Um fórum de RPG online no formato de PBF (Play by Forum).


    [PJ] Andros Abramivch

    Compartilhe
    Ayleen G
    Cavaleiro Jedi
    avatar
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 290
    Reputação : 24

    [PJ] Andros Abramivch

    Mensagem por Ayleen G em Ter Jun 12, 2018 7:40 am



    CASA ABRAMIVCH

    Região: O Norte
    Suserano: Lord Cregan Stark
    Fundação: Invasão Roinar





    "A editar"



    Defesa
    31
    Castelo Pequeno (30);
    Paliçada (1)
    Influência
    29
    Primogênito (20);
    Outros filhos (5)
    Lei
    12
    Sorte da Casa -5;
    Posto Fiscal (10)
    Poder
    22
    Cavalaria Verde (6);
    Infantaria Verde (5);
    Guerrilheiros Verde (3);
    Guarnição Verde (3);
    Arqueiros Verde (4)
    População
    18
    Sorte da Casa +0
    Riqueza
    12
    Artesão - armas superiores(10)
    Terras
    44
    Vila Grande (30);
    Montanha (9);
    Estrada (5)

    Modificador Total da Sorte da Casa: -5
    Lord; ANDROS
    Lady; ADRIENNE
    Herdeiros: BRENT (18 ANOS) / VALQUIRIA (14)

    Servos, Criados e Cavaleiros da Casa:
    Castelão; NATHALIEL
    Mestre de Armas; SKADI
    Administradora; HAVANNA
    Mestre dos Cavalos; SHARA
    Mestre de Caça; MIESHA
    Tratador de Cães; DOMINIC
    Cavaleiro Errante; TYLER



    A HISTÓRIA DA CASA:
    O Sol desponta no horizonte, refletindo seus raios nos alagadiços das plantações de arroz. A luz toca os telhados de barro multifacetados da cidade de Pejite. A vida desperta e o passo calmo e controlado dos trabalhadores começam a invadiras ruas revestidas de calotas de rocha lisa. O badalo estridente do gongo vindo dos templos mistura-se com o som dos blocos de pedra sendo empilhadas pelas mãos fortes e calejadas dos operários, incumbidos da construção de um palacete para um Lord local. Acompanhado estes primeiros alaridos matinais, o brado conciso de jovens guerreiros ecoa através das paredes da academia dos soldados do exército de Pejite treinados por Robukai. Mais um dia tranqüilo e sereno se anuncia.
    Um pequeno pedaço de terra foi doado para Moyagi Abramivch pelo Rei. Ele fora um grande guerreiro do exército que ajudou o Rei a manter sua posição e fama, mas quando perdeu sua esposa – falecida por complicações no parto de seu filho Shamak – deixou as armas de lado para se dedicar ao infame, atendendo assim ao último desejo de sua amada.
    Moyagi vivia como homem simples, diferente do cotidiano requintado dos nobres. A resignação de uma carreira repleta de perigos e aventuras começou a amolecer seu coração e curar os calos e feridas de outrora. Passava grande parte do seu tempo com os agricultores, operários, comerciantes e principalmente da academia do exército quando Robukai estava a ensinar, ele ensinava o caminho da espada para jovens de alma livre. A preferência de Moyagi pelas aulas era, pois, a filha de Robukai - a jovem Kyie – despertara em seu âmago sentimentos que há muito havia esquecido. Kyie respondia aos gracejos de Moyagi; Robukai, apesar do ciúme natural e da desconfiança dos soldados, não faria objeção se algum dia Moyagi quisesse desposar sua filha, já que era um senhor de terras um homem honrado e leal.
    Moyagi fazia questão de levar seu filho Shamak pelas suas andanças na cidade e gostava de ensiná-lo a respeitar todos os vassalos a fim de ganhar o apreço da população, mas o jovem recusava-se terminantemente a segui-lo. Shamak só tinha ouvidos para sua avó Myura, mãe da falecida esposa de Moyagi. Myura sempre o aconselhava a manter sua posição de nobre e considerava seu genro um grande covarde sem juízo, pois não tinha pulso firme para comandar os plebeus. Sobretudo, o odiava ainda mais por não respeitar a memória de sua filha, já que os olhos de Moyagi deixavam transparecer o amor que sentia por Kyie – uma jovem reles, na opinião de Myura. Shamak cresceu arrogante e permeado por um complexo de culpa muito severo, consequência da morte de sua mãe. Quando brigava com sua avó ou a desobedecia, sempre terminava chorando pelos cantos devido as palavras venenosas da anciã que o intitulado de assassino. Entretanto, Myura insistia que toda a aspereza por parte dela faria bem ao neto, já que ajudaria a endurecer seu caráter e, somente assim, ele deixaria de ser um moleque mimado e chorão.
    Shamak não respeitava seu pai, mas tinha muito medo da avó, ela sim era nobre. Para mostrar sua suposta superioridade para Myura, o jovem humilhava todos dos criados. Shamak quase nunca saia da mansão, tinha medo de mostrar sua face para aqueles que dispersava. Moyagi tinha muito trabalho em desfazer as confusões, mas nunca culpava o filho, sempre o protegia de seus atos cruéis e arrumava alguma desculpa para justificar o comportamento de sua guarda pessoal. Moyagi acobertava os erros do garoto, pois não queria desapontar sua falecida mulher e faria de tudo para poupá-lo de todas as brutalidades do mundo, atendendo a todos os seus caprichos.
    Certa manhã Myura não apareceu ao templo dedicado a sua filha na mansão para fazer as preces aos ancestrais. A avó de Shamak falecera enquanto dormia e tudo que prendia Moyagi de almejar o amor de Kyie havia se despedido deste mundo. Sem a reprimenda da sogra, Moyagi começou a construir um palacete para acolher sua futura esposa, seria um presente de casamento para a amada e não se importou em gastar muito. Moyagi ainda não tinha comunicado sua decisão para Robukai, mas todos já suspeitavam de suas intenções e sabiam que Kyie aceitaria o convite, pois tinha muito pelo velho guerreiro. Shamak foi tomado pela cólera ao perceber que seu pai estava prestes a anunciar um casamento com a filha de Robukai , e enfureceu-se ainda mais quando soube das obras que acarretariam um gasto desenfreado da fortuna da família.
    Sua avó não estava mais lá para apoia-lo na tentativa de dissuadir Moyagi, mas ele não era mais um menino – já tinha 17 anos – e poderia lidar com esta situação. Neste momento, a desgraça e desonra recaíram sobre as terras de Moyagi, o sangue de muitos inocentes iria correr. Shamak enviou um bilhete a Kyie, assinado com seu nome nobre Abramivch. Ele pedia um encontro fora dos limites urbanos, próximo a uma linda cachoeira – teria que convencer ou até mesmo intimidar a moça a desistir deste casamento proibido, e não mediria palavras para conseguir seu intento. Ele mostraria sua força e supremacia para Kyie e, desta vez, não se esconderia por trás da guarda pessoal, iria sozinho para não fazer alarde ao seu pai.
    Kyie recebeu a carta e ficou radiante de alegria, pensando que o remetente fosse Moyagi. A cachoeira era um lugar já conhecido pelo casal, lá se encontravam e ficavam conversando por horas e horas. Moyagi nunca havia tocado em Kyie pois fazia questão de tê-la como esposa antes das núpcias. Moyagi a respeitava muito, mas a jovem estava demasiado apaixonada para se importar com as formalidades e sempre insistia para que Moyagi se entregasse aos seus braços. O guerreiro sisudo declinava e dizia para serem pacientes, mas que se mudasse de ideia, faria com que Kyie soubesse. Para a jovem aquele bilhete marcava os sentimentos de Moyagi e, finalmente, eles poderiam se amar como um homem e uma mulher. Mas nada do que ela esperava ocorreu...

    Kyie se preparou, tomando um refrescante banho de ervas aromáticas, e vestiu seu mais lindo vestido. Enfeitou-se com flores e partiu para a cachoeira. Apreensiva, chegou mais cedo para encontrar seu amado e estendeu uma seda para sentar-se ao chão e espera-lo. Depois de poucos minutos, o farfalhar da relva anunciava a presença de alguém. Kyie avistou ao longe o estandarte da família Abramivch e, então, teve certeza de que Moyagi se aproximava. Para surpreende-lo, a jovem se despiu revelando sua pura e imaculada beleza, deitou-se à relva e fechou seus olhos, aguardando o calor de Moyagi sobre seu corpo. Mas quem carregava o estandarte dos Abramvich era Shamak, que, ao ir de encontro a Kyie, ficou transtornado pela visão daquela linda mulher banhando-se ao sol, algo que ele nunca antes havia visto. Toda sua fúria desapareceu e uma inquietação invadiu sua mente, o jovem tomou Kyie em seus braços e beijou-a freneticamente. A bela menina estranhou a atitude rude de Moyagi e, quando abriu os olhos, descobriu que não era seu amado que estava ao seu lado. De imediato, Kyie renegou Shamak e quis expulsá-lo, mas ele não lhe deu ouvidos e toda fúria há pouco esquecida retornou ao seu corpo. Ele insistiu em permanecer no local e o pior ocorreu: o filho de Moyagi, tomado pela bestialidade, violou a jovem e segurou com muita força seu pescoço. Kyie não resistiu à violência e morreu estrangulada.


    Sem saber o que fazer, Shamak percebeu a gravidade de seus atos e partiu em disparada para a mansão Abramivch, de onde - pensava agora - nunca deveria ter saído. Lá permaneceu trancado em seus aposentos como se nada tivesse acontecido. Não tardou para que Robukai desse falta de Kyie e fosse procura-lá já muito preocupado. Rodou a cidade inteira e não teve notícias, foi até a mansão dos Abramivch, mas foi barrado pela guarda pessoal que, sob ordens de Moyagi (novamente Shamak escondia sua responsabilidade), não permitiram que nenhum plebeu entrasse. Robukai pediu ajuda aos seus alunos e partiram para além da cidade à procura da filha desaparecida. Nesta ocasião, Moyagi estava na mansão ansioso pela volta de um de seus criados, que fora levar um pente ornamental a Kyie. O enfeite mostraria aos outros a intenção de Moyagi de desposar a jovem, que se aceitasse a proposta, deveria prendê-lo aos cabelos. Moyagi não sabia que Kyie estava desaparecida, muito menos morta. Em razão da ordem de Shamak, ninguém conseguiu se aproximar da mansão para lhe dar notícias.


    As buscas começaram e, em poucas horas, o corpo de Kyie foi encontrado. As marcas de luta mostravam claramente a brutalidade do assassino e da violação. Robukai deixava as lágrimas anunciarem sua dor e indignação, mas quando achou no bolso do vestido de Kyie a mensagem assinada por Abramivch, seu rosto secou subtamente a expressão de vingança preenchia seu semblante. Robukai caminhou passos rápidos e desesperados até a mansão dos Abramivch, tinha certeza de que todos a queles olhares maliciosos e gracejos de Moyagi haviam se transformado na vontade incontrolável de possuir Kyie, sua doce filha. Como era de se esperar, tanto Robukai quanto seus alunos foram barrados pela guarda pessoal e uma luta mortal se desencadeou.


    A guarda pessoal derrubavam os intrusos um a um, mas a quantidade de alunos e a força de Robukai foram suficientes para que, ao final do embate, todos estivessem mortos com exceção do próprio Robukai. O pai desconsolado atravessou as portas da casa e foi de encontro a Moyagi. Moyagi se surpreendeu com a invasão repentina e considerou uma ofensa os modos de seu futuro sogro. Robukai bradou:
    -Maldito, o que pretendia fazer! Afastou minha filha de mim!
    - Só fiz o que meu coração mandava! Não aceitarei ofensas nem negativas! - Disse Moyagi
    - Negativas! Verterei seu sangue sujo em minha espada! - Replicou Robukai.


    Uma luta enfurecedora se desenrolou, Robukai não soube que Moyagi era inocente nem o Moyagi soube que Kyie estava morta. Ele pensava que seu futuro sogro havia perdido o juízo por causa do pente, que nomeava a jovem como sua esposa, e estava tomado pelo ciúme. Moyagi sucumbiu ao chão com apenas uma nesga de vida em seu corpo. Robukai caiu de joelhos proximo a Moyagi e, aos prantos, perguntava:


    - Por quê, Moyagi? Pensei que gostasse de Kyie.


    Com muita dificuldade para falar, Moyagi estranhou a pergunta e disse:


    - O que diz, homem? Eu amo Kyie, só queria me casar com ela! Não sabia que seu ciúme seria minha ruína!
    - Seu cão!? Como tem coragem de dizer que se casaria com Kyie, depois de ter violado seu corpo e tirado sua vida? - Vociferou Robukai.
    - Como!? Eu nunca machucaria sua filha! O que houve com Kyie? - Respondeu Moyagi.


    Surpreso com o que Moyagi dissera, Robukai tirou de seu bolso a mensagem suja de sangue assinada "Abramivch" e atirou em Moyagi.


    - Esta caligrafia não é minha, Robukai! Que mensagem é esta? Disse Moyagi.
    - Estava com Kyie quando a encontramos morta! Somente os nobres, são letrados em caligrafia nesta parte da cidade. Então, não me diga que não escreveu esta carta! - Bradou Robukai.

    Moyagi fez um esforço para se reclinar um pouco e pegou a mensagem para examina-la melhor.

    - Agora eu compreendo! Não matei sua filha, Robukai! Mas sei quem o fez... - suspirou Moyagi

    Depois de compreender a situação, Moyagi foi consumido pela desolação e desgosto, que acabaram drenando seus últimos segundos de vida.

    - Se sabe quem é o assassino, me fale, Moyagi! Me responda, não me deixe com esta dúvida e com a desonra de ter matada um homem inocente! Moyagi!

    Tarde demais. Moyagi estava morto e inerte no chão. Shamak presenciara tudo, observando pelas frestas do portão onde estava escondido. Depois que Moyagi e sua guarda pessoal morreram, esperou Robukai partir e recolheu o que tinha de mais valoroso na mansão, para ir relatar o ocorrido para o Rei. A sorte de Shamak é que ninguém da cidade o conhecia, Moyagi sempre que conversava da existência de seu filho para os outros tinha vergonha da mesquinharia do jovem. Depois do furor, Robukai fez questão de enterrar Moyagi junto com Kyie e separou um cemitério especial, próximo à cachoeira, para sepultá-los. Também fez as honrarias para a guarda pessoal e todos os alunos falecidos. A desgraça tomou conta do seu ser e Robukai jurou nunca mais pegar em uma arma novamente, pois todo aquele derramamento de sangue fora em vão, não havia vingado a morte de Kyie e muito menos aliviado a dor de seu coração. O caso chegou ao conhecimento do Rei que decidiu que Robukai deveria continuar vivo, assim teria que viver com a consciência atormentada pelo resto de sua vida - ou até que encontrasse o verdadeiro assassino para vingar as almas dos inocentes e, enfim, poder se despedir do mundo terreno.

    Os anos se passaram e Shamak havia conseguido o favorecimento do rei para regressar e liderar suas terras sem suspeitas, pois o rei informa que Shamak estava esse tempo todo no castelo. O verdadeiro objetivo do rei era manipular a casa para conseguir uma devoção incondicional e forte e seu plano havia dado certo.
    A casa ABRAMIVCH vem se destacando desde então como uma das casas mais leais ao Rei independente de quem seja e do que venha a ser solicitado.
    Ayleen G
    Cavaleiro Jedi
    avatar
    Cavaleiro Jedi

    Mensagens : 290
    Reputação : 24

    Re: [PJ] Andros Abramivch

    Mensagem por Ayleen G em Dom Jun 24, 2018 7:21 am




    Nome:Andros Abramivch
    Idade: 50 anos (meia idade)
    Sexo: Masculino
    Casa: Abramivch

    Objetivo: Poder
    Motivação: Dever
    Virtude: Dedicado
    Vício: Arrogante





    Habilidades

    Agilidade 3
    Astúcia 3
    Atletismo 3
    Conhecimento 2
    Cura 2
    Enganação 2
    Furtividade 2

    Guerra 5 (Estratégia 1B, Comandar 1B)
    Idioma 2
    Ladinagem 2
    Lidar com Animais 2
    Luta 3 (Lâminas Longas 1B)
    Percepção 2

    Persuasão 5 (Barganha 1B, Convencer 1B, Intimidar 1B)
    Pontaria 2
    Sobrevivência 2
    Status 4 (Reputação 1B, Criação 1B, Torneio 1B)
    Vigor 3
    Vontade 3 (Dedicação 1B)




    Qualidades & Desvantagens

    Benefícios:
    Líder de Casa
    Autoridade
    Favorito da Nobreza

    Defeitos:
    -Débil (vigor)

    Estatísticas:
    Defesa em Combate = 8 (3 usando Meia Armadura)
    Saúde = 6
    Defesa em Intriga = 9
    Compostura = 9
    Pontos de Destino = 0




    Equipamentos

    Arma Qualidade Teste DanoQualidades
    Espada LongaSuperior3D+1B+14-
    AdagaSuperior3D+11Defensiva+1, Mão Inábil+1

    Armadura: Meia Armadura (VA 9; Penalidade de Armadura -5; Volume 3)

    Roupas e botas
    Adaga
    Espada Longa 5kg (500 gp)
    Meia Armadura (2000 GP)

    Moedas restantes: 20 GP





    A HISTÓRIA DE ANDROS:
    As rochas de nossas montanhas escondem segredos e as árvores guardam história. Minha espada advém dos povos de outrora! Não será tolerada a violência contra a vida do nosso povo, e os vestígios do outono guiarão minhas mãos. Eu sou a espada de nossas terras, guardião dos povos da montanha e vigília eterna ao inverno vindouro. Eu sou Andros Abramivch, e eu estou aqui para impedir que o inverno dos homens chegue a nossas terras.

    Sou filho de Shamak, Senhor da montanha com Narian, e nasci em uma época onde meu povo já viam que a primavera havia se passado e que mesmo o verão começava a findar. Os demais povos, jovens e apressados, traziam até nosso povo cada vez mais o ciclo da perda e da destruição.

    Cresci aprendendo a arte da guerra e a manipulação tática que tão bem nos guardava. Mas pude também ver a destruição trazida pelos homens na forma de morte e destruição. Aprendi a combater os monstros que vivam fora das montanhas, mas sem entender porque não podia combater os monstros que convidávamos para elas. Os anciões sempre me diziam, em sua sabedoria, aquilo que eu sabia ser certo: “Aquele que usa a montanha, acaba sendo usado por ela”.

    Com o tempo, me tornei o Lord das terras de meu pai, e agora aos 50 anos sou capaz de dar conselhos aos mais jovens e compreender os conselhos dos mais velhos. Me tornei um dos primeiros a ser chamado pelo rei quando os inimigos avançavam nas fronteiras de nossa terra. Por esses atributos, reconheceram-me como Lord. O título representava minha posição na transitoriedade. Aquele que deve manter-se firme ao Outono, impedindo o Inverno de chegar, transitando entre os jovens e os anciões.

    Nossa casa não é das mais ricas, mas temos uma liderança forte o nosso povo é único do mais alto cavaleiro ao mais baixo morador de rua. Nosso lealdade é inquestionável e reconhecida por todos os 7 reinos.

      Data/hora atual: Qui Nov 15, 2018 1:52 am