal estar. Tinha ouvido falar da crueldade lendária de Sascha Vykos, e que muitos acreditavam que era ela a padroeira de seu clã, a Condessa do Sangue: Barthory. Eram todas estórias mas que nunca foram desmentidas por Vykos, ou afirmadas, mas aquilo ainda eram apenas boatos. Kazimir estava ali na porta, a carta que Viktor havia dado à Kazimir era a chave para que Vykos o reconhecesse, o selo do clã Tzimisce lacrava a carta e nem mesmo Kazimir sabia o que exatamente estava escrito na carta. O Obertus então avistou a campanhia, uma campanhia velha com o adorno de um dragão, ele tocava a mesma e um som longo e funesto de uma campainha antiga era bem audível. O silêncio reinava no ambiente sepulcral e aquela mesma sombra ainda se mantinha sem mexer-se, mas Kazimir começou a ouvir passos e então viu pelo lado de dentro das janelas uma luz fraca começar a surgir da escuridão do interior do casarão até que se aproximava e a porta era aberta por um homem... Que tinha a boca grudada em sua própria pele.


    Homem:


    O homem parecia mal, se vestia de mordomo e carregava uma vela para iluminar o ambiente, era branco, pálido como um morto, sua pele era úmida e cheia de manchas, os olhos pareciam ser feitos de pele e não da carne da córnea, uma figura bizarra. O homem se mantinha em silêncio, apenas esperando Kazimir dizer as primeiras palavras e após dizer a que veio, o mordo sem boca estendia a mão como se estivesse esperando uma espécie de convite, é então que rapidamente Kazimir entende e se lembra da carta que Viktor havia lhe entregado, ele entregava ao mordomo, o mordomo pegava a carta educadamente das mãos de Kazimir e olhava para o selo do clã Tzimisce, após isso o mesmo entrega a carta de volta a seu dono e abre a porta totalmente dando passagem para o Obertus adentrar.

    O local era completamente escuro, o mordomo fechava a porta e seguia para um longa escada logo à esquerda iluminando de forma fraca o ambiente. Kazimir podia ver os poucos móveis e quadros antigos mas em ótimo estado e luxuosos que continham na casa, eram móveis com um desenho de outra época, muito mais antiquados que os que ele estava acostumado a ver na sociedade mortal, porém se assemelhavam aos que Viktor utilizava. O mordomo sem boca conduzia Kazimir por essa escadaria e passavam depois por um corredor com portas fechadas, apenas uma em aberto ao fundo do corredor onde havia uma iluminação lá dentro, tão forte quanto a da vela que iluminava seu caminho. O mordomo conduzia o Tzimisce até aquele quarto escuro de baixa iluminação onde chegavam na porta, e quando Kazimir pousava seus olhos à primeira vez na figura diante de si, sentada em frente a uma mesa antiga, negra como uma obsidiana, ele não podia deixar de sentir um enorme ecstase de contemplação. Kazimir já tinha ouvido falar das várias faces de Sascha Vykos, que todas eram, de alguma forma, divinas, algumas eram tão bizarras que as pessoas sentiam-se mal por admirar tanto, outras se entregavam à extrema devoção apenas em troca de apreciar uma verdadeira entidade sobrenatural. Os cabelos tão sedosos e avermelhados da cor-do-sangue eram tão vívidos que faziam Kazimir se lembrar do gosto do sangue apenas de olhá-lo, a pele parecia tão sedosa e limpida quanto a própria neve lá fora, porém eram como se fosse uma neve de porcelana macia e densa... Os olho faziam Kazimir se perder em seu eu, eram olhos que eram tão penetrantes que parecia que conheciam o próprio Tzimisce melhor que a ele mesmo, e os lábios rubros como a vitae que faziam sua pele branca ganhar um contraste perfeito e definido, lábios que teriam talvez o gosto tão doce quanto o único sustento de todo vampiro.


    Sascha Vykos - Aparência 7:


    - Boa noite, cavaleiro Obertus.

    Sua voz era como uma maravilhosa lira que entrava em seus ouvidos e corroía seus tímpanos e sua mente, como uma profunda sugestão de hipnose que lhe pegava no momento mais vulnerável, e Obertus nem mesmo conseguia ligar, se dentro de todo aquele conjunto capaz de dobrar reis e os mais devotos homens de Deus à servidão eterna e voluntária, ele ainda sentia um perigo tão mortal e profano que o mais prudente a se fazer era fugir e nunca mais voltar.

    O mordomo logo se retirava em silêncio e logo após isso, Vykos tornava a dizer:

    - Por favor, sente-se.

    Após Kazimir sentar-se, Sascha dizia:

    - O cavaleiro aceita algo para beber?
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Black Thief em Qui Mar 08, 2018 10:51 pm

                                       





    O tempo inteiro, Agatha ainda manteve a visão de Wendy como sua própria, e antes que todos pudessem atirar a Nagaraja interrompia com sua voz e após ela fazê-lo, todos olharam para ela e escutaram suas palavras, e então ela teve uma ideia, todos escutavam e logo Agatha começava a avançar, ela sente seu braço sendo segurado e podia ver através dos olhos de Wendy que se tratava de Rebeccah, que dizia:

    - Espere, Agatha! Você já esteve em contato com uma nuvem de sombras com essa? Ela se parece muito com as sombra dos Lasombras, se você não sabe com o que está lidando pode entrar em pânico lá dentro e então vai ser presa fácil pra qualquer um, você tem certeza que quer fazer isso?

    Sarah então respondia:

    - Ela tem razão, é por isso que falei pra atirarmos e não entrarmos... Mas se Wendy está lá dentro mesmo, então eu...

    Enquanto Sarah começara a falar, Agatha percebia que o espectro de Wendy começava a fazer algum movimento, embora parado... Algo ia acontecer, agora mesmo.


    Iniciativa:
    2018-03-08 18:46:33 Espectro rolls 1 die for Initiative 7 [initiative roll]

    2018-03-08 18:46:50 Agatha rolls 1 die for Initiative 8 [initiative roll]

    Agatha: 14
    Espectro: 13

    Agatha Griffith Casthervan:


    Pontos de Sangue: 15/9
    Força de Vontade: 7/6
    Vitalidade: Ok

    BUFF: Visão da Mortalha, mais resistência à Dominação, mais resistência à Olhos da Serpente, sentidos aguçados. Destreza + 1

    DEBUFF: Percepção dificultada em 1.

    Pente: 17/12

    2018-03-03 09:45:44 Agatha rolls 6 dice to Olhos dos Mortos 6,8,8,7,9, 5 [5 successes][/color]

    Kostyantyn Makhno:
    Pontos de Sangue: 14/14
    Força de Vontade: 6/6
    Vitalidade: Ok

    KASSYA ALEKSANDRA YAKOVICH:
    Pontos de Sangue: 15/11
    Força de Vontade: 6/4
    Vitalidade: OK

    BUFF: Visão da Mortalha, mais resistência à Dominação, mais resistência à Olhos da Serpente.

    DEBUFF: Dificuldade em Percepção visual aumentada em 1,
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por isaac-sky em Sex Mar 09, 2018 12:14 am

    Sandman odiava aquilo. Não o sangue, afinal o gosto doce e adocicado de sangue era a única coisa que lhe dava algum gosto, pelo menos algum bom gosto, desde que tinha entrado nessa vida.
    O Vigilante odiava necessitar dele, de mesmo lutar contra monstros ele também ser um.

    Nesse caso o gosto era horrível, afinal tinha decidido matar ela antes de se alimentar. Era ruim mas o alimentava, a sede começava a se dissipar e a mente começava a clarear, era ótimo poder pensar melhor agora mesmo que não estivesse saciado.

    "Tudo bem, eu aguento" sempre dizia a si mesmo, queria ter fé de que era verdade.

    Precisava de toda a energia que podia pegar para lidar com aquela mascarada. Seu objetivo ainda era desconhecido.

    - Agora que você disse... É Interessante... Muito interessante... Eu não sou muito de acreditar em destino, mas do jeito que as coisas estão indo cogito muito em mudar de ideia. Você então está procurando fazer a coisa certa, não vou discordar de você, eu e meus amigos fazemos isso a séculos. Vem cá... Você já ouviu falar da Sociedade da Luz?

    Sandman ouvia atentamente enquanto jogava o tambor do revolver para o lado e carregava a arma lentamente.

    "Outro clubinho dos monstros? Hmpf"

    -Não, eu nunca ouvi falar. Eu não sou muito de participar de grupos ou...sociedades - terminou de carregar e girou o tambor. Guardou a arma no coldre sob o casaco.

    -Então somos dois a não acreditar em destino. Sinto que você sabia muito bem onde me encontrar e quando, não é? Também sou um cara meio impaciente, então vou repetir: O que deseja?

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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Black Thief em Sex Mar 09, 2018 12:56 am

         



    Trilha Sonora:
    @Sandman escreveu:-Não, eu nunca ouvi falar. Eu não sou muito de participar de grupos ou...sociedades - terminou de carregar e girou o tambor. Guardou a arma no coldre sob o casaco.

    -Então somos dois a não acreditar em destino. Sinto que você sabia muito bem onde me encontrar e quando, não é? Também sou um cara meio impaciente, então vou repetir: O que deseja?


    Um som de risada curta e abafado saia por detrás da Máscara de Kairi e ela respondia:

    - Bom, você precisa treinar um pouco esse seu suposto sexto sentido, mas mesmo assim não vou te desencorajar a pensar dessa forma, paranoia é o que tem mantido muitas não-vidas, mas por fim... Já que não quer fazer amigos, tudo bem... Apenas vou te dar uma dica: Quando a neve cai e os ventos brancos sopram, o lobo solitário morre, mas a matilha sobrevive!

    A mascarada levantava a mão em um aceno de despedida e diz:

    -Foi bom te conhecer Sandman, boa sorte na sua cruzada, está tomando o caminho errado, mas seu coração está no lugar certo. Se resolver mudar de ideia sobre fazer amigos é só perguntar por mim pelas ruas e aí eu te procuro. Até uma noite dessas.

    E então subitamente, como se nunca estivesse ali, Kairi sumia diante dos olhos de Thomas. Fora repentino, quase de meio segundo para o outro e o Brujah antitribu novamente se encontrava sozinho, apenas com o cadáver da vampira, podre ao chão e sem a cabeça.


    THOMAS CLASTLE:
    Pontos de Sangue: 10/03 -> 6
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    Vitalidade: OK

    Pente: 17/10
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Beaumont em Sex Mar 09, 2018 7:15 am

    Aceitar aquela ordem nunca foi a minha intenção, eu estava entre o dever honrar um amigo e idiotice de deixa-lo para morrer. Eu poderia simplesmente morrer junto com ele, eu o faria com muita felicidade e sem hesitar. Meu peito esvaia sangue como se tivessem acertado uma grande piscina de plástico. Não demorava para que o meu uniforme ficasse completamente vermelho e quanto a dor ? Eu nem sentia, no calor da batalha eu simplesmente me sentia fraco e triste, ver Russo me dar aquela ordem era como dizer "Soldado, vá embora e tente viver enquanto eu me sacrifico por você" Eu era o segunto tenente Hayter e na morte dele provavelmente eu teria de líderar todos os sobreviventes para o sul até encontrarmos os superiores. Era o dever de salvar hemens e mulheres ou o dever de salvar um amigo. No meio daquela importante decisão eu apenas movimentei a cabeça com o rosto pálido de fraqueza, aquela guerra não era minha e eu nunca quis estar aqui. Maldito seja a America e a FNL por azer com que homens bons se matem enquanto os figurões como o meu pai e meu tio ficam em uma cadeira brincando de xadrez. 

    Eu me virei com o máximo de força que eu poderia seguir, a dor começava a se manifestar, o ferimento parecia ter sido profundo, eu não conseguia respirar muito bem mas eu insistia pela minha vida mesmo assim. Eu não iria morrer ali e fazer com que o sacrificio de Russo fosse em vão, eu queria ao menos ter dito o quanto eu queria que voltassemos vivo para casa...Mas no fim eu acho que eu me preocupava tanto com Alysha que a unica coisa que eu queria era poder deixar ela em um lugar seguro longe de toda essa desgraça. 

    Era difícil usar uma metralhadora com um tiro no peito então eu tentei ao máximo me manter escondido seguindo pelo sul(Ação evasiva) , minha mente mantinha a esperança de encontrar Alisha e viver em cenário onde pudessemos ser feliz do modo como sempre quisemos, ela podia me ensinar a tocar violão em uma fazendo onde pudessemos fazer amor ao por nascer do sol bem longe desse inferno. Bem longe desse inferno...

    Meu objetivo sempre envolvia procurar abrigo e manter o sangue do meu corpo dentro do meu corpo, correr não era a melhor forma de faze-lo mas se eu não corresse eu morreria com certeza, tudo o que eu precisava era me afastar das linhas inimigas e encontrar contigente aliado. Eu precisava achar Alysha uma vez mais !

     
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Mar 09, 2018 10:47 am

    Me coloco em uma posição atrás de lado com os outros anarquistas e atrás das garotas: Kassya, Agatha e Sarah...

    Fazendo com que o que quer as sombras fossem fazer naquele exato momento fizessem com elas primeiramente, especialmente a tal Assamita "amante" das leis da Camarilla.

    Ao mesmo tempo que coloco os anarquistas do meu lado, para a partir daqui atacarmos com armas se precisarmos.

    Eu me preparo bastante decepcionado já que Rebeccah não nos defendeu...

    Me preparo para tentar entender o que estamos enfrentando primeiramente e isso é a única razão de ainda estamos aqui.

    É bem evidente que temos de deixar o Hotel.

    Zeta
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

    Mensagem por Zeta em Sab Mar 10, 2018 7:08 pm

    - Eu tenho um caçador de recompensas muito bom, o nome dele é Carson e ele é muito bom no trabalho dele quando quer, entretanto eu não estou conseguindo encontrá-lo, e isso até está me irritando porque eu preciso que ele encontre alguém pra mim. Quer saber? Eu tive uma ideia... Porque você não procura o Carson pra mim no apartamento dele? Eu mesmo procuraria ele, mas estou tão ocupado que não consigo sair daqui, Black River tem sido muito boa pros negócios ultimamente. Se conseguir encontrá-lo eu passo o seu caso na frente e ainda pagarei pelo seu tempo perdido.

    Frank pensava em suas opções. Não estava afim de perder tempo desviando-se de sua missão, mas se ele pudesse mesmo conseguir suas informações de graça, quem sabe...

    - Aceito procurar esse tal Carson com uma condição! Irei agora mesmo rastreá-lo, mas preciso que descubra onde mora o pai de Elsie e qualquer outra informação pertinente sobre ele, para ONTEM! Preciso encontrar este homem o mais rápido possível!

    Frank observa o rosto do homem impassivelmente, esperando sua resposta.

    Caso ele aceite, Frank o interroga:

    - Certo, primeiro, preciso de qualquer informação sobre esse Carl, se possível uma foto, o endereço do cara, essas coisas. Ele por acaso estava realizando algum trabalho quando desapareceu?
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    Re: Capítulo 2: A Sociedade da Luz

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      Data/hora atual: Seg Jun 25, 2018 2:28 pm