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    Lago Calenhad

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    Garahel
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    Lago Calenhad

    Mensagem por Garahel em Dom Mar 11, 2018 12:06 am

    LAGO CALENHAD


    O vento frio e cortante da noite agita os cabelos de Sarah. Uma brilhante Lua cheia ilumina aquela pequena região pacata às margens do Lago Calenhad. A trilha que a guerreira seguia desce por um pequeno desfiladeiro e faz uma curva para a esquerda logo antes de um píer. Mais à frente, sobre o lago e sob a lua, a torre do Círculo dos Magos ergue-se imponente.

    Os magos são, na verdade, ocupantes relativamente recente daquela torre, que perdura desde os imemoriáveis tempos do Imperium Tevinter. A arquitetura daquela nação vê-se clara nos muitos arcos da estrutura. Como a Estrada Imperial, são resquícios físicos de um tempo longínquo, memórias feitas de pedra e magia.

    Do lado de cá do lago, onde Sarah e sua companhia encontram-se, um pequenino vilarejo instalou-se. Cerca de meia dúzia de casas foram construídas no sopé dos barrancos e às margens do lago. O único comércio presente é a taverna sugerida por Ashalle, onde ambas poderiam descansar durante a noite. Foi um longo dia de caminhada, e seria confortável dormir em uma cama novamente.

    Descendo o barranco cautelosamente, as duas guerreiras, acompanhadas do fiel Mabari, continuam seguindo a trilha. Há algumas poucas construções no local, e muitas parecem abandonadas. Mas o prédio principal, uma larga construção de dois andares, ainda resiste, como um robusto sobrevivente. É ali a taverna mencionada por Ashalle: A Princesa Mimada.

    Enquanto se aproximam do local, percebem um inquietante silêncio. Não se ouve pio de pássaro ou qualquer movimentação na água. Até mesmo o píer, onde deveria haver um templário vigiando os barcos para a Torre, está vazio.

    - Não estou gostando desse silêncio - reclama Ashalle, com um muxoxo. O cão emite um leve rosnar em resposta, como se concordando.

    Apesar do silêncio na área externa, parece haver velas acesas do lado de dentro da taverna, e vozes parecem vir de trás da porta.

    off:
    @Dycleal, prólogo postado, enfim \o/ Aqui a liberdade corre solta, então vc n precisa seguir o óbvio, se quiser fazer a Sarah sair correndo e pular no lago, pode - embora eu não recomende atitudes idiotas porque pode levar a consequências ruins XD Mas seja criativo à vontade
    Independentemente do que vc fizer agr, dps de postar role um teste de Percepção (Audição). É só ir no tópico de dados e rolar 3d6, preenchendo o formulário bonitinho lá. Dependendo do que vc postar, eu posso pedir outros testes, aí te aviso  bounce
    Obs.: um mapa da região pra facilitar a visualização (o 1 é onde vc começou a andar, o 4 é a taverna)


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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Dycleal em Dom Mar 11, 2018 1:25 am

    O cansaço da viagem começava a pesar nos ombros de Sarah, o lago que era a meta de chagar aquela noite, já se descortinava a sua frente e a vontade de se livrar das suas roupas e pular em suas águas relaxantes a invadiam em um crescente anseio. Ela olha para sua companheira de viajem e nota que a mesma já demonstra o cansaço em seu rosto e corpo, as pernas de vez em quando arrastam e levanta um pouco mais de poeira e o único paliativa, está ali a frente, aquele belo lago, o lago de Calenhad, a vida e o centro de convergência daquela região. A lua cheia refletindo a sua cor prateada nas águas é um convite ao mergulho.
     
    Mas a visão da torre quebra um pouco essa magia do transe que a água do lago provocara nas duas guerreiras e elas apertam o passo, pensando na cama quente que as espera na taverna que a elfa recomendará, a donzela mimada. E sobre as aguas a torre do círculo dos magos, impera serena sob a luz da lua e toda a beleza daquela arquitetura antiga grita por um passado distante e conturbado, não muito diferente dos dias atuais. E logo começam as vezes as pequenas habitações, boa parte delas abandonadas.
     
    E ambas vão descendo em direção ao píer e logo vem a construção solida de dois andares, o seu destino, A donzela mimada. Porem Sarah estranha o píer sem a presença de um templário mediando a saída para a torre e o silencio sepulcral no entorno da estalagem, que a esta hora devia ter barulho de música e de pessoas e ao contrário do exterior dentro do prédio, vesse velas acesas e vozes. A elfa resmunga não estar gostando daquela quietude e seu Mabari geme um ganido como se concordasse.
     
    Sarah faz sinal que Ashalle pare e chama o Mabari para junto de si e se concentra no silencio para ouvir a voz do silencio e o que ele tem para lhe contar e seu olhar se perde na leve ondulação do lago, para que se concentre na audição. Ela sabe que tem algo de errado, de muito errado.
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Garahel em Qua Mar 14, 2018 12:19 am




    Um lobo uiva ao longe. Fora esse som, Sarah não consegue ouvir nada de anormal. Pode ouvir, ainda, as vozes de dentro da taverna. Parecem cordiais, como se as pessoas lá dentro estivessem envolvidas em uma conversa agradável. A impressão é de que A Princesa Mimada é uma oásis - de luz, de habitação, de vida - no meio de um deserto.


    Apesar disso, o mabari também está atento, com suas orelhas caninas erguidas rigidamente. E logo começa a rosnar baixinho em direção a uma das casas abandonadas. Ele não parece agressivo, o que significa que não reconheceu, ao menos de imediato, um inimigo. Mas, sem dúvidas, percebeu algo de diferente.


    O olhar de Ashalle segue o do cão até o edifício. A elfa exibe uma expressão preocupada, mas incerta.


    - Você acha que devemos ver o que é? - pergunta, virando-se para Sarah - Pode ser só um bicho. Ou um velho recluso. Vai saber... - e, por fim, indica a taverna com a cabeça - Ali não parece um ambiente hostil...


    off:
    A princípio, nenhum teste, a n ser que vc decida fazer algo diferente, aí eu peço pra rolar
    Obs.: é proibido nadar no Lago Calenhad, não faça isso XD Não q tenha algm pra te impedir, mas tem uma torre de magos ali, então né. Vai saber o que pode acontecer Razz
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Dycleal em Qua Mar 14, 2018 12:13 pm

    Sarah aguça a sua audição, mas a não ser por um uivo distante de um lobo, apenas a taverna servia como fonte de alimentação para os seus sentidos, Ashalle especula que talvez em um dos casebres abandonado tenha alguma coisa pois o seu astuto cão rosna baixo em direção de uma das casas abandonadas em posição de guarda e não de ataque, o que faz a sua curiosidade se aguçar.
     
    Porém o cansaço fala mais alto, as condições são um tanto estranhas mas nada que não já tenha presenciado em suas andanças e apenas olha em direção a casa e não observando nenhuma movimentação passa o seu olhar para a torre sobre o lago e pensa consigo, ali sim têm coisas muito estranhas e se dirige para a elfa e diz: - Deixemos que os humanos cuidem dos seus negócios, não é para isso que estamos aqui, passa a mão na cabeça do seu Mabari, acalmando-o e aponta para a taverna e se dirige para lá esperando que o cão a siga.
     
    Ao entrar na taverna, desvia-se da movimentação, sorri para um ou outro cumprimento, retribuindo-o e se dirige ao taverneiro e comenta o quão deserto está lá fora, esperando algum comentário mais esclarecedor e pede um quarto para as duas e questiona se o cão tem lugar apropriado para ficar ou se por ser treinado, pode leva-lo ao quarto? E aguarda no balcão a resposta do comerciante à suas duas indagações.
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Garahel em Sab Mar 17, 2018 7:52 pm




    Ashalle suspira de alívio diante da decisão de Sarah em seguir para a taverna. A elfa não estava a fim de investigar coisas estranhas daquela vila. Só quer uma boa comida e uma boa cama.


    Quando os três abrem a porta do estabelecimento, todas as vozes cessam imediatamente. Um candelabro é o responsável pela escassa iluminação do ambiente. Há cinco homens e duas mulheres sentados nas mesas, uma garçonete em pé perto do balcão e o taverneiro, atrás do balcão. Todos param o que estão fazendo e voltam seus olhos para o estranho grupo que acaba de entrar: uma humana, uma elfa e um mabari.


    Os olhares continuam fixos nelas, e o pesado silêncio persiste, enquanto Sarah aproxima-se do balcão. O taverneiro encara-as com um olhar cheio de desconfiança. Diante da pergunta de Sarah, bufa.


    - Ora, mas é claro que está deserto! - reclama, socando a madeira. O barulho ecoa pelo silêncio do recinto - Sem magos na Torre dos Magos, quem viria para esse fim de mundo, pelas tetas de Andraste? - pragueja.


    A garçonete rapidamente passa por uma porta e desaparece em outro cômodo. Os clientes voltam às suas bebidas, mas ainda em silêncio e atentos à conversa.


    - Não temos lugar para cachorros. Nem para vocês - responde rispidamente, semicerrando os olhos - Me digam, por que diabos eu teria que confiar em uma estranha, acompanhada de uma elfa e de um cachorro? O que fazem aqui?


    off:
    Se quiser tentar convencer o taverneiro a aceitar vcs, pode rolar um teste de Comunicação (Persuasão) ou Comunicação (Intimidação), o que achar mais apropriado  bounce
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Dycleal em Sab Mar 17, 2018 10:36 pm

    Sarah observa que todos ficam parados as observando, nota que não há elfos na taverna, e o olhar desconfiado do taverneiro não esconde seu preconceito com mulheres e principalmente elfas e sua fala contrariada e exacerbada confirmam sua intuição e batendo com o punho no balcão de madeira se queixa que a torre está sem magos e por isso não aparece muitas pessoas por ali
     
    Com essa resposta ríspida, a garçonete entra por uma porta e desaparece e os clientes voltam para as suas bebidas, mas de ouvidos atentos para ouvir a conversa. O taverneiro continua com seu mau humor e diz que não tem lugar para cachorros e nem para elas duas, a sua face mostra muita raiva, a ponto de seus olhos semicerrarem e continua: “Porque diabos eu teria que convencer em uma estranha, acompanhada de uma elfa e um cachorro? O que fazem aqui? ”
     
    Sarah fica espantada com tamanho ódio daquele homem, sabia que era em parte pela diminuição da clientela, em parte pelo desprezo dos humanos pelos elfos, principalmente naquela região, mas não fazia sentido, dispensar cliente, quando eles rareavam e não receber estranhos em uma estalagem era no mínimo, ridículo e tenta educadamente contornar aquela animosidade com uma persuasão misturada com humildade e simpatia, afinal, estava cansada e fazia tempo que não experimentava uma cama de verdade. E aquele deserto lá fora não seria o dormitório mais esperado e seguro do mundo.
     
    Sarah olha para Ashalle e com os olhos, pede desculpas por aquele constrangimento e modula a voz para ser a mais agradável possível e diz: - Senhor, estamos juntas para nos proteger, somos apenas duas mulheres passando na sua cidade e viajamos para encontrar parentes, não oferecemos nenhum perigo para a sua comunidade e estamos cansadas e precisamos descansar. Podemos pagar pela nossa alimentação e estadia e se assim desejar podemos pagar adiantado. Mas não nos deixe sem um teto está noite, por favor. E faz a sua melhor cara de donzela frágil e temerosa, o que é imitada pela elfa e até o seu Mabari se deita e coloca as patas sobre a cabeça, ambos sentindo o espirito de Sarah em conquistar e sensibilizar o taverneiro.
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Garahel em Dom Mar 25, 2018 10:16 pm




    O taverneiro observa o grupo silenciosamente enquanto Sarah faz seu discurso, mantendo um olhar desconfiado. Depois que a humana para de falar, o silêncio ainda dura alguns momentos até ser novamente quebrado.


    - Tudo bem - resmunga o homem, depois de alguns muxoxos, ainda visivelmente incomodado - Mas terão que pagar adiantado. Só temos quartos individuais, então vocês terão que dormir separadas. E o cachorro dorme do lado de fora. CYBELE! - grita, subitamente. A garçonete reaparece pela mesma porta onde tinha sumido - Leve a humana e a elfa até dois quartos lá em cima. Mas antes... - o taverneiro estende a mão - Serão 4 moedas de prata pelos quartos. Se quiserem jantar, é mais 1 prata por prato.


    off:
    Se quiser, pode negociar o preço com um teste de Comunicação (Barganha), PORÉM ele não tá muito disposto a pechinchar, então seria dificuldade alta. E se rolar um número muito baixo, ele vai aumentar o preço. E, claro, sempre pode inventar de fazer outras coisas Razz
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Dycleal em Dom Mar 25, 2018 10:48 pm

    Sarah fica satisfeita com a reviravolta no humor do taverneiro, não que ele estivesse satisfeito, mas concordara em recebe-las, embora em quartos separados, o que não a agradava. Mas não podia ganhar todas e dos males, o menor. Agora era trancar bem a porta e torcer para a estalagem ser segura.

    A guerreira pega seis moedas da bolsa e pede as duas refeições e olhando para a moça que o taverneiro chamou de Cybele, pede a ela que arrume dois quartos juntos. Quem sabe os quartos tivessem uma varanda voltada para o lago, já que eram no andar de cima. Antes de se dirigirem a mesa, abaixa-se e fala com o seu Mabari, que ele ficara de fora, mas que lhe mostrará a janela do quarto para ele. Ela sabia que ele ficaria mais tranquilo sabendo onde ela estava, o mais ele se virava bem.

    Ashalle respira aliviada depois de toda aquela tensão e olha confiante e orgulhosa para a amiga, e vê o quanto a Sarah amadurecera desde que chegara na fazenda em que ela morava e na mesa pediu para a amiga ter cuidado a noite, que dormisse com seu gibão de couro e a arma a mão, para qualquer eventualidade, afinal, eram duas mulheres bonitas e sozinhas no ermo e isso já era uma situação de risco, mesmo ali dentro da estalagem. A humana sorri para ela e diz: - Sempre se preocupando comigo. E a Elfa responde de volta: - Tanto quanto você. E ficam esperando o jantar enquanto o Mabari deita embaixo da mesa, quieto como a sua dona pediu.
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Garahel em Sab Abr 07, 2018 6:26 pm




    O homem grosseiro bufa mais uma vez, mas aceita o dinheiro silenciosamente e dispensa-as com um abano da mão. Cybele aproxima-se e ergue uma sobrancelha diante do pedido de Sarah, mas não diz nada; logo dá as costas e sobe as escadas silenciosamente. O mabari emite um ganido baixinho diante da notícia de que teria que dormir do lado de fora, mas seus olhos inteligentes parecem compreender.


    Ao perceberem que nada interessante acontecerá mais, os clientes voltam às suas conversas. O murmúrio do diálogo cresce vagarosamente, até atingir o volume no qual falavam antes das estranhas entrarem. Um ou outro ainda dirige um olhar de relance para elas, mas nada além disso.


    Depois de sentadas, podem perceber Cybele descer as escadas de volta, para sumir novamente na mesma porta. Alguns momentos depois, a garçonete reaparece, carregando dois pratos de um ensopado de legumes.


    - Bebidas? - indaga, secamente, enquanto deposita os pratos sobre a mesa.


    off:
    Faça um teste de Percepção (Audição) novamente  bounce
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Dycleal em Ter Abr 10, 2018 12:45 pm

    Sarah sabia que o ambiente ainda era hostil e a garçonete chamada Cybele, mesmo sendo mulher, ainda mostrou um ar de apreensão em relação a elas quando do pedido do quarto juntas, as pessoas em torno forma se acostumando com o fato que o clima tinha sido contornado e até o Mabari da guerreira já estava conformado com seu destino de dormir do lado de fora.
     
    Após uma pequena espera, a garçonete que ocupada, subia e descia escadas, chegou com dois pratos de ensopado de legumes e a fome das aventureiras acha o prato maravilhoso e só espera que esteja quente. Os olhares dos fregueses ainda continuam a olha-las, mas agora de forma discreta e esporádica e enquanto a guerreira observa isto, a garçonete pergunta o que querem beber enquanto deposita os pratos na frente de cada uma.
     
    As aventureiras trocam um olhar e ao mesmo tempo pedem por um vinho, torcendo que tenham um vinho élfico, embora saibam que seria improvável. A guerreira permanece atenta, olhando para um lado e para o outro e aguça a sua audição para tentar captar o que se conversa ao seu redor ou algum som de passos que não seja normal, ela ainda sabe que existe uma tensão latente no ar e faz um gesto para a elfa fazer o mesmo, ficar bastante atenta.
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Garahel em Sex Abr 13, 2018 6:20 pm




    Cybele não demonstra reação diante do pedido das clientes, mas, pouco depois, retorna com uma garrafa de vinho e duas taças. Está muito longe de ser um vinho de qualidade, é ralo e ácido; mas é melhor que nada. A tensão vai se dissipando no ar à medida que todos esquecem da presença delas.


    O ensopado, em compensação, está quente e saboroso, e provê uma boa refeição para as jovens cansadas. De estômago cheio e novamente sob um teto firme, o sono começa a tomar conta.


    Apesar disso, Sarah mantém os ouvidos atentos, e consegue ouvir um estranho som vindo do segundo andar da taverna - onde ficam os quartos. É um som abafado e, com as conversas do ambiente, difícil de ser decifrado. Mas, se fosse para arriscar, a guerreira diria que parece móveis sendo arrastados.


    Ao mesmo tempo, a garçonete retorna e tira os pratos da mesa, ainda sem lhes dirigir palavra ou olhar.


    off:
    Lembre-se que em Dragon Age elfos são pobres e marginalizados. Então um vinho "élfico" não seria exatamente bom Razz Para futuras referências, vinho bom é vinho antivano (de Antiva) bounce Deduzi 20 PC da sua ficha pela garrafa de vinho
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Dycleal em Sex Abr 13, 2018 9:44 pm

    Sarah relaxa um pouco com o esfriamento dos ânimos, porem a atitude da garçonete a deixa com uma pulga atrás da orelha e ela aguça a audição e um pouco atrapalhado pelo próprio barulho das conversas no salão ela ouve um som que lhe parece moveis sendo arrastado no andar onde ficam os quartos.
     
    A guerreira faz sinal para a elfa se aproximar, pois, quer lhe falar ao ouvido: - Ashalle, estou desconfiada da atitude da garçonete, algo está errado e apurei o ouvido e acho que tem alguém arrastando moveis no andar onde ficam os quartos. Fica atenta e use sua audição élfica para ouvir algo mais. Não podemos vacilar neste ambiente, um tanto desfavorável.
     
    E volta a beber o seu vinho, como se nada tivesse acontecido, mas passa a monitorar os movimentos da garçonete e do taverneiro, apesar do sono começar a cobrar seu espaço.
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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Garahel em Seg Abr 16, 2018 5:02 pm




    Com o tempo, os fregueses da estalagem vão indo embora, e alguns sobem para seus respectivos quartos. A garçonete, sob o olhar atento de Sarah e Ashalle, entra na porta da cozinha em um momento e não mais retorna. Enquanto isso, o taverneiro está contando e reunindo moedas.


    Logo a humana e a elfa são as únicas restantes no ambiente. O taverneiro ergue a cabeça ao terminar seu trabalho contábil e, ao ver que restam apenas as duas no ambiente, fecha a expressão.


    - O que ainda estão fazendo aqui? - vocifera, erguendo-se subitamente - Esperando eu ficar sozinho para me pegar em uma armadilha? Vão para seus quartos, o jantar está terminado há muito tempo!


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    Re: Lago Calenhad

    Mensagem por Dycleal em Ter Abr 17, 2018 2:13 pm

    Sarah vê a garçonete entrar na porta da cozinha e não voltar por um bom tempo. O número de pessoas no salão e a guerreira leva o seu Mabari para fora e volta e senta-se novamente à mesa com a sua amiga elfa e logo depois o taverneiro que estava absorto na sua contabilidade, levanta a cabeça e vendo-as ainda no salão reclama que o horário do jantar já acabou e sugere que elas estão ali para rende-lo e rouba-lo e se ergue exaltado.
     
    A guerreira vendo o clima fala: - Desculpe, conversando com minha amiga, nós não percebemos a hora passar, estamos indo, boa noite. E pegando a mão da elfa se encaminham para as escadas e sobem rumo aos quartos e na metade da subida fala para a amiga: - Redobre a atenção e apure os ouvidos, reafirmo, o ambiente é hostil, até que me prove o contrário. E continuam rumo aos seus quartos.
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    Re: Lago Calenhad

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      Data/hora atual: Sex Abr 20, 2018 3:33 pm