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    Parte lll: O olho que Tudo vê

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    Claude Speedy
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Ago 13, 2018 8:03 pm


    Daniel:


    Em um momento estranho, a pirâmide e o olho desaparecem e Daniel se vê em um pátio que parece ser de ruínas de um antigo castelo, o céu passa do escuro sombrio para ficar amarelado como em um fim de tarde.

    Diante dele surge um homem mascarado com vestes claras, carregando um livro com um simbolo, que parece ter estado aí o tempo todo.


    Máscara: -Oh, pequeno mortal! Acredita que há apenas uma trindade? Na verdade há mais do que isso... Nós somos um só, que são sete... Um só deus que são sete! Pois só há um evangelho de único Deus! Estamos em toda parte... Não escute essas garotas, Carmilla é muito sanguinária. Por ela iriamos tomar seu Avatar porque nós o demos... Ele  o que você é... Eu preciso de carne e sangue para pulsar no mundo... Foi isso que eu propus à meu antigo portador... Juntos eramos Ferroada, porque o mago nos enganou... Nos escravizou e tornou nossas vidas subordinadas à dele.  Mas você parece nos propor um acordo em igualdade. A árvore em breve lhes será mostrada, mas o ritual é profundo... Posso ajudar com suas capacidades... Porque diante de mim esta um Cão de Caça alado...




    Jogado em um dos cantos, Daniel vê um cadáver esquartejado sob as garras e presas de lobisomem com imensas asas de morcego e presas tão grandes quanto as de um vampiro.

    Camazotz: -Sou Caramazotz, pai da Valquíria Lothbrok, e Totem dos Senhores da Sombras... Tenho abençoado as forças de Arctus há tempos e agradeço que o tenha trazido em liberdade para mim... Eu terminei meu jantar se aceitar os planos dele, eu também aceitarei em ajudar a ter acesso aos dons lupinos que tanto anseia...


    Máscara: -Te levarei para Iggdrasil, mas antes quero beber da alma do Escorpião...


    Camazotz: -Se aprender meus dons, terá a máscara pálida contigo para tentar iniciar essa conversa astral para ludibriar o Escorpião... Mas precisará guardar em ti à mim como seu Totem pessoal e agregar uma nova tribo com você. Ampliará minha influência entre os lobos, adentrará nos círculos dos Garou e eu te contarei mais sobre sua origem aos poucos.

    As entidades parecem estar inclinados a ouvi-lo e ficam aguardando qual seria a resposta para aceitar ou se Daniel faria alguma nova exigência.

    Erik:
    A cabeça de Ron abaixa ao ser acusado de ter separado Erik de Gaia.

    Ron: -Longe... O nome dele era Steve Hardstone, foi para Holanda há alguns anos. Ele não queria matar ninguém... Eu o convenci, eu mesmo não gosto de nazistas. Afinal, o que um "impuro" é para os nazistas? Arctus esta indo para o FBI e precisa de ajuda, estão invadindo o prédio. Eu preciso de você lá, na volta, eu poderei lhe explicar tudo... Seu amigo Daniel tem outro plano, estamos vendo quem iremos ajudar. E você, quem irá auxiliar?

    Ao que parece ambos iriam atacar os inimigos, mas Daniel tinha um plano que visava diretamente o Escorpião.

    Ford:
    Um homem no espaço, uma coincidência imensa com o mergulho que Ford faz dentro desse lugar tecnológico junto com um receio imenso que faz os cabelos de sua nuca arrepiar. Os tubos lotados de sangue parecem gerar dez vezes mais desejo que o sangue que ele analisou há pouco em seu laboratório.  A imagem que viu em Persephone deixa de ser algo importante.

    Carrie Hogarth: - Estamos criando vida a partir de células tronco, vida oriunda de uma amálgama de dna de lobos e morcegos. Nosso trabalho tem sido intenso nos últimos meses. Creio que eu não tenho escolha se não deixar você fotografar, Doutor.

    A mulher que cuida da segurança cruza os braços olha irritada e contrariada percebendo que nada pode fazer.

    Ao fazer a foto e analisar as imagens Ford nota que existe muito da mesma energia etérea e primordial no sangue que ele esta tirando fotos e nas amostras que analisou anteriormente e na que esta em sua própria corrente sanguínea. Ele nota que existe alguns canos onde o sangue goteja ao lar livre para pequenos tubos de ensaio, enquanto rodeia e fotografa o imenso equipamento que parece uma gigantesca máquina de milkshake de cereja...

    Ao ver as gotas caindo para um pequeno pote o desejo intenso faz seu coração bater descompassado, vendo aquela viscosidade imensa...

    Simon Black
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Simon Black em Ter Ago 14, 2018 9:37 pm

    Erik ainda estava se recuperando das notícias, suas lembranças embaralhadas tentando voltar. Fica em silêncio por um tempo, pensando qual caminho seguir.
    Murmura então:

    - Seguirei o caminho traçado por Arctus! - o encara e conclui - Na volta, teremos mais a falar!
    Jim Jones
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Jim Jones em Qua Ago 15, 2018 1:36 am

    Teste de força de vontade pra resistir a tentação.
    Jim Jones efetuou 5 lançamento(s) de dados (d10.) :
    8 , 7 , 8 , 4 , 7
    Claude Speedy
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Ago 15, 2018 10:19 am

    Teste de força de vontade bem sucedido.
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Qua Ago 15, 2018 2:44 pm



    Erik:
    Ron apenas concordou, ainda com uma expressão pesada em seu rosto com tristeza intensa ao ter de lidar com essa conversa.

    -Então ouça-me bem, Erik. Você deve caminhar tranquilamente até o cemitério de Nova York, lá irá achar um poderoso necromante, combinamos que ele adormeceria com seu ancestral... No túmulo de Don Corleone, o antigo mafioso. Procure o túmulo, passando pelo centro. O garoto será importante para que vocês possam completar a busca pelo complexo na firma que hoje presta serviços ao FBI.

    Ele olhou de novo para Daniel, que parecia jogado, ainda pairando entre sonhos obscuros.

    -Seja lá por onde o nosso heroico Daniel esteja viajando sei que sua aproximação com seu totem o fará retornar, por isso iremos acompanha-lo em seguida. Você renasceu para auxiliar Arctus, seu propósito se tornou esse... E sua integridade o manterá sempre ligado à Vida, ou como preferir chamar da forma dos antigos Garou, ligado à Gaia... E à nós... Você mais do que os outros aqui é um verdadeiro Brujah, de fato você mais do que qualquer um aqui é um legítimo Filho da Anarquia... Agora vá, prometo explicar todos os detalhes quando você retornar

    E com isso, Ron entregou um guia da Cidade de Nova York meio amarelado e manchado do que parecia ser cerveja, com pequenos pedaços de papel que guiavam passo a passo como ir até o cemitério e ao túmulo do mausoléu de Don Corleone. Como se o descanso eterno do chefe da máfia fosse algum tipo de entretenimento para turistas.

    Ele em seguida saudou com a garrafa de cerveja em que ele deu mais um gole.

    -Boa sorte, garoto.

    E deixou que Erik assumisse seu Destino
    John Ford:
    Por conta de sua própria força pessoal e sua busca pelo conhecimento da ciência iluminada, Ford nota a terrível cilada que o Destino lhe reservaria se provasse daquele fluído tão chamativo e atraente. Ao notar sua energia primordial por meio de seus aparelhos (Prime 1) ele pode observar à olho nu vestígios da luminosidade que sua tecnologia captou, no instante seguinte o sangue parecia pulsar em movimentos ondulados como um abajur de lava carmesim...


    O fluído se circunda em si mesmo, montando um intenso e grotesco círculo que parece gotejar de baixo para cima, a sombra de Persephone às costas de Ford pareciam fazer expectativa de que ele se aproximasse, o cientista sentiu que era como se a chefe de segurança aguardasse que ele tomasse uma parte daquele líquido vermelho.

    Era bem nítido que por um instante Ford perdeu-se em sua luta interna e que era como se todos ali aguardassem que ele agisse... Ele sente-se confuso, mas dentro de si sente como se tivesse quebrado as expectativas não só de Carrie e Persephone, mas também de cada cientista que estava naquela sala e o pior... Ele percebe que apoiado sobre sua bengala, Arctus parece estar também tomado pela mesma ansiedade...  Foi só nesse instante que John entendia de forma preocupada que toda a energia primordial que ele viu fluir em seus equipamentos parecia agora nítida aos seus olhos nos olhos vidrados de todos naquela sala, que pareciam agora estar entretendo todos na sala e apenas o cientista sentia-se capaz de resistir da hipnose que aprecia fluir das bolhas rubras diante dele...

    ... enquanto se voltava para os demais na sala, uma pilha com os registros acima de uma das mesas  caia derrubada por um estagiário, em silêncio sepulcral dois cientistas o ajudavam a recolher a pilha derrubada de folhas sem lhe dar nenhuma repreensão e todos, aparentemente aos olhos de Ford, pareciam fingir não se interessar em saber se ele iria tocar na vitae e se punham a voltar ao trabalho expondo uma total e indiscreta curiosidade que nenhum deles parecia conseguir esconder ou ousou comentar.
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Simon Black em Sab Ago 18, 2018 9:40 am

    Erik ouve atentamente as palavras de Ron. Caminharia, como ele dissera, até o cemitério de forma tranquila para encontrar o necromante. Ele olha então para Daniel e as palavras seguintes o atingem em cheio.

    Filhos da Anarquia e a Aliança de Arctus, claramente, eram aliados. Mas, com qual deles ficaria sua lealdade quando tudo aquilo terminasse? Porque, por mais que Ron tivesse contado ser o responsável por sua transformação, ele não conseguia ficar, de todo, com raiva dele?

    Concordou com um aceno de cabeça e pegou o mapa que ele lhe estendia.

    - Boa sorte para todos nós. Cuide de Daniel. Fique bem... - disse e estendeu a mão para apertar a dele e, em seguida, saiu dali, seguindo o mapa até o cemitério, andando tranquilamente.
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Jim Jones em Sab Ago 18, 2018 3:06 pm

    Ford conversava com a mulher enquanto sua atenção era tragada para o sangue que eles usavam ali. Com a permissão de tirar fotos ele começa a tira algumas fotos do laboratório e do maquinário presente. Ele desliza as fotos para um aplicativo que passa um filtro pelas imagens, um filtro vermelho ficando mais forte onde a concentração etérea for maior.

    O ether é uma teoria antiga, uma forma de idealizar um referencial absoluto, uma matéria de densidade nula que existiria onde nada ocupava, na teoria o ether se comportaria como um fluido que ondulava e se movia em uma certa direção, sendo o meio que preenchia o vácuo. Essa teoria foi invalidade no seculo XIX quando pesquisadores realizaram testes com partículas presentes no vácuo e viram que se lançadas com a mesma força elas possuiriam a mesma velocidade, o que seria impossível pela natureza fluida do ether que ondularia para uma direção.

    Anos atrás Ford se começou a ler sobre e num momento de epifania descobriu um meio de explicar a falha no experimento antigo. Quando Einstein mostrou ao mundo sua teoria da reatividade o ether encontrou seu fim absoluto, mas aos olhos de Ford o contrario faria mais sentido o contrario. A teoria de einstein provava que o ether poderia existir e mesmo assim ter sido imperceptível. A partir do ponto que se comprovou na física quântica que o observador interfere na realização de um experimento, o ether poderia muito bem "correr" em todas as direções possíveis e apenas de fato seguir um caminho especifico quando em contato com uma força mais convencional. Apesar da baixíssima probabilidade de tal teoria se comprovar verdadeira, testes realizados por John em seu laboratório mostraram resultados impressionantes que comprovavam essa teoria,não só isso como depois de meses de pesquisa ele conseguiu desenvolver formas de analise mais precisas desse "fenômeno imperceptível". Estudos posteriores conseguiram mostrar uma ligação entre o ether as forças fundamentais da física e a matéria em si, apesar de não ser nada concreto uma equação sempre em a mente de Ford E=mc², e ele acredita que possa haver uma relação entre a mudança energia-matéria e a função do ether.

    A atenção de Ford apenas sai de seu celular quando ele nota que havia um cano gotejando aquele sangue. Ele tenta se concentrar, mas seu coração acelera. Cada gota parece ecoar em sua cabeça como se só existissem ele e o gotejar ali naquele lugar.
    Plec...

    Ele tenta concentrar sua atenção novamente em seus aparelhos, buscando algo familiar para ancorar a sua vontade. Algo que ele possa se concentrar.
    Plec...

    Cada gota era uma marretada que evava seus olhos novamente em direção ao sangue, por mais que ele tentasse olhar para outro lado, ou prestar atenção em outras coisas. Ele começa a sentir um suor frio em sua testa e um leve tremor em sua mão, que ele força a não se levantar em direção ao pote.
    Plec...

    Cada gota era um passo mais próximo em direção ao seu desejo, cada gota ele sentia uma vontade maior.
    Plec...

    Ele vê uma sombra  o observando atenta, Persephone e isso o faz lembrar de quem ele é o e oque esta fazendo ali. Ele para, agora mais próximo do sangue, quase a um braço de alcança, bastava esticar a mão e ele conseguiria pegar, ele olha ao seu celular e vê o liquido quase faz com que tenha que diminuir a luminosidade da tela por causa do filtro.Ele ve o fluido se movendo de forma estranha, quase que irracional, ele por um momento acha que o liquido poderia estar vivo. O silencio sepulcral se estabelecia enquanto todos observavam, esperando que ele interagisse com o liquido, cada um deles até mesmo Arctus, que se apoiava sobre mesma ansiedade. Todos vidrados.Todos menos John. O transe é quebrado por um estagiário derrubando alguns documentos, mas isso não faz o silencio menos presente. John sabia que essa era sua deixa, ele vai conseguir amostras, de preferencia da forma menos arriscada possível. Ele precisa daquele sangue e cedo ou tarde será dele.

    - Senhora Hogarth... Esse liquido, s-sangue certo? Vocês podem me explicar que tipo de material é esse? Acredito que tomam as precauções necessárias para sua utilização de forma segura, mas gostaria que me explicasse como se deu a coleta e qual a origem do material. Também precisarei de algumas amostras para realizar testes e checar se os gastos do orçamento publico estão indo a lugares certos e principalmente para averiguar a segurança de sua pesquisa. E preciso fazer isso imediatamente.- Apesar de falar com cordialidade o tom de sua voz deixava claro que aquilo não era um pedido e sim uma imposição. Ele esperava a resposta por mera educação. Ele acreditava que todos ai estariam tão confusos quanto ele e que aquele seria o melhor momento para conseguir o que queria.
    Claude Speedy
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Sab Ago 18, 2018 4:07 pm



    Erik:
    Ron cumprimenta Erik, que sai caminhando pela cidade seguindo as instruções daquele velho manual urbano até o lugar. Não é difícil, o cemitério de Greenwood é bastante visitado devido às várias personalidades enterradas ali.

    Uma delas que esta descrita no guia é o mausoléu de Mike Corlleone, antigo chefe da máfia de Nova York. Perto dali, ele vê um minúsculo garotinho de óculos largos e muito adorável, conversando sozinho perto da lápide de um túmulo.

    John Ford:
    O sangue é de fato o local com maior concentração de éter, ao que parece é como se houvesse um pulso que realmente faz todos acreditar que não há nada demais naquele líquido.

    Se há algo que mescla sua paixão e razão em uma só força, é John quem quebra toda a ruptura ao perguntar sobre a segurança que é usada.

    -Carrie Hogarth: Certamente, Doutor Ford. Nós conseguimos coletar esse sangue há uns meses em uma cidade na eslováquia. Ao que parece o sangue estava vivo, avaliamos amostras e com uso de uma impressora 3D e placas de glicose clonamos as células sanguíneas mantendo-a coesa. É realmente uma das mais fantásticas formas de empreendimento que temos aqui. Temos com lhe permitir que veja os estudos de nossas amostras, mas sabe que por direito à propriedade não podemos deixar que leve nosso sangue diretamente. Isso seria muita intervenção governamental...

    Persephone: -Por demais..

    Plec...

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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Simon Black em Dom Ago 19, 2018 5:06 pm

    Quando Ron falou que ele encontraria um garoto no cemitério, Erik achou se tratar ao menos de um adulto jovem.

    - Ei garoto... - murmurou, depois de alguns instantes analisando o ambiente - Tudo bem? Este é o túmulo de Don Corleone, certo? - caminhou lentamente pra dentro, sorriu pra ele e concluiu - Ele era seu ancestral?
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Seg Ago 20, 2018 5:08 pm


    O menino fala mais algumas palavras aparentemente para o ar e em seguida se vira Erik com uma cara de dúvida.

    -Por que a pergunta? Você conheceu ele ou algo assim? Aliás qual o seu nome moço?

    Algo naquela criança lembra os horrores que Erik viu no Hotel onde conheceu o Escorpião.
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Simon Black em Qua Ago 22, 2018 7:47 pm

    - Me chamo Erik... fui mandado aqui por Ron... - murmurou em resposta, expressão calma, olhos estreitos o encarando - Foi me dito que um garoto estaria aqui dormindo com seu ancestral... Don Carleone, o qual não conheço! - continuou a fala, ainda na defensiva, Erik em geral era muito verdadeiro, mas também desconfiado - Preciso da ajuda deste garoto!
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Jim Jones em Qui Ago 23, 2018 11:35 am

    Aquele sangue reluzente e vivo, estava ali na frente de Ford e ele sentia quase como se podia ouvi-lo chamando para provar um pouco, mas seus sonhos em consumi-lo desmancham pelas palavras de Carrie. John fica nervoso e olha para arctus esperando que ele se pronuncie, afinal a parte legal não era sua área de conhecimento e ele não saberia se há alguma prerrogativa legal para o pedido.

    Se em algum tempo Arctus não conseguisse nada ele iria para o plano B.

    - Clonaram você diz, acredito então que a maior parte desse sangue que vocês usam aquiesça derivado desse método. Gostaria de analisar os dados coletados dessa clonagem para analisar se está tudo em ordem, checar se essa clonagem não é uma fachada para uma forma ilegal de obtenção do sangue.

    A ideia de Ford seria olhar os dados da clonagem do sangue e tentar replicar o processo em seu laboratório, se pessoas menos iluminadas conseguiram criar tal feito ele também conseguiria. Pessoas menos iluminadas, esse pensamento ronda sua cabeça, o faz pensar o quanto a tecnocracia estaria envolvida nisso e tenta se lembrar de alguma coisa.

    Plec...

    Mais  uma gota  cai e a concentração dele se esvai por um segundo, era melhor ele sair daquela sala o quanto antes, não sabia mai quanto tempo iria aguentar.

    off:
    se possível gostaria de fazer um teste de inteligência/raciocínio e cultura tecnocracia pra ver se eu sei alguma coisa sobre o involvimento deles na pentex ou nessa pesquisa. Se não fizer sentido pode desconsiderar.

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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Qui Ago 23, 2018 2:40 pm



    Erik:
    O garoto olha ajeitando os óculos para Erik...

    -Senhor, eu acho que sou eu que você tá procurando. O mike disse que conhece esse Ron.

    Erik começa a se recordar de coisas estranhas. Ele então tem um rápido flashback, onde ele se vê no quarto de hotel com Abigail, que arrastava a motorista de aplicativo com um pouco de dominação e de força. Chegando até comentar com ele sobre fazer logo uma refeição rápida com a motorista ainda nas mãos...

    John Ford:
    Ford desconfia amplamente do que esta vendo, ao que parece seu aliado e quase todos na sala estavam mais atordoados com a luta do cientista por resistir a não beber aquele sangue do que ele mesmo, talvez uma impressão devido o desejo que crescia. Só que essa impressão não se aliviou em nada ao ver que Arctus permaneceu em total silêncio quando era sua vez de defender legalmente qualquer coisa que o próprio John fosse dizer.
     
    Nesse minuto o ele tenta perguntar inquirindo diretamente sobre se não é uma coleta ilegal de sangue que gerou o que ele esta vendo. Obviamente a não amistosa expressão nos rostos das mulheres que o guia se fecham totalmente e com isso a advogada guia os dois para fora da sala, para longe daquele sangue...

    ...voltando pelo corredor, um pouco distante do fluxo sanguíneo tão atraente, ele começa a lembrar que já ouviu falar sobre a tal Pentex antes. Ele se lembre que existe uma divisão chamada Sindicato, responsável por garantir por todos os meios possíveis que a sociedade continue como uma sociedade de mercado.  Eles coordenavam um setor global chamado Divisão de Projetos Especiais – responsável pela criação e desenvolvimento de pesquisas que visem influenciar a mente subconsciente e impor novas técnicas industriais e produtos de consumo. Um segredo que ele lembra ter ouvido na época e que poucos fora da DPE sabem é o trabalho em parceria constante justamente com um conglomerado multinacional chamado Pentex.

    Vocês caminham por algum tempo, enquanto tenta esquecer a vontade de consumir aquele sangue. Arctus e Carrie conversam algo que o próprio cientista não consegue claramente compreender ou prestar atenção... Se recordando de todo aquele éter fluindo pela sala em seus registros e emanando na viscosidade escarlate que se viu obrigado a abandonar.   E no final de uma das salas que ele mesmo não se recorda exatamente qual a advogada abre a porta.

    E sobre uma banqueta esta um pote de algo que parece um sorvete.



    Ele tem uma leve sensação etérea de que naquele pote há algo similar ao que viu gotejar na máquina... Estaria ele ainda muito atordoado?

    Simon Black
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Simon Black em Qui Ago 23, 2018 8:35 pm

    Erik espanta os pensamentos da mente. Havia alguns buracos em sua mente e embora não soubesse ainda o que acontecera, agora era o momento de seguir em frente. Sempre em frente.

    Encarou o garoto e sorriu levemente. Murmurou:

    - Ah, que bom... mas, quem é o Mike? - perguntou, erguendo as sobrancelhas e completou em seguida - Agora, você sabe com o que pode me ajudar? Já ouviu falar em Arctus? Escorpião? Umbrella? - ia soltando palavra por palavra, encarando-o.

    Era, em geral, muito direto. Não gostava muito de enrolação...
    Jim Jones
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Jim Jones em Qui Ago 23, 2018 11:29 pm

    Ele saem da sala e John finalmente consegue se afastar daquele sangue vicioso, esperava conseguir se controlar melhor fora de lá, esperava que se afastando a urgência pelo sangue diminuísse. Andando ele consegue se recordar de ter ouvido falar da pentex antes, quando estava afiliado a outra organização. Ele consegue se lembrar de algumas coisas envolvendo o sinficato, uma sub-divisão dos tecnocratas, burocratas, contadores e empresários preferem acreditar no poder dos bens materiais ao invés da capacidade humana de desenvolvimento. Muito mais preocupados em manter o status quo do que em elevar a humanidade. Pelo visto um setor deles possuía negócios com a pentex.

    Conforme o grupo anda Ford parae ouvir o que Arctus e Carrie discutem, suas vozes soam quase como se estivessem muito distantes para ele discernir o que diziam. Ele estava muito mais preocupado com o material exemplar que deixou na outra sala e que poderia muito bem mudar os rumos de sua pesquisa, talvez adianta-lá em anos. De repente ele se depara com um pote, um pote que da uma sensação muito parecida com a do sangue. Ele não se lembra direito como cegou lá, estava muito distraído para isso, passou por algumas portas, talvez uma ou duas salas, não se recordava ao certo. Toda a sua atenção agora estava voltada ao pote.

    Ele se aproxima do pote em silêncio, olha para ele como se fosse um pouco do sangue do outro cômodo. Seus braços se esticam para pegar o pote, se ninguém o parar ele não vai editar em ver o que há la dentro. Mas ele nao quer que o parem, mesmo que inconsciente ele se aproxima silenciosamente, quase como se prendesse a situação. Se ninguém o impede aquele pote o pertencerá, aquele sangue o pertencerá, sua pesquisa irá a um novo patamar. Com esse sangue ele alcançará o inalcançável.
    Claude Speedy
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Sex Ago 24, 2018 9:12 pm



    Erik:
    O menino toma um susto ao olhar de novo na direção de Erik, conversando desesperado.

    -Moço, calma ai que tem um fantasma do m...

    Erik interrompe o garoto com uma série de questionamentos deixando-o mais apreensivo fazendo-o berrar:

    -MOÇO, TEM UM FANTASMA MAL ATRÁS DE VOCÊ! SAI DE PERTO DALI apontando desesperadamente a direção QUE ELE TA LÁ, DEPOIS TE RESPONDO! 

    E em seguida começa a se mover andando de um lado pro outro fazendo gestos estranhos enquanto avança até o mausoléu...

    (Off:Role inteligência+Rituais)

    Enquanto gesticula e pronuncia alguns sussurros.
    -Desculpa, foi o único lugar que pensei na hora!

    Diz ele comentando falando com o ar, depois ele se volta para Erik e comenta.

    -Moço, o vovô falou para você entrar numa tal de nunbra, umbra, sei lá, algo assim.

    John Ford:
    Delirando na possibilidade de provar do pote à sua frente, sem mesmo entender exatamente o que o esta conduzindo Ford estica a mão, mas ouve a voz de Arctus comentando com ele antes que chegue ao pote.

    Arctus: -Esse produto já esta vetado do mercado, Doutor Ford. Entende o que estamos falando? Pelo que ela comentou há uma manipulação genética em animais que eles estão estudando e talvez em humanos, graças ao conglomerado da Umbrella que ampliou da Monsanto os experimentos em vegetais, a Pentex é a responsável geral por tudo.

    Ele cambaleia por um instante, acordando quase que de um transe hipnótico, não sabendo se concordou com a cabeça pouco depois disso. Ele só vê Persephone adentrar a sala, com expressão preocupada no olhar.

    Persephone: -Desculpe atrapalhar o "turismo" de vocês, mas parece que temos problemas na entrada. Algumas pessoas querendo invadir o prédio, eu devo ligar para polícia?

    -Carrie Hogarth: -Nós temos total direito sobre esse prédio. A invasão de propriedade vai ser resolvida por nós.

    Persephone: -Fico grata por isso.

    Ela sai sorridente, quase rindo, enquanto Carrie acompanha o tom de sadismo em seu sorriso. Enquanto Arctus cutuca discretamente Ford...

    Em sua mente... um único som surge.

    Plec...

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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Portuga em Sab Ago 25, 2018 4:52 am

    Sua boca estava boquiaberta, seus olhos absorviam todas aquelas mudanças cinematográficas, e os plot twists da "máscara", o enredo era uma viagem, muitas mudanças de não-gênero pra gênero, de 1 pra 3 e de 3 pra 7... sua mente parecia estar lhe pregando uma peça, e só podia pensar que em algum momento, seu cérebro tinha sido fritado pelo outro lado da umbra...
    A única coisa que tinha certeza é que se tinha “morrido” ou se a “quest level up”, o designer estava de parabéns, a sonoplastia, os gráficos e os detalhes... tudo impressionante.

    Após alguns segundos ainda entorpecido, um louco sorriso aparecia em seu rosto, de sua cabeça percorrendo sua espinha, espalhando por todo seu corpo, uma mistura de emoções de angustia, ansiedade e excitação.

    Daniel, estendia sua trêmula mão em direção ao livro, sua curiosidade literalmente pulsava em seu peito, de uma maneira que certamente não era saudável....

    - No...nossa, tenho que dizer, que se de algum modo vocês não foderam com minha mente...
    - Caralho vocês superaram e muito minhas expectativas!!!

    Daniel olhava Camazotz e o ranger dourado, seus olhos estreitados, olhando de um para outro, repetidas vezes e seu sorriso, lhe davam a aparência de um maníaco, sua sanidade teria sido afetava!?

    - HELL YEAH!!!! Estou com vocês e não abro!!!! Vocês me convencerem!!!
    (sua última fala fez até parecer que quem convenceu e propôs um pacto, tinham sido eles)

    - Sabe máscara, você certamente me trás mais perguntas do que respostas? Deus realmente existe? Sabe aquela história de jesus e judas? Vocês que me deram AVA!? Outra, sabe que de onde venho, na cabala, bíblia e whatever, 7 tem significados muito interessantes!
    (como jogador de rpg, jogos e histórias fantasiosas, ainda mais depois do incidente e seus sonhos com todo tipo de espíritos, Daniel havia acumulado uma grande gama de conhecimento inúteis)

    - Camazotz, que dons temos pra hoje!?!?
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Simon Black em Dom Ago 26, 2018 5:44 pm

    -Moço, o vovô falou para você entrar numa tal de nunbra, umbra, sei lá, algo assim.

    As primeiras palavras do garoto haviam sido no sentido de que havia um fantasma ao seu lado. Lembrou-se imediatamente de Ron, que o enviara ali para se encontrar com um necromante. Antes que pudesse sequer olhar para o lado que o menino apontava ou até mesmo raciocinar sobre o que parecia estar ocorrendo, ele disse suas últimas palavras.

    E Erik, por instinto, agiu, em busca de entrar na umbra. Segurou o totem que recebera, fechou os olhos, respirou profundamente e concentrou-se.

    Obs: Erik tentará entrar na umbra. Ele acredita que o totem possa lhe auxiliar.
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Claude Speedy em Dom Ago 26, 2018 7:28 pm

    Enquanto Daniel pergunta, a noite cai.

    Daniel:
    Máscara: -Existir? Eu sou aquele que sou. Mas em que sentido pode afirmar que uma simulação não é realidade de sua interpretação? Afinal tudo isso é um jogo, não? Na verdade é essa a essência da existência segundo seu ponto de vista, não?
    Eu sou venerado em vários lugares, no passado, na Samaria, Attluma e Hyboria. Meus cultistas se reuniam para ouvir as palavras de sacerdotes que professavam as Verdades do Impronunciável. Eu era por lá o Deus patrono dos pastores, peregrinos e viajantes... E tenho ensinado que sou o pastor do imenso rebanho que são todos os homens. E meu culto existiu na Atlântida Antediluviana e chegou até a Hyperborea... Meus servos alados estão em toda Terra, protegendo minha criação...


    Do negrume inimaginável além do brilho gangrenoso da chama fria das tochas ao redor que fragilmente iluminava a máscara, das léguas tántricas era notório um som que flopava ritmicamente uma horda de coisas aladas hibridas, treinadas e híbridas que nenhum olho sadio conseguia. sempre totalmente compreendido, ou o cérebro sadio jamais se lembra totalmente. Eles não eram completamente corvos, nem moles, nem abutres, nem formigas, nem morcegos vampiros, nem seres humanos decompostos; mas algo que não se poderia e não deveria recordar. Eles caíram fracamente ao longo, metade com seus pés palmados e metade com suas asas membranosas; e ao chegarem às costas da máscaras a figuras encapuzadas  agarrou um deles e montou, enquanto Camazotz se aproximou de Daniel em posição de ser montado também. Eu posso lhe ensinar por hora como parecer mais aterrador aos seus inimigos, conhecer as fraquezas deles ou como aumentar sua proteção diante de Luna. Que vai querer aprender...

    Erik:
    Erik meio perdido saca seu talismã, um pequeno ídolo com escritos que ele tem para si que representam um corvo, símbolo de Odin... Quando fecha os olhos para se concentrar em sua mente vem a imagem da maquiagem do Ferroada...

    Maquiagem... Corvo...

    Para pouco depois lembrar, no fundo de sua mente, que precisa de uma superfície reflexiva para adentrar na Umbra, o mundo espiritual para onde todos lobisomens conseguem ir se verem seus próprio reflexo e assim desejar...

    Simon Black
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

    Mensagem por Simon Black em Dom Ago 26, 2018 7:40 pm

    A certeza de como entrar na Umbra o acertam em cheio.

    - Reflexo... - murmura baixinho e ele então dá as costas ao garoto, passando a procurar algo que possa refleti-lo e, assim, poder entrar na Umbra: espelho, corpo d´água, etc...
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    Re: Parte lll: O olho que Tudo vê

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