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    Roubando Sonhos (Nira Ebony)

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    Leomar
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    Re: Roubando Sonhos (Nira Ebony)

    Mensagem por Leomar em Sab Maio 26, 2018 10:11 pm

    off: fizemos o combate no discord e as rolagens na Numerologia Sagrada para não lotar o discord do game, então vou por só o resumo aqui, numa caixa quote, depois vejo se fica melhor quote ou spoiler ou outra coisa, também vou testando se compensa por o combate em resumo ou só o resultado, coisas assim (vou pôr por enquanto para os outros jogadores não se perguntarem "o que aconteceu?", mas dependendo do que acharem, nos próximos eu resumo mais, ou nem ponho). Bom os próximos combates, todos que acharem mais prático fazer on line por discord ou facebook ou skype ou zapzap ou sei lá o que, tá valendo.

    ** Referências dadas pelo Bubble:
    https://youtu.be/2fM-5K-5jGg?t=8
    https://youtu.be/tEnsqpThaFg?t=124

    combate escreveu:A percepção e os instintos bem treinados de Nira dão boas vantagens no começo do combate, não só escapam da primeira flecha do inimigo como ela consegue identificar mais quatro suspeitos rapidamente e entrar em combate antes deles.

    O anjo logo voa pra cima do arqueiro, enquanto isto Nira se foca no oponente que estava sozinho na frente da casa. Como ele e os demais prestavam atenção só no anjo, derrubá-lo não é difícil, uma adaga de Nira já voa e o acerta, e ela praticamente voa junto numa rasteira acertando-o também, a tentativa de defesa dele é ruim e rapidamente ela o finaliza com a outra adaga.

    Alguns civis testemunham Nira matando o homem, mas a maioria nem se abala, pois violência em Dafodil era muito comum, alguns muleques até param para observar de longe, mas outros fogem dalí; algumas mulheres se afastam ou entram em suas cabanas; alguns homens nem se importam com o que veem e continuam o que estavam fazendo. Por sorte os demais suspeitos estavam prestando atenção no anjo e nem veem a raposinha matando o comparsa deles.

    Isto é ótimo para Nira, pois ela se joga** literalmente em cima de um deles que cai sem saber o que diabos o tinha atingido. Ele ainda tenta girar o corpo e Nira quase cai de cima dele, mas ela consegue sacar suas adagas para um golpe direto. O oponente ainda tenta segurar as mãos dela, mas Nira era muito rápida e lhe fura as costelas. Ele não morre (ainda), mas a dor o tira de qualquer combate.

    Um segundo oponente finalmente ataca Nira, enquanto o anjo voa por cima deles isolando o último oponente. Nota: enquanto estava no telhado o anjo lutou contra dois oponentes de forma eficiente, mas Nira percebe que ele parecia não dar tudo de si para não matar os oponentes, e o acha meio estúpido por causa disto, o anjo ficava gritando com os oponentes, como se quisesse mais conversar do que brigar.

    Com eles um contra um, Nira consegue se defender de um ataque não muito eficiente de seu oponente, ela então pensa em pular para trás e atirar suas adagas ao mesmo tempo**, mas como ele já estava muito perto, ela só consegue se afastar a perder uma de suas adagas, causando e levando pouco dano.

    Num último movimento, Nira acerta um chute no queixo do oponente, embora não fosse dos golpes mais fortes e todos ainda estivessem em condição de reagir, o oponente pede rendição, percebendo que o último também tinha sido rendido pelo anjo.

    No fim do combate Nira Ebony não tem ferimentos muito significativos, alguns machucados, cansaço, dor, mas nada que não recupere (off: conseguiram derrotar todos sofrendo só uns 3 ou 4 PV de dano, mas se não entrarem em outro combate nas próximas horas nem vou anotar)

    Com os oponentes rendidos, Lord Índigo fica discutindo com eles naquela língua deles. Nira ainda acha isto meio estúpido, a menos que ele estivesse querendo arrancar-lhes alguma informação, seja como for, o anjo parecia bonzinho demais com inimigos, e aquilo a irritava "levemente".

    O anjo também não parecia das melhores caras apesar da vitória:

    - Apesar de lhe ser grato, pequena, ainda preferia que não tivesse se envolvido. Tenho de reconhecer que tens habilidade na disputa na batalha, mas é entristece-me profundamente ver alguém tão jovem ser obrigada a se envolver com tantas mortes, e pior ainda parecer ter gosto por elas.

    Com os oponentes na ponta da espada, Lord Índigo os faz abrir a casa que estavam vigiando. Lá dentro o corpo de um homem jazia no chão, enquanto uma mulher estava presa a correntes numa parede.

    O anjo parece reconhecer ambos, grita e chora ao ver o homem morto, e joga uma dos oponentes na parede. Nira achou que ele iria (finalmente?) matá-lo, mas o anjo dá apenas alguns murros para aliviar a raiva e grita ameaças.

    Então vai em direção à mulher e abre suas algemas, os dois ficam conversando no idioma de Ajros. O morto também devia ser de Ajros pois ele e os outros dois eram loiros de olhos claros. Na verdade agora Nira percebe que os oponentes também eram todos brancos e metade deles loiros; todos ali tinham características raciais de Ajros, o anjo e a mulher mais acentuadamente.

    Não dava para Ebony entender bulhufas, mas depois de um tempo esquecida, ele finalmente apresenta as duas:

    - Lady Nira, esta é Lady Amalia, a quem estes mau feitores sequestraram. É uma pena te-los encontrado tão tarde e não podido evitar a morte do justo e nobre Lord Flatey. Ele foi morto por combater escravagistas malditos. (ele respira tentando não demonstrar raiva) Mas pelo menos levaremos estes criminosos à justiça da Sagrada Conduta. (...) Bem, obrigado por ter me acompanhado nesta breve disputa, providenciarei para que um pouco de justiça resulte desta tragédia.

    Lord Índigo faz uma reverência para Nira, ou pelo menos ela acha que deve ser um tipo de reverência, pois estes costumes não são comuns em Dafodil, e então volta falar com a mulher que tinha salvado.
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    Re: Roubando Sonhos (Nira Ebony)

    Mensagem por Bubblegum Bitch em Seg Maio 28, 2018 11:03 pm


    nira ebony
    try to catch me !
    Já havia praticamente me acostumado com o comportamento honroso do anjo e apesar de tentar simplesmente ignorar seus comentários sobre minha "precocidade", algo em meu orgulho não me permitia.

    - Sim, é verdade, fui criada em um ambiente onde mortes pararam de me surpreender. Afinal, nenhuma divindade veio me ajudar quando meus amigos morriam famintos.

    Ele me apresenta a uma mulher e logo volta a conversar com a mesma em um idioma que eu não era capaz de compreender. Os interrompo e aceno gentilmente para a moça.

    - É um prazer ajudar, Amalia. Por acaso fala Sella? - me viro para Índigo em seguida - Isso foi bem rápido, já pretende me dispensar?

    Sorrio, como se tivesse acabado de elogia-los.
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    Re: Roubando Sonhos (Nira Ebony)

    Mensagem por Leomar em Sab Jun 02, 2018 10:55 am

    Lord Índigo parecia tentar controlar suas emoções, enquanto Amalia chorava e Nira dava alfinetadas.

    - Realmente é muito triste ver tanta miséria no mundo, enquanto vivemos em relativa fartura em Ajros, só com algumas pedras no caminho. - Lord Índigo dá um chute na canela de um dos malfeitores que já estava amarrado e parece saborear por segundos este pequeno desvio de "conduta sagrada". - Bem que gostaríamos de poder levar mais de nossa cultura, para que ninguém mais morra por desnutrição. Mas as deusas e seus filhos não gostam de forçar nenhum ser inteligente, e tristemente já vi pessoas que disseram preferir morrer de fome a comer como nós.

    Ele parecia acreditar totalmente no que falava, embora o que Nira ouvia "por ai" sobre Ajros* e seus moradores não fosse tão perfeito assim.

    *Ajros é o continente que fica a sudeste da Ilha dos Exilados, a pronúncia é Ái-ros pois em Esperanto J tem som de I, muitos falam do continente como um tipo de paraíso, onde quase não existe violência, nem fome. Mas sempre há muitos céticos na Ilha dos Exilados, e Nira estava acostumada a ouvir pessoas que nunca acreditavam em nada de realmente bom no mundo.

    Os comentários que ela conhecia eram de que os ajrenses tentavam passar ao resto de Akaŝa uma imagem "mais cor de rosa" do que a realidade era. Se Ajros era tão perfeito, por que eles mandavam exilados para a ilha? Para os céticos isto era apenas empurrar a poeira pra baixo do tapete. Por outro lado, poderíamos pensar também que Ajros parecia tão perfeito justamente porque não permitia que as pessoas ruins ficassem no seu continente.

    Lord Índigo diz que não há fome em Ajros, mas que alguns preferiam morrer de fome do que se alimentar como eles. Conhecendo bem o orgulho do povo de Dafodil, Nira não duvidava que houvessem mesmo pessoas que fizessem comentários como este. A culinária de Ajros tinha a fama de ser sem graça, o prato típico deles era arroz com salada, mas o que pensar de pessoas que preferiam morrer só para não comer um prato simples assim?

    É também de "conhecimento geral" que os ajrenses são fanáticos religiosos, inclusive e talvez especialmente os anjos. A afirmação que ele fizera que "as deusas e seus filhos não gostam de forçar nenhum ser inteligente" também seria considerada mentira pela maioria das pessoas da Ilha dos Exilados, que afirmariam que isto não passa de falácia para tentarem parecer bonzinhos. Só que até agora ela só conhecia a história contada por um lado.

    Lady Amalia continuava chorando, mas Lord Índigo a ajudava se controlar, e traduzia o que ela falava.

    - Lady Amalia fala apenas Yrdok e Esperanto, mas ela lhe agradece a ajuda, Lady Nira, e diz que retribuiria o favor quase houver algo que possa fazer. Ela diz que foram emboscados por pessoas que estão maculando sua cidade, e levar eles à justiça será uma missão de Ajros, mas também um benefício para Dafodil também.

    A primeira vez que foi chamada de Lady Nira ela até pensou que poderia ser sarcasmo, mas Lord Índigo parecia tratá-la naturalmente pelo título respeitoso. A casa usada para cativeiro não tinha nada interessante para Nira, embora Índigo e Amalia encontrem algumas coisas que indiquem possíveis atividades do grupo de malfeitores. Eles obviamente foram desarmados e se Nira quiser ficar com as armas ninguém vai reclamar (4 espadas e 2 arcos, além de algumas facas) nenhuma era muito útil para Nira, mas podiam ser vendidas no mercado, caso quisesse. Os bolsos dos bandidos também não tinham muita coisa, pouco mais de 2 kons em moedas de cobre (considerando que vasculhar os corpos seria uma prática comum para ela, mas normalmente só digo o que tem nos corpos se o jogador deixar claro que vasculhará) os ajrenses não parecem gostar da ideia de mexer nos cadáveres, mas não fazem mais que uma leve careta ao perceberem Nira revirando seus bolsos.

    - Vou levar estes covardes para senhores responsáveis pela justiça na cidade. - Diz Índigo empurrando eles já com mãos amarradas - Creio que o mínimo que poderia fazer no momento é oferecer-lhe aquela sobremesa junto com Lady Amalia. Conhece algum restaurante decente aqui ou perto do porto, Lady Nira?

    Lugares "bons" já eram difíceis em Dafodil, haviam butecos, tavernas e até cantinas, mas poucos lugares podiam ser chamados de "restaurante", ainda mais "decentes". Mas por sorte o porto tinha alguns dos lugares menos ruins para se comer em Dafodil, e quem sabe Nira poderia até abusar, já que Índigo se propôs a pagar. Eles rapidamente encontram um grupo de guardas com uniformes das cores de Ajros, afinal Índigo continuava chamando atenção no lugar e a população de juntava, portanto os guardas também percebiam o anjo de longe e foram ver o que o guardião precisava.

    - Não teremos muito tempo para aproveitar esta pequena vitória, eu e Lady Amalia continuaremos nossa missão. Lady Nira, saberia nos dizer como chegamos em algum mossar da cidade?

    Ela demora um pouco para entender, mossares eram um tipo de tribunal que existia de Ajros; se estivesse certa, na cidade de Dafodil havia apenas um no bairro sul, lugar cheio de pessoas que vinham do continente sul. Apesar de lembrar de já ter ouvido algo sobre isto, Nira nunca teve interesse ou necessidade de ir ver este mossar, mas sabia como ir no bairro sul.
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    Re: Roubando Sonhos (Nira Ebony)

    Mensagem por Bubblegum Bitch em Sab Jun 16, 2018 12:01 pm


    nira ebony
    try to catch me !
    Jamais havia tido vontade de conhecer um mossar, mas assim que Índigo cita a existência de um em Dafodil, me lembro de ouvir sobre aquele no bairro sul.

    - Não tenho certeza de onde fica, mas posso levar vocês para a região, não deve ser tão difícil encontrar. - assim que termino a frase, caminho para a porta - Podemos voltar para o centro e pegar a sobremesa antes.

    No final das contas, havia conseguido um passatempo, então acabo levando a experiência com o anjo como positiva.
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    Re: Roubando Sonhos (Nira Ebony)

    Mensagem por Leomar em Qui Jun 21, 2018 6:46 pm

    Melhor que comer bem, só comer bem com outro pagando. Nira aproveita o convite para indicar um restaurante na área do Yüksek Kan que ela nunca teve oportunidade de provar, mas parecia bom. Aproveita para pedir algo caro também.

    Lady Amália também estava graça e precisando comer algo, mas ela pede algo mais leve e vegetariano.

    Lorde Índigo espera as duas comer, observando os não muito delicados modos de Nira à mesa, talvez se perguntando se ela não morderia o próprio dedo ou se morderia alguém. Ele fazia uma cara de desaprovação, talvez pela falta de etiqueta, talvez pelo preço. Nira ainda tem a capacidade de pedir para embrulharem os restos.

    Depois de mais fortalecidas, o grupo volta ao caminho. Um tumulto na rua prenuncia problemas: pessoas começam correr e se esconder, um cachorro preto de grande porte começa ameaçar as pessoas na rua. Não dá outra: assim que vê a saat, o cachorro começa a persegui-la.

    Ela tem que subir numa árvore enquanto Índigo tenta enxotar o animal, mas ele estava irado e o anjo era contra matar animais sem motivo. Nira é obrigada sacrificar sua "quentinha" para o bicho ir embora.

    Nira tinha aprendido que ter algo mastigavel na bolsa para jogar para cachorros era sempre bom, pois eles tinham a mania chata de persegui-la (algumas mordidas deixavam claro a predileção pela raça dela).

    O chamativo grupo segue para o sul, tentando evitar mais problemas, porém problemas em Dafodil é algo difícil de se desviar, e chegando nos limites do bairro eis que dois grupos armados, um com soldados do Yüksek Kan e outro com soldados da Corte dos Milagres, estavam se encarando com armas nas mãos.

    Haviam 13 do lado do Yüksek Kan e 8 do lado da Corte dos Milagres, mas a diferença numérica não era significativa, já que o Kan só tinha soldados humanos, enquanto metade do grupo da Corte era de demônios, e além disso o Yüksek Kan tinha poucos magos em sua filiação.

    Os dois grupos viviam disputando por tudo na cidade, poder, informações, terreno, mulheres, quais comércios cada um "protegeria", etc.

    As pessoas que queriam ir ou sair do bairro sul estavam paradas, esperando os dois grupos se matar parA atravessarem depois, alguns com cara de ódio por não poderem escapar destas rixas dos grupos, outros com cara de tédio pela mesma razão, outros ainda já animados para ver a animosidade que deveria vir e talvez até os que já esperavam para fazer apostas.

    Mais um dia normal em Dafodil.

    Lorde Índigo porém não parecia interessado em esperar o resultado das disputas.

    - O que está acontecendo? Por que estão todos parados?

    Nira explica rapidamente que os grupos erram os rivais tradicionais da cidade, e que aquilo ia dar merda, mas ele não parece entender ou preocupar muito.
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    Re: Roubando Sonhos (Nira Ebony)

    Mensagem por Bubblegum Bitch em Ter Jun 26, 2018 9:07 pm


    nira ebony
    try to catch me !
    Depois de uma boa sobremesa, voltamos a caminhar para a região Sul, esperando encontrar o mossar da cidade, mas nosso caminho acaba sendo obstruído por uma briga de facções. É claro que Yüksek Kan e a Corte dos Milagres resolveram se confrontar logo por ali. Embora tenha tentado explicar a situação para Índigo, não confio que ele tenha entendido a mensagem.

    - Bom, estão todos esperando a briguinha acabar, é a escolha mais inteligente. - esperava que o anjo tentasse, ao menos uma vez, ouvir o que estava lhe dizendo - Quer dizer, se quiser perder algumas penas pode tentar se envolver... Na pior das hipóteses, prometo que lembrarei de enviar o que sobrar pra Ajros.

    No final das contas, me enquadrava na porcentagem de pessoas que queria simplesmente sentar e assistir o conflito, mas duvido que Índigo esteja disposto a fazer o mesmo.
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    Re: Roubando Sonhos (Nira Ebony)

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