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    Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

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    Katsumi Liqueur
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    Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Katsumi Liqueur em Qua Jun 20, 2018 9:38 pm



    A viagem entre Vinha Real e Caspia ocorria sem nenhum tipo de contratempo, o que era bem estranho e deixava a todos um tanto quanto ressabiados. O percurso era reconhecido pelo roubo de carga que sofria, mas como aquela era a única estrada em bom estado a ligar as duas cidades, não havia muito a ser feito. Além disso, aquela era a maior caravana que já haviam escoltado como grupo. O contratante, Arag Tatte, já era conhecido, afinal, fora ele mesmo que os havia contratado pela primeira vez e os ajudado a se posicionar como mercenários capazes de fazer aquele tipo de serviço. Mas geralmente as mercadorias dele não somavam nem três carroças cheias, dessa vez, eles guardavam um longo comboio com dez carroças abarrotadas, e uma décima-primeira fechada, que transportava alguns animais. Lógico que não eram só eles guardando dessa vez, outro grupo de mercenários também havia sido chamado. E talvez o grande número de espadas fosse o responsável pela segurança da caravana, mas a verdade é que estavam todos ansiosos pelo fim daquela empreitada.

    Em um pouco menos de dois dias chegariam aos portões de Caspia, e ambos os grupos se questionavam se não haviam cobrado o preço errado para aquele trabalho. Não pelo perigoso do serviço em si, mas pela tensão que ele estava ocasionando. E Trent Razor, que aparentemente era o líder do outro grupo, já havia deixado exatamente isso claro para Arag mais de uma vez, contudo o mercador apenas argumentava que ele deveria era ter pago a menos, afinal, não haviam sofrido nenhum ataque. Mas com a intenção de apaziguar os ânimos, o velho mercador havia se comprometido a pagar algumas moedas extras se a carga realmente chegasse intocada e seu destino.

    E mais uma vez a noite havia chegado, a caravana saíra da estrada para o campo aberto, onde era mais fácil montar acampamento com a carga protegida no meio de todos os mercenários. Como nenhuma lua brilhava no céu e a temperatura era bem baixa nessa época do ano, outras fogueiras menores haviam sido acessas perto de onde cada pessoa dormia. Já devia passar de três da manhã e Juan Javier lutava para ficar acordado. Era o responsável por aquele turno de vigia e estava tudo tão entediante que era difícil permanecer atento, seus olhos iam se fechando por períodos cada vez mais longos. No lado oposto do seu, um guarda do outro grupo também tinha a mesma missão. E se não estavam juntos para se manterem acordados, era porque haviam decido logo no começo da viagem que era melhor cada um guardar uma parte do acampamento, afinal, ele se estendia por um espaço considerável e seria capaz de alguém na calada da noite furtá-los por qualquer descuido.

    E enquanto El Gato lutava contra o sono, os outros tinham sonhos agitados. E não era a primeira vez.

    Aragorn havia escutado de seu falecido tio inúmeras vezes a história de como haviam escapado, escondidos no fundo falso da gruta em que seus pais viviam. Mas em seu sonho ele nunca era um bebê recém-nascido, mas já adulto e covardemente incapaz de sair para defendê-los da morte. Sem poder ver, mas escutando tudo de forma até potencializada, Aragorn revivia a morte nunca presenciada de sua família. A carne sendo rasgada não deveria ter um som tão marcante, mas para o elfo, ela tinha. E toda noite ele a escutava, junto com o som de gritos e ossos quebrados. E de uma voz doce que parecia sussurrar em seu ouvido:"Tão-tão fraco... E covarde. Você fica aqui, enquanto os seus morrem pelos seus pecados... "

    Hagen sonhava que era um... Esquilo. E que gigantes tentavam pisar em seu corpo e matá-lo, enquanto ele corria entre suas pernas. Ou talvez fossem só humanos, não havia como ele saber, pois ele era realmente pequeno. Sempre escutava uma risada masculina retumbante enquanto isso acontecia, e outra que parecia, ao menos, tentar se controlar. Mas era a primeira vez que uma voz conseguia ser escutada enquanto ele corria pela vida, e, pela cadência, parecia ser da mesma pessoa que ria abertamente: "Eu NUNCA me canso de ver isso..."

    Cohen lutava ao lado de seu pai. Ou talvez treinava. Ou quem sabe lutava contra ele? Era tudo muito confuso, pois sempre que sonhava a situação era diferente, mas tão parecida. Estava no campo de batalha, cercado por diversos bárbaros e guerreiros, e seu pai sempre ao seu lado, não o velho que aprendera a respeitar, mas um homem que parecia ter a mesma idade que a sua. Em algumas situações os dois batalhavam lado a lado contra todos os inimigos. Em outra, se enfrentavam de forma feroz enquanto o resto observava. Mas na maior parte das vezes, a batalha era simplesmente caótica, pura carnificina em que ninguém consegue diferenciar amigo de inimigo. Cohen sempre morria antes do final da batalha, e em seus últimos instantes podia ver que seu pai continuava a enfrentar os inimigos coberto de sangue e sem nenhum arranhão. E não era orgulho o que queimava em seu peito, mas inveja.

    Ashur geralmente conversava com Sura em seus sonhos. Era só ali que tinha qualquer tipo de contato direto com sua alma, e o sonho sempre começava com ambos abraçados, aos pés de uma das montanhas da terra de seus ancestrais. A sensação era sempre de ter acabado de transar e,por isso, saciado nesse sentido, só restando a eles conversar sobre o que bem entendessem. E no geral era o que faziam, mas dessa vez Sura havia colocado um dedo em seu lábio para silenciá-lo, o cenho franzido em concentração. A mulher aproximou-se dele, como que para beijá-lo, mas na verdade a intenção era sussurrar em seu ouvido:"Estamos sendo observados..."

    E Ashur realmente teve essa impressão, agora que parava para prestar atenção havia a sensação clara de estar sob o escrutínio de alguém. O som de surpresa que ouviu em alto e bom som não deixou dúvidas que esse era o caso, ainda assim, não havia ninguém ali além deles. "Você tem razão, Laucian!" A voz feminina claramente estava empolgada. "Vou pesquisar sobre isso agora mesmo!"

    Edward sonhava apenas com escuridão. E era tão terrível que ela parecia até ter gosto, pois Edward podia sentir o amargor em sua boca enquanto ele caminhava por horas e horas sem nada enxergar. Ele procurava desesperadamente por alguma fonte de luz, mas na realidade, sabia perfeitamente bem que procurava por Ela. E da mesma forma visceral sabia que não a encontraria. E a escuridão parecia absorvê-lo cada vez mais, a sensação era de que seus pés estavam afundando... Foi então que ouviu o som de... Asas? Edward não tinha muita certeza, pois apesar de parecer o bater de asas, o som era tão alto e poderoso que nenhuma criatura que já havia visto seria capaz de fazê-lo, exceto, talvez, um...

    -"ESTAMOS SEN..." - Um grito foi o suficiente para deixar El Gato completamente desperto, e para acordar todos os outros. Um grito calado no meio pelo som de alguém se afogando em seu próprio sangue.

    Quase que imediatamente uma das últimas carroças começa a pegar fogo por completo, era claro que alguma mágica havia sido utilizada, pois em segundos ela já estava tomada por chamas, que ameaçavam atingir as charretes vizinhas. O som de diversos cavalos relinchando desesperados se segue, assim como o mugido dos bois que também ajudavam a puxar as cargas. Os animais odiavam e temiam o fogo como a verdadeira morte, e estavam todos amarrados muito próximos justamente daquele ponto.



    OFF: Vocês ainda não estão em combate, além do grito e do fogo na carroça no outro canto do acampamento, vocês não viram nada, nem ninguém. Podem postar falando e tal, mas se algum de vcs quiser sair correndo pra lá, fale cmg antes, pf rs


    Arag Tatte:

    Trent Razor:


    Guss
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Guss em Qua Jun 20, 2018 10:15 pm

    Edward se levanta rapidamente como já fizera tantas vezes antes. A mão esquerda buscando o escudo enquanto a direita já empunhava a espada. O sonho ainda anuviando as ideias.

    "Elfo! Estamos sob ataque! Acorde os outros, aquele maldito nos encontrou!"


    Olhando à sua volta, vê faces diferentes daquelas com quem conviveu por tanto tempo. Seus antigos companheiros há muito se foram, agora estava em outro lugar. O pesar tomou seu coração quando não sentiu o calor Dela o impulsionando. Já estava ali havia certo tempo, mas talvez nunca fosse capaz de superar sua vida passada.

    "Vamos, homens! Às armas!"

    Esperava que ninguém estivesse acordado o suficiente para perceber que ele acabara de ter um flashback.
    kaiosilveira89
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por kaiosilveira89 em Qua Jun 20, 2018 10:53 pm

    O Bárbaro se levanta. Seus olhos ainda estavam apertados pelo sono mal dormido. Também parecia atordoado pelos confusos sonhos que tivera. Por este motivo, demora alguns segundos para percebe o grande clarão provocado pelo incêndio da última carroça do comboio. Ela já estava ardendo em chamas.

    O cimério desembainha sua enorme espada, segurando seu cabo com a firmeza de um carvalho adulto enraizado. Seus músculos se contraiam ao empunhá-la, fazendo brotar de seus braços, peitos, trapézios, uma imponente musculatura que mais pareciam enormes bolas de metal. Seu corpo era perfeitamente esculpido e tinha várias cicatrizes sobre a bronzeada pele. Cohen era um verdadeiro colosso de músculos, coberto apenas por uma tanga de texugo presa por um cinto cuja fivela era feita de latão, e em sua extensão de couro possuía presa a si uma adaga adornada por joias.

    '- Por Crom! Quem ousa nos atacar deliberadamente? Tal aborto de chacal pagar com a própria vida!'
    Hagen
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Hagen em Qui Jun 21, 2018 12:03 am

    Hagen suspira por estar sonhando em ser a porra do esquilo. Depois de Gaia, depois de descobrir que era um sonho e pelo carioca Bernardo, tinha medo de ser algo escroto e sempre vinha a merda da alucinação de ser um esquilo, aquilo dava arrepios no guerreiro.

    "Por Fenrir... quer dizer, por Bernardo... a foda-se, por mim... um esquilo é foda. "


    Hagen se ajeita e todos podem ver que era um guerreiro de 1,93m, loiro com cabelos longos e extremamente forte.

    ' - Quem ousa interromper o meu precioso SONO?'

    Hagen se levanta e encara a sua volta, olhando ao redor.
    Drako
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Drako em Qui Jun 21, 2018 12:41 am

    Definitivamente ele não havia nascido para aquilo, o tédio era um dos piores vilões de toda e qualquer história, principalmente dos grandes aventureiros e lá estava ele lutando para permanecer acordado nessa grande e enorme tédio.

    Spoiler:

    Quando pensa em puxar um assunto para tentar espantar o sono. BOOMMM!!! Ou um grito... Ela não se lembra ao certo já que sua única reação foi pular e ficar de pé.

    Spoiler:

    Finalmente... Yo não estava mais aguentando... Acabaria morrendo de tédio.

    Ao perceber a carroça em chamas ele saca seu sabre e se desloca de uma maneira absurdamente furtiva até o local.

    OFF
    Furtividade 18
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    Aragorn Smith - Todos

    Mensagem por Aragorn Smith em Qui Jun 21, 2018 1:42 am

    "Fraco..."

    Pensava em seu sonho, vendo que em sua forma adulta era um completo imbecil incapaz de fazer qualquer coisa para salvar sua família. Sentia na pele a dor, os gritos, as carnes rasgando, o sangue voando e era incapaz de se mexer. Reviver aquele momento em sonho era uma tortura. Vivia todos os dias na esperança de um dia poder vingar o desgraçado responsável por aquilo. Todo noite era a mesma coisa. Sonhos interrompidos, acordar pensando na sua família e alimentar a sede de vingança por uma força pela qual desconhecia, assim como o motivo daquele massacre. E então, uma voz doce chega em seu ouvido lhe chamando de covarde. Instintivamente seus olhos abrem, mas não estava assustado. Abrem e olha para cima e vê que é o mesmo sonho, porém com o diferencial de agora ser descaradamente ser chamado de fraco. A verdade doía e doía muito. 

    "Fraco e covarde... mas eu era um recém-nascido, o que poderia ter feito?"

    Um pouco de consolo brota no peito de Aragorn que logo após escuta um grito incompleto do vigia.

    "Problemas... tava demorando e agora vou ter que fazer minha parte por essa merreca..."

    E depois mais gritos. Edward primeiro, depois Cohen, depois Hagen. Edward dava ordem de combate e de acordar. Mal sabia que já estava acordado. Cohen praguejava desejando a morte dos inimigos e Hagen queria achar o culpado de acorda-lo. Dá barraca, diz para Hagen, já que era o último a se manifestar.

    - Agradeça, Hagen. Pelo menos você consegue dormir. 

    Se levanta, pega seu cajado (foco arcano) com uma ponta de Unha de Dragão Vermelho fixado em sua ponta fundido na madeira que sei tio havia lhe deixado de herança. Na parte debaixo do cajado, havia um adorno de Dragão entalhado na madeira. Era pela unha do dragão que saía suas magias. Era por ali que faria um estrago. Estava vestido com uma túnica e armaduras leves, tão leves quanto superficiais. Não era bom defesa ou ataques físicos, mas se tivesse a distância exata, era o suficiente para poder se defender atacando. Carregava uma bolsa com alguns pertences, dá qual não tirava da sua cintura por nada. Se levanta, saí da barraca e diz de forma calma para os três.

    - Vão na frente. Me protejam para que eu posso descontar o fogo com fogo. Devo dizer que não estou afim de morrer hoje.

    Dizia com certa ironia.

    "Se tiver que morrer, que morram vocês..."

    Via a última carroça em chamas e claramente aquilo era magia. Passa a mão por seus cabelos loiros e barbas. Bate duas vezes em seu rosto. Com o cajado em sua mão direita, aguardava os três bravos guerreiros se adiantarem para que pudesse ficar atrás e trabalhar.


    Aragorn Smith - Halfling Feiticeiro Dracônico


    Cajado do Dragão, onde tem uma unha de Dragão vermelho na ponta.
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por bane em Qui Jun 21, 2018 12:58 pm

    - No profundo reino dos sonhos -

    Ashur estava novamente sob o céu estrelado da terra de seus ancestrais com sua amada em seus braços. Eles estavam nus e olhavam nos olhos um do outro. Ashur admirava a beleza de Sura com serenidade no olhar e um sorriso tenro em seu rosto. Ele amava sua esposa de tal forma que a sua presença, mesmo em seus sonhos, trazia de volta os bons pensamentos e as virtudes que possuía enquanto era jovem e antes de despertar no pesadelo que era Sigil.

    Ashur e Sura conversaram sobre as estrelas e sobre a lua, também falavam sobre as raízes da montanha e da profundidade da alma. A conversa era profunda e cheia de significado para ambos que contemplavam a eternidade naquele momento de paz.

    Ele sentiu o toque de sua esposa em seus lábios e fechou os olhos por um breve momento. Ele sabia que estava em um sonho, mas guardaria a importância daquele momento para sempre. Quando abriu os olhos ele percebeu que sua esposa estava se aproximando e sussurrou em seus ouvidos.

    Ashur sentiu os arredores e realmente algo não fazia sentido, mas ele tentou se manter discreto. Foi quando ouvia a voz feminina que ele não conhecia. Ele ouviu calmamente as palavras e hesitou quando ouviu o nome do deus pirata, o traz-tempestade.

    O xamã prestou muita atenção na voz que ouvia e, ao não encontrar ninguém, dirigiu o seu olhar a sua esposa. Ele entendia que sua mulher o alertava de algo, mas a sua mente não era como a de Sura e ele deveria pensar sobre isso em outro momento.

    Minha amada. Sua sabedoria e conhecimento a muito ultrapassaram os meus. Pode ser que esse deus tenha sentido a nossa presença? - Ashur ponderava.

    Alguns dos aspectos que Laucian domina são similares aos ensinamentos de nossa velha tribo. Mas eu não me sinto confortável com essas divindades. Lhes falta esclarecimento. - Ele pensou um momento e sacudiu a cabeça em sinal de negação. - A nossa conexão com as leis divinas são diferentes da maioria dos sacerdotes. Será que ele percebeu que nossos ensinamentos são mais adequados? - Ele sorriu brincando com ela. O entendimento deles era diferente acerca do cosmos, mas eles ainda eram jovens e ainda lhes faltava muito aprendizado.

    Ashur então percebeu as fundações de seu sonho tremerem. Ele foi arrastado para longe de Sura enquanto seu mundo girava. Ele esticou a mão mas já estava distante de Sura, a tristeza no olhar de ambos. Mas já era tarde.

    - De volta a realidade -

    Quando Ashur abriu os olhos sua mão estava estendida em direção ao céu e em meio ao alerta de perigo, o clérigo contemplou o infinito céu negro sobre ele. - Laucian... - Ele não podia deixar de pensar, antes de se virar para o lado e levantar, com um olhar frio, diferente do que exibia em seus sonhos. Ele estendeu sua mão e tocou sua lança, usando a mesma como apoio e se ergueu ainda um pouco tonto pela forma como foi acordado. Ele também ergueu seu escudo e logo viu a carroça em chamas, mas não percebeu mais nada nos arredores.

    - Nessa noite gloriosa eu ofereço aos meus antepassados o sangue dos meus inimigos. Espero que esse sacrifício possa aplacar vossa dor e sofrimento. - Ashur disse em voz alta enquanto caminhava. Ele queria que os tolos dos oponentes ouvissem suas palavras. Com a morte deles suas almas seriam devoradas pela Escuridão Profunda e pelo Trovão Prateado, bem como pelos outros deuses que cultuava. Então caminhou até ficar com a fogueira ao seu lado, seu escudo em punho impedia que a luz ofuscante atrapalhasse sua visão enquanto esperava conseguir distinguir seus oponentes. Sua lança apontava na direção das carroças. Ele estava pronto para o combate. [Dúvida com relação ao movimento. Não sei quanto posso andar. Por via das dúvidas Ashur caminha até R8. Se ele tiver mais capacidade de movimento ele se dirige até N7, se posicionando entre os grupos que estavam dormindo e entre as carroças e a fogueira.]

    - Vamos avançar. Certifiquem-se da posição dos oponentes. Os que não podem lutar permaneçam atrás e aguardem uma chance para salvar a nossa carga! - Ashur disse. Não adiantaria nada se o fogo lambesse tudo que eles carregavam. Mas Ashur não entendia por que os oponentes ateavam fogo na carroça. Eles não estavam ali pelas mercadorias? Por que destruir a carga? - Não tentem apagar o fogo daquela carroça. As chamas vão revelar nossos oponentes!
    Katsumi Liqueur
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Katsumi Liqueur em Qui Jun 21, 2018 4:03 pm

    Enquanto El Gato avançava de maneira furtiva em direção a carroça em chamas, Ashur fazia exatamente o oposto e chamava atenção para si, parando justamente ao lado da principal fogueira do acampamento. Intencional ou não, sua ação aparentemente permitiu que o ladino se aproximasse de seu alvo sem ser notado. Parando ao fim das carroças para observar o que estava acontecendo. Não era fácil, ainda assim conseguiu identificar com ajuda das chamas dois homens, aparentemente humanos, que cincurdavam o fogo e pareciam se dirigir a carroça fechada que estava no centro.

    Enquanto isso, o som de projéteis sendo disparados chamou atenção dos quatro que haviam ficado para atrás, porque vinha justamente do lado oposto de todas aquela comoção. E enquanto uma flecha acertava a fogueira sem causar dano a ninguém, um dardo resvalava na armadura do clérigo e caía ao chão. E embora nenhum dos projéteis tenha ferido Ashur, estava claro que ele havia se tornado o alvo de quem quer que tivesse ficado vigiando aquele lado do acampamento. Mas ele não parecia se importar com isso, e sua atenção fora chamada na direção dos frenéticos animais. Não conseguiu ver mais que uma sombra se esgueirando para lá, e logo cavalos e bois estavam sendo soltos e correndo de maneira desenfreada em direção contrária ao acampamento.

    E enquanto as outras pessoas começavam a acordar assustadas e logo corriam atrás dos animais, sem nem pensar muito em sua segurança. Os guardas que estavam protegendo o outro lado do perímetro pareciam já estar em combate, pois todos ouviam o barulho de metal se chocando. A situação parecia caótica, afinal, estavam cercados e não tinham muita visão do inimigo. Por outro lado, quem havia corrido atrás dos animais não parecera ser atacado, e sua perda não era grande, pois eram em sua maioria cozinheiros e mercadores, que nada acrescentariam ao combate.  


    INICIATIVAS
    Edward
    Ashur
    El Gato
    Cohen
    Aragorn
    Hagen



    Grid de Combate:


    Guss
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Guss em Qui Jun 21, 2018 4:55 pm

    Uma flecha atinge a fogueira, levantando brasas no ar e espalhando um pouco da lenha, enquanto um dardo quase atinge Ashur. Edward olha para o clérigo e vê que todos os outros já estão de pé. Cohen exibindo seus musculos banhados em óleo de coco já empunhava sua arma, enquanto Hagen também já se preparava. Aragorn usava de seu sarcasmo para provocar os guerreiros em direção ao combate.

    Como sempre, El Gato não estava em lugar algum aparentemente. Provavelmente já havia se embrenhado por algum canto e devia estar começando a flanquear o inimigo.

    *Esse cara nunca avisa o que vai fazer. Isso me irrita!*

    Erguendo o escudo, dirige-se a Ashur.

    "Clérigo, cuidado! Os próximos tiros podem atravessar seus olhos! Saia de perto dessa fogueira e dificulte a vida deles!"

    Andando na provável direção dos disparos, afasta-se da fogueira e perscruta a distância tentando identificar a posição dos inimigos.

    ______________________

    OFF
    Movimentação de Y5 a Z9
    Percepção 13
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por bane em Qui Jun 21, 2018 8:19 pm

    Ashur estava tranquilo quando ouviu o som da primeira flecha atingir a fogueira e da segunda se chocar contra sua armadura! Em sua mente os deuses aceitaram o sacrifício de sangue que ele prometeu e um sorriso eufórico foi estampado em seu rosto.

    - HAHAHAHAHAHAHAHAHA! Os sinais estão em toda a parte, apenas os tolos não percebem! Vocês foram aceitos como sacrifício! - Ele falou para os oponentes.

    Ashur ouviu as palavras de Edward, ele acenou e pensou em um plano para ajudar eu companheiro peludo, El gato.

    Ashur então se deslocou alguns passos para o lado, recuado um pouco. [Se moveu até O4]

    - Tempestade mística, sob sua benção eu chamo a densa neblina. Deixe seu abraço envolver o campo de batalha! - Ele realizou a conjuração e antes da neblina se alastrar em todas as direções ele deu um olhar cheio de significado para El Gato.

    Ashur enconbriria a si mesmo e seu amigo gatíneo, fornecendo ainda mais cobertura para o peludo. Com a sua movimentação ele deixou o aliado a poucos centímetros da borda da magia, assim o aliado deveria ter alguma visão de fora da área encoberta. [Névoa obscurecente enconbre seis metros de raio ao redor de Ashur, a maior distância é entre K4 a S4 e de O0 a O8, cobrindo inclusive a fogueira e eventuais equipamentos que estejam no chão.]
    Drako
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Drako em Sex Jun 22, 2018 12:49 am

    Os seus amigos, se é que um bando de degenerados podem ser chamados de amigos, acabam de acordar e ao invés de aproveitar as sombras e as carroças para se movimentarem de forma furtiva eles estão gritando e oferecendo oferendas aos deuses.

    - Yo ainda voy morrer pelo escândalo deles. - Falava baixo enquanto balançava a cabeça negativamente com sua mão no rosto.

    Porém aquele momento não era o mais adequado para reclamar da vida e assim El Gato vendo as pernas de seu inimigo aparecendo por baixo de uma carroça se movimenta enquanto embainha seu sabre e saca seu arco curto, quando chega até a borda da carroça dispara contra o bandido que vinha em sua direção.

    - Engula isso seu ladron lazarento. - Enquanto disparava sua flecha que por milímetros não trespassa o coração do malfeitor o fazendo o cambalear para trás. - Ops... - Em seguida o Espachim desaparece novamente por trás da Carroça.

    OFF
    Ataque Furtivo com Arco Curto no H2 - 24 no teste e 17 de dano
    Usei minha Cunning Action para fazer um teste de esconder como uma ação bônus - CD 26 para me encontrar
    Se movimentou para o K3
    kaiosilveira89
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por kaiosilveira89 em Sex Jun 22, 2018 12:16 pm

    O bárbaro vê a nevoa invocada como uma excelente cobertura. Smith, o feiticeiro draconico, estava próximo ao Cimério e por ter uma constituição física muito mais frágil, poderia ser incapacitado facilmente se atingido por um dardo. Preocupado com o frágil porém destrutivo companheiro, Cohen sugere que o mesmo lhe acompanhe:

    - Feiticeiro! Proteja-se na nevoa e faça algo inteligente para descobrirmos a posição dos batedores que nos suprimem com flechas!

    Assim dito, corre para dentro da nevoa afim de se proteger da chuva de setas atiradas pelos saqueadores, ocultos pelas sombras, que atacavam a companhia pelos flancos.



    Like a Star @ heaven Cohen agora está na posição O2.
    Aragorn Smith
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    Aragorn Smith - Cohen / Inimigos

    Mensagem por Aragorn Smith em Sex Jun 22, 2018 1:17 pm

    - Algo inteligente seria você levar uma flechada por mim, Cohen. AHHHH, isso sim seria inteligente e bem nobre para um guerreiro como você!!

    Dizia isso seguindo Cohen até a névoa feita. Aragorn ainda não tinha visão dos inimigos para que pudesse atacar, mas aquela névoa o protegeria por hora. Estava preparado para o combate e bastava ter o campo visual do inimigo, que faria sua parte. Apenas completa.

    - Preciso de visão para atacar! Sem isso, fica complicado.

    __________________
    Off Game:
    Aragorn se movimentou para o L3.
    Katsumi Liqueur
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Katsumi Liqueur em Sex Jun 22, 2018 5:09 pm

    Edward ia em direção ao perigo sem medo, sabia que seu escudo e armadura dificilmente seriam trespassados pelas flechas inimigas. E usando a noite como cobertura, seus inimigos sequer seriam capazes de ter uma boa mira. E ele estava completamente correto em sua suposição, pois apesar de ouvir mais disparos, nenhum projétil sequer chegou perto de si. O outro lado da moeda é que ele também não conseguia ver praticamente nada devido ao breu, mas sabia estar indo pelo caminho certo ao se guiar pela audição. E conforme ia se aproximando, pode começar a escutar um rosnado animal de aviso. Estava próximo, mas o inimigo não era só o que tinha imaginado.

    E enquanto o guerreiro tinha ido lidar com a ameaça de forma direta, o clérigo Ashur se movimentou mais para perto de seus companheiros e invocou uma espessa névoa, para dar cobertura a todos os seus aliados do fogo de supressão inimigo. Aragorn, Cohen e Hagen aproveitaram a deixa e avançaram em direção a ela, cobrindo boa parte do caminho até a carroça em chamas. O plano teria dado certo, se o inimigo também não tivesse magias na manga... Do chão, logo abaixo dos pés de Ashur, ervas daninhas e vinhas poderosas começavam a crescer de forma acelerada e se espalhavam rapidamente pelo solo. O clérigo parecia mesmo abençoado pelos seus deuses aquela noite, pois apesar de terem surgido sob si, nenhuma foi capaz de prendê-lo. Já o feiticeiro e Hagen não haviam tido tanta sorte, e as vinhas haviam se enroscado em seus tornozelos impedindo a sua locomoção. Para voltarem a se movimentar, teriam que ter força o suficiente para se libertarem de seus grilhões verdes.

    El Gato estava alheio a tudo aquilo, já focado em enfrentar a ameça que ainda nem tinham noção real de qual era. O ladino aproveitara a sua furtividade para atacar, e o inimigo quase havia caído com apenas uma flecha. Seu urro de dor pudera ser ouvido por todos, e em resposta um grito num tom de voz ríspido e autoritário foi escutado: -Não recuem!

    El Gato aproveitou para se esconder novamente, e pode observar o homem ferido cambalear para entre as carroças e sumir de sua vista. Logo, um orc aparecia por trás da carroça em chamas. Sua cota de malha parecia suja de sangue, mas aparentemente não haviam ferimentos em nenhum local visível. Seu olhar percrustava o ambiente, porém era claro pela sua falta de foco que ele não conseguia identificar nenhum alvo.

    E os sons de batalha além das carroças ainda podiam ser ouvidos, mas agora pareciam menos pessoas se enfrentando, o clamor de espadas se chocando menos frenético. E para quem não estivesse com a visão prejudicada pela névoa, era perceptível que o fogo havia começado a se alastrar para as carroças vizinhas.



    INICIATIVAS
    Edward
    Ashur
    El Gato
    Cohen
    Aragorn
    Hagen


    Teste de Força para se libertar da Constrição - CD 13
    Quadrado vermelho agora se enquadra em Terreno Difícil - Um personagem se move metade do seu deslocamento em terrenos difíceis – para cada 1,5 metro percorrido em
    terreno difícil, são gastos 3 metros do deslocamento do personagem.


    Grid de Combate:

    bane
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por bane em Sex Jun 22, 2018 7:29 pm

    Ashur ainda estava perplexo com os acontecimentos. Mesmo dentro daquela névoa densa os braços da floresta não haviam sido capazes de imobilzá-lo!

    O clérigo caminhou com alguma dificuldade em direção a nordeste, posição em que ele vagamente se lembrava de ter visto um vulto. Ashur deixou a névoa e as raízes para traz com euforia e vigor, ele ainda tinha sangue a derramar.

    "O manto da tempestade vai protegê-los por mais algum tempo.."

    - EI! SEU TOLO. - Ashur falava com um dos companheiros com quem sempre tinha discussões acaloradas sobre suas crenças. - SPERO QUE NAO TENHA CHEGADO O DIA EM QUE VOCÊ IRÁ DECEPCIONAR O SEU DEUS, MAS SAIBA QUE SE FOR O CASO EU LHE DAREI UM BELO RITO FÚNEBRE! - Ele disse em voz alta e com divertimento em sua voz. (Não sei qual o nome do personagem do Kaio mas foi pra ele! XD)

    Ashur caminhou por algum tempo com seu escudo e sua lança em punhos. Ele ainda estava detectando os oponentes antes de presentear seus óbitos com aço. O clérigo confia em sua armadura, escudo e em suas crenças, se fechando em aço enquanto estuda os arredores ansiosamente, sua sede de sangue era grande. Ele cumpriria a promessa que havia feito a seus patronos.

    (Ashur caminha até H6 e gasta a sua ação para se manter em esquiva, ele não faz mais nada, mantendo a concentração em sua magia)

    Drako
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Drako em Sex Jun 22, 2018 8:38 pm

    El Gato esteva em sua tocaia e observava o bandido fugir como um ratinho.

    "Se esconda como um rato e logo perceberá as garras de El Gato."

    Mas eis que surgia um Orc muito bem armadurado e sua atenção então se volta pra ele.

    - Bandido verde, mantenha-se longe do protetorado de El Gato ou sentirá a fúria de mi garras. - Ele colocava sua cabeça pra fora da carroça enquanto disparava contra o brutamontes de Cota de Malha e via uma de suas flechas acertar de forma primorosa entre as frestas da armadura mas causando dano mas não sendo tão efetivo quanto imaginava - Mais um não abatido com una flechada? Esse treco deve estar com defeito. - Dizia enquanto olhava para o arco e se embrenhava pelas carroças sumindo novamente.

    OFF
    Ataque contra o Orc - 26 teste e 14 de dano (restam 58 PV)
    Furtividade 23
    Movimentou para I4
    kaiosilveira89
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por kaiosilveira89 em Sex Jun 22, 2018 10:19 pm

    O Bárbaro, que tinha as feições atarracadas, ao ouvir o comentário sarcástico do feiticeiro Smith sorri levemente com o canto da boca. Quando entrou na névoa, não via, mas ouvia a voz do clérigo que sempre tentava o converter a sua religião pagã estúpida, cujo deus era inferior ao severo Crom. Ashu estava falando com o tom provocativo de sempre. Então, de forma firme, Cohen o responde em deboche claro aos seus votos puritanos:

    ‘- A menos que gaste toda minha pilhagem trazendo as mais belas mulheres, bem como o mais saboroso dos vinhos, pode guardar seus incensos e velas, Homem-de-fé. Saiba que os cimérios honram seus mortos com banquetes de prazeres mundanos. Prazeres estes que deixaria seu deus horrorizado com a voracidade do nosso apetite!’

    Após ouvir um barulho que parecia ser o conjunto de pequenos anéis, que teciam uma armadura, sacudindo, o bárbaro foca completamente no combate. Suas vísceras não o enganavam. Ele sabia que havia alguém há poucos metro da sua frente.

    O orc vestido em uma cota de malha, que estava posicionado próximo a carroça incendiada, testemunha o pesadelo tomar forma. Primeiro, ele nota o aço brilhante de um espada romper o véu turvo de fumaça. Em seguida, braços musculosos e pernas tomavam forma. Era Cohen, o cimério, quem saia de dentro do nevoeiro.

    Seus olhos azuis estavam fixados no orc como os olhos de um falcão em sua presa. A expressão facial do bárbaro exibia o mais puro e verdadeiro sentimento de ira, sede de matança e completo ódio. Cerrava os dentes com tanta força que em alguns anos eles acabariam tortos e entramelados. Empunhava sua arma com ferocidade tamanha que estava prestes a esmagar o cabo de empunhadura.

    Ele toma posição, então avança gradualmente girando sua arma para trás pronto para desferir seu golpe de cima para baixo, como um trovão descendo do céu.

    ’- Por Crom! aaaaaAAAARGHHHHHHH!!!!!’

    O volume crescente do seu grito bestial revelava que a fúria estava tomado conta do seu ser. Uma máquina de matar. Uma besta de guerra do impiedoso Deus Crom, o não venerado, estava solta em Sigil e preparada para trucidar uma horda inimigos.

    Quando estava próximo o suficiente do Orc, a espada mergulha e lhe golpeia na clavícula com toda violência. O golpe não o inutiliza, mas lhe causa uma boa avaria fazendo ele urrar de dor.

    Like a Star @ heaven Cohen da Ciméria se move para a posição H2;
    Like a Star @ heaven Cohen da Ciméria está em fúria: 1/10;
    Like a Star @ heaven Orc sofreu 11 de dano. Seus PVs agora são 47.
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Aragorn Smith em Sab Jun 23, 2018 1:55 am

    "Fodeu...."

    Pensa Aragorn ao ver sendo preso naquele emaranhado de plantas dentro daquela névoa. Aquilo definitivamente era algo que não esperava. Usava o que possuía de sua força para se soltar até que conseguiu.

    "Isso!..."

    Comemora silenciosamente e logo pensa rápido.

    "Preciso sair daqui..."

    Mas o terreno estava difícil e arenoso. Com muita dificuldade o Feiticeiro consegue se mover até ter visão livre de seu inimigo. O caos reinava, escutava barulhos de metal se chocando, fogo se espalhando, mas um inimigo brotava em sua frente. Um orc usando uma cota de malha e pronto para ser abatido. Finalmente tinha o inimigo à vista. Sorri vendo a glória chegar. Mira seu cajado na direção do Orc e diz para ele em sua própria língua convicto de que seria seu fim.

    - Hey, Orc! Diga Adeus!

    E lança sua magia. Era um raio de fogo que tinha uma pontaria incrível. Havia mirado bem no meio da testa do Orc e acertado lindamente, mas por algum motivo, não havia tido potencia e não havia causado grande dano.

    "Caralho... fudeu de novo..."

    Quando a magia falhava, Aragorn tinha que usar a inteligência. Bradou para seus companheiros.

    - Matem o Orc! Já destraí ele pra vocês! Façam alguma coisa!

    Algo teria que ser feito e teria que ser rápido, se não esse Orc iria esfolá-lo vivo.

    __________________________
    Off game:
    Aragorn se movimentou para o K2 e deu 01 de dano no firebolt.
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Guss em Sab Jun 23, 2018 12:59 pm

    Edward ouve mais flechas passando próximas, mas sem perigo. Assim como não podia ver seus oponentes, eles também não o viam e atiravam a esmo tentando acerta-lo.

    Ouve também o rosnado do animal e percebe que aqueles atirando podem ser patrulheiros ou até mesmo apenas uns borra botas comuns com um cachorro.

    *Pelas contas só tenho dois oponentes e um "cachorro" desse lado. A coisa deve estar pior do lado de lá. Mordi a porcaria da isca!*

    Sem virar as costas para o local de onde as flechas vinham, Edward se movimenta na direção de onde os sons de batalha pesada vinham.


    OFF: Movimentação de Z9 para T9
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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

    Mensagem por Katsumi Liqueur em Sab Jun 23, 2018 4:45 pm




    "Cão ingrato!" Pensava Hagen, que havia se soltado com facilidade e se movido para perto apenas com o intuito de ajudar o falastrão feiticeiro, que saíra em disparada na ânsia de atacar o inimigo assim que ficara solto.

    O orc havia sido duramente atacado assim que entrara na cena, a flecha de El Gato havia ultrapassado sua armadura de forma eficiente e ainda se encontrava alojada em seu corpo. Já Cohen havia lhe desferido dois golpes com tamanha fúria que, se não usasse uma armadura de metal, provavelmente teriam quebrado sua clavícula. O urro de dor do inimigo foi seguido por um de raiva, e o guerreiro apertou com ainda mais força a espada que segurava com ambas as mãos e desferiu três golpes rápidos e certeiros em Cohen, que mal pode acompanhar seus movimentos. Em segundos, o bárbaro sangrava de dois cortes profundos no peito e um no braço e sabia que se não fosse por sua fúria, estaria tendo problemas com aquele inimigo. Que parecia até ter se revigorado fisicamente após aquela troca de golpes.

    El Gato havia novamente se escondido de forma hábil entre as carroças, e pode notar que o inimigo que havia atingido anteriormente estava caído no chão. Se já morto ou apenas se esvaindo em sangue, ele não saberia dizer. O mais importante, contudo, era que alguém havia quebrado o cadeado da única carroça fechada e entrado nela. Como não haviam janelas, Juan não conseguia ver o que estava acontecendo, mas logo os porcos e aves que estavam presos dentro daquela jaula que se movimentava saíram correndo, também desesperados com o fogo.  Por sorte ou habilidade, ladino e clérigo não foram derrubados por aquela profusão de animais que passaram entre suas pernas.

    Mas a sorte não continuou a sorrir para o clérigo por muito tempo, ao avançar de forma cautelosa pode finalmente ver a luta que ocorria além das carroças. Um anão que empunhava uma cimitarra e uma adaga travava um combate mortal com um dos guardas da caravana e com Trent Razor. O inimigo estava visivelmente ferido, mas isso não o impedia de retaliar de maneira hábil cada golpe recebido, até que Razor encontra uma das frestas de sua armadura e estoca com sua arma soltando um grito de ódio. O anão chega a cambalear ao receber mais esse golpe, e um grito de desespero pode ser escutado: -Baren!!

    E de onde veio um grito, um chicote de vinhas cobertos de espinhos surgiu açoitando Razor e perfurando sua armadura.  E agora era hora do azar do clérigo, pois de maneira repentina a temperatura de sua armadura começou a esquentar. Logo, o metal estava com uma aparência avermelhada, como que em brasas, ferindo sua pele e o queimando. Ashur não conseguiu resistir o calor e imediatamente começou a retirar as peças de metal, se queimando ainda mais no processo. (Se o escudo é de encaixar no braço, ele permaneceu com ele. Caso contrário, escolha o que ele soltou para começar a tirar armadura, a arma ou escudo).

    Já Edward notara que estava sendo levado para longe de seus companheiros e imediatamente voltou para perto do acampamento, os inimigos, escutando sua movimentação, começaram a correr em sua direção. Provavelmente fazendo o que o guerreiro queria e prestes a demonstrarem sua posição. Logo, um enorme cão de guerra avançava em sua direção, o propósito óbvio, mas o grito que se seguiu não deixava nenhuma dúvida em seu intento: -Setja, ataque!



    OFF

    Dano sofrido:
    Orc - 21 (26 sofridos, 5 recuperados)
    Cohen - 14 (28 de dano cortante)
    Ashur - 10 (Dano de Fogo)

    Teste de Constituição para não precisar tirar a armadura - CD 13

    INICIATIVAS
    Edward
    Ashur
    El Gato
    Cohen
    Aragorn
    Hagen


    GRID DE COMBATE:


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    Re: Lasciate ogne speranza, voi ch'intrate

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      Data/hora atual: Sex Jul 20, 2018 11:00 pm