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    In your heart shall burn (PERSONAGENS)

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    Garahel
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    In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Qui Fev 01, 2018 2:20 pm

    PERSONAGENS

    Aqui vão ficar as fichas dos seus personagens, atualizadas em tempo real com Saúde, Mana etc. Enviem-me as fichas por MP seguindo essas regras e no modelo que tá no final, e depois eu posto nesse tópico dentro do template bonitinho Very Happy Leiam com atenção e carinho, e qualquer dúvida (sobre a criação, sobre o sistema, sobre o cenário, ou qualquer coisa) só falar.
    livro básico

    Conforme dito na proposta, usaremos o Livro Básico, ou Core Rulebook. Ele já está no Drive do fórum, mas você também pode baixá-lo em PDF aqui, em português, ou aqui, em inglês.

    OBS:
    Aproveitando para falar de idiomas, quase sempre tem três nomes para cada coisa: em inglês, em português na tradução do Livro Básico e em português na tradução de Dragon Age: Inquisition. Nas narrações eu vou quase sempre usar os nomes como estão na tradução do Livro Básico, por ser de mais fácil acesso que a do Inquisition (com algumas exceções, como Fade, que ficou muito melhor como Imaterial do que como Turvo, ou Chantry, porque Chantria é melhor que Coro). Mas eu li o livro em inglês e joguei os três jogos em inglês, então no OFF pode ser que eu use termos em inglês por hábito Razz Se você não reconhecer algum nome (especialmente a galera que jogou só o Inquisition, se jogou em PT-BR), pode perguntar sem medo que eu traduzo.
    habilidades

    Para o cálculo das habilidades, será adotado a opção “Comprando Habilidades” presente na página 12 do Livro Básico. Assim, você terá 10 pontos para distribuir em suas habilidades; todas começam no zero, e você só pode aumentar cada uma até 3 nessa etapa. Posteriormente, o histórico de personagem que você escolher te dará bônus de habilidades, e aí sim poderá ultrapassar o valor 3. Evitei o sistema aleatório de rolagem de dados para não termos personagens desequilibrados (para melhor ou pior).
    históricos

    Estão liberados todos os históricos do Livro Básico, contanto que você explique em seu BG como ele saiu daquela origem e chegou até Orlais (a não ser que seu histórico já seja de Orlais). Entretanto, caso você queira fazer um elfo Dalish/Valeano e mago, eu achei que dentre os históricos do livro, nem o de Elfo Apóstata nem o de Elfo Valeano encaixam-se perfeitamente com o que é ser um mago dalish, então criei um histórico próprio para quem quiser fazer um personagem assim:

    Mago Valeano:
    Mago Valeano
    - Adicione 1 à sua Vontade. A teimosia dos elfos valeanos é lendária.
    - Escolha um dos seguintes focos: Astúcia (Conhecimento Natural) ou Vontade (Disciplina)
    - Você é capaz de falar e ler a Língua do Comércio. Você é capaz de falar Élfico.
    - Escolha a classe mago.
    - Compre benefícios entre as seguintes opções: Percepção (Audição), +1 Magia, Destreza (Furtividade), +1 Astúcia, Grupo de armas: arcos

    Além disso, adotaremos também o sistema de compra de benefícios de histórico da página 13 do Livro Básico, pelo mesmo motivo acima. Nele, você tem 3 pontos de benefícios, sendo que os bônus em Habilidades custam 2 pts e os demais custam 1 pt. Assim, entre as opções da tabela, você pode pegar três focos, por exemplo, ou um bônus de habilidade e um foco.
    equipamento inicial

    Na página 38 do livro está a lista de equipamento inicial por classe, e mais uma fórmula para o dinheiro inicial para comprar outros itens. Porém, eu não gostei da ideia de uma fórmula única, porque não faz o menor sentido um apóstata começar com a mesma quantidade de dinheiro que um nobre de Orlais. Então o equipamento inicial está mantido, mas quanto ao dinheiro inicial, adotem as seguintes fórmulas, a depender do histórico escolhido:

    Dinheiro Inicial:
    - Anão do Pó (duster), Apóstata (apostate), Avvar, Convertido de Seheron (Seheron convert), Elfo Escravo Fugitivo (escaped elven slave), Elfo Urbano (city elf), Elfo Valeano (Dalish elf), Exilado Orlesiano (Orlesian exile), Homem Livre Fereldeniano (Fereldan freeman), Plebeu Orlesiano (Orlesian commoner), Selvagem Chasind, Tal-Vashoth, Tevinter Soporati: 30 + 1d6 PP

    - Anão da Superfície (surface dwarf), Anão de Casta Baixa (low-born dwarf), Andarilho Antivano (Antivan wayfarer), Artesão Fereldeniano (Fereldan craftsman), Aventureiro Nevarrano (Nevarran adventurer), Beresaad Qunari, Burguês das Planícies Livres (Free Marcher), Estudante Orlesiano (Orlesian student), Mago do Círculo (Circle Mage), Mercador Riviani (Riviani merchant), Saqueador do Mar Desperto (Waking Sea Raider), Sobrevivente Ander (Ander survivor), Tevinter Laetan: 50 + 3d6 PP

    - Anão de Casta Alta (high-born dwarf), Nobre Fereldeniano (Fereldan noble), Nobre Orlesiano (Orlesian noble), Tevinter Altus: 70 + 5d6 PP

    Além do equipamento listado no Capítulo 4, vocês também podem comprar poções de cura e de lyrium, de acordo com os preços da tabela na página 320 do Livro Básico, mas com uma pequena correção: a poção menor de lyrium custa 30 PP, não 30 PC. É um erro do próprio livro, tanto no original quanto no traduzido, porque logo antes da tabela é falado que as poções de lyrium são mais caras que as de mesmo tamanho de cura Razz
    técnica de feitiço

    Só pra avisar que o talento opcional Técnica de Feitiço, presente na página 106 do Livro, e que dá acesso a façanhas mágicas avançadas, está disponível para aquisição. Vocês não podem pegar ele agora, só em níveis mais pra frente, mas já tô deixando avisado Razz
    objetivos

    O sistema sugere que você crie objetivos para seu personagem, para poder cumpri-los durante a aventura. Isso não é obrigatório, mas já digo logo: quem colocar objetivos vai ter a oportunidade de cumpri-los e, se cumprir, vai receber XP. Então recomendo que vocês coloquem Wink

    Objetivos podem ser qualquer coisa, desde algo simples como entrar para os Guardiões Cinzentos até algo amplo como estudar antiga magia élfica. Só tenham consciência de que, sendo algo amplo, será mais difícil conseguir cumpri-lo. Vocês podem ter de 1 a 3 objetivos, relacionados ou não com a trama principal.
    imagem

    Enviem também, junto com a ficha, uma imagem para representar o personagem. Pode ser uma arte comum que vocês usam nos jogos, mas eu tenho uma sugestão: vocês podem usar cartas de tarô se quiserem, naquele estilo do Inquisition. Vocês podem escolher entre as originais do jogo aqui, ou uma das muuuitas fanmades aqui. Se quiserem mandar uma carta de tarô e uma imagem normal tá valendo, contanto que enviem pelo menos uma das duas Very Happy
    modelo de ficha

    modelo:

    [/b]
    Código:
    [b]Nome:[/b]
    [b]Histórico:[/b]
    [b]Classe:[/b]

    HABILIDADES
    [b]Astúcia:[/b]
    [b]Comunicação:[/b]
    [b]Constituição:[/b]
    [b]Destreza:[/b]
    [b]Força:[/b]
    [b]Magia:[/b]
    [b]Percepção:[/b]
    [b]Vontade:[/b]

    FOCOS
    - [nome do foco] - [habilidade do foco]

    ESTATÍSTICAS
    [b]Velocidade:[/b]
    [b]Defesa:[/b]
    [b]Saúde:[/b]
    [b]Valor de Armadura:[/b]
    [b]Penalidade de Armadura:[/b]
    [b]Tipo de Armadura:[/b]
    [b]Mana:[/b] (apenas se for mago)

    PODERES DE CLASSE E TALENTOS
    - [nome do poder]
    - [nome do talento] - [grau do talento]

    FEITIÇOS
    - [nome do feitiço] - [escola] ([tipo]) | [custo em MP] | [tempo de lançamento] | [NA] | [teste]

    EQUIPAMENTO:
    - [nome da arma corpo-a-corpo] - [bônus de ataque] | [dano]
    - [nome da arma de distância] - [bônus de ataque] | [dano] | [alcance curto] | [alcance longo] | [ação para recarregar]
    - [nome do item]
    - Dinheiro: xx PP

    CARACTERÍSTICAS PESSOAIS
    [b]Gênero:[/b]
    [b]Idade:[/b]
    [b]Altura:[/b]
    [b]Peso:[/b]
    [b]Traços Marcantes:[/b] (opcional)
    [b]Idiomas:[/b]

    OBJETIVOS
    - [objetivo]

    [spoiler=BG] (bg vai aqui)[/spoiler]

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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Sex Fev 02, 2018 11:37 am

    olivianna

    PERSONAGEM TRANSFORMADA EM NPC


    Nome: Olivia Anna "Olivianna" Blanc
    Histórico: Exilada Orlesiana
    Classe: Ladina (nível 2)
    XP: 2.250/4.000

    habilidades

    Astúcia: 2
    Comunicação: 4
    Constituição: 1
    Destreza: 3
    Força: 0
    Magia: 0
    Percepção: 2
    Vontade: 1
    focos


    • Comunicação (Persuasão)
    • Destreza (Arrombamento)
    • Destreza (Lâminas Leves)

    estatísticas

    Velocidade: 13 m
    Defesa: 13
    Saúde: 32/32
    Valor de Armadura: 3
    Penalidade de Armadura: 0
    Tipo de Armadura: Armadura de Couro Leve
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: arcos, briga, lâminas leves e cajados
    • Apunhalar pelas Costas
    • Armadura da Ladina
    • Contatos: novata
    • Bônus de Façanha: Perfurar Armadura (1 PF)

    equipamento


    • Espada Curta - +4 | 1d6+2
    • Facas de Arremesso - +4 | 1d6 | 6m/12m | ação menor
    • Mochila
    • Roupas de Viajante
    • Odre
    • Manto
    • Roupas Íntimas
    • Luvas
    • Meias
    • Sapatos
    • Faixa
    • Dinheiro: 19 PP, 21 PC

    características pessoais

    Gênero: Feminino
    Idade: 20 anos
    Altura: 1,71 m
    Peso: 59 kg
    Traços Marcantes: olhos azuis acinzentados, bem claros. Cabelos negros, com rabo de cavalo curto. Nariz afinado e empinado. Lábios grossos. Uma sinal abaixo do olho esquerdo, sobre a maçã do rosto. Uma cicatriz alongada de cinco centímetros, acima da bacia, no lado direito. Seios médios. Corpo magro com músculos pouco definidos.
    Idiomas: Orlesiano e Língua do Comércio
    objetivos


    • Criar uma Organização
    • Instigar a revolta dos plebeus orlesianos
    • Vingar a morte do seu pai

    background

    Salamandra:
    Olivia Anna Blanc, ou somente Olivianna, é filha do nobre orlesiano e condecorado Chevalier Julian Blanc, e de Evangeline, uma filha de artesãos. Do matrimônio de Julian e Evangeline, também nasceram Antoine e Anne-Laure, irmão e irmã mais velhos de Olivianna.

    Olivianna viveu a sua infância inteira no Vinhedo Le Blanc, propriedade da família Blanc a oeste de Val Chevin, conhecida por produzir o vinho branco Chardonnay Blanc. Desde cedo, a pequena Olivianna já demonstrava menos disciplina que seu irmão e sua irmã, o que divertia os servos da casa quando Evangeline corria pelos corredores do casarão, gritando atrás de Olivianna quando a garota levada aprontava das suas. De certa forma, Julian e Anne-Laure eram mais pressionados com seus deveres da casa e família, enquanto Olivianna sempre fora criada mais solta, sendo o xodó de Julian.

    No vinhedo Le Blanc, o tratamento com os servos era diferenciado do resto de Orlais. No geral, a vida da plebe orlesiana era difícil e indigna, mas o viés humanitário de Julian o fazia destoar do restante da nobreza. Seus servos recebiam um pagamento que lhes davam maior qualidade de vida, os filhos dos seus servos recebiam estudo, e até mesmo ascendiam de posição dentro da hierarquia da família Blanc. Claro que tal comportamento era mal visto pela maioria avassaladora dos nobres orlesianos, e também mantinha o Vinhedo Le Blanc com uma produção limitada, que raramente oferecia a família Blanc o estilo de vida que outras famílias nobres ostentavam. A natureza de Julian muito se dava a influência de Evangeline, que não viera de uma família nobre e conseguiu doutrinar seu noivo a partir da vivência que tivera sendo filha de artesãos.

    Na adolescência, Olivianna começou a se adequar com os modos no qual Evangeline tentava criar, absorvendo o mínimo de etiqueta que a nobreza de Orlais requeria, embora o ranço de se enfiar em vestidos continuou a incomodar Olivianna. Seus deveres com a família começavam a afastá-la dos seus amigos e amigas do vinhedo, a maioria filhos e filhas dos servos da familia. Nessa época, Antoine já se tornara um soldado treinado e um iniciado Chevalier, sendo movido de guarnição e servindo nas fileiras do Grão-Duque Gaspard de Chalons. Enquanto isso, Anne-Laure preparava ansiosamente a festa de seu casamento, em breve se mudaria para Antiva, para viver com seu noivo, filho de um príncipe mercador.

    Meses após o casamento de Anne-Laure, uma doença devastou a costa norte do Mar Desperto, vitimando Evangeline. Dali em diante nada fora como antes. Julian se afundou na bebida, Olivianna que sempre fora o xodó de Julian começou a ser evitada pelo próprio pai. A governanta da casa, e praticamente uma avó adotiva de Olivianna, comentava que o isolamento de Julian se dava ao fato de Olivianna cada vez mais ficar parecida com Evangeline. Olivianna podia notar nos retratos espalhados pelo quarto do casal que sua semelhança física com sua mãe quando era mais nova, era sim assustadora, e isso para seu pai era perturbador, pois quando Julian olhava para Olivianna, enxergava Evangeline. Olivianna passou a adotar o cabelo curto a partir dali, tentando se distanciar da figura da mãe. Suas longas mechas enegrecidas deram lugar a um curto rabo de cavalo, semanalmente tosados. O esforço de Olivianna de nada adiantou, Julian a inscreveu na Universidade de Orlais, em Val Royeaux. Filha e pai se despediram, e Olivianna se mudou para o campus da universidade.

    Val Royeaux, Olivianna já tinha visitado a cidade em algumas oportunidades, mas só após morar ali que conseguiu ter noção do quão grande era a cidade, muito diferente do modesto vinhedo em que viveu a maior parte de sua vida. Até sua origem nobre parecia ser totalmente diferente dos nobres de Val Royeaux. Seus primeiros amigos a chamavam de garota do vinho (Wine Girl).

    Olivianna, desde o começo, não se mostrou uma boa aluna. Não lhe faltava inteligência, mas não tinha foco, não era disciplinada o bastante para estar naquele ambiente. E por mais que soasse estranho, muitos alunos também era como ela. Olivianna era acadêmica das Artes Liberais, que mantinha uma grade bastante generalizada, mas fora ali aprimorou sua comunicação, sua retórica, não apenas pelas aulas, mas pela necessidade de engabelar seus professores quando não aparecia para presenciar as aulas.

    A jovem nobre rapidamente se adaptou a vida urbana e não conseguia parar de se envolver com os tipos de pessoas cada vez mais baixos na escala social, e por vezes à margem da sociedade. Suas noitadas eram acompanhadas geralmente por baderneiros. Por vezes se juntava a bandos e executavam furtos, as vezes sendo levada a isso, outras pela adrenalina ou por um senso deturpado de justiça. O submundo de Val Royeaux apresentava o quê de mais sujo tinha na sociedade, tanto nas classes da base da pirâmide social, quanto do topo. A máscara do nobre orlesiano escondia o quê de pior existia em cada um. Cada vez mais submersa no submundo de Val Royeaux, Olivianna precisou aprender a se defender, e assim conhecia cada vez mais pessoas, e cada vez as pessoas se mostravam mais estranhas. Aprendeu a lutar, aprendeu a se mover com velocidade, aprendeu a se esgueirar, aprendeu a se esquivar, aprendeu a dançar com as lâminas no ritmo de um combate, e aprendeu rapidamente. Olivianna ficara excitada, a vida degenerada que levava nos becos de Val Royeaux lhe dava uma liberdade que nunca antes tinha sentido ter. Volta e meia se encrencava com as autoridades, e quase sempre conseguia escapar sem ser reconhecida, mas outras vezes seu pai era preciso viajar para Val Royeaux e liberar Olivianna de maiores punições, alguns de seus colegas não tinha a mesma sorte de nascer com os privilégios de Olivianna, e não conseguiam mais seguir o caminho que seguiam. Os colegas baderneiros e as autoridades começaram a apelidar a ladra das ruas de “Salamandra”, por ela se provar difícil de ser capturada, claro que os que chamavam Olivianna de salamandra geralmente não a conheciam ou reconheciam, mas conheciam a ladra que desaparecia nas ruas.

    Os anos de academia foram repetitivos. E eis que certa manhã uma comitiva de Le Blanc chega a Val Royeaux para buscar Olivianna. Alguns chevaliers a mando de seu pai vieram para escolta-la até o vinhedo da família. Os rumores já haviam chego até Olivianna, as tensões aumentavam dia após dia, e provavelmente a atitude do pai era uma consequência da instabilidade política que Orlais vivia. Enquanto Olivianna viajava para o vinhedo da família, a guerra civil eclode em Orlais.

    Julian havia declarado neutralidade no confronto, visto que a maior parte dos camponeses que viviam em sua terra não supriam nenhum sentimento positivo para ambos os lados da guerra. Mas mesmo neutros, era sabido que alguém poderia interpretar a neutralidade de outra forma, então precisavam estar preparados para se defender. Julian e Antoine prepararam os seus homens para um possível confronto em suas terras. E semanas treinando camponeses, junto com Olivianna, que conquistava o povo com sua retórica afiada e claro, a lembrança que tinham de Evangeline estampada em seu rosto. O noivo de Anne-Laure abastecia o vinhedo com suprimentos, visto que não poderiam confiar nos mercadores orlesianos. A neutralidade se tornava cada vez mais difícil de ser mantida.

    O vinhedo Le Blanc estava protegido de qualquer tipo de ataque a certa altura, mas não estava preparado para uma traição. Pressionado pelo Grão-Duque Gaspard de Chalons, Antoine toma partido na guerra, justificando sua decisão na possibilidade de elevar o prestígio da família após a vitória do Grão-Duque, e melhorar a produção do vinhedo para que este começasse a gerar lucros mais significativos. Era verdade que Antoine nunca fora de acordo com as políticas de seu pai, mas nem Julian e nem Olivianna esperava que ele fosse capaz de trair a própria família por conta de seu próprio ego. Os soldados de Antoine fizeram um combate sangrento com as forças de Julian, e se saíram vitoriosos. Julian não abdicou de sua honra, se recusou a dobrar-se diante de seu filho. Olivianna estava rendida, e fora obrigada a testemunhar o duelo derradeiro entre Julian e Antoine. Julian era muito mais velho que Antoine, e apesar de ser mais técnico, Antoine parecia não se esforçar durante o duelo, sempre mantendo a luta sob seu controle. Ficava claro que Antoine não queria que o confronto chegasse àquele ponto, Olivianna acreditava até que Antoine estava arrependido de ter confrontado a posição de seu pai, mas após Julian esbravejar e insultar Antoine, a raiva toma conta do Chevalier mais jovem que termina o combate dando um golpe fatal no peito de seu pai. Olivianna chorava, Antoine chorava, um silêncio tomou conta dos campos, e logo após, uma revolta entre os prisioneiros. Olivianna aproveitou o caos do momento e fugiu antes que seu irmão se concentrasse nela, as únicas coisas que carregava era uma muda de roupas e uma porção de moedas. Não mais que isso. Sua decisão não fora pensada, não sabia se seu irmão a perdoaria, ou se a veria como inimiga, assim como seu pai. A verdade é que a distância entre eles já os tornavam desconhecidos, e pouco significava o laço de sangue entre eles. O sentimento de raiva, injustiça e vingança falava mais alto, nenhuma decisão naquela noite fora tomada pela razão, apenas reagiu, julgando que um tempo afastada seria útil para recuperar suas forças e sobreviver.

    Seu caminho seguiu até o porto mais próximo, onde pagou para uma capitã pirata levar ela até o outro lado do Mar Desperto, onde seu exílio começou. Semanas e mais semanas se passaram, os eventos da Guerra Civil perduram. Olivianna já está acostumada com a vida de exilada. Mas sempre sem esquecer que um dia retornará para cumprir com seus objetivos, formulados através de sua mentalidade jovem e libertina.

    Garahel
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Dom Fev 04, 2018 8:17 pm

    piper


    Nome: Piper Arellano
    Histórico: Nobre Fereldeniana
    Classe: Guerreira (nível 2)
    XP: 2.100/4.000

    habilidades

    Astúcia: 1
    Comunicação: 2
    Constituição:  3
    Destreza: 3
    Força: 4
    Magia: 0
    Percepção: 0
    Vontade: 0
    focos


    • Comunicação (Etiqueta)
    • Destreza (Cavalgar)
    • Força (Intimidação)
    • Força (Lâminas Pesadas)

    estatísticas

    Velocidade: 12 m
    Defesa: 16
    Saúde: 47/47
    Valor de Armadura: 4
    Penalidade de Armadura: -1
    Tipo de Armadura: Armadura de Couro Pesada
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: briga, armas de contusão, lâminas pesadas e machados.
    • Estilo de Arma e Escudo: novata
    • Estilo de Arma de Duas Mãos: novata
    • Treinamento em Armadura: novata

    equipamento


    • Espada Longa - +3 | 2d6
    • Maça - +3 | 2d6
    • Machado de Duas Mãos - +3 | 3d6
    • Mochila
    • Roupas de viajante
    • Odre
    • Escudo Pesado (+3)
    • Dinheiro: 60 PP

    características pessoais

    Gênero: Feminino
    Idade: 19 anos
    Altura: 1,70 m
    Peso: 61 kg
    Traços Marcantes: longos cabelos ruivos
    Idiomas: Língua do Comércio
    objetivos


    • Provar seu valor
    • Encontrar o pai
    • Realizar um grande ato heroico

    background

    jornada:
    Barik Arellano, nascido em Denerim, era conhecido por seus atos de coragem e nobreza em nome dos reis de Ferelden, que lhe concederam o status de nobre. Quando sua filha Piper nasceu, a admiração da menina pelos feitos do pai não eram segredo, sendo sempre vista com uma espada de madeira, correndo atrás de galinhas. O sonho de seguir os passos de seu pai foi completamente reprimido por sua mãe, que se angustiava sempre que o marido saia para uma nova batalha, morrendo de medo que o mesmo tenha que acontecer com sua única filha. Mas isso não impediu Piper de treinar. Desde seus doze anos, sempre que podia conseguia uma desculpa para sair de casa e se encontrar com Flavus, também cavaleiro jurado aos reis, para aprender como se portar em batalha.

    Essa rotina se prosseguiu por muito tempo, até que o pai de Piper saiu para mais uma missão em nome do rei. Sua previsão de voltar não era maior que dois meses, mas um ano se passou sem informações do homem. Marchas de cavaleiros foram enviadas atrás de notícias, mas com sucesso ou não, nada sequer chegou aos ouvidos de Piper. Erguendo espada e escudo, a mulher decidiu que traçaria seu próprio caminho, saindo de casa e deixando nada além de um bilhete para trás, determinada a descobrir a verdade sobre seu pai.

    Longe da segurança da capital de Ferelden, Piper chegou em Redcliffe, onde acabou acidentalmente indo ao encontro de uma andarilha vidente chamada Evana, cujas palavras passaram a perseguir o pensamento da jovem guerreira.

    “Seu pai deixou os deuses furiosos, criança. Diferente dele, vejo um futuro brilhante em seus olhos, digo que deverá ir atrás do Sol Dourado, mas não irá encontrar seu pai tão fácil. Primeiro precisa conquistar aquilo que seu coração realmente deseja. Procure por meu amigo Flavo, ele cuidará de você.”

    O brasão do império orlesiano era facilmente reconhecido pelo sol em seu brasão. Embora o desejo de encontrar seu pai a consumisse, Piper sabia que tudo que sempre quis desde criança era ser reconhecida pelos seus feitos. Ela agora sabia o que fazer.
    Garahel
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Seg Fev 05, 2018 11:57 pm

    shayla


    Nome: Shayla
    Histórico: Maga do Círculo (elfa)
    Classe: Maga (nível 2)
    XP: 2.400/4.000

    habilidades

    Astúcia: 4
    Comunicação: 1
    Constituição: 0
    Destreza: 0
    Força: 0
    Magia: 5
    Percepção: 0
    Vontade: 3
    focos


    • Astúcia (Conhecimento Arcano)
    • Astúcia (Cura)
    • Magia (Espírito)

    estatísticas

    Velocidade: 12 m
    Defesa: 10
    Saúde: 26/26
    Valor de Armadura: 0
    Penalidade de Armadura: 0
    Tipo de Armadura: -
    Mana: 23/23
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: briga e cajados
    • Lança Arcana
    • Conhecimento: novata

    feitiços


    • Cura - Criação (utilidade) | 1-3 PM | ação principal | NA 10 | sem teste
    • Rajada Arcana - Espírito (ataque) | 2 PM | ação principal | NA 10 | Destreza (Acrobacia)
    • Lume Mágico - Criação (utilidade) | 3 PM | 1 minuto | NA 11 | sem teste
    • Bomba Ambulante - Espírito (ataque) | 4 PM | ação principal | NA 13 | Constituição (Vigor)

    equipamento


    • Cajado - +0 | 1d6+1 (Lança Arcana - +4 | 1d6+4 | 16m | ação livre)
    • Manopla - +0 | 1d3+1
    • Mochila
    • Roupas de Viajante
    • Odre
    • Robe (mago)
    • Manto
    • Cinto
    • Bolsa (cinto)
    • Luvas
    • 3x Meias
    • Botas
    • 2x Capuz
    • 7x Roupas Íntimas
    • 5x Vestidos
    • Sabão (500g)
    • Kit de Curandeiro
    • Saco de Dormir
    • 3x Tochas
    • 5x Lápis
    • 20x Papel (comum)
    • Pederneira
    • Dinheiro: 3 PP, 2 PC

    características pessoais

    Gênero: Feminino
    Idade: 17 anos
    Altura: 1,65 m
    Peso: 52 kg
    Traços Marcantes:
    Idiomas: Língua do Comércio, Orlesiano e Tevene Antigo (só ler)
    objetivo

    Restabelecer uma nação Élfica independente (com território oficial), reconhecida por Orlais, através de um decreto Imperial, a ser conseguido através de influência direta da Chantria. Para isso preciso subir na hierarquia da Chantria (dentro do Círculo), chegando a se tornar uma Divina com o favor da Imperatriz em troca de feitos que a ajudem a ganhar a guerra e continuar como imperatriz de Orlais.
    background

    predestinada:
    Linha do Tempo

    • 8:92 - Nasce Maylo.
    • 9:9 - Maylo explora os Ermos Arbor. Durante sua expedição tem seu poder mágico despertado e acaba entrando no Imaterial. Ele resiste a uma possessão sem nenhum treinamento prévio.
    • 9:14 - Hahren Altharis se comunica com Maylo em sonho e posteriormente se encontram no Imaterial. O plano é traçado.
    • 9:19 - Maylo chega a Orlais como um Apóstata e se esconde no alienário. Forma um grupo para ajudar em seu objetivo. Se casa com Sheheen.
    • 9:22 - Nasce Shayla, filha de Maylo e Sheheen.
    • 9:25 - Inicia a preparação de Shayla para entrar na Chantria.
    • 9:37 - O poder mágico de Shayla se manifesta. Sheheen a apresenta ao Círculo.
    • 9:38 - Shayla passa pelo Tormento.
    • 9:39 - O Círculo é dissolvido. Shayla deixa Val Royeaux, evitando se juntar aos rebeldes.

    9:9 Dragão - Extremo sul dos Vales
    Alisther pediu que eu registrasse nossa expedição. Me deu esse diário como presente pelos meus 17 anos. Amanhã chegaremos aos Ermos Arbor. A ideia é fazer o que muitos outros não conseguiram: encontrar o antigo refúgio valeano. É um mito, é claro. Só estou aqui por não querer continuar vagando com aqueles velhos lamuriosos a vida toda.

    Tremenda perda de tempo. Estamos nessa floresta há dias. Apesar de ouvirmos sons estranhos em toda a parte, não encontramos nada além de pássaros. Ainda assim, tenho a impressão de estarmos sendo vigiados constantemente. Mas não se provou ser mais do que uma sensação.

    Por todos os Deuses, é um milagre que eu esteja vivo. Todos nós passamos por algo sinistro. Foi como se entrássemos num sonho coletivo, mas não estávamos dormindo, não de verdade. Vimos vultos na escuridão e vozes nos chamavam. E logo sombras terríveis começaram a nos caçar. Nos separamos. Ouvi gritos à distância, foi terrível. E logo uma sombra negra me segurou, vindo do chão. Não consegui me soltar de imediato. Era como se ele estivesse me tirando a vida, me separando de mim mesmo. Gritei o mais alto que pude e senti a vida pulsar dentro de mim. Uma estranha energia emanou e a sombra foi afastada. Acordei em meio às árvores, fora do sonho. Mas meus companheiros estavam diferentes. Tentei acordá-los e seus olhos abriram, negros. Não pronunciavam palavras na nossa língua, parecia uma canção fúnebre. Quando o primeiro me atacou, me defendi com uma pedra, matando-o. Alisther, meu irmão, meu sangue, sorriu de forma agourenta, uma gargalhada demoníaca. Foi então que entendi que não se tratavam mais dos meus amigos, e sim de crias das trevas. Corri o mais rápido que pude, sem parar por muito tempo. Não sei ao certo, pois parecia sempre noite, poderiam ter sido horas ou dias, até que saí da floresta. De alguma forma eu sabia para onde ir e não me perdi. Estou faminto e com sede. Não sei se vou resistir.

    9:14 Dragão - Norte dos Vales
    Faziam anos que os sonhos não faziam sentido. Mas essa noite fez. Volto a escrever nesse diário, que eu tinha escondido, pelo único motivo de que agora minha vida tem um propósito, e se eu não conseguir cumprir minhas tarefas, outra pessoa precisa fazer por mim. Então esteja ciente. Essa noite um antigo ancião de nosso povo se comunicou comigo. Ele se identificou como Altharis. Está no que ele chama de Além há séculos, de uma era antes dos humanos. Ele tem observado a calamidade acometida contra nosso povo, geração após geração, Podridão após Podridão. Há muito tempo pensa numa forma de reunir nosso povo. Ele tem um plano e disse que precisa de mim para completá-lo.

    Me encontrei novamente com Altharis, dessa vez fui até o Além, conforme ele me instruiu. Conversamos frente a frente e ele me explicou o que eu teria que fazer. Não entendi tudo, mas tenho que ir até onde os humanos controlam o mundo, com sua religião. A Chantria é a chave para nossa repatriação, como um dia fizeram, Orlais voltará a fazer, sob a liderança certa e a influência certa de uma elfa. Minha filha, ele disse, será nossa salvação.

    9:19 Dragão - Algum lugar do Mar Desperto
    Consegui minha passagem para a capital. Não é difícil encontrar serviço nessas bandas, todo elfo é visto como mão de obra barata. Não vejo a hora de entrar no alienário. Todas aquelas mentes fracas, suplicando por uma vida melhor. Não irá demorar para que eu forme um grupo de apoio.

    Os deuses são bons. Consegui mais do que jamais imaginara. Agora tenho seguidores e uma esposa. Tenho que tomar cuidado com os Templários, mas tem sido tarefa fácil até então. Utilizo a magia apenas para me comunicar com o Hahren, meu mestre. Tudo tem sido como o planejado. Sheheen é maravilhosa, mesmo sendo devota da Chantria, isso é menos do que meu amor por ela.

    9:22 Dragão - Val Royeaux
    O cumprimento da profecia fortalece nosso grupo. Essa noite nasceu nossa esperança. Minha filha, chamada Shayla veio ao mundo, forte e saudável. O Hahren nos mostrou alguns feitiços para a proteção dela. Faremos todos eles.

    9:25 Dragão - Val Royeaux
    Hoje iniciamos formalmente a preparação de Shayla para ser a melhor de nós. Ela será tudo o que a Chantria precisa que a Divina seja. Espero que nossos velhos deuses nos perdoem, mas é pelo bem de todo nosso povo. Mais uma vez experimentaremos a liberdade. E que eu viva para ver esse momento.

    9:37 Dragão - Val Royeux
    Algo inesperado aconteceu. Eu devia ter imaginado, mas deixei escapar de minha percepção. Shayla tem o dom mágico. A Chantria não vai aceitá-la. Tememos que tudo o que fizemos e planejamos tenha sido em vão. Sheheen vai se informar no Círculo, talvez ainda tenhamos uma chance.

    O Hahren está confiante. Ele renovou nossas esperanças. Shayla foi apresentada e aceita no Círculo. Talvez Shayla se torne mais poderosa do que imaginamos. Uma Divina maga seria um acontecimento sem precedentes, exatamente o que precisamos para concretizar nosso sonho. Tudo há de dar certo.

    9:38 Dragão - Val Royeaux
    Shayla veio nos visitar. Estou feliz e orgulhoso. Fui atormentado por pesadelos nos últimos dias. Sabia que o Tormento logo chegaria para minha filha. E hoje finalmente aconteceu. Mas para nossa alegria, ela foi capaz de suportar a tentação e à possessão. É nossa escolhida, é nossa salvadora, agora temos certeza. É só uma questão de tempo.

    Estamos inseguros com os rumores. Há grande tensão entre os nobres. A Chantria e o Círculo tornaram públicas suas desavenças. A cidade está um caos. Existem templários em toda a parte. Sussurros dizem que pode haver guerra. Se isso ocorrer, talvez Shayla nunca se associe à Chantria. Mas minha fé está intacta. Tudo o que acontecer daqui para frente é para que o destino dela se cumpra.

    9:39 Dragão - Val Royeaux
    Curioso como recebo esse presente justamente aos 17 anos, mesma idade que meu pai tinha quando escreveu as primeiras palavras nesse diário. Ele e minha mãe partiram para os vales. A dissolução do Círculo fez as atividades dos Templários crescerem. Não era mais seguro para meu pai continuar por perto. Eu ainda tenho legalidade para andar por aqui, mas os rumores de uma rebelião me obrigam a deixar a cidade. Não tenho nenhuma pretensão de ficar do lado dos magos. Meu objetivo principal é a Chantria, foi para isso que nasci, para isso que fui criada e ensinada. Temo que meu caminho se mostre tortuoso daqui para a frente, mas sei exatamente onde ele vai terminar. Mas agora tenho que jogar o jogo, e meus primeiros passos devem começar fora da capital.

    Garahel
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Ter Fev 06, 2018 2:33 pm

    zhera


    Nome: Zhera "Ash" Thorn'rak
    Histórico: Tal-Vashoth
    Classe: Guerreira (nível 1)
    XP: 0/2.000

    habilidades

    Astúcia: 0
    Comunicação: 0
    Constituição: 3
    Destreza: 1
    Força: 5 (+1 = 6)
    Magia: 0
    Percepção: 1
    Vontade: 2
    focos


    • Força (Intimidação)
    • Vontade (Coragem)

    estatísticas

    Velocidade: 12 m (-2 = 10 m)
    Defesa: 13
    Saúde: 33/36
    Valor de Armadura: 4
    Penalidade de Armadura: -1 (-2 = -3)
    Tipo de Armadura: Couro Pesado
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: armas de contusão, briga, lâminas pesadas e machados
    • Estilo de Arma de Duas Mãos: novata
    • Estilo de Arma e Escudo: novata
    • Treinamento com Armadura: novata

    equipamento


    • Machado de Duas Mãos - +5 (+1 = +6) | 3d6
    • Escudo Médio (+2)
    • Mochila
    • Roupas de Viajante
    • Odre
    • Lampião
    • Lanterna
    • Corda (comum, 20m)
    • Tenda (grande)
    • Dinheiro: 12 PP

    características pessoais

    Gênero: Feminino
    Idade: 19 anos
    Altura: 2,05 m
    Peso: 96 kg
    Traços Marcantes: possui o corpo todo tatuado e também seu rosto, além de grandes chifres. Sua pele é muito clara se comparada com a maioria dos qunaris e tem várias cicatrizes pelo corpo.
    Idiomas: Comum e Anão
    objetivos


    • Entrar para a ordem dos Guardiões Cinzentos
    • Caçar todos os membros de seu antigo grupo de mercenários - principalmente Evan
    • Conseguir dinheiro o suficiente para ajudar seus pais adotivos em Orzammar e dar a eles uma boa vida, além de orgulhá-los tornando-se uma grande guerreira

    background

    forasteira:
    Zhera não guarda muitas lembranças sobre seus primeiros anos de vida, na verdade lembra apenas de um incêndio e de ser levada embora por humanos... Tinha cerca de 6 anos quando isso aconteceu. Foi sequestrada por um grupo impiedoso de escravistas e levada como mercadoria. Estavam traçando uma rota pelo subterrâneo passando por Orzammar, quando o grupo de escravistas foi atacado por seres tenebrosos e desfigurados, sendo todos assassinados de forma terrível enquanto a criança qunari assustada, apenas correu com seus braços algemados até que fora encontrada por guerreiros anões. Os mesmos não entenderam bem o que aquela criança fazia por ali, mas suas opiniões foram divididas. Alguns queriam matá-la e outros pensavam em levá-las às autoridades. Esse segundo grupo venceu a discussão e levou-a até o próprio rei, que estava prestes a setenciar a garotinha para a morte até que - de forma inesperada - recebeu o apelo de Miriah, uma anã de casta servente a quem o rei muito estimava pela família da mesma servir a família real por várias gerações. Miriah implorou que deixasse a menina viver, então ela mesma se responsabilizaria pela criança. O rei concordou e permitiu que a qunari até então sem nome... Passasse a ser chamda de Zhera Thorn'rak e fosse tratada por todos como uma anã sem casta, porém, acabou permitindo que ela fosse adotada por Miriah e seu esposo, Tormund.

    Embora Zhera fosse praticamente uma "empoeirada", todos sabiam que ela não era uma anã de fato, então não cobravam que a mesma seguisse todas as regras que lhe impunham, por isso a garota passava muito tempo com os guerreiros, apesar de nunca poder claramente agir como uma. Acabava tendo sempre que ir ajudar seus pais com os deveres como serva, apesar de ser fascinada por lutas e sentir isso pulsando no seu sangue, sua mãe sempre lhe dissera para esperar até ser mais velha para poder ir até a superfície, onde ela poderia ser quem quisesse. Zhera cresceu rápido demais, e aos 16 anos se despediu de seus pais e partiu para Orlais afim de se tornar uma guardiã cinzenta, como nas histórias que ouvia dos guerreiros. Não demorou até que a garota se envolvesse em problemas.

    A qunari não levava desaforo pra casa, então na primeira semana na superfície, entrou em uma briga com um grupo de humanos e foi onde conseguiu sua primeira cicatriz: Um corte no braço esquerdo. Ela descobriu que era uma qunari, e pelo que ouvia falar desse povo... Seguiam a um deus ao qual ela não concordava nem um pouco. Não queria ser um deles, queria moldar seu próprio destino! Aos 17 anos, entrou para uma guilda de mercenários liderada por Adriel, o primeiro humano que tratou a garota como uma pessoa e não como um monstro. Ele mencionou que Zhera tinha potencial e que juntando-se a ele, poderia melhorar - e muito - suas habilidades. Ela aceitou rapidamente e passou a andar com seu grupo, apesar do preconceito sofrido por todos os membros da guilda, que deixavam claro não confiar nem um pouco na garota pela mesma ser uma qunari. Porém, apesar de qunari, Zhera tinha um temperamento muito... Anão. A jovem explodia por qualquer provocação e não pensava duas vezes antes de descer seu enorme machado em quem lhe irritava. Seu estilo de luta extremamente agressivo era reconhecido entre seus colegas, mas Adriel nunca lhe julgou mal por isso, apenas aconselhava a jovem a ser mais prudente com suas ações. Todos os membros do grupo pareciam ter algo contra a garota, principalmente Evan, um elfo de temperamento traiçoeiro que vivia discutindo com Adriel sobre a forma como o mesmo liderava a guilda, alegando que ele deixava qualquer um entrar - referindo-se a Zhera.

    Todos diziam que a jovem qunari seria a sucessora de Adriel - que já era um homem de idade avançada - e isso fazia com que Evan a odiasse ainda mais. Um dia, receberam uma missão na qual Adriel iria sozinho acompanhado de Evan. Adriel não voltou vivo. Zhera pela primeira vez sentiu a terrível dor da perda ao se ver ficando sem seu melhor amigo. Adriel havia deixado um testamento, mencionado a qunari como nova líder da guilda, embora ela não se importasse com isso. A jovem desconfiava de Evan e estava disposta a provar que ele havia planejado a morte de Adriel, mas ninguém estava ao lado dela pois todos preferiam acreditar que Adriel já estava velho demais e não tinha mais tanta capacidade para lutar. Nas missões seguintes, Zhera demonstrou que ainda não estava pronta para a liderança, agindo sempre com impulsividade e arriscando sua vida nas batalhas, fazendo justamente o que Adriel lhe alertava para não fazer. Porém, era proposital, pois nesses momentos ela sentia como se ele a qualquer momento ele fosse aparecer para lhe repreender. O que nunca acontecia.

    Usando isso como justificativa, Evan começou a espalhar boatos sobre a qunari... E em uma missão na qual todos estavam envolvidos, um motim foi feito. Evan juntou-se aos outros membros do grupo e juntos espancaram a jovem covardemente enquanto a mesma estava desarmada e recém-ferida de uma batalha anterior, expulsando-a. Zhera sentiu seu orgulho ser pisoteado e jurou se vingar de todos eles, mas enquanto isso, foi embora e passou a trabalhar sozinha, sempre pegando trabalhos pesados demais para ela e sempre se machucando no processo... Até que em uma das missões, a jovem foi longe demais. Acabou por pegar uma tarefa muito árdua e difícil para a qual não estava preparada, então teve de enfrentar as consequências. O inimigo era bem mais forte, deixando-a gravemente ferida. Ele foi embora ao pensar que havia matado a qunari, mas embora fosse difícil acreditar, ainda restava um resquício de vida naquele corpo.

    Ela foi encontrada e resgatada por uma família de elfos nômades, que passou a cuidar de seus ferimentos. Apesar de tentar fugir a princípio - sem sucesso algum, já que mal conseguia se mover direito - Zhera conheceu Khaenis, uma elfa apóstata. Seu ódio por elfos havia aumentado demasiadamente após a traição de Evan, então a qunari não hesitou em ameaçar a elfa sempre que possível. Mas apesar do medo inicial que a garota sentiu, não parou de visitar a qunari em seu leito, passando a alimentá-la. Por não saber o nome da qunari (já que a mesma nunca o dizia), passou a chamar a mesma de Ash. Com o tempo, Zhera acabou acostumando-se com a presença da "elfa atrevida que não lhe deixava em paz" - como ela costumava falar. Começaram a conversar com mais frequência, até que quando Zhera percebeu, já estavam passando noites a fio em longas conversas repletas de risadas. Khaenis costumava ler para ela e passou a ensinar a qunari a ler, já que a mesma nunca havia aprendido. Elas então firmaram uma grande amizade, mas logo perceberam de que se tratava de algo mais... Então após mais uma noite conversando... Resolveram falar sobre seus sentimentos e descobriram para a surpresa delas que era recíproco. A partir daí, não se desgrudaram mais, decidiram seguir juntas até o fim.

    Garahel
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Qua Fev 07, 2018 12:21 pm

    khaenis


    Nome: Khaenis Feythorn
    Histórico: Apóstata (elfa)
    Classe: Maga (nível 1)
    XP: 0/2.000

    habilidades

    Astúcia: 2
    Comunicação: 0
    Constituição: 1
    Destreza: 1
    Força: 0
    Magia: 4
    Percepção: 1
    Vontade: 3
    focos


    • Astúcia (Conhecimento Natural)
    • Vontade (Disciplina)

    estatísticas

    Velocidade: 13 m
    Defesa: 11
    Saúde: 23/23
    Valor de Armadura: 0
    Penalidade de Armadura: 0
    Tipo de Armadura: -
    Mana: 12/15
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: briga e cajados
    • Lança Arcana
    • Conhecimento: novata

    feitiços


    • Cura - Criação (utilidade) | 1-3 PM | ação principal | NA 10 | sem teste
    • Glifo de Paralisia - Criação (ataque) | 3 PM | 1 minuto | NA 10 | Constituição (Vigor)
    • Ofensiva Heroica - Criação (melhoria) | 3 PM | ação principal | NA 11 | sem teste

    equipamento


    • Cajado - +1 | 1d6+1 (Lança Arcana - +4 | 1d6+4 | 16m | ação livre)
    • Mochila
    • Roupas de Viajante
    • Odre
    • 5x Pederneiras
    • 6x Óleo (500mL)
    • Lanterna
    • Dinheiro: 27 PP, 2 PC

    características pessoais

    Gênero: Feminino
    Idade: 20 anos
    Altura: 1,64 m
    Peso: 45 kg
    Traços Marcantes: cabelos brancos e olhos bem azuis
    Idiomas: Língua do Comércio
    objetivos


    • Entrar para os Grey Wardens
    • Ajudar Zhera a se vingar de seus antigos aliados
    • Conhecer outras culturas, crenças e mitos

    background

    andarilha:
    Apesar de sua família ter origem Dalish, Elran e Liriel, seus pais, tiveram gêmeos que, para desespero da família, tinha magia. Devido a o número de usuários de magia do clã, foi decidido que um deles teria que ser abandonado. Os pais decidiram que não deixariam a criança pra morrer, principalmente porque o pai era um desses usuários já existentes. Com alguns Hallas e um Aravel, uma carroça Dalish, Elran deu a desculpa de que iria levar a carroça até um vilarejo humano próximo, para que a criança pudesse sobreviver... quando na verdade eles simplesmente não voltariam.

    Mesmo com as dificuldades de abandonar o clã e tudo que eles acreditavam, a família conseguiu seguir em frente usando seus conhecimentos da floresta para vender aos humanos o que eles conseguiam caçar e coletar. Além disso, não era incomum alguém precisar dos serviços de um mago curandeiro, apesar de usarem cautela para não chamar atenção dos templários, além de evitar lugares frequentados por Dalish - afinal, eles haviam roubado deles. A vida do grupo acabou virando agradável e alguns anos depois até tiveram uma terceira filha além dos gêmeos - Khaenis. Pra surpresa de absolutamente ninguém, a filha mais nova também demonstrava talento para magia.

    Seus pais sempre evitavam falar muito sobre o clã, já que de certo modo haviam negado esse passado deles. Mesmo assim, ocasionalmente citavam uma ou outra coisa de sua cultura, as vezes, mas era extremamente raro. Mesmo assim, Khaenis sempre teve muita curiosidade pra aprender mais sobre isso, principalmente sobre deuses. Não só os deuses Dalish, mas também Andraste, que era seguida por praticamente todo humano que ela havia encontrado em sua infância e juventude. Então sempre que podia... ela estudava sobre. Perguntando aos pais e aos irmãos mais velhos, livros que ela conseguia durante suas viagens, boca a boca. Isso sempre irritou seus pais, afinal... ela perguntava demais sobre coisas que ninguém sabia exatamente responder.

    Então um dia, durante mais uma eterna discussão com seus pais porque ela queria saber mais sobre o passado dos Dalish e o que aconteceu... Seus dois irmãos, Yevron e Argan, chegaram correndo com uma mulher enorme sendo carregada pelos dois. Ela estava em mal estado... muito muito mal. Mas não foi isso exatamente que chamou atenção dela na hora, apesar de ela correr com o pai pra socorrer a mulher. O que chamou atenção dela foram os chifres. Ela já tinha lido sobre isso, eram Qunaris. Mesmo assim aquilo fazia a cabeça dela funcionar a todo vapor. Era uma pessoa completamente diferente, com uma história diferente de todos os humanos que ela já encontrou. E mesmo enquanto curava os ferimentos... ela mal poderia esperar pra Qunari acordar.

    Claro que isso não deu muito certo. Claro que ela tinha que tentar levantar e xingar e ameaçar... E era assustador. A mulher deveria ter mais de 2 metros. Mas mesmo assim, ela ainda precisava de cuidados, função dada a ela por Elran. E a curiosidade ainda estava ali. Ela queria saber mais sobre aquela pessoa gigantesca. Então depois de alguns glifos de paralisia, ela continuou tentando e tentando fazer a qunari se abrir. Khaenis contava sobre os lugares que tinha visto em sua viagem, pessoas que ela tinha conhecido, coisas engraçadas que aconteceram... Até deu um apelido a mulher, Ash, por causa dos olhos cinza.

    E, eventualmente, isso deu certo. As conversas começaram a ficar longas, o interesse de Zhera, como ela finalmente havia se apresentado, aumentava. Histórias sobre Anões e Mercenários, inimigos enfrentados... Eventualmente a Elfa criou um laço real com a Qunari, não mais por interesse, mas porque realmente gostava dela. E começou com amizade, claro. Mas não demorou muito pro coração de Khaenis bater mais forte sempre que via Ash depois de um dia longo de trabalho e ela perceber que... bem, era mais que amizade. E depois de algumas confissões depois de uma longa noite de conversas bobas, elas descobriram ser recíproco. E a partir daí, a elfa prometeu estar do lado de Zhera para o que der e vier.

    Garahel
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Qua Fev 07, 2018 7:37 pm

    vinture

    PERSONAGEM TRANSFORMADO EM NPC


    Nome: Vinture Nadj'ah
    Histórico: Elfo Valeano
    Classe: Ladino (nível 1)
    XP: 0/2.000

    habilidades

    Astúcia: 1
    Comunicação: 1
    Constituição: 1
    Destreza: 3
    Força: 1
    Magia: 0
    Percepção: 3
    Vontade: 2
    focos


    • Destreza (Arcos)
    • Percepção (Visão)

    estatísticas

    Velocidade: 15 m
    Defesa: 13
    Saúde: 29/29
    Valor de Armadura: 3
    Penalidade de Armadura: 0
    Tipo de Armadura: Couro Leve
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: arcos, briga, lâminas leves e cajados
    • Apunhalar pelas Costas
    • Armadura do Ladino
    • Batedor: novato

    equipamento


    • Adaga - +3 | 1d6+1
    • Arco Curto - +5 | 1d6+1 | 16m/32m | ação menor
    • 20x Flechas
    • Mochila
    • Roupas de Viajante
    • Odre
    • Aljava
    • Sovela
    • Bolsa
    • Corda (comum, 20m)
    • Espigão
    • Saco
    • Frasco (metal)
    • 3x Tochas
    • 2x Velas
    • Cobertor
    • Dinheiro: 23 PP, 92 PC

    características pessoais

    Gênero: Masculino
    Idade: 28 anos
    Altura: 1,78 m
    Peso: 73 kg
    Traços Marcantes: tatuagens no corpo e no rosto.
    Idiomas: Língua do Comércio e Élfico (somente falar)
    objetivos


    • Encontrar os pais
    • Descobrir mais sobre si mesmo
    • Combater o abuso de autoridade dos que deveriam proteger a população

    background

    batedor:
    Vinture Nadj'ah,like every Darlish Elf,learned since he was borned how to take care and protect the environment from intruders.But the meaning of "intruders" had changed trhough time and space.The great change happened after the Fifth Blight,when Darlish Elves battled in the same side of another races,including humans (race that slaved the elves before some of they moved to the forest).The Darlish Elves that remained in the end of the Fifth Blight,came back to the forest assuming that they survived thanks to the help of other races,including the still-hated human race.After this,the Darlish Elves started to negociante and allow other races to transit in the forest,but with some conditions that must be obeyed.One of them were not to interfere on the environment by the penalty of replace the interference maid or working to the Darlish Elves for a time.

    The only way to make sure that everyone will respect these conditions was monitoring every traveler that pass in the forest and to do this kind of work,some Darlish Elves were named Scouters.A Scouter should be very good in sneaking somewhere and seek for someone/something without being notice,like a shadow that everyone knows is there but never knows where or when it'll attack.

    Vinture trained since he was a kid to be a Scouter as his mother,Klarin Nadj'ah,were.The truth is that a lot of Darlish Elves wanted to be a Scouter,because they have a chance to learn more about the other races without the necessity to ask to the leader.The leader of Darlish Elves knew that and decided that the Scouters would be chosen by him.Since this decision,everyone that wanted the exciting life of a Scouter,have start their training in their childhood age.Vinture was one of them but he never were one of the best at sneaking,when he tried to get close to the target he always were notice.

    It discourages him a lot but his father,Trianos Nadj'ah,changed his life.Trianos were kind of smith of the Darlish Elves,but he only worked with environment materials.One of the most popular weapons of Darlish Elves is the short bows,but every Darlish Elf that wanted to be a Scouter,didn't trained a lot with bows because they focus their training on sneaking.Observing that,Trianos have maid a short bow to his son and teached him,with the help of Klarin's training,how to compensate his lower sneaking ability with the range of his short bow.Then,Vinture trained for years in his own way to be recruited as a Scouter,but nothing happened for years.

    Tired of waiting his invitation,Vinture decided to show how good he was and started his secrets owns patrols.In one of these patrols,he saw a group of Scouters just walking in the forest until one ordinary tree.At least Vinture thought that it was ordinary,because after they came close to this tree,one of them destroyed part of the timber and there was a chest.This chest were full of human's stuff,like beer,gold necklaces and other things.Vintures spied horrofied and shocked.He never thought that could exist a Darlish Elf that use and like human's stuff,worst of it:They didn't their job just to enjoy use and drink human's things.Vinture just watched their drunk laughs and destruction by kicking thw ground,throwing pieces of earth in each other.It was kind of horror movie to Vinture and them he did a little mistake:He tried to get out to the tribe,so he could tell what was happening.Vinture never thought that drunk Scouters still had their senses raised,but unfortunely they did.

    They confused Vinture with some intruder trying to ambush them,so they moved fast enough to get close of him and attack.He couldn't react and the drunk Scouters group didn't notice that he was an elf,so Vinture got hurt in this attack.For his own lucky,he still could move but he still pursuited by three good but drunk Scouters.Vinture couldn't run fast enough to escape and when they reached him,he thought that would dye over there.In a second,the closest one was murdered in front of him,like the second and the third one did.Vinture could see arrows and cuts in their bodies,but he blacked out before discovering who saved his life.

    Vinture woke up days ago and discovered horrible things.His parents were banished from the village because they killed three Scouters.The normal penalty were death but they just did it to defend their son.Vinture received a written note from his parents and they ordered him to stay at the forest and never look for them.Obviously Vinture tried but the leader maid he work a lot in the tribe as punishment of his unofficial Scouter working.After working a lot and paying his debt with the tribe,he decided to exit the tribe and find his parents to ask for their apologyze.In this path he hopes he finds out who he really is and combat the abuse of authority of the ones that should protect the population.
    Garahel
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    Mensagens : 466
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Qua Fev 28, 2018 8:13 pm

    SARAH


    Nome: Sarah MacShine
    Histórico: Mulher Livre Fereldeniana
    Classe: Guerreira (nível 2)
    XP: 2.000/4.000

    habilidades

    Astúcia: 1
    Comunicação: 1
    Constituição:  2
    Destreza: 3
    Força: 4
    Magia: 0
    Percepção: 1
    Vontade: 1
    focos


    • Astúcia (Conhecimento Militar)
    • Constituição (Vigor)
    • Força (Lâminas Pesadas)
    • Vontade (Disciplina)

    estatísticas

    Velocidade: 12 m
    Defesa: 13
    Saúde: 43/43
    Valor de Armadura: 4
    Penalidade de Armadura: -1
    Tipo de Armadura: Couro Pesado
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: arcos, briga, lâminas leves e lâminas pesadas
    • Estilo de Arma Dupla: novata
    • Estilo de Arma e Escudo: novata
    • Treinamento em Armadura: novata

    equipamento


    • Espada de Duas Mãos - +4 | 3d6
    • Espada Longa - +4 | 2d6
    • Adaga - +2 | 1d6+1
    • Arco Longo - +2 | 1d6+3 | 26m/52m | ação menor
    • Escudo Médio (+2)
    • Mochila
    • Roupas de Viajante
    • Odre
    • Pederneira
    • Pedra de amolar
    • Saco de dormir
    • 2x Tochas
    • Bolsa (cinto)
    • Alaúde
    • Dinheiro: 4 PP, 30 PC

    características pessoais

    Gênero: Feminino
    Idade: 22 anos
    Altura: 1,66 m
    Peso: 56 kg
    Idiomas: Língua do Comércio
    objetivos


    • Aprimorar-se enquanto guerreira
    • Levar Ashalle até seus parentes
    • Checar a situação aviltante dos elfos e contatar aliados da mãe na Chantria

    background

    revelação:
    Quando a celibatária Anora viu pela primeira vez, o guerreiro e bárbaro de Chasind, Gawne Mac Shine, seu coração nunca mais seria o mesmo. O seu preconceito pelos bárbaros Chasind sumiu por completo e daquele dia até o casamento, o tempo voo e os nove meses chegaram e trouxeram muita alegria e realização para a sacerdotisa. Os filhos vieram e a fé da mãe e o seu amor pelas pessoas foi permeado com a coragem e honra do pai. Uma inteligência aguda, reunida a uma força potente fizeram três crianças maravilhosas. Os dois mais velhos seguiram as armas e morreram em combate quando a caçula Sarah com 14 anos. Ela decidiu seguir a carreira da mãe e três anos depois a alegria e a dor foram companheiras próximas. Sua mãe recebeu uma revelação extraordinária, um anjo arauto do criador, pediu que ela levasse a mensagem de igualdade de todas as raças perante o criador e que perseguições com a realizada contra os elfos, era abominação perante ele. E o anjo revelou para Anora que ela tinha sido escolhida para receber essa mensagem por ser descendente direta da profetisa Andraste, mas a proibiu de revelar esta verdade para as pessoas, exceto a sua filha, que deveria manter em segredo também e herdar essa missão. Ao levar a mensagem ao Coro (chantria) as correntes políticas que se sustentavam com a ideia da perseguição aos “infiéis” elfos sentiram-se ameaçados em suas posições e planejaram matar Anora e sua filha. Poucos dias depois Anora é assassinada durante seus serviços religiosos e amigas de Anora avisaram Gawne e ele levou Sarah para se esconder na fazenda de Gorim Moratin, anão amigo de Gawne e aos 17 anos, Sarah desiste da carreira religiosa e vê sua fé abalada por ver a corrupção dentro do clero e a política reinante. Na fazenda se aproxima de uma Elfa Valeana e guerreira que inicia seu treinamento para que ela se torne uma guerreira e possa se defender ao levar a sua mensagem que herdara da sua mãe. Sarah continua amando o criador e a s pessoas e continua sendo uma pessoa doce, porem decidida e com foco. Quando faz vinte e dois anos, decide ir com Ashalle a elfa sua amiga encontrar seus parentes numa comunidade próxima de Jader, e seus companheiros, são seu alaúde, seus livros, seu cão e sua arma. E ao olhar a estrada sabe que o destino que o criador traçara para ela, estava diante do seu nariz.
    Garahel
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

    Mensagem por Garahel em Qua Abr 11, 2018 10:20 pm

    WAHMAN


    Nome: Hespect Wahman
    Histórico: Exilada Orlesiana
    Classe: Guerreira (nível 2)
    XP: 2.000/4.000

    habilidades

    Astúcia: 0
    Comunicação: 4
    Constituição:  1
    Destreza: 2
    Força: 4
    Magia: 0
    Percepção: 1
    Vontade: 1
    focos


    • Comunicação (Persuasão)
    • Destreza (Cavalgar)
    • Força (Escalar)
    • Força (Lâminas Pesadas)

    estatísticas

    Velocidade: 11 m
    Defesa: 12
    Saúde: 41/41
    Valor de Armadura: 4
    Penalidade de Armadura: -1
    Tipo de Armadura: Couro Pesado
    poderes e talentos


    • Grupos de Armas: armas de contusão, briga, lâminas pesadas e machados
    • Estilo de Arma de Duas Mãos: novata
    • Estilo de Arma Única: novata
    • Treinamento em Armadura: novata

    equipamento


    • Espada de Duas Mãos - +6 | 3d6
    • Manopla - +2 | 1d3+1
    • Mochila
    • Roupas de Viajante
    • Odre
    • Corda (comum, 20m)
    • Lanterna
    • Dinheiro: 34 PP

    características pessoais

    Gênero: Feminino
    Idade: 26 anos
    Altura: 1,85 m
    Peso: 82 kg
    Idiomas: Língua do Comércio e Orlesiano
    objetivos


    • Reencontrar sua família
    • Vingar-se dos nobres que a exilaram e tirá-los do poder
    • Dar oportunidade para todas as mulheres de escolherem o que querem ser e qual caminho seguir

    background

    pária:
    Wahman é uma mulher carismática e forte. Cresceu em uma família ligada a nobreza em Orlais e nela fora ensinada as tarefas domésticas e o estudo acadêmico, mas a garota sempre se interessou por histórias de aventura e ação, chegando em uma certa idade em que começou a desejar suas próprias aventuras. Não demorou muito para ser proibida pela família de desenvolver qualquer habilidade física que não fosse relacionada com os deveres em casa e, após esse decreto, passou a treinar sozinha, escondida, com as armas que pegava “emprestado” com os guardas que ela mesma convencia. Começou a ter noção de como manejar armas e se movimentar com armadura pois em seu interior sabia que não suportava viver como as outras mulheres, prezas e sem perspectiva de vida. Alguns anos se passaram e essa vida secreta começou a fica entediante e cada vez mais crescia em seu peito a ânsia de sair em uma aventura. Ajeitou sua bolsa com algumas roupas e armas improvisadas e, na primeira tentativa fora pega pelos guardas que lhe levaram para os nobres daquela terra. Decidiram que aquele comportamento era perigoso para as demais mulheres do lugar e que seria melhor para todos que ela fosse exilada e afastada de sua família. Acreditando que tinha desonrado sua família, passou a vagar por terras desconhecidas e a ter que se manter viva. Aprendeu a se sustentar enquanto usava e aprimorava o que treinara sozinha anos atrás. Cresceu sendo uma exilada junto a vontade de voltar à sua terra natal e reencontrar sua família, mostrar o seu valor e se vingar dos nobres que lhe afastaram de tudo que conhecia. Iria garantir que aquela realidade mudasse e que outras meninas não tivessem que passar pelo que ela passou.
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    Re: In your heart shall burn (PERSONAGENS)

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      Data/hora atual: Qua Set 19, 2018 9:37 am